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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4545 | 29 de Março de 2019

AGO: Sistema Ocepar realiza Assembleia Geral Ordinária no próximo dia 1º

 

ago 28 03 2019Na próxima segunda-feira (01/04), a partir das 14 horas, em Curitiba, o Sistema Ocepar realizará a sua Assembleia Geral Ordinária, quando haverá a prestação de contas referente ao exercício de 2018 da Ocepar (Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná), Fecoopar (Federação e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná) e Sescoop/PR (Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo). Também será apresentado o plano de trabalho para 2019.

 

Eleição - Também faz parte da pauta a eleição da diretoria da Ocepar para a gestão 2019/2023, a indicação do presidente executivo pela diretoria e a homologação do nome. Haverá ainda a composição e posse dos Conselhos Administrativo e Fiscal do Sescoop/PR.

 

Livros - Após a AGO, serão lançadas as biografias do ex-presidente da Ocepar, Wilson Thiesen, e do presidente da Cooperativa Coamo, José Aroldo Gallassini, e o livro sobre a organização do quadro social no cooperativismo, de autoria do ex-presidente do Sistema Ocepar, João Paulo Koslovski.

 

Indicadores - O Sistema Ocepar possui 215 cooperativas registradas, que atuam em dez diferentes ramos - agropecuário, crédito, saúde, infraestrutura, trabalho, educacional, consumo, habitacional, transporte e turismo e lazer. Em 2018, movimentaram R$ 83,5 bilhões, o que representa crescimento de 18,77% sobre os R$ 70,3 bilhões de 2017. As exportações atingiram US 3,9 bilhões. O setor abrange 1,8 milhão de cooperados e gera cerca de 100 mil empregos diretos. Também responde por cerca de 60% da produção agropecuária paranaense.

 

SISTEMA UNIMED: Comitê Estadual de Assessores Jurídicos discute a Lei Geral de Proteção de Dados

 

Cerca de 30 advogados de cooperativas singulares e da Federação das Unimeds no Paraná participaram, na manhã desta sexta-feira (29/03), das discussões sobre a Lei nº. 13.709, conhecida como a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPDP). Foi durante a 1ª Reunião Ordinária do Comitê Estadual de Assessores Jurídicos do Sistema Unimed, ocorrida no Hotel San Juan Royal, em Curitiba, com apoio do Sescoop/PR. A Ocepar esteve representada pela coordenadora jurídica Micheli Mayumi Iwasaki, que possui assento permanente no Comitê e participa de todas as atividades do grupo.

 

Palestrante - O debate sobre a LGPDP contou com a participação da advogada Patricia Peck, considerada uma referência em Direito Digital no Brasil. Ela ministrou uma palestra tratando sobre os impactos da internet na sociedade e a responsabilidade no sigilo e resguardo de informações pessoais, inclusive no caso das Unimeds, cuja grande preocupação é com o banco de dados dos beneficiários. 

 

A Lei - A Lei 13.709 foisancionada em agosto de 2018 e as empresas têm até agosto de 2020 para se adequarem às suas normas. Quem não cumprir o que determina a Lei pode pagar multas altíssimas, que podem chegar a até R$ 50 milhões por infração.

 

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CONGRESSO NACIONAL: Evair de Melo é novo relator da Lei Geral das Cooperativas

 

congresso nacional 29 03 2019O presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), deputado Evair de Melo (ES), acaba de ser designado relator do projeto de lei nº 519/2015, mais conhecido como Lei Geral das Cooperativas. A matéria é um dos principais projetos que dizem respeito ao cooperativismo e que tramitam no Congresso Nacional. É, também, um item prioritário da Agenda Institucional do Cooperativismo (clique aqui).

 

OCB - A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) acompanha o projeto desde que foi apresentado no Senado, em 2007, como o PLS 3/2007, pelo então senador Osmar Dias (PR), já que prevê a modernização da Lei 5.764/71, tida como o mais importante marco regulatório do cooperativismo brasileiro.

 

Fundamental - “Atualizar a lei que rege as cooperativas é fundamental para o desenvolvimento delas, afinal, todos os normativos que regulam os setores econômicos onde operam têm como base uma referência legal da década de 70. De lá pra cá, o mundo mudou, o mercado evoluiu e a tecnologia revolucionou a forma de se empreender coletivamente. As cooperativas, de fato, precisam de uma lei moderna, atual e que faça frente às necessidades do mercado, da sociedade e da economia nacional”, destaca o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas.

 

Tramitação - Depois de tramitar no Senado, o PL 519/2015 está, atualmente, sob análise da Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados. Na sequência, segue para análise das comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio, Finanças e Tributação e, por fim, Constituição e Justiça.

 

Tarefa - Evair de Melo terá, a partir de agora, a tarefa de apresentar parecer e propor emendas ao texto, caso considere necessário. E, para isso, é um dos convidados de honra do debate que ocorrerá durante a 14ª edição do Congresso Brasileiro do Cooperativismo, a ser realizado pela OCB, em Brasília, entre os dias 8 e 10 de maio. A ideia é discutir com os congressistas os aspectos que devem entrar na modernização da Lei 5.764/71 para colher os melhores encaminhamentos a serem dados ao texto do PL 519/2015.

