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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4577 | 16 de Maio de 2019

AGROPECUÁRIA: Paraná inicia fóruns sobre o fim da vacinação contra febre aftosa

 

O Paraná começou nesta terça e quarta-feira (14 e 15/05), em Paranavaí e Cornélio Procópio, o fórum “Paraná livre de febre aftosa sem vacinação”, evento promovido pelo Governo do Estado e parceiros com o objetivo de debater a suspensão da vacina contra febre aftosa no Estado. O Sistema Ocepar apoia a iniciativa, juntamente com a Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, Adapar, Emater, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Sistema Faep/Senar, Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores Familiares do Estado do Paraná (Fetaep), além de entidades locais que colaboram com recursos físicos, como prefeituras, Sociedades Rurais de Cornélio Procópio e Pato Branco, Fiep e Unicentro.

 

Status - Após a campanha de vacinação de maio de 2019, que atinge bovinos e búfalos de até 24 meses, o Paraná deixa de vacinar contra febre aftosa. Em setembro, o Ministério da Agricultura vai publicar um ato normativo que mudará o status do Estado para Área Livre de Febre Aftosa sem Vacinação, e a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) reconhecerá a condição do Paraná em 2021.

 

Abertura - O secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara; e o gerente de Saúde Animal da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), Rafael Gonçalves Dias, participaram do encontro no Centro de Eventos Armando Trindade Fonseca, em Paranavaí. O superintendente da Ocepar, Robson Mafioletti, representou a entidade nos dois primeiros fóruns, que reuniram cerca de 1.500 pessoas, entre produtores, lideranças do setor agropecuário, técnicos, estudantes e representantes do poder público.  

 

Conscientização - Ortigara destacou que este fórum marca o início de uma série de eventos para conscientização dos criadores em relação à suspensão da vacinação contra a febre aftosa. “Temos boas condições técnicas para garantir a defesa agropecuária do Estado e, com a suspensão, temos a possibilidade concreta de entrar nos melhores mercados de proteínas animais", disse. Na próxima semana serão promovidos mais quatro fóruns, em Guarapuava (21/05), Pato Branco (22), Cascavel (23) e Curitiba (29). 

 

Preparação - Para o gerente de Saúde Animal da Adapar, Rafael Gonçalves Dias, o Paraná está preparado para o diagnóstico rápido da doença, que não se manifesta desde 2005. “Estamos realizando treinamentos, analisando o trânsito de animais e garantindo fortalecimento de barreiras nas divisas do Estado. São 33 postos de fiscalização”, disse. Cargas em trânsito de animais vacinados poderão transitar pelo Paraná desde que passem por pontos de ingresso estabelecidos pela Adapar.

 

Competitividade - Na avaliação do superintendente da Ocepar, Robson Mafioletti, a discussão sobre a mudança de status do Paraná é antiga e o setor produtivo do estado fez a lição de casa, participando, em conjunto com a Adapar, Seab e demais parceiros, dos esforços e investimentos para a melhoria das condições de fiscalização sanitária. “Chegou o momento de consolidar este trabalho, alcançando o status livre de febre aftosa sem vacinação, que amplia a competitividade da agropecuária paranaense no mercado internacional”, afirmou. “Os fóruns são importantes pois levam informações técnicas e mercadológicas aos produtores, para que todos estejam preparados para as mudanças”, completou. 

 

Exportações - Em março deste ano, os técnicos Marta Oliveira Freitas (Adapar) e Fábio Peixoto Mezzadri (Deral/Seab) divulgaram um estudo que mostra que o novo status pode dobrar as exportações de carne suína no Paraná, chegando a 200 mil toneladas ao ano. Este cenário é previsto se o Estado conquistar apenas 2% do mercado potencial, liderado por China, Japão, México e Coreia do Sul, que pagam mais pelo produto com reconhecida qualidade sanitária, e representam 64% do comércio mundial de carne suína. Além disso, as cadeias produtivas de carne bovina, de aves e leite também serão beneficiadas com o acesso a mercados que remuneram melhor. (Com informações da AEN)

 

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OCB: Em entrevista, Márcio Freitas defende inovação e maior atuação política

 

ocb 16 05 2019A humanidade vive um momento de rápidas transformações e rupturas, e as novas gerações apresentam estratégias de negócio e propósitos de vida inovadores. Durante entrevista coletiva, concedida pelo presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, na 14ª edição do Congresso Brasileiro do Cooperativismo, que elegeu as diretrizes estratégicas do setor para os próximos anos, a liderança comentou sobre esse cenário.

