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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4550 | 05 de Abril de 2019

SESCOOP/PR: Programa Cooperjovem lança o projeto Fazendo Arte Cooperando com a Vida

Existem várias formas de ensinar às crianças o que é cooperação e a importância que um comportamento cooperativo tem para o bem comum. Ciente disso, o Programa Cooperjovem, com apoio do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Paraná (Sescoop/PR), e parceria com a Unicultura, Prefeitura Municipal de Curitiba e Secretaria de Educação, lançou o projeto Fazendo Arte Cooperando com a Vida. Trata-se de uma iniciativa dirigida a alunos do 4° e 5° ano de 10 escolas municipais da capital, ligadas ao Farol do Saber.

Aprender brincando - “São aproximadamente 32 horas de atividades lúdicas coordenadas por pedagogos, artistas plásticos e circenses que remetem à cooperação. Além disso cinco artistas da capital farão desenhos nos muros e que, ao final do projeto, serão coloridos pelas crianças como uma grande ação cooperativa e colaborativa. O envolvimento dos alunos nesses desenhos é a entrega final, ou seja, o momento em que as crianças vão demonstrar o que aprenderam durante o projeto”, explica Fabianne Ratzke, coordenadora do Cooperjovem no Paraná.

Início - O Projeto Fazendo Arte Cooperando com a Vida iniciou esta semana com atividades no Farol do Saber Mário Quintana e na Escola Municipal Wenceslau Braz, ambos situados no Bairro Boqueirão, em Curitiba. Além de brincadeiras lúdicas e apresentações circenses, houve uma atividade coordenada pela artista plástica Janete Mehl, em que ela conduziu os alunos a uma vivência de reflexão, visando despertar a inspiração e a criatividade.  “Essa atividade busca a expansão de consciência. Faço uma pequena introdução sobre a música clássica, e conduzo a um relaxamento para que eles saibam o que é inspiração e criatividade, e o que isso pode trazer para a vida eles”, contou a artista.

Disseminando o Cooperjovem - Segundo Fabianne, o objetivo também é fazer com o Cooperjovem comece a ser implantado nas escolas de Curitiba. “A finalidade é que gente possa plantar a sementinha do Programa em algumas escolas para que o município de Curitiba também conheça mais sobre o cooperativismo, ou seja, o que são nossas cooperativas e o que fazem, e como a gente pode contribuir para um mundo melhor, por meio de ações de cooperação”, disse.

O programa - O Cooperjovem é um programa da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), desenvolvido em âmbito nacional pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) e que atualmente propicia o ensino da cooperação para quase 300 mil estudantes, de Norte a Sul do país.No Paraná, já abrange 370 escolas de 68 municípios. Proporciona a mais de 1.700 educadores a vivência do trabalho coletivo e a identificação de práticas educacionais pautadas na cultura da cooperação. Com isso, mais de 31 mil alunos paranaenses do Ensino Fundamental recebem uma formação baseada na filosofia da cooperação, que é a essência do modelo cooperativista.

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FORMAÇÃO: Agentes se reúnem para debater e propor a criação de material para curso sobre cooperativismo

Com o objetivo de formatar conteúdos para a criação da “Coleção de Materiais para Cooperativismo”, está sendo realizado nesta sexta-feira (05/04), na sede da Ocepar, em Curitiba, o Encontro de Agentes de Cooperativismo, com a participação de 12 profissionais de nove cooperativas paranaenses dos ramos agro e crédito. Promovido pela Coordenação de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR, o evento tem encerramento previsto para às 17 horas.

Necessidade - O superintendente do Sescoop/PR, Leonardo Boesche, destacou a importância dos comitês voltados para a organização do quadro social, responsáveis pelo relacionamento entre o cooperado e a cooperativa. “O cooperado é ente principal desse processo”, disse, ao destacar a relevância da “construção” de material didático sobre educação cooperativista, necessidade demandada pelas próprias cooperativas.

Atualização - “A organização do quadro social é o instrumento fundamental para o sucesso das cooperativas”, enfatizou o ex-presidente do Sistema Ocepar, João Paulo Koslovski, durante palestra no evento. Autor do recém-lançado livro “Organização do Quadro Social – Participação responsável e de resultados”, que foi distribuído entre os participantes do encontro, ele relembrou o início deste processo, na década de 1970, na Cooperativa Bom Jesus e defendeu, diante da evolução socioeconômica do sistema, a atualização do modelo.

Elos - “As cooperativas paranaenses cresceram, se profissionalizaram. Por isso, é preciso que o elo entre os cooperados e a diretoria, por meio de comitês ou comissões internas, se atualize para bem servir de ligação entre o cooperado e a diretoria da sociedade”, destacou Koslovski. 

Finalidade - Segundo a professora Nara Liane Silveira, da Consultoria Educare, de Porto Alegre (RS) e responsável pela formatação do material didático voltado à educação de cooperativistas, o propósito do encontro é colher subsídios com os agentes envolvido no processo para  “sistematizar materiais e desenvolver metodologia própria de assuntos que já circulam dentro das instituições, dando-lhes formato diferenciado  voltado para o público adulto”.

Personalizado - De acordo com o programa, o material será desenvolvido de forma flexível, abrangendo conteúdo comum a todos os ramos. Com isso, as cooperativas poderão inserir informações próprias e customizá-los de acordo com suas demandas. A coleção será constituída de materiais do instrutor e do aluno. Além dos agentes de cooperativas paranaenses, também participa do encontro a analista do Sescoop Nacional, Gleice Morais.

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MÍDIA: Reeleição de Ricken e Informe da Getec repercutem na imprensa

midia 05 05 2019A reeleição do presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, ocorrida na segunda-feira (01/04), durante a Assembleia Geral Ordinária (AGO) da entidade, foi noticiada por diversos veículos de comunicação e, também, pelas próprias cooperativas. Logo após os diretores homologarem do nome de Ricken para o cargo, a Assessoria de Comunicação da Ocepar enviou matéria e fotos para a imprensa.

Informe Getec - O Informe Crédito Rural lançado neste mês pela Gerência Técnica e Econômica da Ocepar (Getec) também foi destaque na mídia. Uma matéria produzida pela Agência Estado, a partir de nota veiculada no Informe Paraná Cooperativo, foi replicada por outros meios, como a revista Globo Rural, por exemplo. Clique aqui para acessar.

