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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4548 | 03 de Abril de 2019

VISITA: Cofundador do HSM conhece o Sistema Ocepar

 

José Salibi Neto, cofundador da maior empresa de educação executiva do país, HSM, esteve na tarde desta terça-feira (03/04), na sede do Sistema Ocepar, acompanhado por Rogério Mainardes. Referência no Brasil quando o assunto é sobre gestão contemporânea, Salibi esteve em Curitiba participando de um evento comemorativo dos 70 anos do Sindicato das Escolas Particulares (Sinepe/PR), onde realizou palestra sobre o tema do livro: “Gestão do Amanhã”, escrito em parceria com seu sócio, Sandro Magaldi e que já vendeu mais de 40 mil exemplares. 

 

Cenário atual - “Vivemos num mundo muito ágil, com muitas criações, rupturas e invenções que fazem com que você pense totalmente diferente sobre a gestão de uma empresa. A questão é que, se você não perceber estes movimentos, as coisas acontecem e, de repente, o seu negócio pode evaporar”, disse. Ele doou para a biblioteca do Sistema Ocepar o livro: “O novo código da cultura: Transformação organizacional na gestão do amanhã”, entregue para o superintendente da Fecoopar, Nelson Costa.

 

Pensadores - Salibi conviveu e trabalhou por mais de duas décadas com grandes nomes e pensadores da gestão, como Peter Drucker, Jack Welch, Michael Porter, Philip Kotler, Bill Clinton, Tony Blair, Al Gore e Rudolph Giuliani. Em sua autobiografia, o renomado Philip Kotler — considerado o pai do Marketing —, dedica um capítulo inteiro ao trabalho de Salibi. Ele o chamou de “empresário extraordinário”. O executivo veio conhecer o Sistema Ocepar e disse que tem uma admiração pela forma de atuação das cooperativas paranaenses. Ele se colocou a disposição do setor para contribuir com ideias para a melhoria da gestão. Falou sobre a dificuldade que as empresas têm em implantar processos digitais e que é necessário, antes, realizar um trabalho de mudança de cultura, para depois implementar essas inovações.

 

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GETEC: Informe mostra evolução de recursos captados pelo crédito rural

recursos destaque 03 04 2019A Gerência de Desenvolvimento Técnico do Sistema Ocepar (Getec) está lançando o Informe de Crédito Rural, elaborado com base em dados do Banco Central do Brasil (BC) e que será divulgado todo início do mês, com um balanço sobre o total de recursos aplicados por meio das linhas de financiamento ofertadas pelo governo federal para o setor agropecuário.

Valores - Nesta edição constam os valores das safras 2017/2018 e 2018/2019, por origem. No ciclo atual, por exemplo, já foram aplicados R$ 130,2 bilhões, no período de julho de 2018 e março de 2019, segundo o BC, dos quais 28% originários da poupança rural, 25% outras fontes, 17% recursos obrigatórios, 11% recursos com taxas livres, 10% fundos e 9% LCA (Letras de Crédito do Agronegócio) com taxa favorecida. No comparativo com a safra passada, chama a atenção a mudança em relação à origem dos recursos pois, do total de R$ 168,7 bilhões referentes ao ciclo 2017/18, 32% foi originário dos recursos obrigatórios, 24% da poupança rural e 11% de outras fontes.

Cooperativas - O informe traz ainda o montante destinado às cooperativas desde a safra 2015/2016, com o total do Brasil e do Paraná, divididos em custeio, investimento, comercialização e industrialização. Neste intervalo, as somas contabilizadas pelo cooperativismo paranaense foram de R$ 11,48 bilhões (2015/16), R$ 11,22 bilhões (2016/17), R$ 9,94 bilhões (2017/18) e R$ 5,97 bilhões (acumulado de julho de 2018 até março de 2019). O boletim mostra também a evolução mensal dos recursos aplicados no crédito rural neste mesmo período. Clique aqui para conferir na íntegra o conteúdo.

Informações - Para mais informações ou sugestões, entre em contato com Maiko Zanella (maiko.zanella@sistemaocepar.coop.br / 41 3200-1115) ou com Jessica Costa (jessica.costa@sistemaocepar.coop.br / 41 3200-1133).

 

RECEITA FEDERAL: Divulgadas orientações sobre recolhimento da contribuição do Produtor Rural Pessoa Física

receita federal 03 04 2019O Produtor Rural Pessoa Física (PRPF) que, a partir de janeiro de 2019, optar por contribuir sobre a folha de pagamento, nos termos do art. 22, incisos I e II da Lei nº 8.212/91, deverá:

  1. Informar no eSocial as remunerações pagas, devidas ou creditadas aos seus segurados empregados e trabalhadores avulsos. As contribuições devidas, incidentes sobre estas remunerações, serão recolhidas em DARF gerado na DCTFWeb;
  2. Recolher, em relação a comercialização da sua produção, as contribuições devidas para o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR), por meio de Guia da Previdência Social (GPS*) avulsa, com o código 2712 (Comercialização da Produção Rural - CEI - Pagamento exclusivo para Outras Entidades-SENAR) que não serão calculadas pelo eSocial.

Adquirente - O  Adquirente de Produção Rural Pessoa Física (APRPF), em relação a produção rural adquirida do PRPF, preencherá a GPS com o código 2615 (Comercialização da Produção Rural - CNPJ - Pagamento exclusivo para Outras Entidades -SENAR).

Obrigação - Persiste a obrigação do APRPF e do PRPF de informar no eSocial, respectivamente, os eventos S-1250 e S-1260, inclusive aquelas relativas a aquisição e comercialização da produção. (Receita Federal)

(*) As GPS serão geradas no Sistema de Acréscimos Legais (SAL), disponível no sítio da Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil (RFB), no endereço http://sal.receita.fazenda.gov.br/PortalSalInternet/faces/pages/index.xhtml conforme ADE CODAC nº 01, de 28 de Janeiro de 2019.

 

INTERCOOPERAÇÃO: Coamo e Cocamar firmam parceria para esmagamento de soja

A diretoria da Coamo Agroindustrial Cooperativa recebeu, no dia 28 de março, na sua sede, em Campo Mourão (PR), diretores da Cocamar Cooperativa Agroindustrial para formalizar a continuação de uma parceria de esmagamento de soja, que já vem sendo mantida há mais de 20 anos. O contrato foi assinado pelo presidente da Coamo, José Aroldo Gallassini e pelo presidente-executivo da Cocamar, Divanir Higino da Silva. Também participaram da solenidade, superintendentes e gerentes das duas cooperativas.

Intercooperação - O presidente da Coamo ressalta a importância da intercooperação, que é um dos princípios do cooperativismo. “A nossa parceria com a Cocamar já vem de vários anos no esmagamento de soja, refino de óleo de soja, torrefação de café e nos insumos. É uma maneira de diminuirmos os custos com a maximização das estruturas existentes e com isso as duas cooperativas melhoram seus resultados, adiam investimentos e disponibilizando recursos para investir no aumento da produção”, comenta Gallassini.

Importância - Por sua vez, a diretoria da Cocamar enfatizou a importância da parceria com a Coamo, que já vem de longa data e abrange diversas áreas de negócios das cooperativas. “Para nós da Cocamar ter parceiros do porte e relevância da Coamo é a confirmação da importância do trabalho que vem sendo realizado na busca da eficiência industrial e da qualidade dos produtos e serviços, mostrando que estamos no caminho certo. (Imprensa Coamo)

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LEGISLATIVO: Parlamentares conhecem mais sobre o cooperativismo de saúde

 

legislativo 03 04 2019O cooperativismo brasileiro de saúde é o maior do mundo. As cooperativas médicas e odontológicas asseguram atendimento a mais de 30 milhões de pessoas, em mais de 85% do território brasileiro, onde mais de 350 mil postos de trabalho e emprego são gerados e mantidos.

