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Sistema Ocepar - Paraná Cooperativo - Informe Diário

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 2978 | 22 de Novembro de 2012

BRASÍLIA: Diretoria da Ocepar se reúne com a ministra Gleisi Hoffmann

Apresentação de propostas conjunturais e estruturantes para a agropecuária e para o cooperativismo brasileiro foi o tema central de uma reunião realizada nesta quarta-feira (21/11), em Brasília (DF), entre a diretoria do Sistema Ocepar e a ministra da Casa Civil Gleisi Hoffmann. Estiveram presentes ao encontro o presidente do Sistema Ocepar, e também diretor da OCB, João Paulo Koslovski, o presidente da Coamo, José Aroldo Gallassini, o presidente da Frimesa, Valter Vanzella, o presidente da C.Vale, Alfredo Lang, o presidente da Integrada, Carlos Murate , o presidente da Cocamar, Luiz Lourenço, e o presidente da Copagril, Ricardo Chapla e o presidente da Bom Jesus, Luiz Roberto Baggio. O encontro foi acompanhado também pelo superintendente da OCB, Renato Nóbile e pelo assessor da ministra, Gilson Bitencourt. No mesmo dia, houve uma reunião com o vice-presidente de agronegócio do Banco do Brasil, Osmar Dias. “Levamos os principais anseios que as cooperativas têm em relação aos programas de relacionamento com o banco, os nossos diretores puderam se manifestar e expor suas demandas e realmente sentimos que há um interesse da instituição em ter uma aproximação cada vez maior com as cooperativas para atender as demandas por financiamento do setor”, informou Koslovski.

Propostas – Ajustes no Programa de Desenvolvimento Cooperativo para Agregação de Valor à Produção Agropecuária (Prodecoop) e no Programa de Capitalização das Cooperativas Agropecuárias (Procap Agro); crédito para financiar atividades meio e que não são amparadas no âmbito do Prodecoop e Procap Agro; a criação de um programa que permita a formação de parcerias entre o Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e as cooperativas, estão entre as demandas elencadas pelos cooperativistas paranaenses e apresentadas à ministra. “A audiência foi muito positiva pois tivemos a oportunidade de apresentar alguns projetos conjunturais pendentes de soluções junto ao governo federal e que estão afetando os investimentos em nossas cooperativas”, disse o presidente do Sistema Ocepar, João Paulo Koslovski. Segundo ele, foram discutidos em torno de 10 pontos conjunturais, além de projetos de interesse maior e considerados estruturais, como a revisão do crédito rural, a questão da capitalização das cooperativas de crédito e uma revisão para que o setor tenha programas junto ao BNDES que possam financiar investimentos das cooperativas, já que o setor não tem acesso ao BNDESPar.

Encaminhamento – “Discutimos ponto a ponto cada uma das propostas que levamos até a ministra Gleisi e nos colocamos a disposição para auxiliar no que for necessário para que as coisas aconteçam com a agilidade que o setor cooperativista necessita para continuar seu processo de desenvolvimento”, disse o presidente do Sistema Ocepar. Segundo ele, a ideia agora é participar dos grupos de trabalho que estão discutindo estes assuntos. “Mas independente disso, vamos constituir um grupo de dirigentes do Paraná para formatar uma proposta de médio e longo prazo para o agronegócio brasileiro. Este trabalho será coordenado pela Ocepar, e na sequência, queremos levar para dentro da OCB e, na sequência, partilhar isso com o governo, levando as intenções, as propostas do nosso setor para que a gente possa ter em definitivo uma política de médio e longo prazo que dê mais estabilidade para a produção de alimentos no país”, disse.   

Otimismo - Os diretores do Sistema Ocepar avaliaram como positiva a audiência com a ministra Gleisi Hoffmann, destacando, principalmente, o fato de que ela foi receptiva em relação às propostas apresentadas. “Nossa avaliação é bem positiva porque, dentro do que nós necessitamos e pretendemos para o agronegócio e para o cooperativismo, a ministra demonstrou que tem interesse e tem planos para montar projetos para o cooperativismo”, disse o presidente da Copagril, Ricardo Chapla. Segundo o dirigente, há otimismo também em relação ao encaminhamento das propostas. “Acredito que dentro do que nós solicitamos, com certeza temos vários assuntos que serão concretizados no decorrer dos próximos meses”, aposta. “Nossa intenção é fazer uma contribuição para a modernização do crédito, ou seja, olhar o Brasil como um todo e não apenas a nossa paróquia, motivando o governo a se preocupar com a agricultura da mesma forma que ele se preocupa com a indústria. A agricultura está ficando em segundo plano, então precisamos valorizar, colocar a importância da agricultura e ser reconhecidos e com isso ter políticas um pouco mais coerentes. Não se vai, não se cresce, não se avança, não se industrializa, não se agrega valor sem financiamento. Isto deixamos muito claro para a ministra”, disse o presidente da Cocamar, Luiz Lourenço. 