 Links - Confira as matérias sobre a reeleição do presidente José Roberto Ricken que foram divulgadas pelos seguintes canais:

AGÊNCIA ESTADO

REVISTA GLOBO RURAL

DINHEIRO RURAL

ISTO É

TERRA

ALLE COMUNICAÇÃO

JORNAL NOVO OESTE

JORNAL O PRESENTE

NOTICIAS DE MATO GROSSO

PÁGINA RURAL

A REDE

PÁGINA RURAL

REVISTA SUINOCULTURA INDUSTRIAL

JORNAL DA MANHÃ

JORNAL TRIBUNA DO INTERIOR

RÁDIO CAMPO ABERTO FM

JORNAL CORREIO DO CIDADÃO

FOLHA DO LITORAL

JORNAL O PARANÁ

SITE H2FOZ

REVISTA AVICULTURA INDUSTRIAL

DIÁRIO DO SUDOESTE

BRAZIL NEWS

COPAGRIL

COOPROSSEL

COAMO

FRISIA

COPACOL

 

SOMOSCOOP: Presidente da Ocepar destaca importância do carimbo SomosCoop

somoscoop 05 04 2019Cada vez mais, as cooperativas de todo o país estão aderindo ao SomosCoop e inserindo em seus produtos o carimbo do movimento. No Paraná não é diferente. Segundo o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, o uso do carimbo é uma garantia para o consumidor, sobre a origem do produto ou serviço que ele está adquirindo. Clique aqui e confira o depoimento dele, gravado para os meios de divulgação do Sistema OCB.

Clique aqui e saiba mais sobre o movimento SomosCoop

 

LEGISLAÇÃO: Publicado Decreto que permite acúmulo de subsídio de energia por produtores rurais

legislacao 05 04 2019O presidente Jair Bolsonaro editou o Decreto 9.744/2019, que trata do fim de descontos na conta de energia concedidos a consumidores rurais do País. O texto volta a permitir que produtores rurais que trabalham com irrigação e aquicultura acumulem dois descontos até a extinção total dos subsídios. A edição do novo decreto, publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira (04/04), foi antecipada pelo Estadão / Broadcast em março.

Decisão - Na prática, o ato desfaz parte de decisão tomada pelo então presidente Michel Temer no fim de seu governo, em dezembro. Por decreto, ele decidiu que descontos tarifários concedidos a unidades de consumo classificadas como rurais - que são bancados pela Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) e acabam sendo custeados pelos consumidores não beneficiados - serão gradativamente eliminados, no prazo de cinco anos.

Impedimento - Com o decreto, Temer também impediu o acúmulo de subsídios por setores de irrigação e aquicultura na área rural, que tinham desconto assegurado por uma outra lei.

Maior benefício - O decreto de Bolsonaro reafirma a vedação da acumulação dos descontos, devendo prevalecer aquele que confira o maior benefício ao consumidor, mas deixa de fora dessa proibição os consumidores rurais ligados à irrigação e aquicultura.

Acordo - O texto que recompõe o benefício é fruto de acordo entre as pastas da Economia, Casa Civil, Minas e Energia, Desenvolvimento Regional e Agricultura. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Annel) também participou da negociação.

Consenso - Conforme o Estadão / Broadcast apurou, há consenso de que o subsídio deve mesmo acabar, de forma escalonada, ao longo dos próximos cinco anos, como prevê o decreto anterior. Mas para diminuir a resistência do agronegócio à medida, o governo de Bolsonaro resolveu permitir o acúmulo de dois subsídios aos irrigantes e aquicultores. O desconto médio dos consumidores rurais era de R$ 47,88 em 2016. Irrigantes e aquicultores, em média, tinham um desconto bem maior, de R$ 642,64.

Operacionalização - O decreto de Bolsonaro estabelece ainda que, na operacionalização dos descontos, os agentes de distribuição de energia elétrica observarão a regulação da Aneel, que também será a responsável pela fiscalização do tema, assim como terá de definir os procedimentos, os ajustes e as penalidades eventualmente aplicáveis. (O Estado de S.Paulo)

Clique aqui para conferir na íntegra o Decreto 9.744/2019

 

COOPERATIVISMO I: OCB intensifica participação em audiências públicas

 

cooperativismo I 05 04 2019A participação de representantes do movimento cooperativista do país em audiências públicas tanto no Congresso Nacional quanto junto ao governo federal é fundamental para apresentar a parlamentares, formuladores de políticas públicas e sociedade civil organizada o olhar das cooperativas sobre os possíveis impactos de normativos e leis, que tramitam nesses dois Poderes da República. É por isso que a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) não mede esforços para estar presentes na maior quantidade possível de eventos como esses.

 

Lei Kandir - Na quarta-feira (03/04), por exemplo, o deputado Sérgio Souza (PR), presidente da Comissão de Finanças e Tributação (CFT) e diretor da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), apresentou um requerimento para que a OCB faça parte da audiência pública que tratará sobre a importância da Lei Kandir para as cooperativas agropecuárias.

 

Acesso ao mercado - Para a OCB, em um contexto global altamente competitivo, a Lei Kandir, desde quando instituída, contribuiu fortemente para que milhares de pequenos e médios produtores, por meio do cooperativismo, pudessem acessar o mercado externo. A audiência pública deve ocorrer na próxima semana na CFT.

 

Código Florestal - E, também na quarta, a pedido dos deputados Sérgio Souza (PR) e Domingos Sávio (MG), integrantes da Diretoria da Frencoop, a OCB foi incluída no ciclo de audiências públicas da Medida Provisória 867/2018, que debaterá possíveis mudanças no Código Florestal. O assunto é acompanhado de perto pela OCB, com o objetivo de harmonizar a proteção ambiental e a produção de alimentos no Brasil. O deputado Sérgio Souza, relator da matéria, deverá apresentar o parecer à MPV nas próximas semanas, após a realização das audiências.

 

Atuação focada - Essa atuação da OCB – sempre estimulada pela construção de um ambiente mais seguro sob o ponto de vista jurídico e regulatório – é uma de suas principais linhas de ação. Apenas em 2018, por exemplo, foram monitoradas 1.415 proposições de interesse do cooperativismo, no Congresso Nacional. Desse total, as 54 mais prejudiciais ao setor tiveram a votação impedida. Para isso, foi necessário participar de 352 reuniões com representantes do Legislativo.

 

Monitoramento - No âmbito do Executivo, também no ano passado, 1.119 normativos relacionados ao cooperativismo foram monitorados pela OCB, que também participou ativamente de 13 reuniões com ministros, diretores gerais e, ainda, de outras 249 reuniões técnicas. Além disso, também participou de 151 audiências e consultas públicas.

 

Defesa dos interesses - “Estamos aqui para defender o interesse das nossas quase 7 mil cooperativas e dos nossos cerca de 15 mil cooperados e, para isso, temos a certeza de que o caminho é o bom relacionamento com os interlocutores dos Poderes. Nossa Frencoop nos ajuda muito nessa tarefa de assegurar os direitos das cooperativas e, graças ao trabalho técnico de nossas equipes, temos aprimorado nosso diálogo com ministérios e agências reguladoras”, explica o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas.

 

Outros resultados - Quer saber o que mais a OCB fez pelo cooperativismo brasileiro? É só clicar em um dos links abaixo:

Relatório
Vídeo

 

(Informe OCB)

 

COOPERATIVISMO II: No ar... o Minuto Coop!

 

cooperativismo II 05 04 2019É com muita alegria que o Sistema OCB anuncia sua mais nova ferramenta de propagação do cooperativismo. Estreou nesta quinta-feira (04/05), em nossas redes sociais, o programa Minuto Coop. Os vídeos vão ao ar toda semana, em nossos perfis no Facebook, Twitter e Youtube, trazendo as notícias mais relevantes do cooperativismo envolvendo a atuação da OCB, do Sescoop e da CNCoop. O primeiro episódio já está no ar e você pode conferir aqui!

