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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4555 | 12 de Abril de 2019

VISITA: Conselheiros da Cocamar conhecem Sistema Ocepar

Conhecer como é feito o trabalho de representação do Sistema Ocepar. Com este objetivo, oito integrantes do Conselho de Administração da Cocamar e três do Conselho Fiscal, estiveram nesta sexta-feira (12/04), na sede da organização, em Curitiba. “A Cocamar acha importante que os conselheiros conheçam o que é o cooperativismo, como a representação do setor é feita e quais os caminhos para encaminhamento das demandas. Por este motivo, durante esta semana fomos também a Brasília, onde visitamos Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), o Congresso Nacional e o deputado Luiz Nishimori (PR-PR), parlamentar que defende as questões da região Norte do Paraná”, disse o gerente de Cooperativismo, João Sadao, que acompanhou o grupo.

Recepção - A delegação da cooperativa foi recebida pelo presidente da organização, José Roberto Ricken, e pelos superintendentes Leonardo Boesche (Sescoop/PR), Nelson Costa (Fecoopar) e Robson Mafioletti (Ocepar). Também participaram da recepção o gerente da área técnica, Flávio Turra, e o coordenador de Comunicação Samuel Zanello Milléo Filho. Em sua fala, Ricken explicou o papel das entidades que integram o Sistema Ocepar – o Sindicato e Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar), o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR) e a Fecoopar (Federação das Cooperativas do Paraná). “Nosso modelo de gestão é semelhante ao da Cocamar, ou seja, temos uma diretoria executiva e segregação de função. Outro fator comum que temos é a presença do Luiz Lourenço, que é o presidente do Conselho de Administração da Cocamar e aqui faz parte da diretoria da Ocepar”, disse.

Prioridades –O dirigente citou alguns pontos em âmbito nacional, estadual e do Sistema Ocepar, que são considerados prioritários. Um deles é a preocupação com possíveis cortes nos recursos o Sescoop, entidade do Sistema S que tem com o público cooperativista como beneficiário. “Antes do Sescoop, a contribuição das cooperativas era dividida entre todos os ‘S’, ou seja, tínhamos que brigar por recursos para projetos de formação. Com o Sescoop, isso mudou, porque os recursos são direcionados para um S próprio do setor. Isto alavancou o desenvolvimento das cooperativas”, afirmou

Frencoop - Outros pontos destacados por Ricken abrangem o fortalecimento da Frente Parlamentar do Cooperativismo. “Diante da renovação que houve no Congresso Nacional, o momento é de estabelecer contatos, reforçando a atuação dos parlamentares que já são integrantes e fazendo com que mais parlamentares ingressem na Frencoop”, contou. 

Agenda de discussões - O presidente falou ainda sobre a necessidade de atuação próxima e conjunta com a OCB; da questão (ainda não resolvida) do tabelamento de frete; da necessidade de aproximação com Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE); e da expectativa positiva de que haverá um bom diálogo com o novo governo estadual, até porque o vice-governador é o empresário Darci Piana, ex-presidente da Fecomércio, entidade que integra o chamado grupo G7, composto por entidades representam os principais setores da economia do estado.

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FORMAÇÃO: Conselheiros fiscais começam a ser capacitados no interior do Estado

Teve início, nesta semana, o ciclo de capacitações de conselheiros fiscais que o Sistema Ocepar promove, por meio do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR), nos meses de abril e maio. O primeiro curso, com profissionais do ramo saúde, ocorreu na sede de Unimed Regional Maringá, em Maringá, noroeste do Estado, na terça-feira (09/04), com 16 participantes. O instrutor foi o analista do Sescoop/PR, Jessé Rodrigues. Na terça e quarta-feira (09 e 10/04), 26 representantes dos ramos agropecuário, consumo, educacional, habitacional, infraestrutura, trabalho e turismo, receberam a formação na Cocamar, também em Maringá. As orientações foram repassadas pelos analistas Fernando Mendes e Emerson Barcik, que também foram os instrutores dos 22 conselheiros do agro e demais ramos que participam do curso, nesta quinta e sexta-feira (11 e 12/04), na Associação dos Funcionários da Cooperativa Primato, em Toledo, no Oeste do Paraná.

Público – Os cursos têm como público-alvo os fiscais efetivos e suplentes, além de cooperados que pretendem exercer futuramente a função. A ideia é promover a capacitação e reciclagem dos conhecimentos dos membros do Conselho Fiscal das cooperativas, que atuam especialmente no que diz respeito à transparência da gestão dos recursos financeiros. No curso são apresentadas suas atribuições e responsabilidades, conceitos de contabilidade e análise de indicadores. Legislação e a relação do Conselho Fiscal com os demais agentes da governança são outros itens abordados. O curso tem validade de três anos.

Ramos- A formação é destinada a conselheiros fiscais de diversos ramos. Para aqueles que atuam em cooperativas agropecuárias, de consumo, educacional, habitacional, infraestrutura, trabalho e turismo, serão formadas ao todo seis turmas, sendo que as próximas estão previstas para serem realizadas na Coopertradição, em Pato Branco (16 e 17/04); Sicredi Campos Gerais, em Ponta Grossa (29 e 30/04); Integrada, em Londrina, (07 e 08/05), e Cotriguaçu, em Cascavel, (23 e 24/05).

Saúde - Já os conselheiros fiscais do ramo saúde estão sendo divididos em cinco turmas. Com a formação da primeira, na Unimed Regional Maringá, agora a capacitação ocorrerá na Unimed Pato Branco, em Pato Branco (17/04), Unimed Paraná, em Curitiba, (24/04); Unimed Londrina, em Londrina, (dia 08/05), e Unimed Costa Oeste, em Toledo, (22/05).

Transporte - Haverá ainda um curso destinado ao ramo transporte, na Cotriguaçu, em Cascavel, no dia 21 de maio.

Informações - Mais informações com Alfredo Souza (alfredo.souza@sistemaocepar.coop.br / 41 3200-1144).

