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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5152 | 10 de Setembro de 2021

OCEPAR: Diretores realizam a 28ª reunião ordinária da gestão 2019/2023

Foi realizada, na tarde desta quinta-feira (09/09), por videoconferência, a 28ª reunião da diretoria da Ocepar, referente à gestão 2019/2023. Entre os assuntos em pauta esteve a participação das cooperativas paranaenses na Expo Dubai, no período de 7 a 17 de outubro, quando ocorrerá a Semana do Paraná na feira, numa iniciativa coordenada pelo governo do Estado que será promovida no Pavilhão do Brasil no evento. O objetivo é divulgar os produtos e serviços ofertados pelos paranaenses nas mais diversas áreas como cooperativismo, agronegócio, indústria, entre outras, visando possibilitar a realização de negócios no mercado internacional e atrair investimentos. A Expo Dubai faz parte da Exposição Universal, evento itinerante que ocorre a cada cinco anos, em que a maior atração são os pavilhões dos países participantes. O evento ocorrerá entre 1º de outubro de 2021 e 31 de março de 2022, em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.

Frencoop - A reunião contou ainda com a presença do senador Oriovisto Guimarães, integrante da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), convidado a apresentar uma avaliação sobre o atual cenário político brasileiro e o andamento das propostas de reforma tributária em discussão no Congresso Nacional.

PRC200 - Na sequência, houve o detalhamento sobre dois projetos estruturantes do Plano Paraná Cooperativo 200 (PRC200), o planejamento estratégico do cooperativismo paranaense: “Relações Institucionais” e “Compartilhamento de TI”, cujas informações foram repassadas pela coordenadora de Relações Parlamentares, Daniely Andressa da Silva, e pelo superintendente do Sescoop/PR, Leonardo Boesche, respectivamente.

Deliberação - Segundo o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, a ideia é apresentar e debater os 20 projetos do PRC200 nas reuniões da diretoria da entidade antes de implementá-los. “Eles serão desenvolvidos de acordo com a deliberação dos diretores”, enfatizou. Ricken disse que em outubro deverão ser submetidos à avaliação da diretoria outros três projetos: “Mediação e Arbitragem”, “Ação entre Ramos Cooperativos” e “Alianças Estratégicas”.

Encontros de Núcleos - Os diretores também concordaram em promover a próxima etapa dos Encontros de Núcleos Cooperativos entre os dias 8 e 11 de novembro. Os eventos são organizados tradicionalmente no mês de outubro mas a mudança de data foi proposta devido à participação de alguns dos diretores da Ocepar na Expo Dubai.

Mais - Durante a reunião da diretoria foram ainda aprovados o registro provisório da Cooperativa de Trabalho dos Movimentadores de Cargas de Maringá (Coopersergem), sediada em Maringá, no Noroeste do Estado, e que possui 60 cooperados, e o cancelamento do registro da Cooatol Cooperativa Agroindustrial, de Toledo, incorporada pela C.Vale, de Palotina, ambas na região Oeste.

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FORMAÇÃO: Começa a capacitação da 3ª turma do Programa de Certificação de Conselheiros Cooperativos da Unimed Curitiba

A 3ª turma do Programa de Certificação de Conselheiros Cooperativos da Unimed Curitiba, composta por 40 pessoas, começou a ser capacitada nesta quinta-feira (09/09). O curso, em formato on-line, foi aberto pelo presidente da cooperativa médica, Rached Hajar Traya. Na sequência, houve o pronunciamento da gerente de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR, Maria Emilia Pereira Lima, que representou o Sistema Ocepar. A formação será realizada em parceria com o Isae, sob a coordenação da professora Denise Basgal.

Aprimoramento - Ao todo, serão 144 horas de capacitação, cujo término está previso para 2022. O objetivo é promover o aprimoramento e o desenvolvimento de competências para proporcionar uma visão estratégica que auxilie os participantes na construção dos novos cenários cooperativos, assim como fortalecer os conhecimentos sobre as atribuições e responsabilidades do Conselho e de seus membros.

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GETEC: Confira o boletim semanal da Coordenação de Relações Parlamentares do Sistema Ocepar

getec coordenacao parlamentar 10 09 2021A Coordenação de Relações Parlamentares do Sistema Ocepar, vinculada à Gerência de Desenvolvimento Técnico (Getec) e sob a responsabilidade da advogada Daniely Andressa da Silva, publicou, nesta sexta-feira (10/09), o Informe Semanal referente à semana de 6 a 10 de setembro. O setor foi criado neste ano com o propósito de fazer o acompanhamento das matérias de interesse do cooperativismo em discussão, tanto no Congresso Nacional como na Assembleia Legislativa do Paraná, e das leis publicadas no âmbito do executivo (federal, estadual e municipal), além de outros temas vinculados às áreas de atuação das cooperativas do Paraná.

Marco temporal - O boletim inicia destacando que o Supremo Tribunal Federal (STF) retomou, nesta quinta-feira (09/09), o julgamento do Recurso Extraordinário RE 1017365, com o voto do relator da matéria, o ministro Edson Fachin. Em seu entendimento, a posse da terra indígena é definida pela tradicionalidade, referendando que os direitos territoriais indígenas previstos na Constituição Federal configuram direitos fundamentais relacionados à condição de existência e vida digna destes povos e que, por isso, a ocupação não se configura a partir de um marco temporal. O julgamento deve prosseguir na próxima semana com a votação dos demais ministros do Supremo. A demarcação de terras indígenas também é objeto do PL 490/2007, em tramitação na Câmara dos Deputados. O projeto visa garantir maior segurança jurídica ao tema ao propor critérios legais para a demarcação de terras indígenas, seguindo precedentes definidos pelo próprio STF quando do julgamento da Petição PET 3388, sobre a demarcação da terra indígena Raposa Serra do Sol.

Outros destaques - A PEC 23/2021, que define as regras para o pagamento de precatórios, é outro tema que consta no Informe Semanal da Coordenação de Relações Parlamentares do Sistema Ocepar. A proposta foi tema de audiência pública na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados nesta semana. Também, a MP 1.055/2021, cuja vigência foi prorrogada por mais 60 dias pelo senador Rodrigo Pacheco. A MP criou a Câmara de Regras Excepcionais para Gestão Hidroenergética (Creg), órgão responsável pela gestão da atual crise hídrica e a quem é facultada a determinação de medidas emergenciais, em caráter temporário e excepcional. O PL 2.159/2021, que estabelece a Lei Geral do Licenciamento Ambiental, e a tramitação do PL 2.844/2021, que cria o fundo para conservação dos biomas brasileiros, são as outras matérias tratadas no boletim.

Áudio - Clique aqui e confira o áudio produzido pelo jornalista Alexandre Salvador para a rádio Paraná Cooperativo.

Clique aqui e confira na íntegra o Informe Semanal da Coordenação de Relações Parlamentares do Sistema Ocepar

 

COVID-19: Publicados novos destaques na área destinada ao coronavírus no Portal PR Cooperativo

covid 10 09 2021A Área Covid-19 do Portal Paraná Cooperativo é atualizada toda sexta-feira com as notícias que foram destaques durante a semana no Informe Paraná Cooperativo e na Rádio Paraná Cooperativo. Lá, é possível acessar também os comunicados do Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 do Sistema Ocepar. Há ainda uma seção de perguntas e respostas, com esclarecimentos relativos à pandemia. Clique aqui e confira.

 

UNIUM: Unidade de Beneficiamento de Leite brasileira recebe certificação internacional

unium 10 09 2021O selo FSSC (Food Safety System Certification) 22000 é objeto de desejo de toda a indústria alimentícia no Brasil e no mundo. Com a certificação, as empresas comprovam a segurança de alimentos da cadeia produtiva, aumentam a competitividade no mercado internacional e consolidam seus produtos nas prateleiras do consumidor nacional. Até o primeiro semestre de 2021, apenas três companhias brasileiras de lácteos possuíam tal credencial, sendo uma delas a Unidade de Beneficiamento de Leite (UBL) de Itapetininga, em São Paulo, que, desde julho de 2019, atende a todos os requisitos pertinentes, inclusive os legais exigidos por órgãos como Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), entre outras instituições.

Validação - A UBL de Itapetininga, que pertence à Unium, marca institucional das indústrias das cooperativas Frísia, Castrolanda e Capal, segunda maior fabricante de leite brasileira, recebeu a validação da nova versão 5.1 após extensa auditoria no mês de julho. “O acompanhamento teve como intuito atestar a qualidade de atuação de toda a cadeia produtiva do leite UHT, desde a recepção até a expedição, por meio de exigências como, por exemplo, a aplicação da Matriz Swot relacionada à segurança dos alimentos, que nos auxiliou a identificar pontos fortes e questões a serem melhoradas”, explica o gerente de Qualidade da Unium, Paulo Mauricio Basto.

No mundo - No mundo inteiro, há em torno de 25 mil empresas autenticadas pelo certificado. No setor de lácteos são 43, sendo somente três delas no Brasil. A auditoria foi realizada pela Bureau Veritas, e a certificação garante a procedência dos produtos das cooperativas que, em sua maioria, são comercializados para para grandes empresas nacionais e multinacionais. Com esse reconhecimento, as UBLs são certificadas pela integridade no mercado e aumentam a confiança do consumidor, pois a FSSC 22000 é um certificado que atesta a segurança dos processos e, consequentemente, dos produtos fabricados.

