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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4565 | 29 de Abril de 2019

FÓRUM FINANCEIRO: Especialista apresenta conjuntura econômica e política do Brasil e do mundo

forum financeiro 29 04 2019A conjuntura econômica e política brasileira e mundial e as perspectivas para o quadriênio 2019-2022 serão temas da palestra que será ministrada pelo doutor em Economia, Juan Jensen, da 4R Consultoria, no Fórum Financeiro e de Mercado que o Sistema Ocepar promove na sexta-feira (03/05), no auditório da entidade, em Curitiba.

Público - O evento é destinado a profissionais das cooperativas paranaenses e agentes financeiros que atuam em parceria com o setor.

Programação - As atividades terão início às 10h, com a presença do presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, que fará a abertura do Fórum. Na sequência, o diretor do Departamento de Gestão de Riscos da Secretaria de Política Agrícola do Mapa, Pedro Loyola, ministra a palestra com o tema “Perspectivas para o seguro rural e Proagro no Brasil”. Depois, o diretor do Departamento de Financiamento e Informação da Secretaria de Política Agrícola do Mapa, Wilson Vaz de Araújo, discorre sobre as principais políticas do Plano Agrícola e Pecuário da safra 2019/20.

Cooperativismo - O cenário do cooperativismo paranaense será tratado pelo coordenador de Desempenho do Sescoop/PR, João Gogola Neto. O evento encerra às 16h.

PROGRAMAÇÃO

09:30h – Inscrições e credenciamento

10:00h – Abertura – José Roberto Ricken – presidente Sistema Ocepar

10:15h – Perspectivas para o seguro rural e Proagro no Brasil – Pedro Augusto Martins Loyola Junior – diretor do Departamento de Gestão de Riscos – Secretaria de Política Agrícola do Mapa

11:30h – Principais políticas do Plano Agrícola e Pecuário da safra 2019/2020 – Wilson Vaz de Araújo – diretor do Departamento de Financiamento e Informação - Secretaria de Política Agrícola do Mapa

12:30 – Almoço

13:30 – Cenário do cooperativismo paranaense – João Gogola Neto – coordenador de Desempenho – Sistema Ocepar

14:00 - Conjuntura econômica e política e perspectivas 2019-2022 - Juan Pedro Jensen Perdomo – 4E Consultoria

16:00 – Coquetel de encerramento

 

GETEC: Informe traz projeções de instituições financeiras sobre indicadores econômicos

getec destaque 29 04 2019A Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec) divulga, nesta segunda-feira (29/04), mais uma edição do Informe Expectativas de Mercado, com base nas informações do Boletim Focus, do Banco Central, levantadas com instituições financeiras sobre as projeções relativas à economia nacional, contemplando o Produto Interno Bruto (PIB), IPCA (Índice de Preços ao Consumidor), taxa Selic e câmbio para 2019, 2020 e 2021.

Informações -  Mais informações podem ser obtidas com Maiko Zanella (maiko.zanella@sistemaocepar.coop.br / 41 3200-1115) ou com Jessica Raymundi (jessica.costa@sistemaocepar.coop.br / 41 3200-1133).

Clique aqui para acessar na íntegra o Informe Expectativas de Mercado

 

SINCOOPAR OESTE: Cooperativa divulga mensagem sobre o Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho

Neste domingo (28/04) foi comemorado o Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho. O Sindicato das Cooperativas Agrícolas, Agropecuárias e Agroindustriais (Sincoopar) da região Oeste, lembra que a celebração foi criada em memória aos 78 trabalhadores mortos em 28 de abril de 1969, na explosão de uma mina no estado norte-americano da Virgínia. “Em 2003, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) instituiu a data, intento confirmado no Brasil pela Lei 11.121, de 25.05.2005, como forma de promover a cultura de prevenção de acidentes e doenças ocupacionais”, afirma o presidente do Sincoopar Oeste, Dilvo Grolli, em mensagem sobre o Dia Mundial de Segurança e Saúde do Trabalho

Grupo de Trabalho - Ainda de acordo com ele, a cooperativa implantou, em 2015, o Grupo de Estudos da Aplicabilidade da Normas Reguladoras (NRs), que “tem se esmerado nos estudos e debates pela preservação da vida e da saúde do trabalhador em cooperativas, promovendo o diálogo participativo entre os responsáveis pela segurança em todos os níveis de nossa estrutura cooperativista”

Importância - “Como entidade sindical que busca atuar na promoção de um ambiente de trabalho seguro e saudável, o Sincoopar Oeste vem enaltecer a importância de todos os profissionais dos SESMTS das cooperativas filiadas, na conscientização e na proteção dos colegas de trabalho, seus familiares, associados e outras pessoas que possam ser afetadas pela atividade laboral”, acrescenta Grolli.

Clique aqui para conferir na íntegra a mensagem do Sincoopar Oeste sobre o Dia Mundial de Segurança e Saúde no Trabalho

 

COCARI: Tem início o Programa de Certificação de Conselheiros Cooperativos

 

Iniciou-se, na quinta-feira passada (25/04), na Cocari, o Programa de Certificação de Conselheiros Cooperativos. O treinamento é destinado a conselheiros, bem como a todos aqueles que desejarem candidatar-se ao cargo de conselheiro administrativo, fiscal ou estratégico. Realizado em parceria com o Sescoop/PR e a Escola de Negócios Isae-FGV, o programa possui um cronograma que contempla cooperativismo, estratégia e liderança, e acontecerá até dezembro deste ano. 

 

Integração - Nesta primeira oportunidade, a professora Denise Basgal fez a integração dos 38 participantes e apresentou o programa, seus objetivos e conteúdo programático. O representante do Sescoop/PR, Jaffer Vinícius Besen, também participou do lançamento.

 

Objetivos - O Programa de Certificação de Conselheiros visa à formação de membros e candidatos aos conselhos de administração, fiscal e estratégico, de forma que seja proporcionada a cada conselheiro uma visão ampla de todos os aspectos relevantes para que exerçam as funções.  

 

Conteúdo programático - A cada mês, a turma realizará uma etapa do treinamento, com diferentes professores. A estrutura do programa levará os participantes ao conhecimento de conteúdos como Direito Cooperativo; Autogestão; Gestão Econômica e Financeira; Análise de Investimentos; Gestão de Projetos; Estratégias de Mercado; Comunicação e Liderança; além de Negociação e Gestão de Conflitos. (Imprensa Cocari)

 

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FRÍSIA: Firmada parceria com startup que identifica mastite em vacas

 

A Frísia firmou uma parceria com a OnFarm, startup que atua com a identificação da mastite. A parceria foi oficializada na sexta-feira (26/04), segundo dia da 14ª ExpoFrísia. A mastite é um processo inflamatório que atinge a glândula mamária das vacas e reduz a produção leiteira. Além da parceria, a ExpoFrísia contou com palestrantes de referência na pecuária leiteira e suinícola.

 

Doença contagiosa - Causada por microorganismos (como Staphylococcus aureus e Streptococcus agalactiae), a mastite é uma doença contagiosa e de fácil transmissão que traz grandes prejuízos às propriedades, já que eleva os custos com antibióticos. Esses medicamentos podem contaminar o leite, prejudicando a qualidade e promovendo uma queda na produção.

 

Identificação - Com a solução desenvolvida pela startup, os cooperados da Frísia poderão identificar a causa da doença em menos de 24 horas. “Conhecer o agente causador da mastite é um fator importante para definir o processo de prevenção e controle. Em muitos casos, o uso de antibiótico pode ser evitado, e isso é um benefício econômico para o produtor, que pode reduzir cerca de 40% dos custos com fármacos, além de elevar a qualidade do produto”, explica o gerente-técnico da OnFarm, Eduardo Pinheiro.

 

Foco - O coordenador de Pecuária Leiteira da Frísia, Jefferson Pagno, também reforça a importância na redução dos custos ao cooperado. “É uma tecnologia nova com foco em embasar o produtor com mais informações sobre a doença. Com a parceria, o cooperado terá ainda um aplicativo para gerenciar e ter maior controle sobre as incidências”, explica Pagno. A parceria começa oficialmente nesta segunda-feira (29/04).

