Imprimir
CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4530 | 08 de Março de 2019

AGROPECUÁRIA: Ocepar, Faep e Seab encaminham propostas ao Plano Agrícola e Pecuário

 

agropecuario 08 03 2019O Ocepar (Organização das Cooperativas do Paraná), a Seab (Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento) e a Faep (Federação da Agricultura do Estado do Paraná), concluíram documento com as propostas para o Plano Agrícola e Pecuário 2019/2020 do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). As entidades realizaram estudo que elencou as principais demandas do setor agropecuário, considerando as opiniões dos sindicatos rurais, produtores e cooperativas. 

Demandas - O documento foi enviado na quarta-feira (06/03) à ministra da Agricultura Tereza Cristina, com as propostas do agronegócio paranaense para as linhas de custeio, investimento, comercialização e industrialização do Crédito Rural, bem como sugestões de aprimoramento das políticas de Gestão de Riscos como o Zoneamento de Risco Climático (ZARC), o Seguro Rural e o Proagro. Além disso, serão apresentadas propostas para o apoio à Agricultura Familiar e medidas setoriais. Leia a íntegra do Documento com as propostas do setor produtivo paranaense.

 

MULHER I: Elas ganham 20,5% menos que os homens

 

mulher i 08 03 2019Em 2018, as mulheres representavam 45,3% da força de trabalho, ganhavam 79.5% do total do salário pago ao homem e tinham uma jornada semanal de trabalho menor em 4,8 horas, sem considerar o tempo dedicado a afazeres domésticos e cuidados de pessoas. No mesmo ano, o rendimento médio total das mulheres ocupadas com idade entre 25 e 49 anos era de R$ 2.050, enquanto o dos homens chegava a R$ 2.579, nesse mesmo grupo etário. O valor médio da hora trabalhada era de R$ 13,0 para as mulheres, correspondendo a 91,5% da hora trabalhada para os homens, que chegava a R$ 14,2.Estas são algumas das principais conclusões do estudo Diferença do rendimento do trabalho de mulheres e homens nos grupos ocupacionais - Pnad Contínua 2018, que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta sexta-feira (08/03).

 

Estudo - O estudo analisou as horas trabalhadas, a cor ou raça, a idade, o nível de instrução das mulheres e dos homens ocupados de 25 a 49 anos. Também foi avaliada a distribuição nos grupamentos ocupacionais e as diferenças do rendimento médio real entre mulheres e homens. Segundo o levantamento, a população ocupada de homens e mulheres entre 25 a 49 anos totalizava 56,4 milhões de pessoas no Brasil em 2018. Esse contingente era composto por 54,7% de homens e 45,3% de mulheres. Segundo o IBGE, “essas estimativas não apresentaram variações importantes desde 2012, mostrando o predomínio da participação masculina no contingente de ocupados”.

 

Jornada - No que diz respeito à jornada semanal de trabalho, a pesquisa do IBGE constatou um número inferior de horas trabalhadas na semana para as mulheres. Em média, o homem trabalhava 42,7 horas, enquanto a mulher 37,9 horas, o que leva às cerca de 4,8 horas a menos na jornada semanal da mulher em 2018. “A redução dessa diferença em comparação a 2012, quando era de 6 horas, foi decorrente da redução das horas trabalhadas ter sido mais acentuada entre os homens, que tiveram uma queda na carga horária de 1,6 hora, enquanto entre as mulheres esta queda foi apenas 0,4 hora”, constata a pesquisa.

 

Idade - Outro aspecto avaliado pelo estudo foi a razão do rendimento de mulheres e homens, segundo os grupos de idade. Neste estudo o IBGE desagregou a população em três grupos etários: 25 a 29 anos, 30 a 39 anos e 40 a 49 anos de idade. Sobre este aspecto da análise, o estudo constatou que em todos os anos da série, “a tendência de queda da razão do rendimento da mulher em relação ao homem com o crescimento da idade”. 

 

Rendimento - Em 2018, por exemplo, a mulher ocupada de 25 a 29 anos de idade recebia 86,9% do rendimento médio do homem; quando a faixa etária subiu para o intervalo de 30 a 39 anos este rendimento caiu para 81,6%; reduzindo na faixa entre 40 e os 49 anos: 79,4%. Nesse último grupo, o rendimento médio da mulher era, em 2018, de R$ 2.199, enquanto o dos homens chegava a R$ 2.935; no primeiro (25 a 29 anos de idade) os valores eram de R$1.604 no caso das mulheres e de R$ 1.846 no dos homens.

 

Movimento - O movimento de queda da proporção de rendimento recebido pelas mulheres mais velhas, em 2018, estava diretamente ligada à redução da jornada média de trabalho: no grupo de 25 a 29 anos de idade ela trabalha cerca de 3,6 horas a menos que o homem da mesma idade; já no grupo de 40 a 49 anos a diferença chega a 5,4 horas.

 

Cor e raça - A série de rendimento médio do trabalho habitual da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) mostra discrepância e diferença importante, e maior, entre o rendimento do homem e da mulher quando a população ocupada é desagregada pela cor ou raça. Considerando-se a cor ou raça, a proporção de rendimento médio da mulher branca ocupada em relação ao do homem branco ocupado (76,2%) era menor que essa razão entre mulher e homem de cor preta ou parda (80,1%).

