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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4558 | 17 de Abril de 2019

SESCOOP/PR: Integrantes dos Conselhos Administrativo e Fiscal tomam posse

 

O presidente do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR), José Roberto Ricken, e os membros dos Conselhos Administrativo e Fiscal tomaram posse oficialmente, na tarde desta terça-feira (16/04), em Curitiba, durante a primeira reunião ordinária dos Conselhos Administrativo e Fiscal da entidade, referente à gestão 2019/2022. 

 

Responsabilidade - “Vamos trabalhar em benefício dos 1,8 milhão de cooperados e mais de 100 mil funcionários empregados por nossas cooperativas. Nossa responsabilidade é muito grande perante esse sistema que, no ano passado, faturou mais de R$ 83 bilhões. Queremos alcançar, ainda nesta gestão, a meta financeira dos R$ 100 bilhões em faturamento que consta no nosso planejamento estratégico, o PRC100”, afirmou Ricken na abertura da reunião. 

 

Distinção - Ele destacou ainda que não haverá distinção entre os conselheiros titulares e suplentes dos Conselhos. “Os suplentes vão receber as mesmas informações que os titulares para que possamos atuar em conjunto e, de forma harmônica, fazermos uma bela administração”, acrescentou. 

 

Segregação - Ricken também lembrou que, para assegurar maior independência, não há nos conselhos do Sescoop/PR nenhum membro da diretoria da Ocepar. “Estamos promovendo uma segregação total por recomendação dos órgãos de controle. Também haverá uma segregação das funções internas, seguindo as orientações do Sescoop Nacional e dos órgãos de controle. O presidente do Conselho Administrativo irá conduzir as atividades com o apoio de uma diretoria executiva, que em nosso caso será formado pelo superintendente e gerentes”, explicou.

 

Sistema S - A situação do Sistema S foi outro ponto comentado pelo presidente do Sescoop/PR. “Passamos um momento diferente e aguardamos o posicionamento do governo federal em relação ao Sistema S. Não podemos ser contra a desoneração em folha, incluindo os 2,5% que são recolhidos para o Sistema S. Mas não iremos aceitar a estatização desses recursos. Se existem problemas pontuais envolvendo entidades ligadas ao Sistema S, devem ser penalizados os responsáveis pelos prejuízos. Devemos encontrar uma solução para isso. Temos que dar sequência a esse trabalho realizado, que já possui uma demanda cristalizada. Em setembro, o Sescoop/PR irá completar 20 anos e hoje mais de 92% dos recursos são aplicados nas atividades fim, retornando às cooperativas contribuintes”, disse. “Mas não adianta ficarmos preocupados. Vamos continuar atuando sempre de forma transparente e conduzir nossas atividades de forma correta”, frisou. 

 

Formação dos Conselhos - A assessora jurídica do Sescoop/PR, Daniely da Silva, explicou que, seguindo o regimento interno, a presidência do Sescoop/PR sempre é ocupada pelo presidente da Ocepar. Já o Conselho Administrativo é composto por representantes indicados pelo Conselho Nacional do Sescoop, diretoria da Ocepar e cooperativas contribuintes. Também há os representantes de empregados em cooperativas que, a partir desta gestão, passaram a ser indicados pelas Centrais Sindicais que representam a categoria, seguindo uma determinação judicial. Já o Conselho Fiscal é formado por representantes das cooperativas contribuintes e dos empregados em cooperativas. Veja quem são os integrantes dos dois Conselhos nos quadros abaixo. 

 

Superintendente - Após a assinatura dos termos de posse, o presidente do Sescoop/PR indicou o nome de Leonardo Boesche para assumir o cargo de superintendente da entidade, que foi aprovado por unanimidade pelos conselheiros. Esta é a segunda vez que ele assume o cargo. “Agradeço pela confiança. Vamos trabalhar juntos nesta jornada”, afirmou Boesche. 

 

Orientações - A primeira reunião ordinária dos Conselhos Administrativo e Fiscal do Sescoop/PR prosseguiu com o repasse de informações sobre o funcionamento do Sistema Ocepar, com destaque para o Sescoop/PR, e as responsabilidades dos conselheiros, que receberam um documento contendo as principais resoluções e demais normativos que regem as atividades da entidade. 

 

Sescoop/PR - O Sescoop/PR é responsável por executar atividades de formação profissional, promoção social e de monitoramento, ou seja, o acompanhamento econômico e financeiro das cooperativas. Somente no ano passado, a entidade promoveu 8.898 eventos, com mais de 256 mil participações. Também elaborou 19 cenários e realizou 137 reuniões de acompanhamento, sendo 40 reuniões institucionais, 3 de avaliação e 91 de desempenho. Para este ano, a meta é e promover mais de 8,5 mil eventos com 110 mil horas/aula para atender um público previsto de 165 mil participantes e intensificar as ações da área de monitoramento. 

 

CONSELHO ADMINISTRATIVO

 

José Roberto Ricken

Presidente da Ocepar

Titular do Conselho Administrativo

Presidente

Luiz Roberto Baggio

Bom Jesus

Titular do Conselho Administrativo

Representante do Conselho Nacional

Karla Tadeu Duarte de Oliveira

Sescoop Nacional

Suplente do Conselho Administrativo

Representante do Conselho Nacional

Marcos Antonio Trintinalha

Cocari / Rodocoop

Titular do Conselho Administrativ

Cooperativa Contribuinte

Luciano Ferreira Lopes

Unicamp

Suplente do Conselho Administrativo 

Cooperativa Contribuinte

Solange Pinzon de Carvalho Martins

Sicoob

Titular do Conselho Administrativo

Cooperativa Contribuinte

Hiroshi Nishitani

Unimed / Uniprime

Suplente do Conselho Administrativo 

Cooperativa Contribuinte

Joberson Fernando de Lima Silva

C. Vale/CSB

Titular do Conselho Administrativo

Representante de empregados em cooperativas

Aguinel Marcondes Waclawovsky

Coopavel/UGT

Suplente do Conselho Administrativo 

Representante de empregados em cooperativas

 

 

CONSELHO FISCAL

 

Erik Bosch

Capal

Titular do Conselho Fiscal

Cooperativa Contribuinte

Artur Sawatzky

Witmarsun

Suplente do Conselho Fiscal

Cooperativa Contribuinte

Joel Makohin

Coamo / Credicoamo

Titular do Conselho Fiscal

Cooperativa

Contribuinte

Mércio Francisco Paludo

Fecoerpa / Cerpa

Suplente do Conselho Fiscal

Cooperativa

Contribuinte

Marcos Roberto B.  Antunes

Copacol/UGT

Titular do Conselho Fiscal

Representante de empregados em cooperativas

Akio Cyoia

Integrada/CSB

Suplente do Conselho Fiscal

Representante de empregados em cooperativas

 

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GESTÃO: Sistema Ocepar lança o Programa de Compliance do Cooperativismo Paranaense

O Sistema Ocepar vai reunir presidentes, dirigentes e gestores das cooperativas do Paraná, no dia 29 de abril, em Curitiba, para o lançamento do Programa de Compliance do Cooperativismo Paranaense. Na oportunidade, os participantes vão conhecer detalhes de mais esta iniciativa que visa estimular o setor a adotar as melhores práticas de gestão e governança preconizadas mundialmente. A ideia é preparar as cooperativas a adequar a sua cultura à agenda do compliance.

Objetivo - “O Sistema Ocepar, por meio do Comitê de Autogestão do PRC 100, o planejamento estratégico do cooperativismo paranaense, identificou a necessidade de promover a estruturação de mecanismos de integridade nas cooperativas do Paraná. Nosso objetivo é contribuir com a implantação de um Programa de Compliance efetivo, alinhado às demandas da sociedade e contemplando aspectos éticos, legais e de gestão, com o propósito de promover a cultura de integridade nas sociedades cooperativas, envolvendo todos stakeholders”, afirma o superintendente do Sescoop/PR, Leonardo Boesche.

Apresentação - Boesche fará a apresentação do Programa de Compliance do Cooperativismo Paranaense no evento do dia 29 de abril. A programação será aberta pelo presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, e pelo decano da Escola de Negócios da PUCPR, Bruno Henrique Rocha Fernandes.

Palestras - A programação inclui ainda a apresentação de duas palestras: “Governança e Compliance: novo paradigma no ambiente de negócios”, ministrada pelo ex-ministro-chefe da Controladoria Geral da União e sócio da Warde Advogados, Valdir Simão, que colaborou com a regulamentação da Lei n° 12.846/13, conhecida como Lei Anticorrupção; e “Diálogo sobre Compliance: responsabilidades, desafios e perspectivas para as cooperativas”, que será proferida pelo professor da PUCPR, Jelson Oliveira.

