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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4572 | 09 de Maio de 2019

14º CBC: Começa o maior evento do cooperativismo brasileiro

A união da família cooperativista foi celebrada pelo presidente da OCB, Márcio Lopes de Freitas, na abertura do 14º Congresso Brasileiro do Cooperativismo (CBC), que ocorre de 8 a 10 de maio, em Brasília. Ao todo, cerca de 1,5 mil pessoas participam das atividades do evento, que também marca a comemoração dos 50 anos da OCB.

Presenças - Estiveram presentes à solenidade de abertura o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento em exercício, Marcos Montes, o presidente da Aliança Cooperativismo Internacional, Ariel Guarco, a presidente da ACI Américas, Graciela Fernandez, o presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), deputado Evair de Melo, o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Paulo de Tarso Sanseverino, além de outros parlamentares.

Futuro - Ao falar sobre o momento do cooperativismo, Márcio de Freitas discorreu sobre o slogan do 14º CBC – O cooperativismo do futuro se constroi aqui. Para o presidente da OCB, esse futuro almejado “é aquilo o que a gente desenha, imagina, sonha, compartilha e vai construir. O futuro não é um negócio que você fica esperando acontecer, precisa ser construído”, atestou.

Superando a crise - Segundo Márcio Lopes, mesmo nos momentos de crise as cooperativas têm se destacado. São mais de 6,8 mil cooperativas, 14 milhões de cooperados, que constroem um Brasil melhor. “Cooperativa é organização de gente, que cultiva, armazena e deposita confiança, indispensável na construção de um futuro melhor”, comenta.

Integridade de valores - Márcio defendeu que esse é o momento de discutir o futuro para as cooperativas com “integridade de valores e princípios” e em conjunto com a sociedade. Outro ponto fundamental é repensar a competividade com foco na geração de resultados.

Metodologia - Na apresentação do 14º CBC, Márcio explicou aos presentes que o Congresso será composto de três dias de palestras e debates com especialistas renomados, culminando, na realização da plenária, na sexta-feira, onde serão definidas estratégias de atuação para as cooperativas construírem esse futuro “ousado, forte e inovador, dentro dessa nova revolução industrial, dessa revolução de gente”, afirmou.

Vivendo na pele- A relevância do cooperativismo na sociedade foi ressaltada pelo ministro do STJ, Paulo de Tarso Sanseverino, que relembrou sua trajetória como juiz e magistrado no Rio Grande do Sul. Em seu discurso, o ministro afirmou ter vivido a experiência de ser cooperado e relatou que pôde “observar de perto a excelência e importância desse trabalho”.

Defesa - O deputado Evair de Melo destacou a atuação do cooperativismo no seu estado de origem, o Espírito Santo, destacando a preocupação da Assembleia Legislativa da região em manter sempre uma comissão dedicada exclusivamente ao tema. “Que nós tenhamos dentro do parlamento brasileiro o empenho para fazer o que tem que ser feito para que o país possa se consolidar como um país cooperativo”. “Nós precisamos muito de vocês”, pontuou complementando o compromisso em defender o cooperativismo. “Não vai nos faltar coragem para fazer o que for preciso para isso.”

Futuro é agora - Já o ministro da Agricultura em exercício, Marcos Montes, discursou celebrando os 50 anos do cooperativismo no Brasil. “Só posso imaginar que quem mexe com cooperativismo no Brasil tem visão”. Marcos Montes comentou o slogan escolhido para o 14º CBC e afirmou que “realmente, o futuro é agora”. “Hoje, o Brasil avança fortemente no cooperativismo” comentou ao citar o programa Brasil Mais Cooperativo. Diante disso, o entendimento do parlamentar é de que o setor precisa ser fortalecido no país. “Mas nada disso resolverá se nós não nos organizarmos para fazer do cooperativismo a força motriz”, afirmou. (Informe OCB)

Clique aqui para conferir as fotos do evento

14º CBC II: OCB lança Agenda Institucional do Cooperativismo

cbc II 09 05 2019Após a solenidade de abertura do 14º Congresso Brasileiro do Cooperativismo (CBC), realizada nesta quarta-feira (08/05), em Brasília, foi lançada a Agenda Institucional do Cooperativismo para 2019. O documento visa pautar os temas mais importantes ao setor junto aos Três Poderes da República. Essa é a 13ª edição da agenda, que contém 36 prioridades a serem apresentadas no Congresso Nacional e 17 propostas a serem levadas ao poder Executivo. Além disso, cinco temas da agenda são acompanhados com repercussão nos Tribunais Superiores.

Documento - Na ocasião, o presidente Márcio Lopes entregou às autoridades presentes o documento elaborado pelo Sistema OCB contendo essas propostas. O papel da agenda é servir de instrumento para ratificar o compromisso do movimento cooperativista com o desenvolvimento do país. Ao todo, são 14,2 milhões de pessoas representadas por 6,8 mil cooperativas, todas focadas no crescimento sustentável. Essas cooperativas se ramificam em 13 ramos de atividades econômicas.

Desafios - Entre os principais desafios propostos na Agenda estão a aprovação e sanção do Projeto de Lei 8.824/2017, que assegura serviços de telecomunicações por cooperativas; a aprovação de substitutivo do Projeto de Lei 519/2018, que visa regulamentar a operação de seguros por sociedades cooperativas; e o acesso ao crédito e a linhas de financiamento público para cooperativas.

Diretoria da Frencoop - Em seguida, foi realizada a posse da Frente Parlamentar do Cooperativismo no Congresso Nacional (Frencoop), que contou com a presença de diversos membros da frente. Composta por mais de 300 deputados e 36 senadores, a Frencoop tem a missão de pautar os temas de interesse do cooperativismo no Congresso, divulgando e defendendo as principais ações para o desenvolvimento do setor no país. (Informe OCB)

 

 

14º CBC III: Futuro será mais competitivo

cbc III 09 05 2019Emocionado durante a abertura do 14º Congresso Brasileiro do Cooperativismo, o embaixador especial da FAO para o Cooperativismo, Roberto Rodrigues, relembrou o tempo que foi presidente da ACI Américas (1992 a 1997) e da OCB (mandatos de 1985 e 1991). A solenidade também prestigiou os 50 anos do cooperativismo no Brasil.

Competitividade - Para Rodrigues, uma das maiores lideranças cooperativistas do país, o futuro, tema escolhido para o evento, deve ser pensado pelo viés da competitividade, considerando que cooperativas são empresas e que devem agregar valores e princípios. Nesse cenário, ressaltou a importância de que os pequenos tenham acesso à mesma tecnologia que os demais, para que essas novas ferramentas sejam inclusivas e não exclusivas.

Doutrina universal - “As cooperativas são instrumento de uma doutrina universal una”, assim sendo fundamental que sejam organizadas de modo centralizado. Roberto Rodrigues manifestou ainda a preocupação com a preservação da "democracia transformada em rede, com princípios universais, como deve ser o cooperativismo". “Mais da metade da população do mundo está ligada ao cooperativismo”, completou.

Proposta - Roberto Rodrigues propôs ao 14º CBC que cada cooperativa tenha uma mulher e um jovem na composição do seu conselho de administração. “Depois de mim, duas mulheres já foram presidente da ACI. Portanto, o espaço existe e é importante que ele seja concedido”, defendeu.

