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Sistema Ocepar - Paraná Cooperativo - Informe Diário

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 2984 | 30 de Novembro de 2012

ENCONTRO ESTADUAL: Governador Beto Richa participa da abertura do evento

encontro estadual 30 11 2012O Encontro Estadual de Cooperativistas Paranaenses será aberto com a presença do governador Beto Richa, no próximo dia 7 de dezembro, no Teatro Positivo, em Curitiba. O evento, realizado tradicionalmente para comemorar as conquistas obtidas ao longo do ano pelas cooperativas e projetar as ações do próximo exercício, inicia às 9h, reunindo cooperativistas de todo o Estado. O presidente do Sistema Ocepar, João Paulo Koslovski, vai coordenar um painel que contará com a participação de parlamentares, presidentes de entidades representativas e diretores da organização. Na oportunidade, ele vai apresentar um balanço dos resultados obtidos pelo cooperativismo paranaense em 2012. A programação contempla ainda homenagens e a apresentação da palestra “Qual é a tua obra? Inquietações propositivas sobre gestão, liderança e ética”, que será ministrada pelo filósofo e doutor em Educação, Mário Sérgio Cortella. Lideranças jovens do cooperativismo também vão apresentar os resultados da campanha “Você sabia”, realizada entre os meses de setembro e novembro para comemorar do Ano Internacional das Cooperativas. Haverá ainda a apresentação de um show da Família Lima.

 

Clique aqui e confira a programação completa do Encontro Estadual de Cooperativistas Paranaenses

 

AGROEXPORTAÇÕES: Cooperativas do PR conquistam novos mercados para o milho

agroexportacoes 30 11 2012O Brasil está ampliando suas exportações de milho e as cooperativas paranaenses acompanham essa tendência. De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento, o País deve atingir o recorde de 19 milhões de toneladas embarcadas neste ano, ante as 9,3 milhões de toneladas comercializadas em 2011. Já as vendas externas do cereal realizadas pelo cooperativismo paranaense registraram crescimento de 149% entre os meses de janeiro e outubro, somando US$ 87 mil, contra US$ 4,8 mil exportados no mesmo período do ano passado. Os principais compradores foram o Japão, que aumentaram suas compras de milho em 102%, comparativamente ao mesmo período de 2011; Taiwan (aumento de 79%) e Egito. “Além do Egito, o setor comercializou para outros mercados, como Irã, Marrocos, Coreia do Sul, Kuwait, Israel, Jordânia, Indonésia, Argélia, Tunísia e Colômbia. São países que, no mesmo período de 2011, não figuravam entre os destinos do milho vendido pelas cooperativas. Os bons resultados obtidos com a safra normal e a safrinha no Paraná contribuíram para esse cenário”, afirma o analista da Gerência Técnica e Econômica da Ocepar, Gilson Martins.

Produtos – O milho é o sexto item da pauta de exportações das cooperativas do Paraná e representa 4,8% do total das vendas. Os principais produtos exportados pelo setor são a soja, que registrou retração de 13% nos embarques entre janeiro e outubro de 2012, em comparação ao mesmo período de 2011; farelo de soja (-4,2%); frangos (-7,4%); açúcar (-7,9%), suínos (-13%), entre outros. Nos primeiros dez meses deste ano, o cooperativismo paranaense exportou um total de US$ 1,8 bilhão, respondendo por 34% das vendas das cooperativas de todo o país, que atingiram U$$ 5,3 bilhões. “As cooperativas do Paraná devem encerrar 2012 superando os US$ 2 bilhões em exportações, como ocorreu ano passado, quando os embarques do setor chegaram a US$ 2,2 bilhões”, disse Gilson.  

Clique aqui e confira o boletim Agroexportações com mais dados sobre as exportações das cooperativas e do agronegócio no período de janeiro a outubro de 2012

 

COCAMAR I: Prêmio Produz Brasil 2012 é entregue à cooperativa

Representada pelo seu presidente, Luiz Lourenço, a Cocamar foi agraciada, no último dia 28, em São Paulo, com o Prêmio Produz Brasil 2012, da Editora Racar e da Faesp (Federação da Agricultura do Estado de São Paulo), cujo objetivo é reconhecer e valorizar as empresas do agronegócio brasileiro que investem em sustentabilidade e ações sociais.

Categorias - O evento foi realizado no Jockey Club de São Paulo com a participação de autoridades, lideranças do setor e representantes das empresas finalistas. Segundo os organizadores, dezessete empresas nacionais e multinacionais concorreram em cinco categorias, das quais cinco empresas premiadas com cases voltadas para responsabilidade social, ambiental, investimentos em inovação, tecnologia e fortalecimento do agronegócio brasileiro.

Cultivar - A Cocamar foi a primeira colocada em responsabilidade ambiental. A cooperativa concorreu com o Projeto Cultivar, em que alunos da Apae e internos da Penitenciária Estadual de Maringá participam da produção de mudas de espécies nativas destinadas à recomposição de matas ciliares. Na categoria responsabilidade social, ficou entre as duas primeiras. Segundo a Revista Produz, os projetos foram avaliados por uma comissão técnica especializada composta por profissionais do Sistema FAESP/SENAR/SP e da própria publicação. Posteriormente, um conselho de jurados escolheu os vencedores a partir da análise das informações sobre as empresas e suas iniciativas. (Imprensa Cocamar)

COCAMAR II: Fórum de Líderes Empresariais homenageia Luiz Lourenço

Na 35ª edição do Prêmio Fórum de Líderes Empresariais, ocorrido no dia 27 último, em São Paulo, um dos homenageados foi o presidente da Cocamar, Luiz Lourenço, cujo nome resultou de indicação direta feita por importantes empresários integrantes do Fórum.

Maior rede - Fundado em 1977 pelo Jornal Gazeta Mercantil, o Fórum de Líderes Empresariais é uma organização independente, considerada a maior rede de articulação empresarial do País frente aos temas de interesse nacional. Ele mobiliza o setor anualmente para a eleição dos líderes mais representativos em cada Estado e segmento da economia.

