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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4535 | 15 de Março de 2019

COMÉRCIO EXTERIOR: Paraná tem possibilidades de ampliar negócios com o Brics

 

Na última quinta-feira (14/03), em encontro realizado no Palácio Iguaçu com embaixadores e cônsules da Rússia, China, Índia e África do Sul o governador Carlos Massa Ratinho Junior reafirmou o interesse do Paraná em ampliar os negócios com esses países que, junto com o Brasil, formam o Brics. “Temos a possibilidade de aumentar a relação econômica, já que somos o maior produtor de grãos, frango e proteína animal do Brasil, temos o segundo maior abate de suínos e a segunda bacia leiteira do País”, salientou.

 

Preparativos - A comitiva veio a Curitiba para a primeira reunião do grupo em 2019, encontro preparatório para a 11ª Cúpula do Brics, que será realizada em Brasília em novembro. O grupo é um dos principais parceiros comerciais do estado e responde por 34,5% das exportações paranaenses, com negócios que somam US$ 6,918 bilhões.

 

Agronegócio - Ratinho Junior destacou que 80% da exportação do estado é do agronegócio. “Nossa vocação é produzir alimentos. O Paraná é o maior produtor de alimentos por metro quadrado do mundo, em variedade e quantidade, e mantém um relacionamento comercial muito próximo com esses países”, acentuou.

 

Importações - Segundo o governador, o estado também está aberto à importação dos produtos desses países e à atração de novas empresas. “Queremos colaborar com o desenvolvimento do bloco, contribuindo também com a participação do Brasil no grupo”, afirmou.

 

Logística - O governador destacou que o Paraná conta com dois portos, tem a maior produção de energia limpa do mundo e está estrategicamente próximo aos principais centros consumidores da América Latina. “Essa infraestrutura cacifa o estado a pleitear maior participação econômica no Brics. Nosso projeto é transformar o Paraná no maior hub logístico da América Latina e em um estado de vanguarda na questão da inovação”, acrescentou Ratinho Junior.

 

Inovação - É justamente a área da inovação a grande prioridade da gestão brasileira frente ao Brics – o país assumiu em janeiro a presidência do grupo, que é rotativa e tem duração de um ano. “Há 13 grupos dentro do Brics dedicados à cooperação na área de ciência, tecnologia e inovação. Nosso objetivo é melhorar sua governança para que eles produzam, de forma integrada, resultados úteis para as sociedades desses países”, explicou Norberto Moretti, secretário de Comércio Exterior e Assuntos Econômicos do Itamaraty e sherpa (encarregado de alto nível) do Brasil no Brics.

 

Integração - O estado, que já se destaca mundialmente na área da inovação, pode se beneficiar dos acordos entre os governos. “O Paraná tem uma tradição de inovação, que é contínua. Trazer essa mensagem de inovação ajudará as instituições científicas do estado a receberem atenção internacional, abrindo a possibilidade de integração”, afirmou Moretti, ao acrescentar que “além disso, fazer a reunião do Brics aqui permite que os representantes do grupo conheçam as possibilidades do estado. Isso ajuda a colocar cada vez mais Curitiba e o Paraná na rota de grandes eventos internacionais”.

 

Presenças - Participaram da reunião com o governador os embaixadores da Federação Russa, Sergey Pogóssovitch Akapov; da Índia, Ashok Das; e da África do Sul, Joseph Ntshikiwane Mashimbye; o coordenador-geral de Mecanismos Inter-regionais do Itamaraty, Leonardo Gorgulho; o primeiro-secretário e coordenador adjunto de Mecanismos Inter-regionais, Guilherme Belli; o vice-diretor do departamento de Planejamento de Políticas Externas da Rússia, Pavel Knyazev; o cônsul-honorário da Rússia, Acef Said; o secretário de Relações Econômicas da Índia, T. S. Tirumurti; o secretário adjunto das Relações Econômicas Multilaterais da Índia, Suresh Reddy; o ministro-assistente do Ministério das Relações Exteriores da China, Zhang Jun; o vice-diretor do departamento de Assuntos Econômicos Internacionais do Ministério de Assuntos Estrangeiros da China, Huang Yiyang; o vice-diretor para Ásia e Oriente Médio da África do Sul, Anil Sooklal; o diretor-chefe de Organizações Regionais da África do Sul, Dave Malcomson; e o presidente da Bienal Internacional de Curitiba, Luiz Ernesto Pereira. (ANPr) (Foto: Rodrigo Feliz Leal/ANPr)

 

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ECONOMIA: IGP-10 registra inflação de 1,4% em fevereiro

 

economia 15 03 2019O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) registrou taxa de 1,4% em março deste ano, depois de uma inflação de 0,4% no mês anterior, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (15/03) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Com o resultado de março, o indicador acumula taxas de 1,54% no ano e de 7,99% em 12 meses.

