Imprimir
CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4564 | 26 de Abril de 2019

GESTÃO: Lançamento do Programa de Compliance do Cooperativismo Paranaense será na segunda-feira

O Sistema Ocepar realiza, na segunda-feira (29/04), a partir das 13h30, na sede da entidade, em Curitiba, o lançamento do Programa de Compliance do Cooperativismo Paranaense, com a presença de presidentes, dirigentes e gestores das cooperativas do Paraná. Na oportunidade, os participantes vão conhecer detalhes de mais esta iniciativa que visa estimular o setor a adotar as melhores práticas de gestão e governança preconizadas mundialmente. A ideia é preparar as cooperativas a adequar a sua cultura à agenda do compliance.

Objetivo - “O Sistema Ocepar, por meio do Comitê de Autogestão do PRC 100, o planejamento estratégico do cooperativismo paranaense, identificou a necessidade de promover a estruturação de mecanismos de integridade nas cooperativas do Paraná. Nosso objetivo é contribuir com a implantação de um Programa de Compliance efetivo, alinhado às demandas da sociedade e contemplando aspectos éticos, legais e de gestão, com o propósito de promover a cultura de integridade nas sociedades cooperativas, envolvendo todos stakeholders”, afirma o superintendente do Sescoop/PR, Leonardo Boesche.

 

Apresentação - Boesche fará a apresentação do Programa de Compliance do Cooperativismo Paranaense no evento do dia 29 de abril. A programação será aberta pelo presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, e pelo decano da Escola de Negócios da PUCPR, Bruno Henrique Rocha Fernandes.

 

Palestras - A programação inclui ainda a apresentação de duas palestras: “Governança e Compliance: novo paradigma no ambiente de negócios”, ministrada pelo ex-ministro-chefe da Controladoria Geral da União e sócio da Warde Advogados, Valdir Simão, que colaborou com a regulamentação da Lei n° 12.846/13, conhecida como Lei Anticorrupção; e “Diálogo sobre Compliance: responsabilidades, desafios e perspectivas para as cooperativas”, que será proferida pelo professor da PUCPR, Jelson Oliveira.

 

O Programa - O Programa de Compliance do Cooperativismo Paranaense contempla uma série de atividades, entre as quais, a realização de um curso para formação do agente de Compliance, que deverá ocorrer nas cooperativas, tendo como público-alvo as equipes que atuam ou irão nessa área. Serão tratados os seguintes temas: Diagnóstico, Avaliação de risco, Código de conduta, Controles internos, Gestão de terceiros, Relacionamento com cooperados, Treinamento e comunicação, Canal de Denúncias, Monitoramento e auditoria. Além da parte teórica, os agentes de Compliance vão ainda poder aliar os conhecimentos à prática, por meio de um Programa de mentoria.

 

Certificação - Uma outra meta importante do Programa de Compliance do Cooperativismo Paranaense é preparar as cooperativas do Estado para que elas obtenham diferentes certificações que atestem a qualidade de sua gestão.

Mais informações - Mais informações sobre o evento de lançamento do Programa de Compliance do Cooperativismo Paranaense podem ser obtidas com Alfredo K. Souza (41 3200 1144 / compliance@sistemaocepar.coop.br). Inscrições com Tiago Fernandes Gomes (41 2300 1148 /compliance@sistemaocepar.coop.br).

compliance folder 26 04 2019

 

COOPERJOVEM: Alunos de escola de Curitiba mostram em desenhos o que aprenderam sobre cooperação

O projeto Fazendo Arte Cooperando com a Vida chegou à Escola Municipal Papa João XXIII, em Curitiba. Nesta semana, cerca de 240 alunos do 4° e 5° ano participaram de atividades lúdicas que ensinam a diferença entre competir e cooperar para uma boa convivência em coletividade. E neste sábado (27/04), alunos, professores e comunidade se reúnem para o encerramento do projeto na escola, que acontecerá com a entrega da pintura de um muro, desenhado pela artista plástica curitibana, Cyla Costa, e colorido com a ajuda das crianças.

Farol do Saber - “Esta é a terceira escola da capital, das 10 ligadas ao Farol do Saber que irão participar desse projeto, e a avaliação até aqui é bastante positiva. As crianças se mostram receptivas em aprender o que é e como praticar a cooperação em seu dia a dia, e as escolas, por sua vez, estão conhecendo o Programa Cooperjovem”, conta a analista de Cooperativismo do Sescoop/PR, Fabianne Ratzke, coordenadora do Cooperjovem no Paraná. “O envolvimento dos alunos nos desenhos é a entrega final do projeto na escola, ou seja, o momento de mostrar à comunidade escolar a mensagem que as crianças levam desse projeto”, completa Fabianne. Também estarão presentes amanhã, no encerramento dessa ação na escola Papa João XXIII, o superintendente do Sescoop/PR, Leonardo Boesche, a gerente de Desenvolvimento Cooperativo, Maria Emília Pereira Lima, além de representantes da Prefeitura de Curitiba e Secretaria Municipal de Educação.

O Projeto - O projeto Fazendo Arte Cooperando com a vida é uma iniciativa do Programa Cooperjovem, do Sescoop/PR, em parceria com a Unicultura, Prefeitura Municipal de Curitiba e Secretaria de Educação. A iniciativa abrange a apresentação de um vídeo, produzido pela Unicultura, em que artistas circenses encenam situações rotineiras e que demonstram a diferença quando algo é feito em cooperação. Além disso, pedagogos desenvolvem jogos cooperativos e a artista plástica Janete Mehl coordena uma oficina de vivência e reflexão, visando despertar a inspiração e a criatividade.  “Essa atividade busca a expansão de consciência. Faço uma pequena introdução com música, conduzindo os alunos a um relaxamento para eles deixem fluir a inspiração e a criatividade. Depois eles expressam o que entenderam e sentiram nesse momento, por meio de desenhos”, explica a artista.

{vsig}2019/noticias/04/26/cooperjovem/{/vsig}

MÍDIA: Notícia divulgada pela Ocepar sobre vacinação da aftosa no PR repercute na imprensa

midia 26 04 2019Diversos veículos da imprensa reproduziram a notícia divulgada pelo Informe Paraná Cooperativo, produzido pela Assessoria de Comunicação Social do Sistema Ocepar, sobre a autorização que o Paraná obteve do Ministério da Agricultura para suspender a vacinação contra a febre aftosa a partir do mês de maio, quando ocorre a última imunizaçao do gado bovino no Estado. A aprovação do pedido ocorreu no final da tarde de quarta-feira (24/04) durante a realização da 2ª Reunião do Bloco V do Plano Estratégico do Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA), no auditório da Ocepar, com a participação de cerca de 110 pessoas dos cinco estados integrantes do Bloco V. Pelo cronograma, a autorização ocorreria no primeiro semestre de 2021. O Paraná vinha reivindicando a medida com o objetivo de alcançar o status de área livre de aftosa sem vacinação, o que poderá abrir mercado para as carnes produzidas no Estado, sejam elas bovina, suína e até mesmo de frango. Clique nos links abaixo para conferir as matérias.

