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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4531 | 11 de Março de 2019

CBC I: Três paranaenses estão entre os Jovens Embaixadores Coop

cbc I 11 03 2019O Sistema OCB divulgou, na sexta-feira (08/03), os nomes dos 20 jovens embaixadores que representarão as cooperativas do país na 14ª edição do Congresso Brasileiro do Cooperativismo Três participantes são do Paraná. Mais de 170 jovens com idades entre 18 e 29 anos encaminharam vídeos respondendo à pergunta: Como podemos construir juntos o cooperativismo do futuro?

Participação - Os jovens escolhidos virão a Brasília, com tudo pago (passagens, hospedagem, refeições e credenciais para participar do evento) para participar do Congresso, que ocorrerá entre os dias 8 a 10 de maio. Os Jovens Embaixadores Coop participarão como congressistas o que dá direito a fala durante as plenárias e voto, nos processos de decisão. Na semana que vem, uma equipe para do Sistema OCB entrará em contato com os jovens para acertar todos os detalhes da viagem.

Resultado - Confira abaixo o resultado em ordem alfabética:

Ágatha Francini de Mello Santos (Cotripal)

Bruno Cassoli Bortoloto e Diego Figueredo (Sicredi Vale do Piquiri ABCD PR/SP)

Crístofer Barbosa Almeida (Sicoob Sul Litorâneo)

Daniele Carmo Scopel (Sicoob Costa do Descobrimento)

Deivid Milhomem dos Santos (Sicoob Unicentro Brasileira)

Elias Freires da Costa (Coopcafa)

Elida Nascimento Vieira (Sicredi União MS/TO)

Giordano Schiochet (Cotrijal)

Jessyca Leon Bolzan (Sicredi Serrana)

João Paulo Libério da Silva (Cooperbom)

Kaio Eduardo Ribeiro (Sicredi Nossa Terra PR/SP)

Keila Koehler (Sicredi Pioneira RS)

Larissa de Souza Zambiasi (Sicredi Cooperação RS/SC)

Larissa Gonçalves da Silva (Sicredi União MS/TO)

Luana Magna Nascimento da Paixão (Sicredi União MS/TO)

Mariana Cristina Brancatti (Sicoob Cocre)

Neuryson Santana Nascimento (Sicredi União MS/TO)

Pamella Fernandes (Sicoob Unicoob Meridional)

Víctor Emannuel de Souza Teixeira (Bordana)

Comprometimento - “É muito bom ver que os jovens estão se comprometendo com o futuro do cooperativismo. A participação deles, representando 20 estados do país, mostra o quanto estamos presentes de Norte a Sul e isso aumenta nossa responsabilidade em fazer mais e melhor, todos os dias, pelo desenvolvimento socioeconômico do Brasil. Obrigado por participaram e parabéns aos vencedores. Juntos, podemos transformar nosso país num lugar mais justo, feliz, equilibrado e com melhores oportunidades para todos”, enfatiza o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas.

Melhores respostas - Confira aqui as melhores respostas!

(Com informações da OCB)

 

CBC II: 2º Concurso Cultural vai selecionar 20 lideranças femininas para participar do Congresso

cbc II 11 03 2019O Sistema OCB abriu, na sexta-feira (08/03), as inscrições para o segundo concurso cultural – Embaixadora Coop, que irá selecionar 20 lideranças femininas cooperativistas para mostrarem seu protagonismo no 14º Congresso Brasileiro de Cooperativismo. As interessadas devem responder à pergunta: “Como podemos construir juntos o cooperativismo do futuro?” em uma frase de até 250 caracteres (incluindo espaços). Depois, é só entrar no site concursocultural.cbc.coop.br e concluir a participação.

Prazo - As inscrições vão até 28 de março. É necessário ter mais de 18 anos, morar no Brasil e ser cooperada de cooperativa regular com o Sistema. O regulamento está disponível em http://concursocultural.cbc.coop.br.

CBC - O 14º CBC será realizado de 8 a 10 de maio, em Brasília (DF).

 

LIDERANÇA: Sistema OCB é parceiro do HSM Expo 2019

lideranca 11 03 2019Um dos eventos de liderança mais importantes da América Latina, o HSM Expo, contará, neste ano, com o apoio do Sistema OCB. O evento tem despertado grande interesse de executivos de diversos setores econômicos, inclusive do cooperativismo. Para se ter uma ideia, só na edição do ano passado mais de 700 cooperativistas participaram das atividades.

Objetivos - Foi por isso que, em 2019, o Sistema OCB decidiu apoiar o evento, considerando dois objetivos bem claros: mostrar a competitividade das cooperativas, com preços justos, produtos de qualidade e localização em praticamente 100% do território nacional, visando futuros negócios, e, também, divulgar o movimento SomosCoop, que ressalta o orgulho de se fazer parte de um modelo econômico que tanto contribui com a economia do país.

Oportunidade - “Esse é um dos eventos mais importantes do país, já que reúne em um mesmo local a alta cúpula das empresas e, para nós, essa é uma grande oportunidade de mostrar os diferenciais do nosso modelo econômico e marcar a presença das cooperativas na pauta econômica brasileira”, complementa Márcio Lopes de Freitas, presidente do Sistema OCB.

Tendências - Além disso, explica a liderança, o HSM Expo que ocorrerá em novembro, em SP, é um evento que está bastante conectado às tendências do mercado e, também, do futuro, assim como o Congresso Brasileiro do Cooperativismo, cuja 14ª edição será realizada em maio, em Brasília.

Rumos - “A nossa ideia é utilizar todo o espaço que teremos durante a programação do HSM Expo para divulgar, discutir e sensibilizar os participantes sobre as definições que virão do Congresso Brasileiro. O que pretendemos é discutir os rumos do cooperativismo do futuro, por isso, o ambiente do HSM Expo é ideal”, avalia Márcio Freitas. (Informe OCB)

 

 

GETEC: Boletim traz expectativas da semana sobre indicadores econômicos

gerencia tecnica destaque 11 03 2019A Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec) divulga, nesta segunda-feira (11/03), mais uma edição do Informe Expectativas de Mercado, com base nas informações do Boletim Focus, do Banco Central, levantadas com instituições financeiras sobre as projeções relativas à economia nacional, contemplando o Produto Interno Bruto (PIB), IPCA (Índice de Preços ao Consumidor), taxa Selic e câmbio para 2019, 2020 e 2021.