 

Sugestões - Freitas defende que o modelo de cooperativismo, baseado em valores e princípios de respeito ao próximo, tem tudo a ver com essa nova realidade. Diante disso, sugere que o movimento cooperativista faça uma revisão de conceitos e abrace com intensidade a política nas bases. O objetivo é ser mais dinâmico e elevar a voz do cooperado.

 

Confira a entrevista: 

 

Como o senhor interpreta a quantidade de mudanças e rupturas que estão acontecendo nesta nova fase da humanidade, em diversos setores, em decorrência das inovações tecnológicas e digitais? E como isso tudo interfere no cooperativismo?

Márcio Lopes de Freitas  - Como ressaltou muito bem o nosso líder, Ariel Guarco, presidente da ACI, nós vivemos em um mundo de mudanças, de rupturas. Esse entendimento também foi reafirmado por Roberto Rodrigues, experiente líder do movimento cooperativista em nível global. As rupturas não estão acontecendo só nas empresas ou na tecnologia, mas na cabeça das pessoas.

Os jovens de hoje vivem intensamente as rupturas e buscam por modelos de negócios que valorizem os relacionamentos e maneiras diferentes de viver. É chegada a hora de o movimento cooperativista fazer uma revisão dos seus conceitos. Não falo aqui dos valores e dos princípios, mas das estratégias do modelo de negócio, para adequá-las a essa nova fase da humanidade. Nós percebemos com muita clareza que o nosso modelo cooperativista, baseado em valores, princípios, em ética e respeito às pessoas e, acima de tudo, à democracia, tem tudo a ver com o momento atual, com essa nova visão do consumidor moderno.

As novas gerações exigem cooperativas e entidades que os representem, que os adotem. A Aliança Cooperativa Internacional tem levado isso pelo mundo. Aqui no Brasil, não podemos ficar de fora. Temos que nos atualizar, surfar nessa onda e preparar o cooperativismo para o contínuo processo de transformação.

Não é só mudar agora e estabelecer um status quo. A mutação vai continuar. Precisamos dar uma sacudida na nossa gente, nos lideres fantásticos do cooperativismo brasileiro, para que a gente possa se atualizar, continuar brilhando e mostrando nosso trabalho aqui e no exterior.

 

Com relação à Agenda Institucional do Cooperativismo, quais são as principais demandas apresentadas no documento deste ano?

Freitas -Na realidade, ali tem uma bateria de demandas. Hoje, para se ter uma ideia, tem mais de mil projetos tramitando na Câmara dos Deputados e no Senado Federal que tratam de alguma forma do cooperativismo. Mais de mil! Nós elegemos 37 projetos que consideramos prioritários para que tenham encaminhamento rápido neste ano.

Sabemos do cenário político global, das reformas que o Executivo precisa – previdenciária, tributária, quem sabe, a política. Nós respeitamos os times da política, mas tem 37 pontos ali muito bem citados que são prioritários.

A Agenda trata principalmente das questões tributárias, mas também leva nossas sugestões em relação à previdenciária, além de outros pontos que são mais específicos por categorias dos ramos do cooperativismo. Ao mesmo tempo, a gente apresenta uma agenda positiva para o Executivo. É importante deixar bem claro: nós não fazemos demandas. O cooperativismo oferece ao governo uma aliança estratégica para o desenvolvimento de nossa nação.

Mostramos o cooperativismo como um aliado de governos sérios, pois queremos a mesma coisa: o desenvolvimento das pessoas. Então, estamos apresentando 17 pontos de parcerias público-privadas, de alianças em determinados assuntos, nos quais o cooperativismo pode somar ao governo, construir processos rápidos de desenvolvimento e de inclusão.