 

DINHEIRO RURAL VIA ESTADÃO

ISTO É

CANAL RURAL

PÁGINA RURAL

DBO RURAL

JORNAL O PRESENTE

O BEM DITO

ALLE COMUNICAÇÃO

WIZZE

INFORMATIVO FAEP

 

 Foto: Agência de Notícias do Para

RAMO CRÉDITO: Cooperativas poderão captar poupança rural

 

ramo credito 26 04 2019A partir de 1º de julho, as cooperativas singulares de crédito (que prestam serviços diretamente aos associados) poderão receber depósitos de poupança rural, decidiu nesta quinta-feira (25/04) o Conselho Monetário Nacional (CMN). De acordo com o Banco Central (BC), a medida tem como objetivo ampliar o crédito rural e estimular a competição nesse segmento.

 

Concessão - Segundo o BC, no atual ano agrícola, que vai de julho de 2018 a junho deste ano, as cooperativas de crédito deverão conceder R$ 21,8 bilhões em financiamentos rurais. Ao captar recursos de poupança rural, remunerando o investidor pela caderneta, tais instituições terão mais capital para emprestar.

 

Autorizadas - Para prevenir a má gestão do dinheiro, só poderão receber depósitos de poupança, as cooperativas com autorização para fornecer crédito rural. O dinheiro deverá ser encaminhado às centrais e às confederações dessas cooperativas, que se encarregarão de verificar o cumprimento das normas de direcionamento, destinando determinadas parcelas dos depósitos a certos tipos de operação.

 

Regras - Nesse tipo de poupança, 60% dos valores captados devem ser destinados ao crédito rural. Inicialmente, as cooperativas terão de destinar apenas 20% para essas operações. O percentual subirá gradualmente até chegar aos 60%.

 

Quadro atual - Atualmente, somente os bancos do Brasil, da Amazônia e do Nordeste; os bancos cooperativos e as instituições do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo que operam crédito rural podem captar recursos da poupança rural. As cooperativas de crédito se somarão a essa lista a partir do segundo semestre.

 

LCA - O CMN fez mudanças no Manual de Crédito Rural para regulamentar o fim do sublimite de parte dos recursos captados por meio da Letra de Crédito do Agronegócio (LCA). A mudança permitiu que todo o dinheiro obtido por meio dessa modalidade seja emprestado a taxas de mercado.

 

Ajuste - Com os bancos tendo mais liberdade para aplicar os recursos da LCA, o CMN ajustou o Manual de Crédito Rural, criando os Depósitos Interfinanceiros Vinculados ao Crédito Rural vinculados à LCA (DIR-LCA). De acordo com o BC, a mudança facilitará o cumprimento do direcionamento (destinação) da LCA com juros definidos pelo mercado. (Agência Brasil)

 

FRÍSIA: Autoridades políticas e do agronegócio marcam presença no lançamento da ExpoFrísia

 

A ExpoFrísia 2019 foi lançada nesta quinta-feira (25/04) com a presença de autoridades da política, do agronegócio e do sistema cooperativo. O primeiro dia de feira teve julgamentos da raça Holandês Vermelho e Branco e Gado Jovem e o Clube de Bezerras. A feira vai até o dia 27 de abril (sábado) e acontece no Parque de Exposições Frísia, anexo ao Parque Histórico de Carambeí (PR).

 

Agradecimento - O diretor-presidente da Frísia Cooperativa Agroindustrial, Renato Greidanus, agradeceu a presença de todos e o esforço do governo do Estado para os produtores paranaenses alcançarem outros mercados. “O setor de carnes e as exportações são muito importantes para as cooperativas”, reforçou Greidanus. “Cada animal que está aqui na feira e as pessoas presentes nos orgulha muito”.

 

Compromisso - Governador em exercício do Estado do Paraná, Darci Piana, que é presidente da Federação do Comércio do Paraná (Fecomércio), lembrou que quando o agronegócio vai bem, o comércio também sente esse reflexo. “O governador Ratinho Júnior e eu vamos cumprir com o que foi firmado aqui na cooperativa na eleição: vamos reduzir o custo do governo para reverter em investimento, em produção para o Paraná”. Ratinho Júnior está em viagem para a China, um dos países que mais consomem carne suína no mundo e foco do governo para a exportação paranaense.

 

Mais presença - Também estiveram presentes na abertura da ExpoFrísia o secretário de Estado da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara; o prefeito de Carambeí, Osmar Blum; o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken; o presidente da Câmara de Carambeí, Diego Silva; o presidente da Associação Paranaense de Criadores de Bovinos da Raça Holandesa (APCBRH), Hans Jan Groenwold; o presidente da Capal Cooperativa Agroindustrial, Erik Bosch; presidente da Castrolanda Cooperativa Agroindustrial, Frans Borg, entre outros.

 

Atrações - No primeiro dia de feira, os visitantes puderam conferir o julgamento da Raça Holandês Vermelho e Branco e Gado Jovem, que tem como jurado Yan Jacobs, do Canadá. Outra atração foi o Clube de Bezerras, formado por filhos de cooperados e de seus colaboradores com idade entre 8 e 15 anos.

 

Realização - A ExpoFrísia 2019 é realizada pela Frísia e tem o patrocínio diamante da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal; patrocínio ouro da Tetra Pak; conta com os patrocinadores prata Sicred, Bayer, Tetra Pak, Oligo Basics e Tortuga DSM; e do apoio do Banco do Brasil.

 

Sobre a Frísia Cooperativa Agroindustrial - Fundada em 1925, a Frísia é a cooperativa mais antiga do Paraná e segunda do Brasil. Localizada na região dos Campos Gerais, tem sua produção voltada ao leite, carne e grãos, principalmente, trigo, soja e milho. A cooperativa é resultado da união do trabalho de todos os cooperados e colaboradores; da diversificação da produção, englobando a produção leiteira, de grãos e de proteína animal; e da alta qualidade do que é feito e comercializado, com animais de excelente genética, rastreamento e investimento em tecnologia, infraestrutura e mão de obra. Os valores da cooperativa são Fidelidade, Responsabilidade, Intercooperação, Sustentabilidade, Integridade e Atitude (FRISIA). (Imprensa Frísia)

 

SERVIÇO

ExpoFrísia 2019

25 a 27 de abril

Parque de Exposições Frísia, anexo Parque Histórico

Carambeí (PR)

www.expofrisia.com.br 

Entrada gratuita

 

{vsig}2019/noticias/04/26/frisia/{/vsig}

COCAMAR: Dia de Campo mostra a alta rentabilidade da citricultura

Mais de 300 produtores, técnicos e profissionais ligados ao setor participaram na quinta-feira (25/04) do Dia de Campo sobre a Cultura da Laranja promovido pela Cocamar em sua Unidade de Difusão de Tecnologias (UDT) em Guairaçá, município vizinho a Paranavaí, no Noroeste do Paraná.