Importância - Já o presidente da C.Vale, Alfredo Lang, parabenizou o Sistema Ocepar pela iniciativa de solicitar a audiência com a ministra Gleisi. “Foi muito providencial, oportuno e importante, porque tivemos a oportunidade levar as nossas reivindicações do setor quanto a necessidade do governo de ter uma política mais ampla, mais a longo prazo. E isso passou por uma conversa por desburocratizar o crédito rural, tornando-o um crédito rotativo, e também reduzir o custo do dinheiro, por meio da redução do juro do Prodecoop”, disse. Lang também parabenizou a Ocepar pela  iniciativa de se colocar a disposição no sentido de ajudar a desenvolver um trabalho em âmbito nacional, e não apenas paranaense, ou seja para o Brasil. “Se for local, esse trabalho não vai ter uma aceitação ampla dentro do governo”, disse.

Agenda – “Se conseguirmos encaminhar essa agenda, o cooperativismo ganhará maior competitividade e ficará melhor capitalizado”, pondera o representa nacional do ramo Agropecuário do Sistema OCB e presidente da Bom Jesus, Luiz Roberto Baggio. “As propostas são boas para o setor e principalmente para o associado, que terá melhores oportunidades de geração de renda”. O superintendente da OCB, Renato Nobile, acrescentou: “Nosso anseio de ter uma política agrícola permanente, em vez de ciclos do Plano Safra, parece estar bem próxima de ser realizada também”.

 

Clique aqui e confira na íntegra as propostas discutidas com a ministra Gleisi Hoffmann

 

 

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FÓRUM COOP: Beto Richa participa da abertura do evento

O governador do Estado do Paraná Beto Richa participará da solenidade de abertura do Fórum Coop 2012, às 19h desta quinta-feira (22/11), em Carambeí. O evento reunirá cerca de 700 pessoas para discutir as necessidades do setor cooperativista e assistir a palestras de diversas autoridades e especialistas do agronegócio.

Ano Internacional - O Fórum Coop é o último evento do calendário oficial da Organização das Cooperativas do Brasil (OCB), alusivo ao Ano Internacional das Cooperativas, e de realização do Sistema Ocepar em parceria com o Parque Histórico de Carambeí e com as Cooperativas Agroindustriais Batavo, Castrolanda, Capal e Bom Jesus.

Carta de Carambeí - Durante o Fórum, será escrita a “Carta de Carambeí” que será destinada às autoridades governamentais. Além de diversos associados das cooperativas paranaenses, participarão estudantes universitários e diversas autoridades do setor como o presidente da OCB, Márcio Lopes, o presidente do Sistema Ocepar, João Paulo Koslovski, presidentes de diversas cooperativas paranaenses, entre outros.

Eventos paralelos - O evento se estende até o próximo sábado (24/11) e contará com diversos eventos paralelos da Ocepar, como o Encontro de Núcleos do Sistema e o modelo de integração das Cooperativas do ABC; e de resgate histórico promovidos pelo Parque Histórico de Carambeí, como, por exemplo, a Festa da Colheita, que mostrará ao visitante a evolução tecnológica ocorrida na agricultura por conta da mecanização; e a encenação do cotidiano do início do século passado.

Serviço - Beto Richa na abertura oficial do Fórum Coop 2012 / Data: 21/11/2012 / Horário: 19h / Local: Parque Histórico de Carambeí /Endereço: Avenida dos Pioneiros, 4.050 – Carambeí (PR). (Assessoria de Imprensa do Fórum Coop 2012)

 

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RAMO TRANSPORTE: Dirigentes avaliam ações do ano e discutem plano para 2013

O Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR) promoveu o Fórum das Cooperativas do Ramo Transporte, na manhã desta quinta-feira (22/11), na sede da Cooperativa Batavo, em Carambeí, na região paranaense dos Campos Gerais. O evento teve participação de 23 dirigentes que estiveram reunidos para fazer uma avaliação das atividades realizadas em 2012 e discutir o planejamento para 2013. O Sescoop/PR esteve representado pelo gerente de Desenvolvimento Humano, Leonardo Boesche, pelo coordenador de Desenvolvimento Cooperativo, João Gogola, e pelos analistas Jessé Rodrigues, Fernando Mendes, Edson Luis Carvalho de Souza e  Emerson Barcik. Houve ainda a participação do contador da Fecoopar, Carlos Gonçalves.

Ações - O evento foi aberto pelo presidente do Sincoopar Transportes e da cooperativa Coptrans, Dorival Bartzike. Na sequência, João Gogola apresentou um balanço sobre as ações realizadas pelo Sistema Ocepar em defesa das demandas do ramo transporte, como participação em reuniões, audiências públicas e eventos diversos ocorridos em Brasília, Curitiba e interior do Estado, destinados a discutir temas diversos e normativos, como a Lei 12619/12, conhecida como a Lei do Motorista; a resolução da ANTT 3658, que trata da conta frete; a resolução do Contran 403/2012, sobre a tolerância de peso por eixo dos caminhões, entre outros itens. “Sem dúvida nenhuma, nossa maior conquista foi a redução de 40% para 10% da base de cálculo do Imposto de Renda para o transportador autônomo que valerá a partir de janeiro de 2013. Temos que comemorar essa medida, que foi estabelecida por meio do artigo 18, da Medida Provisória 582, publicada no dia 20 de setembro”, destacou Gogola.