 

Fator - A alta da taxa de fevereiro para março foi provocada principalmente pelos preços no atacado, medidos pelo Índice de Preços ao Produtor Amplo, que passou de 0,4% em fevereiro para 1,93% em março.

 

Varejo - O Índice de Preços ao Consumidor, que mede o varejo, cresceu de 0,38% em fevereiro para 0,48% em março. Por outro lado, o Índice Nacional de Custo da Construção recuou de 0,41% em fevereiro para 0,07% em março. (Agência Brasil) 

(Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

 

AEROPORTOS: Leilão para concessão deve arrecadar mais de R$ 2 bilhões


aeroportos 15 03 2019O governo federal tem a meta mínima de arrecadar R$ 2,1 bilhões (valor de outorga) com a concessão de 12 aeroportos, em três blocos regionais, no leilão desta sexta-feira (15/03), a partir das 10h, na B3, antiga Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros de São Paulo. A estimativa é que até 12 empresas participem do leilão. Os prováveis participantes, mapeados pelo governo, têm capital nacional e estrangeiro, e poderão apresentar suas propostas consorciados. A informação é do secretário de Aviação Civil, Roney Glanzmann, em entrevista à NBR (EBC). “Estamos esperando um leilão bastante competitivo, muitos operadores estrangeiros e brasileiros, todos de primeira linha que já operam grandes aeroportos pelo mundo devem participar”, disse o secretário.

 

Projeção - Em seguida, Glanzmann afirmou que: “Já tem mais de um ano que estamos falando semanalmente com esses operadores estrangeiros e todos estão animados com essa modelagem de concessão do governo federal. Acreditamos que vamos atrair grandes operadores mundiais de aeroportos”. Conforme o secretário, a projeção oficial é de que os futuros concessionários invistam R$ 3,5 bilhões em melhorias e na capacidade de atendimento dos aeroportos durante 30 anos.

 

Blocos - No bloco Nordeste, serão leiloados os aeroportos de vocação turística de Recife (PE), Maceió (AL), Aracaju (SE), Juazeiro do Norte (CE), João Pessoa e Campina Grande (ambos na Paraíba). No bloco Sudeste, serão concedidos aeroportos que atendem especialmente a indústria de petróleo e gás: Vitória (ES) e Macaé (RJ). No bloco Centro-Oeste, estarão em negociação os aeroportos que atendem o agronegócio no Mato Grosso: Cuiabá, Sinop, Rondonópolis e Alta Floresta. Juntos os aeroportos que formam os três blocos respondem por 9,5% do mercado doméstico (20 milhões de passageiros por ano). De acordo com Roney Glasmann, é a primeira vez que o governo federal faz concessão de aeroportos em blocos. “Nos unimos aeroportos mais atrativos, de maior volume de passageiro e carga, com aeroportos menores da aviação regional”, disse.

 

Custos - Segundo informação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), “os lances iniciais mínimos serão de R$ 171 milhões para o bloco Nordeste; R$ 46,9 milhões para o bloco Sudeste; e R$ 800 mil para o bloco Centro-Oeste”. Essa é a quinta rodada de concessões de aeroportos, iniciadas em 2011 (com o leilão do aeroporto de São Gonçalo do Amarante - RN). “Não há envolvimento de recurso público nessa rodada. Todos recursos a serem investidos serão captados pela iniciativa privada, trazendo expertise, know how e boas práticas internacionais de gestão para os nossos aeroportos”, disse o secretário.

 

Experiência - “Na experiência que nós temos com a concessão de aeroportos, melhora bastante a qualidade de serviço para a população. Melhora porque recebe investimento, são atraídos novos parceiros comerciais, grandes marcas de alimentação e varejo. O nível de conforto e a experiência de viagens dos passageiros têm melhorias significativas”, disse. Glanzmann salientou que a concessão “não prevê em hipótese alguma qualquer aumento de tarifa ou onera de qualquer jeito o passageiro”. Como disse na entrevista, “o passageiro vai continuar pagando a mesma taxa de embarque de que ele já paga hoje nos aeroportos operados pela Infraero”.

