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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4571 | 08 de Maio de 2019

ACI: Cooperativas devem liderar transformação da economia, diz líder de aliança global

aci 08 05 2019As cooperativas devem ser protagonistas no processo de transformação da economia e ter mais diálogo com os parlamentares, não devendo apenas reagir em momentos de incerteza, afirmou nesta terça-feira (07/05), o argentino Ariel Guarco, presidente da Aliança Cooperativa Internacional (ACI), que reúne 315 organizações cooperativas de 110 países.

Papel - "A veloz transformação da economia e a digitalização da maioria dos processos de produção, circulação e consumo de bens e serviços nos obriga a ser protagonistas. Se deixarmos que todo esse processo fique em mãos de grandes corporações, não estaremos cumprindo o papel", disse em entrevista ao Estadão/Broadcast.

Congresso do Cooperativismo - Guarco está no Brasil para participar da 14ª edição do Congresso Brasileiro do Cooperativismo, que começa na quarta-feira (08/05), em Brasília, e vai até sexta-feira (10/05). O evento vai tratar de desafios do cooperativismo no mundo, como governança e gestão, inovação, comunicação e representação política, e deve receber até 1.300 pessoas.

Diálogo- Guarco afirmou, ainda, que é preciso que as cooperativas dialoguem com todas as forças políticas. "Não podemos reagir somente quando querem nos impor mudanças normativas ou mudanças governamentais que nos prejudicam. Temos de ser capazes de falar com todas as forças políticas e incidir sobre elas para gerar contextos amigáveis de desenvolvimento do setor", diz ele.

Como enxerga neste momento a representação política do cooperativismo?

Ariel Guarco - É fundamental haver representantes nos sistemas políticos de cada país que entendam e possam defender o cooperativismo. Seguramente é louvável que dirigentes do nosso setor queiram assumir pessoalmente este desafio, mas também é necessário aumentar as redes de parlamentares cooperativistas.

O Brasil é um bom exemplo disso e, na Argentina, buscamos criar algo similar. Não podemos reagir somente quando querem nos impor mudanças normativas ou mudanças governamentais que nos prejudicam. Temos de ser capazes de falar com todas as forças políticas e incidir sobre elas para gerar contextos amigáveis ao desenvolvimento do setor, entendendo que ele favorece o desenvolvimento das comunidades.

Hoje há mais de 1 bilhão de pessoas ligadas ao cooperativismo. Como vê o alinhamento das lideranças da América do Sul ao cooperativismo?

Guarco - Nosso setor deve ser capaz de dialogar com todos os setores democráticos que atuam nos cenários políticos de cada país. Quanto mais os líderes nos conhecem e quanto mais capacidade de diálogo, melhor. É claro que pode haver mudanças abruptas nas linhas de governo, mas elas não deveriam alterar as alianças estratégicas que, como setor, temos de ter com o Estado em seus diferentes níveis.

Sem dúvida há líderes que nos reconhecem e nos dão mais participação que outros, mas em todos os países da América do Sul existem organizações setoriais potentes que podem e devem incidir para melhorar as condições políticas e normativas em favor das cooperativas. Temos que assegurar que os governos, mais do que as lideranças, nos levem em conta para trabalhar em grandes eixos como o desenvolvimento sustentável, a paz, os direitos humanos e os programas econômicos que coloquem no centro o ser humano.

O Brasil tem mais de 300 startups voltadas para o agronegócio. Algumas são apoiadas por cooperativas. Esse movimento é algo que deve ser incentivado no futuro?

Guarco - Sem dúvida. A veloz transformação da economia e a digitalização da maioria dos processos de produção, circulação e consumo de bens e serviços nos obriga a ser protagonistas. Se deixarmos que todo esse processo fique em mãos de grandes corporações, não estaremos cumprindo o papel que temos como empresas democráticas a serviço da comunidade.

Muitos jovens estão investindo impulsionados por essas correntes da economia colaborativa. É preciso trabalhar para distribuir as oportunidades e incorporar a maior parte possível de pessoas para uma lógica cooperativista.

Falando em jovens, um dos principais problemas da agropecuária no planeta é a sucessão rural. Muitos querem deixar a atividade agrícola. Como o cooperativismo pode ajudar a resolver esse problema?

Guarco - É preciso mostrar às novas gerações as vantagens do cooperativismo no agronegócio. As cooperativas podem inovar na produção agrícola sem deixar de lado seus princípios e valores, e atuar de maneira independente. Os jovens são os mais indicados para levar a cabo a incorporação de novas tecnologias no âmbito agropecuário.

Há grandes cooperativas que demonstram sua eficácia no agronegócio e também existem as pequenas fomentando o associativismo em ciclos de produção e consumo mais curtos, próprios da agricultura familiar. Na 5ª Conferência Cooperativa das Américas, realizada em Buenos Aires em outubro do ano passado, um dos três consensos foi a "defesa do planeta".

Observamos que no mundo cresce o número de pessoas que padecem de fome e que, em muitos países, particularmente do Sul, continua havendo muita desigualdade de acesso a alimentos. As cooperativas são as mais adequadas para promover a democratização do sistema agroalimentar promovendo nas áreas rurais um trabalho decente, a igualdade de gênero e o cuidado com recursos naturais. O cooperativismo também está do outro lado da cadeia, dos consumidores. A articulação entre esses dois elementos - produção e consumo - pode manter o equilíbrio em termos territoriais e demográficos.

Como avalia o papel do cooperativismo em um contexto de avanço da economia colaborativa?

Guarco - É um desafio enorme que estamos assumindo. As novas gerações estão e estarão cada vez mais com o espírito empreendedor dessa nova etapa do capitalismo mundial. Mas uma coisa é fazê-lo de modo individual e outra de forma coletiva. Hoje, de um modo um tanto quanto confuso se denomina de economia colaborativa essas plataformas que dominam a economia global.

No entanto, o controle da maioria das plataformas, assim como dos lucros e os dados gerados por elas, estão concentrados em poucas mãos. As cooperativas são chave para democratizar esse sistema de economias digitais onde tanto produtores como consumidores podem ter o controle.

Qual o papel do cooperativismo no fomento do desenvolvimento sustentável, conforme sugere a Organização das Nações Unidas?

Guarco - Desde a criação da primeira cooperativa da era moderna, em 1844, nossas organizações sempre serviram ao que agora é definido como desenvolvimento sustentável. Trabalho decente, saúde e bem-estar, igualdade de gênero, cuidado com o meio ambiente e compromisso com a paz, para citar apenas algumas das metas estabelecidas pelas Nações Unidas, são sempre pilares do empreendimento cooperativo.

Temos a capacidade de atuar em diferentes setores, na produção rural e industrial, no consumo, na saúde e educação, no habitat e muitos mais. Tudo isso nos torna um movimento muito poderoso quando se trata de abordar o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS 17), que pede a criação de alianças globais na busca do desenvolvimento sustentável. (O Estado de S.Paulo)

 

CRÉDITO: Curso de Conselheiros Fiscais do ramo é realizado na Credicoamo, em Campo Mourão

 

credito 08 05 2019A Credicoamo Crédito Rural Cooperativa está sediando, nesta terça e quarta-feira (07 e 08/05), o 12º curso de Conselheiros Fiscais das Cooperativas de Crédito Independentes (não filiadas a Centrais). O evento conta com a participação de associados conselheiros fiscais representantes de cooperativas de várias regiões do Paraná e é realizado em parceria com o Sescoop/PR e acompanhamento da Auditoria Interna da Credicoamo. 