 

Subsídios - “O que pretendemos é levantar subsídios para representar as cooperativas com a maior efetividade, construindo, assim, um cenário propício, sob o ponto de vista da legislação, para que se desenvolvam e, também, para cumprir seu papel de transformar a realidade socioeconômica brasileira”, comenta Evair de Melo. (Informe OCB)

 

LINHA DO TEMPO                                                                                            

- Fevereiro/2007 – Apresentação do PLS 3/2007.

- Dezembro/2010 – Aprovado parecer na Comissão de Constituição e Justiça do Senado.

- Maio/2014 – Aprovado parecer na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado.

- Fevereiro/2015 – Aprovado parecer na Comissão de Assuntos Econômicos e encaminhamento à Câmara dos Deputados.

- Março/2015 – Encaminhamento à Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público, com novo número (PL 519/2015).

- Março/2019 – designação do deputado Evair de Melo como relator.

 

SICREDI: Lançado o Relatório de Sustentabilidade 2018

 

sicredi 29 03 2019O Sicredi – instituição financeira cooperativa com mais de 4 milhões de associados e presente em 22 estados e no Distrito Federal – acaba de publicar a edição referente a 2018 do Relatório de Sustentabilidade. O documento reafirma o compromisso do Sicredi com a atuação responsável, cooperativa e sustentável de seus negócios e com o desenvolvimento econômico, social e ambiental das regiões onde atua. 

 

Política - O relatório integra a Política de Sustentabilidade e Responsabilidade Socioambiental do Sicredi e segue as diretrizes internacionais da GRI Standards, mostrando onde o desempenho da instituição tem impacto, sob o ponto de vista dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). O documento direciona a estratégia do Sicredi e reforça os princípios do cooperativismo como promotores do tema sustentabilidade. 

 

Emissão de gases - Pela primeira vez, o Relatório de Sustentabilidade do Sicredi incluiu dados de emissão de gases de efeito estufa por colaborador. A informação será utilizada como base para definir, a partir de 2019, ações para diminuir os impactos ambientais, garantindo a qualidade, transparência e eficácia da gestão da instituição. 

 

Destaques - Entre os destaques da publicação, está a jornada de transformação digital iniciada pelo Sicredi, que inclui o lançamento do Woop Sicredi no ano passado, plataforma que oferece uma experiência de cooperativa de crédito 100% digital. Mais do que uma conta on-line, o Woop Sicredi permite que o usuário se associe e acompanhe o cotidiano de sua cooperativa de crédito pelo celular, vivendo os princípios e valores do cooperativismo.

 

Princípios e valores - Também foram evidenciadas no relatório as ações realizadas para difusão dos princípios e valores do cooperativismo. Um exemplo é o Programa Pertencer, que estimula a participação na governança das cooperativas e leva aos associados mais conhecimento sobre a importância de valores como democracia, transparência e ética. Apenas no ano passado, quase 415 mil pessoas participaram das assembleias. Outro importante programa com resultados relevantes é A União Faz a Vida, que tem como objetivo contribuir para a educação de crianças e adolescentes por meio de uma metodologia de ensino que promove os valores da cooperação e cidadania. Em 2018, 257 mil crianças e adolescentes foram impactadas, um aumento de 25,5% em relação a 2017.

 

Comitês - Os relatos apresentados sobre diversidade dão conta de que algumas cooperativas de crédito filiadas ao Sicredi implementaram Comitês Mulher e Comitês Jovem, que incentivam a participação desses públicos nas estruturas de governança e nas comunidades. Como resultado, o Sicredi recebeu o prêmio Athena Award 2018, concedido pelo Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito (Woccu, em sua sigla em inglês) às instituições financeiras que contribuíram para o desenvolvimento de lideranças femininas no cooperativismo de crédito, em 2018.

 

Projetos reconhecidos - Em 2018, outros dois projetos do Sicredi também foram reconhecidos pelo Woccu, por meio dos programas World Young Credit Union People e Growth Award, que premiam as três instituições financeiras com maior crescimento na base de associados. No âmbito nacional, o Sicredi também conquistou o primeiro lugar na categoria Cooperativas Financeiras das 150 Melhores Empresas para Trabalhar, além de figurar novamente entre as Melhores Empresas para Começar a Carreira, ambos os rankings da revista Você S/A. 

 

Referência - Além disso, o Sicredi é referência em cooperativismo de crédito: no ano passado, foi assinado um acordo de cooperação com a Federação de Cooperativas de Poupança e Crédito do Nepal, por intermédio do Woccu. Esse acordo visa prestar assistência ao desenvolvimento das cooperativas do país asiático, aproveitando o conhecimento e a vivência do Sicredi, no modelo sistêmico de atuação.

