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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4542 | 26 de Março de 2019

SISTEMA OCEPAR: Planejamento foi tema de reunião da diretoria executiva com gestores

Na manhã de segunda-feira (25/03), foi realizada uma reunião entre os membros da diretoria executiva do Sistema Ocepar com todos os gestores, na sede da entidade, em Curitiba. O objetivo foi debater diversos assuntos, entre os quais o planejamento de 2019. O presidente José Roberto Ricken ressaltou que o ano civil para o planejamento vai de abril de 2019 a abril de 2020. O dirigente disse que é preciso evoluir ainda mais para podermos ter um planejamento com uma fórmula de cálculo e, assim, reconhecer os funcionários da entidade por mérito, por entrega planejada e efetivada. “Nosso planejamento serve também para comprovar que estamos usando adequadamente cada centavo que as cooperativas contribuem”. Ele também disse que houve uma melhoria significativa em relação à ferramenta de gestão que está sendo utilizada para acompanhar a evolução das metas do ano.

Outros temas - Durante a reunião, os superintendentes Robson Mafioletti, Leonardo Boesche e Nelson Costa, da Ocepar, Sescoop/PR e Fecoopar, respectivamente, fizeram um relato das pré-assembleias ocorridas junto como os Encontros de Núcleos Cooperativos. Também falaram sobre a eleição dos novos coordenadores dos cinco núcleos, a realização da Assembleia Geral Ordinária, no dia 1º de abril, e a indicação dos Delegados que irão participar do XIV Congresso Brasileiro de Cooperativismo, entre os dias 08 e 10 de maio, em Brasília.

Núcleos - Entre os dias 18 e 21 de março, 326 lideranças cooperativistas participaram das quatro pré-assembleias promovidas pelo Sistema Ocepar durante a 53º edição do Encontro de Núcleos Cooperativos que acontece no Paraná desde outubro de 1991. O primeiro evento ocorreu no dia 18/03, em Cafelândia, tendo como cooperativas anfitriãs a Copacol e o Sicredi Nossa Terra e a participação de 105 lideranças. No dia 19/03, foi a vez de Mangueirinha receber o encontro, sediado pela Codepa, com 72 participantes. No dia 20/03, em Londrina, participaram 88 dirigentes recebidos pelas cooperativas Integrada e Uniprime Central. O último encontro foi dia 21/03, em Ponta Grossa, com a presença de 61 lideranças cooperativistas, na sede do Sicredi Campos Gerais, que sediou o evento em parceria com a Coopagrícola. Participaram pelo Sistema Ocepar, o presidente José Roberto Ricken, Robson Mafioletti (Ocepar), Leonardo Boesche (Sescoop/PR), Anderson Lechechen (Fecoopar), Airton Spies (palestrante) e Samuel (imprensa).

Coordenadores - Além da prestação de contas das atividades de 2018 e apresentação do planejamento de 2019 ocorridas nas pré-assembleias, foram eleitos os novos coordenadores e seus respectivos vices durante os quatro Encontros de Núcleos Cooperativos. Veja abaixo a relação dos eleitos:

OESTE - Coordenador - Valter Pitol / Vice-coordenador – Ilmo Welter

SUDOESTE - Coordenador – Clemente Renosto / Vice-coordenador – Julinho Tonus

NORTE - Coordenador – Jorge Hashimoto / Vice-coordenador – Yuna Bastos

NOROESTE - Coordenador – Luiz Lourenço / Vice-coordenador – Jorge Guedes

CENTRO-SUL - Coordenador – Frans Borg / Vice-coordenador – Jorge Karl

Próximas rodadas - Anualmente são realizadas duas rodadas do Encontro de Núcleos. Como a primeira que seria em maio foi antecipada para março, a segunda será no segundo semestre, em agosto, e ficaram definidas em comum acordo com todos os participantes as seguintes cidades para sediar o evento: Francisco Beltrão (Sudoeste); Cascavel (Oeste); Mandaguari (Norte/Noroeste) e Prudentópolis (Centro-Sul).

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RAMO CRÉDITO: Cooperativas independentes se reúnem com representantes do BC e FGCoop, em Curitiba

O Conselho Consultivo do Ramo Crédito do Sistema OCB (Ceco) promoveu, na última sexta-feira (22/03), em Curitiba, uma reunião do grupo de cooperativas de crédito independentes, ou seja, não filiadas a centrais, com representantes do Banco Central (BC) e do Fundo Garantidor das Cooperativas de Crédito (FGCoop). O encontro, ocorrido no Hotel San Juan com apoio do Sescoop/PR, contou com 43 participantes. O Sistema Ocepar esteve representado pelo analista de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR, Emerson Barcik, e pela coordenadora jurídica da Ocepar, Micheli Mayumi Iwasaki.

Coordenação - O evento foi conduzido pelo coordenador do ramo crédito e gerente técnico econômico interino na OCB, Thiago Borba Abrantes, e pelo gerente da Credicoamo Crédito Rural Cooperativa, Dilmar Antônio Peri. As estratégias de ação das cooperativas independentes brasileiras e a sustentabilidade do ramo estiveram entre os temas em debate

Palestrantes - A programação contemplou palestras ministradas por Rogério Mandelli Bisi, Thiago Prota e Alexandre Rodrigues, do BC, e Cláudio Weber e Lúcio César de Faria, do FGCoop. As atividades também foram acompanhadas por Feulga Abreu dos Reis, do FGCoop.     

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LAR: Presidente da Copel visita a cooperativa

 

Uma comitiva composta pelo diretor da Copel, Daniel Slaviero, dirigentes da estatal e o deputado estadual Nelson Luersen realizou visita institucional ao Centro Administrativo da Lar Cooperativa Agroindustrial, no dia 22 de março, em Medianeira (PR). O grupo foi recepcionado pela diretoria executiva, superintendentes e gerentes da Lar.

 

Necessidades- Em resposta à carta entregue pelo diretor-presidente da Lar, Irineo da Costa Rodrigues, ao presidente da Copel durante o Show Rural Coopavel deste ano, a comitiva veio conhecer de perto as necessidades da Lar e do setor produtivo do Oeste do Paraná.

 

Números- Foram apresentados números que mostram o quanto as oscilações da rede elétrica afetam diretamente o setor produtivo, principalmente em aviários de aves de corte com morte de aves por stress térmico e perda no rendimento, além de queima ou quebra de equipamentos industriais. Dentre as principais urgências estão a revisão das linhas elétricas de distribuição e levar rede trifásica até os produtores.

 

Reconhecimento- De acordo com o presidente da Copel, a empresa reconhece que precisa melhorar com relação às quedas e oscilações de energia. "A Copel está consciente da gravidade e da dimensão do problema, está fazendo um investimento recorde de 835 milhões de reais em 2019, sendo 56% para a região Oeste e Sudoeste", afirmou Daniel. 