 

Abertura - Na abertura do curso, o engenheiro agrônomo José Aroldo Gallassini, presidente da Credicoamo destacou a importância do evento como forma de atualização e capacitação para a adequada atuação dos membros dos conselhos fiscais das cooperativas de crédito. “O objetivo é promover a capacitação dos conselheiros para o exercício de suas funções relacionadas às atividades das cooperativas de Crédito, integrar e padronizar os trabalhos, bem como esclarecer sobre os aspectos legais, de controles internos e riscos, de responsabilidade do Conselho Fiscal e de toda a dinâmica gerencial do segmento das Instituições Financeiras cooperativas, suas operações, produtos e serviços”, explica.

 

Temas - Destaque entre os temas abordados nos dois dias de curso pelo professor Leonel Cerutti, da PUC do Rio Grande do Sul, para os princípios cooperativistas, estrutura e regulamentação do sistema financeiro nacional, aspectos normativos do Conselho Monetário Nacional e Banco Central do Brasil (Bacen), noções de contabilidade e análise de balanço. (Imprensa Coamo)

 

SICOOB/SICREDI: Cooperativas praticam princípio da intercooperação em São Miguel do Iguaçu

 

sicoob sicredi 08 05 2019Representantes das cooperativas Sicoob Três Fronteiras e Sicredi Vanguarda estiveram reunidos com a equipe da Secretaria de Educação de São Miguel do Iguaçu, no Oeste do Paraná, para o alinhamento da execução dos programas Cooperjovem e A União Faz a Vida de forma simultânea.

 

Capacitação - Aplicado por meio do Sicoob desde 2015 em sete escolas da rede municipal, o Programa Cooperjovem já capacitou mais de 70 professores e impactou mais de 3 mil alunos do ensino fundamental. A partir de agora, o município também vai atuar com o Programa A União Faz a Vida, viabilizado pelo Sicredi, no âmbito do Ensino Infantil.

 

Conteúdos - Ambos os programas trabalham com conteúdos interdisciplinares pautados nos princípios e valores da cooperação, empreendedorismo e respeito, oferecendo às escolas uma metodologia voltada para o trabalho em equipe a partir de temas interessantes a todos os personagens da comunidade escolar, especialmente aos alunos.

 

Desenvolvimento - Segundo a assessora de Desenvolvimento do Cooperativismo/ Sicredi Vanguarda PR/SP/RJ, Fátima Adriana Valiati Ambrósio, a intecooperação entre as cooperativas no município de São Miguel do Iguaçu será importantíssima para o desenvolvimento da comunidade escolar. "Somando princípios de cooperação e cidadania ao belo trabalho já desenvolvido pelos professores, construímos juntos uma escola sem muros”, ressaltou.

 

Ganho - Já a analista de comunicação do Sicoob Três Fronteiras e responsável pelo Cooperjovem na região, Marina Delai, comentou que o trabalho conjunto entre as duas cooperativas para o desenvolvimento dos programas certamente será um case de sucesso. "Com certeza as escolas, famílias e comunidade de São Miguel do Iguaçu sairão ganhando com a intercooperação entre Sicoob e Sicredi com apoio da Secretaria Municipal de Educação”.

 

Parceria - A Secretaria Municipal de Educação, Andrea Marcelino Diedrich, comentou sobre a importância da parceria com as cooperativas. "As duas instituições têm o olhar voltado para enriquecer a educação do município com uma metodologia de cooperação que soma ao nosso currículo escolar”, disse.

 

Cooperativismo - “Essas parcerias nos levam a crer que estamos semeando e cultivando o cooperativismo no meio em que vivemos”, complementou a Coordenadora Pedagógica da Secretaria de Educação de São Miguel do Iguaçu, Leonice Solange Lenz Marques. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

SICOOB OURO VERDE: Vencedores do 4º Hackathon Smart Agro são premiados

 

sicoob ouro verde 08 05 2019O Sicoob Ouro Verde foi um dos principais parceiros da 4ª edição do Hackathon Smart Agro da ExpoLondrina 2019. Ao todo, 37 startups se inscreveram para a maratona e, depois de três dias de imersão, 20 delas foram selecionadas para uma apresentação dos modelos de negócios propostos para um corpo de 12 jurados.

 

Diferentes fases - Diferente das outras edições, em que se apresentava um protótipo de um modelo de negócio, neste ano participaram startups em diferentes fases de desenvolvimento, mas já com uma estrutura mínima para ingressarem no mercado. 

 

Avaliação - Os projetos foram avaliados conforme o avanço no modelo de negócio e o potencial mercadológico, entre outros critérios. As três primeiras colocadas receberam como prêmio oferecido pelo Sicoob Ouro Verde R$ 3 mil cada. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

SICREDI UNIÃO PR/SP: Autoridades e associados prestigiam inauguração de nova agência em Astorga

 

sicredi uniao 08 05 2019Prestigiada por associados, diretores, gerentes de agências, representantes de entidades e autoridades do executivo e do legislativo, a nova agência da Sicredi União PR/SP em Astorga foi inaugurada na noite da última segunda-feira (06/05), causando boas surpresas em todos os convidados. O prédio foi construído com pé direito alto, trazendo amplitude, luminosidade, conforto e bem-estar para todos que irão usufruir das novas instalações.

 

O início - “Este belíssimo prédio é um presente da cooperativa a todos os associados e à cidade de Astorga”, comentou, em seu discurso, o gerente da agência Juliano Calixto dos Santos. Ele lembrou a trajetória de crescimento da Sicredi Astorga na cidade, que teve seu embrião dentro da cooperativa de produção Cocafé. A unificação com o sistema Sicredi aconteceu em 1998 e desde então, não parou mais de crescer. “E com o crescimento, veio a necessidade de ir se adequando a novos espaços”, comentou Santos. Hoje, a Sicredi União tem 4.400 associados em Astorga, cidade com pouco mais de 26 mil habitantes. 

 

Testemunha - Jorge Brandolin, agricultor aposentado, é um dos associados que acompanha o crescimento da Sicredi União na cidade desde 1989. “No decorrer desse tempo muita coisa mudou. A Sicredi mostrou seu trabalho, conquistou os associados e muitos, como eu cresceram junto com a instituição. Eu sempre indiquei e ainda indico a cooperativa para novos associados”, comentou.

 

Orgulho - O prefeito de Astorga, Antonio Carlos Lopes, também presente à solenidade, destacou o papel da cooperativa de crédito para o desenvolvimento da cidade. “Temos orgulho de ter a cooperativa aqui há tanto tempo. É uma instituição que trabalha junto com o município e se preocupa com a comunidade”, disse.

 

União - O presidente da Sicredi União PR/SP, Wellington Ferreira, destacou que a cooperativa é resultado da união de pessoas e que ela se torna do tamanho que seus associados quiserem. “Essas novas instalações são resultado e consequência do nosso trabalho e nossos propósitos. É nosso dinheiro, que está sendo bem gerido”, sustentou.

 

Crescimento - A Sicredi União PR/SP vem crescendo acima de 20% ao ano e até o fim de 2019 irá inaugurar 25 novas agências no Norte e Noroeste do Paraná, Leste e Centro-Leste de São Paulo. 

 

Sustentabilidade - Além de mais moderno, espaçoso e confortável, o novo prédio da Sicredi União em Astorga foi construído dentro dos conceitos de sustentabilidade.O novo prédio, próprio, tem 650 metros quadrados. O sistema fotovoltaico está composto de 40 módulos solares de 330W, totalizando uma capacidade de 13,2 Kwp, suficiente para a necessidade de consumo da agência. 