Não diferente também para o Judiciário, temos cinco acórdãos que estão nos Tribunais Superiores, que criam doutrinas, jurisprudências sobre interpretação de aspectos importantes para o cooperativismo, pois as ações surgem naturalmente nas cooperativas, nas regiões, nos juizados menores e ganham escala nos tribunais.

Quando questões chegam aqui em Brasília, é fundamental que a gente tenha um nivelamento dos assuntos. É importante que o Judiciário entenda esse aspecto do cooperativismo. Esses pontos os mais importantes, possíveis e palpáveis para esse ano, que é um ano difícil no jogo político, no jogo da economia nacional.

 

A presença dos representantes dos Três Poderes aqui no 14º Congresso Brasileiro do Cooperativismo da OCB pode ser um sinal positivo para que os itens da agenda avancem?

Freitas- Não tenho dúvidas disso. Acho que o cooperativismo tem mostrado a sua capacidade de gerar respeito diante das entidades políticas que representam as pessoas no Brasil. Todos os dias o movimento cooperativista atua para ampliar sua interlocução com os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. E temos obtido bons resultados. Isso mostra que as cooperativas, cada uma a seu modo, estão construindo sua base da forma correta e têm conquistado o respeito dos representantes políticos brasileiros.

 

Além do trabalho nacional da OCB, as cooperativas nos estados também podem trabalhar essa questão da representação nos seus legislativos estaduais?

Freitas -Não só podem como devem. Nossa Gerência Institucional desenvolve um programa educação política, com o propósito de deixar claro que não temos uma bandeira ideológica partidária. O cooperativismo é neutro, por isso recebe pessoas de diversos credos, raças e correntes ideológicas e políticas. É um modelo aberto, livre. Mas nós devemos, sim, fazer política e isso significa não apenas trabalhar ou ajudar um candidato durante as eleições. É fazer militância permanente.

Isso é educação política: abrir as portas para o parlamentar conhecer melhor a cooperativa, para ele ter espaço para se pronunciar e perceber a necessidade das bases cooperativistas. Assim, quando estiver no Congresso Nacional, terá legitimidade para falar em nome das cooperativas. Isso é fundamental para que o Congresso tenha como perceber a legitimidade dos quase 15 milhões de cooperados na hora em que for defender nossas necessidades.

Este é um desafio que toda a humanidade tem que aprender: se envolver com a política, sim. Fazer militância. Em ambiente democrático, quem não se faz representar politicamente, está fora do jogo – um jogo sem banco de reserva, diferentemente do futebol. Ou você está jogando ou está fora do estádio. Então, nós temos que fazer valer a força que somos: 15 milhões de cooperados – portanto quase 60 milhões de brasileiros.

Temos avançado neste trabalho, principalmente junto ao Legislativo. Isso deve se intensificar nos estados, nos municípios, até mesmo para construirmos uma base de representantes mais comprometidos com as ideias do cooperativismo, em longo prazo. (Informe OCB)

 

 

SICREDI NOROESTE SP: Catanduva e Mirassol terão ações na Semana ENEF

 

A Sicredi Noroeste SP vai participar da Semana Nacional de Educação Financeira, a Semana ENEF. A cooperativa vai realizar uma palestra em Catanduva, no dia 23 de maio, a respeito do programa beneficente “Criança Cidadão do Futuro”, com estimativa de receber 600 participantes, entre associados e membros da comunidade. O projeto, que completou 22 anos no município no ano passado, atende adolescentes em situação de vulnerabilidade e já recebeu mais de cinco mil alunos.

 

Programa - Além disso, entre os dias 21 e 23 deste mês, as crianças da cidade farão visitas à agência de Mirassol, em dois períodos: das 9 às 10 e das 16 às 17 horas. “Sabemos que a educação financeira é construída desde a infância. Estamos tentando repassar informações pertinentes às crianças e adolescentes para que possam ter um futuro com mais tranquilidade, entendendo a importância de poupar e investir”, afirma o presidente da Sicredi Noroeste SP, José Carlos Afonso Cuginotti.

