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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4580 | 21 de Maio de 2019

PREVIDÊNCIA: Ocepar sedia Fórum com o secretário do Ministério da Economia, Leonardo Rolim

previdencia 21 05 2019O secretário de Previdência do Ministério da Economia, Leonardo Rolim, estará na sede do Sistema Ocepar, em Curitiba, no dia 27 de maio, para debater a Proposta de Emenda Constitucional (PEC 6/2019), que estabelece novas regras para a Previdência Social e está em tramitação na Câmara dos Deputados. O fórum sobre o tema será realizado às 13h30. Os participantes ligados às cooperativas devem confirmar presença com Neuza Oliveira (41 3200 1105) e Luana da Luz (41 3200 1104), ou pelo e-mail secretaria@sistemaocepar.coop.br.

Realização – O evento é uma promoção do G7, grupo integrado pela Associação Comercial do Paraná (ACP), Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado do Paraná (Faciap), Sistema Faep, Federação do Comércio do Estado do Paraná (Fecomércio PR), Federação das Empresas de Transporte do Estado do Paraná (Fetranspar), Sistema Fiep e Sistema Ocepar, em parceria com o Sebrae.

Foto: EBC

previdencia folder 21 05 2019

 

NOVA DATA: 1º Fórum de Piscicultura das Cooperativas Paranaenses será realizado dia 26 de junho

evento destaque 21 05 2019O 1º Fórum de Piscicultura das Cooperativas Paranaenses será realizado em nova data: 26 de junho. O evento, previsto inicialmente para ocorrer no dia 23 de maio, terá a mesma programação divulgada anteriormente e limite de vagas. A iniciativa é do Sistema Ocepar e conta com o apoio da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR). As atividades ocorrerão no Campus Toledo da PUCPR, no Oeste do Estado. A ideia é reunir profissionais e produtores cooperados que atuam com a produção de peixes, com o propósito de apoiar o desenvolvimento da atividade nas cooperativas do Paraná. Atualmente o setor possui capacidade de produção de 200 mil tilápias por dia, concentrada na região Oeste.

Programação - O Fórum será realizado das 8h30 às 16h50, na sala 7 do Bloco Didático. A programação contempla a apresentação de quatro palestras: “Mercado da tilápia, perfil dos consumidores e perspectivas futuras”, com Aldi Feiden, da Unioste; “O desafio da nutrição e alimentação de tilápias”, com Wilson Massamitu Furuya, da UEPG; “Desafios do produtor: qualidade x produtividade”, com Arcângelo Augusto Signor, do IFPR, e “Qualidade da água aliada à produtividade e piscicultura”, com André Luis Gentelini, também do IFPR.

Inscrições e informações - As inscrições devem ser feitas até o dia 19 de junho pelo agente de DH da cooperativa. Mais informações com Alexandre Monteiro ( alexandre.monteiro@sistemaocepar.coop.br/ 41 3200 1114).

Clique aqui para conferir na integra a programação do 1º Fórum de Piscicultura das Cooperativas Paranaenses

Clique aqui para conferir mais dados sobre os palestrantes

 

CAPACITAÇÃO I: Trinta e sete pessoas participam do módulo do Programa de Formação de Auditores Internos

Representando 19 cooperativas paranaenses dos ramos agropecuário, crédito e saúde, 37 profissionais estão participando do módulo do Programa de Formação de Auditores Internos iniciado nesta terça-feira (21/05) e que se prolonga até amanhã. Com uma ementa extensa ministrada pelo professor Paulo Miguel, da PUCPR, o módulo é desenvolvido na sede do Sistema Ocepar, em Curitiba, das 8 às 17h30.  O objetivo do programa é fornecer os conhecimentos fundamentais para o desempenho da função de auditor interno nas cooperativas.

Capacitação - Ao fazer a abertura das atividades, a gerente de Desenvolvimento Cooperativo do Sistema Ocepar, Maria Emília Pereira Lima, enfatizou a importância de capacitar, por meio de programas desenvolvidos pelo Sescoop/PR, os profissionais para o desempenho mais eficiente da atividade de auditoria dentro de suas organizações, em atendimento às necessidades das próprias cooperativas. “Com a preparação, o auditor interno vai poder contribuir, além da questão de gestão de risco, para a disseminação de boas práticas de compliance em suas organizações, por exemplo”, acrescentou.

Público – Participam deste 3º módulo auditores internos em início de carreira que atuam nas cooperativas, nos níveis trainee/júnior, profissionais novos em fase de preparação e, ainda, os interessados em atualizar os conhecimentos relativos às boas práticas da função. O Programa de Formação de Auditores Internos começou no final de 2018. Ao todo, são 144 horas/aula divididas em onze módulos. O quarto módulo será realizado em agosto e destina-se aos profissionais do ramo agropecuário.

Estratégico – Segundo Tiago Gomes, analista técnico da Gecoop, a participação de profissionais das cooperativas de crédito e saúde no módulo que está sendo realizado em Curitiba é estratégica, porque também servirá para levantar as necessidades das cooperativas destes ramos “visando à formatação de programas específicos para a capacitação de auditores internos para a saúde e para o crédito”.

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CAPACITAÇÃO II: Sescoop Nacional capacita conselheiros fiscais

 

formacao II 21 05 2019Com um mercado cada vez mais competitivo, estar preparado é fundamental. É por isso que o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) realiza em todo o país ações de desenvolvimento profissional voltadas a quem cuida dos rumos das cooperativas brasileiras. Uma dessas iniciativas é o programa de capacitação de conselheiros fiscais.

 

Atividades - Nesta semana, por exemplo, representantes de todos os estados estarão em Brasília, entre os dias 21 e 22 para participar da programação que englobará, dentre outros assuntos, questões ligadas à representação institucional, auditoria, planejamento, normativos, leis, cenários e tendências.

 

Desenvolvimento contínuo - De acordo com o gerente de Pessoas do Sescoop, Marco Antonio Franzi, o objetivo da iniciativa é assegurar o desenvolvimento contínuo dos participantes para que, assim, aprimorem o desempenho de sua atribuição como conselheiro fiscal.

 

Tarefa essencial - “A gente sempre diz que a atividade dos conselheiros fiscais é tarefa essencial para garantir a saúde econômico-financeira de uma organização. São eles os verdadeiros guardiões da execução da estratégia e do orçamento, assegurando a sustentabilidade dos negócios. Esses conselheiros atuam, dentre outras frentes, para garantir o foco na transparência da gestão dos recursos financeiros”, reforça.

 

Manual - Além de realizar ações periódicas de desenvolvimento profissional voltadas não só aos conselheiros fiscais, mas a todos aqueles que assumem funções administrativas nas cooperativas, o Sistema OCB, do qual o Sescoop faz parte, publica uma série de materiais de orientação para cargos como esse. Um bom exemplo é o Manual de Orientação para o Conselho Fiscal, que aborda desde aspectos da sua constituição a atribuições gerais e especificidades da função.