 

Apresentação - Os números foram apresentados a parlamentares do Congresso Nacional, nesta terça-feira (02/04), por integrantes da Coordenação Colegiada do Ramo Saúde, pelo presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, e pelo superintendente, Renato Nobile. Os dados surpreenderam o senador Nelsinho Trad (MS), que coordena as demandas do Ramo Saúde na Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) e o deputado federal Evair de Melo (ES), que preside a Frente.

 

Compromisso - Nelsinho Trad, que conhece de perto o cooperativismo por ter feito parte de uma cooperativa médica, fez questão de reafirmar seu compromisso com o cooperativismo de saúde. "Vou defender o cooperativismo com muito entusiasmo! Porque acredito que esse é o caminho do futuro!"

 

Necessidade de avanço - A reunião ocorreu no gabinete do senador e teve um caráter de aproximação entre aqueles que defendem os interesses das cooperativas no Congresso Nacional e suas diversas instâncias de representação no país. As lideranças debateram a necessidade de se avançar em questões relacionadas ao financiamento da saúde no Brasil, às mudanças no modelo assistencial e de remuneração, à qualificação contínua da regulação da saúde suplementar e ao reconhecimento efetivo do Sistema OCB como interlocutor importante no setor de saúde brasileiro.

 

Coordenação - A Coordenação Colegiada do Ramo Saúde é composta pelos presidentes Orestes Pullin (Unimed do Brasil), José Alves (Uniodonto do Brasil) e Eudes Magalhães, presidente da Confederação Brasileira das Cooperativas Médicas (Confemed), que não pode comparecer. A reunião contou ainda com a presença de Alexandre Ruschi (Central Nacional Unimed) e do diretor da Unimed do Brasil, Valdmario Rodrigues.

 

Pautas prioritárias - Dentre as principais demandas do cooperativismo de saúde encontram-se as seguintes:

- Possibilidade de realização de parcerias público-privadas com governos (assunto bastante debatido durante a reunião);

- Criação de linhas de crédito e financiamento junto ao BNDES;

- Participar do Conselho Nacional de Saúde e de outras câmaras e conselhos com as quais o sistema cooperativo possa contribuir e debater;

- Revisão de normativos.

(Informe OCB)

 

UNIMED PONTA GROSSA: Com nova torre, Hospital Geral busca autossuficiência na prestação de serviços

 

Na última sexta-feira (29/03), a Unimed Ponta Grossa inaugurou a nova torre do Hospital Geral Unimed, a Torre II, que faz parte da ampliação dos serviços próprios da cooperativa. O evento contou com a presença de mais de 140 convidados, incluindo autoridades, médicos, colaboradores e dirigentes de outras Unimeds do Paraná.

 

Estrutura - O prédio conta com mais de 2.500 metros quadrados e abriga a unificação do bloco cirúrgico, com a unidade de Hemodinâmica, centro cirúrgico e central de materiais esterilizados (CME) funcionando no mesmo andar. O espaço ainda vai receber o novo Unimed 24 Horas para atendimentos de urgência emergência, previsto para este fim de semana.

 

Referência - De acordo com Paulo Roberto Fernandes Faria, presidente da Federação das Unimeds do Paraná, o HGU tornou-se referência em serviços próprios no estado. “Hoje, a melhor estrutura de recursos próprios do Paraná, a melhor estrutura para enfrentar uma concorrência muito mais profissionalizada, muito mais capitalizada, é a da Unimed Ponta Grossa, a qual as demais Unimeds irão utilizar como benchmarking. Esse empreendedorismo cria um outro ambiente unimediano pro estado, pois torna evidente, em Ponta Grossa, qual o conceito do Sistema Unimed, qual a integração que a cooperativa daqui tem nos Campos Gerais e o quanto vai trazer de melhoria na qualidade assistencial pra toda a comunidade”.

 

Relevância - Durante discurso, a vice-prefeita de Ponta Grossa, Elizabeth Schmidt, citou a relevância da atuação da cooperativa na prestação de serviços de saúde no município. “A cidade até hoje continua recebendo pessoas de muitos lugares, que vêm prospectar mercados, estudar, conhecer, viver, trabalhar, fazer tratamento de saúde. Essa nova torre é um espaço físico que possibilita um atendimento de qualidade e eficiência a toda prova. Acima de tudo, um atendimento humanizado, onde o paciente tem, neste complexo, serviços concentrados para atende-las e, o mais importante, temos aqui a inteligência cientifica da medicina e da saúde atuando neste espaço”.

 

Desfecho - O planejamento da nova estrutura surgiu com o desfecho do imbróglio judicial entre a cooperativa e a Associação de Proteção à Maternidade e à Infância (AMPI), no início de 2017. Segundo Rafael Francisco dos Santos, presidente da Unimed Ponta Grossa, já no fim de 2016, o investimento no hospital havia sido aprovado em assembleia. “Os cooperados decidiram ampliar o HGU e dar a tão sonhada autossuficiência pro hospital. Então, tínhamos a missão de planejar, realizar e executar o empreendimento sem que os mais de 12 mil atendimentos que fazemos ao longo do ano fossem interrompidos”, ressaltou.

 

Foco - A autossuficiência dos serviços já vem sendo o foco nos últimos anos. A intensificação dos investimentos nos recursos próprios iniciou em 2017, quando a cooperativa abriu laboratório próprio de análises clínicas. De lá pra cá, já foram mais R$ 20 milhões investidos em estrutura própria, com a abertura de mais dois postos de coleta, a implantação de uma UTI neonatal e pediátrica e a reforma do centro de diagnóstico por imagem, que passou a oferecer o exame de ressonância magnética.

 

Caminho certo - “Conseguimos todas essas realizações sem desestabilizar a saúde financeira da cooperativa, sem fazer chamada de capital. Esses nossos resultados confirmam que estamos no caminho certo. O caminho da verticalização, o caminho da autossuficiência, tem permitido q a Unimed Ponta Grossa possa oferecer atendimento de excelência aos mais de 90 mil beneficiários do sistema que residem aqui na região”, discursou o presidente.

 

Crescimento - Nos últimos dois anos, a cooperativa atingiu crescimento de 15,6% em número de vidas. Segundo Santos, em um cenário em que o mercado de saúde suplementar perdeu cerca de 3 milhões de beneficiários no mesmo período e que o PIB nacional cresceu 1% no ano passado, os números da Unimed são favoráveis não somente para a cooperativa, mas para a saúde suplementar local. 

 

Reconhecimento - “Interpretamos esse resultado sabendo que a comunidade reconhece o trabalho realizados pela Unimed PG. A maioria dos clientes que foram incorporados na nossa carteira abriu mão de usar a rede credenciada, optando por utilizar exclusivamente os serviços próprios. Esses números alcançados e essa entrega que fazemos à comunidade dos Campos Gerais eleva o padrão do atendimento médico-hospitalar que prestamos. Desoneramos, ainda, o sistema público, criamos emprego, geramos renda e geramos impostos e tributos para a região”.

