Imprimir
CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4547 | 02 de Abril de 2019

ANIVERSÁRIO: Ocepar, 48 anos representando o cooperativismo no Paraná

aniversario ocepar 02 04 2019O Estado do Paraná possui uma área de 199,7 mil quilômetros quadrados, o equivalente a cerca de 2,3% do território brasileiro. Sua população é superior a 11,3 milhões (IBGE) de habitantes e seu Produto Interno Bruto é de R$ 447 bilhões (Ipardes). Responde por 16 % (Conab) de toda a safra brasileira de grãos. Ocupa o primeiro lugar entre os estados brasileiros na produção de frango, trigo, feijão e cevada; o segundo lugar na produção de milho, soja e leite e o terceiro lugar na produção de suínos.

Uma das principais forças do agronegócio paranaense são as suas cooperativas. Muitas delas com sua origem ligada aos fluxos de imigração de povos europeus e de migração de pessoas oriundas de outros estados brasileiros. A grande maioria desenvolveu-se de forma paralela aos diversos ciclos econômicos do Estado, pautando suas atividades em valores éticos da cooperação, da solidariedade, da justiça social, da gestão democrática e da soma dos esforços de seus cooperados.

E, para representar institucionalmente toda esta força do cooperativismo no Paraná, no dia 2 de abril de 1971, foi constituída a Ocepar – Organização das Cooperativas do Estado do Paraná, e que hoje integra um sistema formado por três sociedades distintas, sem fins lucrativos que, em estreita parceria, se dedicam à representação, defesa, fomento, desenvolvimento, capacitação e promoção social das cooperativas paranaenses: O Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná – Ocepar, o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo – Sescoop/PR e a Federação e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná – Fecoopar.

Ao completar 48 anos de existência, nesta terça-feira (02/04), a Ocepar tem a missão de representar e defender os interesses do sistema cooperativista paranaense perante as autoridades constituídas e a sociedade, bem como prestar serviços adequados ao pleno desenvolvimento das cooperativas e de seus integrantes. A Ocepar passou também a exercer funções de sindicato patronal das cooperativas paranaenses no ano de 1997, com a criação da Fecoopar.

Já o Sescoop/PR, órgão estadual do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo, passou a funcionar no Paraná em 21 de setembro de 1999. Tem personalidade jurídica de direito privado e atua no monitoramento, na formação profissional e promoção social no âmbito das cooperativas paranaenses. É um importante instrumento de modernização empresarial das sociedades cooperativas, aumentando a agilidade e competitividade das cooperativas no mercado e contribuindo para a capacitação e integração social dos dirigentes, cooperados, jovens, colaboradores e familiares.

A Fecoopar é uma entidade que congrega os sindicatos patronais de cooperativas. Apoia os sindicatos filiados nas ações de natureza trabalhista, mediante análises de pautas de reivindicação, oferecimento de contraproposta, negociação e fechamento de acordos e convenções coletivas de trabalho.

Atualmente, o Sistema Ocepar possui 215 cooperativas registradas. Juntas, essas organizações cooperativas somam R$ 83,5 bilhões de faturamento, montante que equivale a 17,9 % do PIB do Estado do Paraná. Possuem mais de 1,8 milhão de cooperados e empregam mais de 96 mil pessoas. Estima-se que mais de 3,8 milhões de pessoas estejam ligadas, direta ou indiretamente, ao cooperativismo do Paraná.

A opção do cooperativismo é pelo desenvolvimento das pessoas e comunidades de seu entorno. Um trabalho que resulta na geração de emprego e renda, dinamização das economias locais, acesso a serviços de crédito e saúde, e apoio à formação profissional. Também são ações prioritárias no cotidiano das cooperativas, os investimentos em projetos de agregação de valor (agroindustrialização), diversificação da produção e novas tecnologias, bem como atividades e capacitações para melhorar os processos produtivos e de prestação de serviços aos cooperados.

A confiança nesse modelo de organização econômica fez com que 300 mil pessoas se associassem às cooperativas paranaenses, em 2018. A credibilidade do Sistema Cooperativo, construída com trabalho, profissionalismo, oferta de produtos de qualidade, e investimentos nos mercados consumidores, se confirmou em recente pesqui¬sa de opinião feita pelo Instituto Datacenso, em que 96% dos entrevistados aprovaram a qualidade e o preço justo dos produtos das cooperativas.

As 61 cooperativas agropecuárias do Paraná estimam fechar em R$ 70,8 bilhões de faturamento em 2018, 22,8% superior de 2017, quando chegaram a R$ 57,7 bilhões. Esse valor corresponde a 60% do PIB agrícola do Estado. Em mais de 120 municípios, a cooperativa é a mais importante empresa econômica, maior empregadora e geradora de receitas.

Estima-se que 77% dos associados às cooperativas agropecuárias do Paraná são pequenos e médios produtores (área de até 50 ha). Outro dado que evidencia a importância das cooperativas agropecuárias é a sua infraestrutura de armazenagem da produção, a qual representa 54% da capacidade estática de armazenagem do Estado, ou seja, as cooperativas têm capacidade para armazenar 16,5 milhões de toneladas de grãos.

Na área ambiental, além de programas educativos, a prática do desenvolvimento sustentável é feita através de projetos de recuperação da vegetação ao longo de rios (mata ciliar) e nascentes de água, tratamento de efluentes, coleta seletiva de lixo, reflorestamento, geração de energia limpa, entre outras ações. Os investimentos em agroindustrialização vêm transformando o Paraná de exportador de matérias-primas para exportador de bens de consumo. Atualmente, cerca de 48% da produção primária do cooperado passa por processos de transformação e agregação de valor.

 

AGO I: José Roberto Ricken é reeleito presidente do Sistema Ocepar

O engenheiro agrônomo José Roberto Ricken foi reconduzido ao cargo de presidente do Sistema Ocepar, na tarde desta segunda-feira (01/04), em Curitiba, durante a Assembleia Geral Ordinária (AGO) de prestação de contas do exercício de 2018. Na oportunidade, houve a indicação e homologação de seu nome para um novo mandato de quatro anos - gestão 2019/2023. Ricken assumiu pela primeira vez a presidência da entidade em 2016.

Indicadores - O Sistema Ocepar possui 215 cooperativas registradas, que atuam em sete diferentes ramos (agropecuário, crédito, saúde, infraestrutura, trabalho, consumo e transporte). Em 2018, elas movimentaram R$ 83,5 bilhões, o que representa crescimento de 18,77% sobre os R$ 70,3 bilhões de 2017. As exportações atingiram US 3,9 bilhões. O setor abrange 1,8 milhão de cooperados e emprega mais de 96 mil pessoas. Também responde por cerca de 60% da produção agropecuária paranaense.

Propósitos - “Obrigado pela confiança e vamos em frente”, agradeceu Ricken. Na sequência, ele listou os propósitos que deverão nortear a sua gestão nos próximos quatro anos à frente do Sistema Ocepar. “Em âmbito nacional, vamos sempre apoiar a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) para que que ela continue fazendo uma representação bem feita do cooperativismo brasileiro. A profissionalização da representação é uma necessidade no Brasil. Da mesma forma, vamos assessorar os deputados e senadores da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) para que eles possam nos apoiar nos projetos de interesse das cooperativas em tramitação no Congresso Nacional. Vamos ajudar também a Frente Parlamentar da Agricultura (FPA), o que é uma novidade para nós. Se trabalharmos junto com a FPA poderemos ter a esperança de saírem pontos favoráveis para os produtores e cooperativas no plano agrícola da próxima safra”, ressaltou. “Vamos estabelecer uma pauta de prioridades, tanto para a Frencoop como para a FPA, o que está sendo trabalhado pela OCB também”, acrescentou.

Mais - O presidente reeleito do Sistema Ocepar disse ainda que a entidade deverá defender os interesses das cooperativas junto à Receita Federal e atuar positivamente pela reforma tributária. Também, continuar com ações voltadas à melhoria da infraestrutura de transporte. “O Brasil não pode depender apenas do modal rodoviário. Nós precisamos resolver essa questão”, frisou. Outro objetivo dessa gestão, segundo Ricken, será buscar linhas de financiamento junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para as cooperativas de saúde e infraestrutura. “Nós vamos insistir nesse plano. Se conseguirmos mais recursos para a saúde e infraestrutura, todos os ramos podem se desenvolver”, afirmou.

