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Sistema Ocepar - Paraná Cooperativo - Informe Diário

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 2971 | 12 de Novembro de 2012

FÓRUM COOP: Dinamismo paranaense será levado aos demais estados

forumcoop 12 11 2012Large“O Fórum Coop será mais uma oportunidade de integração e interação com o que acontece no cooperativismo paranaense, que a gente leva sempre como referência ao restante do Brasil”, destacou Renato Nobile, superintendente da Organização das Cooperativas do Brasil (OCB), durante o Fórum dos Presidentes das Cooperativas Paranaenses, realizado na sexta-feira (09/10), na sede do Sistema Ocepar, em Curitiba.

Exemplar e eficiente - Segundo o superintendente, a organização do sistema cooperativista paranaense, além de exemplar, é muito eficiente e a realização do Fórum Coop é de extrema relevância devido a sua grande carga de trabalhos e temas que serão debatidos. “É uma excelente oportunidade para fazermos um fechamento harmonioso do Ano Internacional com os trabalhos desenvolvidos pelo cooperativismo paranaense”, afirmou. Ele destacou ainda que paralelamente aos trabalhos do Fórum ocorrerá um evento no qual será realizada a avaliação dos grupos de formação de líderes executivos das cooperativas paranaenses.

Intercooperação – Um dos cases que será apresentado durante o Fórum é o de intercooperação entre o grupo das ABC, formado pelas cooperativas agroindustriais Batavo, Castrolanda e Capal, que neste ano e em 2013 investirá em conjunto cerca de R$ 300 milhões para a construção de três plantas industriais, sendo duas no Paraná e uma em São Paulo. Para Nobile, a intercooperação deve ser cada vez mais praticada por ser um dos princípios do cooperativismo, mas que muitas vezes fica apenas no papel. “Esse é um case de sucesso [grupo ABC] e um modelo para que possamos irradiar esse exemplo ao restante do país”, destacou.

Fórum – O Fórum Coop ocorrerá na cidade considerada o berço do cooperativismo no Brasil, Carambeí, de onde surgiu a primeira cooperativa de produção no país, a Batavo. O evento faz parte do calendário oficial da Organização das Cooperativas do Brasil (OCB), do Sistema Ocepar e ocorrerá no Parque Histórico de Carambeí.

ONU - O ano de 2012 foi declarado pela Organização das Nações Unidas (ONU) como sendo o Ano Internacional das Cooperativas com o intuito de que o tema fosse discutido em todos os países como uma solução sustentável para o desenvolvimento econômico mundial. (Assessoria de Imprensa Forum Coop)

Saiba mais:

Fórum Coop 2012 http://forumcoop2012.com.br

Parque Histórico de Carambeí www.apch.com.br

PATRULHA NO CAMPO: Na avaliação de Koslovski, Programa vai ajudar a reduzir os custos

O presidente do Sistema Ocepar, João Paulo Koslovski, participou, na manhã desta segunda-feira (12/11), do lançamento do Programa Patrulha no Campo realizado pelo governo do Estado, no Palácio Iguaçu, em Curitiba. Em seu pronunciamento durante a solenidade, ele lembrou que o Programa atende a uma reivindicação do setor cooperativista. “As cooperativas paranaenses respondem por 55% do PIB agropecuário do Estado e há dois anos, durante a campanha eleitoral, apresentamos aos candidatos ao governo do Paraná uma proposta de implantação de uma patrulha rural, solicitando que o poder público desse efetivamente atenção à melhoria das nossas estradas rurais, por onde passa 75% da produção agrícola paranaense, desde grãos, leite, aves, suínos, entre outros itens”, disse.  “Dessa forma, se o programa lançado hoje for bem desenvolvido, irá contribuir para reduzir o custo Brasil, beneficiando os produtores e consumidores. Além da redução dos custos, essa iniciativa poderá resultar na melhoria da qualidade de vida das demais pessoas que transitam pelas estradas rurais”, acrescentou.

 

SICREDI: Curitiba ganha primeira cooperativa de livre admissão

Foi inaugurada, na manhã desta segunda-feira (12/11), na esquina das ruas Marechal Deodoro (nº 869) com a Tibagi, no centro da capital paranaense, a nova unidade Sicredi dos Campos Gerais, a primeira cooperativa de livre admissão em Curitiba. Com este modelo, o Sicredi passa atender toda a população de Curitiba oferecendo sua completa gama de produtos, como cartões, seguros, empréstimos, consórcio, investimentos, entre outros. Participaram da solenidade de descerramento da fita inaugural, o presidente do Sicredi Campos Gerais, Lauro Osmar Schneider, o presidente da Central Sicredi PR/SP, Manfred Dasenbrock, o superintendente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, o vice-presidente do BRDE, Jorge Rosa, o chefe do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), Francisco Simioni.

Desafio - Na opinião do presidente do Sicredi Campos Gerais, esta inauguração é um grande desafio. “Encaramos com seriedade e responsabilidade. Nossos colaboradores estão preparados para atender todas as demandas que virão com esta nova agência. E sendo de livre admissão, será uma forma diferente do cidadão comum, que mora em Curitiba e utiliza frequentemente os serviços bancários aqui no centro, de experimentar os benefícios de uma cooperativa, onde ele não será apenas cliente, ele é o dono”, lembrou. A nova agência passará a atender também os cooperados Sicredi Credijuris, Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Integrantes da Magistratura e do Ministério Público no Estado do Paraná.

Importante - Para Ricken, “ver uma agência de uma cooperativa de crédito, de quase mil metros quadrados, ser inaugurada numa das principais esquinas de Curitiba é importante. Hoje temos um sistema extremamente organizado e o Sicredi é um deles e a partir de agora poderá levar para a população daqui da capital os serviços e produtos com a qualidade e a marca do cooperativismo paranaense, os mesmos que atendem milhares de cooperados no interior de nosso estado”.

Opção- As cooperativas de crédito são uma opção em relação aos bancos tradicionais. “Elas são sociedades de pessoas e não de capital. Além disso, o poder de decisão é dos associados”, explica o presidente da Central Sicredi PR/SP, Manfred Dasenbrock. Segundo o WOCCU (Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito), do qual Dasenbrock é membro, existem mais de 51 mil cooperativas de crédito no mundo. “Atende a um anseio antigo dos cooperados do interior quando vem para Curitiba e precisavam de uma agência bem localizada, como é o caso deste Sicredi inaugurado hoje. Também é uma forma de fortalecermos o cooperativismo na capital paranaense”, frisou Manfred.

 Prestação de serviços aos cooperados - Outra diferença é que o objetivo principal é prestar serviço aos cooperados, que são sócios do negócio. Ao final de cada ano fiscal uma parte do lucro é dividida entre os associados e a outra é investida na região na qual a cooperativa está inserida. Atualmente, 7,8% da população economicamente ativa do mundo é associada a uma cooperativa de crédito, ou seja, mais de 196 milhões de pessoas.