Informações – Mais informações podem ser obtidas com Maiko Zanella ( maiko.zanella@sistemaocepar.coop.br / 41 3200-1115) ou com Jessica Raymundi ( jessica.costa@sistemaocepar.coop.br / 41 3200-1133).

Clique aqui para acessar na íntegra o Informe Expectativas de Mercado

 

UNIPRIME: Nova agência é inaugurada no interior de São Paulo

uniprime 11 03 2019A Uniprime inaugurou, no dia 27 de fevereiro, uma agência em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo. O coquetel ocorreu no endereço da agência (Av. Professor João Fiúsa, 2190), com a presença de cooperados, convidados, autoridades locais e dirigentes da cooperativa.

Propósito - Essa é a 7ª agência da Uniprime no Estado de São Paulo e a abertura vai ao encontro do propósito da cooperativa, que é melhorar a vida financeira das pessoas, por meio da oferta de produtos e serviços que proporcionem conveniência, segurança, satisfação e a melhor experiência ao cooperado, desde o atendimento altamente humanizado à tecnologia disponível via aplicativo mobile e Internet Banking.

Paraná e São Paulo - São 27 agências da Uniprime nos Estados do Paraná e São Paulo. Para conhecer a localização de todas elas, acesse nosso site e encontre a agência a mais próxima de você.

Entre as maiores do Brasil- Em setembro de 2018, o Banco Central do Brasil divulgou o Ranking das 928 cooperativas de crédito do país. A Uniprime Norte do Paraná destaca-se nos quesitos Patrimônio Líquido (3º lugar), Recurso Próprio (6º lugar), Sobras Brutas (8º lugar) e Ativo Total (9º lugar). (Imprensa Uniprime)

Site: www.uniprimebr.com.br 

Facebook: www.facebook/uniprime/

Boletim Digital: https://www.uniprimebr.com.br/#universo

 

SICREDI PARQUE DAS ARAUCÁRIAS: Cooperativa é patrocinadora master da equipe de futsal de Mariópolis (PR)

sicredi parque araucarias 11 03 2019A Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP será novamente apoiadora da Associação de Amigos do Esporte Mariopolitano (AAEMA), equipe de futsal da cidade de Mariópolis (PR). A parceria será na modalidade de patrocínio master, ao longo da temporada 2019, quando o time disputará o Campeonato Paranaense – Série Prata. A cooperativa também apoiou a equipe no ano de 2018.

Sexto patrocínio - Este é o sexto patrocínio esportivo anunciado este ano pela cooperativa, que também apoiará as equipes de futsal Palmas Esportes, Coronel Domingos Soares e Pato Futsal; o Pato Basquete, time de basquetebol de Pato Branco, e o Botafogo – SP, time de futebol de Ribeirão Preto (SP).

Princípio - Promover o desenvolvimento das comunidades onde atua é um dos princípios do cooperativismo, e a Sicredi Parque das Araucárias acredita no esporte como vetor de desenvolvimento social, econômico e cultural.

Ligação histórica - Além da solidez do projeto da AAEMA, a cooperativa também possui uma ligação histórica com Mariópolis, cidade onde a Sicredi Parque das Araucárias foi fundada, e onde ainda está situada sua sede política. Esta foi mais uma das razões para a consolidação da parceria. (Imprensa Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP)

 

ECOPERATIVA: Idealizador da Cooperativa Energia Paraná 1 ministra palestra na Smart City

O responsável técnico e idealizador do projeto da Cooperativa de Energia Paraná 1, Julio Cesar Giovannetti Netto, será um dos palestrantes da Smart City – Expo Curitiba, congresso que ocorrerá entre os dias 21 e 22 de março, no Expo Barigui, em Curitiba. Netto tratará do tema “Cooperativas de energia dentro do conceito smart cities” e, na oportunidade, fará uma breve apresentação da atuação das cooperativas de energia dentro do processo de geração distribuída. Irá ainda trazer dados atualizados e números deste mercado no Brasil e mostrar como as cooperativas de energia podem contribuir, beneficiar e melhorar a qualidade de vida dos moradores dos centros urbanos. Ele também vai discorrer sobre o trabalho da Cooperativa de Energia Paraná I e tratar das oportunidades atuais e futuras para este mercado.

Ecoperativa – A Ecoperativa é um sistema formado por cooperativas que atuam na geração e distribuição de energia proveniente de fontes renováveis aos seus cooperados. A Cooperativa de Energia Paraná 1 (CEPR1) foi a primeira a ser criada a partir do projeto da Ecoperativa. Localizada em Fazenda Rio Grande, na região metropolitana de Curitiba, ela atende residências ou comércios ligados a concessionária Copel. Conta com uma usina com uma potência de 1MWp. Um Mega Watt Pico, são equivalentes à utilização de energia de 3.250 casas, com consumo médio de 200 kWh/mês. A fonte energética utilizada é de resíduos de madeira urbana.

COPAGRIL: Inaugurada nova Loja Agropecuária Copagril em Naviraí

Durante solenidade ocorrida no sábado (09/03), a Cooperativa Agroindustrial Copagril realizou a inauguração da sua Loja Agropecuária situada no município de Naviraí, no Mato Grosso do Sul.

Presenças - Estiveram presentes ao evento o deputado estadual, Onevan de Matos, o gerente de Desenvolvimento do município, Fernando Kamitani (representando o prefeito Izauri de Macedo); também o presidente da Associação Comercial (Acen), Mario Francisco Nelvo; o padre, Sidnei Rodrigues Ribeiro; os diretores executivos, conselheiros de Administração e fiscais da cooperativa, bem como gerentes de departamentos, encarregados, colaboradores, representantes de empresas parceiras e a comunidade em geral.

Propósitos - Durante a cerimônia, o diretor-presidente, Ricardo Sílvio Chapla, mencionou os propósitos da cooperativa ao abrir uma loja em Naviraí. “Em todos os locais onde a Copagril se instala temos o objetivo de somar, e não de dividir. Por isso, estamos nos estabelecendo em Naviraí com esse mesmo propósito. Somos uma cooperativa com grande percentual de pequenos produtores, cadastrados no Pronaf, mas também temos em nosso quadro social grandes produtores e estamos dispostos a receber mais interessados em se associar”, declarou.