 

Meio ambiente - A economia estimada em 25 anos, com a utilização da energia solar, está calculada em aproximadamente R$ 1,2 milhão, atendendo a um consumo anual de cerca de 20.300 kWh. Sem o uso de energia elétrica, neste período haverá uma redução de emissão de CO2 em torno de 65,9 kg, o equivalente a 6.135 árvores. O prédio também possui cisternas, para armazenamento de água da chuva, com capacidade de cinco mil litros. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

 

 

SICREDI NOVOS HORIZONTES: Agência é inaugurada em Riversul (SP)

 

No dia 27 de abril, Riversul (SP) ganhou uma ampla e moderna agência do Sicredi - instituição financeira cooperativa com mais de 4 milhões de associados e atuação em 22 estados brasileiros mais o Distrito Federal.

 

Localização - A agência fica situada na Rua João Antonio, 21, no centro. A cerimônia de inauguração contou com a presença do presidente da Sicredi Novos Horizontes PR/SP, Luciano Dias Carneiro Kluppel, do vice-presidente Adilson Fuga, Diretor Executivo Neuri Saggin, prefeito José Guilherme Gomes, entre outras autoridades, associados e colaboradores.

 

Expansão - Seguindo os conceitos de ambientação arquitetônica do Sicredi, a agência faz parte do projeto de expansão da instituição em todo o País. “O Sicredi está ampliando a rede de atendimento com foco em gerar mais impactos positivos nas regiões nas quais está presente, oferecendo soluções financeiras que só o cooperativismo possui”, explica Luciano Kluppel presidente da cooperativa.

 

Relacionamento - Assim como nas outras agências, em Riversul a estrutura inaugurada busca valorizar o relacionamento entre a cooperativa e o público, trazendo um conceito moderno e que proporciona uma nova experiência ao associado. O espaço conta com estacionamento, Espaço Café e atendimento exclusivo para pessoas físicas e jurídicas.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi Novos Horizontes PR/SP)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

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SICREDI ALIANÇA: Renovada parceria com a Festa do Peão de Barretos, a maior do gênero na América Latina

 

sicredi alianca 08 05 2019Considerada a maior do gênero na América Latina, a Festa do Peão de Barretos contará novamente com o patrocínio do Sicredi. A instituição financeira cooperativa preza pela participação em eventos que trazem retorno às comunidades onde está inserida, a exemplo deste que é responsável pela geração de 10 mil empregos diretos ou indiretos, movimentação financeira ao comércio local e regional, preservação das tradições da cultura caipira e é fonte de recursos para o Hospital de Amor. 

 

Origem - Em 2019 a festa chega a sua 64º edição sob a organização de “Os independentes”. A Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos nasceu em 1956, como o primeiro evento do gênero realizado na América Latina. Desde a primeira edição, realizada embaixo de uma de lona de circo, até hoje, o evento não apenas cresceu e se solidificou, como se tornou a mais importante referência da cultura sertaneja brasileira. Atualmente com repercussão internacional, compõem o Calendário Mundial de peões de todos os cantos e traz apresentações dos mais renomados cantores sertanejos do Brasil.

 

“Queima do Alho” - Durante o evento também ocorre a tradicional “Queima do Alho”. O nome é dado a tradição da culinária típica das comitivas de peões de boiadeiro e virou uma das principais atrações da Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos. O cardápio é composto de arroz carreteiro, feijão gordo, paçoca de carne e churrasco e atrai centenas de pessoas.

 

Patrocínio - O patrocínio é uma iniciativa da Sicredi Aliança PR/SP, cooperativa do Sistema Sicredi que atua na região juntamente com a Central PR/SP/PJ. “Estar junto na Festa do Peão é muito importante para o Sicredi. Tudo aquilo que vem de encontro ao nosso propósito deagregar renda e melhorar a qualidade de vida das pessoas nos ajuda a cumprir o nosso papel enquanto cooperativa. A marca Sicredi estará presente pela segunda vez em um evento que atrai mais de um milhão de visitantes. É uma oportunidade que temos de contribuir com o desenvolvimento econômico, reforçar o nosso relacionamento e presença local. Desejamos sucesso ao evento”, ressaltou o presidente do Conselho de Administração da Sicredi Aliança PR/SP, Adolfo Rudolfo Freitag. “É muito importante valorizarmos as tradições das cidades onde estamos presentes. Sabemos como a Festa do Peão é importante para Barretos. Estamos juntos neste evento”, finalizou Freitag.

 

Sobre o Sicredi O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

SICREDI VALE DO PIQUIRI I: Associados participarão de Congresso Nacional do Cooperativismo

 

Será realizada nesta semana, em Brasília (DF), a 14ª edição do Congresso Nacional do Cooperativismo. Considerado o mais importante evento do setor, neste congresso são tomadas as grandes decisões e definidos os rumos do movimento.

 

Associados - Na edição deste ano, três associados da Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP terão a oportunidade de participar do evento: Maria José Francisco Mansano, Bruno Cassoli Bortoloto e Diego Figueredo.

 

Concurso - Maria José é associada da Agência de Brasilândia do Sul PR e integrante do Comitê Mulher da Cooperativa. Já os associados Bruno e Diego residem em Assis Chateaubriand PR e fazem parte do Comitê Jovem do Sicredi. Todos eles participaram de um Concurso Cultural promovido pelo Sistema OCB e inscreveram vídeos e frases que respondessem à pergunta: “Como podemos construir juntos o cooperativismo do futuro?”

 

Seleção - Em todo o Brasil, foram selecionados 20 jovens e 20 mulheres para serem congressistas no principal evento cooperativista do país, com tudo pago pela OCB - Organização das Cooperativas Brasileiras. E estes três associados da cooperativa foram escolhidos para participar e representarão a Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP. (Imprensa Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP)

 

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SICREDI VALE DO PIQUIRI II: Produtores rurais de Nova Cantu participam de visita técnica em Maripá

 

sicredi vale piquiri II 08 05 2019Com o objetivo de buscar ideias e oportunidades para impulsionar as atividades econômicas ligadas à piscicultura em Nova Cantu (PR), uma caravana composta por 35 produtores rurais participou, nesta terça-feira (07/05), de uma visita técnica no município de Maripá (PR), que atualmente é uma referência em piscicultura e cultivo de orquídeas no estado do Paraná.

 

Organização - A organização da caravana foi uma iniciativa do Sicredi de Nova Cantu, em parceria com o Sindicato Rural, Secretaria Municipal de Agricultura, Indústria e Comércio e Emater. Além de palestras sobre como a piscicultura se desenvolve em Maripá, os participantes também visitarão propriedades e orquidários do município. (Imprensa Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP)

 

LAR: Destaque na Apas, estande da cooperativa apresenta lançamentos de produtos

A maior feira do segmento varejista de alimentos do Brasil, Apas Show, acontece na capital paulista de 6 a 8 de maio. A Lar Cooperativa esse ano participa pela 14ª vez do evento por considerar uma oportunidade da equipe de vendas da Lar e seus representantes estreitarem relacionamento com clientes e oportunizar ao público em geral que conheça mais a cooperativa e seus planos de expansão comercial.

