Imprimir
cabecalho informe

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5138 | 19 de Agosto de 2021

FRIMESA: Central e cooperativas filiadas recebem comitiva do General Ferreira, presidente da Itaipu

A Frimesa e suas filiadas – C.Vale, Copagril, Copacol, Primato e Lar, receberam na quarta-feira (18/08), o diretor-geral brasileiro de Itaipu, general João Francisco Ferreira. Também participaram do encontro o diretor-superintendente do Parque Tecnológico Itaipu, general Eduardo Garrido, e o integrante da Câmara de Logística e Infraestrutura do Codefoz, Danilo Vendruscolo.

Compromisso - O encontro serviu para reafirmação de compromissos da Itaipu Binacional com as cooperativas, principalmente do general Ferreira que assumiu o cargo, há quatro meses. A programação contou com uma visita panorâmica do frigorífico e uma apresentação de como funciona toda a cadeia produtiva de carnes e lácteos.

Cooperados - Juntas, as cooperativas reúnem mais de 55 mil produtores cooperados, empregam diretamente 56 mil pessoas e faturaram R$ 37 bilhões em 2020.

Mola propulsora - De acordo com o diretor-presidente da Frimesa, Valter Vanzella, o cooperativismo é a mola propulsora do desenvolvimento regional e durante a pandemia, se manteve forte e ajudou a manter a economia aquecida nesse período difícil. “Essa parceria com a Itaipu vale ouro. Principalmente no que diz respeito aos agricultores como pavimentação e infraestrutura para o escoamento da produção”, avalia o presidente.

Desenvolvimento regional - No encontro, o General Ferreira reafirmou o compromisso com o desenvolvimento regional por meio de investimentos na melhoria da infraestrutura viária, para escoamento da produção agropecuária, e outras iniciativas na região. Além disso, reforçou duas grandes marcas de sua gestão que têm sido promover o desenvolvimento regional e a sustentabilidade da atividade fim da empresa, que é a geração de energia. “Quando vemos os produtos nas gôndolas não imaginamos toda a estrutura e pessoas envolvidas nesse processo. Somos privilegiados em conhecer todo o trabalho de quem comanda o agronegócio”, reforça.

Sobre a Frimesa - É 1ª colocada no Paraná em abate de suínos, a 4ª maior do Brasil nesse segmento, e a 3ª maior indústria do estado de lácteos. A Frimesa é a 295ª maior empresa do Brasil, e a 65ª maior do agronegócio brasileiro, está colocada com a 10ª maior cooperativa paranaense conforme dados da Revista Exame, em estudo fundamentado em informações de 2019. Presente no mercado brasileiro de alimentos há 43 anos, a Frimesa Cooperativa Central do oeste paranaense industrializa carne suína e derivados de leite, com foco na produção de alimentos de valor agregado. São quase 9 mil colaboradores e mais de 20.000 pessoas envolvidas na cadeia produtiva. (Imprensa Frimesa)

{vsig}2021/noticias/08/19/frimesa/{/vsig}

CASTROLANDA: UBL SP recebe certificação FSSC 22000 5.1

castrolanda 19 08 2021A Unidade de Beneficiamento de Leite (UBL) da Castrolanda em Itapetininga (SP) recebeu a certificação internacional FSSC 22000, na sua versão 5.1. concedida pela Bureau Veritas – casa certificadora habilitada por aprovar e indicar padrões relacionados à segurança dos alimentos. A indústria recebeu a validação após auditoria realizada durante o mês de julho.

Credibilidade - Este reconhecimento traz credibilidade à toda cadeia envolvida, visto que 95% da produção da Cooperativa é destinada a empresas multinacionais e nacionais de grande porte, além de encerrar um ciclo de três anos em que indústria passou por diversas auditorias.

Alinhamento - O gerente de Qualidade, Paulo Basto da Silva, destaca estes bons resultados mostram que a UBL SP está alinhada para ser uma das empresas mais competitivas do setor. “Não tivemos nenhuma não conformidade, foram checadas as documentações, todas as ações relacionadas a boas práticas e domínio dos processos, além da estrutura física. Esta conquista é resultado do esforço e dedicação de todos os setores da unidade. Nosso pessoal é capacitado e treinado constantemente, isso faz total diferença”, explica.

Reconhecimento global - O reconhecimento global é baseado no sistema de gestão de segurança de alimentos e trata das exigências legais para os processos com base nas regras de órgãos como Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), entre outras instituições. Além disso, requisitos dos clientes e diversos outros atributos são avaliados, exemplo do estágio de aculturamento em segurança de alimentos que se encontra a Unidade.

Diferencial competitivo - “Essa certificação traz um diferencial competitivo na indústria de laticínios do Brasil, garantindo a qualidade e segurança dos produtos fabricados na UBL. Nosso principal objetivo é a prestação de serviços, isso tudo é fundamental para que possamos mostrar aos atuais clientes e futuros parceiros a importância que a unidade de Itapetininga tem neste contexto”, destaca Paulo.

Sobre a Castrolanda - O compromisso com a transformação faz parte do DNA da Castrolanda. Uma cooperativa que transforma vidas, negócios e a comunidade ao redor. Com sete décadas anos de história, a Cooperativa Castrolanda é formada por mais de 1100 cooperados no Estado do Paraná e interior de São Paulo. Com 4,5 bilhões de reais de faturamento e aproximadamente 3700 colaboradores, possui unidades de negócios divididas em operações agrícola, carnes, leite, batata e administração e industrial - carnes, leite e batata. O objetivo das áreas de negócio é coordenar, desenvolver e fomentar as atividades dos cooperados, seguir presente em todos os elos da cadeia produtiva, agregar valor através das indústrias e crescer com sustentabilidade. (Imprensa Castrolanda)

 

INTEGRADA: Vagas abertas em Programa de Trainee

integrada 19 08 2021A Integrada Cooperativa Agroindustrial iniciou processo seletivo para contratação de Engenheiros Agrônomos recém-formados para participarem do Programa de Trainee. O objetivo é desenvolver competências técnicas e comportamentais em jovens talentos, visando uma carreira sólida na cooperativa.A Integrada busca gerar valor para cadeia produtiva ao formar profissionais especializados.

Inscrições - As inscrições estão abertas e seguem até 27/08/2021. O início das atividades é dia 20/09/2021.