 

Participação - No ano passado, ao todo, a Semana ENEF somou quase 7 mil ações em todo o País, com a participação de 280 instituições e atingindo 4 milhões de pessoas. Em 2018, o Sicredi contribuiu com 1.867 iniciativas e foi considerado o maior realizador de ações para promover a educação financeira na Semana ENEF, envolvendo 72,4 mil pessoas, um crescimento de 205,6% em comparação ao ano anterior.

 

Gibis da Mônica - No ano passado, o Sicredi lançou uma série especial de revistas em quadrinhos da Turma da Mônica sobre o assunto. Ao todo, serão seis edições de gibis, cujo conteúdo se baseia no Caderno de Educação Financeira do Banco Central: Nossa Relação com o Dinheiro; Orçamento Pessoal ou Familiar; Uso do Crédito e Administração das Dívidas; Consumo Planejado e Consciente; Poupança e Investimento; e Prevenção e Proteção. As primeiras três edições circularam no ano passado, atingindo cerca de 2,1 milhões de pessoas, sendo que as três restantes serão lançadas ao longo de 2019.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.700 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br).

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

SICREDI PARQUE DAS ARAUCÁRIAS PR/SC/SP: Pedal Sicredi Integração reuniu cerca de 300 ciclistas

 

Foi realizado no último sábado (11/05), em Pato Branco (PR), mais uma edição do Pedal Integração, evento de cicloturismo promovido pelo Quebra Freio Bike Clube, e que contou com o apoio master da Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP. Cerca de 300 ciclistas participaram do passeio, cujo percurso se iniciou no Largo da Liberdade e passou por estradas de comunidades rurais, como Fazenda da Barra, Linha Damasceno e Passo da Ilha.

   

Categorias - O evento contou com duas categorias: sport, com percurso de 40 Km; e light, com percurso de 20 Km. Também foi realizado o pedal kids, atividade que aconteceu na pista do Largo da Liberdade. Além dos passeios, o Pedal Integração também contou com sorteio de brindes.

 

Propósito - Promover o desenvolvimento das comunidades onde atua é um dos princípios do cooperativismo, e a Sicredi Parque acredita no esporte como vetor de promoção da cidadania e da qualidade de vida.

 

Parceria - De acordo com Paulo Fergutz, secretário do Quebra Freio Bike Clube, o apoio da Sicredi Parque foi essencial para que o Pedal Integração pudesse oferecer uma grande estrutura, comparável a outros importantes eventos da modalidade. Ele acrescenta que o clube percebe a cooperativa como uma parceira de grande credibilidade.

 

Ações - O secretário explica que além de promover a prática do ciclismo, o Quebra Freio Bike Clube também realiza ações de educação no trânsito e outras atividades, com o intuito de garantir mais segurança para motoristas, pedestres e ciclistas.

 

Criterium race - A Sicredi Parque também é parceira de vários outros eventos de ciclismo nas regiões onde atua. No próximo dia 26 de maio será promovida em Pato Branco a primeira edição da S/W Criterium Race, competição em circuito fechado que deve reunir atletas de todo o Paraná e de outros estados.A corrida é promovida pela Kaá Eventos Esportivos, e acontecerá no Kartódromo Municipal Ayrton Senna. (Imprensa Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP)\

 

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SICREDI VALE DO PIQUIRI: Participação no maior evento sobre cooperativismo do país

 

sicredi vale piquiri 16 05 2019Entre os dias 8 e 10 de maio, o Sicredi – Instituição Financeira Cooperativa com mais de 4 milhões de associados e atuação em 22 estados e no Distrito Federal – participou da 14ª edição do Congresso Nacional do Cooperativismo (CBC) em Brasília (DF).

 

Importância - Neste congresso são tomadas as grandes decisões e definidos os rumos do movimento. A própria OCB – Organização das Cooperativas Brasileiras – surgiu a partir de um consenso durante o 4º CBC, em 1969. Hoje, a entidade celebra cinco décadas de atuação como representante nacional do cooperativismo.