Formadores - “É um reconhecimento ao empresariado do País, promovendo a competitividade sustentável, paradigma de uma nova economia. Os homenageados são grandes formadores de opinião e com enorme poder de influência”, comentou o presidente do Fórum, Ozires Silva. (Imprensa Cocamar

LAR: Projeto é premiado estadual e nacionalmente

A Lar e outras cinco cooperativas foram vencedoras na etapa estadual do 8º Prêmio Cooperativa do Ano, promovido pelo Sistema OCB. A entrega dos troféus e dos certificados aconteceu no dia 09 de novembro, em Curitiba, no encerramento do Fórum dos Presidentes das Cooperativas Agropecuárias e de Crédito. No mesmo evento, foram entregues certificados às cooperativas contempladas com o selo “Projeto Referência Estadual”.

Projeto premiado - O projeto premiado da Cooperativa Lar foi o de “Aproveitamento de resíduos sólidos e tratamento de efluentes líquidos de abatedouro de aves para a produção de petfood, biodiesel e geração de energia elétrica”, na categoria Desenvolvimento Sustentável. O diretor presidente da Lar, Irineo da Costa Rodrigues, espera que o projeto premiado possa ajudar outras cooperativas a desenvolver um trabalho semelhante. “Recebemos o prêmio com satisfação e esperamos que a Cooperativa Lar dê uma contribuição às demais cooperativas na medida em que ela desenvolveu um sistema na Unidade Industrial de Aves para transformar os resíduos em energia elétrica. Aquilo que seria um problema acaba gerando um resultado econômico, o mais importante é, sobretudo, a questão de não termos o passivo ambiental. Essa é a nossa grande alegria e esperamos que a experiência possa servir para outras cooperativas também”, frisou.

Referência Estadual - Na oportunidade, a Cooperativa Lar recebeu o selo de Projeto Referência Estadual pelo trabalho desenvolvido com o programa Agricultura Consciente, na categoria Inovação e Tecnologia. O presidente da Ocepar, João Paulo Koslovski, parabenizou as vencedoras da etapa estadual e as contempladas com o selo “Referência Estadual”, destacando a qualidade dos trabalhos inscritos.

Reconhecimento em também em Brasília - O projeto da Cooperativa Lar selecionado na etapa estadual concorreu nacionalmente com os demais projetos finalistas dos outros estados brasileiros, ao Prêmio Cooperativa do Ano. Ao total foram 212 projetos de 138 cooperativas de 20 estados da federação. Coube à Cooperativa Lar o primeiro lugar na categoria Desenvolvimento Sustentável A entrega da premiação foi em Brasília no dia 20, uma promoção da OCB (Organização das Cooperativas do Brasil) e Revista Globo Rural. Representando a Cooperativa Lar, esteve presente ao ato em Brasília o Diretor Vice-Presidente Lauro Soethe, que recebeu a premiação da jornalista Rosana Jatobá. “O mérito é de todos os envolvidos, desde a concepção e execução dos projetos e, especialmente, dos associados que compartilham dos ideais de convivência saudável entre comunidade e meio ambiente, fazendo-se valer dos princípios e ideais cooperativistas”, diese Soethe. (Imprensa Lar)

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COAMO: A mais lembrada do cooperativismo no Top Of Mind 2012

Coamo 30 11 2012A Coamo Agroindustrial Cooperativa, com sede em Campo Mourão, no Centro-Oeste do Paraná e unidades em outros 64 municípios paranaenses, catarinenses e sul-matogrossenses, é a marca mais lembrada pelos paranaenses na categoria Cooperativa e aparece com  destaque na categoria Grande Empresa do Paraná, figurando entre as cinco maiores empresas paranaenses, ao lado da Coca-Cola, Copel, Sadia e Muffato. O ranking que coloca a Coamo em posição de destaque no cenário paranaense é resultado da pesquisa Top of Mind Paraná, realizada pela Revista Amanhã e Instituto Bonilha.

Premiação - A premiação aos vencedores do Top of Mind 2012 foi entregue na quinta-feira (29/11) no Centro de Eventos Cietep, em Curitiba, as empresas e profissionais que se destacaram na edição 2012 da pesquisa. O diretor vice-presidente da Coamo Cláudio Francisco Bianchi Rizzatto recebeu a premiação conferida à cooperativa de Eugênio Esber, diretor de redação da Revista Amanhã.

Orgulho - A conquista da Coamo que novamente está no ranking das grandes marcas do Paraná é comemorada por cooperados, diretoria e funcionários da Coamo na semana em que a cooperativa completou 42 anos (28/11). “A pesquisa Top Of Mind 2012 é muito bem recebida por todos da família Coamo, com orgulho celebramos a confiança dos paranaenses na Coamo que, através dos seus serviços beneficia mais de 15 mil produtores associados e dos produtos com a nossa linha alimentícia por meio das marcas Coamo, Primê , Anniela e Sollus, vem consolidando sua presença junto ao mercado consumidor brasileiro com produtos de qualidade is ”, assegura José Aroldo Gallassini, diretor-presidente da Coamo.

Ranking – A Coca-Cola é a marca mais lembrada na categoria Grande Empresa do Paraná. A companhia norte-americana ultrapassou a Copel que das 18 edições, foi campeã por doze vezes na pesquisa Top of Mind Paraná.

Marcas - Realizado desde 1995 pela Revista Amanhã e Instituto Bonilha, o Top of Mind 2012 é um levantamento das marcas mais lembradas pelo consumidor paranaense e engloba não apenas as grifes de produto de consumo, mas também nomes de serviços, de veículos de comunicação e de profissionais de mídia. Por meio de questionários espontâneos, com questões abertas, o entrevistado menciona o primeiro nome ou marca que lhe vem à cabeça, dentro de categorias pré-estabelecidas. Foram realizadas, ao todo, mil entrevistas, entre os dias 25/9 e 5/10, em regiões onde se encontram concentrados os maiores centros consumidores. O método da pesquisa é quantitativo e seu universo é constituído por pessoas de ambos os sexos, com idade a partir de 18 anos, pertencentes a distintos grupos socioeconômicos. (Imprensa Coamo)

SICREDI NORTE SUL: Sustentabilidade é tema de capacitação de gerentes e assessores

sicredi 30 11 2012A Sicredi Norte Sul PR/SP promoveu uma capacitação de gerentes e assessores da cooperativa, no último dia 14 de novembro, na sede da superintendência regional, em Santo Antônio da Platina (PR). Rejane Farias de Andrade, assessora de Programas Sociais da Central Sicredi PR/SP foi facilitadora do encontro, que teve como principal objetivo o primeiro contato com a Política de Sustentabilidade do Sistema Sicredi e a sensibilização dos participantes com a causa.