Cargos - O cargo é de assistente técnico trainee, com atuação na assistência técnica das regionais da cooperativa. São 5 vagas, com previsão de atuação em 2 safras (12 meses).

Requisito - O profissional precisa ter concluído o curso de Agronomia de julho/2019 a julho/2021; outro pré-requisito é ter disponibilidade para viajar e residir em outras cidades.

Oportunidade - O Programa de Trainee da Integrada é a oportunidade adequada a agrônomos qualificados e interessados em fazer parte de uma organização pautada pela inovação, premiada como uma Melhores Empresas para Trabalhar no Paraná, no Agronegócio e na Indústria e certificada três vezes consecutivas como um Excelente Lugar para Trabalhar, pelo Instituto GPTW.

Mais informações - Para mais informações, acesse: https://integradanews.com.br/trainee/. (Imprensa Integrada)

 

SICREDI PROGRESSO: Cooperativa doará 28 toneladas de alimentos para entidades sociais

sicredi progresso 19 08 2021Ajudar o próximo, cooperar e fazer do mundo um lugar melhor, integram os valores da Sicredi Progresso PR/SP. Demonstrar a força do cooperativismo talvez nunca esteve tão em evidência nesse momento em que muitas pessoas precisaram ser ajudadas devido a pandemia imposta pela Covid-19.

Arrecadação de alimentos - Durante os meses de junho e julho, a Sicredi Progresso PR/SP aderiu ao movimento do Dia de Cooperar, o Dia C, com objetivo de arrecadar alimentos através da integralização de capital social dos associados. Para cada R$ 20,00 integralizados, a cooperativa doou 1kg de alimento para uma entidade da comunidade local. As 18 agências estiveram engajadas no movimento, que arrecadou 28 toneladas de alimentos que estão sendo doadas para entidades escolhidas pelas agências em suas áreas de atuação. Mais de 28 entidades socioassistenciais estão sendo contempladas.

Dia C - O Dia C é um movimento liderado pela Organização das Cooperativas do Brasil (OCB) e objetiva desenvolver ações de responsabilidade social entre as cooperativas, fazendo parte dos princípios e valores que elas têm. É considerado o maior movimento cooperativista de voluntariado do Brasil. O propósito é cuidar das pessoas, do meio ambiente e incentivar atividades voluntárias que impactam no bem comum. Essa agenda também faz parte da contribuição do Sicredi com a Agenda Global e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU).

Essência - Para o presidente, Cirio Kunzler, a solidariedade expressada por meio do voluntariado faz parte da essência da cooperativa e não faz sentido estar aqui se não for para ajudar o outro. “Uma sociedade mais próspera a gente faz juntos. Quando somamos forças, transformamos pessoas, comunidades e cada quilo de alimento arrecadado leva mais do que uma ajuda a quem precisa, entrega nossos valores e nosso sentimento de solidariedade e empatia com o próximo. A cada associado que colaborou, nosso muito obrigado”.

Um movimento que transforma - Cooperar é um ato que acontece todo dia e as entregas do Dia C se somam a muitas outras ações de responsabilidade social realizadas pela Sicredi Progresso PR/SP. São exemplos, a doação de ventiladores pulmonares e copos de água potável para hospitais do Oeste do Paraná, apoio e patrocínio de lives solidárias, ações remotas para arrecadação de donativos, entre outros.

Envolvimento e sinergia - O envolvimento e a sinergia de colaboradores, conselheiros, coordenadores de núcleo, membros dos comitês mulher e jovem promovem o cooperativismo, o bem-estar às pessoas, através de atividades voluntárias. Cada movimento realizado transforma vidas, pessoas e a comunidade.

Sobre a Sicredi Progresso PR/SP - Com 40 anos de atuação a Sicredi Progresso PR/SP está presente na vida de aproximadamente 50 mil associados. Nossa história, construída na essência da cooperação, nos permite ter atualmente 18 agências distribuídas na área de ação nos estados do Paraná e São Paulo. Destas, 12 estão no Paraná, nos municípios de Toledo, Nova Santa Rosa, Tupãssi, São Pedro do Iguaçu e Ouro Verde do Oeste; E as outras 6, em São Paulo nos municípios de Mogi das Cruzes, Suzano, Itaquaquecetuba, Guararema, Ferraz de Vasconcelos e Poá. Nosso capital humano conta mais de 300 colaboradores focados nos valores do cooperativismo e na oferta de produtos e serviços financeiros adequados aos associados, de um jeito simples e próximo. O Sicredi Progresso integra o Sistema Sicredi que hoje está presente em 24 estados e no Distrito Federal. (Imprensa Sicredi Progresso PR/SP)

 

UNIPRIME: Pix por QR Code

uniprime 19 08 2021Lançado em novembro de 2020 pelo Banco Central, o Pix já se tornou um dos principais meios de transferência bancária entre os brasileiros. Mas muitos ainda não conhecem a possibilidade de criar um QR Code (imagem 2D preparada para ser lida pelas câmeras dos celulares) como uma alternativa muito útil não apenas para usuários, mas também para estabelecimentos comerciais, facilitando pagamentos.

Procedimento - “Para receber um Pix, nossos cooperados podem acessar o aplicativo ou o internet banking no módulo “Receber Pix” e gerar um QR Code. A imagem gerada do QR Code pode ser impressa ou compartilhada com a pessoa que for pagar”, explica Everton Jose Santana, analista de Negócios em T.I. da Uniprime. É possível gerar o QR Code com ou sem valor. “No caso de ser sem valor, o pagador poderá inserir o valor no momento que for realizar o pagamento”, avisa Santana.

Displays - Para contribuir com seus cooperados e ajudá-los a receber dinheiro via QR Code de maneira ainda mais simples, a Uniprime disponibiliza displays para serem utilizados em clínicas e outros estabelecimentos. “O display é um suporte de acrílico que possui um espaço para inserir um QR Code. Basta o cooperado gerar seu QR Code, imprimi-lo e inseri-lo dentro do display”, conclui o analista. (Imprensa Uniprime)

 

UNIMED CURITIBA: Cooperativa lança campanha de prevenção à obesidade

Eles estão em toda parte. No seu fast food, no passeio com a família, no encontro com os amigos. Os alimentos ultraprocessados como refrigerantes, salgadinhos, embutidos (salsicha, presunto e salame), macarrão instantâneo, bolachas recheadas, entre outros, são verdadeiros vilões para a saúde porque possuem pouco – ou nenhum – valor nutricional. Neles há grande quantidade de sal, açúcar, óleos, gorduras trans, corantes e aromatizantes. Alguns fatores explicam sua popularização como a pressa do dia a dia, a falta de educação alimentar e a facilidade de encontrá-los nas prateleiras dos supermercados e, muitas vezes, mais baratos que os alimentos in natura.