Oportunidade - “Com essa redução do Imposto de Renda a partir de janeiro, com certeza teremos mais oportunidades de crescer”, disse José Ângelo Faria, presidente da Cooperfax, sediada em Faxinal e que opera com o transporte de grãos. Constituída no mês de janeiro deste ano, a cooperativa possui 42 cooperados. Faria disse ainda que sempre procura participar dos Fóruns do ramo transporte promovidos pelo Sescoop/PR. “É importante para ficarmos atualizados em relação às leis e sobre as novidades que estão por vir”, acrescentou.

Ramo transporte – No Paraná, o ramo transporte é composto por 26 cooperativas registradas no Sistema Ocepar, das quais 24 atuam com transporte de cargas, uma com transporte náutico e uma com transporte de passageiros. O segmento contempla 1.900 cooperados, 220 funcionário e vem crescendo a uma média de 15% ao ano, de acordo com os indicadores econômicos apresentados pelo analisa Jessé Rodrigues ao final do evento. “Em 2011, o ramo transporte atingiu R$ 211,6 milhões de movimentação econômica e até o mês de setembro deste ano já havia faturado R$ 170 milhões”, frisou.

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COOPERATIVA DO ANO I: Surpresas na oitava edição do Prêmio Cooperativa do Ano

Mais de 400 pessoas – dentre ministros de estado, autoridades, parlamentares e diretores de cooperativas – prestigiaram a cerimônia de entrega da oitava edição do Prêmio Cooperativa do Ano. Em uma noite que teve como tema a poesia e os sabores do cerrado brasileiro, os convidados conheceram as 21 cooperativas eleitas as melhores de 2012, em sete categorias, pelo Sistema OCB. O evento, realizado em Brasília, reconheceu a criatividade, a inovação e a qualidade de pelo menos 80 cooperativas brasileiras. Destas, 21 receberam troféus de vencedoras da etapa nacional do prêmio nas seguintes categorias: Atendimento; Benefício; Comunicação e Difusão do Cooperativismo; Cooperativa Cidadã; Desenvolvimento Sustentável; Inovação e Tecnologia, além de Fidelização.


Troféus - Ao final da cerimônia, um fato chamou a atenção dos espectadores mais atentos: o Sistema OCB premiou cooperativas das cinco regiões brasileiras. Paraná, Santa Catarina e Minas Gerais foram os estados com o maior número de premiados, mas também foram entregues troféus para cooperativas de São Paulo, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Alagoas, Ceará e Espírito Santo. Outro fato que arrancou aplausos da plateia foi a informação de um prêmio surpresa para as sete grandes campeãs da noite: dois pacotes de viagem para o berço do cooperativismo, a cidade de Nova Petrópolis.

Selo de referência - Além das 21 cooperativas vencedoras da etapa nacional, o Sistema OCB reconheceu o talento, a qualidade da gestão e a eficiência de 80 cooperativas de todo o Brasil que receberam o selo “Projeto de Referência Estadual”. Vale destacar: dos 212 projetos inscritos no Prêmio Cooperativa do Ano, apenas 80 receberam a honraria. Todos os certificados com o selo do projeto ficarão registrados nos arquivos permanentes da OCB e poderão ser utilizados pelas cooperativas como prova da qualidade e da competência da sua gestão.

Tema - O Prêmio Cooperativa do Ano reuniu pessoas de todo o país em torno de um mesmo tema: cooperativas constroem um mundo melhor. Fato destacado pela ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, em um discurso que arrancou aplausos da plateia: “Temos uma chance excepcional de fazer um Brasil mais justo e sustentável”, disse. “Por isso, faço aqui um convite à Organização das Cooperativas Brasileiras, a OCB, para se juntar a nós, em um termo de cooperação, na implantação do cadastro rural no país. A OCB é nossa parceira, por isso peço a ela e a vocês todos, cooperativistas, que nos ajudem a proteger o meio ambiente”.

Ano Internacional - A importância do cooperativismo para a construção de um mundo melhor também foi ressaltada pelo presidente do Sistema OCB e anfitrião do evento, Márcio Lopes de Freitas. “Esta edição do prêmio é especial, é alusiva ao Ano Internacional das Cooperativas, uma conquista dos cooperativistas do mundo todo. E as nossas cooperativas realmente mereciam essa homenagem, ser reconhecidas como instituições sérias que são - comprometidas com a sua base, os seus cooperados, e com a sociedade. Foi assim em 2008 e 2009, durante a crise financeira internacional, e assim será sempre. Que o Ano Internacional seja um marco para um crescimento ainda maior do setor cooperativista”, enfatizou Freitas.