Estadual - Em âmbito estadual, Ricken disse que a ideia é continuar apoiando o G7, grupo formado pelas principais federações representativas do setor produtivo paranaense, do qual a Ocepar faz parte. “Ele é um instrumento importante para nós e deve ser para o governo também”, sublinhou. Outro propósito é dar prosseguimento às ações para tornar o Paraná livre de febre aftosa sem vacinação. “É um processo que está maduro e precisamos completá-lo”, destacou. Ainda de acordo com ele, a entidade vai apoiar a criação de programas que visam ao desenvolvimento do Paraná. “Nesse sentido, estamos em sintonia com as federações no Estado, por meio do G7 também. Nós precisamos olhar o Paraná como um todo e queremos contribuir para o crescimento do Estado”. A entidade vai ainda buscar atender as demandas das cooperativas em relação ao ICMS. “Hoje temos mais de R$ 1,5 bilhão em créditos de ICMS acumulados em nossos balanços. Nós trabalhamos muito para utilizar os recursos por meio do Programa Paraná Competitivo. Sabemos que o governo não tem caixa para fazer isso. Mas vamos buscar recursos para equacionar essa situação e tentar negociar com o BNDES, para que o setor cooperativista paranaense possa continuar investindo, no mínimo, R$ 2 bilhões por ano em agroindústria e, assim, contribuir para o desenvolvimento do Paraná”.

Cooperativismo - Em âmbito do cooperativismo paranaense, o presidente do Sistema Ocepar disse que o grande desafio é alcançar, ainda nessa nova gestão, os R$ 100 bilhões de faturamento do setor, uma das metas do PRC 100, o planejamento estratégico das cooperativas do Paraná. “Também queremos dar continuidade dos investimentos do Sistema Ocepar na capacitação de lideranças e do público interno das cooperativas. Nós não podemos abrir mão disso. Outro propósito é difundir e apoiar as ações de intercooperação das cooperativas nas áreas onde houver convergência de interesses, como tecnológica, atuação no mercado externo, redução de custos, compartilhamento de estruturas meio. A Ocepar tem uma expertise nisso. Já apoiamos vários bons exemplos das nossas cooperativas”.

Novas oportunidades - Ricken disse que a entidade também irá prospectar mercados em busca de novas oportunidades de investimento para as cooperativas. “Nós não podemos continuar somente oferendo produtos para o mercado. Temos que atender as demandas do mundo, que são muitas”, disse. “E, por último, queremos apoiar as cooperativas em suas ações de expansão para melhorar a competividade do setor. Se não formos competitivos, não teremos relevância nenhuma. Temos que ser competitivos, realistas e investir. A nossa missão é organizar economicamente as pessoas para que elas tenham mais renda porque se elas tiverem mais renda, não precisarão depender de ninguém”, finalizou o presidente reeleito do Sistema Ocepar.

Trajetória - No Sistema Ocepar desde abril de 1988, inicialmente Ricken atuou como assessor no departamento técnico e econômico. A partir de 1991, gerenciou a implantação do Programa de Autogestão das Cooperativas Paranaenses. Em 1996 assumiu a superintendência da Ocepar. No início de 2000, coordenou a implantação do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR), do qual também foi superintendente até o dia 1º de abril de 2016, quando foi eleito presidente do Sistema Ocepar, para complementar o mandato de João Paulo Koslosvski.

Formação - Natural de Manoel Ribas, na região central do Paraná, Ricken é formado em Engenharia Agronômica pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), mestre em Administração pela Ebape – Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas da Fundação Getúlio Vargas e especialista em Cooperativismo, com vários cursos no Brasil e no exterior.

Experiências profissionais - O presidente da Ocepar começou sua carreira profissional como engenheiro agrônomo em 1980, no departamento de assistência técnica da Cooperativa Agropecuária Vale do Piquiri Ltda, em Palotina, Oeste do Paraná, atual C.Vale. Na Emater/PR, atuou no Programa de Bioenergia, de setembro de 1980 a abril de 1981, em Francisco Beltrão, no Sudoeste paranaense. Ainda na Emater/PR, foi chefe do escritório em Realeza, também no Sudoeste. Em Brasília (DF), trabalhou na Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), onde estruturou o Departamento Técnico-Econômico, do qual foi gerente de outubro de 1983 a abril de 1988. Ainda na OCB, organizou e chefiou o Departamento de Informações e Comunicação, de janeiro a outubro de 1983. No Ministério da Agricultura, Abastecimento e Pecuária (Mapa), assumiu a função de assessor especial do então ministro Roberto Rodrigues, no período de fevereiro 2003 a maio de 2004, quando exerceu a função de diretor do Departamento de Cooperativismo e Associativismo Rural (Denacoop). 

Presidência - José Roberto Ricken é o sétimo cooperativista a assumir a presidência da Ocepar. Desde 1971, quando a entidade foi criada, também exerceram o cargo: Guntolf van Kaick, nos períodos de 1971-1972, 1973 a 1975, 1981 a 1983 e 1984 a 1986; Benjamim Hammerschmidt, de 1976 a 1978 e 1979 a 1980; Wilson Thiesen, de 1987 a 1989 e 1990; Ignácio Aloysio Donel de 1991 a 1992; Dick Carlos de Geus, de 1993 a 1995, e João Paulo Koslovski, de 1996 a 2016.

Diretores - Na AGO também foram eleitos os novos integrantes da diretoria da Ocepar para a gestão 2019/2023: Alvaro Jabur, Clemente Renosto, Dilvo Grolli, Frans Borg, Jefferson Nogaroli, Jorge Hashimoto, Jorge Karl, José Aroldo Gallassini, Luiz Lourenço, Paulo Roberto Fernandes Faria, Valter Pitol, Valter Vanzella, Wellington Ferreira e Yuna Ortenzi Bastos.

{vsig}2019/noticias/04/02/ago_I/{/vsig}

AGO II: Prestação de contas é aprovada pelas cooperativas do PR

Foi aprovada por unanimidade a prestação de contas do exercício de 2018 do Sistema Ocepar, realizada na tarde desta segunda-feira (01/04), em Curitiba, durante a Assembleia Geral Ordinária (AGO). O encontro ocorreu no auditório da entidade, com cerca de 130 participantes, entre os quais lideranças de 57 cooperativas paranaenses. A AGO foi ainda prestigiada pelo vice-governador do Paraná, Darci Piana, representando o governador Ratinho Junior; pelo superintendente do Sistema OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras), Renato Nobile, pelo presidente do Sistema Ocesp, Edivaldo Del Grande, pelo superintendente do Sebrae/PR, Vítor Tioqueta, e pelos ex-presidentes da Ocepar, Guntolf van Kaick, Wilson Thiesen e João Paulo Koslovski.

Resultados – Um vídeo foi exibido no evento com a síntese dos principais resultados obtidos pelo cooperativismo paranaense e das atividades executadas pelas três entidades que integram o Sistema Ocepar: Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar), Federação e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Fecoopar) e Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR). No ano passado, as 215 cooperativas registradas no Sistema Ocepar, de sete diferentes ramos (agropecuário, crédito, saúde, infraestrutura, trabalho, consumo e transporte) registraram um crescimento de 18,9% no faturamento, atingindo a soma de R$ 83,5 bilhões. O número de cooperados aumentou 19,2% no exercício de 2018. Mais 300 mil pessoas aderiram movimento, que hoje abrange 1,8 milhão de cooperados. O setor emprega diretamente mais de 96 mil pessoas e as exportações atingiram no ano passado US$ 3,9 bilhões, valor 17,6% superior a 2017. Os investimentos alcançaram R$ 1,9 bilhão e o segmento recolheu R$ 2,1 bilhões em impostos. O cooperativismo de crédito detém R$ 43,8 bilhões em ativos e as cooperativas de saúde contabilizam 2 milhões de beneficiários. No ano passado, os investimentos em formação profissional e promoção social possibilitaram a realização de 8.898 eventos, com 251 mil participações em treinamentos do Sescoop/PR.

Destaques – O superintendente da Ocepar, Robson Mafioletti,destacoudois momentos importantes para a entidade vivenciados em 2018. Um deles foi a mobilização do cooperativismo paranaense durante a paralisação dos caminhoneiros, ocorrida em maio. Com o propósito de assegurar o abastecimento da população, a Ocepar e diversas cooperativas organizaram comboios com produtos alimentícios vindos do interior do Estado para Curitiba, com apoio da Polícia Rodoviária Federal, Polícia Militar e Defesa Civil. Além de instituir um comitê interno de gestão de crise, a entidade também participou ativamente das negociações com as representantes do movimento paredista, que envolveram o governo do Estado, a Defesa Civil, a Polícia Rodoviária Federal, entre outros.

Educação política – “Outra ação importante de 2018 foi o lançamento, em julho, do Programa de Educação Política, juntamente com o Paraná coop+10, com objetivo de conscientizar nosso público sobre o voto consciente e a eleição de parlamentares comprometidos com o cooperativismo. Elegemos 11 parlamentares paranaenses e que agora integram a Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), em Brasília”, ressaltou Mafioletti.

Avanços – A atuação da Ocepar em defesa dos interesses das cooperativas paranaenses junto aos três poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário) e a diversos outros organismos propiciaram ainda outros avanços em 2018, entre os quais foram citados na AGO, principalmente a desoneração da folha de pagamento; a aprovação do Refis do Funrural na Câmara dos Deputados; a redução dos juros para o crédito rural; o aumento de linhas de financiamento para as cooperativas de saúde e a amplificação do Programa Paraná Competitivo, com a utilização de créditos para compra de caminhões e insumos.