Pobre em nutrientes - Sendo assim, as pessoas adquiriram uma alimentação pobre em nutrientes que provoca uma verdadeira epidemia dos casos de obesidade e diabetes, sobretudo nas grandes cidades – inclusive as do Brasil. Dados da Pesquisa Nacional de Saúde 2019, divulgada em outubro do ano passado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revelaram que a proporção de obesos na população com 20 anos ou mais de idade mais que dobrou no país entre 2003 e 2019, passando de 12,2% para 26,8%.

Mais elevados - É importante lembrar que esses dados são de antes da pandemia, o que significa que podem estar ainda mais elevados. Diante deste cenário preocupante, a Unimed Curitiba está lançando uma campanha para alertar sobre os alimentos que possuem alto risco para o corpo, mas que aparentemente são saudáveis. As peças alertam sobre os perigos e convidam as pessoas a buscarem informações dos valores nutricionais daquilo que consomem. Alimentos foram comparados a monstros que ameaçam o bem-estar das pessoas.

Paladar - De acordo com Fernanda Justus Malucelli, médica cooperada da Unimed Curitiba especialista em Endocrinologia e Metabologia, “além dos enormes danos causados à saúde pelas substâncias presentes neste tipo de comida, há também uma mudança no paladar quando eles são consumidos excessivamente. O indivíduo que opta por acumular sódio, açúcar, gorduras e toxinas ao invés de ingerir nutrientes como vitaminas, proteínas e outros elementos presentes em uma alimentação natural que são essenciais para o bom funcionamento do organismo”. Porém, a especialista destaca que a mudança no hábito alimentar pode ser gradual e tem a ver com cuidar das escolhas, fazer substituições corretas mesmo durante o lazer. Uma dica de nutricionistas para manter a qualidade da alimentação é descascar mais e desembalar menos.

Reflexão - Segundo Valéria Lopes, supervisora de Marketing da Unimed Curitiba, “a campanha foi pensada para as pessoas refletirem sobre como estão se alimentando e pretende incentivar a prevenção e o combate à obesidade. Esperamos que a visualização de algumas comidas como vilões incentive a substituição por opções mais nutritivas”. Já a endocrinologista cooperada pondera que, “se a vida de todos mudou drasticamente com a pandemia, também a alimentação sofreu interferências. Talvez o cuidado com uma boa nutrição do corpo não tenha tido tanta atenção, é compreensível. Mas sempre é tempo de retomar bons hábitos e transformar a rotina”.

Materiais - A campanha conta com banners de web, painéis de LED, posts em redes sociais, cartazes, adesivos para elevador e outras peças físicas. A veiculação começou no último dia 5 de agosto.

FICHA TÉCNICA

Agência: Bronx

Cliente: Unimed Curitiba

Campanha: Obesidade

Direção de Criação: Alexandre Silveira

Redação: Alexandre Silveira e Fabiano Teixeira

Dir. de Arte: Martin Castro e Geison Barros

Ilustração: Paulo Almeida

Finalização: Miron Jr.

Mídia: Flávia Stamm e Luis Oliveira

Atendimento: Paula Ciniello e Brunna Lorenzo

Aprovação: Rached Traya, Valéria Lopes e Bruna Kotaka

Sobre a Unimed Curitiba - A Unimed Curitiba é a maior operadora de plano de saúde do Paraná e está entre as maiores do Sistema Unimed. Fundada em 1971, completou 50 anos em agosto de 2021 com mais de 4.600 médicos cooperados de diferentes especialidades, que atendem a mais de 550 mil clientes juntamente com 1.600 pessoas entre colaboradores e prestadores em sua da rede credenciada, entre hospitais, clínicas e laboratórios (sendo um próprio de exames e análises clínicas – a Unimed Laboratório – que possui uma megaunidade). A cooperativa conta com diversos canais de atendimento remoto e 20 unidades de atendimento presenciais distribuídas em Curitiba e municípios da Região Metropolitana.

Reconhecimentos - A marca Unimed é Top of Mind 26 vezes ininterruptas, pelo Prêmio World Branding Awards que anualmente reconhece as principais marcas do mundo, e é também a única marca brasileira eleita na categoria Planos de Saúde pelo National Award. Já a Unimed Curitiba é reconhecida pela Great Place to Work (GPTW) como uma das melhores empresas para se trabalhar no Paraná, considerado o 9º maior plano de saúde na edição 2020 do Prêmio Valor 1000, está na 59ª colocação entre as 500 maiores do Sul e a 23ª posição entre as 100 maiores do Paraná segundo o levantamento de 2020 do projeto do Grupo Amanhã, o mais importante ranking regional do Brasil. Saiba mais em unimedcuritiba.com.br ou acesse as redes da cooperativa no Facebook, Instagram e LinkedIn. (Imprensa Unimed Curitiba)

{vsig}2021/noticias/08/19/unimed_curitiba_II/{/vsig}

IPEA: Instituto analisa alta nos preços agropecuários no Brasil e no mercado internacional

ipea 19 08 2021O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou, nesta quinta-feira (19/08), a análise trimestral sobre preços e mercados agropecuários, com acompanhamento dos preços domésticos e internacionais até julho de 2021 e balanço de oferta e demanda dos principais produtos do setor referente à safra 2020-2021. As commodities mais representativas na pauta de exportação brasileira - grãos, carnes e café - continuaram com a demanda internacional aquecida no primeiro semestre de 2021, e com preços mais elevados frente ao mesmo período de 2020. A edição segue com a participação do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq/USP) para as análises dos preços domésticos, e da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) para as análises de produção e dos balanços de oferta e demanda domésticos.

Alta - O documento apontou alta no preço doméstico (em reais) de todos os produtos acompanhados, com exceção da batata, na comparação entre o primeiro semestre deste ano e de 2020: soja (78%), milho (77%), trigo (40%), algodão (75%) e arroz (55%).