Fluxo - “Nesta edição da Apas, o fluxo de clientes em nosso estande está extraordinário. Estamos tendo oportunidade de estreitar nosso relacionamento e fortalecer parcerias de negócios com as melhores e maiores redes varejistas do Brasil”, afirmou o superintendente da Suprimentos e Alimentos da Lar Cooperativa, Jair Meyer. De acordo com o superintendente, os clientes supermercadistas durante as reuniões realizadas na feira destacam o bom nível dos serviços da Lar no mercado, desde a profissionalização da equipe comercial, logística e trabalho adequado de abastecimento no ponto de venda.

Novidades - A Lar apresentou na Apas os lançamentos: Linha de produtos Assa Fácil (cinco cortes, temperados e em embalagens prontas para ir ao forno), Linguiça Toscana e Pernil, para complementar a linha atual de linguiça de frango, e Iscas de Frango Empanadas e Picantes. Os produtos visam atender as expectativas do consumidor moderno de praticidade e sabor.

Complementos - Os lançamentos complementam as linhas de produtos já existentes, atendendo a demandas de supermercadistas para que tenham a linha completa à disposição do cliente final.

Qualidade - A marca Lar, há praticamente 20 anos no mercado, conquistou o respeito dos clientes varejistas pela linha completa de produtos que oferece ao mercado, com excelência na qualidade dos produtos e em formatos de embalagens que atendem as expectativas do consumidor final, garantindo alto giro no ponto de venda. (Imprensa Lar)

COCAMAR: Em Maringá, 650 convidados na palestra do presidente da John Deere

Com a presença de 650 convidados, o presidente da John Deere Brasil, Paulo Renato Herrmann, fez palestra na noite de terça-feira (07/05) em Maringá (PR), no Espaço Vivaro, sobre “Gestão e governança em negócios familiares”. A iniciativa do grupo Value, com o apoio, entre outros parceiros, da Cocamar Cooperativa Agroindustrial, reuniu empresários, profissionais liberais e produtores da região.

Representantes - Concessionário John Deere para as regiões de Maringá, Paranavaí, São Pedro do Ivaí e Querência do Norte, no Paraná, a Cocamar foi representada pelo presidente do Conselho de Administração, Luiz Lourenço, o superintendente de Negócios, Grãos e Insumos, Arquimedes Alexandrino, vários gerentes, cooperados e colaboradores.

China - Antes de entrar no tema, Herrmann chamou atenção para o preocupante surto de peste suína africana que vem assolando planteis chineses. Com um rebanho estimado em mais de 700 milhões de cabeças, o país deve sacrificar ao menos 20% dos animais em curto espaço de tempo, o que pode impactar o mercado internacional de grãos. A China é grande importadora de soja do Brasil, que segue, em grande parte, para alimentar seus rebanhos.

Tecnologia - O palestrante reportou as grandes transformações pelas quais vem passando a humanidade nas últimas décadas, em especial no que se refere à rápida evolução tecnológica , com ênfase para a “disrupção”. E mencionou uma frase a qual expressa que os iletrados do século 21 não serão os que não sabem ler e escrever, mas aqueles que, depois de adquirirem todo o aprendizado possível, são incapazes de desaprender e aprender tudo novamente.

Conhecimento - Até 1900, demorava um século para o conhecimento humano expandir em níveis exponenciais, tempo que caiu para ¼ em 1945. As transformações já eram consideráveis em apenas um ano, em 1980, e a estimativa é que em 2020 elas surjam em volumes exponenciais a cada dia.

Gerações - Paulo Herrmann destacou os desafios e dificuldades da gestão familiar, citando que da primeira para a segunda geração, apenas 30% dos negócios sobrevivem e, da segunda para a terceira, o percentual é reduzido a ínfimos 5%.

História - A John Deere, disse, tem sido um exemplo de companhia familiar bem-sucedida. Em mais de 180 anos de história, a empresa teve apenas 9 líderes, dos quais 5 da família do fundador, o ferreiro de Illinois que lhe emprestou o nome. Tudo começou quando agricultores locais o desafiaram a aprimorar o arado de tração animal. Estava começando aí uma organização que avançaria para o âmbito global e que só no Brasil possui hoje mais de 270 lojas, várias fábricas e cerca de 10 mil funcionários.

Dificuldade - Na parte final do evento, o presidente do Conselho de Administração da Cocamar, Luiz Lourenço, e representantes das demais empresas parceiras, foram convidados a pronunciar-se sobre o assunto. Segundo Lourenço, a sucessão familiar ainda ocorre com dificuldade no meio rural, pois nem sempre quando os filhos retornam da faculdade, conseguem aplicar seus conhecimentos, esbarrando na resistência do pai. Da mesma forma, a sociedade entre irmãos nem sempre é harmoniosa e pode não haver sucessores para o negócio iniciado pelo pai. (Imprensa Cocamar)

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CRÉDITO RURAL: Desembolso alcançou R$ 142 bilhões em dez meses

 

credito rural 08 05 2019O total das contratações de crédito rural, de julho de 2018 a abril deste ano, somou R$ 142 bilhões, o que representa uma alta de 6% em relação ao mesmo período do ano Agrícola anterior. Os dados fazem parte do Balanço de Financiamento Agropecuário Safra 2018/2019 divulgado nesta terça-feira (07/05) pela Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, com base nos números do Sistema de Operações do Crédito Rural (Sicor) e do Proagro, do Banco Central. 

 

Soma - As contratações do crédito rural para custeio somaram R$ 78 bilhões (+ 4%), industrialização totalizaram R$ 6,3 bilhões (10%) e a comercialização, R$ 21 bilhões (-10%).

 

Reflexo - De acordo com a SPA, este desempenho negativo na comercialização pode ser reflexo da conjuntura dos preços de mercado e o fato do produtor rural não necessitar contratar esta finalidade de financiamento para armazenar o seu produto e aguardar para comercializar quando os preços estiverem melhores.

 

Investimentos - Os financiamentos de investimentos alcançaram R$ 36,6 bilhões (21%), com destaque para os programas de aquisição de máquinas e implementos agrícolas (Moderfrota) com R$ 7,6 bilhões, o Pronamp com R$ 1,1 bilhão, o programa de Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (Programa ABC) com R$ 1,4 bilhão e o Pronaf Mais Alimentos com R$ 7,1 bilhões.

 

LCA - A Letra de Crédito do Agronegócio (LCA) respondeu por 21% do volume de crédito já contratado, somando R$ 25,8 bilhões, o que representa aplicação 40% superior à verificada no período anterior. (Mapa)

 

INFRAESTRUTURA I: Pacote de concessões busca atrair R$ 38 bi

 

infraestrutura I 08 05 2019Em meio aos cortes de investimentos públicos e à marcha lenta da economia, o governo Jair Bolsonaro pretende anunciar nesta quarta-feira (08/05) um "superpacote" de concessões e privatizações em infraestrutura, que vão exigir aportes de R$ 38 bilhões dos grupos vencedores somente nos ativos na área de transportes - rodovias, portos e aeroportos.

 

Lista de ativos - A lista de ativos que serão oferecidos ao mercado inclui a Companhia Docas de São Sebastião, o terminal de contêineres hoje administrado pela Libra em Santos (SP), três blocos de aeroportos e a BR-381 em Minas Gerais - uma das estradas federais com maior número de acidentes no país e conhecida como Rodovia da Morte.

 

Aprovação - O primeiro pacote elaborado pelo governo Bolsonaro deve ser aprovado nesta quarta-feira (08/05) pelo conselho de ministros do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), que vinha adiando sua reunião desde março, por questões legais. Com a edição de uma medida provisória na sexta-feira passada, que fez ajustes na composição e nas atribuições do PPI, o Palácio do Planalto resolveu agilizar a reunião e mostrar que não está parado na tentativa de aquecer a economia.