 

Link - Essas e outras informações e resultados alcançados pela instituição ao longo de 2018 podem ser conferidos no Relatório de Sustentabilidade, disponível no link https://www.sicredi.com.br/html/conheca-o-sicredi/relatorios/.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

SICREDI PARQUE DAS ARAUCÁRIAS PR/SC/SP: Com apoio da instituição, futsal de Coronel Domingos Soares disputará Série Bronze

 

Coronel Domingos Soares terá uma equipe disputando a série Bronze do Campeonato Paranaense de Futsal, em 2019. O município será representado pela Associação Domingosoarense dos Amigos do Futsal, a ADAF, que também disputará outros torneios ao longo do ano.

 

Patrocínio - Fundado em abril de 2018, o clube foi criado por entusiastas do esporte com o objetivo de fortalecer a modalidade no município, estimular o setor esportivo, e valorizar o potencial dos atletas locais. Na temporada, a equipe contará com o patrocínio master do Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP. A parceria entre as duas instituições já existe desde o ano passado.

 

Da casa - De acordo com Kleber Bueno, presidente da ADAF, metade do elenco de 20 atletas é natural de Coronel Domingos Soares. Também há jogadores de Palmas (PR), de Erechim (RS), e de outros municípios.

 

Reforços - Bueno explica que o time ainda está em fase de realizar novas contratações, por conta da participação na Série Bronze. “Estamos sonhando com isso há anos. É nosso primeiro ano, estamos chegando com humildade, pois sabemos que os adversários são fortes, mas nossa ambição é chegar a Série Prata”, diz. A estreia da ADAF na competição deverá acontecer em casa, no dia 20 de abril contra o Rebouças Futsal. 

 

Competições - Desde sua fundação, a ADAF já participou de torneios locais e conquistou de forma invicta o título da Copa Pércio Cucas, vencendo o Clevelândia na final por 8 a 2. A competição foi disputada em Palmas (PR). Em 2019, o time também disputou a Copa Rádio Chopinzinho Doce/Docê de Futsal, chegando até as quartas de final. Na competição, Bueno destacou a vitória contra o Marreco Futsal, atual campeão do torneio, que também disputa a Liga Nacional. 

 

Reflexos - O presidente avalia que a parceria com o Sicredi Parque é fundamental para o projeto do time, que refletirá também no desenvolvimento do município de Coronel Domingos Soares. E afirma que o time está movimentando a comunidade em torno do esporte, algo que se reflete na cultura e na economia local. “O Sicredi está ajudando a realizar um sonho do time e da cidade”, comenta.

 

Apoio - O Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP acredita no desenvolvimento por meio do esporte. Promover as comunidades onde atua é um dos princípios do cooperativismo. Por isso, em 2019, está patrocinando as equipes de futsal AAEMA, de Mariópolis, Palmas Esportes, Pato Futsal e ADAF, além do Pato Basquete, equipe de basquetebol de Pato Branco, e do Botafogo-SP, time de futebol de Ribeirão Preto (SP).

 

Estímulo - Para Fabio Vedelago Burille, diretor executivo do Sicredi Parque, além de contribuir para o progresso da equipe, investir no esporte também é um modo de estimular a prática esportiva e a cidadania, especialmente entre as crianças e os jovens. 

 

Presença - O Sicredi é a única instituição financeira com agência em Coronel Domingos Soares, o que torna a parceria ainda mais significativa. Burille analisa que o esporte muitas vezes é responsável por promover os grandes eventos em municípios menores como Coronel Domingos Soares.  “Para nós é muito relevante estar junto com o time que representa o município”, completa o diretor. 

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP)     

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

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SICOOB OURO VERDE: Startup Weekend Londrina teve apoio da cooperativa

 

sicoob ouro verde 29 03 2019O Sicoob Ouro Verde foi um dos apoiadores do Startup Weekend Londrina, evento global que é considerado o maior do mundo neste segmento. Em sua 4ª edição na cidade, pela primeira vez o evento teve uma edição voltada ao agronegócio.  

 

Maratona-  De 15 a 17 de março, mais de 80 jovens se reuniram no Centro de Treinamento Agropecuário de Ibiporã, cidade vizinha a Londrina, para uma maratona de empreendedorismo e inovação. Os participantes foram desafiados a transformar uma ideia de negócio voltada para o agro em uma startup. Para isso, tiveram 54 horas de trabalho intenso.

 

Soluções inovadoras - Para o conselheiro do Sicoob Ouro Verde George Hiraiwa, o Startup Weekend foi mais uma oportunidade para a cooperativa estreitar relacionamento com o público jovem e conhecer de perto soluções inovadoras que trarão maior eficiência ao campo. “A participação do Sicoob foi muito importante, pois demonstrou o nosso interesse na inovação e no desenvolvimento das comunidades. Os resultados foram bons, pude notar muita maturidade entre as propostas dos participantes”, afirma. 