Números - Atualmente, 39 cooperativas fazem parte da Central Sicredi PR/SP, totalizando mais de 400 unidades de atendimento, 534 mil associados e R$ 7,1 bilhões em ativos totais. As sobras obtidas nas operações são devolvidas ao capital social dos associados, seguindo o modelo de atuação do Sicredi.

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SICREDI CATARATAS: Inaugurada mais uma unidade em Cascavel

O entendimento da comunidade de Cascavel sobre o cooperativismo de crédito e, principalmente sobre o Sicredi, baseou a estratégia de instalação desta mais nova unidade de atendimento, e foi este o tom que orquestrou a inauguração desta nova unidade Santo Antônio, na última quinta-feira (08/11). Com a presença de inúmeras autoridades políticas e cooperativas, entre elas: Luiz Hoflinger, e Edson Miotto, presidente e vice-presidente da cooperativa, respectivamente, presidente da Câmara de Vereadores José Roberto Magalhães Pereira e o Arcebispo de Cascavel Dom Mauro Aparecido dos Santos a Sicredi entregou à cidade de Cascavel esta nova edificação com 586m2 em conceitos modernos e que será gerenciada por Élio Kawka Junior e uma equipe de 7 pessoas.

Presença - Presente em Cascavel desde  2002, e com dez anos de história a Sicredi já soma mais de dez mil associados, envolvendo-se diretamente com a comunidade cascavelense. Em Cascavel a Sicredi, com esta nova unidade emprega 76 profissionais e realiza parcerias que desenvolvem pessoas, empresas e projetos, sempre pautados pela excelência no atendimento e a transparência em todo o processo de gestão. O município está inclusive representado com um dos conselheiros de administração, Ulice Scussiatto, e uma Conselheira Fiscal, Marizete Fernandes Cardoso, além de 19 coordenadores de núcleo que representam todos os associados. 

Área de atuação - Cascavel é um dos 17 municípios da área de ação da Sicredi Cataratas, com 66 mil associados e 31 pontos de atendimento, somando-se a outras 113 cooperativas do Sistema Sicredi com mais de 2 milhões de associados no Brasil. Está presente em 905 municípios e próximo a 1.200 pontos de atendimento e tem entre os seus grandes diferenciais a organização sistêmica e a responsabilidade solidária, onde o associado é dono do negócio e participa ativamente da cooperativa, gerando resultados que são distribuídos de acordo com o volume de negócios que este mantém.

Agradecimento - “Estou muito feliz e grato a cooperativa e ao presidente Luiz Hoflinger, juntamente com demais diretores, superintendência, gerentes e assessores de negócios pela confiança neste desafio de gerir esta nova unidade no município de Cascavel. Confio muito no nosso crescimento e nesta forma diferenciada que as cooperativas operam e cooperam com as pessoas e com seus parceiros nos negócios, sem esquecer das lideranças, nossos motivadores e suporte para o crescimento. Coloco-me a disposição e também todos os nossos colaboradores para cooperarmos e crescermos trabalhando para fazer valer nossa assinatura: Gente que coopera cresce” afirmou o gerente Élio Junior.

Desafios - O presidente Luiz Hoflinger afirmou: “Estou muito feliz em entregarmos mais uma unidade para a comunidade de Cascavel, os desafios são o grande insumo da Sicredi e talvez se explique por aí este crescimento consistente, demandado pelas comunidades e que nos dão condições de atender as suas demandas. São dez anos em Cascavel, município referência de qualidade de vida, crescimento e empreendedorismo a nível de Brasil, talvez por isso encontremos ressonância tão positiva para nestes dez anos termos entregado à esta comunidade 6 unidades de atendimento e agora esta sétima. Minha surpresa, e feliz surpresa, foi a de saber que neste local, conforme relatou o filho do pioneiro Florêncio Galafassi, Dércio Galafassi, de que neste prédio funcionou a primeira instituição com características bancárias e financeiras de Cascavel, o Banco Agrícola Vale do Piquiri – BANQUIRI, que em 1954, atendendo a necessidade dos madeireiros que estavam distantes das instituições bancárias presentes apenas em Guarapuava e Foz do Iguaçu, criaram esta instituição para atendê-los nas suas demandas, uma história muito sinônima com a criação das cooperativas de crédito pelo Pe. Theodor Amstad em 1.902. Acreditamos no sucesso desta unidade e temos certeza de que vamos atender esta comunidade ainda melhor, pois nos preparamos para isto e trabalharemos muito por este objetivo”. (Imprensa Sicredi Cataratas)

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SICREDI PLANALTO DAS ARAUCÁRIAS: Atividades do Programa A União Faz a Vida são realizadas em Contenda

abelhinha 12 11 2012Nos dias 7 e 8 de novembro, o Sicredi Planalto das Araucárias PR/SC realizou uma série de atividades em Contenda (PR), envolvendo crianças e educadores do Programa A União Faz a Vida. Durante todo o dia e parte da noite aconteceram apresentações de teatro, fantoche, entre outras, envolvendo as crianças participantes do programa, que já está presente em 14 escolas municipais, envolvendo 120 professores e mais de dois mil alunos. As peças tiveram como tema os projetos desenvolvidos em sala de aula.

Professoras - Além de uma amostra dos trabalhos dos alunos, o evento também abriu espaço para que as professoras apresentassem seus portfólios - um resumo de todas as atividades desenvolvidas na cidade durante o ano. Os principais objetivos do programa "A União Faz a Vida, são: Ser instrumento para a construção e vivência de atitudes e valores de cooperação e cidadania, por meio de práticas de educação cooperativa, contribuindo para a educação integral de crianças e adolescentes. O projeto, que nasceu há 17 anos para conscientizar a sociedade de que a força do trabalho coletivo pode gerar resultados compensadores, está sendo desenvolvido em Contenda desde 2008.

Mestre de cerimônias - No recente Encontro Interestadual de Programas Sociais, realizado no CIETEP, em Curitiba, um aluno do 4º ano do Ensino Médio de Contenda foi escolhido para ser o mestre de cerimônias do evento, que apresentou os projetos desenvolvidos pelo Sicredi e pelo Cooperjovem, do Sescoop/PR. Além disso, o Sicredi Planalto das Araucárias PR/SC também participou de um evento comemorativo de Dia dos Professores, organizado pela Prefeitura Municipal. Na ocasião, agradeceu os condutores do conhecimento pelo grande auxilio dado ao Programa e às crianças da cidade. Na ocasião, os educadores receberam lembranças como forma de reconhecimento ao trabalho realizado.