Programação completa -Clique nos links abaixo para conferir na íntegra a programação do Curso de Conselheiros Fiscais:

Ramos agropecuário, consumo, educacional, habitacional, infraestrutura, trabalho e turismo

Ramo saúde

Ramo transporte

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INTEGRADA: Ovinos campeões na ExpoLondrina

integrada 12 04 2019Durante a ExpoLondrina 2019, o criador de ovinos Hugo Luis Ferreira de Melo, de Londrina (PR), obteve a premiação reservado campeã Texel RGB no julgamento ocorrido na última quarta-feira (10/04). Melo é cliente da Integrada e oferece com exclusividade ao seu rebanho a ração de ovinos da cooperativa. Ele se diz muito satisfeito com os resultados obtidos.

Alta qualidade - Há mais de 10 anos o produtor cria ovinos e caprinos e há um ano ele passou a tratar os animais com as rações Integrada. “A ração tem alta qualidade e um bom custo/benefício”, observa o ovinocultor. Segundo ele, o produto não carrega o cheiro forte igual as outras rações, pois é composto por matérias-primas de qualidade a base de milho, farelo de soja, farelo de trigo, entre outros ingredientes.

Assistência técnica - De acordo com o médico veterinário da Integrada, Gustavo Dias Rocha, além de proporcionar um alimento de alta qualidade, incluindo suplementos minerais, a cooperativa oferece aos seus clientes toda a assistência técnica que os produtores necessitam. Para este ano, Rocha explica que a cooperativa lançará a linha Supreme, voltada para animais de pista, proporcionando alto desenvolvimento e ganho de peso para os animais. O produtor Hugo deve continuar desenvolvendo animais de pista, para isso ele precisará cada vez mais de alimentos mais equilibrados para um maior desempenho.

Novidade - Com o objetivo de ampliar ainda mais o seu portfólio de rações, em breve, a Integrada irá lançar uma ração voltada para cabras leiteiras. A Integrada possui uma linha completa de rações para ruminantes, incluindo suplementos minerais. (Imprensa Integrada)

 

SICREDI UNIÃO PR/SP: Formatura do Programa Brasil Mais Empreendedor será no estande da cooperativa

Buscando estimular o empreendedorismo e mostrar a jovens de maior vulnerabilidade social um meio para que possam gerar a própria renda e tirar sonhos do papel, o Programa “Brasil Mais Empreendedor”, iniciativa da Conaje (Confederação Nacional do Jovem Empresário) e Sicredi, com apoio da Faciap e Acil, está sendo realizado em Londrina no período de 9 a 13 de abril e neste domingo (14/04), haverá a formatura dos participantes, às 12 horas, no estande da Sicredi União PR/SP na ExpoLondrina. Ao todo são 150 jovens participantes. Esta é a primeira das 4 mil que serão formadas pelo programa no Brasil.

Abertura de negócios - Baseado na metodologia By Necessity, o programa é ministrado pela Besouro – Agência de Fomento Social - do Rio Grande do Sul. Dividido em 30h iniciais e 10 etapas, programa possibilita a cada aluno a abertura de seu negócio imediatamente. Entre 09 e 13 de abril, a primeira turma receberá a capacitação no Clube das Mães Unidas (Rua Roseiral, 77, Jardim Interlagos em Londrina). A partir das vivências individuais, o método, que já gera 400% de aumento de renda dos alunos após abrirem seus negócios, capacita os participantes a desenvolverem um negócio com zero ou baixo investimento. Passado o período de aulas, o novo empreendedor ainda conta com a incubação e acompanhamento do negócio por 90 dias, por meio dos Consultores da Besouro.

Vulnerabilidade social - Focada no ensino do empreendedorismo por necessidade para minorias e pessoas em vulnerabilidade social, a Agência Besouro já contabiliza mais de 170 municípios atendidos, em 11 países do mundo, 4.800 alunos e 3.750 negócios abertos a partir da metodologia By Necessity, com uma taxa de conversão de mais de 70%. Ou seja, 7 em cada 10 dos Jovens impactados, tiram seu sonho do papel e abrem seu próprio negócio.

Negócios - A metodologia By Necessity já foi aplicada em mais de 176 municípios brasileiros, gerando pequenos negócios que juntos já acumularam cerca de R$ 60.750.000 de renda até janeiro de 2019. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

 

SICREDI: Cooperativa conquista Prêmio Abac Compartilhar

sicredi 12 04 2019No 41º Conac – Congresso Nacional de Administradoras de Consórcios, que ocorreu entre os dias 27 e 29 de março em Gramado (RS), a Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac) reconheceu dois cases do Sicredi com o Prêmio Abac Compartilhar. Além disso, representantes da instituição financeira cooperativa também compartilharam seu conhecimento participando de palestras e painéis.

Case - O case “Foco no relacionamento, consorciado no centro do negócio”, sobre como reduzir erros no processo de formalização de garantias a partir da reformulação da postura e o pensamento de todas as pessoas diretamente envolvidas nesta atividade, impactando a satisfação dos associados. Com este desafio, a Administradora de Consórcios Sicredi empenhou-se em ter analistas ativos e humanizados para cuidar dos processos de contemplação, do início ao fim.

Atendente virtual - A instituição levou também o segundo lugar da categoria com “Theo, o atendente virtual do Sicredi”. O case aborda como a inteligência cognitiva pode cooperar para a realização de sonhos. Theo, o assistente virtual Sicredi, nome que homenageia o Padre Theodor Amstad – um dos fundadores da primeira cooperativa de crédito do Brasil e da América Latina, em 1902, atualmente a Cooperativa Sicredi Pioneira RS –, chegou para dar respostas cada vez mais precisas e contribuir para a felicidade de colaboradores e associados.

Reconhecimento - “Este é mais reconhecimento que premia o êxito da nossa atuação em consórcios, segmento no qual trabalhamos com um portfólio completo e assertivo, pois foi desenvolvido com foco em atender as necessidades dos nossos associados”, destacou o diretor executivo de Produtos e Negócios do Banco Cooperativo Sicredi, Cidmar Stoffel.

Estímulo - O Prêmio ABAC Compartilhar foi criado para estimular a troca de ideias e o compartilhamento de boas práticas entre as administradoras de consórcios brasileiras. A todo momento, empresas do segmento e suas equipes encontram soluções originais para os desafios cotidianos, tornando-se mais ágeis, eficientes e produtivas. Compartilhar boas práticas é uma forma de disseminar o conhecimento e aprimorar o sistema de consórcios para que cada vez mais pessoas usufruam de seus inúmeros benefícios.