 

ExpoLondrina - Hiraiwa conta ainda que algumas das ideias apresentadas no evento serão desenvolvidas e aprimoradas para o Hackaton Smart Agro 2019, que vai ocorrer durante a ExpoLondrina. A feira, que acontece de 5 a 15 de abril, também terá a participação do Sicoob Ouro Verde. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

COCARI: VIII Expo Cerrado dissemina uso de tecnologias em Cristalina (GO)

 

Durante os dias 21, 22 e 23 de março, a Cocari – Cooperativa Agropecuária e Industrial, com sede em Mandaguari (PR), promoveu a VIII Expo Cerrado, em Cristalina (GO). Com o objetivo de disseminar novas tecnologias que visam ao aumento da produtividade das culturas de soja e milho, produtores de diversos municípios do Cerrado se reuniram no evento. No primeiro dia, a Expo Cerrado recebeu estudantes secundaristas e de nível superior em áreas relacionadas à agricultura. Os dias 22 e 23 foram destinados aos produtores, para difusão de práticas, tecnologias e negócios. Tradicional em Goiás, a Expo Cerrado atrai cada vez mais visitantes interessados em conhecer novas técnicas em busca de maior produtividade. Durante três dias, o evento, que contou com mais 600 participantes, recebeu mais de 600 participantes na exposição de culturas que esteve localizada na BR 050, Km 100. 

 

Diálogo com associados e parceiros - Vilmar Sebold, presidente da Cocari, agradeceu aos cooperados e expositores por tornarem possível a realização da oitava edição da feira e também destacou a trajetória da cooperativa na cidade. “A Cocari veio para Cristalina em 1984 e, naquele momento, a área e a tecnologia eram diferentes, mas, junto com a cooperativa, vieram pessoas. E quando lidamos com pessoas, lidamos com sonhos. Com a cooperativa trouxemos produtores que venderam suas terras no Paraná e se estabeleceram aqui, fazendo parte do desenvolvimento de Cristalina”, destacou. 

 

Estudantes visitam a feira - Estudantes visitaram as instalações da feira no primeiro dia de evento, quando assistiram a uma palestra e conheceram mais sobre o desenvolvimento das culturas de soja e milho. O palestrante Júlio Cesar França Franco proferiu uma palestra com o tema “Quem faz a diferença sou eu!”, aos alunos visitantes. Ele falou sobre comportamento, reforçando conceitos para o crescimento pessoal e profissional.

 

Tecnologia nos estandes - Ao longo do evento, os cooperados puderam visitar os estandes de empresas parceiras e órgãos de pesquisa, acompanhando as novidades em tecnologia para suas atividades agrícolas, como sementes, maquinários e implementos, oportunidades para realizarem ótimos negócios. Além dos estandes, um show de humor com o comediante Tom Carvalho animou os visitantes no segundo dia de Expo Cerrado. 

 

Autoridades - A feira contou com a presença de autoridades como o prefeito de Cristalina, Daniel Sabino Vaz; o presidente da Câmara de Vereadores, Bernardo Fachinello; o presidente do Sindicato Rural de Cristalina, Alécio Maróstica e o vice-presidente da Câmara de Vereadores, Silvano da Silva Leite. Ambos, em suas palavras, ressaltaram os benefícios que a cooperativa traz para toda a região. O prefeito destacou a importância de parcerias entre a prefeitura e a iniciativa privada. “As portas da prefeitura de Cristalina estão sempre abertas para que possamos avançar, unindo forças pelo desenvolvimento do município”, disse. (Imprensa Cocari)

 

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INTEGRADA: Área técnica da Integrada realiza palestra em Astorga sobre desempenho de variedades de soja

 

O desempenho das variedades de soja na safra 2018/19 foi tema de palestra ministrada no início dessa semana pelo gerente de produção de sementes, Romildo Birelo, a uma plateia de 50 cooperados em Astorga (PR). Com o término da colheita da região e os fortes veranicos que atingiram praticamente todas as áreas de atuação da Integrada, o especialista apresentou o desempenho das variedades e deu algumas dicas sobre escolhas de variedades para o próximo ciclo.


Diversificação - De acordo com o gerente de produção de sementes da Integrada, somente seis variedades de soja disponíveis pela cooperativa correspondem a 90% do plantio dos cooperados, em um portfólio de mais de 30 variedades. Ele explicou que o produtor precisa diversificar mais o uso das variedades, de modo a atender às necessidades de cada talhão.


Opções - “A Integrada tem cultivares que se adequam ao perfil de cada área e época de plantio”, observou. Bireto disse que essa diversidade de variedades está no portfólio da cooperativa para cobrir todas as necessidades dos associados e garantir, assim, um alto índice de produtividade para diferentes tipos de clima e solo. “O produtor também tem que observar as necessidades de cada cultivar”, avaliou.


Condições - O gerente explicou aos agricultores que é importante que eles não julguem as cultivares apenas pela performance da última safra. “Se nesse ano de veranico houvesse chuvas regulares, muitas variedades que não tiveram um bom desempenho, teriam expressado o seu alto potencial produtivo”, observou.


Qualidade - Por isso, Birelo recomendou que o produtor experimente novas cultivares, mas que mantenha também aquelas que já conhece. E enfatizou que a Integrada possui sementes de alta qualidade e tem investido cada vez mais no segmento. O mais recente investimento foi nas sementes especiais, que detêm alto poder de germinação e nutrientes. E enfatizou que o agricultor, em caso de alguma dúvida, deve sempre pedir o apoio do engenheiro agrônomo da cooperativa. (Imprensa Integrada)

PRODUÇÃO AGROPECUÁRIA: Ministra vai instalar comitê permanente para implantar sistema de autocontrole

 

producao agropecuaria 29 03 2019A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, vai instalar o Comitê Técnico Permanente de Autocontrole, na próxima terça-feira (02/03), em Brasília. A medida (Portaria nº 24)é um dos passos previstos para estabelecer mudanças no sistema de controle de inspeção de qualidade da produção agropecuária. Nesse novo sistema, o fabricante é responsabilizado pela mercadoria que coloca no mercado.

