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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4559 | 18 de Abril de 2019

PROGRAMA DE AUTOCONTROLE: Cooperativas entregam carta de reinvindicações ao Mapa

 

Lideranças do cooperativismo se reuniram na quarta-feira (17/04), na sede administrativa da Frimesa, em Medianeira, no Oeste do Paraná, para entregar uma carta de reivindicações para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), por meio do Secretário de Defesa Agropecuária, José Guilherme Tollstadius Leal. Foram dois dias de discussões para formular pontos de atenção que modernizam os processos de industrialização e melhoram a qualidade dos produtos entregues aos consumidores. Outro tema de trabalho foi a apresentação de propostas para o Programa de Autocontrole nos estabelecimentos regulados pela legislação da defesa agropecuária do país.

 

Mais participações - Também participou do evento o superintendente da Organizações das Cooperativas Brasileiras (OCB), Renato Nobile, superintendente do Sistema Ocepar, Robson Mafioletti e a diretora do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal, Ana Lucia de Paula Viana.

 

Envolvimento - Cerca de 40 pessoas se envolveram nos trabalhos do Comitê Técnico de Programa de Autocontrole, criado em fevereiro de 2019, para promover articulações nos órgãos e entidades públicas e privadas com o objetivo de implementar programas de autocontrole. A partir disso, foram criados subcomitês específicos para trabalhar tecnicamente questões que possam gerar alterações normativas em cada setor do agronegócio.

 

Diálogo - A articulação do diálogo ocorreu pela OCB que apresentou o Convênio para Cooperação Técnica para realização de workshops conjuntos com o Mapa para facilitar o entendimento e identificar soluções e gargalos, participações em comitês, financiamento de pesquisas, intercâmbios e união de esforços em campanhas. “É importante estabelecermos esse diálogo. Essa parceria com a OCB irá gerar bons frutos e caminharemos juntos nessa linha de desenvolvimento”, avalia Leal.

 

Aproximação - Para o diretor presidente da Frimesa, Valter Vanzella, aproximar o poder público do privado é a realização de um sonho. “Ter o cooperativismo como melhor aliado de um governo sério transformará nossa realidade. Entendemos que é por meio do diálogo que nos tornaremos grandes provedores de alimento para o mundo”, explica.

 

Principais pontos - Principais pontos de atenção citados na carta:

- Seminário sobre normas da qualidade do leite;

- Informatização de documentos e registros;

- Alinhamento com normativas da Anvisa;

- Revisão e construção de novos RTIQ’s;

- Constante melhoria da PGA;

- Revisar as legislações complementares, de forma a harmonizar a interpretação do novo RISPOA, com foco nas questões relativas à saúde pública;

- Revisão e construção de novos marcos regulatórios para a Defesa Agropecuária de Produtos de origem vegetal;

- Revisão da instrução normativa nº 30 de 2017 relativa a inovações tecnológicas;

(Imprensa Frimesa)

 

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PLENÁRIA: SNCC debate o futuro das cooperativas de crédito

 

plenaria 18 04 2019“As cooperativas de crédito registraram um crescimento sustentável espetacular na última década, inclusive em momentos difíceis da nossa economia. Passamos por crises financeiras, na política, em diversos setores e o cooperativismo de crédito manteve seu ritmo de crescimento”, afirmou o diretor de Fiscalização do Banco Central, Paulo Souza, durante a reunião plenária do Conselho Consultivo do Ramo Crédito da Organização das Cooperativas Brasileiras (CECO).

 

Participantes - O evento ocorreu na quarta-feira (17/04), em Brasília, e reuniu representantes de todos os entes do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (SNCC), de representantes do Banco Central e do Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito (FGCoop) e, também, da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), que discutiram os futuros passos do segmento.

 

Balizador de mercado - O diretor de Fiscalização do Banco Central, também destacou que o papel das cooperativas de crédito como um importante balizador de mercado, sobretudo por oferecer serviços financeiros mais baratos à população, de forma massificada. “Sem dúvida alguma, o SNCC é a resposta para muitas perguntas da sociedade brasileira a respeito da competividade do Sistema Financeiro Nacional”, enfatiza Paulo Souza, que se comprometeu com o crescimento do segmento: “vamos lutar, fortemente, ao lado de vocês, para efetivar nacionalmente o SNCC. Queremos contribuir com esse crescimento”.

 

Coordenação - A reunião plenária marca o retorno de Manfred Dasenbrok, do Sicredi, que ficará à frente da coordenação pelos próximos dois anos, junto com Henrique Vilares, do Sicoob (vice coordenador), Moacir Krambeck, da Confebras (1º secretário) e Paulo Barcellos, da Unicred (2º secretário).

 

Ações para 2019 - Entre as atividades previstas para este ano estão:

- Dar continuidade ao trabalho de busca por soluções de maneira conjunta pelo SNCC, por meio do Comitê de Negociações do CECO e, ainda, à atuação de mobilização para efetivo repasse de dos recursos dos Fundos Constitucionais de Financiamento;

- Participar do Fórum de Pagamentos Instantâneos do Banco Central do Brasil;

- Atuar para dar destaque às cooperativas de crédito nas ações do movimento SomosCoop;

- Dar continuidade às ações voltadas à Educação Financeira, bem como estimular, mais uma vez, a participação ativa das cooperativas na Semana Nacional de Educação Financeira (ENEF). - Vale destacar que em 2018, as cooperativas foram responsáveis por 42% do total de ventos da Semana ENEF e por 45,7% do total de pessoas alcançadas;

- Iniciar a revisão da Lei Complementar 130/2009, num trabalho conjunto com o Banco Central, com vistas ao aprimoramento de dispositivos e a inserção de questões que auxiliem no aprimoramento da governança cooperativa e tragam ainda mais segurança para o segmento;

- Continuidade de cumprimento da “Agenda Positiva” estabelecida com o BCB, no âmbito do Acordo de Cooperação Técnica, para avançar em questões regulatórias importantes para o SNCC, tais quais:

1. Possibilidade de utilização da taxa CDI em operações de crédito

2. Alternativas de destinação dos saldos remanescentes de quota-parte de capital, sobras e/ou de juros sobre capital de cooperados demitidos, eliminados ou excluídos

3. Impenhorabilidade de quotas-partes

4. Recrudescimento das regras para desfiliação de cooperativa singular de central

5. Assistência financeira pelo FGCoop

- Continuidade do trabalho de monitoramento e atuação nos Tribunais Superiores (TST e STF) e no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (CARF) nos processos que envolvem cooperativas de crédito e que tratam das seguintes questões:

- Orientação Jurisprudencial 379, que define que os empregados de cooperativas de crédito não se equiparam a bancário;

- Defesa da tese de inexistência de grupo econômico envolvendo cooperativas singulares, centrais, confederações e bancos cooperativos;

- Mapeamento e atuação em todos os processos que tenham como parte cooperativas de crédito no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais do Ministério da Economia.

-Acompanhar os desdobramentos da reforma sindical e seus possíveis impactos para o modelo societário cooperativista.

 

Discursos - Confira os principais pontos dos discursos.