Começo - Ricardo José Afonso, diretor-executivo da Sicredi Norte Sul PR/SP, comentou que não importa a maneira de se começar, o importante é começar bem assim como o Sicredi fez. Ainda segundo ele, não são necessários grandes feitos para que sejamos socialmente sustentáveis, pois as pequenas atitudes quando somadas são as que causam maior impacto, e deixam as melhores contribuições. “Praticando o jeito Sicredi de ser, tudo se multiplica”, finalizou o executivo.

Primeiro - O Sicredi é a primeira instituição financeira cooperativa a implantar uma Política de Sustentabilidade por meio do desenvolvimento de produtos e serviços e da realização de ações que envolvam a sustentabilidade em seus processos, engajando seu público interno e externo. Coordenada pela Fundação Sicredi, a implantação da Política de Sustentabilidade do Sicredi está baseada em três eixos:

- Produtos e serviços sustentáveis: tem a responsabilidade de desenvolver adicionalidades socioambientais ao portfólio oferecido pelo Sicredi, conferindo transparência e linguagem acessível em relação à sua comercialização.

- Processos sustentáveis: envolve a sustentabilidade nas compras e contratação de serviços, no cumprimento de normas do setor e na ecoeficiência.

- Pessoas pela sustentabilidade: trabalha com o alinhamento dos públicos de relacionamento do Sicredi a um código de conduta padronizado, além do desenvolvimento de programas de sustentabilidade, educação financeira e a participação em ações de responsabilidade social, entre outros. (Imprensa Sicredi Norte Sul PR/SP)

UNIODONTO CURITIBA: Técnicas de negociação foi tema de treinamento dos colaboradores

Nos dias 26 e 27 de novembro, colaboradores de diversos setores da Uniodonto Curitiba participaram de um novo treinamento, desta vez sobre o tema Técnicas de Negociação. O curso foi ministrado para aproximadamente 60 pessoas, por Dirce Conte, mestre em administração e recursos humanos, doutora em gestão de negócios e máster em programação neurolinguística.

Atividades - Durante o curso foram realizadas dinâmicas, simulações e aplicados exercícios de reflexão voltados para o assunto negociação. O treinamento consistiu em diversas atividades e proporcionou muita interatividade entre os participantes.

Etapas - Os trabalhos foram divididos em duas etapas. Em um primeiro momento foi abordado o ponto Habilidades Essenciais do Negociador, com destaque para questões referentes à persuasão, visual, linguagem corporal, impacto da voz, comunicação e persistência, entre outros itens fundamentais para o processo de negociação com o cliente.

Negociação - O segundo ponto debatido foi Estrutura de Negociação. Dirce passou aos colaboradores técnicas de prospecção e pré-abordagem, abordagem, argumentação, negociação, até o momento do fechamento. Os colaboradores também tiveram acesso a técnicas a serem utilizadas para enfrentar objeções dos clientes e receberam diversas dicas para realizar uma melhor negociação. Dirce também exibiu vídeos e repassou exemplos do trabalho na prática.

Utilização - A colaboradora Perla Ilga Zimmer, do GRC, destacou que na cooperativa a negociação é utilizada em todos os sentidos. “Não trabalhamos diretamente com vendas no GRC, mas aprendemos a lidar com os perfis dos clientes, no caso com as necessidades dos Cirurgiões-Dentistas. Eles trazem situações para resolvermos e isso também se trata de negociação”, afirma.

Necessidades - A consultora comercial Débora Rodrigues de Brito, ressalta entre os itens abordados a importância em ouvir o cliente para identificar as suas reais necessidades. “Nem sempre os clientes buscam apenas pelo melhor preço. Procuram também pela questão da qualidade. É importante identificar os perfis de cada cliente”, disse.

Fundamental - O colaborador Gustavo Granado, do setor administrativo, que trabalha diretamente com a área de recepção, destacou que o treinamento foi fundamental, principalmente para aqueles que não têm o hábito de negociação e proporcionou uma visão diferente sobre o assunto. “Particularmente passei a ter outra visão sobre a negociação. Podemos ousar na hora do atendimento para conquistar a confiança do beneficiário”, declara Gustavo. (Imprensa Uniodonto Curitiba)

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SESCOOP: Encontro promove alinhamento para confecção do Relatório de Gestão 2012

Técnicos das unidades estaduais e nacional do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) receberam, nesta quinta-feira (29/11), orientações para a confecção do Relatório de Gestão 2012. O documento é uma exigência do Tribunal de Contas da União (TCU), que fiscaliza os atos de execução orçamentária e financeira da instituição.

Anual - O encontro, promovido pelas assessorias de Gestão Estratégica (Agest) e de Auditoria (Audit), ocorre anualmente desde 2010, na sede da instituição, em Brasília (DF). De acordo com o gerente Geral de Operações do Sescoop, Ryan Carlo, a intenção é fornecer aos técnicos responsáveis pela elaboração do relatório a maior quantidade de informações e dicas possível para que as unidades contemplem todas as diretrizes estabelecidas pelo TCU. “O Sescoop vem promovendo ao longo dos últimos anos uma padronização para aprimorar a confecção do Relatório de Gestão. As unidades estaduais seguem, hoje, um modelo único, fazendo com que a prestação das informações transcorra de forma igualitária. Nosso objetivo é atender na integridade às solicitações do TCU, garantindo coesão e transparência”, explica o gestor.

Consolidação - Segundo Ryan, esta ação é importante, tanto para a construção do relatório em si, quanto para uma futura consolidação dentro do Sistema OCB. “Além de atendermos ao órgão de controle, o novo formato nos proporciona qualidade das informações”, destacou. Participaram do encontro aproximadamente 60 técnicos, de unidades estaduais e da nacional. O prazo para que as UEs encaminhem seus relatórios à UN termina no dia 30 de abril. Em 31 de maio encerra o período para entrega do relatório consolidado ao TCU. (Informe OCB)

MEIO AMBIENTE Paraná se prepara para implantação do Cadastro Ambiental Rural

A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, entregou ao presidente do Instituto Ambiental do Paraná (IAP), Luiz Tarcísio Mossato Pinto, proposta de termo de cooperação técnica para a implantação do Cadastro Ambiental Rural (CAR) no Estado. O termo foi entregue durante a 108.ª Reunião Ordinária do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), em Brasília, na quarta-feira (28/11). 