 

Presenças- Também participaram do encontro o presidente do Programa Oeste em Desenvolvimento Danilo Vendrúsculo, vice-prefeito de Medianeira José Vani Grassi, representantes de São Miguel do Iguaçu e a imprensa local. Na oportunidade foi anunciado o início das obras da nova subestação de energia de São Miguel do Iguaçu para o mês de maio, com previsão de 18 meses de duração. (Imprensa Lar)

 

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INTEGRADA: Lançadas duas variedades de rações para peixes

 

integrada 26 03 2019Com o objetivo de atender a demanda dos associados e clientes, a Integrada lançou recentemente duas novidades na sua linha de rações para peixes. A primeira é a ração com 36% de proteína e 1.8 milímetros (mm) de espessura para tilápias e a ração com 30% de proteína com os mesmos 1.8 mm para lambaris.

 

Variedade - O médico veterinário da Integrada, Elder Buck, explica que essas rações chegaram para preencher a ampla variedade de rações para peixes dentro do seu portfólio. Até o ano passado, conta Elder, a menor ração era de 3mm, que não atende à demanda de peixes no começo de sua fase de desenvolvimento.

 

Alevino - Elder esclarece que o peixe na fase de alevino não consegue comer um grão de 3mm. O uso desse tipo de ração em animais muito pequenos pode aumentar os índices de mortalidade no tanque, além de acarretar em lotes desuniformes. “Mesmo que eles comam as sobras dos outros peixes, ele vai chegar mais devagar ao peso ideal para o abate”, observa o médico veterinário.

 

Pesquisa e investimento - Depois de muitas pesquisas e investimento, a fábrica passou por alterações em sua estrutura, pois foi necessária uma máquina diferenciada, além de um secador próprio para essas rações pelo pequeno tamanho delas. “Com o tamanho 1.8 mm, as rações passam pelas peneiras maiores”, afirma Elder. Pelo menor tamanho, o volume de produção dessas rações também é menor, em torno de 400 quilos por hora (kg/h) ante 10 toneladas por hora de uma máquina que produz rações de maior tamanho.

 

Clientes - Hoje a Integrada atende clientes de Cambará até Guaíra e já coloca produtos nos estados de Mato Grosso do Sul, São Paulo e até mesmo em outros países como o Paraguai. Atualmente, a ração para peixe corresponde a 65% do faturamento da Unidade Industrial de Ração da Integrada. (Imprensa Integrada)

 

COCAMAR I: Acervo preserva a memória dos 56 anos da cooperativa

 

Ricamente ilustrado, o Acervo Histórico da Cocamar vem sendo estruturado há mais de duas décadas e reúne, em síntese, máquinas e objetos há muito tempo em desuso, doações de famílias de produtores cooperados, documentos, publicações e registros fotográficos. 

 

Estrutura - Com essa memória, é possível resgatar informações e detalhes sobre a história da cooperativa que foi fundada por um grupo de cafeicultores em 1963 e celebra 56 anos nesta terça-feira (27/03). Além da exposição permanente, que fica ao lado do Auditório Central, o Acervo conta com oficina, depósito e arquivos. 

 

Digital - O especialista em patrimônio histórico, Eduardo Rosa Chamaricone, informa que grande parte de mais de 100 mil fotografias encontra-se digitalizada, assim como milhares de documentos. “Estamos avançando também em um acervo digital “, informa Chamaricone. Ele assumiu a função do ex-coordenador e idealizador do espaço, Reynaldo Costa, falecido no ano passado, de quem era auxiliar, e conta com os préstimos do assistente André Luiz Botelho Eugênio. 

 

Curiosidades - Objetos como a placa de bronze descerrada em 1972 pelo ministro da Agricultura Luis Fernando Cirne Lima durante a inauguração da antiga sede que levava o seu nome na Avenida Prudente de Moraes, um mimeógrafo e uma máquina de escrever daquela mesma época, estão entre as curiosidades da exposição permanente, que exibe também, entre muitos outros itens, um incipiente aparelho utilizado para previsão meteorológica da década de 1980 e aquele que teria sido o primeiro notebook da cooperativa, nos final dos anos 1990.  

 

Imagens - Painéis com fotografias, que retratam inaugurações, revelam a passagem de muitas autoridades e lideranças pela Cocamar e também assembleias gerais da década de 1980 que eram acompanhadas por milhares de cooperados. Vídeos institucionais e o arquivo do Jornal Cocamar, que circula desde 1976, também estão preservados – este último na versão digital, inclusive, para servir como fonte de consulta. 

 

Agricultura - O acervo ajuda a contar também um pouco da história da agricultura regional. Entre outros objetos, estão catalogados uma máquina de costurar couro de 1869 (talvez a peça mais antiga da coleção), um triturador de milho dos anos 1940, uma abanadeira de cereais datada de 1952, um trator da década de 1960 que foi inteiramente restaurado e um debulhador de milho de 1962. 

 

Serviço - O Acervo Histórico da Cocamar está aberto para visitação, mas é preciso agendar pelo tel. (44) 3221-3325. (Imprensa Cocamar)

 

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COCAMAR II: Dirigentes, técnicos e cooperados participam do Dia de Campo sobre ILPF, em Ipameri

 

cocamar II 26 03 2019A 13ª edição do Dia de Campo sobre Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) a ser promovido na manhã de sexta-feira (29/03) na Fazenda Santa Brígida em Ipameri, região sul do Estado de Goiás, vai contar com a tradicional participação da Cocamar, que será representada por dirigentes, técnicos e cooperados.

 

Iniciativa - Com a perspectiva de reunir mais de 500 participantes, o Dia de Campo realizado pela Santa Brígida está previsto para o período das 8h15m às 12h30m e é uma iniciativa da Associação Rede ILPF, integrada por Cocamar, Bradesco, Ceptis, John Deere, PremiX, Soesp, Syngenta e Embrapa. 

 

Temas - Quatro estações vão debater os seguintes temas: Manejo de lavoura para altos rendimentos de grãos, com Sérgio Abud da Silva, da Embrapa Cerrados; Sistemas em uso na Fazenda Santa Brígida, a cargo do consultor Roberto Freitas; Manejo da pecuária de corte para altos rendimentos, a ser apresentado por Willian Marchió, diretor da Associação Rede ILPF, e Viabilidade econômica da ILPF na Fazenda Santa Brígida, por Miquéias Michetti, do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária.

 

Avançando - A Cocamar está entre as principais incentivadoras de sistemas integrados no país, um modelo inovador e sustentável em que pastos degradados são incorporados à moderna produção de grãos. Em 2015 já havia no país mais de 11 milhões de hectares cultivados, em diferentes arranjos, segundo pesquisa realizada pela própria Associação Rede ILPF. 