Estações - Várias estações foram instaladas para a apresentação de assuntos como adoção de tecnologias para alta produtividade, fomento ao cultivo de novos pomares, regularização de mão de obra, manejo do greening e planejamento do plantio.

Remuneração - “A região noroeste do Paraná se destaca no país pela produtividade e a sanidade de seus pomares”, afirmou na abertura do evento, pela manhã, o superintendente de Negócios, Grãos e Insumos, Arquimedes Alexandrino. Acompanhado, entre outros, do gerente técnico Renato Watanabe, ele ressaltou que os produtores devem aproveitar a oportunidade para renovar ou ampliar seus pomares, lembrando que a laranja é uma das culturas mais remuneradoras do momento.

Na frente - Uma das estações apontou que a rentabilidade da laranja, de R$ 5,683 mil por hectare (para uma média de 900,8 caixas nessa unidade de área, considerando o preço de R$ 21/caixa), lidera no comparativo com as culturas mais praticadas nas regiões noroeste e norte do Estado. O café oferece R$ 3,780 mil/hectare, na média de produtividade de 41,3 sacas beneficiadas ao preço unitário de R$ 305; a soja garante R$ 2,309 mil/hectare na média de 59,9 sacas ao preço unitário de R$ 69; o milho proporciona R$ 707/hectare, na média de 88,8 sacas ao preço unitário de R$ 29; e a mandioca tem renda de R$ 3,140/hectare, considerando a média de produtividade de 20,7 toneladas, cotadas a R$ 380.

Produtividade - Sobre a renovação dos pomares, adotando-se o plantio com GPS, é feita a sistematização da área, havendo maior aproveitamento dimensional, redução de área com carreadores e aumento da produtividade. Com a adoção de técnicas mais modernas, um pomar de 15 mil plantas (30 hectares) irá apresentar uma média de produtividade de 2,6 caixas por planta ou 1,3 mil caixas/hectare quando tiver de 15 a 20 anos, ao passo que um pomar da mesma idade, mantido com técnicas já ultrapassadas, produzirá nada além de 1,5 caixas por planta ou 750 caixas/hectare.

Copa - Outro diferencial está no volume da copa da árvore: enquanto nos pomares tradicionais a média é 75m3, nos mais novos não passa de 32m3. Pomares jovens demandam 50% menos defensivos, apresentam 57% a mais de produtividade e os gastos com colheita são 25% menores.

Segurança - Participante do evento, o produtor Dercides Fumagalli, de Nova Esperança, disse que a laranja é uma cultura que oferece segurança e ele pretende triplicar seu pomar nos próximos anos. “Hoje em dia, é laranja é uma das melhores alternativas para propriedades de todos os tamanhos”, acrescentou.

Impressões - A produtora Ivonete Razente foi ao Dia de Campo em companhia de duas irmãs. Elas são sócias em um empreendimento em Nova Esperança e o objetivo, segundo Ivonete, foi ver as novidades. “Gostamos muito de ver o planejamento do plantio, feito com GPS”, comentou. Rogério Pasquali, de uma família de citricultores em Alto Paraná, afirmou que a citricultura requer profissionalismo, pois os desafios são muitos. “Hoje, não temos mais receio de investir, tomando todos os cuidados, o greening já não preocupa tanto quanto antes.”

Rigor com regularização de mão de obra - A prestação de mão de obra nos pomares de laranja é acompanhada atentamente pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), enfatizou Silvia Podolan, da Cocamar, aos participantes do Dia de Campo. Ela advertiu que se um produtor for notificado por estar empregando trabalhadores informalmente, poderá ter grandes dores de cabeça. De um lado, ficará impedido de entregar a sua safra para a cooperativa e, ao mesmo tempo, poderá ser acionado judicialmente por não estar cumprindo o seu contrato com a mesma. Por outro lado, será obrigado a efetuar toda a regularização ao mesmo tempo.

Defensivos biológicos - Silvia discorreu também sobre a tendência de utilização de defensivos biológicos, em substituição aos convencionais. Segundo ela, é indispensável que os produtores continuem fazendo as anotações das pulverizações em cadernetas de campo, de maneira a evitar a liberação de pomares em períodos de carência. (Imprensa Cocamar)

{vsig}2019/noticias/04/26/cocamar/{/vsig}

INTEGRADA: Tem início mais uma edição do Curso de Conselheiros Cooperativistas

 

integrada 26 04 2019A Cooperativa Integrada, em parceria com o Sescoop/PR e a escola de negócios Isae-FGV, iniciou nessa semana a terceira edição do Curso de Certificação de Conselheiros Cooperativistas. O curso tem o objetivo formar novos líderes cooperativos. Voltado para os cooperados, o treinamento proporciona noções básicas sobre administração de empresas, com o foco específico nas questões cooperativistas.

 

Obrigatório - De acordo com o gerente da área de planejamento e relacionamento da Integrada, Marcelo Peluso, o curso é obrigatório para associados que queiram se candidatar ao cargo de conselheiro, conforme a última alteração no estatuto social da Integrada que foi aprovado na Assembleia Geral Ordinária (AGO).

 

Nove módulos - Ao todo, são nove módulos com o término previsto para o final do ano. O curso aborda temas relacionados ao cooperativismo financeiro, noções de direito, estratégias de mercado, cooperativismo, comunicação e liderança, negociação, análises de investimentos, entre outros temas relacionados à administração de negócios.

 

Desenvolvimento - Sussumo Itimura Neto, cooperado no município de Uraí (PR), é um dos alunos do curso e seu objetivo é ajudar no desenvolvimento da cooperativa. Com a capacitação, ele almeja estar mais presente junto à Integrada e, quem sabe, assumir no futuro um cargo de conselheiro. (Imprensa Integrada)

 

 

C.VALE: Cooperativa quer mais associados na diversificação de atividades

 

A diretoria da C.Vale inicia nesta sexta-feira (26/04), a partir das 19h30min no Salão da Igreja Católica de Maripá, uma rodada de reuniões com associados da região Oeste do Paraná. O primeiro encontro reunirá cooperados das unidades de Maripá, Alto Santa Fé e Candeia. Nas reuniões o presidente da cooperativa Alfredo Lang apresentará o desempenho das últimas décadas e o plano de expansão da empresa para os próximos anos.