Segurança alimentar - Ao observar as mudanças recentes no país e no mundo, com solvência de lideranças a nível global, Roberto Rodrigues alertou sobre a segurança alimentar, tema que segundo o embaixador deve ser pensado neste momento. Nesse âmbito, segundo a referência internacional, “para que o mundo tenha crescimento em 20%, o Brasil tem que crescer 40%”, citou. Daí a relevância do Brasil para o cenário internacional como um todo. (Informe OCB)

 

14º CBC IV: Cooperativismo global

Em seu discurso, o presidente da Aliança do Cooperativismo Internacional (ACI), Ariel Guarco, apresentou os números da ACI e destacou o reconhecimento que a Aliança alcançou no mundo, estando presente nos cinco continentes. O foco de atuação, segundo Ariel Guarco, é a responsabilidade social presente na empresa, respeitando também o consumo responsável, atuando em parceria com a OCB, com a FAO e uma rede intermediária. “Queremos demonstrar que é possível construir uma economia democrática”, afirmou.

Profissionalização dos jovens - Diante de uma era de transformações, Guaco defendeu que o pensamento no futuro deve passar pela profissionalização dos jovens. Em seu discurso, o presidente da ACI previu também mudanças nas formas de trabalho, onde trabalhadores são substituídos pelas ferramentas de automação.

Economia verde - Nesse sentido, Ariel Guarco defendeu que forças como a economia verde e a economia digital serão as criadoras de frentes de trabalho e o cooperativismo deve acompanhar esse movimento. Assim, “as cooperativas devem demonstrar que há outras formas de construir uma economia digital, de raízes”, defendeu. De acordo com Guarco, as cooperativas têm papel de construir um mundo melhor e, encerrando o discurso, convidou a todos para assumir esse protagonismo.

Desafio político - O desafio político cooperativo pelo qual a América passa foi o centro da apresentação da presidente da ACI Américas, Graciela Fernandez. Esses obstáculos pautam o trabalho do movimento cooperativo americano que, segundo Graciela, tem buscado o diálogo com os governos. São mais de 200 mil cooperativas de base, que visam o desenvolvimento de uma economia social. E o cooperativismo brasileiro é parte dessa organização.

Placa - Por fim, pela celebração dos 50 anos do Sistema OCB, a presidente da ACI entregou uma placa de homenagem ao presidente Marcio Lopes de Freitas. (Informe OCB)

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14º CBC V: Mulheres e jovens desejam maior atuação

Quarenta jovens e mulheres embaixadores, vindos de diferentes regiões do país, tiveram um momento de destaque no primeiro dia do 14º Congresso Brasileiro de Cooperativismo (CBC), que é realizado de 8 a 10 de maio, em Brasília. São os vencedores da seleção Jovens Embaixadores Coop e Embaixadoras Coop, realizado pelo Sistema OCB.

Manifesto - Abraçar as oportunidades e "alçar vôos mais altos com a diversidade e a presença feminina em todas suas instâncias" é um desejo revelado pelo grupo de 20 mulheres embaixadoras na Carta Manifesto lida em plenária, durante a solenidade de abertura do 14º CBC.

Mudanças - No documento, estava expressa a sede por mudanças que essas mulheres dedicadas ao crescimento do cooperativismo no Brasil cultivam a cada dia. As alterações têm sido discutidas e sentidas, pois "cargos antes de posições exclusivamente masculinas passaram a ser desempenhados também por mulheres", diz trecho da Carta.

Desafios diários - Embora as mulheres tenham assumido maior protagonismo no cooperativismo ao longo dos últimos anos, para as embaixadoras, o setor ainda é majoritariamente masculino, e segue apresentando desafios diários para as mulheres. “Para diminuir a disparidade de gênero dentro do cooperativismo, é necessário respeitar as diferenças biológicas, mas que estas não sirvam de pretexto para subordinar, mas sim valorizar as qualidades das mulheres”, reforça a carta ao propor maior incentivo da participação feminina no cooperativismo.

Reconhecimento - As mulheres cooperativistas buscam reconhecimento. Para isso, foram sugeridas ações como a criação de lideranças cooperativistas, comitês e projetos envolvendo mulheres, assim como investimento em formação e capacitação de lideranças femininas, com equiparação salarial, entre outros.

Jovens - Mais de 170 jovens, com idades entre 18 e 20 anos, participaram do concurso para jovens embaixadores do Sistema OCB. Os anseios mais sensíveis desse grupo para o setor, também foi traduzido por meio de Carta Manifesto.

Leitura - A paranaense Pamella Fernandes Lopes fez a leitura do documento, convidando aos presentes para que se lembrassem de sua juventude e dos desafios inerentes a esta época da vida, quando eram "cheios de sonhos, ambições, com garra para lutar pelo que é justo, pela igualdade social, por respeito".

Qualificação - Uma preocupação do grupo é com a qualificação do jovem para o cooperativismo. “Todos nós nascemos com espírito cooperativista, que é perdido com o tempo, em um mundo cada vez mais individualista”, afirmou ao defender a importância de se trazer a juventude para o cooperativismo do futuro, criando oportunidades. “Inserindo a educação cooperativista desde o início da formação seria uma boa alternativa para a inclusão da cultura do cooperativismo”, afirmou.

Íntegra - Leia abaixo a íntegra das duas Cartas Manifesto.

Carta manifesto Embaixadoras Coop

Prezadas lideranças cooperativistas,

As melhores oportunidades surgem na vida daqueles que lutam por elas. Eis que nós, Embaixadoras Coop 2019, vinte mulheres de todos os cantos do Brasil, inseridas no cooperativismo direta e indiretamente, ensejamos que através deste manifesto construído em conjunto, o sistema cooperativista possa perceber que pode alçar voos mais altos com a diversidade e a presença feminina em todas suas instâncias.

Nunca se falou tanto em igualdade de gênero e equidade entre homens e mulheres dentro da sociedade como ultimamente. A mudança vem ocorrendo, cargos antes de posições exclusivamente masculinas passaram a ser desempenhados também por mulheres, porém esse avanço está a passos lentos. Apesar de exemplos de sucesso, a porcentagem de liderança feminina ainda é muito menor em comparação aos homens e apesar dos resultados positivos e das conquistas, ainda há muito preconceito contra a mulher, e muitas dúvidas sobre sua capacidade de se entregar ao trabalho.

Nesse dilema cultural, homens e mulheres questionam a autoridade dela, que permanentemente tem de provar sua competência. Ver é acreditar, e ver mais mulheres em posições de liderança faz as demais acreditarem que é possível, para isso é preciso oportunizar espaço para elas. E é fundamental que mulheres líderes abram caminho para outras, praticando mais a sororidade.

Para diminuir essa disparidade de gênero dentro do cooperativismo é necessário respeitar as diferenças biológicas, mas que estas não sirvam de pretexto para subordinar, mas sim valorizar as qualidades das mulheres. Fazer uma gestão de pessoas justa, torna as relações de trabalho mais transparentes com oportunidades iguais para o crescimento de todos.

Mais do que homenagens mulheres merecem reconhecimento! A partir dessa percepção, para influenciar a participação das mulheres no cooperativismo, desafiamos e propomos às lideranças cooperativistas a criação de mais comitês e projetos envolvendo as mulheres; formação e capacitação das lideranças femininas; equiparação salarial e de quantidade das mulheres em suas instâncias de governança; campanhas e eventos de reconhecimento.

Todas essas ações promovem o empoderamento feminino e por consequência, trazem mais sucesso ao cooperativismo, que pode ser adotado como filosofia de vida, e através da intercooperação será possível ter maior representatividade feminina, garantindo a equidade dentro do cooperativismo brasileiro.