Atividades - O programa vem desenvolvendo na cidade projetos pedagógicos, oficinas culturais, educativas e lúdicas interdisciplinares que estimulam a cooperação como fator de desenvolvimento da cidadania, da solidariedade e do empreendedorismo para formar cidadãos conscientes e lideranças cooperativas. O trabalho em equipe e a interatividade entre os agentes se evidenciaram em 2012, coincidentemente o Ano Internacional das Cooperativas.

Jogos - Outra iniciativa foi a adaptação dos jogos escolares, que contam com a participação de alunos da rede municipal de ensino, para jogos cooperativos, que valorizam a participação e cooperação em vez da competição. "São exemplos da eficiência do Programa A União Faz a Vida que, por meio de métodos pedagógicos e educacionais, se consolida como importante ferramenta para políticas de gestão cooperativa", ressalta o presidente da Sicredi Planalto das Araucárias PR/SC, Luiz Roberto Baggio.

O Programa -  Presente em mais de 100 municípios dos estados do Paraná, São Paulo, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul, o Programa "A União Faz a Vida" é desenvolvido em mil escolas, envolvendo 17 mil educadores e 160 mil crianças e adolescentes. Os números ilustram a abrangência do projeto e sustentam a educação cooperativa como forma de fomentar ações comunitárias, que permitam a melhoria das condições de vida da população local e enfatizem a importância da união para a realização humana e obtenção de conquistas. Fundamentado nestes princípios, o Sicredi elegeu a abelha como mascote da iniciativa.

Paraná - No Paraná, a iniciativa abrange ações de educação cooperativa em 185 escolas de 26 municípios com a participação de 2.215 educadores e mais de 29 mil crianças e adolescentes. É praticamente incalculável o efeito multiplicador das ações do programa, considerando a presença de pais, prefeitos, secretários municipais de educação, entidades e grupos organizadores que atuam como coadjuvantes em todo o desenvolvimento das atividades educativas e das práticas cooperativas. (Imprensa Sicredi)

SICOOB: Nova opção de parcelamento em cartão começa a ser ofertada

O Sicoob oferece, desde o dia 06 de novembro, uma nova opção de parcelamento de compras com juros, que proporciona ao portador de cartões Sicoobcard maior prazo para pagamento e menores taxas. Com o Parcelado Emissor, o associado poderá parcelar suas compras em até 24 vezes no cartão de crédito, com juros de 1,9% ao mês.

Débito na fatura- Nessa nova modalidade de parcelamento, o cooperado pode ter até 40 dias para começar a pagar, uma vez que as compras são debitadas na fatura do cartão de crédito e os valores das parcelas poderão entrar no crédito rotativo, caso seja necessário. O Parcelado Emissor permite que o portador do cartão parcele as compras independente do lojista oferecer essa opção. Além disso, as compras também serão convertidas em pontos para o Programa de Recompensas Sicoobcard Prêmios.

Sobre o Sicoob - O Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob) possui mais de 2 milhões de associados em todo o país e está presente em 23 estados brasileiros e no Distrito Federal. O Sicoob é composto por 552 cooperativas singulares, 15 cooperativas centrais e a Confederação Nacional de Cooperativas de Crédito do Sicoob (Sicoob Confederação). Compõe ainda o Sistema o Banco Cooperativo do Brasil (Bancoob), um banco comercial privado, sociedade anônima de capital fechado, cujo controle acionário pertence às entidades filiadas ao Sicoob, e que opera como provedor de produtos e serviços financeiros para as cooperativas. A rede Sicoob é a sexta maior entre as instituições financeiras que atuam no país, com mais de 2 mil pontos de atendimento. As cooperativas inseridas no Sistema oferecem um amplo portfólio de produtos e serviços para seus associados e possibilita acesso a recursos financeiros especiais para empréstimo, investimento e capital de giro, com taxas e juros mais acessíveis. (Imprensa Sicoob)

UNICAMPO: Lançamento de livro marca 20 anos da história da cooperativa

Fundada em 1992 durante um programa de terceirização de serviços executado pela Cocamar, a cooperativa Unicampo – especializada em prestação de serviços na área agronômica – comemora 20 anos na próxima quarta-feira (14/11), em Maringá, com uma programação que inclui o lançamento de um livro com o resgate de sua trajetória. O presidente Nivaldo Barbosa de Mattos conta que recuperar a história da entidade foi um dos desafios de sua gestão, iniciada em 2009. O trabalho, confiado ao jornalista Rogério Recco, resultou no livro “Unicampo 20 anos unindo forças no campo”, de 190 páginas. Atuando em 22 Estados e com 4,5 mil associados – dos quais 1,5 mil ativos – a Unicampo é a maior cooperativa do gênero no Brasil, com faturamento que deve passar de R$ 50 milhões em 2012. (Flamma Comunicação)

FRIMESA: Cooperativa realiza eventos de balonismo para marcar aniversário de 35 anos

Frimesa 12 11 2012 LargeNa semana passada, o balão dos 35 anos da Frimesa esteve de passagem na cidade de Toledo. Foram realizados quatro voos livres e 120 voos cativos durante os três dias da promoção, iniciados na última quinta-feira (08/11), oportunizando a 250 pessoas a sensação de voar de balão. As ações de balonismo da Frimesa estão acontecendo desde 17 de outubro e já passaram pelas cidades de Marechal Cândido Rondon, Medianeira e Palotina. Até 1º de dezembro passará por Cascavel, Cafelândia e Foz do Iguaçu. O roteiro das sete cidades vai contemplar 62 pessoas com voos livres e 810 com voos cativos – voos onde o balão fica amarrado por cordas e sobe 30 metros, proporcionando a experiência de voar. Os eventos de balonismo da Frimesa fazem parte da celebração dos 35 anos da cooperativa, comemorados em 13 de dezembro. Estão agendadas duas apresentações culturais em 14 e 15 de dezembro. A primeira com o grupo Vesselka de Prudentópolis e a segunda em um espetáculo circense com o Circo Roda de São Paulo. (Imprensa Frimesa)

COPAGRIL: Unidade Industrial de Aves se destaca em auditoria do BRC

Copagril  12 11 2012LargeA exemplo de 2011, quando a Unidade Industrial de Aves Copagril (UIA), passou por auditoria, através da Empresa SGS, para receber a certificação da Norma Global de Segurança de Alimentos BRC (British Retail Consortium) e atingiu a meta, conquistando a certificação na categoria “A”, em 2012, novamente, a UIA foi avaliada e mais uma vez, se destacou positivamente.