 

Segue a gente- Aproveite para seguir a gente:

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(Informe OCB)

 

PLURICOOP: Prestigiada e em expansão, cooperativa realiza AGO

Fundada há três anos em Maringá (PR), a Pluricoop Cooperativa de Trabalho de Executivos em Gestão e Treinamento, promoveu na tarde de terça-feira (02/04) Assembleia Geral Ordinária de prestação de contas do exercício 2018.

Presenças - Conduzida pela presidente Cleide Aparecida Bulla, a AGO reuniu associados que atuam em vários segmentos, entre os quais o presidente do Conselho de Administração da Cocamar, Luiz Lourenço, e o ex-presidente do Sistema Ocepar, João Paulo Koslovski.

FIC - Cleide e sua diretoria expuseram as atividades realizadas no ano passado, com destaque para o que tem sido o seu carro-chefe até o momento: a adoção, em várias cooperativas, do programa de monitoramento do índice de Felicidade Interna do Cooperativismo (FIC). Seu objetivo é estimular o bem-estar e a qualidade de vida dos indivíduos que trabalham em cooperativas, contribuindo para o aumento da produtividade. O Indicador FIC foi inspirado no modelo FIB – Felicidade Interna Bruta, que ao invés de mensurar o progresso de uma nação a partir do crescimento econômico, baseia-se no princípio de que o verdadeiro desenvolvimento de uma sociedade ocorre quando o desenvolvimento emocional e material ocorre de forma simultânea, assim se complementando e reforçando mutuamente.

Projetos - Na oportunidade, foram apresentados vários projetos em desenvolvimento, entre os quais a implantação de um programa visando a aproximação entre as cooperativas e as universidades, buscando novos talentos para atuar nas cooperativas e a criação de um banco de talentos online e a implantação de um sistema de hortas comunitárias gerenciadas por núcleos de produtoras ligadas a cooperativas.

Variedade - Ao pronunciar-se, João Paulo Koslovski sugeriu que a Pluricoop, com seus diversos projetos, seja divulgada mais intensamente junto a cooperativas de diferentes segmentos no Estado, a fim de conquistar novos espaços. Ao falar sobre a entidade, ele aproveitou para ressaltar o potencial cooperativista de Maringá, cidade que se diferencia pela variedade de cooperativas, algumas das quais entre as maiores do país, e outras que, inovadoras, não têm similares em outras regiões, como é o caso da própria Pluricoop.

Qualidade - Aproveitando a colocação de Koslovski, Luiz Lourenço exaltou a qualidade dos profissionais que integram o quadro associativo da Pluricoop, em grande parte dirigentes de empresas que surgiram a partir do processo de terceirização da Cocamar. (Imprensa Pluricoop)

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SICOOB MERIDIONAL: Resultados de 2018 são apresentados em pré-assembleias preparatórias para AGO

 

Entre os dias 18 de fevereiro e 19 de março, o Sicoob Meridional realizou pré-assembleias em dez municípios do Paraná e Rio Grande do Sul que fazem parte da área de atuação da cooperativa. Ao todo, mais de 3.500 cooperados, além de delegados, conselheiros e convidados compareceram às reuniões, que tiveram como objetivo apresentar os resultados obtidos pela singular no ano passado.

 

Crescimento - Em 2018, a cooperativa cresceu 44,4% em comparação com o ano anterior. Quanto ao número de cooperados, o Sicoob Meridional registrou crescimento de 16,3% em relação a 2017. Com isso, o capital social cresceu 15,3% e as captações de recursos aumentaram 25,5% em um ano. O grande destaque entre os resultados foram as operações de crédito, que registraram acréscimo de 34,7%% no período.

 

Municípios - Os dez municípios que receberam as pré-assembleias do Sicoob Meridional no Paraná foram Toledo, Santa Helena, Vera Cruz do Oeste, Guaíra, Terra Roxa e Palotina. No Rio Grande do Sul, as reuniões aconteceram em Bento Gonçalves, Caxias do Sul, Lajeado e Estrela. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

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SICREDI VALE DO PIQUIRI: Feirão de Negócios será realizado em Nova Cantu

 

sicredi vale piquiri 05 04 2019Nos dias 05, 06 e 07 de abril, a cidade de Nova Cantu (PR) recebe o Feirão de Negócios Sicredi que contará com a participação de empresas de diferentes segmentos: veículos, maquinários agrícolas e agropecuários, energia solar, construção, móveis e confecção em geral. 

 

Promoção - A ação é promovida pela Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP, em parceria com a Prefeitura Municipal e Associação Comercial e Industrial de Nova Cantu, e contribui para fomentar a economia local e desenvolver a região.

 

Oportunidade - O Feirão de Negócios Sicredi será uma grande oportunidade aos munícipes de Nova Cantu para adquirirem produtos e serviços com condições exclusivas. Nos dias 5 e 6, o evento será realizado das 10h às 22h e no dia 7, das 10h às 15h, no Salão Paroquial de Nova Cantu.

 

Veículos - Já nos dias 12, 13 e 14 de abril, a cooperativa vai promover o Feirão de Veículos, em Campo Mourão, no Centro-Oeste do Estado, com exposição de mais de 400 automóveis e motocicletas de 10 lojas parceiras. Lá, o evento estará aberto ao público das 9h às 18, todos os dias, no Parque de Exposições de Campo Mourão. A ação será promovida em parceria com a Associação Comercial e Industrial de Campo Mourão.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados e no Distrito Federal, com mais de 1.700 agências, e oferece mais de 300 soluções financeiras. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP)

 

SICOOB OURO VERDE I: Cooperativa recebe aprovação do Banco Central para alteração da razão social

 

sicoob ouro verde I 05 04 2019O Banco Central aprovou a alteração da razão social do Sicoob Norte do Paraná para Cooperativa de Poupança e Crédito Ouro Verde - Sicoob Ouro Verde. A mudança na denominação foi solicitada depois que a cooperativa, que tem sede em Londrina (PR), concretizou a união com o Sicoob Amapá durante Assembleia Geral Extraordinária realizada em fevereiro.

 

Abrangência - Com isso, o Sicoob Ouro Verde passou a contar com 35 mil cooperados e mais de 370 colaboradores na Unidade Administrativa e nas 30 agências, espalhadas por 21 municípios do Paraná e do Amapá.

 

Expansão - Mesmo em um período de oscilações na economia e na política nacional, o Sicoob Ouro Verde tem seguido à risca o seu plano de expansão. Para 2019, estão previstas cinco novas agências no Amapá e mais 17 no estado de São Paulo, que marcarão a chegada da cooperativa na capital e no interior do estado.