 

2020 - Quase todos os novos leilões devem ocorrer em 2020. Ficaria para 2021 a transferência do Porto de São Sebastião (SP) à iniciativa privada, por 35 anos, o que atende a pedido do governador João Doria (PSDB). O porto já tem sua administração delegada ao governo estadual, mas a titularidade do ativo é federal e sua privatização requer o aval da União.

 

“Road shows” - À caça de investidores estrangeiros para esse novo programa de concessões e privatizações, o governo definiu que fará "road shows" em Nova York na semana que vem, na Europa em junho e na Ásia em agosto.

 

Rodovias - A maior novidade está nas rodovias. Dois novos trechos importantes serão imediatamente incorporados ao programa de concessões. A BR-381, entre Belo Horizonte e Governador Valadares (MG), será repassada ao setor privado por 30 anos e deve receber investimentos de R$ 9,1 bilhões. A BR-163, que está sendo duplicada como obra pública entre Sinop (MT) e Miritituba (PA), vai ser concedida por um período de dez anos. Em ambos os casos, será adotado o valor de outorga como critério para a definição dos vencedores. Até hoje, as disputas vinham ocorrendo pelo critério de menor tarifa de pedágio.

 

Relicitações - As relicitações de três rodovias privatizadas pelo governo Fernando Henrique Cardoso, nos anos 1990, terão seus leilões entre outubro de 2020 e janeiro de 2021. Os novos contratos vão exigir investimentos de R$ 21,4 bilhões e incluir trechos sob responsabilidade do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), que sofreu um corte de 35% no orçamento deste ano. A Presidente Dutra, que liga o Rio de Janeiro a São Paulo, será relicitada junto com 233 quilômetros da Rio-Santos entre Ubatuba (SP) e Itaguaí (RJ).

 

Sinal verde - Paralelamente, o governo dará sinal verde ao início de estudos para a concessão de mais 7.234 quilômetros de estradas. O objetivo é começar a análise de viabilidade de outros corredores rodoviários, em diversas regiões do país, como forma de manter um estoque de projetos adiantados para irem a leilão nos próximos anos. Estão na lista a BR-116 entre Feira de Santana (BA) e Salgueiro (PE), a BR-230 entre João Pessoa e Campina Grande (PB), a BR-020 entre Planaltina (DF) e Barreiras (BA) e a BR-364 entre Comodoro (MT) e Porto Velho (RO).

 

Aeroportos - O "superpacote" também formaliza a privatização de mais três blocos de aeroportos, conforme já havia anunciado o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas. Eles deverão receber R$ 5 bilhões em investimentos e ir a leilão em outubro de 2020. O valor de outorga sairá apenas com a conclusão dos estudos, em novembro, segundo o cronograma a ser apresentado hoje. Serão três lotes com 22 terminais ao todo: Central (tendo Goiânia como carro-chefe), Sul (liderado por Curitiba) e Norte (Manaus à frente).

 

Participações acionárias - As participações acionárias de 49% da Infraero em quatro aeroportos, que o governo Michel Temer já havia prometido alienar, terão sua venda retomada e um calendário mais rigoroso para acompanhamento. A estatal terá que concluir seus estudos em fevereiro de 2020 e oferecer suas ações no mercado em abril do ano que vem. Ela mantém uma fatia societária nos aeroportos de Guarulhos (SP), Galeão (RJ), Confins (MG) e Brasília. Só a participação em Viracopos (SP), em recuperação judicial, está fora da lista.

 

Receitas - O Tesouro Nacional também vai engordar suas receitas. A reunião de conselho do PPI dará autorização ainda para a venda de suas ações remanescentes no Instituto de Resseguros do Brasil (IRB) e de debêntures da Vale.

 

Excedentes - O desenho final do pacote será engordado pelo leilão dos excedentes da cessão onerosa, cujo bônus de assinatura foi fixado em R$ 106 bilhões pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), que precisa ser qualificado no PPI para seguir seus trâmites legais. (Valor Econômico)

 

INFRAESTRUTURA II: Governador anuncia R$ 2 bilhões para revitalização de rodovias

 

infraestrutura II 08 05 2019O governador Carlos Massa Ratinho Junior anunciou nesta terça-feira (07/05), no Palácio Iguaçu, o programa de Revitalização de Estradas, que prevê obras em 9,8 mil quilômetros de rodovias estaduais, em todas as regiões do Paraná. O Governo do Paraná vai investir R$ 2 bilhões no programa, o maior pacote de obras feito com recursos próprios do Estado.

 

Obras - As obras de restauração e conservação serão feitas ao longo de três anos, com início imediato, e compreendem grande parte da malha viária estadual, que é de 12 mil quilômetros. “É um investimento robusto que atende a necessidade da malha estadual. Primeiro por uma questão de segurança, infelizmente muitas pessoas perderam suas vidas nessas rodovias mal cuidadas”, disse o governador. “Também há a questão logística. Precisamos de uma infraestrutura adequada para fazer com que a produção paranaense seja exportada para o mundo inteiro”, afirmou na solenidade, com a presença de prefeitos de todas as regiões do Paraná.

 

Investimentos - Ratinho Junior ressaltou que as medidas de ajuste adotadas pelo governo ajudam a criar um caixa para investimentos em setores importantes para a população. “Herdamos essas rodovias sem nenhum tipo de manutenção, então tivemos que fazer um caixa, diminuir custo e cortar privilégios para que comece a sobrar dinheiro para obras de infraestrutura”, afirmou.

 

Cidades - O presidente da Associação dos Municípios do Paraná (AMP) e prefeito de Pérola (Noroeste), Darlan Scalco, afirmou que todas as cidades paranaenses serão beneficiadas com as melhorias. “Muitas vidas serão salvas. Além disso, o desenvolvimento do Paraná passa por essas estradas”, disse.

 

Imediatas - O secretário de Estado da Infraestrutura e Logística, Sandro Alex, explicou que os projetos já vêm de anos, mas estavam judicializados e precisaram ser revistos para readequar com os valores atuais. “Avaliamos todos os trechos. Temos rodovias em situação precária em várias regiões do Estado que precisam de uma intervenção imediata”, disse.

 

Órgãos de fiscalização e controle - A Secretaria de Infraestrutura trabalha desde o início do ano junto com os órgãos de fiscalização e controle, como o Tribunal de Contas do Estado, Ministério Público Estadual, Ministério Público Federal e Tribunal de Justiça, para a liberação das obras. “Precisávamos fazer o reequilíbrio dos contratos, que estavam defasados, pedir autorização aos órgãos de fiscalização para então fazer o aporte de recursos”, explicou Alex. “Faremos uma grande fiscalização das obras, junto com esses órgãos, para verificar cada centavo aplicado nas rodovias”.

 

Regiões - As obras foram divididas em 33 lotes, conforme as superintendências regionais do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), e compreendem todas as regiões do Estado. Na regional Leste serão revitalizados 488 quilômetros de rodovias; nos Campos Gerais serão 1,9 mil quilômetros; no Norte, 1,9 mil quilômetros; no Noroeste, 3,2 mil e no Oeste 2,3 mil.

 

Abrangência - “O programa abrange praticamente toda a malha viária do Estado, com exceção dos trechos consorciados e que pertencem ao governo federal”, explicou o diretor-geral do DER, João Alfredo Zampieri.