Preços internacionais - Em relação aos preços internacionais (em dólares), ao analisar o primeiro semestre de 2021 e de 2020, somente o arroz apresentou queda, de 11%. Os demais produtos apresentaram alta: soja (65,9%), milho (72,3%), trigo (24,4%), algodão (38,1%), boi gordo (18,3%), porco magro (65,3%), carne de frango (24,2%). "A alta observada nos grãos deve impactar os custos de produção da pecuária, o que pode influenciar negativamente a oferta dessas commodities e das proteínas animais no país", considerou a pesquisadora associada do Ipea, Ana Cecília Kreter.

Combinação de fatores - "As altas de preços agropecuários no Brasil resultaram de uma combinação de fatores como a crise hidrológica, as significativas altas de preços internacionais e desvalorização cambial", avaliou o diretor de Estudos e Políticas Macroeconômicas do Ipea, José Ronaldo Castro de Souza Júnior, um dos autores da nota.

Soja - Os preços do principal produto do agronegócio brasileiro, a soja, seguiram em alta no país impulsionados pela valorização dos prêmios de exportação e pela manutenção da alta demanda externa pelo produto. A confirmação da quebra de safra de soja na Argentina e os baixos estoques brasileiro e norte-americano elevaram o preço em 1,9% no segundo trimestre deste ano em comparação com o trimestre anterior. Há expectativa de manutenção das exportações do grão e derivados, principalmente do farelo, diante da restrição da oferta na Argentina.

Milho - O preço do milho fechou o segundo trimestre de 2021 com alta de 11,9% frente ao primeiro trimestre deste ano, impulsionado pelos baixos estoques e pelo comprometimento de parte das lavouras, que tiveram a produtividade prejudicada pelas questões climáticas. O consumo doméstico na safra 2020-2021 deve ser impactado pela baixa esperada na oferta em decorrência da queda na produção e na produtividade do milho. O consumo foi revisto para baixo pela Conab, mas deve ficar 3,3% acima na comparação com a safra anterior, cenário que limita não só as exportações do cereal, como também é um dos responsáveis pelo aumento dos preços do milho no Brasil. O Cepea sinaliza que há maior remuneração das vendas internas frente às exportações do produto.

Café arábica - O café arábica, espécie mais produzida no país, encerrou o segundo trimestre de 2021 com alta de 17,5% nos preços na comparação com o trimestre anterior, impulsionado pela estimativa da quebra na safra brasileira 2021-2022. Segundo o Cepea, há expectativa de oscilação em patamares elevados dos preços domésticos do produto no restante do ano. No mercado internacional, a demanda por café dentro do domicílio mais do que compensou a redução no consumo fora de casa provocada pela pandemia. Para o segundo semestre, os preços devem se manter em patamares superiores aos de 2020, reflexo do aumento da demanda e da abertura de bares e cafés.

Carnes - Com relação às carnes, há um movimento de substituição entre as proteínas animais, em parte, por questões sanitárias e, em parte, pela busca de proteínas mais baratas. Entre o primeiro e o segundo trimestre de 2021, houve alta no preço das proteínas: boi gordo (4,9%), carne suína (2,9%) e carne de frango (10,9%). Os preços do boi gordo devem se manter em patamares elevados até o final do ano, dependendo do comportamento da demanda doméstica. No caso dos suínos, a baixa disponibilidade do milho - importante insumo da suinocultura e que afeta diretamente o custo da ração animal-, deve contribuir para a alta dos preços tanto do suíno vivo quanto da carne, no terceiro trimestre de 2021. No caso da carne de frango, o retorno das aulas presenciais em boa parte do país deve contribuir para o aumento da demanda, por conta da composição da merenda escolar. Há perspectiva de elevação no preço do frango abatido no atacado no terceiro trimestre deste ano. (Assessoria de Imprensa do Ipea)

Acesse a íntegra da nota de conjuntura

 

CAFÉ: Quebra da safra e exportações devem elevar o preço do grão em até 40%

cafe 19 08 2021O preço do café que chega à mesa do consumidor deve aumentar entre 35% e 40% até o fim de setembro. A estimativa é da Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), que aponta uma série de fatores para explicar a iminente alta do preço, como a queda da produtividade devido às condições climáticas adversas e a maior demanda do mercado externo.

Soma - “Este ano, há uma soma de fatores como não se via desde o início da década de 1990. O dólar está extremamente alto, o que, ao mesmo tempo que eleva os custos de produção, amplia a demanda externa [ao tornar o produto brasileiro financeiramente mais atraente]. Além disso, após colhermos uma excelente safra em 2020, a produção, que este ano já seria menor, foi prejudicada pela falta de chuvas e por sucessivas geadas”, disse à Agência Brasil o diretor-executivo da Abic, Celírio Inácio, apontando as condições climáticas como o principal fator para a redução da produção.

Previsão de safra - De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a safra atual não deve ultrapassar 48,8 milhões de sacas de 60 kg de grãos. Se atingida, esta marca representará um resultado 22,6% inferior ao da temporada anterior. Situação que, conforme alertam os técnicos da empresa pública, pode se agravar caso a seca em regiões produtoras se prolongue por mais tempo.

Bienalidade - Segundo Inácio, os produtores já esperavam colher um volume de grãos menor do que o do ano passado. Isto porque uma das características do cultivo do café é a bienalidade, ou seja, o fato de intercalar um ano de alta produtividade com outro de menor volume. Contudo, a intensidade da seca e/ou geadas que atingiram as principais regiões de cultivo do país obrigaram o setor a reduzir ainda mais suas expectativas iniciais.

Estados - Os estados mais afetados são Minas Gerais, São Paulo e Paraná. Em algumas localidades, principalmente do sul mineiro, lavouras foram inteiramente destruídas por geadas. Fato que motivou o Conselho Monetário Nacional (CMN) a reservar R$ 1,32 bilhão para linhas especiais de crédito do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) destinadas a socorrer produtores prejudicados pelas geadas.

Perdas - A dimensão exata das consequências para o setor cafeeiro da seca e das fortes geadas registradas este ano ainda está sendo avaliada. Contudo, em nota, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) informou que levantamentos preliminares indicam que só as geadas atingiram cerca de 200 mil hectares de cafezais (cada hectare corresponde, aproximadamente, a um campo de futebol oficial).