 

Novas concessões - O governo deve anunciar também nesta sexta-feira (15/03), concessões de mais 22 aeroportos na sexta rodada de leilões - a ser realizada em agosto de 2020. Conforme cronograma oficial, a sétima e última rodada de concessões, com 21 aeroportos, ocorrerá até o primeiro trimestre de 2022. (Agência Brasil de Notícias)

 

FORMAÇÃO: Mais dois módulos são realizados no Ciclo de Aprimoramento de Produção e Uso da Madeira

 

formacao 15 03 2019Foi realizado, nesta quinta-feira (14/03), em Curitiba, o segundo módulo do Ciclo de Aprimoramento na Produção e Uso da Madeira promovido pelo Sistema Ocepar, que tratou sobre o tema “A biomassa para produção de energia”, com o professor Dimas Agostinho da Silva. A atividade ocorreu no Centro de Ciências Florestais da Madeira da Universidade Federal do Paraná (UFPR) - Cifloma. “Contamos com a participação de nove cooperativas, com intuito de melhorar o ciclo completo de produção florestal, até sua queima na caldeira, aumentando a eficiência e reduzindo custos”, afirma o analista da Gerência de Desenvolvimento Técnico, Moisés Tokarski. 

 

Módulo II - A formação prossegue nesta sexta-feira (15/03), na Fazenda Canguiri, em Pinhais, na região metropolitana de Curitiba, quando ocorre o segundo módulo, que vai abordar os projetos florestais na propriedade rural, com o professor Alessandro C. Angelo.

 

CAPAL: 6º Desafio de Rua abre inscrições no dia 15 de março

 

capal 15 03 2019Estão abertas a partir de hoje (15 de março) as inscrições para o 6º Desafio de Rua CAPAL, que vai acontecer dia 1º de maio em Arapoti (PR). O valor do primeiro lote das inscrições varia entre R$ 20 e R$ 40 para funcionários da cooperativa, associados e público externo. A largada será às 8h em frente à sede da cooperativa. A estimativa é de 1,2 mil participantes, 20% a mais que na edição de 2018.

Modalidades - A tradicional corrida conta com a presença de competidores de 16 cidades do Paraná e São Paulo e será nas modalidades de 5 e 10 quilômetros, além de caminhada de 3 quilômetros, com a cronometragem via chip. A premiação em dinheiro é para os cinco primeiros colocados do público interno (funcionários e cooperados) e para os três primeiros do grupo geral.

Objetivo - O objetivo do evento é incentivar a prática esportiva, a vida saudável e os bons hábitos. Todos os competidores que concluírem a prova vão receber medalhas finisher. Já os primeiros colocados no tempo geral ganharão troféus e medalhas.

Categorias - As categorias são divididas pelas seguintes idades: 16 a 29; 30 a 39; 40 a 49; 50 a 59; e, por fim, acima de 60 anos. O percurso é pela Rua Saladino de Castro (largada e chegada), passando pela Rua Moisés Lupion, Avenida Teresa Carneiro, Rua José Boamorte Amaro e Avenida Luiz Pinheiro. A mudança nesta edição é a ausência da pedalada. As inscrições devem ser realizadas no site www.capal.coop.br até 15 de abril. O 6º Desafio de Rua tem o apoio da Sicredi Novos Horizontes.

Sobre a Capal Fundada em 1960, a Capal Cooperativa Agroindustrial conta atualmente com quase 3.000 associados, distribuídos em 14 unidades de negócios, nos estados do Paraná e de São Paulo. A cadeia agrícola responde por cerca de 70% das operações da cooperativa, produzindo mais de 640 mil toneladas de grãos por ano, com destaque para soja, milho e trigo. A área agrícola assistida ultrapassa os 140 mil hectares. (Assessoria Capal)

 

CRÉDITO: Funcionários de cooperativas participam de treinamento sobre Gestão Integrada de Riscos

 

Dezenas de funcionários do cooperativismo de crédito do Paraná estão participando na Credicoamo, em Campo Mourão (PR), do 2º módulo do treinamento sobre Gestão Integrada de Riscos. O 1º módulo ocorreu de 24 a 26 de outubro no ano passado e o segundo foi iniciado no dia 13 e será encerrado nesta sexta-feira (15/03). Estão participando do curso gerentes, auditores, chefes de departamentos e analistas de várias cooperativas do Paraná, em parceria com o Sescoop/PR. 

 

Aperfeiçoamento - O treinamento faz parte do processo de aperfeiçoamento com foco na visão integrada dos riscos em nível corporativo visando a melhoria das atividades, dos processos, mitigação dos riscos, agregação de valor e identificação de oportunidades e ameaças. O curso incorpora as diretrizes da Resolução 4.557/2017, do Conselho Monetário Nacional, que consolidou e aperfeiçoou as regras existentes sobre a gestão de riscos e a gestão do capital em instituições financeiras. 

