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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4553 | 10 de Abril de 2019

MERCOSUPER 2019: Feira Paranaense de Supermercados é aberta com o foco no varejo digital

Na tarde desta terça-feira (09/04), no Expotrade Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, foi aberta a 38ª edição da Mercosuper – Feira e Convenção Paranaense de Supermercados. Com uma expectativa de 30% de crescimento em relação à edição de 2018, a Mercosuper deve reunir cerca de 45 mil varejistas de todo o estado para a concretização de aproximadamente R$ 540 milhões em negócios. Apesar da crise econômica, a feira cresceu 200% nos últimos quatro anos e se consolidou como um dos maiores eventos supermercadistas do país. Com 300 marcas expositoras, a Mercosuper prossegue até 11 de abril.

Presenças - O governador Carlos Massa Ratinho Junior participou da abertura, juntamente com o presidente da Associação Paranaense de Supermercados (Apras), Pedro Joanir Zonta. O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, representou o cooperativismo paranaense na solenidade, que contou ainda com as presenças do chefe da Casa Civil, Guto Silva; do vice-presidente da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), João Carlos Galassi; do vice-presidente da Fecomércio, Paulo Cesar Nauiack; e do diretor administrativo-financeiro do Sebrae, José Gava Neto. Acompanharam a abertura do evento os presidentes da Coamo, José Aroldo Gallassini, e da Frimesa, Valter Vanzella, e representantes das cooperativas Copacol, Castrolanda, Frísia e Capal. Também esteve presente, o superintendente da Federação das Cooperativas do Estado do Paraná (Fecoopar), Nelson Costa.

Estabilidade - Ratinho Junior afirmou que o governo trabalha para construir um ambiente político favorável que fortaleça o setor produtivo, criando um ambiente favorável, com o diálogo entre todos os níveis de governo. “Quando existe um bom ambiente político, automaticamente há estabilidade no setor produtivo, o empresário tem confiança para investir no Paraná”, disse.

Números - O setor supermercadista paranaense faturou, no ano passado, em torno de R$ 36 bilhões e prevê um aumento de cerca de 3% nas vendas em 2019. No País, o faturamento do setor chegou a R$ 355 bilhões em 2018. “Esta feira mostra o grande potencial do Paraná no setor supermercadista. O estado tem grandes redes varejistas, que geram muitos empregos e movimentam a nossa economia”, destacou o governador.

E-commerce - Um dos focos crescimento do setor está no e-commerce, que é tema desta edição do Mercosuper. O evento discute a transformação digital e o varejo 4.0. De acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico, em 2019 as vendas online devem chegar a R$ 79,9 bilhões. “Escolhemos esses temas por vermos a necessidade de os empresários estarem preparados para se reinventar no futuro. Eu acredito que o varejo físico não vai acabar, mas reconheço que devemos estar atentos e preparados para a transformação que está por vir”, afirmou Pedro Joanir Zonta, presidente da Associação Paranaense de Supermercados (Apras), que promove a feira. Zonta ressaltou que o momento é favorável para o crescimento do setor. “Estamos bastante otimistas. De dezembro para cá já sentimos a mudança do comportamento do consumidor, que está mais confiante com as mudanças no cenário econômico e político nacional”, disse.

Cooperativas - Entre os expositores da Mercosuper, estão as cooperativas Coamo, Frimesa, Copacol, e, sob o guarda-chuva da marca Unium, as cooperativas Castrolanda, Frísia e Capal. “Os produtos industrializados representam cerca de 30% do faturamento das cooperativas agropecuárias do Paraná. A participação em feiras como a Mercosuper é importante para ampliar os negócios e demonstrar a qualidade dos produtos das cooperativas. É uma cadeia produtiva que abrange milhares de agricultores paranaenses, cooperados que contam com assistência técnica e informações sobre as mais modernas técnicas de produção e uma moderna estrutura de recebimento e agroindústria fruto de investimentos constantes do setor”, afirma o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken. (Com informações da Apras e Agência de Noticias do Paraná)   

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SICREDI CAMPOS GERAIS: Comitê Feminino promove a campanha Sororidade em forma de bolsa

Entre 2012 a 2017, a busca pela palavra "sororidade" aumentou 100% no Google e, em 2017, "o que é sororidade?" encerrou o ano em quinto lugar no ranking de pesquisa do site. Mas, afinal, o que significa sororidade? De forma resumida, esse termo – que ainda não está dicionário da língua portuguesa – refere-se a solidariedade entre as mulheres. Não à toa, a palavra foi escolhida como mote da primeira campanha do Comitê Feminino do Sicredi Campos Gerais em Curitiba: “Sororidade em forma de bolsa”.

Empoderamento - “Uma bolsa empodera as mulheres. Então, foi com esse desejo, ou seja, de que as mulheres atendidas pela Associação Fênix, sintam-se valorizadas e com poder sobre suas vidas, é que realizamos essa campanha”, explica Maria Aparecida Trindade de Souza, conselheira de administração do Comitê Feminino Regional. Dois postos de arrecadação foram montados nas agências do Sicredi Campos Gerais de Curitiba e Colombo, com o chamamento para que associadas e funcionárias doassem bolsas usadas e em bom estado. “Em apenas 15 dias, conseguimos arrecadar 101 bolsas e diversos itens de higiene pessoal, que também foram entregues às mulheres, juntamente com uma carta de incentivo e valorização da vida”, completa Vera Prestes, coordenadora de núcleo e líder do Comitê.

Encerramento - A campanha foi encerrada com entrega das bolsas, na tarde desta terça-feira (09/04), na Associação Fênix, em Curitiba. Estiveram presentes integrantes do Comitê Feminino do Sicredi Campos Gerais, gerentes e funcionárias da cooperativa, representantes do Sescoop/PR (Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo), a direção e profissionais da Associação Fênix, e a vereadora Maria Leticia Fagundes, que desenvolve um trabalho de combate à violência contra mulheres e crianças, especialmente.

O Comitê - O Comitê Feminino do Sicredi Campos Gerais foi criado em 2017, mas iniciou oficialmente suas atividades em meados do segundo semestre de 2018. O grupo reúne cerca de 60 mulheres, sendo 30 na capital. Além de palestras sobre liderança feminina e educação financeira, o Comitê promove o network e ajuda a divulgar os diferenciais do cooperativismo de crédito para o público feminino.

Associação Fênix - A Associação Fênix, é uma Organização Não Governamental – ONG, fundada em 21 de junho de 2006, tendo como missão combater a violência, sexual e doméstica, mediar conflitos familiares e atender crianças, adolescentes e jovens com HIV. O trabalho da ONG é feito por meio da socialização de informações e oferta de apoio psicossocial,  oficinas lúdicas (saúde, meio ambiente, educacional, cultura, regras e combinados), reforço escolar, incentivo à leitura, dinâmicas grupo e individual, atendimento psicológico individual e familiar, aconselhamento psicológico individual e em grupo, ludo terapia infantil, psicopedagogia, assistência social, visitas domiciliares e assistência jurídica. Mais informações sobre a Associação Fênix podem ser obtidas no site: http://www.fenixacoespelavida.org.br/ (Com informações da Associação Fênix/Fotos: Beatriz Hubert)

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TRABALHO: Especialista defende simplificação do processo normativo no país

Simplificar o processo de elaboração de normas que assegurem a saúde e a segurança do trabalhador e, ao mesmo tempo, proporcionem segurança jurídica às empresas. É o que defende Moacir Ceriguelli, engenheiro ambiental, engenheiro de segurança do trabalho, especialista em gestão de qualidade e produtividade, consultor e autor do livro "NR 36: Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no Trabalho em Empresas de Abate e Processamento de Carnes e Derivados”.

Entrevista  Ele concedeu entrevista ao Informe Paraná Cooperativo na tarde desta terça-feira (09/04), na sede do Sistema Ocepar, em Curitiba. Ceriguelli integra a Comissão Tripartite criada para discutir a NR 36 e estava na entidade participando de reunião de um grupo de trabalho formado para tratar da questão de construção de máquinas do setor frigorífico. “Nós discutimos um anexo específico de uma norma desse segmento, regulamentando determinadas máquinas. A ideia é que possamos chegar a uma visão empresarial baseada nas normas internacionais e construir um marco para o Brasil”, explicou.