Cadeia produtiva - A auditoria, conduzida por Michaela Knorr, aconteceu de 06 a 08 de novembro e contemplou toda a cadeia produtiva da Copagril. Em todo o processo produtivo, a auditoria não identificou nenhum item de relevância que pudesse comprometer a segurança e a qualidade do alimento produzido pela Copagril e assim, de acordo com a Michaela, a certificação deverá ser mantida.

Compromisso - Para o diretor-secretário da Copagril, Marcio Buss, desde a entrada da Copagril na atividade avícola, o compromisso sempre foi levar melhor qualidade de vida para os seus associados, através de uma nova alternativa de renda, mas também garantir a produção de alimentos com padrão de excelência. “A certificação obtida é uma recompensa aos mais de 4 mil associados que integram a cadeia avícola, seja produzindo grão ou aves e se a entregar a indústria uma matéria-prima de qualidade”, destaca.

Quadro funcional capacitado - Marcio ainda ressaltou a importância do quadro funcional capacitado e sempre muito comprometido com as metas da empresa e que isso é mais um fator de grande relevância para o cumprimento da vocação da cooperativa, que visa produzir alimentos seguros para o mundo.

Evolução - Em seu discurso de encerramento da auditoria, Michaela enfatizou a evolução evidenciada na Unidade Industrial de Aves, o que destaca, segundo ela, o comprometimento da empresa, através de investimentos em recursos materiais e pessoas para a eficácia na produção. “A Copagril está de parabéns pelo trabalho que realiza de forma séria e comprometida, o que nem sempre pode ser visto em muitas outras empresas”, finalizou Michaela. (Imprensa Copagril)

COCAMAR: 500 casais participaram de Encontro na última sexta-feira

Uma palestra motivacional com o especialista e mágico Marcos Zanchetta, sobre “A magia da fidelização”, foi um dos destaques do Encontro de Casais Cooperativistas promovido pela Cocamar na última sexta-feira no Excellence Centro de Eventos, em Maringá. O Encontro, já tradicional em finais de ano, serviu para o congraçamento de cerca de 500 casais representantes de municípios do norte e noroeste do Estado onde a cooperativa mantém núcleos femininos.

Núcleos - Ao fazer a abertura, o presidente Luiz Lourenço ressaltou a importância do trabalho realizado pelos núcleos, cujas participantes cumprem uma programação ao longo do ano em que debatem principalmente assuntos relacionados ao cooperativismo e o maior envolvimento das famílias no dia a dia da cooperativa. Mas ele mencionou também a crescente participação feminina no agronegócio brasileiro e disse que esse público já responde por mais de 10% do quadro de associados da Cocamar.

Participantes - O casal Geni e Luiz Carlos Faria, morador em Altônia, região de Umuarama, viajou 244 quilômetros para participar do evento. Ambos estão à frente de uma propriedade onde são produzidos café, limão tahiti e gado de corte. De acordo com Geni, que é técnica agrícola, participar do núcleo feminino local permite saber mais sobre a cooperativa, da qual o marido é associado há pelo menos 25 anos. De Paiçandu, município vizinho a Maringá, o casal Matilde e João Bologuese aproveitou para trazer o neto Miguel, de 3 anos. A família é produtora de grãos e, segundo Matilde, as atividades do núcleo possibilitam aprendizado que preparam a mulher para participar com mais conhecimento, ao lado do marido, da gestão dos negócios.

Cerca de 650 mulheres estão inscritas em 26 núcleos, entre cooperadas, esposas e filhas de produtores associados à cooperativa. (Imprensa Cocamar)

 

ESPÍRITO SANTO: Cooperativas capixabas se destacam entre as maiores no ranking IEL

Dezoito cooperativas capixabas estão listadas entre as 200 maiores empresas do Espírito Santo, de acordo com levantamento feito pelo Instituto Euvaldo Lodki/FINDES. Segundo a Junta Comercial daquele estado (JUCEES), atualmente existem 161 cooperativas ativas no Estado, sendo que 147 estão registradas no Sistema OCB-Secoop/ES, o que representa 91,3% das cooperativas ativas. “Para nós, sabermos que 18 dessas 147 cooperativas fazem parte do ranking das 200 maiores empresas capixabas é motivo de orgulho e satisfação. Parabéns às nossas cooperativas”, afirmou a direção da organização. 

 

espirito santo 12 11 2012

100 ANOS: Assembleia Legislativa vai prestar homenagem à UFPR

Por iniciativa da deputada Luciana Rafagnin (PT), a Assembleia Legislativa prestará homenagem ao centenário da Universidade Federal do Paraná (UFPR), a primeira do Brasil. O Legislativo vai conceder à instituição uma menção honrosa no dia 19 de novembro de 2012, às 14h30, durante o Grande Expediente da sessão plenária. Paralelamente acontecerá, no Espaço Cultural da Casa, uma exposição de fotos sobre a história dos 100 anos de trabalho e dedicação da universidade em favor do desenvolvimento, da educação, das ciências e da formação humana do povo paranaense. O aniversário da UFPR é comemorado no dia 19 de dezembro de 2012. Ao longo de todo o ano, a cada dia 19 do mês, foram realizadas atividades alusivas ao centenário. (Assessoria de Imprensa da deputada Luciana Rafagnin)

MDIC: Exportações do agronegócio atingem recorde histórico em outubro

mdic 12 11 32012Entre janeiro e outubro de 2012 as exportações brasileiras do agronegócio somaram US$ 80,88 bilhões, o que representou incremento de 1,8% em relação à igual período do ano anterior. Em outubro, as exportações atingiram a cifra recorde de US$ 9,64 bilhões para o mês, o que correspondeu a uma expansão de 11,8% em relação ao mesmo mês de 2011. As informações são da Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a partir dos dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic).

Sucroalcooleiro - O principal setor exportador do mês foi o sucroalcooleiro, com embarques de US$ 2,34 bilhões. A quantidade exportada de açúcar subiu de 2,51 milhões de toneladas em outubro de 2011 para 3,93 no mesmo mês deste ano – alta de 56,5%.

Acumulado - No acumulado dos dez primeiros meses do ano, o principal setor em termos de valor exportado foi o complexo soja, com US$ 24,65 bilhões, o que representou crescimento de 15,1% em comparação ao mesmo período de 2011. O setor foi o que mais contribuiu para a expansão de US$ 1,40 bilhão das exportações do agronegócio, na medida em que aumentou US$ 3,23 bilhões em relação a janeiro e outubro de 2011.

Carnes - Em seguida, no acumulado do ano, as carnes se destacam com vendas externas e somaram US$ 12,98 bilhões. Em relação ao período de janeiro a outubro de 2011, o valor permaneceu estável (0,1%) em função da ampliação na quantidade embarcada (+4,7%). A carne de frango foi o produto que mais se destacou nesse setor, com US$ 5,92 bilhões (3,12 milhões de toneladas). As exportações de carne bovina, por sua vez, somaram US$ 4,75 bilhões no período ou 1,02 milhão de toneladas, enquanto a carne suína alcançou US$ 1,25 bilhão (485,75 mil toneladas).