 

Procedimentos de fiscalização - Em seminário realizado em fevereiro sobre o assunto, Tereza Cristina defendeu a adoção de procedimentos de fiscalização e auditoria mais modernos no setor produtivo que deverão garantir maior segurança e qualidade para o consumidor. “O autocontrole nada mais é do que a responsabilidade de ambos os lados. O setor privado tem que cumprir sua parte e nós precisamos ir lá e ver se os protocolos estão sendo seguidos”, explicou na abertura do evento.

 

Ações - O comitê que será instalado na próxima semana deverá propor a implementação, monitoramento e avaliação dos programas de autocontrole, identificar atos normativos que serão necessários, apoiar a articulação de ações conjuntas, como troca de experiência e capacitação, e sugerir subcomitês para temas específicos.

 

Integrantes - Com atuação de caráter técnico e consultivo, o comitê será integrado por representantes do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal(Dipoa), do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal(Dipov), do Departamento de Sanidade Vegetal e Insumos Agrícolas(DDIA), do Departamento de Saúde Animal e Insumos Pecuários(DSA), do Departamento de Serviços Técnicos e do Departamento de Suporte e Normas(DSN).

 

Convidados - Os representantes da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Confederação Nacional da Indústria (CNI) e da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) poderão ser convidados para participarem das discussões.

 

Tendência - Os avanços nos modelos de autocontrole seguem a tendência crescente do uso de sistemas voluntários de certificação de qualidade e muitos países da União Européia já criaram normatizações sobre isso.

 

Reunião - Além do seminário já realizado, o sistema também foi discutido em reunião com representantes estaduais e o Distrito Federal, que integram o Fórum Nacional dos Executores de Sanidade Agropecuária (Fonesa).

 

Estruturação - Segundo Guilherme Leal, secretário de Defesa Agropecuária (SDA) é importante pensar em autocontrole não somente na inspeção de produtos de origem animal, mas também nos vegetais, bebidas e insumos (adubos e defensivos). O secretário explica que o comitê vai estruturar o programa de autocontrole no ministério e nos órgãos regionais ligados ao Mapa, com a participação do setor privado nas discussões.

 

Responsabilidade - “Precisamos delimitar bem a responsabilidade do setor público e do privado para avançar de forma tranquila. A área pública vai continuar com a elaboração das normas, auditorias, fiscalização e a certificação”, explica o secretário. E alerta que “as empresas terão que aprimorar seus processos. A inspeção ante e post mortem (antes e depois do abate) continuará sendo feita por auditores fiscais do ministério, informou.

 

Novos pontos - O secretário adjunto da SDA, Fernando Mendes acrescenta que “estão sendo incluídos novos pontos de checagem no processo produtivo, que serão conduzidos por médicos veterinários, engenheiros de alimentos e outros”.

 

Identificação de riscos - Mendes lembra que inexiste risco zero na produção e, por isto, os estabelecimentos têm que estar sempre prontos a identificar os riscos. “A responsabilidade sobre o produto é de quem produz”, explica. “Mas muitas vezes esse papel é transferido ao Estado, que, na verdade, tem de ser responsável pela verificação, aplicação de medidas punitivas e retirada do mercado quando identifica problema em determinado produto”.

 

Fluxo produtivo - Atualmente, a fiscalização do ministério acompanha o fluxo produtivo até o final e, com o autocontrole, esta tarefa será compartilhada com o setor privado. A inspeção ante e post mortem terá parâmetros modernizados para que seja feita de modo mais inteligente, de acordo com a realidade produtiva atual. Para tornar a fiscalização mais eficiente e viabilizar o autocontrole o Mapa vai acelerar a informatização e automatização de todos os processos.

 

SUASA - Guilherme Leal adiantou que a implantação do Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária (SUASA), fará com que algumas responsabilidades que são executadas pelo governo federal, sejam executadas pelas agências de defesa estaduais, dependendo de treinamento de pessoal, sistemas informatizados e recursos.

 

Resultados - Representantes da Frente Parlamentar da Agricultura e do IICA (Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura) apresentarão, na terça-feira, resultados de reuniões técnicas que realizaram sobre o novo sistema. (Mapa)

 

INFRAESTRUTURA I: Com o dobro do lance mínimo, Rumo fica com principal trecho da Ferrovia Norte-Sul

 

infraestrutura I 29 03 2019Com uma oferta de R$ 2,719 bilhões, a Rumo, empresa de logística do grupo Cosan, venceu a disputa pelo trecho central da Ferrovia Norte-Sul, ao oferecer ágio de 100,92% nesta quinta-feira (28/03). O valor mínimo de outorga era de R$ 1,353 bilhão pela concessão por 30 anos.