 

Confiança - Para o presidente do Sicoob Ouro Verde, Rafael de Giovanni Netto, os números positivos e a expansão da singular demonstram a confiança dos cooperados. “Em 2018, alcançamos mais de R$ 16 milhões em sobras e estamos muito felizes com esse resultado. O objetivo agora é melhorar os serviços, ampliar a rede de atendimento e continuar somando esforços para crescer coletivamente”, afirma. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

SICOOB OURO VERDE II: Presente na ExpoLondrina 2019

 

sicoob ouro verde II 05 04 2019Nesta sexta-feira (05/04), começa a 59ª edição da Exposição Agropecuária e Industrial de Londrina (ExpoLondrina). O evento, que acontece até o dia 14 de abril no Parque de Exposições Ney Braga, contará mais uma vez com a presença do Sicoob Ouro Verde.

 

Espaço - Em sua quarta participação na feira, a cooperativa preparou um espaço com muitas novidades para receber os visitantes de Londrina e região. Localizado no mesmo local da edição anterior, (Pista Roberto Requião, em frente ao pavilhão Smart Agro) o stand traz diversas atrações, entre elas, uma exposição multimídia que conta um pouco sobre as ações desenvolvidas pela cooperativa em prol da comunidade. 

 

Colaboradores - Além disso, uma equipe de colaboradores estará à disposição para apresentar as soluções em produtos e serviços disponíveis para atender o produtor rural, como linhas de crédito para financiamento agrícola e comercial, seguros em geral, consórcios e até maquininha de cartão.

 

Linha com recursos próprios - Mesmo diante de um cenário de escassez de recursos, o Sicoob Ouro Verde também irá ofertar uma linha com recursos próprios, exclusiva para a ExpoLondrina 2019. Com taxas e prazos diferenciados, o Sicoob InvestFeira permite o financiamento de qualquer produto comercializado no evento. 

 

União com o Sicoob Amapá - Em fevereiro, o Sicoob Norte do Paraná ultrapassou as fronteiras do interior paranaense rumo ao Norte do Brasil. A cooperativa de Londrina se uniu ao Sicoob Amapá e com a expansão de sua atuação, adotou um novo nome: Sicoob Ouro Verde. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

INTEGRADA: Cooperativa comemora crescimento e apresenta novidades na Expolondrina 2019

 

integrada 05 04 2019A Cooperativa Integrada marca mais uma vez presença na ExpoLondrina. Em sua 21ª participação, a maior empresa londrinense mostra que, com a força da união, é possível superar os desafios, a exemplo do crescimento de 24% em faturamento em 2018 em pleno ano de crise. A cooperativa faturou no ano passado 3,3 bilhões e tem como meta atingir a marca dos R$ 3,6 bilhões em 2019.

 

Primeira participação - A primeira participação da Integrada na Exposição Agropecuária e Industrial de Londrina foi em 1998, onde a cooperativa compartilhou com outras cooperativas da região um pequeno espaço em um dos pavilhões do Parque Ney Braga. A partir daí, a atuação da cooperativa na ExpoLondrina foi crescendo junto com a organização do evento e, de um pequeno espaço, a Integrada passou a ocupar três áreas expositoras no parque.

 

Estande - O estande institucional, localizado ao lado do Recinto Milton Alcover, é voltado para a apresentação da cooperativa como um todo, uma referência para o encontro de cooperados, produtores agrícolas parceiros, fornecedores e colaboradores. O espaço é utilizado para a realização de palestras sobre produtos, serviços e tecnologia. Além do ambiente institucional, a Integrada possui o estande de máquinas e equipamentos e, mais recentemente, alocou um espaço no pavilhão de pequenos animais para a apresentação das rações para pets.

 

Lançamentos - No estande institucional da Integrada, a cooperativa apresenta a nova campanha institucional: “Eu sou cooperado. Nós somos a Integrada”. O objetivo da campanha é ressaltar a importância dos cooperados, fortalecer o orgulho de se trabalhar no campo e, ao mesmo tempo, enaltecer o valor da cooperativa e do cooperativismo para o agronegócio.

 

Expectativa - No estande de máquinas e equipamentos, a Integrada espera superar os R$ 3,5 milhões em faturamento alcançado na edição 2018 da Expo Londrina. Para isso, a cooperativa, parceira da fabricante de máquinas e equipamentos Kuhn, levará ao estande produtos de alta tecnologia, a exemplo do pulverizador autopropelido Stronger HD e do distribuidor de fertilizantes rebocado com agricultura de precisão Accura 10000. André Rabelo, gerente da loja de máquinas, destaca que nesta edição da Expo, o estande está diversificado com máquinas e equipamentos voltados para pequenos, médios e grandes produtores.

 

Pequenos animais - No espaço dedicado a pequenos animais, a Integrada lança a ração Brusky Premium. O novo produto é voltado para cães adultos de todas as raças, com níveis nutricionais superiores e ingredientes de alta qualidade. Durante o evento, serão distribuídas amostras da ração e as crianças poderão colar tatuagens adesivas temporárias ilustradas com o mascote da marca.

 

Suplementos minerais - Os suplementos minerais para gados e ovinos e as rações para peixes são outras oportunidades para bons negócios. As linhas de nutrição animal contam com condições especiais e exclusivas para negociações realizadas durante o evento.

 

Integrada em movimento - O diretor-presidente da Integrada Jorge Hashimoto observa que a Integrada tem trabalhado cada vez mais para aumentar o potencial produtivo e a lucratividade de seus cooperados. Para isso, tem investido forte em tecnologias, a exemplo das sementes de soja especiais e, também, na prestação de serviços pelo departamento de agricultura de precisão. Com isso, a cooperativa visa potencializar os ganhos dos associados e, consequentemente, da cooperativa como um todo.

 

Agroindustrialização - Nos últimos anos, a Integrada também tem empreendido na verticalização da cadeia produtiva por meio da agroindustrialização com suas três indústrias, a de processamento de milho, localizada em Andirá (PR), a de suco de laranja em Uraí (PR) e a de rações em Londrina (PR).

 

Sobre a Integrada - A Integrada Cooperativa Agroindustrial foi fundada em Londrina (PR) no dia 6 de dezembro de 1995 por um grupo de agricultores confiantes no sistema cooperativista. Com mais de duas décadas de existência, a Integrada se tornou uma das principais cooperativas do Brasil, com mais de 64 unidades de recebimento distribuídas em diversas regiões do Paraná e São Paulo.

 

Cooperados - A Integrada conta com mais de 9.800 cooperados e 1.745 colaboradores. A maior parte do faturamento vem da comercialização de grãos como soja, milho, trigo e café. Além de laranja e outras culturas. (Imprensa Integrada)

 

COCAMAR: Diversificar laranja com soja é bom negócio, diz cooperado

Capricho é o que não falta. “Se tem que fazer, que seja bem feito”, afirma o produtor Dercides Augusto Fumagalli, cooperado da Cocamar em Nova Esperança. Tradicional produtor de laranja, em cujos pomares são visíveis a sanidade e a alta produtividade, Fumagalli está entre os que investiram, nos últimos anos, na diversificação dos negócios. Ele mantém 8,5 mil pés de laranja em franca produção no vizinho município de Atalaia e cultiva 50 alqueires (121 hectares) com soja em Nova Esperança, onde, no inverno, utiliza parte das áreas para engordar gado em pastagem de capim braquiária e milheto.