 

IBGE - O entendimento do IBGE é de que esta desigualdade menor entre o rendimento de pretos e pardo “pode estar relacionada ao fato dessa população [preta ou parda] ter maior participação em ocupações de rendimentos mais baixos, muitas vezes, baseadas em piso mínimo. E esse comportamento ocorreu em todos os anos da série, de 2012 até 2018”, explica. Neste caso, o rendimento médio da população ocupada de cor preta ou parda correspondia, em média, a 60,0% daquela de cor branca. “Além da diferença de rendimento existente entre cor ou raça na população ocupada total, a desagregação simultânea do rendimento médio, por cor/raça e sexo, permaneceu mostrando que as mulheres, sejam elas brancas, pretas ou pardas, têm rendimento inferior ao dos homens da mesma cor”.

 

Nível de instrução - Uma constatação importante levantada pelo IBGE no estudo Diferença do rendimento do trabalho de mulheres e homens nos grupos ocupacionais – Pnad Contínua 2018 diz respeito ao nível de instrução da população ocupada de 25 a 49 anos, que tem aumentado ao longo da série: “Com crescimento da proporção de pessoas com, pelo menos, o ensino médio completo e o nível superior”, ressalta o instituto.

 

Ensino superior - O levantamento indica que, em 2012, 13,1% dos homens ocupados tinham o ensino superior, passado para 18,4% em 2018, um aumento de 5,3 pontos percentuais. Entre as mulheres essa estimativa foi 16,5% para 22,8%, entre 2012 e 2018 – um aumento ainda maior: 6,3 pontos percentuais.

 

Discrepâncias - Apesar deste aumento da escolaridade constado no estudo, as discrepâncias continuaram a se fazer presentes e, neste caso, não só entre homens e mulheres mas também entre os diversos níveis de instrução. “Em 2018, o rendimento médio mais baixo, segundo o nível de instrução, era o da mulher do grupo sem instrução e fundamental incompleto (R$ 880), enquanto o mais elevado era recebido por homens de Nível superior completo (R$ 5.928)”, constatou a pesquisa.

 

Percentual - Com exceção de 2012, a razão do rendimento entre mulheres e homens sem instrução e fundamental incompleto alcançava o percentual mais elevado entre todos os níveis de instrução, atingindo 68,6% em 2016. “Enquanto entre os anos de 2012 a 2014 a razão apresentava trajetória de crescimento com o nível de instrução; nos anos de 2017 e 2018, a tendência se invertia com as mulheres de nível superior completo obtendo os menores percentuais: (62,7% em 2017) e (64,3% em 2018)”.

 

Grupamentos ocupacionais - Considerando-se as ocupações selecionadas no estudo, a participação das mulheres era maior entre os trabalhadores dos serviços domésticos em geral, respondendo por 95% do total; seguido dos professores do ensino fundamental , com 84,0%; trabalhadores de limpeza de interior de edifícios, escritórios, hotéis e outros estabelecimentos, com 74,9% de participação; e dos trabalhadores de centrais de atendimento, com 72,2%. No grupo de diretores e gerentes, as mulheres tinham participação pequena (41,8%) e seu rendimento médio (R$ 4.435) correspondia a 71,3% do recebido pelos homens (R$ 6.216). Entre os profissionais das ciências e intelectuais, as mulheres tinham participação majoritária (63,0%) mas recebiam 64,8% do rendimento dos homens.

 

Militares - O grupamento ocupacional com a menor desigualdade é o dos membros das forças armadas, policiais, bombeiros e militares, no qual o rendimento das mulheres equivale, em média, a 100,7% do rendimento dos homens. As ocupações com maior nível de instrução também mostram rendimentos desiguais entre homens e mulheres. Entre os Professores do Ensino fundamental, as mulheres recebiam 90,5% do rendimento dos homens. Já entre os Professores de universidades e do ensino superior, o rendimento das mulheres equivalia a 82,6% do recebido pelos homens.

 

Outras ocupações - Outras ocupações de nível de instrução mais elevado, como Médicos especialistas e Advogados, mostravam participações femininas em torno de 52% e uma diferença maior entre os rendimentos de mulheres e homens, com percentuais de 71,8% e 72,6%, respectivamente. (Agência Brasil de Notícias)

 

MULHER II: Frísia realiza campanha para destacar importância da mulher no cooperativismo

 

1mulher ii 08 03 2019O desempenho agropecuário e econômico da Frísia em seus quase 94 anos se deve também ao trabalho e empenho das mulheres. Para simbolizar essa dedicação, a cooperativa realiza ações do Dia Internacional da Mulher. Com o mote “Lugar de mulher é onde ela quiser. Melhor ainda se for na Frísia”, a campanha destaca a importância de cooperadas e colaboradoras.

 

Reflexão - Entre os dias 6 e 8 de março a cooperativa reuniu depoimentos para a reflexão sobre a participação de colaboradoras no progresso conquistado pela cooperativa. No primeiro dia, adesivos com o mote da campanha foram colados em pessoas que deixam os dias dessas mulheres ainda mais especiais. A ação foi compartilhada nas redes sociais com uma foto da pessoa e a hashtag #LugarDeMulher. 