Incertezas - Além dos estragos diretos, as condições climáticas adversas geram incertezas quanto ao desempenho da próxima safra. O que também contribuiu para a alta dos preços da commodity. De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea-USP), nessa terça-feira (17), a saca do café arábica tipo 6 (entregue na cidade de São Paulo) estava sendo comercializada a R$ 1.032,50. Há um ano, a mesma saca era vendida a R$ 566,51.

Pressão - “Com tudo isto, a indústria é pressionada a repassar o preço ao varejo”, acrescentou Inácio, destacando que, entre dezembro de 2020 e julho de 2021, os custos da matéria-prima utilizada no plantio aumentou, em média, 82%. Já o preço do café, segundo ele, subiu, nas prateleiras, no mesmo período, cerca de 16%, menos que outros produtos alimentícios considerados básicos, como o arroz e o óleo de soja. “Mas este aumento de 35% a 40% que estamos estimando é considerando o momento atual. Se não tivermos chuvas dentro dos próximos dois meses, quando ocorre a florada, isto tende a ser ainda maior.”

Boletim - No boletim de acompanhamento do setor que divulgou na semana passada, a Conab aponta que, “nos próximos meses de 2021, o retorno das chuvas em volumes satisfatórios torna-se fundamental para amenizar os danos já causados pela seca e pelas geadas e para sustentar a florada da safra a ser colhida em 2022”, aponta a Conab.

Exportações - Apesar das adversidades que os produtores enfrentam no campo, as exportações brasileiras seguem em alta, motivadas pela taxa de câmbio do real em relação ao dólar e pela alta dos preços pagos no mercado externo. Cerca de 70% de toda produção nacional é vendida para outros países.

Aumento - De janeiro a julho, o Brasil exportou cerca de 25,2 milhões de sacas de café, o que corresponde a um aumento de 11,3% em comparação ao mesmo período de 2020. Segundo a Conab, historicamente, o volume exportado durante o segundo semestre do ano tende a ser ainda maior, mesmo que a quebra da produção e as incertezas climáticas para a safra de 2022 limitem o resultado final. Inclusive, a companhia aponta que, entre maio e julho, o volume exportado caiu mês a mês, em parte devido à “limitação da oferta interna diante da quebra da produção deste ano”.

Gargalos logísticos - Segundo o diretor-executivo da Abic, gargalos logísticos têm afetado as vendas para o mercado externo, o que, de certa forma, evita um aumento ainda maior dos preços para o consumidor brasileiro. “Temos, hoje, um problema sério: a falta de contêineres. E há também o preço do transporte marítimo, cujos fretes estão caríssimos. São dois fatores que estão afetando absurdamente os custos de exportação. Não fosse por isso, com o dólar valorizado, os importadores comprariam mais, fazendo com que o preço do café subisse ainda mais.” (Agência Brasil)

FOTO: Marcelo Camargo / Agência Brasil

 

IBGE: 72,4% dos brasileiros vivem em famílias com dificuldades para pagar as contas

ibge 19 08 2021Cerca de 72,4% da população brasileira viviam em famílias com alguma dificuldade para arcar com as despesas mensais, segundo a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2017-2018: Perfil das Despesas, divulgada nesta quinta-feira (19/08) pelo IBGE. Enquanto 58,3% viviam em famílias que alegavam dificuldade, 14,1% tinham muita dificuldade. Já outros 26,5% tinham facilidade e apenas 1,1% viviam em famílias que responderam ter muita facilidade para chegar até o fim do mês com a renda total familiar que tinham.

Cor - Entre os integrantes de famílias com pessoa de referência preta ou parda, 9,7% tinham muita dificuldade e 34,7% tinham dificuldade, totalizando 44,4% da população do país que viviam em famílias com alguma dificuldade e eram chefiadas por pretos ou pardos. Já nas famílias cujo responsável era branco, 4,2% tinham muita dificuldade e 22,8% tinham dificuldade, totalizando 27,0% da população do país com algum grau de dificuldade.

Chefes de família por sexo - Já na comparação dos chefes de família por sexo, a proporção da população que vivia em famílias que avaliaram ter muita dificuldade praticamente não variou entre os grupos, sendo 7,0% tanto quando a pessoa de referência era homem ou mulher. No entanto, há grande diferença quando se avaliou sua condição de passar o mês com o rendimento total familiar com facilidade. As famílias chefiadas por homens e que realizaram essa avaliação concentraram de 17,5% da população, enquanto aquelas chefiadas por mulheres concentraram 9,0%.

Explicação - “Essa diferença pode ser explicada tanto pela renda per capita mais baixa para famílias com pessoas de referência que eram mulheres, como também por uma maior quantidade de famílias cuja pessoa de referência é homem”, disse o analista da pesquisa, André Martins.

46,2% da população viviam em famílias que reportaram ter atrasado alguma conta - A pesquisa mostra também que, entre 2017 e 2018, 46,2% da população integravam famílias com atraso em ao menos uma conta do domicílio devido a dificuldades financeiras. Famílias com atrasos em contas de água, eletricidade ou gás concentravam 37,5% da população, segundo por atrasos em prestações de bens e serviços (26,6%) e atrasos com a aluguel ou prestação do imóvel (7,8%).

Escolaridade - Entre os 46,2% da população que integravam famílias com contas em atraso, 26,0% também eram de famílias em que a pessoa de referência tinha até o ensino fundamental completo e apenas 3,8% da população também pertenciam a famílias cuja pessoa de referência tinha o nível superior completo.

66,2% da população vivem em famílias em que alguém tem conta corrente - A POF 2017-2018 investigou ainda o acesso das famílias a serviços financeiros. No período, 83,3% da população integravam famílias em que pelo menos um de seus componentes tinha um dos serviços financeiros analisados. A maior parte tinha acesso à conta corrente (66,2%). Outros 55,9% da população eram membros de famílias em que alguém tinha caderneta de poupança, seguido do cartão de crédito (49,9%) e do cheque especial (19,5%).

Restante - O restante tinha acesso às despesas ou recebimentos de seguros (35,3%) e a operações com empréstimos e parcelamento de imóveis, automóveis ou moto (32,1%).