 

Vitrine - A Fazenda Santa Brígida, de propriedade de Marize Porto Costa, adotou a ILPF em 2005, com a orientação da Embrapa, transformando-a na principal vitrine de sistemas integrados no país. Além da elevada produtividade de grãos (soja e milho), a pecuária é de alta performance e as atividades se completam com a produção de eucalipto, fonte adicional de renda e que, com o sombreamento, propicia mais conforto térmico aos animais. (Imprensa Cocamar

 

 

AURORA: Cooperativa Central completa 50 anos

 

aurora 26 03 2019A Cooperativa Central Aurora Alimentos – o terceiro maior conglomerado industrial do setor de carnes do Brasil – chegou aos 50 anos de fundação com uma marca formidável: tornou-se uma comunidade produtiva formada por mais de 100 mil famílias espalhadas por cerca de 300 municípios brasileiros. Os festejos do cinquentenário iniciam dia 12 de abril e encerram em 23 de novembro.

 

Cálculo - Nesse cálculo estão os mais de 28.000 colaboradores diretos da Aurora, as 65.500 famílias rurais cooperadas que formam a base produtiva no campo e os 10.200 colaboradores das 11 cooperativas agropecuárias que a constituem, totalizando 104.000 famílias.

 

Início - No dia 15 de abril de 1969, dezoito homens representando oito cooperativas do Oeste Catarinense assinaram uma ata com o objetivo comum: construir uma Cooperativa Central para industrializar e comercializar a produção de suínos dos associados.

 

Fundação - A Cooperativa Central Oeste Catarinense foi fundada pela Cooperativa Mista Agropastoril Chapecó, Cooperativa de Laticínio Chapecó, Cooperativa Mista Xaxiense, Cooperativa Mista Lajeado Grande de Xaxim, Cooperativa Agrícola Regional Xanxerê, Sociedade Cooperativa Mista de Palmitos, Cooperativa Agropecuária de São Carlos e Cooperativa Mista Modelense.

 

Industrialização - Ao organizar a produção e obter uma oferta em escala, a Coopercentral criou as bases para a industrialização da produção gerada pelos associados das cooperativas filiadas. A determinação e o arrojo dos dirigentes cooperativistas – tendo à frente o pioneiro Aury Luiz Bodanese – permitiram construir uma estrutura agroindustrial capaz de absorver, transformar e conquistar mercado para essa produção.

 

Processamento - Em uma época em que as políticas de desenvolvimento não chegavam ao campo e ao produtor rural era destinado o incipiente papel de fornecedor de matérias-primas baratas para a indústria de transformação de outras regiões, Bodanese teve lucidez suficiente para romper com essa estrutura de dependência. No comando da Coopercentral e da CooperAlfa, projetou a instalação do parque agroindustrial das próprias cooperativas para processar carnes, grãos e leite.

 

Movimento - Iniciou um movimento de autoindustrialização que marcou o cooperativismo brasileiro, agregando valor à produção e garantindo renda à família rural. Assegurou assistência técnica, extensão rural e benefícios à população – inclusive um inédito serviço de assistência médica no campo – muito antes do Poder Público estruturar e oferecer algo parecido. Enfim, Bodanese tornou-se um dos principais pilares do cooperativismo catarinense. 

 

Difusão de conhecimento - A Aurora tem atuado também como difusora do conhecimento científico, assegurando o acesso do pequeno produtor aos avanços da pesquisa agropecuária. A proteção econômica, a atualização tecnológica e a defesa política que a cooperativa proporciona ao seu universo de cooperados são faces da doutrina cooperativista. Graças ao cooperativismo, o campo incorporou novas tecnologias, diversificou as atividades, tecnificou a agricultura e outras explorações pecuárias, adquiriu mais máquinas e equipamentos, automóveis e utilitários, móveis e eletrodomésticos. O cooperativismo ajudou a levar a eletrificação rural a todos os recantos, garantiu assistência técnica em todas as propriedades rurais, proporcionou habitação e saneamento. Enfim, elevou a qualidade de vida da família rural.

 

Unidades - A Coopercentral Aurora Alimentos é um conglomerado agroindustrial sediado em Chapecó (SC) que pertence a 11 cooperativas agropecuárias, sustenta 28.000 empregos diretos e tem uma capacidade de abate de 20 mil suínos/dia, 1 milhão de aves/dia e um processamento de 1,5 milhão de litros de leite/dia. Mantém 42 estabelecimentos: oito unidades industriais de suínos, sete unidades industriais de aves, seis fábricas de ração, 13 unidades de ativos biológicos (incluindo granjas, incubatórios e unidade de disseminação de gens), oito unidades de vendas e a sede central (matriz). 

 

Suínos - As oito unidades industriais de suínos são: Indústria Aurora Chapecó (SC), Frigorífico Aurora Chapecó (SC), Frigorífico Aurora São Miguel do Oeste (SC), Frigorífico Aurora São Gabriel do Oeste (MS), Frigorífico Aurora Sarandi (RS), Frigorífico Aurora Chapecó II (SC), Frigorífico Aurora Erechim (RS) e Frigorífico Aurora Joaçaba (SC).

 

Aves - As sete plantas para processamento de aves são: Frigorífico Aurora Maravilha (SC), Frigorífico Aurora Quilombo (SC), Frigorífico Aurora Erechim (RS), Frigorífico Aurora Abelardo Luz (SC), Frigorífico Aurora Guatambu (SC), Frigorífico Aurora Xaxim (SC) e Frigorífico Aurora Mandaguari (PR). 

 

Rações - As seis fábricas de rações estão instaladas em Chapecó (SC), Erechim (RS), Cunha Porã (SC), Guatambu (SC), Xaxim (SC), Mandaguari (PR). 

As duas unidades armazenadoras de grãos estão instaladas em Chapecó (SC) e em São Gabriel do Oeste (MS).  

 

Cooperativas - A Coopercentral Aurora é um conglomerado agroindustrial sediado em Chapecó (SC) que pertence a 11 cooperativas agropecuárias: Cooperalfa (Chapecó/SC), CooperA1 (Palmitos/SC), Coopercampos (Campos Novos/SC), Copérdia (Concórdia/SC), Auriverde (Cunha Porã/SC), Cooperitaipu (Pinhalzinho/SC), Coasgo (São Gabriel do Oeste/MS), Coopervil (Videira/SC), Cocari (Mandaguari/PR), Colacer (Lacerdópolis/SC) e Caslo (São Lourenço do Oeste/SC). (Assessoria de Imprensa da Aurora)

 

SICREDI I: Fórum Nacional de Presidentes encerra com palestrantes de renome mundial

 

Com uma programação de palestras, na quinta-feira (21/03), foi encerrado o Fórum Nacional de Presidentes do Sicredi, realizado em Porto Alegre (RS). O último dia do evento que reúne os presidentes das 114 cooperativas de crédito que compõem o Sicredi, foi marcado pelas palestras da CEO do Rabo Partnerships, Mariane Schoemaker; do CEO e presidente do Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito (Woccu, na sigla em inglês), Brian Branch; e do escritor e consultor em marketing, Elói Zanetti.