 

Migração - No próximo fim de semana (06/04), está prevista a migração do Unimed 24 Horas para o novo prédio, no qual será distribuído em dois andares e contará com uma organização diferenciada de atendimento, com o objetivo de diminuir o tempo de estadia de paciente não-graves no hospital, possibilitando assim uma melhor assistência para pacientes graves. (Imprensa Unimed Ponta Grossa)

 

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UNIMED LONDRINA: Corrida diurna Unimed Inspira 2019 reúne quase duas mil pessoas no Lago Igapó

 

unimed londrina 03 04 2019A Etapa Day das Corridas Unimed Inspira 2019 foi realizada no último domingo (31/03), no aterro do Lago Igapó, zona sul de Londrina (PR). Segundo os organizadores, nesta edição o evento registrou 1.700 inscritos e atraiu em torno de duas mil pessoas para o local. Além das provas de corridas (4 km e 8 km), caminhada (2,7 km), cãominhada (2,7 km) e corrida kids (500 m), o público contou com atividades de saúde e bem-estar gratuitamente.

 

Ganhadoras - Na corrida de 4 km, categoria feminina, as ganhadoras foram Drielly Aparecida Nunes de Souza (1º lugar), Gisele Andressa Gabriel Gonçalves (2° lugar) e Sayuri Shibao (3º lugar). Na categoria masculina, Everton Pereira da Silva (1º lugar), Marcelo Junior (2º lugar) e Francisco de Assis Manoel (3º lugar) tiveram o melhor desempenho.

 

8 km - No percurso de 8 km, as corredoras Angelica Pronsati (1º lugar), Keroly Cristiane Achilles (2º lugar) e Cristiane Rodrigues de Almeida (3º lugar) garantiram o pódio. Já no masculino, Carlos Henrique de Souza (1º lugar), Claudio da Silva (2º lugar) e Daniel Nascimento de Melo Santos (3º lugar) foram os três melhores colocados.

 

Incentivo - Dayane Cristine Dias, monitora do serviço de atendimento da Unimed Londrina, participou do percurso de 4 km e sentiu que a corrida foi um incentivo para que ela continuasse treinando e tendo uma vida mais saudável. “A corrida foi uma oportunidade de superar meus próprios limites. Eu achei que não conseguiria finalizar a prova”, confessa. 

 

Realização - A técnica de enfermagem, Daniele Maria Pereira, concluiu a corrida pela primeira vez e se sentiu realizada. “Foi uma superação! Participei da Etapa Night no ano passado e não consegui concluir a prova. Desta vez, finalizei os 4 km. Tive muita ajuda do pessoal e do meu pai, que correu comigo”, ressalta. 

 

Afel - Pelo segundo ano consecutivo, membros da Associação das Famílias Especiais de Londrina (Afel) participaram da corrida. Eles fizeram a largada inclusiva às 07h45.

 

Edição noturna - A edição noturna das Corridas Unimed Inspira 2019 será realizada no dia 24 de agosto, no Mercadão da Prochet. (Imprensa Unimed Londrina)

 

SICOOB UNICOOB: Central reconhece colaboradores voluntários do Instituto Sicoob por ação em 2018

 

Oito colaboradores da Central Sicoob Unicoob foram surpreendidos quando receberam, no meio do expediente, a visita de uma equipe formada pelo diretor-presidente, Marino Delgado, pela gerente da Unidade de Desenvolvimento Cooperativo, Júlia Fagan, e pelo analista de Recursos Humanos do Sicoob Unicoob e Pessoa de Apoio Estratégico (PAE) do Instituto Sicoob, Éllis Martineli Neto, que foram pessoalmente entregar um kit de reconhecimento aos colaboradores.

 

Homenagem - A visita e entrega dos kits fez parte de uma ação que tinha como objetivo homenagear os colaboradores que participaram como voluntários da Clínica Financeira, realizada na Semana Enef de 2018. 

 

Etapas - Para poder ser, de fato, um voluntário e atuar na Clínica Financeira, todos esses colaboradores passaram por várias etapas, entre elas, o preenchimento do termo de voluntariado, conclusão do curso online do Programa de Voluntários, disponível na plataforma Sicoob Universidade, além de treinamentos e capacitações sobre Cidadania Financeira. 

 

Papel - A analista de Crédito Rural da Central Sicoob Unicoob, Francieli Dal Pizzol, destaca que receber a homenagem é uma forma de entender que ela está conseguindo cumprir corretamente o papel. “Ser voluntária é doar-se um pouco para a comunidade, pensar no outro e no que podemos fazer para ajudar. Conseguir transformar vidas por meio de pequenos gestos é o verdadeiro retorno, mas ao receber esse reconhecimento também me senti honrada, valorizada e com a sensação de dever cumprido.”

 

Satisfação - Éllis Martineli Neto, analista de Recursos Humanos do Sicoob Unicoob e Pessoa de Apoio Estratégico (PAE) do Instituto Sicoob, concorda que o maior reconhecimento para cada voluntário é a própria satisfação em ajudar, mas que a ação é uma pequena forma de se valorizar o esforço e empenho de cada colaborador que se dedica ao voluntariado. “O trabalho voluntário é capaz de gerar um tipo de satisfação interior particular. Por isso, a entrega desse kit é uma simples homenagem, porque o verdadeiro reconhecimento, na verdade, é a satisfação gerada no interior de cada um ao ajudar as pessoas de alguma forma”, explica.

 

Itens - O kit que cada colaborador recebeu era formado por uma carta de agradecimento, certificado, “testeira” para monitor e cordão de crachá do Programa Voluntário Transformador.

 

Voluntário Transformador - O Programa Voluntário Transformador foi desenvolvido com o intuito de fazer a gestão do voluntariado no Instituto Sicoob. As ações são coordenadas em um ciclo formado pelas seguintes etapas: sensibilização, formação, adesão, engajamento e reconhecimento. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

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SICOOB MERIDIONAL: Conexão Sicoob impacta mais de mil jovens em Toledo

 

O Conexão Sicoob em Toledo (PR) começou batendo recordes. A programação que teve início no dia 25 de março, com o Open Campus, contou com a presença de mais de 770 jovens. Essa é a maior participação desde que o projeto começou a rodar o Brasil em 2017. Na ocasião, os presentes ouviram palestras sobre Capitalismo Consciente, Cooperativismo Financeiro e Juventude.

 

Energia - A presidente do Conselho de Administração da cooperativa anfitriã, o Sicoob Meridional, Solange Martins, afirma que é muito bom estar com os jovens, além de ser gratificante oferecer essa oportunidade a eles. “É uma energia diferente. Nós, enquanto cooperativa, precisamos nos aproximar, porque eles serão os nossos líderes amanhã. Muitas ideias surgiram durante a semana e queremos tentar cada vez mais difundir o cooperativismo com esse público”, comenta.

 

Workshops - A programação contou com oito workshops em universidades que reuniram cerca de 400 jovens, entre os dias 26 e 29 de março. O diretor Superintendente, Gilberto Albarello, falou sobre a experiência, na qual, segundo ele, foi possível perceber a entrega e a vontade do jovens de conhecer algo novo. “É isso que o Conexão traz, a filosofia da cooperação e do bem através do cooperativismo”, ressalta. 

 

Laboratório - Fechando a agenda, foi realizado um laboratório de inovação em que jovens pré-selecionados tiveram como missão apresentar soluções inovadoras e criativas para o desafio proposto pela cooperativa local, o Sicoob Meridional. O grupo que se destacou recebeu prêmios individuais de R$ 500 em poupança.

 

Expectativas superadas - Para o estudante de economia, Victor Ramiro Borges, integrante do grupo vencedor, a experiência foi muito boa e superou todas as expectativas. “Eu esperava algo totalmente diferente, mas foi muito melhor. Eu vou levar várias coisas que aprendi aqui para a minha vida”, explica.