Proporção - “A proporção de brasileiros que viviam em famílias em que ninguém tinha ao menos um dos serviços bancários analisados foi de 16,7%, sendo 11,7% da população também integrantes de famílias com pessoas de referência pretas ou pardas e 4,8% da população também integrantes de famílias cuja pessoa de referência era branca”, acrescentou André Martins.

Regiões - O Sudeste concentrava 18,9% da população vivendo em famílias em que pelo menos um morador realizou despesas com taxas bancárias, juros de cheque especial e de cartão de crédito no período do estudo. O Nordeste (7,9%) teve a segunda maior concentração, porém o Sul, com uma população bem menor, teve um percentual próximo (6,8%). No Centro-Oeste (4,1%) e no Norte (1,9%) essas despesas não atingiam nem 5% da população.

Liderança - Nas transações que envolvem a tomada ou o pagamento de empréstimos e despesas com parcelamento de imóveis, automóveis e motos, o Sudeste também lidera, pois concentrava 12,8% da população do país vivendo em famílias que tiveram ao menos uma transação com esses serviços, mas o percentual no Nordeste (9,4%) foi o dobro do Sul (4,7%). O Centro-Oeste (3,0%) e o Norte (2,2%) vinham a seguir.

Concentração - A concentração da população brasileira que vivia em famílias do Sudeste que tiveram despesas ou recebimentos com serviços de seguros foi de 18,0%, 7,6% em famílias do Sul, 5,9% do Nordeste, 3,0% do Centro-Oeste e 0,8% do Norte.

Famílias com pessoa de referência branca gastam mais com serviços financeiros - A despesa mensal per capita com todos os serviços financeiros selecionados pela pesquisa foi de R$ 124,79. Os pagamentos de empréstimos, parcelamento de imóvel, automóvel e moto representaram 76,5% dessas despesas, ou R$ 95,51 por habitante.

Despesas - A contribuição das famílias com pessoa de referência branca nas despesas per capita com serviços financeiros (R$ 73,62) foi bem maior que a das famílias com a pessoa de referência preta ou parda (R$ 48,91). A contribuição para o valor per capita mensal com aplicações das famílias com pessoa de referência branca (R$ 76,63) era mais que o triplo do das famílias com pessoa de referência preta ou parda (R$ 24,69). (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Cristiane Crelier / Agência IBGE Notícias

 

POF grafico-perfil-despesas-pagar-contas1

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

POF grafico-perfil-despesas-atraso2

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

POF grafico-perfil-despesas-servicos3

INFRAESTRUTURA: Silo obsoleto será demolido para dar mais espaço operacional ao Porto de Paranaguá

infraestrutura 19 08 2021O silo vertical localizado no lado oeste do cais do Porto de Paranaguá será demolido. O armazém, instalado em área nobre de mais de dois mil metros quadrados, está obsoleto, em desuso desde 2009. Conhecido como “Silinho”, o local dará espaço para ampliação da capacidade operacional do porto.

Granéis sólidos - “O Silinho foi inaugurado em 1973 para atender o segmento dos graneis sólidos de exportação. Era uma estrutura para até dez mil toneladas de grãos. Há 50 anos, atendia ao propósito. Porém, esta capacidade está totalmente incompatível à produtividade que os novos equipamentos são capazes de movimentar hoje”, afirma o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia. Para se ter uma ideia, cada um dos novos equipamentos carregadores de navios (shiploaders) instalados a oeste do cais tem capacidade para carregar até duas mil toneladas por hora.

Obra - A obra teve início no final de junho com a montagem do canteiro e da instalação de tapumes no local. Durante um mês, a atividade seguiu com a desmontagem e demolição dos transportadores de correias externos.

Sucata - Ainda no período, simultaneamente, foram iniciados o corte e a remoção de toda sucata metálica dos equipamentos do silo. A etapa tem previsão de término na primeira quinzena de setembro. Na sequência, após a montagem das proteções periféricas, como bandejas e tela fechadeira, será dado início à demolição das células e torre de serviço que compõem o silo. Segundo a Diretoria de Engenharia e Manutenção da Portos do Paraná, as obras estão com o cronograma atualizado, sem atraso. A previsão é que a demolição esteja totalmente concluída no início de 2022.

Licitação - A empresa, ganhadora da licitação, é a empresa FBI demolidora. A empreiteira foi a que apresentou menor valor para a execução da obra, após o abatimento do valor para a aquisição da sucata dos equipamentos, que também foi objeto de proposta no mesmo certame. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Claudio Neves / Portos do Paraná

 

LEGISLATIVO I: Segue para sanção projeto que permite delegação de rodovias estaduais ao governo federal

legislativo alep 19 08 2021A Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) aprovou em segundo turno de votação, na sessão plenária desta quarta-feira (18/08), a proposta do Poder Executivo que prevê a delegação de rodovias estaduais paranaenses para a nova concessão rodoviária federal. O projeto de lei 372/2021 recebeu 40 votos a favor e 12 contra, sendo aprovado na versão original encaminhada pelo Executivo. Com a dispensa de votação da redação final aprovada, a matéria segue agora para sanção, ou veto, do Governo do Estado.

Atuação - O presidente da Assembleia, deputado Ademar Traiano (PSDB) destacou a atuação dos deputados e da Assembleia Legislativa nas discussões sobre o novo modelo de pedágio para o estado e que alguns pontos ainda poderão ser discutidos no decorrer do processo de confecção do edital de concessão das rodovias. “Pedágio é um tema recorrente no estado e que provocou um debate amplo. A Assembleia é a grande vencedora em função de todas as audiências públicas feitas no Paraná. A Assembleia promoveu o debate que fez com que todo o Paraná discutisse o tema”, disse. “Tivemos avanços na proposta, não na plenitude de tudo o que se desejava, mas algumas conquistas aconteceram e existem algumas situações que podem ser analisadas no curso do tempo, antes do lançamento do edital”, completou.

Requerimento - Os deputados Luiz Claudio Romanelli (PSB), Arilson Chiorato (PT) e Soldado Fruet (PROS), e a deputada Luciana Rafagnin (PT) apresentaram requerimentos para que as 40 emendas parlamentares rejeitadas na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) fossem discutidas e votadas em plenário. No entanto, os requerimentos foram rejeitados e as emendas não foram votadas. “Com respeito ao parecer do relator contrário às 40 emendas parlamentares, mas nosso regimento é sábio ao remeter ao plenário a decisão dessas emendas serem apreciadas mesmo com decisão contrária da CCJ. As emendas que apresentei eram constitucionais e fortaleciam o Governo do Estado na negociação do Governo Federal”, afirmou Romanelli ao encaminhar favoravelmente ao seu requerimento.