2019 – Para 2019, as ações planejadas pela Ocepar incluem, no Legislativo, atuar junto à nova Frencoop, visando o acompanhamento e a aprovação de projetos de lei de interesse do cooperativismo. No Executivo Federal, propor políticas aplicáveis e programas de apoio ao setor. E, ainda junto ao Poder Público, as ações da organização incluem:

- Propor políticas públicas para os ramos do cooperativismo nas áreas de investimento, crédito, seguro, infraestrutura, saúde e transporte

- Firmar um termo de cooperação com o Ministério da Agricultura para criar um ambiente para discutir medidas nas áreas sanitária e registros de defensivos

- Atuar junto aos ministérios da Economia e Banco Central do Brasil, na defesa do crédito rural e das cooperativas do ramo crédito

- Apresentar propostas para o Plano Agrícola e Pecuário 2019/2020

- Acompanhar a regularização ambiental das propriedades rurais e atividades agroindustriais das cooperativas

- Propor medidas para a simplificação do licenciamento ambiental junto ao Instituto Água e Terra (IAT) e das vistorias do Corpo de Bombeiros

- Junto ao Governo do Paraná e à Assembleia Legislativa, mapear matérias de interesse das cooperativas e assessorar os parlamentares

- No cooperativismo nacional, participar de forma ativa das atividades da Organização das Cooperativas Brasileiras

- Participar com 100 delegados no XIV Congresso Brasileiro do Cooperativismo, em maio, em Brasília.

- Dar continuidade ao PCR100, o planejamento estratégico do cooperativismo paranaense.

- Realizar dois Fóruns de Presidentes, um dos quais, com capacitação e intercâmbio internacional.

- Ampliar a participação no G7, Sistema S, Sebrae e Federações.

- Atuar forte na área fiscal e tributária.

Programação  A programação da Assembleia contemplou, além da prestação de contas de 2018, a apresentação das Demonstrações Contábeis e a leitura dos pareceres dos Conselhos Fiscal e das Auditorias Interna e Externa. Os participantes aprovaram ainda as propostas orçamentárias e conheceram o Plano de Ação para 2019, por meio de outro vídeo exibido no evento.

Links  Clique nos links abaixo para acessar os materiais da AGO

Relatório de Atividades e Prestação de Contas de 2018 e Plano de Ação para 2019

Vídeo de Prestação de Contas

Vídeo do Plano de Ação

{vsig}2019/noticias/04/02/ago_II/{/vsig}

 

AGO III: Ex-diretores são homenageados com o troféu Cooperativas Orgulho do Paraná

Oito diretores da Ocepar que atuaram na última e em gestões anteriores foram homenageados na Assembleia Geral Ordinária (AGO) ocorrida na tarde desta segunda-feira (01/04), em Curitiba. Eles receberam o troféu “Cooperativas Orgulho do Paraná”, em reconhecimento ao trabalho realizado na diretoria da entidade, em defesa dos interesses do cooperativismo paranaense. A honraria foi entregue a: Alfredo Lang, Jacir Scalvi, Jaime Basso, Luiz Roberto Baggio, Marino Delgado, Ricardo Sílvio Chapla, Ricardo Accioly Calderari e Renato Greidanus.

{vsig}2019/noticias/04/02/ago_III/{/vsig}

 

AGO IV: Resultados consolidam a Fecoopar como instituição de representação sindical do cooperativismo

Durante a Assembleia Geral Ordinária (AGO), na apresentação das ações desenvolvidas em 2018 pela Federação e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Fecoopar), ficou evidente o papel da entidade no esforço de atuar em prol do fortalecimento dos sindicatos e, consequentemente, na defesa dos interesses das cooperativas paranaenses. Nesse sentido, por exemplo, sempre esteve presente em questões junto aos Ministério do Trabalho, Ministério Público do Trabalho no Paraná e Tribunal Regional do Trabalho, além do Judiciário, quando requisitada pelas cooperativas que entraram com ações judiciais.

Além – A entidade, com o objetivo de ter mais visibilidade em sua atuação, passou a compor vários conselhos e diretorias, atuando na defesa da economia do Paraná e se posicionando nas grandes questões nacionais econômicas e políticas.

Representação  Na avalição do superintendente da Fecoopar, Nelson Costa, a cada ano ela se firma como instituição de representação das cooperativas filiadas. Nesse esforço, cita, por exemplo, a descentralização de suas ações, com a Fecoopar se aproximando cada vez mais dos sindicatos e cooperativas nas demandas internas de cada um quanto a peculiaridades em relação à legislação trabalhista, por exemplo, e nas relações com os Ministério Público e Ministério Público do Trabalho. 

Atuação – Entre os avanços obtidos no ano, destaca-se a obtenção do registro do Sincoopar Crédito, assim como a participação de reuniões para tratar da Convenção Coletiva de trabalho em todos os ramos do cooperativismo; atuação também nas negociações salariais das cooperativas de crédito, de saúde, agropecuárias e transporte; a Fecoopar e seus sindicatos filiados também estreitaram a relação com os RHs e os setores jurídicos das cooperativas na orientação e intermediação de conflitos com órgão públicos e sindicatos.

Mais conquistas – Costa destacou ainda a vitória obtida no Ministério Regional do Trabalho que reconheceu, por 18 votos contra 11, que as cooperativas de crédito não podem ser equiparadas  a bancos convencionais. Os funcionários das cooperativas questionavam a jornada de 8 horas diárias e pediam a equiparação à carga diária de 6 horas de trabalho dos empregados no sistema financeiro nacional. “Foi um grande avanço”, disse. Lembrou ainda da conclusão de ação pública em Cornélio Procópio, na qual o Ministério Público e do Juízo daquela Comarca questionavam o não pagamento do salário mínimo estadual pelas cooperativas das regiões norte e noroeste do estado.  “A ação imputava uma multa muito grande às cooperativas, que negociamos e encerramos com o pagamento de determinado valor. Isso demandou um trabalho de quatro anos.”

Institucional – O superintendente também lembrou a atuação do G7, do qual a Fecoopar faz parte, em defesa do setor produtivo paranaense. Citou, por exemplo, a elaboração de propostas que foram entregues e discutidas com os então candidatos ao governo do estado no ano passado. Também no final de 2018, foi formalizado convênio com a Itaipu, mais o Sebrae e o governo do estado, visando à elaboração de um plano estratégico de longo prazo para o desenvolvimento do estado do Paraná. “Nesse plano, com horizonte quatro anos de trabalho, serão levantados os gargalos e, portanto, os pontos impactantes da infraestrutura em cada cadeia produtiva. Com essa participação no G7, obtivemos mais visibilidade ao cooperativismo, motivo pelo qual somos chamados a participar de fóruns promovidos pelos Executivo e Legislativo paranaenses para opinar sobre as diversas questões que nos afligem”, acentuou.

G7 – Representando o setor produtivo paranaense, o G7 é  integrado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Paraná (Fecomércio PR), Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep), Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), Federação e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Fecoopar), Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado do Paraná (Faciap), Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Estado do Paraná (Fetranspar) e Associação Comercial do Paraná (ACP).

Planos – Em seu plano de ação para este ano, a Fecoopar destaca alguns objetivos, como coordenar as negociações dos sindicatos com os trabalhadores; assessorar as cooperativas na elaboração dos Acordos Coletivos de Trabalho; implantar o programa de sustentabilidade do sistema sindical.

{vsig}2019/noticias/04/02/ago_IV/{/vsig}

 

AGO V: Sescoop/PR amplia ações de formação profissional, promoção social e monitoramento

A transparência, algo que faz parte do cotidiano do modelo cooperativista, ficou evidenciado na tarde desta segunda-feira (01/04), com a prestação de contas do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR), realizada durante a Assembleia Geral Ordinária do Sistema Ocepar, na sede da organização, em Curitiba (PR). “Não é uma exigência legal, pois as contas do Sescoop/PR passam por auditoria interna e externa, mas estamos incorporando mais esse modelo de prestação de contas na AGO para reforçar a questão da transparência do ‘S’ do cooperativismo. E tudo o que foi apresentado aqui hoje irá compor os documentos entregues ao Tribunal de Contas da União (TCU)”, ressaltou o superintendente do Sescoop/PR, Leonardo Boesche.

Avanço - Segundo ele, o principal o avanço em 2018 foi conseguir ampliar o número de ações formação, promoção social e monitoramento. “Também colocamos em prática iniciativas voltadas à inovação e governança cooperativa, que visam modernizar e fortalecer a atuação das cooperativas paranaenses”, disse.

Números - Ao longo do ano, foram aplicados R$ 45,7 milhões em ações de formação profissional e promoção social, um aumento de 8% em relação a 2017, o que possibilitou aumentar em 21% o número de ações viabilizadas com recursos do S do cooperativismo. Ao todo foram, 8.898 projetos, que somaram mais de 124 mil horas/aula e 251 mil participações.