 

Palestras - O dia de palestras da ExpoFrísia foi aberto pelo zootecnista Cleocy de Mendonça Júnior, que tratou do futuro da genômica e o caminho que a genética seguirá. Júnior apresentou a evolução, ao longo dos anos, dos métodos de seleção dos animais até os dias de hoje, o que resultou no aumento da eficácia genética.

 

Lento e caro - O zootecnista destacou que antes da genômica a seleção do gado leiteiro era devagar (teste de progênie para produção leva de três a quatro anos a partir da inseminação, por exemplo) e “muito caro” (teste de progênie custa entre US$ 25 mil e US$ 50 mil por touro). Júnior destacou que na última década, com a genômica, houve um progresso na confiabilidade das predições, expansão no número de características avaliadas e crescimento nos números de genotipagem em todo o mundo. “Não dá mais tempo de saber quem é o pai, o avô, bisavô do touro”, explica.

 

Controle - Já o professor-doutor da Universidade de São Paulo (USP), Marcos Veiga, apresentou sobre o controle da mastite e o uso racional de antibióticos. Veiga reforçou o quanto é fundamental identificar a causa da mastite, pois, com essa informação, é possível saber se o animal necessita ou não ser medicado com antibióticos e, se a resposta for positiva, se eles devem ser aplicados no momento da descoberta ou posteriormente.

 

Pecuária suína - A palestra sobre pecuária suína foi ministrada pelo professor da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Geraldo Camilo Alberton. Ele discorreu sobre várias fases dos suínos, com destaque para a dos leitões, tanto em relação a amamentação quanto a doenças. “Umidade excessiva, desordem hierárquica, excesso de gases e superlotação geram estresse aos animais e a consequente queda de imunidade”, explica.

 

Críticas - Alberton também criticou a chamada reciclagem de refugo e a seleção dos mais jovens para fechar o lote de desmame. Isso acontece quando os leitões não atingem o peso para desmamar e, assim, são remanejados para salas com animais mais jovens e quando eles são desmamados uma semana antes, inclusive, não recebendo as vacinas.

 

Fim - A ExpoFrísia terminou no sábado (27/04) com a Copa dos Apresentadores, julgamentos de animais e premiação aos produtores-destaque. Para a edição deste ano foram construídos 20 novos estandes, que remetem às características arquitetônicas da Holanda.

 

Sobre a Frísia Cooperativa Agroindustrial - Fundada em 1925, a Frísia é a cooperativa mais antiga do Paraná e segunda do Brasil. Localizada na região dos Campos Gerais, tem sua produção voltada ao leite, carne e grãos, principalmente, trigo, soja e milho. A cooperativa é resultado da união do trabalho de todos os cooperados e colaboradores; da diversificação da produção, englobando a produção leiteira, de grãos e de proteína animal; e da alta qualidade do que é feito e comercializado, com animais de excelente genética, rastreamento e investimento em tecnologia, infraestrutura e mão de obra. Os valores da cooperativa são Fidelidade, Responsabilidade, Intercooperação, Sustentabilidade, Integridade e Atitude (FRISIA). (Imprensa Frísia)

 

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CASTROLANDA: Sicredi renova parceria e agora é patrocinador Diamante Agroleite

 

castrolanda 29 04 2019A Sicredi Campos Gerais PR/SP anunciou, na última terça-feira (23/04), a aquisição da cota Diamante de patrocínio para o Agroleite. O convite para a participação na cota master de apoio ao desenvolvimento do Agroleite aconteceu durante a visita do diretor executivo do Sicredi Campos Gerais, Marcio Zwierewicz, do presidente Popke Ferdinand van der Vinne, assessores e o CEO do Woccu, Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito, Brian Branch, em março, na Cidade do Leite. 

 

Logomarca - A cota Diamante prevê a Sicredi a sua logomarca estampada em todos os materiais divulgados pelo Agroleite com ampla promoção de publicidade fazendo associação ao evento e a Castrolanda, promotora do Agroleite. “A Agroleite é uma das maiores feiras da cadeia do leite e que cresce a cada ano, graças ao profissionalismo de seus organizadores e de todos que fazem parte dessa importante cadeia produtiva.  Com muita satisfação a Sicredi Campos Gerais, passa esse ano de patrocinador Ouro que somos há 10 anos, para Diamante. Valorizando cada vez mais a intercooperação que temos com a Cooperativa Castrolanda, seus cooperados e colaboradores, associados que temos em comum, disse o Diretor Executivo Sicredi Campos Gerais PR/SP Marcio Zwierewicz desejando a todos uma ótima Agroleite. 

 

Vitrine - “O Agroleite é uma vitrine do cooperativismo. Produtores juntos com a sua cooperativa criaram esse evento de referência há alguns anos. Conforme os princípios da intercooperação é um passo natural para uma grande cooperativa de produção se associar com uma das maiores cooperativas de crédito da América do Sul. Ter o Sicredi entre os apoiadores oficiais é motivo de muita satisfação para todos nós. A Castrolanda agradece o investimento, principalmente nesse novo momento para o Agroleite. Somos um dos maiores eventos de leite da América Latina e tê-los ao nosso lado permite que possamos alcançar patamares cada vez mais altos”, agradece o CEO, Thomas Domhoff. 

 

Trinta anos - A Sicredi Campos Gerais PR/SP comemorou em janeiro 30 anos de fundação. Está presente em 14 municípios com 25 agências. Tem 64 mil associados e 470 colaboradores, números que colocam a Sicredi Campos Gerais entre as 10 maiores regionais do Sicredi no Brasil. Encerrou 2018 comemorando um resultado recorde de R$ 49 milhões. O volume de ativos superou a casa dos R$ 2 bilhões. Os recursos administrados chegaram a R$ 1,5 bilhão, com um patrimônio líquido de R$ 240 milhões. (Imprensa Agroleite)

 

AGROLEITE 2019

19ª edição 

Data: 13 a 17 de agosto 

Local: Cidade do Leite e Parque de Exposições Dario Macedo – Castro/PR

Horário: Das 8h às 18h

Mais informações sobre o evento podem ser acessadas pelo site www.agroleitecastrolanda.com.br

 

 

PRIMATO I: Produção e ambientação na atividade leiteira foram abordados no Encontro de Leite 2019

 

primato I 29 04 2019Com o objetivo de trazer informações sobre manejo, produção e ambientação na atividade leiteira, que a Primato Cooperativa Agroindustrial promoveu o Encontro de Leite 2019 na manhã de quinta-feira (25/04), no Teatro Gustavo Fischer, em Nova Santa Rosa (PR). Estiveram presentes cooperados, técnicos e profissionais que prestigiaram as palestras e receberam informações importantes relacionadas à campanha da febre aftosa.

 

Abertura Os participantes foram recepcionados com um café da manhã promovido pela cooperativa através da unidade agropecuária e agrícola de Nova Santa Rosa. Na sequência, o presidente da Primato, Ilmo Werle Welter deu as boas-vindas. “É muito bom estarmos promovendo mais este evento relacionado a atividade leiteira, que é muito significativa em Nova Santa Rosa. Pelo segundo ano consecutivo, vamos receber informações técnicas para que possamos aplicar em nossas propriedades”, enalteceu Ilmo que concluiu, “outro ponto importante será sobre a questão da vacinação da febre aftosa, que o representante da Adapar vai trazer os detalhes. Obrigado também a prefeitura municipal pelo apoio na realização do evento”.

 

Importância do evento - Por sua vez, o prefeito de Nova Santa Rosa, Norberto Pinz, enfatizou a importância do evento. “No mês de aniversário de emancipação política de nosso município, termos a realização do Encontro de Leite, trazendo informações relacionadas a esta atividade fundamental para Nova Santa Rosa, nos deixa satisfeitos e gostaria de agradecer a Primato pelo empenho no aperfeiçoamento da pecuária de leite”.

 

Silagem - A primeira palestra teve como tema “Produção de silagem de milho de alta qualidade”, proferida pelo engenheiro agrônomo e consultor técnico Marcos Bridi. “Todos os esforços para que haja alta produtividade na pecuária leiteira são fundamentais no processo, porém, a nutrição animal desenvolvida através da silagem é um ponto que precisa de cuidados especiais para que os investimentos que o cooperado aplica, se revertam em produtividade assertiva”, disse Marcos.