 

Ampliação - A C.Vale quer ampliar o número de famílias de associados envolvidas com a diversificação de atividades. Lang entende que a produção de frangos, leite, suínos, peixe e mandioca pode reduzir a dependência do cultivo de grãos. Ele entende que essa estratégia aumenta a possibilidade de permanência dos filhos na propriedade. 

 

Vídeos - Para isso, a cooperativa produziu dez vídeos com depoimentos de cooperados para exemplificar o ganho de renda e a melhoria da qualidade de vida conseguidos através da diversificação. “Uma pequena propriedade pode ter uma grande renda e pode manter os filhos no campo com a diversificação”, sustenta Lang. (Imprensa C.Vale)

 

cvale calendario 26 04 2019

 

{vsig}2019/noticias/04/26/cvale_fotos/{/vsig}

 

 

 

COPAGRIL: Começa o pagamento da cota capital aos associados

 

copagril 26 04 2019A Cooperativa Agroindustrial Copagril iniciou na última segunda-feira (22/04) o pagamento dos valores referentes à cota capital de seus associados. Um dos associados da cooperativa que já retirou o seu devido valor foi Albino Lazzari (foto), que foi até a Loja Agropecuária Copagril de Marechal Cândido Rondon na última terça-feira (23/04) e recebeu seu cheque das mãos do encarregado administrativo da Unidade Copagril de Marechal Cândido Rondon, Leandro Turazzi.

 

Montante - O montante que a Copagril repassará aos associados soma aproximadamente R$ 1.800.000,00.

 

Beneficiados - Têm direito a receber o valor correspondente, os cooperados que têm 65 anos de idade ou mais e que são associados da Copagril há pelo menos 15 anos: considerados sócios jubilados. O valor é repassado, sempre, em quatro parcelas anuais. Também poderão receber a cota os saintes e os herdeiros de associados falecidos, que receberão em cinco parcelas.

 

Pós-jubilados - Outro grupo de cooperados que passam a receber suas cotas é o formado pelos associados pós-jubilados. Os pós-jubilados são os cooperados que já receberam quatro parcelas de suas respectivas cotas e passam a receber a cada ano a sua cota formada pelo valor que integralizaram no exercício anterior.

 

Unidade de operação - Os associados da Copagril que se enquadram nesses quesitos já podem ir até a sua unidade de operação Copagril para obter o respectivo pagamento. (Imprensa Copagril)

 

COAMO: Copa de Cooperados começa sábado com 63 equipes na Regional Vale do Ivaí

 

coamo 26 04 2019Quase 900 cooperados atletas e dirigentes estarão em ação neste sábado, 27 de abril, integrando 63 equipes na primeira regional da Copa Coamo de Cooperados – Futebol Suíço 2019. A largada da 15ª edição do maior evento rural esportivo do Brasil será na Regional Vale do Ivaí com praticamente 50 horas de bola rolando nos campos da Associação Recreativa dos Funcionários da Coamo (Arcam) nos Municípios de Engenheiro Beltrão, Fênix, São João do Ivaí, Ivaiporã e Faxinal.

 

Equipes - A Regional Vale do Ivaí terá em campo 13 equipes pela etapa de Engenheiro Beltrão, sendo 2 por Quinta do Sol e 11 por Engenheiro Beltrão; 9 em São João do Ivaí; 19 em Ivaiporã; 11 na etapa de Fênix, sendo 6 por Barbosa Ferraz e 5 por Fênix, e 11 na etapa de Faxinal reunindo 5 times por Cruzmaltina, 3 por Marilândia do Sul e 3 por Faxinal.

 

Regionais - As setes etapas classificatórias da Copa Coamo serão realizadas no período de  27 de abril a 06 de julho, em 33 regionais e classificará um campeão por regional para disputar a grande final no dia 27 de julho em Campo Mourão. 

 

Integração - “Cada equipe participante da Copa Coamo terá no mínimo 10 (dez) e no máximo 12 (doze) atletas, e poderá inscrever também um técnico e um dirigente responsável. E durante o jogo cada equipe deverá manter em campo no mínimo 3 (três) atletas nascidos até 31/12/1976. Está tudo pronto e preparado com capricho e qualidade pelos funcionários da Coamo para receber milhares de pessoas neste sábado e fazer uma grande festa na regional Vale do Ivaí”, explica o gerente de Assistência Técnica, Marcelo Sumiya, presidente da Comissão Central Organizadora. 

 

Projeto de sucesso - Para o presidente da Coamo, engenheiro agrônomo José Aroldo Gallassini, os objetivos da Copa Coamo estão sendo cumpridos com a integração dos cooperados e familiares em um importante e bem-sucedido projeto de lazer e esporte que deu certo desde a sua implantação em 1993. É uma grande festa que une e fortalece os laços da família entre cooperados e cooperativa, e confirma o slogan da Copa Coamo ser o “Gol da União” e  um jeito gostoso de viver o cooperativismo.” (Imprensa Coamo)

 

 

UNIPRIME: Corretora de Seguros recebe prêmio por ótimo desempenho

 

uniprime 26 04 2019Pelo segundo ano consecutivo, a Uniprime Corretora de Seguros foi reconhecida pela Seguros Unimed por seu excelente desempenho e devido ao volume de vendas no Brasil. A Gerente da Corretora, Olinda Ivamoto, participou da cerimônia de premiação, que aconteceu dia 13 de março de 2019, no Restaurante Rancho Português, em São Paulo.

 

Incentivo - "A campanha de premiação foi denominada “Carteira Recheada 2018” e teve como objetivo incentivar os corretores de seguros de todo o Brasil, cadastrados na Seguros Unimed, por seu desempenho na comercialização dos produtos da seguradora. A Uniprime Corretora novamente conseguiu o primeiro lugar na categoria de maior pontuação", afirma Olinda.

 

Corretora oficial - Há 19 anos no mercado, a Uniprime Corretora de Seguros é a corretora oficial da cooperativa. Diferente do modelo de atendimento da maioria das instituições financeiras que comercializam seguros, os serviços prestados pela Uniprime Corretora não se restringem aos horários das agências ou ao horário comercial. O atendimento da Uniprime Corretora é 24 horas por dia, 7 dias por semana, e conta com uma equipe própria e prestativa que mantém o segurado sempre amparado.

 

Mais - Para saber mais: http://uniprimecorretora.com.br/. (Uniprime)

 

 

UNIMED LONDRINA: Unimed Inspira Cultura 2019 é adiado para o dia 19 de maio

unimed londrina 26 04 2019A Unimed Londrina informa que o Unimed Inspira Cultura 2019 foi adiado para o dia 19 de maio. A previsão do tempo para este domingo (28/04), data em que estava programado o evento, é de instabilidade e, por isso, a organização optou por transferi-lo para o próximo mês. As atividades ocorrerão no Aterro do Lago Igapó, em Londrina (PR), das 16h às 21h.