Muitas etapas - Ele considera que há ainda muitas etapas de discussões e que o Poder Legislativo seguirá atuante na fiscalização de todo o processo. “Foi mais uma etapa. E se não fosse a Frente Parlamentar sobre o pedágio, nem estaríamos discutindo isso aqui na Assembleia. Nós que fomos ao TCU que exigiu que tivesse uma lei estadual autorizatória. Esse debate foi importante porque derrotamos o modelo híbrido, a taxa de outorga. Aquele modelo que queria sacar da economia do Paraná de R$ 6 a R$ 9 bilhões. Ao mesmo tempo, o novo modelo é melhor do que o anterior, mas tem muitas questões que tem que ser tratadas”, declarou. “Entendo que a Assembleia foi vitoriosa numa questão fundamental, que foi derrotar a outorga e ao mesmo tempo esse debate continua no âmbito do TCU e de todas as outras esferas. Vamos seguir na análise apurada do edital, do contrato. Firmamos parceria com a OAB, contratamos a UFPR que vai fazer a análise técnica- econômica e de engenharia desses lotes. É o início de uma caminhada nessa luta por uma tarifa justa e um pedágio que possa atender a dinâmica da sociedade paranaense sem, de fato, massacrar o setor produtivo e a sociedade civil organizada”.

Projeto - O texto do projeto autoriza o Governo do Paraná a delegar à União, pelo prazo de até 30 anos, a administração de rodovias e a exploração de trechos de rodovias, ou obras rodoviárias estaduais. Segundo a proposta, a União poderá explorar a via ou parte da via delegada diretamente ou por meio de concessão, nos termos das Leis Federais que regem as concessões.

Convênio - A proposta determina ainda que a formalização da delegação aconteça por meio de convênio. Com isso, justifica o Executivo, há a possibilidade de o Estado destinar recursos para construção, conservação, melhoramento e operação de trechos ou rodovias que não sejam de responsabilidade dos concessionários.

Modelo - O novo modelo de concessão rodoviária do Paraná terá 3,3 mil quilômetros – destes, cerca de 1,1 mil quilômetros são de trechos estaduais. A extensão total é subdividida em seis lotes. Serão investidos cerca de R$ 44 bilhões. De acordo com o Executivo, o programa vai contar com tarifas mais baixas e obras distribuídas em mais de mil intervenções especiais como viadutos, trincheiras, terceiras faixas e passarelas. O Executivo informou ainda que a tarifa terá 30% de redução no início da concessão.

Custos de operação e manutenção - Além dos R$ 44 bilhões em investimentos diretos (Capex), o pacote de concessões estima ainda outros R$ 35 bilhões destinados a custos de operação e manutenção das vias (Opex). Entre as principais obras previstas, estão 1.783 quilômetros de duplicação de vias, sendo que 90% do total deverá ser executado até o sétimo ano da concessão. (Assessoria de Comunicação da Alep)

FOTO: Dálie Felberg / Alep

 

LEGISLATIVO II: Câmara aprova projeto sobre tarifas para micro e minigeradores de energia

legislativo energia 19 08 2021A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (18/08) projeto que estabelece uma transição para a cobrança de encargos e tarifas de uso dos sistemas de distribuição por parte dos micro e minigeradores de energia elétrica. A proposta (PL 5829/19), de autoria do deputado Silas Câmara (Republicanos-AM), será enviada ao Senado.

Substitutivo - O texto aprovado em Plenário é o substitutivo do relator, deputado Lafayette de Andrada (Republicanos-MG). Segundo o texto, até 2045 os micro e minigeradores já existentes pagarão os componentes da tarifa somente sobre a diferença, se positiva, entre o consumido e o gerado de forma alternativa e injetado na rede de distribuição, como ocorre hoje.

Consumidores - A regra valerá ainda para consumidores que pedirem acesso à distribuidora, por meio do Sistema de Compensação de Energia Elétrica (SCEE), em até 12 meses da publicação da futura lei.

Prazo - Para contar com o benefício, esses novos geradores terão prazos para iniciar a injeção de energia no sistema, contados do parecer favorável da distribuidora:

120 dias para microgeradores;

12 meses para minigeradores de fonte solar; e

30 meses para minigeradores das demais fontes.

Definição - O texto define como microgeradores aqueles que geram até 75 kW de energia de fontes alternativas (fotovoltaico, eólico, biomassa e outros) em suas unidades consumidoras (em telhados, terrenos baldios, condomínios, sítios); enquanto minigeradores são aqueles que geram mais de 75 kW até 5 mil kW. A partir de 2045, esse limite passa para 3 mil kW nessa definição.

Marco regulatório - Para Andrada, é urgente a criação de um marco regulatório da minigeração e microgeração distribuída no Brasil. “Desde 2012, esses geradores foram responsáveis pela criação de mais de 140 mil postos de trabalho e arrecadação tributária da ordem de R$ 6 bilhões nesse período”, afirmou.

Transição - O projeto prevê uma transição de sete anos no pagamento dos encargos para aqueles que começarem a geração depois de 12 meses da nova lei.

Remuneração - Esses encargos são relativos à remuneração dos ativos do serviço de distribuição, da depreciação dos equipamentos da rede e do custo de operação e manutenção do serviço.

Encargos - Assim, de todos os encargos, esses geradores pagarão:

15% em 2023 e 30% em 2024;

45% em 2025 e 60% em 2026;

75% em 2017 e 90% em 2028; e

todos os encargos a partir de 2029.

Diferença - A diferença será bancada com recursos repassados às distribuidoras de energia pela Conta de Desenvolvimento Energético (CDE).

Mais de 500kW - Para unidades de minigeração que produzem mais de 500kW para autoconsumo remoto (em local diferente da geração) ou na modalidade de geração compartilhada (reunidos em consórcio) em que um único titular detenha 25% ou mais, o participante do SCEE pagará 40% de tarifas de uso dos sistemas de transmissão da rede básica e 100% dos demais encargos. A partir de 2029, passam a pagar tudo.