Carta Manifesto Jovens Embaixadores Coop

Reconhecendo a minha cota de responsabilidade com o futuro, em primeiro lugar solicito a todos os participantes do Congresso Brasileiro do Cooperativismo, que recordem inicialmente de quando eram jovens, cheios de sonhos, ambições, com garra para lutar pelo que é justo, pela igualdade social, por respeito. Este, que traz na veia a força e o espírito da revolução com uma energia inesgotável capaz de provocar as maiores mudanças. São nas pequenas coisas que sei que dentro de você existe um jovem adormecido.

Aposto que você canta no chuveiro, dança em frente ao espelho, sente o frio na barriga quando é desafiado e possui a capacidade de doar-se em prol daquilo que acredita. Você pode contar muitos anos de vida e ainda ser jovem. A idade cronológica não é mais importante. É essencial lembrar que a juventude não é uma época da vida, e sim um estado de espírito.

Todos nós nascemos com o espírito cooperativista, que é perdido com o tempo, em um mundo cada vez mais individualista. Já dizia Antoine de Saint-Exupéry, “todo homem traz dentro de si, o menino que foi”. Talvez o futuro esteja no resgate da essência infantil que coopera com o outro, sem esperar nada em troca, uma alma pura e genuína. É notório o envelhecimento do quadro social das cooperativas de todos os segmentos no cenário atual, logo, percebe-se a necessidade de trazer a jovialidade para o interior delas para atrair cada vez mais público.

Temos que nos perguntar quais as pessoas que estamos deixando para o mundo. Nossos jovens estão se preparando para o futuro? Formaremos seres individualistas, racionais, inteligentes e sem empatia? Inserindo a educação cooperativista desde o início da formação seria uma boa alternativa para a inclusão da cultura do cooperativismo, acompanhando até o final através de cursos de treinamentos, workshops dentro das faculdades, incentivando programas de trainees.

Dessa forma, o jovem começa a ser moldado desde seu início dentro das cooperativas criando um banco de oportunidades a nível nacional, com a possibilidade de alavancar a carreira profissional do mesmo. Eu quero fazer a diferença, prova disso, é que estou decidindo lutar pelo que é certo. Sei que já dei o primeiro passo e gostaria de continuar caminhando, despertando a essência de cada um, sendo um instrumento para as pessoas conhecerem e viverem o Cooperativismo.

Como diz Pietro Ubaldi, o próximo grande salto evolutivo da humanidade será a descoberta de que cooperar é melhor que competir. Que sejamos exemplos. Vamos aliar as habilidades individuais, extrair o melhor de todos, traçar objetivos que buscam o bem comum, afinal a união faz a força e juntos somos mais fortes.

Me deem espaço, mostrem o caminho, quero aprender com vocês, mas preciso de incentivo, oportunidade e de notoriedade. Peço que invistam em mim, não serei um custo e sim lucro para o futuro, desejo ser um líder como vocês para promover a perpetuidade do cooperativismo. Mas afinal, deves estar se perguntando quem sou eu.

Eu lhe respondo, eu sou a Pamella, a Daniele, sou o Cristofer, Victor, sou a Agatha, a Elida e a Jessyca, sou o Bruno, o Giordano e o Kaio, sou a Larissa, a Mariana e a Luana, sou o Neuryson, o Diego e o João, sou o Deivid e o Elias, enfim, eu sou a voz da Juventude.

(Informe OCB)

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14º CBC VI: Produtos de varejo das cooperativas do PR são destaques no Mercadinho Coop

Os participantes do 14º Congresso Brasileiro de Cooperativismo (CBC) estão tendo a oportunidade de conhecer uma parte dos produtos de varejo que são processados nas agroindústrias das cooperativas do Paraná. Eles estão expostos juntamente com itens de outras cooperativas agropecuárias do país num local reservado especialmente para divulgá-los: o Mercadinho Coop. Entre os produtos paranaenses estão óleo de soja, sucos, café, leite e derivados, como creme de leite, doce de leite, embutidos e defumados, entre outros. Atualmente, 50% do faturamento do cooperativismo paranaense tem origem nos produtos com valor agregado.

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FRÍSIA I: Paraná será o centro das inovações tecnológicas no agronegócio

digital agro 09 05 2019Com crescimento de 30% no número de expositores, a 3ª Digital Agro, feira organizada pela Frísia Cooperativa Agroindustrial para apresentar e discutir inovações no campo, deve reunir cerca de sete mil pessoas no Parque de Exposições Frísia, em Carambeí, nos Campos Gerais do Paraná. A Digital Agro é uma das principais feiras de tecnologia digital para o agronegócio do Brasil, se destacando pela proximidade com as regiões produtoras de alimentos.

Empresas e apresentações - A feira deste ano contará com aproximadamente 40 empresas expositoras e apresentações que discutirão os temas transformação digital, sustentabilidade, internet das coisas e smart farming (aplicação da tecnologia da informação e comunicação na agricultura).

Público - Entre o público está o produtor rural – quase 70% dos visitantes –, prestadores de serviço na área de produção e comercial, startups, empresas ligadas ao setor agro e instituições governamentais e financeiras.

Informações - “O público pode esperar muita informação dos palestrantes internacionais, trazendo tendências e mostrando as novidades de cada tema. Pensamos sempre no que vai impactar a gestão da propriedade, na integração dessas tecnologias e nas suas efetividades”, explica Emerson Moura, superintendente da Frísia.

Programação - O Fórum de Inovação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) será realizado no dia 11 pela manhã; no período da tarde, será a vez do Fórum Comercial, que levará para a Digital Agro palestrantes renomados. No dia 11 à tarde também está prevista a abertura oficial do evento. Já nos dias 12 e 13 o público poderá conferir as novidades dos expositores e outras palestras com nomes que são referências em gestão e tecnologia.

Startups - Outra atração da Digital Agro 2019 é a área central do Parque de Exposições, que terá a presença de diversas startups nacionais que irão apresentar soluções aos desafios do agronegócio contemporâneo.

Sobre a Frísia Cooperativa Agroindustrial - Fundada em 1925, a Frísia é a cooperativa mais antiga do Paraná e segunda do Brasil. Localizada na região dos Campos Gerais, tem sua produção voltada ao leite, carne e grãos, principalmente, trigo, soja e milho. A cooperativa é resultado da união do trabalho de todos os cooperados e colaboradores; da diversificação da produção, englobando a produção leiteira, de grãos e de proteína animal; e da alta qualidade do que é feito e comercializado, com animais de excelente genética, rastreamento e investimento em tecnologia, infraestrutura e mão de obra. Os valores da cooperativa são Fidelidade, Responsabilidade, Intercooperação, Sustentabilidade, Integridade e Atitude (FRISIA). (Imprensa Frísia)

SERVIÇO

Digital Agro

11 a 13 de junho

www.digitalagro.com.br

Parque de Exposições Frísia

Anexo ao Parque Histórico de Carambeí (PR), Avenida dos Pioneiros, 4.050

 

 

FRÍSIA II: Cooperativa apresenta experiência de nove décadas no cooperativismo na 19ª Agrotins

frisia 09 05 2019Com o tema “Agronegócio de Atitude Sustentável”, a 19ª Feira de Tecnologia Agropecuária do Tocantins (Agrotins) tem a Frísia como uma das expositoras. Representantes da cooperativa recepcionam associados e demais produtores rurais para conhecerem um pouco mais do cooperativismo, sistema em que a Frísia atua desde 1925.