 

Aftosa - Após um breve intervalo, o médico veterinário e representante da Adapar José Carlos Pereira trouxe um recado aos presentes. “A respeito da campanha da vacinação, foi definido que esta será a última. Vale ressaltar que o cadastro ainda é obrigatório e continuará sendo exigido. A questão de vacinação, os representantes da cooperativa vão dar as instruções necessárias para que tudo fique em dia”, ressaltou Pereira que complementou, “tudo isso porque vocês produtores, fizeram seu dever de casa com excelência, vacinando e controlando seus plantéis”.

 

Qualidade - A última palestra foi ministrada pelo médico veterinário especialista em microbiologia patologia, Abraão Carvalho de Martins, que abordou o tema ‘Qualidade do Leite: Novas normativas e tendências tecnológicas em limpeza e desinfecção’. “A ambientação e os cuidados no controle de limpeza e desinfecção são fundamentais para que a qualidade do leite produzido seja de alto padrão. Por isso, em parceria com a Primato, os desinfetantes apresentam informações claras em suas embalagens, em língua portuguesa, para que não haja confusão ou desentendimento do que cada produto faz e pode fazer”, expressa Abrão.

 

Almoço - Ao término do evento foram sorteados brindes das empresas parceiras. São elas: Ceva Saúde Animal, American Nutrientes, MSD Saúde Animal, Tortuga-DSM, Hipra Saúde Animal, Biomatrix, J.A Saúde Animal. Após o sorteio, os convidados foram recepcionados no Clube Internacional para um almoço de encerramento. (Imprensa Primato)

 

PRIMATO II: Com tema Sustentabilidade e Desenvolvimento, cooperativa sedia mais um CBN Agro

 

primato II 29 04 2019A primeira edição da CBN Agro em Toledo em 2019 teve como tema “Sustentabilidade e Desenvolvimento – 10 desafios para o futuro do agronegócio”, realizado na Associação da Primato Cooperativa Agroindustrial na noite de terça-feira (23/04). O evento é promovido pelas Rádios CBN e Massa FM em parceria com a Primato, na cidade de Toledo (PR). Ao todo, são oito eventos no Paraná e um no Mato Grosso do Sul.

 

Participantes - Cerca de 200 pessoas participaram do evento que teve como palestrante Xico Graziano, engenheiro agrônomo, consultor e professor. “Com imenso prazer que mais uma vez somos parceiros deste evento importante para o agronegócio, trazendo informações que podemos aplicarmos em nossas propriedades”, disse o presidente da Primato Ilmo Werle Welter dando as boas-vindas aos participantes.

 

Cenário - Na primeira parte da palestra, Xico Graziano mostrou um cenário que projeta o futuro do agronegócio para os próximos anos. “Para desenvolver este ciclo de palestras, organizei uma ideia, através de minhas experiências, estudos e acontecimentos para que seja possível discutirmos e até, nos desafiarmos através de questionamentos sobre como será o futuro e se estamos fazendo nosso dever de casa”, disse.

 

Desafios - Confira os principais desafios apresentados:

 

1- Economia fechada (25%) vai abrir suas portas para o mundo

“Economia brasileira é muito fechada e somente através da abertura poderemos ter desenvolvimento, geração de trabalho e recursos. Não significa que vamos perder espaço para empresas internacionais, mas sim, abrir as portas para o mundo. Todas as economias que o fizeram, estão hoje, melhores daquelas que não abriram seu mercado. E o Brasil, é pouco aberto atualmente”.

 

2- Novo ciclo de crescimento econômico vai aquecer o mercado interno

“Através das reformas necessárias do governo, teremos um novo ciclo de aquecimento do mercado interno, trazendo o desafio maior do que somente a exportação”.

 

3- Liberalismo vai reduzir subsídios e acabar com a mamata pública

“Grande desafio para que o Estado seja eficiente, deixe os setores trabalharem e com isso focar no que é seu dever. Educação, saúde, segurança e saneamento. Aqui um paradigma, afinal, o agronegócio vive muito de subsídios, por isso, grande desafio”.

 

4- Valorização da meritocracia vai enfrentar o velho clientelismo

“Sem dúvidas, um desafio grandioso, afinal, esta é uma prática arraigada não somente no poder público, afinal, se você conhece alguém aqui na cooperativa, a maioria quer a sua indicação para o posto. Pronto, aqui está o clientelismo. Méritos por produtividade será uma revolução nas relações de trabalho”.

 

5- Sociedade exigirá transparência e compliance na gestão

“Procedência, algo que está cada vez mais corrente entre os consumidores. Produzir alimentos saudáveis, com rastreabilidade, algo fundamental, que notei a Primato fazendo aqui, afinal, está em sua missão. As empresas entenderam que, a transparência é necessária para dizer: ‘não somos como empresas fraudulentas, corruptas. Trabalhamos corretamente’. Isso é compliance na gestão”.

 

6- Sustentabilidade e economia de baixo carbono irão se impor na produção

“Qual é o tipo de energia que a empresa utiliza para produzir? A busca é por energias de baixo carbono, mais limpas, como eólica, solar, biodiesel, biodigestores. E isso será estampado em suas embalagens. Nós produzimos através de energia que não agride o meio ambiente”.

 

7- Alimento saudável será a principal característica da demanda

“Antes de iniciar li a missão da Primato. Alimentar o Mundo Saudável. Perfeito, está alinhado com este desafio, afinal, cada vez mais será isso que o consumidor vai exigir. E o Brasil tem todos os requisitos para que esse ponto seja suprido sem problemas, desde que as empresas implementem isso em sua missão, assim como faz aqui a Primato”.

 

8- Evolução tecnológica exigirá romper paradigmas 

“Um bom exemplo que uso é o drone. Fico pensando, com o avanço tecnológico, mais do que apenas mapear a lavoura, imaginamos então que daqui algum tempo, além da leitura, quando encontrar algo em determinado ponto, ele aplicasse de forma otimizada, o defensivo no local? Vai ser sensacional, mas, e as empresas que produzem os pulverizadores gigantes como as parrudas? Vão vender o que? Aí está a necessidade de rompermos os paradigmas, afinal, muita coisa utilizada hoje se quer vai existir em uma ou duas décadas”.

 

9- Cooperação e compartilhamento gerará o conhecimento futuro

“Esse ponto percebo que o Paraná de forma geral é muito organizado e aqui estamos em uma cooperativa que aplica na prática. Precisamos de cooperação para sermos competitivos, compartilhando ideias, espaços, expertises e experiência, agilizando o processo de conhecimento e produção, criando um ambiente favorável para o mercado e nossas vidas no futuro”.

 

10- Renovação será primordial na sobrevivência empresarial

“Se fala muito em sucessão familiar, o que acredito ser fundamental na renovação, porém, é preciso que essa renovação seja enfática e corrente, porque o mercado cada vez mais demanda que os negócios estejam alinhados com o anseio do consumidor, suas regulamentações e exigências, que por sua vez trabalhe e produza para que o movimento econômico seja expansivo e estruturado. Somente assim, teremos empresas que incentivem mais do que o ponto econômico, mas sim, àquele que traz qualidade de vida a todos”. (Imprensa Primato)

 

 

SICOOB CREDICAPITAL: Convênio com prefeituras para implantação do Programa Cooperjovem é oficializado

 

sicoob credicapital 29 04 2019Na segunda-feira passada (22/04), o Sicoob Credicapital e o Instituto Sicoob oficializaram parceria com duas prefeituras da região de Cascavel, no Oeste do Paraná, para a implantação do Programa Cooperjovem. A partir de agora, os alunos da rede municipal de ensino de Laranjeiras do Sul e de Novas Laranjeiras participarão das atividades educativas desenvolvidas por meio do programa para disseminação dos princípios e valores do cooperativismo.

 

Abrangência - Coordenado pelo Serviço de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop), atualmente o Programa Cooperjovem é aplicado pelo Instituto Sicoob em 322 escolas de 38 municípios, em três estados. Ao todo, já são mais de 40 mil alunos e 1.600 professores capacitados.