Rally - Na quarta-feira (03/04), a experiência de Fumagalli, que recebe orientação técnica da agrônoma da cooperativa, Amanda Caroline Zito, foi conhecida pela caravana do Rally Cocamar de Produtividade.

Cuidados - A média de 3 caixas de 40,8 quilos de laranja por planta é quase duas vezes a média nacional, de 1,8 caixa/planta, resultado, segundo Fumagalli, de correção do solo, adubação nas quantidades recomendadas e um bom controle fitossanitário a cada 15 dias. Outro detalhe importante: o nível de infestação de greening, a pior doença da citricultura, que ainda não tem tratamento, é considerado irrisório nas áreas do produtor. Ele mantém pessoal treinado para identificar e erradicar imediatamente as árvores doentes, fazendo um novo plantio no lugar. Na visita à propriedade, a equipe do Rally viu o funcionário de Fumagalli arrastando, com o trator, pelo menos meia dúzia de árvores que haviam sido cortadas naquela manhã. “A gente não pode ter dó, se a árvore já está doente, não tem mais o que fazer”, diz.

Custo de produção - Fumagalli lembra que “O custo de produção pode ser mais alto do que a média regional, mas tem valido a pena, pois com todos esses cuidados a produtividade é bem maior também”.

Segurança - Para ele, o cultivo de laranja oferece mais segurança, pois a cultura está menos vulnerável ao clima do que a soja, por exemplo. Ele contratou a produção de mudas e vai ampliar fortemente os pomares nos próximos anos, plantando 10 mil unidades em 2020 e outros 10 mil em 2021. Quanto a soja, que é cultivada em solo com baixo teor de argila (14%), no arenito, os resultados são interessantes, frutos, igualmente, de investimentos em tecnologias. Na safra recém-colhida (2018/19), muito prejudicada pelo clima, sua média atingiu 90 sacas por alqueire (37,1 sacas/hectare), mas no ano anterior (2017/18), ele alcançou 125 sacas por alqueire no geral (51,6 sacas/hectare), com pico de 140 sacas/alqueire (57,8/hectare) em um dos talhões.

Realização - Já em sua reta final, o Rally Cocamar de Produtividade tem o patrocínio da Basf, Spraytec e Ford Center, com o patrocínio institucional da Cocamar TRR, Texaco Lubrificantes, Sancor Seguros, Sicredi, Estratégia Ambiental e Agrosafra, e o apoio do Cesb (Comitê Estratégico Soja Brasil), Unicampo e Aprosoja. (Imprensa Cocamar)

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EXPOLONDRINA I: Evento será aberto oficialmente nesta sexta-feira

 

A 59ª Exposição Agropecuária e Industrial de Londrina será aberta, oficialmente, em solenidade marcada para 15 horas desta sexta-feira (05/04), no Recinto Milton Alcover. As autoridades que já confirmaram presença são o vice-governador do Paraná, Darci Piana, os deputados estaduais Luiz Cláudio Romanelli, Tercílio Turini, Thiago Amaral, Soldado Adriano José e Matheus Petriv; os deputados federais Luiza Canziani e Filipe Barros; os prefeitos de Londrina, Marcelo Belinati, e de Cambé José do Carmo Garcia, entre outras autoridades dos executivos, legislativos, instituições de ensino e pesquisa locais e regionais.

 

Público e negócios - A Exposição de Londrina prossegue até 14 de abril e a expectativa é que atraia um público semelhante ao ano passado, em torno de 550 mil visitas. “Em volume de negociação, um incremento entre 5% e 10% será um excelente resultado”, considera o presidente da Sociedade Rural do Paraná, Antonio Sampaio. A movimentação geral registrada ano passado foi de R$ 684.000.000,00.

 

Sucesso - “Consideramos que este ano alcançaremos o mesmo sucesso do ano passado. Temos uma grade de shows com os artistas mais requisitados do momento; uma agenda técnica variada e que contempla as necessidades dos produtores; um pavilhão todo direcionado para debates e apresentações de inovações tecnológicas; e muitas atrações, como o Parque de Diversão, Fazendinha, ExpoSabores, que trazem para o parque o público rural e o urbano”, analisa Sampaio.

 

Atividades - Embora a abertura oficial da ExpoLondrina esteja agendada para 15 horas, as atividades começaram cedo no Parque de Exposições Ney Braga. Logo pela manhã houve o encerramento da Expedição Safra; o VIII Encontro de Buiatria da Região Norte do Paraná; reunião de Governança do Arranjo Produtivo Local de Tecnologia de Informação, entre outros eventos que ocupam todos os recintos e espaços do Parque até a noite.

 

Ingressos - Os visitantes devem apresentar ingressos já no começo da manhã desta sexta-feira. As bilheterias do Parque Ney Braga funcionarão das 8 às 23h59. Os valores para entrar no Parque são R$ 14,00 a inteira e R$ 7,00 a meia para a semana e nos fins de semana, R$ 16,00 a inteira e R$ 8,00 a meia entrada. (Assessoria de Imprensa do evento)

 

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EXPOLONDRINA II: Embrapa promove oficinas sobre armazenamento de água no solo

 

expolondrina II 05 04 2019A Embrapa Soja irá promover quatro oficinas sobre Estratégias para armazenar água no solo, nos dias 8, 10, 12 e 13 de abril, das 15h às 16h, na Via Rural - Fazendinha da Emater-PR, que é uma parceria do Instituto Emater, com a Sociedade Rural do Paraná, Instituto Agronômico do Paraná e Universidade Estadual de Londrina.

 

Demonstração- A equipe de manejo da Embrapa Soja irá demostrar em uma trincheira a importância das raízes de braquiária na descompactação do solo e também na melhoria da infiltração de água. Para avaliar como ocorre a taxa de infiltração nos diferentes sistemas de semeadura, a Embrapa utilizará um equipamento denominado infiltrômetro, que simula uma chuva de 300 mm por hora. “Apesar do número ser muito acima de uma chuva de ocorrência natural, esta intensidade de chuva de 300mm é necessária para avaliar o potencial da infiltração do solo de forma mais didática”, explica o engenheiro agrônomo Esmael Lopes dos Santos, da Embrapa Soja.

 

DRES- Durante a oficina será a apresentada a metodologia de Diagnóstico Rápido da Estrutura do Solo (DRES).  O DRES é um método para qualificar a estrutura da camada superficial do solo, baseado em características detectadas visualmente em amostras dos primeiros 25 cm. As avaliações nas amostras constam da observação de tamanho e forma dos agregados e torrões, presença ou não de feições de compactação ou outra modalidade de degradação do solo, forma e orientação das fissurações, rugosidade das faces de ruptura, resistência à ruptura, distribuição e aspecto do sistema radicular, e evidências de atividade biológica. 

 

Resultados- A oficina também prevê divulgar os resultados de avaliação de infiltração de água no solo e DRES em propriedades agrícolas do norte do Paraná, realizadas na safra 2018/19. Serão apresentadas ainda alternativas e estratégias de manejo que podem potencializar o armazenamento de água no solo. Desta forma, serão demonstradas culturas como a braquiária, o milheto e o sorgo como alternativa na diversificação de culturas para melhoria da estrutura do solo. 