Simplificação – Ceriguelli também falou sobre a expectativa do setor empresarial em relação às mudanças ocorridas quanto à regulamentação da saúde e segurança do trabalho. Antes de ser extinto pela gestão do presidente Jair Bolsonaro, o Ministério do Trabalho aprovou a Portaria GM/MTE nº 1.224, de 28 de dezembro de 2018, definindo a nova metodologia de regulamentação em Saúde e Segurança do Trabalho e condições gerais de trabalho. O texto atual substitui o anterior, que vigorava desde 2003.

Definição – O especialista acredita que ainda falta uma definição por parte do governo federal sobre essa questão. “Como signatário da OIT (Organização Internacional do Trabalho), o Brasil segue algumas premissas da própria organização. Nesse sentido, o que o novo governo prepara é um processo de simplificação do processo de elaboração do processo normativo no país. Havia um critério anteriormente estabelecido que dizia basicamente o que fazer e como fazer. O que se pretende doravante é simplesmente o governo dizer o que fazer, dando liberdade para que as empresas e as entidades possam ter uma iniciativa em alcançar o resultado sem necessariamente impor uma regra específica nesse sentido”, afirmou.

Premissa – “Antes de mais nada, sempre é importante salientar que, quando falamos de segurança do trabalho, o que está em jogo, o que é mais importante sempre é a saúde e a segurança do trabalhador. Isso é inegável, inegociável. Essa premissa é fundamental. O que estamos buscando junto com o governo é fazer com que os marcos regulatórios de segurança e saúde no trabalho sejam mais simplificados e, ao mesmo tempo, possam oportunizar segurança jurídica para o empreendedor e para as empresas. A ideia é que a gente saia daquela questão muito interpretativa do auditor fiscal ou de órgãos públicos do governo, tendo sua posição muito pessoal em detrimento daquilo que está escrito no próprio marco regulatório. O objetivo é, então, simplificar e, ao mesmo tempo, garantir essa segurança jurídica tanto para quem for comprar, investir, construir uma máquina ou até mesmo adaptar o seu posto de trabalho”, acrescentou.

Cooperativas – Em sua avaliação, as cooperativas têm contribuído com a evolução do processo. “Esse trabalho em conjunto com as entidades que as representam faz com que a gente possa ter subsídios e argumentos que não sejam simplesmente teóricos, mas sustentados em bases técnicas, e que, consequentemente, vão dar a construção daquilo que pretendemos. É justamente uma forma de evitar aquela condição de subjetividade que tínhamos no passado. Sem dúvidas, nós vemos hoje todo o Sistema Ocepar e suas cooperativas associadas participando ativamente desse processo, o que para nós é muito importante porque a experiência adquirida faz com que a gente traduza isso em conhecimento e argumento técnico”, finalizou.

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EVENTO: Superintendente da OCB e presidente do Bancoob participam de seminário da Cresol

 

evento 10 04 2019Será realizado, nesta quinta-feira (11/04), em Francisco Beltrão, sudoeste do Paraná, o Seminário Cenários do Cooperativismo Brasileiro, na sede da Central Cresol Baser. A programação inicia com palestra do diretor-presidente do Bancoob, Marco Aurélio Borges de Almada Abreu e terá ainda a participação do superintende da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Renato Nobilie, entre os participantes do painel que ocorrerá durante o evento, que terá como público principal os presidentes dos dez estados onde o Sistema Cresol Baser está presente 

 

Confira a programação

9 horas – Abertura 

9h15 – Palestra - Marco Aurélio Borges de Almada Abreu, Diretor-Presidente do Bancoob 

10h45 – Palestra - José Ângelo Mazzillo Junior, Secretário Adjunto Ministério da Agricultura

14 horas – Painel 

- Mediador: Adriano Michelon, Superintendente Cresol Baser 

- FGCoop – Lúcio Faria, Diretor Executivo no Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito

- OCB - Renato Nobile, Superintendente da OCB - Organização das Cooperativas Brasileiras 

- Confederação - Cledir Magri, Cresol Confederação 

16 horas – Encerramento

 

COPAGRIL: Demonstração de plantio é promovido em parceria com a Vence Tudo

 

Com intuito de aproximar as novidades tecnológicas do produtor rural, a Copagril Máquinas e Implementos Agrícolas, em parceria com a Vence Tudo, promove o evento Demonstração de Plantio, nesta terça e quarta-feira (09 e 10/04), na Estação Experimental da cooperativa, em Marechal Cândido Rondon (PR). No local, os visitantes podem conferir o funcionamento de plantadeiras de diferentes modelos, tanto voltados para pequenas como grandes propriedades rurais. 

 

Novidade - A maior novidade é a apresentação da plantadeira Tiger Flex, um lançamento deste ano da Vence Tudo: um modelo articulado e pneumático, de 13 linhas, que também conta com as versões de 15, 17 e 19 linhas. 

 

Articulada - De acordo com o representante da empresa fabricante, Edson Goelzer, a nova plantadeira possui três corpos e duas articulações, que trabalham com sistema pantográfico, o que permite realizar movimentos que acompanham as ondulações de terreno da área plantada. “O fato de ser articulada ainda permite maior eficácia no corte da palha, na distribuição do fertilizante abaixo da semente e uma cobertura melhor da semente em relação a máquinas com chassi fixo, por exemplo”, explica.

 

Pneumática - A plantadeira Tiger Flex também tem como novidade o sistema de distribuição de sementes Precision Plant, um sistema americano que é considerado o mais eficaz do mercado na atualidade. “Esse sistema funciona por acionamento através de cabos, favorecendo a resposta e a sua eficiência, que beira os 100%”, assegura Edson Goelzer. 

 

Desligamento - Também é possível agregar o desligamento linha a linha, que é uma tecnologia ascendente no mercado, usada para evitar o excesso de sementes distribuídas, gerando economia para o produtor.

 

Quarta-feira - A demonstração de plantio com as plantadeiras da Vence Tudo será realizada novamente nos períodos da manhã e da tarde nessa quarta-feira, sendo o acesso gratuito ao público interessado em assistir, bem como consiste em uma oportunidade para tirar dúvidas com os profissionais da empresa fabricante e com a equipe da Copagril. (Imprensa Copagril)

 

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UNIUM: Curitiba recebe evento que debate sedentarismo

 

unium 10 04 2019Na quinta-feira (11/04), Curitiba recebe o #BebaMaisLeite - Vida Ativa, com Márcio Atalla, para debater sobre sedentarismo e a nutrição adequada. Professor de educação física, recentemente Atalla passou 45 dias viajando pelo exterior para entender qual é o melhor estilo de vida para adultos e crianças. 

 

Opção mais saudável - A discussão propõe apresentar como a vida ativa, em conjunto com uma alimentação adequada, pode ser a opção mais saudável. Nesta edição do Beba Mais Leite - o primeiro e único programa brasileiro que promove e estimula o consumo de lácteos, o Leite UHT Colônia Holandesa Naturalle, uma das marcas da Unium, é a patrocinadora da palestra, especialmente por apoiar a iniciativa proposta pelo movimento.

 

Conscientização - “É uma grande oportunidade para conscientização dos benefícios de uma saúde baseada na vida ativa. Além disso, a presença de lácteos e derivados nos hábitos alimentares desde a primeira infância é essencial. As diretrizes propostas pelo evento concordam diretamente com os princípios da nossa marca”, explica o coordenador comercial da Unium, Rogério Wolf. 

 

Retorno social - Além da proposta pedagógica, a palestra traz também uma iniciativa de retorno social: toda a renda dos ingressos será revertida em doação para a Casa da Criança em Castro (PR), onde a patrocinadora Unium tem área de atuação. 

 

Local - O evento acontece na Expo Unimed Curitiba e os ingressos custam R$ 10, mediante inscrição pelo site. 