Estudo, disciplina e trabalho - “Foi necessário muito estudo, disciplina e um trabalho dinâmico e permanente para alcançarmos novamente esse objetivo. Atendemos grandes clientes, tanto nacionais quanto internacionais, e com o FSSC 22000, asseguramos que nosso produto é seguro e 100% confiável”, acrescenta o gerente de Qualidade.

Sobre a Unium - Marca institucional das indústrias das cooperativas Frísia, Castrolanda e Capal, a Unium representa os projetos em que as cooperativas paranaenses atuam em parceria. Conta com três marcas de lácteos: Naturalle – com produtos livres de aditivos -, Colônia Holandesa e Colaso. No setor de grãos, a Unium tem a marca Herança Holandesa – farinha de trigo produzida em uma unidade totalmente adequada à ISO 22000, com elevados padrões de exigência. Além disso, fazem parte dos negócios a Alegra, indústria de alimentos derivados da carne suína, e a Energik, usina de produção de energia sustentável, todas reconhecidas pela qualidade e excelência. Mais informações: http://unium.coop.br/. (Imprensa Unium)

 

COCAMAR: UBS recebe investimentos para aprimorar qualidade das sementes

Depois que passou a contar, em 2018, com uma Unidade de Beneficiamento de Sementes (UBS), a Cocamar tem sido distinguida por importantes companhias especializadas em razão da alta qualidade do tratamento industrial a que são submetidas as sementes.

Avançar - Na safra 2021/22, cuja temporada está prestes a iniciar, a UBS da cooperativa, localizada em São Sebastião da Amoreira, norte do estado, se preparou para avançar ainda mais na qualidade de suas sementes, conforme comenta o gerente Diogo Rodrigo Amaral, informando que a estrutura recebeu investimentos da ordem de R$ 8 milhões, nos últimos meses, em vários itens.

Revestimento térmico - Para manter o interior dos armazéns a uma temperatura ideal e com isso garantir por um tempo maior o vigor e a longevidade das sementes, as instalações foram revestidas com isolamentos térmicos de poliuretano.

Mais máquinas - Em outra frente, o número de máquinas de tratamento industrial passou de duas (disponibilizadas pelas parceiras Basf e Bayer) para quatro (agora também com a participação da Syngenta e da Corteva), mais que dobrando a capacidade, de 30 t/hora para 66 t/hora.

Otimização - Segundo Amaral, essa expansão é estratégica porque a janela após a aprovação dos lotes de sementes, que ocorre geralmente em julho, fica muito estreita. O período é de apenas 30 dias, em agosto, para realizar o tratamento industrial e disponibilizar os lotes para retirada na UBS. “A otimização da estrutura, com máquinas mais robustas, de maior capacidade e rendimento, possibilita também diminuir custos fixos com a redução de turnos de trabalho, além de mais eficiência”, pontua o gerente.

Complexidade - Amaral explica que essa é uma etapa bastante complexa do processo, pois são mais de 50 cultivares de soja e pelo menos uma dezena de tratamentos diferentes, cada qual atendendo às exigências das empresas e também os pedidos das unidades, lembrando que os desafios enfrentados pelos produtores podem variar de região para região. “Fazemos tudo de acordo com os pedidos feitos pelos cooperados quando da campanha de vendas de insumos, o que compreende o tratamento industrial e também os tipos de embalagens”, acrescenta o gerente.

Seleção - O beneficiamento de sementes também recebeu investimentos em equipamentos mais modernos, para assim realizar uma melhor seleção das sementes, em todas as etapas, com separação por tamanho, formato e peso específico.

Capacidade - A UBS atualmente tem capacidade para 220 mil sacas de sementes de soja e 100 mil sacas de sementes de trigo. (Imprensa Cocamar)

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SICOOB CREDICAPITAL: Resultados dos primeiros meses de 2021 são apresentados durante evento, em São Paulo

sicoob credicapital 10 09 2021O Sicoob Credicapital realizou, no dia 8 de setembro, no Teatro CIEE, em São Paulo, um evento voltado para colaboradores, cooperados e autoridades. O objetivo do encontro foi apresentar o crescimento exponencial que a cooperativa teve nos primeiros meses deste ano, que resultou em um aumento de 19% em ativos, 25% de ampliação nas operações de crédito e um cumprimento de mais 70% da meta proposta para 2021.  

Importância - O superintendente da Organização das Cooperativas do Estado de São Paulo (Ocesp), Aramis Moutinho Júnior, esteve presente e falou da importância da atuação do Sicoob Credicapital em território paulista. “O cooperativismo de crédito está se desenvolvendo com percentuais atrativos e o Sicoob Credicapital está prestando um excelente serviço à nossa comunidade. Fico feliz em participar desse evento. É a possibilidade de as pessoas conhecerem melhor o Sicoob e se tornarem cooperadas”.

Convidados especiais - Além do representante da Ocesp, o evento contou ainda com a presença de outros convidados especiais, entre eles o diretor-presidente do Sicoob Central Unicoob, Márcio de Souza Gonçalves, o diretor geral do Instituto do Câncer, Arnaldo, Pascoal Marracini e o engenheiro agrônomo, economista e palestrante, Alexandre Mendonça de Barros.

Marco - “O evento é um marco para o cooperativismo em São Paulo. Eu acompanho o trabalho do Sicoob no Paraná há um tempo, sou cooperado e acredito muito no cooperativismo para o desenvolvimento das pessoas. É muito bacana ver o padrão de crescimento e de profissionalismo com que a cooperativa trabalha”, comenta Alexandre.

Diferença - O presidente do Conselho de Administração do Sicoob Credicapital, Guido Bresolin Júnior, destacou que a grande diferença do cooperativismo financeiro para as instituições tradicionais é tratar as pessoas como prioridade. “As cooperativas financeiras estão a cada dia ocupando um espaço maior e mostrando seus diferenciais, entre eles, o foco no cooperado”.

Expansão - Com sede em Cascavel, no Oeste do Paraná, o Sicoob Credicapital chegou a São Paulo em 2020. Atualmente, a cooperativa conta com três escritórios de negócios na região central de São Paulo e quatro na região leste do estado. “Nossa expectativa é que, até o final de 2022, tenhamos mais seis novos pontos de atendimento em território paulista”, explica o diretor de mercado, Waldemar Paetzold. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

SICREDI VALE DO PIQUIRI: Saúde mental será debatida em live com especialistas

sicredi vale piquiri 10 09 2021Durante todo o mês de setembro, período da campanha nacional de prevenção ao suicídio, a Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP está desenvolvendo diversas ações sobre o tema. Uma delas será a live Juntos pela Vida, aberta a todo o público pelos canais da cooperativa no Youtube e no Facebook (sicredivaledopiquiri), na próxima segunda-feira (13/09), às 19h. O bate-papo será um momento para buscar a valorização da vida, em uma conversa que visa mostrar como a felicidade pode agir no combate à depressão, uma das principais causas do suicídio. Os participantes serão o psicoterapeuta Eliseu Hoffmann e as psicólogas Graciela Lopes e Raiana Bonatti.

Conteúdos - Para os mais de 1.200 colaboradores da cooperativa, serão divulgados conteúdos com foco em saúde mental e sobre os conceitos que são a base da psicologia positiva, o SPIRE (espiritual, físico, intelectual, relacionamento e emocional, na tradução da sigla em inglês). O Sicredi oferece ainda o canal interno Sempre Bem, voltado exclusivamente para ajuda e aconselhamento psicológico.

CVV - No Brasil, o CVV (Centro de Valorização da Vida) realiza apoio emocional e de prevenção ao suicídio, atendendo de forma gratuita todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo. O contato pode ser feito pelo telefone 188 (24 horas por dia e sem custo de ligação), pessoalmente (nos mais de 120 postos de atendimento) ou pelo site www.cvv.org.br, por chat e e-mail.

SERVIÇO

Live Juntos pela Vida

Próxima segunda-feira (13/09), às 19h

Canal da Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP no Youtube (www.youtube.com/watch?v=4PY3ZlRRSmQ) e no Facebook (www.facebook.com/sicredivaledopiquiri)

Sobre a Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP - A Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP, uma das 108 cooperativas do Sicredi, conta com 32 anos de história, mais de 170 mil associados e 96 espaços de atendimento. A área de atuação da cooperativa abrange 43 cidades no estado do Paraná e 8 cidades no estado de São Paulo, incluindo a capital paulista e cidades vizinhas do grande ABCD (www.sicredi.com.br/coop/vale-piquiri/).

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 24 estados e no Distrito Federal, com mais de 2.000 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP)

SICREDI UNIÃO PR/SP I: Incentivo à energia renovável gera economia de R$ 1,8 milhão

sicredi uniao I 10 09 2021Diante da grave crise hídrica e preço alto da energia no Brasil, muitos estão optando por investir em energia solar, movimento que reflete na procura por financiamento para implantação dos projetos. A cooperativa de crédito Sicredi União PR/SP já financiou, por meio do programa Energia da União, mais de 1,9 mil projetos de energia solar, totalizando a instalação de 55.000 módulos, em pouco mais de um ano. Somados, os módulos alcançam uma economia mensal de R$ 1,8 milhão em energia elétrica, por meio da geração de mais de 2 milhões de kWh/mês de energia limpa – números bastante significativos especialmente no contexto atual, em que o risco de apagão devido aos baixos níveis dos reservatórios não está descartado.