 

Conteúdo - Os dois primeiros módulos terão carga horária de 40 horas e contemplará temas como governança, auditorias, gestão de riscos e controles internos, seja com fundamentos, seja com a base regulatória, habilitando os participantes no aprimoramento da qualidade de suas atividades. (Imprensa Coamo)

 

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SICOOB MÉDIO OESTE: Cooperativa realiza AGO e distribui R$ 3,5 milhões em sobras

 

O Sicoob Médio Oeste realizou, em Assis Chateaubriand (PR), na terça-feira (12/03), sua Assembleia Geral Ordinária (AGO). Na reunião, que aconteceu no Salão São Francisco, foi apresentada aos cooperados a prestação de contas referente ao exercício de 2018. Estiveram presentes mais de 980 cooperados e mais de 290 não-cooperados, número bastante expressivo e maior participação em AGO da cooperativa.

 

Sobras - Ao todo, as sobras somaram aproximadamente R$ 3,5 milhões. Por decisão dos cooperados, 70% do valor será pago por depósito em conta corrente e de 30% na conta capital.

 

Números - O Sicoob Médio Oeste conta com mais de sete mil associados, 70 colaboradores e cinco pontos de atendimento distribuídos nas cidades de Assis Chateaubriand, Jesuítas, Nova Aurora, Cafelândia e Tupãssi. Durante a AGO foi anunciado também um projeto de expansão para abertura de novas agências em Brasilândia do Sul, Iracema do Oeste e Formosa do Oeste.

 

Participação expressiva - O presidente do Conselho de Administração do Sicoob Médio Oeste, Edson Pereira, agradeceu a participação expressiva dos cooperados e destacou o crescimento da cooperativa em 2018.  “Mesmo com as dificuldades econômicas registradas no ano passado, junto com as mudanças políticas no Brasil, foi um ano de crescimento para o Sicoob Médio Oeste graças a participação de todo o nosso quadro social”, ressaltou. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

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SICOOB OURO VERDE: Ações do Instituto Sicoob para 2019 são discutidas em Londrina

 

sicoob ouro verde 15 03 2019No último dia 7, o Sicoob Ouro Verde recebeu a visita da analista de Projetos da UDC (Unidade de Desenvolvimento Cooperativo da Central Unicoob), Amanda Melissa Esparano, que esteve na Unidade Administrativa da cooperativa, em Londrina (PR), para apresentar as práticas do Instituto Sicoob aos colaboradores que tem alguma atribuição ligada às ações de responsabilidade social.

 

Planejamento - A partir do debate de ideias, da troca de experiências e da análise do impacto dos programas e projetos socioambientais realizados no ano passado, foi definido e validado em conjunto o planejamento de práticas de ações para 2019, dos quais destacam-se: a presença do Expresso Instituto Sicoob em duas cidades do Amapá e cinco do Paraná; cinco cidades contempladas com o projeto educacional Cooperjovem; a continuidade do programa Cooperativa Mirim na Guarda Mirim; além do alinhamento para execução das Clínicas Financeiras, Palestras e do Workshop Se Liga Finanças.

 

Outros aspectos - Outros aspectos importantes abordados durante a reunião de planejamento foram a reestruturação e reconhecimento do quadro de Voluntários Transformadores, grupo de colaboradores que são capacitados e que agora terão a missão de desdobrar as atividades nas 21 cidades em que a cooperativa está presente, e o foco do Concurso Cultural que, no total, vai envolver 15 escolas do ensino fundamental.

 

Abrangência - "Com a implantação e monitoramento de todas as ações discutidas na visita, esperamos impactar mais de 7 mil pessoas nas comunidades em que estamos presentes. Dessa forma, queremos gerar valores e conectar cada vez mais a população para um mundo melhor", afirma a Pessoa de Apoio Estratégico (PAE) para a realização das ações do Instituto no Sicoob Ouro Verde, Maisa Palma Hangai. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

SICOOB CREDICAPITAL: Cooperativa completa 18 anos e comemora resultados

 

sicoob credicapital 15 03 2019Em 2019, o Sicoob Credicapital completa 18 anos. Embora jovem, desde sua fundação a cooperativa vem traçando uma trajetória de constante crescimento. Com sede em Cascavel (PR), atualmente é composta por 30 mil cooperados e 277 colaboradores na Unidade Administrativa e nas 19 agências, espalhadas por 13 municípios.