Início de 2013- Segundo o presidente do IAP o sistema do CAR deverá estar disponível para os agricultores no Estado até o início do ano que vem. “Antes de implantar o sistema no Estado e cobrar o cadastramento dos proprietários rurais, estamos em conversa com entidades e representantes do setor produtivo como a Faep, sindicatos e cooperativas que também poderão nos auxiliar no cadastramento das pequenas propriedades”, explicou Tarcísio.

Meta - O Ministério do Meio Ambiente tem como meta, definida na nova Lei Florestal Nacional (Código Florestal), a conclusão do cadastramento de todas as propriedades rurais do país até 2014. O cadastro servirá como declaração de reserva legal de áreas de preservação permanente (APP) nas propriedades rurais, servindo como base para monitoramento e fiscalização do cumprimento das legislações ambientais federais e estaduais. 

Grupo de técnicos- O IAP e a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Recursos Hídricos formou um grupo de técnicos que discutem o aproveitamento do cadastro feito no Paraná desde 1999, o Sisleg. O Paraná tem mais de 240 mil propriedades rurais com suas áreas de proteção ambiental declaradas, de acordo com o antigo Código Florestal, que representa cerca de um terço do total. Para o presidente do IAP o importante é garantir que os produtores regulares perante a lei não sejam prejudicados com a implantação do novo sistema.

Auxílio - A ministra Izabella Teixeira explicou aos conselheiros do Conama que o objetivo é auxiliar os estados nas particularidades e que, pela primeira vez, o País vai monitorar o seu território com imagens de satélite. “O CAR irá garantir a regularização de mais de 5 milhões de imóveis rurais no País. Nosso objetivo é finalizar esse processo até 2014”, disse. (AEN)

 

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AGRICULTURA I: Safra de verão do Paraná pode ter aumento de 27%

agricultura 30 11 2012A safra de grãos de verão 2012/13 do Paraná já está instalada e o desenvolvimento até agora aponta para uma produção de 22,7 milhões de toneladas, volume 27% acima da colheita anterior. Relatório mensal do Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab), divulgado nesta quinta-feira (29/11), apresenta pequenas reavaliações de área e produção e a soja desponta como a campeã de área plantada e de produção, com uma estimativa de safra de 15,19 milhões de toneladas.

Clima - Apesar do bom desenvolvimento da safra, o clima requer atenção especial. “A distribuição das chuvas não é uniforme e, em algumas áreas, há escassez”, informa o diretor do Deral, Francisco Carlos Simioni. “Tem ocorrido chuvas em várias regiões do Estado, mas aquém do esperado”, explicou. As principais culturas plantadas no Estado - como soja, milho e feijão das águas - começam a entrar em fase crítica e precisam de água para continuar o desenvolvimento.

Confortável - Segundo Simioni, a situação ainda é confortável, mas é preciso ficar alerta. Órgãos do setor público - como Seab, Iapar e Emater - além das cooperativas, empresas de assistência técnica e produtores devem manter um monitoramento constante já que a variável é fundamental para alcançar bons níveis de produtividade. “Se houver normalidade no clima, o Paraná deverá colher novamente uma ótima safra e em um momento de bons preços, o que favorece os produtores, o comércio, a indústria, os consumidores, enfim toda a cadeia produtiva. Será um ano para os produtores ganharem dinheiro novamente”, afirma.

Segundo maior fornecedor - Simioni ressalta que o retorno da regularidade das chuvas colocam o Brasil na expectativa de ser o segundo maior fornecedor mundial de grãos em 2013. O Paraná tem grande responsabilidade nesse fornecimento porque produz 22% dos grãos do País. “Estamos na expectativa de clima normal daqui para frente para que o produtor possa alcançar um equilíbrio financeiro com sua atividade, o que é bom para a economia do Estado e do País”, afirma.

Grãos - Segundo o relatório do Deral, 75% da soja plantada no campo entra na fase de floração a partir do início de dezembro, período que aumenta a demanda por água. A soja ocupa uma área de 4,62 milhões de hectares, o que corresponde a 81% do total de área plantada com todos os grãos de verão. O economista Marcelo Garrido, chefe da Divisão de Conjuntura do Deral, diz que os preços da soja se mantêm em alta, o que levou os produtores a anteciparem as vendas. Até agora, 35% do volume de soja previsto para safra 12/13 já estão vendidos, contra 21% no mesmo período do ano passado.

Milho - O relatório do Deral manifesta igual preocupação sobre o clima em relação ao milho. Cerca de 85% da área plantada, estimada em 849.358 hectares, entra em fase de floração, e requer água. De acordo com a engenheira agrônoma Juliana Tieme Yagush, os produtores estão na expectativa da regularização das chuvas a partir do inicio de dezembro, conforme previsões do Simepar para todo o Estado.

Produção - O Deral prevê uma produção de 6,96 milhões de toneladas de milho nesta primeira safra, volume 6% acima do colhido em igual período do ano passado (6,53 milhões de toneladas). No Paraná, o maior volume da safra de milho está sendo cultivado na segunda produção, que vai de fevereiro a abril.

Feijão primeira safra - O feijão da primeira safra apresenta expectativa de safra modesta no Paraná, já que a maior parte da área cultivada está ocupada pela soja. Este ano, a cultura está ocupando uma área 16% menor em relação à do ano passado, caindo de 247.589 hectares plantados para 208.185 hectares cultivados com feijão. Se tudo correr bem, a produção será de 356.596 toneladas, pouco acima da produção do ano passado, quando foram colhidas 349.903 toneladas de feijão. A safra de feijão já está em início de colheita porque é plantada mais cedo.