Estande - O estande da cooperativa é voltado ao atendimento a cooperados, fornecedores, representantes financeiros e clientes. O diretor-presidente Renato Greidanus esteve presente no evento.

Palestra - Nesta quinta-feira (09/05), será realizada uma palestra com foco na presença feminina no campo, com o tema “O papel da mulher na gestão estratégica dos negócios rurais”. O evento será às 14h no próprio estande da Frísia e tem o apoio da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Tocantins (Sescoop/TO).

Unidade - Presente no Estado desde 2016, a Frísia tem uma unidade em Paraíso do Tocantins, distante 63 quilômetros da capital Palmas. A cooperativa tem um entreposto com capacidade para 42 mil toneladas de grãos no local, campo experimental da Fundação ABC (entidade do Paraná de pesquisa no agronegócio) e assistência técnica aos produtores da região.

Projeto - A construção de uma unidade no Tocantins faz parte do projeto Novas Fronteiras, que permitiu à Frísia ampliar suas áreas de atuação. Desde que chegou ao Estado, a cooperativa triplicou o número de associados na região, chegando aos atuais 43.

Realização - A Agrotins 2019, que vai até dia 11 de maio (sábado), é uma realização do Governo do Tocantins.

Sobre a Frísia Cooperativa Agroindustrial - Fundada em 1925, a Frísia é a cooperativa mais antiga do Paraná e segunda do Brasil. Localizada na região dos Campos Gerais, tem sua produção voltada ao leite, carne e grãos, principalmente, trigo, soja e milho. A cooperativa é resultado da união do trabalho de todos os cooperados e colaboradores; da diversificação da produção, englobando a produção leiteira, de grãos e de proteína animal; e da alta qualidade do que é feito e comercializado, com animais de excelente genética, rastreamento e investimento em tecnologia, infraestrutura e mão de obra. Os valores da cooperativa são Fidelidade, Responsabilidade, Intercooperação, Sustentabilidade, Integridade e Atitude (FRISIA). (Imprensa Frísia)

SERVIÇO

Agrotins 2019

7 a 11 de maio

Estande Frísia: Rua das Abelhas, estande 3

Centro Agrotecnológico de Palmas, TO-050, Km 23, saída para Porto Nacional

 

COPAGRIL: Cooperativa sediará Encontro Estadual de Lideranças Femininas Cooperativistas

 

O Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR) realizará, nos próximos dias 15 e 16 de maio, o Encontro Estadual de Lideranças Femininas Cooperativistas – Elicoop Feminino, que neste ano será sediado pela Copagril, em Marechal Cândido Rondon, no Oeste d Paraná. O evento terá como tema central "A mulher e suas potencialidades" e terá por local a Associação Atlética Cultural Copagril (AACC).

 

Público - Os organizadores estimam que o Encontro Estadual reunirá em torno de 270 mulheres integrantes de cooperativas de vários municípios paranaenses.

 

Programação - A recepção às delegações iniciará às 09 horas, sendo que a abertura oficial está marcada para as 09h30. Já às 10 horas o público assistirá à palestra proferida por Helda Elaine, intitulada: "Mulheres na TPM: Transformação Para Melhor". Em seguida será servido almoço e na parte da tarde acontecerão as oficinas enfocando "O papel da mulher cooperativista", com Carmem Machado e Evandro Teixeira. À noite haverá jantar especial de confraternização.

 

Talk Show - No segundo dia de programação, a abertura será às 08h30, quando acontecerá um Talk Show envolvendo cooperadas da Copagril, tendo como mediadora Aline Castro e como tema "A mulher cooperativista". Para as 10 horas está prevista atividade extra. Logo após haverá palestra sobre "O empoderamento e a felicidade", com Aline Castro, seguida do almoço de encerramento. (Imprensa Copagril)

 

copagril folder 09 05 2019

C.VALE: Reunião sobre diversificação de atividades reúne associados de Palotina

 

Uma reunião promovida pela diretoria C.Vale, atraiu mais de 330 pessoas, no dia 7 de maio, na Asfuca de Palotina (PR) para estimular a diversificação de atividades. O encontro teve a participação de associados das unidades de Palotina e São Camilo. Durante o evento, o presidente da cooperativa, Alfredo Lang, apresentou a evolução da C.Vale nos últimos 25 anos e motivou famílias de associados a diversificarem para garantir o futuro dos filhos. 

 

Estratégia - A estratégia que, há quase duas décadas e meia, vem reduzindo a dependência dos produtores do cultivo de grãos e abrindo possibilidades para a permanência dos filhos na propriedade está sendo reforçada por Lang. “A diversificação de atividades criou novas oportunidades de renda aos associados da C.Vale, alavancou o crescimento da cooperativa e permitiu a abertura de milhares de novos empregos”, pontuou.

 

Vídeos - Durante o encontro, os associados também assistiram a dez vídeos com depoimentos de cooperados produzidos para exemplificar o ganho de renda e a melhoria da qualidade de vida conseguidos através da avicultura, suinocultura, piscicultura e da produção de leite e mandioca. (Imprensa C.Vale)

Uma reunião promovida pela diretoria C.Vale, atraiu mais de 330 pessoas, no dia 7 de maio, na Asfuca de Palotina (PR) para estimular a diversificação de atividades. O encontro teve a participação de associados das unidades de Palotina e São Camilo. Durante o evento, o presidente da cooperativa, Alfredo Lang, apresentou a evolução da C.Vale nos últimos 25 anos e motivou famílias de associados a diversificarem para garantir o futuro dos filhos.

 

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DIA DE COOPERAR: Sicredi distribui parte das sobras para entidades carentes de São Paulo

 

Os associados que contratarem débito automático e poupança na Sicredi Noroeste SP em maio e junho vão contribuir com entidades sociais da área de atuação da cooperativa, A ação faz parte do Dia C, o Dia de Cooperar, comemorado em 6 de julho. Trata-se de uma iniciativa nacional coordenada pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), propondo ações de responsabilidade social por meio das cooperativas em todo o País.

 

Quatro instituições - No caso da Sicredi Noroeste SP, parte do valor ao qual a cooperativa teria direito na contratação desses serviços será revertido a quatro instituições beneficentes de sua área de atuação. O propósito é contribuir com a doação de alimentos e leite para as instituições Maria Peregrina (São José do Rio Preto), Raios de Luz (Tanabi), Corujas do Bem (Catanduva) e Fundação Cândido Brasil Estrela (Mirassol).

 

Cooperativa - “Dessa vez, não serão os associados os responsáveis pela doação para as entidades. A própria cooperativa abrirá mão de parte de seus recursos para beneficiar a comunidade”, afirma o presidente da Sicredi Noroeste SP, José Carlos Afonso Cuginotti. “Temos certeza de que, desta forma, estamos cumprindo com um dos objetivos da cooperativa, que é o justamente de organizar atividades econômicas e sociais em prol das pessoas de nossa comunidade”, ressalta.

 

No ano passado - Em 2018, o Dia C beneficiou mais de 2,2 milhões de pessoas. Ao todo, 1.706 cooperativas, incluindo as pertencentes ao Sicredi, participaram da iniciativa, somando 120 mil voluntários. Os projetos devem visar à melhoria da qualidade de vida, da saúde, da educação e do meio ambiente, alinhando-se aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, definidos pela Organização das Nações Unidas (ONU).