 

Homens - No dia 7 foi a vez dos homens. Eles usaram o adesivo “Mulher: sinônimo de força”, em que reconhecem a importância feminina no trabalho cooperativo. Já no dia 8 de março foi distribuído o adesivo com os dizeres: “Mulher no volante vai mais longe porque ninguém segura!”, fazendo alusão à mudança de cultura, já que historicamente houve preconceito quanto ao desempenho feminino na direção. No dia 14 de março, a Frísia vai reunir cerca de 200 cooperadas e esposas de associados para um evento que dará continuidade à campanha e reforçará o papel das mulheres na sociedade

 

Valores - “Recentemente atualizamos os valores da Frísia: Fidelidade, Responsabilidade, Intercooperação, Sustentabilidade, Integridade e Atitude. Todas essas palavras são, com competência, representadas pelas mulheres, e também por causa delas conseguimos colocar em prática esses valores. Realizamos essa campanha, integrando todo o time Frísia, e reforçamos que as conquistas só são possíveis devido à força feminina”, afirma o superintendente da Frísia, Emerson Moura.

 

Webséries - A cooperativa selecionou quatro colaboradoras com funções diversas para contar um pouco de suas histórias nas webséries “Lugar de Mulher”. Divulgadas na página do YouTube da Frísia, os vídeos mostram a coordenadora dos entrepostos de Imbituva e Teixeira Soares, Ana Tangela de Almeida Fiancoski, com oito anos na cooperativa; Cleuci Dobginski, a primeira mulher a trabalhar no posto de combustíveis de Carambeí; Erica Lima Brito, coordenadora do entreposto de Paraíso do Tocantins (TO); e, representando a intercooperação e a Unidade de Beneficiamento de Leite (UBL), Kathiane Dias.

 

Sobre a Frísia - Fundada em 1925, a Frísia é a cooperativa mais antiga do Paraná e segunda do Brasil. Localizada na região dos Campos Gerais, tem sua produção voltada ao leite, carne e grãos, principalmente, trigo, soja e milho. A cooperativa é resultado da união do trabalho de todos os cooperados e colaboradores; da diversificação da produção, englobando a produção leiteira, de grãos e de proteína animal; e da alta qualidade do que é feito e comercializado, com animais de excelente genética, rastreamento e investimento em tecnologia, infraestrutura e mão de obra. Os valores da cooperativa são Fidelidade, Responsabilidade, Intercooperação, Sustentabilidade, Integridade e Atitude (FRISIA).

 

 

MULHER III: Funcionárias do Sistema Ocepar participam de palestra sobre defesa pessoal

 

Na celebração do Dia das Mulheres (08/03), as funcionárias do Sistema Ocepar foram homenageadas com um café da manhã. Também receberam um kit de produtos de beleza e uma caixa com doces. Em seguida, a programação prosseguiu com uma palestra sobre defesa pessoal, ministrada pela instrutora de Krav Maga, Fernanda Madlener de Almeida. As mulheres tiveram exemplos práticos de como agir em casos de violência, com técnicas adequadas de reação contra um agressor. 

 

Krav Maga - O Krav Maga é uma arte de defesa pessoal criada pelo húngaro Imi Lichtenfeld, na década de 1940. A técnica foi adotada oficialmente pelas forças de segurança de Israel. Na década de 1990, o Krav Maga chegou ao Brasil, em 1990, pelas mãos do mestre Kobi Lichtenstein. O evento de comemoração do Dia das Mulheres foi organizado pelo Sistema Ocepar e pela Associação dos Funcionários do Sistema Ocepar (Afoca).

 

{vsig}2019/noticias/03/08/mulher_iii/{/vsig}

SAFRA: Chuva pode retardar colheita de soja no Brasil e traz riscos para qualidade


safra 08 03 2019Chuvas previstas para os próximos dias em áreas produtoras de soja no Brasil tendem a segurar ainda mais o ritmo de colheita da safra 2018/19 após um início acelerado pelo tempo seco, enquanto elevam o risco de grãos avariados por causa da umidade elevada, disseram especialistas. Embora até o momento os impactos sejam residuais, problemas decorrentes das precipitações em excesso, sobretudo no que tange à qualidade da soja, poderiam potencialmente adicionar mais pressão a um ciclo já reduzido em tamanho após a estiagem entre dezembro e janeiro.

AguaceiroO aguaceiro poderia ainda complicar a situação na BR-163, rodovia que liga áreas produtoras de Mato Grosso a portos do Arco Norte e que está com o fluxo parcialmente interrompido nesta semana em razão de lamaçais formados pelas chuvas. "(Com chuva) na época da colheita, sempre existe preocupação, pois é a época de maior vulnerabilidade... O que pode ocasionar, a depender do volume (de chuvas), é o 'ardido'...", afirmou o engenheiro agrônomo e analista da Organização de Cooperativas do Paraná (Ocepar), Jhony Möller, referindo-se ao grão que recebe muita umidade e entra em fermentação.

PrevisãoDados do Agriculture Weather Dashboard, do Refinitiv Eikon, mostram que nas duas próximas semanas as precipitações ficarão acima da média no Paraná, no Rio Grande do Sul, em partes do Centro-Oeste e no Matopiba, fronteira agrícola composta por Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia. Rio Grande do Sul e Estados do Matopiba ainda têm boa parte da soja para ser colhida, e estariam mais vulneráveis aos riscos de chuvas excessivas, uma vez que mais da metade da área plantada no Brasil já foi retirada do campo.