Palestra - Complementando a participação do Sicredi no 41º Conac, o superintendente de Economia e Riscos da instituição, Alexandre Barbosa, palestrou sobre o cenário econômico nacional, e o gerente da Administradora de Consórcios, Jocimar Martins, integrou o painel “O grupo de consórcio: a indispensável higidez econômico-financeira". O Sicredi também recebeu o troféu Ouro Participação Especial, com maior número de congressistas inscritos: 52 participantes.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi União PR/SP)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

SICREDI RIO PARANÁ: Cenário econômico é apresentado para empresários do Paraná

A Sicredi Rio Paraná PR/SP realizou esta semana duas palestras para empresários no estado do Paraná. A ideia foi apresentar o atual cenário econômico e os rumos que podem ser tomados diante disso. A palestra ministrada pelo economista Pedro Lutz Ramos. Ele é atualmente é gerente de Análises Econômicas do Banco Cooperativo Sicredi.

Sobre o palestrante - É graduado, mestre e doutor em economia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, onde se especializou em modelagem macroeconômica. Trabalha como economista desde 2008, passando por entidades empresariais gaúchas, como Câmara dos Dirigentes Lojistas de Porto Alegre (CDL-POA) e a Federação do Comércio de Bens e Serviços do Estado do Rio Grande do Sul (Fecomércio-RS).

Precisão - Desde 2011, contribui para que a Gerência de Análise Econômica do Banco Cooperativo Sicredi seja premiada como uma das áreas econômicas do país com maior precisão em suas projeções, segundo a Bloomberg, o Banco Central do Brasil e o Grupo Estado de São Paulo. Agrega experiência como professor de Econometria em programas de MBA. Tem artigos publicados em periódicos nacionais e em congressos de economia.

Participantes - Em Nova Londrina, mais de 400 pessoas compareceram no evento. Já em Loanda, cerca de 115 pessoas puderam aprender mais sobre as perspectivas para este ano.

Mais - Para saber mais, acesse nossas redes sociais @sicredirioparana. (Imprensa Sicredi Rio Paraná PR/SP)

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SICOOB SUL: Dental Uni atende colaboradores da cooperativa em Curitiba

sicoob sul 12 04 2019Entre os diversos benefícios que o Sicoob Sul proporciona aos seus colaboradores, está o convênio com a Dental Uni, uma das maiores operadoras de assistência odontológica do Brasil. A fim de divulgar as opções em planos odontológicos disponíveis, uma van da Dental Uni esteve na Unidade Administrativa da cooperativa, em Curitiba, no dia 5 de abril. Na ocasião, foram atendidos cerca de 25 colaboradores, que fizeram uma avaliação e esclareceram dúvidas.

Entendimento - Segundo a gestora de Recuperação de Crédito, Carmen Lúcia Faria Rodrigues, a ação foi importante para entender melhor sobre o convênio que também contempla os cooperados. “Os serviços prestados são excelentes, assim como o valor. Conhecendo bem o produto que estamos oferecendo, podemos atender e apresentar as vantagens da melhor forma para os cooperados que se interessarem", afirma. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

SICOOB METROPOLITANO: Presente no Startup Weekend Agrotech

O Sicoob Metropolitano esteve presente no Startup Weekend Agrotech, em Maringá (PR). O evento, que teve 54 horas de imersão em inovação, empreendedorismo e tecnologia, aconteceu de 5 a 7 de abril, na sede do Sebrae.

Público - Participaram cerca de 100 jovens empreendedores, designers, desenvolvedores de tecnologia e membros da comunidade. Divididos em 12 equipes, eles tiveram como missão de resolver tecnologicamente, de modo inovador, um problema real da área de agronegócio.

Mentores - Para ajudar e orientar as equipes, foram convidados diversos mentores. Entre eles, o presidente do Conselho de Administração do Sicoob Metropolitano, Luiz Ajita, que compartilhou as experiências e ideias de inovação que conheceu em suas missões no Canadá, no Vale do Silício, na França e, mais recentemente, em Israel.

Mais representantes - Além da presença de Ajita, o Sicoob Metropolitano também foi representado pelo assistente de crédito, Lucas Rodrigues Raffa, que participou de uma das equipes e pela agente de relacionamento, Bruna Aparecida Rodrigues Pessuti, que fez parte da organização do evento.

Experiência inovadora - Segundo Lucas, foi uma experiência inovadora, que proporcionou o contato com pessoas de áreas diferentes. “Infelizmente não estávamos no pódio como ganhadores dos troféus e prêmios, mas com certeza saímos vencedores, pelo aprendizado, novas amizades, experiências, vivências e histórias”, afirma.

Importância - Ele ainda falou sobre a importância da atuação do Sicoob Metropolitano em ações como esta. “Acho extremamente relevante que a cooperativa faça parte desses eventos, porque podemos levar o que aprendemos aqui para o dia a dia, aperfeiçoar nosso desempenho e compartilhar conhecimento”, avalia. (Imprensa Sicoob Unicoob)

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SICOOB MÉDIO OESTE: Cooperativa suspende uso de copos plásticos descartáveis

Os copinhos descartáveis, sejam eles para café ou água, são exemplos de materiais que utilizamos no dia a dia sem nem perceber o quanto poluem e provocam danos gigantescos ao planeta.

Reflexão - Pensando em estimular uma reflexão a respeito do assunto e incentivar os colaboradores a adotarem hábitos que contribuam com a preservação do meio ambiente, o Sicoob Médio Oeste lançou o programa “Sou Sustentável”. O objetivo é abolir o uso dos copinhos descartáveis na Unidade Administrativa e nas agências da cooperativa e adotar copos e canecas reutilizáveis.

Prática - A ideia surgiu da diretora Superintendente Nadir Lulu, que conheceu a prática durante o 2º Vende Sicoob, em Brasília. “Usamos o mesmo copo durante todo o evento, para evitar o consumo do plástico. Vi a ideia e quis trazer para a cooperativa, por isso entregamos os copos e canecas para todos os colaboradores nos dias 4 e 5 de abril. É um movimento que vai promover o engajamento e a conscientização de todos”, afirma.