 

Lotes - Em parte dos lotes serão feitos serviços corretivos, com execução de reparos superficiais e remendos profundos localizados, além da melhoria da drenagem do pavimento. Nas rodovias que funcionam como corredor de escoamento estão previstas obras mais profundas. São serviços de segurança ao usuário e proteção do pavimento, com correções localizadas ao longo dos trechos rodoviários, e aplicação de produtos asfálticos polimerizados, que garantem mais durabilidade à pavimentação.

 

Conservação frequente - Além disso, todo o trecho da faixa de domínio da malha rodoviária estadual passará por conservação frequente, tanto os trechos pavimentados como os não pavimentados. Isso inclui a limpeza das sarjetas, meios-fios e bueiros; limpeza e recomposição da sinalização vertical e controle da vegetação com roçada manual, capina e remoção de resíduos.

 

Presenças - Participaram da solenidade o vice-governador Darci Piana; o chefe da Casa Civil, Guto Silva; os secretários de Estado da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara; do Desenvolvimento Sustentável e Turismo, Márcio Nunes; e da Saúde, Beto Preto; os presidentes da Cohapar, Jorge Lange; e do Tecpar, Fábio Cammarota; os deputados estaduais Hussein Bakri, Tiago Amaral, Marcel Micheletto, Emerson Bacil, Delegado Fernando, Luiz Fernando Guerra, Anibelli Neto, Paulo Litro, Doutor Batista, Artagão Junior, Coronel Lee, Luiz Claudio Romanelli, Goura, Wilmar Reichembach, Estacho, Jonas Guimarães, Alexandre Curi, Tercílio Turini, Ricardo Arruda, Élio Rush, Cristina Silvestri, Do Carmo, Plauto Miró, Homero Marchese e Nelson Luersen e prefeitos de diversos municípios do Paraná. (Agência de Notícias do Paraná)

 

ECONOMIA: Transações bancárias feitas por celular aumentam 24%, diz Febraban

 

economia 08 05 2019O número de transações bancárias feitas pelo celular, por meio de aplicativos, cresceu 24% em 2018 em comparação ao ano anterior. Segundo pesquisa divulgada nesta terça-feira (07/05) pela Federação Nacional dos Bancos (Febraban), o número de transações bancárias com movimentações financeiras cresceu 33%. A quantidade de transações com movimentações financeiras por celular aumentou 80%. Em 2018 foram feitos 2,5 milhões de pagamentos e transferências (incluindo Documento de Ordem de Crédito - DOC e Transferência Eletrônica Disponível - TED), superando o internet banking. 

 

Migração - “Observamos a migração do nosso cliente para o mobile. A facilidade em poder resolver questões financeiras apenas utilizando o celular é um ponto chave desse crescimento”, disse o diretor setorial de Tecnologia e Automação Bancária da Febraban, Gustavo Fosse. 

 

Pagamento de contas - Segundo os dados da Pesquisa de Tecnologia Bancária 2019, feita por meio de questionários a 20 bancos associados, o avanço de 80% está relacionado ao crescimento do número de contas pagas por meio desse canal, que chegou a 1,6 bilhão, e do aumento de 119% na quantidade de DOCs, TED e outras transferências de valores em contas bancárias (862 milhões).

 

Incremento - “No celular tivemos incremento em todos os tipos de transações que pesquisamos. No internet banking houve aumento em dois deles e estabilidade em dois, mas diminuição de pesquisa de saldo em 17%, o que não deixa de ser um movimento natural, porque se eu estou em casa, eu pego o celular e olho o saldo, não vou na internet para isso. É uma evolução natural das transações”.

 

Crédito e investimentos - A contratação de crédito pelo celular aumentou 60% ao chegar aos 359 milhões em 2018. Os investimentos e aplicações feitas pelo mesmo canal cresceram 36%. Os dados também indicam que a abertura de contas feitas por aplicativo chegaram aos 2,5 milhões em 2018, enquanto que em 2017 foram 1,6 milhão.

 

Abertura de conta - “O grande destaque aqui é o cliente preferindo usar o canal digital para abrir uma conta ao invés de ir a uma agência para fazer isso. Estamos observando que os clientes estão buscando operações mais estruturadas, como a abertura de contas, pelo mobile. Isso já foi muito discutido no setor e com a flexibilidade de legislação, facilidade de fotografar um documento e transferir, os clientes estão buscando também essa opção”, disse. 

 

Web-chat - A comunicação entre cliente e banco por web-chat teve crescimento de 364%, com 138,3 milhões no ano passado. Os atendimentos via chatbot passaram de 3 milhões em 2017 para 80,6 milhões em 2018, o que corresponde a um aumento de 2.585%. 

 

Contas - A pesquisa avaliou ainda o número de contas com usuários do mobile banking passou de 57 milhões em 2017 para 70 milhões em 2018. Desses, 38% são os chamados heavy users, ou seja, pessoas que fazem mais de 80% de suas operações bancárias por meio do celular. Em 2017, os heavy users eram 16,3 milhões e em 2018 passaram a ser 26,8 milhões, um aumento de 64%. 

 

Investimentos - De acordo com a pesquisa, os investimentos em tecnologia bancária somaram R$ 19,6 bilhões em 2018, ou seja, 3% a mais do que no ano anterior. Desse total, R$ 10 bilhões foram destinados a software, para desenvolvimento de novas funcionalidades em serviços e produtos dos bancos. “Pelo menos 10% desse valor é utilizado para segurança”, disse Fosse. (Agência Brasil)

 

BANCO CENTRAL I: BC discute a criação de novo fundo para salvar bancos da falência

 

banco central I 08 05 2019O Banco Central (BC) está discutindo com o Ministério da Economia a criação de um Fundo de Resolução, que seria usado para dar empréstimos às instituições bancárias para evitar falências e outros riscos para o sistema como um todo.

 

Mudanças previstas - A novidade está entre as mudanças previstas nas leis e ferramentas existentes para proteger os bancos - e, consequentemente, você, correntista.

 

Proteção - Para Carolina Pancotto Bohrer, chefe de gabinete da diretoria de organização do sistema financeiro e de resolução do BC, as medidas discutidas pela autoridade visam proteger a economia, o sistema bancário e também as contas públicas, já que o governo seria o último a ser acionado em casos de risco.

 

Declarações - As declarações foram dadas numa apresentação nesta terça-feira (0?057), durante evento para discutir resolução bancária, promovido pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC). "Deixamos claro que o momento para discutir a proposta é agora, em que vivemos estabilidade do sistema", diz Carolina.

 

Liquidação compulsória - Segundo ela, a proposta do BC mantém o regime de liquidação compulsória, em bancos podem ser retirados do mercado, caso represente uma ameaça para o sistema.

 

Outra ação - Outra ação que se pretende colocar em prática é a chamada "objetividade dos poderes de resolução", que esclarece quais as medidas preventivas serão tomadas para evitar uma crise bancária. Entre elas, como será a absorção das perdas em caso de problemas, e como será a transferência de ativos e a responsabilização.

 

Regras claras - "O sistema brasileiro exige que as regras sejam muito claras e que a gente possa focar na previsibilidade das regras que serão adotadas", afirma Carolina.

 

“Seguro” - Hoje, o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) funciona como um "seguro" para ressarcir investidores quando o banco emissor de algum ativo financeiro quebra. Por exemplo, se você tem um CDB do banco X e essa instituição faliu, você recebe até R$ 250 mil de volta. (Valor Econômico)

 

BANCO CENTRAL II: Poupança tem maior retirada líquida para meses de abril em três anos

 

banco central II 08 05 2019Os brasileiros voltaram a retirar dinheiro da poupança em abril. No mês passado, os saques superaram os depósitos em R$ 2,88 bilhões, informou nesta terça-feira (07/05) o Banco Central. Essa foi a maior retirada líquida da caderneta para meses de abril desde 2016 (-R$ 8,25 bilhões).