Sucesso - Em seu pronunciamento, o deputado sul-mato-grossense, Onevan de Matos, afirmou que conhece há muitos anos o trabalho desenvolvido pela cooperativa e desejou sucesso em mais esse novo empreendimento. Da mesma forma, o gerente de Desenvolvimento do município, Fernando Kamitani, desejou as boas-vindas e expressou votos de sucesso para a Copagril.

Apresentação - Em seguida, o gerente da Unidade Copagril de Naviraí, Ricardo Rogério Böck, realizou a apresentação da equipe que atenderá o público no novo estabelecimento. Após, as autoridades presentes realizaram o ato oficial de descerramento da faixa inaugural.

Completa - A Copagril tem como foco principal das suas atividades a sua vocação agrícola e pecuária. Atualmente soma mais de 5.300 associados e mais de 3.200 funcionários. E para atender as necessidades tanto dos produtores rurais como dos moradores da cidade, a cooperativa agora dispõem de 22 lojas agropecuárias completas, que atuam sob o slogan: “têm tudo que você precisa”. São 18 lojas instaladas na região Oeste do Paraná e quatro no Mato Grosso do Sul, além de Naviraí, também nos municípios de Eldorado, Mundo Novo e Itaquiraí. (Imprensa Copagril)

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COAMO: Retorno do consumidor é positivo pela fanpage e canal de atendimento da linha de alimentos

coamo 11 03 2019Desde que o Facebook dos Alimentos Coamo colocou no ar a Campanha com a Ana Maria Braga, em março do ano passado, o número de curtidas, compartilhamentos e comentários nas publicações é expressivo. Sem contar os números de seguidores que já chegam a quase 420 mil. São pessoas de todos os cantos do país que compartilham as receitas e publicações, marcam familiares e amigos e por aí a rede só expande. Além disso, os internautas também têm deixado relatos sobre os produtos da Coamo por meio do Canal de Atendimento ao Consumidor.

Relato - Miriam Pereira Camacho Bohn, de Florianópolis, Santa Catarina, entrou no site dos Alimentos Coamo e deixou seu relato. “Gostaria de elogiar o óleo de soja Coamo. Eu usava óleo de milho, pois não gostava do cheiro do óleo de soja, mas para a minha surpresa o óleo da Coamo é simplesmente maravilhoso, não tem cheiro nenhum. Usei, pois um hóspede deixou uma embalagem no apartamento, fiquei com dó de jogar e experimentei. Parabéns a todos da empresa!”

Recado - Marcia Balbino, deixou seu recado pela Fan Page, “Adoro e só uso os produtos Coamo. Fiz minha patroa mudar de marca e comprar Coamo...”

Qualidade - A consumidora Eloisa Lima, fez questão de recomendar os Alimentos Coamo no Facebook: “Todos os produtos Coamo são de excelente qualidade, pois temos neles toda confiança dos bons produtos e quantidades que nos dão ótima qualidade nos produtos que fazemos com os produtos Coamo.”

Gosto - E a Ana Couto é outra que deixou um recado no Facebook, “Uso e gosto dos produtos...são de ótima qualidade, não são pesados para o organismo e nem para o bolso!!”

Mais informações - Para mais informações acesse: www.facebook.com/alimentoscoamo e www.alimentoscoamo.com.br. (Imprensa Coamo)

 

INFRAESTRUTURA I: Movimentação de cargas cresce 180% no Porto de Antonina

infraestrutura 11 03 2019Nos primeiros dois meses de 2019, os Portos do Paraná movimentaram mais de 7,2 milhões de toneladas de carga. Destaque para o aumento de 180% da movimentação por Antonina. A importação de fertilizantes pelo terminal Ponta do Félix cresceu de 62.221 toneladas, no primeiro bimestre de 2018, para 174.384 toneladas em 2019.

Retomada - “Essa alta representa a retomada das movimentações por Antonina. Esperamos que o crescimento se mantenha, principalmente com as melhorias previstas para o acesso aquaviário”, afirma o diretor-presidente dos Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia. “No próximo mês, iniciaremos mais uma campanha de dragagem e, com isso, os navios poderão carregar ainda mais produtos”, adianta

Dragagem de manutenção - A dragagem de manutenção do canal de acesso e bacia de evolução do Porto de Antonina já está contratada e deve iniciar em abril. Com a retirada de areia e sedimentos do fundo do mar, a profundidade que hoje é de 7,5 metros deve voltar aos 9,30 metros.

Arranque - Segundo Gilberto Birkham, presidente do Terminal Portuário da Ponta do Félix (TPPF), empresa responsável pelas operações, a expectativa é que a movimentação por Antonina se intensifique. “No final de 2018, tivemos um arranque muito forte nas operações, o que nos garantiu a retomada nas movimentações e que segue neste início de ano. Esperamos continuar nesse ritmo de crescimento para movimentar 1,5 milhão de toneladas de carga em 2019”, explica. Os principais produtos que devem ser movimentados via Porto de Antonina serão fertilizantes, farelo e açúcar.

Paranaguá - Dos mais de 7,2 milhões de toneladas movimentados no primeiro bimestre de 2019, quase 4,7 milhões são de granéis sólidos. Neste segmento, o destaque está na exportação de soja, via Porto de Paranaguá, que aumentou 24%. Nos primeiros dois meses do ano, foram mais de 1,6 milhão de toneladas exportadas da commodity. No mesmo período, em 2018, foram 1,35 milhão.

Importação - Na importação, destacam-se as altas nos volumes de trigo (91%), sal (52%) e cevada/malte (27%). No primeiro bimestre deste ano, foram 126.305 toneladas importadas de trigo; 63.393 toneladas de sal; e 124.068 toneladas de cevada/malte.

Outros números - O volume de carga geral movimentado no bimestre foi de quase 1,6 milhão de toneladas. Os granéis líquidos somaram 946.517 toneladas, com destaque para o volume de metanol importado - aumento de 41%, em relação ao mesmo período do ano passado. Neste ano, foram 197.551 toneladas importadas do produto, contra 140 mil toneladas movimentadas no primeiro bimestre de 2018.