 

Sustentabilidade - Na primeira apresentação do dia, Marianne foi responsável por levar ao público as estratégias da instituição financeira holandesa para promover a sustentabilidade, com a palestra “Cultivando juntos um mundo melhor”. A executiva abordou as projeções de aumento da população até o final deste século, o que, segundo Marianne, gera alguns desafios globais. “Em 2100, devem haver cerca de 11 bilhões de pessoas no planeta, boa parte delas crianças e adolescentes, o que cria uma necessidade muito grande de produção de alimentos que sejam nutritivos, mas que ao mesmo tempo minimizem os impactos ao meio ambiente. Precisamos produzir mais, com maior qualidade e menor impacto”, resumiu.

 

Indicadores - Já o CEO e presidente do Woccu apresentou os indicadores relativos ao cooperativismo de crédito no mundo, que atualmente reúne 260 milhões de associados, em mais de 89 mil cooperativas distribuídas por 117 países. Em seguida, Branch fez uma retrospectiva da história do segmento, traçando um paralelo entre o contexto do surgimento do cooperativismo de crédito há dois séculos e os desafios atuais. “A exemplo daquela época, em que as cooperativas foram muito importantes, hoje o cooperativismo de crédito tem um papel relevante em desafios globais como a segurança alimentar, inclusão financeira e geração de empregos”, considerou.

 

Fatores positivos - Fazendo um recorte mais específico da América Latina, Branch ressaltou fatores positivos como o alto crescimento registrado, o bom alcance com o público rural e a criação de redes por parte das cooperativas de crédito e apontou os principais desafios para setor. “Assim como na maioria dos países, as grandes questões passam pela utilização da tecnologia para o acesso a serviços financeiros em áreas remotas; o financiamento para pequenas e médias empresas e o crescimento de associados, principalmente os jovens”, resumiu. A respeito da importância da digitalização, o CEO destacou que o segmento tem uma “arma secreta”, se referindo à capacidade de atuar em grupo e “oferecer mais do que simplesmente produtos e serviços”.

 

PUFV - Fechando a programação, o consultor e escritor Elói Zanetti, autor do livro “Uma escola sem muros” – que conta a história dos primeiros dez anos do Programa A União Faz a Vida (PUFV), desenvolvido pelo Sicredi, no estado do Paraná –, falou sobre a importância da responsabilidade social na construção de marcas. “Nunca havia visto algo tão forte como o PUFV e sua contribuição para a educação das crianças”, relatou, adicionando que a iniciativa tem um efeito muito forte de construção e defesa de marca. Zanetti falou ainda sobre a relevância de as marcas contarem boas histórias e que sejam reais, promovendo empatia com o público. “No Brasil, eu duvido que alguma instituição financeira tenha uma história de mito fundador tão bonita como a do Sicredi”, disse, fazendo menção à fundação da instituição financeira cooperativa pelo padre Theodor Amstad, na cidade gaúcha de Nova Petrópolis, no início do século passado.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

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SICREDI II: Campeonato Paulista agora é "Paulistão Sicredi"

 

O Sicredi – instituição financeira cooperativa com mais de 4 milhões de associados e atuação em 22 estados e no Distrito Federal – acaba de assinar contrato com a Federação Paulista de Futebol para dar nome ao Paulistão 2019 e 2020, tanto da Série A1, quanto da A2 (divisão de acesso).

 

Satisfação - “É uma imensa satisfação para a Federação Paulista de Futebol formalizar essa parceria do Sicredi no Paulistão A1 e A2. O Futebol Paulista se fortalece ao lado de instituições e marcas respeitadas, como o Sicredi”, afirma o presidente da Federação Paulista de Futebol, Reinaldo Carneiros Bastos.

 

Outros estaduais - Além do Campeonato Paulista, o Sicredi patrocina outros estaduais, como do Paraná e do Rio de Janeiro, a Copa São Paulo de Futebol Junior e a Copa Continental do Brasil, assim como alguns clubes que disputam essas competições. O apoio aos estaduais é viabilizado pelo Sicredi, que vai inaugurar mais de 200 agências ao longo de 2019 no País, sendo entre 80 e 100 apenas no estado de São Paulo.

 

Competições - Em todas essas competições a marca da instituição financeira cooperativa estará presente na comunicação visual dos estádios e arenas durante os jogos das competições, em painéis estáticos e de LED. Também serão realizadas ações de ativação e de relacionamento com associados nas partidas.

 

Resultados - De acordo com o gerente de marketing da Central Sicredi PR/SP/RJ, Rogerio Leal, a participação crescente da marca no futebol se deve aos resultados colhidos nos últimos anos. "O nosso número de associados, o patrimônio e os bens administrados vêm crescendo de maneira constante e a visibilidade da nossa marca nas competições esportivas ajuda muito no entendimento do que é uma instituição financeira cooperativa e como ela pode contribuir para o desenvolvimento das comunidades onde atuamos. Sem falar na grande audiência e engajamento que o futebol tem, em especial, no campeonato paulista”, destaca.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

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CARNES: Missão americana virá ao Brasil em 10 de junho para inspeção sanitária

 

carnes 26 03 2019O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) comunicou nesta segunda-feira (25/03) ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento que está apto a realizar, no período de 10 a 28 de junho próximo, auditoria no sistema de inspeção de estabelecimentos de carnes bovinas e suínas do Brasil. “Este é um passo importante para que possamos a voltar a exportar, num futuro próximo, carne in natura para os EUA”, afirmou a ministra Tereza Cristina.

 

Boa vontade - Na semana passada, durante visita oficial do governo brasileiro a Washington, o secretário de Agricultura americano, Sonny Perdue, havia informado que marcaria a data para a missão vir ao Brasil. “Tudo ocorreu conforme o acordado com o senhor Perdue. Houve boa vontade dos Estados Unidos e alcançamos o objetivo de nossa viagem”, avaliou Tereza Cristina.

 

Requisitos sanitários - O serviço de inspeção americano pretende verificar se os produtos brasileiros continuam a atender os requisitos sanitários daquele país. Após a visita, será divulgado, em data ainda não definida, o relatório de auditoria. (Mapa)

 

VBP: Valor da Produção Agropecuária é estimado em R$ 572,9 bilhões

vpb 26 03 2019O Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) de 2019, com base nas informações de safra de fevereiro, está estimado em R$ 572,9 bilhões, 0,9 % abaixo do valor do ano passado. As lavouras representam R$ 378,9 bilhões, e a pecuária, R$ 193,9 bilhões. Enquanto é esperado decréscimo real de 2,5 % nas lavouras, na pecuária espera-se valor 2,4 % maior que o de 2018. O comportamento favorável dessa atividade deve-se aos resultados de carne bovina e frangos que mostram recuperação, explica José Gasques, coordenador geral de Estudos e Análises da Secretaria de Política Agrícolas do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). 