Milho - As exportações de milho, principal produto do setor de cereais, alcançaram US$ 3,44 bilhões ou 13,07 milhões de toneladas, ultrapassando o recorde histórico anual que havia sido alcançado em 2007 (10,91 milhões de toneladas).

Destinos - As vendas para a União Europeia alcançaram US$ 18,73 bilhões entre janeiro e outubro de 2012, responsáveis por 23,2% das vendas externas brasileiras de produtos do agronegócio. Entre os países, a China continua sendo o principal destino desses produtos, comprando US$ 16,99 bilhões. Em seguida, vem Estados Unidos (US$ 5,62 bilhões), Países Baixos (US$ 4,88 bilhões) e Japão (US$ 2,62 bilhões). (Mapa)

COOPERATIVAS: Últimos dias para inscrever projetos e captar recursos no Mapa

As cooperativas que ainda não apresentaram projetos para captar recursos destinados à capacitação dos associados têm até o dia 16 de novembro para fazer as inscrições no site do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), por meio do endereço eletrônico www.agricultura.gov.br. Ao todo, o ministério disponibiliza R$ 2,4 milhões para financiar oito projetos que podem ser de qualquer região do País.

Capacitação - Os recursos poderão ser utilizados na capacitação do corpo técnico das cooperativas, de seus dirigentes e gestores, dos jovens e mulheres, além do quadro funcional de pequenas associações rurais e cooperativas de produção agropecuária usuárias dos programas governamentais de aquisição de alimentos (PAA) e nacional de alimentação escolar (PNAE). O máximo a ser disponibilizado para cada projeto é de R$ 200 mil, exceto para propostas de estrutura do cooperativismo, de R$ 800 mil.

Seleção - A seleção dos projetos será feita por uma comissão técnica constituída por servidores públicos, com qualificação em cooperativismo, e a divulgação está prevista para o dia 6 de dezembro. A intenção do Governo é de repassar os recursos tão logo as propostas sejam divulgadas para que os projetos comecem a ser executados ainda neste ano. O período que cada um terá para a implementação das ações dependerá da abrangência do projeto, podendo chegar até a um ano.

Fortalecimento - Para o secretário de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo do Mapa, Caio Rocha, a ação visa o fortalecimento das cooperativas de produção agropecuária e o aprimoramento no processo de gestão produtiva, comercial e cooperativista. “A intenção é buscar a valorização dos recursos humanos, das pessoas que participam e administram o cooperativismo. A ação tem como objetivo valorizar as redes de cooperativas e debater com jovens e mulheres as políticas do desenvolvimento da gestão do cooperativismo. Além de capacitar as cooperativas e levar novas tecnologias sustentáveis para que se possa trabalhar com a organização da produção”, salientou Rocha. (Mapa)

ABC: Financiamentos para a Agricultura de Baixo Carbono somam R$ 600,6 milhões

As contratações do crédito rural para o Programa Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (ABC) totalizam R$ 600,6 milhões entre julho e setembro deste ano. Os números mostram que os financiamentos representam 17,7% dos R$ 3,4 bilhões autorizados ao programa para a safra 2012/13. No total, a agricultura empresarial somou R$ 26,5 bilhões nos meses de julho a setembro deste ano e superou em 14,7% o volume contratado em igual período no ano passado, que foi de R$ 23,1 bilhões. Os dados foram divulgados pelo Departamento de Economia Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), nesta terça-feira, dia 06 novembro. O desembolso representa 23% do montante de R$ 115,2 bilhões programados para o ano-safra 2012/2013.

Sudeste - A região Sudeste é a que mais buscou crédito do Programa ABC para financiar as lavouras. Com juros mais baratos, os agricultores tomaram R$ 8,4 milhões. O destaque do Sudeste é o estado de Minas Gerais que no período contratou R$ 10,2 milhões. Na sequência das regiões, o Centro-Oeste e o Sul ocupam, respectivamente, a segunda e terceira colocação no ranking brasileiro de tomadores deste empréstimo. Nessas regiões, os estados que mais se destacaram na busca pelo financiamento foram o Mato Grosso do Sul, com R$ 3,7 milhões, e o Rio Grande do Sul, com R$ 2,4 milhões. O fortalecimento do ABC para melhor atender o seu objetivo, entre os quais a recuperação de pastagens degradadas, veio por meio de mais recursos e da redução da taxa de juros que passou de 5,5% para 5% ao ano.

Condições facilitadas - Atento a essas condições facilitadas, o produtor Luiz Carlos Teixeira, 52 anos, desenvolveu o projeto com o apoio da Emater mineira para plantar eucaliptos e fazer a recuperação de pastagens em 43 hectares de uma propriedade localizada no município de Curvilo, no centro-norte de Minas Gerais. Teixeira conta que a área onde ocorrerá o plantio é um terreno degradado, onde foi feito o desmatamento para brotar pastagem para o gado. “Com o plantio de eucalipto e de pastagem vamos recuperar a área e isso graças aos recursos que virão da linha de financiamento do Programa ABC”, disse.

Pressão - Além de enxergar o fator econômico no plantio de florestas, como forma de diversificar sua produção baseada na plantação de cana-de-açúcar, na produção de leite e gado de corte,Teixeira defende a prática como forma de diminuir a pressão pelo desmatamento da região. Os R$ 192 mil, com três anos de carência, serão aplicados na produção sustentável, assim, segundo ele, se protege aquelas áreas que ainda não foram cortadas.

A expectativa é de que outros produtores sigam o exemplo de Teixeira e busquem recursos para a implementação de práticas sustentáveis de produção ao longo deste ano. 

Determinantes - Na avaliação do secretário de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo (SDC) do Ministério da Agricultura, Caio Rocha, as medidas aprovadas pelo Governo Federal, sobretudo a ampliação de recursos e a redução dos juros das linhas de crédito disponíveis para financiar a agricultura, são determinantes para a ampliação da demanda por crédito e, neste caso específico, pelos financiamentos oriundo do Programa ABC. “Para o ano safra 2012/13, o ministro Mendes Ribeiro Filho determinou a alocação de mais recursos para o Programa e melhores condições para os financiamentos, reforçando o compromisso de fortalecer a agricultura sustentável no País. O resultado é a boa procura pelas operações já nos primeiros três meses deste ano pós lançamento do Plano Agrícola e Pecuário”, avaliou Rocha. Ao todo, estão disponibilizados R$ 3,4 bilhões para o setor. (Mapa

CONIRD Visita à Itaipu marca o encerramento do Congresso Nacional de Irrigação

Uma visita à Itaipu marcou na sexta-feira (09/11) o encerramento da programação do 22º Conird, o Congresso Nacional de Irrigação e Drenagem, iniciado em Cascavel no último dia 4, sob a organização no Estado do Iapar, o Instituto Agronômico do Paraná, juntamente com a Abid, a Associação Brasileira de Irrigação e Drenagem, além de parceiros como a Abeag (Associação Brasileira de Engenheiros Agrícolas), Areac (Associação Regional dos Engenheiros Agrônomos de Cascavel), Crea-PR (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná), entre outros. O apoio do Governo do Paraná, por intermédio da Secretaria Estadual de Agricultura e Abastecimento, também teve reconhecimento dos organizadores, satisfeitos com os resultados obtidos nas conferências, seminários, oficinas e dias de campo ao longo de seis dias. Os expositores também elogiaram o congresso.