 

Sobre a Unium - A Unium é a marca institucional das indústrias das cooperativas Frísia, Castrolanda e Capal e representa os projetos em que as cooperativas paranaenses atuam em parceria. As marcas reunidas pela Unium são reconhecidas pela qualidade e excelência, e entre elas está a Alegra. A Unium também conta com três marcas de lácteos: Naturalle - de produtos livres de aditivos -, Colônia Holandesa e Colaso. No setor de grãos, a Unium conta com a marca Herança Holandesa - farinha de trigo produzida em uma unidade totalmente adequada à ISO 22.000, o que a qualifica com elevados padrões de exigência. (Imprensa Unium)

 

SERVIÇO

#BebaMaisLeite

Data: 11 de abril de 2019 (quinta-feira)

Horário: das 19 às 22h

Valor: R$ 10 (dez reais)

Local: Expo Unimed Curitiba (R. Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300 - Campo Comprido, Curitiba - PR)

Mais informações: http://www.bebamaisleite.com.br/

 

CAPAL: Últimos dias para se inscrever no 6º Desafio de Rua

capal 10 04 2019Terminam dia 18 de abril as inscrições para o 6º Desafio de Rua Capal, que vai acontecer em 1º de maio em Arapoti (PR). A corrida é aberta aos funcionários da cooperativa, associados e público externo, com o valor do segundo lote variando entre R$ 30 e R$ 50.

Participação - Funcionária da Capal, Glacy de Fátima Oliveira tem 61 anos e participou de todos os desafios. “No primeiro eu fui de bicicleta, depois somente corrida. Sempre fiz caminhada, mas comecei a me dedicar por causa da corrida da Capal”, explica Glacy.

Entre os primeiros colocados - Pela dedicação, ela sempre está entre os primeiros colocados, tanto das disputas em Arapoti quanto em municípios da região, como Siqueira Campos, Ponta Grossa, Carlópolis e Itararé. “Treino dia sim, dia não. Faço 5 e 10 quilômetros, além de praticar tiro (corridas curtas) de 100 ou 200 metros”, conta. “Evito gordura na alimentação e bebidas alcoólicas, mas como frutas, verduras e carboidratos”.

Presença - A corrida conta com a presença de competidores de 16 cidades do Paraná e São Paulo e será realizada nas modalidades de 5 e 10 quilômetros, além de caminhada de 3 quilômetros, com a cronometragem via chip. A premiação em dinheiro é para os cinco primeiros colocados do público interno (funcionários e cooperados) e para os três primeiros do grupo geral. Todos os competidores que concluírem a prova vão receber medalhas finisher. Já os primeiros colocados no tempo geral ganharão troféus e medalhas.

Largada - A largada será às 8h em frente à sede da cooperativa e a estimativa é de 1,2 mil participantes, 20% a mais que na edição de 2018. As categorias são divididas pelas seguintes idades: 16 a 29; 30 a 39; 40 a 49; 50 a 59; e, por fim, acima de 60 anos. O percurso é pela Rua Saladino de Castro (largada e chegada), passando pela Rua Moisés Lupion, Avenida Teresa Carneiro, Rua José Boamorte Amaro e Avenida Luiz Pinheiro. A mudança nesta edição é a ausência da pedalada.

Inscrições - As inscrições devem ser realizadas no site www.capal.coop.br. O 6º Desafio de Rua tem o apoio da Sicredi Novos Horizontes.

Sobre a Capal Cooperativa Agroindustrial - Fundada em 1960, a Capal Cooperativa Agroindustrial conta atualmente com quase 3.000 associados, distribuídos em 14 unidades de negócios, nos estados do Paraná e de São Paulo. A cadeia agrícola responde por cerca de 70% das operações da cooperativa, produzindo mais de 640 mil toneladas de grãos por ano, com destaque para soja, milho e trigo. A área agrícola assistida ultrapassa os 140 mil hectares. (Imprensa Capal)

 

INSTITUTO SICOOB: Expresso altera itinerário de “tour” e aumenta número de cidades atendidas

 

Quando retornar a Maringá (PR), no dia 19 de abril, para finalizar o “tour” que tem feito pelo Brasil, o ônibus do Expresso Instituto Sicoob terá passado por seis cidades que não estavam previstas quando o itinerário foi criado. A mudança renderá 175 km a mais que os iniciais e totalizará 8.082 km rodados, possibilitando que mais pessoas tenham acesso aos cursos ofertados gratuitamente.

 

Adicionadas - As seis novas cidades que foram adicionadas são Castanhal (PA), Santa Izabel (PA), Marituba (PA) e Santana (AP), que já receberam o ônibus, além de Uberlândia (MG) e Aparecida de Goiânia (GO), que substituirão Brasília (DF) e Goiânia (GO), presentes no itinerário inicial. 

 

Aproveitamento máximo - Um dos objetivos de o Instituto Sicoob ter realizado as alterações, ainda que com o “tour” já em execução, é buscar o aproveitamento máximo da plataforma durante a presença do ônibus. “Um dos focos que o nosso Expresso tem é o de democratizar o acesso à educação gratuita e de qualidade. Por isso, não medimos esforços para possibilitar que nosso ônibus passe pelo maior número de cidades e alcance o maior número de pessoas, ainda que, para isso, seja necessário realizar alguns ajustes de rota. Todo esforço é válido para cumprir nosso propósito”, explica Emanuelle Marques de Moraes, gerente do Instituto Sicoob.  

 

Treze - Com a alteração, o número total de cidades que receberão o ônibus durante o Expresso Instituto Sicoob “tour” passou de nove para 13.

 

Expresso Instituto Sicoob - O Expresso Instituto Sicoob é um ônibus adaptado e equipado com mesas, assentos, notebooks, televisores, impressora e acesso à internet. A plataforma de estrutura móvel de ensino é um projeto de livre acesso e tem como objetivo promover a igualdade à educação técnica de qualidade, por meio de uma educação inovadora e democrática. (Imprensa Instituto Sicoob)

 

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SICOOB OURO VERDE: Ações de valorização humana são referência em evento da ACIL e GPTW

 

As ações de valorização humana desenvolvidas pelo Sicoob Ouro Verde foram citadas como referência durante um evento promovido pela Associação Comercial e Industrial de Londrina (ACIL) e a Great Place To Work (GPTW), no dia 27 de março, em Londrina (PR).

 

Mote - Com o mote “O RH e o mundo digital: O novo papel do ser humano”, a programação teve palestras de especialistas em cultura organizacional e discutiu boas práticas para se alcançar um ambiente de excelência para os colaboradores. Participaram mais de 80 pessoas, entre gestores de recursos humanos e empresários locais.

 

Parceria - Além do debate sobre o que só o ser humano é capaz de fazer, liderado por Adeildo Nascimento, presidente da ABRH-PR, o encontro marcou também o lançamento da parceria ACIL GPTW 2019, que tem como objetivo certificar empresas associadas da entidade com o selo destaque ACIL GPTW PR ou, em português, Melhores Empresas Para Trabalhar.

 

Orgulho e satisfação - Para a analista de Recursos Humanos do Sicoob Ouro Verde, Fernanda da Silva Ferreira, ser lembrada como destaque entre empresas que têm um modelo de gestão que valoriza as pessoas é motivo de grande orgulho e satisfação. “Isso só reforça o reconhecimento que tivemos no ano passado, quando fomos certificados como uma das melhores empresas para se trabalhar no Paraná e no Brasil”, ressalta. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

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SICOOB METROPOLITANO: Presidente do Conselho de Adminstração fala sobre ecossistema de inovação de Israel

sicoob metropolitano 10 04 2019Em fevereiro, o presidente do Conselho de Administração do Sicoob Metropolitano, Luiz Ajita, esteve em Israel para conhecer o ecossistema de inovação em startups do país. Pensando em compartilhar o que aprendeu por lá, no último dia 3, ele ministrou uma palestra para colaboradores da cooperativa e um grupo de jovens que possuem startups em aceleração na Evoa Aceleradora.

Inovação - Segundo Ajita, um dos objetivos da visita foi conhecer o que há de mais inovador no mundo e trazer essas iniciativas para o Sicoob Metropolitano. “Atualmente, Israel é considerado o 3º país mais inovador do mundo, perdendo apenas para Suíça e Estados Unidos. O ecossistema do país tem mais de seis mil startups, 180 fundos de capital de risco, nove universidades públicas, 22 incubadoras, 350 centros de pesquisa de empresas multinacionais, mais de 100 aceleradoras e 16 hospitais universidades. Vi muita coisa interessante por lá que pode ser aplicada na nossa cooperativa, beneficiar os cooperados e a comunidade”, conta ele.