 

Bom desempenho - Um grupo de oito lavouras tem apresentado muito bom desempenho, observa o coordenador. E destaca algodão herbáceo, com aumento do VBP de 4,6 %, amendoim, 8,3%, banana, 7,1%, batata-inglesa, 66,7 %, feijão, 92,5 %, laranja, 4,4 %, milho, 15,0 % e uva, 4,0 %. Esses resultados ocorrem devido a melhores preços, e quantidades maiores esperadas neste ano, afirmou.

 

Produtos - Os cinco produtos com o maior valor da produção são soja, cana de açúcar, milho, algodão herbáceo e café. Representam 78 % do valor gerado pelas lavouras. Na pecuária a liderança de valor é ocupada por carne bovina, frango, leite, vindo em seguida suínos e ovos.

 

Alta de preços - Em relação a alta de preços, se destacam batata-inglesa, 79%, feijão, 94,9 %, em parte representando recuperação de anos anteriores. “Nota-se uma recuperação forte de preços de diversos produtos, e isso contribui favoravelmente para o resultado do VBP”, disse Gasques.

 

Menor produção - O acompanhamento revela menor produção produtos relevantes, que refletem no faturamento da agropecuária e nos itens usados para o cálculo do PIB (Produto Interno Bruto) setorial. As maiores evidências são a redução de produção de arroz, café arábica, cana-de-açúcar, feijão, laranja, soja, trigo, tomate e uva. Na pecuária sofrem redução de VBP suínos, leite e ovos.

 

Resultados regionais - Os resultados regionais mostram a liderança de valor no Centro Oeste, R $ 163,49 bilhões, Sul, R$ 142, 43 bilhões, Sudeste, R$ 137,9 bilhões, Nordeste, R$ 49,33 bilhões e Norte, R$34,62 bilhões(Mapa)

 

Confira os principais produtos do VBP e os dados regionais

 

 

MAPA: Mudanças no zoneamento agrícola e no direcionamento do serviço meteorológico vão reforçar seguro rural

 

mapa 26 03 2019Mudanças em curso, como o aprimoramento do zoneamento agrícola e o direcionamento dos serviços de meteorologia para a atividade agrícola, fazem parte da reestruturação do seguro rural, que deverá ter seu valor aumentado no Plano Safra deste ano para atender a um maior número de produtores. “Estamos focando nossa energia na política agrícola, em modernizar o zoneamento e inserir novos modelos de produção. Hoje, as pessoas fazem rotação de culturas diferenciadas para tentar se adaptar ou ficar mais resilientes à mudança climática. E isso tem que ser incorporado ao zoneamento, porque impacta diretamente no seguro. E isso tudo bebe da fonte da meteorologia”, declarou o secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Eduardo Sampaio.

 

Seminário - O secretário participou nesta segunda-feira (25/03) no Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) de seminário, que marcou o Dia Meteorológico Mundial, ocorrido sábado (23/03). Sampaio destacou a importância de intensificar o uso de informações climáticas do Inmet para facilitar o trabalho dos agricultores e para a definição de políticas do setor.

 

Consenso - “Há um consenso entre nós todos, no nível técnico e político, de que temos que reforçar o seguro rural e isso não pode ser feito sem reforçar a base que é o zoneamento agrícola de risco climático”, avaliou.

 

Identificação - O zoneamento agrícola permite ao produtor rural identificar o melhor período de plantio de culturas nos diferentes tipos de solo para evitar riscos de perdas relacionadas a fenômenos climáticos adversos. “Em um cenário de mudanças do clima, o governo precisa tomar decisões com base em informações científicas fidedignas, que impactam no desenho das políticas públicas”, afirmou o secretário.

 

Equilíbrio entre produção e proteção - O secretário adjunto de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação do Mapa, Pedro Correa Neto, que participou do evento no Inmet, lembrou da responsabilidade humana no monitoramento e adaptação às mudanças do clima. “O nosso combate é diário para que a produção brasileira seja reconhecida como sustentável, adotando as melhores práticas agropecuárias que contemplam o equilíbrio entre a produção e a proteção”.

 

Alerta - O diretor do Inmet, Francisco Diniz, que representa a Organização Meteorológica Mundial (OMM) no Brasil, alertou para o aumento da frequência de situações climáticas extremas no mundo. “Se a gente pegar os últimos 30 anos, houve aumento de eventos extremos na Terra, saindo de algo de 300 por ano para 600 por ano. Um aumento muito significativo”.

 

Presenças - Participaram do seminário representantes da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), dos serviços de monitoramento climático da Aeronáutica, da Marinha, da Agência Nacional de Águas (Ana), além da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) e do Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA).

 

Dia Mundial - O Dia Mundial da Meteorologia, celebrado em 23 de março, foi instituído pela OMM para destacar os serviços diários de previsão do tempo e monitoramento do clima. O tema deste ano é “O Sol, a Terra e o Tempo”, com o objetivo de ressaltar a fonte solar de energia para a vida na terra e sua influência no tempo, nas correntes oceânicas e no ciclo hidrológico. (Mapa)

 

COMÉRCIO EXTERIOR: Balança tem superávit de US$ 721 milhões na 4ª semana de março

 

comercio exterior 26 03 2019A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 721 milhões na considerada quarta semana de março, resultado de exportações no valor de US$ 4,340 bilhões e importações de US$ 3,619 bilhões, informou nesta segunda-feira (25/03) a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia.

 

Soma - No mês, as exportações somam US$ 14,252 bilhões e as importações, US$ 9,998 bilhões, com saldo positivo de US$ 4,254 bilhões. No ano, as exportações totalizam US$ 49,158 bilhões e as importações, US$ 39,006 bilhões, com saldo positivo de US$ 10,152 bilhões.

 

Média - A média das exportações da quarta semana chegou a US$ 868 milhões, 21,2% abaixo da média de US$ 1,101 bilhão até a terceira semana, em razão da queda das exportações nas três categorias de produtos: básicos (-24,1%, de US$ 609,2 milhões para US$ 462,4 milhões, por conta de petróleo em bruto, soja em grão, farelo de soja, café em grão, carnes de frango e bovina); manufaturados (-23,0%, de US$ 367,6 milhões para US$ 283,0 milhões, em razão de máquinas e aparelhos para terraplanagem, automóveis de passageiros, óxidos e hidróxidos de alumínio, veículos de carga, tubos flexíveis de ferro ou aço) e semimanufaturados (-1,5%, de US$ 124,5 milhões para US$ 122,6 milhões, em razão de ferroligas, ouro em formas semimanufaturadas, alumínio em bruto, madeira serrada ou fendida, açúcar em bruto).