Formação - Na área de formação profissional, os investimentos somaram 37,7 milhões. Os recursos foram aplicados em cursos e programas de profissionalização para dirigentes, gestores, empregados e cooperados, totalizando 178 mil participações.

Promoção Social - Na área de promoção social, o Sescoop/PR investiu 7,9 milhões de reais. Foram diversas ações voltadas a geração e renda, meio ambiente, cultura, educação, integração social e saúde. Foram registradas 72 mil participações nas ações de promoção social viabilizadas ou apoiadas pela entidade. Benefício levado aos cooperados e seus familiares, por meio de cursos, palestras, oficinas, workshops e projetos nas mais diversas áreas de interesse.

Monitoramento - Na área de monitoramento, que tem por objetivo ajudar as cooperativas a manter a qualidade da gestão e a transparência, foram elaborados 19 cenários e 137 reuniões de acompanhamento, sendo 40 reuniões institucionais, 3 de avaliação e 91 de desempenho. Ao destacar esta área de atuação do Sescoop/PR, Boesche lembrou que as ferramentas de controle são instrumentos de administração, e não como mera fiscalização, sendo que a  finalidade é proporcionar melhores condições para que a cooperativa possa, de fato, ser uma sociedade democrática e que atenda aos anseios de seus donos, sem perder de vista o mercado. “Com a utilização de informações e dados contábeis, operacionais, de recursos humanos, sociais e estratégicos (projeções), é possível a elaboração de cenários para o acompanhamento das cooperativas, de forma individualizada. Os dados dão origem aos cenários consolidados que permitem o benchmarking no sistema cooperativo paranaense”, explicou.

PRC 100 - De acordo com o superintendente, as informações e cenários gerados pela Coordenadoria de Desempenho do Sescoop/PR, além de promover comparativos para as cooperativas, também dão suporte ao plano estratégico do Sistema Ocepar. “Servem ainda de embasamento técnico em discussões e defesas jurídico-tributárias e contribuem para a elaboração dos cenários estatístico nacional, bem como a outros projetos e ao planejamento estratégico do sistema cooperativista, o PRC100’, comentou. A alimentação e extração das informações ocorrem por meio do software Sistema AutoGestão – Sistema de Análise e Monitoramento de Cooperativas, utilizado via internet e acessível a todas as cooperativas. Para as cooperativas de crédito, o sistema opera com a mesma informação exigida pelo Banco Central do Brasil e nas do ramo saúde, de acordo com os referenciais da ANS.

Destaques - A seguir algumas ações do Sescoop/PR na área de formação profissional e promoção social:

Programa de inovação – Tem por objetivo propagar e perpetuar a cultura da inovação em todos os públicos do cooperativismo. O programa foi estruturado em quatro fases, e já conta com 14 turmas em andamento. São, ao todo, 470 profissionais participando a formação, 70 cooperativas aderiram ao programa. 

Formação de Agentes - O Sescoop/PR só consegue abrangência em seu trabalho, porque na ponta, na cooperativa, há os agentes de desenvolvimento, funcionários das cooperativas que ajudam a planejar e executar as ações. Para esse público, o Sescoop/PR realiza um amplo programa de formação que em 2018 contou com 20 turmas e 394 participações. Foi realizado também o Encontro Estadual de Agentes. Esse evento aconteceu em julho, no Sesc Caiobá, no litoral do Estado, em Matinhos. 90 profissionais participaram de um workshop sobre inovação e de painéis de discussão de ideias inovadoras.

Especialização - No ano foram realizadas 42 pós-graduações com 29 abordagens diferentes e que contou com a participação de 1,4 mil alunos. Quinta turma do Mestrado em Gestão de Cooperativas com a participação de 15 mestrandos dos mais diversos ramos do cooperativismo.

Conselheiros - Foi dado continuidade ao Programa de Certificação de Conselheiros, com 17 turmas formadas em 2018 de um total de 64 realizadas com sucesso. Participação de 660 conselheiros das cooperativas paranaenses

PRC 100 - Dentro do Planejamento Estratégico PRC-100, foram realizadas capacitação de profissionais de 20 cooperativas em 6 turmas, com 40 participações e a realização de um workshop com o tema.

Dirigentes - Em 2018, o Sescoop/PR apoiou o programa de formação de dirigentes cooperativistas, através dos Fóruns dos Presidente, viagem ao Instituto de Tecnologia de Massachusetts – MIT nos Estados Unidos, participação no HSM Educação Executiva, em São Paulo e Missão Técnica do Ramo Saúde. Totalizando 6 turmas e 450 participações.

Programas - O Sescoop/PR também viabiliza ações como o Cooperjovem, ação que dissemina a cultura da cooperação, no ambiente escolar; O Elicoop Jovem e o Programa Jovemcoop, que fortalecem a relação do jovem com o campo e com a sua cooperativa; o Jovem Aprendiz Cooperativo que em 2018 também contou com o 1º Fórum Estadual de Aprendizagem; o Elicoop Feminino, que tem como objetivo estimular o protagonismo das mulheres no cooperativismo e nas atividades dos cooperados. Disseminar o cooperativismo também é objetivo das ações de promoção social;

Voluntariado – O Paraná aderiu ao Dia C, movimento nacional e que tem por objetivo divulgar o diferencial do cooperativismo e estimular o voluntariado.  Em Curitiba, o Sistema Ocepar e cooperativas que atuam na região realizaram um evento para mais de 5 mil pessoas. Em todo o Paraná, ocorreram com o apoio do Sescoop/PR, 145 iniciativas linkadas ao Dia C, mobilizando quase 8 mil voluntários e beneficiando mais de 60 mil pessoas.

Monitoramento - A seguir algumas ações do Sescoop/PR na área de monitoramento:

Acompanhamento à distância - permite a comparação da cooperativa com a região na qual atua. Foram: 24 relatórios de desempenho para acompanhamento à distância, 3 agropecuárias, 1 consumo, 4 infraestrutura, 7 saúde, 1 trabalho, 3 transporte e 1 turismo e lazer.

Indicadores de RH - 34 cooperativas com recursos descentralizados do Sescoop/PR. Fórum para revisão dos indicadores de RH.

Fórum Financeiro - realizado em agosto e 36 participantes.

Cooperativas de transporte: foram realizados 3 fóruns (Astorga, Toledo e Francisco Beltrão), com 117 participantes. Também foi promovida uma missão técnica no Vale do Silício e um curso para contadores das cooperativas do ramo.

Cadastramento de auditorias externas: foram 3 pedidos de credenciamento encaminhados à OCB, todos aprovados e certificados; e ainda a Pesquisa de cargos e salários para o amo agropecuário e saúde.

Governança CooperativaMapeamento dos modelos e das práticas de Governança - 165 cooperativas participantes; Formação de Conselheiros Fiscais – em 2018 passaram por essa formação14 turmas, com 351 participantes e 88 cooperativas; Orientação para constituição e registro de cooperativas - 70 atendimentos, 58 grupos interessados, 13 pareceres.

Gestão Integrada de Risco e Compliance – Foram quatro ações em destaque: Formação em Gestão Integrada de Riscos Corporativos - 93 participantes e 68 horas de treinamento; Seminário de Compliance; Programa de Formação de Auditores Internos - 35 profissionais de 16 cooperativas; e o Fórum dos Auditores Internos - 58 profissionais de 29 cooperativas

Trabalhos Especiais - O Sescoop/PR recebeu 13 demandas de cooperativas, envolvendo a participação em comitês e grupos de trabalhos, e o apoio operacional;

Programa de Excelência da Gestão – Compõem essa linha de trabalho: o Workshop de Interpretação e Preenchimento e o de Construção dos Planos de Melhoria da Gestão - 23 turmas, cerca de 300 participações, 187 horas de treinamento, 38 cooperativas no processo de diagnóstico e 23 reuniões da etapa Desenvolver e Transformar. Foi realizado ainda o 3º Fórum de Excelência em Gestão (88 participantes) e 2 seminários de Boas Práticas de Gestão (72 participantes).

Plano de Ação - Confira as metas do Sescoop/PR para 2019:

- Realizar mais de 8,5 mil eventos com 110 mil horas/aula para atender um público previsto de 165 mil participantes

- Dar continuidade ao Programa de Inovação do Cooperativismo Paranaense e ao Programa de Certificação de Conselheiros

- Desenvolver uma metodologia para Certificação de Cooperativas

- Avançar com o Programa de Excelência da Gestão

- Buscar alternativas para utilizar métodos de EAD em treinamentos

- Ampliar as ações para Organização do Quadro Social das Cooperativas

- Implantar um sistema de controle de qualidade dos eventos e instrutores e o Programa Cooperuniversitário

- Capacitação dos conselheiros fiscais, contadores, das auditorias internas e profissionais de finanças e prestar orientação contábil, tributária, consultoria e de assessoria técnica.

- Implantar o programa de Compliance no sistema cooperativista paranaense.