 

Surpreendente - “Foi surpreendente. Além disso, me fez pensar que quando eu era pequena, as pessoas me perguntavam o que eu queria ser quando crescer e eu respondia grande. Isso não fazia sentido, porque todos esperavam que eu falasse uma profissão. Mas durante o Conexão, eu percebi que dá sim para ser grande, porque durante o evento, eu me senti grande”, relata a estudante de Agronomia, Camila Portela, que também participou do grupo vencedor. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

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SICREDI ALIANÇA: Campanha “Vem investir e ganhar” vai sortear dois carros 0 quilômetros e prêmios em dinheiro

 

A Sicredi Aliança PR/SP iniciou na segunda-feira (01/04) a campanha “Vem investir e ganhar”. A promoção que tem como foco o depósito a prazo, vai sortear até outubro R$230 mil em premiações, incluindo três sorteios mensais de R$5 mil e dois carros 0 km: um Ford KA SE e um Jeep Compass, sendo a maior campanha da história da cooperativa.

 

Números da sorte - Ao participar, o associado ganha números da sorte. Cada R$100 aplicados dão direto a um número da sorte. Se aplicados em até 06 meses: 1 número da sorte. Se aplicados entre 06 e 12 meses: 2 números da sorte. Se aplicados entre 12 e 24 meses: 3 números da sorte e se aplicados a partir de 24 meses: 4 números da sorte. A promoção vale para todos os associados da Sicredi Aliança PR/SP – pessoa física e pessoa jurídica -, tanto no Paraná quanto em São Paulo. Para conferir os números, basta acessar: https://www.sicredi.com.br/promocao/investireganhar/. 

 

Equilíbrio - Para o diretor de Negócios da Sicredi Aliança PR/SP, Gilson Metz, estas campanhas promovem o equilíbrio entre associados investidores e associados poupadores, e são importantes para a liquidez da cooperativa. “Para podermos realizar os sonhos dos nossos associados através do crédito, precisamos captar recursos. A nossa campanha tem este objetivo de gerar rentabilidade para a cooperativa e para os associados. No ano passado, desenvolvemos uma campanha semelhante e tivemos boas avaliações. Desta vez, aumentamos ainda mais o valor em premiações e esperamos novamente uma boa participação”, disse.

 

Propósito - Segundo o presidente do Conselho de Administração da Sicredi Aliança PR/SP, Adolfo Rudolfo Freitag, a campanha segue o propósito da cooperativa que é agregar renda e melhorar a qualidade de vida das pessoas. “Além do associado investir na nossa cooperativa, em contrapartida ele pode participar de sorteios e concorrer aos prêmios. A captação de recursos é fundamental para que possamos cumprir o nosso papel enquanto cooperativa de crédito e fazer a ‘engrenagem’, que movimenta o círculo virtuoso funcionar. Esta, é agora, a maior campanha da nossa história. Quanto mais o associado participar, mais chances terá de ganhar. Invista no Sicredi e participe”, destacou.

 

Sorteios - Os sorteios ocorrerão nos dias 04/05, 01/06, 06/07, 03/08, 07/09 e 05/10 pela Loteria Federal. No dia 07/09 será sorteado o Ford KA SE e no dia 05/10, o grande prêmio final, o Jeep Compass. (Imprensa Sicredi Aliança PR/SP)

 

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SICREDI UNIÃO: Feirão de carros movimenta R$ 6 mi

 

sicredi uniao 03 04 2019O Feirão Bandeira Verde da Sicredi União PR/SP, em Maringá, superou as expectativas ao movimentar R$ 6 milhões em negócios, sendo que 60% das operações foram à vista. O evento foi realizado na segunda quinzena de março, no Pavilhão Azul do Parque de Exposições Francisco Feio Ribeiro, e reuniu cerca de 2,5 mil pessoas que conferiram mais de 1.000 automóveis de 16 revendas multimarca.

 

Solicitações de financiamento - A gerente de Desenvolvimento de Crédito da Sicredi União PR/SP, Eliane Beton, informa que a instituição financeira cooperativa recebeu 151 solicitações de financiamentos, que juntas almejavam o valor de R$ 3 milhões. “Após análises de crédito foram liberamos pouco mais de R$ 2 milhões em financiamentos, ou seja, 65% de tudo que passou pela nossa mesa de crédito foi aprovado. Sem dúvida, o feirão foi um sucesso”, enfatiza.

 

Primeira vez - Esta foi a primeira vez que a cooperativa promoveu o Feirão Bandeira Verde em Maringá, onde foram disponibilizados veículos leves e utilitários. Eliane explica que a iniciativa faz parte do Projeto de Desenvolvimento de Novos Negócios da instituição financeira cooperativa, que ano passado iniciou parceria com revendas de Maringá e Londrina. A ideia é realizar periodicamente o evento no município.

 

Condições diferenciadas - No Feirão, a Sicredi União PR/SP disponibilizou condições diferenciadas e atrativas de financiamentos para o público em geral. Entre outras vantagens estavam taxas pré-fixadas que figuravam entre as menores do mercado; mesa de análise de crédito no local e pagamentos semestrais para produtores rurais. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

 

COAGRU: Encontro de Jovens tem foco nas oportunidades

As atividades de 2019 com a juventude cooperativista da Coagru tiveram início com a realização, no dia 30 de março, de um encontro que reuniu cerca de 400 jovens nas dependências do Centro de Treinamentos da Coagru, em Ubiratã (PR).

Agradecimento e incentivo - Os diretores Áureo Zamprônio e Cavalini Carvalho estiveram presentes na abertura do evento e acolheram os jovens com palavras de agradecimento e também de incentivo para que se mantenham firmes no propósito de praticar o cooperativismo e aproveitar a determinação e o entusiasmo que são inerentes aos jovens para garantir a sustentabilidade das propriedades e também da cooperativa.

Projeto Lidercoop - Durante o Encontro, foi comentado sobre o Lidercoop, um projeto da cooperativa destinado aos filhos de cooperados, que tem como finalidade a formação da juventude cooperativista através de abordagens direcionadas para o desenvolvimento da liderança, comunicação, empreendedorismo, gestão e agronegócio.

Palestra e entretenimento - O palestrante João Carlos Oliveira teve como missão promover uma reflexão com os jovens sobre o seu papel na sociedade, na família e na cooperativa, também mostrou que muitas oportunidades surgirão durante a caminhada e que com atitude e responsabilidade podemos protagonizar importantes mudanças em nossas vidas. Na sequência, o humorista Juca Bala, figura conhecida do rádio, conquistou o púlbico com a sua irreverência e simplicidade, ele brincou, cantou e se divertiu com os jovens. Ao final do evento foram sorteados alguns brindes para os participantes.

Preparo - Para o diretor Áureo Zamprônio, a cooperativa cumpre seu papel ao trabalhar socialmente com toda a família do cooperante. “O programa de jovens da Coagru tem cumprido esse objetivo ao preparar esta nova geração para os desafios do agronegócio, mas sempre com o foco na filosofia cooperativista. É muito gratificante ver que todo nosso esforço e trabalho têm gerado bons frutos.” (Imprensa Coagru)

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COPAGRIL: Ciclo de Reuniões de Núcleos Cooperativos segue até dia 16

 

O encontro de associados pertencentes à área de abrangência do Núcleo de Porto Mendes marcou o início do ciclo de reuniões dos Núcleos Cooperativos da Copagril, na tarde desta terça-feira (02/04), tendo por local a AACC do distrito.