Contêineres - A movimentação de contêineres também apresentou alta. Este ano, já são 127.796 TEUs movimentados pelo Porto de Paranaguá; 11% a mais que o registrado em 2018 (114.377 unidades).

Movimentação - O Porto de Paranaguá registrou ainda a movimentação de 16.633 veículos. A maior parte, 9.268 unidades, para exportação. (Agência de Notícias do Paraná)

 

INFRAESTRUTURA II: TCU aponta falhas na 1ª concessão de estradas do governo Bolsonaro

infra I 11 03 2019Relatório técnico do Tribunal de Contas da União (TCU), concluído em dezembro, aponta falhas nos estudos da concessão da BR-364/365, que liga Jataí (GO) a Uberlândia (MG). O trecho é cotado para ser a primeira concessão rodoviária do governo Jair Bolsonaro, prevista para sair este ano.

Problemas - O documento, assinado por auditores do tribunal, expõe problemas que precisam ser resolvidos antes ainda da licitação. Além de indicar ajustes no contrato e no edital, a análise recomenda aos ministros da corte que parte dos estudos seja refeita ou mais bem embasada, o que pode demandar mais tempo do governo para revisar os valores de pedágio e investimentos. As "inconsistências" encontradas e a determinação de ajustes nas regras do leilão ainda vão passar por deliberação dos ministros do TCU, em plenário. O relatório foi produzido pela Seinfra Rodovia e enviado ao gabinete do ministro Bruno Dantas, relator do processo.

Reavaliação - Os técnicos do tribunal propõem que a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), responsável pela licitação, reavalie o cronograma de investimentos, refaça as exigências de garantias e limite a inclusão de obras e obrigações contratuais.

Antecipação - Sobre a mudança no cronograma, os auditores defendem a antecipação de obras "mais relevantes" na rodovia, como a duplicação de 44,2 quilômetros e a construção de 76,9 quilômetros de terceiras faixas, para os dois primeiros anos do contrato. Essa obrigação foi deixada para o prazo entre o 15º e o 25º ano da concessão.

Redução insignificante - O documento indica que o adiamento da duplicação resultaria na redução de pedágio "pouco significativa para os usuários". Tal opção, segundo os auditores, livraria os motoristas do pagamento de apenas R$ 1,10 sobre a tarifa-teto que constará no edital, "diferença que pode ser significativamente reduzida em razão da concorrência e do desconto na tarifa-teto" no leilão.

Questionamento - O relatório do TCU questiona a mudança no projeto feita pela Empresa Global de Projetos (EGP), contratada para elaborar os estudos. O traçado original previa a criação de novo corredor logístico na BR-364 (MG/GO).

Alerta - Auditores alertam para o fato de a EGP fazer parte do MGO Rodovias, concessionária da BR-050 - rodovia que concorre com o trecho que será licitado pelo governo. A mexida nos estudos evitaria "efeitos negativos" para a MGO, que perderia parte do tráfego para o corredor alternativo que seria criado na BR-364/365.

Conflito de interesses - "Há que se registrar, por conseguinte, a existência de conflito de interesses no processo de escolha dos trechos rodoviários que constaram dos estudos de viabilidade apresentados ao TCU e, ainda, que o corredor logístico [...], a ser contemplado com investimentos de aproximadamente R$ 2 bilhões ao longo de 30 anos, não é aquele que otimiza a cadeia logística nacional, de acordo com o planejamento governamental", relata o parecer técnico do TCU, ao qual o Valor teve acesso.

BR 364/365 - A concessão da BR-364/365 envolve a administração de 437 quilômetros. Serão aplicados R$ 2 bilhões, com a maior parte dedicada à duplicação de 44,2 quilômetros e à implantação de faixas adicionais ao longo de toda a rodovia. Os estudos apontam uma tarifa-teto de R$ 10 por cada 100 quilômetros, o que pode cair R$ 7, se for considerado o deságio médio dos últimos leilões de rodovias. (Valor Econômico)

 

INFRAESTRUTURA III: Rodovias duplicam só 22% do prometido

Em cinco anos recém-completados de contrato, as rodovias federais transferidas à iniciativa privada pela ex-presidente Dilma Rousseff entre 2013 e 2014 duplicaram menos de um quarto dos trechos prometidos na época das licitações. Pior ainda: os cinco grupos que administram essas estradas fizeram as obras necessárias para iniciar a cobrança de pedágio, mas nem sequer começaram os trabalhos nas áreas com fluxo mais pesado das concessões.

Promessa - Contornos rodoviários em grandes cidades e duplicações em travessias urbanas ou em trechos com alto movimento de caminhões ficaram só na promessa.

Tarifas - Apesar do descumprimento, as tarifas de pedágio cobradas dos usuários em todos esses contratos subiram muito acima da inflação acumulada no período, segundo o Tribunal de Contas da União (TCU). Um relatório ainda inédito do órgão de controle, ao qual o Valor teve acesso, aponta que as tarifas aumentaram entre 51,3% e 93,5% durante a vigência das concessões. Enquanto isso, o IPCA (índice oficial de inflação) variou menos de 40% desde 2013.

Leilão - Naquele ano, foram leiloados cinco trechos de rodovias federais nas regiões Sudeste e Centro-Oeste. Com foco em reduzir custos logísticos do agronegócio, o governo privilegiou corredores com forte movimentação de cargas. Na chamada terceira etapa de concessões, a grande inovação foi exigir que as pistas fossem duplicadas por inteiro em um prazo máximo de 60 meses a partir da data de assinatura dos contratos, independentemente do tráfego.

Críticas - Houve críticas do mercado, mas Dilma via a obrigatoriedade de duplicação como uma "cláusula pétrea" dos novos contratos. Diante do sucesso dos leilões, que tiveram disputa e deságio nas tarifas-teto, ela aproveitou cerimônia com concessionárias para fazer uma reflexão: "Houve desconfiança, gente pessimista em relação [ao programa]. Aproveito e uso uma imagem feita pelo grande Nelson Rodrigues, que dizia que os pessimistas fazem parte da paisagem, assim como os morros e as praças. É da vida, da condição humana, agora todos nós que temos de fazer somos aqueles que têm de acreditar que é possível mudar a paisagem".