Objetivo - O objetivo da iniciativa é promover ações culturais gratuitas, fortalecendo o relacionamento da marca Unimed com a comunidade. Diversas atrações serão realizadas no local. São elas: cinema ao ar livre, com a exibição do filme “Viva: a Vida é uma Festa”, Bailinho do Plantão Sorriso, contação de histórias, troca de livros, oficinas infantis, oficina de batuque do Sigma, malabares, espaço pet e espaço saúde. Além disso, pipoca, água, café, frutas e bexigas serão distribuídos no local.

Saúde e bem-estar- O público também irá contar com os serviços de saúde e bem-estar do SOS Unimed, Unimed Saúde e Clínica Multiprofissional. Estas equipes irão fazer teste de glicemia, aferir pressão e oferecer dicas de medicina preventiva.

 

COOPERCITRUS: Cooperativa inaugura maior usina de energia solar voltada ao setor agro do estado de SP

 

A Cooperativa de Produtores Rurais (Coopercitrus) inaugurou em Bebedouro (SP) na quarta-feira (24/04) a maior usina de geração de energia solar destinada ao setor agropecuário no estado de São Paulo.

 

Abastecimento - Destinado a abastecer integralmente 28 unidades do grupo por meio de créditos obtidos junto à rede da Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL), o complexo conta com 3,6 mil placas fotovoltaicas espalhadas por uma área de 10 mil metros quadrados próximo à Rodovia Brigadeiro Faria Lima (SP-326) e demandou um investimento inicial de R$ 5 milhões.

 

Redução de gastos - A usina deve reduzir em mais de 50% os gastos com energia elétrica em toda a cooperativa - que tem representações em outras regiões de São Paulo e Minas Gerais ainda não abrangidas pelo novo sistema.

 

Monitoramento remoto - O sistema permite, via internet, o monitoramento remoto da operação e a correção em caso de falhas, explica Diego Branco, coordenador de energia fotovoltaica da Coopercitrus.

 

Alternativa sustentável - Além disso, é uma alternativa sustentável, com menor impacto ao meio ambiente e menor tempo de instalação em relação a outras modalidades como as hidrelétricas. "Caso tenha alguma anormalidade na nossa usina fotovoltaica, remotamente a gente monitora e faz a intervenção para que volte a operação normal garantindo a entrega de energia da usina para o nosso consumidor", afirma.

 

Condições atuais - Nas condições atuais, a produção anual da usina instalada no complexo de grãos da cooperativa deve chegar a quase 2 gigawatts - o suficiente para abastecer, por exemplo, 23 mil geladeiras -, mas em até dois anos a expectativa é pelo menos triplicar a capacidade de geração do complexo, inclusive por meio de parcerias com cooperados. "Esse foi só um primeiro passo. Como há viabilidade a gente quer crescer agora com sustentabilidade pra poder levar nossos cooperados a produzir energia, como também a gente quer aumentar nossa capacidade de produção para nós mesmos", diz Branco. (G1.com)

 

{vsig}2019/noticias/04/26/coopercitrus/{/vsig}

CARNES: Crise reformulará mercado global de proteínas animais

carnes 26 04 2019Diante da morte de milhões de suínos na China, o resto do mundo começa a se conscientizar sobre o problema. A população de porcos do país, a maior do mundo, deverá diminuir mais de 30%, com a perda de cerca de 130 milhões de animais, diante do surto de peste suína africana (PSA) que devasta as granjas chinesas.

Reformulação - A crise reformulará os mercados globais de proteínas, puxando para cima os preços, ao mesmo tempo em que a China, principal país produtor e consumidor mundial de carne suína, se prepara para anos de escassez e desabastecimento em seu mercado. "Esse foi um poderoso agente de mudança", diz Jais Valeur, CEO da Danish Crown, maior processadora europeia de carne suína. "Estamos apenas começando a ver o verdadeiro impacto da peste suína africana."

Fatal - O vírus da PSA é fatal para os suínos, e não tem cura. A atual onda de focos começou na Geórgia em 2007 e se alastrou para partes da Europa Oriental e da Rússia antes de chegar à China, em agosto do ano passado. Após Pequim sustentar por oito meses que a situação estava sob controle, a crise se tornou inegável. O Ministério da Agricultura chinês informou na semana passada que uma estimativa preliminar sugere que os preços da carne suína subirão mais de 70% no segundo semestre.

Abalo - A queda acentuada da população de porcos da China abalou todo o setor de alimentos mundial. Os contratos futuros de suínos em pé dispararam em Chicago. As ações de frigoríficos dispararam em São Paulo e em Nova York. As vendas de carne suína dos EUA para a China bateram recorde, apesar da tarifa de 62% imposta por Pequim sobre o produto americano em meio às disputas comerciais entre os dois países.

Consumo - A população chinesa, de 1,4 bilhão de habitantes, consome 55 milhões de toneladas de produtos à base de carne suína por ano, de longe o maior volume dentre todos os países do planeta. O consumo de carne das famílias cresceu persistentemente com a alta da renda, e o grosso dessa demanda era atendido por uma população doméstica de mais de 430 milhões de suínos antes do surto.

Redução - Mas as mortes causadas pela doença e pelo sacrifício de animais deverão resultar numa redução de 130 milhões de porcos na China até o fim deste ano, segundo estimativas da analista Christine McCracken, do Rabobank. "Não é pouca coisa. Eles têm 50% dos suínos do mundo e perderam 30% dessa produção", disse.

Duradouro - O impacto do problema será duradouro. Ernan Cui, analista de consumo para a China da Gavekal Dragonomics, afirmou que, embora a erradicação da PSA tenha levado pelo menos cinco anos em outros países, o tamanho do mercado chinês, sua estrutura reguladora e seus baixos parâmetros sanitários deverão prolongar a crise.

Processo prolongado - "Para o país como um todo, pode ser um processo muito prolongado. É provável que dure mais que uma década", disse ela. Cui acrescentou que a doença deverá acelerar a concentração de capital no segmento, na medida em que as pequenas fazendas de criação, responsáveis por cerca de 66% da oferta, enfrentam dificuldades para arcar com os custos necessários para deter a doença.

Escassez - O Rabobank prevê escassez em outros países da Ásia e da América Latina dependentes de importações, numa "mudança sem precedentes do comércio" em vista do redirecionamento da oferta de carne suína para o mercado chinês.