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

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SICREDI VALE DO PIQUIRI: Décima agência é inaugurada no ABCD Paulista

sicredi vale piquiri 09 05 2019Em um movimento contrário ao dos grandes bancos, que vêm fechando agências bancárias na corrida pela digitalização, a cooperativa Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP inaugurou hoje (07), em São Bernardo do Campo, mais um espaço físico de atendimento aos associados. 

 

Décima na região - A agência inaugurada é a décima na região do ABCD Paulista e a terceira na cidade de São Bernardo do Campo. “Somos uma cooperativa feita por pessoas e para pessoas. A inauguração reafirma o objetivo de atender de forma personalizada nossos associados. Queremos estar perto deles”, afirmou Jaime Basso, presidente do Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP.

 

Atendimento - O novo espaço, localizado na Rua Marechal Deodoro, 543, no centro, possui cerca de 700m², sendo uma das maiores agências da cooperativa na região do ABCD e capital paulista, que atende atualmente 23.000 associados. Segundo Basso, a expectativa é de que esse número suba para 38.000 até o final de 2019. Além disso, revelou que, no segundo semestre de 2019, uma nova agência será aberta em Santo André.  

 

Maior centro comercial - Daniele Fatobene Pedreiro, gerente da nova agência, exalta a localização do imóvel. “Estamos no maior centro comercial de São Bernardo, em meio a empreendimentos e uma grande circulação de pessoas. Uma oportunidade muito grande de mostrar os benefícios do cooperativismo de crédito a novos associados”, comentou. 

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

SICOOB OURO VERDE: Diagnóstico do programa FIC é apresentado a diretores e gerentes

No dia 30 de abril, diretores e gerentes do Sicoob Ouro Verde conheceram o resultado da pesquisa do Programa FIC, que proporcionou um diagnóstico dos fatores que levam ao atual índice de felicidade existente na cooperativa.

Pluricoop - A apresentação, que faz parte do ciclo de execução do FIC, foi feita por duas representantes da Pluricoop, cooperativa responsável pela implantação do Programa Felicidade Interna do Cooperativismo no Sicoob Ouro Verde e em diversas cooperativas por todo o Brasil.  

 

Etapas seguintes - Na ocasião, os participantes também foram orientados a respeito das etapas seguintes do programa. A partir do diagnóstico, serão promovidos workshops em que todos os colaboradores que responderam à pesquisa terão a oportunidade de refletir e sugerir melhorias para elevar o índice de felicidade na cooperativa.

 

Próximos passos - Depois, os próximos passos são a elaboração de um plano de ação e a formação de um comitê, que ficará responsável por deliberar as atividades, que devem ser aplicadas com apoio dos felicitadores nos departamentos da Unidade Administrativa da cooperativa e nas agências do Paraná e Amapá.

 

Implantação - O Programa FIC foi implantado em 2015 no Sicoob Ouro Verde. Desde então, a singular tem apresentado grandes resultados com os colaboradores devido as diretrizes do programa. Para o gerente de Crédito, Marcelo Ramos, o FIC tem extrema importância no desenvolvimento humano. “Mostra que além da preocupação profissional, a cooperativa se preocupa com o bem-estar e com a cultura enraizada no nosso método de trabalho. Como gestor, posso dizer que saber dos resultados levantados a partir do diagnóstico trouxe informações de quais competências devemos aperfeiçoar para criarmos uma sinergia no time”, afirma. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

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SICOOB METROPOLITANO: Atendimento a cooperados de Guarulhos passa a ser realizado após incorporação do Sicoob Cantareira

 

Reunidos em Assembleia Geral Extraordinária Conjunta, membros do Conselho de Administração, da Diretoria Executiva, delegados, cooperados e colaboradores do Sicoob Metropolitano e do Sicoob Cantareira formalizaram a união das duas cooperativas no dia 1º de maio.

 

Atuação - A incorporação da Cooperativa de Economia e Crédito de Livre Admissão Da Serra Da Cantareira faz parte do processo de expansão da singular, que tem sede em Maringá (PR) e recentemente, iniciou sua atuação no estado de São Paulo pelo município de Presidente Venceslau.

 

Abrangência - Com a inclusão da cidade de Guarulhos na área de atuação da cooperativa, o Sicoob Metropolitano passa a atender mais de 56 mil cooperados em 42 agências, distribuídas em 25 municípios do Paraná e São Paulo.

 

Confiança - O ex-presidente do Conselho de Administração do Sicoob Cantareira, Hugo Mesquita, agradeceu a confiança dos cooperados e se colocou à disposição do Sicoob Metropolitano para prestar todo o suporte necessário.

 

Grande passo - Para o delegado do Sicoob Metropolitano, Marcos Antonio Mandadori, que esteve presente na AGE, a incorporação é um grande passo para o crescimento da cooperativa. “Acredito que vamos nos desenvolver e evoluir ainda mais”, afirma. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

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SICOOB MERIDIONAL: Conta universitária é apresentada a estudantes da UTFPR em Toledo

 

sicoob meridional 09 05 2019Estudantes do Campus Toledo da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UFTPR) tiveram a oportunidade de conhecer CooperConta Universitária, oferecida pelo Sicoob Meridional para atender especialmente o público jovem.

 

 

Esclarecimento - Durante a ação, realizada no dia 2 de maio, colaboradores da cooperativa esclareceram as dúvidas dos estudantes e também apresentaram os benefícios e as vantagens da conta, que tem condições diferenciadas para quem busca descontos e crédito para investir ou manter os estudos.

 

 

Receptividade - "O pessoal foi muito receptivo com o Sicoob, todos muito interessados em ter a CooperConta Universitária. A proximidade com a universidade nos trará novos desafios e a perspectiva de um novo público”, explica o gerente de Relacionamento, Douglas Merencio.

 

 

Sem tarifa - A CooperConta Universitária do Sicoob Meridional é isenta de tarifa, possibilita um investimento de R$ 5 mensais e pode ser aberta de forma fácil e totalmente digital, por meio do aplicativo Faça Parte.

 

 

Diferença - Para o universitário Leonardo Lacerda, conhecer as vantagens de uma cooperativa de crédito em relação a instituições financeiras convencionais faz toda diferença na hora de abrir uma conta.  "Para nós universitários, instituições como o Sicoob pareciam ser muito distantes da nossa realidade. Foi muito bom conhecer de perto as especificidades da conta, principalmente devido à grande facilidade e benefícios que ela nos permite”, afirma. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

 

 

PSR: Governo divulga o cronograma de liberação do orçamento para o Programa de Seguro Rural

 

psr 09 05 2019O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) anunciou nesta quarta-feira (07/05) o cronograma de liberação do orçamento para o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) em 2019. Do valor total a ser liberado, R$ 125 milhões serão destinados para as culturas de inverno, como o milho safrinha e trigo, R$ 160 milhões para as culturas da soja, milho, arroz, feijão e café, R$ 64 milhões para as frutas, R$ 1 milhão para a pecuária e R$ 20 milhões para as demais culturas.

 

Preservação do valor - “Apesar do bloqueio de 38% ocorrido no orçamento do Ministério, conseguimos preservar o valor executado no ano passado, o que representa redução de 16% do total previsto para este ano”, afirmou o secretário de Política Agrícola do Mapa, Eduardo Sampaio.

 

Desbloqueio - De acordo com o diretor do Departamento de Gestão de Riscos do Mapa, Pedro Loyola, o ministério buscará desbloquear o orçamento ao longo do ano e executar integralmente o valor aprovado na Lei Orçamentária Anual para 2019, que totaliza R$ 440 milhões.