O Programa - O Programa de Compliance do Cooperativismo Paranaense contempla uma série de atividades, entre as quais, a realização de um curso para formação do agente de Compliance, que deverá ocorrer in company tendo como público-alvo a equipe da cooperativa que atua ou irá atuar nessa área. Serão tratados os seguintes temas: Diagnóstico, Avaliação de risco, Código de conduta, Controles internos, Gestão de terceiros, Relacionamento com cooperados, Treinamento e comunicação, Canal de Denúncias, Monitoramento e auditoria. Além da parte teórica, os agentes de Compliance vão ainda poder aliar os conhecimentos à prática, por meio de um Programa de mentoria.

Certificação - Uma outra meta importante do Programa de Compliance do Cooperativismo Paranaense é preparar as cooperativas do Estado para que elas obtenham diferentes certificações que atestem a qualidade de sua gestão.

Mais informações - Mais informações sobre o evento de lançamento do Programa de Compliance do Cooperativismo Paranaense podem ser obtidas com Alfredo K. Souza (41 3200 1144 / compliance@sistemaocepar.coop.br). Inscrições com Tiago Fernandes Gomes (41 2300 1148 / compliance@sistemaocepar.coop.br).

gestao folder 17 04 2019

UNIUM: Moinho de Trigo mantém certificação ISO 22000

unium 17 04 2019O Moinho de Trigo Herança Holandesa, marca pertencente à Unium, recebeu a segunda auditoria de Manutenção da ISO 22000 - processo iniciado há cerca de dois anos, quando a certificação foi conquistada. A chancela proporciona maior confiança ao consumidor, já que padroniza e controla os processos de fabricação, além de garantir a qualidade dos produtos e ampliar mercados.

Validade - A certificação é válida por três anos e anualmente são realizadas auditorias de manutenção para verificar se o sistema continua implantado. Carolina Woiciski Angelo, analista de qualidade do Moinho, explica como a certificação influência no dia a dia da empresa: “O processo implantado tem melhorado gradativamente o nosso dia a dia e a efetividade da produção. E isso ficou evidenciado novamente nessa auditoria de manutenção”.

Reconhecimento - Para o coordenador de negócio do Moinho Herança Holandesa, Cleonir Ongaratto, este reconhecimento é muito importante para a unidade. “A conquista dessa certificação é, sem dúvida, um diferencial e possibilita abrir portas para novos clientes e negócios”, reforça. As linhas de farinha doméstica (1kg e 5kg) da marca Herança Holandesa, que foram implantadas recentemente, já estão dentro da certificação da ISO 22000. “Qualquer cliente que compre essas farinhas de trigo sabe que temos um processo completo e seguro. Isso é um benefício para cooperativa e para toda a equipe envolvida no processo”, finaliza Ongaratto.

Sobre a Unium - A Unium é a marca institucional das indústrias das cooperativas Frísia, Castrolanda e Capal e representa os projetos em que as cooperativas paranaenses atuam em parceria. As marcas reunidas pela Unium são reconhecidas pela qualidade e excelência, e entre elas está a Alegra. A Unium também conta com três marcas de lácteos: Naturalle - de produtos livres de aditivos -, Colônia Holandesa e Colaso. No setor de grãos, a Unium conta com a marca Herança Holandesa - farinha de trigo produzida em uma unidade totalmente adequada à ISO 22.000, o que a qualifica com elevados padrões de exigência. (Imprensa Unium)

 

COCARI: Programa Colhendo Inovações premia associados com produtividade recorde

O desafio Colhendo Inovações é desenvolvido pela Cocari, pelo segundo ano consecutivo, com o objetivo de desafiar o Departamento Técnico e os associados da cooperativa a aumentarem a produtividade a cada safra. Ao estimular os profissionais e produtores a buscarem o conhecimento necessário para obter uma safra cheia, a cooperativa contribui para que a atividade agrícola seja feita com base em pesquisas, em ambiente sustentável e altamente produtivo.

Produção recorde – O presidente da Cocari, Vilmar Sebold, participou da cerimônia de premiação e destacou que os resultados do Colhendo Inovações superaram os números da edição anterior. Além disso, o presidente agradeceu ao Departamento Técnico, aos produtores e a todos os envolvidos na iniciativa. “O recorde do ano anterior foi quebrado e nós temos um desafio ainda maior para a próxima edição. Continuaremos esse trabalho porque ser produtor é a nossa escolha”, afirmou.

Cuidado com o solo – Outro ponto destacado por Vilmar Sebold diz respeito aos cuidados com o solo que, tanto quanto as sementes, precisam de tratamento adequado. “Nós investimos em produtos químicos e orgânicos para aumentar a produtividade, mas a infraestrutura do nosso solo também exige um trabalho de análise. Essa é a missão para este ano, porque, diante das adversidades, fica evidente que o solo preparado com a cobertura adequada mantém a alta produção”, disse.

Incremento e planos de crescimento – O superintendente de Logística Integrada, Jacy Cesar Fermino da Rocha, declarou a satisfação que o programa trouxe para a cooperativa em seu segundo ano de realização. “Nesse ano ficamos muito satisfeitos com o incremento na produção de nossos associados”, reconheceu. Além disso, o superintendente agradeceu a todos aqueles de depositaram seus esforços no andamento do desafio e traçou metas para a próxima edição. “Agradecemos aos cooperados que confiaram em nossos técnicos e engenheiros agrônomos. Agora nosso foco é 2020! Vamos nos esforçar para que o resultado seja recorde mais uma vez”, acrescentou.

Fechamento de safra – Christiano de Camargo, gerente técnico da Cocari, levantou aspectos determinantes para os resultados na safra 2018/19. “O início da safra foi muito bom tanto no Paraná quanto no Cerrado, com chuvas iniciais na maioria das regiões paranaenses”, avaliou. Conforme ressaltou Christiano, as intempéries podem influenciar no desenvolvimento das plantas, mas o produtor precisa fazer a parte dele no cuidado com as lavouras. “A estimativa de safra, a conservação de solos e a assistência técnica são essenciais para que, mesmo com as adversidades climáticas, o produtor tenha uma boa safra”, frisou.

Direcionamento técnico – O gerente ressaltou ainda a importância do acompanhamento técnico e do desenvolvimento de pesquisas que visem ao aumento da produtividade. “O Centro Tecnológico Cocari, sob a liderança do Dr. João Batista Gonçalves da Silva, testa diferentes cultivares em ambientes também distintos. Os resultados desses experimentos serão transmitidos aos produtores, para que tenham ciência de quais cultivares estão mais adaptadas à cada região”, esclareceu.

Vencedores – Durante o evento foram premiados os produtores e técnicos que alcançaram as melhores marcas, de acordo com o regulamento do programa de produtividade. (Imprensa Cocari)

      

Paraná Baixo

1º lugar

Cooperado: João Tsutomu Suzuki

Engenheiro agrônomo: Marcelo Luis Basso Meneguin

Borrazópolis-PR – 85,90 sc/ha

2º lugar

Cooperado: Francisco Munhoz Avalos

Engenheira agrônoma: Giuliana Félix Scarabelo Fleuri

Marumbi-PR – 85,47 sc/ha

3º lugar

Cooperado: Pedro José Ricordy

Técnico agrícola: Edinei Souza Melo

Jandaia do Sul-PR – 82,4 sc/ha

 

Paraná Alto

1º lugar

Cooperado: Eltico Gehrke Rodrigues

Engenheiro agrônomo: Arthur Vinícius Alves Machado

Ortigueira-PR – 90,05 sc/ha

2º lugar

Cooperado: Miqueias Tagliari

Engenheiro agrônomo: Francisco Maldonado

Ortigueira-PR – 87,44 sc/ha

3º lugar

Cooperado: Josevaldo Angelo Figueiredo

Engenheiro agrônomo: André Turcheto

Cambira-PR – 87,33 sc/ha

 

Cerrado Irrigado

1º lugar

Cooperado: Francisco de Assis Guimarães

Engenheiro agrônomo: Flávio Cancian

Guarda-Mor-MG – 97,93 sc/ha

2º lugar

Cooperado: Jorge Riva

Engenheiro agrônomo: Ismael Estrela Vaz

Silvânia-GO – 97,50 sc/ha

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SICREDI: Parceira é anunciada com Saque e Pague

 

sicredi 17 04 2019A partir de agora, os mais de quatro milhões de associados do Sicredi, instituição financeira com atuação em 22 estados e no Distrito Federal, podem sacar, consultar saldo, tirar extrato e realizar depósitos nos terminais da Saque e Pague, uma empresa de tecnologia com uma rede de autoatendimento que transformou o fluxo do dinheiro no Brasil. 