Despertamento - Segundo a colaboradora Janete Bilk, a ação ajuda a despertar a preocupação com as pequenas ações cotidianas que impactam diretamente o meio ambiente. “Reciclar o lixo, não jogar lixo na rua e economizar água são exemplos de hábitos que precisamos adotar”, explica. (Sicoob Unicoob)

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CONCRED: Recife sediará maior evento Financeiro da América Latina

A decisão foi tomada. O Recife será a próxima cidade a receber o maior evento do Ramo Crédito na América Latina: o Concred. A escolha foi feita por uma comitiva da organização do evento, que visitou as principais capitais do Nordeste. A equipe, chefiada pelo presidente da Confederação Suprassitêmica do Cooperativismo Financeiro Nacional (Confebras), Kedson Pereira Macedo, observou as instalações das cidades e conversou com dirigentes do setor em cada uma delas. Após a análise, foi visto que o Recife tem a melhor estrutura para receber o evento, programado para o mês de outubro de 2020.

Evento internacional - O Concred é um evento internacional que reúne lideranças de diversas cooperativas de crédito, e demais instituições financeiras, para debater o setor e participar de palestras que auxiliam no modo de trabalho. A expectativa para 2020 é que o evento receba até cinco mil pessoas de todas as partes da América Latina. E para isso, a cidade escolhida deve ter um bom aparato na rede hoteleira, aeroporto com uma extensa grade de distribuição aeroviária e um plano de mobilidade adequado até o local do evento. Além de Recife, foram analisadas as estruturas da Bahia, Fortaleza e João Pessoa.

Singularidade - Em visita à capital pernambucana, o presidente da Confebrás analisou, como de fundamental importância, o fato de o Centro de Convenções estar entre duas importantes cidades de Pernambuco, Recife e Olinda. Com essa singularidade, será possível aproveitar a rede hoteleira das duas localidades.

Ânimo - A ideia de a cidade receber o evento animou dirigentes do setor financeiro do cooperativismo, além do presidente do Sistema da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB/PE), Malaquias Ancelmo de Oliveira. "O nosso Centro de Convenções abre fácil para eventos de sete a dez mil pessoas. Então, vejo que o quantitativo de participantes do Concred pode circular de modo facilitado. Para fazer um grande Concred, as cooperativas de crédito do estado serão grandes apoiadores, fato que deixa o evento mais forte", contou.

Última cidade - A última cidade a receber o Concred foi Florianópolis, no mês de novembro de 2018. Lá, 3.500 pessoas debateram os rumos do setor em todo o continente. Com a facilidade de voos para muitas cidades e outros países, a projeção é que esse número seja superado no evento de 2020. O Concred, à princípio, está agendado para acontecer de 7 a 9 de outubro. (Sistema OCB/PE – Informe OCB)

CONAB: Produção de grãos cresce 3,4% e chega a 235,3 milhões de toneladas

conab 12 04 2019Com variação positiva de 3,4% em relação à safra passada e aumento de 7,7 milhões de toneladas, a produção de grãos no Brasil no período 2018/2019 está estimada em 235,3 milhões de toneladas. Os dados foram revelados pelo 7º levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgado nesta quinta-feira (11/04).

Principais culturas - Soja, milho, arroz e algodão principais culturas produzidas no país, representam 94,5% da safra. O aumento de área dessas culturas, com exceção do arroz, contribuíram para a elevação de 2,1% em relação à safra anterior, chegando à marca de 63 milhões de hectares.

Produção - Em relação à produção, a soja é estimada em 113,8 milhões de toneladas, podendo alcançar o título de terceira maior safra da série histórica, mesmo com redução de 4,6% frente à safra anterior, que foi recorde. A área plantada da soja nesta safra cresceu 1,8%, correspondendo ao plantio de 35 milhões de hectares.

Milho segunda safra - O que também contribui para o desempenho da safra atual foi a melhora na produção de milho na segunda safra. A colheita prevista do milho total em 94 milhões de toneladas representa aumento de 16,5% comparada à última safra, com a ajuda do milho segunda safra, que registra cerca de 68,1 milhões de toneladas.

Amento da área plantada - Para o superintendente de Informações do Agronegócios da Conab, Cleverton Santana, o resultado tem como aliado o aumento de área plantada. “Enquanto o milho primeira safra perdeu espaço para feijão, cana-de-açúcar e pastagens, o outro foi favorecido pela antecipação da colheita da soja e pela possibilidade do aproveitamento integral da janela climática, criando a expectativa de bons rendimentos na lavoura”. A área da primeira safra sofreu redução de 1,3%, mas o da segunda cresceu 6,1% referente ao período anterior, observou.

Outras culturas - Em relação a outras culturas, o algodão em pluma pode alcançar 2,6 milhões de toneladas, com elevação de cerca de 32% frente à safra 2017/18, e com acréscimo de 35% na área plantada, chegando a 1,17 milhão de hectares. Já o arroz registrou produção de 10,7 milhões de toneladas, com queda de 11,7% na área, que também teve redução de 13,5%. (Mapa)

Acesse a íntegra do Boletim: 7º Levantamento - Safra 2018/19

 

IBGE: Produção de grãos no Brasil deve crescer 1,6% este ano

ibge 12 04 2019A produção de cereais, leguminosas e oleaginosas deve fechar 2019 com 230,1 milhões de toneladas, um crescimento de 1,6% (mais 3,6 milhões de toneladas) em relação a 2018. A terceira estimativa do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é 0,6% mais otimista do que a previsão anterior, de fevereiro (mais 1,3 milhão de toneladas).

Área colhida - A área colhida estimada é de 62,3 milhões de hectares, ou seja, 2,3% maior do que a de 2018 e 0,6% superior ao total previsto em fevereiro.

Principais lavoras - Entre as três principais lavouras de grãos do país é esperada alta na produção de 2018 para 2019 apenas para o milho (11,9%), que deverá fechar o ano com 91,04 milhões de toneladas.

Quedas - Estimam-se quedas para as safras da soja (-4,5%), com produção estimada de 112,52 milhões de toneladas, e para o arroz (-10,6%), com safra de 10,5 milhões de toneladas.

Demais grãos - Entre os demais grãos, que têm produção calculada acima de um milhão de toneladas, são esperadas altas para o algodão herbáceo (26,7%) e feijão (3,1%). Por outro lado, devem ter queda o sorgo (-5,4%) e o trigo (-3%).

Outros produtos - O IBGE também analisa outros produtos, além dos cereais, leguminosas e oleaginosas. Entre eles, a cana-de-açúcar, que é o principal produto agrícola nacional, com uma produção estimada para este ano de 676,98 milhões de toneladas, ou seja, 0,4% a mais do que em 2018.