 

Contribuição - “Assim, consciente de seu papel, o conselheiro fiscal poderá contribuir de forma cada vez mais efetiva na fiscalização da gestão e apresentação do resultado econômico-financeiro, contribuindo-se diretamente com o desenvolvimento sustentável do cooperativismo brasileiro”, finaliza Franzi. (Informe OCB)

 

COCAMAR: Fórum Nacional de ILPF fecha a programação técnica da Expoingá

 

Em 2030, o Brasil deve chegar a 20 milhões de hectares mantidos com sistemas de integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF), praticamente dobrando a produção de grãos, carnes e leite no país. A previsão é que, do total, ao menos 1 milhão de hectares com ILPF estejam certificados e monitorados, conforme afirmou, na última sexta-feira (17/05), em Maringá (PR), o pesquisador da Embrapa Solos e presidente do conselho gestor da Associação Rede ILPF, Renato de Aragão. Ele foi um dos palestrantes do 2º Fórum Nacional de ILPF, evento que fechou a programação técnica da 47ª Expoingá e foi realizado pela Sociedade Rural de Maringá em parceria com a Cocamar. 

 

Avançando - De acordo com Aragão, os sistemas integrados vêm crescendo em ritmo rápido no país, saindo de 10,2 milhões de hectares em 2014 para cerca de 15 milhões no ano passado. O foco da Associação Rede ILPF, que tem a Cocamar entre as fundadoras e mantenedoras, ao lado da Embrapa, John Deere, Bradesco e outras empresas, é fazer a agregação de valor ao agronegócio sustentável, por meio da certificação, serviços ambientais e formação profissional. 

 

Eficiência - Entre os ganhos de eficiência no sistema ILPF, Aragão citou que a pecuária precisa de apenas 2,6 hectares para apresentar o mesmo resultado que antes, na pecuária tradicional, demandava 8,4 hectares. “Nos tornamos sete vezes mais eficientes. Com a integração, produzimos 172,2 mil toneladas de carcaça em 28,2 mil hectares, ao passo que no modelo tradicional eram precisos 208,8 mil hectares para produzir apenas 23,9 mil toneladas de carcaça, o que significa que estamos ‘poupando’ mais de 175 mil hectares de terras.” Com isso, há também uma emissão 57,5% menor de CO2, enfatizou o palestrante. 

 

Reconhecimento internacional - Ele mencionou também como algumas ONGs internacionais, sempre muito críticas ao agronegócio brasileiro, estão vendo a ILPF. A WWF, por exemplo, reconhece que a integração aumenta a produtividade, reduz riscos de produção, agrega valor aos produtos e aumenta a qualidade ambiental, afirma ser uma estratégia para mitigar emissões de gás de efeito estufa da agricultura e vai ainda mais longe: admite que a expansão da adoção da ILPF pode ser uma estratégia eficiente para reduzir o desmatamento. 

 

Mais gente nas cidades - Aragão chamou atenção para o fato de que, no final da última década, no mundo, a população urbana, pela primeira vez, superou em número a quantidade de moradores no campo, criando um aumento contínuo de demanda por alimento e energia. Um fenômeno liderado pela China, onde a migração populacional em direção às cidades vem ocorrendo de maneira intensa. No final da mesma década, ressaltou o pesquisador, sob o ponto de vista das demandas por alimentos, as economias em desenvolvimento superaram as economias desenvolvidas. 

 

Produzir alimentos - Se em 1990 a população mundial era estimada em 5,3 bilhões de indivíduos, a previsão é que chegue a 9,8 bilhões em 2050 e a 11,2 bilhões em 2100. “O grande desafio é produzir comida para atender a essa demanda crescente”, destacou Aragão, lembrando que o Brasil, atualmente um dos principais produtores de alimentos do mundo, tem papel decisivo para o atendimento a esses mercados. Para isso, o país possui cerca de 150 milhões de hectares de pastagens, 50% das quais apresentando algum nível de degradação e com produtividade baixa, de apenas 32 a 34% do potencial. “Se, com os projetos integrados, aumentarmos a produtividade para 49 a 52% do potencial, conseguiremos atender às demandas”, completou. 

 

Convidados - O Fórum contou com a presença, também, entre outros convidados, de João Kluthcouski, o João K, igualmente pesquisador da Embrapa, considerado um dos maiores especialistas em ILPF no país, e do produtor rural Antônio César Pacheco Formighieri, cooperado da Cocamar na região de Umuarama (PR). Um dos pioneiros em ILPF no Paraná, modelo que pratica desde 2000, Formighieri é tido como um dos produtores mais bem-sucedidos nessa área.  

 

Incentivo - O presidente da Cocamar, Divanir Higino, participou da abertura do evento, fazendo uma saudação aos presentes e destacando os avanços dos formatos integrados na região da cooperativa, que somam, no total, cerca de 160 mil hectares. Desde 1997, a Cocamar está entre as principais incentivadoras de ILPF no país. (Imprensa Cocamar)

 

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COPACOL: Começa o CPAgro, o maior evento do agronegócio da cooperativa

 

A Copacol promove, a partir desta terça-feira (21/05), o maior e mais completo evento técnico do agronegócio da cooperativa. O CPAgro 2019, será realizado até quinta-feira (23/05), no CPA (Centro de Pesquisa Agrícola), em Cafelândia (PR), quando irá centralizar informações importantes sobre a agricultura, avicultura, suinocultura, bovinocultura de leite e piscicultura. 

 

Abertura e palestra - A abertura do evento, realizada na parte da manhã, contou com a presença da diretoria executiva, especialistas do agronegócio e convidados. Logo após, foi apresentada a palestra sobre “Proteína animal: desafios e oportunidades”, ministrada por Francisco Turra, presidente da ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal). 

 

Negócios - Os cooperados e visitantes também têm a oportunidade de realizar os seus negócios juntos aos mais de 65 expositores parceiros da cooperativa nesta edição do CPAgro, bem como acompanhar outras palestras direcionadas às suas respectivas atividades durante o dia. 

 

Quarta - Já na quarta-feira (22/05), a programação terá início 8h30, com a abertura e às 9h, acontece a palestra com Roberto Rodrigues, coordenador do Centro de Agronegócios da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e Embaixador Especial da FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação). Após a palestra principal, acontecerão outros encontros simultâneos nos estandes da cooperativa.

 

Quinta - Na quinta-feira (23/05), o evento começa às 8h, com a recepção e inscrições dos visitantes, seguido da palestra com Carlos Hilsdorf, economista e especialista em gestão empresarial. (Imprensa Copacol)

 

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COCARI: Aurora Alimentos e Cocari são tema de reportagem no Globo Rural

 

Na manhã de domingo (19/05), o programa Globo Rural exibiu uma matéria, na Rede Globo, sobre os condomínios avícolas da região de Mandaguari, um empreendimento que surgiu da necessidade de abastecer o abatedouro de frangos da Aurora Alimentos, em Mandaguari (PR), que trabalha em intercooperação com a Cocari. 

 

Reportagem - O jornalista Nélson Araújo visitou os condomínios entre os dias 16 e 19 de fevereiro deste ano, captando imagens e fazendo entrevistas a fim de entender o funcionamento dos condomínios. Na ocasião, dentro de um dos aviários, o presidente da Cocari, Vilmar Sebold, falou sobre o emprego de tecnologia no manejo das aves e de mitos que circulam a respeito da avicultura, como a inclusão hormônios na dieta das aves. Parceiros receberam a equipe do Programa em suas casas dentro do condomínio e falaram sobre sua rotina de trabalho, renda e convívio com outros parceiros dentro do condomínio. 

 

Origem - Vilmar Sebold ressaltou os altos riscos do investimento. “No início, os produtores colocaram de forma muito clara que, para que eles pudessem investir, eles precisavam de segurança dentro de um processo”, informou. O projeto foi idealizado por Vilmar Sebold e, ao final de algumas reuniões preliminares, segundo ele, “não sobrava nenhum interessado, porque todo mundo ficava com medo em função do investimento”. Depois de algum tempo, porém, o investimento aconteceu.