 

Expansão - Mesmo em um período de oscilações na economia e na política nacional, o Sicoob Credicapital tem seguido à risca o seu plano de expansão e em 2018, registrou a melhor performance de sua história. O resultado é superior a R$ 12 milhões, com mais de R$ 416 milhões em recursos administrados e R$ 347 milhões em operações de crédito.

 

Comunidade - Além disso, para colocar em prática o propósito de humanizar as relações financeiras, o Sicoob Credicapital dá atenção particular ao sétimo princípio do cooperativismo, que é o interesse pela comunidade. Para isso, se dedica constantemente ao desenvolvimento do bem comum por meio de ações que estimulam a prática da cooperação e de outras condutas compatíveis.

 

Reconhecimento - Os números conquistados pelo Sicoob Credicapital ao longo dos seus 18 anos de história são consequência de um trabalho árduo baseado na união e de um time bem ajustado, do qual o diretor-presidente Valdir Pacini se diz honrado e privilegiado em fazer parte.

“A nossa cooperativa é a comprovação do sucesso de um projeto que nasceu para ser vitorioso. Apesar de tantos obstáculos, conseguimos superar as forças adversas e consolidar, definitivamente, aquilo que há tão pouco tempo não passava de um sonho”.

 

União - Valdir registra ainda que tudo isso só foi possível graças aos cooperados, conselheiros, colaboradores e entidades parceiras. “Eles são responsáveis pelos louros conquistados nesta curta, porém intensa jornada. O mais importante é que muitos acreditaram, persistiram, confiaram, compartilharam desse sonho e se dispuseram a transformá-lo em realidade. Sem a união de forças, que representa a verdadeira essência do cooperativismo, nada disso seria possível”, finaliza. (Assessoria Sicoob)

 

UNIMED LONDRINA: Instituto de Responsabilidade Social tem primeiro projeto cultural aprovado via Lei Rouanet

 

unimed londrina 15 03 2019O Instituto de Responsabilidade Social da Unimed Londrina conseguiu a aprovação de um projeto cultural junto a Secretaria Especial da Cultura, do Ministério da Cidadania, para captar uma verba via Lei Rouanet. O projeto Concurso de Desenhos poderá recolher, até o fim deste ano, pela iniciativa do Governo Federal, um aporte de quase R$ 50 mil.

 

Alterações - A gerente de Sustentabilidade, Fabianne Piojetti, conta que a Unimed tentou pela primeira vez a aprovação do Concurso de Desenhos em 2017, mas naquele ano a solicitação foi negada. “Em 2018, fizemos algumas alterações no concurso, para novamente tentar a aprovação do governo, e deu certo! Recebemos a aprovação do projeto no início deste ano”, comemora Fabianne.

 

Ampliação - A gerente justifica que o valor via Lei Rouanet será utilizado para ampliar as ações da iniciativa. “Iremos montar e apresentar uma peça de teatro para os estudantes de escolas do ensino fundamental de Londrina. Antes essa apresentação acontecia apenas na turma em que o aluno vencedor do concurso estudava. Além disso, iremos promover outras melhorias ao longo da iniciativa”, informa.

 

Outros projetos - A gerente adianta que a equipe vai tentar aprovar outros projetos via Lei Rouanet. “Agora teremos a primeira experiência de aprovação. Vamos ver como funciona a utilização desse recurso e a prestação de contas dele”, explica Fabianne.

 

Iniciativa - A Lei Rouanet é uma iniciativa do Governo Federal em que a pessoa jurídica (empresa) ou física ao invés de pagar o valor de imposto devido ao governo, destina o dinheiro diretamente para algum projeto cultural. (Imprensa Unimed Londrina)

 

RECM: OCB e MAPA participam de reuniões com países do Mercosul

 

recm 15 03 2019O fortalecimento das cooperativas do Mercosul, por meio da realização de negócios intercooperativos, foi um dos temas que nortearam as discussões de um encontro entre lideranças cooperativistas e representantes dos governos dos países integrantes do bloco. A Reunião Especializada de Cooperativas do Mercosul (RECM), organização que busca, no âmbito do Mercosul, a integração dos movimentos cooperativistas na região, ocorreu em Buenos Aires, na Argentina, na terça-feira (12/03).

 

Comitiva - O secretário nacional de Agricultura Familiar e Cooperativismo, Fernando Schwanke, o diretor de Cooperativismo e Acesso a Mercados do Mapa, Márcio Madalena, e a gerente de Relações Institucionais da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) compuseram a comitiva brasileira que participou da Seção Plenária da RECM em Buenos Aires. Sob a presidência rotativa da Argentina, o encontro debateu mecanismos legais de integração dos negócios das cooperativas dos quatro países membros do Mercosul.