Efeitos - Os efeitos dessa guinada deverão se propagar para todos os lugares e proteínas animais. A Europa já é a maior parceira comercial da China em carne suína. Valeur, da Danish Crown, disse que os embarques de carne suína congelada para a China dobraram desde fevereiro, quando comemorações marcaram, ironicamente, o início do Ano do Porco.

Importações - Normalmente, a maior parte das importações é limitada a itens como pés, orelhas e vísceras. Mas, "nos últimos dois meses, quase tudo está sendo encomendado pela China", afirmou o executivo.

Brasil - "O Brasil é um país que está bem posicionado para um crescimento acelerado" das exportações de carne suína para a China, ao mesmo tempo em que seus embarques de carne bovina e de frango também poderão aumentar, avaliou o Morgan Stanley. "É notório que a China passará a importar mais, e que essa nova demanda abrange todos os tipos de proteína, e não apenas suínos", informou a brasileira JBS, maior empresa de carnes do mundo, com operações em diversos países.

Contratos futuros - A expectativa de aumento das compras chinesas também alimentou uma alta expressiva dos contratos futuros de animais de criação em Chicago. Os papéis do suíno em pé para entrega em junho estavam em US$ 0,96 por libra-peso (453,59 gramas) na bolsa na semana passada, em alta de 25% em relação ao início de março, quando a China começou a aumentar as aquisições de carne de porco americana, que hoje totalizam mais de 127 mil toneladas.

Entusiasmo contido - Mas, devido às tensões comerciais entre Washington e Pequim, os produtores americanos de carne suína estão contendo o entusiasmo. A Tyson Foods, maior processadora americana de carnes, disse estar "acompanhando de perto" a PSA e "avaliando o impacto potencial da crise sobre as condições do mercado".

Tarifas - Pequim elevou suas tarifas sobre a carne suína como reação às taxas impostas pelo governo Trump a produtos chineses no ano passado. A China, além disso, proíbe o consumo de carne de porcos alimentados com ractopamina, complemento de crescimento usado em pelo menos metade da suinocultura americana, disse Dermot Hayaes, professor da Universidade Estadual de Iowa.

Mobilização - Enquanto isso, EUA, Canadá e México estão se mobilizando para manter a doença fora da América do Norte. O governo americano está instruindo os criadores sobre protocolos de biossegurança e usando cães Beagles em portos marítimos e aeroportos para farejar produtos contrabandeados. O Conselho Nacional de Produtores de Carne de Porco cancelou sua World Pork Expo, marcada para este mês no Estado de Iowa, para garantir que nenhum de seus 20 mil visitantes traga o vírus do exterior.

Medo - "Nossos membros estão com muito, mas muito medo nas áreas rurais", disse David Herring, presidente do conselho dos produtores. "Eles entendem como é potencialmente gratificante não ter a peste suína africana, e essa é uma questão muito premente". (Financial Times / Valor Econômico)

 

AFTOSA: RS pede auditoria da Agricultura para virar área livre sem vacinação

Auditores do Ministério da Agricultura devem visitar o Rio Grande do Sul na segunda quinzena de julho para avaliar a situação do Estado em relação à febre aftosa no rebanho. O objetivo, conforme relatou a Secretaria de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seadpdr) do RS, em nota, é a obtenção do status de área livre de aftosa, sem vacinação.

Formalização - Ainda de acordo com a Seadpdr, o pedido de auditoria foi formalizado na segunda-feira (22/04) pelo secretário de Agricultura, Covatti Filho, que entregou o documento ao superintendente federal do Ministério da Agricultura no RS, Bernardo Todeschini, em evento de lançamento da Frente Parlamentar em Apoio à Evolução do Status Sanitário Animal do RS.

Metas - Covatti Filho disse que o RS vem cumprindo as metas estipuladas no Plano Estratégico do Programa Nacional de Erradicação da Febre Aftosa 2017-2026 desde uma auditoria do governo federal, feita em 2017. "O plano tem sido implementado e permitido alcançar as metas definidas, sendo que a maioria delas já foi atendida ou está em andamento", garantiu.

Progresso - Conforme o documento, houve progresso no sistema de vigilância e monitoramento a campo em todo o estado, incluindo o controle de trânsito animal e produtos de origem animal nos postos de divisa e fronteira. Covatti Filho disse ainda que o Rio Grande do Sul tem mantido adequada estrutura de pessoal e de equipamentos, capilaridade em todo seu território, e ausência de circulação viral de febre aftosa nos países limítrofes com o Estado. (Estadão Conteúdo / Revista Globo Rural)

INFRAESTRUTURA: Falta de calendário para projetos afasta o setor privado

 

infraestrutura 26 04 2019Sobram recursos no mundo para investir em infraestrutura no Brasil, mas a falta de um calendário consistente de projetos no país afasta a iniciativa privada, na visão de executivos que se reuniram nesta quinta-feira (25/04) em evento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para discutir o tema. Estudo da consultoria McKinsey, feito a pedido do banco, confirma essa visão. 

 

Maiores gargalos - O levantamento concluiu que a falta de continuidade de projetos e baixa continuidade crônica são os maiores gargalos da construção civil no Brasil. Seria necessário mais do que dobrar os investimentos no setor em 20 anos para chegar à média global.

 

Fundamental - A infraestrutura é fundamental para a retomada da economia, também pelo elevado número de empregos que gera, na visão do presidente do BNDES, Joaquim Levy. Para o executivo, o Programa de Parcerias de Investimento (PPI) é uma estrutura criada que teve "boa dose de sucesso", citando os casos das distribuidoras estaduais de energia elétrica. "Esse é o modelo que queremos", afirmou. Criado em 2016, no formato de secretaria especial, o PPI contará com subsídio técnico do BNDES na preparação de projetos de parcerias público-privadas (PPPs) e privatizações.

 

Pessoal ou capacidade técnica - "Estados e municípios não fazem PPPs porque não têm pessoal ou capacidade técnica para a preparação de bons projetos", afirmou o secretário do PPI, Adalberto Vasconcelos. Medidas para melhorar esse ponto já vêm sendo tomadas, disse ele. O grupo de governança vem tentando aumentar seu escopo além de aproximação com Estados e municípios. Também foi criada uma secretaria de apoio a licenciamento ambiental.

 

Segurança jurídica - Embora a participação de fundos de investimento em obras de infraestrutura seja uma prática relativamente recente, o setor é o que mais cresce na carteira dessas estruturas e já alcançam cerca de US$ 500 bilhões -25% dos investimentos em private equity e construção civil no mundo. "Quando conversamos com os investidores, o que se procura é segurança jurídica e um pipeline robusto de projetos", disse o sócio da área de infraestrutura do Pátria Investimentos Felipe Pinto.