{vsig}2019/noticias/04/02/ago_V/{/vsig}

AGO VI: Somos contra a estatização dos recursos do Sistema S, afirma superintendente da OCB

Cortes nos recursos das entidades do Sistema S, possibilidade colocada pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, foi um dos temas abordados pelo superintendente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Renato Nobile, em sua fala na Assembleia Geral do Sistema Ocepar, na tarde desta segunda-feira (01/04), na sede da organização, em Curitiba. “O risco existe e temos uma preocupação muito grande em relação a isso. Mas reitero o que disse o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken: somos favoráveis a essa decisão do governo, se for para desonerar a folha de pagamento das cooperativas, porque assim estará ocorrendo um fomento às cooperativas que são a nossa razão de existir; mas somos totalmente contra se for para estatizar os recursos como fizeram com o Sebrae Nacional, na década de 1990”, disse Nobile.

Governança - Segundo o dirigente, a interferência do governo federal, redirecionando parte das alíquotas que hoje as empresas recolhem ao Sistema S, terá um reflexo maior, além da diminuição de recursos que fomentam o trabalho de formação e capacitação provido por entidades com o Sescoop (Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo). “Pode mudar até a governança do Sescoop”, alertou. 

Outros temas - Durante a AGO do Sistema OCepar, Renato Nobile destacou ainda a iniciativa do Sescoop/PR de aproveitar o momento para realizar a sua prestação de contas. “Semana passada fizemos o mesmo, durante AGO da OCB, ou seja, copiamos a boa prática que o Sistema Ocepar faz aqui de informar os resultados e o plano de trabalho”, contou. Em sua fala, o  superintendente fez ainda um chamamento para os cooperativistas do Paraná participarem do 14º Congresso Brasileiro do Cooperativismo, que acontece em maio, em Brasília, e teceu comentários sobre o cenário político do país, destacando o trabalho de educação política que o Paraná realizou nas últimas eleições, visando fortalecer a representação do cooperativismo, por meio da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop).

{vsig}2019/noticias/04/02/ago_VI/{/vsig}

AGO VII: Vice-governador Piana enaltece papel do cooperativismo no estado

O vice-governador Darci Piana, que participou, como convidado do Sistema Ocepar, do final da Assembleia Geral Ordinária, após cumprimentar o presidente José Roberto Ricken, pela sua reeleição, disse que tem “orgulho do sistema cooperativista do Paraná, que é exemplo para o nosso país”. E acrescentou que chegou ao governo do estado “com a ajuda de muitos de vocês. E  tenho, como sempre, procurado fazer a minha parte, dando a minha contribuição ao meu estado”.

Demanda  Enfatizando o compromisso em dar “suporte ao setor produtivo paranaense”, Piana disse que tem recebido empresários, embaixadores, banqueiros de todos os recantos do mundo. “Quando recebemos e conversamos com essas pessoas, percebemos que temos muita coisa para fazer. Quando comentamos em abrir mercado, por exemplo, a República Tcheca tem necessidade de comprar carne bovina, especialmente depois da desavença que teve com a Ucrânia. É uma demanda de quarenta mil toneladas por mês. Quem vai fornecer esse produto? Assim como frango, açúcar etc. para outros países?”, perguntou.

Estratégia – O vice-governador disse que é preciso dar atenção às demandas de pequenos países. “Por isso, sempre digo que não vou sossegar enquanto não ver um centro de distribuição dos produtos do Paraná lá no meio da Europa para atender os países pequenos, que não conseguem importar grandes volumes de produtos, ou seja, menos de setenta mil toneladas. E quando desdobram esse volume, a situação fica pior e eles têm de comprar de terceiros. Então, precisamos conversar sobre isso. Aliás, dentro de alguns dias, pretendo conversar com a diretoria da Ocepar sobre essa questão”, pontuou.

Área livre – Piana afirmou que tem exposto ao governador Rainho Junior a preocupação em relação à questão de o estado conseguir o reconhecimento de área livre de febre aftosa. “Quem sabe até julho tenhamos feito as contratações necessárias, de oitenta e noventa técnicos, e consigamos fazer frente às dificuldades de nossas fronteiras. Assim poderemos ser um estado livre de vacinação, o que pode nos permitirá a abertura de novos espaços no mercado lá fora, bem como resolver as nossas questões de preço”, enfatizou.

Infraestrutura – Piana adiantou que, na questão da infraestrutura, “o governo do Paraná deve apresentar, dentro de alguns dias, um projeto global de investimentos no estado, por uma ordem de prioridades para, então, discutir com a sociedade, inclusive com um grupo composto por não mais que 25 pessoas representando o setor produtivo paranaense, que será o suporte do governo na discussão direta dos investimentos necessários”.  

Representatividade – O vice-governador também sugeriu a união da Frente Parlamentar do Comércio Varejista, que acaba de ser instalada, à Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop). Segundo ele, com a aproximação e união desses parlamentares as representações ganharão mais força em defesa dos interesses dos dois setores no Congresso Nacional. 

{vsig}2019/noticias/04/02/ago_VII/{/vsig}

 

AGO VIII: Lideranças cooperativistas lançam livros

A Assembleia Geral Ordinária (AGO) do Sistema Ocepar foi encerrada, na tarde desta segunda-feira (01/04), em Curitiba, com o lançamento de três livros: “Organização do quadro social: participação responsável e de resultados”, de autoria do ex-presidente da entidade, João Paulo Koslovski, e as biografias “Wilson Thiesen: Minha vida, meu legado”, escrita pelo jornalista Samuel Zanello Milléo Filho, e “José Aroldo Gallassini: uma visão compartilhada”, cujo autor é o jornalista Elias Awad. Thiesen também é ex-presidente da Ocepar e Gallasini é presidente da Cooperativa Coamo, sediada em Campo Mourão, na região Centro-Oeste do Estados. Os três participaram do evento, autografando as obras.

{vsig}2019/noticias/04/02/ago_VIII/{/vsig}

OCB I: Ramos do cooperativismo são modernizados

 

ocb I 02 04 2019Tornar mais efetiva a comunicação com a base e ampliar o alcance das ações de representação dos interesses do cooperativismo brasileiro, no âmbito do Executivo, do Legislativo e do Judiciário. Essas são as razões da reorganização do número de ramos do movimento cooperativista nacional, aprovada pela Assembleia Geral Ordinária da OCB, na quarta-feira passada (29/03).

 

Classificação- Antes disso, o cooperativismo brasileiro era classificado nos seguintes segmentos: agropecuário, consumo, crédito, educacional, especial, habitacional, infraestrutura, mineral, produção, saúde, trabalho, transporte, turismo e lazer. Com a aprovação dessa nova classificação, as quase sete mil cooperativas brasileiras passam a integrar sete ramos.

 

Fortalecimento e representatividade- O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, explicou que nada muda na rotina das cooperativas e que a mudança se faz necessária para promover o fortalecimento e dar maior representatividade para alguns segmentos de cooperativas. Confira na entrevista!

 

Porque o cooperativismo é dividido em ramos?

A classificação das cooperativas brasileiras em ramos é necessária para que a OCB se organize internamente e, assim, otimize os esforços de suas equipes, com vista ao máximo aproveitamento das ações de representação dos interesses dos cooperados junto aos Três Poderes. Vale dizer que a Lei nº 5.764/1971 não faz essa classificação, mas a OCB, seguindo a tendência mundial de segmentar para melhor representar e visando dar cumprimento às suas competências legais, deliberou fazer o mesmo.

Simplificando: o que queremos é conversar melhor com a nossa base, debatendo com elas as suas necessidades, agrupando-as conforme suas afinidades e, por fim, construindo um ambiente cada vez mais sólido para que se desenvolvam com sustentabilidade.

 

Porque repensar esse formato?

Para darmos cumprimento às competências da OCB, em especial a de defesa e representação das cooperativas, de maneira mais efetiva. A reclassificação traz como principal benefício o atendimento do Sistema OCB com maior representatividade, em uma organização que apresenta ramos robustos. Além disso, a organização em grandes setores é mais adequada e flexível para se adaptar às rápidas mudanças de mercado e inovação. E como consequência temos uma maior padronização, alinhamento de discurso e comunicação mais assertiva.

 

Como foi o processo de reorganização dos ramos?

A OCB, através de um grupo de trabalho constituído por representantes de todas as regiões, indicados pela Diretoria, estudou critérios elegíveis para aglutinação, como como legislação própria, regulação específica e impactos tributários. Em dezembro (2018), apresentamos o resultado desse processo tanto à Diretoria quanto à assembleia geral extraordinária, oportunizando que fossem apresentadas sugestões, que seriam posteriormente avaliadas pelo grupo de trabalho. E, agora no dia 26/3, validamos a reorganização junto à Diretoria da OCB, apresentando os resultados e encaminhamentos na assembleia geral ordinária, realizada no dia seguinte (27/3).

 

Como fica agora?