 

Soma de forças - “É com imensa alegria que somamos forças e passamos a contribuir com os associados do Sicredi. Isso vai ao encontro do nosso objetivo de ampliar a gama de serviços para o público, possibilitando conveniência em locais onde a instituição financeira cooperativa não possui agências”, pondera Givanildo Luz, diretor-presidente da Saque e Pague. 

 

Multifuncionais - Os terminais da Saque e Pague são multifuncionais. A tecnologia de depósito desenvolvida nos ATM’s da empresa possibilita o depósito sem envelope, e faz a validação e o crédito do valor em tempo real na conta do usuário.  Além disso, têm a exclusiva reciclagem de cédulas, que permite que as notas depositadas sejam sacadas, tornando a movimentação desse dinheiro mais inteligente nos terminais. A reciclagem também proporciona uma facilidade às cooperativas filiadas ao Sicredi quanto ao transporte dos valores, eliminando esse custo e trazendo mais segurança, uma vez que contato e envio da transportadora de valores, mesmo que reduzido, são feitos e acompanhados pela Saque e Pague.

 

Comodidade - “Esta é uma novidade que possibilita ainda mais comodidade para os nossos associados, que agora passam a contar também com a utilização da rede da Saque e Pague em diversas regiões do País. Além disso, a parceria está em total sintonia com o nosso movimento de buscar parceiros que possam trazer soluções benéficas para o atendimento das necessidades do nosso público”, resume Cidmar Stoffel, diretor executivo do Produtos e Negócios do Banco Cooperativo Sicredi.

 

Agências - Além da rede de terminais da Saque e Pague, o Sicredi conta com uma rede de mais de 1600 agências. Os associados da instituição financeira cooperativa também contam com o aplicativo do Sicredi para dispositivos móveis e internet banking.

 

Sobre Saque e Pague - Criada em 2010, a Saque e Pague é uma empresa de tecnologia com uma rede de autoatendimento que transformou o fluxo do dinheiro no Brasil ao permitir a circulação de valores, de forma descomplicada, no mundo físico e digital. A empresa foi protagonista ao trazer para o País a tecnologia de reciclagem de cédulas, que faz com que o dinheiro circule de forma mais sustentável. São diferentes soluções, inovadoras e pioneiras, focadas no varejo, em instituições financeiras e em pessoas físicas - mesmo as não bancarizadas, o que possibilita a inclusão de forma democrática à parte essencial do sistema financeiro. A Saque e Pague é provedora de serviços inéditos na rede de autoatendimento como recarga de cartões transporte, recarga de celular, câmbio, entre outros.

 

Terminais e parceiros estratégicos - A rede possui mais de mil e trezentos terminais e 14 parceiros estratégicos. Em 2015, a Saque e Pague recebeu um aporte de 40% do Grupo Stefanini, empresa especializada em serviços de tecnologia. 

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

SICREDI UNIÃO PR/SP I: Programa de inclusão digital leva cursos gratuitos de informática a Guaravera

 

sicredi uniao I 17 04 2019O programa Inclusão Digital da Sicredi União PR/SP – que oferece cursos gratuitos de informática básica -  chega nesta semana a Guaravera, distrito de Londrina, no norte do Paraná. A solenidade de inauguração do Centro de Informática Sicredi será nesta quarta-feira (17/04), às 19h. 

 

Para toda a comunidade - O Centro de Informática vai funcionar   em uma sala dentro da própria agência Sicredi, que fica na Rua do Café, 93. A cooperativa de crédito disponibiliza os equipamentos necessários e os instrutores. O parceiro que doou equipamentos e mobiliário foi a empresa Automatiza.net, de Londrina. Podem participar associados e também não associados da Sicredi.

 

A partir de 8 anos - A capacitação tem duração média de quatro meses, com aulas duas vezes por semana. Por atender todas as faixas etárias - desde crianças a partir de oito anos até a terceira idade - as turmas são organizadas de acordo com o perfil dos alunos para facilitar o processo de aprendizagem. “Serão abertas quantas turmas forem necessárias para atender a demanda dos moradores do distrito”, assegura o gerente geral da agência, Rosiel Martins. 

 

O que se aprende - Nas aulas, os participantes aprendem a utilizar os principais programas do pacote Office, como Word, Excel e Power Point, e a navegar na internet. Os alunos também aprendem digitação, formatação de documentos e a acessar as operações online da instituição financeira cooperativa.

 

Mais de 900 alunos formados - O programa Inclusão Digital foi lançado em 2013 e, desde então, já formou mais de 900 alunos. O objetivo da Sicredi União PR/SP com a iniciativa é levar conhecimento a quem não tem acesso, promovendo a inclusão digital e, por consequência, facilitando o dia a dia das pessoas.

 

Proximidade - “Os programas sociais da cooperativa promovem a proximidade com a comunidade, contribuindo com a qualidade de vida e acesso à educação. Ao aprender informática, por exemplo, a pessoa se capacita e assim amplia a oportunidade de desenvolvimento pessoal e profissional e de geração de renda”, analisa Martins.

 

Agência digital em Guaravera - Localizado a 40 km da zona urbana de Londrina, o distrito de Guaravera tem pouco mais de quatro mil habitantes. A agência da Sicredi União PR/SP é a única  instituição financeira da cidade e opera dentro do conceito que vem sendo aplicado pela cooperativa,  de agência digital -  sem caixa eletrônico ou circulação de dinheiro em espécie - mas  prezando pela manutenção do atendimento presencial e com o propósito de promover a inclusão econômica/financeira e social por meio de conta corrente, cartão de crédito, internet banking e aplicativo mobile sem custos para que os associados possam fazer movimentações de forma simples, rápida e segura.

 

Menos custos operacionais - “A minimização dos custos operacionais pelo fato de a agência não transacionar com dinheiro em espécie é avaliada como alternativa viável para levar a bancarização aos municípios e distritos – como no caso de Guaravera -  que não apresentam viabilidade econômica para comportar agências bancárias”, explica o gerente Rosiel Martins.

 

Diferenciais - Dentro da proposta de facilitar o acesso da população aos serviços bancários, a comunidade de Guaravera conta com tarifas diferenciadas -  ou mesmo em determinados casos isentas -   pela abertura e manutenção de conta, como cesta de serviços. Os comerciantes, por sua vez, também recebem gratuitamente as máquinas de cartão. Tudo com o objetivo de incentivar o uso dos cartões de débito e crédito, diminuindo a circulação de dinheiro em espécie na cidade, incentivando os negócios locais e colaborando para mais segurança. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

 

SICREDI UNIÃO PR/SP II: Lançada a campanha ‘Vem Poupar e Ganhar’

 

sicredi uniao II 17 04 2019Para aproveitar o bom momento do mercado e o sucesso de captação dos anos anteriores, a Sicredi União PR/SP lança a 4ª edição da campanha que, este ano, passa a ser chamada ‘Promoção Vem Poupar e Ganhar’. Organizada pela Central Sicredi PR/SP/RJ, a iniciativa reforça o conceito de educação financeira, incentivando associados e poupadores em geral a guardar recursos para conquistar objetivos. 

 

Crescimento - Em 2018, apenas nas cooperativas que atuam no Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, houve crescimento de 38% na captação da poupança, em comparação a 2017, chegando a R$ 3,9 bilhões em recursos e mais de 774 mil poupadores. Somente a Sicredi União PR/SP registrou incremento líquido de R$ 216,9 milhões. No Brasil, segundo dados do Banco Central do Brasil, o Sicredi já possui a sexta maior carteira de poupança entre todas as instituições financeiras do País.

 

Período - A campanha funciona entre abril e dezembro, quando serão distribuídos R$ 1,5 milhão em prêmios, sendo 10 sorteios semanais de R$ 2 mil e um sorteio mensal no valor de R$ 50 mil. Na primeira semana de dezembro, quando a campanha estará na reta final, as chances de ganhar serão triplicadas com 30 sorteios de R$ 2 mil. Depois, haverá o último sorteio para o grande prêmio de R$ 500 mil.

 

Consciência financeira - Para a assessora de investimento da Sicredi União PR/SP, Eleni Tessaro, a campanha ‘Vem Poupar e Ganhar’ é uma excelente forma de promover a consciência financeira. “A poupança é o investimento mais tradicional do País, pois é uma forma simples, prática e de baixo risco, além de não ter taxas e não incidir imposto de renda, nem IOF”, analisa.