ColheitaOs trabalhos de colheita vêm perdendo ritmo por causa das chuvas nas últimas, conforme consultorias. Na maior parte das regiões produtoras, as chuvas devem superar os 100 milímetros, sendo que em alguns casos podem quase alcançar 200 milímetros, até o dia 22 de março. Segundo Möller, até o momento não houve nenhum relato de soja avariada pelo excesso de água no Paraná, sendo que as atenções se voltam para a chuvarada a partir da próxima semana, "que pode causar paralisação de colheita".

PreocupaçãoNa mesma linha, a analista Alaíde Ziemmer, da AgRural, comentou que na porção norte do Estado produtores começam a se preocupar com a "soja pronta" nas lavouras e que não pode ser colhida dadas as chuvas constantes. "Esta semana já foi chuvosa, a anterior também... Então o produtor está entrando nos intervalos, quando o tempo firma... Essa chuva preocupa ao se ter soja dessecada no campo e não se conseguir entrar com a máquina", afirmou.

UmidadeNo início da semana, a consultoria já havia destacado em boletim que, "por conta das chuvas, lotes (de soja) têm chegado aos armazéns com umidade entre 18 e 22 por cento em alguns Estados, mas os casos de grãos avariados ainda são pontuais". Grãos com umidade elevada, geralmente acima dos 20 por cento, aumentam os custos para secagem, acarretando em descontos para os produtores.

Mato GrossoEm Mato Grosso, no entanto, a situação é diferente. "Tem muito pouca soja para ser colhida (no Estado), a grande maioria (dos produtores) já encerrou a colheita... A perda que pode existir foi pela falta de chuva durante o período de dezembro e janeiro. Por esse excesso (de chuva) não vejo perda de produção", afirmou o presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), Antônio Galvan. Maior exportador global de soja, o Brasil plantou cerca de 36 milhões de hectares com a oleaginosa em 2018/19 e deve produzir algo em torno de 115 milhões de toneladas, segundo dados do governo. (Reuteurs)

 

UNIUM: Unium Experience Day apresenta processos e modelo de gestão intercooperativa

 

unium 08 03 2019Para integrar fornecedores, parceiros, a Unium - marca institucional das cooperativas Frísia, Castrolanda e Capal, realiza, nos dias 13 e 20 de março, o primeiro Unium Experience Day. A ideia, segundo o gerente de marketing Cracios Consul, é integrar o público e mostrar todo o processo de agroindustrialização dos produtos provenientes dos associados das três cooperativas. “Será um dia com muitas atividades que vão nos deixar mais próximos de nossos parceiros. Um momento, também, de ampliar o conhecimento sobre as indústrias, de networking e de troca de experiências”, explica Consul.

 

Visitas - O evento também inclui visitas às unidades industriais de carnes, leite e moinho, sediadas em Carambeí e Castro e Ponta Grossa (PR). “É uma forma de mostrar todas as nossas plantas e explicar de maneira mais detalhada o que é e como funciona a Unium”, finaliza o gerente

 

Sobre a Unium - A Unium é a marca institucional das indústrias das cooperativas Frísia, Castrolanda e Capal e representa os projetos em que as cooperativas paranaenses atuam em parceria. As marcas reunidas pela Unium são reconhecidas pela qualidade e excelência, e entre elas está a Alegra.

 

Marcas - A Unium também conta com três marcas de lácteos: Naturalle - de produtos livres de aditivos -, Colônia Holandesa e Colaso. No setor de grãos, a Unium conta com a marca Herança Holandesa - farinha de trigo produzida em uma unidade totalmente adequada à ISO 22.000, o que a qualifica com elevados padrões de exigência. (Imprensa Unium)

 

COPROSSEL: Cooperativa investe em capacitação de líderes

 

coprossel 08 03 2019A Cooperativa Coprossel realizou, no dia 28 de fevereiro, em Laranjeiras do Sul (PR), um workshop em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). O evento teve como foco os colaboradores da área de liderança da instituição. Os funcionários das unidades e do moinho receberam a capacitação com o tema “Estilos comportamentais e formação de equipes de trabalho”.

 

Instrutora - O curso de capacitação foi ministrado pela instrutora empresarial Marilda Corbellini. A profissional destacou a importância de vencer os desafios gerados nos grupos empresariais e a necessidade de respeitar e aproveitar as diferenças inerentes a cada grupo de trabalho.

 

Capacitação constante - O presidente da Coprossel, Paulo Pinto de Oliveira Filho, relatou que a sua cooperativa busca sempre dar ênfase à formação de seus profissionais. “Sempre trazemos novidades e instrutores capacitados para os cursos ofertados aos colaboradores, a fim de melhor atender nossos associados”, declara.

 

Série - O workshop é mais um evento da série de capacitações que a Coprossel está oferecendo. Já foram ofertadas palestras e cursos aos cooperados, filhos de cooperados e colaboradores em geral. O presidente Paulo Pinto, declara que a cooperativa busca sempre oferecer atualizações sobre o mercado e sobre o agronegócio em geral.(Jornal Correio do Povo do Paraná)

 

INTERCOOPERAÇÃO: Sicredi Campos Gerais e Coopagrícola reforçam parceria institucional

 

Dirigentes da Sicredi Campos Gerais e da Coopagrícola reuniram-se nesta quinta-feira (07/03) para estreitar o relacionamento institucional entre as cooperativas. O encontro marcou o lançamento de um painel que lembra a fundação da Sicredi em Ponta Grossa, iniciativa de 58 associados da Coopagrícola, que fundaram, em 11 de janeiro de 1989, a Credicoopagricola (que mais tarde passou a se chamar Sicredi Campos Gerais).