Programação - A comitiva formada por cerca de 80 pessoas chegou ao PTI (Parque Tecnológico Itaipu) e assistiu a um filme institucional dos trabalhos desenvolvidos pelas equipes de pesquisa. Em seguida, participou de uma visita ao Centro Internacional de Energias Renováveis, dentro do complexo do PTI. No período da tarde, o grupo formado por produtores, técnicos e acadêmicos, esteve no Planetário e participou de uma visita panorâmica da barragem. O 23º Conird já tem local e mês definidos para ocorrer em 2013: será no estado da Bahia, em outubro, nos municípios de Luís Eduardo Magalhães e Barreiras. (Assessoria de imprensa do 22º Conird)

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COMÉRCIO BILATERAL: Brasil endurece posição contra barreiras argentinas

A secretária de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), Tatiana Prazeres, endureceu a posição do Brasil em relação às dificuldades que produtos brasileiros estão encontrando no mercado argentino. Empresários da Argentina foram ontem à sede da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) para participar de uma rodada de negócios com empresas brasileiras do setor farmacêutico. A viagem, a terceira do tipo neste ano, foi comandada por membros da equipe de governo de Cristina Kirchner, que se reuniram pela manhã com representantes da indústria paulista e à tarde com Tatiana Prazeres.

Aumento do comércio - Brasil e Argentina buscam aumentar o comércio, que vem passando por dificuldades desde a adoção em fevereiro, pelo lado argentino, da declaração juramentada antecipada de importação, que na prática regula o fluxo das exportações brasileiras ao país.

Entrevista - Em rápida entrevista no começo da tarde, Guillermo Moreno, secretário de Comércio Interior argentino, disse que haviam sido realizadas 340 entrevistas entre empresas dos dois países no encontro na Fiesp. Ao todo, a organização contou 70 empresas argentinas e 61 brasileiras presentes. "Nossas relações estão se solidificando desde o início do ano. Será uma reunião [com o Mdic] de seguimento às conversas sobre nossa integração. A última vez que fizemos isso foi em julho", disse.

Divergências - O embaixador argentino no Brasil, José Luís Kreckler, que estava ao lado de Moreno e da secretaria de Comércio Exterior argentina, Beatriz Paglieri, na Fiesp, afirmou que o encontro com Tatiana Prazeres seria para tratar divergências nas pautas comerciais, sem dizer no entanto quais eram os pontos de discordância. Moreno, contudo, disse que seriam abordados temas mais gerais.

Nota - No fim da tarde, após a reunião com representantes do Mdic na sede do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) na capital paulista, Tatiana emitiu nota na qual afirma que no encontro foi cobrado, por parte do governo brasileiro, a normalização do fluxo de comércio, que aponta encolhimento maior por parte das importações de produtos brasileiros do que o registrado pela Argentina do restante do mundo.

Estudo - A secretária afirmou ter mostrado um estudo com base nos dados do Instituto Nacional de Estatística e Censos da Argentina (Indec), órgão oficial do governo argentino, que apontou que de janeiro a setembro deste ano as exportações brasileiras para o país vizinho caíram 19,4% em relação ao mesmo período de 2011, enquanto, no mesmo comparativo, as vendas dos demais mercados que exportam para a Argentina tiveram retração de 3,4%.

Queda - Os dados do Mdic também registram queda no comércio entre os dois países neste ano. Enquanto as exportações brasileiras recuaram 20,3% em valores entre janeiro e setembro deste ano ante o mesmo período de 2011, as importações caíram 6,4%. A corrente de comércio entre os dois países também encolheu: passou de US$ 29,2 bilhões para US$ 25 bilhões. (Valor Econômico)

TRIBUTOS: Aplicação da alíquota de 4% de ICMS é regulada

Para o cumprimento pelas empresas da Resolução nº 13 do Senado — que unifica a alíquota de Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) nas operações interestaduais com mercadorias importadas em 4% —, a partir do ano que vem, foi publicado nesta sexta-feira (09/11) o Convênio do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) ICMS n° 123. Mas existe a possibilidade de o acordo firmado entre Estados e o Distrito Federal ser questionado judicialmente.

Aplicação - Firmado na semana passada, o convênio determina que a alíquota de 4% não será aplicada no caso de mercadoria isenta do imposto por lei. Estabelece também que não será aplicada a alíquota unificada nas hipóteses de “benefício fiscal que resultar em carga tributária menor que 4%, vigente em 31 de dezembro de 2012”. Assim, se um produto for tributado com alíquota menor do que 4% este ano, assim permanecerá.

Novas discussões - Para o advogado Marcelo Jabour, diretor da Lex Legis Consultoria Tributária, a interpretação do texto do convênio abre brecha para novas discussões judiciais. Há dúvida se serão válidos os benefícios fiscais concedidos sem autorização do Confaz, que são aqueles decorrentes da guerra fiscal. “Se sim, este convênio é uma afronta à resolução do Senado por tentar legitimar e perpetuar os benefícios fiscais ilegais concedidos antes de sua vigência”, afirma Jabour. (Valor Econômico)

INFRAESTRUTURA: Dilma define pacote para portos e investimento deve beirar R$ 40 bi

infraestrurura 12 11 2012Após uma sucessão de dúvidas, a presidente Dilma Rousseff costurou pessoalmente o formato final do pacote de portos, em reunião com um grupo restrito de assessores, no sábado (10/11). Nesta terça-feira (13/11), as medidas para o setor ganharão um último contorno, em nova reunião no Palácio do Planalto. De qualquer modo, as principais diretrizes do pacote foram sacramentadas e Dilma quer fazer um anúncio assim que retornar de viagem programada para a Espanha, no dia 19.