 

Recursos - Dos US$ 13 bilhões administrados pelo Pátria, US$ 5 bilhões estão em projetos de infraestrutura. "Há muito capital ao redor do mundo, mas há poucos projetos e pouca organização de governo", disse Levy, lembrando que uma das principais fontes de recursos são fundos de pensão internacionais. 

 

Destino - "Como muitos negócios baseados em novas tecnologias não requerem muito capital, a infraestrutura desponta como um destino", completou. Seja como for, o novo ciclo de projetos permanecerá nas mãos das grandes construtoras, o que o diretor-executivo da Associação Brasileira da infraestrutura e Indústria de Base (Abdib), Venilton Tadini, definiu como "oligopólio natural".

 

Crescimento - "A infraestrutura tem que crescer à frente da demanda. Estamos há 30 anos rompendo gargalos e não é assim que funciona", disse. Ele defendeu que projetos de infraestrutura devem seguir os modelos de "project finance non resource" (empréstimo sem garantia ou project finance puro), em vez de adotar garantias corporativas.

 

Protagonismo - O estudo da McKinsey reforça a tese de que as grandes empresas terão protagonismo garantido a longo prazo no mercado nacional. Segundo as projeções, as grandes construtoras devem se especializar cada vez mais em projetos complexos, enquanto empresas de médio porte se consolidarão como opção para projetos de âmbito estadual e municipal, como iluminação, saneamento, linha de transmissão, transportes, aeroportos regionais e infraestrutura social. (Valor Econômico)

 

RODOVIAS: Concessionária de pedágio admite que pagou propina para trocar obras

 

rodovias 26 04 2019A revelação do conteúdo do acordo de leniência entre a Rodonorte e o Ministério Público Federal (MPF), nesta semana, expôs os bastidores de uma negociação que aconteceu em 2011, no início do primeiro mandato do governador Beto Richa (PSDB). Na época foi anunciado que a obra de duplicação na rodovia PR-151 entre Jaguariaíva e Piraí do Sul, nos Campos Gerais, seria atrasada para que a construção do Contorno de Campo Largo fosse antecipada, com o argumento de que era mais urgente e não traria nenhum prejuízo à execução do contrato de pedágio.

 

Reconhecimento - Contudo, a Rodonorte reconheceu, no documento que veio a público agora, que pagou propina para conseguir a troca, sem citar especificamente quais foram os benefícios conquistados. O acordo menciona ainda outras obras, como a supressão de duplicação de trechos da BR-376 e do contorno de Apucarana e não declara quanto foi pago para conseguir os aditivos contratuais. Os detalhes que estão sendo apresentados estão em anexos que ainda seguem em sigilo, pois fazem parte da investigação do MPF que busca reunir provas para responsabilizar agentes políticos, funcionários públicos, empresários e representantes das concessionárias.

 

Perímetro urbano - Quem trafega hoje entre Ponta Grossa e Curitiba talvez não saiba que até cinco anos atrás era preciso passar pelo perímetro urbano de Campo Largo. Um semáforo em plena rodovia provocava longas filas, até de 22 quilômetros, especialmente em feriados. Havia a previsão de construir um contorno, desviando a maior parte da aglomeração urbana, mas o prazo para o início da execução era em 2014. Com fluxo de 35 mil veículos ao dia, a situação exigia uma intervenção rápida.

 

Anúncio - Sendo assim, o governo estadual anunciou que havia negociado para antecipar a construção dos 11 quilômetros, trocando pelos 40 quilômetros a serem duplicados no outro trecho rodoviário, que seria adiado para a realização no período entre 2014 e 2015. Sem força política suficiente para reclamar da mudança, a região da PR-151 amargou a demora na obra.

 

Principal ponto - Mas o principal ponto é que o governo alegou que a troca era equivalente em custo, embora houvesse substancial diferença nas quilometragens, com a justificativa de que uma era muito mais elaborada e complexa do que a outra. A construção do Contorno de Campo Largo acabou atrasando – começou em 2012 e foi liberada para o trânsito em 2014.

 

Rodonorte - Procurada, a Rodonorte não se manifestou especificamente sobre a troca das obras. Segundo a empresa, foram feitos 22 quilômetros de duplicação na rodovia PR-151 entre Piraí do Sul e a Jaguariaíva, liberados ao tráfego em outubro do ano passado.

 

Acordo - Pelo acordo de leniência, a concessionária vai arcar com R$ 750 milhões, sendo R$ 35 milhões em multa e R$ 715 milhões em obras adicionais (fora as obrigatórias na atual versão do contrato) e também em subsídio para reduzir em 30% das tarifas praticadas pela empresa – desconto que passa a vigorar no sábado (27/04).

 

Lava Jato - As investigações fazem parte da Lava Jato, em fases da Operação Integração. Ao cumprir o acordo de leniência, a Rodonorte escapa de processos para apurar responsabilidades e outras consequências, como bloqueio de receitas e mais descontos em tarifas, o que tem acontecido com outras concessionárias. (Gazeta do Povo)

 

ECONOMIA: Alta do IPCA-15 surpreende em abril, mas inflação não preocupa

 

O aumento dos preços dos combustíveis e dos alimentos levou a prévia da inflação oficial brasileira registrar em abril a maior taxa desde o impacto causado pela greve dos caminhoneiros no ano passado. Apesar disso, economistas avaliam que a alta, maior que a esperada, é pontual e não deve romper a meta de 4,25% definida para o fim deste ano.

 

Avanço - O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) acelerou para 0,72% em abril, ante 0,54% em março, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Economistas esperavam avanço de 0,67%. Foi a maior alta desde junho do ano passado (1,11%). Considerando apenas o mês de abril, foi a maior taxa desde 2015 (1,07%). Em 12 meses, a inflação acumulada subiu de 4,18% para 4,71%.

 

Acima do esperado - O IPCA-15 de abril veio acima do esperado porque a desaceleração na alta dos alimentos foi mais fraca que a esperada. Alimentação no domicílio saiu de 1,91% em março para 1,43%. Até o fim do mês, contudo, essa descompressão deve se intensificar, fazendo o IPCA fechar o mês entre 0,55% e 0,60%, segundo André Braz, coordenador do Índice de Preços ao Consumidor (IPC), do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV). "Os preços ao produtor já mostram isso."

 

Gasolina - A alta de preço da gasolina também deve ceder. O combustível subiu 3,32% e sozinho foi responsável por 0,14 ponto do 0,72% do IPCA. "A variação da gasolina deve ter chegado a seu ponto máximo [no mês]", diz Braz.

 

Medicamentos - Por fim, o preço dos medicamentos deve continuar a subir por causa do reajuste autorizado em 31 de março, de 4,33%. Passada essa fase de reajustes e alimentos mais caros, Braz vê a inflação cedendo a partir de maio para terminar o ano em 3,9%.