Importância - Em sua fala, o presidente destacou também a importância de que, além de boas ideias e iniciativas, dirigentes e equipes tenham a mente voltada para a inovação. “Inovação não é só tecnologia, é um novo modo de fazer negócio. Para alcançar resultados positivos, é preciso que todos tenham essa cultura e estejam realmente envolvidos. Afinal, todos podem inovar”, ressalta. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

SICOOB CREDICAPITAL: Campanha “Vem Comigo pro Sicoob” é encerrada com mais de 150 mil cupons cadastrados

 

A campanha “Vem comigo pro Sicoob”, foi um sucesso. Promovida pelo Sicoob Credicapital, de Cascavel, a promoção sorteou prêmios entre os cooperados que indicaram novos filiados e os que adquiriram produtos e serviços oferecidos pela cooperativa. Em cerca de um ano, foram 4.700 participantes e mais de 150 mil cupons cadastrados.

 

Distribuição - No total, a promoção distribuiu três motocicletas, 21 cartões-presente (no valor de R$ 1 mil cada) três smartphones e quatro mil brindes instantâneos. A campanha teve ainda o sorteio de dois carros zero quilômetro, entregues em clima de comemoração no dia 5 de abril.

 

Feliz - Um dos sortudos foi o agrônomo Fernando Francisco Bernart, de Catanduvas. Um dos primeiros a se tornar cooperado quando a agência chegou ao município, ele conta que para aumentar suas chances de ganhar, indicou várias pessoas a também se filiar à cooperativa. “Sempre fiz uma fezinha em vários jogos, mas jamais ganhei nada. Ainda não caiu a ficha, mas posso dizer que estou muito feliz”, diz.

 

Segundo premiado - O segundo premiado com um Renault Kwid foi o agricultor Marcos Menegazzo, morador de Três Barras do Paraná. “Estou muito feliz e jamais pensei em ganhar um prêmio tão bom. Só tenho a agradecer pela chance de poder participar. Sempre confiei no sistema cooperativista e agora, vou passar a divulgar ainda mais o Sicoob para meus vizinhos, amigos e parentes”, comenta.

 

Compromisso - Durante a entrega dos carros, o presidente executivo do Sicoob Credicapital, Valdir Pacini, ressaltou que o compromisso da cooperativa é trabalhar com dedicação e responsabilidade para entregar as melhores soluções financeiras aos cooperados e fazer a diferença na comunidade.

 

Evolução - “Iniciamos a campanha com cerca de 24 mil cooperados e agora, já são mais de 30 mil pessoas em diversos municípios das regiões Oeste, Sudoeste e Centro-Sul do Paraná que confiam no potencial transformador do cooperativismo e nos ajudam todos os dias a tornar o Sicoob Credicapital cada vez mais forte”, complementa.

 

Crescimento - Segundo o gerente regional, Gizélio Linhares, a indicação de novos associados permitiu que a cooperativa crescesse mais de 50% em cooperados ativos no ano de 2018. “Fico feliz por perceber o quanto o Sicoob está crescendo e se tornando cada dia mais importante na vida das pessoas e da região", ressalta. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

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SICREDI FRONTEIRAS: Programa A União Faz a Vida é lançado no município de Ampére

 

A prefeitura de Ampére (PR) e a Sicredi Fronteiras PR/SC/SP assinaram, no dia 3 de abril, um acordo de cooperação para o início das atividades do Programa A União faz a Vida no município. O evento ocorreu no anfiteatro Ana Maria Basso e contou com a presença de mais de 100 pessoas, incluindo o prefeito municipal, Disnei Luquini; presidente da Sicredi Fronteiras PR/SC/SP, José César Wunsch; diretora executiva da cooperativa Sicredi Fronteiras, Adriana Meês; secretária de educação de Ampére, Rosane Vasileski; gerente da agência do Sicredi, Marcos Luiz Toseto; coordenadoras do Programa A União Faz a Vida, em Ampére, Teresinha Neri Pinto de Moraes Franke e Luciane Spiller; assessora de desenvolvimento do cooperativismo da Sicredi Fronteiras, Daiane Wesseler Alexandre e o assessor pedagógico do Programa, professor Carlos Henrique Fávero.

 

Sobre o Programa - Através desta iniciativa, presente há 13 anos na Sicredi Fronteiras PR/SC/SP, os valores da cooperação e cidadania são promovidos para crianças e adolescentes nas cidades paranaenses de Capitão Leônidas Marques, Ampére, Capanema e Salgado Filho e também na cidade de Itupeva, no estado de São Paulo. 

 

Educação empreendedora e cooperativa - Todos os professores participantes do programa são responsáveis por abordar a importância da educação empreendedora e cooperativa no ambiente educacional. Por isso, recebem anualmente uma formação, que visa o aperfeiçoamento das suas práticas aplicadas em crianças e adolescentes, público-alvo do PUFV.

 

Atendimento - O programa atende cerca de 3.049 crianças e adolescentes em 40 escolas parceiras, com 270 educadores que, somente no ano de 2018, realizaram 72 projetos nas escolas envolvidas.

 

Firmando a nova parceria - Ainda no anfiteatro, o presidente da Sicredi Fronteiras PR/SC/SP, o prefeito municipal de Ampére e a secretária de educação do município, assinaram o acordo de cooperação, formalizando o compromisso de ambas as instituições na concretização e desenvolvimento do programa no município.

 

Quadro - A Abelha, mascote legítima do Programa A União Faz a Vida, foi chamada ao palco para entregar um quadro que materializa a parceria da Sicredi com a administração municipal. Este quadro representa o compromisso de contribuir com a formação de cidadãos conscientes e cooperativos. Na sequência, os presentes puderam assistir apresentações culturais preparadas especialmente para o evento que encerrou com uma palestra com Sabrina Conde, proprietária da Agência de Consultoria em Educação (Conde Aprendizagem em Movimento) e assessora pedagógica do Programa A União Faz a Vida na Sicredi Vanguarda/PR/SP/RJ.

 

Encerramento - No encerramento, todos receberam uma réplica da Abelha, mascote do PUFV, e saborearam um delicioso coquetel. 

 

Capacitação - A capacitação dos professores que atuarão no Programa acontecerá no dia 22 e 23 de abril. No dia 22, será realizada a formação inicial, com educadores que irão participar pela primeira vez do Programa. Já no dia 23, eles irão aprofundar seus conhecimentos sobre a metodologia do PUFV, aplicada na educação infantil. A metodologia de ensino utilizada com os alunos objetiva a construção de valores como solidariedade, justiça, diálogo, respeito à diversidade e empreendedorismo. Saiba mais sobre o Programa em: www.auniãofazavida.com.br. (Imprensa Sicredi Fronteiras PR/SP)

 

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INFRAESTRUTURA: Tempo de espera dos navios nos Portos do Paraná diminui 46%

 

infraestrutura 10 04 2019Os Portos do Paraná reduziram em 46% o tempo médio que os navios esperam para atracar no cais. Nos primeiros três meses de 2018, um navio esperava, em média, 185 horas desde a chegada na baia de Paranaguá até a atracação. Em 2019, este tempo foi reduzido para 99 horas.

 

Permanência - A permanência para operação também ficou menor. No ano passado, a média era de 58 horas no cais, 9% a mais que neste ano (52 horas). “Essa eficiência reduz os custos dos exportadores e importadores e aumenta as vantagens de fazer negócios pelos portos de Paranaguá e Antonina”, explica o presidente dos Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

 

Números - Os números foram divulgados nesta terça-feira (09/04), pelo departamento de estatísticas da administração portuária. Em relação a movimentação, o balanço destaca alta de 10% nas exportações de carga geral.

 

Março - Considerando apenas o mês de março, foram movimentadas 955.143 toneladas de produtos de carga geral. Aumento de 11% na comparação com o mesmo período de 2018, quando foram 861.018 toneladas. Apenas nas cargas para exportação, foram 659.037 toneladas movimentadas este ano, contra 583.750 toneladas movimentadas no ano passado (aumento de 12%).

 

Acumulado - No acumulado de 2019, já foram quase 1,7 milhão de toneladas de carga geral exportada. Em 2018, no mesmo trimestre, foram exportadas pouco mais de 1,5 milhão de toneladas.

 

Mercadorias - O diretor de Operações dos Portos do Paraná, Luiz Teixeira da Silva Júnior, observa que carga geral é toda mercadoria solta ou embalada, que necessita de arrumação para ser transportada em um navio. São produtos como sacas, madeira, bobinas, celulose, papéis, peças, projetos, equipamentos, caixas, veículos. Também se enquadram na categoria as cargas que são transportadas em contêineres.