 

Importância - Durante o encontro, Schwanke falou sobre a importância das cooperativas brasileiras no bloco e do poder dessas sociedades no fortalecimento dos pequenos e médios produtores do país. Segundo ele, “alinhar a agricultura familiar ao cooperativismo é uma questão de estratégia e desenvolvimento setorial”.

 

Apoio - Ele destacou que o governo brasileiro apoia o cooperativismo e acredita no seu papel efetivo na economia social do país. “É uma determinação da ministra Tereza Cristina que trabalhemos ações focadas nas cooperativas utilizando essa forma de associativismo para fortalecer também o pequeno agricultor”, enfatizou.

 

Oportunidades - “A OCB é membro ativo da Reunião Especializada de Cooperativas do Mercosul desde sua criação, em 2001. Acreditamos que este é um importante fórum de promoção dos negócios de nossas cooperativas, especialmente, as dos estados do sul do país, onde estão as regiões de fronteira com a Argentina, Paraguai e Uruguai. Há grandes oportunidades de negócios e cooperação que podem ser exploradas por nossas cooperativas na região. No próximo semestre, o governo brasileiro ocupará a presidência rotativa da RECM e trabalharemos conjuntamente para realizar rodadas de negócios e missões comerciais que apoiem a integração regional do cooperativismo no Cone Sul”, avalia a gerente de Relações Institucionais da OCB, Fabíola Nader Motta.

 

Programação - Na quarta-feira (13/03), os participantes a RECM participaram de reuniões técnicas com representantes do Instituto Nacional de Associativismo e Economia Social da Argentina, da Confederação Intercooperativa Agropecuária (Coninagro) e do Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA). Além disso, também realizaram visitas técnicas.

 

RECM - Criada no Grupo Mercado Comum do Mercosul em 2001, a Reunião Especializada de Cooperativas do Mercosul, RECM, é um fórum voltado para a integração dos movimentos cooperativistas dos países membros do Bloco e para a harmonização das legislações nacionais voltadas para o cooperativismo. São membros da RECM os organismos governamentais responsáveis pelo fomento e apoio ao cooperativismo, assim como as organizações nacionais representativas dos movimentos cooperativistas.

 

Brasil Mais Cooperativo - Durante a reunião, a comitiva brasileira entregou o documento Propostas para um Brasil Mais Cooperativo ao presidente da Aliança Cooperativa Internacional, Ariel Guardo. O material elaborado pela OCB será utilizado pela Secretaria de Agricultura Familiar na construção do Programa Mais Cooperativismo.

 

Participação - Além do Brasil, a Seção Plenária da Reunião Especializada de Cooperativas do Mercosul também contou com a participação do presidente do Instituto Nacional de Associativismo e Economia Social da Argentina, Marcelo Collomb, além de representantes do Chile, Uruguai e Paraguai. (OCB, com informações do Mapa)

 

SUÍNOS: Abate fecha 2018 com recorde

 

suinos 15 03 2019Cerca de 44,2 milhões de suínos foram abatidos no Brasil no ano passado. O volume é recorde na série histórica da pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), iniciada em 1997. De acordo com os dados divulgados nesta quinta-feira (14/03), houve crescimento de 3,4% em relação a 2017.

 

Abate - O abate cresceu em 19 das 26 unidades da Federação pesquisadas. Houve aumentos em locais como Mato Grosso do Sul (mais 296,4 mil cabeças), Rio Grande do Sul (mais 194,72 mil) e São Paulo (mais 181,64 mil). Santa Catarina manteve a liderança no abate de suínos em 2018, com 26,2% da participação nacional, seguida pelo Paraná (21%) e o Rio Grande do Sul (18,6%).

 

Bovinos - O abate de bovinos também fechou 2018 com crescimento (3,4%). No total, foram abatidos 31,9 milhões de animais. Já o abate de frangos teve queda de 2,5% em 2018, a segunda redução consecutiva do indicador.

 

Ovos-  Outro segmento agropecuário com recorde em 2018 foi a produção de ovos, que fechou o ano com 3,6 bilhões de dúzias, um aumento de 8,6% em relação a 2017 e o maior resultado desde o início da pesquisa, em 1987.