 

Importações - Nas importações houve crescimento de 2,1% sobre igual período comparativo (média da quarta semana, US$ 723,8 milhões sobre a média até a terceira semana, US$ 708,8 milhões), explicada, principalmente, pelo aumento nos gastos com combustíveis e lubrificantes, cereais e produtos da indústria da moagem, farmacêuticos, peixes e crustáceos, alumínio e suas obras.

 

Mensal - Nas exportações, comparadas as médias até a quarta semana de março (US$ 1,018 bilhão) com a de março de 2018 (US$ 939,4 milhões), houve crescimento de 8,4%, em razão do aumento nas vendas de produtos básicos (+17,8%, de US$ 472,6 milhões para US$ 556,8 milhões, por conta, principalmente, de petróleo em bruto, soja em grão, café em grão, algodão em bruto, minério de ferro, farelo de soja) e produtos semimanufaturados (+2,6%, de US$ 120,7 milhões para US$ 123,8 milhões, por conta de produtos semimanufaturados de ferro ou aço, ouro em formas semimanufaturadas, ferro fundido, alumínio em bruto, ferro-ligas).

 

Manufaturados - Já os produtos manufaturados apresentaram queda nas vendas (-2,5%, de US$ 346,1 milhões para US$ 337,4 milhões, por conta de veículos de carga, óleos combustíveis, automóveis de passageiros, tratores, laminados planos de ferro ou aço, açúcar refinado).

 

Crescimento - Relativamente a fevereiro/2019, houve crescimento de 25,0%, em virtude do aumento na venda das três categorias de produtos: básicos (+33,2%, de US$ 418,1 milhões para US$ 556,8 milhões); semimanufaturados (+25,5%, de US$ 98,7 milhões para US$ 123,8 milhões) e manufaturados (+13,3%, de US$ 297,8 milhões para US$ 337,4 milhões).

 

Média diária - Nas importações, a média diária até a quarta semana de março, de US$ 714,2 milhões, ficou 8,6% acima da média de março do ano passado (US$ 657,6 milhões). Nesse comparativo, cresceram os gastos, principalmente, com cereais e produtos da indústria da moagem (+87,0%), adubos e fertilizantes (+53,9%), plásticos e obras (+15,3%), combustíveis e lubrificantes (+13,3%) e equipamentos eletroeletrônicos (+8,1%).

 

Veículos e outros - Ante fevereiro/2019, houve crescimento de 13,2%, pelos aumentos em veículos automóveis e partes (+42,1%), combustíveis e lubrificantes (+37,2%), equipamentos eletroeletrônicos (+16,7%), plásticos e obras (+14,6%) e equipamentos mecânicos (+11,8%). (Valor Econômico)

 

TRABALHO I: Melhora do emprego formal é vista com cautela por analistas

 

O mercado de trabalho formal surpreendeu em fevereiro, com a geração de 173,1 mil vagas com carteira. Foi o melhor desempenho para o mês desde 2014 e superou a mais alta estimativa dos economistas. O governo comemorou o resultado, que, no entanto, foi recebido com cautela por analistas, em meio à recente piora do ambiente para aprovação da reforma da Previdência.

 

Saldo - O saldo do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) de fevereiro superou o de janeiro, quando foram geradas 34,3 mil vagas, e o de fevereiro de 2018 (61,2 mil). Também ficou acima da média das estimativas de 19 consultorias e instituições financeiras, de abertura de 89,8 mil postos de trabalho, com intervalo de 50 mil a 150 mil.

 

Destaque - Por setores, o grande destaque foi serviços, com a geração líquida de 112,4 mil empregos formais em fevereiro. Dentro de serviços, ensino abriu 47,7 mil postos, refletindo a volta às aulas. Também tiveram desempenhos positivos a indústria de transformação (33,5 mil vagas), administração pública (11,4 mil), construção civil (11,1 mil), comércio (6 mil), extrativa mineral (985) e serviços industriais de utilidade pública (865). O único setor que fechou postos foi a agricultura, com 3,1 mil vagas encerradas.

 

Regiões - Entre as regiões, o Sudeste puxou a criação de vagas em fevereiro, com saldo líquido positivo de 101,6 mil postos. Em seguida, vieram Sul (66 mil), Centro-Oeste (14,3 mil) e Norte (3,6 mil). Já a região Nordeste foi a única a registrar saldo negativo, com fechamento de 12,4 mil postos.

 

Intermitente - O trabalho intermitente, modalidade criada pela reforma trabalhista, criou 4,3 mil empregos em fevereiro. No chamado regime de tempo parcial, foram gerado 3,4 mil postos. Já na demissão mediante acordo entre empregador e empregado, houve 19 mil desligamentos no mês, aumento de 71% sobre um ano antes.

 

Retomada - Inicialmente não escalado para a entrevista coletiva do Caged, o secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, informou pessoalmente o resultado de fevereiro. Segundo ele, os números "sinalizam retomada de investimentos de médio e longo prazo" e "que a desburocratização, uma visão mais liberal da economia, passa confiança para a contratação de novos funcionários". O secretário afirmou ainda que a perspectiva é de que a retomada no mercado de trabalho continue nos próximos meses.

 

Cautela - Após Marinho deixar a entrevista em Brasília, o secretário de Trabalho do Ministério da Economia, Bruno Dalcolmo, foi mais cauteloso. "O saldo de fevereiro é bastante positivo inclusive com relação às expectativas do mercado, mas é preciso ter cuidado, existe uma sazonalidade. É importante olhar para um conjunto de meses para ter certeza", ponderou Dalcolmo.

 

Economistas - Economistas ouvidos pelo Valor também optaram pela precaução ao comentar o resultado. Para Fabio Silveira, sócio-diretor da MacroSector, o desempenho positivo de fevereiro parece ter sido algo pontual, que não deve se repetir em março ou ter sustentabilidade ao longo do ano.

 

Destravamento - Segundo ele, o surpreendente resultado de fevereiro, puxado pelo setor de serviços, sugere um destravamento de atividades que estavam amarradas pela dinâmica das eleições. Ele avalia que pode ter havido ainda impacto da baixa dos juros ocorrida no ano passado, efeito que deve se esgotar no primeiro semestre. Além disso, o maior número de dias úteis em fevereiro, devido ao Carnaval em março, também pode ter contribuído positivamente, o que torna improvável que o forte desempenho se repita em março.

 

Fatores - Para Renan de Pieri, professor de economia do Insper, o bom resultado pode estar relacionado a três fatores: o fraco resultado de janeiro, que pode ter sido parcialmente compensado em fevereiro; a crescente confiança do empresariado nas regras da reforma trabalhista; e o início do novo governo e confiança nas reformas nos primeiros dois meses do ano.

 

Reversão - "Isso mudou um pouco nos últimos dias, com turbulências políticas e desalinhamento aparente entre Legislativo e Executivo. Talvez um pouco desse otimismo se perca nos próximos meses", afirma. "A criação de empregos pode ser revertida se o mercado começar a achar que a reforma não vai sair."