Taxa acessível - A gerente regional Norte da cooperativa de crédito, Carla Sonoda, destaca que o Energia Limpa pratica taxa de juros acessível, o que tem incentivado os associados a optarem pela implantação de placas fotovoltaicas. Mas o programa vai além: ele incentiva a contratação de serviços de empresas locais e também repassa parte dos valores financiados para o programa educacional da cooperativa – o União Faz a Vida. Desde setembro do ano passado, quando o programa foi lançado, a Sicredi União PR/SP concedeu mais de R$ 21,6 milhões em crédito para a instalação de sistemas de energia renovável.

Incentivo - “Para incentivar pessoas físicas e jurídicas a investir em sustentabilidade, a Sicredi União PR/SP oferece taxa de juros a partir de 0,49% mais CDI ou 0,85% ao mês, com pagamento em até 60 meses. Para usufruir da taxa diferenciada, é preciso adquirir o sistema de empresas locais: são 245 fornecedores credenciados na cooperativa. Em contrapartida, os fornecedores destinam um percentual de cada projeto ao programa A União Faz a Vida (PUFV), que atende 56 mil crianças e adolescentes de 74 municípios. Com isso, o programa que disponibiliza uma metodologia para incentivar o protagonismo na aprendizagem já recebeu mais de R$ 425 mil”, esclarece a gerente. O programa contribui ainda com quatro das 17 ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) estabelecidas pela Organização das Nações Unidas (ONU).

Resultados - A empresária Andreia Bonin, administradora na Bonin Transportes, com sede em Centenário do Sul (PR), contratou o financiamento e já colhe resultados. Segundo ela, o investimento foi feito ano passado. “Tínhamos um consumo de energia de R$ 1.500,00/mês. Hoje, é de R$ 400,00”, comenta.

Projeto rende premiação a colaboradora - O projeto Energia da União rendeu uma premiação internacional à colaboradora da cooperativa Ana Maria Marvulle Goffredo. Ela foi selecionada no World Council Young Credit Union People (WYCUP), promovido pelo Woccu (Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito, na tradução da sigla em inglês). Ela ganhou uma bolsa de estudos e participará da Conferência Mundial das Cooperativas de Crédito em Glasgow, na Escócia, ano que vem.

Reconhecimento - O WYCUP tem como objetivo reconhecer jovens lideranças por contribuições significativas às suas comunidades e cooperativas de crédito e que têm potencial de causar impacto global. No mundo, 12 jovens foram selecionados pelo programa, dos quais apenas cinco são brasileiros - todos representando o Sistema Sicredi. No total, foram inscritos projetos de 13 países.

Honrada e orgulhosa - “Cadastrei minha trajetória pessoal e profissional e como case apresentei o ‘Energia da União’, que promove um círculo virtuoso e tem apresentado grandes resultados. É um projeto liderado por mim e construído por muitas mãos, e estou honrada e orgulhosa do trabalho que fizemos, juntos. A Sicredi sempre apostou nos jovens, para que pensem ‘fora da caixa’ e desenvolvam projetos relevantes, fomentando o intraempreendedorismo, e esse reconhecimento é o resultado de tudo isso”, destaca a colaboradora. Ana Maria é mestre em Economia pela Universidade de São Paulo (USP). (Imprensa Sicredi União PR/SP)

FOTO: Torstensimon / Pixabay

 

SICREDI UNIÃO PR/SP II: Programa convida fornecedores a se comprometer com a sustentabilidade

sicredi uniao 10 09 2021Com o objetivo de promover maior engajamento com o desenvolvimento sustentável em sua cadeia de fornecedores, a Sicredi União PR/SP lançou o programa “Parceiros de Valor”. O objetivo é capacitar e engajar empresas parceiras que buscam equilibrar propósito e resultados: são 61 fornecedores associados que prestam serviço para a cooperativa em diversos segmentos.

Encontros - O programa foi lançado em junho e foram realizados cinco encontros com os fornecedores sobre governança, colaboradores, clientes, comunidade e meio ambiente. Agora as empresas passam pela Avaliação de Impacto B (BIA), do Sistema B - movimento global que pretende disseminar o desenvolvimento sustentável. A proposta é analisar e acompanhar a evolução da performance dos fornecedores de acordo com padrões de desempenho e impacto positivo reconhecido pelo mercado.

Práticas sustentáveis - Assim, os fornecedores caminharão junto à cooperativa na busca por práticas sustentáveis, como explica a gerente de Operações Administrativas, Valdirene Aparecida Viegas. “A Sicredi União PR/SP iniciou uma jornada de sustentabilidade, mas não quer fazer isso sozinha. Indo ao encontro do propósito da cooperativa, convidamos fornecedores parceiros para caminhar conosco. O ‘Parceiros de Valor’ quer despertar e engajar nossos fornecedores para a questão da sustentabilidade, incentivando a construção de uma sociedade melhor”, destaca.

Fórum - Em novembro, a Sicredi União PR/SP realizará um fórum para encerrar a primeira etapa do programa. No evento, os fornecedores mais bem avaliados na BIA terão a oportunidade de falar sobre suas empresas e as práticas sustentáveis adotadas em seus negócios. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

 

SICREDI ALIANÇA: Conheça a série “Marcas: histórias conectam”, o novo projeto da cooperativa de crédito

sicredi alianca 10 09 2021O prato delicioso de tilápia que preenche a mesa, o ambiente agradável da hamburgueria que a família adora frequentar, o hotel que você estava programando para se hospedar e aproveitar as férias, a universidade que você sonhava em se formar. Do piscicultor, passando pelo pequeno empreendedor até o hoteleiro, dos estudantes aos professores: ninguém escapou! Não importa o ramo de atuação, a classe social, a cor da pele, a religião ou o pensamento político. Se teve algo que a pandemia do coronavírus fez a gente compreender é que nós não temos o controle de tudo e que estamos todos imensamente conectados apesar de sermos tão diferentes. E só essa conexão é capaz de nos salvar.

Necessidades do próximo - Esse olhar sensível para as necessidades do próximo sempre foi diariamente exercitado dentro do Sicredi. E, especialmente num período de incertezas, medo e angústia, precisou ser intensamente praticado. Não só para atender as grandes e evidentes necessidades, mas para enxergar as pequenas demandas que, por vezes, passam batidas. É isso que o mais novo projeto da Sicredi Aliança PR/SP quis evidenciar: as histórias de superação de quem passou pela pandemia nas pequenas cidades, aquelas que nem sempre são retratadas na mídia tradicional. Por isso, nasceu o “Marcas: histórias conectam”, uma série de minidocumentários com quatro episódios, feita para relatar o que moradores de municípios pequenos sentiram com a pandemia e como cada agência do Sicredi ajudou os associados nesse enfrentamento.

Pessoas - “Nós, enquanto instituição financeira, precisamos olhar para as pessoas e ouvi-las. E nunca foi tão importante ouvir as pessoas como agora, porque nunca passamos por um momento tão delicado quanto a pandemia. Como a imprensa tradicional foca mais nas histórias dos grandes centros, sentimos que precisávamos contar como os moradores de pequenos munícipios encararam esse momento. Então tivemos a ideia de lançar essa série para falar sobre a pandemia com diversos pontos de vista nas cidades de atuação da cooperativa. Batizamos de ‘Marcas: histórias conectam’ porque contamos quais marcas a pandemia tem deixado, e porque, no fim das contas, está tudo interligado’”, explica Fernando Barros Fenner, diretor executivo da Sicredi.

Episódios - Quatro Pontes e Marechal Cândido Rondon, no Paraná, além de Olímpia e Jaboticabal, em São Paulo, tiveram suas histórias retratadas nos episódios que estão sendo lançados no canal do Youtube da Sicredi Aliança PR/SP. O episódio de Quatro Pontes pode ser conferido no link: https://www.youtube.com/watch?v=RMkS3PnRn0Q.

“Quando você ama o que faz, todo o sistema sente” - Essa foi uma das frases ditas pela personagem que ajuda a compor o episódio de Quatro Pontes (PR), Rosemere Brandt Dalpizzol, que é produtora rural. Junto com o marido, Osvanir Dalpizzol, ela administra uma empresa que atua na compra e venda de rações e equipamentos para piscicultura, além de estar envolvida em todo processo do cultivo, produção e comercialização da tilápia. A estratégia para enfrentar as dificuldades impostas pela pandemia foi a cautela.

Engajamento - “Sabíamos que as pessoas não iam parar de se alimentar, e como nós estamos inseridos numa atividade de produção de alimento, isso nos forneceu engajamento para gente se manter sólido. Em muitos casos sugerimos ao nosso cliente uma redução de peixes por metro quadrado, para segurar um pouco a onda, assim a gente reduz o custo de energia, reduz a quantidade de ração, todo o sistema funciona de maneira mais tranquila e, dependendo do contexto do mercado, a gente vai ter essa segurança”, conta Rosemere. O casal fortaleceu o elo com o Sicredi nesses últimos meses. “O sucesso nos empreendimentos que a gente fez até agora é graças à parceria que temos com o Sicredi, as portas que abriram para nós. É isso que nos dá segurança de dar continuidade”, agradece Osvanir.

Agro - Eles fazem parte do grupo de associados atendidos pela Elaine Sanders, gerente da agência Sicredi em Quatro Pontes. “Grande parte da população que a gente atende é agro. E o agro conseguiu contornar as adversidades. O mundo precisa de alimentos, cada vez mais! Estamos saindo da pandemia mais fortes, cada pessoa mostrou o quanto é capaz. O que a pandemia deixou para o Sicredi foi a ideia de que a gente precisa transformar juntos, sozinho não vamos conseguir transformar nada”.