Trabalhos- O diretor-presidente Ricardo Sílvio Chapla, o diretor vice-presidente Elói Darci Podkowa, e o diretor-secretário Márcio Buss realizaram a condução dos trabalhos, apresentando os temas de maior relevância para o quadro social na atualidade, referentes à cooperativa e que são de interesse dos cooperados.

 

Continuidade - Nesta quarta-feira (03/04) a programação terá seguimento com reunião do Núcleo de Sub-Sede às 09h30, no Centro Comunitário; e às 14 horas na Câmara de Vereadores de São José das Palmeiras. O ciclo de encontros seguirá até o dia 16 de abril (ver imagem abaixo).

 

Novos coordenadores - Um dos momentos importantes das reuniões é o da escolha dos novos coordenadores de núcleos para a gestão 2019-2021. Cada coordenação será composta pelo coordenador, vice-coordenador e secretário, sendo que estes representarão os demais associados perante o Conselho de Administração da Copagril. Os coordenadores de núcleos cooperativos compõem o Conselho Consultivo, colegiado em que são debatidos os principais assuntos da cooperativa visando à tomada de decisões. (Imprensa Copagril)

 

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PISCICULTURA: Líder na produção de pescados, Paraná prevê crescimento de 20%

 

piscicultura 03 04 2019Líder na produção nacional de pescados em cativeiros, Paraná projeta crescimento da ordem de 20% na atividade em 2019. Segundo o Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento, a expectativa é atingir a marca de 170 mil toneladas de carne de peixe. O incremento vem sendo alavancado pela tilápia, que representa 80% do volume total do Estado. 

 

Previsão otimista - “Esta previsão otimista se baseia principalmente no incentivo ao consumo de peixe e também à entrada de novas indústrias no segmento, aumentando a oferta e visibilidade do produto para o consumidor”, aponta o analista de piscicultura do Deral, Edmar Gervásio.

 

Preços - “Com uma maior oferta de proteína oriunda de peixes e um cenário otimista, acreditamos que os preços ao consumidor final devam ficar estáveis e até apresentar um viés de redução, principalmente pelo aumento da competição na gôndola do supermercado”, avalia.

 

Superior - O consumo de peixe no Brasil gira em torno de 10 kg per capita/ano, valor abaixo do que a FAO preconiza como ideal, de 12 kg/ano. “O consumo de pescados vem crescendo ano a ano e em percentuais superiores a outras carnes, como a bovina e de frango, que são as mais consumidas hoje no Brasil”, ressalta Gervásio. 

 

Estimativa - Em 2018, o Deral estima que o Paraná tenha alcançado 140 mil toneladas de pescados produzidas. O levantamento consolidado das informações deve ser divulgado em junho. Se confirmada a expectativa, será um crescimento de aproximadamente 15% em relação a 2017, quando foram contabilizadas 122 mil toneladas.

 

Produtividade - O forte crescimento do setor decorre do incremento na produtividade. “Passou de 4 a 6 toneladas por hectare para uma média em torno de 15-20 ton/ha, chegando a 35-50 ton/ha por ciclo em algumas propriedades em viveiros de terra”, aponta o coordenador regional de aquicultura da Emater de Toledo, Gelson Hein.

 

Tecnologia - “Tudo isso se deve ao incremento em tecnologia de produção com aeração mecânica, alimentadores automáticos, biorremediadores, melhoria da genética dos peixes e melhoria da qualidade das rações fornecidas aos peixes”, cita.

 

Produtor - Claudio Schulz apostou na atividade e vivenciou esse salto na produção de pescados. Em 2002, começou a produzir tilápia orgânica em Maripá, no Oeste. Atraído pela perspectiva de retorno financeiro, em 2006 ele migrou para a tilápia convencional. “No primeiro ano, foram 23 toneladas. Fui aumentando ano a ano. Em 2015, fiz um investimento grande em automatização e ampliei a produção para 65 toneladas. Ano passado, entreguei 79 toneladas”, compara.

 

Aliados - Na propriedade de três alqueires de terra, ele tem 16 mil metros quadrados de lâmina de água, com capacidade para produzir 90 toneladas. A tilápia é vendida para a cooperativa Copisces, de Toledo. “Na questão técnica, a Emater é um dos grandes aliados na ampliação e modernização da criação de tilápia na região, junto com as universidades, como a Unioeste, que têm cursos de Engenharia de Pesca", ressalta.

 

Emater - O Governo do Paraná oferece apoio técnico para o desenvolvimento da piscicultura, principalmente aos agricultores familiares. A Emater - Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural – atua desde o fomento até a consolidação da atividade na propriedade. 

 

Preocupações -“A assistência técnica à criação dos peixes nas propriedades atualmente tem sido o maior foco do nosso trabalho, que tem toda a preocupação com a qualidade da água, fornecimento correto de ração, bem-estar dos peixes e manejo correto dos efluentes e retirada dos peixes dos viveiros”, detalha Gelson Hein, coordenador regional de aquicultura da Emater de Toledo. O instituto oferece desde apoio para comercialização em feiras e pesque-pagues até para instalação de frigoríficos e abatedouros. 

 

Licenciamento ambiental - A Emater também oferece aos produtores o licenciamento ambiental junto ao órgão competente, o que viabiliza acesso a planos de crédito. “Produtores que desejam ampliar ou iniciar a atividade de piscicultura são orientados e também podem fazer seus projetos técnicos e econômicos de viabilidade, além do acompanhamento das obras de implantação na propriedade com nossos técnicos”, orienta Hein.

 

Importância - As atividades de pesca de captura e de criação em cativeiro ainda não representam 1% do Valor Bruto da Produção (VBP) paranaense. Mas têm importância regional para vários municípios no Estado. 60% do VBP e 66% da produção de pescados vêm do Oeste, principalmente das regiões de Toledo e Cascavel, onde a tilápia representa mais de 95% do total. 

 

Pescado marinho - O pescado marinho vem perdendo espaço no VBP em função dos investimentos que estão sendo realizados para a produção de tilápia no Estado. Atualmente, 84% do VBP da atividade do Paraná vem do pescado de água doce e 16% do marinho. A maior parte da produção de peixes é feita em viveiros de terra e uma pequena parte em tanques rede. 

 

Produtividade - No Oeste do Estado, o crescimento dos últimos anos se deve ao aumento da produtividade, fruto dos investimentos em tecnologia, e também à entrada das cooperativas Copacol e C. Vale, que respondem por dois terços do volume produzido na região e continuam em expansão. “Elas trabalham em sistemas de integração, como em suínos e aves, e vislumbram para breve mercados de exportação”, sinaliza Gelson Hein, da Emater. Atualmente, o volume de pescados que o Brasil exporta ainda é inexpressivo. (Agência de Notícias do Paraná)

 

BRASIL: Governo prepara pacote de medidas para destravar economia do País

 

brasil 03 04 2019Com as projeções de crescimento do PIB em queda, o Ministério da Economia prepara um pacote de medidas para aumentar a produtividade, o emprego e tentar destravar a atividade econômica. Previstas para acontecer em 90, 180 e 360 dias, as ações foram formuladas em quatro grandes planos que serão anunciados ao longo de abril: Simplifica, Emprega Mais, Brasil 4.0 e Pró-mercados.

 

Primeiro - O primeiro a sair do forno será o Simplifica, conjunto de 50 medidas para desburocratizar a vida do setor produtivo. Em entrevista ao Estado, o secretário de Produtividade, Emprego e Competitividade, Carlos da Costa, antecipa que o plano foi feito com base na demanda das associações representativas do setor produtivo, ouvidas nesses primeiros 100 dias de governo.