Novos desafios - Outro grande momento da noite foi o discurso do embaixador especial do cooperativismo mundial na Organização das Nações Unidas para Alimentação (FAO), Roberto Rodrigues. Após a Organização das Nações Unidas (ONU) nomear 2012 como Ano Internacional das Cooperativas, a meta, agora, é conquistar um Prêmio Nobel da Paz para o cooperativismo. “Precisamos da mobilização de todos vocês”, convocou Rodrigues, ao lembrar que hoje quase 4 bilhões de pessoas estão ligadas ao movimento. “O cooperativismo é um promotor de igualdade social, de sustentabilidade e equidade, o que resulta na promoção da paz social entre as pessoas e os países”, resumiu.


Força do cooperativismo - A opinião do embaixador especial do cooperativismo estava em perfeita consonância com os do diretor da revista Globo Rural, Bruno Blecher, parceiro do Sistema OCB na realização do prêmio Cooperativa do Ano. “Temos que começar a “bater tambor” e mostrar a força do cooperativismo. Afinal, o movimento tem feito um belo trabalho e muitas pessoas, principalmente nos grandes centros urbanos, ainda não o conhecem”, alertou. O presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Maurício Lopes, também destacou a expressividade do segmento, fazendo referência ao Ano Internacional das Cooperativas. “Nesse ano tão especial para o cooperativismo, um reconhecimento justo das Nações Unidas, jogamos luzes para esse tema tão importante à sociedade. E o setor realmente vem trazendo muitos benefícios. Para a nossa instituição, especificamente, tem sido um grande aliado na disseminação de conhecimentos e de novas tecnologias no campo”, disse o presidente da Embrapa.

 

Conheça a relação das vencedoras do Prêmio Cooperativa do Ano

 

1Premio OCB Large

COOPERATIVA DO ANO II: Importância do cooperativismo é destacada na entrega do Prêmio

“Temos que começar a “bater tambor” e mostrar a força do cooperativismo. Afinal, o movimento tem feito um belo trabalho e muitas pessoas, principalmente nos grandes centros urbanos, ainda não o conhecem. O cooperativismo agrícola e de crédito são exemplos claros dessa expressividade, e os números comprovam isso. Só no Paraná, a movimentação do segmento triplicou nos últimos anos”. Assim, o diretor de redação da revista Globo Rural, Bruno Blecher, parceira do Sistema OCB na realização do Prêmio Cooperativa do Ano, ressaltou a importância do movimento cooperativista durante o anúncio das vencedoras de 2012. O evento ocorreu na noite da última terça-feira (20/11), em Brasília (DF), e contou com a presença de lideranças e representantes do setor, além de outras autoridades.

Disseminando novas tecnologias - O presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Maurício Lopes, também destacou a expressividade do segmento, fazendo referência ao Ano Internacional das Cooperativas. “Nesse ano tão especial para o cooperativismo, um reconhecimento justo das Nações Unidas, jogamos luzes para esse tema tão importante à sociedade. E o setor realmente vem trazendo muitos benefícios. Para a nossa instituição, especificamente, tem sido um grande aliado na disseminação de conhecimentos e de novas tecnologias no campo”, disse Lopes.

A premiação – Essa foi a oitava edição do Prêmio Cooperativa do Ano. Projetos de 21 sociedades cooperativas, de dez estados brasileiros, foram consagrados vencedores. Elas concorrem às categorias - Desenvolvimento Sustentável; Cooperativa Cidadã; Comunicação e Difusão do Cooperativismo; Fidelização; Benefício; Atendimento; e Inovação e Tecnologia. (Informe OCB)

COOPERATIVA DO ANO III: C.Vale é destaque na categoria Comunicação e Difusão do Cooperativismo

O Programa Cooperjovem desenvolvido pela C.Vale foi vencedor na categoria Comunicação e Difusão do Cooperativismo, da etapa estadual do 8º Prêmio Cooperativa do Ano, promovido pelo Sistema OCB e Revista Globo Rural. Na etapa nacional, o programa garantiu o segundo lugar para a cooperativa.  Ao todo foram julgados 212 projetos de 138 cooperativas de 20 estados. Do Paraná foram 35 projetos, de 18 cooperativas. A entrega dos prêmios da etapa nacional aconteceu, no dia 20 de novembro, em Brasília e foi prestigiada pelo vice-presidente da C.Vale, Ademar Pedron. Foram premiados os três primeiros lugares em cada uma das sete categorias. Na etapa paranaense, a C.Vale também foi contemplada com o selo Referência Estadual, com o Projeto Biogás, na categoria Desenvolvimento Sustentável. (Imprensa C.Vale)