 

Aprovação - O cronograma foi aprovado durante a última reunião do Comitê Gestor Interministerial do Seguro Rural (CGSR), realizada no dia 30 de abril, e publicado no Diário Oficial da União desta quarta-feira (07/05), por meio de resolução do comitê. (Mapa)

 

 

PRODUÇÃO AGROPECUÁRIA: Comitê define primeiras áreas que deverão adotar o sistema de autocontrole no país

 

producao agropecuaria 09 05 2019O Comitê Técnico de Programas de Autocontrole definiu as quatro primeiras áreas que deverão adotar o sistema de autocontrole: alimentação animal (ração), fertilizantes, suínos e bebidas. Nesse sistema, o fabricante fica responsável pela qualidade do produto e o Estado fiscaliza.

 

Subcomitê- Cada uma das quatro áreas será trabalhada por um subcomitê específico, formado por integrantes do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e por representantes de cada setor.  Os subcomitês devem ser instalados até o dia 15 de junho e até 60 dias depois devem ser realizadas reuniões de avaliação com o Comitê Técnico para verificar os avanços de cada uma das áreas.

 

Escolha- Segundo o secretário de Defesa Agropecuária do Ministério, José Guilherme Leal, a escolha das primeiras áreas foi feita com base na maturidade e na disposição dos setores que já manifestaram interesse em avançar em um primeiro momento. “Também levamos em conta a diversidade, para não ficar em uma área só. Isso vai ajudar a construir os modelos de autocontrole para depois expandir para outras áreas”, explicou.

 

Benefícios- Na avaliação de Leal, o autocontrole vai trazer benefícios para toda a sociedade. “No caso do Ministério, vamos conseguir direcionar melhor as ações de fiscalização e as empresas vão aprimorar seus procedimentos de verificação e monitoramento dos seus produtos, assumindo mais responsabilidade sobre o que elas produzem”.

 

Fluxo produtivo- Atualmente, a fiscalização do ministério acompanha o fluxo produtivo até o final e, com o autocontrole, esta tarefa será compartilhada com o setor privado. Os avanços nos modelos de autocontrole seguem a tendência crescente do uso de sistemas voluntários de certificação de qualidade e muitos países da União Europeia já criaram normatizações sobre isso. (Mapa)

 

INFRAESTRUTURA I: Com 59 novos projetos, PPI prevê R$ 1,6 tri

 

infraestrutura I 09 05 2019O governo anunciou nesta quarta-feira (08/05) a inclusão de 59 projetos no Programa de Parcerias e Investimentos (PPI) com investimento de R$ 1,6 trilhão nos próximos 30 anos. A maior parte (R$ 1,4 trilhão) está relacionada aos três leilões de petróleo e gás previstos para este ano: a venda do óleo excedente aos 5 bilhões de barris do contrato de cessão onerosa firmado com a Petrobras, a 16ª rodada de concessão e a 6ª rodada no regime de partilha.

 

Conselho de ministros - O anúncio ocorreu após reunião do conselho de ministros do PPI, no Palácio do Planalto. "Dos 193 programas qualificados até hoje 147 foram absorvidos pelo capital privado, restando 46 neste grande portfólio", disse o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Alberto dos Santos Cruz.

 

Investimentos - O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, informou que os projetos da área responderão por R$ 130 bilhões em investimentos ao longo da concessão. Grande parte, segundo ele, estará concentrada nos cinco primeiros anos dos contratos.

 

Estudos - Freitas afirmou que a Infraero assumirá os estudos de venda das participações de 49% em quatro aeroportos concedidos no governo Dilma Rousseff: Guarulhos (SP), Brasília (DF), Galeão (RJ) e Confins (MG). Antes, a estruturação da venda estava com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

 

Viracopos - A venda da participação da estatal em Viracopos (Campinas) ficará para depois, em razão da atual dificuldade financeira enfrentada pela concessionária. Sobre Viracopos, o ministro disse que pretende viabilizar a transferência de controle ainda neste ano. Se não for possível, o governo afirma que uma nova concessão será feita no próximo ano.

 

Sexta rodada - A sexta rodada de aeroportos, com três blocos regionais (Sul, Norte e Centro-Oeste), será realizada em outubro de 2020, quando já serão iniciados os estudos da rodada seguinte. A sétima rodada, que contará com os aeroportos mais atrativos, Congonhas (SP) e Santos Dumont (RJ), está prevista para 2022.

 

Codesp - O ministro informou que foram iniciados os estudos para abertura de capital da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), que administra o Porto de Santos. A operação deve ocorrer nos "idos de 2021, 2022". Conforme o Valor antecipou, o governo incluiu no PPI a transferência do Porto de São Sebastião (SP) à iniciativa privada, por 35 anos, em 2021.

 

Rodovias - No setor rodoviário, o governo planeja investimentos na pavimentação e na manutenção de 14 mil quilômetros de estradas. Entre eles, estão incluídas as concessões da BR-381 (MG) e da BR-163 (PA). O pacote rodoviário inclui 7,2 mil quilômetros de concessão em estudos, que abarcam a oferta potencial de 15 trechos à iniciativa privada. Outros 4,1 mil quilômetros de rodovias concedidas pelo governo do Paraná deverão entrar no plano de concessão federal.

 

IRB e Vale - Nesta quarta, o conselho do PPI confirmou outras duas informações antecipadas pelo Valor: a venda da fatia de 11,7% detida pela União no Instituto de Resseguros do Brasil (IRB), estimada em R$ 3,5 bilhões, e das debêntures participativas emitidas pela Vale, avaliadas em R$ 2,5 bilhões. O dinheiro entrará no caixa único do Tesouro.

 

Elétrico - O setor elétrico contribuirá com investimentos de R$ 400 bilhões até 2027. A estimativa envolve a construção de mais 2,5 mil quilômetros de redes de transmissão em dez Estados, três leilões de oferta de energia nova, a retomada da construção da usina nuclear de Angra 3 e do projeto que ligará as capitais Manaus e Boa Vista (RR). (Valor Econômico)

 

INFRAESTRUTURA II: Dnit, à míngua, fica com orçamento zerado para 56 obras em rodovias

 

infraestrutura II 09 05 2019Pelo menos 56 obras que o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) planejava executar nas rodovias federais ao longo deste ano ficaram sem nenhum centavo disponível depois do corte orçamentário determinado pelo presidente Jair Bolsonaro. O bloqueio deixou sem recursos intervenções como a duplicação da BR-316 no Piauí, a criação de terceiras faixas na BR-364 em Rondônia e a construção de um anel rodoviário na região metropolitana de

Maceió.

 

Manutenção - O orçamento do Dnit para obras e manutenção de rodovias caiu de R$ 6,1 bilhões para R$ 4 bilhões, segundo informou o próprio órgão ao Valor, o que representa menos de um terço do investimento feito em 2014 (em cifras atualizadas pela inflação).

 

Piora - "Essa penúria de recursos, que está atingindo todas as autarquias e instituições da administração pública, não só vai perdurar nos próximos anos, como pode inclusive piorar", afirma o presidente da consultoria Inter.B, Cláudio Frischtak, especialista em infraestrutura. "Vivemos uma restrição fiscal sem precedentes."