 

Interrupção - Thiago Xavier, da Tendências Consultoria, destaca que o dado de fevereiro interrompeu a dinâmica dos meses anteriores, quando a geração de vagas vinha perdendo fôlego. Na série dessazonalizada pela consultoria, o resultado de fevereiro representa geração de 97,4 mil postos, ante 74 mil em novembro, 40 mil em dezembro e 20 mil em janeiro. "É um dado discrepante, mas ainda temos que ter cautela", afirma. "Se é claro que ele contraria os meses anteriores, não é clara a dinâmica dos próximos meses. (Valor Econômico)

 

trabalho I tabela 26 03 2019

TRABALHO II: Paraná abre 18,2 mil vagas de emprego formal em fevereiro

 

trabalho II 26 03 2019O Paraná criou 18.254 novos empregos formais em fevereiro. É mais que o dobro contabilizado em fevereiro de 2018, quando foram criadas 7.703 vagas, e o melhor resultado para o mês desde 2014 (que registrou 25.612 vagas). Em todo o País, foram abertos 173.139 postos de trabalho, com saldos positivos em 20 das 27 unidades da federação - também a melhor performance dos últimos cinco anos.

 

Caged - Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) foram divulgados nesta segunda-feira (25/03) pelo Ministério da Economia.

 

Ampliação - Com o forte incremento verificado em fevereiro, o Paraná ampliou para 27.995 o total de vagas formais geradas no primeiro bimestre de 2019. O Estado ficou em quarto lugar no ranking nacional, também com o melhor resultado desde 2014. No Brasil, foram criadas 211.474 vagas nos dois primeiros meses do ano.

 

Sinal - “O crescimento no número de empregos é mais um sinal da retomada econômica do Paraná”, destaca o governador Carlos Massa Ratinho Junior. No primeiro bimestre, a Junta Comercial do Paraná registrou a abertura de 7.910 novos negócios, aumento de 25,8% em relação ao mesmo período de 2018.

 

Medidas - “Nosso governo está adotando uma série de medidas para otimizar os recursos públicos, como reforma administrativa, cortes de gastos e revisão de contratos. Assim, teremos mais dinheiro em caixa para investir e apoiar empresas que geram emprego, tecnologia e desenvolvimento para o nosso Estado”, afirmou o governador.

 

Tendência - O resultado do mercado formal paranaense é decorrente de 119.376 contratações e 101.124 desligamentos no último mês. Com este desempenho, o Estado foi o quinto em número absoluto de geração de vagas, atrás de São Paulo (62.339), Minas Gerais (26.016), Santa Catarina (25.304) e Rio Grande do Sul (22.463).

 

Resultado - “É um excelente resultado. Passamos por um período de crise; 2017 e 2018 foram anos de recuperação e 2019 vem numa tendência de aumento na criação de empregos formais”, aponta a economista Suelen Glinski, do Observatório do Trabalho da Secretaria de Justiça, Família e Trabalho. “Em fevereiro, o Paraná foi responsável por 8% do total de admitidos do País”, ressalta.

 

Percentuais - Em termos percentuais, o Paraná registrou a terceira maior variação no estoque de trabalhadores assalariados (0,70%), superado apenas por Santa Catarina (1,25%) e Rio Grande do Sul (0,89%) e acima da média nacional (0,45%). O Estado fechou fevereiro com 2.622.844 empregados no mercado formal.

 

Governo - O secretário da Justiça, Família e Trabalho, Ney Leprevost destaca a contribuição do Governo do Estado para ajudar a gerar renda e emprego. Ele cita o APP Paraná Serviços, lançado em 18 de março, que faz a intermediação entre o contratante e o profissional prestador de serviços. “Essa ferramenta vai ajudar a aumentar ainda mais o nível de empregabilidade e contribuir para a redução da informalidade no Estado”, afirma.

 

Setores - No último mês, oito setores econômicos apresentaram saldo positivo de empregos no Paraná. O segmento de serviços respondeu por praticamente metade das novas vagas (9.363). “O resultado se deve principalmente aos subsetores de ensino, alojamento e alimentação, principalmente pela volta às aulas”, indica a economista Suelen Glinski.

 

Indústria de transformação - O segundo melhor desempenho foi da indústria de transformação (3.692), impulsionada pelo subsetor têxtil. “A indústria vem se recuperando mês a mês, desde o ano passado. É ótimo porque paga maiores salários e exige maior nível de qualificação do trabalhador”, comenta Suelen. Na sequência, aparecem: comércio (2.841), agropecuária (1.006) e construção civil (697). 

 

Municípios - As cidades paranaenses com maiores saldos de emprego no mês passado foram: Curitiba (3.597), Maringá (1.205), Ponta Grossa (1.000), Cascavel (864) e Pato Branco (671).

 

Regiões - “Observamos crescimento em todas as regiões do Estado. Além da capital, nos grandes centros urbanos, por conta das universidades e da volta às aulas, os números se mostraram positivos”, analisa a economista. Entre as regiões metropolitanas, a de Curitiba teve o terceiro maior saldo: 5.843 postos, com alta de 0,59% em relação à quantidade de assalariados em janeiro. (Agência de Notícias do Paraná)

 

INFRAESTRUTURA: Três grupos mostram interesse em leilão da Ferrovia Norte-Sul

 

O horário para a entrega de propostas para o leilão da Ferrovia Norte-Sul terminou ao meio-dia desta segunda-feira (25/03) com pelo menos três grupos tendo comparecido à B3 para depositar os documentos. Não foi possível, contudo, identificar os grupos proponentes. 

 

Certame - O certame acontece na quinta-feira (28/03), em São Paulo, na sede da bolsa e a outorga mínima é de R$ 1,35 bilhão. Atualmente, o trecho norte da Norte-Sul é concedido à VLI, que tem como acionistas a Vale, o fundo canadense Brookfield e a trading japonesa Mitsui, desde 2007.

 

Malha Paulista - O tramo da Norte-Sul que vai à leilão chega até a Malha Paulista, operada pela Rumo Logística, braço logístico do grupo Cosan. Com essa conexão, a ferrovia pode ter acesso ao porto de Santos, garantido por direito de passagem no trecho da concorrente.

 

Maior ímpeto - Rumo e VLI são consideradas as candidatas com maior ímpeto para arrematar a concessão que vai a leilão por valor mínimo de outorga de R$ 1,4 bilhão. (Valor Econômico)

CÂMARA DOS DEPUTADOS: Ministro da Economia explica reforma da Previdência nesta tarde na CCJ

 

camara deputados 26 03 2019O ministro da Economia, Paulo Guedes, participa na tarde desta terça-feira (26/03) de debate na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados sobre a reforma da Previdência (PEC 6/19) enviada pelo governo. A reunião com Guedes foi pedida pelo deputado Professor Luizão Goulart (PRB-PR).