Então, como já dissemos, dos 13 ramos que tínhamos, contaremos agora com sete. Alguns deles foram agrupados a outros, podendo haver reclassificação das cooperativas a partir desta reorganização. As mudanças são as seguintes:

 

Ramo Produção de Bens e Serviços: é a nova denominação do antigo Ramo Trabalho. A partir de agora, esse novo ramo engloba as cooperativas que prestam serviços especializados a terceiros ou que produzem bens tais como beneficiamento de material reciclável e artesanatos, por exemplo. Ele reúne todas as cooperativas de professores e dos antigos ramos: produção, mineral, parte do turismo e lazer e, por fim, especial.

 

Ramo Infraestrutura: composto por cooperativas que prestam serviços relacionados à infraestrutura a seus cooperados. Por exemplo: geração e compartilhamento de energia elétrica e, agora, com a incorporação do Ramo Habitacional, também terá as cooperativas de construção de imóveis para moradia.

 

Ramo Consumo: composto por cooperativas que realizam compra em comum tanto de produtos quanto de serviços para seus cooperados (supermercados, farmácias). Engloba, também, as cooperativas formadas por pais para contratação de serviços educacionais e também aquelas de consumo de serviços turísticos (antigamente classificadas dentro do Ramo Turismo e Lazer).

 

Ramo Transporte: este ramo preserva sua nomenclatura, mas seu conceito foi ajustado. A definição do ramo passa a trazer expressamente a condição do cooperado de proprietário ou possuidor do veículo. Deste modo, cooperativas formadas de motoristas de veículos de carga ou de passageiros, que não detenham a posse ou propriedade destes, devem ser classificadas no Ramo Produção de Bens e Serviços. Além disso, as cooperativas que se dediquem a transporte turístico, transfers, bugues, cujos cooperados sejam proprietários ou possuidores dos veículos e que eventualmente estejam enquadrados no Ramo Turismo e Lazer devem ser reclassificadas para o Ramo Transporte.

 

Ramo Saúde: composto por cooperativas formadas por médicos, odontólogos ou profissionais ligados à área de saúde humana, enquadrados no CNAE 865. O novo Ramo Saúde também engloba as cooperativas de usuários que se reúnem para constituir um plano de saúde, pois são consideradas operadoras. 

 

Ramo Agropecuário: composto por cooperativas relacionadas às atividades agropecuária, extrativista, agroindustrial, aquícola ou pesqueira. Não sofreu alteração.

 

Ramo Crédito: composto por cooperativas que prestam serviços financeiros a seus cooperados, sendo-lhes assegurado o acesso aos instrumentos do mercado financeiro. Não sofreu alteração.

 

Diante da modernização dos ramos, como fica o modelo de governança?

Com essa simplificação, também estamos estudando a alteração do modelo de governança deles. Dessa forma, a proposta a ser debatida trará apenas sete conselhos consultivos e, dentro deles, câmaras temáticas. Com isso, cada coordenador de cada câmara assume, automaticamente, a função de conselheiro. Basicamente, as mudanças a serem discutidas ao longo deste ano no âmbito dos Conselhos Consultivos são as seguintes:

 

Ramo Produção de Bens e Serviços

- Câmara Temática das Cooperativas de Trabalho;

- Câmara Temática das Cooperativas Sociais (antigo Ramo Especial);

- Câmara Temática das Cooperativas de Garimpeiros;

- Câmara Temática das Cooperativas de Produção;

- Câmara Temática das Cooperativas de Professores;

- Câmara Temática das Cooperativas de Profissionais do Turismo.

 

Ramo Infraestrutura

- Câmara Temática das Cooperativas de Geração Distribuída;

- Câmara Temática das Cooperativas de Energia e Telecom;

- Câmara Temática das Cooperativas de Irrigação;

- Câmara Temática das Cooperativas Habitacionais.

 

Ramo Consumo

- Câmara Temática das Cooperativas de Consumo;

- Câmara Temática das Cooperativas de Consumo de Serviços de Turismo;

- Câmara Temática das Cooperativas de Pais.

 

Ramo Transporte

- Câmara Temática das Cooperativas de Transporte de Cargas;

- Câmara Temática das Cooperativas de Transporte de Passageiros.

 E, por último, os Conselhos Consultivos dos ramos Agropecuário, Crédito e Saúde não sofreram alterações em sua estrutura.

 

O que muda, na prática, para as cooperativas?

Nada. As cooperativas não terão nenhum ônus com essa reclassificação. A rotina delas segue normalmente. É importante reforçar que a classificação, como dito, tem seu alcance apenas internamente, na organização da representação e defesa das cooperativas. Não se presta, portanto, para definir o tratamento tributário, o enquadramento sindical ou mesmo a legislação aplicável a cada ramo. Todos esses pontos seguem sendo analisados a partir do objeto social e dos atos praticados pela cooperativa com seus cooperados.

 

Qual o papel das organizações estaduais nesta reorganização?

As organizações estaduais têm um papel essencial no processo de transição dessa nova forma de classificação. Além de divulgar a novidade, nossas equipes nos estados têm a tarefa de reclassificar, internamente, as cooperativas de acordo com essa nova conceituação. Elas têm até o dia 31/10 para concluir essa fase e, para informar à unidade nacional, as mudanças ocorridas em seus sistemas. Isso é importante para que nós, do nacional, realizemos a atualização no nosso sistema, até o dia 31/12. Estimamos que, pelo menos, mil cooperativas necessitem de reclassificação, mas repito: na prática, nada muda para as cooperativas. (Informe OCB)

 

OCB II: Entidade debaterá Selo+ Integridade

 

No próximo dia 11 de abril, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) promoverá um debate sobre o programa Selo Agro+ Integridade. A Organização das Cooperativas Brasileiras e a Confederação Nacional da Agricultura são parceiros do evento, destinado a empresas, cooperativas e entidades de representação do setor produtivo.

 

Perspectivas - O objetivo é debater as perspectivas das ações de integridade pública e, também no setor privado, com foco no agronegócio. O evento ocorrerá das 8h30 à 12h, no auditório da Confederação, no Setor Bancário Norte, em Brasília.

 

Presenças - A abertura contará com as presenças dos ministros Tereza Cristina (MAPA) e Wagner de Campos (CGU) e, ainda, do diretor da Secretaria Executiva Agroambiental do Tributal de Contas da União, Vinícius Neves, e dos presidentes Márcio Lopes de Freitas (OCB) e João Martins da Silva Junior (CNA).

 

Reconhecimento - O programa Selo+ Integridade tem como objetivo fundamental o reconhecimento de boas práticas de produção pelos diversos setores do agronegócio, sob a ótica da responsabilidade social e sustentabilidade, e ainda o esforço para mitigação das práticas de fraude, suborno e corrupção.

 

Como receber o selo - As cooperativas agropecuárias poderão obter o Selo Agro+ Integridade (edição 2019-2020) para adicionar nas embalagens de seus produtos. Para isso, basta que elas participem de uma seleção de identificação daquelas que estão de acordo com as regras do programa. As inscrições começam no dia 1º/2, vão até o dia 31/5 e devem ser feitas diretamente do site do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. (Link

(Informe OCB)

 

ocb II foder 02 04 2019

ACI: Na Itália, Aliança tem primeira reunião de 2019

 

aci 02 04 2019O mercado consumidor internacional é – e sempre foi – foco da atuação da OCB que, há 30 anos, participa das reuniões do Conselho de Administração da Aliança Cooperativa Internacional (ACI). Na última semana, representantes de 20 países, dentre eles o Brasil, se reuniram em Matera, na Itália, para realizar a primeira reunião do conselho, em 2019.

 

Representantes brasileiros- Ao longo dessas três décadas, os representantes brasileiros, indicados pela OCB, têm sido eleitos para assumir a função de conselheiro do maior representante do cooperativismo em nível global e uma das organizações não-governamentais mais antigas do mundo.

 

Parceria- A reunião foi organizada em parceria com a Aliança Italiana de Cooperativas, entidade recentemente criada para representar o movimento cooperativista nacional e que é formada pela Confederação Italiana de Cooperativas (Confecooperative), pela Liga Italiana de Cooperativas (Legacoop) e pela Associação Geral das Cooperativas Italianas (AGCI).

 

Local- O local do encontro não foi escolhido à toa. Matera foi considerada a capital europeia da cultura em 2019, juntamente com a cidade búlgara de Plovdiv. Terceira cidade mais antiga do mundo, Matera está localizada no sul da Itália e é rica em história e cooperativismo.

 

Conferência internacional- Além das reuniões do Conselho e dos organismos setoriais da ACI, a delegação brasileira participou de uma conferência internacional de cooperativas culturais. O evento reuniu dirigentes europeus de cooperativas que oferecem serviços de turismo e gestão do patrimônio histórico. (Informe OCB)

 

SICREDI FRONTEIRAS: Resultados são distribuídos aos associados

 

sicredi fronteira 02 04 2019Este é um momento ímpar na história da Sicredi Fronteiras PR/SC/SP. Assim como foi aprovado em Assembleia, neste ano de 2019, os associados receberão, após as destinações legais, a sua participação no resultado da cooperativa referente ao exercício de 2018 em conta corrente.  