 

Escolas - Inicialmente, o programa irá atender alunos de três escolas de Laranjeiras do Sul: Teotônio Vilela (Presidente Vargas), Terezinha Andreetta (Santo Antonio de Pádua) e José Bonifácio (Vila Palmeiras). A expectativa é que em breve, as atividades sejam aplicadas em mais escolas.

 

Qualidade - “A implantação do Programa Cooperjovem vem agregar ainda mais qualidade à educação que estamos oferecendo aos alunos. Quanto mais investimentos na formação de nossas crianças, maior será o desenvolvimento de nossa cidade. Investir na educação é preparar o município para o desenvolvimento e crescimento”, destacou o prefeito, Berto Silva.

 

Agradecimento - Já o prefeito de Nova Laranjeiras, José Lineu Gomes, agradeceu oportunidade de poder inserir a educação cooperativa no cotidiano escolar. “Certamente o programa fará a diferença no ambiente escolar e na vida dos alunos, garantindo assim mais conhecimento para o futuro de nossas famílias e do nosso município”. 

 

Confiança - Representando o Sicoob Credicapital, o diretor-presidente Valdir Pacini comemorou as novas parcerias e agradeceu a confiança das prefeituras nas ações da cooperativa e do Instituto Sicoob. “Com certeza, conseguimos despertar a visão de que o programa é importante para as escolas e para as cidades”, diz.

 

Sobre o Cooperjovem - O objetivo do programa é disseminar a cultura da cooperação, baseada nos princípios e valores do cooperativismo, por meio de atividades educativas. Dessa forma, o Programa Cooperjovem capacita os professores para que, de forma interdisciplinar e transdisciplinar, consigam aprimorar a prática educativa junto com seus alunos e comunidades escolares, se apropriando da cultura da cooperação como uma ferramenta propulsora de mudança e transformação social. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

SICOOB OURO VERDE I: Anunciado resultado de R$ 16 milhões em 2018

 

No dia 22 de abril, ocorreu em Londrina a Assembleia Geral Ordinária do Sicoob Ouro Verde. Na ocasião, o diretor executivo Emerson Ferrari apresentou o balanço geral da cooperativa, que em 2018 registrou crescimento de 23% em seu resultado.

 

Indicadores - Entre os indicadores, que já haviam sido anunciados durante as pré-assembleias realizadas nas cidades de atuação da cooperativa no Norte Pioneiro do Paraná, destaque para o resultado de R$ 16 milhões, que será compartilhado com os cooperados. O Sicoob Ouro Verde registrou ainda aumento superior a 30% no patrimônio líquido e crescimento de 18% nas operações de crédito, feito arrojado em meio a um cenário econômico de recessão.

 

Alteração - Recentemente, o Banco Central aprovou a alteração da razão social do Sicoob Norte do Paraná para Cooperativa de Poupança e Crédito Ouro Verde - Sicoob Ouro Verde. A mudança na denominação foi solicitada depois que a cooperativa londrinense concretizou a união com o Sicoob Amapá, durante Assembleia Geral Extraordinária realizada em fevereiro.

 

Foco - A expansão foi o foco do discurso do presidente do Conselho de Administração do Sicoob Ouro Verde, Sr. Rafael de Giovani Netto, durante a AGO. Segundo ele, mesmo em um ano de oscilações na economia e na política nacional, o Sicoob Ouro Verde alcançou suas metas fechou 2018 com 34.828 cooperados e 292 colaboradores alocados nos 28 pontos de atendimento. 

“O plano para os próximos anos é a inauguração de cinco novas agências no Amapá e pelo menos 17 no estado de São Paulo, que marcarão a chegada da cooperativa na capital e no interior do Estado”, afirma.

 

Confiança - Para o presidente, os números positivos e o crescimento da singular, com a ampliação da área de atuação, demonstram a confiança dos cooperados. “Estamos muito felizes com nossos resultados. O objetivo agora é melhorar os serviços, ampliar a rede de atendimento e continuar somando esforços para crescer coletivamente. Temos uma bela fatia do mercado financeiro a conquistar e temos condições, capacidade e arrojo para isto”, conclui. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

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SICOOB OURO VERDE II: Abertas as inscrições para a Corrida Sicoob 2019

 

sicoob ouro verde II 29 04 2019No dia 26 de maio, acontece em Londrina mais uma edição da Corrida Sicoob. Promovida pelo Sicoob Ouro Verde e organizada pela Capa Promoção e Eventos, a prova será realizada no Aterro do Lago Igapó 2 (Rua Professor Joaquim de Matos Barreto, próximo à rotatória da Av. Maringá) e deve reunir mais de 1.500 pessoas. 

 

Categorias - A corrida terá 12 categorias, sendo elas femininas e masculinas, disputadas em três percursos: 21 km (meia maratona), com largada às 7h; 10 km, com largada às 7h10 e 5 km, com largada às 7h15. A prova de 21 km terá duração máxima de 3 horas e as de 5km e 10 km, duração de 1h45. 

 

Inscrições abertas - As inscrições já estão abertas e podem ser feitas no site www.corridasicoob.com.br, até o dia 22 de maio. Os valores variam por categorias e datas (até 7 de maio/de 8 a 22 de maio). Para cooperados Sicoob, a taxa de inscrição tem valor diferenciado. Menores de 18 anos poderão participar, mediante apresentação de autorização dos pais ou responsáveis.

 

Infraestrutura - A Corrida Sicoob 2019 terá infraestrutura ambulatorial, oferta de frutas, água e isotônicos para os participantes. A apuração da prova será feita através do sistema de cronometragem eletrônica controlada por chip descartável. Os três primeiros lugares (geral) receberão troféus. Também serão premiados os três primeiros de cada categoria (feminina e masculina). Todos os atletas que finalizarem a corrida receberão medalhas de participação.

 

Informações - Todas as regras de participação, premiação, e orientações para a retirada de kits podem sem consultadas no site oficial do evento. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

COAMO: Grande público e integração marcam abertura da Copa Coamo 2019 na Regional Vale do Ivaí

Milhares de pessoas, entre cooperados, familiares e comunidade, prestigiaram, no último sábado (27/04), nos municípios de Engenheiro Beltrão, Fênix, São João do Ivaí, Ivaiporã e Faxinal, na Regional Vale do Ivaí, a largada da 15ª edição da Copa Coamo - maior evento rural esportivo do Brasil.

Jogos - Foram 106 jogos realizados e mais de 40 horas de bola rolando. Ao final da sua primeira etapa, foram conhecidos os cinco primeiros campeões de um total de 33 que estarão na grande final dia 27 de julho em Campo Mourão.

Títulos - Os campeões da Regional Vale do Ivaí 2019 foram: por Ivaiporã, com 19 times, o Beija-Flor derrotou por 3x0 o Ouro Verde; por São João do Ivaí, com 9 times, o time A Província venceu Santa Luzia por 3x0; Por Faxinal, na decisão, o título ficou com o Athletic Club Borrazópolis no 1x0 diante do Unidos Barro Preto; por Fênix, Sítio do Dinho derrotou por 4x1 o time do Misto. E em Engenheiro Beltrão, foi a única decisão comemorada após as penalidades. No tempo norma, empate por 1 gol entre (Figueira do Oeste e Amigos de Quinta do Sol, mas nos pênaltis o título ficou com o Figueira do Oeste por 4x3.

Números - A disciplina também foi destaque na primeira regional. Em 106 jogos foram distribuídos apenas 04 cartões azuis e 55 amarelos, e marcados 248 gols com média de 2,4 gol por partida.

Bom começo - A diretoria da Coamo percorreu os locais dos jogos e ficou satisfeita com os resultados da primeira regional da Copa Coamo 2019. “Foi uma grande festa, tudo muito bem organizado e uma realização com a qualidade Coamo tudo feito para a alegria e satisfação dos nossos cooperados. A Copa Coamo é um excelente projeto de esporte e lazer, vimos muita integração e felicidade dos cooperados e seus familiares. Começamos muito bem e esperamos repetir o sucesso das edições anteriores”, afirma o idealizador e presidente da Coamo, engenheiro agrônomo José Aroldo Gallassini, presidente de honra da Copa Coamo de Cooperados – Futebol Suíço 2019.