 

LEGITIMIDADE:“O comprometimento de vocês, que legitimam a nossa base, nos mostra o nível de excelência na hora de estabelecer metas e de supera-las. Vocês atuam com muita competência no mercado financeiro, sem perder a alma cooperativista. Muito mais que lideranças do cooperativismo de crédito, vocês são nossos amigos e, trabalhar com amigos, é muito mais produtivo”. Márcio Lopes de Freitas, presidente do Sistema OCB

INTEGRAÇÃO:“Aqui no Brasil nós temos algo que é percebido e desejado pelos outros países, inclusive aqueles que são referência para nós: a integração entre OCB, Frencoop e Banco Central. É importante dizermos isso diante de seus representantes. Essa convergência de forças nos dá uma certeza: a de que, juntos, temos condições de transformar o país, a partir do desenvolvimento da nossa base e do fortalecimento da economia local”.Manfred Dasenbrok, coordenador do CECO

GRATIDÃO:“Ficamos à frente do FGCoop durante os últimos três anos e sempre pudemos contar com o apoio da OCB e com a confiança das nossas cooperativas. Com esse suporte todo, foi e será possível atuar pelo crescimento sustentável do nosso SNCC”. Bento Venturim, presidente do FGCoop

SOLIDEZ:“Temos visto nos últimos anos intensas mudanças na sociedade, na religião e na política. Diante disso, me pergunto: qual a única coisa que se preservou nesse imenso cenário de transformação? E a única coisa que me vem à cabeça é: o cooperativismo. É impressionante o que as cooperativas de crédito conseguiram fazer ao longo dos anos, se firmando como instituições financeiras sólidas. O cooperativismo é o único modelo que integra o passado, o presente e o futuro”. Evair de Melo, deputado federal e presidente da Frencoop

LC 130:“Aprovar a LC 130 no Congresso não foi uma tarefa fácil, mas valeu a pena. Temos de comemorar, porque depois dela, as nossas cooperativas de crédito deram um salto em termos de desenvolvimento, melhorando todos os seus indicadores, graças à distribuição do crédito e à inclusão financeira de milhões de brasileiros. Cada vez mais as cooperativas precisam estar preparadas para continuar crescendo e fortalecendo a economia do país”. Arnaldo Jardim, deputado federal e diretor do Ramo Crédito na Frencoop

 

VIDEO COMEMORATIVO DA LC 130

(Informe OCB)

 

LC 130: Márcio Freitas comenta os 10 anos da Lei Complementar

 

lc 100 18 04 2019Um dos marcos legais mais importantes do cooperativismo brasileiro é a Lei Complementar nº 130/2009, que instituiu e regulamentou o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (SNCC). A LC 130, como é mais conhecida completa, nesta quarta-feira (17/4), 10 anos e é tida como um dos grandes responsáveis pelo crescimento das cooperativas de crédito no país. Desde a sanção, o número de associados nas cooperativas financeiras cresceu 179,89%, saindo de 3.768.695, em 2009, para 10.548.288 em 2018.

 

Importância- O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, que participou ativamente do processo de discussão, elaboração, votação e sanção da LC, comentou a importância dela não só para o Ramo Crédito, mas para todas as cooperativas brasileiras. Confira a entrevista abaixo e assista ao vídeo comemorativo.

 

Qual foi a motivação para a criação da Lei Complementar 130?

O cooperativismo era muito malvisto. Era uma espécie de persona não grata no Sistema Financeiro Nacional (SFN). As cooperativas eram muito mal interpretadas, muitas vezes consideradas como organizações mais sociais do que econômicas, com viés de amadorismo. Então havia alguns desafios para que o cooperativismo pudesse ser melhor entendido, até mesmo pelo órgão regulador das cooperativas de crédito – o Banco Central.

Essa falta de clareza e entendimento sobre o nosso modelo de negócio ocorria inclusive no âmbito das políticas públicas da época e que fomentavam o desenvolvimento do país. Nesta época, as cooperativas não eram consideradas parceiras adequadas no processo de fortalecimento econômico.

Então, o desafio de se construir um sistema mais sólido é antigo, antecedendo ao processo da regulamentação da LC 130. As cooperativas de crédito tiveram que mostrar sua competência, sua seriedade, que cumprir regras muito rígidas. Sofriam, muitas vezes, restrições por parte de órgãos do governo, como o Ministério da Fazenda. As cooperativas agropecuárias, por exemplo, não conseguiam acessar crédito diretamente, e as cooperativas de crédito não conseguiam repassar recursos de financiamentos públicos da agricultura, por exemplo, mesmo com sua base muito forte.

O processo foi muito desafiador. Tínhamos lições de casa intensas que envolviam a competência interna das cooperativas. Todas se comprometeram em fazer o melhor, sempre pensando no futuro. Elas criaram sistemas sólidos, autorregulados por meio da autogestão, sempre cumprindo as regras do Banco Central. E, assim, conseguimos mostrar ao país nossa relevância. Organizamos as cooperativas em sistemas, recebemos a autorização para criar os bancos cooperativos e, na sequência, após comprovarmos a nossa solidez e capacidade de gestão, entramos no processo para sermos reconhecidos como instituição financeira.

Aí entra o papel da LC 130, que vem para reconhecer de fato e de direito que as cooperativas são instituições financeiras competentes, capazes de atuar no mercado financeiro de igual para igual com qualquer outra instituição bancária, mas de uma forma societária própria, baseada em princípios e valores que só o cooperativismo tem.

A OCB teve um papel fundamental como articulador. Eu, particularmente, sinto-me orgulhoso de ter participado desse momento histórico para o SNCC e que envolveu o poder público, desde o Ministério da Fazenda, o Banco Central, até nomes importantes como Gilson Bitencourt. A lei promoveu o reconhecimento oficial do poder público para as cooperativas de crédito serem reconhecidas como instituições financeiras competentes. Isso mudou a realidade do cooperativismo brasileiro: nós passamos a ser mais respeitados, a fazer parte do jogo do SFN.

 

Olhando os últimos 10 anos, como avalia o cooperativismo de crédito e sua atuação no mercado financeiro?

A LC 130 aplainou o caminho e organizou a estrada para que o cooperativismo pudesse continuar seu desenvolvimento. Nos últimos 10 anos, as cooperativas mantiveram sua estruturação e crescimento. Primeiro com a competência de ocupar espaços, usando a característica cooperativa. Elas foram com força para o mercado. Os seus cooperados souberam agregar confiança em torno do negócio, quer pela seriedade, confiança, competência. Desta forma, as cooperativas avançaram muito e rapidamente.

Elas ampliaram seu tamanho social, agregando um número muito grande de sócios, nos últimos 10 anos, e isso é muito importante, pois uma cooperativa é uma sociedade de gente, unida por confiança. Também com a ampliação do seu modelo financeiro, elas passaram a se capitalizar melhor, a ter mais movimentação econômica e, com isso, passaram a cumprir os acordos internacionais, como o da Basileia.

Um terceiro ponto importante: neste período, houve o aperfeiçoamento do processo de gestão e governança das cooperativas, o que melhorou a profissionalização de processos. Com isso, as cooperativas deram mais segurança aos cooperados e avançaram.

Eu coroaria esse processo de evolução nos últimos 10 anos com a constituição do Fundo Garantidor das Cooperativas de Crédito, o nosso FGCOOP, que conferiu mais segurança às operações de crédito. O FGCoop passou a dar as mesmas garantias aos cooperados que os outros bancos aos seus clientes. Desta forma, nosso cooperado tem seu depósito assegurado na cooperativa, como qualquer outra instituição financeira.