 

Diferencial - Eleni lembra ainda que a promoção também tem diferencial cooperativo, já que o recurso da poupança beneficia as regiões em que é captado, resultando em mais desenvolvimento local por meio de concessão de crédito. Ou seja, quanto mais pessoas poupam, mais associados podem ter acesso a linhas de crédito, gerando um ciclo virtuoso nas comunidades onde a Sicredi União PR/SP está presente.

 

Como participar - A cada R$ 100,00 aplicados na poupança Sicredi é gerado automaticamente um número da sorte para concorrer aos sorteios, realizados pela Loteria Federal. Ao fazer uma poupança programada, o poupador recebe números em dobro. Podem participar pessoas físicas e jurídicas nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, associados ou não. Os sorteios começaram no dia 6 de abril e seguem até 14 de dezembro. Os ganhadores são divulgados em até cinco dias úteis.

 

Informações - Para obter mais informações sobre a promoção ‘Vem Poupar e Ganhar’, verificar números da sorte, datas de sorteios e vencedores, basta acessar o site www.sicredi.com.br/promocao/vempoupareganhar, ou procurar uma das 93 agências da Sicredi União PR/SP. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

 

VBP: Valor da Produção Agropecuária é de R$ 588,8 bilhões

 

vbp 17 04 2019A estimativa para o Valor Bruto da Produção (VBP) deste ano é de R$ 588,8 bilhões, 0,8% maior do que no ano passado 2018, quando foi de R$ 584,3 bilhões. As lavouras representam R$ 392,4 bilhões e a pecuária, R$ 196,4 bilhões. As previsões indicam crescimento de 2,6% para a pecuária e estabilidade para as lavouras. Os preços agrícolas de diversos produtos e a produtividade agrícola são os principais responsáveis pelos resultados do VBP estimado para este ano. Para a maior parte dos produtos analisados os preços reais estão acima dos do ano passado e alguns apresentam recuperação.

 

Maiores taxas - Os dados mostram que milho, algodão, laranja, feijão e batata-inglesa apresentam as maiores taxas de crescimento real no valor. Feijão e batata-inglesa lideram os aumentos de valor com 105,1% e 98,4%, respectivamente. O algodão alcança o valor mais elevado na série estudada, R$ 40,3 bilhões. Este valor supera em duas vezes o da produção do café, que pelo terceiro ano consecutivo tem redução, destaca José Gasques, coordenador geral de Estudos e Análises da Secretaria de Política Agrícolas do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

 

Pior desempenho - Os produtos que têm apresentando pior desempenho são arroz, com queda de 8,4% do VBP, café (-19,6%), cana-de-açúcar (-6,3%), mandioca (-4,2%) e soja (-12%). Na pecuária, suínos, leite e ovos também têm apresentado redução de valor em relação a 2018.

 

Regiões - Os resultados regionais mostram que o Centro-Oeste e o Sul lideram o VBP, vindo a seguir, Sudeste, Nordeste e Norte. Os estados de Mato Grosso, São Paulo, Paraná, Minas Gerais e Rio Grande do Sul são responsáveis por 59,4% do VBP do país e por 89% do valor das lavouras. (Mapa)

 

Acesse dados do ArquivoResumo e Regionais

 

TRATOR SOLIDÁRIO: Produtores já podem enviar propostas ao Programa

 

trator solidario 17 04 2019A Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento está recebendo propostas de pequenos produtores rurais para o programa Trator Solidário. O programa financia a compra de tratores e equipamentos agrícolas a preços mais acessíveis. Neste ano, a meta é financiar até 1000 tratores, 30 colhedoras e 150 pulverizadores. Serão 11 fábricas e concessionárias credenciadas.

 

Público - O programa é destinado a pequenos produtores com propriedades com cerca de 12 até 75 hectares (até quatro módulos fiscais) e renda bruta anual de até R$ 415 mil, oriunda da atividade agrícola. O agricultor interessado em adquirir máquinas e implementos deve procurar a unidade da Emater em seu município, como explica o coordenador do Crédito Rural, Osmar Schultz.

 

Participação - O Governo do Estado é responsável pelo processo de negociação e formação de preços dos tratores e implementos com os fabricantes. Participam várias instituições, como Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, o Instituto Emater, Fomento Paraná, Agentes Financeiros Oficiais, Cooperativas de Crédito e fabricantes de implementos, equipamentos, tratores e máquinas agrícolas

 

Projetos técnicos - “A Emater também é responsável por elaborar os projetos técnicos para o agente financeiro, para que a contratação ocorra efetivamente”, diz ele. Na pré proposta, o produtor precisa comprovar suas garantias para fazer um financiamento. “Essas garantias fazem parte de um rol de documentos para a elaboração do projeto técnico encaminhado para o agente financeiro fazer a contratação”, informa Schultz.

 

Relação dos aprovados - A relação com os nomes dos produtores aprovados ao financiamento será atualizada e publicada quinzenalmente pela Coordenação Estadual do PTS/PR, na página da Secretaria da Agricultura e Abastecimento (www.agricultura.pr.gov.br).

 

Expandir - O objetivo do programa é atender a necessidade de expandir e verticalizar a produção agropecuária estadual, promovendo o crescimento da produtividade, aliada ao custo acessível e à qualidade, com a adoção de tecnologias modernas, seja no preparo do solo, plantio, tratos culturais, colheitas e comercialização

 

Aumento da renda - “Através do Trator Solidário, conseguimos promover o aumento da renda, melhor qualidade de vida do homem do campo e, como consequência, desacelerar do êxodo rural. O programa possibilita o acesso a tratores e equipamentos que dificilmente os produtores teriam condições de adquirir”, completa o secretário estadual Norberto Ortigara.

 

Participação relevante - “A pequena propriedade tem participação relevante como geradora de postos de trabalho e renda. Tem viés inovador e competitivo sob os aspectos de modernização e renda, demonstra eficiência, baixo nível de inadimplência dos beneficiários e demanda constante por aquisição, renovação, e ampliação de máquinas e equipamentos ano a ano”, diz Salatiel Turra, chefe do Departamento Economia Rural (Deral) da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, responsável pela coordenação do programa.

 

Financiamento - Os equipamentos são financiados diretamente ao produtor pelo Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), via Cresol, Sicredi, pelo Banco do Brasil, e cooperativas de crédito, que poderão firmar convênio junto ao Programa, por meio do Decreto nº 0430, aprovado em 8 de fevereiro de 2019.

 

Novos financiamentos - A expectativa de novos financiamentos é de uma demanda superior a 1000 equipamentos até dezembro de 2019, entre tratores, pulverizadores e colhedoras, sendo 80% desse total em tratores.

 

Mecanismo - O programa Trator Solidário tem se destacado como importante mecanismo para a estabilidade e crescimento da renda agropecuária, e a indução ao uso de tecnologias adequadas na pequena propriedade familiar, promovendo a diversificação, aumento de produtividade e renda.

 

Preços - Segundo o Deral, estima-se que o agricultor paga 15% a menos do que os preços praticados no mercado. A resolução nº 11/2019 fixou novos preços máximos de tratores, pulverizadores e colhedora de grãos financiáveis pelo programa para os próximos 12 meses. Agora, através do programa, um trator agrícola com 55 CV de potência sem cabine é vendido por R$ 71.380,00; um trator agrícola com 55 CV de potência e com cabine de fábrica, por R$ 85.801,00; um trator agrícola estreito com 55 CV de potência, por R$ 71.380,00; um trator agrícola com 75 CV de potência, por R$ 90.988,00; e um trator agrícola com 75 CV de potência e com cabine, por R$ 108.730,00.

 

Pulverizador - O pulverizador agrícola de 400 litros, com acionamento mecânico em X, manômetro, é vendido por R$ 10.228,00; o pulverizador 600 litros até 700 litros, de acionamento mecânico, por R$ 12.180,00; o pulverizador de 600 litros até 700 litros, acionamento hidráulico, por R$ 25.054,00; o pulverizador de 800 litros até 900 litros, acionamento mecânico, por R$ 15.456,0; o pulverizador de 800 litros até 900 litros, acionamento hidráulico, por R$ 27.228,00; e a colhedora agrícola para grãos, cabinada, potência mínima do motor de 175 CV, por R$ 389.721,00. (Agência de Notícias do Paraná)

 

INOVAÇÃO: Hackathon Smart Agro mostra maturidade do ecossistema do Paraná

inovacao 17 04 2019Além de oferecer a algumas startups prêmios em dinheiro e a possibilidade de participar de mentorias com grandes empresas do agro, a quarta edição do Hackathon Smart Agro, realizada dentro da Expolondrina, teve um saldo ainda mais positivo: mostrou o amadurecimento de um ecossistema de inovação agtech.