Pouca mudança - Passados os 60 meses, a paisagem mudou pouco. Foram efetivamente duplicados apenas 597 dos 2.683 quilômetros exigidos (cerca de 22% do total), conforme informações enviadas ao Valor por cada uma das concessionárias. Outros trechos das rodovias já estavam com pista dupla quando elas assumiram as operações.

Cobrança - Os pedágios começaram a ser cobrados com 10% da duplicação executada, como determinado nos editais. As obras, contudo, ignoraram partes mais críticas das rodovias. Ou seja: não houve aumento de capacidade onde o movimento é mais pesado, perde-se mais tempo com congestionamentos e existem mais chances de acidentes.

Complicações - Uma série de complicações explica isso. A CCR, responsável pela BR-163 em Mato Grosso do Sul, alega que o atraso e o fracionamento de licenças ambientais prejudicaram intervenções previstas no anel rodoviário de Campo Grande.

Autorizações - No caso da BR-040, da Invepar, até hoje faltam autorizações de órgãos envolvidos no licenciamento para obras no trecho de maior demanda da concessão: entre Nova Lima e Congonhas (MG).

Projetos defasados - A MGO, que administra a BR-050 e única concessionária ainda em dia com as suas obrigações, afirma ter recebido projetos de engenharia defasados para ampliar a travessia urbana dos municípios goianos de Cristalina e Catalão. Há conversas com as prefeituras e com a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) para atualização desses projetos antes das obras.

Combinação explosiva - De forma geral, a combinação de problemas é explosiva. Com a eclosão da Lava-Jato, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) - que financiaria até 70% dos investimentos com taxas subsidiadas - apertou o crédito às construtoras e não liberou os recursos nas condições prometidas inicialmente.

Demandas - A demanda projetada nos estudos do governo e nos planos de negócio das empresas vencedoras jamais se concretizou. O tombo na economia, a partir de 2015, frustrou todas as estimativas da época. No caso da BR-163 (MS), a CCR informou que o volume de tráfego se encontra 33% abaixo do previsto. A Odebrecht, operadora da BR-163 (MT), diz ter observado no ano passado uma "frustração" de 17% do fluxo de veículos sobre o calculado na época dos leilões.

MP - Em setembro de 2017, o ex-presidente Michel Temer assinou uma medida provisória repactuando as obrigações contratuais. A MP 800 esticava de cinco para 14 anos o prazo para duplicação total das rodovias. Houve resistência dos parlamentares, o governo estava desarticulado politicamente e o texto acabou perdendo vigência sem ter sido votado.

Situação delicada - O atual ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, reconhece que a situação é delicada e precisa ser enfrentada.

Convergência - Ele descarta, no entanto, a edição de uma nova MP ou de um projeto de lei para tratar do assunto. Para o ministro, um desfecho deve ser objeto de convergência entre os principais atores envolvidos: governadores dos Estados por onde passam as rodovias, TCU e Ministério Público, além de comissões setoriais da Câmara dos Deputados e do Senado.

Cardápio de opções - "Temos um cardápio de opções sobre a mesa", disse Freitas ao Valor. Uma delas é aguardar os processos administrativos da ANTT, que podem resultar em caducidade das concessões. Outra seria viabilizar a devolução amigável dos ativos pelas concessionárias inadimplentes. Em ambos os casos, caberia ao governo organizar uma nova licitação das estradas.

Desvantagens - "Vejo como uma excelente solução regulatória, mas pode gerar contestações judiciais e discussões sobre investimentos não amortizados", afirma. O ministro pondera, em seguida, potenciais desvantagens. Leva-se de um ano e meio a dois anos para estruturar uma nova concessão e relicitá-la. As duplicações demorariam mais tempo para serem feitas. Devido às condições macroeconômicas piores do que em 2013, seria difícil conseguir tarifas de pedágio tão baixas.

Reprogramação - A terceira possibilidade é reprogramar o cronograma de investimentos das atuais concessionárias, por meio das revisões tarifárias quinquenais da ANTT, dando mais tempo para a execução das obras. Para não comprometer o fluxo de caixa das empresas, o desconto nos pedágios ficaria para a reta final dos contratos. Essa alternativa tem a simpatia do ministro.

Investidores - "É ruim como mensagem aos investidores. Pode passar um recado de que as empresas foram irresponsáveis e estão recebendo uma indulgência do governo. Mas tende a preservar melhor o interesse dos usuários", acredita o ministro. "Hoje estamos inclinados por isso, mas reconhecendo a fragilidade. Não temos como tomar uma decisão sozinhos. Todo mundo tem que estar de acordo com o caminho a ser escolhido." (Valor Econômico)

AGRONEGÓCIO: PIB do setor cresce juntamente com agtechs

agronegocio 11 03 2019Já é de conhecimento geral que a união do ecossistema de startups focadas em agronegócio e de grandes empresas do setor é promissora e pode gerar grandes frutos. O Brasil possui um grande potencial para crescer, ainda mais, neste segmento. O ano de 2018, por exemplo, mesmo que conservador, o setor agro impulsionou um avanço no PIB (Produto Interno Bruto) bastante positivo, crescendo 2,5% e registrando R$ 61,9 bilhões. Segundo o IBGE, a alta se deve principalmente à lavoura, que teve safra relevante no terceiro trimestre e também pela produtividade refletida na relação entre produção e área plantada.

Desafio - Um dos desafios vigentes para quem trabalha neste meio, por exemplo, é alimentar a população mundial que alcançará 9 bilhões de habitantes em 2050, segundo previsões. Em prol do futuro, empresas desenvolvem e pensam uma realidade populacional com menos desperdício, melhor distribuição de recursos, fontes de energia renováveis, entre outros pontos. Grandes nomes do setor público e privado de todo o Brasil trabalham em prol desta demanda seja na conexão de investidores com agtechs, investimento em pesquisa ou como agtechs no desenvolvimento de soluções para o campo.

Mapeamento - De acordo com recente mapeamento da ABStartups (Associação Brasileira de Startups) o país conta hoje com 182 agtechs ativas. Como expoente de sucesso no meio das startups, está a Agrosmart, plataforma de agricultura digital líder na América Latina, que tem como principal objetivo ajudar produtores rurais a tomarem melhores decisões no campo e serem mais resiliente às mudanças climáticas. O uso do sistema permite economizar até 60% de água, 30% de energia e aumentar a produtividade em até 15%, tornando o cultivo mais inteligente.