 

Transportes públicos - Ainda no front dos administrados, alguma surpresa ocorreu nas tarifas de transportes públicos, que dependem da agenda de políticas locais, observa Carlos Pedroso, economista do Banco MUFG Brasil. Segundo o IBGE, houve aumento nas tarifas de ônibus urbanos de Porto Alegre, Curitiba, Salvador e Recife. Porto Alegre também subiu a passagem de trem, e o metrô ficou mais caro no Rio de Janeiro.

 

Dentro do script - No mais, o IPCA-15 veio dentro do script, segundo Pedroso, com pressões concentradas em transporte, alimentos e saúde. O banco estima que o IPCA "cheio" do mês fique em torno de 0,70%, e o do ano, em 4%.

 

Ociosidade - Para a Parallaxis, os combustíveis podem ainda ser fonte de preocupação, mas a grande ociosidade da economia deve manter a inflação comportada. A consultoria estima o IPCA de 2019 em 3,8%.

 

Alimentação fora de casa - A fraqueza da demanda é explicitada pela alimentação fora de casa - importante componente da inflação de serviços -, cuja variação veio zerada no IPCA-15 de abril. Outro quesito, os bens duráveis registram inflação muito baixa em 12 meses já há algum tempo. "A economia está com dificuldades de reagir. A baixa da Selic não foi suficiente para ativar o consumo", diz Braz, do Ibre-FGV, lembrando que o mercado de trabalho, com seus 13 milhões de desempregados, também contribui para o enfraquecimento da demanda.

 

Núcleos - Outro conforto para a inflação são os núcleos. O Banco Safra revisou a estimativa para a alta do IPCA de abril de 0,56% para 0,61%, mas a projeção para o ano segue em 3,6% devido às medidas que procuram excluir ou reduzir a influência dos itens mais voláteis. "O comportamento dos núcleos, em patamares considerados muito baixos, não gera preocupações", diz o banco.

 

Média - A média de sete núcleos calculada pelo Goldman Sachs, subiu de 0,24% para 0,40% de março para abril, e em 12 meses avançou de 3,1% para 3,32%, um nível ainda distante da meta de 4,25%. A instituição chama atenção para a baixa da inflação de serviços, de 0,34% para 0,23%. "A despeito das taxas maiores que as esperadas em março e em abril, a inflação e seus núcleos continuam confortáveis. Isso é ainda mais notável quando se leva em conta que a alimentação no domicílio acelerou de queda de 4,4% para alta 9% [em 12 meses] no último ano", diz Alberto Ramos, diretor de pesquisa do banco.

 

Dólar - A alta do dólar para níveis próximos de R$ 4 não deve afetar a inflação, segundo os economistas, pois deve ser temporária. Pedroso, do MUFG, diz ser prematuro avaliar um impacto na inflação. "Se continuar próximo de R$ 4 por mais tempo, poderá haver algum repasse aos preços, mas será pequeno." (Valor Econômico)

 

economia quadro 26 04 2019

BNDES: Desembolsos crescem 30% no primeiro trimestre de 2019

 

bndes 26 04 2019Os desembolsos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) somaram R$ 14,48 bilhões no primeiro trimestre deste ano, o que representa um aumento de 30% em relação ao mesmo período de 2018. Os números foram divulgados nesta quinta-feira (25/04) pela instituição.

 

Infraestrutura - O setor de infraestrutura recebeu em torno de R$ 7 bilhões, equivalentes a 48,1% dos recursos totais, revelando um crescimento de 71% nas liberações do banco, influenciado por investimentos em energia elétrica e transportes, informou a assessoria de imprensa do BNDES.

 

MPME - As liberações para o segmento de micro, pequenas e médias empresas (MPME) atingiram R$ 6,25 bilhões, ou 43,2% dos desembolsos totais do banco, uma expansão de 3% em comparação a igual período do ano passado.

 

Agro e indústria - Para os setores de agropecuária e indústria, houve desembolsos de, respectivamente, R$ 3,54 bilhões e R$ 2,59 bilhões, com variações positivas de 30% e 51%. O setor de comércio e serviços recebeu recursos de R$ 1,39 bilhão, representando uma queda de 48% em comparação aos três primeiros meses de 2018.

 

Regiões - A análise por regiões mostra que o maior volume de desembolsos (R$ 4,39 bilhões) foi destinado ao Sudeste, uma expansão de 2% em relação aos três primeiros meses de 2018. Para o Sul, as liberações atingiram R$ 4,13 bilhões, um aumento de 45% em comparação com o ano passado. 

 

Nordeste - Para o Nordeste, houve um crescimento de 63%, com R$ 3,29 bilhões liberados. Para a Região Norte, o aumento registrado atingiu 225%, com R$ 1,05 bilhão. O Centro-Oeste foi a única região a mostrar queda nas liberações do banco (-3%), com desembolsos que somaram R$ 1,6 bilhão.

 

Balanço operacional - De acordo com o balanço operacional, tanto as consultas como as aprovações de novos financiamentos pelo BNDES caíram 38% e 41%, respectivamente, no primeiro trimestre deste ano, em comparação ao período janeiro/março do ano passado, com totais de R$ 9,9 bilhões e R$ 8,34 bilhões. (Agência Brasil)

 

 

INTERNACIONAL: Acordo Mercosul-UE ‘está bem perto de uma conclusão’, diz chanceler

 

internacional 26 04 2019O chanceler Ernesto Araújo disse nesta quinta-feira (25/04) que o acordo comercial entre Mercosul e União Europeia finalmente está próximo de ser concretizado, após 20 anos de negociações conturbadas entre os blocos.

 

Negociações importantes - "Nesses quatro meses do governo, tivemos negociações importantes como o acordo do Mercosul com a UE, que está bem perto de uma conclusão”, afirmou o ministro das Relações Exteriores, durante evento na Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

 

Oferta - Há dois anos, o bloco europeu fez uma oferta para a pauta agrícola, com foco principal nas cotas de exportação de carne bovina e etanol proveniente do Mercosul, mas a proposta teve forte reação negativa sobretudo do Brasil, e as negociações voltaram a ficar emperradas.

 

Entusiasmo - O secretário de Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Orlando Leite Ribeiro, que também participou do evento, demonstrou igual entusiasmo com o avanço das negociações e disse acreditar que, até novembro, seja possível fechar o acordo.

 

Contemplados - Segundo ele, os europeus têm se sentido contemplados nas demandas relacionadas ao setor industrial neste governo, já que o Ministério da Economia incorporou essas discussões, antes concentradas no extinto Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic). “Agora, acreditamos que a pauta agrícola possa avançar mais também e termos um pré-acordo ainda antes das eleições na Argentina”, disse Ribeiro. (Valor Econômico)

 

 


Versão para impressão


RODAPE