 

BR 163 - Uma das poucas obras que escaparam de qualquer tesourada foi a pavimentação da BR-163, que ainda tem quase 110 quilômetros de trechos sem asfalto, no Pará. Nove presidentes diferentes já prometeram sua conclusão. O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, garante que a obra até Miritituba e Santarém vai ser entregue no fim de 2019. De uma dessas localidades, as cargas de grãos que sobem de Mato Grosso por caminhão podem ser embarcadas em portos fluviais.

 

Dotação preservada - A dotação orçamentária de R$ 116 milhões foi totalmente preservada. O contingenciamento, porém, afetou obras do Dnit em todas as regiões do país. Foram zeradas as linhas orçamentárias destinadas à adequação das rodovias BR-282 em Santa Catarina, BR-230 na Paraíba, a novos contornos rodoviários em Maringá (PR) e Cachoeiro do Itapemirim (ES), à construção de uma nova ponte sobre o rio Araguaia (TO), ao asfaltamento da BR-401 entre Bonfim e Normandia (RR), entre outras obras.

 

Situação preocupante - O presidente da Associação Nacional de Empresas de Obras Rodoviárias (Aneor), Ronald Velame, considera a situação preocupante e diz que as construtoras têm enfrentado falta de recursos para mobilizar os canteiros. Essa descontinuidade no fluxo de caixa, segundo ele, gera incertezas para a contratação de mais trabalhadores e a compra de equipamentos.

 

Reversão - Velame tem a esperança de uma reversão do bloqueio orçamentário, pelo menos parcial, e faz um alerta: "Se não houver descontingenciamento ou suplementação, o dinheiro [do Dnit] dura só até agosto ou setembro".

 

Limitações - Para ele, por mais que o governo busque conceder rodovias à iniciativa privada e assim desafogar o orçamento, a estratégia tem limitações. Onde o fluxo de tráfego é mais baixo, a tarifa de pedágio precisaria ser muito alta para assegurar viabilidade a investidores privados. "Não é toda estrada que cabe numa concessão", frisa.

 

Alternativa - Frischtak, da Inter.B, enxerga uma alternativa: conceder rodovias em blocos, misturando ativos rentáveis e deficitários em um mesmo pacote, com "artérias" que alimentem o eixo rodoviário principal - a exemplo do que foi aplicado no último leilão de aeroportos. "Tudo é questão de modelagem. O maior envolvimento do setor privado é uma das soluções, mas requer previsibilidade regulatória e planejamento de longo prazo, para que grupos estrangeiros possam pensar em uma carteira."

 

Adequação - Por meio de sua assessoria, o Dnit disse que todos os ministérios e órgãos federais estão adequando o orçamento à realidade do país. "Desde 2014, a União registra elevados déficits em suas contas. Neste ano, a situação foi agravada pela queda da arrecadação federal, que obrigou o governo a contingenciar as dotações orçamentárias. Temos hoje uma disponibilidade orçamentária menor que a necessidade de recursos, e não se pode executar empreendimentos sem lastro orçamentário", afirmou.

 

Priorização - "O importante é priorizar tecnicamente as obras e otimizar os resultados para atender, nas melhores condições possíveis, à logística nacional e à sociedade brasileira." (Valor Econômico)

 

Foto: Dnit

 

INFRAESTRUTURA III: Transporte de cargas por trem cresce 15% nos Portos do Paraná

 

infraestrutura III 09 05 2019A quantidade de cargas transportadas por trem até os Portos do Paraná cresceu 15% entre janeiro e abril de 2019. Foram 3,2 milhões de toneladas movimentadas em 61 mil vagões. No mesmo período de 2018, a ferrovia respondeu por 2,8 milhões de toneladas de carga, transportadas em 53 mil vagões.

 

Queda - Com mais produtos chegando e saindo por trilhos, o uso do modal rodoviário caiu quase 26%. “O número de caminhões reduziu em função do frete, o que fez aumentar o volume movimentado pelo modal ferroviário”, explica o diretor de Operações, Luiz Teixeira.

 

Navegação - As dificuldades geradas pelo tabelamento do frete às transportadoras pode ser fator que fez aumentar, também, a movimentação de cargas por navegação dentro do país. A chamada cabotagem cresceu 6,2% no quadrimestre.

 

Volume - Entre janeiro e abril de 2018, o volume de carga transportada por cabotagem foi de 750.829 toneladas. Neste ano, foram 797.348 toneladas. Dos 68 navios que atracaram nesta modalidade, 51 foram de granéis líquidos, 15 de contêineres e dois de granéis sólidos.

 

Custos - “Trabalhamos constantemente para que os custos logísticos dos operadores portuários sejam reduzidos. No entanto, consideramos saudável essa busca de alternativas. A diversificação dos modais é sempre positiva”, comenta o presidente dos Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

 

Rodovia - A quantidade de caminhões que movimentaram pelo Porto de Paranaguá, que foi de 161.105 no primeiro quadrimestre de 2018, foi reduzida para 119.269 no mesmo período deste ano. O volume de carga transportado pela rodovia, nos dois sentidos, também registra queda. De 5,8 milhões de toneladas, nos primeiros quatro meses de 2018, passou para 4,3 milhões este ano.

 

Impacto - O uso de modais alternativos tem impacto direto nos custos logísticos e no fluxo de tráfego das estradas. Para se ter ideia, um vagão tem capacidade para transportar cerca de 45 toneladas de produtos, cinco toneladas a mais do que um caminhão. Para carregar um navio de grãos, são necessários, em média, 1.500 vagões, ou 1.800 caminhões. (Agência de Notícias do Paraná)

 

INFRAESTRUTURA IV: Governo e deputados atuam juntos para definir projetos prioritários

 

infraestrutura IV 09 05 2019O Governo do Paraná deverá apresentar nas próximas semanas um banco de projetos para um pacote de obras pelo Estado. Para levantar quais projetos são mais urgentes, foi realizada nesta quarta-feira (08/05) uma reunião entre o chefe da Casa Civil, Guto Silva; os secretários da Infraestrutura e Logística, Sandro Alex, e do Planejamento e Projetos Estruturantes, Valdemar Bernardo Jorge, com deputados estaduais. No encontro foi discutida a ideia de trabalhar de forma integrada.

 

Demandas - Os parlamentares representarão suas regiões e, em grupos, apresentarão as principais demandas da população. Segundo o secretário Valdemar Jorge o trabalho envolve todas as secretarias e precisava envolver a base parlamentar. “O objetivo desta reunião foi conversar com os deputados, ouvir quais são as demandas regionais e construir um banco de projetos para o Estado”, explicou.

 

Trabalho conjunto - A proposta do governo é trabalhar em conjunto e, a partir do levantamento, fazer as licitações e captar os recursos para a execução das obras apontadas pelos representantes das regiões. Segundo o líder do governo na Assembleia Legislativa, Hussein Bakri, esse trabalho integrado entre os deputados e o governo é fundamental. “Todos saíram satisfeitos. O governo está demonstrando respeito ao parlamento chamando para discutir, para avaliar. Serão obras que vão impactar direto na vida do cidadão”, disse o líder

 

Financeiro - O Paraná está entre os estados brasileiros que têm as melhores condições para receber recursos federais. O secretário Sandro Alex disse que essa situação foi constatada em reunião com o ministro da economia Paulo Guedes, em Brasília. Os projetos são necessários para o Estado obter os recursos para os investimentos. “Estamos buscando recursos do Tesouro do Estado, do Governo Federal e de financiamentos para poder executar obras importantes para o Paraná”, disse o chefe da Casa Civil, Guto Silva.