 

Tecnologia - Todos os aviários contam com pressão negativa, são climatizados e automatizados.  O ideal é que, no início, o pintinho fique em uma temperatura de 33 a 34 °C dentro do aviário. Nas palavras do jornalista Nélson Araújo: “ave crescida pede clima de shopping center”, isto porque, no final do ciclo, é interessante que a temperatura chegue, no máximo, a 25 °C. Para isso, a automação e a tecnologia são necessárias para alcançar altos níveis de eficiência. O objetivo é produzir com baixo custo, a fim de ter competitividade no mercado.

 

União - Trazendo o enfoque para a união e solidariedade, a matéria entrevistou os parceiros dos condomínios, que trabalham direta e diariamente com os frangos. Os parceiros, em entrevista, ressaltaram que é importante que eles saibam se comunicar entre si. Um episódio, em especial, fui usado na matéria para ilustrar a união e a solidariedade entre os parceiros. No ano passado, a falta de energia causou a morte de muitos frangos em um dos aviários e, apesar do prejuízo, o que ficou foi a lembrança da união de todos para remover os frangos perdidos e retomar a rotina de trabalho. (Imprensa Cocari)

 

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SICREDI: Jovens de cooperativas de crédito de diversas partes do mundo estão reunidos em Curitiba

 

As instituições financeiras cooperativas estão se fortalecendo cada vez mais ao redor do mundo e o Brasil é um dos países mais representativos nesse movimento, que tem como valores principais a inclusão social e a gestão democrática. Maior sistema de cooperativas de crédito do País, o Sicredi realiza nesta terça e quarta-feira (21 e 22/05), em Curitiba, o 2º Summit dos Comitês Jovem, reunindo lideranças do Brasil e de outros nove países.

 

Representantes - Participam do evento representantes de Angola, Argentina, Canadá, Chile, Colômbia, Costa Rica, Estados Unidos, Síria e Vaticano, além de jovens que integram cooperativas de crédito brasileiras. Antes mesmo do encontro ter início os estrangeiros puderam conhecer as belezas de Curitiba, como o Jardim Botânico, a Opera de Arame e o Museu Oscar Niemeyer, além do icônico restaurante Madalosso.

 

Visita - No fim do dia visitaram uma agência do Sicredi, que é a primeira instituição financeira cooperativa do Brasil. À noite, alguns integrantes da comitiva jantaram no restaurante da chef Manu Buffara, que vai abrir o Ella em Nova Iorque em breve.

 

O evento - O 2º Summit dos Comitês Jovem é uma realização da Central Sicredi PR/SP/RJ e conta com a participação de diversos profissionais internacionais para discutir temas relacionados ao cooperativismo, à coletividade e à diversidade, com a proposta de integrar centenas de jovens que compõem os comitês organizados pelas cooperativas do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, visando formar novas lideranças.

 

Participação - A edição conta com a participação do presidente do WOCCU - World Council of Credit Unions (Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito), Steve Stapp, que fala sobre os projetos de inclusão e diversidade das cooperativas em nível global, do diretor operacional do WOCCU, Paul Treinen, e de Gisele Gomes, que atua na formação de jovens e de mulheres líderes junto ao WOCCU.

 

Outra atração - Outra atração do evento é Niki Sharma, advogada e diretora da Vancity Credit Union, cooperativa de crédito baseada na cidade de Vancouver, no Canadá, que aborda a necessidade de ampliar a visão de diversidade nas cooperativas. Por fim, o Summitt ainda conta com a participação do argentino Enrique Palmeyro, psicopedagogo e professor de teologia, que é diretor global da “Scholas Occurrentes dei Vaticano”, projeto de autoria do Papa Francisco que realça a importância de uma visão integrada de esporte e arte na educação.

 

Discussões temáticas - Para o segundo dia (22/05) estão programadas discussões temáticas dentro do painel “15x15”, que contará com a participação de jovens destaques em assuntos relacionados à liderança e diversidade. Para fechar, Lucas Foster, fundador do ProjectHub, partilhará sua experiência com empreendedorismo e liderança criativa.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.700 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

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SICREDI PARANAPANEMA: Campanha promocional é lançada para associados investidores

 

A Sicredi Paranapanema lançou nesta segunda-feira (20/05), a Campanha “Vem Investir e Ganhar”. A promoção, que tem como foco o depósito a prazo, irá sortear até dezembro mais de R$ 220 mil em prêmios, sendo eles, 25 sorteios de R$ 2 mil (um por agência) no mês de agosto, 1 carro Ford KA sorteado em outubro e o prêmio final de uma Camionete Ford Ranger XLS. 

 

Associados - A campanha contempla todos associados da Sicredi Paranapanema PR/SP – pessoa física e jurídica - que investirem nos produtos de depósito a prazo da cooperativa. A cada R$500 aplicados, o associado tem direito a um cupom, sendo que quanto maior o prazo da aplicação, mais direitos a cupons: Se aplicados em até 06 meses: 1 cupom. Se aplicados entre 06 e 12 meses: 2 cupons. Se aplicados entre 12 e 24 meses: 3 cupons e se aplicados a partir de 24 meses: 4 cupons. Cada operação tem um limite de 200 cupons.

 

Ciclo virtuoso - Dentro do sistema cooperativo, o ato de investir é benéfico para o associado e para a comunidade, visto que esses recursos subsidiam a concessão de crédito regional, gerando um ciclo virtuoso para a economia. Além disso, para o associado, quanto mais recursos estiverem investidos, maior será a sua participação nos resultados obtidos pela instituição financeira cooperativa.

 

Incentivo - Para o presidente da Sicredi Paranapanema PR/SP, a campanha é uma grande incentivadora para estimular a educação financeira e apoiar os associados com soluções além financeiras. “Iniciamos nossa campanha na Semana ENEF (Semana Nacional de Educação Financeira), sendo esse um motivo ainda maior para começarmos a despertar ainda mais a conscientização e benefícios de investir. Para nós, proporcionar todo esse movimento é muito satisfatório, pois podemos contribuir cada vez mais com o desenvolvimento de nossos associados e comunidades, cumprindo nossa missão de agregar renda e gerar qualidade de vida a todos eles”, conclui Orsini.

 

Cafés da manhã - Para o lançamento da promoção, foram realizados cafés da manhã em cada uma das 25 agências da cooperativa, com a presença de colaboradores, associados e a imprensa a fim de divulgar a grande novidade em toda a região. 

 

Mais - Para saber mais, consulte o regulamento em uma das agências da Sicredi Paranapanema PR/SP, nos municípios de Andirá PR, Bandeirantes PR, Santa Amélia PR, Itambaracá PR, Barra do Jacaré PR, Abatiá PR, Ribeirão do Pinhal PR, Jundiaí do Sul PR, Cambará PR, Cornélio Procópio PR, Nova América da Colina PR, Nova Fátima PR, Nova Santa Bárbara PR, Rancho Alegre PR, Santa Mariana PR, São Sebastião da Amoreira PR, Sertaneja PR, Uraí PR, Congonhinhas PR, Palmital SP, Cândido Mota SP, Jataizinho PR, Assis SP, São Jerônimo da Serra PR e Assaí PR. (Imprensa Sicredi Paranapanema PR/SP)

 

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SICREDI VALE DO PIQUIRI: Feirão de Veículos será realizado em Umuarama

 

sicredi vale piquiri 21 05 2019Nos dias 24, 25 e 26 de maio, a cidade de Umuarama (PR) recebe o Feirão de Veículos Sicredi. No evento, estarão expostos mais de 400 automóveis, motocicletas e náuticos de 16 lojas parceiras. Além disso, haverá também exposição de placas de energia solar para financiamento. A ação é promovida pela Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP, em parceria com a Associação Comercial Industrial e Agrícola de Umuarama e contribui para fomentar a economia local e desenvolver a região.