 

Agenda - A programação do evento foi composta por palestras e debates com especialistas renomados, culminando, na realização da plenária, na sexta-feira (10/05), quando foram definidas estratégias de atuação para as cooperativas.

 

Presenças - A Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP estava representada pelo presidente, Jaime Basso, pelo vice-presidente, Amauri Weber,  e pelos associados Maria José Francisco Mansano, Bruno Cassoli Bortoloto e Diego Figueredo, que foram selecionados através da participação em um concurso cultural promovido pelo Sistema OCB. (Imprensa Sicredi Vale do Piquiri)

 

SICOOB OURO VERDE: Semana ENEF em Londrina terá ações promovidas pela cooperativa e Instituto Sicoob

 

Entre os dias 20 a 26 de maio, o Sicoob Ouro Verde irá realizar diversas atividades sobre educação financeira na cidade de Londrina. As ações, desenvolvidas pela cooperativa em parceria com o Instituto Sicoob, acompanham a programação da 6ª Semana Nacional de Educação Financeira (ENEF).

 

O evento - A Semana ENEF é uma iniciativa do Comitê Nacional de Educação Financeira (Conef) e ocorre simultaneamente em todo o país, com diversas ações educacionais para conscientizar a comunidade, contribuir para o fortalecimento da cidadania e da autonomia.

 

Propósito - De acordo com a colaboradora do Sicoob Ouro Verde e voluntária do Instituto Sicoob, Maisa Hangai, o propósito da Semana ENEF segue a proposta da cooperativa, de levar cidadania financeira às comunidades através da educação.

 

Envolvimento - "Estamos muito orgulhosos e motivados em participar dessa inciativa promovida pelo Banco Central e incentivada pelo Instituto Sicoob. Nossos colaboradores voluntários estão ansiosos para iniciarem as ações através de palestras, bate papo e dicas. Queremos envolver todos os públicos, do infanto-juvenil aos idosos. São pessoas que contam com nosso apoio para lidarem melhor com seu dinheiro", comenta.

 

Programação da ENEF em Londrina

20: Palestras na Escola Educativa para alunos de 11 a 14 anos

23: Workshop para alunos e professores da Universidade Estadual de Londrina

24: Palestra para aposentados do Centro de Convivência da Pessoa Idosa

26: Panfletagem de dicas para poupar e realizar sonhos, na Corrida Sicoob (Aterro do Lago Igapó 2) 

ECONOMIA I: Taxa de desemprego cresce em 14 estados no primeiro trimestre do ano

economia I 16 05 2019A taxa de desemprego cresceu em 14 das 27 unidades da Federação no primeiro trimestre deste ano, na comparação com o último trimestre do ano passado, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – Contínua (PNAD-C), divulgada nesta quinta-feira (16/05) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Nas outras 13 unidades, a taxa manteve-se estável. Na comparação com o primeiro trimestre de 2018, no entanto, apenas quatro unidades da Federação tiveram aumento da taxa de desemprego.

 

Maiores - Na passagem do último trimestre de 2018 para o primeiro trimestre deste ano, as maiores altas da taxa de desemprego foram observadas no Acre (de 13,1% para 18%), Goiás (de 8,2% para 10,7%) e Mato Grosso do Sul (de 7% para 9,5%).

 

Aumento - Na comparação com o primeiro trimestre de 2018, os estados que registraram alta na taxa foram Roraima (de 10,3% para 15%), Acre (de 14,4% para 18%), Amazonas (de 13,9% para 14,9%) e Santa Catarina (de 6,5% para 7,2%).

 

Redução - Já os estados que tiveram queda na taxa, nesse tipo de comparação, foram Pernambuco (de 17,7% para 16,1%), Minas Gerais (de 12,6% para 11,2%) e Ceará (de 12,8% para 11,4%).

 

Subutilização - A taxa de subutilização (os que estão desempregados, que trabalham menos do que poderiam e que estavam disponíveis para trabalhar mas não conseguiram procurar emprego) do primeiro trimestre foi a maior dos últimos da série histórica (iniciada em 2012) em 13 das 27 unidades da Federação.