Queda na produtividade - De acordo com o engenheiro agrônomo Carlos Alberto Salvador, a colheita aponta para uma queda na produtividade decorrente da estiagem ocorrida em agosto, período que o feijão é plantado no Estado. Ele espera, porém, que com o avanço da colheita, essa diferença seja superada com os avanços de produtividade. A queda no plantio de feijão nos últimos anos tem contribuído com a alta no preço do produto que chega ao consumidor. O feijão está cotado em torno de R$ 140,00 a saca para o de cor, considerado um dos melhores preços dos últimos anos.

Trigo - A produção de trigo no Paraná está sendo concluída com bons resultados ao produtor, apesar de a cultura ter ocupado a menor área nos últimos anos (744.592 hectares). O clima colaborou e a safra resultou num volume de 2,1 milhões de toneladas. A qualidade do grão de trigo colhido nas várias regiões do Estado é excelente e o preço do trigo está satisfatório ao produtor. “O trigo está sendo vendido por R$ 34,00 a saca, melhor preço pago ao produtor nos últimos anos”, informa o engenheiro agrônomo Carlos Hugo Godinho. Segundo Godinho, o mercado de trigo está comprador, com 56% da produção vendida. Os moinhos estão acelerando as aquisições com receio de que o preço aumente ainda mais com a escassez do produto na Argentina, grande exportadora. (AEN)

AGRICULTURA II: Mapa prepara nova política de armazenagem e melhorias no rural

mapa 30 11 2012O Ministério da Agricultura prepara, a pedido da presidente Dilma, uma política nacional de armazenamento e um pacote de melhorias para incrementar o seguro rural e o abastecimento de grãos no país, disse nesta quinta-feira (29/11) o secretário-executivo da Pasta, José Carlos Vaz, durante reunião do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea). Também está em estudo a criação de uma Secretaria de Abastecimento em 2013. "O ministério prepara mudanças no abastecimento e no armazenamento de alimentos. Queremos evitar problemas no futuro". No seguro rural, a própria presidente Dilma trabalha para obter mais recursos para ampliar o alcance da ferramenta. (Valor Econômico)

AGRICULTURA III: Plano Trienal do Seguro Rural prevê recursos de R$ 505 milhões em 2015

seguro agricola 30 11 2012Com o objetivo de estabelecer as diretrizes da política de subvenção ao prêmio do seguro agrícola entre os anos de 2013 e 2015, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) divulgou o Plano Trienal do Seguro Rural (PTSR) nesta quinta-feira (29/11), no Diário Oficial da União (DOU).

Valores escalonados - Os valores escalonados da subvenção federal foram definidos em R$ 400 milhões para 2013, R$ 459 milhões para 2014 e R$ 505 milhões em 2015. As empresas seguradoras, no entanto, só receberão os repasses do Mapa quando comprovarem a realização das operações.

Limite - Aos produtores agrícolas, o limite ao ano foi definido em R$ 96 mil, enquanto aos produtores pecuários, aquícolas e de florestas será de R$ 32 mil. O produtor também poderá fazer contratos para mais de uma cultura, desde que a soma não ultrapasse R$ 192 mil. “Apesar dos valores já estabelecidos, os percentuais divulgados no PTSR ainda serão revisados”, afirma o diretor do Departamento de Gestão de Risco Rural do Ministério da Agricultura, Luiz Corrêa.

Percentuais - Por ora, os percentuais definidos para a soja, milho, arroz e feijão serão superiores em 10% nas Unidades da Federação em que possuírem “substancial importância econômica, ao mesmo tempo em que estão sujeitas a maior vulnerabilidade climática”, de acordo com a Portaria. Os valores também serão maiores aos enquadrados no Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) e aos produtores de orgânicos.

LOA- Em 2012, foram disponibilizados R$ 174 milhões pela Lei Orçamentária Anual (LOA), valor que já foi totalmente contratado. Outros R$ 100 milhões aguardam aprovação do Congresso Nacional para serem liberados às empresas seguradoras ainda este ano. Todos os itens definidos no PTSR 2013-2015 poderão sofrer reajustes, sempre que justificados pelos interesses de política pública. Para acessar o texto da Portaria nº 26 na íntegra, clique aqui. (Mapa)

CRÉDITO: Médio produtor contrata R$ 1 bi a mais na safra 2012/13

Com juros de 5% ao ano, os financiamentos pelo Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) somaram R$ 3,7 bilhões entre julho e outubro deste ano. O resultado é 34% superior aos R$ 2,7 bilhões contratados nos mesmos meses de 2011, de acordo com informações da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Resultado - O resultado do período refere-se à soma das operações pelo Pronamp de custeio e comercialização e de investimento. Os financiamentos de custeio e comercialização tiveram aumento de 45,5% no período comparado ao ano passado, alcançando R$ 3 bilhões, enquanto as aplicações para investimento totalizaram 705 milhões (alta de 17,6%).

Crédito disponível - Somando todas as operações voltadas ao médio produtor rural, o crédito disponível na safra atual totaliza R$ 11,15 bilhões. O valor representa um incremento de 43% sobre os R$ 7,8 bilhões disponibilizados no ano-safra 2011/12.

Estratégico - O estímulo ao agronegócio é estratégico para o Governo pela importância que o setor tem sobre o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, nas exportações, na geração de emprego e renda e no desenvolvimento regional. As facilidades anunciadas no Plano Agrícola e Pecuário 2012/13 – que ampliou os recursos e reduziu os juros – devem garantir competitividade ainda maior na safra atual. (Mapa)

COMMODITIES AGRÍCOLAS: Mais um mês de queda nas cotações

As cotações da maior parte das principais commodities agrícolas negociadas pelo Brasil no exterior confirmaram as expectativas e voltaram a perder sustentação neste mês de novembro, aprofundando uma tendência de acomodação em patamares menores que deverá marcar esses mercados em 2013. As incertezas que pairam sobre a economia global, irradiadas sobretudo pela difícil recuperação americana, pelas fragilidades europeias e pela desaceleração chinesa, voltaram a exercer pressão baixista por seus reflexos sobre a demanda, ao mesmo tempo em que o fluxo de oferta de alguns produtos ganhou corpo e tranquilizou os compradores, amplificando as retrações.