 

Inscrições- As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site da Expo Londrina https://expolondrina.com.br/agenda. (Assessoria de Imprensa da Embrapa Soja)

 

SERVIÇO

Estratégias para armazenar água no solo

Data: dias 8, 10, 12 e 13 de abril

Horário: 15h às 16h 

Local: Via Rural - Fazendinha da Emater

Inscrições: site da Expo Londrina https://expolondrina.com.br/agenda

 

BIOESTE: Projeto apresenta resultados de pesquisas com eucaliptos para geração de energia

 

bioeste 05 04 2019Na próxima quarta-feira (10/04), acontece em Palotina/PR, o dia de campo “Plantios com diferentes cultivares de eucalipto para energia no Oeste do Paraná”. O evento começa no auditório da Universidade C.Vale, com palestras sobre resultados de pesquisa, e segue para a Fazenda Piquiri, onde os participantes vão visitar os testes com diferentes cultivares de eucalipto.

 

Temas- As palestras vão abordar “Características comportamentais de diversas cultivares de eucalipto no Oeste do Paraná”, com André Ricardo Angonese, da Florestal Ouro Verde, e “Produtividade de plantios de eucalipto em testes experimentais da C.Vale”, com Guilherme de Castro Andrade, da Embrapa Florestas.

 

Confirmação de presença- Interessados devem confirmar presença, enviando nome completo e número de RG para o e-mail florestas.eventos@embrapa.br.

 

Promoção- O dia de campo faz parte do Projeto Bioeste Florestas, com realização da Embrapa Florestas, Itaipu Binacional, CIBiogás e Cooperativa Agroindustrial C. Vale e apoio da Associação de Engenheiros Florestais do Oeste e Sudoeste do Paraná.

 

Bases- O projeto Bioeste foi criado para dar bases mais sólidas ao plantio de árvores para a produção de energia no Oeste do Paraná. A região tem importância estratégica na produção de grãos e de proteína animal. Estas cadeias produtivas necessitam de biomassa florestal para energia térmica, seja na secagem de grãos, nas caldeiras das agroindústrias, no aquecimento de aviários ou em outras atividades do agronegócio. Essa demanda por biomassa de madeira contrasta com a baixa tradição da região em plantios florestais com fins produtivos e ganha importância com o déficit dessa biomassa, que aumenta na mesma medida do crescimento do setor agroindustrial local. (Assessoria de Imprensa da Embrapa Florestas)

 

SERVIÇO

Dia de Campo “Plantios com diferentes cultivares de eucalipto para energia no Oeste do Paraná”

Data: 10/04/2019 (quarta-feira) 

Horário: 8h às 12h30

Locais:

8h - Universidade da C.Vale (Av Shirley Saurin, s/n – Bairro Ouro Verde, Palotina, PR)

Após o intervalo: Fazenda Piquiri

Mais informações e inscrições:  florestas.eventos@embrapa.br

 

EXECUTIVO FEDERAL: Governo prepara 'janela regulatória' para melhorar ambiente de negócios

 

executivo federal 05 04 2019O governo prepara um decreto para estabelecer que os órgãos federais só poderão editar normas uma ou duas vezes por mês. A chamada "janela regulatória" visa dar maior previsibilidade para o ambiente de negócios no Brasil, reduzindo um dos custos empresariais que é o de ter que acompanhar as constantes mudanças de normativos de órgãos como agências reguladoras, Inmetro e Anvisa.

 

Pacote - A medida faz parte de um pacote de ações que a equipe econômica tem trabalhado para melhorar as condições da economia brasileira. Nesse sentido, os técnicos do governo também voltaram a discutir a revisão da NR-12 (Norma Regulatória 12) editada pelo antigo Ministério do Trabalho e que há anos tem sido alvo de críticas do empresariado industrial. A NR-12 estabelece regras específicas relativas à segurança do trabalho envolvendo máquinas e equipamentos que, na visão da indústria, têm inviabilizado ou encarecido muitas operações no Brasil.

 

Legislação mais flexível - A ideia é em até três meses produzir uma legislação mais flexível e que dê menos discricionariedade aos auditores fiscais do Trabalho, responsáveis por acompanhar o cumprimento da norma. A queixa da indústria é que a disparidade de interpretações e uma postura mais rígida do que a verificada em países com legislação bem rigorosa para produção de bens de capital, como a Alemanha. Outras normas relativas ao mercado de trabalho serão futuramente revistas pelo governo, mas a prioridade nesse flanco é a NR-12.

 

Experiência preliminar - No caso da chamada "janela regulatória", uma experiência preliminar já deve ser implantada em breve pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), cujas Resoluções de Diretoria Colegiada (RDC) deverão ser publicadas uma vez por semana. Posteriormente, quando o decreto mais geral for publicado, a Anvisa terá que se adaptar a periodicidade a ser definida pelo presidente da República.

 

Iniciativas positivas - O vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) José Ricardo Roriz Coelho avalia que as iniciativas são positivas para melhorar o ambiente de negócios, mas pondera que o pacote de ações em preparação não servirá para impulsionar a atividade econômica.

 

Importante - "As medidas são importantíssimas para o dia a dia das empresas, mas não vão fazer a economia crescer. Para isso, é preciso medidas concretas para estimular a retomada do investimento e do emprego", disse Roriz, ressaltando que é preciso atuar, por exemplo, na redução da taxa básica de juros da economia, que está muito próxima da neutralidade.

 

Preocupação - Aida Becker, que já coordenou a comissão tripartite (governo, empresas e trabalhadores) que trata da NR-12, disse que o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait) vê com preocupação "essa ansiedade de se desburocratizar e reduzir o tamanho das normas". Ela ressalta que as regras não foram colocadas "levianamente" e é preciso cuidar para não se perder a segurança do trabalhador.

 

Argumento - A auditora explicou que o argumento de que a máquina foi feita em um país com elevado grau de segurança não pode ser isolado do ambiente em que ela será usada, que muitas vezes é diferente e pior do que o país de origem do equipamento. (Valor Econômico)

 

ANTT: Agência publica estudo com nova metodologia para cálculo de frete

 

antt 05 04 2019A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) publicou em seu site o trabalho feito pela

EsalqLog/USP que estabelece as bases para uma nova metodologia de cálculo para tabelamento de preços mínimos de fretes rodoviários no país.

 

Contribuições - Contribuições públicas poderão ser feitas a partir de 9 e encontros presenciais serão realizados em cinco capitais brasileiras (Belém- PA, Recife-PE, São Paulo-SP, Porto Alegre-RS e Brasília-DF) durante todo este mês.

 

Preços médios - O trabalho leva em consideração os preços médios praticados antes e após a Lei nº 13.703, de 8 de agosto de 2018, que estabeleceu a tabela, além de reajustes de combustível, inflação e custos para os transportadores em diferentes rotas e tipos de carga.