“A cidade economicamente caiu quase a zero” - O que fazer quando o PIB de uma cidade depende 67% do movimento gerado pelo turismo que, por meses, parou? Olímpia (SP) viu o fervo de turistas se divertindo se transformar no silêncio dos parques aquáticos desertos. No segundo episódio da série, é possível entender como o apoio do Sicredi foi fundamental para manter o ânimo do segmento, permitindo que a reabertura acontecesse gradativamente.

Apoio - “Olímpia recebia, às vezes, num fim de semana, cerca de 50 mil pessoas. Quando houve a necessidade de fechar os parques foi uma coisa absurda: a cidade economicamente caiu a zero, Olímpia parou. Felizmente nós temos uma instituição financeira muito grande que nos apoia, que é a Sicredi. E ela tem apoiado não só a gente, mas outros empresários da cidade. As marcas que ficaram são muito significativas, ninguém quer passar mais por isso. O grande segredo é nunca perder o legado”, detalha Selim Jamil Marud, sócio proprietário do Royal Thermas Resort e Spa Olímpia.

Orientação - “A orientação sempre foi: cuidem do associado! Sentem com ele, vejam o que ele está precisando, vejam o que é melhor para ele. E isso a gente conseguiu fazer! Isso me trouxe o conforto de estar numa cooperativa que pensou no associado e olha que a agência de Olímpia só tinha 3 meses de existência! Sempre dissemos: conta com a gente, vai melhorar”, comenta Elismar Aparecida Machado Teixeira Primo, gerente da agência Sicredi Olímpia.

“A gente não podia parar, porque aquilo era nosso sustento” - Imagine saber que cada noite trabalhada é essencial para pagar as contas do dia seguinte e, ainda assim, se sentir impotente, de mãos atadas, sem poder tocar esse trabalho. Não bastasse toda a dificuldade gerada pela pandemia, a estrutura da hamburgueria dos empresários Marlos e Fernanda, ainda pegou fogo. “A gente já estava sofrendo porque o movimento tinha caído. Bate o desespero. E, para completar, sofremos com um incêndio na hamburgueria. Sem o respaldo do Sicredi na parte de recursos, nós não conseguiríamos reabrir”, relata Marlos.

Missão - O casal de Marechal Cândido Rondon (PR) conta essa história no terceiro episódio da série, que mostra ainda como outras pessoas ajudaram a cidade a enfrentar a crise sanitária. “Nós nos questionamos: por que acordamos todos os dias no Sicredi para abrir as agências? O que tem por trás disso? É nossa missão agregar renda e melhorar a qualidade de vida das pessoas. E assim trabalhamos de maneira individualizada o caso de cada associado. Teve uma energia muito positiva de todo o time olhando para o cuidado com o outro e não só para o seu cuidado próprio”, se orgulha Fernando Barros Fenner, diretor executivo da Sicredi.

“O programa leva para fora tudo que a universidade pode oferecer para a comunidade” - Para fechar a série, Jaboticabal (SP), mais uma cidade da área de abrangência da Sicredi PR/SP, aparece com um programa que tem ganhado destaque: o trabalho fundamental de residentes de Medicina Veterinária no mapeamento e no controle da Covid-19. O último episódio da série conta como os participantes do Programa de Residência em Área Profissional da Saúde, do campus da Unesp, estão auxiliando nesse enfrentamento.

Profissionais diferenciados - “Eles serão profissionais diferenciados. Porque tiveram, efetivamente, uma experiência com saúde pública. Não foram só aulas teóricas, eles atuaram realmente no serviço, tendo contato direto com pessoas, com gestores, agentes comunitários de saúde e toda equipe que atua no sistema de atenção básica de saúde de um município. Então vai ser muito importante para eles ter essa possibilidade de conhecer como se faz a notificação de uma doença, porque a doenças compulsórias têm que ser notificadas, como é preciso atuar frente a riscos. E a importância do veterinário está justamente em conseguir detectar e avaliar riscos que estão na intersecção entre animal, ambiente e ser humano, que, muitas vezes, passam despercebidos pelos demais profissionais de saúde”, explica Adolorata Carvalho, professora da Unesp de Jaboticabal.

Cronograma - Acesse www.youtube.com/sicredialiancaprsp, confira o episódio de estreia sobre Quatro Pontes que já está no ar e fique de olho no lançamento dos próximos episódios que serão lançados nas seguintes datas:

13/09 - Episódio Olímpia

27/09 - Episódio Marechal

18/10 - Episódio Jaboticabal

(Imprensa Sicredi Aliança PR/SP)

 

UNIMED PONTA GROSSA: Hospital Geral realiza simulação de evacuação nas unidades de confinamento

unimed ponta grossa 10 09 2021Recentemente, o Hospital Geral Unimed (HGU), da Unimed Ponta Grossa, promoveu um simulado de evacuação nas áreas com pacientes acamados e que apresentam maior dificuldade de remoção de pacientes caso ocorra algum evento grave.

Ação - A ação foi organizada pela Brigada de Emergência e foi estruturada a partir do cenário hipotético do risco de incêndio em frente à unidade Covid e que acarretaria no confinamento dos colaboradores e pacientes.

Orientação - Em um primeiro momento, a equipe da Brigada orientou os envolvidos a respeito das saídas de emergência e o acionamento correto das portas. Um boneco foi utilizado para representar um paciente em estado grave, conectado a equipamentos e aparelhos, inclusive de ventilação (intubação). Foram também designados os profissionais da ala responsáveis por liderar o procedimento de evacuação.

Tempo - “O tempo é um fator importante neste momento, mas o principal é realizar adequadamente a retirada do paciente com segurança, preservando a salvaguarda de todos os envolvidos. Acionamos um sinal de emergência (apito) para o início da simulação e o processo todo, desde a desmontagem dos equipamentos e remoção do paciente acamado e sedado até o local seguro determinado, foi de um' minuto e 32 segundos”, explica Neyro Rodarte Jr., técnico de segurança do trabalho.  

Segurança dos pacientes - A segurança do paciente é um dos principais nortes do HGU e embasa todos os protocolos e processos do hospital. De acordo com Neyro, o conceito de segurança ultrapassa os cuidados assistenciais e deve ser pensado e aplicado em todas as áreas.

Diagnóstico - “Ter um diagnóstico dos pontos positivos e negativos filtrados em um simulado de emergência em áreas hospitalares faz com que possamos estar sempre preparados para situação não rotineiras em que, teoricamente, muitas pessoas não sabem se portar em casos de pânico. Caso ocorra alguma situação crítica, nossos profissionais podem fazer a diferença com conhecimento em situações como essa e, com isso, podemos conseguir minimizar os danos, atuando na segurança de nossos colaboradores, médicos e pacientes”, finaliza. (Imprensa Unimed Ponta Grossa)

 

PECUÁRIA: Abate de suínos no 2º trimestre é recorde da série histórica

pecuaria 10 09 2021O Brasil registrou o abate de 13,04 milhões de cabeças de suínos no 2º trimestre de 2021, um recorde na série histórica, iniciada em 1997. Essa quantidade representa alta de 7,6% em relação ao mesmo período de 2020 e aumento de 2,9% na comparação com o 1° trimestre de 2021. O resultado é da Estatística da Produção Pecuária, divulgada nesta sexta-feira (10/09) pelo IBGE, que também mostra que foram abatidas 1,52 bilhão de cabeças de frangos. Esse número significa o melhor 2º trimestre na série histórica da pesquisa e representa um aumento de 7,8% em relação ao mesmo período de 2020, mas queda de 3% na comparação com o 1° trimestre de 2021.

Bovinos - No que diz respeito aos bovinos, foram abatidos 7,08 milhões de cabeças, número mais baixo para um 2º tri desde 2011 e 4,4% inferior à do 2° trimestre de 2020, ainda que 7,4% maior que a do 1º trimestre de 2021.

Fatores - De acordo com Bernardo Viscardi, gerente da pesquisa, o resultado recorde das exportações de carne suína in natura, com o pico das vendas para o exterior em junho, ajudou a compor esse cenário. “O consumo interno também foi importante, já que o preço da carne do porco é mais acessível do que a de boi”, ressalta o analista.

Tendência - No abate de bovinos, manteve-se a tendência iniciada em 2020, com a retenção de fêmeas por conta do elevado preço do bezerro. Apesar da retração do abate, o volume de carne bovina in natura exportada foi o segundo maior obtido em um 2º trimestre, de acordo com a Secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Economia (Secex/ME), com recorde para o mês de abril (125,50 mil toneladas).

Frangos - A exportação também colaborou para os números do abate de frangos, já que alcançaram o melhor patamar desde o terceiro trimestre de 2018. “Aliado à boa liquidez do mercado doméstico, este fato contribuiu para elevar os preços da carne e do animal vivo”, afirma Viscardi.

Entressafra - Na entressafra, aquisição de leite cai; produção de ovos bate recorde para um 2º tri - A aquisição de leite cru foi de 5,82 bilhões de litros no 2º trimestre de 2021. Esse número equivale à redução de 1% em relação ao 2° trimestre de 2020 e queda de 11,4% em comparação com o trimestre imediatamente anterior.

Comportamento cíclico - Viscardi lembra que o setor tem comportamento cíclico, já que os 2° trimestres regularmente apresentam a menor produção anual por conta do período mais seco. “Nesse ano, a seca foi mais intensa em muitos estados produtores, principalmente nas regiões Sul e Centro-Oeste, o que afeta as pastagens, a alimentação natural da vaca. E o preço dos insumos da ração, suplementos necessários nessa condição, também ficaram mais caros”, explica o analista. Embora o preço do leite tenha aumentado para o consumidor final, essa alta não foi na mesma ordem do preço dos insumos da suplementação. “É mais difícil repassar o aumento de custo para o consumidor final, o que naturalmente desencoraja a produção”, complementa.