 

Trimestres - Considerando os trimestres de 2018 e 2019, os principais produtos movimentados no segmento foram o açúcar em saca, adubo, caldeiras, celulose, contêineres, trilhos de aço e veículos. “Em Paranaguá, a carga geral é movimentada em diferentes berços do cais público. Normalmente, as operações dessas cargas envolvem serviços com equipamentos de bordo especializados, como guindastes, transporte local rodoviário, empilhadeiras”, comenta Luiz Teixeira da Silva Júnior.

 

Contêineres - O Porto de Paranaguá registrou alta de 14% no número de contêineres recebidos de importação. Foram 96.039 TEUs movimentados nos três meses de 2019, contra 84.530 em 2018. As principais cargas importadas foram fertilizantes e plástico. Na exportação, o crescimento foi de 5%, com 99.023 unidades movimentadas. Os produtos mais comercializados foram congelados e madeira.

 

Veículos - De janeiro a março, foram 23.516 veículos movimentados via Paranaguá. Destaque para as importações: 8.295 veículos, 9% a mais que o total das importações de 2018.

 

Antonina - A movimentação via porto de Antonina continua crescendo. Foram 268.167 toneladas de produtos no acumulado deste ano. O número é 172% maior que o mesmo período do ano passado (105.034). Cabe ressaltar a alta de 260% na movimentação de fertilizantes: foram 62 mil toneladas no primeiro trimestre de 2018 e 223.834 toneladas em 2019.

 

Graneis - A soja se mantém como o principal granel movimentado via portos do Paraná. Em março, foram 1.178.618 toneladas exportadas. Na exportação, também aparecem os farelos (626.495toneladas), milho (152.251) e açúcar (102.751). Na importação, o destaque é o adubo: 542.329 toneladas. O Estado também recebeu 105.495 toneladas de trigo e 29.311 toneladas de cevada/malte.

 

Líquidos - A exportação de óleos vegetais somou 88.583 toneladas em março de 2019. Os derivados de petróleo responderam por 40.558 toneladas na exportação e 359.831 toneladas na importação. (Agência de Notícias do Paraná)

 

PREVIDÊNCIA: Relator recomenda à CCJ a aprovação da reforma

 

previdencia 10 04 2019O relator da reforma da Previdência na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), deputado Delegado Marcelo Freitas (PSL-MG), recomendou nesta terça-feira (09/04) a aprovação da reforma da Previdência (PEC 6/19). Logo após a leitura do parecer, que aconteceu só depois de mais de quatro horas de discussão e bate-boca, foi concedida vista coletiva, pelo período de duas sessões do Plenário da Câmara. Pelo cronograma proposto, a CCJ deve votar o parecer no próximo dia 17.

 

Confira o parecer na íntegra

 

Entendimento - Em seu parecer, Freitas seguiu o mesmo entendimento do presidente da CCJ, Felipe Francischini (PSL-PR), de que ao colegiado cabe apenas avaliar a admissibilidade do texto e que a análise do mérito só deve ser feita depois por uma comissão especial. Parlamentares contrários à reforma tentaram, ao longo de toda a reunião, questionar esse entendimento, além de usar artifícios regimentais para atrasar os trabalhos.

 

Comentários - Ao mesmo tempo, porém, o relator usou o parecer para comentar vários pontos da proposta do governo Bolsonaro. Disse que os dispositivos sobre Previdência Social não são cláusulas pétreas e podem, assim, ser retirados da Constituição e regulamentados por meio de lei complementar, como sugere a PEC 6/19. Para Freitas, caberá à comissão especial definir sobre a conveniência dessa alteração.

 

Aposentadoria rural e BPC - O relator recomendou atenção da comissão especial e de todos os deputados com as mudanças nas aposentadorias rurais e no Benefício Assistencial de Prestação Continuada (BPC) pago a idosos carentes. Esses dois pontos estão entre os mais criticados por parlamentares. Freitas também alertou para as regras sobre pensões e acumulação de benefícios previdenciários – nos dois casos, a proposta do governo prevê redução dos valores em relação ao modelo atualmente em vigor.

 

Capitalização - Por outro lado, o relator não viu problemas na eventual adoção de um regime de capitalização, em que cada trabalhador teria uma espécie de conta individual para juntar recursos para a aposentadoria. Também disse que não há problemas em criar alíquotas progressivas, como as do Imposto de Renda, para os servidores públicos ativos.

 

Alterações - No total, Delegado Marcelo Freitas sugeriu 22 alterações de redação no texto apresentado pelo governo, a fim de adequá-lo à técnica legislativa. “As impropriedades detectadas devem ser enfrentadas e sanadas por ocasião do debate do mérito a ser realizado na comissão especial”, afirmou o relator, antes de concluir e recomendar à CCJ a admissibilidade da reforma.

 

Regras alteradas - A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 6/19 pretende reformar o sistema de Previdência Social para os trabalhadores do setor privado e para os servidores públicos de todos os Poderes e de todos os entes federados (União, estados e municípios). A idade mínima para aposentar será de 65 anos para os homens e 62 para as mulheres. Há regras de transição para os atuais contribuintes.

 

Dispositivos - O texto retira da Constituição vários dispositivos que hoje regem a Previdência Social, transferindo a regulamentação para lei complementar. O objetivo, segundo o governo, é conter a diferença entre o que é arrecado pelo sistema e o montante usado para pagar os benefícios. Em 2018, o deficit previdenciário total – setores privado e público mais militares – foi de R$ 266 bilhões.

 

Guedes - Na semana passada, o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse em audiência pública na CCJ que o atual sistema previdenciário “está condenado”. Ele também admitiu que cabe ao Congresso definir os pontos que permanecerão na proposta. Guedes afirmou que, se for o caso, podem haver alterações no texto do governo, mas, no futuro, uma nova reforma terá de ser avaliada. (Agência Câmara)

 

LEGISLATIVO: Recuo de senadores inviabiliza PEC do Sistema S

 

legislativo 10 04 2019Depois de assinarem Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que altera regras do Sistema S, seis senadores mudaram de ideia e retiraram a assinatura do texto, o que inviabilizou o andamento do projeto. O tema enfrenta forte resistência entre parlamentares e já foi alvo de fiscalizações dos órgãos de controle.

 

Proposta - Na quarta-feira, o senador Eduardo Braga (MDB-AM) apresentou a proposta que prevê, entre outros pontos, que os recursos do Sistema S sejam destinados apenas para fins relacionados à função de cada entidade e limita o salário dos dirigentes ao teto do funcionalismo público (R$ 39,2 mil), além de exigir que sejam ficha limpa. O conjunto de entidades, como Sesi, Senai e Sesc, recebe cerca de R$ 17 bilhões ao ano recolhidos em tributos sobre a folha de pagamento.

 

Assinaturas - O projeto tinha 31 assinaturas. No dia seguinte, porém, os senadores juíza Selma (PSL-MT), Elmano Férrer (Pode-PI), Flávio Arns (Rede-PR), Maria do Carmo Alves (DEM-SE), Lasier Martins (Pode-RS), e Confúcio Moura (MDB-RO) apresentaram requerimento pedindo a retirada de suas assinaturas. Com isso, ficaram apenas 25 assinaturas, abaixo do número mínimo para a apresentação de proposta de emenda constitucional, que é de 27. Com isso, a tramitação do projeto foi encerrada.

 

Explicações - Os parlamentares deram diferentes explicações para o recuo. A juíza Selma disse que sentiu necessidade de estudar melhor o assunto e que a proposta estatiza o Sistema S. “Neste momento, sem se aprofundar mais no tema, não seria uma decisão prudente”, afirmou, por meio da assessoria de imprensa. A senadora disse que decidirá se volta a assinar ou não o projeto “assim que tiver mais fundamentos”.

 

Solidariedade - Já o senador Confúcio Moura (MDB-RO) disse que assinou a proposta em “solidariedade ao líder de seu partido”, mas depois percebeu que a matéria tratava de ponto de vista que ele não defende, por isso retirou a assinatura. Procurados, os outros quatro senadores não se pronunciaram.

 

Proposta - A proposta apresentada por Braga cria uma espécie de Lei Geral dos Serviços Sociais, unificando regimes jurídicos das entidades ligadas ao sistema S. O texto prevê que os recursos não poderão ser destinados para finalidade não vinculada aos objetivos institucionais de cada organização, o que será definido em lei complementar.