 

Parâmetros - Foram publicados parâmetros para carga geral, perigosa, sólida a granel, líquida a granel, líquida e perigosa a granel, sólida e perigosa a granel, frigorificada, frigorificada perigosa, neogranel, conteinerizada e conteinerizada perigosa.

 

Pisos mínimos regionais - O estudo sugere inicialmente pisos mínimos regionalizados, inclusão de novos tipos de carga, utilização do conceito frete/peso - em vez de frete/volume -, inclusão de custos fixos relacionados ao transporte de cargas perigosas e conceito de função liner em vez de faixas de distância.

Acesso - O documento completo e o link para a consulta pública estão disponíveis em: 

https://participantt.antt.gov.br/Site/AudienciaPublica/VisualizarAvisoAudienciaPublica.aspx?CodigoAudiencia=378(Valor Econômico)

 

BIRD: Banco Mundial vê crescimento menor na AL e aumento da pobreza no Brasil

 

bird 05 04 2019O Banco Mundial cortou a previsão de crescimento da América Latina de 1,7% para 0,9% em 2019 (1,9% caso excluída a Venezuela) e afirmou que o baixo avanço na região pode gerar retrocessos em indicadores sociais. Os analistas afirmam que momentos de piora na atividade afetam números como os de emprego, mas que políticas redistributivas podem atuar para limitar o agravamento da pobreza em momentos de crise.

 

Relatório - Os números estão no relatório "Efeitos dos Ciclos Econômicos nos Indicadores Sociais da América Latina e Caribe: Quando os Sonhos Encontram a Realidade", que diz não ser "surpresa" uma eventual piora em indicadores sociais dado o desempenho "medíocre" da região.

 

Brasil - No caso do Brasil, a estimativa de crescimento foi mantida em 2,2% para 2019 e melhorada de 2,4% para 2,5% para 2020. As previsões anteriores foram feitas em janeiro. O avanço estimado para este ano está melhor do que pares como México (1,7%), mas abaixo de vizinhos como a Colômbia (3,3%). Na região, têm previsão de queda no PIB Argentina (menos 1,3%) e Venezuela (menos 25%).

 

Indicadores de pobreza - Ainda assim, os analistas ressaltam que o Brasil registrou um aumento em indicadores de pobreza entre 2014 e 2017 após uma "década de ouro" de 2003 a 2013. "O recente aumento da pobreza no Brasil, como resultado da recessão, destaca o importante fato de que o ciclo econômico pode ter repercussões significativas na pobreza", afirmam os analistas.

 

Efeitos cíclicos - Segundo eles, é esperado que períodos de desaceleração ou recessão revertam parte da melhora em indicadores de pobreza e, por isso, é necessário controlar os efeitos cíclicos antes de celebrar os ganhos como permanentes.

 

Direção correta - O relatório afirma que o novo governo está na direção correta ao buscar um "ambicioso" programa de reformas, mas coloca em dúvida a real capacidade de implementação delas. "Se a reforma será aprovada pelo Congresso em sua forma atual, está longe de ser claro. O partido do presidente não tem maioria e precisaria construir coalizões", afirma a instituição.

 

Reformas fiscais - O Banco Mundial diz que as reformas fiscais no Brasil são "essenciais", em especial a da Previdência, hoje o maior encargo fiscal do país - em cerca de 12% do PIB, acima da média de 8% dos países da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE). "Deixando de lado o caso da Venezuela, o caso mais preocupante é o do Brasil, que deverá ter um déficit consolidado de 6,9% do PIB em 2019 e um déficit primário de 1,2% do PIB", afirma.

 

Análise - De forma mais ampla, o relatório buscou analisar quanto a melhora em indicadores sociais está ligada ao caráter transitório de ciclos econômicos favoráveis (no caso brasileiro, impulsionado pela alta das commodities). Foram analisados os níveis de desemprego, de atendimento às necessidades básicas e de pobreza.

 

Conclusão - A conclusão é que alguns indicadores sociais (como o desemprego) estão intimamente ligados ao ciclo econômico e, assim, variam consideravelmente no curto prazo. Enquanto isso, outros - como o de necessidades básicas satisfeitas (que reúne números de moradia, educação e esgoto) e o índice de desenvolvimento - seguem essencialmente a tendência de longo prazo observada no PIB per capita, impulsionado por políticas redistributivas - e, portanto, quase não têm relação com o ciclo de negócios.

 

Políticas redistributivas - Os analistas afirmam que as políticas redistributivas se tornaram mais importantes na redução da pobreza na América Latina desde o início da "década de ouro" e amenizaram o impacto de momentos de crise econômica. "Na prática, as políticas redistributivas atuaram como amortecedores e impediram, por exemplo, uma reversão nos ganhos sociais durante períodos recessivos curtos, como a crise financeira global (2008-2009)", afirmou.

 

Políticas- Mesmo assim, a instituição chama atenção para a necessidade de políticas especificamente voltadas aos momentos de baixa na economia. "Infelizmente, o papel das políticas redistributivas como amortecedores tem sido, na maioria das vezes, uma consequência bem-vinda, mas não intencional, de programas originalmente concebidos para lidar com as condições de pobreza (estruturais) de longo prazo, em vez de suavizar o ciclo econômico", afirmam. "Uma importante lição política é que a região deve desenvolver, além dos programas estruturais existentes, ferramentas de rede de segurança social que possam apoiar os pobres e os mais vulneráveis durante o ciclo de [baixa nos] negócios", diz.

 

Volátil - O estudo reforça que a região da América Latina e Caribe é a mais volátil do mundo nos indicadores, por ser altamente exposta a fatores externos como o preço das commodities, liquidez internacional e instabilidades políticas e institucionais.

 

Sensíveis - Essa característica, afirma o Banco Mundial, explica por que os números sociais da região são mais sensíveis a fatores cíclicos do que os de outros países emergentes. E lembra a situação atual da região, com a forte contração econômica da Argentina, a recuperação "morna" no Brasil após a recessão, o crescimento "anêmico" no México e a "implosão" da Venezuela. (Valor Econômico)

 

SAÚDE I: Ministério vai criar Secretaria de Atenção Primária em Saúde

 

saude I 05 04 2019O secretário executivo do Ministério da Saúde, João Gabbardo, disse nesta quinta-feira (04/04) que a pasta vai passar por mudanças em sua estrutura. Uma das alterações previstas é a criação da chamada Secretaria de Atenção Primária em Saúde. A proposta, segundo ele, já está na Casa Civil, de onde deve sair um decreto que altera a estrutura do ministério.

 

Solicitação - Durante audiência pública na Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados, Gabbardo destacou que a criação da secretaria foi solicitada pelo ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, logo nos primeiros dias após assumir a pasta. A atenção primária corresponde ao atendimento inicial, uma espécie de porta de entrada no Sistema Único de Saúde (SUS).