Premio C.Vale Large

COOPERATIVA DO ANO IV: Cooperativas do Sicoob vencem etapa nacional

Líderes cooperativistas de todo o país e parlamentares se reuniram na noite do último dia 20/11, em Brasília (DF), na solenidade de premiação da oitava edição do Prêmio Cooperativa do Ano, evento promovido pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), em parceria com a revista Globo Rural. Na ocasião, cooperativas do Sicoob, maior sistema cooperativo de crédito do país, foram premiadas em quatro categorias. Entre os convidados do evento estavam a ministra de Meio Ambiente, Izabella Teixeira e o Embaixador Especial da FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura) para o Ano Internacional das Cooperativas, Roberto Rodrigues, o secretário-executivo do Banco Central do Brasil (BC), Geraldo Magela, o vice-presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo, Deputado Federal Paulo Piau (MG), o diretor de redação da Revista Globo Rural, Bruno Blecher, o secretário de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo do Ministério da Agricultura, Caio Rocha, entre outros.

Premiação - Cooperativas do Sicoob se destacaram em quatro premiações. Na modalidade “Comunicação e Difusão do Cooperativismo”, o Sicoob Creditapiranga, de Santa Catarina, ganhou o primeiro lugar. O reconhecimento se deu em função do projeto “Sicoob Creditapiranga 80 Anos” que tem o objetivo de executar ações, valorizando, difundindo e fortalecendo, junto aos associados e comunidades em geral, o espírito cooperativista, tendo em vista os 80 anos da entidade. No mesmo estado, a cooperativa Sicoob Bluecredi foi a segunda colocada na categoria “Fidelização”, com o projeto “Blucredi Mais” que visa aumentar o número de associados ativos e a sustentabilidade da cooperativa, por meio da fidelização do quadro social da cooperativa.

Cooperativa Cidadã - O Sicoob Coopjus, de Minas Gerais, foi o terceiro colocado na categoria  “Cooperativa Cidadã”, com o “Cadastro de Doadores Voluntários de Medula Óssea” que procura sensibilizar a comunidade e servidores de três tribunais (Tribunal Regional do Trabalho, Tribunal Regional Eleitoral, Tribunal Regional Federal) com relação a leucemia e para a necessidade de aumentar o número de cadastro de doadores no banco nacional de medula óssea.

Desenvolvimento Sustentável - A cooperativa Sicoob Credialto, também de Minas Gerais, conquistou o terceiro lugar na categoria “Desenvolvimento Sustentável”, com o projeto “Recicla Eletro – Coleta e destinação adequada de Lixo Eletrônico” que tem o objetivo de conscientizar a população local, criar postos de coleta permanentes de lixo eletrônico, dar uma destinação adequada ao lixo coletado e desenvolver concurso alusivo ao tema na rede escolar da região.

Modalidades - No total, foram entregues 21 premiações de 1º, 2º e 3º lugares para os projetos vencedores da etapa nacional em sete modalidades “Atendimento”, “Benefício”, “Fidelização”, “Cooperativa Cidadã”, “Comunicação e Difusão do Cooperativismo”, “Desenvolvimento Sustentável” e “Inovação e Tecnologia”. As sete grandes campeãs da noite ganharam ainda, dois pacotes de viagem, cada uma, para o berço do cooperativismo no país, a cidade de Nova Petrópolis (RS). Além das 21 cooperativas vencedoras da etapa nacional, o Sistema OCB reconheceu o talento, a qualidade da gestão e a eficiência de 80 cooperativas de todo o Brasil que receberam o selo “Projeto de Referência Estadual”. Vale destacar: dos 212 projetos inscritos no Prêmio Cooperativa do Ano, apenas 80 receberam a honraria.  Todos os certificados com o selo do projeto ficarão registrados nos arquivos permanentes da OCB e poderão ser utilizados pelas cooperativas como prova da qualidade e da competência da sua gestão.

O Prêmio - O objetivo do prêmio foi reconhecer publicamente iniciativas promovidas por cooperativas de todo país, as quais proporcionaram benefícios comprovados aos seus cooperados e à sua região de atuação. A edição deste ano foi comemorativa a 2012, o Ano Internacional das Cooperativas, instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) em dezembro de 2009. Com a iniciativa, a ONU reconhece o papel do cooperativismo na geração de trabalho, renda e consequente redução das desigualdades sociais.

 

Sobre o Sicoob - O Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob) possui mais de 2 milhões de associados em todo o país e está presente em 23 estados brasileiros e no Distrito Federal. O Sicoob é composto por 545 cooperativas singulares, 15 cooperativas centrais e a Confederação Nacional de Cooperativas de Crédito do Sicoob (Sicoob Confederação). Compõe ainda o Sistema o Banco Cooperativo do Brasil (Bancoob), um banco comercial privado, sociedade anônima de capital fechado, cujo controle acionário pertence às entidades filiadas ao Sicoob, e que opera como provedor de produtos e serviços financeiros para as cooperativas. A rede Sicoob é a sexta maior entre as instituições financeiras que atuam no país, com mais de 2 mil pontos de atendimento. As cooperativas inseridas no Sistema oferecem um amplo portfólio de produtos e serviços para seus associados e possibilita acesso a recursos financeiros especiais para empréstimo, investimento e capital de giro, com taxas e juros mais acessíveis. (Imprensa Sicoob)