 

Ciclo virtuoso- O ciclo virtuoso garante o desenvolvimento da comunidade, pois, ao utilizarem produtos e serviços, os associados ajudam a multiplicar o capital econômico da cooperativa. Dessa forma, a cooperativa disponibiliza ainda mais recursos e soluções financeiras que geram valor tanto para o associado, quanto para a comunidade, beneficiada com o aquecimento da economia local, com a geração de emprego, e com projetos sociais realizados pelas cooperativas.

 

Juntos compartilhamos resultados- A partir desta terça-feira (02/04), serão distribuídos mais de R$ 9,3 milhões de reais entre os associados, donos do negócio, proporcionalmente aos negócios realizados durante o período. Além disso todos os associados da cooperativa receberão R$ 4,5 milhões de reais de juros pagos sobre o capital social que possuem integralizado, o que representa uma participação superior a 38% sobre todo o resultado gerado durante o ano, que foi de R$ 35 milhões. 

 

Diferencial - A distribuição do resultado é um dos principais diferenciais entre um banco e uma cooperativa de crédito. Os resultados financeiros demonstram a rentabilidade e a qualidade da gestão da Sicredi Fronteiras. Prova da solidez financeira, que permite disponibilizar aos associados, crédito para financiar seus negócios e projetos pessoais.

 

Valor- Para saber o valor da sua participação nos resultados, o cooperado deve acessar sua conta por meio do App do Sicredi, Internet Banking ou ir até a agência mais próxima. (Imprensa Sicredi Fronteiras PR/SP)

 

 

SICOOB UNICOOB: Alunos participam de formação para criação de Cooperativa Mirim em Toledo (PR)

 

Estudantes da Escola Municipal André Zenere receberam capacitação do Instituto Sicoob por intermédio da Central Sicoob Unicoob; esta será a primeira Cooperativa Mirim na área urbana da cidade.

 

Mais uma etapa- Entre os dias 12 e 14 março, alunos da Escola Municipal André Zenere, em Toledo (PR), participaram de mais uma etapa da capacitação que busca implantar a primeira Cooperativa Mirim na área urbana da cidade. Por intermédio da Central Sicoob Unicoob, os estudantes receberam visita de uma equipe do Instituto Sicoob que compartilhou os conhecimentos e informações necessárias para o processo de criação e implantação da metodologia na escola. 

 

Temas- Durante a formação foram abordados temas como história, princípios e valores do cooperativismo, funcionamento de uma cooperativa, ética, importância das escolhas pautadas na democracia e no coletivo, entre outros. 

 

Objetivos - De acordo com o especialista em Responsabilidade Social do Sicoob Meridional (singular madrinha da Cooperativa Mirim que está em desenvolvimento) e Pessoa de Apoio Estratégico (PAE) do Instituto Sicoob, Airton Bagli, a Cooperativa Mirim tem, entre os objetivos, aliar educação aos valores do cooperativismo e proporcionar para as crianças a oportunidade de participarem de um processo de criação de uma cooperativa desde o início, o que envolve criação de Estatuto Social, ATAs, nome e logo. “O programa tem um caráter pedagógico, ou seja, o ensino está agrupado nas Cooperativas Mirins e as crianças sempre vão trabalhar com todos os princípios e valores aliados ao empreendedorismo, cidadania, inclusão social, capacitações de educação financeira e ambiental. Toda cooperativa está enraizada nos princípios e valores, em que se tem o lado econômico, mas também o social. Essas crianças vão viver uma rotina de cooperativa, desde a criação, até o andamento e desenvolvimento.”

 

Escola rural- Há cerca de quatro anos a primeira Cooperativa Mirim foi implantada em uma escola rural da cidade de Toledo. De lá para cá foram mais três implantações, mas neste ano, porém, a ideia é que a área urbana também passe a contar com o programa, começando pela Escola André Zenere.

 

Encontros- Os alunos se reúnem às terças e quintas-feiras, nos contraturnos escolares, para participarem dos encontros e atividades que tem foco na implantação da Cooperativa Mirim. O planejamento é que, até o fim do ano, a inauguração seja realizada pelos próprios alunos. 

 

Cooperativa Mirim- Cooperativa Mirim é uma metodologia desenvolvida pelo Instituto Sicoob em parceria com as cooperativas Sicoob locais. Se trata de uma associação de alunos que, sob a orientação de um professor orientador, se unem voluntariamente visando satisfazer anseios e necessidades econômicas, sociais e culturais comuns, por meio da vivência e prática do cooperativismo. As cooperativas fundadas são dirigidas e coordenadas pelos próprios alunos e tem por finalidade o desenvolvimento de competências, hábitos e atitudes por meio de uma prática pedagógica que dissemina os princípios do cooperativismo, harmonizando-os aos interesses com a comunidade e obtendo responsabilidades sociais, morais e econômicas. Os alunos produzem trabalhos artesanais e dividem os resultados financeiros proporcionalmente entre os membros da cooperativa. (Imprensa Instituto Sicoob)

 

{vsig}2019/noticias/04/02/sicoob_unicoob/{/vsig}

SICOOB METROPOLITANO I: Atendimento à comunidade é facilitado com agência móvel

 

No final de 2018, o Sicoob Metropolitano recebeu uma unidade do Sicoob Móvel, um veículo adaptado que serve como agência itinerante. Em fevereiro deste ano, a cooperativa de Maringá (PR) iniciou um roteiro de visitas pelas cidades de Nossa Senhora das Graças e Palmital. Em breve, a van passará por Iretama, Barbosa Ferraz e Fênix. 

 

Proposta- A proposta do Sicoob Móvel é facilitar a prospecção de novos cooperados e levar o atendimento para além das unidades físicas. Dessa forma, municípios que ainda não contam com agências do Sicoob podem ter acesso aos produtos e serviços disponíveis no portfólio da cooperativa. Outra vantagem da agência móvel é oportunizar a participação do Sicoob Metropolitano em feiras e eventos.

 

Bons resultados- Para Adilson Mendes de Oliveira, um dos profissionais que viajam com o Sicoob Móvel, a agência itinerante já tem gerado bons resultados para a cooperativa. “Neste momento, estamos com foco em empréstimo consignado e parceria com prefeituras, favorecendo os servidores públicos. As primeiras cidades visitadas nos proporcionaram experiências muito boas e já estamos nos organizando para atuar em outros municípios”, explica. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

{vsig}2019/noticias/04/02/sicoob_metropolitano_I/{/vsig}

SICOOB METROPOLITANO II: Treinamento abordou autoconhecimento e técnicas de venda

 

sicoob metropolitano II 02 04 2019Entre os dias 20 e 22 de março, cerca de 25 colaboradores das agências do Sicoob Metropolitano estiveram na Unidade Administrativa (UAD) da cooperativa, em Maringá, para um treinamento sobre vendas.

 

Técnicas- Na capacitação, os participantes aprenderam técnicas para a negociação dos produtos e serviços oferecidos pela cooperativa e foram estimulados a refletir sobre a importância da excelência no atendimento ao cooperado. Para isso, o instrutor Leonardo Queiroz Sales, trabalhou autoconhecimento, comunicação e destacou como a definição de metas e objetivos pode contribuir para o desenvolvimento pessoal e profissional.

 

Treinamento- O assistente de agência do Sicoob Metropolitano em Mamborê Sidnei da Silva Martins, relata que o treinamento possibilitou uma mudança de mentalidade frente aos desafios enfrentados diariamente. “Percebi que sou capaz de ir muito além dos meus limites, de auxiliar minha equipe na busca pelos resultados propostos e também ser justo e humano em meus negócios. Dessa forma, valorizo cada vez mais o cooperativismo de crédito”, afirma. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

COCAMAR: Manejo de solo com braquiária favorece infiltração de água

Em relatório apresentado durante reunião promovida pela Cocamar com produtores cooperados de Iporã e Maringá, na quarta e quinta-feira da semana passada (dias 27 e 28/03), o pesquisador da Embrapa Soja, Henrique Debiasi, detalhou os resultados do Projeto Manejo de Solo realizado no final do ano passado em vários municípios das regiões atendidas pela cooperativa.

Trabalho inédito - Debiase lembrou que se trata de um trabalho inédito, fruto de parceria entre a Cocamar e a Embrapa, que abrangeu propriedades com diferentes tipos de solo e manejo em municípios nas regiões noroeste do norte do Estado, com a finalidade de avaliar a qualidade física, química e biológica do solo e também a sua capacidade de infiltração de água.

Compactação - Segundo o pesquisador, ficou mais uma vez demonstrado que a compactação é o grande problema a ser resolvido para que os produtores possam elevar suas médias de produtividade. Em alguns locais foram observados bons teores de fósforo, potássio e macronutrientes mas, em contrapartida, problemas na parte física e cobertura, incluindo também casos de acidez [falta de calcário].