Exemplos - Como exemplos de empresas brasileiras destinadas a investir em inovação no meio agro, a SP Ventures, que realiza a compra de participação acionária em empresas de tecnologia inovadora e com alto potencial de crescimento. O objetivo é tornar-se sócia de empreendedores com potencial de transformar o país. Além de investimento financeiro, a equipe da SP Ventures trabalha intensamente com os seus empreendedores para transformar pequenos negócios em grandes companhias de alto impacto.

Pesquisa - Já a Fundepag, com seus 40 anos de história, incentiva pesquisas em todos os setores que compõe o meio agro: horticultura, pecuária, pesca, entre outros. Ela aproxima pesquisadores, institutos, hubs de inovação e de novos negócios em expansão e ecossistema de empreendedorismo em prol do crescimento do setor. Com atuação nacional, a Fundepag tem hoje como parceiros mais de 48 organizações de ciência e tecnologia e já realizou mais de mil eventos de transferência de conhecimento, 6 mil projetos, além de contar com mais de 2.500 financiadores públicos e privados.

Longevidade - Unindo estes pilares, o setor agro nacional garante mais longevidade e eficiência para cumprir os desafios que virão. O segmento mais rico do país tem um horizonte tech e próspero a sua frente. (Assessoria de Imprensa)

 

FOCUS: Mercado financeiro aumenta projeção de inflação e reduz alta do PIB

focus 11 03 2019Instituições financeiras, consultadas pelo Banco Central (BC), aumentaram levemente a estimativa para a inflação este ano. A previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 3,85% para 3,87%.

2020 - Em relação a 2020, a previsão para o IPCA permanece em 4%. Para 2021 e 2022, também não houve alteração na estimativa: 3,75%. As projeções estão no boletim Focus, publicação semanal elaborada com base em estimativas de instituições financeiras sobre os principais indicadores econômicos.

Meta - A meta de inflação deste ano, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é 4,25%, com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%. A estimativa para 2020 está no centro da meta (4%). Essa meta tem intervalo de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Para 2021, o centro da meta é 3,75%, também com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual. O CMN ainda não definiu a meta de inflação para 2022.

Selic - Com a finalidade de controlar a inflação e alcançar a meta, o BC usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic. Para o mercado financeiro, a Selic deve permanecer no seu mínimo histórico de 6,5% ao ano, até o fim de 2019. Para o final de 2020, a estimativa para a taxa é 8% ao ano, assim como a previsão para 2021 e 2022.

Referência - A Selic, que serve de referência para os demais juros da economia, é a taxa média cobrada nas negociações com títulos emitidos pelo Tesouro Nacional, registradas diariamente no Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic).

Indicativo- A manutenção da Selic, como prevê o mercado financeiro neste ano, indica que o Copom considera as alterações anteriores nos juros básicos suficientes para chegar à meta de inflação.

Tendência - Ao reduzir os juros básicos, a tendência é diminuir os custos do crédito e incentivar a produção e o consumo. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de ficar acima da meta de inflação. Quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Atividade econômica - A estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – soma de todos os bens e serviços produzidos no país – foi ajustada de 2,30% para 2,28%. Para 2020, a estimativa de crescimento do PIB subiu de 2,70% para 2,80%. Em 2021 e 2022, a expectativa segue em 2,50% de crescimento do PIB.

Dólar - A previsão do mercado financeiro para a cotação do dólar permanece em R$ 3,70 no final deste ano e em R$ 3,75, no fim de 2020. (Agência Brasil)

 

ECONOMIA: Saques da poupança superam depósitos em R$ 4,02 bilhões em fevereiro

economia 11 03 2019Os saques da caderneta de poupança superaram os depósitos em fevereiro. A retirada líquida (descontados os depósitos) ficou em R$ 4,020 bilhões, informou na sexta-feira (08/03) o Banco Central (BC). Foi o segundo mês seguido de retirada líquida – em janeiro chegou a R$ 11,232 bilhões.

2018 - Em fevereiro do ano passado, também houve retirada líquida, no total de R$ 708,116 milhões. O resultado negativo do mês passado foi o maior para o mês desde de 2016, quando houve retirada líquida de R$ 6,638 bilhões.

Depósitos - No mês passado, foram depositados na caderneta de poupança R$ 181,996 bilhões. Os saques durante o segundo mês do ano somaram R$ 186,017 bilhões.

Rendimentos - Em fevereiro deste ano, os rendimentos da aplicação mais popular do país chegaram a R$ 2,965 bilhões. O saldo atualmente depositado na poupança está em R$ 787,933 bilhões.

Cálculo - Pela legislação em vigor, o rendimento da poupança é calculado pela soma da Taxa Referencial (TR), definida pelo BC, mais 0,5% ao mês, sempre que a taxa básica de juros (Selic) estiver acima de 8,5% ao ano.

Igual ou inferior - Quando a Selic é igual ou inferior a 8,5% ao ano, como ocorre atualmente, a remuneração da poupança passa a ser a soma da TR com 70% da Selic. Hoje, a taxa Selic está em 6,5% ao ano. (Agência Brasil)

 

COMÉRCIO: Empresários paranaenses estão mais confiantes

O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC), elaborado pela Confederação do Comércio do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e divulgado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Paraná (Fecomércio PR), aponta maior concentração de empresários otimistas em fevereiro. Com 129,1 pontos, verifica-se elevação anual de 14,4% e alta de 5,9% na comparação com janeiro. O índice nacional mostra 124,9 pontos, com variação de 3,2% na comparação com o mês anterior e aumento de 10,3% ante fevereiro de 2018.

Pontos fundamentais - A pesquisa avalia três pontos fundamentais na rotina empresarial: Condições Atuais do Empresário do Comércio, Expectativa do Empresário do Comércio e Índice de Investimento do Empresário do Comércio.

Condições atuais - Em relação às Condições Atuais do Empresário do Comércio, que incluem a situação da economia, do comércio e das empresas comerciais, o índice teve aumento de 19,9% no Estado quando comparado ao mesmo mês anterior e de 17,1% comparado ao mesmo mês do ano anterior.