Crescimento - Para os demais produtos com safra calculada em mais de um milhão de toneladas, devem crescer as safras de banana (2,4%), mandioca (5,6%) e tomate (0,8%). São previstas quedas nas produções de café (-10%), batata-inglesa (-1,5%), laranja (-5,2%) e uva (-9,7%). (Agência Brasil)

 

GRÃOS: Paraná torce por uma safrinha robusta

graos destaque 12 04 2019Há pelo menos dez anos os agricultores do Paraná não fazem tanto esforço para acreditar no que leem nos boletins sobre milho. Depois da forte quebra da safrinha observada no ciclo passado (2017/18), neste ano, aparentemente, vai tudo bem. As estimativas asseguram que a recuperação será expressiva e que haverá oferta suficiente para os mercados doméstico e externo. No campo, porém, o que veem são sinais preocupantes, sobretudo em polos no norte e no noroeste do Estado. As chuvas estão irregulares num momento em que não deveriam estar.

Pior sequência - E, depois dos problemas com o cereal no ano passado e com a soja já nesta temporada 2018/19, é desnecessário dizer que uma nova frustração vai colocar muita gente nas cordas. "Em algumas regiões do Estado, será a pior sequência [safrinha de milho-safra de soja-safrinha de milho] em pelo menos dez anos", diz Rita Regina Rocha, diretora da Sociedade Rural do Paraná (SRP). Pecuarista e produtora de grãos em Umuarama, no noroeste paranaense, ela resume um sentimento comum, ilustrado por números.

Valor bruto da produção - Nos cálculos do Ministério da Agricultura, o valor bruto da produção ("da porteira para dentro") de soja deverá cair 21,4% em 2019 em relação ao ano passado, para R$ 19,1 bilhões. O do milho poderá subir 31,7%, para R$ 7,9 bilhões. Mas são os mesmos produtores que investem nas duas culturas, e a soma dos VBPs aponta para uma queda de quase 11%, para R$ 27 bilhões. Mais de R$ 3 bilhões a menos de receita total conjunta, e isso se a safrinha de milho for de fato robusta. Em tempos de comércio fechando as portas em polos como Londrina, é uma má notícia.

Segundo maior - Paraná é o segundo maior Estado produtor de grãos do país, atrás apenas de Mato Grosso. Por causa da falta de chuvas e do calor escaldante no verão, especialmente no noroeste, no oeste e no norte, perdeu nesta safra o segundo posto na soja para o Rio Grande do Sul, o que não acontecia desde meados dos anos 1990. "O oeste levou fumo no verão, mas deve ter uma boa safrinha. Mas no norte e no noroeste a situação é preocupante", diz o produtor Ricardo Gomes de Araújo, que planta soja e milho no verão e milho e trigo no inverno em Bela Vista do Paraíso, município vizinho a Londrina, um dos principais polos do norte paranaense.

Estimativa - Até agora, o Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria da Agricultura do Paraná estima que a produção estadual de soja registrará queda de 16% em 2018/19, para 16,1 milhões de toneladas, e que a safrinha de milho crescerá 42%, para 13 milhões. Marco Antonio de Paula, gerente de negócios da Cocamar, cooperativa com sede em Maringá e atuação no norte e no noroeste do Paraná, além de São Paulo e Mato Grosso do Sul, torce para que essa recuperação se confirme, pelo bem dos 13 mil associados do grupo. "Já vimos a inadimplência de alguns cooperados crescer depois das quebras da safrinha passada e da soja agora", afirma.

Custo de produção - Na safrinha de milho do ciclo 2017/18, observa o agropecuarista Hugo Virmondes Borges, o custo de produção subiu para R$ 55 por saca de 60 quilos colhida por causa da quebra da produção - seria bem menos em caso de colheita cheia -, e hoje, no mercado, a venda sai por cerca de R$ 32. Sem uma estrutura sólida de seguro rural, que é um dos focos de Tereza Cristina à frente do Ministério da Agricultura, trata-se de um rombo difícil de ser tapado.

Termômetro - Carla Sanches Rossato, que produz grãos nos municípios de Sertaneja e Santa Mariana, no extremo norte paranaense, é um termômetro de como o clima tem sido irregular mesmo em uma mesma região do Estado - o que muitas vezes, diante dos grandes volumes produzidos, mascara problemas localizados. "Em lavouras distantes 7 quilômetros uma da outra, a diferença de produtividade da soja chegou a 30% nesta safra", disse.

Política agrícola - Antônio de Oliveira Sampaio, presidente da SRP, usa esses exemplos para chamar a atenção para a necessidade não só de gestões de propriedades eficientes, mas também de uma política agrícola oficial sólida e ágil, com seguro e crédito disponíveis e capazes de oferecer alguma proteção às margens dos produtores. "E o risco agronômico hoje cresceu", completa Luiz Meneguel Vilela, sócio da holding SL. "Antes a soja era estável e o milho oferecia risco. Agora, com as sementes precoces e superprecoces, plantar soja também é arriscado". (Valor Econômico)

graos tabela 12 04 2019

 

AGRICULTURA: Ministério vai criar polos tecnológicos de inovação agropecuária

mapa 12 04 2019O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) vai criar em Londrina (PR) um polo tecnológico de inovação agropecuária, o primeiro de um conjunto de cerca de 12 que serão espalhados pelo país, em parceria com o Ministério da Educação (MEC) e o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). O objetivo é que os polos contribuam para aprimorar o ambiente de inovação tecnológica, criando mais condições para que empresas, startups e universidades interajam e proporcionem resultados mais rápidos e precisos para a agropecuária.

Compromisso - O diretor de Inovação do Mapa, Luís Cláudio França, disse que o polo tecnológico simboliza o comprometimento do Ministério da Agricultura de tornar o Brasil um grande exportador de inovação e tecnologia do setor agropecuário. Segundo o diretor, o Brasil possui tecnologias de ponta no campo, mas ainda não exporta essa expertise para outros países. A ideia é identificar em vários estados locais com vocação tecnológica e proximidade com instituições universitárias para implantar os demais polos de inovação agropecuária do Mapa. Os polos vão atrair universitários para trabalhar com as novas tecnologias para a produção rural.