 

Resultado - Com o resultado de abril, a caderneta de poupança registrou saques líquidos de R$ 16,28 bilhões no primeiro quadrimestre. No mesmo período do ano passado, as retiradas líquidas tinham somado R$ 694,4 milhões.

 

Mais depósitos - Até 2014, os brasileiros depositavam mais do que retiravam da poupança. Naquele ano, as captações líquidas chegaram a R$ 24 bilhões. Com o início da recessão econômica, em 2015, os investidores passaram a retirar dinheiro da caderneta para cobrirem dívidas, num cenário de queda da renda e de aumento de desemprego.

 

Inversão - Em 2015, R$ 53,57 bilhões foram sacados da poupança, a maior retirada líquida da história. Em 2016, os saques superaram os depósitos em R$ 40,7 bilhões. A tendência inverteu-se em 2017, quando as captações excederam as retiradas em R$ 17,12 bilhões, e em 2018 (captação líquida de R$ 38,26 bilhões).

 

Menos atrativa - Com rendimento de 70% da Taxa Selic (juros básicos da economia), a poupança está se tornando menos atrativa porque os juros básicos estão no menor nível da história, em 6,5% ao ano. Nos últimos meses, o investimento não tem conseguido garantir rendimentos acima da inflação.

 

Rendimento - Nos 12 meses terminados em abril, a poupança rendeu 4,16%. O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA)-15, que funciona como uma prévia da inflação oficial, acumula 4,71% no mesmo período. No dia 10 (sexta-feira), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulga o IPCA cheio de abril. (Agência Brasil)

 

Foto: Pixabay

 

EXECUTIVO: Governo abre crédito suplementar para seis ministérios

 

executivo 08 05 2019Os ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento; da Economia; da Educação; da Saúde; da Infraestrutura; e da Defesa receberão crédito suplementar, de R$ 1.857.213.011,00, para reforço de dotações constantes da Lei Orçamentária em vigor.

 

Diário Oficial - A portaria do Ministério da Economia, abrindo aos orçamentos Fiscal e da Seguridade Social da União em favor desses ministérios, está publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira (08/05). De acordo com o documento, “os recursos necessários à abertura do crédito decorrem de anulação de dotações orçamentárias”, conforme tabela publicada em anexo da portaria. (Agência Brasil)

 

 

PREVIDÊNCIA: Comissão da reforma ouve Paulo Guedes nesta tarde

previdencia 08 05 2019O ministro da Economia, Paulo Guedes, é o convidado da primeira audiência pública da comissão especial da reforma da Previdência (PEC 6/19). Segundo o presidente do colegiado, deputado Marcelo Ramos (PR-AM), Guedes deve apresentar os números que embasam a proposta do governo.

Tranquila - Ramos acredita que a vinda do ministro será tranquila, diferente da reunião com Guedes na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania que foi marcada por confusão e polêmicas. Segundo ele, a oposição fez um acordo para não obstruir os debates.

Convidados -Também foram convidados para a audiência desta quarta-feira (08/05) o secretário especial de Previdência, Rogério Marinho, o secretário especial adjunto de Previdência, Bruno Bianco Leal,e o secretário de Previdência, Leonardo José Rolim Guimarães.

Cronograma - Nesta terça-feira (07/05) a comissão especial aprovou o roteiro de trabalho com cronograma das próximas audiências que vai realizar ainda neste mês.

Parecer - O parecer do relator, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), deve ser apresentado na primeira quinzena de junho.

A proposta- A Proposta de Emenda à Constituição 6/19 pretende alterar o sistema de Previdência Social para os trabalhadores do setor privado e para os servidores públicos de todos os Poderes e de todos os entes federados (União, estados e municípios). A idade mínima para aposentar será de 65 anos para os homens e 62 para as mulheres. Há regras de transição para os atuais contribuintes.

Veja os principais pontos da reforma da Previdência

Dispositivos - O texto retira da Constituição vários dispositivos que hoje regem a Previdência Social, transferindo a regulamentação para lei complementar. O objetivo, segundo o governo, é conter a diferença entre o que é arrecadado pelo sistema e o montante usado para pagar os benefícios. Em 2018, o déficit previdenciário total – setores privado e público mais militares – foi de R$ 266 bilhões.

Local e horário - A audiência com Guedes será realizada no plenário 2 a partir das 14h30. (Agência Câmara)

 

SAÚDE: Paraná tem mais duas mortes por dengue confirmadas

 

saude 08 05 2019O boletim semanal divulgado nesta terça-feira (07/05) pela Secretaria de Estado da Saúde confirma mais duas mortes causadas pela dengue, uma em Cascavel (um homem de 84 anos) e outra em Maringá (uma mulher de 58 anos). Os dois são autóctones, contraídos na cidade onde as pessoas moravam. Desde o início deste ano, o Paraná já registrou 10 casos de morte por dengue em Londrina (5), Cascavel (3) e Maringá (2).

 

Preocupante - O secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, disse que o agravamento da doença no Paraná é muito preocupante porque ainda não chegou o fim do ciclo da doença. “Precisamos do engajamento da população, que pode nos ajudar cuidando do ambiente de suas casas, evitando o lixo acumulado e os focos com água parada nos quintais”, alerta.

 

Intensificação - Em parceria com os municípios, a secretaria intensificou os trabalhos de prevenção à dengue percorrendo todas as Regionais de Saúde para capacitação de médicos, enfermeiros e equipes da Vigilância em Saúde e da Atenção à Saúde. O objetivo é rever o fluxo da doença para que o atendimento e o diagnóstico aconteçam rapidamente.

 

Capacitações - Nas capacitações, feitas por médicos especialistas do Setor de Doenças Transmitidas por Vetores da secretaria, também são transmitidas informações sobre manejo clínico da doença, identificação de criadouros de mosquito transmissor e outras e medidas preventivas.

 

Participantes - Nesta ação, já foram capacitados cerca de 2 mil profissionais de 11 Regionais de Saúde. Nesta segunda-feira (06/05), o curso aconteceu em Irati e nesta terça-feira ocorre em Paranavaí e Loanda. Na quinta e na sexta-feira (9 e 10/05) será em Telêmaco Borba.

 

População - “O nosso trabalho de prevenção e orientação percorre todo o Paraná, mas é preciso que a população também participe”, reafirma a médica veterinária Ivana Belmonte, da Divisão de Vigilância Ambiental da Secretaria da Saúde.

 

Balanço - O boletim semanal mostra que são 5.938 casos confirmados de dengue no Paraná, contra 4.970 registrados na semana passada – um aumento de 968 casos.