 

Lance - O lance superou a proposta da única concorrente, VLI Multimodal, que ofereceu R$ 2,065 bilhões. Este foi o primeiro leilão do setor ferroviário nos últimos 12 anos.

 

Trecho - O trecho de 1.573 quilômetros da ferrovia ofertado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) liga Porto Nacional (TO) a Estrela d'Oeste (SP). O empreendimento já recebeu R$ 16 bilhões em investimentos públicos e o edital prevê o aporte de mais R$ 2,8 bilhões ao longo do período de concessão.

 

Erros de execução - O trecho envolvido no leilão foi construído pela Valec, estatal de ferrovia, e ainda não está concluído. Segundo especialistas, será preciso investir uma soma considerável para corrigir erros de execução e de projeto ao longo do trecho já construído da ferrovia.

 

Demanda - A estimativa do governo é que, ao final da concessão, o trecho ferroviário tenha demanda equivalente a 22,73 milhões de toneladas.

 

A Rumo - Criada pelo Grupo Cosan em 2008, a Rumo é a maior operadora logística com base ferroviária independente do Brasil desde a fusão com a América Latina Logística (ALL), em 2015. Recentemente, a empresa divulgou estimativa de Capex (investimento) para o período entre 2019 e 2023 de R$ 13 bilhões a R$ 15 bilhões, quase o dobro do estimado pelo mercado. Nesta quinta-feira, a empresa ofereceu R$ 2,719 bilhões e venceu a disputa pelo trecho central da Ferrovia Norte-Sul que será concedida por 30 anos.

 

Rede - Com quatro concessões nas mãos, que somam aproximadamente 12 mil quilômetros de extensão em linhas férreas, a rede ferroviária da Rumo é integrada por 1 mil locomotivas, 25 mil vagões, além de centros de distribuição e instalações de armazenamento. Em 2017, a empresa decidiu abrir capital e desde então é listada no Novo Mercado da B3.

 

Tema sensível - A renovação antecipada da concessão da Malha Paulista, que vence em 2028, é um tema sensível para a empresa, pois poderia destravar novos investimentos inclusive para a Malha Sul. São 2.039 quilômetros de extensão que juntamente com sua malha ferroviária do Centro-Oeste compõe um dos principais corredores de exportação do país, ligando a região ao Porto de Santos (SP). O processo está em fase final de análise no Tribunal de Contas da União (TCU).

 

Vencimento - As concessões das malhas Oeste (com 1.951 quilômetros) e Sul (com 7.208 quilômetros) vencem em 2026 e 2027, respectivamente, e sua renovação já foi solicitada.

 

Malha Norte - O vencimento da Malha Norte, de menor extensão (735 quilômetros), será em 2079. O projeto de extensão dessa malha até Sorriso (MT), que ainda depende de aprovação regulatória da ANTT, é outro ponto importante de atração para investidores, segundo analistas.

 

Investimento- Em recente evento, Marcos Lutz, presidente da Cosan, controladora da empresa, afirmou que seguirá com investimentos recorrentes na Malha Sul, enquanto aguarda a renovação do contrato de concessão. "Eu só posso fazer um investimento transformacional na Malha Sul depois de ter a renovação da malha acordada pelo governo, se não esse investimento não se paga", afirmou. (O Estado de S.Paulo)

 

INFRAESTRUTURA II: Ferroeste tem aumento de cargas e bate recorde de faturamento

 

infraestrutura II 29 03 2019A Ferroeste (Estrada de Ferro Paraná Oeste S.A.) faturou R$ 3,12 milhões em fevereiro de 2019 com a movimentação de 105.973 toneladas de produtos. A marca representa um recorde absoluto da empresa em apenas um mês em trinta anos de história. Os números foram alcançados com o transporte de 68.669 toneladas de granéis, 19.322 em contêineres e 17.723 de produtos industrializados, e representam crescimento de 18,6% no volume de cargas e de 31% no faturamento na comparação com fevereiro de 2018.

 

Acumulado do ano - No acumulado do ano, o volume de cargas chegou a 210.172 toneladas - aumento de 23,7% em relação ao mesmo período de 2018. O faturamento alcançou R$ 6,08 milhões, 43% a mais no comparativo com o ano passado e 42,3% superior a janeiro e fevereiro de 2017. Nos anos anteriores os valores absolutos giraram em torno de R$ 4,2 milhões.

 

Expectativas superadas - Segundo o diretor-presidente da Ferroeste, André Luiz Gonçalves, o desempenho da empresa superou as expectativas, mesmo levando em consideração o período de escoamento da safra de grãos. “É uma notícia muito boa, animadora, principalmente no início de Governo. Temos um março mais moderado, mas também perto de R$ 3 milhões. Nos preocupamos em melhorar o nosso fluxo ao longo dos 249 quilômetros e também a nossa relação com os clientes e parceiros nos terminais de Guarapuava e Cascavel”, destaca.