 

Como foi, enquanto articulador, participar desse processo?

Muito gratificante. Tenho orgulho de ter feito parte disso desde o início. O meu pai fundou uma cooperativa de crédito. Eu também fui um dos fundadores de outra cooperativa de crédito, então, nós pudemos ver esse sistema se organizar. Criar, a partir de uma teia, que era muito espalhada, sistemas organizados, com solidariedade entre si, e que desenvolvem competência, capacitação, também em bloco. Então isso me traz uma satisfação muito grande, pois pude ver a evolução do cooperativismo financeiro no Brasil, que é muito mais do que simplesmente a oferta de crédito. É um verdadeiro pacote de serviços e que têm uma qualidade muito própria.

Enquanto o sistema financeiro tradicional, público ou privado, tem a missão de enxugar, de buscar recursos na região, gerar mais dinheiro com o lucro de empréstimos, mas migrar esses lucros e resultados para grandes centros. No caso das cooperativas, elas trabalham ao inverso desse modelo, pois sua responsabilidade é totalmente voltada ao cooperado que está em locais mais isolados, em cidades que ficam longe dos grandes centros. Tudo que uma cooperativa gera, os serviços que ela cria, e toda a riqueza, ficam na região, movimentando a economia local, regulando preços, melhorando a qualidade de vida do cooperado e de suas famílias.

A cooperativa assume o papel de ser a locomotiva do cluster de desenvolvimento local. Ela acaba tendo um compromisso com a comunidade toda. As cooperativas também são capazes de gerar muito mais que resultados financeiros, promovem o bem-estar das pessoas que estão em volta delas. Esse é o nosso objetivo: gerar qualidade de vida para as pessoas no ambiente em que as cooperativas estão presentes. É por isso que sempre dizemos que onde tem cooperativa, o IDH é sensivelmente maior do que nas comunidades onde não há. Isso não é por acaso: as cooperativas fomentam um círculo virtuoso de desenvolvimento.

 

Como as cooperativas podem ampliar sua atuação para ajudar a desenvolver ainda mais o país?

O papel das cooperativas é fundamental em todos os momentos. No futuro, a intensidade da evolução terá que ser muito maior. Com as inovações tecnológicas e a nova revolução industrial, todas estas transformações serão ainda mais intensas nos próximos cinco anos do que já foram nos últimos 50. Assim, as cooperativas precisam estar preparadas para esses desafios, necessitam de inovação e ousadia.

Além disso, elas precisam apostar no futuro, nos jovens e na cabeça da sociedade moderna, aliás, a sociedade de hoje não é a mesma de 20 anos, a sociedade quer relações diferentes com o sistema financeiro, com seu banco. A cooperativa tem um perfil que se adequa à esta tendência. Num mundo onde faltam confiança e valores, a cooperativa entrega justamente isso de forma bastante clara.

Acredito muito que o futuro do cooperativismo ainda está por vir. As cooperativas vão continuar se desenvolvendo e ocupando, cada vez mais espaços e, com isso, terão um papel de crescente relevância no processo de desenvolvimento do nosso país, cuidando de seus cooperados e de todos aqueles que vivem em seu entorno. (Informe OCB)

SICREDI CAMPOS GERAIS: Agência é inaugurada na avenida Batel, em Curitiba

 

A Avenida Batel ganhou, na última terça-feira (16/04), uma nova agência do Sicredi, instituição financeira cooperativa com mais de 4 milhões de associados e atuação em 22 estados brasileiros e no Distrito Federal. Com 816 metros quadrados para atendimento personalizado, com área de caixas, salas de reuniões, área gourmet e estacionamento para 26 veículos, a agência é o sexto ponto de atendimento da Sicredi Campos Gerais PR/SP na capital paranaense. 

 

Aposta - Com a inauguração da agência em uma das mais tradicionais avenidas de Curitiba, o Sicredi aposta na ampliação do público dos grandes centros urbanos. “Temos uma longa história nas cidades do interior, com o público rural, e cada vez mais queremos levar para as grandes cidades esse exemplo de gestão cooperativa que valoriza o relacionamento com o associado e que possui toda a segurança de um banco tradicional, uma vez que contamos com a garantia do Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito”, comentou o presidente da Sicredi Campos Gerais PR/SP, Popke Ferdinand Van Der Vinne. 

 

Origens - As origens do Sicredi estão no surgimento da primeira cooperativa de crédito brasileira, em 1902. A instituição financeira cooperativa tem como diferencial um modelo de gestão que valoriza a participação. Os associados votam e decidem sobre os rumos da sua cooperativa, tendo direito a uma parcela das chamadas ‘sobras’, como é chamado o resultado positivo de uma cooperativa. Além disso, as cooperativas desenvolvem soluções de acordo com as necessidades dos associados. Como um importante instrumento de incentivo para o desenvolvimento econômico e social, os ativos dessas instituições são usados financiar os próprios associados, mantendo os recursos nas regiões nas quais eles foram gerados.

 

Presença - A inauguração da nova agência do Batel contou com a presença do prefeito de Curitiba, Rafael Greca, que conheceu toda a estrutura voltada para o atendimento do associado. O vice-governador, Darci Piana, também esteve no evento e comentou um pouco da sua história e atuação no cooperativismo paranaense. Além disso, diretores da Ocepar, da FIEP e de outras entidades participaram do coquetel.

 

Mais - Ainda no primeiro semestre, outras duas agências do Sicredi devem ser inauguradas em Curitiba, no bairro Champagnat e no Jockey Plaza Shopping. “Em 2019, chegaremos a oito pontos de atendimento na capital, um grande avanço do Sicredi e uma conquista para a população que pode ter acesso a soluções financeiras personalizadas e mais adequadas a cada necessidade”, finaliza o presidente.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi Campos Gerais PR/SP)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

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SICREDI UNIÃO PR/SP I: Santa Fé ganha agência três vezes maior

 

sicredi uniao I 18 04 2019Os 11 mil moradores de Santa Fé e região foram brindados com uma nova agência da Sicredi União PR/SP. É que na terça-feira (16/04) foi reinaugurada a agência da cidade, na avenida Getúlio Vargas, 930. O novo endereço tem 730 metros quadrados, três vezes maior que o espaço anterior, na mesma avenida.

 

Importância econômica e social - O gerente da agência, Murilo Scandelai de Morais, reforçou a importância econômica e social da instituição cooperativa financeira. “Cerca de 40% do movimento financeiro do município é gerido pela Sicredi União. Nos últimos cinco anos, a agê cia dobrou o número de associados. A população entendeu que o cooperativismo de crédito é um modelo mais justo de negócio. Tanto que no mês passado, distribuímos R$ 65 mil entre os associados da agência, fruto das sobras de 2018”, destacou ele, reforçando que a agência e os colaboradores estão à disposição dos associados, tanto que as salas de reuniões podem ser usadas sem custo por eles. 

 

Segurança - Para o prefeito Fernando Bambrilla, o cooperativismo proporciona o desenvolvimento econômico e social. “A nova agência oferece um espaço moderno e aconchegante e a Sicredi oferece segurança nos negócios”.