Imersão - Foram três dias de imersão em que 20 startups participaram de rodadas de negócios, sessões de mentoria, painéis e palestras. Todas apresentaram soluções para um time de 12 jurados, e três foram premiadas com R$ 3 mil: a DIOXD, que oferece um tratamento de sementes para aumentar a produção agrícola, feito com dióxido de carbono; a HidroMaps, que usa inteligência artificial para detectar pontos de perfuração de novos poços artesianos; e a LebenLog (transPork), cuja proposta é monitorar o stress de suínos usando uma plataforma digital.

Foco - Como George Hiraiwa, idealizador do evento, havia adiantado, o foco dessa edição foi em soluções mais maduras, em vez de apostar apenas na prototipação, como costuma acontecer em eventos do tipo. Essas ideias mais avançadas atraíram a atenção de grandes players do agronegócio. “O interesse das empresas nesse ecossistema de inovação foi escancarado”, diz Hiraiwa.

Beneficiadas - Além das três startups premiadas, outras também foram beneficiadas. A Sociedade Rural do Paraná (SRP) selecionou as empresas Bee Money, HidroMaps, LebenLog (transPork) e ME PROTEGE EPI para participar da aceleradora Go AgriTech. A Bee Money e a LebenLog (transPork) receberam também 40 horas de consultoria no Instituto Senai de Tecnologia. A Cooperativa Integrada selecionou a DIOXD, a REX9 e a X-Think para validação no Programa de Inovação Aberta. E o Instituto Agronômico do Paraná fará parcerias com a DIOXD, IDMAQ e NEOFIELD.

Painel - Antes da maratona, o StartAgro promoveu um painel sobre inovação, com a participação de Dario Maffei, CEO da Indigo Ag para o Brasil, Felipe Gonzales, da Plug & Play, Kieran Gartlan, da aceleradora Yield Lab, e George Hiraiwa, representando a plataforma AgTech Brasil. O bate-papo teve mediação de Luiz Fernando Sá, diretor editorial da revista Plant Project e do StartAgro. (StartAgro)

 

COMBUSTÍVEL: Reajustes da Petrobras não terão nova intervenção, afirma Guedes

 

combustivel 17 04 2019Preços dos combustíveis são assunto da Petrobras. O ministro Paulo Guedes, da Economia, assegurou, nesta terça-feira (16/04), que o presidente Jair Bolsonaro entendeu que "é fora de propósito" intervir na formação de preços e não é intenção do governo repetir manipulações que aconteceram no passado. Bolsonaro participou, com vários ministros, de uma reunião em que técnicos da estatal petroleira explicaram os métodos usados para os reajustes de combustíveis.

 

Interpretação - Guedes admitiu que, ao ligar para o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, para questionar o aumento de 5,7% no diesel que a empresa havia anunciado, o presidente da República deu margem para se falar em intervenção do governo. "A interpretação que tiveram é procedente", disse.

 

Natural - Mesmo sem ter sido consultado previamente sobre a decisão de Bolsonaro, Guedes disse que considerou natural que ele pedisse explicações a Castello Branco, justamente porque era um dia em que o governo comemorava os cem dias e tentava emplacar uma agenda positiva. "O presidente nos disse que ele telefonou para o Roberto e perguntou: 'Como é isso aí? No dia dos cem dias [do governo] você está jogando diesel no meu chope!", contou o ministro.

 

Decisão - Tanto Guedes, quando o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, reiteraram que a manutenção do reajuste de 5,74% é uma decisão que cabe à Petrobras. "Quem vai decidir o momento e o valor [do preço] é a Petrobras", afirmou Albuquerque. O ministro de Minas e Energia disse ainda que o valor do diesel praticado na bomba no Brasil é em média 12% abaixo do praticado no mundo e salientou que 46% do preço do diesel são tributos e que eventual aumento acontecerá em cima dos 54% restantes que formam o preço.

 

Atitude política - Guedes disse que a atitude de Bolsonaro foi política. "Não foi uma decisão de política econômica que ele tomou. Se fosse para mexer, uma política nova, ele teria se consultado comigo", disse o ministro, que na ocasião estava nos Estados Unidos. Ele falou, ainda, que compreendia as motivações do presidente, cujas preocupações não se limitam às questões de mercado.

 

Preocupação - "Eu, como economista, tenho que reconhecer que o presidente da República representa 200 milhões de pessoas e ele pode estar preocupado com uma greve [dos caminhoneiros] que possa causar mais desacerto do que uma queda eventual do mercado", afirmou. "Ele, com a maior sinceridade, disse: 'Me explica esse negócio aí, me dê os esclarecimentos [sobre o aumento do diesel acima da inflação]'."

 

Depreciação - O ministro da Economia explicou que, "se começar a regular preço", será afundado todo o esforço do governo de fazer concessões e atrair investimentos. "Uma intervenção deprecia toda a riqueza que vai sair dos poços de petróleo", assinalou.

 

Choque - Outro aspecto que ele chamou a atenção é para um necessário choque de redução de preços na oferta de energia e combustíveis, mediante privatizações e maior competição. O ministro fez críticas ao monopólio da Petrobras e afirmou que a estatal se comprometeu a trabalhar com mais transparência na definição dos preços dos combustíveis.

 

Bancos centrais - Para Guedes, o exemplo a ser seguido é o dos bancos centrais. No caso brasileiro, o Banco Central, na ata do Copom, dá todas as informações necessárias ao entendimento de por que os juros puderam cair ou as razões para ter que aumentá-los. É um modelo de transparência e de previsibilidade.

 

Histórico de preços - Segundo ele, foram examinados o histórico de preços e ficou claro que houve período em que a Petrobras colocou preço muito acima e outros muito abaixo (do mercado internacional). "Não queremos de forma alguma ser um governo que manipula politicamente o preço como muitos governos manipularam no passado", destacou. A experiência mais recente se deu no governo de Dilma Rousseff, que ao segurar os preços dos combustíveis, definhou o valor da empresa estatal ao que se seguiu um brutal reajuste, no seu segundo mandato.

 

Análise - "Se em algum momento considerarmos que o preço subiu muito, temos saber que qualquer medida custa para a União", disse Guedes. "Se o preço subir demais, poderíamos reduzir impostos. Nada a ver com intervenção nos custos da Petrobras. Vai se cortar de quem? Do turismo? Da educação? Da saúde, para dar para os caminhoneiros?", completou.

 

Extremos - Guedes lembrou ainda que no passado recente houve dois extremos relacionado às políticas de preços de combustíveis. Um deles é o do governo da ex-presidente Dilma Rousseff, que congelou os preços, e outro foram os tempos de reajustes diários, na gestão de Pedro Parente no comando da Petrobras, no governo de Michel Temer.

 

Realidades - De acordo com o ministro da Economia, essas realidades foram conversadas na reunião do presidente Jair Bolsonaro com técnicos na empresa ontem. O ministro disse que ficou acertado que a Petrobras "tem que trabalhar para melhorar as suas próprias práticas".

 

Exemplo - Um exemplo citado pelo ministro da Economia foi o americano. "Nos EUA, a solução que encontraram foi indexar o frete ao diesel e tudo isso tem que ser estudado mesmo."

 

Opção - Nesta terça (16/04) de manhã, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, chegou a dizer que, além do cartão-caminhoneiro, uma opção era indexar o frete ao preço do diesel. Depois o ministério esclareceu que essa medida não seria adotada. Guedes, porém, afirmou que o presidente da Petrobras está estudando as alternativas, incluindo o exemplo americano de indexação "Essa solução americana de indexar está sendo analisada também, tudo está sendo analisado", disse Guedes.

 

Agricultura - A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, defendeu nesta terça mais previsibilidade nas altas de preço do óleo diesel praticadas pela Petrobras. "A Petrobras é uma empresa independente, ela sobe os preços de acordo com o mercado internacional, o que é ruim para o produtor. O bom é que a gente tivesse nossa casa arrumada e que a Petrobras pudesse dar mais previsibilidade nesses aumentos de preço e na diminuição. A tabela [de preços] deveria ir para baixo e para cima", disse a ministra, durante a Norte Show, feira agropecuária de Sinop (Mato Grosso). "O produtor anda penalizado com os custos de produção, tem sobrado pouco", declarou. A ministra criticou, ainda, o tabelamento do frete rodoviário. (Agência de Notícias do Paraná)

 

ECONOMIA: Caminhoneiro terá crédito para comprar pneu e manter veículo

 

economia 17 04 2019O governo anunciou nesta terça-feira (16/04) uma linha de crédito do BNDES, de R$ 500 milhões, para manutenção e compra de pneus por caminhoneiros autônomos, além de R$ 2 bilhões para obras de infraestrutura e manutenção de rodovias.