 

Complexidade - “As empresas enfrentam uma série de complexidade e vamos começar um grande processo de simplificação”, diz Costa. “O Brasil poderia estar crescendo mais se não fossem as amarras ao setor produtivo”. 

 

Burocracia - Entre as medidas, está uma completa reformulação do eSocial, formulário digital pelo qual as empresas comunicam ao governo informações relativas aos trabalhadores, como vínculos, contribuições previdenciárias, folha de pagamento, aviso prévio e dados sobre o FGTS.

 

Problemas - Segundo Costa, o eSocial é um sistema extremamente complexo, que hoje demanda muitas horas e atrapalha o dia a dia das empresas. “Imagina um sistema mil vezes mais complexo do que a sua declaração de Imposto de Renda. E as empresas têm de preencher todo mês”, diz Costa. “As empresas não aguentam esse eSocial.”

 

Vales - No Emprega Mais, o governo adotará uma nova estratégia nacional de qualificação de pessoal, que vai usar o modelo conhecido como “vouchers” (vales). Eles serão oferecidos para empresas e trabalhadores investirem na qualificação. Para conceder os vales, o governo vai ouvir a demanda específica de vaga, invertendo a lógica que existe nos programas antigos, como o Pronatec. Como o Estado revelou, auditoria da Controladoria-Geral da União (CGU) apontou que os programas de qualificação profissional bancados pelo antigo Ministério do Trabalho só conseguiram empregar um em cada dez alunos.

 

Financiamento - O financiamento dos vouchers será feito uma parte pelo governo e a outra com recursos que são atualmente direcionados ao Sistema S. O objetivo do governo é, agora, redirecionar os cursos gratuitos que já são oferecidos pelo sistema.

 

FAT - É provável também que seja usado dinheiro do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), responsável pelo pagamento de seguro-desemprego e abono salarial. A avaliação da efetividade desse programa estará relacionada com a empregabilidade e aumento de renda. Se houver aumento de vagas, o governo conseguirá reduzir as despesas do FAT com o seguro-desemprego. O vale poderá ser utilizado em lugares credenciados pelo governo.

 

Meta - A equipe econômica também vai implantar as licitações de cursos com metas de empregabilidade. O edital para a seleção definirá um porcentual de contratação de emprego que as empresas qualificadoras terão de cumprir.

 

Barreira de mercado - No plano Pró-mercados, a ideia é retirar, por meio de mudanças regulatórias, as barreiras ao pleno funcionamento do mercado. “O Brasil é um dos piores países no ranking de barreiras à competição interna”, diz Costa. Entre as áreas escolhidas, ele citou saneamento, medicamentos, óleo e gás, bancos, propriedade de terras e algumas áreas de telecomunicações. No setor farmacêutico, o governo caminha para liberar preços de medicamentos isentos de prescrição nos quais há mais de uma marca.

 

Novos concorrentes - Para Costa, o mercado brasileiro inibe a entrada de novos concorrentes, que veem o controle de preços pelo governo como risco para grandes investimentos. “O Brasil tem excesso de regulamentação”, afirma.

 

Digitalização e modernização - O plano Brasil 4.0 contém medidas para estimular a digitalização e a modernização dos processos de gestão das companhias. O governo vai usar estudos da OCDE para fomentar o uso da tecnologia no dia a dia das empresas e consumidores.

 

Retorno - De acordo com Costa, o retorno do investimento disponível é rápido. “O BNDES já tem linha de crédito, mas as empresas não sabem usar”, diz Costa. Veja os quatro planos e três perguntas para o secretário:

 

Simplifica

Reformulação do e-Social – ajustes técnicos com menos burocracia para reduzir os custos das empresas.

Agilização dos Processo Produtivos Básicos (PPBs) na Zona Franca de Manaus e em outros setores, como os das empresas beneficiadas pela lei de informática.

Ajustes no chamado Bloco K, que é o registro de controle e produção do estoque da indústria.

Criação do Portal Único da Construção – com padronização de um código que poderá ser adotado por municípios.

Janelas regulatórias – As mudanças normativas do Inmetro terão um dia do mês para serem adotada. Hoje, o órgão pode soltar as alterações todos os dias.

Registro Único de Regularidade Fiscal – Hoje, para provar a regularidade é preciso de várias certidões. 

Emprega Mais

Novo Sistema Nacional de Empregos (Sine) com a criação do “Tinder” do emprego e uso de inteligência artificial para rever todos os formulários.

Nova estratégia de qualificação com uso de vales e do sistema de contratação de cursos com metas de empregabilidade.

Pró-mercados

Medidas regulatórias para a retirada das barreiras ao pleno funcionamento do mercado. Entre os setores, estão saneamento, propriedade de terras, óleo e gás, medicamentos, planos de saúde, bancos e áreas de telecomunicações.

Brasil 4.0

Medidas para estimular a digitalização e modernização dos processos de gestão das empresas. A proposta é atender 300 mil empresas. Serão usados indicadores da OCDE e um programa de inovação.

 

Essas medidas já ajudam a melhorar o PIB em 2019? 

Esses quatro planos já terão impacto bastante significativo na atividade ainda este ano. Uma das razões porque a atividade não está voltando com a velocidade adequada é a quantidade de amarras que ainda existe para atividade.

 

Mas as incertezas com o futuro também não travam a economia?

Tem incertezas ainda. Mas nas nossas conversas com o setor produtivo, vemos que elas afetam muito mais grandes empresas, principalmente as multinacionais, do que as pequenas e médias.

 

Por que as previsões de crescimento para 2019 estão caindo muito?

A recuperação poderia estar mais forte se atividade empresarial fosse mais leve. Ainda é difícil fazer negócio do País. Esses quatro planos veem ajudar o ambiente brasileiro de negócios. (O Estado de S.Paulo)

 

SENADO: Orçamento Impositivo para emendas de bancada será votado nesta quarta

 

senado 03 04 2019O relatório da proposta de Emenda à Constituição (PEC 34/2019) que determina a execução obrigatória de emendas de bancadas parlamentares ao Orçamento da União deve ser apresentado nesta quarta-feira (03/04) na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) e deve seguir no mesmo dia para votação em Plenário.

 

Câmara - A matéria foi aprovada em dois turnos na Câmara dos Deputados no final de março e encaminhada ao Senado, onde é relatada pelo senador Esperidião Amin (PP-SC). O senador sinalizou que deve retirar do texto a proposta de alteração do artigo 165 da Constituição.

 

Difícil - “Eu acho que será muito difícil aprovar o texto como ele veio da Câmara. Tem três parágrafos que tentam, na prática, transformar em impositivo o Orçamento como um todo e isso é parlamentarismo. Nós não elegemos um presidente no sistema parlamentarista. A impressão que eu tenho é que as questões relacionadas ao artigo 165 vão provocar muito debate político, e nós estamos no começo de um governo que tem só 90 dias. Então, nesse momento, seria uma ‘pauta-bomba’”, avaliou Esperidião Amin em entrevista à Rádio Senado.

 

Emendas coletivas - O senador, então, vai priorizar a alteração proposta no artigo 166, que trata das emendas coletivas, para ampliar o Orçamento Impositivo. “Esta proposta pretende estender o caráter de impositivo também para as emendas coletivas, ou seja, as de bancadas estaduais. Essas emendas são muito maltratadas pela União, e foi em decorrência disso que foi apresentada esta PEC na Câmara pelo deputado Hélio Leite”, disse.