 

Premio Sicoob Large

INTEGRADA: Cooperados de Mauá da Serra inauguram Museu do Plantio Direto

A cidade de Mauá da Serra, na região de Londrina, ganha, no próximo dia 23, um espaço para guardar parte importante da história da agricultura brasileira. O Museu do Plantio Direto será inaugurado numa cerimônia marcada para às 10 horas e abrirá as portas para mostrar aos visitantes as primeiras máquinas e implementos agrícolas usados no sistema que mudou a história da agricultura no Brasil. A Cooperativa Integrada é uma das grandes apoiadoras do Museu, que foi idealizado pelos próprios cooperados do município.

Uso coletivo - “A comunidade de Mauá da Serra foi a primeira do país a usar de forma coletiva o sistema, conseguindo mostrar claramente os seus benefícios para o solo e para a produtividade”, comenta o cooperado da Integrada Sérgio Higashibara, produtor integrante do Grupo de Desenvolvimento de Tecnologias, que encabeçou o projeto de construção do Museu junto com a Associação Cultural e Esportiva de Mauá (ACEM) e Prefeitura do município.

Adesão - Os também cooperados e membros do Grupo, Carlos Kamigushi e Ademar Uemura, ressaltam que hoje o Sistema Plantio Direto está espalhado pelo país e é adotado em todas as atividades agropecuárias. “Ajudou a controlar a erosão, recuperou o solo, proporcionou o aumento da produção e produtividade, viabilizou a agricultura em larga escala no Cerrado, levou mais renda ao pequeno e médio produtor, conciliou a atividade econômica com a preservação do ambiente e a viabilidade da agricultura familiar”, destacam.

Pioneirismo - Uma das importantes peças do Museu do Plantio Direto é a semeadora Allis Chalmers, doada pelo produtor Herbert Bartz, pioneiro do Sistema Plantio Direto no Brasil. Ele comprou a semeadora nos Estados Unidos, para onde viajou em busca de informações sobre o sistema no-tillage (sem preparo do solo) no início dos anos 1970.

Desespero - O produtor que vive em Rolândia (PR), conta que já estava “desesperado” com a situação na época. A cada chuva, ele via a terra correr rio abaixo, levando junto todo o investimento em sementes, adubos, herbicidas e, especialmente, o solo fértil. “Era preciso fazer alguma coisa”, diz ele.

Auxílio - Com o auxílio dos pesquisadores do então Ipeame - Instituto de Pesquisa e Experimentação Agropecuária Meridional, em especial o pesquisador Rolf Derpsch, Bartz soube que havia experiências fora do Brasil em que os produtores plantavam sobre palha.

Viagem - Em maio de 1972, Bartz seguiu para uma viagem a vários países, mas foi nos Estados Unidos que ele encontrou a experiência que mais chamou sua atenção. Na Universidade de Lexington, em Kentuchy, foi recebido pelo pesquisador e extensionista Shirley Philips, que por sua vez o levou ao produtor Harry Young, em Herndon, Virgínia, que trabalhava no sistema no-tillage. Após a visita, ele fez o pedido, nos EUA, de compra da semeadora Allis Chalmers, com oito linhas de soja e seis linhas de milho. Com ela começou o plantio de soja em uma pequena área de sua propriedade. Aos poucos, o sistema avançou, tomando toda a fazenda.

Falta de maquinário: a primeira dificuldade - Também faz parte do acervo do museu o protótipo da FNI de 100 polegadas, que deu origem à Rotacaster 80, a primeira semeadora feita no Brasil com a finalidade de servir ao Plantio Direto. A falta de maquinários e implementos foi uma das grandes dificuldades enfrentadas pelos pioneiros do Sistema Plantio Direto no Brasil. Aqueles que existiam eram apropriados para trabalhar a terra sem cobertura. “Eles não conseguiam abrir a palha e atingir uma profundidade suficiente para plantar a semente”, conta o produtor de Mauá da Serra, Carlos Kamigushi.

Adaptação - Sentindo as dificuldades para semear a terra coberta com palha, os produtores começaram a adaptar os maquinários existentes, com a ajuda das oficinas, da pesquisa e das indústrias. Desta forma, ano a ano equipamentos mais modernos e apropriados foram chegando ao mercado, como a própria Rotacaster 80, a Semeato TD 300, o implemento denominado “Entrelinhas”, para aplicação do herbicida Gramoxone dirigido, entre outros.

Herbicidas, mais um desafio - Não foi apenas a falta de maquinário específico que dificultou a vida dos pioneiros do Plantio Direto. Paralelamente ao desenvolvimento de máquinas e implementos agrícolas, a indústria química buscava soluções para controle das invasoras e um grande volume de informação era gerado pela pesquisa, que buscava novos conceitos de conservação do solo.