 

Primeira - De acordo com o gerente Murilo Scandelae de Morais, a primeira agência foi instalada no município há 25 anos e, de lá para cá, houve aumento expressivo do número de contas. “Hoje contamos com cerca de 2,6 mil associados, que são atendidos em um espaço de 240 metros quadrados, ou seja, é necessário um espaço maior”, afirma. Por isso, a Sicredi União PR/SP optou pela reinauguração em uma área de 730 metros. 

 

Novo padrão - O gerente também adianta que a agência segue o novo padrão de leiaute da Sicredi União PR/SP, com design moderno, ambientes aconchegantes, e disposição interna que garante fluxos mais rápidos. “Vamos ter mais mesas para prestar atendimento e oferecer relacionamento mais próximo a todos os associados, sem contar a facilidade de acesso ao local, já que nos instalamos na região central da cidade”, enfatiza.

 

Expansão - Para este ano, o plano de expansão da cooperativa prevê inaugurar o total de 25 agências, sendo 14 em São Paulo e 11 no Paraná. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

 

SICREDI UNIÃO PR/SP II: Em Paraíso do Norte, cooperativa doa ovos de Páscoa

 

sicredi uniao II 18 04 2019A Sicredi União PR/SP fará a doação de 600 ovos de Páscoa nesta quinta-feira (18/04), às 15h30, em frente a agência de Paraíso do Norte, que fica na Avenida Tapejara, 261, no Centro. Para a ocasião também está programada uma apresentação musical das crianças que serão presenteadas. Para isso, um lado da via será interditado. 

 

Incentivo - O  gerente da agência da Sicredi União PR/SP, Juliano Pazini, diz que esta não é a primeira vez que o ponto de atendimento organiza a ação de Páscoa. “Incentivamos os associados a fazerem doação de alguma quantia em dinheiro e, com o recurso, compramos os ovos de Páscoa. Na oportunidade também entregamos cofrinhos da cooperativa para incentivar as crianças a poupar”, explica. 

 

Beneficiadas - Este ano serão beneficiadas as crianças do Centro de Educação Infantil Arnaldo Busato (Cemic), da Creche Rotary Lar Feliz, da Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), além de alunos e professores de outras creches, e idosos do Recanto da Velhice de Paraíso do Norte (Revepar). “A cada ano conseguimos atingir um número maior de crianças, e tudo isso graças aos associados que abraçaram a causa”, comemora Pazini. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

 

SICOOB UNICOOB: Comitiva da Bahia conhece boas práticas realizadas com apoio do Instituto Sicoob

 

Intercooperação, aprendizado e troca de experiências. Foram essas as palavras que definiram os dois dias em que a comitiva do Sicoob Central Bahia esteve na Central Sicoob Unicoob para conhecer as boas práticas realizadas pelas singulares junto à comunidade, com apoio do Instituto Sicoob. 

 

Imersão - Formado por 20 integrantes, o grupo composto por um dirigente, uma Pessoa de Desenvolvimento Estratégico (PDE) e 18 Pessoas de Apoio Estratégico (PAE), responsáveis por realizar e coordenar as ações do Instituto Sicoob nas cooperativas baianas, passou por uma verdadeira imersão e conheceu, in loco, aquilo que as singulares realizam no Paraná.

 

Momento mais teórico - No primeiro dia a comitiva participou de um momento mais teórico. Logo no início o grupo conheceu o portfólio do Instituto Sicoob na Central Sicoob Unicoob e ouviu as PAEs do Sicoob Credicapital, Vanessa Mota, de Cascavel (PR), e do Sicoob Metropolitano, Adilso Carniel, de Maringá, falarem sobre os projetos aplicados pelas cooperativas. Na parte da tarde os integrantes visitaram a sede da singular maringaense e foram à Evoa, a primeira aceleradora de empresas de Maringá e região que tem iniciativa do Metropolitano e conta com apoio de empresas do ecossistema de inovação. 

 

Prática - Já no segundo dia da visita as atividades foram todas práticas. O grupo se dirigiu a Peabiru (PR) para conhecer os trabalhos e acompanhar a Assembleia Geral Ordinária (AGO) da Cooperativa Mirim Sagrado Coração, que tem como madrinha o Sicoob Metropolitano. A comitiva também teve a oportunidade de participar de uma roda de conversa com a secretaria de educação da cidade para discutirem os resultados e reflexos da aplicação do Concurso Cultural, Cooperjovem e a Cooperativa Mirim no munícipio.

 

Compreensão - E foi justamente conhecer a prática da Cooperativa Mirim no dia a dia que facilitou a compreensão da comitiva sobre o que é, de fato, a essência do Instituto Sicoob. É o que garante Iara Fernandes do Santos, diretora operacional e Conselheira de Administração do Sicoob Copelba. “Com certeza levarei para a Bahia a essência do cooperativismo que vi nessa Cooperativa Mirim. Pode-se dizer que é uma semente que vai geminar no sistema como um todo e

no próprio cooperativismo, pois já conseguimos ver aqui crianças com postura de liderança, além da cooperação, compartilhamento e compromisso entre eles mesmos.”

 

Boa impressão - A Cooperativa Mirim impressionou tanto os PAEs e PDE que, mesmo sendo um programa desafiador e que demanda muito trabalho, já tem gente que se interessou em implantar. “A gente sempre vê a Cooperativa Mirim como um programa que, de fato, depende de uma maturidade, porque é um pouco mais complexo, mas depois de ver isso aqui hoje todos querem e desejam sentir essa emoção e transformação. Foi fundamental para engajar, ainda mais, e fechar a visita com o sentimento de que é possível, sim, fazer, desde que se entenda as particularidades de cada localidade”, revela Patrícia Saldeado, Pessoa de Desenvolvimento Estratégico da Central Bahia.

 

Diferença - Mas a visita não foi importante apenas para a comitiva da Bahia. Para os integrantes da Cooperativa Mirim esse intercâmbio também fez a diferença. “É muito legal receber esse pessoal. Ficamos muito felizes em ter essas pessoas que vieram lá do outro lado do Brasil para ver o nosso trabalho em uma cidade bem pequenininha. Mostramos para eles como fazemos o papel cartão reciclável, porque queremos que a escola pare de comprar papel e utilize esse reciclável que é sustentável”, explica Ana Júlia Marques da Silva, presidente da Cooperativa Mirim Sagrado Coração.

 

Ações que transformam a educação - De acordo com Cleosir Venceslau Fermino, secretária de Educação, Cultura, Esporte e Lazer de Peabiru, contar com os programas do Instituto Sicoob na cidade é um grande privilégio. “Desde 2015, quando os programas do Instituto Sicoob foram implantados aqui no município, eu observo a evolução, tanto na mudança de comportamento e transformação da classe docente, quando dos alunos. O Concurso Cultural, Cooperjovem e a Cooperativa Mirim são um sucesso e são ‘as meninas dos olhos’ para nós do setor da educação”, confessa.

 

Recado - A secretária também deixou um recado para a comitiva da Bahia. “Não pensem duas vezes para implementar os programas lá. Só se tem a ganhar. São só ganhos, pontos positivos e favoráveis para a construção de uma educação de qualidade e cada vez melhor”, completa ela. 