 

Limite - A execução das emendas se limita a 1% da Receita Corrente Líquida (RCL) do exercício financeiro anterior. A manutenção desse percentual deve ser negociada entre parlamentares e o Executivo. O governo já anunciou o contingenciamento de R$ 29,792 bilhões nas despesas discricionárias (não obrigatórias) do Orçamento deste ano.

 

Particularidade - “Tem mais uma particularidade: se [o orçamento impositivo] for adotado à semelhança da emenda individual, que é de 1,2%, pode haver corte, mas o contingenciamento é linear, ou seja, assim que o governo estabelece um contingenciamento para as outras despesas discricionárias, é aplicado também às emendas individuais. Hoje já é assim. Se não dá para pagar, joga para o próximo ano”, explicou o relator.

 

Aprimoramento - Para o líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), a CCJ deve aprimorar o texto aprovado pela Câmara. Ele defendeu que a execução das emendas de bancada seja feita de forma escalonada, crescendo 0,1 ponto percentual a cada ano. O senador também alertou o Congresso para não criar uma “fábrica de obras inacabadas”.

 

Obras - “Ou seja, o compromisso de que as bancadas repitam as emendas de obras que já tenham sido iniciadas ou obras que se iniciem, para que a bancada, ao repetir essas emendas, possa garantir a conclusão daquela obra que foi definida como prioritária”, explicou Bezerra Coelho.

 

Tramitação acelerada - A expectativa é de que a tramitação da matéria seja rápida no Senado. Por decisão das lideranças, assim que passar na CCJ, o relatório deve ser votado em Plenário logo em seguida, com a dispensa dos cinco dias úteis de interstício, que é o intervalo de tempo necessário entre a votação do primeiro e do segundo turno de uma proposta de emenda à Constituição.

 

Análise - Prevista para ser aprovada com alteração, a PEC volta para a análise da Câmara dos Deputados, conforme entendimento entre os presidentes das Casas legislativas. “Temos um acordo. Mais importante ainda, esperamos que o texto possa representar, acima de tudo, a unidade das duas Casas do Congresso, e uma solução que seja um jogo de "ganha-ganha", ou seja, ganha o país, ganha o Congresso, ganha a responsabilidade fiscal”, resumiu Espiridião Amin.

 

Nota técnica - Estudo da Consultoria de Orçamentos do Senado, que subsidia o relatório na CCJ, destaca os principais pontos da proposta, de forma a oferecer uma visão geral das alterações sugeridas ao texto constitucional e de seus possíveis impactos na elaboração e na execução do Orçamento.

 

Despesas - Entre as conclusões apresentadas, os consultores consideram que a PEC 34/2019 não resulta, necessariamente, em aumento de despesas. Isso porque as emendas parlamentares não são capazes de elevar o montante de despesas do Orçamento, por conta dos cancelamentos que devem ser efetuados em outras programações constantes do projeto do Orçamento para o cumprimento da Emenda Constitucional que estabelece o Teto de Gastos (EC 95/2016).

 

Efeito - Ocorre uma espécie de “efeito-substituição”, com a troca de despesas propostas pelo Executivo por despesas propostas pelo Legislativo. Em resumo, há somente um deslocamento de parcela do poder decisório sobre o Orçamento para um montante fixo de recursos. (Agência Senado)

 

INFRAESTRUTURA: Contingenciamento retira R$ 7 bilhões do orçamento do PAC

 

infraestrutura 03 04 2019O contingenciamento anunciado na sexta-feira (29/03) cortou R$ 7 bilhões em gastos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O limite dessa rubrica, que atinge praticamente todos os ministérios, caiu de R$ 22 bilhões para R$ 15 bilhões. O PAC foi criado no segundo governo Lula como mecanismo para alavancar investimentos públicos, dado que ele poderia ser

deduzido do resultado primário.

 

Total- O orçamento total de investimentos é de R$ 36,2 bilhões para este ano. Com o corte no PAC, cai para a casa de R$ 29 bilhões, mas o volume pode ser ainda menor caso os ministérios optem por reduzir suas despesas em obras não listadas no PAC em vez de reduzir os gastos de custeio administrativo.

 

Previsto- O previsto permitido para que as pastas invistam neste ano representa menos de um terço do verificado no pico de 2014, na série de investimentos divulgada pelo Tesouro e atualizada pelo IPCA. Se o corte for preservado até o fim do ano (a cada bimestre isso é revisto), o limite de R$ 29,2 bilhões representa queda de 46% sobre os R$ 53,9 bilhões investidos no ano passado, em valores atualizados.

 

Aquém- Na equipe econômica, há reconhecimento de que o volume de investimentos públicos está muito aquém da necessidade do país, nem sequer cobrindo metade do valor exigido para repor a depreciação das obras feitas no passado. A aposta, contudo, é avançar em concessões, embora esse processo também ainda esteja bem aquém do que se precisa. Uma fonte da área econômica aponta que hoje a necessidade de investimentos só para cobrir a depreciação seria da ordem de R$ 200 bilhões.

 

Urgência- O diretor-executivo da Instituição Fiscal Independente (IFI), Felipe Salto, disse que a situação do PAC e dos investimentos nesse corte de gastos só mostra a urgência de se encaminhar rapidamente a reforma da Previdência e também de se trabalhar em outros gastos obrigatórios, como o de pessoal.

 

Sacrifício - "Há um sacrifício dos investimentos devido à falta de uma estratégia de política fiscal. Isso não é problema deste governo especificamente. É uma evidência clara de que não haverá ajuste fiscal sem reforma que afete gastos obrigatórios ", disse Salto.

 

Agravamento - Para o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), José Carlos Martins, o bloqueio no PAC deve agravar ainda mais a situação de atraso dos pagamentos às construtoras do programa Minha Casa, Minha Vida, que está dentro do PAC.

 

Pagamentos pendentes- Segundo ele, hoje já há um volume da ordem de R$ 450 milhões de pagamentos pendentes pelo governo, que atingem cerca de 400 empresas. Essa inadimplência, explica, se concentra nos pagamentos das operações vinculadas ao Orçamento Geral da União, e não das associadas ao FGTS. Com o bloqueio, Martins considera que essa dívida deve se ampliar, dado que as empresas devem enviar ao governo faturas superiores aos limites orçamentários previstos.

 

Cenário conservador- Na visão do representante das construtoras, a situação deve levar, em um cenário conservador, à perda de 50 mil empregos, o equivalente a 10% da mão de obra empregada em obras do Minha Casa, Minha Vida. "Nós vamos conversar com o governo. É preciso entendimento da área econômica sobre a importância do programa e sobre a necessidade de resolver o problema, que é questão de sobrevivência das empresas e dos empregos."

 

Cortes específicos- Nos cortes específicos do PAC, o Ministério da Ciência e Tecnologia foi quem teve proporcionalmente a maior perda, com 79%, ou R$ 1 bilhão. Em termos nominais, o maior corte foi no Ministério de Infraestrutura, com R$ 3,1 bilhões, ou 35,5% do limite anteriormente estabelecido no Orçamento. (Valor Econômico)

 

INVESTIMENTOS: Governador busca apoio do BNDES para projetos no Estado

 

investimentos 03 04 2019O governador Carlos Massa Ratinho Junior se reuniu nesta terça-feira (02/04) com o presidente do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Joaquim Levy, para buscar o apoio do banco a projetos desenvolvidos no Paraná. No encontro, no Rio de Janeiro, foram discutidas oportunidades de financiamentos para as áreas de infraestrutura, agronegócio, turismo e linhas de crédito para empreendedores.