 

Receita - A projeção de receita para o ano é de R$ 24,712 milhões, mas a depender de fluxo similar, a Ferroeste pode fechar 2019 com faturamento na casa de R$ 27 milhões. O resultado deve ajudar a equilibrar um deficit financeiro acumulado dos últimos anos. “Temos como meta principal nesse primeiro ano equilibrar a área financeira, o balanço entre despesas e receitas. Podemos alcançar o fim do ano com resultado muito positivo e o Governo apoia essa iniciativa”, complementa o diretor-presidente.

 

Produtos - Além de grãos (soja, milho e trigo), contêineres, cimento e madeira também são escoados pelos trens da Ferroeste em direção ao Porto de Paranaguá. No sentido importação, a empresa transporta principalmente insumos agrícolas, adubos, fertilizantes e combustíveis. A missão é oferecer tarifas mais justas para produtores e cooperativas.

 

Olho no futuro - A Ferroeste também se prepara para o futuro da infraestrutura do Estado e do continente. Por determinação do governador Carlos Massa Ratinho Junior, a empresa solicitou estudos sobre a nova Ferroeste, ligando Dourados (Mato Grosso) a Paranaguá, e aguarda o processo final no qual alguns consórcios devem apresentar projetos para o traçado.

 

Capacidade - A nova linha de mil quilômetros teria capacidade para transportar 50 milhões de toneladas por ano. Somente a região Oeste, já atendida pela Ferroeste, produz 14 milhões de toneladas/ano, e estima-se produção de 21 milhões de toneladas/ano nos próximos 15 anos. O custo total da obra é calculado em cerca de R$ 10 bilhões.

 

Grandes volumes - Segundo André Luiz Gonçalves, somente o modal ferroviário será capaz de atender grandes volumes de produção por longas distâncias. “Entendemos que nesses primeiros anos precisamos ter em mãos o projeto executivo da nova Ferroeste. O estudo de viabilidade técnica e econômica é fundamental para atrair investidores e sabemos que o Paraná tem sido vitrine para os estrangeiros, principalmente na infraestrutura. O modal ferroviário é fundamental para o futuro, aliado ao modal rodoviário para alimentar esse escoamento e na descarga e distribuição”, afirma.

 

Velocidade comercial - O diretor-presidente explica que os trilhos da Ferroeste já têm a 3ª melhor velocidade comercial do Brasil e devem ajudar o Paraná a desenvolver a sua infraestrutura. “A gente olha o Estado, o setor produtivo muito forte, as grandes cooperativas que continuam crescendo e investindo, que estão entre as maiores da América do Sul. Isso ajuda a economia regional. Já não temos capacidade de atender toda a demanda do Oeste e essa é uma preocupação do setor produtivo”, completa.

 

Corredor Bioceânico - No compasso da preparação dessa nova operação, o Paraná estabelece as raízes para a criação do corredor bioceânico entre o Porto de Paranaguá e o Porto de Antofagasta, no Chile. A ligação de 2,5 mil quilômetros facilitará o escoamento da produção regional e de todo o cone sul para o mercado asiático.

 

Projeto - O projeto já foi apresentado pelo governador Ratinho Junior ao presidente Jair Bolsonaro; ao presidente do Paraguai, Mario Abdo Benítez; ao diretor-geral brasileiro da Itaipu, Joaquim Silva e Luna; ao ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas; e aos embaixadores da China (Yang Wanming) e de Israel (Yossi Shelley).

 

Rota estratégica - Parte do corredor passará pela Ferroeste. Segundo o diretor-presidente da empresa, essa é uma rota estratégica para a América do Sul competir em nível internacional. “O Paraná se fortalecerá muito com o corredor bioceânico porque passa a ser um hub estratégico. Isso gera receita, emprego, aumenta o faturamento da Ferroeste, é um expediente perfeito”, destaca Gonçalves. “O governador propaga um movimento político e social de infraestrutura em nível de continente, fundamental para acelerar o desenvolvimento regional. O projeto a médio e longo prazo precisa de um pontapé inicial, essa é a primeira etapa que o governador tem defendido”.

 

Exportações - A ligação entre os portos de Paranaguá e Antofogasta e a reestruturação de escoamento da produção do agronegócio vão engordar as exportações brasileiras e sul-americanas para os países asiáticos pelo Oceano Pacífico. Apenas o Paraná exporta anualmente mais de US$ 6 bilhões à China, principal consumidor de soja e carne de frango do Estado.

 

Centro logístico - Segundo o governador Ratinho Junior, o Paraná é o “umbigo” da América do Sul e pode se transformar em um centro logístico. “Estamos muito próximos em termos de distância e quilometragem de cerca de 70% das capitais e bem no centro do potencial econômico do agronegócio, do Mato Grosso e Minas Gerais em direção ao Sul. Nesse cenário o Paraná é estrategicamente um ponto de exportação para os empresários”, defende.

 

Integração - A sede do corredor no Paraná facilita a integração dos demais estados do Sul com a cadeia de exportação para a Ásia. O projeto prevê escoamento da produção de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul pelo trecho que se inicia em Cascavel, no Oeste do Estado. (Agência de Notícias do Paraná)

 

ECONOMIA I: Carga tributária sobe em 2018 e atinge 33,58% do PIB, estima Tesouro

 

economia I 29 03 2019O peso dos tributos sobre a economia subiu no ano passado. Em 2018, a carga tributária equivaleu a 33,58% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país), segundo estimativa divulgada nesta quinta-feira (28/03) pelo Tesouro Nacional.

