COCAMAR: Orientação técnica aumenta rentabilidade do produtor

A experiência nesta safra de inverno dos cooperados Diogo e Ivan Carrara, primos e sócios em Jaguapitã, norte do estado, onde cultivam terras próprias e arrendadas, mostra como é importante seguir a orientação técnica especializada, prestada pela Cocamar.

Projeto - Eles foram visitados no dia 30/07 pelo Giromilho Cocamar Pioneer, projeto que tem o apoio da concessionária Zacarias Chevrolet.

Tarde - Segundo Diogo, por causa do atraso na colheita da soja, eles semearam o milho ainda dentro da janela, mas um pouco tarde e, preocupados com a maior exposição ao risco, decidiram reduzir o investimento.

Preocupados - “Como o milho entrou mais tarde, nós fechamos a mão pra baixar o investimento porque estava mais tardio e é mais arriscado. Se fosse um milho plantado no comecinho de fevereiro, o investimento seria outro”, afirma Diogo. “Muito mais que a geada, o fator limitante aqui é a seca”, observa Ivan.

Uma surpresa- Depois de 40 dias de estiagem, eles achavam que a safra estava perdida e acionaram o seguro. No entanto, como voltou a chover, viram que a lavoura reagiu, dispensaram o seguro e, surpresos, constatam agora que a produção ainda vai ser boa, acima da média regional.

Tecnologia - “Não podemos dominar o clima mas podemos utilizar a tecnologia, que está ao nosso alcance”, comemora Ivan. A expectativa dos Carrara é colher 90 sacas em média por hectare, para um custo inferior a 45. Considerando o preço da saca, valeu a pena.

Padrão - “A gente pode observar que o material está com um padrão de espiga muito igualado, muito homogêneo, com um bom número de fileiras e um bom número de grãos por fileira”, cita o agrônomo Guilherme Araújo, da unidade local da Cocamar. Ele acrescenta que apesar do longo período de estiagem, o material se expressou bem no campo e resultou em produtividade, diferenciando muito da realidade da região.

Rotação - Araújo diz também que os Carrara seguem a orientação técnica e investem no solo, fazendo rotação com aveia e crotalária.

Relacionamento - “É muito importante esse relacionamento que a gente tem junto aos produtores e o técnico da cooperativa, para que estejamos bem alinhados e possamos oferecer ao produtor a melhor tecnologia”, afirma o engenheiro agrônomo João Ferrari, representante comercial da Pioneer.

Híbrido adequado - A melhor tecnologia, segundo Ferrari, se observa com a adoção do híbrido adequado para o que o produtor está buscando, pelo investimento, pelo tipo de solo que ele tem, pela região, altitude, época de plantio. “Essas características são muito importantes para a tomada de decisões, porque são vários híbridos no mercado”, explica, mencionando ainda que, a partir daí, são selecionados os mais apropriados para aquele produtor.

Aprendizado - “É muito positiva essa interação que a gente tem com o técnico da Cocamar e aprendermos juntos, pois cada ano é diferente do outro”, continua o representante comercial da Pioneer, exemplificando que o híbrido utilizado pelos Carrara suportou mais o ataque de percevejo. Com a baixa população, o colmo do milho engrossou mais rápido e escapou bem do ataque do percevejo no começo. “Essas coisas a gente vai aprendendo com o tempo e repassando para o produtor.” E garante: com um investimento maior, o resultado seria ainda melhor, pois o milho responde bem.

Rentabilidade - O gerente da Cocamar em Jaguapitã, José Conti, enfatiza que os produtores têm a soja como a cultura principal, mas a segunda safra tem garantido uma boa rentabilidade. “Com os preços remuneradores do milho, os produtores despertaram para a necessidade do investimento. Com tecnologia, é possível ter duas boas safras e isto é bom para todo mundo”, completa. (Imprensa Cocamar)

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