Próximas etapas - Nesta terça-feira, 30 de abril, serão encerradas as inscrições da da Copa Coamo 2019, na regional Sul e Centro-Sul. Os jogos estão programados para o dia 18 de maio nos Municípios paranaenses de Candói, Cantagalo, Mangueirinha e Coronel Vivida, e nos catarinenses São Domingos e Abelardo Luz. Após o Sul e Centro-Sul, a terceira etapa será na regional Oeste com jogos em Vila Nova, São Pedro do Iguaçu, Toledo, Goioerê e Juranda. (Imprensa Coamo)

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LEGISLAÇÃO: Normas de licenciamento na agropecuária serão revisadas

 

legislacao 29 04 2019A Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável e Turismo promoveu na semana passada (24, 25 e 26/04), em Toledo, Oeste do Estado, um encontro para discutir várias alterações na legislação, a fim de desburocratizar o processo de licenciamento ambiental na área agropecuária.

 

Participações - Participaram diretores e técnicos da secretaria, escritórios regionais do Instituto Ambiental do Paraná (IAP) e das cooperativas C. Vale, Frísia, Lar, BRF, Copacol e Coopavel.

 

Revisão - O objetivo principal foi a revisão das portarias e resoluções de licenciamento ambiental dos setores de suinocultura, avicultura, bovinocultura e piscicultura para tornar os processos mais ágeis. “Nosso objetivo é fazer uma ampla revisão dos procedimentos necessários no licenciamento ambiental nesses setores, deixando mais dinâmicos os processos de vistoria e concessão de licença”, disse o secretário estadual do Desenvolvimento Sustentável e Turismo, Márcio Nunes. Segundo ele, são adequações para tornar a tramitação dos processos mais rápida e facilitar a vida dos produtores rurais do Estado.

 

Suinocultura - Uma das mudanças propostas é a adequação da normativa nº 105.006/2002, que estabelece as características e critérios para o licenciamento ambiental da suinocultura. A atualização da normativa prevê o aumento da quantidade de matrizes e dejetos em cada propriedade, para facilitar o processo de licenciamento ambiental estadual.

 

Desburocratização - “Não é justo exigir que um suinocultor que deseja ampliar a quantidade de animais, sem construir novas instalações, precise fazer licença prévia, licença de instalação e licença de operação”, disse o secretário. “A exigência aumenta custos, serviços e tempo para liberação. Vamos desburocratizar, sem prejuízos para o meio ambiente e com economia de tempo e recursos para o produtor”, acrescentou.

 

Simplificação - Segundo o diretor de Avaliação de Impacto Ambiental e Licenciamentos Especiais da Secretaria, José Volnei Bisognin, todos os procedimentos de licenciamento serão revistos.

 

Segurança jurídica - Ele afirmou que o objetivo é modernizar os licenciamentos para agilizar e simplificar, sempre dentro de uma segurança jurídica. “Queremos ter todas as normas revisadas, olhando a situação do porte da empresa e as modalidades de licenciamento. Todas as resoluções serão alteradas com o objetivo de preservar o meio ambiente e ao mesmo tempo tornar mais ágil o processo de licenciamento dos empreendimentos agropecuário”, disse.

 

Importante - Segundo Bisognin, a participação dos técnicos do IAP, da iniciativa privada e das cooperativas no encontro foi importante para avaliar as propostas de modernização da legislação.

 

Diálogo produtivo - Ele afirmou que o diálogo foi muito produtivo, especialmente para ouvir tanto os técnicos que trabalham diretamente na fiscalização dos licenciamentos ambientais, como para analisar as necessidades das cooperativas, que são as maiores produtoras de proteína animal do país. “A suinocultura, a avicultura e a bovinocultura são fundamentais no contexto socioeconômico do Estado, com reflexos em todos os setores da economia paranaense”.

 

Trabalho conjunto - Segundo Silvia Peixer, do Sindicato Rural de Toledo, o encontro é uma iniciativa inédita, já que pela primeira vez técnicos, cooperativas e sindicatos trabalham juntos pela modernização e desburocratização do licenciamento ambiental.

 

Interlocução - “Essa interlocução entre o Governo do Estado e os sindicatos, que representam os produtores rurais, nos dá mais segurança e tranquilidade para o caminho da regularização e modernização das atividades agropecuárias em nossa região”, disse. “Pudemos opinar e sugerir alterações para melhorar a legislação, sem tanta burocracia para os produtores. Nosso sindicato tem um projeto de assistência técnica e gestão ambiental nas propriedades rurais e essa iniciativa tem o apoio da Secretaria”, acrescentou Silvia. (Agência de Notícias do Paraná)

 

 

EMBRAPA TRIGO: Cobertura de inverno no controle de plantas daninhas

 

embrapa trigo 29 04 2019A importância da cobertura de inverno no controle de plantas daninhas foi um dos temas discutidos no segundo módulo da capacitação na cadeia produtiva de cereais de inverno – convênio Embrapa e Sistema OCB, realizado de 23 a 25 de abril, na Embrapa Trigo, em Passo Fundo, RS.

 

Economia - De acordo com o pesquisador da Embrapa Trigo, Leandro Vargas, manter o solo coberto durante o inverno pode representar economia para o produtor: “o custo para controle de plantas daninhas em uma área de pousio se equipara ao custo da semente de uma cultura de inverno. Talvez precise investir em adubação, tratamento de doenças, mas o retorno vai aparecer na cultura de verão tanto com a menor infestação de invasoras, quanto na melhoria do solo e uso residual de fertilizantes”.

 

Culturas - Culturas como trigo, centeio, canola e aveia, que apresentam elevada capacidade de cobertura do solo com reconhecido efeito alelopático (substâncias químicas liberadas pelas plantas), podem diminuir o número de plantas de buva e azevém em até 65%, quando comparado a áreas de pousio. Veja abaixo os resultados de um experimento conduzido pela Embrapa mostrando os efeitos das culturas de inverno para controle da buva:

Cultivo – nº de plantas de buva/m²

Pousio – 20

Aveia Preta – 1

Trigo – 0,75

Centeio - 0 

 

Estratégias - O uso de estratégias como sobre-semeadura de aveia em lavouras de soja e cultivo de culturas concomitantes, a exemplo de Brachiaria ruziziensis cultivada juntamente com o milho, também apresentaram excelentes resultados. “O uso dessas práticas associadas à alternância e à associação de diferentes mecanismos de ação herbicida, juntamente com o monitoramento e a eliminação mecânica ou manual de plantas daninhas sobreviventes aos tratamentos herbicidas pode resultar em controle total das daninhas”, avalia Leandro Vargas, lembrando que é necessário controlar 100% das plantas daninhas existentes na lavoura, já que as plantas que sobrevivem podem adquirir resistência aos herbicidas.

 

Competição - O pesquisador da UFSM, André Ulguim, explicou que as plantas daninhas competem com os cultivos de grãos, principalmente, por água, radição solar e nutrientes. Segundo ele, as perdas de produtividade das culturas devido a competição com plantas daninhas aumentam quanto mais semelhantes forem as plantas, como azevém no trigo, buva na soja, etc.

 

Recomendação - Para não incorrer em aplicações desnecessárias, o pesquisador Leandro Vargas recomenda avaliar o nível de controle: “quando o custo de controle for igual a perda por competição, é o momento de fazer a aplicação”. 

 

Conhecimento em benefício do produtor - Na área de cobertura da Cooperativa Regional Auriverde, com sede em Cunha Porã, SC, a resistência de plantas daninhas é um dos problemas enfrentados pelos cooperados que buscam na assistência técnica apoio para a melhor estratégia de controle: “A solução nem sempre é imediata, não podemos pensar só na economia e praticidade para o produtor, mas convencer de que o manejo da lavoura exige atenção o ano todo, prevenindo os problemas com resultados mais duradouros” avalia o profissional do departamento técnico Edison Arcari. 

 

Aprendizado - Ele destaca o conhecimento adquirido na capacitação: “nos dois módulos da capacitação (solos e plantas daninhas) foi possível aprender mais do que em dois anos de graduação em agronomia. Nosso desafio agora é conquistar um produtor parceiro para implantar o projeto, especialmente em conservação de solos, que sirva de modelo para os demais cooperados”.