 

História - O presidente da Coopagrícola, Gabriel Nadal, lembrou do início da história, 30 anos atrás. “Tenho orgulho de dizer que sou um dos sócios fundadores da Sicredi Campos Gerais. Na época era um sonho termos a nossa cooperativa de crédito atendendo as necessidades dos nossos cooperados. Hoje vemos que aquele sonho se tornou realidade e que o Sicredi continua valorizando as origens”, lembra Nadal.

 

Vínculos - De acordo com o presidente da Sicredi Campos Gerais, Popke Ferdinand Van Der Vinne, a parceria com as cooperativas da região é fundamental para os bons resultados alcançados pelo Sicredi nos últimos anos. “Não só a Coopagrícola, mas as demais cooperativas como a Frísia, a Castrolanda e a Witmarsum, são fundamentais para o crescimento da nossa região. Valorizamos muito o trabalho desenvolvido por estas empresas e reforçamos o vínculo institucional do Sicredi para com elas”, afirma.

 

{vsig}2019/noticias/03/08/intercooperacao/{/vsig}

SICREDI UNIÃO PR/SP: Nova sede será construída em Maringá

 

Representantes da Sicredi União PR/SP se reuniram na Superintendência Regional (Sureg), na tarde desta quarta-feira (06/03), para assinar contrato com a Plaenge Industrial. O objetivo foi formalizar a parceria que visa a execução do projeto arquitetônico da nova sede da instituição financeira cooperativa, que será construída em Maringá - na avenida Paraná, esquina com a avenida Carneiro Leão. A obra deve ser iniciada nos próximos 30 dias, com prazo para conclusão em 30 meses.

 

Contrato - O contrato foi assinado pelo presidente da Sicredi União PR/SP, Wellington Ferreira; bem como pelo diretor executivo, Rogério Machado; o diretor de expansão, Constantino de Souza Junior; e o diretor de operações, Valter Luiz Silva. Já entre os representantes do Grupo Plaenge estavam o diretor Roberto Melquiades; o diretor do segmento industrial, Ednelson Ivantes; o gerente comercial, Marco Fransolin; e o gerente regional da construtora em Maringá, Leonar do Fabian.

 

Sonho - Para Wellington Ferreira a assinatura do contrato é a materialização de um sonho, já que o prédio deve representar conceito e princípios de todo o trabalho desenvolvido pela Sicredi União PR/SP ao longo de 33 anos. Além disso, será o primeiro de Maringá a apresentar áreas destinadas ao uso da comunidade e a buscar a certificação Leed Platinum - grau máximo de sustentabilidade no mundo, concedida pela U.S. Green Building Council (USGBC). “É uma obra moderna, sustentável e que traz visão de futuro”, ressalta.

 

Sucesso - De acordo com o diretor executivo da Sicredi União PR/SP, Rogério Machado, a nova sede representa a consolidação do sucesso da instituição financeira cooperativa, que já soma mais de 200 mil associados. Ele também destaca que a escolha da Plaenge Industrial passou por critérios de capacidade técnica, visão de futuro e responsabilidade socioambiental. “Estamos contentes com a decisão e certos de que a construtora vai erguer esse magnífico prédio em benefício não só da Sicredi União e seus mais de 1,2 mil colaboradores, mas também da comunidade”.

 

Expansão - Na avaliação do diretor de Expansão da Sicredi União PR/SP, Constantino de Souza Junior, a instituição financeira cooperativa chegou mais longe do que poderia imaginar. “Desde o início éramos otimistas, mas nem o maior dos sonhadores poderia pensar que teríamos esse crescimento exponencial e uma sede com esse porte. Sem dúvida é uma etapa do nosso plano de expansão que marca a história da instituição financeira cooperativa”.

 

Experiência - O diretor da Plaenge Industrial, Ednelson Ivantes, destaca a experiência da construtora, que já possui sete certificações Leed, sendo referência em obras sustentáveis na categoria ‘Novas Construções’. Ednelson frisa que o empreendimento da Sicredi União PR/SP também proporcionará desafios por seguir novas regras de sustentabilidade. "Estamos motivados para aplicar todo o nosso know how e garantir o atendimento das expectativas. Já elaboramos o projeto virtual e dedicamos estudos aprofundados para agregar nossa expertise na execução do projeto".

 

Marco - Igualmente satisfeito está o diretor da construtora, Roberto Melquiades, que concorda que o empreendimento será um marco não só para a Sicredi União PR/SP, mas também para Maringá. “O projeto propõe uma arquitetura diferenciada, que agrega funcionalidade, apelo sustentável e belíssimo visual. Estamos certos de que essa obra será um sucesso e ampliará a lista de ícones dos atuais empreendimentos de alto padrão do Grupo Plaenge”. 
        

Estrutura - Com projeto assinado pelo arquiteto Edson Yabiku e pelo engenheiro civil Wilson Yabiku, a estrutura física da nova sede da Sicredi União PR/SP será composta por duas torres, sete andares e 20 mil metros quadrados de construção. As áreas comuns ficarão em praticamente todo o térreo, onde haverá um grande átrio em conjunto com um auditório para 450 pessoas, além de escritórios para coworking e startups. No primeiro subsolo a proposta é oferecer um amplo bicicletário e vestiários para que funcionários e visitantes sejam incentivados à prática saudável. Já nas duas torres ficarão os escritórios da Sicredi União, e no terraço, cercado de jardins, vai funcionar uma creche para os filhos dos colaboradores, bem como biblioteca, refeitório, área de descanso e espaço gourmet que, quando necessário, vai poder se associar ao refeitório e se tornar um ambiente para até 300 pessoas.