 

Intercooperação que faz a diferença - Para Patrícia Saldeado, Pessoa de Desenvolvimento Estratégico da Central Bahia, o movimento de intercooperação dá uma outra dimensão do que são os programas do Instituto. “Ver as ações na prática é completamente diferente. Mesmo que a gente veja os vídeos, que são bem produzidos e transmitam emoção, nada é como estar aqui. Nossa expectativa agora é sentar, planejar e entender que sabemos onde queremos chegar, mas que ainda temos uma longa caminhada ainda até chegar lá.”

 

Troca - A analista de projetos do Instituto Sicoob na Central Sicoob Unicoob Fernanda Paiva Pedrone, destaca que, “embora na teoria, a comitiva tenha vindo para aprender um pouco conosco, a intercooperação promove um troca de informações e conhecimento que sempre agregam para os dois lados envolvidos, o que não deixa de ser cooperativismo em sua essência. Esperamos e torcemos muito para que o que eles viram aqui possa ajuda-los e motiva-los a realizarem os programas na Bahia, assim como temos certeza que aprendemos com eles e melhoraremos, ainda mais, aquilo que já temos feito”.  

 

Funcionamento - A visita do Sicoob Central Bahia teve como objetivo apresentar, na prática, como funcionam os programas e ações desenvolvidos aos integrantes da comitiva, já que agora, com a nacionalização do Instituto Sicoob ocorrida no ano passado, as Centrais de todo o Sicoob poderão implantar os programas nas respectivas áreas de atuação. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

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SICREDI FRONTEIRAS: Serviços gratuitos são oferecidos à população em parceria com Clubes Rotary de Jundiaí

 

sicredi fronteiras 18 04 2019No dia 6 de abril, a Sicredi Fronteiras PR/SC/SP, através suas duas agências de Jundiaí (PR), realizou uma parceria com os Clubes Rotary do município para uma ação com intuito cooperativo.

 

Trabalhos voluntários - Esta ação é elaborada todo o ano pelos Clubes Rotary de Jundiaí, que buscam parceiros para a prática de diversos de trabalhos voluntários. Das 9h até às 17h, na Praça da Matriz, atividades e serviços foram prestados gratuitamente à população, como: aferição de pressão arterial, aulas de zumba, cortes de cabelo, exame de espirometria, testagem de Hepatite C, Quiropraxia – tratamento da coluna, atividades para as crianças e leitura na praça. Tudo isso foi animado pelas bandas Fator Comum e Kripta. 

 

Assessoria financeira - A Sicredi Fronteiras esteve na ação prestando assessoria e consultoria financeira. Durante o dia todo, os colaboradores das duas agências localizadas em Jundiaí estiveram no estande à disposição de associados e não associados, para tirar dúvidas sobre como funciona uma instituição financeira, quais investimentos seriam mais convenientes para cada perfil de pessoa, quais os passos necessários para abrir uma conta no Sicredi, o que é preciso para realização de um empréstimo, etc. 

 

Objetivos - Apoiar os eventos e ações sociais faz parte dos objetivos da cooperativa. É através destas parcerias, do fazer juntos, que a Sicredi Fronteiras segue transformando vidas e comunidades onde está inserida. 

  

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi Fronteiras PR/SC/SP)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

COPAGRIL: Parceria é fechada com empresa de gelatos Nuv Nuv

 

O mundo corporativo cada vez mais é impulsionado por parcerias. Dentro dessa visão, os Supermercados Copagril acabam de celebrar uma parceria com a nova empresa de gelatos Nuv Nuv, que realizou, na tarde desta quarta-feira (17/04), a inauguração do seu primeiro quiosque no Brasil, instalado no interior do Supermercado Copagril de Guaíra-PR.

 

Novidade - Para marcar de forma especial essa novidade esteve presente ao evento o ator global Felipe Folgosi, que é um dos três sócios da nova empresa, além de Fabrício Martin e Erlon Labatut. Também marcaram presença o supervisor dos supermercados, Jaroslav Bradacz Neto (Lau), o gerente da loja, Ilgo Zimmermann, o vereador Sérgio Viana, os conselheiros da cooperativa, José Rosemberger e Juzemar Ferronato, e diversos parceiros da iniciativa.

 

Satisfação dos clientes - Durante a inauguração, o supervisor destacou que a presença da franquia de sorvetes no interior do supermercado é mais um benefício para os clientes, pois além de irem até lá para fazer compras terão oportunidade de um momento de lazer dentro do estabelecimento. “Nossa intenção é que os clientes sintam-se bem dentro dos nossos supermercados, que tenham satisfação em estar aqui para celebrar momentos de amizade, descontração e convivência familiar. Por isso, essa parceria com a Nuv Nuv é muito bem-vinda. Desejamos sucesso nesse novo empreendimento e que a parceria seja muito exitosa e duradoura”, enfatizou Lau.

 

Degustação - Após o ato inaugural, todos os clientes presentes tiveram a oportunidade de degustar os sabores dos novos gelatos Nuv Nuv.

 

Horário de atendimento - O horário de atendimento da Nuv Nuv no Supermercado Copagril de Guaíra será das 11 às 20 horas. O estabelecimento fica localizado à Avenida Joaquim Dornelles Vargas, nº 465. (Imprensa Copagril)

 

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UNIMED PONTA GROSSA: Corujão Unimed reúne mais de mil atletas em Ponta Grossa

 

O Corujão Unimed contou com 1.200 inscritos na edição deste ano e os atletas estiveram reunidos no último sábado (13/04), na arena montada no pátio do Conservatório Municipal Maestro Paulino.É o quinto ano consecutivo que a Unimed Ponta Grossa promove o evento, este ano organizado pela Global Vita Sports.

 

Percurso - A largada foi às 20h30 e contou com percursos de 5k e 10k, que passaram por algumas ruas do centro e seguiram sentido Oficinas. Já na estrutura montada na arena do evento, os atletas puderam ter acesso a serviços gratuitos como massagem, espaço kids, aferição de pressão, teste de glicose, sukyo mahikari, espaço de convivência Unimed e distribuição de água, fruta e isotônico no momento da chegada.

 

Maior corrida noturna - Considerada a maior corrida noturna de Ponta Grossa em quantidade de participantes, além de atletas da cidade, o evento também recebeu corredores de Curitiba, Castro, Carambeí, Guarapuava, do estado de Santa Catarina, do interior de São Paulo e de outros municípios da região dos Campos Gerais.

 

Evolução - “É muito importante conseguirmos constatar o quanto o evento cresceu e amadureceu desde à primeira edição, em 2015. Não só em estrutura e organização, mas no propósito de incentivar à prática de esportes. Com o Corujão, conseguimos, em um mesmo evento, reunir pessoas de diversas idades e promover a atividade física, diversão, socialização e ainda movimentar o serviço e o comércio de Ponta Grossa, com parcerias locais e com a vinda de atletas de outras cidades”, ressalta Thalita Valentim, gerente de marketing da Unimed.

 

Troféus - Durante a premiação, que contemplou a classificação geral e categorias dividas por faixa etária, foram cerca de 64 troféus entregues.