Hackathon - Em viagem a Londrina na última segunda-feira (08/04), a ministra Tereza Cristina anunciou que a cidade, que tem mais de 1.200 pequenas e médias empresas de tecnologia, também foi escolhida para a realização de um grande hackathon, em novembro, com o objetivo de encontrar novas soluções tecnológicas para o agronegócio brasileiro. Hackathons são eventos que reúnem programadores, designers e outros profissionais ligados ao desenvolvimento de software em maratonas de trabalho, com o objetivo de criar soluções específicas para um ou vários desafios. Neste caso, pela primeira vez o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) vai abrir suas bases de dados para que os participantes cirem soluções específicas para os desafios que serão lançados. Os primeiros hackathons, portanto, terão como foco as informações sobre mudanças climáticas.

Novas tecnologias - “Londrina foi a cidade escolhida para fazer um grande hackaton no segundo semestre, e depois vamos usar o polo tecnológico já existente para implementar várias novas tecnologias no Paraná. É o primeiro estado que o ministério vai apoiar e fazer o experimento”, disse Tereza Cristina. A ministra agradeceu à deputada Luisa Canziani (PTB-PR) por ter feito uma emenda parlamentar que vai destinar recursos do orçamento federal à inovação tecnológica.

Soluções - Luis Cláudio França explicou que as cadeias do agronegócio possuem problemas que podem ser solucionados por agritechs, como são chamadas as startups voltadas para as modernas tecnologias da agricultura. A ideia é fazer dezenas de hackathons em várias regiões do país, nos próximos meses, para botar toda a inteligência dessas inovações a serviço do setor agropecuário brasileiro. (Mapa)

 

ABISOLO: Indústria de fertilizantes especiais registra crescimento de 19,3% em 2018

abisolo 12 04 2019A indústria brasileira de nutrição vegetal alcançou em 2018 um faturamento bruto de R$ 7,6 bilhões, o que representa um crescimento de 19,3% sobre o resultado obtido em 2017. O segmento de fertilizante foliar representou 71% do total faturado; seguido por fertilizante organomineral, com 12% de participação, condicionadores de solo, com 10%; fertilizante orgânico, que teve 4%; e substrato para plantas, com 3% da receita global. Os dados foram levantados por uma pesquisa encomendada pela Abisolo – Associação Brasileira de Tecnologia em Nutrição Vegetal e elaborada pela Yeb Inteligência de Mercado. Foi feita ainda uma sondagem sobre perspectiva de crescimento para 2019 e a previsão é de uma expansão em torno de 21% no faturamento do setor.

Detalhamento - A pesquisa está detalhada no Anuário Brasileiro de Tecnologia em Nutrição Vegetal 2019, lançado quarta-feira (10/04) durante o VIII Fórum e Exposição Internacional – Tecnologia & Integração, que a entidade promoveu em Campinas-SP até esta quinta-feira (11/04). Do faturamento total do setor, 83,6% foram oriundos de produtos nacionais e 16,4% vieram de importações. Em termos de categorias comercializadas, os fertilizantes organominerais foram os que registraram maior crescimento de vendas, com avanço de 21% sobre o resultado de 2017.

Vendas totais - Já por tipo de cultura, o estudo da Abisolo constatou que 47% das vendas totais do setor tiveram como destino a lavoura da soja; seguida de frutas, hortaliças e legumes, com 11%; milho, também representando 11% do total; café 9%; e a cana-de-açúcar, ficando com 6%. O restante foi dividido entre citros, algodão, feijão, pastagem, arroz, reflorestamento e plantas ornamentais.

Tipo de produtos - No tocante à venda por tipo de produtos, o levantamento apurou que as vendas de Fertilizantes Foliares estão concentradas nas culturas da soja, frutas, legumes, verduras e milho; Fertilizantes Orgânicos em soja, frutas, legumes, verduras e café; Organominerais na soja, café e milho; os Condicionadores de Solo em soja, café e cana-de-açúcar; e, por fim, os Substratos para Plantas em frutas, legumes, verduras, fumo e silvicultura. Do total de 504 indústrias registradas hoje como ativas no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, 255 possuem organominerais em seus portfólios de produtos, enquanto 254 delas dispõem de fertilizante foliar. Em média, as empresas possuem 37 produtos em seus portfólios.

Volume - Considerando o volume de produtos vendidos, a estimativa do levantamento é de que foram comercializados 815,9 milhões de litros, sendo que, desse total, 54% foram de fertilizantes foliares, com um total de 441,3 milhões de litros, seguido de organomineral solo, que atingiu a marca de 373,3 milhões de litros. Já em termos de produtos sólidos, a pesquisa verificou que foram vendidos cerca de 7,4 milhões de toneladas de produtos. Nesse caso, o maior volume coube a condicionador de solo, com um total de 4,9 milhões de toneladas. Por último, no tocante a substratos para plantas, estima-se que foram vendidos 533,3 mil metros cúbicos em 2018.

Empregos - A pesquisa da Abisolo também levantou a situação de empregos no setor e, nesse aspecto, a indústria de nutrição vegetal encerrou 2018 com um total de 19.600 postos de trabalho, o que significou uma ampliação de 5,4% frente ao quadro existente em 2017. Desse total de profissionais, 45% atuam na produção, 28% na área comercial, 21% no administrativo e 6% na área técnica. Um dado sobre a idade das empresas do segmento, o levantamento destacou que elas têm, em média, 17 anos, sendo que 32% delas estão com mais 20 anos de atividade, enquanto 16% operam a menos de cinco anos.

Faixa de faturamento - Por faixa de faturamento, 4% das empresas de tecnologia em nutrição vegetal possuem receita bruta superior a R$ 110 milhões, mas a grande concentração, 53%, faturam entre R$ 2 e R$ 20 milhões. Uma parte desse faturamento, 3,6% em média, são investidos pelas empresas do setor em Pesquisa e Desenvolvimento de inovações para o mercado.

Aumento de custos - A pesquisa da Abisolo constatou ainda que, nada menos que 97% das empresas reportaram aumentos nos seus custos de produção em 2018. Na média, os reajustes ficaram na faixa dos 13%, sendo que os aumentos nos valores das matérias-primas representaram 50% do total dos custos.

Região - Em termos de região que mais utilizam tecnologia em nutrição vegetal, o levantamento da Abisolo verificou que Sudeste e Sul representaram, em 2018, mais de 50% do faturamento total do setor. Os estados que se destacam no ranking de uso são: São Paulo (19,97%), Minas Gerais (14,58%), Paraná (11,45%) e Mato Grosso (10,97%).