Conjunto ambicioso - Será, conforme descrição de auxiliares próximos da presidente, um conjunto de medidas "ambicioso" em termos de investimentos e "light" em mudanças do marco regulatório. Ao todo, os investimentos devem ficar muito perto de R$ 40 bilhões, com contratos a serem firmados até 2014. A maior parte dos recursos será aplicada pela iniciativa privada nos primeiros cinco anos. Novos terminais privativos, mesmo sem carga própria preponderante, voltarão a ser autorizados pelo governo. Isso só ocorrerá, no entanto, em locais enquadrados dentro do "planejamento estratégico" da Secretaria de Portos. Há quatro anos, esse tipo de terminal foi banido por decreto, o 6.620/08.

Choque de gestão - As sete Companhias Docas, responsáveis pela administração de 18 portos públicos, devem passar por um verdadeiro "choque de gestão". O governo se dividiu sobre a criação de uma autoridade nacional portuária, nos moldes da extinta Portobrás, que serviria como uma espécie de holding para centralizar o comando das Docas. Dilma aparentemente foi convencida, por dois auxiliares de sua absoluta confiança, sobre a falta de necessidade e os riscos dessa nova estatal.

Mudança cirúrgica - Com isso, a mudança nas Docas deverá ser mais cirúrgica: elas terão que assinar contratos de gestão com a Secretaria de Portos, inclusive com salários variáveis para seus diretores, que só receberão remuneração integral caso cumpram todas as metas de desempenho. Por outro lado, para facilitar obras como reformas de berços e ampliação dos canais de acesso, as Docas deverão usar o regime diferenciado de contratações públicas (RDC), que flexibiliza a Lei 8.666/93 (Lei de Licitações) e já tem sido usado com sucesso, na avaliação oficial, por órgãos como a Infraero e pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit).

Praticagem - Está batido o martelo em relação a um ponto que, no entendimento do governo, encarece os custos de fretes e atrapalha a competitividade do país: a atividade de praticagem. Quando chega em um porto brasileiro, o navio é obrigado a contratar os serviços de um profissional, habilitado pela Marinha, que conduz a embarcação. Dados em posse da Casa Civil indicam que o custo da praticagem, nos principais portos do Brasil, chega a ser 2,4 vezes superior à média internacional. Paga-se um preço de US$ 2,2 mil por hora de manobra. Em Hamburgo, esse custo gira em torno de US$ 1,4 mil; em Xangai, não passa de US$ 600.

Redução de tarifas - Para forçar uma redução de tarifas, o governo está convencido a aumentar a oferta de práticos, que são uma espécie de "manobristas" dos portos. Uma comissão interministerial - com a presença da Secretaria de Portos, do Ministério dos Transportes e da Casa Civil - substituirá a Marinha na função de ditar o ritmo de formação desses profissionais, bem como os requisitos mínimos para ganhar a habilitação.

CAP - Outra instituição bastante tradicional nos portos, os conselhos de autoridade portuária (CAP), vão perder a atribuição de homologar tarifas e planejar o arrendamento de novas áreas. Na avaliação do Palácio do Planalto, a composição paritária dos conselhos (governo, operadores, usuários e trabalhadores) gera conflito de interesses e inviabiliza a administração eficiente dos portos. A partir da reforma do setor portuário, com o anúncio do pacote, os conselhos funcionarão apenas em caráter consultivo.

Modelo - O pacote inaugurará o modelo de concessões no setor, com o terminal de contêineres de Manaus e o Porto Sul da Bahia, em Ilhéus. O primeiro deverá movimentar 665 mil TEUs (tamanho padrão de contêiner intermodal de 20 pés), com investimento de R$ 450 milhões, e ficará em uma área da antiga Siderúrgica do Estado do Amazonas (Siderama). Já recebeu licença ambiental prévia e tem condições de estrear o novo sistema, no qual a iniciativa privada se responsabilizará tanto pela administração quanto pela operação do porto.

Fiol - O empreendimento em Ilhéus, que escoará produtos transportados pela Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), está em fase final do processo de licenciamento ambiental e será incluído na lista de concessões. O mesmo deve ocorrer com o Porto de Águas Profundas, no Espírito Santos, em estágio menos avançado. Finalmente, o Porto de Imbituba, único porto organizado inteiramente nas mãos do setor privado hoje em dia, tem seu contrato vencendo no fim de 2012 e sua concessão será relicitada.

Destaque - Um dos grandes destaques do pacote será o anúncio de licitação de novos terminais, em área pública dentro dos portos, para operação pela iniciativa privada. É o caso do Terminal do Meio, em Itaguaí (RJ), assim chamado por estar entre os terminais da Vale e da CSN. Ele deverá ter capacidade para movimentar pelo menos 24 milhões de toneladas de granéis sólidos por ano.

Indefinição - A maior indefinição fica por conta de terminais públicos arrendados antes da Lei 9.630 (Lei dos Portos) e com contratos vencidos ou por vencer nos próximos meses. O governo já havia firmado convicção em relicitá-los. Depois, voltou atrás e passou a considerar uma "repactuação" dos contratos, por até 25 anos. A tendência agora é de relicitação, com algumas possíveis exceções.

Confiante - Com todos os investimentos feitos, o Palácio do Planalto está confiante em atender à crescente demanda nos portos brasileiros, que subirá de 258 milhões para 975 milhões de toneladas, entre 2009 e 2030, segundo o Plano Nacional de Logística Portuária (PNLP), o estudo contratado pelo governo para subsidiar todas as discussões do pacote. (Valor Econômico)

ECONOMIA: Mercado financeiro volta a estimar alta da inflação em 2012

A projeção de analistas do mercado financeiro para a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), este ano, voltou a subir. A estimativa passou de 5,44% para 5,46%. Para 2013, a projeção permanece em 5,4%. A informação consta do boletim Focus, pesquisa semanal feita pelo Banco Central (BC) a instituições financeiras.

Acima do centro da meta - As estimativas para a inflação estão acima do centro da meta de 4,5%, mas abaixo do limite superior de 6,5%. Cabe ao Banco Central manter a inflação sob controle. Um dos instrumentos usados pelo BC para controlar a inflação e o nível de atividade é a taxa básica de juros, a Selic.

Cortes - Depois do processo de cortes na Selic, iniciado em agosto do ano passado, os analistas esperam por manutenção da taxa básica no atual patamar – 7,25% ao ano, na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), marcada para os dias 27 e 28 deste mês. Para o final de 2013, a mediana das expectativas para a Selic também caiu para o atual patamar, ao passar de 7,63% para 7,25% ao ano.

IPC-Fipe - A pesquisa do BC também traz estimativa para o Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe), que passou de 4,62% para 4,73%, este ano, e permanece em 4,85%.

IGP-DI - A estimativa para o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) foi ajustada de 8,34% para 7,81%, este ano, e de 5,17% para 5,16%, em 2013. Para o Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M), a projeção passou de 7,92% para 7,60%, em 2012, e de 5,16% para 5,17%, em 2013.