 

Estreia - Iniciante na modalidade, Jheniffer Fagundes Paes, assistente de atendimento, fez a estreia em corridas de rua neste sábado. “Sair da zona de conforto e se desafiar pra algo que você nunca imaginava que iria fazer é uma sensação gratificante, de vitória e dever cumprido. O evento, o apoio dos amigos, da organização e do incentivo de pessoas que eu nem conhecia foi algo que me impulsionou demais. Me mostrou que eu posso e que consigo me superar. Foi uma experiência sensacional”. (Imprensa Unimed Ponta Grossa)

 

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TRIGO: Reunião da Comissão Brasileira de Pesquisa abre inscrições para a 13ª edição

 

trigo 18 04 2019Pesquisadores, professores, acadêmicos, profissionais do agronegócio, produtores de sementes, agricultores, cerealistas e moinhos já podem garantir a presença na 13ª Reunião da Comissão Brasileira de Pesquisa de Trigo e Triticale (RCBPTT) e no Fórum Nacional do Trigo 2019, que serão realizados nesta edição pela Biotrigo Genética, de 2 a 4 de julho de 2019, em Passo Fundo. Para o envio de trabalhos, o prazo de inscrição é até o dia 2 de maio, com submissões pelo site www.reuniaodetrigo2019.com.br. Já o período de inscrição com valores promocionais no primeiro lote é até o dia 17 de maio. Aberto ao público, a expectativa é reunir cerca de 400 participantes.

 

Principal evento científico - Conforme o presidente da 13ª RCBPTT, André Cunha Rosa, a Reunião é o principal evento científico de trigo no Brasil. Ele explica que o evento tem como objetivos avaliar os avanços científicos, promover a transferência de tecnologias e integrar as diferentes instituições que dão suporte à cadeia produtiva do trigo e do triticale.  “É um importante evento que reúne os principais debates sobre os avanços e onde acontece o direcionamento das prioridades da pesquisa do trigo no Brasil”, comenta. Também são avaliados os resultados da última safra e indicadas novas tecnologias para cultivo nos próximos anos.

 

Palestras e painéis - Nesta edição, a programação contará com palestras e painéis sobre as safras passadas e as perspectivas da cultura do trigo, debates relativos à armazenagem, legislação, comercialização e qualidade industrial, além da apresentação de trabalhos científicos nas subcomissões técnicas.   A partir destes estudos será elaborado o livro com as Informações Técnicas para Trigo e Triticale – Safra 2019.

 

Resumos expandidos - Os trabalhos serão recebidos na forma de resumos expandidos até o dia 2 de maio e podem ser inscritos em uma das seguintes subcomissões técnicas: Ecologia, Fisiologia e Práticas Culturais; Fitopatologia; Entomologia; Melhoramento, Aptidão Industrial e Sementes; Solos e Nutrição Vegetal e Transferência de Tecnologia e Socioeconomia. O evento que acontece no auditório da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de Passo Fundo (UPF), conta com o patrocínio das empresas Basf, Syngenta, Bayer, Coamo, Granotec, Agrária, Apasem, FMC e apoio da Embrapa Trigo. Mais informações e programação completa no site. (Assessoria de Imprensa do evento)

http://www.reuniaodetrigo2019.com.br/

 

SOJA: Abertas inscrições para Reunião e Pesquisa sobre a cultura

Já estão abertas as inscrições para a 37ª edição Reunião de Pesquisa de Soja (RPS), que será promovida pela Embrapa Soja nos dias 26 e 27 de junho de 2019, no Buffet Planalto, em Londrina (PR). A comissão organizadora também está recebendo os trabalhos técnicos científicos que poderão ser submetidos em uma das nove comissões técnicas até o dia 10 de maio. Os detalhes para realização de inscrição e submissão de trabalhos estão disponíveis na página do evento na internet (www.rps2019.com.br).

Público - A Reunião de Soja deverá reunir aproximadamente 800 profissionais envolvidos na cadeia produtiva. “A RPS é o principal fórum sobre a cultura da soja, por isso, é uma oportunidade para promovermos a integração das instituições públicas e privadas de pesquisa e assistência técnica, que trabalham com a cultura da soja, visando a melhoria das ações de pesquisa e transferência de tecnologias”, explica pesquisador da Embrapa Soja Osmar Conte, presidente da RPS.

Avanços - A Reunião de Soja tem por objetivo debater os principais avanços da pesquisa e os problemas ocorridos na safra 2018/19 para subsidiar as definições de prioridades de pesquisa para a cultura da soja. “Pretendemos traçar um panorama sobre a última safra de soja e avaliar os diferentes cenários de produção, assim como os resultados de pesquisas mais recentes e inovadores para que possamos avançar no planejamento da pesquisa e no aprimoramento da transferência de tecnologia”, explica Conte.

Programação - A programação do evento irá contar com uma sessão plenária de abertura e de encerramento e relatos sobre a da última safra da soja por regiões do Brasil e os principais resultados. Além disso, serão promovidas palestras, painéis sobre temas relevantes para a soja e reunião de comissões técnicas que tratarão de atualidades e problemáticas nos sistemas de produção em que a cultura se insere. (Assessoria de Imprensa da Embrapa Soja)

SERVIÇO

Evento: 37ª edição Reunião de Pesquisa de Soja (RPS)

Data: 26 e 27 de junho

Local: Buffet Planalto - Avenida Tiradentes, 6429 - Parque Ney Braga, em Londrina (PR).

Inscrições: www.rps2019.com.br

soja cartaz 18 04 2019

TECNOLOGIA: PTI lança edital para solucionar desafios de empresas paranaenses

 

Por meio de um edital, o Parque Tecnológico Itaipu (PTI) - em parceria com a Fundação Araucária - vai unir empresas do setor produtivo que desejam ampliar sua competitividade com empreendedores dispostos a apresentar propostas de soluções tecnológicas. O edital completo está disponível no link http://pti.org.br/incubadorasantosdumont.

 

Programa - A iniciativa faz parte do Programa de Inovação Corporativa com Foco no Desenvolvimento de Novas Empresas e será dividida em três etapas. Na primeira, empresas de médio e grande porte do Paraná poderão enviar, até o dia 26 de maio, seus problemas ou desafios relacionados a quatro tipos de necessidade: agronegócio, educação e/ou saúde; smart cities (cidades inteligentes); e construção civil.

 

Refinamento - Essas demandas passarão por um refinamento com detalhamento das necessidades e a lista das selecionadas será publicada em 10 de junho. Na segunda etapa, os empreendedores terão um mês para enviarem seus projetos de soluções para estas demandas. Até 48 proposições serão selecionadas e passarão por um período de dois meses de qualificação para o desenvolvimento de seus protótipos.

 

Incubação - Já na terceira e última fase, os empreendedores selecionados poderão participar do Programa de Incubação oferecido pelo PTI com direito a suporte e mentoria em uma das quatro unidades da Incubadora Santos Dumont: em Foz do Iguaçu, no PTI ou na Uniamérica, em Marechal Cândido Rondon ou Londrina. Serão selecionadas duas equipes em cada uma das unidades, totalizando oito projetos.

 

Fomento - "O Programa tem como objetivo o fomento ao desenvolvimento de produtos, processos e serviços, além de ampliar a competitividade nacional e internacional do setor produtivo paranaense, e incentivar a cultura de inovação e empreendedorismo no Estado", destacou Pedro Sella gerente do Programa de Desenvolvimento de Negócios do PTI.

 

Bolsa - Na etapa do desenvolvimento do protótipo, os empreendedores receberão uma bolsa no valor de R$ 1.050,00 durante dois meses. Já durante o desenvolvimento do produto final, as empresas cadastradas no Programa receberão R$ 32 mil para desenvolver e entregar a solução para a empresa parceira selecionada.