Foliares - Esses quatro líderes consomem principalmente fertilizantes foliares, enquanto o Rio Grande do Sul aparece como maior usuário de fertilizantes orgânicos e substratos para plantas. (Assessoria de Imprensa da Abisolo)

 

INDÚSTRIA: Com crescimento de 10%, PR lidera produção brasileira

industria 12 04 2019A indústria paranaense foi a que mais cresceu no primeiro bimestre de 2019, com um aumento 10,3% na produção com relação ao mesmo período do ano passado. Os dados do Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE) mostram que apenas seis estados tiveram desempenho positivo no bimestre. A produção industrial brasileira fechou com baixa de 0,2% em janeiro e fevereiro.

Primeiro lugar - “O Paraná ocupa o primeiro lugar folgado na produção industrial nacional”, destaca o diretor do Centro de Pesquisa do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes), Julio Suzuki Júnior. “Os dados da indústria e de outros setores sinalizam que a economia paranaense está tomando fôlego e volta a crescer, depois de um 2018 com um PIB abaixo da expectativa”, afirma.

Setor automotivo - O crescimento paranaense foi puxado, principalmente, pelo setor automotivo. O setor teve um aumento de 25,8% nos dois primeiros meses do ano, com destaque para a fabricação de caminhões e veículos de passeio. A produção de máquinas e equipamentos e de derivados de petróleo também tiveram forte alta no período, com um aumento de 19,5% e de 16,5%, respectivamente.

Outros setores - Outros setores tiveram resultados positivos no bimestre. Houve alta na produção da indústria alimentícia (11,9%), de material elétrico (11%), nos produtos de metal (7,3%), minerais não-metálicos (3%), papel e celulose (2,6%) e de borracha e material plástico (2,1%). Diminuíram a produção os setores de bebidas (-4,2%), produtos químicos (-4,4%), móveis (-4,6%) e de produtos de madeira (-7,7%).

Estados - Apenas outros cinco estados tiveram crescimento industrial positivo no primeiro bimestre: Rio Grande do Sul (6,7%), Goiás (5,8%), Pará (5,2%), Ceará (3,2%) e Santa Catarina (2,7%). Já Minas Gerais e São Paulo tiveram uma produção estagnada no período.

Cenário nacional -  Ao analisar nesta quinta-feira (11/04) a queda da produção industrial brasileira na Rádio CBN, o economista Luiz Carlos Mendonça de Barros ressaltou que apenas o Paraná e Santa Catarina apresentaram resultados mais otimistas no setor. “O IBGE publicou o PIB da indústria por estado, e dois chamam a atenção: Santa Catarina e Paraná. Eles estão crescendo bem acima da média, e quando você olha para trás, a queda é também menor que a média”, disse. (Agência de Notícias do Paraná)

 

INFRAESTRUTURA: Modelos revistos

União e Estados como São Paulo e Pernambuco estudam modelos inéditos de contratos e a oferta de novas categorias de ativos para impulsionar as concessões de infraestrutura nos próximos anos. Portos públicos, como Santos (SP) e Suape (PE), a hidrovia Tietê-Paraná, trens de passageiros intermunicipais e vias urbanas, como as marginais Pinheiros e Tietê, em São Paulo, são alguns dos ativos em análise.

Autorização de investimento - Uma nova forma de contratação em estudo é a autorização de investimento, modalidade que dispensaria a concessão. "Se há uma empresa interessada em desenvolver um projeto, disposta a investir, operar e correr o risco, ela pode ser autorizada a executar o projeto, como ocorre nos Estados Unidos", disse o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, durante o "Fórum Infraestrutura e Desenvolvimento", organizado pelo Valor, com apoio da Camargo Corrêa Infra e InterCement.

Legislação específica - Freitas informou no evento, realizado quarta-feira (10/04), em São Paulo, que uma legislação específica sobre o modelo de autorização já tramita no Congresso. Um ponto importante da proposta é que o contrato prevê a perpetualidade, ou seja, o investidor passa a ser operador em definitivo da infraestrutura, não um concessionário por tempo limitado.

Ferrogrão - Um primeiro projeto poderá ser a Ferrogrão, que será importante via de escoamento de grãos no Cerrado e ligará por trilhos os municípios de Sinop (MT) ao porto de Miritituba (PA) e poderá demandar R$ 12 bilhões em recursos. "A precificação da tarifa se dará pela concorrência com outros modais, como rodovias, e outras ferrovias próximas que competirão pela mesma carga", afirmou o ministro.

Rodoviária - Já o novo modelo de concessões rodoviárias estipula a oferta de valor de outorga mais alta como critério para determinar os vencedores de leilões, e não a tarifa mais baixa, como prevaleceu nos últimos certames. "A outorga gera compromisso do concessionário, que não vai abandonar o projeto após ter feito um grande desembolso", disse o ministro.

Tarifa incentivada - O governo também estuda a cobrança de tarifa incentivada, pela qual o concessionário da rodovia realiza investimentos, como a duplicação da malha, quando a demanda justifica a obra, mas só após o investimento realizado pode cobrar um valor a mais de pedágio.

Portos públicos - Os portos públicos entraram na mira do programa de concessões. Até hoje, os leilões envolveram apenas o arrendamento de terminais portuários. O projeto de concessão mais avançado é o da Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa), que administra o Porto de Vitória. Os estudos técnicos já foram iniciados e o projeto deverá ser aberto a audiência pública nos próximos meses. A licitação está prevista para 2020.

Projeto piloto - O ministro Tarcísio Freitas disse que se trata de um projeto piloto e sua escolha não foi aleatória, uma vez que a empresa tem baixos passivos trabalhistas, tem ligações ferroviária e rodoviária próximas e áreas grandes para expansão ao redor. "Bem-sucedido, esse modelo pode ser aplicado em outros portos", afirmou.

Negociações - O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), informou no evento que já iniciou as negociações com o governo federal e nesta semana se encontrou com o ministro Freitas para tratar da privatização do Porto de Santos, que também pode ser alvo de abertura de capital, e do porto de São Sebastião, que tem administração estadual mas depende de autorização federal para o processo de concessão.