Herbicida - No início, o Gramoxone, da ICI (atualmente Syngenta), era o único herbicida disponível no mercado. Era importado e aplicado com dupla finalidade: no manejo, para dessecação de ervas antes do plantio; e na eliminação de ervas entre as linhas de soja. Na época não existiam os herbicidas pós-emergentes. As limitações do Gramoxone estavam no fato de ser um herbicida de contato não seletivo e na resistência de determinadas ervas à sua atuação. Assim, as plantas daninhas que sobravam após a aplicação muitas vezes tinham que ser eliminadas na enxada.

Roundup - Já em 1978, O Roundup, da Monsanto, começou a ser comercializado no Brasil. Ele surgiu como uma alternativa eficiente de combate ao mato. Sua ação era sistêmica, matando completamente as ervas. Porém, o preço desse produto era ainda impeditivo para boa parte dos produtores.

Seletivos - Entre os anos de 1977 e 1978 vieram os herbicidas seletivos, como o Basagran e o Poast, da Basf, sem os quais o sistema de Plantio Direto teria se inviabilizado no Brasil.

Marco - Outro marco aconteceu com a quebra de patente do Roundup, da Monsanto. Isso viabilizou a chegada ao mercado do similar Glifosato, que tinha como principal vantagem o preço mais acessível. “Com o Museu, nós queremos preservar essa importante história e mostrar para os nossos descendentes e a todos que visitarem este espaço a luta de toda uma classe de trabalhadores para recuperar o solo e preservar sua atividade”, comenta Ademar Uemura, produtor e também presidente da Associação Cultural e Esportiva de Mauá (ACEM).

Como tudo começou - A experiência que estava sendo desenvolvida em Rolândia, na fazenda Rhenânia de Herbert Bartz, foi levada para Mauá da Serra pelo tio de Ademar Uemura, Cândido Uemura, e por seu pai, Yukimitsu Uemura. O produtor Cândido ainda tem claras as lembranças de uma época em que quase tudo que se plantava era facilmente levado pelas águas das chuvas. Retrabalho e prejuízos faziam parte da rotina dos produtores rurais de toda a região. O município de Mauá da Serra, que era grande produtor de batata, não só perdeu o título – devido ao aparecimento da doença “mancha do chocolate” - como quase viu a agricultura ser inviabilizada devido às grandes erosões provocadas pelo excesso de chuva sobre um solo descoberto e cultivado dentro dos conceitos da agricultura convencional.

Momento marcante - Um dos momentos marcantes para Uemura ocorreu em 1970. A terra estava preparada, o herbicida incorporado, aguardando apenas a chuva para iniciar o plantio de soja. “Mas ela veio tão forte, que levou tudo embora”, conta Uemura. Era só mais um episódio de uma história que se repetia constantemente.

Luta - Desistir não fazia parte do dicionário da família, que, diz Uemura, “lutava diariamente para sobreviver”. A terra foi toda preparada novamente, mas ele sabia que era preciso fazer alguma coisa. Foi então que ele e o irmão Yukimitsu souberam da experiência de Bartz.

Pequena área - “Começamos plantando numa pequena área. Notamos que no sistema convencional a planta crescia mais rápido, mas que no final da colheita a produção era a mesma. Mas tinha uma diferença que chamou a atenção: no Plantio Direto o solo ficava mais sadio”, lembra Cândido Uemura. Em 1975, grande parte dos produtores de Mauá já adotavam o Sistema, tornando assim, a colônia japonesa da região a primeira a implantar de forma coletiva o Plantio Direto.

Reunião da Câmara Temática - A inauguração do Museu acontece num momento em que a Federação Brasileira do Plantio Direto na Palha comemora 20 anos desde sua criação e o Sistema de Plantio Direto, por sua vez, chega aos 40 anos de implantação no país. Além da abertura do Museu em Mauá da Serra, uma outra ação que marcará a data será a realização de uma reunião da Câmara Temática da Agricultura Sustentável e Irrigação, ligada ao Ministério da Agricultura, em Londrina, dia 22 de novembro, no Centro de Difusão de Tecnologias (CDT), salas A e B do Iapar (Rod. Celso Garcia Cid km 375, Londrina, PR).

Abertura - A reunião será aberta às 14 horas pelo presidente da Câmara, Ivo Mello. Entre os assuntos da pauta estão a inclusão no Iapar na Câmara, a Regulamentação do Decreto de Barramento para Utilização de Irrigação para Fins de Utilidade Pública e Interesse Social; palestra sobre " O Plantio Direto e a Biodiversidade do Solo", com a professora. Dra. Marie Bartz; e debate sobre a proposta de projeto de lei que Institui o Dia do Plantio Direto. (Imprensa Integrada)

 

Fachada Museu 6 Large

 

 

C.VALE: Seminário empolga 1.800 pessoas em Palotina

O poder de realizar um sonho ou alcançar uma meta está dentro das pessoas. Saber identificar as próprias virtudes é o princípio da caminhada. Sorrir também ajuda, porque abre portas, diz o consultor motivacional João Carlos de Oliveira. Com um largo sorriso branco contrastando com a cor da pele, ele abriu o 13º Seminário Motivacional da C.Vale, no dia 20 de novembro, explicando que sorrir não custa nada e ainda pode ajudar a ganhar a simpatia das pessoas. Para ele, a postura alegre e otimista pode contribuir para vencer os desafios. A amargura e o mau-humor não resolvem problemas, alertou.