Altas pequenas - Segundo cálculos do Valor Data baseados nas médias mensais dos contratos futuros de segunda posição de entrega (normalmente os de maior liquidez) de produtos negociados nas bolsas de Chicago (soja, milho e trigo) e Nova York (açúcar, café, cacau, suco de laranja e algodão), apenas cacau e suco não recuaram em novembro (a média do mês foi fechada no dia 29) sobre outubro, mas as altas foram pequenas.

Escoamento de safras - Com as novas quedas observadas, as cotações de soja e milho, que acusam os efeitos do escoamento das safras do Hemisfério Norte - apesar da quebra nos Estados Unidos - e das boas perspectivas para a produção na América do Sul, voltaram aos níveis de junho, enquanto o trigo desceu ao degrau de julho, o que também foi observado no mercado de algodão na bolsa de Nova York.

Sangrias - Mas as sangrias de maior destaque continuam a ser as de café e açúcar. Com a "ajuda" das ofertas do Brasil nos respectivos mercados, as cotações de ambos fecham novembro com as menores médias mensais desde meados de 2010 - junho e agosto daquele ano, respectivamente.

Espiral de queda - Para Fabio Silveira, sócio-diretor da RC Consultores, os preços das commodities já atingiram seu pico e devem mesmo entrar em uma volátil espiral de queda não só nos próximos meses, mas nos próximos anos. Como informou o Valor Pro, segundo ele os mercados de matérias-primas tendem a se ajustar a um cenário de menor crescimento econômico mundial, com os países desenvolvidos praticamente estagnados desde a crise de 2008 e o freio chinês.

Apetite menor - "De modo geral, os fundos de investimento estão perdendo o apetite pelas commodities, pois não acreditam mais no discurso de crescimento da demanda", afirma Silveira. Segundo ele, o excesso de liquidez ajudou a segurar os preços das commodities "de forma até artificial" por algum tempo, "mas a tendência de acomodação é clara". "O mundo vai crescer pouco nos próximos anos".

Níveis - Impulsionadas pela demanda chinesa e o excesso de liquidez no mundo, as commodities em geral começaram a subir com força a partir de 2003 e, nos cinco anos seguintes, reverteram a queda acumulada ao longo de todo o século 20. Os índices de commodities sofreram queda abrupta em 2008, com o estouro da bolha imobiliária nos Estados Unidos, mas voltaram a subir a partir de 2010. Mas muitas deles, particularmente os de agrícolas, mantêm-se em níveis historicamente elevados.

Soja - Prova disso é que a soja, por exemplo, alcançou sua média mensal recorde em Chicago em setembro passado, catapultada pela estiagem que prejudicou a safra 2012/13 nos EUA. Em relação a essa máxima, a média de novembro foi 13,9% inferior. No milho, a maior média mensal da história foi registrada em agosto deste ano, também sob a influência da seca americana, e em relação a ela o resultado deste mês é 8,1% inferior.

Média mensal máxima - Conforme o Valor Data, os contratos futuros de segunda posição de açúcar, cacau, algodão e café atingiram suas médias mensais máximas no primeiro semestre de 2011 - janeiro, fevereiro, março e abril, respectivamente. Na comparação com esses picos, a média de novembro do açúcar em Nova York cai 34,9%, a do cacau 29,1%, a do algodão 63,1% e a do café 45,7%. Nos mercados de suco e trigo, os recordes de alta são mais antigos. Na bebida, de dezembro de 2006; no cereal, de março de 2008.

Sustentabilidade - Para o diretor-executivo da Organização Internacional do Café (OIC), Robério Oliveira Silva, o atual nível de preços do produto já está a um ponto de afetar a sustentabilidade da cafeicultura mundial. "A cafeicultura de montanha brasileira está ameaçada", afirmou ele ao Valor em evento realizado na Bahia.

Valorizações acumuladas - Mesmo com o aumento da pressão baixista em outubro e novembro, os grãos ainda apresentam valorizações acumuladas consideráveis neste ano e nos últimos 12 meses. Em Nova York, contudo, açúcar, café, cacau, suco e algodão apresentam quedas quase generalizadas nas duas comparações. O cacau quebra a regra porque a média de novembro é superior à de dezembro de 2011. (Valor Econômico)

INFRAESTRUTURA: Pátio de Triagem do Porto de Paranaguá terá novo acesso

infraestrutura 30 11 2012O governador do Paraná, Beto Richa, autorizou na quarta-feira (28/11) a realização da licitação para contratar o serviço que irá construir um novo acesso para caminhões ao Pátio de Triagem do Porto de Paranaguá. Orçado em R$ 2,4 milhões, o projeto prevê a construção de 1,2 km de via marginal que irá ordenar o fluxo de caminhões ao Pátio, promovendo a segurança no tráfego e mais agilidade no acesso.

Solução - A solução que será adotada prevê implantação de um canteiro central e delimitação do acesso ao pátio de triagem por via marginal, desde a rotatória da avenida senador Atílio Fontana até a marginal de acesso. Com a implantação do canteiro central, o fluxo de veículos vindos da Estrada Velha de Alexandra – que dá acesso ao Pátio – em direção à Rua 13 será impedido, evitando o cruzamento na BR 277.

Melhoria - A obra de construção do novo acesso ao Pátio de Triagem integra um Programa de Recuperação e Ampliação da Capacidade do Pátio de Triagem do Porto de Paranaguá. De acordo com o superintendente da Appa, Luiz Henrique Dividino, o objetivo do programa é melhorar o nível de atendimento dos serviços nos portos paranaenses. “O Pátio de Triagem foi construído na década de 70 e, de lá para cá, não passou por reformulações. Com as soluções que iremos implantar, acabaremos com o problema das filas de caminhões que se repetem a cada safra. A determinação do governador Beto Richa é de que os exportadores e os caminhoneiros não podem sofrer com o problema de falta de estrutura do Porto. E estamos trabalhando para resolver esta questão”, explica.

Programa – Além do novo acesso, o Programa de Recuperação do Pátio prevê melhorias na iluminação, sinalização, sonorização, recuperação da pavimentação, nova estrutura para recepção de caminhoneiros e ampliação de área para recebimento de caminhões. A Appa já concluiu a pavimentação e concretagem de algumas vias internas do pátio. Ainda em dezembro, será licitada a contratação de um serviço que prevê a melhoria em todo o sistema de sonorização do pátio, utilizado para chamar os caminhões liberados para descarregarem nos terminais.