 

Como participar? - As empresas e os empreendedores interessados em participar do Programa podem conferir os critérios e requisitos, e preencher os formulários de cadastro no endereço http://pti.org.br/incubadorasantosdumont. (Assessoria de Imprensa do PTI)

PREVIDÊNCIA: Governo cede, mas votação da reforma na CCJ é adiada

 

previdencia 18 04 2019Pressionado por parte das legendas de centro, o governo cedeu em cinco pontos com menor impacto fiscal na reforma da Previdência - que devem ser excluídos já pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados -, mas conseguiu manter a proposta de restringir o abono salarial pelo menos até a comissão especial, que analisará o mérito do projeto. 

 

Divergências - A sessão acabou adiada em meio a divergências entre os partidos e protestos da oposição e voltará na terça-feira (23/04). O corte no abono, que passaria a ser pago apenas para quem ganha um salário mínimo (hoje recebem os com remuneração de até dois salários mínimos), é a mudança com maior impacto orçamentário dentre as negociadas pelo Centrão com a oposição. 

 

Custo - Custaria R$ 150 bilhões em dez anos, cerca de 14% da reforma de R$ 1,1 trilhão. O número foi usado pelo secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, para demover os partidos, mas o assunto ainda será discutido na comissão especial.

 

Exclusão - Por outro lado, o governo deve ceder e excluir cinco pontos que a oposição e os independentes classificaram de "penduricalhos", como facilitar a mudança na idade de aposentadoria compulsória dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) - o que abriria caminho para o presidente Jair Bolsonaro indicar um número maior de ministros-, acabar com a multa de 40% do FGTS para demissões sem justa causa quando o trabalhador for aposentado e eliminar o artigo que restringia decisões judiciais e novas leis que ampliassem benefícios da seguridade social sem fonte de custeio. 

 

Incorporação - O relator da reforma na CCJ, deputado Marcelo Freitas (PSL-MG), vai incorporar essas supressões ao parecer. Uma das mudanças acertadas tem impacto fiscal indireto, e mantém inalterada a regra que transfere a competência federal para julgar ações que envolvam o INSS para a Justiça estadual nas localidades onde não houver Justiça Federal. 

 

Jurisprudência - O governo entende que a jurisprudência é mais consolidada entre os juízes federais e que eles são menos suscetíveis a fraudes. O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) destina 15% de seu orçamento, o equivalente a R$ 92 bilhões, apenas para o pagamento dos benefícios concedidos judicialmente.

 

Desconstitucionalização - Já a desconstitucionalização (tirar as regras previdenciárias da Constituição e deixar em leis complementares, mais fáceis de alterar no futuro) causou polêmica pela dificuldade técnica de refazer todo o texto da reforma - seria necessário alterar 61 dispositivos legais. O relator ficou de enviar ao líder do PP na Câmara, Arthur Lira (AL), uma sugestão até sexta-feira de "três ou quatro pontos" que seriam constitucionalizados já na CCJ, como uma sinalização de que o texto seria refeito na comissão especial.

 

Sem acordo - A divergência fez Marinho sair da reunião dizendo que ainda não havia acordo e os demais deputados dizendo que chegaram a um entendimento. "Iniciamos um diálogo. Mas não existe meio acordo. O acordo tem que ser feito por inteiro", disse Marinho.

 

Presença - A reunião, na tarde desta quarta, contou com a presença de deputados de vários partidos, mas mostrou uma divisão entre as legendas independentes. Enquanto PR e PP pressionavam por mudanças, PSD, PSDB e DEM não mandaram representantes e diziam, antes da sessão, que votariam pela admissibilidade integral se a reforma fosse a voto, o que acabou não ocorrendo.

 

Encerramento - A sessão da CCJ durou duas horas, mas foi encerrada a pedido do relator para negociar as alterações. Ele se reuniu com o Centrão no gabinete do PR e ouviu que havia risco de ter o relatório rejeitado porque foram apresentados 13 votos em separado. Líder da Maioria na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) destacou a "boa vontade" de Freitas de avaliar fazer mudanças na proposta. "O texto como estava não contava com disposição para se aprovar na CCJ", disse. Nova sessão ocorrerá terça-feira, às 14h30.

 

Confusão - A sessão foi marcada também pela confusão entre os adversários do governo e o presidente da CCJ, Felipe Francischini (PSL-PR), que numa manobra derrubou uma dezena de requerimentos de obstrução da oposição de uma vez. Deputadas do PT e Psol se revoltaram, subiram na mesa e impediram o prosseguimento da sessão, que só retornou com o adiamento minutos depois.

 

Outras mudanças - O acordo na CCJ não impedirá outras mudanças na comissão especial. A maioria dos partidos já anunciou ser contra as alterações no benefício de prestação continuada (BPC) e na aposentadoria rural. Lira disse que o PP não votará a favor do novo regime de capitalização se não houver ajustes. "Precisará ter a contribuição patronal. Capitalização pura e simples não será aprovada", disse. Ele também é contra dispositivo que permite ampliar a base de cálculo das contribuições previdenciárias e cobrar de rendimentos de "qualquer natureza". (Valor Econômico)

 

COMBUSTÍVEL: Petrobras reajusta diesel e reafirma independência

 

combustivel 18 04 2019A Petrobras aumenta, a partir desta quinta-feira (18/04), o preço médio do diesel em 4,84% nas refinarias. Para o presidente da estatal, Roberto Castello Branco, o anúncio reafirma a independência da companhia e mostra que não houve interferência do governo na política de preços da petroleira. Na quinta-feira passada (11/04), a estatal havia subido o diesel em 5,74%, mas voltou atrás em seguida, depois que o presidente Jair Bolsonaro questionou o reajuste.

 

Interferência zero - "Não sofri interferência nenhuma, zero", disse Castello Branco, em entrevista coletiva concedida nesta quarta-feira (17/04) para comentar a decisão, que representa aumento de R$ 0,10 no diesel. O preço da gasolina ficou inalterado.

 

Presidente - Segundo ele, a mudança não foi determinada pelo presidente. "Bolsonaro não me pediu nada, apenas alertou sobre riscos de greve", disse. Para Castello Branco, a decisão de suspender o reajuste na semana passada trouxe "perda zero" para a Petrobras, porque as operações da empresa são feitas com hedge financeiro. Além disso, o custo com frete marítimo caiu, ajudando a limitar o impacto.

 

Reafirmação - A política de preços com paridade com o mercado internacional foi reafirmada pelo executivo. Ele voltou a criticar o monopólio da estatal no segmento, que, segundo ele, restringe a liberdade de escolha dos consumidores. "Só vejo greve de caminhoneiros no Brasil e na França", disse, em referência à forte presença estatal nos mercados dos dois países.

 

Decisão da diretoria - O diretor financeiro e de relações com investidores da Petrobras, Rafael Grisolia, assegurou que todas as decisões recentes tomadas pela companhia em relação aos preços de combustíveis foram da diretoria, e não do governo. "O presidente [da República] tem todo o direito de perguntar e questionar decisões, como representante do governo no controle da companhia, mas não tem como deliberar, legalmente e estruturalmente. De fato, isso não acontece", afirmou, em evento, em São Paulo.