 

Leite - A aquisição de leite pelas unidades beneficiadoras do produto (24,45 bilhões de litros) manteve-se relativamente estável, com crescimento de apenas 0,5% em relação a 2017. Já a aquisição de couro por curtumes nacionais cresceu 3% em relação a 2017. (Agência Brasil)

 

AVES: Perspectivas do mercado global são positivas para 2019, aponta Rabobank

 

aves 15 03 2019De acordo com o último relatório do Rabobank, as condições de mercado devem melhorar gradualmente, ainda que com volatilidade contínua. Durante o ano de 2018 o mercado global de aves passou por um dos períodos mais voláteis em muitos anos. Os volumes de comércio atingiram níveis recordes de 6,4 milhões de toneladas no segundo semestre enquanto a demanda caiu por causa de uma desaceleração geral do mercado e restrições ao acesso aos mercados internacionais após restrições comerciais. Isso resultou em um período de queda nos preços das aves entre o primeiro e o quarto trimestre de 2018.

 

Fatores - Segundo o relatório diversos fatores causaram esta volatilidade no mercado. Diversos principais fluxos de comércio global foram afetados por restrições. O mais óbvio foi o fluxo de importação da Arábia Saudita, à medida que novos padrões Halal foram implementados. Isso afetou fortemente o mercado mundial de aves inteiras, já que a Arábia Saudita é o destino principal. A outra mudança importante foi a remoção de 20 plantas de exportação brasileiras das listas aprovadas pela UE, depois que o Brasil descobriu que havia uma legislação de importação da UE violada; As tarifas de 25% da China sobre a soja dos EUA afetaram o comércio global, já que a soja é um importante insumo para a avicultura; O mercado mundial de aves ainda é afetado por restrições relacionadas à Influenza Aviária, como o comércio entre a China e os EUA, e as importações da África do Sul e da EU; Novos concorrentes no mercado como a Ucrânia e a Rússia.

 

Melhora - Apesar de todos esses desafios enfrentados em 2018, o Rabobank estima melhora em 2019. Ainda de acordo com o relatório os próximos meses ainda oferecerão desafios, uma vez que o comércio global é geralmente lento no primeiro trimestre, mas, em 2019, as condições de mercado devem melhorar gradualmente, ainda que com volatilidade contínua.

 

Demanda global - A demanda global por carne de aves deverá crescer entre 2% e 3% este ano, com a China deverá ser mais otimista (cerca de 5%) do que nos últimos anos devido à utilização de aves como substituto da carne suína. O recente caso de alimentos congelados sendo contaminados com ASF provavelmente adicionará mais peso a essa tendência na carne processada. O abandono da carne de porco beneficiará os frangos brancos, bem como frango e pato amarelo (geralmente preferido) e carne bovina.

 

Demanda chinesa - O crescimento da demanda chinesa de aves desafiará a posição de oferta, uma vez que a disponibilidade de estoques de reprodutores está atualmente limitada na China, como resultado de anos de importações de ações de avós muito baixas. Isso mudou no quarto trimestre de 2018, quando a Polônia foi reaberta após uma proibição por causa da gripe aviária. Os atuais níveis de importação de estoques de avós apoiarão os aumentos de produção no final deste ano e especialmente no próximo ano. A oferta, no entanto, será apertada durante a maior parte do ano, o que significa altos preços de frangos de corte e uma pressão por mais importações.

 

Brasil - Na análise especifica sobre o Brasil, o relatório aponta que o cenário deve melhorar, porém ainda é cedo para afirmar que será um ano menos desafiador. Conforme mostra o documento, depois de um já difícil 2018, as exportações brasileiras iniciaram 2019 com desafios significativos. Em janeiro, a Arábia Saudita reduziu o número de plantas certificadas com permissão para exportar aves, de 30 unidades que estavam exportando efetivamente em 2018, para 25 unidades. Além disso, as restrições impostas durante 2018 para apenas 12 plantas de frango brasileiras para exportar para a UE ainda estão em vigor e estão impactando negativamente as exportações.

 

Resultado - Um resultado relativamente positivo no comércio foi anunciado recentemente. Após meses de negociações, a China isentou 14 empresas brasileiras exportadoras de frango das tarifas anti-dumping impostas, incluindo todas as grandes empresas. No entanto, o acordo exige que essas empresas comercializem a um preço mínimo não inferior ao acordado. Com estes desafios, as exportações de frango caíram 17% em janeiro, mas os números preliminares mostram algumas melhorias em fevereiro.