Terceira maior captação - Ainda assim, o resultado representa a 3ª maior captação de leite acumulada em um 2° trimestre, abaixo dos resultados alcançados em 2020 (5,87 bilhões de litros) e 2019 (5,86 bilhões).

Ovos - Já a produção de ovos de galinha alcançou a marca de 985,70 milhões de dúzias no 2º trimestre de 2021, alta em relação ao apurado no 2º trimestre de 2020 (0,9%) e em relação à produção do 1º trimestre de 2021 (0,5%). Com isso, a produção bateu recorde para um 2º trimestre, sendo a quarta maior produção da série histórica da pesquisa, iniciada em 1987.

Couro - A Pesquisa Trimestral do Couro mostrou que 7,51 milhões de peças de couro foram recebidas em curtumes, alta em relação ao 2° trimestre de 2020 (2,6%) e na comparação com o 1° tri de 2021 (6,2%). Apesar do crescimento, a aquisição do couro está próxima aos níveis de 2003, já que, atualmente, há redução de bovinos disponíveis para o abate.

Mais sobre a Pesquisa Trimestral do Abate de Animais - A pesquisa fornece informações sobre o total de cabeças abatidas e o peso total das carcaças para as espécies de bovinos (bois, vacas, novilhos e novilhas), suínos e frangos, tendo como unidade de coleta o estabelecimento que efetua o abate sob fiscalização sanitária federal, estadual ou municipal. A periodicidade da pesquisa é trimestral, sendo que, para cada trimestre do ano civil, os dados são discriminados mês a mês.

Divulgação - A partir do primeiro trimestre de 2018, atendendo solicitações de usuários para acesso mais rápido às informações da conjuntura da pecuária, passaram a ser divulgados os "Primeiros Resultados" da Pesquisa Trimestral do Abate de Animais para o nível Brasil, em caráter provisório. Eles estão disponíveis cerca de um mês antes da divulgação dos "Resultados Completos". Os dados completos podem ser consultados no Sidra. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: AEN-Seab-Paraná

 

IBGE: Com avanço de 3,3%, indústria do Paraná tem o terceiro maior crescimento do País em julho

ibge 10 09 2021O Paraná foi o terceiro Estado do País com maior crescimento na produção industrial em julho. O avanço foi de 3,3% de acordo com a Pesquisa Industrial Mensal-Regional (PIM-PF-Regional), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada nesta quinta-feira (09/09) – apenas Bahia (6,7%) e Espírito Santo (3,7%) tiveram desempenho superior no período. Em relação à Região Sul, Santa Catarina (-1,5%) e Rio Grande do Sul (-1,7%) apresentaram retração, acompanhando a média brasileira, que ficou em -1,3% no mesmo recorte.

Relevantes - “Esses números são relevantes porque reforçam uma vez mais que as medidas tomadas pelo Governo do Estado para reaquecer a economia em razão da pandemia da Covid-19 surtiram efeitos. A retomada está realmente acontecendo, com a abertura de mais de 132 mil empregos com carteira assinada no ano e mais de R$ 50 bilhões em investimentos privados desde 2019," destacou o governador Carlos Massa Ratinho Junior.

Julho de 2020 - No comparativo com julho do ano passado, um dos períodos mais severos da pandemia, o crescimento da indústria paranaense foi de 8,2%, novamente o terceiro melhor resultado do País, atrás somente de Espírito Santo (9,4%) e Minas Gerais (8,6%).

Acumulado 12 meses - Já no acumulado dos últimos 12 meses (agosto de 2020 a julho de 2021), o Estado também apresentou resultado positivo, com crescimento de 11,5% em relação ao período exatamente anterior (julho de 2019 a agosto de 2020), o sexto principal desempenho do Brasil.

Incentivo e desburocratização - “Além de incentivar a chegada de novos investidores, nós como Estado buscamos favorecer, acabando com a burocratização da máquina pública, o que facilita a tomada de ações. O Paraná tem um bom ambiente para atrair investimentos”, ressaltou Ratinho Junior.

Mês a mês - Segundo o levantamento mensal do IBGE (variação entre julho de 2020 e de 2021), o crescimento foi impulsionado pelos bons resultados da fabricação de veículos automotores, reboques e carrocerias (83%); máquinas e equipamentos (52,6%), produtos de metal (18,5%), celulose, papel e produtos de papel (6,8%), produtos de minerais não-metálicos (3,9%) e produtos de madeira (2,9%).

Bons resultados - O incremento em julho acompanha uma série de bons resultados do Paraná ao longo dos últimos períodos analisados. Mês a mês, sempre em relação ao mesmo recorte do ano anterior, a expansão industrial foi de 8,2% em julho/2021; 7,5% em junho/2021; 23% em maio/2021; 54,3% em abril/2021; 16,9% em março/2021; 3,5% em fevereiro/2021; e 11,5% em janeiro/2021.

Nacional - Com a queda de 1,3% da indústria nacional de junho para julho de 2021, na série com ajuste sazonal, sete dos 15 locais pesquisados pelo IBGE apresentaram taxas negativas, com destaque para o Amazonas (-14,4%). São Paulo (-2,9%), Minas Gerais (-2,6%), Pará (-2,0%), Rio Grande do Sul (-1,7%), Santa Catarina (-1,5%) e Rio de Janeiro (-1,4%) completaram o conjunto de locais com recuo na produção nesse mês.

Maior alta - Já a Bahia (6,7%) apontou a maior alta nesse mês. Espírito Santo (3,7%), Região Nordeste (3,4%), Paraná (3,3%), Pernambuco (2,5%), Ceará (1,5%), Mato Grosso (1,1%) e Goiás (0,8%) assinalaram os demais resultados positivos.

Crescimento - Na comparação com julho de 2020, o setor industrial nacional cresceu 1,2%. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: José Fernando Ogura / AEN

 

VAREJO: Vendas crescem 1,2% em julho e atingem patamar recorde

varejo destaque 10 09 2021O volume de vendas do comércio varejista no país cresceu 1,2% em julho, na comparação com o mês anterior, registrando a quarta taxa positiva consecutiva. Com isso, o patamar do setor atingiu recorde na série histórica iniciada no ano 2000. No ano, o varejo acumula crescimento de 6,6% e nos últimos doze meses, cresceu 5,9%. Os dados são da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada nesta sexta-feira (10/09) pelo IBGE.

Heterogêneo - “Apesar do avanço, o movimento intrasetorial do comércio é muito heterogêneo. Algumas atividades ainda não conseguiram recuperar as perdas na pandemia, como é o caso de equipamentos e material para escritório, que ainda está 26,7% abaixo do patamar pré-pandemia, ou combustíveis e lubrificantes, que está 23,5% abaixo”, analisa o gerente da PMC, Cristiano Santos.

Taxas positivas - Entre as oito atividades pesquisadas, cinco tiveram taxas positivas em julho. A alta mais intensa foi a de outros artigos de uso pessoal e doméstico (19,1%). “Vemos uma trajetória de recuperação dessa atividade, que acaba por fazer grandes promoções e aumentar a sua receita bruta de revenda, num novo momento de abertura e maior flexibilização do isolamento social, o que gera maior aumento da demanda”, explica Santos.

Avanço - Tecidos, vestuário e calçados (2,8%), equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (0,6%) também avançaram no período. Já hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (0,2%) e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (0,1%) ficaram estáveis. Por outro lado, as atividades que reduziram o volume de vendas foram livros, jornais, revistas e papelaria (-5,2%), móveis e eletrodomésticos (-1,4%) e combustíveis e lubrificantes (-0,3%).

Ampliado - No comércio varejista ampliado, que inclui, além do varejo, veículos e materiais de construção, o volume de vendas cresceu 1,1% em julho, frente a junho. Esse aumento foi puxado pelo setor de veículos, motos, partes e peças (0,2%), enquanto material de construção variou negativamente (-2,3%).

Varejo cresce 5,7% na comparação com julho de 2020 e tem quinta taxa positiva consecutiva - Na comparação com julho de 2020, o comércio varejista cresceu 5,7%, quinta taxa positiva seguida. Esse resultado veio de tecidos, vestuário e calçados (42,0%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (36,8%), combustíveis e lubrificantes (6,4%) e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (4,8%).

Recuo - Também quatro setores tiveram recuo no indicador interanual: livros, jornais, revistas e papelaria (-23,2%), móveis e eletrodomésticos (-12,0%), equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-5,6%) e hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-1,8%).

Ganho - “Por conta das quedas pronunciadas no período que marca o início da pandemia (de março a julho de 2020), o varejo apresentou ganho, sobretudo, nas atividades mais afetadas, como de tecidos, vestuário e calçados e outros artigos de uso pessoal e doméstico, que voltam a registrar taxas de dois dígitos no campo positivo”, comentou Cristiano Santos.

Vendas do setor sobem em 19 unidades da federação - Na comparação com junho, o comércio varejista teve variações positivas em 19 das 27 unidades da federação em julho, com destaque para os estados de Rondônia (17,5%), Santa Catarina (12,5%) e Paraná (11,1%). No campo negativo, as maiores quedas ficaram com os estados de Minas Gerais (-2,1%), Rio Grande do Norte (-1,5%) e Amazonas (-1,5%).