 

Oportunidade - O Feirão será uma grande oportunidade aos associados para aquisição de veículos novos e equipamentos para energia solar a taxas atrativas. Além do financiamento, os associados poderão contratar seguros e consórcios para veículos. 

 

Não associados - A cooperativa também estende e reforça o convite àqueles que ainda não associados ao Sicredi, para que visitem o evento e conheçam as possibilidades de financiamento. Neste caso, será necessário ter em mãos os documentos pessoais e comprovantes de renda e residência.

 

Horário e local - Na sexta e sábado, o evento será realizado das 9h às 18h e no domingo, das 9h às 15h, no Parque de Exposições Dário Pimenta Nóbrega.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados e no Distrito Federal, com mais de 1.700 agências, e oferece mais de 300 soluções financeiras. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP)

 

SICOOB TRÊS FRONTEIRAS: Consultoria financeira gratuita será oferecida no próximo final de semana em Foz do Iguaçu

 

sicoob tres fronteiras 21 05 2019Você já deve ter se perguntado se é possível realizar sonhos com uma programação financeira mensal, como ter um salário maior do que as dívidas e quais são as melhores opções de investimento para fazer o dinheiro render mais. Mas e as respostas para essas perguntas, você já encontrou?

 

Respostas - Nem sempre é fácil falar sobre dinheiro, às vezes por falta de hábito, conhecimento, interesse ou informação. Oferecer respostas a essas perguntas de forma simples, rápida e gratuita é o objetivo das Clínicas Financeiras que o Sicoob Três Fronteiras promoverá nos dias 24 e 25 de maio, em Foz do Iguaçu (PR).

 

Local - A ação, promovida em parceria com o Instituto Sicoob, será realizada no piso 1 do Shopping Catuaí, das 16h às 21h, e integra a 6° Semana Nacional de Educação Financeira (Semana ENEF) – iniciativa do Comitê Nacional de Educação Financeira (Conef).

 

Atendimento individualizado - O objetivo das Clínicas é oferecer atendimentos individualizados sobre orçamento familiar, investimentos e dívidas, com duração de 30 minutos cada. As consultorias serão realizadas por colaboradores da cooperativa que são voluntários do Instituto Sicoob.

 

Realização de sonhos - “Oferecer esse serviço de consultoria financeira gratuita, especialmente durante a Semana ENEF, pode contribuir com a realização de sonhos das pessoas auxiliando na organização do orçamento para se livrar das dívidas, estimular o consumo consciente ou orientar sobre boas opções de investimento”, disse o Diretor Superintendente do Sicoob Três Fronteiras, Dirceu Luiz Tessaro. 

 

Base - De acordo com o presidente da Acifi, Faisal Ismail, "a educação financeira é a base para o desenvolvimento econômico das pessoas físicas e jurídicas. Uma boa gestão das finanças, seja doméstica, seja empresarial, é caminho para o crescimento e consumo de forma consciente. Ao mesmo tempo que é importante estimular o uso de ferramentas de consulta e proteção ao crédito para o fechamento de negócios com segurança".

 

Semana ENEF - A Semana Nacional de Educação Financeira (Semana ENEF) é uma iniciativa do Comitê Nacional de Educação Financeira (Conef) para promover a Estratégia Nacional de Educação Financeira (ENEF). A ideia é que durante essa semana as instituições financeiras disseminem a informações sobre o tema a fim de contribuir com o fortalecimento da cidadania e autonomia. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

SERVIÇO

O quê: Clínicas Financeiras

Quando: 24 e 25/05/19

Horário: das 16h às 21h

Onde: Piso 1, Shopping Catuaí Palladium

Realização: Instituto Sicoob e Sicoob Três Fronteiras

Apoio: Shopping Catuaí Palladium e Acifi

O evento é gratuito e aberto ao público

 

SICOOB UNICOOB: Terminam nesta quarta as inscrições para a Corrida Sicoob 2019

 

sicoob unicoob 21 05 2019A Corrida Sicoob apresenta pelo segundo ano consecutivo a meia maratona em percurso. A expectativa de participação no evento é de 1.500 pessoas. As inscrições para a edição de 2019 terminam nesta quarta-feira (22/05) e podem ser feitas no site: www.corridasicoob.com.br. O evento será no domingo (26/05), no Aterro do Lago Igapó 2, em Londrina (PR), (Rua: Professor Joaquim de Matos Barreto - prox. rotatória da Avenida Maringá). 

 

Modalidade e categorias - Organizada pela Capa Eventos, a Corrida Sicoob será na modalidade adulta, 12 categorias femininas e masculinas, disputadas em três percursos: 21 km (meia maratona), com largada às 7h; 10 km, com largada às 7h10 e 5 km, com largada às 7h15. A prova de 21 km terá duração máxima de 3 horas e as de 5k e 10 km de 1h45. 

 

Valores - Os valores de inscrições variam por categorias. Os cooperados Sicoob terão preços diferenciados. Os três primeiros lugares (geral) receberão troféus. Também serão premiados os três primeiros de cada categoria (feminina e masculina) e os atletas participantes que finalizarem a corrida receberão medalhas.

 

Infraestrutura - A corrida terá toda a infraestrutura ambulatorial, oferta de frutas, água e isotônicos para os participantes. Menores de 18 anos deverão ter autorização dos pais. A apuração da prova será através do sistema chip descartável. Todas as regras de participação, premiação, retirada de kits devem ser consultadas no site. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

COAMO I: Gallassini recebe 1º Troféu "Emílio Germani" na “Conferência da Inspiração” do Rotary 4630, em Campo Mourão

Após realizar palestra sobre “O cooperativismo e o movimento rotário” e comentar sua biografia lançada recentemente no livro “José Aroldo Gallassini – Uma visão compartilhada-, o engenheiro agrônomo, presidente da Coamo e rotariano fundador do Rotary Club Campo Mourão há 50 anos, José Aroldo Gallassini recebeu no dia 17 de maio, o 1º Troféu Emílio Germani, como homenagem na 61ª Conferência da Inspiração, promovida pelo Rotary Club Distrito 4630, nos dias 17 e 18 de maio em Campo Mourão.