 

Deputados - Todos os 43 deputados que participaram da reunião puderam apontar as questões que consideram prioritárias, discutir as demandas, tirar as dúvidas e opinar sobre as propostas para as melhorias esperadas em cada região.  Participaram da reunião o presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, Ademar Traiano; o líder do governo Hussein Bakri, os deputados Alexandre Amaro, Alexandre Curi, Boca Aberta Jr, Cobra Repórter, Coronel Lee, Cristina Silvestri, Delegado Fernando, Do Carmo, Elio Rusch, Emerson Bacil, Evandro Araújo, Francisco Bührer, Gilson de Souza, Luiz Claudio Romanelli, Luiz Fernando Guerra, Mara Lima, Marcel Micheletto, Marcio Pacheco, Michele Caputo, Nelson Luersen, Paulo Litro, Plauto Miró, Reichembach, Ricardo Arruda, Rodrigo Estacho, Soldado Adriano José, Subtenente Everton, Tercílio Turini, Tiago Amaral e Tião Medeiros. (Agência de Notícias do Paraná)

 

 

ECONOMIA: Banco Central mantém taxa Selic em 6,5% pela 9ª vez seguida

 

economia 09 05 2019O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu, por unanimidade, manter a Selic (a taxa básica de juros da economia) em 6,50% ao ano. Com isso, a taxa permaneceu no nível mais baixo da série histórica do Copom, iniciada em junho de 1996. Foi a nona manutenção consecutiva da taxa neste patamar.

 

Mercado financeiro - Mas uma vez, a decisão desta quarta-feira (08/05), era largamente esperada pelos economistas do mercado financeiro. De um total de 46 instituições consultadas pelo Projeções Broadcast, 45 projetavam manutenção da Selic em 6,50% ao ano.

 

Justificativa - Ao justificar a decisão, o BC avaliou novamente que "cautela, serenidade e perseverança nas decisões de política monetária, inclusive diante de cenários voláteis, têm sido úteis na perseguição de seu objetivo precípuo de manter a trajetória da inflação em direção às metas".

 

Cenário básico e riscos - O BC também repetiu que a evolução do cenário básico e do balanço de riscos prescreve manutenção da taxa Selic no nível vigente. O colegiado voltou a avaliar ser importante observar o comportamento da economia brasileira ao longo do tempo, livre dos efeitos remanescentes dos diversos choques a que foi submetida no ano passado.

 

Destaque - Diferentemente das comunicações anteriores, o BC desta vez destacou que essa observação da atividade também deve ocorrer com a "redução do grau de incerteza a que a economia brasileira continua exposta". "O Copom considera que esta avaliação demanda tempo e não deverá ser concluída a curto prazo", completou o documento.

 

Próximos passos - Mais uma vez, o Copom afirmou que os próximos passos da política monetária continuarão dependendo da evolução da atividade econômica, do balanço de riscos e das projeções e expectativas de inflação.

 

Inflação - No documento, o BC também atualizou suas projeções para a inflação. No cenário de mercado - que utiliza expectativas para câmbio e juros do mercado financeiro, compiladas no relatório Focus -, o BC alterou sua projeção para o IPCA em 2019 de 3,9% para 4,1%. No caso de 2020, a expectativa continuou em 3,8%.

 

Selic - No cenário de referência, em que o BC utilizou nos cálculos uma Selic fixa a 6,50% e um dólar a R$ 3,95, a projeção para o IPCA em 2019 passou de 4,1% para 4,3%. No caso de 2020, o índice projetado seguiu em 4,0%. As projeções anteriores constaram na ata do encontro de março do Copom.

 

Centro da meta - O centro da meta de inflação perseguida pelo BC este ano é de 4,25%, com margem de tolerância de 1,5 ponto porcentual (índice de 2,75% a 5,75%). Para 2020, a meta é de 4,00%, com margem de 1,5 ponto (de 2,5% a 5,5%). No caso de 2021, a meta é de 3,75%, com margem de 1,5 ponto (2,25% a 5,25%). (O Estado de S.Paulo)

 

 

INTERNACIONAL: Com ou sem acordo, China e EUA atropelam regra da OMC

 

internacional 09 05 2019Os EUA e a China vão atropelar regras da Organização Mundial do Comércio (OMC) com ou sem acordo entre eles até esta sexta-feira (10/05), o que deve manter um clima de tensão na economia global.

 

Ameaça - Se não houver acordo, o governo de Donald Trump ameaça impor tarifas adicionais de 25% sobre US$ 200 bilhões em produtos chineses importados pelos EUA, além de abrir investigação para sobretaxar outros US$ 325 bilhões.

 

Violação de regras - Isso deve violar as regras da OMC, porque Washington tem um limite consolidado para aumentar tarifas. A média de alíquotas americanas é de 3%, e adicionar outros 25% deve ficar na ilegalidade em vários produtos. "É uma burrice", diz Fernando de Mateo, professor de comércio internacional do Colégio do México e ex-embaixador mexicano junto à OMC.

 

Retaliação - A China, uma vez atingida pelos EUA, promete retaliar, o que também deve atropelar regras da OMC. "É outra burrice", diz Mateo.

 

Solução - Já se houver um acordo, um dos itens deverá ser um sistema de solução de controvérsias bilateral, do qual os outros países evidentemente ficam excluídos, e o sistema multilateral é ignorado. "O grande problema dos americanos tem sido como obrigar a China a respeitar seus compromissos e, no caso contrário, adotar represálias. E a China quer fazer o mesmo", diz o professor.

 

Compra - Outra questão é como um eventual acordo será ajustado para a China se comprometer a comprar produtos americanos, em detrimento dos demais parceiros - isso fere uma regra básica da OMC, de que o tratamento dado a um país tem de ser estendido aos outros.

 

Desvio - O desvio de comércio parece inevitável, elevando o dano que já vem ocorrendo pela violação de regras globais desde que o governo de Donald Trump impôs sobretaxa às importações de aço, com retaliação por parte de vários parceiros.

 

Regras não escritas - Para alguns especialistas, Washington e Pequim podem acertar regras não escritas de preferências no tratamento de questões como barreiras técnicas ou barreiras fitossanitárias, que são cada vez mais importantes na restrição de fluxos comerciais.

 

Restrição - No caso da China, basta ver a recente restrição à entrada de canola do Canadá. Os canadenses exportam o produto para 27 países, mas só os chineses bloquearam agora sua entrada, num exemplo de como barrar importações. As ameaças de Trump contra a China são vistas por negociadores como uma tática negociadora que é sustentada pelo bom estado da economia americana e pelo cenário eleitoral nos EUA.

 

Dificuldade - Mas Trump, mesmo sendo famoso por dizer tudo e o contrário, pode ter dificuldade de voltar atrás em tão pouco tempo e fechar um acordo com os chineses em bases não ambiciosas.

 

Compensação - Como observa uma importante fonte, a imposição por Washington da tarifa adicional de 10% sobre importações chinesas foi compensado por Pequim com a desvalorização da moeda chinesa. Mas aumentar a sobretaxa para 25%, e ainda ameaçar punir o resto das exportações chinesas, representará uma efetiva declaração de guerra, com impacto devastador para a economia global que já não se mostra muito sólida.

 

Reforma da OMC - Se as duas maiores economias do mundo abandonarem o diálogo, um tema afetado imediatamente será a tentativa de reforma da OMC. É uma reforma considerada necessária, tanto para regular a atuação do Órgão de Apelação da entidade como para enquadrar os subsídios chineses à produção. (Valor Econômico)

 

 


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