 

Interferência - O questionamento sobre o reajuste do diesel, por Bolsonaro, foi visto pelo mercado como uma tentativa de interferência e gerou uma série de reações no governo. Na terça-feira, o ministro da Economia, Paulo Guedes, e o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, ressaltaram que a Petrobras é livre para definir seus preços.

 

Sensibilidade - Para Grisolia, a decisão de segurar o reajuste foi relacionada com a "sensibilidade" da Petrobras, que, por ser monopolista no refino no Brasil, precisa levar em conta os riscos aos seus negócios e ao país. "Todos nós brasileiros temos que ter essa preocupação [com a greve dos caminhoneiros], e os administradores da maior empresa do Brasil também precisam pensar nisso", disse ele, lembrando que uma nova greve afetaria a produção da estatal.

 

Legítima - Castello Branco também considerou legítima a preocupação de Bolsonaro com uma greve dos caminhoneiros. "A determinação de preços sem consideração desses riscos deu no que deu e teve um custo muito alto para a Petrobras e a economia. Faz parte da minha obrigação olhar não só para retorno, mas também para riscos", disse, em referência à greve de 2018.

 

Periodicidade - A periodicidade dos reajustes futuros, com intervalos mínimos de 15 dias, está mantida, assim como o alinhamento com preços internacionais. Segundo o presidente da Petrobras, no entanto, nada impede que a companhia mude essa periodicidade. "Estamos sempre buscando melhorias", disse. A volta de reajustes diários foi descartada.

 

Impacto menor - Segundo Castello Branco, o impacto para o consumidor deve ser menor que o reajuste de R$ 0,10 anunciado nesta quarta. "No mundo ideal, o reajuste seria de R$ 0,05 por litro para o consumidor final", disse ele, lembrando que os preços nas refinarias correspondem a 54% do preço na bomba.

 

Mensagem - A mensagem de membros do governo e diretores da empresa é de que houve um desentendimento que já foi esclarecido. Se houver nova divergência com o governo em relação aos preços da estatal, "a palavra final é minha", assegurou Castello Branco. Segundo ele, ao agir dessa forma, não há prejuízo para a governança da Petrobras. "Uma empresa não é uma democracia, para votar qual vai ser o reajuste."

 

Reajustes - Na gestão de Pedro Parente, os reajustes inferiores a 7%, para baixo ou para cima, eram decididos pela gerência-executiva de marketing e comercialização. Nas situações em que o reajuste ultrapassava essa margem, o assunto era deliberado pelo Grupo Executivo de Mercado e Preços (GEMP).

 

Questionamentos - As dúvidas sobre a política de preços da Petrobras levantaram questionamentos sobre a governança da estatal, que passou por aprimoramentos nos últimos anos, depois das descobertas da Operação Lava-Jato. De acordo com Grisolia, o arcabouço legal reforçado e a grande visibilidade de qualquer ação tomada pela Petrobras ajudam a reduzir riscos de intervenção do governo. A discussão da última semana seria um exemplo disso. "Decisões de ótica empresarial corriqueira têm uma publicidade tão grande que realmente não vejo qualquer ação hoje que diminuísse ou não desse visibilidade para o risco de qualquer tipo de intervenção", disse o diretor.

 

Mudança estatutária - Uma mudança no estatuto da estatal, por exemplo, poderia ser defendida pelo governo, mas para isso precisaria haver a convocação de uma assembleia-geral extraordinária, cuja pauta é pública. "Imagina o formalismo da convocação para mudar o estatuto de uma Petrobras no Brasil de hoje", disse.

 

Fim do monopólio - Para resolver a questão no longo prazo, os executivos da Petrobras voltaram a defender o fim do monopólio da estatal no refino. Segundo Castello Branco, o plano de venda das refinarias será apresentado à diretoria da estatal "em momento oportuno."

 

Gás - A Petrobras segue também buscando formas de eliminar o monopólio do gás. "Exercício de poder de monopólio restringe liberdade de escolha do consumidor", disse. De acordo com Grisolia, a estatal está redesenhando o modelo de venda dos gasodutos que escoam a produção de petróleo nas bacias de Campos e Santos. (Valor Econômico)

 

ECONOMIA: Indústria brasileira deve sofrer impacto com freada argentina

 

economia 18 04 2019O pacote anunciado na quinta-feira pelo presidente argentino, Mauricio Macri, para tentar amenizar a crise não será suficiente para reverter a trajetória de queda da economia – nem reduzir os impactos que a recessão no país vizinho tem causado no Brasil. O Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da FGV, projeta uma recessão de 2,2% na Argentina em 2019 e na quinta revia para baixo a estimativa de crescimento da indústria brasileira por causa da queda esperada nas exportações para o País. O novo número será divulgado apenas na próxima semana, mas será inferior ao 1,9% que havia sido calculado em março.

 

Melhora - “No fim de 2018, esperávamos uma melhora na Argentina no segundo semestre deste ano. Essa expectativa não se configura mais. A notícia de hoje (quinta-feira), de se mexer nos preços dos produtos, é péssima, é um sinal de que as coisas saíram do controle”, disse Luana Miranda, economista do Ibre. “Estamos finalizando a nova projeção da indústria, muito em parte por causa do efeito argentino”, acrescentou.

 

Compras do Brasil - Em recessão, a Argentina não deve reduzir ainda mais as compras de produtos brasileiros, principalmente de itens industrializados. Luana destaca que, entre janeiro e abril de 2018, os embarques do Brasil para o país cresceram quase 8% na comparação com o mesmo período do ano anterior. Após a chegada da crise – entre maio e dezembro –, eles despencaram 30%. No acumulado de 2019, o recuo chega a 48%.

 

Alerta - Além de prejudicar as exportações e a indústria brasileira, situação argentina serve de alerta para o País, diz o economista-chefe do Goldman Sachs para a América Latina, Alberto Ramos. “O excesso de gradualismo é uma estratégia de risco alto, que depois pode criar a necessidade de um ajuste econômico e social mais forte”, afirma, em referência a política de Macri de fazer um ajuste fiscal lentamente. O gradualismo é apontado por economistas como um dos responsáveis pela crise argentina.

 

Ajuste - Ramos destaca ainda que, no Brasil, se fala da necessidade de se fazer um ajuste desde o fim do primeiro mandato de Dilma Rousseff. Até agora, porém, muito pouco foi feito. “Estamos incubando vulnerabilidade.” O economista compara o cenário argentino atual com o do Brasil do fim de 2014, quando Joaquim Levy assumiu o ministério da Fazenda e as expectativas estavam desancoradas, o câmbio desvalorizado e a inflação subia apesar dos altas na taxa de juros básica, a Selic, impostas pelo Banco Central. “A situação argentina é muito parecida, mas num patamar muito maior.” 

 

Janela de oportunidade - Para o economista Fabio Giambiagi, a crise no país vizinho mostra a “importância de não se perder uma janela de oportunidade” para fazer um ajuste. Na Argentina, diz ele, havia esse espaço no começo do governo Macri, quando o mercado estava de lua de mel com o presidente.

 

Situação melhor - Giambiagi destaca, no entanto, que, apesar de também ter a necessidade de passar por um ajuste fiscal, o Brasil está em uma situação melhor que a da Argentina, pois não há descontrole de preços nem déficit de conta corrente. (O Estado de S.Paulo)

 


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