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INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS: Reunião com Banco Sicredi encerra ciclo de encontros virtuais

Com as presenças do diretor-executivo de Crédito, Gustavo de Castro Freitas, e da gerente de Crédito Rural, Marilucia Dalfert, do Banco Sicredi, aconteceu, no final da tarde de sexta-feira (31/07), a última rodada de reuniões virtuais do Sistema Ocepar com agentes financeiros parceiros do setor cooperativista. Participaram também representando a Central Sicredi PR/SP/RJ, o diretor de Desenvolvimento, Adilson Felix de Sá, diretor de Supervisão, Reginaldo José Pedrão e o gerente de Desenvolvimento de Negócios, Gilson Nogueira Farias.

Parceria - A reunião foi coordenada pelo presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, que ressaltou a importância do Banco Sicredi para o sistema cooperativista. “O Sistema Sicredi, ao longo de sua história, tem sido um parceiro atuante, afinal ele surgiu dentro das próprias cooperativas agropecuárias. A Central Sicredi teve sua origem na Cocecrer Paraná e seu ato de fundação aconteceu no auditório da Ocepar, em janeiro de 1985, onde funcionava o Comitê de Constituição das Cooperativas de Crédito do Paraná”, destacou.

Sistemática - Essas reuniões, que devido à pandemia acontecem por videoconferências, têm como sistemática apresentar um panorama econômico-financeiro das cooperativas paranaenses e conhecer as estratégias dos agentes financeiros para ampliar o financiamento das cooperativas paranaenses, em especial, com os recursos disponíveis no Plano Safra 2020/2021. Durante o mês de julho, o Sistema Ocepar se reuniu com nove instituições financeiras, Banco do Brasil, Bradesco, Santander, Caixa, Itaú/Unibanco, BRDE, BNDES, Bancoob e Banco Sicredi.

Proximidade - Ricken destacou que o objetivo é estar sempre próximos. “Sabemos das limitações de todas as instituições, em especial por recursos federais, afinal passamos por um momento de dificuldades. Nessas reuniões, ouvimos o que é possível financiar para as cooperativas e dar liquidez para os cooperados e, assim, ajudar indiretamente as próprias cooperativas”. O dirigente agradeceu a disposição de todos em participar desta reunião o que demonstra a importância que o cooperativismo representa para o banco. “Este é um ano de bons resultados, mesmo com a pandemia e o setor não pode parar e não vai parar”, frisou.

Resiliência - Gustavo de Castro Freitas, diretor-executivo de Crédito do Banco Sicredi, afirmou que a queda no PIB de pouco mais de 5% para este ano, devido à pandemia do coronavírus, “serviu para provar o quanto o agronegócio é mais resiliente em todo o país. Apostamos muito no setor cooperativista, não só por ser de sucesso, mas porque é a nossa raiz, de onde viemos. Ao longo do tempo o sistema vem se preparando e o Banco é o apoio para que tudo aconteça de uma forma eficaz”, frisou.

Recursos - Gustavo disse que nos programas de longo prazo “o sistema tem uma certa restrição e a situação fiscal deve piorar ainda mais devido a tudo que estamos acompanhando. Nossa estimativa para custeio é de aproximadamente R$ 23 bilhões, incluindo investimentos, dos quais 30% irão para o Paraná, em torno de R$ 8 bilhões. Podemos avançar ainda mais nesta aproximação com as cooperativas do Paraná. Queremos trazer investimentos verde, o chamado dinheiro sustentável nesses projetos novos que as cooperativas paranaenses estão realizando. Aproveitar bem esta onda e vender e mostrar que o agro é sustentável, produz e preserva ao mesmo tempo”. O dirigente do banco finalizou afirmando que este tipo de reunião realizada pelo Sistema Ocepar “é muito produtiva para que possamos ver o posicionamento econômico e financeiro do cooperativismo e a visão de vocês com relação a nossa atuação”.

Intercooperação - Gilson Nogueira Farias, gerente de Desenvolvimento de Negócios da Central Sicredi PR/SP/RJ, frisou que “a intercooperação está no nosso radar. Trabalhamos para realizar essas parcerias com financiamentos e fortalecer essa aproximação cada vez mais com o setor. Nosso foco é otimizar ao máximo os recursos do Banco Sicredi para o Paraná. Só no Paraná teremos neste ano R$ 600 milhões de custeio agrícola, boa parte será destinada para os cooperados, que irão comprar insumos para a próxima safra e ajudar a movimentar a economia local. Estamos atuando firmemente para que investimentos não fiquem para depois, fazer antes e atender as necessidades no momento certo”, destacou.

Participações - Participaram do encontro, pelo Sistema Ocepar, os superintendentes Robson Mafioletti, Leonardo Boesche, Nelson Costa, respectivamente da Ocepar, Sescoop/PR e Fecoopar, além dos gerentes, técnico econômico, Flávio Turra, e de desenvolvimento do cooperativismo, Maria Emília Pereira, e os coordenadores João Gogola Neto, Alfredo Benedito Kugeratski Souza, Silvio Krinski e Samuel Milléo Filho.

 

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