 

Informação de qualidade - Para os representantes do Senar-RS, a informação técnica de qualidade está ao alcance de todos através de publicações e na internet, mas muitas vezes falta tempo e preparo para assimilar e fazer as mudanças necessárias: “Vemos muitos agrônomos chegando a campo com formação deficiente, por isso a importância desta capacitação, mesmo para bons profissionais é necessária a constante reciclagem de conhecimentos”, afirma o agrônomo Gelso Dal Bello. 

 

Mudança de comportamento - O maior desafio, segundo Umberto Moraes, coordenador de formação profissional rural do SenarRS é a mudança de comportamento do produtor: “O produtor argumenta que o limitante é o fator financeiro, não somente para implantar a nova técnica, mas ele considera, principalmente, o retorno ou lucro imediato que a mudança pode trazer. Sabemos que na produção agrícola também é importante investir em estratégias de médio e longo prazo”.

 

Diferencial - O engenheiro agrônomo da Fecoagro/SC Cristiano Cesar Assmann, participou em 2018 do curso “Atualização no cultivo da soja”, conduzido pela Embrapa Soja, também no convênio Embrapa e Sistema OCB, e solicitou a participação na “Capacitação em cereais de inverno” neste ano. Ele avalia a imparcialidade das informações transferidas durante o curso como o principal diferencial na capacitação: “O profissional que está na correria no campo acaba distante da atualização técnica livre de viés comercial, ou seja, ficamos carentes de informação embasada pela pesquisa, não orientada pelo interesse comercial. Essa parada para reciclagem é fundamental para o melhor posicionamento no atendimento ao produtor”, conclui Cristiano.

 

Mais - Saiba mais sobre o convênio Embrapa e Sistema OCB na capacitação em cereais de inverno ouvindo a entrevista com o chefe de transferência de tecnologia da Embrapa Trigo, Jorge Lemainski: https://www.embrapa.br/trigo/audios 

 

Participantes - Participam da capacitação Embrapa e Sistema OCB na cadeia produtiva de cereais de inverno 2019 profissionais dos departamentos técnicos das cooperativas Cooperante, Cocamar, Coamo, Camnpal, Cotriel, Coopatrigo, Coasa, Cotapel, Cotripal, Coagril, Cotribá, Coopermil, Cotrisal, Cotricampo, Cotrijal, CCGL e Auriverde, além da Fecoagro/SC e do Senar/RS. (Assessoria de Imprensa da Embrapa Trigo)

 

 

EXPORTAÇÕES AGRO: Superávit comercial será menor na nova safra

 

O recorde do superávit comercial do agronegócio em 2018, de US$ 87,6 bilhões, com exportações de US$ 101,6 bilhões, tem poucas chances de se repetir em 2019. O cenário favorável do ano passado, resultado de exportação recorde do complexo soja, de US$ 40,9 bilhões, enfrenta este ano variáveis menos auspiciosas. Apesar dos números positivos do primeiro trimestre, quando o faturamento do setor atingiu US$ 18 bilhões, 7,8% superior ao do mesmo período de 2018, por conta do aumento do volume de exportações de soja, café, milho e algodão, as vendas externas do setor dificilmente manterão esse ritmo.

 

Influências - "Há um conjunto de fatores influenciando o desempenho da balança comercial em 2019 e nenhum deles é positivo", afirma José Augusto de Castro, presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB). As projeções para as vendas externas em 2019 do complexo de soja (grãos, farelo e óleo) são de U$ 32,8 bilhões, cerca de US$ 8 bilhões a menos do obtido em 2018, conforme a Associação Brasileira da Indústria de Óleos Vegetais (Abiove), e de 70 milhões de toneladas. O volume é inferior ao recorde do ano passado, de 83,6 milhões de toneladas de soja em grão, mas a segunda maior da série histórica. "O Brasil soube aproveitar suas vantagens competitivas", diz Daniel Furlan Amaral, economista-chefe da Abiove.

 

Exportação - No ano passado, 68% da safra foram destinados à exportação. Dois fatores foram decisivos para o recorde de 2018: a guerra comercial entre EUA e China, que sobretaxou a soja americana em 25% em resposta a medidas protecionistas adotadas por Washington; e a quebra de safra na Argentina, grande produtor mundial, que reduziu a oferta do produto no mercado internacional.

 

Mudança de cenário - Para 2019, o cenário é outro. As relações comerciais entre Pequim e Washington caminham para a normalização e a produção argentina deve retomar seus patamares históricos.

 

Vigor - Ainda assim, o setor mantém seu vigor. " Sem ele, teríamos um gigantesco déficit na balança", diz José Augusto de Castro. O Brasil é maior exportador de açúcar, café, suco de laranja, soja e carnes e o segundo maior de milho, que teve aumento de exportações de 34% no primeiro trimestre do ano ante mesmo período de 2018.

 

Desempenhos distintos - Os desempenhos desses itens serão distintos na avaliação de especialistas. Para 2019, a Conab estima uma redução da produção agropecuária em relação ao ano anterior, por conta de eventos climáticos. Andréa Adami, do Cepea, observa que o comportamento da balança comercial sucroalcooleira dependerá da dinâmica dos estoques mundiais, mas é pouco provável que supere os resultados de 2018. Quanto às exportações de café, houve alta de 10% de volume em 2018 e queda de 6% no valor. É esperada a manutenção da produção, sem aumento de preço.

 

Carne - As exportações de carne devem manter o ritmo, por conta do crescimento dos países asiáticos estimulado por mudança de hábitos de consumo e aumento de renda. A dúvida é em relação à recuperação das vendas de carne de aves. Questões técnicas levaram o mercado árabe a suspender as importações dos produtos brasileiros. "Esses mercados são importantes, mas a China representou 57% da nossa exportação do produto."

 

Inserção maior - Há grande expectativa de maior inserção do Brasil no mercado internacional, sobretudo nos países asiáticos. Os países islâmicos são hoje o terceiro maior destino das exportações do agronegócio brasileiro, de US$ 16,4 bilhões em 2018, seguido da China e União Europeia, mas as vendas ainda estão concentradas em poucos produtos. "Há potencial para diversificar a pauta", disse Ligia Dutra, superintendente de Relações Internacionais da CNA. (Valor Econômico)

 

 

exportacoes agro quadro 29 04 2019

AFTOSA: Ministra dá início à campanha de vacinação

 

aftosa 29 04 2019Ao dar início no sábado (27/04), em Uberaba (MG), à campanha nacional de vacinação contra a febre aftosa, a ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) pediu a todos os produtores brasileiros que assumam a responsabilidade de vacinar seus rebanhos de bovinos para impedir a volta da doença ao território nacional.

 

Declaração - A ministra lembrou que, graças ao sucesso das campanhas de vacinação, o Brasil conseguiu ser declarado, no ano passado, livre da aftosa com vacinação, e agora está iniciando um programa para a retirada gradual da vacina. Por enquanto, apenas Santa Catarina é considerado estado livre da aftosa sem a necessidade de vacinação.

 

Programa - "É importantíssima a responsabilidade do produtor brasileiro em vacinar seu gado", disse a ministra. "Existe um programa que o produtor brasileiro precisa seguir para vacinar no prazo correto, ele precisa usar a vacina em 30 dias, e a dosagem vai diminuir".

 

Aplicação simbólica - A ministra e a secretária de Agricultura de Minas, Ana Valentini, aplicaram simbolicamente as primeiras vacinas durante a abertura oficial da 85ª Expozebu, em Uberaba. Tereza Cristina explicou a importância de vacinar corretamente o gado lembrando que o Brasil teve problemas nas exportações de carne para os Estados Unidos, porque a vacinação não foi feita de maneira correta. Só agora, dentro de algumas semanas, os americanos vão mandar uma missão oficial ao Brasil para inspecionar os frigoríficos e decidir se suspendem a proibição de importar a carne brasileira.

 

Retirada - "Alguns estados vão retirar primeiro (a vacina) e depois vão os outros. Isso dará um status diferenciado para a carne brasileira para exportação. Nós poderemos atingir novos mercados. Mas agora existe um programa de vacinação a ser cumprido", explicou ela.