Gratidão - Segundo a coordenação geral do evento, Gallassini foi homenageado em sinal de gratidão pelas ações em prol do engrandecimento do Rotary. "Este reconhecimento reafirma a condição de Gallassini como expoente rotário consonante com os ideais disseminados e defendidos pelo nosso ilustre patrono em Rotary, Emilio Germani. O troféu representa um cubo com seis lados que representam as seis áreas de foco do Rotary, tem quatro faces, que nos mostram a prova quádrupla e representa a simetria, onde todos os rotarianos são iguais", explica o governador 2018/19 do Distrito 4630, Carlos Roberto Naves de Souza. (Imprensa Coamo)

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COAMO II: Conhecidos mais seis campeões na regional Sul/Centro-Sul com quase 4 mil pessoas no PR e SC

A segunda etapa da Copa Coamo de Cooperados – Futebol Suíço 2019 aconteceu com sucesso no sábado (18/05) na Regional Sul/Centro-Sul com jogos nos Municípios de São Domingos e Abelardo Luz, em Santa Catarina; em Coronel Vivida, Mangueirinha, Candói e Cantagalo, no Paraná. Foram conhecidos após a participação de 97 equipes e mais de 1.400 atletas, os seis campeões regionais que estarão na final do maior evento rural esportivo do Brasil, no dia 27 de julho, no ginásio da Arcam em Campo Mourão.

Movimentada - A regional Sul/Centro-Sul foi bastante movimentada, registrou presença de quase quatro mil pessoas entre associados e familiares, e também as comunidades locais, em tradicional festa dos Municípios paranaenses e catarinenses.

Gols - Nos campos da Arcam foram marcados 322 gols em 130 jogos e média de 2,5 gol por partida. A disciplina também foi ponto forte, haja vista a distribuição de 50 cartões amarelos.

Campeões - Para definir os seis campeões do Sul/Centro-Sul, em quatro das seis decisões as emoções foram prorrogadas até as cobranças de penalidades. Na regional de São Domingos o título ficou com a equipe Nova Arvorezinha após derrotar a Linha Rotava por 4x0. Em Cantagalo o Vista Alegre venceu o Virmond por 1x0 e sagrou-se campeão.

Decisões por pênaltis - Nas decisões por pênaltis, em Abelardo luz, o Pinheiro Marcado "B" venceu Santo Antônio por 5x4. Em Coronel Vivida, deu Alto Jacutinga ao derrotar por 4x3 a equipe Abundância. Em Mangueirinha, na decisão entre Canhada Funda x Araucária, vitória da Canhada Funda por 6x5 e em Candói, o Foz do Jordão foi campeão após vencer por 6x5 o São Roque.

Festa de esporte e lazer - “A exemplo da primeira regional, tivemos no Sul e Centro-Sul, novamente uma grande integração e a festa do cooperativismo. Este projeto de esporte e lazer vem sendo sucesso desde 1993 na sua primeira edição e a família cooperativista vibra muito com a organização, nível técnico e relacionamento entre todos”, comemora o presidente da Coamo, José Aroldo Gallassini.

Regional Oeste - A Comissão Central Organizadora (CCO) da Copa Coamo de Cooperados - Futebol Suíço 2019 comunica que a próxima regional será neste sábado dia 25 de maio, reunindo 84 times e mais de 1.200 atletas nas regionais de Toledo, Vila Nova, Tupãssi, São Pedro do Iguaçu, Juranda e Goioerê. (Imprensa Coamo)

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MAIORES E MELHORES: Inscrições para o Prêmio Quem é Quem 2019 encerram sexta-feira

 

maiores melhores 21 05 2019O Prêmio Quem é Quem: Maiores e Melhores Cooperativas Brasileiras de Aves e Suínos chega a sua semana decisiva. O retorno com os questionários respondidos para participar da quarta edição do Prêmio se encerra nesta sexta-feira (24/05). Os vencedores das onze categorias somente serão conhecidos na abertura oficial da AveSui EuroTier South America, no dia 23 de julho, quando uma grande festa irá celebrar esse momento único de confraternização de toda a cadeia produtiva de aves e suínos.

 

Realização - O Quem é Quem 2019 é apresentado pela empresa de genética suína Agroceres PIC, tendo a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) como entidade patronal. Esta é a segunda vez que a premiação tem o apoio da Agroceres PIC, algo fundamental para o desenvolvimento de todo o trabalho de pesquisa, elaboração de rankings e, o mais importante, dar o devido reconhecimento ao compromisso das cooperativas em levar tecnologia de ponta, renda e bem-estar ao campo e às famílias rurais. O apoio da Agroceres PIC valoriza ainda mais o Prêmio Quem é Quem em todas as suas categorias, contribuindo para destacar o nível de excelência da produção brasileira de suínos e aves.

 

Revistas - O Quem é Quem é encabeçado pelas revistas Avicultura Industrial e Suinocultura Industrial, publicações da Gessulli Agribusiness. As edições seguintes à realização da AveSui EuroTier South America trarão uma cobertura especial da noite de premiação, com fotos dos vencedores, informações sobre as diversas categorias, depoimentos dos empresários, diretores, CEO’s, gerentes e autoridades presentes ao evento, além de muitas outras informações de mercado e investimentos realizados pelas cooperativas.

 

Premiação - Um grande número de cooperados e familiares também estará presente no dia 23 de julho para a premiação dos vencedores da edição 2019 do Quem é Quem. Com seu início marcado para as 18 horas, a premiação terá acesso livre a todos os visitantes e expositores da AveSui EuroTier South America. A feira tem a entrada gratuita, basta ao visitante fazer um credenciamento. O cadastro pode ser feito de maneira antecipada no site do evento (www.avesuieurotier.com/credenciamento). A AveSui EuroTier South America acontece em Medianeira (PR), de 23 a 25 de julho, com a abertura da feira de negócios sempre às 10 horas.

 

Categorias e novidades - A coleta de informações, análises de dados e ranking de cada categoria será feita pela empresa Markestrat, liderada pelo professor e especialista em mercados do agronegócio Marcos Fava Neves. Serão premiadas as cooperativas, cooperados, técnicos e gestores com melhor desempenho, valorizando assim os resultados de excelência obtidos pelas cooperativas dentro de sistemas produtivos de aves e suínos.

 

Valorização - O Prêmio Quem é Quem busca valorizar o relevante papel desempenhado pelas cooperativas para o desenvolvimento do agronegócio do País, assim como para a melhoria social e preservação do meio ambiente, destacando ações e atores centrais nesse processo, como os cooperados e técnicos que compõem sua estrutura de produção.

 

Novidade - A grande novidade deste ano é a inserção da categoria de biomassa & bioenergia, uma área que cresce dentro das produções intensivas de suínos e aves, gerando soluções para a destinação dos dejetos, assim como alternativas viáveis à geração energética. As outras dez categorias são: Desempenho Econômico-Financeiro, Responsabilidade Ambiental, Responsabilidade Social, Desenvolvimento Sustentável, Melhor Cooperado (Aves e Suínos), Melhor Técnico/Assistência Técnica, Inovação, Gestão Operacional, Mulher Cooperada e Varejo.

 

Informações - Para retirar eventuais dúvidas ou obter mais informações sobre o Prêmio Quem é Quem: Maiores e Melhores Cooperativas Brasileiras de Aves e Suínos, envie um e-mail para: questionarioquemequem@gessulli.com.br. (Revista Avicultura Industrial)

 

EXPEDIÇÃO SAFRA: Matopiba deverá ser o principal fornecedor de milho brasileiro para o México

 

expedicao safra 21 05 2019Todo ano, o México precisa importar entre 16 a 17 milhões de toneladas de milho amarelo – grão usado na alimentação do gado, de aves e suínos. Mais de 95% vêm de plantações ao norte, do outro lado da fronteira com os Estados Unidos (EUA). Mas os conflitos comerciais recentes levaram os mexicanos a buscar uma situação de menor dependência de um único fornecedor, e isso abriu oportunidades de negócio para o Brasil.