Positiva - A Expectativa do Empresário do Comércio, que mede expectativa com a economia brasileira, expectativa do comércio e expectativa de empresas comerciais, está positiva, tanto a nível estadual quanto nacional. No Paraná, o índice teve aumento de 12% na variação anual e de 1,3% ante janeiro, reafirmando a esperança dos empreendedores para este ano. O índice Investimentos, que apresentou crescimento anual de 15,4% no Paraná e de 1,3% na variação mensal, abrange indicador de contratação de funcionários, nível de investimentos das empresas e situação atual dos estoques.

Condição Atual X Expectativas - Proprietários de estabelecimentos comerciais com mais de 50 funcionários se enxergam em melhores condições do que as empresas menores. A expectativa se destaca frente à atualidade, sendo a condição atual do setor do comércio de 104 pontos na categorização geral, de 103,7 nas empresas com quadro funcional menor do que 50 colaboradores, e de 121,4 nas empresas com maior número de funcionários. A expectativa é praticamente idêntica nas três divisões da pesquisa.

Investimentos - Para 37% dos empresários os investimentos estão um pouco menores; para 33%, um pouco maior; para 16% muito menor e, para 14%, muito maior do que no ano passado. (Assessoria de Imprensa do Senac/PR)

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COMÉRCIO EXTERIOR: Crise na Argentina afeta exportações de produtos brasileiros

comercio exterior 11 03 2019A crise cambial que assola a Argentina desde meados do ano passado está se refletindo na balança comercial brasileira. Nos dois primeiros meses do ano, o valor das exportações para o terceiro parceiro comercial do Brasil caiu 42,5%, de US$ 2,68 bilhões no primeiro bimestre de 2018 para US$ 1,54 bilhão no mesmo período de 2019.

Industrializados - O recuo afeta sobretudo as exportações de produtos industrializados, cujas vendas para o mercado argentino caíram 43,7% na mesma comparação. Em janeiro e fevereiro de 2019, o Brasil exportou US$ 1,4 bilhão em bens manufaturados para o país vizinho, contra US$ 2,48 bilhões no mesmo período do ano passado.

Compras - Tradicionalmente, o Brasil exporta itens industrializados para o mercado argentino, também comprando produtos manufaturados do país vizinho. O comércio bilateral concentra-se no setor automotivo, na metalurgia e em produtos petroquímicos.

Automóveis - Segundo o Ministério da Economia, as vendas de automóveis de passageiros para a Argentina caíram 49,8% em janeiro e fevereiro de 2019 na comparação com o primeiro bimestre de 2018. As exportações de peças para veículos e tratores recuaram 38,7%. A maior queda porcentual, no entanto, ocorreu com os veículos de carga, cujas exportações para o mercado vizinho diminuíram 64,7%.

Crise cambial - Com baixas reservas cambiais, inflação acumulada em 12 meses na casa dos 50% e déficit elevado nas contas públicas, a Argentina enfrenta uma crise cambial desde maio do ano passado, que levou o país a recorrer ao Fundo Monetário Internacional (FMI). Nos últimos dias, o peso argentino voltou a superar a barreira de US$ 41, algo que não ocorria desde setembro do ano passado.

Desvalorização - A desvalorização da moeda local diminui a capacidade de os argentinos comprarem mercadorias brasileiras. Os bens industrializados respondem pela maior parte da queda das exportações para o país vizinho, mas todas as categorias de produtos foram afetadas pela crise econômica.

Semimanufaturados - As exportações de produtos semimanufaturados para a Argentina caíram 45,8%, de US$ 86 milhões no primeiro bimestre do ano passado para US$ 39,4 milhões em janeiro e fevereiro deste ano. As vendas de produtos básicos (bens agropecuários e minerais) recuaram 6,7%, de US$ 104 milhões para US$ 96,7 milhões.

Participação - A crise fez a participação da Argentina nas exportações brasileiras despencar em 2019. Em janeiro e fevereiro deste ano, o país vizinho foi destino de 4,4% das vendas externas brasileiras, contra 7,8% no mesmo período de 2018.

Balança comercial - Segundo o diretor do Departamento de Inteligência e Estatísticas de Comércio Exterior do Ministério da Economia, Herlon Brandão, a queda da demanda por veículos brasileiros da Argentina tem impactado o desempenho de manufaturados na balança comercial brasileira. Nos dois primeiros meses de 2019, as vendas de produtos industrializados para o exterior caíram 11,4% ante o mesmo período do ano passado.

Petróleo - "As exportações de produtos manufaturados costumam ser influenciadas por plataformas de petróleo. Só que, nos dois primeiros meses de 2019, teve uma exportação de plataforma em janeiro, enquanto no [mesmo período do] ano passado houve uma exportação em fevereiro. Então dá para fazer uma comparação justa e constatar o peso da Argentina na queda da venda de manufaturados", explicou Brandão no início do mês, ao detalhar a balança comercial de fevereiro. (Valor Econômico)

 

INTERNACIONAL: Presidente do Fed diz que não há necessidade de alterar as taxas agora

internacional 11 03 2019O Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) não precisa mudar sua política de juros agora contra um cenário misto de pressões de preços contidas, um mercado de trabalho geralmente forte e um crescimento global mais lento, disse o presidente Jerome Powell em um discurso preparado para ser proferido na noite de sexta-feira (08/03).

Abordagem paciente - "Com nada no cenário exigindo uma resposta política imediata", o banco central "adotou uma abordagem paciente, de esperar para ver, para considerar qualquer alteração na posição da política", disse Powell em declarações a serem verbalizadas na segunda-feira perante o Instituto de Pesquisa de Política Econômica de Stanford, em Stanford, Califórnia As autoridades do Fed elevaram a taxa de referência de curto prazo em dezembro para um intervalo entre 2,25% e 2,5%, mas desde então sustaram planos de novos aumentos depois que os mercados caíram no ano passado com preocupações sobre a desaceleração do crescimento global.

Europa - Os comentários de Powell vêm depois do anúncio surpresa do Banco Central Europeu (BCE) sobre novos planos para estimular a economia da zona do euro antes que a desaceleração se agrave. Os bancos centrais no Canadá e da Austrália esta semana também observaram riscos crescentes para as perspectivas.