 

Fiscalização - Além disso, garante a fiscalização pelo Legislativo, com o auxílio do Tribunal de Contas da União (TCU) – o que já ocorre atualmente – e traz regras para contratação e remuneração de dirigentes.

 

Desvio de recursos - O objetivo é principalmente impedir que os recursos sejam desviados para outras finalidades, como mercado financeiro, imobiliário e patrocínio de eventos. “Sem dúvida alguma o Sistema S precisa de ajustes, até para que não haja prejuízos aos trabalhadores. O sistema é de fato importante para garantir a qualificação de mão de obra e investir em cultura e lazer, mas ganhou um gigantismo absurdo, com recursos públicos bilionários aplicados sem a menor transparência e com desvios de finalidade evidentes, já comprovados, inclusive, pelo Tribunal de Contas da União (TCU)”, afirmou Braga. O senador pretende conseguir apoio para reapresentar o texto.

 

Controle - O sistema S está na mira da equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes, que já prometeu “meter a faca” nas entidades do setor. Como mostrou o Estadão/Broadcast, a ideia é ter mais controle sobre como o orçamento dessas entidades é aplicado em atividades de qualificação de trabalhadores e ter poder para determinar onde e quais treinamentos serão oferecidos por entidades como Sesi, Senai e Senac. (O Estado de S.Paulo)

 

ECONOMIA I: Varejo estável mantém sinal de recuperação lenta

 

economia I 10 04 2019A economia voltou a mostrar sinais pouco animadores, reforçando um cenário de fraco desempenho da atividade no primeiro trimestre. O volume de vendas do varejo restrito ficou estável em fevereiro, na comparação livre de fatores sazonais com o mês anterior, conforme divulgado ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na Pesquisa Mensal do Comércio (PMC). A estimativa média de 30 instituições financeiras ou consultorias ouvidas pelo Valor Data apontava para uma queda de 0,3%, sempre no cálculo dessazonalizado.

 

Varejo ampliado - Já o varejo ampliado - que inclui veículos e material de construção, além de outros oito segmentos - teve queda de 0,8% no mesmo tipo de comparação.

 

Estabilidade - Nesse caso, a estimativa média dos economistas indicava estabilidade. Para analistas, fatores como a lenta recuperação do mercado de trabalho e dificuldades na tramitação da reforma da Previdência Social impedem um crescimento mais expressivo do setor.

 

Queda - "As vendas do varejo têm inegavelmente esfriado nos últimos meses", afirma a equipe da Guide Economics em relatório. Com os números divulgados nesta terça-feira (09/04), a corretora calcula que o Índice de Atividade do Banco Central (IBC-Br) deve apresentar queda de 0,4% na comparação com janeiro. O indicador será divulgado na semana que vem.

 

Resultados - Os resultados da PMC de fevereiro vieram na sequência de altas em janeiro de 0,4%, no varejo restrito, e de 1%, no caso do ampliado. No acumulado de 12 meses, houve aceleração de 2,2% para 2,4% (no restrito) e de 4,7% para 4,9% (ampliado).

 

Carnaval - No entanto, segundo a 4E Consultoria, essa aceleração pode ser explicada pelo fato de o Carnaval deste ano ter sido realizado em março, e o do ano passado, em fevereiro. Isso aumentou o número de dias úteis no acumulado em 12 meses encerrado em fevereiro último.

 

Leitura semelhante - O IBGE faz leitura semelhante. Na comparação com fevereiro de 2018, por exemplo, as vendas do varejo restrito avançaram 3,9%. Mas, em razão do Carnaval, houve um aumento de dias úteis, de 18 no ano passado para 20 neste ano.

 

Correção - "A série com ajuste sazonal, que corrige diferenças de calendário, como o número de dias úteis, mostra que o crescimento teria sido de 1,6% frente a fevereiro do ano passado", diz a gerente da Coordenação de Serviços e Comércio do IBGE, Isabella Nunes. "Por isso, é importante ter cuidado com a leitura desse número."

 

Longo prazo - Para Flávio Serrano, economista-chefe do Haitong, o comércio "vem andando meio de lado" nas comparações de prazos mais longos. O banco calcula desempenho próximo a estabilidade no Produto Interno Bruto (PIB) do primeiro trimestre e crescimento de 2%, com viés de baixa, para o do ano.

 

Atividades - Das dez atividades pesquisadas pelo IBGE no varejo ampliado, seis registraram queda em relação a janeiro: combustíveis e lubrificantes (-0,9%); hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,7%); móveis e eletrodomésticos (-0,3%); equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-3%); veículos e motos, partes e peças (-0,9%); e material de construção (-0,3%).

 

Crescimento - Por sua vez, as quatro atividades que apresentaram crescimento foram: tecidos, vestuário e calçados (4,4%); artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (0,1%); livros, jornais, revistas e papelaria (0,2%); e outros artigos de uso pessoal e doméstico (1%).

 

Projeção menor - Os "resultados recentes decepcionantes" e as dificuldades enfrentadas pelo setor fizeram a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) diminuir a sua projeção para o crescimento do varejo ampliado em 2019, de 5,4% para 5,2%. Assim, a entidade calcula que o setor só voltará em 2021 ao nível pré-crise.

 

Revisão para baixo - Já a consultoria Parallaxis deve revisar para baixo nesta semana a sua projeção para o crescimento do PIB deste ano, dos 1,9% calculados atualmente para algo mais próximo de 1,6%. Christian Thorgaard, economista da consultoria, coloca como o principal destaque negativo a composição da retomada do mercado de trabalho, lenta e baseada fortemente em vagas informais.

 

Espaço - Ele afirma que há espaço para novas quedas da taxa básica de juros, atualmente em 6,5%. Mas diz que isso teria pouco impacto sobre o consumo, já que a maior parte dos novos trabalhadores, por serem informais, não tem acesso a crédito.

 

Dependentes de crédito - Thorgaard também chama a atenção para a desaceleração desde novembro do crescimento acumulado em 12 meses de alguns dos principais segmentos varejistas dependentes de crédito, entre eles veículos e motos, partes e peças (de 15% para 14,3%); material de construção (de 4,3% para 3,4%); e móveis e eletrodomésticos (de 0,1% para queda de 2%).

 

Cálculo - Com base em indicadores antecedentes, o Itaú calcula para março alta de 0,3% do varejo restrito e de 0,9% para o ampliado. (Valor Econômico)

 

Foto:Agência Brasil

 

ECONOMIA II: Aumento de impostos para elevar a arrecadação se mostrou ineficaz

 

economia II 10 04 2019Em outra frente de combate à expansão dos gastos, o ministro da Economia, Paulo Guedes, pretende acelerar as privatizações e a venda de imóveis da União para reduzir a dívida pública e, consequentemente, amortizar as despesas com o pagamento de juros. O chefe da equipe econômica de Jair Bolsonaro afirmou que os gastos com juros, da ordem de R$ 360 bilhões, compõem o segundo item mais elevado do orçamento, atrás da Previdência. O objetivo é estimular outras fontes de arrecadação, incluindo recursos devidos por bancos do governo, para amenizar o passivo.

 

Devolução - "A meta para o BNDES é devolver [ao governo] R$ 126 bilhões este ano. Antes, pedalaram, então vamos 'despedalar'. Estimamos mais R$ 80 bilhões em privatizações. Já são aí R$ 200 bilhões. E vêm R$ 80 bilhões do que a gente chama de instrumento híbrido de crédito, que foram também alavancas para pedalar. Pedalaram um pouquinho na Caixa e no Banco do Brasil. Quero isso tudo de volta. A Caixa terá de vender subsidiária para me pagar, o Banco do Brasil também. Paguem à União. Vamos gerar um caixa forte este ano para dizer o seguinte: já estamos andando e, com as reformas, vamos mudar estruturalmente daqui para frente", disse Guedes.

 

Crítica - O ministro criticou a gestão do patrimônio imobiliário do governo federal e afirmou ter determinado a venda de uma casa que foi oferecida a ele como moradia - a residência fica no Lago Sul, uma área nobre de Brasília.