Parceria privada - Segundo o ministro, o governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), também avalia a participação de um parceiro privado para compartilhar com o Estado a gestão do porto de Suape. "Os estudos para os três portos serão lançados neste ano e poderemos, em 2020, tomar a decisão do que faremos", disse.

Duas fases - Até o fim de 2020 o governo federal pretende sair completamente da gestão de aeroportos. Os leilões de concessão ocorrerão em duas fases, a primeira envolvendo 22 aeroportos e a segunda, especificamente, os aeroportos Santos Dumont (RJ) e Congonhas (SP). "As joias da coroa", como define Tarcísio de Freitas.

Participação - Em paralelo, o governo buscará o melhor momento para vender a participação de 49% da Infraero nas concessões de Brasília (DF), Galeão (RJ), Guarulhos (SP) e Confins (MG).

Setor elétrico - No setor elétrico, o desafio será expandir a demanda com a retomada da economia. "Se o país crescer entre 2% a 2,5% por ano, já poderia haver problemas para atender a demanda em 2023, principalmente no horário de pico, nas quentes tardes de verão, quando o consumo de ar-condicionado é alto", disse José Renato Domingues, vice-presidente corporativo da chinesa CTG.

Recorde de demanda - O recorde de demanda registrado em 30 de janeiro, quando alcançou volume de 90.525 MW às 15h50, tem feito o setor discutir a contratação de potência para atendimento em horário de ponta, assunto que está em estudo no Ministério de Minas e Energia após o encerramento da consulta pública 61/2018. De acordo com o diretor da PSR, Bernardo Bezerra, a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) indicou a necessidade de contratação de 13 GW para 2027.

Parque hidrelétrico - Aumentar o parque hidrelétrico implica na discussão dos impactos socioambientais da decisão. Hoje há 52 GW de capacidade mapeados em potencial hidrelétrico no país, sendo que apenas 8 GW se referem a empreendimentos que poderiam ser construídos em áreas onde não haveria debates com comunidades indígenas, quilombolas ou reservas ambientais. "Conciliar o desenvolvimento com o meio ambiente é um grande desafio", afirmou Domingues.

Privatização - Em São Paulo, Doria pretende privatizar os 23 aeroportos regionais sob administração estadual, entre eles Bauru, Ribeirão Preto, São José e Santos. Em fevereiro, o governador reduziu o imposto do querosene de avião de 25% para 12%, igualando à média de outros Estados.

Novos voos - Em troca, as companhias aéreas se comprometeram a criar 490 voos semanais para 23 destinos no Estado, a maioria no interior, a partir do segundo semestre. "Estamos incentivando a movimentação dos aeroportos regionais que se tornarão mais atrativos aos investidores", afirmou Doria.

Iniciativa privada - No total, o governo paulista pretende passar para a inciativa privada 220 empreendimentos - nos formatos de Parceria Público-Privada (PPP), concessão ou privatização. O governador João Doria afirmou que no segundo semestre deverá lançar edital para a licitação de linhas do Trem Intercidades, que irão conectar as cidades de São Paulo, Campinas, São José dos Campos e Americana.

Licitação - O secretário da Fazenda e Planejamento de São Paulo, Henrique Meirelles, afirmou que está no planejamento de 2019 fazer a licitação do trecho norte do Rodoanel. Meirelles informou que já estão em estudo a concessão da hidrovia Tietê-Paraná e de duas vias urbanas, as marginais Tietê e Pinheiros. "A ideia é adotar um sistema eletrônico de pedágio para evitar complicações no trânsito local", afirmou. (Valor Econômico)

BRASIL: Economia em ritmo lento deve levar governo a prever rombo maior em 2020

brasil 12 04 2019Com a piora do cenário de crescimento econômico e da arrecadação do País, o governo deve rever, para pior, a meta fiscal para o ano que vem. Até agora, a equipe econômica vinha trabalhando com a possibilidade de um déficit de até R$ 110 bilhões em 2020. Estimativas preliminares apontam, porém, para um rombo de R$ 10 bilhões a R$ 15 bilhões maior. Para este ano, a projeção é de um rombo de até R$ 139 bilhões.

Alerta adicional - Na visão do governo, a mudança na previsão para o ano que vem, que deve ser anunciada na segunda-feira (15/04), será um alerta adicional para a necessidade de aprovação da reforma da Previdência. Na área econômica, fontes avaliam que, sem a reforma (cujo impacto nas contas não pode ser contabilizado nas projeções oficiais), o quadro de déficits pode se estender até o último ano de mandato do presidente Jair Bolsonaro, em 2022.

Dificuldade - O cenário mostra a dificuldade de cumprir o objetivo do ministro da Economia, Paulo Guedes, anunciado durante a campanha, de zerar o déficit ainda no primeiro ano da gestão. Em entrevista concedida ao Estado em março, Guedes ainda afirmou que iria “fazer o impossível” para atingir essa meta de zerar o déficit.

Diretriz - Por outro lado, as metas que serão divulgadas na próxima segunda-feira devem manter a diretriz de redução do rombo ano a ano. Até então, o indicativo para 2021 era de um déficit de R$ 70 bilhões, segundo a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) deste ano. As projeções para 2022 serão inéditas, mas a avaliação preliminar é de que será possível reduzir o rombo para cerca de metade do valor do ano anterior.

Megaleilão - As novas metas estipuladas pelo governo não incluem a previsão de ingresso de bilhões em recursos com o megaleilão de petróleo do pré-sal. O leilão está marcado para 28 de outubro, mas técnicos creem que a melhor estratégia seria deixar esse dinheiro para os próximos anos e não mexer na meta fiscal agora. A previsão do governo é que o dinheiro entre nos cofres da União em dezembro, mas esse cronograma é considerado apertado e não leva em conta riscos associados ao processo de venda de ativos.

Salário mínimo - Para tentar conter o ritmo de crescimento das despesas, o governo deve enviar sua proposta de LDO sem reajuste real do salário mínimo, apenas com a recomposição pela inflação. A decisão marca o fim da política de valorização real do salário mínimo, iniciada no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Previsão - No relatório bimestral de março, a equipe econômica previu que o índice que reajusta o piso nacional deve ficar em 4,2% este ano, o que resultaria num valor próximo a R$ 1.040. Pela regra antiga, o valor poderia ficar em R$ 1.051. (O Estado de S.Paulo)

 


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