 

Destaques negativos - As maiores taxas foram observadas no Piauí (41,6%), Maranhão (41,1%), Acre (35%), na Paraíba (34,3%), no Ceará (31,9%) e Amazonas (29,2%). A taxa média de subutilização no país foi de 25%, também a maior da série histórica.

 

Desalentados - Os maiores contingentes de desalentados (aqueles que desistiram de procurar emprego) no primeiro trimestre deste ano foram registrados na Bahia (768 mil pessoas) e no Maranhão (561 mil). Os menores foram observados em Roraima (8 mil) e no Amapá (15 mil).

 

Contratados - Os maiores percentuais de trabalhadores com carteira assinada estavam em Santa Catarina (88,1%), no Rio Grande do Sul (83,2%) e Rio de Janeiro (81,8%) e os menores, no Maranhão (50,3%), Piauí (52,5%) e Pará (53,0%).

 

Sem carteira - As maiores proporções de trabalhadores sem carteira foram observadas no Maranhão (49,5%), Piauí (47,8%) e Pará (46,4%), e as menores, em Santa Catarina (13,2%), no Rio Grande do Sul (18,0%) e Rio de Janeiro (18,4%).

 

Procura - Em relação ao tempo de procura de emprego no Brasil, 45,4% dos desocupados estavam de um mês a menos de um ano em busca de trabalho; 24,8%, há dois anos ou mais, 15,7%, há menos de um mês e 14,1% de um ano a menos de dois anos. (Agência Brasil)

 

(Foto: Marcello Casal/Agência Brasil)

 

 

ECONOMIA II: IGP-10 registra taxa de 0,7% em maio

economia II 16 05 2019O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) registrou inflação de 0,7% em maio deste ano, taxa inferior ao 1% observado em abril. De acordo com a Fundação Getulio Vargas (FGV), com o resultado, o IGP-10 acumula taxas de 3,27% no ano e de 8,02% em 12 meses.

 

Quedas - A queda do IGP-10 foi provocada por taxas de inflação menores nos três subíndices que compõem o indicador. O Índice de Preços ao Produtor Amplo, que mede o atacado, caiu de 1,19% em abril para 0,84% em maio.

 

Mais recuos - O Índice de Preços ao Consumidor, que mede o varejo, recuou de 0,73% para 0,47% no período. Já o Índice Nacional de Custo da Construção passou de 0,35% para 0,31%. (Agência Brasil)

 

 

CAFÉ: Conab prevê que país colherá 50,92 milhões de sacas

 

cafe 16 05 2019A segunda estimativa de safra do café divulgada nesta quinta-feira (16/05) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) indica que o Brasil deve colher 50,92 milhões de sacas de café beneficiado, das espécies arábica e conilon, este ano. O resultado representa uma redução de 17,4% em relação a 2018. Segundo a Conab, a queda é resultado da bienalidade negativa dos cafezais, “um fenômeno natural que ocorre com a cultura e faz com que sua produtividade seja maior em um ano e menor no ano seguinte”. Apesar da redução na estimativa, o Brasil permanece como o principal produtor e exportador mundial de café.

 

Produção - O café arábica, que representa uma produção de 72% do total e é mais influenciado pela bienalidade, deve alcançar 36,98 milhões de sacas, uma redução de 22,1% em comparação à temporada anterior. A produção de conilon está estimada em 13,94 milhões de sacas, uma diminuição de 1,7% em relação a 2018. De acordo com a Conab, essa queda é consequência da redução da área plantada na Bahia e em Minas Gerais, somada à diminuição da produtividade no Espírito Santo devido a fenômenos climáticos.

 

ALCOPAR: Tranin reeleito presidente da entidade

 

O engenheiro agrônomo Miguel Rubens Tranin foi reeleito para um novo mandato de três anos – de 2019 a 2022 - à frente da Associação de Produtores de Bioenergia do Estado do Paraná (Alcopar), sediada em Maringá (PR). 