Elogio - Oliveira subiu ao palco após uma hora de show da Orquestra Paranaense de Viola Caipira da Faculdade Assis Gurgacz, de Cascavel, e aproveitou a empolgação do público. Intercalando orientações com brincadeiras e piadas, Oliveira sugeriu que as pessoas reconheçam os acertos dos outros e não tenham receio de elogiar. “O ser humano precisa de um elogio para viver. As pessoas normalmente não elogiam porque também não recebem elogios, mas se nós começarmos a fazer isso vão seguir a gente”, ensinou. E para citar um exemplo, recomendou aos maridos que elogiem as esposas quando elas estiverem bonitas. “Quando a mulher coloca um vestido e fica linda, não custa fazer um agrado. Que mulher não gostaria de ficar bonita com um pretinho básico?”, brincou Oliveira, apontando para si mesmo, provocando gargalhadas entre os 1.800 participantes do seminário, na Asfuca de Palotina.

Renovação dos ânimos - O presidente da C.Vale, Alfredo Lang, define o evento como um mecanismo para renovar o ânimo dos associados e funcionários. “A gente realiza este evento com muita satisfação nos 49 anos da C.Vale. É uma cooperativa que está fazendo o dever de casa, gerando renda e empregos, e melhorando a vida das pessoas”, resumiu.

Orgulho - Para Ângelo Vendruscolo, de Palotina, o seminário foi um evento muito bonito e animador. “Tenho orgulho de ser associado da C.Vale, porque vemos que ela tem um futuro promissor”, comentou. A esposa Lúcia revelou que se divertiu e que guardou muitas lembranças positivas da palestra. Amauri Egea da Costa, de Assis Chateaubriand, avalia que o seminário “deu muito mais ânimo para viver em família e na comunidade”. (Imprensa C.Vale)

 

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SICREDI FRONTEIRA: Palestra sobre a força da cooperação reúne mais de 400 pessoas em Planalto

A força da cooperação e do trabalho em conjunto foi a tônica da palestra promovida pela cooperativa Sicredi Fronteira, Rotary Clube e ACEP (Associação comercial e Empresarial de Planalto). O evento foi realizado na noite de segunda-feira, (19/11), na APMI (Associação de Proteção a Maternidade e Infância), na cidade de Planalto.

Público - Mais de 400 pessoas prestigiaram o evento, que foi oferecido gratuitamente a comunidade. Dentre os assuntos abordados pelo renomado consultor João Carlos de Oliveira da cidade de Curitiba – PR, destacaram-se a importância do trabalho coletivo, cooperação, valorização das potencialidades locais e comprometimento de todos os setores na construção de uma sociedade melhor, o público vibrou e deu um verdadeiro Show de participação durante o evento, interagindo com o palestrante e contribuindo com o sucesso do mesmo.

Degustação - Além da palestra, os participantes puderam degustar uma mostra de produtos locais oferecida pelo Laticínios Rohden, Laticínios Sucesso, Zanettin Supermercado, Vinhos de Conti, e Embutidos Câmera, além de também saborear mais de 50 tipos de café na já conhecida ação “Café com o Sicredi”.

Ações conjuntas - José César Wunsch, presidente da Sicredi Fronteira destacou em sua fala a importância de ações conjuntas visando integrar todos os segmentos da sociedade, “Investir na formação das pessoas, promover a união dos agentes de transformação visando o bem comum é um dos compromissos do Sicredi em todos os municípios de nossa área de atuação”, destacou César.

Apoio - A palestra contou com apoio da ASR (Associação de Senhoras Rotarianas), Rotaract, Núcleo do Jovem Empreendedor, além de lideranças locais que contribuíram no sucesso de público do evento. (Imprensa Sicredi Fronteira)

Ações conjuntas - José César Wunsch, presidente da Sicredi Fronteira destacou em sua fala a importância de ações conjuntas visando integrar todos os segmentos da sociedade, “Investir na formação das pessoas, promover a união dos agentes de transformação visando o bem comum é um dos compromissos do Sicredi em todos os municípios de nossa área de atuação”, destacou César.

 Apoio - A palestra contou com apoio da ASR (Associação de Senhoras Rotarianas), Rotaract, Núcleo do Jovem Empreendedor, além de lideranças locais que contribuíram no sucesso de público do evento. (Imprensa Sicredi Fronteira)

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