 

Tecnologias - A opção por duas torres visa a aplicação de tecnologias sustentáveis, com átrio central e abertura de vidro para iluminação natural, e uma queda d’água que contribuirá com a redução do calor. Películas fotovoltaicas também serão laminadas nos vidros que cobrem o átrio central e os peitoris da fachada norte para gerar energia e obter efeito de sombreamento. O edifício contará ainda com sistema de racionalização do uso da água. 

 

{vsig}2019/noticias/03/08/sicredi_uniao/{/vsig}

SICREDI VANGUARDA: Nova agência é inaugurada em São Miguel do Iguaçu (PR)

 

A Sicredi Vanguarda inaugurou em 01 de março, a nova agência Sicredi na rua Duque de Caxias, localizada no Centro de São Miguel do Iguaçu. O município agora conta com três agências da cooperativa para melhor atender os associados e comunidade.

 

Atendimento - Para Luiz Hoflinger, presidente da Cooperativa Sicredi Vanguarda PR/SP/RJ, a inauguração da nova agência atenderá os associados e comunidade. “São Miguel do Iguaçu é uma cidade que merece o nosso reconhecimento. Com essa inauguração, hoje temos três agências, e isso mostra que somos preocupados com os nossos associados e comunidade. Queremos ser uma instituição simples, próxima e ativa e praticante do nosso propósito, compartilhando conquistas e resultados com bom atendimento”, complementa.

 

Área total - A nova agência conta com uma área total de 593 metros quadrados, os associados contam com maior privacidade no atendimento, salas destinadas a reuniões, além de estacionamento para 12 veículos. A agência já está atendendo com horário de funcionamento das 9h às 15h, e no autoatendimento das 7h às 21h.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 4 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi Vanguarda PR/SP/RJ)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

{vsig}2019/noticias/03/08/sicredi_vanguarda/{/vsig}

UNIMED PARANÁ: Cooperar é a palavra-chave

 

unimed pr 08 03 2019Um modelo pioneiro foi inaugurado com a criação da Unimed no Brasil. A organização surgiu em 1946, em Santos e, em algumas décadas, tornou-se uma cooperativa médica de referência mundial. Alinhados com os princípios do cooperativismo, os médicos participantes integram um sistema no qual não há a hierarquização clássica entre empregadores e colaboradores. O resultado desse sistema é a maximização da qualidade, através da eliminação de intermediários na prestação de serviços, e a confiança dos clientes em um sistema sólido e humano.

 

Princípios - Os princípios cooperativistas já estão representados na sua logo, formada por dois pinheiros – símbolo internacional do cooperativismo – verdes, cor que simboliza a classe médica. A reconhecida logo teve poucas alterações desde seu primeiro desenho, elaborado pela esposa de um dos médicos cooperados na época da fundação da organização.

 

Rede - Ao todo, 311 unidades – chamadas de Singulares – compõem a rede Unimed no país. Organizadas em níveis, essas Singulares integram as 31 Federações que, junto a uma Confederação Regional e à Central Nacional Unimed, constituem a Confederação Unimed. Dentro desse panorama, a Federação paranaense se destaca pelos projetos tecnológicos e de inovação, que agregam ainda mais valor no atendimento aos beneficiários e apoio aos profissionais cooperados.

 

Trajetória - A trajetória começou a ser traçada, ainda nos anos 1970, nos municípios de Londrina, Curitiba, Ponta Grossa e Guarapuava. Pelo desejo dessas Singulares, a Federação Unimed Paraná foi criada em agosto de 1979. Desde lá, o Sistema se consolidou de forma robusta e ganhou a cara do cooperativismo paranaense. O êxito da iniciativa pode ser representado pelos 1,6 milhão de usuários dos planos e serviços da Unimed Paraná, além dos mais de 10 mil médicos que integram as 22 Singulares e a Federação paranaense.

 

Confiança - Com quase quatro décadas de história, o sistema estadual coleciona diversos prêmios e o reconhecimento como marca Top of Mind por 24 anos, além de ser considerado o plano de saúde que os brasileiros mais confiam por 15 vezes consecutivas. O cuidado está no DNA da Unimed Paraná, que conta com uma rede multiprofissional, hospitais próprios, pronto atendimento, laboratórios e centros de diagnóstico. Além do zelo com a saúde e com a qualidade de vida dos seus beneficiários, a preocupação com os profissionais cooperados também é uma das frentes de trabalho da Federação.

 

Presença - Presente em todos os estados do Brasil, só no Paraná a cooperativa abraça 14% da população. Para o presidente Paulo Roberto Fernandes Faria, apesar da autonomia administrativa e financeira que as Unimeds possuem, é o forte relacionamento que possuem e a vocação em cuidar que tornaram o Sistema Unimed tão respeitável e eficaz. “Isso nos orgulha e traz uma grande responsabilidade. Estamos em praticamente todos os municípios do Paraná e em 85% dos municípios brasileiros. Essa capacidade é fundamental para tranquilizar todos os beneficiários, assegurando-lhes que, em qualquer canto do país, terá um atendimento de qualidade, um atendimento da Unimed”, sublinha o presidente.