Variação positiva - Já no comércio varejista ampliado, a variação positiva em julho foi seguida por 15 unidades da federação, sendo as principais Santa Catarina (6,7%), Paraná (6,2%) e Mato Grosso do Sul (5,3%). Entre as quedas, pressionando negativamente, destacam-se Maranhão (-2,6%), Rio Grande do Norte (-2,2%) e Sergipe (-2,2%).

Mais sobre a pesquisa - A PMC produz indicadores que permitem acompanhar o comportamento conjuntural do comércio varejista no País, investigando a receita bruta de revenda nas empresas formalmente constituídas, com 20 ou mais pessoas ocupadas, e cuja atividade principal é o comércio varejista.

Resultados mensais - Iniciada em 1995, a PMC traz resultados mensais da variação do volume e receita nominal de vendas para o comércio varejista e comércio varejista ampliado (automóveis e materiais de construção) para o Brasil e Unidades da Federação. A técnica de coleta é o - Questionário eletrônico autopreenchido (CASI) e a Entrevista pessoal com questionário em papel (PAPI). Os resultados podem ser consultados no Sidra. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Helena Pontes / Agência IBGE Notícias

 

varejo tabela 10 09 2021

 

INFRAESTRUTURA: Estado apresenta resultados preliminares da viabilidade da Nova Ferroeste à União

infraestrutura 10 09 2021O Governo do Paraná recebeu nesta quinta-feira (09/09) uma comitiva formada por integrantes do Ministério da Economia e do Ministério da Infraestrutura que veio para acompanhar os avanços no projeto da Nova Ferroeste. Na reunião, liderada pelo Comitê de Governança do projeto, foram apresentados os resultados preliminares do Estudo de Viabilidade Técnico-Operacional, Econômico-Financeira, Ambiental e Jurídico (EVTEA-J) e do Estudo de Impacto Ambiental (EIA-RIMA).

Análise - O projeto de viabilidade técnica analisa a demanda existente e avalia a melhor alternativa de traçado para a ferrovia, dividida em seis lotes. Com um total de 1.304 quilômetros de extensão, a ferrovia vai ligar Maracaju, no Mato Grosso do Sul, ao Porto de Paranaguá, ampliando e modernizando o trecho já existente entre Cascavel e Guarapuava. A previsão é que o investimento alcance R$ 33,4 bilhões.

Movimentação de carga - Já com relação à movimentação de carga, a estimativa do estudo é que se chegue a 38 milhões de toneladas no primeiro ano de concessão, ampliando essa cota para 85 milhões de toneladas ao final do período – um aumento de 123,7% em 60 anos.

Promissor - A secretária especial do Programa de Parcerias e Investimentos (PPI) do Ministério da Economia, Marta Seiller, disse que a Nova Ferroeste é um projeto muito promissor em termos de investimentos e logística.

Redução de custos - “Criar mais ferrovias para escoar as safras significa reduzir o custo de frete e aumentar a competitividade. Nosso país ainda é muito dependente do transporte rodoviário. Por isso, temos que trazer viabilidade em termos de receita para que a nova ferrovia se torne uma realidade e gere muitos empregos para a região”, explicou.

Polos - O estudo também propõe sete polos de carga no Paraná e dois no Mato Grosso do Sul. Além de criar um corredor de exportação, a ferrovia propiciaria uma movimentação entre esses terminais, abastecendo a produção interna do Estado.

Apoio - Luiz Henrique Fagundes, coordenador do Plano Estadual Ferroviário, aponta que o apoio do governo federal tem sido consistente na elaboração do projeto, e que a modelagem foi bem recebida. “A visita da comitiva mostra não apenas uma sinergia entre os governos estadual e federal como também a importância que este projeto alcançou em nível nacional. Essa é uma sinalização de que estamos no caminho certo e de que esse projeto vai causar impacto positivo no em todo o Brasil, criando uma solução inovadora para o modal ferroviário”, afirmou o coordenador.

Paranaguá - Nesta sexta-feira (10/09), a comitiva segue para Paranaguá, realizando um sobrevoo pela região da Serra do Mar, onde um trecho da ferrovia será implementado. Os integrantes também farão uma visita aos pontos críticos de passagem dos trilhos dentro da cidade.

Pontos mais sensíveis - “Esses são os pontos mais sensíveis do projeto, não apenas em investimentos como também em termos ambientais e de marcos regulatórios. Por isso, contamos com o apoio do governo federal para que a gente consiga chegar ao melhor modelo possível”, reforçou Fagundes.

Sustentabilidade - Já as soluções apresentadas no Estudo de Impacto Ambiental (EIA-RIMA) mostram que a ferrovia cria alternativas para um mínimo de impacto nas regiões alcançadas pelo projeto. Isso se dá porque o traçado foi priorizado em áreas sem vegetação, que correspondem a 80% de toda a extensão do trajeto.

Demais trechos - Nos demais trechos, o desenho da ferrovia inclui túneis e pontes, que causam menor impacto ambiental se comparado às técnicas de terraplanagem. A Nova Ferroeste contará com 10 túneis (total de 7,9 quilômetros), 25 viadutos e 4 pontes (que juntos somam 16,4 quilômetros), além de dispositivos de passagem de fauna para evitar acidentes com animais.

Prioritário - Marta Seiller afirmou que o desenvolvimento da infraestrutura com sustentabilidade é prioritário. “A ferrovia já é um projeto verde quando comparada à sua alternativa rodoviária, porque polui muito menos e causa menos acidentes. Naturalmente, a gente prefere ferrovias para o transporte de carga de longo curso, mas por ser uma infraestrutura nova é preciso ter o cuidado no estudo do traçado para minimizar os impactos no meio ambiente”, endossou a secretária.

Órgãos - O estudo, que contou com a análise de órgãos como Funai (Fundação Nacional do Índio), Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) e Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária), aponta que o traçado não interfere diretamente em nenhuma unidade de conservação ambiental e nenhuma comunidade quilombola ou indígena. A previsão é protocolar o pedido de licença prévia ambiental em novembro.

MP da autorização - A comitiva também ressaltou o bom momento para a elaboração do projeto da Nova Ferroeste, tendo em vista a publicação da Medida Provisória 1.065/21, conhecida como MP da Autorização, ao final de agosto.

Operação - Até então, as ferrovias públicas só poderiam ser operadas por empresas privadas em regimes de concessão ou permissão para construção e exploração de trechos via licitação. O novo texto permite a construção de novas vias por meio de uma autorização simplificada, sem necessidade de licitação.

Momento oportuno - Marcello da Costa Vieira, secretário nacional de Transportes Terrestres do Ministério da Infraestrutura, pontuou que esse é um momento muito oportuno para discutir a viabilidade da ferrovia no Paraná. “Esse novo modelo de autorização dá a possibilidade de captar investimento da iniciativa privada e diluir esses investimentos em um prazo muito maior que uma concessão tradicional. Isso se integra ao projeto da Ferroeste, que faz mais sentido se puder ser ampliado para onde existe carga a ser captada – principalmente no Oeste do Estado e no Mato Grosso do Sul”, disse.

Ampliação da malha - Além disso, o projeto se enquadra nos esforços do Ministério da Infraestrutura para ampliar a malha ferroviária do País até 2035. Natália Marcassa, secretária de Fomento, Planejamento e Parcerias do Ministério da Infraestrutura, explica que o projeto é preterir rodovias em favor de ferrovias, mais econômicas e ágeis.

Matriz - “Com o aumento das ferrovias a gente melhora a matriz de transportes do Brasil. Hoje, ela tem um percentual 60% rodoviário, e não chega a 20% ferroviário. Nosso objetivo é mudar essa cota e passar a ter pelo menos 40% ferroviários até 2035. Com isso, a gente permite que se reduza o custo do transporte no Brasil”, explicou Marcassa.

Presenças - Compareceram à reunião o secretário de parcerias em transportes do PPI e presidente do Comitê de Governança, Leonardo Maciel; o diretor-presidente da Ferroeste, André Gonçalves; a subsecretária substituta de sustentabilidade do Ministério da Infraestrutura, Juliana Dória; o engenheiro e coordenador operacional do estudo de viabilidade da TPF-Sener Engenharia, Paulo Gonçalves; o consultor do Consórcio TPF-Sener, Homero Neves; o representante do consórcio TPF-Sener André Jamir; Thiago Dantas, engenheiro da TPF Engenharia; o secretário-executivo do Conselho de Infraestrutura da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), João Arthur Mohr; os integrantes do Grupo de Trabalho do Plano Estadual Ferroviário (GT Ferrovias) Giuliano Bindo, Juliano Rodrigues, João André Saroli e Roberto Silva, além de outros membros do GT que participaram da reunião de forma virtual. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Geraldo Bubniak / AEN

 

PRC-280: Governador confirma o início da revitalização e terceiras faixas do principal corredor logístico do Sudoeste

A revitalização e aumento da capacidade da PRC-280, principal corredor logístico do Sudoeste paranaense, começam a se tornar realidade. O governador Carlos Massa Ratinho Junior esteve nesta quinta-feira (09/09) em Palmas para o lançamento da pedra fundamental da pavimentação em concreto rígido de um trecho de 59,55 quilômetros da rodovia, além da implantação de 12,39 quilômetros de terceiras faixas. As melhorias na via somam R$ 134,2 milhões em investimentos do Governo do Estado.