 

Roteiro extraordinário - Em roteiro extraordinário de uma semana pelo México, a equipe da Expedição Safra do jornal Gazeta do Povo constatou que a região do Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia) pode ser a principal beneficiada nas negociações para importação de milho.

 

Posição geográfica - De acordo com o jornalista Marcos Tosi, a região se torna mais viável para atender a essa demanda devido à sua posição geográfica. “O milho que é produzido no Matopiba escoa pelos portos do Arco Norte, que conseguem embarcar o grão com custo de transporte reduzido. Isso possibilita que os produtores da região se mantenham competitivos em relação ao milho fornecido pelos EUA”, explica.

 

Logística - Outro fator importante que tende a facilitar as relações entre os países é a ampliação do Porto Vera Cruz, que deve abrir espaço para mais cargas brasileiras. Com um investimento de 3,78 bilhões de dólares, a obra deve criar um hub marítimo, que irá facilitar a interligação da América Latina com o restante do mundo. “Eles terão uma logística ainda mais capacitada para receber cargas brasileiras. Isso possibilitará a entrada dos navios Panamax, de 70 mil toneladas. Inclusive, o primeiro Panamax que deve entrar lá pode ser de grãos do Brasil. Até o fim do ano uma carga de milho deve entrar nesse novo porto do Grupo Gramosa”, diz Tosi. 

 

Soja - Com pouca produção própria no México, a soja também é um grão importante para o país. Atualmente, as importações ocorrem em sua maioria pelo EUA, mas a lógica de mercado abre oportunidade parecida à do milho. Somente nos últimos dois anos, a receita de exportação de soja brasileira para o México saltou de R$ 46 milhões para R$ 134 milhões, segundo dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic), levantados pela Expedição Safra. 

Embarque de Carnes 

 

Cota de frango - Além dos produtos graneleiros, México e Brasil estão em negociação para a renovação da cota do embarque de carne de frango. Atualmente, o país é o décimo importador de frango brasileiro, sendo o destino de 111,2 mil toneladas em 2018, conforme informações da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). 

 

Negociação - “Quando o México abriu suas cotas para importação de carne para outros países, o Brasil pegou quase 99% disso. Porém, a cota que deveria terminar no fim do ano se esgotou já em março. Então, o Brasil está negociando com eles a possibilidade de uma renovação desta cota de 300 mil toneladas que havia sido liberada anteriormente. O México, no entanto, tem falado em apenas 55 mil. Então os países seguem em negociação, pois o Brasil, que atendeu ao pedido do México para liberar o comércio de automóveis entre os dois países, que agora uma renovação da cota, além da retirada de tarifas sobre têxteis e calçados”, relata Tosi. 

 

Roteiro mexicano - A Expedição Safra esteve no México entre os dias 05 e 13 de maio e passou pela Cidade do México, por Querétaro, Veracruz e Puebla. Nestas regiões, a equipe visitou empresas e propriedades do agronegócio local, a Secretaria da Agricultura e Desenvolvimento Rural (Sagarpa), o Centro Internacional de Melhoramento de Milho e Trigo (CIMMYT), e o maior terminal logístico graneleiro do país, o Porto Vera Cruz. Todas as reportagens estão em www.expedicaosafra.com.br

 

Sobre a Expedição Safra - Um projeto realizado há 13 anos de forma ininterrupta, a Expedição Safra percorre as principais regiões produtoras de grãos da América do Sul, no início das atividades de plantio e, depois, na colheita, para apontar as tendências de cada ciclo. A edição da Expedição Safra 2018/19 é apresentada pelo Sistema Confea/Crea e Mutua. Com patrocínios da Caixa Econômica Federal, Sementes e Fertilizantes Castrolanda, Agrotec, Alta, Solaris e Sociedade Rural do Paraná. O apoio logístico é do Groupe Renault. (Assessoria de Imprensa)

 

ECONOMIA I: Novo bloqueio no Orçamento deve ser inferior a R$ 5 bilhões

 

economia I 21 05 2019Após os cortes no Orçamento da Educação terem levado a população às ruas e diante do risco de um apagão na máquina pública, a equipe econômica avalia meios de blindar ministérios dos efeitos do novo bloqueio nas despesas. Por essa razão, o contingenciamento a ser anunciado nesta semana deve ficar abaixo de R$ 5 bilhões, segundo apurou o Estadão/Broadcast.

 

Valor menor - O valor é menor que as projeções iniciais feitas pela área econômica, mas ainda assim tem potencial de agravar a situação já delicada enfrentada pelos órgãos públicos.

 

Possibilidade - Existe a possibilidade de o corte ficar ao redor dos R$ 3 bilhões, mas os cálculos finais ainda estão sendo feitos. O valor do novo contingenciamento precisa ser anunciado amanhã pelo Ministério da Economia, mas o detalhamento da distribuição do bloqueio entre as pastas só deve ser informado na semana seguinte.

 

Março - O governo anunciou em março um aperto de R$ 29,8 bilhões para assegurar o cumprimento da meta fiscal, que permite déficit de até R$ 139 bilhões. Ainda assim, o novo corte será necessário devido à revisão nas projeções de crescimento deste ano. A equipe econômica esperava alta de 2,2% no Produto Interno Bruto (PIB), mas essa estimativa deve cair ao redor de 1,5% a 1,6%, o que resulta em frustração nas receitas federais.

 

Cálculos refeitos - A nova rodada de contingenciamento só ficou menor porque nos últimos dias os técnicos refizeram cálculos das despesas obrigatórias e encontraram gastos menores. Por isso, o novo bloqueio será menos drástico que a faixa de R$ 5 bilhões a R$ 10 bilhões cogitada inicialmente.

 

Reserva - Com isso, a área econômica estuda a possibilidade de “queimar” a reserva de contingência de R$ 5,4 bilhões para evitar um aperto adicional nos ministérios. Essa reserva é um espaço no Orçamento constituído para amortecer eventuais imprevistos ou necessidades emergenciais de órgãos.

 

Preservação - O governo vinha tentando preservar essa reserva porque ainda não acabou o primeiro semestre e as projeções de crescimento continuam derretendo, o que pode se reverter em novas frustrações de receitas. O último Boletim Focus, divulgado na segunda-feira pelo Banco Central, mostrou que analistas esperam, em média, uma alta de 1,24% no PIB este ano, bem abaixo já da nova projeção do governo.

 

Privatização - Além disso, o governo ainda não pode contar com receitas da privatização da Eletrobrás e do megaleilão de áreas do pré-sal, que só poderão ser incluídas no Orçamento quando a equipe econômica tiver um documento dos órgãos responsáveis por essas operações apontando a expectativa de realização dos leilões ainda este ano e as estimativas de arrecadação.

 

Desgaste - O governo acredita que o novo aperto no Orçamento, mesmo sendo menor do que o inicialmente previsto, tem potencial para ampliar o desgaste com a população e com o próprio Congresso Nacional, uma vez que um bloqueio pode ter reflexo sobre as emendas parlamentares. O corte pode dificultar também o desempenho das atividades dos ministérios, que já têm lidado com atrasos em pagamentos e redução de investimentos.