 

Mercado doméstico - No mercado doméstico, espera-se uma recuperação mais rápida no consumo durante o ano, devido à melhoria do cenário econômico, que por sua vez poderia levar o consumo de proteína animal para níveis pré-crise. Além disso, o Rabobank espera maior disponibilidade de milho no mercado local devido ao aumento esperado na área de plantio e produção durante a safra de inverno, em comparação ao ano passado. Vale ressaltar, no entanto, que as condições climáticas nas próximas semanas serão decisivas para confirmar os rendimentos estimados de milho.

 

Redução dos custos - Em suma, mesmo considerando os desafios no mercado internacional, a probabilidade de redução dos custos de alimentação, aliada ao maior consumo local, deve beneficiar a indústria local. No entanto, ainda é cedo para dizer que 2019 será menos desafiador do que 2018. (Avicultura Industrial)

 

INFRAESTRUTURA: China quer parceria com Paraná para obra do corredor bioceânico

 

infraestrutura 15 03 2019A China quer ser parceira do Paraná em obras de infraestrutura, com grande interesse na execução do projeto do corredor bioceânico, que ligará os portos de Paranaguá, no Litoral do Estado, ao de Antofagasta, no Chile. A posição foi confirmada ao governador Carlos Massa Ratinho Junior pelo embaixador da República Popular da China, Yang Wanming, em reunião nesta quinta-feira (14/03), no Palácio Iguaçu.

 

Protocolo de intenções - No encontro, eles assinaram um protocolo de intenções para promoção da cooperação cultural, turística e comercial.

 

Principal mercado - O governador destacou que a China é o principal mercado exportador do Paraná. “Somos o maior produtor de alimentos por metro quadrado do mundo. Esta é a nossa vocação e queremos ser um grande parceiro comercial da China, em especial nessa área”, afirmou.

 

Infraestrutura - Ratinho Junior ressaltou que o planejamento do Estado para os próximos anos é de muito investimento em infraestrutura. “Temos que organizar todo escoamento da safra para poder exportar para China e outros países de maneira mais eficiente, mais rápida e mais barata. Vemos a China como um grande parceiro nestes investimentos de infraestrutura”, ressaltou.

 

Interesse - Segundo o embaixador, as empresas chinesas têm interesse nos projetos de concessão de rodovias, ferrovias e aeroportos do Paraná, além de um projeto em andamento no Estado na área portuária.

 

Corredor - A implantação do corredor bioceânico é um projeto estratégico do Governo do Estado. “Queremos fazer do Paraná o hub logístico da América do Sul”, reiterou o governador, salientando que o Estado é o trecho mais curto entre os oceanos Atlântico e Pacífico.

 

Projeto executivo - A ideia é que Itaipu faça o projeto executivo da ligação ferroviária entre Paranaguá e Antofagasta, interligando, também, Argentina e Paraguai. Ratinho Junior já levou o projeto ao presidente Jair Bolsonaro e em breve irá apresentá-lo ao presidente do Paraguai.

 

Licitação  - “Tendo o projeto, a ideia é fazer a licitação por 50 anos para que países como a China e outros possam participar e construir a ferrovia”, disse o governador. “Pelos nossos cálculos, baratearia 40% do custo logístico da exportação para a Ásia e diminuiria em muitos dias esse transporte”, apontou.

 

Estratégica - O embaixador Wanming, que já trabalhou nas embaixadas do Chile e Argentina, já esteve na região de Antofagasta e considera estratégica a proposta do canal transoceânico. "Gostaria de trabalhar junto para concretizar este sonho”, declarou. O embaixador informou que, além da China, Japão, Coreia do Sul, Índia e outros países asiáticos apoiam a iniciativa. Ele vai apresentar o projeto para empresas chinesas de construção de ferrovias.

 

Ampliação - O embaixador frisou que a China é o maior parceiro comercial do Paraná, maior destino da exportação estadual de alimentos e que há empresas chinesas investindo no Estado em agricultura, eletricidade e infraestrutura. “As empresas chinesas manifestam grande confiança no desenvolvimento do Paraná e interesse de ampliar a cooperação econômica e aumentar investimentos no Estado”, disse.

 

Vantagens - Ratinho Junior destacou as vantagens do Paraná, como mão de obra qualificada e a abundância de energia do Brasil. “Temos muito potencial, queremos ampliar a parceria na geração de empregos com serviços das empresas chinesas”, pontuou.

 

Outras áreas - O embaixador revelou que também há interesse em ampliar a cooperação nas áreas de agronegócio, indústria e cultura. Ratinho Junior colocou a Agência Paraná Desenvolvimento (APD) à disposição dos chineses e anunciou a disposição de visitar a China, se possível neste ano, para poder avançar nestas parcerias. (Agência de Notícias do Paraná)

 


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