 

Anúncios - Os anúncios, parte de um pacote voltado para a categoria, ocorreram depois de uma reunião na véspera na Casa Civil, diante da possibilidade de uma nova paralisação de caminhoneiros menos de um ano após a greve geral que paralisou o país e prejudicou a retomada do crescimento.

 

Flexibilização - Horas depois do anúncio, feito em entrevista coletiva na presença de quatro ministros, a Caixa informou a flexibilização das condições de outra linha de crédito que beneficia os caminhoneiros, BNDES Finame. Essa linha permitirá agora financiar 100% do valor de ônibus e caminhões, ante os 80% atuais.

 

Vantagens - Outras vantagens oferecidas pela Caixa incluem capital de giro, com recursos do PIS, com juros de 0,83% ao mês e isenção de IOF.

 

Pneus e manutenção - Sobre a linha de crédito para compra de pneus e manutenção, o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, disse que "está sendo desenhada pelo BNDES". A princípio, Banco do Brasil e Caixa vão operar o financiamento, enquanto os bancos privados entrarão em uma etapa posterior. Ontem o BNDES assegurou que esse financiamento não será subsidiado.

 

Valor - Cada caminhoneiro poderá se financiar com até R$ 30 mil, e o crédito estará limitado a quem tem dois caminhões por CPF.

 

Manutenção de rodovias - Onyx acrescentou ser fundamental trabalhar com manutenção de rodovias e concluir obras emblemáticas. "Manutenção de rodovias salva vidas. Não podemos admitir a BR-163 parada", afirmou, acrescentando que a pavimentação dessa rodovia, que liga o norte de Mato Grosso aos portos do Pará será um grande alívio, com redução de filas e melhora da qualidade de vida do caminhoneiro.

 

Estruturantes - O governo classificou as medidas como "estruturantes", mas nem todas foram consensuais. A mais controversa é a linha de crédito para a compra de pneus e manutenção de caminhões. 

 

Arriscado - Segundo apurou o Valor, alguns presentes à reunião de segunda-feira (15/04), inclusive ministros, salientaram que oferecer mais crédito aos caminhoneiros é uma medida arriscada. Uma fonte salientou que a categoria carrega uma significativa inadimplência por causa de financiamentos passados. O argumento decisivo que para que o governo anunciasse a linha de crédito foi que os valores são relativamente pequenos. Em contraponto, mesmo os que apoiaram a ação, ressaltaram que essa é uma medida que não resolve o problema que é, em suma, de excesso de oferta de caminhões e baixa demanda por fretes.

 

Cartão Caminhoneiro - Outra medida, que já havia sido anunciada anteriormente, é a criação do Cartão Caminhoneiro, pré-pago, em que os profissionais colocam créditos com um valor fixo para o diesel. O produto tem como objetivo dar previsibilidade, diante da flutuação do preço do combustível.

 

Diferença - Questionados, os ministros não souberam explicar quem arcará com uma eventual diferença entre o preço do diesel pago no Cartão Caminhoneiro e o valor na bomba no ato do abastecimento. Disseram que essa decisão caberá à Petrobras, que, segundo eles, foi quem idealizou o cartão. Segundo fonte ouvida pelo Valor, a Petrobras deve fazer operações de hedge

para se proteger desse risco.

 

Estudo - Indagada pelo Valor a respeito, a Petrobras respondeu: "O modelo para implantação e operação do Cartão Caminhoneiro está em estudos. Outros detalhes serão informados oportunamente, quando o produto for lançado, o que deverá ocorrer até o fim de junho".

 

CNH - O governo anunciou também mudanças na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e a criação de um documento eletrônico de transporte, na tentativa de agradar os caminhoneiros e evitar a greve. A CNH passará a ser renovada a cada dez anos para pessoas com menos de 50 anos, e não a cada cinco anos, como ocorre atualmente. Essa medida visa reduzir os custos, segundo Freitas.

 

Documentos - O ministro da infraestrutura informou que o documento eletrônico "vai congregar uma série de documentos", 20 ao todo. E disse que a medida, além de eliminar a burocracia e a necessidade de intermediários, visa fazer uma ligação direta entre os transportadores e os embarcadores das mercadorias.

 

Sem intermediário - "Essa simplificação elimina o intermediário. Muitas vezes o caminhoneiro, para fazer o transporte, precisa de despachantes", disse. "A tecnologia de informação vai nos ajudar a 'linkar' o caminhoneiro ao embarcador para combater esse excesso de oferta. Esse problema vai diminuindo com o tempo com o crescimento econômico que certamente virá."

 

Proximidade - Onyx justificou as medidas dizendo que "o presidente sempre teve na sua vida parlamentar muita proximidade com os caminhoneiros autônomos". Para ele, o governo tenta reverter, com leilões de portos e ferrovias, a opção feita pelo Brasil pelo modal de transporte rodoviário. "Mas nós temos que lidar com uma realidade, que é a escolha que o Brasil fez muitas décadas atrás", afirmou.

 

Participantes - Participaram da entrevista coletiva, além de Onyx e Freitas, os ministros do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno, e da Secretaria Geral, Floriano Peixoto. (Valor Econômico)

 

CÂMARA I: CCJ conclui discussão sobre PEC da Previdência; texto será votado nesta quarta

 

camara 17 04 2019A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados encerrou, nesta terça-feira (16/04), a fase de discussão da proposta de emenda à Constituição da reforma da Previdência (PEC 6/19).

 

Parecer - Agora, os deputados poderão passar à votação do parecer do relator, deputado Delegado Marcelo Freitas (PSL-MG), que recomenda a aprovação do texto enviado pelo Poder Executivo. A votação está marcada para esta quarta-feira (17/04), a partir das 10h da manhã.

 

Debate - O debate da reforma começou às 11h17 desta terça-feira e foi encerrado às 23h29, ou seja, foram mais de 12 horas de discussão.

 

Esforço - O encerramento da fase de discussão só foi possível graças a um esforço de parlamentares favoráveis ao texto, que ou abriram mão de suas falas ou falaram por tempo menor que o estipulado. Eram mais de 120 deputados inscritos para debater. Segundo o presidente da CCJ, deputado Felipe Francischini (PSL-PR), ao todo falaram 55 deputados contrários à reforma, 19 favoráveis e 14 líderes partidários.

 

Crítica - Primeira parlamentar a falar na fase de discussão, a deputada Sâmia Bomfim (Psol-SP) criticou modificações colocadas no texto que não dizem respeito à Previdência, como a redução do abono salarial – benefício de um salário mínimo anual pago a trabalhadores brasileiros que recebem até dois salários de remuneração mensal.

 

Tratamento - Segundo Bomfim, o governo de Jair Bolsonaro trata aqueles que recebem dois salários mínimos como privilegiados: "ele quer que somente aqueles que ganham até um salário mínimo [recebam o benefício]. E eu pergunto para o senhor ministro Paulo Guedes e para o senhor Jair Bolsonaro se eles conseguiriam viver somente com dois salários mínimos".

 

Comparação - O deputado Coronel Armando (PSL-SC) defendeu a reforma e comparou a previdência atual a um navio afundando. "Hoje estamos embarcados num Titanic. O que levou o Titanic ao desastre foram diversos erros cometidos pela tripulação que comandava o navio e pelos donos da empresa construtora da embarcação. Comparando o Brasil ao Titanic, temos sinais claros de que o nosso país vive um processo de envelhecimento. O Brasil mantém a idade de aposentadoria de 1940", afirmou o deputado.

 

Escolha - O deputado Darcísio Perondi (MDB-RS) também falou que a escolha é entre aprovar a reforma e afundar. “Quem ganha menos paga menos, quem ganha mais vai pagar mais. Ou é reformar ou afundar", defendeu Perondi.

 

Efeitos na economia - Por outro lado, o deputado Afonso Motta (PDT-RS) considerou que alguns pontos da reforma seriam inconstitucionais. Ele criticou, em especial, a desconstitucionalização de pontos das regras previdenciárias, ou seja, a retirada desses pontos do texto da Constituição, transformando-os em lei complementar, que tem aprovação mais fácil no Congresso.