Potencial genético - Em situações assim, mesmo que chova normalmente durante todo o ciclo da lavoura, não será possível explorar o potencial genético das cultivares. Da mesma forma, se houver veranicos, como os registrados na temporada 2018/19, as perdas podem ser significativas, o mesmo ocorrendo em caso de chuvas volumosas, com o inevitável encharcamento do solo e o processo erosivo.

Manejo - Debiase apontou, em síntese, que a solução passa, necessariamente, pelo manejo adequado, seguindo orientação técnica especializada, com a adoção de práticas como o consórcio milho x braquiária no inverno, braquiária solteira ou outros tipos de forragens que atendem as características de cada região. No caso da braquiária, o trabalho verificou que o manejo utilizando esse capim atua diretamente na melhoria do solo. “O intenso sistema radicular da braquiária rompe a compactação e produz canais que favorecem a infiltração de água”, disse. Por outro lado, observou-se a dificuldade de infiltração em solos onde não é feito um manejo correto.  

Sinergia - Reunindo técnicos da Cocamar e da Embrapa, com a participação de uma aluna de doutorado Universidade Estadual de Londrina (UEL), o trabalho resulta da sinergia que há entre aquela empresa e a Cocamar. “A ideia nasceu com o pesquisador Júlio Franchini e foi abraçada pela cooperativa, que se dispôs a custear as despesas da realização e também a indicar produtores em suas regiões, os quais abriram as portas de suas propriedades para que pudéssemos fazer as análises”, afirma Debiasi.

Avaliação - O pesquisador explica que as análises possibilitam uma avaliação detalhada dos níveis de infiltração em vários tipos de solos, incluindo aqueles onde são conduzidos programas de integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF) e consórcio milho e braquiária. “Trata-se de um trabalho de grande magnitude e importância. No país, se conhece muito pouco, ainda, sobre a capacidade de infiltração de água no solo e esse trabalho, com certeza, é uma referência”, acrescenta, observando, também, que a avaliação permite diferenciar os manejos de solo que são conduzidos com qualidade.

Dres - Os trabalhos incluíram a realização do Diagnóstico Rápido de Estrutura do Solo (Dres), a coleta de solo para análises química, física e biológica e a quantificação e medição do volume de palha. (Imprensa Cocamar)

COPAGRIL: Reuniões de Núcleos Cooperativos terão início nesta terça

 

Terá início (02/04) o ciclo de reuniões dos Núcleos Cooperativos da Copagril, a começar pelo núcleo de Porto Mendes, cujo encontro está marcado para as 14 horas desta terça-feira, tendo por local a AACC instalada no distrito.

 

Participação - A programação de reuniões dos Núcleos Cooperativos é voltada à participação de todos os associados e familiares pertencentes ao respectivo núcleo, sendo de fundamental importância a presença da maioria para tratar de assuntos da sua cooperativa. 

 

Grupos representativos - Os núcleos cooperativos são grupos representativos compostos por cooperados de 16 microrregiões da área de ação da Copagril, os quais possuem importante papel para a gestão democrática da cooperativa.

 

Novos coordenadores - Durante as reuniões, os associados irão escolher as novas coordenações para gestão 2019-2021. Cada coordenação será composta pelo coordenador, vice-coordenador e secretário, sendo que estes representarão os demais associados perante o Conselho de Administração da Copagril. Os coordenadores de núcleos cooperativos compõem o Conselho Consultivo, colegiado em que são debatidos os principais assuntos da cooperativa visando à tomada de decisões. (Imprensa Copagril)

 

copagril tabela 02 04 2019 2

ABASTECIMENTO: Governo vai realizar leilão de estoque de milho em 5 de abril

 

abastecimento 02 04 2019O Conselho Interministerial de Estoques Públicos de Alimentos (Ciep) decidiu, ad referendum, autorizar a venda por meio de leilão, de até 300 mil toneladas dos estoques públicos de milho. “A medida visa melhorar o abastecimento do grão principalmente para os pecuaristas, suinocultores e avicultores, uma vez que os preços da região estão elevados”, explica Eduardo Sampaio, secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

 

Preço- A resolução do Cieptambém fixa os Preços de Liberação de Estoques Públicos (PLE) para o milho armazenado no Mato Grosso em R$ 21,21/60 kg e em R$ 25,10/60 kg para os estados do Centro-Sul, exceto Mato Grosso.

 

Programado- Já está programado um leilão de 50 mil toneladas de estoque público do milho para o dia 5 de abril (sexta-feira). (Mapa)

 

PESQUISA: Embrapa demonstra ILPF em realidade aumentada na ExpoLondrina

 

pesquisa 02 04 2019A partir de um óculos de realidade aumentada, os visitantes do estande da Embrapa Soja na ExpoLondrina 2019, que será realizada de 05 a 14 de abril, no Parque de Exposições Ney Braga, poderão visualizar, de forma interativa, os benefícios do sistema de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF). O objetivo da Embrapa Soja é mostrar, por exemplo, como ocorre a transformação de uma área degradada, com baixa capacidade de produção, em uma área produtiva e sustentável.

 

Percurso - Para isso, os visitantes passarão por um percurso em que será possível visualizar desde a correção do solo para o plantio agrícola até a entrada do gado em uma pastagem reformada, ou ainda, o plantio de árvores num sistema com o componente arbóreo. A tecnologia de realidade aumentada permite a união do mundo virtual com o real. Todo o percurso é acompanhado por um áudio explicativo.  Por meio de um marcador e de um dispositivo móvel, é gerada uma imagem virtual.

 

ILPF - A ILPF é uma tecnologia produtiva que integra diferentes sistemas produtivos, agrícolas, pecuários e florestais dentro de uma mesma área. Entre seus benefícios está a redução da pressão sobre abertura de novas áreas, diversificação da produção, aumento da renda no campo, maior geração de emprego, maior eficiência no uso de recursos naturais e de maquinários, redução das emissões de gases causadores de efeito estufa, entre outros. A experiência da ILPF em realidade virtual é uma iniciativa da Rede ILPF, uma parceria público privada formada pela Embrapa e pelas empresas parceiras. 

 

Mais - Veja mais sobre a participação da Embrapa Soja na ExpoLondrina aqui.(Assessoria de Imprensa da Embrapa Soja)

 

ECONOMIA: Balança comercial tem superávit de US$ 4,99 bilhões em março

 

economia 02 04 2019A queda nas exportações fez a balança comercial fechar março com o menor saldo positivo em três anos. No mês passado, o Brasil exportou US$ 4,99 bilhões a mais do que importou. O saldo representa recuo de 22,27% em relação ao superávit de US$ 6,42 bilhões registrado em março do ano passado e é o menor para o mês desde 2016.

 

Queda- No mês passado, o país exportou US$ 18,12 bilhões, queda de 1% em relação a março do ano passado pelo critério da média diária. As importações somaram US$ 13,130 bilhões, com ala de 5,1% também pela média diária.

 

Superávit- Com o resultado de março, a balança comercial acumula superávit (exportações menos importações) de US$ 10,889 bilhões nos três primeiros meses do ano, com recuo de 11,1% na comparação com o mesmo período de 2018, quando o superávit tinha atingido US$ 12,243 bilhões.

 

Soma - Nos três primeiros meses do ano, as exportações somaram US$ 53,026 bilhões, retração de 3% em relação ao mesmo período de 2018 pelo critério de média diária. As importações totalizaram US$ 42,138 bilhões, recuo de 0,7% na mesma comparação.

 

Produtos básicos- Em março, as exportações de produtos básicos aumentaram 7,9% em relação ao mesmo mês do ano passado, com destaque para algodão bruto (+123,6%), milho em grãos (+86,7%), fumo em folhas (+38,9%) e farelo de soja (+30,2%). A venda de produtos semimanufaturados caiu 0,5%, puxada por açúcar bruto (-34,6%), celulose (-12%) e couros e peles (-10,8%).

 

Manufaturados- A principal queda nas exportações ocorreu com os produtos manufaturados, cujas vendas caíram 6,5% em relação a março do ano passado. As maiores retrações ocorreram na venda de veículos de carga (-68,2%), óleos combustíveis (-49,6%), automóveis de passageiros (-41,4%) e autopeças (-13,4%).

 

Crise na Argentina- A maior parte dessa queda é efeito da crise na Argentina, principal comprador de produtos industrializados do Brasil e terceiro maior parceiro comercial do país. Somente em março, as exportações para o país vizinho caíram 48,4%.

 

Estimativa- Depois de o saldo da balança comercial ter encerrado 2018 em US$ 58,959 bilhões, o segundo maior resultado positivo da história, o mercado estima um superávit menor em 2019 motivado principalmente pela recuperação da economia, que reativa o consumo e as importações.

 

Focus- Segundo o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo Banco Central, os analistas de mercado preveem superávit de US$ 50,25 bilhões para este ano. O Ministério da Economia ainda não fez projeções oficiais para o saldo da balança comercial em 2019. (Agência Brasil)

 


Versão para impressão


RODAPE