 

Grande meta - A ministra disse que é uma grande meta para o país retirar a vacina gradualmente, até 2023, o que vai exigir muito dos pecuaristas, do governo e das associações representativas do setor, que precisam compreender a responsabilidade que existe ao eliminar esta vacina. "Com isso, vamos ter um upgrade nas exportações de carnes, de miúdos, para muitos países do mundo que hoje restringem a importação de carne por causa da vacinação, apesar de o Brasil ser livre da doença em todo o seu território. Esse é o próximo grande passo da pecuária brasileira", disse ela, explicando que a retirada será feita por grupos de estados.

 

Plano safra - Sobre o crédito agrícola, a ministra confirmou que acabaram antes do previsto, as verbas previstas no atual Plano Safra (2018/2019) para o financiamento de tratores e outros maquinários dentro do programa Moderfrota, financiado pelo BNDES. Os produtores tiveram mais interesse em contrair os empréstimos para esse tipo de investimento do que o previsto pelo governo Michel Temer, em 2018. Mas não houve nenhum corte no Moderfrota, tanto que nas atuais negociações com o Ministério da Economia para o próximo Plano Safra (2019/2020), que vai ser anunciado no dia 12 de junho, em Brasília, estão sendo contempladas novas verbas para o programa.

 

Modificações - "Não tem nenhum programa que será cortado, nós faremos apenas algumas modificações, aumentando a verba para os programas que têm mais demanda e diminuindo aqueles que têm menos demanda", afirmou a ministra.

 

Prioridade - Tereza Cristina reafirmou também que vai aumentar a prioridade para aos programas de assistência técnica e extensão rural, principalmente para os pequenos e médios produtores, mas direcionando as verbas para fazer com elas cheguem realmente aos agricultores e que a assistência seja efetivamente realizada. "Não queremos que só sejam feitos projetos para pegar dinheiro em banco", disse a ministra.

 

Medalha - Ela recebeu a medalha de mérito da (Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ) na categoria política e participou da cerimônia de descerramento da placa comemorativa dos 100 anos de existência da ABCZ. (Mapa)

 

 

INDÚSTRIA: Com parque moderno, Paraná se destaca na produção do setor

 

industria 29 04 2019No primeiro bimestre deste ano a produção industrial paranaense liderou o crescimento no Brasil, com expansão de 10,3% em comparação com o mesmo período do ano passado. Com uma indústria moderna e diversificada, o Paraná ocupa lugar de destaque neste setor e segue atraindo empresas. Neste ano, a Klabin e o Grupo J. Macêdo anunciaram novas plantas, com investimento total de R$ 9,6 bilhões.

 

Desenvolvimento - Além de um programa de incentivos atualizado, posição geográfica e de mão de obra favoráveis, o Estado mantém as contas públicas equilibradas. “Nosso trabalho será no sentido de ampliar as condições de desenvolvimento do setor produtivo. Queremos agregar valor à produção estimulando novos investimentos, a inovação e modernizando o sistema logístico”, afirma o governador Carlos Massa Ratinho Junior.

 

Contribuição - “Apesar de todos os percalços do Brasil, o Paraná construiu condições produtivas e fiscais para sair na frente quando a economia brasileira voltar a crescer”, acredita o professor de economia da FAE Gilmar Lourenço, ex-presidente do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes).

 

Parque industrial mais avançado - Para ele, o Paraná tem um parque industrial mais avançado que a média dos demais estados brasileiros. A chegada das montadoras trouxe grandes fornecedores para o complexo metalmecânico, agregando novas tecnologias ao segmento. No começo deste ano, por exemplo, a produção de máquinas e equipamentos cresceu 19,5%.

 

Agroindústrias - O setor agroindustrial do Paraná é o maior e mais competitivo do Brasil, salienta Lourenço. As cooperativas se tornaram grandes empresas, fizeram fortes investimentos nos últimos anos, e o setor do agronegócio se modernizou ainda mais com a chegada e ampliação do parque madeireiro e da indústria do papel.

 

Invejáveis - Dois dos principais setores que sustentam a produção industrial, o automobilístico e o alimentício, apresentam números invejáveis no primeiro bimestre: o primeiro cresceu 28,8% nos primeiros meses deste ano e o segundo, 11,9%, conforme dados da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep).

 

Sinais de recuperação - “Enquanto a produção industrial brasileira registra queda. O Estado já apresenta sinais de recuperação com resultados robustos”, destaca o economista Evânio Felippe, da Fiep. “O começo deste ano é de fato promissor. É preciso, porém, avaliar o andamento das negociações em torno das reformas em discussão no plano nacional”, alerta Felippe.

 

Momento de otimismo - O Paraná também vive um momento de otimismo no setor de empregos, como revelam os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados na quarta-feira (24). Apesar de ligeira retração em março, o Paraná segue entre os cinco estados que mais criaram empregos formais no Brasil no primeiro trimestre deste ano. No total, o Estado gerou 27.114 novas vagas no ano, o que representa variação positiva de 1,04%.

 

Saúde - Quarto lugar entre as economias estaduais – quase sempre empatando com o Rio Grande do Sul -, o Paraná vem obtendo bom desempenho em função de uma história iniciada há pelo menos 40 anos. Foram vários ciclos de industrialização. “Quando a economia brasileira entrou em recessão em 2014 o Paraná já tinha uma estrutura industrial mais avançada que a média, por ser uma indústria nova, e manteve o diferencial”, explica Gilmar Lourenço.

 

Situação fiscal - A situação fiscal do Estado também ajuda a manter um clima positivo, o que acaba por influenciar a economia. O Paraná registrou no último fevereiro a dívida total de 20,1% da receita corrente líquida. A dívida do Rio de Janeiro é de 157,9% da receita, do Rio Grande do Sul chega a 138,3% e de Minas, 122,2%.

 

Menor dívida - Entre os Estados mais desenvolvidos, o Paraná tem a menor dívida, assim como o menor deficit público – 2% em relação à receita corrente líquida. O déficit da Bahia é de 2,7%; de São Paulo é de 3,6%; de Santa Catarina soma 4%, de Minas, 7%; do Rio Grande do Sul, 9,7% e do Rio de Janeiro, 12,4% da receita corrente líquida. (Agência de Notícias do Paraná)

 

 

FOCUS: Mercado reduz projeção para expansão da economia pela 9ª vez seguida

 

focus 29 04 2019Instituições financeiras reduziram pela nova vez seguida a projeção para o crescimento da economia brasileira este ano. A estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – agora caiu de 1,71% para 1,70% este ano. Há quatro semanas, a estimativa estava em 1,98%.

 

2020 - Para 2020, a projeção foi mantida em 2,50%, após cinco reduções consecutivas. As estimativas de crescimento do PIB para 2021 e 2022 permanecem em 2,50%.

 

Focus - Os números constam do boletim Focus, publicação semanal elaborada com base em estudos de instituições financeiras sobre os principais indicadores econômicos. O boletim é divulgado às segundas-feiras, pelo Banco Central (BC), em Brasília.

 

Inflação - A estimativa de inflação, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), foi mantida em 4,01% este ano. Para 2020, a previsão segue em 4%. Para 2021 e 2022, também não houve alteração: 3,75%.

 

Meta - A meta de inflação deste ano, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é 4,25% com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%. A estimativa para 2020 está no centro da meta: 4%. Essa meta tem intervalo de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Para 2021, o centro da meta é 3,75%, também com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual. O CMN ainda não definiu a meta de inflação para 2022.

 

Taxa Selic - Para controlar a inflação, o BC usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic. Para o mercado financeiro, a Selic deve permanecer no seu mínimo histórico de 6,5% ao ano até o fim de 2019. Para o fim de 2020, a projeção segue em 7,50% ao ano. Para o fim de 2020 e 2021, a expectativa permanece em 8% ao ano.

 

Referência - A Selic, que serve de referência para os demais juros da economia, é a taxa média cobrada nas negociações com títulos emitidos pelo Tesouro Nacional, registradas diariamente no Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic). A manutenção da Selic este ano, como prevê o mercado financeiro, indica que o Copom considera as alterações anteriores nos juros básicos suficientes para chegar à meta de inflação. Ao reduzir os juros básicos, a tendência é diminuir os custos do crédito e incentivar a produção e o consumo.