 

2017 - Em 2017, a carga tributária, conforme a metodologia usada pelo Tesouro, tinha ficado em 32,62%. O indicador é o maior desde 2010, quando o órgão começou a calcular a estimativa.

 

Número oficial - O número oficial da carga tributária só será calculado pela Receita Federal em outubro e divulgado próximo do fim do ano. No entanto, o Tesouro precisa fazer um cálculo preliminar em março para repassar os dados à Controladoria-Geral da União (CGU), que usa a carga tributária para avaliar as contas do presidente da República.

 

Recuperação - Segundo o secretário do Tesouro, Mansueto Almeida, que apresentou a estimativa, a carga tributária decorreu da recuperação da economia. Isso porque, no ano passado, a arrecadação cresceu acima do PIB não apenas na União, mas nos estados. “Os dados mostram que a arrecadação está se recuperando e que o problema fiscal do Brasil está claramente ligado à despesa”, declarou.

 

Níveis de governo - A carga tributária subiu nos três níveis de governo. No Governo Central, passou de 22,13% para 22,66%. Nos estados, subiu de 8,42% para 8,65%. Nos municípios, aumentou de 2,06% para 2,27%.

 

Principais tributos - Na esfera federal, os principais tributos que impulsionaram a carga tributária foram o Programa de Integração Social (PIS) e a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), com acréscimo de 0,23 ponto percentual; o Imposto de Renda Retido na Fonte, com impacto de 0,13 ponto percentual; e o Imposto sobre Importação, com efeito de 0,1 ponto percentual.

 

Estados - Nos estados, a carga tributária foi influenciada pelo aumento das receitas do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), com 0,24 ponto percentual. Nos municípios, os principais responsáveis foram o Imposto sobre Serviços (ISS), 0,11 ponto; e o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), com 0,08 ponto. (Agência Brasil)

 

ECONOMIA II: Governo Central registra menor déficit para fevereiro em quatro anos

 

economia II 29 03 2019Depois de iniciar o ano com superávit expressivo, o Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) voltou a registrar resultados negativos em fevereiro. O déficit, no entanto, foi inferior a outros anos. No mês passado, o déficit primário somou R$ 18,274 bilhões, o menor para o mês desde fevereiro de 2015 (R$ 7,429 bilhões).

 

Resultado negativo - O déficit primário é o resultado negativo nas contas públicas desconsiderando o pagamento de juros da dívida pública. Tradicionalmente, o mês de fevereiro registra déficit por causa do pagamento do abono salarial, da transferência de impostos a estados e municípios. Em fevereiro do ano passado, o Governo Central havia registrado déficit de R$ 19,218 bilhões.

 

Expectativa - O resultado veio um pouco melhor que as expectativas dos analistas de mercado. Na pesquisa Prisma Fiscal, divulgada todo mês pelo Ministério da Economia, as instituições financeiras estimavam déficit primário de R$ 18,5 bilhões para fevereiro.

 

Acumulado - Por causa do resultado positivo de R$ 30,046 bilhões registrado em janeiro, o Governo Central acumula superávit primário de R$ 11,771 bilhões nos dois primeiros meses do ano, o melhor resultado para o período desde 2013 (superávit de R$ 19,438 bilhões). Apesar do superávit do primeiro bimestre, o Tesouro prevê que fechará 2019 com déficit primário de R$ 139 bilhões. Na semana passada, o governo teve de contingenciar (bloquear) R$ 29 bilhões do Orçamento para atingir essa meta.

 

Receitas - O superávit foi possível porque, no acumulado do ano, as receitas cresceram em ritmo maior que as despesas. Até fevereiro, as receitas líquidas cresceram 5% acima da inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), contra aumento de 2,3% acima da inflação das despesas totais. As receitas foram beneficiadas pelo crescimento da arrecadação de Imposto de Renda Pessoa Jurídica e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido, que subiram 15,4% acima da inflação em fevereiro.

 

Previdência Social - Apesar da melhoria do desempenho das contas públicas, a Previdência Social registrou déficit de R$ 28,885 bilhões em janeiro e fevereiro, valor um pouco menor que o do mesmo período do ano passado (-R$ 29,186 bilhões). O déficit foi parcialmente compensado pelo superávit de R$ 40,613 bilhões do Tesouro Nacional e do Banco Central.

 

Despesas - Em relação às despesas, os gastos de custeio (manutenção da máquina pública) caíram 1,7% no primeiro bimestre descontada a inflação. As despesas com a Previdência Social subiram 1,9%, e os gastos com o funcionalismo federal caíram 0,2%, descontado o IPCA.

 

Investimentos federais - Os investimentos federais (obras públicas e compra de equipamentos) somaram R$ 3,446 bilhões em janeiro e fevereiro, com alta de 7,4% em relação ao mesmo período do ano passado acima da inflação. (Agência Brasil)

 


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