 

Planos estratégicos - Com comprometimento, ética e sustentabilidade, a Federação vem trabalhando, desde 2014, em 40 planos estratégicos. A qualificação da rede prestadora também passa pelo treinamento de agentes de relacionamento, pela evolução do sistema de gestão das operadoras Unimed, inovação na administração e estímulo e apoio à implantação de novas metodologias. Tudo isso com o objetivo de aperfeiçoar os processos e aproximar a relação das Singulares com os seus associados. “Cooperativismo nos fortalece. É isso que desenvolve um relacionamento mais íntimo com a comunidade, parceria, visando à prosperidade dela. Trabalhamos para desenvolver um processo de crescimento junto com a toda a sociedade”, reitera o presidente.

 

Qualidade - Isso se reflete na percepção de qualidade e contentamento dos beneficiários com a cooperativa. Com o fortalecimento do programa de Atenção Personalizada à Saúde (APS), a Unimed Paraná se tornou uma referência conceitual e prática de um modelo aperfeiçoado de atenção primária à saúde, comparável com os padrões assistenciais europeus. Na última pesquisa, realizada em 2015, o índice de satisfação geral atingiu a marca de 94,8%, com grau de excelência de mais de 73%.

 

Inovação - Para estreitar ainda mais a relação entre a cooperativa e os beneficiários, outra inovação criada são os aplicativos para smartphones. Os apps possibilitam a solicitação de segunda via de boleto, consulta ao guia médico, acompanhamento dos status de autorizações e manifestações, e também o recebimento de notificações, registro de sugestões e elogios. Além desse canal, a Unimed Paraná também conversa com os seus clientes e cooperados através do Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC), das redes sociais e do site.

 

Futuro - É com esse espírito que a Unimed Paraná segue aprimorando o seu jeito de cuidar da saúde e bem-estar dos paranaenses. Todas as ações são centradas nas necessidades dos clientes e desenvolvidas ou melhoradas para que o atendimento, em todas as suas esferas, tenha um diferencial alicerçado na vocação essencial da marca: cuidar de pessoas.

 

Prevenção - Investindo na medicina preventiva, a cooperativa oferece uma assistência mais segura, efetiva e integrada para seus beneficiários e um modelo de remuneração dos médicos que estimula e valoriza suas atuações. Apostando nisso, o Mude 1 Hábito inspira as pessoas de qualquer idade a abraçarem práticas mais saudáveis, como se exercitar, ter uma alimentação equilibrada e dormir melhor. Acreditando que viver bem é o melhor remédio, o projeto estimula o cuidado, o bem-estar e a qualidade de vida.

 

Meio Ambiente - Preservar o meio ambiente também é uma das formas que a Federação utiliza para cuidar do amanhã e das pessoas. Pela sua base cooperativista, a Unimed preza pela responsabilidade socioambiental, adotando práticas alicerçadas no desenvolvimento sustentável e mobilizando as pessoas na proteção e respeito à biodiversidade. Entre as ações estão o trato de resíduos orgânicos e recicláveis, a criação e estímulo de campanhas internas e externas de conscientização ambiental e a disseminação da utilização de meios eletrônicos como forma de poupar recursos materiais e energia.

 

Responsabilidade - Juntando as duas frentes, a Unimed Paraná promove campanhas e colabora com ações de outras instituições. Assim, o cuidado também está na preservação, através de projetos como a reciclagem de cartões, o reaproveitamento de banners e as ações de redução de emissão de CO², um dos gases responsáveis pelo efeito estufa. Com foco na responsabilidade social, por meio de projetos como a Campanha do Agasalho, o Programa de Voluntariado e o “Eu Ajudo na Lata”, que reverte o valor de lacres de latas recebidos em cadeiras de rodas e outros artigos que proporcionam mais acessibilidade às pessoas com algum tipo de deficiência, a cooperativa faz com que o amanhã seja construído pelas pessoas e para as pessoas. (Revista Amanhã)

 

APASEM: Associação empossa nova diretoria

 

apasem 08 03 2019A Associação Paranaense de Produtores de Sementes e Mudas realiza na próxima terça-feira (12/03) a eleição da nova diretoria para a gestão 2019/2021. Na mesma data, a Associação dará posse aos novos representantes.

 

Aprendizado - Para Josef Pfann Filho, presidente da entidade, os últimos dois anos foram intensos, um período de muito trabalho, aprendizado e conquistas.  “Vejo que a Apasem, está mais robusta e ainda mais respeitada em diferentes meios. Um dos exemplos que posso destacar é o projeto que viabilizamos para colocar em foco o problema da pirataria de sementes. Nunca, em tão pouco tempo, se falou tanto em ‘pirataria’ no meio, e isso é fruto do trabalho da Associação, que fez uma campanha ímpar ao longo dos últimos meses, destacando as implicações da prática por diferentes prismas”, comemora o presidente. 

 

Estatuto - Ainda durante a gestão de Pfann, é importante destacar a atualização do Estatuto da Associação, projeto que envolveu a colaboração da direção e dos associados. (Assessoria de Imprensa da Apasem)

 

TRANSPORTE: ANTT e ESALQ-LOG realizam pesquisa sobre frete

 

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), em parceria com a Fundação de Estudos Agrários Luiz de Queiroz (Fealq) / Grupo de Pesquisa e Extensão em Logística Agroindustrial - Esalq-LOG/USP, está realizando uma pesquisa entre os transportadores rodoviários de cargas a fim de obter subsídios para a revisão de metodologia de definição, monitoramento e atualização de dados e informações visando à Política Nacional de Pisos Mínimos e à adequação dos pisos mínimos a serem divulgados semestralmente pela Agência.