Emprego misto - O discurso de Powell também vem na esteira de um relatório de emprego misto dos EUA, que mostrou que a contratação estava praticamente paralisada em fevereiro, mas a taxa de desemprego caiu e os salários subiram no melhor ritmo anual em vários anos.

Ano passado - No ano passado, as autoridades do Fed estavam elevando as taxas em meio a um ambiente neutro projetado para não estimular nem desacelerar o crescimento. Powell disse na sexta-feira que a taxa de referência estava "agora dentro da ampla gama de estimativas da taxa neutra" e que seus colegas no comitê de definição de taxas do banco central "em geral concordam que essa postura política é apropriada".

Portfólio de ativos - Com o Fed não aumentando as taxas de juros por enquanto, as autoridades se concentraram nos últimos meses em parar a redução do portfólio de ativos de US$ 4 trilhões do banco central. Eles começaram a reduzir a posse de títulos do Tesouro (Treasuries) e ativos hipotecários em outubro de 2017, permitindo que os títulos cheguem ao vencimento sem os substituir.

Pico - A carteira desses ativos detidos pelo Fed atingiu um pico de US$ 4,5 trilhões, ou 25% do produto interno bruto, em 2014, acima dos 6%, ou menos de US$ 1 trilhão, antes da crise financeira de 2008. Powell disse na sexta-feira que as estimativas mais recentes indicam que o balanço patrimonial do Fed atingiria seu tamanho "novo normal" em algum momento no quarto trimestre, o que significa que as autoridades podem encerrar o processo de escoamento por volta dessa época.

Pré-crise - "De certa forma, estamos retornando ao normal pré-crise. De outras formas, as coisas serão diferentes", disse Powell. "O mundo avançou na última década e tentar recriar o passado não seria nem prático nem sábio."

Adiantado - O atual processo de redução do portfólio de ativos está "bem adiantado", acrescentou Powell, e ele disse que as autoridades estão próximas de resolver seu plano para concluir a redução do tamanho de seu balanço. Sua próxima reunião de política monetária está marcada para 19 e 20 de março.

Reservas - Quando o Fed comprou trilhões de dólares em títulos para estimular o crescimento em resposta à crise financeira, ele criou depósitos bancários, conhecidos como reservas. Enquanto isso, novas regulamentações de liquidez tornaram as reservas um ativo particularmente atraente para os bancos.

Vencimento - À medida que os títulos detidos pelo Fed vencem, ele está drenando as reservas do sistema bancário. Eventualmente, a escassez de reservas poderia levar os bancos a cobrar mais nos mercados interbancários de empréstimos overnight, fazendo com que a taxa básica de juros do Fed subisse.

Balanço patrimonial - As autoridades do Fed querem parar a redução do balanço patrimonial antes que isso aconteça. O resultado é que, embora as preocupações com a economia levaram a sua decisão de expandir as detenções, seus planos agora estão sendo impulsionados principalmente por questões operacionais relacionadas à complexa canalização monetária.

Constante - Uma vez que a redução do balanço termine, as autoridades poderão manter o tamanho do balanço constante por algum intervalo para permitir que as reservas diminuam gradualmente, à medida que outros passivos do Fed, como a moeda, aumentam. Powell disse que o Fed anunciará detalhes desse plano "razoavelmente em breve".

Ajuste - Separadamente, ele disse que o Fed estava tentando ajustar outro dispositivo de comunicação da era da crise. O Fed trabalhou durante o ano passado para reduzir sua política oficial de orientação sobre a futura trajetória das taxas de juros, e as autoridades em janeiro removeram o último vestígio de tal orientação pós-crise.

Taxa individual - Mas, desde 2012, os formuladores de políticas do Fed também divulgaram suas projeções de taxa individual trimestralmente. Fornecer a matriz de pontos de projeções de taxa, conhecida como "plotagem de pontos", complicou as comunicações do Fed, porque a informação pode ser facilmente interpretada erroneamente, disse Powell. Ele disse que pediu a um subcomitê do Fed para explorar formas que poderiam tornar as projeções menos confusas.

Elemento construtivo - "Se for bem compreendido, o gráfico de pontos pode ser um elemento construtivo da comunicação política abrangente", disse Powell. Mas, como os funcionários estão recuando na orientação avançada na declaração política formal do comitê de definição de alíquotas, "precisaremos encontrar outras maneiras de lidar com a confusão colateral que às vezes envolve os pontos."

Imagens - Para enfatizar, Powell apresentou com sua fala imagens de uma pintura de Georges Seurat, o pós-impressionista francês. Antes de exibir a imagem completa, ele mostrou um fragmento borrado e ampliado. "Como você pode ver, se você está muito focado em alguns pontos, você pode perder a imagem maior", disse. (Valor Econômico)

 

ANS: Disponibilizados números do setor de planos de saúde relativos a janeiro

ans destaque 11 03 2019A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) disponibilizou na quinta-feira (07/03) os dados atualizados do setor de planos de saúde relativos ao mês de janeiro. A consulta pode ser feita através da Sala de Situação, ferramenta disponível no portal da Agência. Acesse aqui a Sala de Situação

Beneficiários - Naquele mês, o setor contabilizou 47.367.201 beneficiários em planos de assistência médica e 24.296.783 em planos exclusivamente odontológicos. Nas duas segmentações houve aumento de beneficiários em relação ao mesmo período do ano anterior.

Unidade Federativa - No recorte por Unidade Federativa, 17 estados e Distrito Federal registraram crescimento no período de um ano, sendo São Paulo, DF, Goiás, Mato Grosso e Paraná, nesta ordem, os cinco com o maior ganho de beneficiários em planos de assistência médica. Em São Paulo foram 135.447 beneficiários a mais no período de um ano.

Planos odontológicos - Já nos planos odontológicos, registraram aumento 23 estados e o Distrito Federal, sendo São Paulo o destaque também neste segmento, com 515.706 beneficiários a mais. É importante frisar que os números podem sofrer modificações retroativas em função das revisões efetuadas mensalmente pelas operadoras. (ANS)

Confira nas tabelas abaixo a evolução de beneficiários por tipo de contratação do plano e por Unidade Federativa.

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ans tab II 11 03 2019

 

 

 

 

 

 

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