 

Despesas discricionárias - As despesas discricionárias, que incluem custeio e investimento e são as únicas passíveis de bloqueio, já estão pouco abaixo dos R$ 90 bilhões. A Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado calcula que o mínimo necessário para o funcionamento da máquina pública fica em torno de R$ 75 bilhões. (Agência Estado)

 

 

ECONOMIA II: Brasil perde terreno na corrida do PIB per capita

 

O Brasil perdeu terreno em relação a outros emergentes nas últimas décadas, distanciando-se do nível de renda dos países desenvolvidos, em vez de se aproximar. Com o baixíssimo crescimento da produtividade, o PIB per capita brasileiro corresponde hoje a pouco mais de um quarto do americano. Em 1980, equivalia a quase 40%. Nesse período, o PIB per capita do Chile passou de 27,4% para 41,5% do indicador dos EUA; o da China, de 2,5% para 28,9% e o da Coreia do Sul, de 17,5% para 66%. Os números levam em conta o critério de paridade do poder de compra (PPP, na sigla em inglês), com base em estimativas do Fundo Monetário Internacional (FMI).

 

Mais pobre - Coordenador de economia aplicada do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV), Armando Castelar diz que o Brasil está ficando mais pobre em termos relativos, na comparação com outros países. O país fica mais longe dos países de renda alta, como os EUA, em vez de ficar mais próximo. Nesse sentido, é um processo inverso ao desenvolvimento, afirma ele. "É um processo de subdesenvolvimento não em relação a si mesmo, mas em relação ao resto do mundo." O critério de paridade de poder de compra busca eliminar as diferenças de custo de vida, facilitando a comparação entre os países.

 

Alterações - Em 1980, o PIB per capita brasileiro era de US$ 11.372, equivalendo a 39% do americano. Em 2018, era apenas 26% maior do que em 1980. Os US$ 14.359 do ano passado equivalem a 25,8% do PIB per capita dos EUA. No mesmo período, o PIB per capita sul-coreano cresceu 623%, e o chileno, 189%. O indicador americano, mesmo partindo de um nível bem mais alto em 1980, aumentou 91% nesse intervalo.

 

Desempenho recente - O desempenho do PIB per capita brasileiro recente tem sido ainda pior. Nos últimos anos, o país sofreu uma gravíssima recessão, que durou do segundo trimestre de 2014 ao quarto trimestre de 2016, e a economia cresceu apenas 1,1% em 2017 e também em 2018. Depois de bater no pico de US$ 15.562 em 2014, o PIB per capita do Brasil recuou nos três anos seguintes, ficando praticamente estável no ano passado, quando subiu 0,4%.

 

Renda inferior - Como o Brasil tem nível de renda bastante inferior ao de países desenvolvidos, o país não deveria ter dificuldade em ganhar terreno em relação a essas economias, observa o economista Celso Toledo, diretor da LCA Consultores. "Essa é a ideia da convergência, mas o Brasil está ficando mais longe da fronteira [dado por indicadores como o nível do PIB per capita dos EUA, por exemplo]", diz ele.

 

Menos competitivo - Toledo diz que o Brasil é menos competitivo e menos produtivo que muitos outros emergentes, que crescem a um ritmo mais forte. Segundo ele, a economia brasileira é pouco amigável aos negócios, como fica claro pelas características do sistema tributário, marcado por enorme complexidade.

 

Fechado - Além disso, o país é muito fechado ao comércio exterior e tem uma situação fiscal bem mais complicada do que muitos países de renda média. Estudo da McKinsey ilustra bem o mau desempenho da produtividade brasileira na comparação com outros países no período de 1990 a 2018.

 

Trabalho - Nessas quase três décadas, a produtividade do trabalho cresceu apenas 1,3% ao ano no Brasil, bem abaixo dos 3% do Chile, dos 5% da Índia e dos 8,8% da China, de acordo com a consultoria.

 

Aumento do ritmo - Aumentar o ritmo de expansão da produtividade, como se vê, será essencial para o país conseguir crescer a um ritmo mais expressivo. Isso é ainda mais importante dada a demografia do país. Castelar lembra que o bônus demográfico no Brasil terminou, uma vez que a população em idade de trabalhar passou a crescer a um ritmo inferior ao da população total. Isso significa que se encerrou a fase mais favorável da estrutura etária do país ao crescimento. Acelerar a expansão do PIB dependerá fundamentalmente de o Brasil tornar a economia mais produtiva.

 

Caminhos - Para Castelar, um dos principais caminhos para isso é o país aumentar o investimento, tanto público quanto privado. É preciso ajustar as contas públicas, para que o governo possa investir mais, e é necessário melhorar o ambiente de negócios, para que o setor privado fique mais confiante para apostar em projetos de modernização e expansão da capacidade produtiva.

 

Coreia do Sul - Castelar chama a atenção para o caso da Coreia do Sul, cujo PIB per capita equivale hoje a dois terços do americano. Há quase quatro décadas, o indicador brasileiro era mais que o dobro do sul-coreano. Nesse período, o país asiático fez maciços investimentos em capital físico e capital humano, lembra ele. Segundo números do FMI, a Coreia do Sul investe o equivalente a 30% do PIB. Em 2018, a taxa de investimento do Brasil foi de apenas 15,8% do PIB.

 

Educação - O mau desempenho dos alunos brasileiros em testes como o Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa, na sigla em inglês) é um sinal negativo para a trajetória futura do PIB per capita do país. Toledo lembra que os resultados obtidos por estudantes de outros países, como a China e o Vietnã, são muito melhores que os Brasil. "Esse é um dos fatores que vão determinar o crescimento daqui a 20, 25 anos", observa ele. Nesse quadro, o país pode ficar preso na chamada armadilha de renda média. Este é o destino de muitos emergentes que, depois de passar do nível de renda baixa para o de média, não conseguem atingir o estágio de rendimento alto.

 

Comparativo - O PIB per capita é muito utilizado para comparar níveis de riqueza entre países, calculado pela divisão do valor do PIB pela população total. O indicador que aparece nesta reportagem é o do critério de paridade do poder de compra, a preços constantes, em dólares de 2011 - o ano-base mais recente usado pelo Programa de Comparação Internacional, em relatório divulgado pelo Banco Mundial em 2014, com uma ampla análise dos dados do PIB por PPP de 199 países. (Valor Econômico)

 

economia II tabela 21 05 2019

COMÉRCIO EXTERIOR: Balança tem superávit de US$ 1,316 bilhão na terceira semana de maio

 

comercio exterior 21 05 2019A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 1,316 bilhão na terceira semana de maio, informou nesta segunda-feira (20/05) a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia. O valor é resultado de exportações de US$ 4,526 bilhões e importações de US$ 3,210 bilhões no período. Em maio, o saldo da balança está positivo em US$ 3,711 bilhões e, no ano, ultrapassa os US$ 20 bilhões.

 

Crescimento - As exportações nas três semanas de maio ainda sustentam crescimento de 8%, se comparadas a maio de 2018, pelo critério de média diária. Por dia, nesse período, o país embarcou US$ 994 milhões.

 

Alta - A alta nas vendas externas foi puxada por manufaturados (+33,3%) por conta, principalmente, de óleos combustíveis, partes de motores e turbinas para aviação, aviões, gasolina e autopeças. Também cresceram os embarques de semimanufaturados (+15,7%), com destaque para semimanufaturados de ferro/aço, ferro-ligas, ferro fundido bruto, madeira serrada ou fendida, couros e peles. A venda de básicos, em contrapartida, caiu 1,7% pela média diária, puxada por

menor envio de soja em grãos, petróleo em bruto, farelo de soja, minério de cobre e arroz em grãos.