Nova pintura - Também será realizada nova pintura com marcação dos boxes de estacionamento dos caminhões, que irá ordenar as vagas disponíveis e evitar mau uso das mesmas, que acaba causando diminuição no número de boxes. 

Quarta pista - Esta prevista para o início de 2013 a realização da obra da quarta pista de rolamento com 100 metros de comprimento que dá acesso ao setor de classificação de produtos, feita pela Codapar. O pátio contará com novas placas de sinalização internas, para orientar o fluxo e marcar os setores.

Ajustes - A Diretoria Técnica da Appa está finalizando ajustes no prédio recém-construído, que vai dar lugar ao receptivo de caminhoneiros. O lugar servirá como apoio enquanto os motoristas aguardam para fazer a descarga dos caminhões. O local terá bancos, balcão de informação, sala de espera e banheiros.

Ampliação – O Programa de Recuperação e Ampliação da Capacidade do Pátio de Triagem do Porto de Paranaguá prevê também a ampliação do pátio, através da aquisição de uma nova área suficiente para dobrar a atual capacidade do local. “Estas obras no Pátio integram o amplo programa de modernização dos portos paranaenses que está sendo promovido pelo Governo do Paraná, com o objetivo de adequar os portos às necessidades atuais, melhorando a qualidade do serviço e acabando com o problema das filas”, explica Dividino.

Acesso – Na nova via de acesso ao pátio será instalado um sistema de iluminação e sinalização, com o objetivo de aumentar a segurança viária e prestar as informações necessárias aos usuários da rodovia. A obra conta ainda com projeto de paisagismo, com a instalação de passeios ao longo das áreas de acesso ao pátio, bem como o enleivamento (plantação de grama) nas áreas não pavimentadas. A previsão é de que a obra leve cerca de 120 dias para ser concluída, a partir da assinatura do contrato com a empresa ganhadora da licitação.

Novo portal - Com a finalização do novo acesso, passa a operar o novo portal de entrada do pátio, equipado com cinco guaritas de entrada e saída de caminhões. A obra vai permitir que o fluxo de caminhões, principalmente durante a safra, seja atendido com maior agilidade. (Assessoria de Imprensa da Appa)

RECEITA FEDERAL: Carga tributária chegou a 35,31% do PIB no ano passado

carga tributaria 30 11 2012A carga tributária brasileira subiu em 2011 e encerrou o ano passado representando 35,31% do Produto Interno Bruto (PIB). O cálculo oficial da Carga Tributária Brasileira (CTB) foi divulgado nesta quinta-feira (29/11) pela Receita Federal. Em 2010 os impostos foram equivalentes a 33,56% do PIB, e em 2009 o percentual tinha sido de 33,14%.

Levantamento - Segundo a Receita, o PIB somou R$ 4,143 trilhões no ano passado, enquanto os brasileiros pagaram R$ 1,462 trilhão em impostos. Para o levantamento da CTB a Receita considera os pagamentos compulsórios (definidos em lei) realizados por pessoas físicas e/ou jurídicas, inclusive as de direito público. Não fazem parte da conta pagamentos que configurem sanção, penalidade ou outros acréscimos legais.

Variação - A variação da carga tributária entre 2010 e 2011 é explicada, segundo a Receita, pelo crescimento de 2,7% da economia e pela alta de 8,15% da arrecadação. A carga tributária da União respondeu por 70% da arrecadação total, contra 69% em 2010. Os Estados responderam por 24,44% (ante 25,45%) e os municípios por 5,52% (5,51% em 2010).

Carga tributária líquida subiu para 20,17% - A carga tributária líquida, que corresponde à carga tributária bruta descontada das transferências de assistência, previdência e subsídios, fechou 2011 em 20,17% do Produto Interno Bruto (PIB), contra 18,60% do PIB em 2010. Tal percentual é o maior desde 2002, início da série histórica disponibilizada pela Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda. A Previdência Social desconta 6,79% do PIB da carga tributária bruta, sendo o principal fator de desconto, seguido pelo regime de previdência do servidor público, com 4,15%. Em valores absolutos, a carga líquida foi de R$ 835,5 bilhões em 2011, contra R$ 701,3 bilhões em 2010. (Valor Econômico)

BRASIL: Investimento público mantém desaceleração no semestre

Mesmo com a necessidade de aumentar os investimentos públicos para assegurar a retomada da atividade econômica, o ritmo de desembolsos para essa finalidade desacelera desde o mês de julho. O pico da expansão do investimento foi de 30,7% nos seis primeiros meses do ano ante mesmo período de 2011. Depois disso, a taxa passou para 29,4% no acumulado até julho e para 22,9% até outubro na mesma comparação.

Dez primeiros meses - Nos dez meses deste ano, os investimentos somaram R$ 50,9 bilhões, sendo R$ 11,2 bilhões do programa Minha Casa, Minha Vida. No mesmo período de 2011, o dispêndio foi de R$ 41,4 bilhões, sendo R$ 5,8 bilhões do programa habitacional. Para o secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, o importante é que o investimento está crescendo e vai se acelerar no fim deste ano e em 2013, puxado não apenas por construção de moradias como também por obras em infraestrutura, principalmente, transporte.

Fenômeno - "Está acontecendo o fenômeno que esperávamos", disse Augustin. A tendência, na avaliação otimista do secretário, é que os investimentos em infraestrutura ganhem mais espaço no fim deste ano e em 2013. "Enxergamos um pagamento maior dessas despesas", disse. "O navio está ganhando velocidade."

Impedimentos - Um aumento mais consistente do investimento, porém, está sendo impedido pela elevação de outras despesas, e pela frustração de receitas, provocada pelo baixo ritmo de atividade econômica. Enquanto a despesa total teve alta de 12,1%, a receita líquida avançou 7,3%.

Superávit primário - Com isso, o superávit primário acumulado no ano caiu de R$ 86,7 bilhões, em 2011, para R$ 64,7 bilhões. Em relação ao PIB, a economia feita para pagamento de juros dívida caiu de 2,54% para 1,77%. Esse cenário obrigou o governo a admitir que vai descontar R$ 25,6 bilhões em investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) da meta de superávit primário de R$ 139,8 bilhões.