 

Ruim para a economia - O deputado também acredita que o resultado da reforma será ruim para a economia. "O argumento de justiça fiscal é limitado, é restrito, e não supera a dignidade humana, não supera a dignidade do trabalho. E termos um valor menor dos benefícios só pode produzir um resultado: é o crescimento negativo, que tem produzido um desemprego em massa", acredita Motta.

 

Contraponto - A líder do governo no Congresso, deputada Joice Hasselmann (PSL-SP), porém, disse que o desemprego vai aumentar caso a reforma não seja aprovada. “Se não aprovarmos a nova Previdência, o Brasil quebra, para, e acabou, não há mais o que fazer. O desemprego chegará a 15% em 2023, o que seria catastrófico, a maior taxa da história”, afirmou Hasselmann.

 

Desmonte - O deputado Danilo Cabral (PSB-PE), por sua vez, afirmou que “a proposta de reforma da Previdência faz parte de um processo de desmonte do Estado e do bem-estar social brasileiro”. Para Cabral, a reforma “é o que tem de mais criminoso sendo apresentado por este governo” e vai “colocar nas costas do povo brasileiro uma conta que não foi ele que fez”.

 

Capitalização - O líder da oposição, deputado Alessandro Molon (PSB-RJ), criticou a proposta no que diz respeito ao modelo de capitalização. Atualmente, no modelo de repartição, a contribuição dos trabalhadores serve para pagar os aposentados de hoje. A capitalização funciona como uma poupança individual, em que o trabalhador recebe, na aposentadoria, o que a conta dele tiver rendido. Segundo Molon, “o regime de capitalização entrega cada um à própria sorte”.

 

Outro ponto de vista - A deputada Caroline de Toni (PSL-SC) ofereceu outro ponto de vista. “O governo Bolsonaro está a favor dos mais pobres. Não adianta ter aposentadoria e não ter dinheiro para pagar, nós temos que enfrentar a realidade”, defendeu.

 

Trâmite - Se a reforma da Previdência for aprovada pela CCJ, seguirá para a análise de uma comissão especial e, depois, do Plenário da Câmara. (Agência Câmara)

 

CAMARA II: Comissão de Finanças e Tributação vai discutir reestruturação do Mercosul

A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (16/04), a realização de Audiência Pública para debater a reestruturação do tratado do Mercosul, em especial os acordos relacionados ao leite, trigo e arroz. A proposta de discussão foi apresentada pelo presidente do colegiado, deputado Sérgio Souza (MDB-PR).

Mal - O parlamentar paranaense acredita que a sociedade brasileira não percebe o mal que o Mercosul vem fazendo ao Brasil, em especial aos produtores rurais. “Os países vizinhos levam maquinários e insumos para produzir com imposto zero e depois mandam para o Brasil arroz, leite e trigo a imposto zero. Enquanto isso, o nosso produtor paga impostos que encarecem em torno de 30% o seu custo de produção e, ao vender, tem imposto também. Como ele consegue concorrer? Isso é uma deslealdade”, criticou Sérgio Souza.

Debate - Participarão do debate representantes do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa), Ministério da Economia, Ministério das Relações Exteriores, da Associação Brasileira das Indústrias do Trigo (Abitrigo), da Federação das Associações de Arrozeiros do RS (Federarroz), da Associação Brasileira dos Produtores de Leite (Abraleite), da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), da Organização das Cooperativas do Brasil (OCB) e também da Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar).

Produtores de leite- Em 2017, Sérgio Souza apresentou projeto que restringe a importação de leite em pó ou in natura de países que não observem normas e padrões de proteção ao meio ambiente compatíveis com a legislação brasileira. A proposta está pronta para ser votada pelo plenário da Câmara dos Deputados.

Justificativa - Em sua justificativa, Sérgio Souza diz que pretende buscar justiça na relação comercial dentro do Mercosul. “Os produtores destes produtos estão sendo prejudicados por causa desses acordos econômicos. O meu projeto busca manter igualdade na concorrência comercial entre os países vizinhos que compõem o Mercosul”, esclareceu o parlamentar. (Assessoria Sérgio Souza)

PARANÁ: Reforma administrativa proposta pelo governo é aprovada em 1º turno

 

parana 17 04 2019A primeira etapa da reforma administrativa proposta pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior foi aprovada pela Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) nesta terça-feira (16/04), em 1° turno. A proposta que reduz o número de secretarias de 28 para 15 e reorganiza o organograma do Estado teve apoio de 44 deputados e apenas cinco votos contrários.

 

Economia anual - A reestruturação da máquina pública prevê economia anual de R$ 10,6 milhões aos cofres estaduais a partir da redução de pastas e extinção de 339 cargos comissionados e funções gratificadas. Na sequência, o governo vai encaminhar o legislativo mais duas etapas da reforma: junção de autarquias e redução da estrutura física. No total, o Estado estima economizar R$ 260 milhões com a reforma completa.

 

Agilidade e eficiência - Segundo o governador Carlos Massa Ratinho Junior, a ideia da reforma passa pela economia e também pela necessidade de tornar a máquina pública mais ágil e eficiente. “Nosso é economizar recursos públicos, mas também reestruturar a máquina para torná-la mais eficiente na entrega de serviços à população. Essa mudança passa a valer como um novo horizonte para o Paraná”, afirma.

 

Colaboração - Segundo o deputado Hussein Barki, líder do Governo, a intenção do Poder Legislativo é colaborar com o Executivo na formulação de políticas públicas que impactem positivamente a vida de 11 milhões de paranaenses. “Essa relação respeitosa só trará benefícios. O objetivo é dar mais agilidade e eficiência à máquina pública, permitir que cada área tenha mais facilidade para se comunicar e interagir com outros setores do Governo”, destaca.

 

Emendas - Na votação desta terça-feira, o projeto da reforma recebeu 19 emendas, que serão avaliadas pela Comissão de Constituição de Justiça (CCJ) antes de voltarem ao plenário. A tendência é que a proposta seja aprovada de maneira definitiva na semana que vem. (Agência de Notícias do Paraná)

 

SAÚDE: Mais duas mortes por dengue são confirmadas no Estado

 

A Secretaria da Saúde do Paraná alerta mais uma vez sobre a importância de a população participar das ações de combate ao mosquito transmissor da dengue, o Aedes Aegypti. O secretário Beto Preto reforça que essa é uma tarefa que requer cuidados diários, olhar com atenção para não deixar nenhum lugar com água parada dentro e fora das casas.

 

Recomendação - “Alertamos a população para esta recomendação. É preciso eliminar também o lixo acumulado nos quintais e terrenos baldios. O Governo do Estado e os municípios estão agindo contra a dengue, mas é fundamental a participação da comunidade para acabar com os focos do mosquito”, afirmou Beto Preto.

 

Duas mortes - O boletim semanal da Secretaria da Saúde, que atualiza os números da dengue, confirma mais dois óbitos em Londrina: um homem de 40 anos, morador da zona Leste da cidade, e uma mulher de 63, moradora da zona Sul. São casos autóctones, o que significa que as pessoas contraíram a doença nos locais de residência. O município já tinha outras duas mortes confirmadas no mês passado.

 

Registro oficial - O Paraná registra oficialmente 5 óbitos por dengue. O outro caso, também confirmado em março, é de Cascavel. Além de Londrina, os municípios em alerta para epidemia são Foz do Iguaçu, Cianorte e Jacarezinho. E os municípios com epidemia confirmada são Missal, Anahy, Nova Olímpia e Andirá.

 

Novos caso - O levantamento da semana tem 561 novos casos no Estado. Agora são 3.114 casos confirmados contra os 2.553 da semana anterior.

 

Municípios - Dez municípios apresentaram casos de autoctonia pela primeira vez. São eles Irati, Marmeleiro, Santa Tereza do Oeste, Goioerê, Mamborê, Quinta do Sol, Brasilândia do Sul, Mariluz, Congoinhas, Nova Fátima e São Jerônimo da Serra.

 

Combate - A Secretaria da Saúde segue com as ações de combate à dengue, em parceria com os municípios em todas as regiões. Profissionais que atuam na Vigilância em Guarapuava, Cascavel e Toledo receberam orientações sobre o combate ao mosquito Aedes Eegypti. As recomendações estão sendo retransmitidas para mais profissionais que trabalham em ações de combate nos municípios vizinhos e também para a população.