Início das obras - O início das obras está programado para a segunda quinzena de setembro. A reconstrução abrange o trecho entre Palmas e o Trevo Horizonte, no entroncamento com a BR-153, que dá acesso à Santa Catarina. O investimento é de R$ 107,4 milhões e faz parte do Avança Paraná, programa da Secretaria de Estado da Infraestrutura e Logística que utiliza recursos financiados pelo Banco do Brasil e pela Caixa Econômica Federal.

Técnica inédita - Para a obra, será utilizada uma técnica inédita em estradas estaduais do Paraná, chamada de whitetopping, que é a execução de um novo pavimento rígido de concreto sobre o asfalto já existente. “Estamos trazendo a Palmas aquilo que é feito em países de primeiro mundo. O pavimento em concreto garante mais durabilidade, tem vida útil de 20 ou 30 anos e é mais indicado para estradas que têm grande fluxo de cargas pesadas, como a PRC-280”, disse o governador. “Além disso, a construção de terceiras faixas em 27 segmentos da via vai melhorar a trafegabilidade e trazer mais segurança aos motoristas”.

Sem intervenções - Ratinho Junior lembrou que a rodovia foi construída nos anos 1970 e, desde então, não recebeu grandes intervenções além de projetos de tapa-buracos. “Em mais de 40 anos, nunca houve algum tipo de investimento para modernizar a rodovia. Eu fiz um compromisso com a região e coloquei em meu plano de governo que resolveríamos esse problema, e hoje confirmamos o maior investimento das últimas quatro décadas na estrada”, disse ele, destacando também que a PRC-280 está incluída no novo programa de concessões rodovias do Paraná.

A rodovia - A PRC-280 é a principal via de ligação entre as regiões Oeste, Sudoeste e a Capital paranaense, além de incorporar o tráfego de Santa Catarina veículos que entram no Brasil vindos da Argentina e do Uruguai. Considerada o corredor do Sudoeste, a rota é utilizada para escoamento de produção agrícola, da indústria madeireira e de celulose.

Cargas pesadas - Segundo o prefeito de Palmas, Cosmos Nicolau, os caminhões que trafegam pela rodovia têm cargas pesadas, o que compromete a qualidade do pavimento. “Os caminhões que saem da região carregam 80, 90 toneladas de produtos, não há asfalto que resista”, disse ele. “Todo o escoamento da nossa safra é feito por essa rodovia. Somos o maior produtor de compensado e de panela de pressão da América Latina, além da produção de maçã, e tudo passa por aqui. Os moradores também usam para se deslocar para outras regiões e estados”, explicou o prefeito.

Movimento - De acordo com estudo de tráfego, passam pelo trecho, diariamente, mais de 1.800 veículos pesados, como ônibus e caminhões, além de carros de passeio. A maior parte da obra se concentrará no perímetro de Palmas, município com mais de 50 mil habitantes.

Estratégica - O chefe da Casa Civil, Guto Silva, destacou que a rodovia foi estratégica no momento de sua construção, representando a integração da região de fronteira e o Sudoeste paranaense. Porém, a falta de melhorias e o fato de não ter sido incluída no Anel de Integração fez com que a via fosse utilizada como um desvio ao pedágio, recebendo um grande volume de veículos pesados que acabaram comprometendo o pavimento. “Temos agora a oportunidade de corrigir um erro histórico na região”, disse.

Obra - A licitação foi feita na modalidade de Regime Diferenciado de Contratações Integrado (RDCi), em que o projeto executivo e a obra em si são feitos de forma simultânea pela mesma empresa. O prazo de execução é de 15 meses, contando com os três meses que já passaram na elaboração do projeto executivo.

Conclusão - “Contando a partir do início das obras, o prazo de conclusão é de 12 meses, mas nosso pedido à empresa é adiantar e entregar ainda no primeiro semestre de 2022”, disse o secretário estadual da Infraestrutura e Logística, Sandro Alex. “Essa revitalização representa a inovação na infraestrutura. Estamos seguindo a tendência do mundo que é fazer uma rodovia com maior durabilidade. Isso se traduz no melhor uso do dinheiro público. A rodovia será mais segura e durável, ficará para as próximas gerações”, afirmou.

Base - Pela técnica de whitetopping, que garante vida útil de pelo menos 20 anos, o pavimento atual receberá serviços de reparos e correção do nível, sendo aproveitado como base para o pavimento de concreto. A rodovia receberá placas de concreto de 22 centímetros de espessura, restaurando completamente a pista, que será alargada em 40 centímetros de cada lado.

Acostamentos - Os acostamentos também vão receber o pavimento de concreto, mas passarão por reciclagem de sub-base primeiro. A obra prevê ainda a adequação dos dispositivos de drenagem, da sinalização horizontal e vertical, e de elementos de segurança.

Terceiras faixas - A ampliação da capacidade prevê a implantação de terceiras faixas em dois trechos da PRC-280: entre o quilômetro zero, na divisa do Paraná com Santa Catarina, e o km 5,9, em União da Vitória; e entre o km 130,3, no acesso a Palmas, e o km 254,9, no entroncamento que dá acesso a Marmeleiro.

Investimento - O investimento nos dois trechos é de R$ 26,8 milhões, também com recursos do Avança Paraná, além de um financiamento contratado pelo Governo do Estado junto ao Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

Soluções - A execução das terceiras faixas estão dentro do Programa de Revitalização da Segurança Viária do Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR), que prevê soluções como faixa para ultrapassagens, alargamento de pista, reabilitação do pavimento, eliminação de degraus com desnível maior que cinco centímetros, reforço da sinalização horizontal e vertical e implantação de mais dispositivos de segurança.

Presenças - Participaram da solenidade o vice-governador Darci Piana; o diretor-geral do DER/PR, Fernando Furiatti; o secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara; o presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, Ademar Traiano; o deputado federal Vermelho; os deputados estaduais Hussein Bakri (líder do governo na Assembleia), Nelson Luersen, Luiz Fernando Guerra, Paulo Litro; o diretor-presidente do IDR-Paraná, Natalino Avante. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: José Fernando Ogura / AEN

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LEGISLATIVO: Programa de incentivo à navegação de cabotagem será votado na CAE

legislativo 10 09 2021A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) deverá votar na terça-feira (14/09) projeto que institui o Programa de Estímulo ao Transporte por Cabotagem (BR do Mar). O PL 4.199/2020, do Poder Executivo, foi aprovado na Câmara dos Deputados, em dezembro do ano passado, e tramita em conjunto com outros cinco projetos. O senador Nelsinho Trad (PSD-MS) emitirá o relatório.

Objetivos - Os principais objetivos do BR do Mar são, segundo o texto, ampliar a oferta e melhorar a qualidade do transporte de cabotagem, incentivar a concorrência e a competitividade na prestação do serviço, ampliar a disponibilidade de frota, incentivar a formação e a capacitação de trabalhadores brasileiros e estimular o desenvolvimento da indústria naval brasileira.

O que é - Navegação de cabotagem é o transporte aquaviário feito entre portos do mesmo país. Entre as principais mudanças propostas no projeto, está a liberação progressiva do uso de navios estrangeiros para esse tipo de transporte sem a necessidade de contratar a construção de embarcações em estaleiros brasileiros. 

Frete - A partir da publicação da lei, as empresas poderão fretar navios por tempo ou a casco nu (vazios) para uso na navegação de cabotagem. Passado um ano da vigência da lei, poderão ser dois navios; no segundo ano de vigência, três navios; e no terceiro ano da mudança, quatro navios. Depois disso, a quantidade será livre, observadas condições de segurança definidas em regulamento.

Marco regulatório - De acordo com o atual marco regulatório do transporte aquaviário, definido principalmente pela Lei 9.432, de 1997, a navegação de cabotagem brasileira está condicionada à aquisição de embarcações, novas e usadas, pelas Empresas Brasileiras de Navegação (EBN). A definição de embarcação brasileira se dá em função do local de sua fabricação — e não do local de registro — e a operação da marinha mercante é vinculada à construção naval.

Requerimentos - Em atendimento a uma sequência de requerimentos, o projeto tramita em conjunto com os PLs 3129/2020 e 2948/2019 e os PLSs 421/2014, 422/2014 e 423/2014, que tratam de matéria correlata. O texto recebeu 43 emendas dos senadores. Inicialmente prevista para votação direta em Plenário, a matéria foi enviada, em 7 de maio, para a apreciação da CAE; em seguida, o conjunto de projetos seguirá para votação nas comissões de Agricultura e Reforma Agrária (CRA), Constituição e Justiça (CCJ) e de Infraestrutura (CI) – cuja decisão é terminativa.

Tarifa mínima - Depois de uma série de adiamentos, volta à pauta da CAE o projeto que proíbe a cobrança da tarifa mínima pela prestação de fornecimento de água e esgoto, energia elétrica e telecomunicações em unidades consumidoras residenciais de baixa renda. Conforme o PL 1.905/2019, terão direito ao benefício os moradores cadastrados em programas sociais do governo federal.

Sugestão - A autora da proposta, senadora Rose de Freitas (MDB-ES), havia sugerido inicialmente que a tarifa mínima fosse extinta para todos os cidadãos, mas o relator, senador Angelo Coronel (PSD-BA), argumentou que, apesar de injusta, a cobrança é essencial em face dos custos fixos das concessionárias.

Tramitação - Depois da CAE, o texto passará pela Comissão de Transparência, Fiscalização e Controle (CTFC), cabendo a esta a decisão terminativa. (Agência Senado)

FOTO: Cláudio Neves / Fotos Públicas

 

SAÚDE I: Brasil registra 30.891 casos e 753 mortes em 24 horas

Em 24 horas, foram registrados 30.891 novos casos de covid-19 e 753 mortes em decorrência da doença em todo o Brasil. Os dados foram divulgados pelo Ministério da Saúde em seu balanço diário, publicado nesta quinta-feira (09/09). Não foram incluídos os dados de Roraima e de Rondônia.