Dentro do programado - Mesmo com a desconfiança do mercado, que vê a necessidade de um abatimento maior que o anunciado para atingir o superávit primário, o secretário disse que o governo não trabalha com a possibilidade de desconto superior. Lembrou que, em 12 meses, a economia é de R$ 71,4 bilhões, o equivalente à meta do governo central descontada para o ano. "Estamos em linha com o programado", disse. Augustin não informou se o abatimento será maior, caso os Estados e municípios não atinjam a economia esperada no fim do ano.

Desconto necessário - Segundo ele, o desconto da meta foi necessário, porque a prioridade do governo neste ano tem sido adotar medidas de estímulo à economia para que o impacto da situação da crise internacional no Brasil fosse amenizado. "Em nenhum momento deixamos de tomar iniciativas de estímulo ao crescimento econômico, mesmo que isso viesse a gerar necessidade de abatimento" do PAC na meta fiscal. Augustin explicou que as receitas caem devido às desonerações feitas pela área econômica, de R$ 45 bilhões neste ano, e pelo crescimento menor.

Reação - Para Augustin, a economia brasileira já começou a reagir. Porém, destacou que o efeito da redução da taxa básica de juros e do câmbio mais favorável demora entre seis e nove meses para aparecer. Sobre o câmbio, o secretário ressaltou que está "num patamar bem melhor do que no passado, mais próximo daquilo que entendemos o melhor para a economia brasileira. "

Outubro - Nesta quinta-feira (29/11), o Tesouro Nacional divulgou que o superávit primário em outubro foi de R$ 9,914 bilhões, o quarto melhor da série histórica para meses de outubro. Assim como já havia sido antecipado pelo secretário no mês passado, o resultado veio "forte", devido à concentração de pagamentos de tributos no início de trimestre. "Foi alto mesmo sem dividendos", disse. No mês passado, as empresas públicas repassaram ao Tesouro Nacional apenas R$ 16 milhões em dividendos.

Acumulado - No acumulado do ano, o Tesouro recebeu R$ 19,7 bilhões em dividendos, ou seja, ainda restam R$ 9,3 bilhões para entrar no caixa até o fim do ano. A previsão é de recebimento de R$ 29 bilhões em 2012 - um patamar recorde. (Valor Econômico)

 

 

INTERNACIONAL: Economia dos EUA volta a perder força no fim do ano

A economia dos Estados Unidos cresceu a uma taxa anualizada de 2,7% no terceiro trimestre, segundo a revisão divulgada nesta quinta-feira (29/11) pelo Departamento de Estado. O país deve, porém, voltar a perder força no trimestre atual, por causa da incerteza em relação ao chamado abismo fiscal – uma série de altas em impostos e de cortes em investimentos que pode entrar em vigor no início de 2013, caso não haja um acordo político.

Razão - A principal razão para a revisão em alta no terceiro trimestre – a estimativa inicial havia sido de alta de 2% no PIB – foi que as empresas voltaram a preencher seus estoques a um ritmo mais rápido que o anteriormente estimado. Isso compensou o crescimento mais fraco nos gastos dos consumidores. A maioria dos economistas afirma que o crescimento econômico americano deve desacelerar para abaixo de 2% no quarto trimestre. Esse patamar é geralmente considerado muito fraco para reduzir rapidamente a taxa de desemprego.

Menos gastos - O economista-chefe da Capital Economics, Paul Ashworth, afirmou que as empresas devem estar mais lentas na reposição de estoques, prevendo menos gastos dos consumidores. Nos EUA, os gastos dos consumidores representam quase 70% da atividade econômica.

Antecipação - Os economistas citam duas razões para a fraqueza antecipada nos gastos dos consumidores e das empresas. A tempestade Sandy – que chegou aos EUA com força de furacão – interrompeu as atividades durante alguns dias no fim de outubro e início de novembro na Costa Leste. Outro motivo é que os gastos podem diminuir perto do fim do ano, se os congressistas e o presidente Barack Obama não evitarem o abismo fiscal.

Estoques - As companhias “devem reduzir seus estoques caso o Congresso fracasse em sua tarefa, o que é sempre uma possibilidade”, afirmou Joel Naroff, economista-chefe da Naroff Economic Advisors. (Associated Press / Valor Econômico)

COEP/PR: Presidente da Acrisa, Maria da Graça Melchiors, recebe o Prêmio Betinho

A presidente da Associação de Apoio à Criança e ao Adolescente (Acrisa), Maria da Graça Melchiors, foi a ganhadora da cidade de Curitiba do Prêmio Betinho – Atitude Cidadã, concedido pelo Comitê de Entidades no Combate à Fome e pela Vida (Coep). Nascida em Itajaí (SC), Maria da Graça foi uma das fundadoras da Acrisa, entidade criada a partir do Comitê de Cidadania, em 1993. Inicialmente, as ações consistiam em distribuições de meias, cobertores e cestas básicas para moradores em situação de vulnerabilidade social de Vila Vicente Macedo, Piraquara. Após pesquisa com os moradores da região, percebeu-se a necessidade de projetos que proporcionassem melhoria na qualidade de vida das famílias. Então, foram desenvolvidos o BB Educar, para alfabetização de jovens e adultos; a Sementinha Viva, de orientação a gestantes e lactantes; a Estrelinha, curso de tricô, bordados, pintura em tecidos para mulheres. Além disso, foram realizados bazar de roupas usadas, atividades recreativas para crianças e cursos bimestrais sobre alimentação saudável.

Projetos - Atualmente, há dois importantes projetos em andamento, são eles o Reciclepel, que capacita jovens de baixa renda no mercado de trabalho por meio de cursos profissionalizantes e utilização de materiais recicláveis; escola Casa dos Girassóis, que oferece turmas de Educação Infantil e Ensino Fundamental para crianças.

Entrega – A entrega do Prêmio Betinho será realizada no início de 2013, em cerimônia pública. Promovida desde 2008, a iniciativa visa valorizar as pessoas que se mobilizam de diversas formas, em todo o país, para melhorar as condições de vida de comunidades de baixa renda. Clique aqui e confira a lista completa dos vencedores da edição de 2012 do Prêmio Betinho – Atitude Cidadã. 


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