 

Municípios - Cresceu também o número de municípios com maior incidência da doença. Eram 24 na semana anterior e hoje são 26: Japurá, Francisco Alves, Porto Rico, Leópolis, Uraí, Lupionópolis, Itambé, Loanda, Santa Mariana, Terra Roxa, Abatiá, Flórida, Missal, Nova Londrina, Alvorada do Sul, Moreira Sales, Rancho Alegre, Santo Antônio do Paraíso, Anahy, Cafeara, Arapuã, Andirá, Lindoeste, Bandeirantes, Paranacity e Nova Olímpia. (Agência de Notícias do Paraná)

 

BRASIL: Com gasto similar, país reduz menos a desigualdade que UE

 

brasil 08 05 2019As transferências de recursos federais para Estados e municípios no Brasil são menos eficientes na redução da desigualdade do que as aplicadas em países da União Europeia (UE) e da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), segundo a especialista em gestão fiscal Carola Pessino, do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

 

Cálculo - A taxa é calculada com base no índice de Gini, que mede a concentração de renda. O Brasil, afirma Pessino, conseguiu reduzir 8% da desigualdade com montantes similares aos utlizados por UE e OCDE, que conseguiram reduzir em 38%.

 

Análise - A análise foi feita durante discurso de lançamento do estudo “Melhores gastos para melhores vidas”, do BID, com propostas para melhorar a eficiência dos gastos públicos de América Latina e Caribe, nesta terça-feira, na sede do Ministério da Economia, em Brasília.

 

América Latina e Caribe - Na América Latina e Caribe, a eficiência das políticas é ainda pior: a desigualdade caiu 4,7% com recursos semelhantes, valor oito vezes menor do que os apresentados pelos blocos econômicos. Pessino diz que as transferências de renda tendem a recuar em épocas de crises, principalmente por estarem na maior parte das vezes indexadas a salários e receitas.

 

“Pró-ricos” - A especialista em gestão fiscal cita que cerca de 75% das transferências são "pró-ricos" e contemplam, por exemplo, subsídios e aposentadorias contribuitivas. Os 25% restantes representam as transferências condicionadas e aposentadorias não contributivas.

 

Desvios na transferência de renda - Os desvios em programas de transferência de renda de América Latina e Caribe chegam a 1,1% do Produto Interno Bruto (PIB) da região, segundo o vice-presidente de Países do BID, Alexandre Meira Rosa.

 

Práticas - O estudo defende práticas como filtros nessas políticas para que o dinheiro dos pobres não acabe na mão dos ricos, diz Meira. Outras prioridades devem ser a melhor gestão da infraestrutura e a separação do investimento público de alto impacto dos demais, exemplifica.

 

Renda média - Meira avalia que o Brasil se tornou um país de renda média e, portanto, com maiores exigências da sociedade em relação aos governos. “Querem mais e melhores serviços públicos”, afirma. Segundo ele, países enfrentam crises semelhantes à do Brasil em toda a América Latina.

 

Conhecimento - Na avaliação dele, o BID não deve ter a função apenas de financiador, mas também de produtor de conhecimento. Do governo brasileiro, participam do evento em Brasília o secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, o subsecretário de Previdência Complementar, Paulo Valle, e o secretário de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais, Marcos Troyjo.

 

Investimento público - O BID aponta que, nas últimas décadas, o gasto com investimentos públicos perdeu fortemente espaço para as despesas correntes. O movimento ocorreu de forma generalizada na América Latina.

 

Queda - No caso do Brasil, os investimentos públicos caíram de 29,5% das despesas primárias em 1993 para 5,7% em 2015. O assessor-sênior do Departamento de Pesquisa do BID, Alejandro Izquierdo, destacou que o efeito multiplicador do gasto com investimento é muito maior do que das despesas correntes e defendeu regras fiscais que protejam os investimentos público.

 

Dilema - Izquierdo apontou que o Brasil e a América Latina vivem o dilema de ter demandas crescentes da sociedade, enquanto há uma grande restrição fiscal, decorrente em parte da deterioração das condições econômicas externas e da perda de fontes de crescimento domésticas.

 

Gasto público - Ele também disse que, nas últimas décadas, o gasto público cresceu fortemente na região e no Brasil. “O gasto público cresceu rápido nas últimas décadas e isso pode ser um problema para a questão da eficiência”, disse o economista.

 

Eficiência - Izquierdo apontou que pode haver problemas de eficiência por excessivas transferências a entes subnacionais, que contam com poucas fontes próprias de recursos.

 

Previdência - O estudo aponta ineficiência nos gastos previdenciários no Brasil, que são altos para uma população relativamente jovem. E também destaca que há ineficiências decorrentes de corrupção e atrasos em gastos públicos, além de elevados salários para servidores públicos, em especial no plano federal, onde os funcionários ganham muito mais do que equivalentes no setor privado. (Valor Econômico)

 

INTERNACIONAL: EUA mantêm bloqueio na OCDE e não cumprem 'barganha' com o Brasil

 

internacional 08 05 2019Os Estados Unidos mantiveram nesta terça-feira (07/04) o impasse sobre a adesão de novos membros na Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Ao mesmo tempo, o governo de Donald Trump elogiou a "posição de liderança" do Brasil em abrir mão do Tratamento Especial e Diferenciado (TED) em acordos da Organização Mundial do Comércio (OMC).

 

Desequilíbrio - Significa que a barganha feita entre Jair Bolsonaro e Donald Trump está desequilibrada até o momento. Em 19 de março, em Washington, o presidente brasileiro anunciou que o Brasil começaria a abrir mão do TED, que dá mais flexibilidade na implementação de acordos comerciais. Em contrapartida, Trump prometeu dar "apoio para que o Brasil inicie o processo de acessão com vistas a tornar-se membro pleno da OCDE".

 

Expectativa - A expectativa nos meios diplomáticos era de o governo Trump aproveitar a reunião do Conselho de Representantes na OCDE, ocorrida nesta terça, a última que antecede a conferência ministerial de 22 e 23 deste mês em Paris, para enfim desbloquear a demanda brasileira e de outros países para aderir à organização. Isso é considerado importante para impulsionar reformas e integrar mais o Brasil na economia global.

 

Sem instruções - O Valor apurou, porém, que a delegação americana mais uma vez repetiu que "não tinha instruções" para uma decisão do conselho sobre possível adesão de novos membros.

 

Apoio - Os americanos reafirmam a representantes brasileiros que o governo Trump apoia a entrada do Brasil na OCDE. Mas que o alargamento da entidade deve vir num contexto de sua modernização, sem dizer exatamente o que isso quer dizer.

 

Proposta - O que continua na mesa, oficialmente, é a proposta que Washington apresentou em dezembro, na qual apoiava a entrada da Argentina e, para assegurar isso, aceitava ao mesmo tempo a adesão da Romênia impulsionada pela União Europeia (UE).

 

Sem mudança - Até o momento Washington não mudou seu documento, para incluir o Brasil em sua proposta ao lado dos argentinos. O que parece certo é que os europeus vão querer emplacar o mesmo número de países que os americanos. Além da Romênia, a Bulgária está na lista para negociar adesão.

 

Atenções - Agora as atenções vão estar voltadas para a conferência ministerial da OCDE, dentro de duas semanas. O ministro da Fazenda, Paulo Guedes, é esperado como um dos participantes convidados.

 

Posicionamento - Por sua vez, também nesta terça-feira (07/05), em Genebra, na OMC a delegação americana voltou a se posicionar pelo desmantelamento do Tratamento Especial e Diferenciado como existe hoje e não poupou elogios à posição do Brasil nas discussões do tema.

 

Status - Em sua intervenção, o Brasil reiterou que não vai alterar seu status de país em desenvolvimento, mas não pedirá TED em negociações de acordos em curso ou no futuro. No entanto, frisou que vantagens obtidas por meio do TED no passado, e em vigor, serão mantidas. Já países como Paquistão insistiram que o TED é inegociável e rejeitaram inclusive uma proposta moderada feita pela Noruega. (Valor Econômico)

 

 


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