Total - Com as novas mortes, 585.174 pessoas perderam a vida para a doença desde o início da pandemia. Segundo o Ministério da Saúde, o país ficou com a média móvel de mortes (total de óbitos em uma semana dividido por sete dias) de 543, a menor desde 6 de dezembro.

Investigação - Ainda há 3.481 falecimentos em investigação. Nessas situações, os diagnósticos dependem de resultados de exames concluídos apenas após o paciente já ter morrido.

Infectadas - Com os novos casos, o total de pessoas infectadas pelo novo coronavírus chegou a 20.958.899. A média móvel de casos está em 20,1 mil, a menor desde o início do ano conforme o Ministério da Saúde.

Acompanhamento - Ainda há 371.163 casos em acompanhamento. O nome é dado ao número de casos ativos de pessoas que tiveram o diagnóstico confirmado e estão sendo atendidas por equipes de saúde ou se recuperando em casa.

Recuperadas - O número de pessoas que se recuperaram da covid-19 ultrapassou os 20 milhões, totalizando 20.002.562. Isso corresponde a 95,4% das pessoas infectadas no Brasil desde o início da pandemia.

Estados - No topo do ranking de mortes por estado estão São Paulo (146.828), Rio de Janeiro (63.545), Minas Gerais (53.424), Paraná (37.904) e Rio Grande do Sul (34.400). Os estados com menos mortes são Acre (1.815), Roraima (1.958), Amapá (1.960), Tocantins (3.706) e Sergipe (6.002).

Vacinação - Dados mais recentes do painel de vacinação do Ministério da Saúde mostram que 203,9 milhões de doses da vacina contra a covid-19 foram aplicadas em todo o país, sendo 135,5 milhões como primeira dose e 68,4 milhões da como segunda dose. Conforme o painel de vacinação, foram distribuídos 259,4 milhões de doses. (Agência Brasil)

 

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SAÚDE II: Sesa confirma mais 1.820 casos de Covid-19 e 52 óbitos

saude II 10 09 2021A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) divulgou nesta quinta-feira (09/09) mais 1.820 casos e 52 mortes em decorrência da Covid-19 no Paraná. Os números são referentes aos meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas.

Soma - Os dados acumulados do monitoramento mostram que o Paraná soma 1.466.567 casos e 37.685 mortes pela doença.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta data são março (1), maio (42), junho (94), julho (24), agosto (278) e setembro (1.381) de 2021.

Internados - De acordo com o boletim, 897 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados. São 616 em leitos SUS (366 em UTI e 250 em clínicos/enfermaria) e 281 em leitos da rede particular (139 em UTI e 142 em clínicos/enfermaria).

Exames - Há outros 1.434 pacientes internados, 726 em leitos UTI e 708 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos - A Sesa informa a morte de mais 52 pacientes. São 20 mulheres e 32 homens, com idades que variam de 13 a 90 anos. Os óbitos ocorreram entre 19 de abril e 8 de setembro de 2021.

Municípios - Os pacientes que foram a óbito residiam em Londrina (12), Cascavel (6), Pinhais (3), Curitiba (3), Toledo (2), São José dos Pinhais (2), Ponta Grossa (2), Mandirituba (2) e Araucária (2).

Uma morte - O informe registra ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: Tijucas do Sul, Serranópolis do Iguaçu, Quitandinha, Quatro Barras, Paraíso do Norte, Ortigueira, Mariópolis, Guarapuava, Colorado, Colombo, Campina Grande do Sul, Cambé, Arapoti, Apucarana, Antônio Olinto, Andirá, Amaporã e Altônia.

Fora do Paraná - O monitoramento da Sesa contabiliza 6.417 casos de não residentes no Estado – 219 pessoas foram a óbito. (Agência de Notícias do Paraná)

 Confira o informe completo.

Acesse o Relatório de Exclusões e o Relatório de Correções de Municípios.

 

SAÚDE III: Paraná vai iniciar na próxima semana vacinação de adolescentes e dose reforço contra a Covid-19

saude III 10 09 2021O Paraná deve receber a partir da próxima quarta-feira (15/09) vacinas contra a Covid-19 direcionadas para o início da imunização de adolescentes de 12 a 17 anos, e dose reforço para idosos e imunossuprimidos. A informação foi confirmada pelo secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, em coletiva de imprensa nesta quinta-feira (09/09), onde anunciou que o Paraná já atingiu mais de 90% da população adulta vacinada com pelo menos uma dose e pronto para avançar.

Escudo imunológico - “A vacinação dos adolescentes e a dose reforço em pessoas mais vulneráveis ao vírus irá aumentar o escudo imunológico contra a doença em todo o Estado, salvando centenas de vidas”, disse o secretário.

Estimativa - A estimativa de quantas pessoas estão elencadas nestes grupos está sendo discutida entre a Secretaria e o Ministério da Saúde e deve ser formalizada nos próximos dias.

Novas estratégias - Segundo Beto Preto, o Estado deve iniciar as novas estratégias assim que chegarem as doses destinadas para este fim. “As doses específicas para adolescentes e reforço devem ser enviadas nas pautas de distribuição realizadas a partir da semana que vem. Não há como fixar uma data para este início porque dependemos do envio do Ministério da Saúde, mas assim que chegarem as doses descentralizaremos para os municípios e faremos chegar até o braço dos paranaenses”, afirmou.

Adolescentes - A inclusão de adolescentes de 12 a 17 anos no Plano Nacional de Imunizações (PNI) foi formalizada pelo Ministério da Saúde por meio da nota técnica nº 36/2021. A orientação do Governo Federal determina que seja utilizado exclusivamente o imunizante Comirnaty do fabricante Pfizer/Wyeth, obedecendo a seguinte ordem de prioridade: deficiências permanentes, comorbidades, gestantes e puérperas, privados de liberdade e, por fim, adolescentes sem comorbidades.

Avanço - O documento considera que o avanço da vacinação no país permitiu a conclusão da vacinação dos grupos prioritários e que há previsão de que até 15 de setembro a pasta conclua o envio de doses suficientes para vacinar 100% da população maior de 18 anos com pelo menos a primeira dose.

Dose reforço - O Governo Federal deve enviar doses adicionais para reforço do esquema vacinal em idosos acima de 70 anos (que tenham recebido a segunda dose ou dose única há pelo menos seis meses) e imunossuprimidos – pessoas com sistema imunológico mais enfraquecido e vulnerável a infecções – (após 28 dias da segunda dose ou dose única) também a partir do dia 15.

Orientação - A administração da dose reforço ou 3ª dose foi orientada pelo Ministério da Saúde na nota técnica nº 27/2021. O documento destaca que “neste momento é preciso reconsiderar as estratégias de vacinação em determinados grupos de maior vulnerabilidade, visto que está sendo observado um incremento de morbimortalidade nas últimas semanas nestes públicos”.

Idosos e imunossuprimidos - A publicação também considera que idosos e indivíduos com alto grau de imunossupressão apresentaram menor proteção pelo esquema padrão da vacinação aos mais diversos tipos de imunizantes e que existe a necessidade de urgência da adequação do esquema vacinal nestes grupos devido ao risco elevado de complicações e óbitos pela Covid-19.

Preferencial - A vacina a ser utilizada como dose adicional deverá ser, preferencialmente, da plataforma de RNA mensageiro (Pfizer/Wyeth) ou, de maneira alternativa, vacina de vetor viral (Janssen ou AstraZeneca).

Mais doses - Ainda nesta quinta-feira (09/09), o Paraná recebeu mais 158.900 vacinas. Pela manhã, 100.400 CoronaVac/Butantan desembarcaram no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais.

Tarde - Já no período da tarde, 58.500 doses da Pfizer foram entregues no Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar). Destes imunizantes, 108.700 são destinados à primeira dose (D1) e 50.200 para segunda aplicação (D2). As vacinas fazem parte da 49ª pauta de distribuição do Ministério da Saúde.

Distribuição - O Estado deve iniciar a distribuição de mais vacinas para as 22 Regionais de Saúde nesta sexta-feira (10/09). O novo envio deve conter grande parte das doses recebidas entre sábado e quinta-feira (09/09). Ao todo, o Paraná recebeu 619.310 vacinas nestes dias, sendo 361.720 D2 e 257.590 D1.

Armazenadas - Além destas, o Estado mantém armazenadas 338.200 doses da CoronaVac/Butantan recebidas durante o fim de semana, após determinação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para verificação da carga em razão da mudança no processo fabril do imunizante no Instituto Butantan. A Sesa aguarda definição do órgão para destinação dos imunizantes.

Insumos - o Governo do Estado também recebeu nesta semana 2.401.500 seringas descartáveis, seringas com agulha e slip com agulha, além de 636.330 diluentes. Os insumos foram enviados pelo Ministério da Saúde e serão descentralizados para os municípios para dar continuidade à vacinação.

Vacinômetro - Segundo os dados do Vacinômetro nacional, o Paraná já aplicou 11.401.637 vacinas contra a Covid-19, sendo 7.621.629 D1, 320.884 doses únicas (DU) e 3.459.124 D2. Entre D1 e DU, o Estado já atingiu 91% da população adulta estimada em 8.720.953 pessoas, com pelo menos uma dose. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Américo Antonio / Sesa

 


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