 

Consenso - Segundo o presidente da CCJ, Felipe Francischini (PSL-PR), o convite ao ministro foi consenso na comissão. "Conversei e ressaltei com todos os membros da CCJ que o diálogo vai preponderar, que o respeito mútuo vai preponderar.”

 

Relator-  Na sexta-feira passada (22/03), Francischini explicou que adiou o anúncio do relator da reforma porque houve uma deterioração da relação do Congresso com o Executivo. Ele reafirmou o compromisso de tramitar a proposta com a maior celeridade, mas ressaltou que isso só acontecerá “com uma base do governo organizada e coesa”. 

 

Pedido - O adiamento do anúncio havia sido pedido pelo líder do PSL na Câmara, deputado Delegado Waldir (GO), por causa da reforma da Previdência dos militares (PL 1645/19). O líder avalia que a proposta não está de acordo com o discurso adotado pelo governo de que todos serão tratados de forma igualitária e quer explicações do ministro da Economia. “Precisamos que o governo venha explicar esse tratamento diferenciado às forças militares”, disse Delegado Waldir. 

 

Tramitação - A CCJ analisa basicamente se a proposta de emenda à Constituição fere alguma cláusula pétrea, como direitos e garantias individuais, por exemplo. Se a PEC for admitida na comissão, o presidente da Câmara irá designar uma comissão especial para analisar o conteúdo da reforma. A audiência com Paulo Guedes está marcada as 14 horas, no plenário 1. (Agência Câmara)

 

SAÚDE: Governador confirma R$ 32 milhões para a área

saude 26 03 2019O governador Carlos Massa Ratinho Junior confirmou nesta segunda-feira (25/03) o repasse de R$ 32 milhões para custear programas da área da saúde do Paraná. Os recursos serão destinados ao programa de apoio aos hospitais públicos e filantrópicos que atendem pelo SUS (Hospsus), programa de Qualificação da Atenção Primária à Saúde (Apsus), Samu, núcleos de apoio à saúde da família, incentivo de custeio à oncologia, centro de atenção psicossocial e política nacional de atenção integral à saúde das pessoas privadas de liberdade.

Posse - O anúncio foi feito durante a solenidade que formalizou a posse do médico Beto Preto na Secretaria de Estado da Saúde. Os recursos regularizam repasses que estavam defasados e serão repassados pelo Fundo Estadual para os Fundos Municipais de Saúde. Essas transferências, na modalidade Fundo a Fundo, estão sendo organizadas por meio da nova regra de financiamento, assinada pelo governador Ratinho Junior e pelo secretário Beto Preto na cerimônia de posse.

Área prioritária - O governador afirmou que os recursos atendem necessidades de uma área prioritária para o Estado. “Temos parceria com hospitais filantrópicos, hospitais públicos municipais e estadual e, também, com as secretarias municipais de saúde para melhorar o primeiro atendimento, aquele das unidades básicas”, disse o governador. "Liberamos R$ 32 milhões para diversas áreas e equipamentos. Objetivo é poder realizar de forma constante e otimizar o dinheiro público”, destacou.

Dever de casa - Uma nova portaria criou duas contas em cada município, uma de custeio e uma de investimento. Até então os municípios precisavam acessar várias contas para chegar até a liberação das verbas do Estado. “Fizemos esse dever de casa. A partir da Resolução 74/2019 estamos colocando esse dinheiro à disposição dos prefeitos e de todas as entidades que se sustentam com esses recursos”, afirmou o secretário Beto Preto.

Prioridades - Ratinho Junior afirmou que as diretrizes para a gestão são investimento em tecnologia, regionalização do atendimento e atenção prioritária às pessoas. “Essa é uma área extremamente importante. Temos o desafio de fazer com que a Saúde esteja mais próxima da população e regionalizar ainda mais o atendimento em especialidades. Esse é o grande problema de municípios: as pessoas têm que andar 100, 200, até 300 quilômetros para consultas”, declarou.

Deslocamento excessivo- Ele afirmou que o Governo do Estado vai evitar o deslocamento excessivo de ambulâncias com a regionalização e buscará formas de integrar ainda mais os serviços.

Avanço - “Temos que avançar naquilo que já foi feito e pensar em novas tecnologias para a Saúde. O secretário Beto Preto vem com esse desafio. Queremos inovar, repensar a máquina pública. O mundo se transformava a cada 100 anos. Hoje se transforma de ano em ano ou meses e temos que acompanhar”, afirmou.

Transparência e interação - O secretário Beto Preto destacou a transparência como plataforma de interação com a população e a necessidade de melhorar os consórcios intermunicipais de saúde. “Vamos lutar pela construção de um sistema único de saúde que possa levar carinho e atendimento às pessoas, perto de onde elas moram. Vamos falar com transparência. Esse é o compromisso do governador. Vamos garantir serviços mais perto das casas das pessoas e criar uma rede de assistência para contemplar todas as regiões”, afirmou.

Vacinas - O secretário também destacou que o Governo do Estado trabalha para incentivar a vacinação em todas as faixas etárias. “Temos feito conversas com muito respeito com o governo federal. Estamos remanejando as regionais para que não falte aporte da imunização contra a meningite e outras doenças. Vacinar é um ato de amor. Vem aí a campanha da vacinação da gripe e é preciso colocar as cadernetas em dia.”

Trajetória - Carlos Alberto Gebrin Preto tem 51 anos e é médico formado pela Universidade Estadual de Londrina (UEL). Tem especialidades em Medicina Nuclear (Instituto Rio Preto/SP); Medicina do Trabalho; Medicina do Trânsito (USP) e Medicina Legal e Perícias Médicas (Santa Casa de São Paulo). Foi prefeito de Apucarana e secretário municipal de Saúde da cidade. Também foi o primeiro Ouvidor Nacional do Sistema Único de Saúde (SUS), no Ministério da Saúde.

Participações - Estiveram presentes no encontro o vice-governador Darci Piana; os secretários Guto Silva (Casa Civil), Márcio Nunes (Desenvolvimento Sustentável e Turismo) e Norberto Ortigara (Agricultura e Abastecimento); os deputados federais Aliel Machado, Leandre e Toninho Wandscheer; os deputados estaduais Alexandre Amaro, Alexandre Curi, Arilson Chiorato, Artagão Júnior, Boca Aberta Júnior, Cobra Repórter, Coronel Lee, Cristina Silvestri, Dr. Batista, Delegado Jacovós, Emerson Bacil, Galo, Gilson de Souza, Homero Marchese, Luiz Fernando Guerra, Marcel Micheletto, Márcio Pacheco, Nelson Luersen, Paulo Litro, Soldado Adriano José, Soldado Fruet e Wilmar Reichembach, além de autoridades municipais, estaduais e representantes do Conselho Regional de Medicina, Associação Médica do Paraná, Federação dos Hospitais, e Conselho Estadual de Saúde. (Agência de Notícias do Paraná)

 


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