 

Preços - Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de ficar acima da meta de inflação.

 

Demanda aquecida - Quando o Copom aumenta a Selic, a meta é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

 

Dólar - A previsão do mercado financeiro para a cotação do dólar segue R$ 3,75 no fim de 2019 e foi ajustada de R$ 3,80 para R$ 3,79 no fim de 2020. (Agência Brasil)

 

 

ENERGIA ELÉTRICA: Aneel define que bandeira tarifária em maio será amarela

 

energia eletrica 29 04 2019As contas de luz vão ficar mais caras em maio. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) definiu que a bandeira tarifária de maio será amarela, o que implicará em um custo adicional de R$ 1,00 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumido. De dezembro até abril, estava em vigor a bandeira verde, em que não há cobrança de taxa extra.

 

Variáveis - As duas variáveis que definem o sistema de bandeiras tarifárias são o preço da energia no mercado de curto prazo (PLD) e o nível dos reservatórios das hidrelétricas, medido pelo indicador de risco hidrológico (GSF, na sigla em inglês).

 

Estação seca - "Maio é o mês de início da estação seca nas principais bacias hidrográficas do Sistema Interligado Nacional (SIN). Embora a previsão hidrológica para o mês indique tendência de vazões próximas à média histórica, o patamar da produção hidrelétrica já reflete a diminuição das chuvas, o que eleva o risco hidrológico (GSF) e motiva o acionamento da bandeira amarela", diz a nota divulgada nesta sexta-feira, 26, pela Aneel.

 

PLD - Com relação ao PLD, a Aneel avalia que, diante da perspectiva de que as afluências aos principais reservatórios fiquem perto da média, o PLD deve permanecer próximo ao registrado nos últimos meses.

 

Sistema de bandeiras tarifárias - Na bandeira verde, não há cobrança de taxa extra. Na bandeira amarela, a taxa extra é de R$ 1,00 a cada 100 kWh consumidos. No primeiro nível da bandeira vermelha, o adicional é de R$ 3,00 a cada 100 kWh. E, no segundo nível da bandeira vermelha, a cobrança é de R$ 5,00 a cada 100 kWh.

 

Indicação - O sistema indica o custo da energia gerada para possibilitar o uso consciente de energia. Antes das bandeiras, o custo da energia era repassado às tarifas no reajuste anual de cada empresa e tinha a incidência da taxa básica de juros. A Aneel deve anunciar a bandeira tarifária que vai vigorar em junho no dia 31 de maio. (O Estado de S.Paulo)

 

 

PREVIDÊNCIA: Comissão da reforma define calendário nesta terça-feira

previdencia 29 04 2019O presidente da Comissão Especial da Reforma da Previdência (PEC 6/19), deputado Marcelo Ramos (PR-AM), marcou reuniões para esta terça-feira (30/04), para definir um calendário para os trabalhos da comissão.

Reunião - Ramos deverá se reunir com o relator da proposta, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), o vice-presidente do colegiado, deputado Silvio Costa Filho (PRB-PE), e líderes partidários. O deputado também pretende fazer uma reunião com a equipe técnica do governo.

Cronograma - O objetivo é estabelecer um cronograma de trabalhos, que deverá conter reuniões de audiência pública com autoridades e especialistas, além das datas prováveis de discussão e votação da reforma; e decidir se a proposta - que trata de muitos temas, como mudanças no Benefício de Prestação Continuada (BPC) e nas aposentadorias rurais, e criação do regime de capitalização, por exemplo - vai ser fatiada em subrelatorias.

Julho - Marcelo Ramos quer aprovar a reforma na comissão e entregar o texto para análise do Plenário até julho. "Na terça-feira, marquei uma reunião com o deputado Silvio Costa Filho, que é o vice-presidente, e com o deputado Samuel que é o relator, para definirmos essa questão de subrelatorias e também o cronograma de trabalho, para fazermos todos os esforços para cumprir o prazo determinado pelo presidente Rodrigo Maia", declarou.

Prazos - Instalada na última quinta-feira (25/04), a Comissão Especial da Reforma da Previdência é composta por 49 deputados titulares e 49 suplentes e tem prazo de até 40 sessões do Plenário para funcionar. O colegiado já tem reunião ordinária marcada para o dia 7 de maio, às 14h30, com pauta ainda não definida. (Agência Câmara)

 

COSUD: Estados do Sul e do Sudeste firmam protocolo para ações conjuntas

 

cosud 29 04 2019Cooperação política e administrativa é o principal objetivo do protocolo de intenções firmado no sábado (27/04) pelos governadores dos sete estados do Sul e do Sudeste. Eles se reuniram no Palácio dos Bandeirantes, sede do Governo de São Paulo, para a segunda reunião do Consórcio de Integração Sul e Sudeste (Cosud), criado em março deste ano, em Belo Horizonte.

 

Documento - O governador do Paraná em exercício, Darci Piana, participou da reunião e, também, assinou o documento junto com os governadores de São Paulo, João Doria; de Minas Gerais, Romeu Zema; do Espírito Santo, Renato Casagrande; de Santa Catarina, Carlos Moisés; do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite; e do vice-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro.

 

Soluções - Piana ressaltou que a integração entre os estados é fundamental para encontrar soluções e fortalecer as demandas junto ao governo federal. “Há uma necessidade de trabalhar em conjunto com os estados vizinhos, para fortalecer a nossa economia”, disse. “Os governos integrados nesse processo representam um avanço que precisamos neste país”, afirmou.

 

Cooperação - O protocolo prevê a cooperação nos campos da política e administração pública para melhoria na qualidade da prestação de serviços públicos, apoio à Reforma da Previdência, crescimento econômico e geração de empregos.

 

Compartilhamento - A ideia é que os estados compartilhem informações técnicas dos setores de interesse do Cosud, além de estabelecer, anualmente, planos de cooperação para melhores práticas na prestação de serviços públicos.

 

Representação - “Nossos estados têm uma representação expressiva tanto na economia como na tomada de decisões do País”, afirmou Doria. “Essa iniciativa é essencial para encontrarmos soluções que fortaleçam nossa economia e os serviços prestados à população, principalmente aos mais pobres.

 

Integração - Juntos, os estados das regiões Sul e Sudeste representam 70% da economia nacional e têm uma população de cerca de 108 milhões de habitantes. A intenção do Cosud é buscar políticas de integração para melhorar a qualidade do serviço público prestado à população das duas regiões que, juntas, concentram o maior Produto Interno Bruto (PIB) do País.

 

Temas prioritários - Entre os temas prioritários do consórcio estão a segurança pública, combate ao contrabando, sistema prisional, saúde, desburocratização, turismo, educação, desenvolvimento econômico, logística e transportes, inovação e tecnologia.

 

Previdência - Os líderes estaduais também assinaram a Carta dos Governadores do Sul e do Sudeste, em que reafirmam o apoio dos sete estados à Reforma da Previdência, que está em tramitação no Congresso Nacional.

 

Primeiro passo - O documento destaca que o projeto é “o primeiro passo no conjunto de reformas necessárias para assegurar a estabilidade fiscal da União, estados e municípios”, citando a necessidade de consolidação “do Pacto Federativo que garantirá a redistribuição de recursos e meios para o cumprimento das responsabilidades sociais”.

 

Pauta federativa - “A pauta federativa precisa andar junto com a proposta da Reforma da Previdência, porque ela sozinha não socorre a condição financeira dos estados”, salientou o governador do Espírito Santo, Renato Casagrande. “A reforma é fundamental, mas a pauta federativa, que diz respeito aos estados, precisa caminhar com ela”.

 

Discussões - O encontro também contou com a presença de secretários estaduais que participaram de grupos de trabalho para encontrar soluções conjuntas dentro das áreas de segurança pública; saúde; educação; desenvolvimento econômico, tecnologia, turismo e agricultura; e transporte, logística, infraestrutura e meio ambiente. Também foram debatidas questões econômicas que envolvem a dívida dos estados com a União e a Lei de Responsabilidade Fiscal.

 

Próximos encontros - As próximas reuniões do Cosud estão agendadas para 25 de maio, em Gramado (RS) e 13 de julho, em Vitória (ES). (Agência de Notícias do Paraná)

 

 


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