 

Questionário - O questionário, disponível neste link, está dividido em quatro blocos: o primeiro trata de informações cadastrais; o bloco II coleta informações sobre as características das frotas e/ou veículos, com perguntas sobre idade média, tipos de carga, distribuição das rotas, etc.; o terceiro bloco foca nas características operacionais dos veículos, como número de eixos, distâncias médias das rotas, velocidade média, entre outras; e o último bloco trata de características diversas, como valor médio do salário de um motorista, quantidade de horas semanais trabalhadas, marca e tipo de pneu utilizado, etc. O tempo estimado de preenchimento do questionário é de 15 a 22 minutos e as informações coletadas serão sigilosas e em nenhum momento serão divulgadas identificando nominalmente os entrevistados.

 

Legislaçã o- A Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas foi instituída pela Lei nº 13.703/2018. O seu artigo 6º determina que o processo de fixação dos pisos mínimos deverá ser técnico, ter ampla publicidade e contar com a participação dos representantes dos embarcadores, dos contratantes dos fretes, das cooperativas de transporte de cargas, dos sindicatos de empresas de transportes e de transportadores autônomos de cargas. De acordo com a lei, cabe à ANTT a definição e a publicação da norma com os pisos mínimos referentes ao quilômetro rodado na realização de fretes, por eixo carregado, consideradas as distâncias e as especificidades das cargas. (ANTT)

CONTA DE LUZ: Produtor rural terá subsídio à energia regulado

 

conta luz 08 03 2019O governo prepara um novo decreto para regulamentar o fim do desconto na energia para consumidores rurais do País. O benefício custa R$ 3,4 bilhões por ano e é pago pelos demais consumidores de energia do País.

 

Acúmulo de descontos - Já há consenso de que o subsídio deve mesmo acabar, de forma escalonada, ao longo dos próximos cinco anos. Mas para diminuir a resistência do agronegócio, o texto voltará a permitir que produtores que fazem uso de irrigação acumulem dois descontos até a extinção dos benefícios. O desconto médio dos consumidores rurais era de R$ 47,88 em 2016. Os irrigantes, em média, tinham um desconto bem maior, de R$ 642,64.

 

Fiscalização - Além de permitir que irrigantes acumulem os dois benefícios, o texto determina que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) fiscalize a concessão do subsídio. Essa obrigação por parte do órgão regulador já está prevista em lei, mas o trabalho da Aneel foi criticado em análises feitas pelo Tribunal de Contas da União (TCU), que encontrou indícios de fraudes.

 

Casa Civil - O novo decreto será enviado à Casa Civil nos próximos dias, para ser assinado pelo presidente Jair Bolsonaro. O texto foi construído pelos Ministérios da Agricultura, Desenvolvimento Regional, Economia, Minas e Energia, Casa Civil e pela Aneel.

 

Decreto de Temer - No fim do ano passado, o ex-presidente Michel Temer assinou um decreto para extinguir, no prazo de cinco anos, o subsídio de energia concedido a agricultores, que varia de 10% a 30%. Temer também impediu o acúmulo de subsídios por irrigantes, que têm desconto assegurado por uma outra lei, que varia de 60% a 90%.

 

Críticas - O decreto foi alvo de críticas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil. Em seguida, parlamentares se movimentaram para derrubá-lo por meio de um decreto legislativo, o que permitiria a recriação do benefício. O governo, no entanto, se articulou para impedir a votação da proposta e prometeu oferecer outra solução.

 

DF - Em 2016, segundo dados do TCU, 167 unidades consumidoras no Distrito Federal receberam o subsídio da irrigação, totalizando R$ 3,8 milhões. O valor médio de desconto por unidade consumidora foi de R$ 22,7 mil, e o consumidor que recebeu o maior benefício foi de R$ 385 mil naquele ano. Ainda de acordo com o TCU, 53,05% dos clientes do Distrito Federal não constavam nas bases de dados das agências reguladoras como titulares de outorga de uso de recursos hídricos – ou seja, estavam irregulares.

 

Orçamento - O orçamento de subsídios no setor elétrico deve somar R$ 20,2 bilhões neste ano e já representa 9,3% da conta de luz dos consumidores. Como já mostrou o Estadão/Broadcast, o tema dos subsídios do setor elétrico está na mira do TCU. O entendimento da área técnica do órgão e do ministro Aroldo Cedraz, relator do caso, é de que a maior parte desses descontos fere leis do setor e a própria Constituição.

 

Entendimento - A avaliação do TCU é a de que os subsídios concedidos para irrigação, agricultura e empresas de saneamento não têm relação com a política energética do País e só podem ser financiados com recursos públicos do Orçamento Geral da União – ou seja, por meio de impostos. A cobrança de taxas na conta de luz para sustentar esses privilégios foi considerada ilegítima e permitiu a criação de um “orçamento paralelo”, sem controle ou teto de gastos, disse o ministro, em seu voto. O caso está nas mãos do ministro Walton Alencar, que pediu vista do processo.(O Estado de S.Paulo)

 


Versão para impressão


RODAPE