Preços administrados - A estimativa dos analistas para os preços administrados foi mantida em 3,5%, neste ano, e ajustada de 3% para 3,4%, em 2013. (Agência Brasil)

OPINIÃO: Os limites da agricultura

O jornal Valor Econômico de quinta-feira (08/11) publicou artigo sobre Os limites da Agricultura, escrito por Alysson Paolinelli, ex-ministro da Agricultura e presidente da Abramilho, e Cesário Ramalho da Silva, presidente da Sociedade Rural Brasileira. O artigo apresenta um estudo encomendado pela Abramilho com o objetivo de buscar fontes potenciais para o crescimento da produção de milho no Brasil. Os resultados mostram que o País está virtualmente esgotado, especialmente nos Cerrados da região Central, e que será preciso investir ainda mais em tecnologia para aumentar a produção e atender ao crescimento da população mundial.

 

Os limites da agricultura

*Alysson Paolinelli / Cesário Ramalho

Em busca de fontes potenciais para o crescimento da produção de milho no Brasil, a Associação Brasileira dos Produtores de Milho (Abramilho) encomendou um estudo para identificar oportunidades de crescimento via 1) áreas novas; 2) segundas safras; 3) substituição de pastagens e 4) aumento de produtividade. Como não é possível antecipar que tipos de lavouras tomarão os espaços futuros, que dependerá de preços relativos dos vários produtos, foi necessário levantar as disponibilidades gerais e esperar que, com incentivos públicos e ações privadas, a cultura do milho sobressaia perante as demais.

Embora nós, que trabalhamos com a agricultura, sentíssemos que estávamos perto de atingir os limites de expansão horizontal - áreas novas - não esperávamos estar virtualmente esgotados, especialmente nos Cerrados da região central, fonte principal de crescimento nos últimos 30 anos e de esperanças futuras. Nossos estudos revelaram que não resta mais do que 7 a 8 milhões de hectares (ha) de cerrado num total de 192 milhões, dos quais 88 milhões estão ocupados por pastagens e lavouras e mais de 100 milhões de hectares com reservas e áreas urbanas. Se compararmos ao nível de expansão dos últimos cinco anos - 1,5 milhão ha/ano, parte originário de pastagens -, em cerca de cinco anos as áreas dos cerrados estarão esgotadas. Desnecessário dizer que nas demais regiões agrícolas do país - Sul, Sudeste e Nordeste - não resta mais espaço e nos biomas Amazônia e Pantanal não é tecnicamente possível produzir grãos mecanizados.

Infelizmente, a área agrícola do Brasil é bem menor do que supõe o senso comum, inclusive pelas exigências de reservas legais nas propriedades, que variam de 20% nos cerrados, 35% na pré-Amazônia e 80% na Amazônia, além das Áreas de Preservação Permanente (APP). Dos 851 milhões de hectares de nosso território, temos 86 milhões com pastagens plantadas (fora da Amazônia), 60 milhões com lavouras temporárias, inclusive cana-de-açúcar; 7 milhões com lavouras permanentes, principalmente frutas e café; 5 milhões com silvicultura; e 2 milhões com hortaliças, que somam 160 milhões de hectares, ou apenas 19% de todo o território brasileiro.

Mesmo se adicionarmos os 7 milhões a 8 milhões de hectares ainda teoricamente disponíveis nos cerrados, chegaríamos a 168 milhões, o que representa somente 20% do território brasileiro. Muito pouco e ponto final. A área total de lavouras - 82 milhões de ha - é menor do que a de países como Estados Unidos, China, Índia e União Europeia, todas também exauridas. Alguns Estados brasileiros, como São Paulo e Rio de Janeiro, têm áreas urbanas e outras não agrícolas superiores a suas áreas agrícolas.

E não somos "pequenos" em área somente porque um segmento da sociedade tenta controlar nossa expansão; somos "pequenos", acima de tudo, porque a ciência agronômica assim nos impõe: não plantamos na Amazônia por excesso de chuvas; não expandimos no Nordeste por deficiência das mesmas chuvas. São as leis naturais que nos restringem, acima das leis dos homens, como se Deus nos impusesse um limite de ocupação de 20%, de acordo com sua vontade e independente dos burocratas.

No entanto, mesmo diante desse cenário as perspectivas de crescimento agrícola por meio de aumento de produtividade em geral são fantásticas, graças ao nosso clima tropical e a tecnologia agrícola para ele desenvolvida nos últimos anos.

Estamos vendo os plantios de segunda safra (chamadas de "safrinhas" quando eram pequenas) crescer rapidamente, especialmente no Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. No Paraná já colhem três safras por ano em algumas áreas, assim como há municípios no Centro-Oeste onde já se utilizam 70% da área agrícola em segunda safra, tendência promissora e somente possível no nosso país tropical. A irrigação poderá prover pelo menos mais 10 milhões de ha, principalmente no Nordeste semiárido, com duas a três safras anuais ou uma permanente de alta renda.

Há, entretanto, uma lacuna tecnológica a ser suprida por órgãos de pesquisas públicos e privados, por meio da criação de cultivares adequados aos limites impostos pelos regimes de chuvas e temperaturas regionais, além de resistentes a pragas e doenças locais. Por outro lado, os preços relativos de grãos e carnes têm levado à substituição de pastagens em favor de plantio de grãos, principalmente no cerrado, tendência que se manterá caso esses preços persistam. Diante dessa situação, levanta-se a questão: de onde virão nossas carnes bovinas futuramente? Virão de enormes ganhos potenciais de produtividade em termos de lotação cabeça/ha, índice que varia de 0,8 a 2,5 nas principais regiões produtoras, que poderão liberar milhões de hectares para plantio de grãos sem prejuízo da produção de carnes.

Finalmente, no caso específico de crescimento de produtividade, o milho assume papel emblemático. Costumam conviver no mesmo espaço físico produtores com rendimentos iguais ou até superiores aos maiores do mundo - 12 mil kg/hectares - com outros de rendimentos inexpressivos, 3 mil a 4 mil kg/ha. Isso revela que tecnologia existe, faltando, porém, extensão e assistência técnica, que lamentavelmente foram abandonadas no país nos últimos anos.

O mundo requererá mais e mais alimentos no futuro próximo, especialmente pela entrada no mercado de 3,5 bilhões de pessoas - metade da população mundial - que até então não tinha renda. O crescimento agrícola brasileiro é promissor, mas dependeremos de tecnologia, tecnologia e tecnologia. Preparemo-nos, pois.

*Alysson Paolinelli é presidente-executivo da Abramilho e ex-Ministro da Agricultura

*Cesário Ramalho é vice-presidente da Abramilho e presidente da Sociedade Rural Brasileira


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