 

Descaso - "O [governo do] Brasil tem 700 mil imóveis, um patrimônio calculado em mais de R$ 1 trilhão. Como não vai vender isso tudo? O descaso com os ativos da União e a falta de compromisso com a gestão deles são brutais. É algo que ofende quem está acostumado com a iniciativa privada. A mensagem é clara: vamos vender ativos", reforçou o ministro.

 

Inaceitável - O chefe da equipe econômica também chamou de "inaceitável" o montante gasto anualmente com os juros da dívida pública. Para ele, o modelo inibiu empreendedores e tornou fácil a vida de quem tinha capital para investir a favor da alta.

 

Rentistas - "Todo economista brasileiro virou banqueiro, isso aqui se tornou o país dos rentistas. Os juros na lua durante 20 anos, o que é uma dinâmica extraordinariamente negativa. Destrói qualquer empresa e deixou prefeituras e Estados quebrados", pontuou Guedes, acrescentando que há uma mudança na condução da política econômica. "Vamos fazer ajustes nessas contas.” (Valor Econômico)

 

Foto: Pixabay

 

ECONOMIA III: FMI projeta nova desaceleração global em 2019

 

economia III destque 10 04 2019A economia global vai perder fôlego em 2019, devendo crescer 3,3%, depois de avançar 3,8% em 2017 e 3,6% em 2018, diz o Fundo Monetário Internacional (FMI). Segundo a instituição, a atividade econômica mundial desacelerou na segunda metade do ano passado e essa fraqueza deve se manter na primeira metade deste ano, o que levou à redução da estimativa para o PIB global de 0,2 ponto percentual em relação aos 3,5% esperados em janeiro. Para 2020, a previsão foi mantida em 3,6%.

 

Redução ampla - "O nosso novo Panorama Econômico Mundial [relatório divulgado ontem] projeta uma desaceleração do crescimento em 2019 para 70% da economia global", resumiu a economista-chefe do Fundo, Gita Gopinath, acrescentando que a redução das estimativas para 2019 foi ampla. "Ela reflete revisões negativas para várias grandes economias, incluindo a zona do euro, a América Latina, os EUA, o Reino Unido, o Canadá e a Austrália." 

 

Momento delicado - Gita disse que a economia global passa por um "momento delicado", mesma expressão usada na semana passada por Christine Lagarde, diretora-gerente do Fundo, em discurso em que antecipou alguns dos temores da instituição a respeito do quadro econômico mundial.

 

Combinação de fatores - A perda de força da atividade global na segunda metade de 2018 se deveu à combinação de vários fatores, segundo o FMI.

 

Tensões comerciais - Houve a escalada das tensões comerciais entre EUA e China, o aperto "necessário" nas condições de crédito na China para conter excessos, as crises na Argentina e na Turquia, problemas no setor automotivo da Alemanha e uma piora das condições financeiras, na esteira da normalização da política monetária nas grandes economias desenvolvidas - o Federal Reserve (Fed, o banco central americano), por exemplo, promoveu um ciclo de alta de juros.

 

Desenvolvidos - Para 2019, o FMI espera que o crescimento dos países desenvolvidos seja de 1,8%, abaixo dos 2,2% do ano passado. Em janeiro, a projeção era de 2%. "A desaceleração projetada para as economias avançadas em 2019 responde por mais de dois terços da perda de fôlego do crescimento global em relação a 2018", de acordo com o Fundo.

 

Zona do euro - Boa parte da revisão ocorreu por causa da piora das expectativas para a zona do euro, que teve a sua estimativa cortada de 1,6% para 1,3%. Na região, a expansão deve passar de 1,8% em 2018 para 1,3% em 2019 - em janeiro, a previsão era de 1,6%. Houve revisões para baixo em vários países, como na Alemanha (de 1,3% para 0,8%), devido ao consumo privado mais brando, à demanda externa contida e à produção industrial mais fraca, depois da introdução de novos padrões de emissões para veículos; na Itália (de 0,6% para 0,1%), por causa da demanda doméstica fraca, devido aos elevados juros dos títulos públicos; e na França (de 1,5% para 1,3%), decorrente de protestos que tomaram as ruas.

 

EUA - Nos EUA, o crescimento de 2019 foi revisado de 2,5% para 2,3% - em 2018, foi de 2,9%. Para 2020, o Fundo espera que o PIB perca um pouco mais de força, avançando 1,9%. A expectativa de redução do efeito do estímulo fiscal (em especial relacionado ao impacto do corte de impostos) ao longo do tempo ajuda a entender a estimativa. Para 2019, pesou um pouco também o efeito da paralisação parcial das atividades do governo, o chamado "shutdown", que durou 34 dias, tendo começado em 22 de dezembro do ano passado. "Apesar da revisão para baixo, o ritmo de expansão projetado para 2019 é acima do crescimento potencial da economia americana", aponta o relatório.

 

Reino Unido - No Reino Unido, as projeções foram reduzidas devido às incertezas relacionadas ao Brexit (saída do país da União Europeia). O FMI estima avanço de 1,2% em 2019 e 1,4% em 2020, abaixo do 1,5% e 1,6% projetados anteriormente. As previsões são altamente incertas, por causa da indefinição a respeito do Brexit, ressalta o Fundo.

 

Implicações - Num box do relatório, o FMI estima as implicações econômicas de uma saída do Reino Unido da União Europeia sem um acordo de livre comércio no segundo trimestre deste ano. Os efeitos negativos ocorrem por dois canais, diz o Fundo. 

 

Retorno menor - Primeiro, tarifas mais altas e barreiras não tarifárias reduzem significativamente o retorno de capital no Reino Unido e na União Europeia. Além disso, políticas de imigração mais duras reduzem o tamanho da força de trabalho no país, aumentando o da UE. "Em combinação, esses impactos reduzem o PIB potencial do Reino Unido em quase 3% no longo prazo, em comparação com cenário base atual. No caso da UE, o declínio é de cerca de 0,3%." Sobre a economia global, o efeito é negativo em 0,1%.

 

Emergentes - O FMI também baixou um pouco a projeção para o crescimento dos emergentes. Para 2019, o corte foi de 4,5% para 4,4%. Depois de crescer 6,6% no ano passado, a China deve ter expansão de 6,3% neste ano e de 6,1% no ano que vem, na visão do Fundo. "É um enfraquecimento gradual da expansão, mas isso é esperado", afirmou Gita, na apresentação do relatório.

 

Transição necessária - "É uma transição necessária de um crescimento elevado, liderado pelo investimento e pelo boom de crédito, em direção a um mais sustentável." Ao mesmo tempo, Gita lembrou que o governo chinês tomou medidas de estímulo fiscal e monetário para evitar uma desaceleração mais forte, e há sinais iniciais positivos.

 

Índia - Na Índia, o PIB deve crescer 7,3% em 2019 e 7,5% em 2020, mais que o 7,1% do ano passado. 

 

Continuidade - A continuidade da recuperação do investimento e o consumo forte devem garantir essa trajetória, num quadro marcado por uma política monetária mais frouxa e algum ímpeto da política fiscal. A recente revisão das estatísticas das contas nacionais, contudo, fez o FMI reduzir as estimativas em relação a janeiro, quando esperava 7,5% para 2019 e 7,7% para 2020.

 

América Latina - Para a América Latina, houve uma redução expressiva do crescimento esperado para 2019, de 2% para 1,4%. Em relação a janeiro, o FMI baixou a projeção para o Brasil de 2,5% para 2,1% e a do México de 2,1% para 1,6%. Mudanças na avaliação sobre os rumos das políticas na administração de Andrés Manuel López Obrador ajudam a explicar a piora das perspectivas para a economia mexicana. Além disso, o FMI espera uma contração de 25% da economia venezuelana neste ano.

 

Riscos - Embora a economia global continue a crescer a um ritmo razoável e uma recessão mundial não esteja no cenário base do FMI, há vários riscos, advertiu Gita. Tensões comerciais podem aumentar novamente, afetando outras áreas, como a indústria automotiva, disse ela, avaliando que isso produziria "grandes perturbações nas cadeias globais de valor". Além disso, o crescimento na China pode surpreender para pior, e os riscos relacionados ao Brexit permanecem elevados.

 

Aperto - "Uma deterioração do sentimento do mercado pode rapidamente apertar as condições financeiras, num ambiente em que muitos países têm altos níveis de endividamento público e privado."