 

Atenção básica - “Todos sabemos que temos que investir mais no atendimento primário, na atenção básica. Queremos fazer isso nessa gestão do ministério não só com discurso, queremos fazer isso com a prática. E o primeiro indicativo de que isso efetivamente vai receber a atenção necessária é criar a secretaria”, afirmou Gabbardo. (Agência Brasil)

 

SAÚDE II: Governo inicia liberação de preços de medicamento isento de prescrição

 

saude II 05 04 2019O governo iniciou um processo de liberalização dos preços de medicamentos isentos de prescrição médica (MIP). A medida, publicada na resolução número 2 da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), retira a necessidade de fixação de preço-teto para parte dos produtos que as pessoas podem comprar livremente em farmácias, como dipirona e ibuprofeno.

 

Grupos - O texto cria três grupos dentro dos MIPs de forma a garantir um processo de implantação gradual dessa liberalização, reduzindo o risco de alta de preços ao consumidor. Hoje, parte do mercado já tem preço liberado e foi automaticamente inserido no grupo 1, em que não há teto de preços. A autorização para mais medicamentos sem prescrição serem incluídos nesse primeiro grupo e liberados do preço-teto será feita de forma gradual, provavelmente em três lotes, com prazos e quantidades a serem definidos em cerca de duas semanas, quando o comitê executivo da CMED volta a se reunir.

 

Produtos - Hoje o universo de MIPs é de cerca de 3 mil produtos, em um mercado superior a R$ 10 bilhões por ano. A visão do governo é que há concorrência grande na maioria dos produtos desse mercado sem prescrição e que, por isso, não deve haver alta de preços no longo prazo, embora algum impacto no curto prazo possa ser sentido.

 

Liberação generalizada - Apesar de o governo buscar a liberação generalizada, parte dos MIPs deverá ter algum tipo de controle de preços, pelo fato de não terem muita concorrência. Esses casos serão encaixados no grupo 2 - faixa intermerdiária na qual não há limites de preços nas fábricas, mas há teto de valor para o varejo - e no grupo 3, com preço-teto nas duas etapas (fábrica e comércio).

 

Migração - A resolução prevê que os medicamentos poderão migrar de categoria, reduzindo ou elevando sua liberdade de precificação. "Começamos um processo de reconstrução de mercados, promovendo liberalização e, consequentemente, deixando a competição definir preços", disse ao Valor o secretário especial adjunto de Produtividade, Emprego e Competitividade do ministério da Economia, Igor Calvet. "A tendência é de que, sem preço-teto, os preços caiam", disse Calvet. Ele argumenta que a existência de um limite de preço fixado para os produtos acaba puxando o mercado para trabalhar com preços mais próximos desse teto.

 

Curto prazo - Por outro lado, o secretário de Advocacia da Concorrência do Ministério da Economia, César Mattos, explicou que, no curto prazo, pode haver aumento de preços, especialmente em casos nos quais haveria compressão exagerada decorrente de preços fixados inadequadamente. Mas isso, argumenta, provavelmente atrairá mais participantes para o mercado, ensejando maior competição e possível queda em prazo mais longo.

 

Mudança gradual e cautelosa - "Estamos fazendo um processo de mudança gradual e cautelosa para dar mais liberdade ao mercado, para que ele possa fazer o papel que o Estado está fazendo hoje", disse Mattos. Ele garantiu que nos casos em que se percebe risco de aumento forte de preços, o governo manterá os medicamentos nos dois grupos de monitoramento e controle de preços.

 

Medida saudável - O secretário-executivo da CMED, Ricardo Santana, disse que a medida é saudável tanto do ponto de vista econômico como para o consumidor, inserindo-se no processo de desburocratização e maior eficiência regulatória do Estado. Ele destacou que há produtos com cerca de 40 empresas competindo e que os consumidores são atentos e buscarão o melhor preço.

 

Monitoramento - Ele ressaltou que o governo está abrindo mão de parte da regulação, mas vai reforçar o monitoramento dos produtos e coibir movimentos que prejudiquem o consumidor. "A medida dá flexibilidade em relação aos MIP, mas não foge da obrigação de monitorar", disse. Santana explicou que a liberação por lotes ajuda no monitoramento e controle do comportamento das empresas. "Dependendo do comportamento do mercado podemos revogar e redesenhar isso." (Valor Econômico)

 

SAÚDE III: Esforço concentrado amplia combate à febre amarela no Paraná

 

saude III 05 04 2019O esforço concentrado feito pela Secretaria de Estado da Saúde e Ministério da Saúde ampliou as ações de combate à febre amarela no Paraná. Nesta quinta-feira (04/04), a Secretaria e o departamento de Vigilância de Doenças Transmissíveis do Ministério concluíram as ações de campo. Desde o dia 25 de março, as equipes de técnicos fizeram reuniões de alinhamento e, na sequência, percorreram áreas rurais, matas e reservas ecológicas dos municípios de São José dos Pinhais, Castro, Ponta Grossa, Jaguariaíva, Tibagi, Piraí do Sul, e Carambeí em uma grande operação para buscar pessoas não vacinadas e macacos contaminados.

 

Entrevistas - Foram realizadas entrevistas em 37 locais com 1.836 pessoas atingidas, com orientações e sensibilização para a vacinação contra a doença. O secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, fez um reconhecimento do trabalho e destacou as equipes do Paraná, do Ministério e dos municípios. “Um esforço concentrado para vacinar as pessoas contra a febre amarela. Este é o momento, o assunto é sério e todos vamos fazer acontecer a vacinação no Paraná”, afirmou.

 

Avanço - “Estamos fazendo de tudo para evitar o avanço da febre amarela em nosso estado. Fizemos um trabalho inédito e um esforço concentrado para o enfrentamento da doença”, informou a superintendente de Atenção à Saúde da Secretaria, Maria Goretti David Lopes.

 

Trabalho - O Ministério da Saúde seguirá com análise dos dados. Durante a investigação no campo as equipes percorreram 1.811 quilômetros em matas fechadas, propriedades rurais e áreas próximas aos municípios. Os técnicos fizeram entrevistas com moradores, coletas de amostras e reconhecimento de macacos e mosquitos transmissores da febre amarela.

 

Boletim semanal - O boletim epidemiológico semanal divulgado nesta quinta-feira pela Secretaria da Saúde apresenta mais um caso da doença, aumentando para 14 o número de casos confirmados, contra 13 na semana anterior. Seguem em investigação 85 ocorrências e 202 já foram descartadas.

 

Notificação - O caso confirmado esta semana foi notificado em Paranaguá e a pessoa contraiu a febre amarela no próprio município. Os outros municípios com casos confirmados são Antonina, Morretes, Adrianópolis, Campina Grande do Sul, Curitiba, Piraquara e São José dos Pinhais.

 

Confirmadas - Até o momento foram confirmadas 5 epizootias em Antonina, Morretes, Paranaguá e São José do Pinhais e Castro e 27 estão em investigação.

 

Vacina - O secretário Beto Preto, reforça mais uma vez a importância da vacina contra a doença. “É a forma mais eficaz de proteção e está disponível em todas as unidades de Saúde do Paraná. Todos com idade entre 9 meses e 59 anos devem ser vacinados. O Paraná informa os números com muita transparência pois está realizando ações de combate e de intensificação da vacinação em todos os municípios do Estado”, afirma o secretário. (Agência de Notícias do Paraná)

 


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