 

Média diária - A média diária de importações até a 3ª semana de maio (US$ 684,9 milhões) subiu 8,5% na comparação com igual mês de 2018. Nesse comparativo, cresceram os gastos, principalmente, com adubos e fertilizantes (+28,1%), químicos orgânicos e inorgânicos (+18,2%), combustíveis e lubrificantes (+15,9%), equipamentos mecânicos (+9,0%) e equipamentos eletroeletrônicos (+8,1%). (Valor Econômico)

 

 

ENTREVISTA: Guerra comercial corta ao menos 0,7% do PIB global

 

entrevista 21 05 2019Uma intensificação das tensões comerciais entre os EUA e a China pode cortar 0,7% da expansão econômica global entre agora e 2022, afetando todo o mundo. O alerta é da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que divulga nesta terça-feira (21/05) o seu relatório de perspectivas econômicas.

 

Efeitos maiores - Mas os efeitos podem ser bem maiores. Para a OCDE, a tensão entre as duas maiores economias do mundo é um perigo para os investimentos globais e empregos, além de reduzir o padrão de vida dos consumidores e aumentar custos de produção para as empresas.

 

Entrevista - Em entrevista ao Valor, a economista-chefe da OCDE, Laurence Boone, aponta outro risco global: uma forte desaceleração da China. Pequim adotou novas medidas para estimular a sua economia, mas persistem dúvidas sobre o impacto disso na atividade. E uma baixa na demanda chinesa teria um impacto importante no PIB global. 

 

Outro risco - O rápido crescimento do endividamento privado de corporações não financeiras é outro risco destacado por Boone. O volume de US$ 13 trilhões representa quase o dobro do montante de 2008.

 

Crescimento medíocre - O crescimento global medíocre vai continuar, diz Boone. A OCDE pede que os governos ajam com urgência, usando todos os instrumentos de que dispõem para reativar uma expansão para todos. Leia os principais trechos da entrevista:

 

Valor: Até que ponto as perspectivas econômicas globais continuarão medíocres?

Laurence Boone: A OCDE revisou para baixo certas projeções em relação ao que fizemos em março, basicamente porque o primeiro trimestre não foi bem em lugar nenhum. A desaceleração é global, com crescimento modesto em quase todas as economias. Fazemos projeção de 60 países. Em metade tivemos surpresas positivas e na outra metade surpresas negativas.

Foi positivo, por exemplo, nos EUA, na Alemanha, e mesmo no Japão. Mas, quando examinamos de perto, o que explica essa situação em relação às expectativas tem a ver muito com estoques. A demanda não é forte e não nos deixa muito confiantes para o futuro. O crescimento global era sincronizado há um ano e meio, mas divergências apareceram entre setores e países. As fontes de incertezas não diminuíram, intensificaram-se, como as tensões comerciais.

 

Valor: Qual o custo da tensão comercial entre EUA e China?

Boone: Vai bem além do impacto direto. Prevíamos no ano passado que a economia mundial cresceria 3,9% neste ano e agora falamos de 3,2%. Mas não há somente tensão comercial. Duas cifras mostram como a crescimento global é afetado. O crescimento do comércio mundial de bens em volume chegou a 5,5% em 2017, mas ficou em zero agora no primeiro trimestre. E o crescimento dos investimentos, que em 2017 foi de 5%, caiu para 2,5% no fim de 2018. A fabricação de bens e as exportações geram muito investimento. Mas quando há muita tensão nas relações comerciais, as empresas hesitam em investir, ficam na expectativa e há impacto no

crescimento. É forte o custo dessa incerteza.

 

Valor: O que suas simulações apontam sobre esses custos?

Boone: Pelas nossas simulações, na hipótese de EUA e China adotarem sobretaxa de 25% em todo o comércio bilateral, e presumindo que isso ocorra em julho, a produção global teria um corte de 0,7% entre agora e 2022. O comércio global cai mais. Isso afetaria todo o mundo, incluindo os americanos, que pagariam mais pelos produtos. O Brasil poderia ganhar com o conflito num primeiro momento, mas no longo prazo também perderia, porque outros parceiros passariam a comprar menos.

 

Valor: A produção industrial global já vem caindo...

Boone: Sim, o PMI [índice de atividade dos gerentes de compras] do setor industrial está próximo de zero em nível mundial, enquanto há expansão no setor de serviços. Há contração em novas encomendas para exportações. Estamos inquietos, porque indústria e serviços não trabalham isoladamente. Mais de um terço das exportações de manufaturados vem da área de serviços. Se a produção industrial não vai bem, as pessoas vão comprar menos serviços, e a fraqueza acaba se propagando.

 

Valor: A China preocupa muito?

Boone: A China continua a gerar preocupação. Está mudando de modelo e, em vez de impulsionar o crescimento pelas exportações, vai mais pelo consumo. Vimos muitos países que fizeram isso, com uma transição difícil, como no Japão. Daí as políticas monetária e fiscal para sustentar a demanda. A China adotou políticas expansionistas, mas não estamos seguros em relação a algumas medidas novas. Há incertezas sobre o impacto delas na atividade. Estimamos que uma redução de 2 pontos percentuais no crescimento da demanda interna na China - por dois anos e combinada com acentuada incerteza - poderia reduzir o PIB global em 1,75% até o segundo ano. Outro risco é a dívida de empresas não financeiras na China. O governo quer baixar essa dívida, mas quando faz isso tem impacto, é preciso reequilibrar [as políticas].

 

Valor: A OCDE prevê crescimento de 6% na China. A expansão chinesa futura será abaixo disso?

Boone: Sim, com o envelhecimento demográfico e uma convergência com países desenvolvidos, a economia chinesa vai crescer 5% ou 4%... Devemos nos habituar a isso. Mas o PIB chinês aumentou muito, e a China contribui com um terço do crescimento mundial, o que não é pouco.

 

Valor: E quanto ao endividamento global?

Boone: Este é o terceiro grande risco que apontamos. Temos um rápido crescimento da dívida privada corporativa não financeira desde 2008, que está em US$ 13 trilhões em termos reais, quase o dobro comparado a 2008. E há o problema de qualidade da dívida, que se deteriorou. Há um estoque importante de empréstimos alavancados. Se tivermos mais desaceleração do crescimento, uma parte dessa dívida será [a classificação de risco] rebaixada, os investidores teriam de vender os papéis e teríamos mais volatilidade. Daí porque falamos de possibilidade de novo surto de estresse financeiro.

 

Valor:Como a OCDE vê o Brasil?

Boone:Fizemos uma revisão em baixa. Projetamos crescimento de 1,4% para este ano em razão de muita incerteza sobre reforma. Achamos em todo caso que o país deveria ter uma recuperação moderada, porque as condições financeiras são boas. Também o crescimento pode ser retomado rapidamente, após forte crise na Turquia e na Argentina. Somos mais prudentes em relação à Turquia, porque as empresas são bem endividadas.

 

Valor:Por quanto tempo teremos um crescimento global medíocre?

Boone:Para ter crescimento mais forte, é preciso ter mais certezas na maneira como comércio internacional é gerado, por exemplo. Muitos países precisam investir mais. Os governos precisam agir com urgência para revigorar o crescimento. Precisam investir em infraestrutura, transformação digital e em educação para enfrentar os desafios futuros. Os governos precisam usar todos os instrumentos de que dispõem para gerar esse crescimento para todos. (Valor Econômico)

 


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