 

Melhor desempenho - O FMI espera um melhor desempenho da economia global na segunda metade deste ano, movimento que deve ter continuidade no ano que vem. Com isso, o crescimento mundial passaria de 3,3% em 2019 para 3,6% em 2020. No entanto, "essa recuperação é precária", segundo Gita. A melhora se baseia na aceleração prevista para economias emergentes e em desenvolvimento, que devem avançar 4,4% neste ano e 4,8% em 2020. "Especificamente, ela depende de uma retomada no crescimento da Argentina e na Turquia e de alguma melhora num conjunto de economias em desenvolvimento. Com isso, estão sujeitas a uma incerteza considerável."

 

Ritmo potencial - Já o crescimento dos países desenvolvidos deve ter uma leve desaceleração em 2020, apesar de uma recuperação parcial na zona do euro. O ponto é que o estímulo fiscal nos EUA perderá ainda mais força no ano que vem, ao mesmo tempo em que o crescimento das economias maduras tende a caminhar para o ritmo potencial, hoje modesto dado o envelhecimento da população e a baixa produtividade. (Valor Econômico)

economia III tabela 10 04 2019

SAÚDE I: Boletim confirma 530 novos casos de dengue no Paraná

 

saude I 10 04 2019A Secretaria de Estado da Saúde confirmou 530 novos casos de dengue no Estado, conforme o boletim divulgado nesta terça-feira (09/04). O balanço desta semana indica o total de 2.553 casos da doença, contra 2.023 na semana anterior.

 

Confirmação - Também foi confirmada uma morte por dengue em Cascavel – uma mulher de 80 anos, portadora de hipertensão arterial e diabetes, que contraiu a doença na cidade onde residia. Agora, são três mortes causadas pela doença no Estado. Os outros dois casos foram registrados em Londrina, em pessoas que moravam no município.

 

Ações - O secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, destaca que a dengue é enfrentada com ações em parceria com os municípios e com apoio de todas as Regionais de Saúde. “Nossa mobilização é permanente, com atividades de orientação de combate ao mosquito transmissor da dengue, chikungunya e zíka vírus em todas as cidades. Mas, precisamos da ajuda da população para a eliminação de focos, mantendo os quintais e terrenos limpos, sem lixo acumulado e sem recipientes com água parada”, alerta.

 

Municípios - A médica veterinária da Secretaria da Saúde, Ivana Belmonte, explica que além da remoção de criadouros, um trabalho mais aprofundado é feito nos municípios. “Diante dos casos notificados, as equipes de Vigilância fazem a busca ativa por focos e criadouros em um raio de nove quarteirões do local de contaminação”.

 

Zika - O Paraná também registrou o primeiro caso autóctone de Zika Vírus, em São José dos Pinhais. Um homem, de 37 anos, contraiu a forma leve da doença e passa bem.

 

Incidência - A incidência da dengue no Estado é de 21,74 casos por 100 mil habitantes. O Ministério da Saúde classifica como baixa incidência quando o número de casos autóctones é menor do que 100 por 100 mil habitantes.

 

Maior incidência - Os municípios com maior incidência de dengue são: Japurá, Francisco Alves, Lupionópolis, Uraí, Santa Mariana, Itambé, Rancho Alegre, Leópolis, Abatiá, Cafeara, Moreira Sales e Santo Antônio do Paraíso. 

 

Em risco - Seguem em risco de epidemia 78 municípios e 117 estão em estado de alerta. (Agência de Notícias do Paraná)

 

SAÚDE II: Vacinação contra a gripe começa nesta quarta-feira em todo o país

 

saude II 10 04 2019A Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe começa nesta quarta-feira (10/04) em todo o país. O lançamento será em Porto Alegre, com a presença do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, no Centro de Saúde Modelo do Bairro Santana.

 

Mobilização - A mobilização vai até 31 de maio. A meta do Ministério da Saúde é atingir pelo menos 90% dos grupos elegíveis para vacinação.

 

Primeira fase - Nesta fase da campanha, de 10 a 18 de abril, o objetivo é imunizar crianças com idade entre 1 e 6 anos, grávidas em qualquer período gestacional e puérperas (mulheres até 45 dias após o parto). A partir de 22 de abril, todo o público-alvo da vacinação poderá receber a dose.

 

Público-alvo - O público-alvo da campanha é constituído por trabalhadores da saúde, povos indígenas, idosos, professores de escolas públicas e privadas, pessoas com comorbidades e outras condições clínicas especiais, jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas, funcionários do sistema prisional e pessoas privadas de liberdade.

 

Composição - Os grupos são definidos de acordo com recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS). O ministério considera também estudos epidemiológicos e o comportamento das infecções respiratórias, que têm como principal agente os vírus da gripe.

 

Cepas - Segundo o Ministério da Saúde, em relação ao ano passado, houve alteração de duas cepas na vacina. Por isso, o ministério recomenda que os grupos selecionados, ainda que já tenham sido imunizados anteriormente, recebam a nova dose este ano. “O Ministério da Saúde não indica a utilização da vacina contra influenza com cepas 2018, pois não tem a mesma composição da vacina de 2019, o que faz com que não seja eficaz para proteção, diz a nota da pasta. (Agência Brasil)

 

OPINIÃO: Como o inglês técnico virou uma necessidade no agronegócio

 

opiniao 10 04 2019*Por Rízia Prado

 

Já se sabe que hoje o inglês não é mais um diferencial para o currículo de um profissional, mas, sim, um pré-requisito. Porém, no Brasil, devido aos problemas sociais, de acordo com uma pesquisa realizada pela British Council, apenas 5% da população consegue se comunicar em inglês. É um dado preocupante, já que as qualificações exigidas para ingressar no mercado de trabalho são cada vez maiores e a concorrência, por conta do desemprego, também não para de crescer.

 

Hoje, com este cenário, o chamado inglês técnico - ou seja, específico para uma determinada área-, já vem sido em segmentos mais complexos. E no setor de agronegócios não é diferente. Responsável por cerca de 25% do PIB brasileiro, esse mercado pede ainda mais treinamento para os profissionais que atuam na área, já que o inglês voltado para o agronegócio permite que o profissional aprenda palavras e expressões pouco exploradas nas escolas de línguas tradicionais.

 

Em um mundo globalizado, a língua mais falada em todos os países também ajuda os profissionais a se familiarizarem com o uso de várias ferramentas tecnológicas, maquinários, e também pesquisas de campo. Para essas novidades do mercado, o inglês torna-se essencial e facilita o trabalho do profissional, em casos como ler um manual de instruções, analisar dados ou até mesmo avaliar e se informar por meio de pesquisas recentes sobre o cenário do setor que, geralmente, são realizadas no exterior, aumentando as chances do Brasil se comunicar com outros países.

 

Vale ressaltar que o inglês técnico é fundamental não apenas para os profissionais, mas proporciona também economia para as empresas do segmento, que passam a recorrer menos aos intérpretes - que, muitas vezes, são contratados para acompanhar esses colaboradores em grandes eventos ou reuniões no exterior.

 

Por outro lado, como o nosso país tem um mercado muito forte de agricultura e agropecuária, o setor agro também pode ser uma alternativa para quem deseja empreender e fugir do desemprego. Como o inglês é uma língua universal, mesmo nos meios técnicos, é importante o domínio desses termos, até mesmo para um possível crescimento no mercado interno.

 

Com tantos olhos voltados para o agronegócio brasileiro, vale enfatizar para os jovens que estão começando agora e também para os que já atuam há algum tempo na área: no futuro, o profissional que não souber inglês - e, especialmente, não procurar uma opção técnica e especializada do idioma - certamente ficará para trás em relação aos concorrentes. O inglês voltado para um setor específico - no caso, o "inglês agro"- será cada vez mais necessário para lidar com as novas tecnologias e se comunicar com nativos, para fechar negócios. Essa é uma tendência que somente se consolidará, a cada ano que passa.

 

* Rizia Prado possui quase 10 anos de vivência internacional e é especializada em Gastronomia pela Guilford Tech, tendo trabalhado em fazendas da Carolina do Norte (EUA). É formada em ESL (English as a Second Language) pela Oxford Seminars, de Nova York. Atuou durante anos no setor de agronegócio como tradutora de artigos técnicos, e desenvolveu o método inédito e exclusivo Raiz com o curso ISA (Inglês de Sucesso Agro), disponível na plataforma GreenGo Inglês, o único treinamento completo de inglês para o agronegócio do Brasil

 


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