 

Sindicatos -  Na presidência da entidade desde 2010, Tranin responde também pela liderança de quatro sindicatos ligados ao segmento industrial, nas áreas de produção de açúcar (Siapar), etanol (Sialpar), biodiesel (Sibiopar) e cogeração de energia elétrica a partir de biomassa e gás (Sibielpar). Com 27 estruturas industriais em operação nas regiões noroeste e norte do estado, onde estão presentes em mais de uma centena de municípios, o setor gera cerca de 40 mil postos de trabalho diretos. 

 

Nomes-  A diretoria presidida por Tranin, referendada por representantes das indústrias associadas no dia 26 de abril,em Assembleia Geral na sede da Alcopar, é composta também pelo vice-presidente Moacir Meneguetti, o secretário Cristiano Mesquita, o tesoureiro Rogério Baggio e diretores suplentes Hélcio Rabassi, Constante Ometto, Samuel Meneguetti, Fernando Vizzotto e Tácito Júnior. No conselho fiscal, Paulo Meneguetti, Fernando Nardine e Waldenir Romani (efetivos), Júlio Meneguetti, Antonio Sérgio Bris e João Batista Meneguetti (suplentes). 

 

RenovaBio - Segundo Tranin, as expectativas para o segmento de bioenergia, que há mais de uma década enfrenta dificuldades, são promissoras com a implementação do RenovaBio, o programa do governo federal que visa trazer maior previsibilidade e atrair mais investimentos e eficiência para o setor sucroenergético. "O RenovaBio será um marco para o país”, diz o presidente, enfatizando o comprometimento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e do Ministério de Minas e Energia no processo de regulamentação e cumprimento de todos os prazos até o momento. 

 

Moderna - O presidente enfatiza que o RenovaBio é uma política moderna que levará o país a um outro patamar em relação à segurança energética, ampliando a participação de fontes de energia nacionais e renováveis, como é o caso do etanol. "Temos agora pela frente o trabalho de levantamento e organização das informações para certificação. Muitos players já iniciaram o processo para estar prontos até o fim do ano e começar a participar do RenovaBio em 2020”, acrescenta.  

 

Cana e milho - No Paraná, ele vê também a retomada do plantio de cana para assegurar a estabilidade da produção às indústrias e, ao mesmo tempo, no país, um avanço significativo, nos próximos anos, dos biocombustíveis, com destaque para o etanol de milho. 

 

Alcooleira - A previsão da Alcopar é que a safra de cana-de-açúcar 2019/20 no estado, iniciada em abril, seja mais alcooleira, por conta dos atuais patamares de preços do petróleo e também as cotações deprimidas do açúcar. No ano passado, o combustível derivado da cana atingiu consumo recorde no Brasil, e que poderia ter sido maior não fosse pela assimetria na questão tributária. 

 

Impostos - Tranin explica que o etanol ainda é pouco consumido nos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, devido ao elevado nível de tributação, de 36%. Ele integra um movimento do setor bioenergético nacional que defende uma equalização das tarifas entre os estados, de 12%. Para se ter ideia, a frota de veículos do Rio Grande do Sul é maior que a dos estados do nordeste. Segundo Tranin, a reforma tributária, que deve vir após a da previdência, deve buscar a uniformidade nas tarifas.

 

Soja- Sobre o biodiesel, o percentual de adição de óleo de soja, atualmente de 10% no Brasil, pode ser ampliado, em breve, para 15% - reduzindo ainda mais o nível de poluição das emissões, sem alterar a funcionalidade dos motores.

 

Concorrência - O setor vê com preocupação, também, de acordo com o presidente da Alcopar, os investimentos que vêm sendo realizados por Argentina e Paraguai, para a produção de etanol de milho. Considerando as facilidades de exportação oferecidas no Mercosul, o risco é de que os dois países se transformem em concorrentes diretos, num futuro próximo. Como em ambos a gasolina é vendida ao consumidor sem nenhuma edição de etanol, o setor pretende pleitear ao governo brasileiro que exija dos vizinhos a criação de uma política de adição, a exemplo do que ocorre no Brasil. 

 


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