 

Pacote de investimentos - Ratinho Junior destacou que o governo estadual prepara um pacote de investimentos que deve alcançar R$ 300 milhões para a elaboração de projetos executivos para obras de mobilidade, melhorias em rodovias e ampliação do modal ferroviário. “Com esses projetos em mãos, podemos usar a capacidade de endividamento do Estado, que é muito boa, para tirar diversas obras do papel. E, para isso, queremos construir uma agenda com o BNDES”, disse o governador.

 

Bom ambiente - Ele também ressaltou o bom ambiente político e de negócios, além da sanidade das contas públicas do Estado, potencializada pelo enxugamento da máquina pública promovido pela administração atual. “O Paraná tem sinalizado muito bem para o mercado, criando um bom ambiente de negócios e prospectando a atração de investimentos”, destacou o governador.

 

Sadio - “O ambiente político do Paraná é muito sadio, é a primeira vez em 30 anos em que os três senadores têm alinhamento com o governo”, disse, que também salientou a boa relação do Estado com o governo federal. “O setor produtivo percebe isso e as entidades, que são chamadas para participar do planejamento do Estado, estão animadas”, afirmou.

 

APD - Ratinho Junior disse que a Agência Paraná Desenvolvimento (APD) já promoveu uma série de encontros com empresas que analisam novos investimentos no País. Outro destaque do encontro foi o estímulo à industrialização da produção agrícola do Estado, para agregar valor ao produto primário.

 

Agroindústria - Neste aspecto, Ratinho Junior destacou a competência das cooperativas do Paraná, que têm interesse em expandir as plantas de processamento industrial. “Estamos incentivando as cooperativas, que são muito fortes no Estado, a industrializarem os alimentos, para exportar não apenas commodities como também o produto final”, explicou.

 

Estratégico - O setor também é estratégico para o BNDES, afirmou Levy. “No que pudermos ajudar, na parte de industrialização e exportação dos produtos, pode contar conosco. Esta é uma área que queremos ter maior protagonismo”, salientou. Para o presidente do banco, o Paraná é um estado que tem tudo para conseguir sucesso na colocação de marcas agrícolas, com a comercialização de produtos de alto valor agregado.

 

Elogio - Levy elogiou a iniciativa do Paraná de procurar o BNDES e afirmou que é importante esta aproximação do banco com os governos estaduais para a construção de parcerias que podem contribuir para o desenvolvimento do País.

 

Empreendedores - Outro ponto abordado na reunião foi uma parceria com o BNDES para ampliar as linhas de crédito voltada a empreendedores, com destaque para o Banco da Mulher e o banco de crédito para produtores rurais. A proposta é fomentar projetos de micro e pequenas cooperativas, que podem se tornar referência para outros estados. (Agência de Notícias do Paraná)

 

OMC: Brasil cai para 27º lugar entre os maiores exportadores do mundo

 

omc 03 04 2019O Brasil caiu da 26ª posição para o 27º lugar entre os maiores exportadores do mundo, em 2018, segundo relatório anual divulgado nesta terça-feira (02/04) pela Organização Mundial do Comércio (OMC). Entretanto, houve aumento de 10% nas vendas em comparação a 2017.

 

Valor- No ano passado, as exportações chegaram a US$ 239,5 bilhões, com aumento de 9,6%. As importações cresceram 19,7% ao totalizarem US$ 181,2 bilhões. O saldo da balança comercial em 2018 ficou em US$ 58,3 bilhões.

 

Vietnã- O 26º lugar foi assumido pelo Vietnã. O primeiro lugar no ranking é da China, seguida por Estados Unidos e Alemanha. O último lugar é da Indonésia, em 30º lugar.

 

Comércio mundial- Segundo dados preliminares da OMC, o comércio mundial cresceu 3%, em 2018, abaixo do previsto em setembro pela organização (3,9%). O resultado menor que o esperado é explicado principalmente por piora no comércio mundial, no quarto trimestre.

 

Previsão- Para 2019, a previsão é crescimento de 2,6% no comércio mundial, em linha com a previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, de 2,6%. Em 2020, o comércio mundial deve atingir crescimento de 3%, com previsão para o PIB em 2,6%. (Agência Brasil)

 

OPINIÃO: Nossa participação nas perdas e desperdícios de alimentos

 

opiniao I 03 04 2019*Murillo Freire Júnior

 

Perdas e desperdícios de alimentos afetam a sustentabilidade dos sistemas alimentares, reduzem a disponibilidade local e global de alimentos, reduzem a renda dos produtores, elevam os preços para os consumidores e têm um impacto negativo sobre a sua nutrição e saúde. Além disso, afetam o meio ambiente pelo uso insustentável dos recursos naturais.

 

Perdas se referem a algo não intencional e ocorrem em toda a cadeia produtiva desde o plantio até o consumidor devido à falta de infraestrutura adequada. São muitas e muitas as causas. Entre as principais estão o manuseio inadequado dos produtos no campo, a falta de classificação padronizada na cadeia produtiva, o uso de embalagens inadequadas, veículos supercarregados, estradas deficientes e até o excesso de manuseio dos produtos por parte dos consumidores e de produtos nas gôndolas de exposição.

 

Já o desperdício ocorre geralmente na venda e no manuseio posterior pelo consumidor. É o caso de alimentos com data de fabricação vencida, produtos considerados "feios" e, por isso, descartados, além das sobras de alimentos ocorridas em restaurantes, hotéis, residências, etc.

 

Se, de um lado é possível aumentar a oferta de alimentos, por outro, e talvez mais fácil, cada um pode reduzir as perdas que começam na pré-colheita e vão ao pós-consumo. Governo, empresas privadas, atacadistas e varejistas sabem o que fazer e por motivos diversos podem não cumprir seu papel. O consumidor que, às vezes é desinformado ou desatento, não costuma notar que é responsável por parte importante do exagerado volume do desperdício. 

 

Algumas dicas são muito simples: a primeira é planejar as refeições, elaborando cardápios semanais, por exemplo; levar lista detalhada para as compras depois de olhar o que falta na geladeira e no armário; não se inibir de comprar ou consumir frutas, legumes e verduras “feios” e ou defeituosos. Eles são perfeitamente adequados para consumo já que possuem as mesmas características nutricionais que os “bonitos”. Dessa forma, reduz-se a quantidade de alimentos que vão para a lixeira, sem necessidade. Na compra, cuidado com o manuseio errado ou excessivo, pois podemos danificar o alimento e aumentar o desperdício.

 

E há os talos, hastes, folhas e cascas de alguns vegetais. Por que desprezá-los? Há receitas de tortas, sopas e refogados capazes de transformá-los em pratos não apenas nutritivos, mas muito saborosos. E, na hora de comer, ensinar as crianças a servir pequenas quantidades no prato. Se não for suficiente, sempre é possível voltar a preencher o espaço vazio do prazo. 

 

Nós, consumidores, às vezes achamos que não fazemos a diferença, mas a criação de uma cultura de aproveitamento dos alimentos evitaria volumosos custos ambientais, que incluem o desperdício de energia e insumos utilizados na fase de produção (água, combustível, adubos, defensivos), distribuição (embalagens, transporte) e armazenamento. Adicionalmente, os alimentos depositados em aterros sanitários, ou simplesmente descartados no ambiente, produzem metano, gás com efeito estufa 23 vezes mais potente do que dióxido de carbono. 

 

Reduzir as perdas e o desperdício de alimentos é fundamental para a sustentabilidade do meio ambiente, para a maior eficiência do uso da água, dos insumos agrícolas e para o uso sustentável da energia gasta na produção de alimentos no campo. Bom para a economia, bom para a saúde. 

 

*Murillo Freire Júnior é pesquisador da Embrapa

 


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