 

Orientação - “Nossa mobilização é permanente com atividades de orientação de combate ao mosquito transmissor da dengue, chikungunya e zíka vírus em todas as cidades. Estamos orientando os municípios para que intensifiquem os mutirões de limpeza e a busca ativa por novos criadouros e focos”, afirmou Ivana Belmonte, da Divisão de Vigilância Ambiental da Secretaria da Saúde. (Agência de Notícias do Paraná)

IDHM: Brasil melhora no desenvolvimento humano, mas desigualdades persistem

 

idhm 17 04 2019O Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) do Brasil teve pequeno crescimento entre 2016 e 2017, ao passar de 0,776 para 0,778, de acordo com o Radar IDHM, estudo feito pela Fundação João Pinheiro, Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud).

 

Variação - O IDHM varia entre zero (nenhum desenvolvimento) e 1 (desenvolvimento total). Assim, o índice brasileiro se manteve na faixa de alto desenvolvimento humano. Persistem, contudo, as grandes desigualdades entre sexo, cor e regiões do país.

 

Queda de renda - O aumento do IDHM em 2017 ocorreu a despeito da queda na renda naquele ano, que foi compensada pela melhora nos dados relativos à longevidade e à educação.

 

Renda domiciliar - O valor da renda domiciliar per capita recuou 0,92%, de R$ 842,04 para R$ 834,31, reduzindo o IDHM Renda de 0,748 para 0,747. O estudo ressalta que, em 2017, a proporção de pessoas vulneráveis à pobreza cresceu 0,5 ponto percentual, atingindo 25% da população brasileira. O índice de Gini, que mede a desigualdade de renda, ficou estável em 0,55 em 2017 ante 2016. Aqui, quanto mais próximo de um, mais desigual o país.

 

Nova tendência - "No Brasil, ainda que resultados tenham sido alcançados na redução da pobreza, é possível identificar uma nova tendência, de aumento, ou seja, de redução da renda per capita da população, com o ingresso de pessoas na situação de pobreza e uma estagnação no índice de Gini", diz o estudo.

 

Longevidade - A queda na dimensão renda foi contrabalançada pelo aumento do IDHM Longevidade, de 0,845 para 0,850, puxado pelo crescimento da esperança de vida ao nascer de 75,72 anos para 75,99 anos, na média do país. Já o IDH Educação subiu de 0,739 para 0,742, por causa exclusivamente do índice que mede a frequência escolar, uma vez que a escolaridade da população adulta permaneceu praticamente a mesma.

 

Aumentos constantes - Os IDHMs Educação e Longevidade têm tido aumentos constantes desde 2012, segundo o Ipea. No período até 2017, a taxas médias anuais foram de 1,6% e 0,6%, respectivamente. Por causa de problemas que não permitiram calcular a renda familiar per capita de 2012 a 2015, o IDHM não tem dados sobre esses anos e, por esse motivo, não há um cálculo de IDHM do país nesse período.

 

Esperança de vida - Para o crescimento do indicador de esperança de vida ao nascer contribuiu a queda de, em média, 4,0% ao ano da mortalidade infantil (até 1 ano de idade) entre 2012 e 2017. O índice da dimensão Educação é a síntese de dois subíndices - o de Escolaridade e o de Frequência Escolar. O primeiro cresceu 1,6% em média, por ano, mas apesar disso, em 2017, 35,7% da população acima de 18 anos ainda não possuía o ensino fundamental completo.

 

Níveis finais - O estudo também aponta problemas nos níveis finais dos ensinos fundamental e médio. Em 2017, enquanto 96,7% das crianças de 5 a 6 anos estavam frequentando a escola e 93,2% daquelas entre 11 e 13 anos frequentavam o segundo ciclo do ensino fundamental, apenas 69,6% dos adolescentes de 15 a 17 anos tinham concluído o fundamental e 59,3% dos jovens de 18 a 20 anos tinham o ensino médio completo.

 

Cor e sexo - Embora persistentes, as diferenças diminuíram no período quando se observa os dados desagregados por cor e sexo. O IDHM da população branca caiu de 0,819 para 0,817, e o da população negra subiu de 0,728 para 0,732.

 

Melhoria - "Esse resultado foi possível pela melhoria em todos os quesitos analisados para os negros e pela queda nas dimensões Renda e Educação para os brancos. Ainda assim, brancos ganham cerca de duas vezes mais que os negros: R$ 1.144,76, contra R$ 580,79", observa o estudo.

 

Desequilíbrio - O desequilíbrio entre homens e mulheres também se reduziu, em grande parte devido à menor diferença no IDHM Renda - único em que o índice das mulheres, quando ajustado às diferenças de rendimento do trabalho, é inferior ao dos homens.

 

Renda - No período, o índice de Renda dos homens caiu de 0,818 para 0,814, e o das mulheres subiu de 0,658 para 0,660.

 

Atlas - O Radar IDHM é um estudo vinculado ao Altas do Desenvolvimento Humano no Brasil criado para fornecer uma análise mais atualizada das tendências dos indicadores dos municípios e regiões do país.

 

Exclusividade - O Atlas é baseado exclusivamente nos Censos Demográficos, realizados de dez em dez anos, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Trata-se de uma plataforma de consulta aos IDHs dos 5.565 municípios brasileiros, 27 Unidades da Federação 21 regiões metropolitanas e três regiões integradas de desenvolvimento (Ride).

 

Indicadores - São mais de 220 indicadores de demografia, educação, renda, trabalho, habitação e vulnerabilidade, com dados extraídos dos Censos de 1991, 2000 e 2010. (Valor Econômico)

 

ARTIGO: Quem tem medo do lobo mau?

 

artigo 17 04 2019*Juliana Olivieri Refundini

 

Seja lobo ou leão, a analogia serve para ilustrar a tensão que passamos todos os anos quando a cobrança do Imposto de Renda bate em nossa porta. Posso afirmar que a mordida do leão não precisa ser tão dolorosa assim. Com um bom Planejamento Financeiro, você terá mais tranquilidade nessa época do ano. Vamos por partes:

 

1) Organize-se: a dica é criar uma pasta para concentrar todos os documentos que serão necessários para a declaração do seu Imposto de Renda e investir um tempo durante o ano para organizar os papéis.

 

2) Simplificado ou completo? Defina qual modelo de declaração é mais vantajoso para seu perfil: opte pelo modelo simplificado quando suas despesas dedutíveis forem inferiores à 20% (limitado a R$ 16.754,34) do total dos rendimentos tributáveis. Portanto, se o total de suas despesas com dependentes, escola, médicos, previdência, entre outros, não chegarem a este valor ou a 20% de seus rendimentos, este é o modelo adequado. Caso contrário, opte pelo modelo completo, adequado para quem tem muitas despesas dedutíveis a fazer.

 

Certo, mas onde entra o Planejamento Financeiro? Com ele você pode abater parte do seu Imposto de Renda a pagar e ainda, acumular recursos para o futuro. É isso mesmo? Sim, e sabe do que estou falando? Do benefício de investir em Previdência Privada e ainda conquistar um benefício fiscal para seu Imposto de Renda. Vamos entender melhor...

 

Você pode abater até 12% de seus rendimentos tributáveis investindo em um plano de Previdência Privada PGBL, ponderadas as condições do produto. Tem direito ao benefício quem faz a declaração do Imposto de Renda no modelo completo e ainda contribui para o INSS ou outro sistema de previdência social como o de servidores públicos.

 

E quem deverá declarar o Imposto de Renda?

- quem obteve rendimentos anuais tributáveis superiores ao valor de R$ 28.559,70 (ou R$ 1.903,98/mês);

- quem obteve ganhos de capital com venda ou alienação de bens ou imóveis, ou ainda quem realizou operações em bolsa de valores;  

- quem obteve rendimentos não tributáveis ou tributado exclusivamente na fonte superiores a R$ 40 mil no ano anterior; 

- trabalhador rural que obteve renda bruta superior a R$ 128.308,50;  

- pessoas que tenham bens ou direitos superiores a R$ 300 mil no último dia do ano anterior; 

- quem passou a ser residente no Brasil no ano anterior; 

- quem pretende compensar prejuízos de atividade rural de anos anteriores.

 

Fique atento! Sonegar impostos de forma proposital ou não, é considerado crime e incorre em multa de até 150% do valor devido e até 2 anos de reclusão.

 

Leia mais artigos sobre o mercado financeiro em: uniprimebr.com.br/#noticias

 

* Juliana Olivieri Refundini é profissional com Certificação CFP® e colaboradora da Uniprime Norte do Paraná

 

Foto: Jornal Folha

 


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