Cobertura - Depois de 12 meses da publicação da futura lei, a CDE custeará ainda as componentes tarifárias não associadas ao custo da energia elétrica compensada por geradores ligados a cooperativas de distribuição de energia com mercado inferior a 700 GWh/ano. Essas cooperativas são principalmente de natureza rural.

Revisão extraordinária - Além de receberem os encargos com recursos da CDE, as distribuidoras de energia elétrica poderão considerar a energia inserida no sistema pelos micro e minigeradores como sobrecontratação involuntária para fins de revisão tarifária extraordinária.

Efeitos - Segundo critérios da Aneel, essa revisão pode implicar efeitos nos reajustes ordinários das tarifas de energia, já que o excesso de energia na rede sob sua gestão (sobrecontratação) provoca problemas financeiros no cumprimento de contratos de fornecimento junto a usinas geradoras maiores.

Chamadas públicas - Por outro lado, as distribuidoras poderão realizar chamadas públicas para a compra da energia excedente desses geradores em contratos futuros, conforme regulamentação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Projetos - Essas distribuidoras poderão ainda usar os projetos de micro e minigeração para cumprir parte dos percentuais mínimos de investimento em eficiência energética exigidos pela legislação.

Participação - Nessas duas situações, poderão participar da chamada pública a própria concessionária (se for também geradora) e suas empresas coligadas.

Tarifa mínima - Mesmo que um micro ou minigerador consuma muito pouco em um determinado mês, ainda pagará uma tarifa mínima. Para aqueles consumidores-geradores que não estão isentos dos encargos até 2045, o texto define o faturamento mínimo como a diferença entre o consumido e o mínimo faturável vigente pela regulamentação, desconsiderando-se as compensações.

Redução - Quem tiver geradores com potência instalada de até 1,2 kW deverá ter uma redução de 50% do consumo mínimo faturável.

Bandeiras tarifárias - O texto aprovado prevê que as bandeiras tarifárias incidirão somente sobre o consumo a ser faturado, e não sobre a energia excedente usada para compensar o consumo.

Acréscimos - As bandeiras tarifarias (verde, laranja e vermelha) são acréscimos na conta de luz quando a energia fica mais cara devido, principalmente, à necessidade de acionar termelétricas movidas a combustível fóssil para suprir a demanda.

Iluminação pública - O texto permite a participação das instalações de iluminação pública no sistema de compensação (SCEE), devendo a rede de um município ser considerada como unidade consumidora.

Financiamentos - Para fins de acesso a recursos de fundos de Investimento em Participações em Infraestrutura (FIP-IE) e de fundos de Investimento em Participação na Produção Econômica Intensiva em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (FIP-PD&I), os projetos de minigeração distribuída serão considerados projetos de infraestrutura de geração de energia elétrica.

Captação de recursos - Esses fundos de investimento na modalidade fechada captam recursos para investir em grandes projetos de infraestrutura nos quais estão incluídas hidrelétricas e parques eólicos, por exemplo.

Benefícios tributários - Os minigeradores contarão ainda com os benefícios tributários do Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infraestrutura (Reidi).

Benefícios sistêmicos - A Aneel deverá divulgar os custos e os benefícios sistêmicos das centrais de micro e minigeração distribuída, segundo diretrizes estabelecidas pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), ouvida a sociedade, as associações e entidades representativas, as empresas e os agentes do setor elétrico.

Abatimento - Os benefícios pelo aumento da geração distribuída com os incentivos dados pelo projeto, como economia pelo adiamento de construção de outras usinas geradoras, deverão abater os encargos incidentes sobre os micro e minigeradores após a transição.

Diretrizes - Nas diretrizes, o CNPE deverá considerar benefícios relacionados à localidade e considerar as componentes de geração, as perdas elétricas, a transmissão e a distribuição.

Grandes usinas - Em relação às grandes usinas de geração de energia fotovoltaica para venda no Ambiente de Contratação Livre (ACL) ou para autoconsumo, o texto aprovado prevê a apresentação de estudo simplificado contendo os dados de pelo menos um ano de medição realizada por satélite ou estação que mede a incidência de raios solares instalada no local do empreendimento.

Pontos rejeitados - Confira os pontos rejeitados pelo Plenário:

- emenda do deputado Rubens Bueno (Cidadania-PR) pretendia isentar dos encargos tarifários consumidores de áreas isoladas ou que gastam mais de 10% da renda familiar com energia;

- emenda do deputado Otto Alencar Filho (PSD-BA) pretendia garantir a isenção de componentes da tarifa para micro ou minigeradores com potência de até 500 kW sem transição;

- emenda do deputado Bohn Gass (PT-RS) pretendia remeter ao Orçamento da União o custeio dos encargos tarifários, em vez de usar dinheiro da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE);

- destaque do PDT pretendia estender aos consumidores do ambiente livre de comercialização de energia o subsídio para os encargos tarifários com recursos da CDE;

- emenda do deputado Bohn Gass pretendia direcionar recursos da CDE para o Programa de Energia Renovável Social, criado para financiar a instalação de painéis fotovoltaicos em residências de famílias de baixa renda. (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Cleia Viana / Câmara dos Deputados

 

LEGISLATIVO III: Senado realiza debate sobre reforma tributária nesta sexta-feira

legislativo tributaria 19 08 2021O Senado realiza nesta sexta-feira (20/08), a partir das 11h, a segunda sessão de debates temáticos sobre a PEC 110/2019 — proposta de emenda à Constituição que trata da reforma do sistema tributário nacional. O tema da audiência será "A reforma tributária do consumo sob a perspectiva dos entes federativos". Entre os convidados estão o ministro da Economia, Paulo Guedes, e o secretário especial da Receita Federal, José Barroso Tostes Neto.

Solicitação - Os debates foram solicitados por meio de requerimento (RQS 1.867/2021) do senador Roberto Rocha (PSDB-MA), relator da PEC 110/2019.

Convidados - Além de Paulo Guedes e José Barroso Tostes Neto, foram convidados para a sessão de sexta-feira:

José Barroso Tostes Neto, secretário Especial da Receita Federal do Brasil;

Sandro de Vargas Serpa, subsecretário de Tributação e Contencioso do Ministério da Economia;

Décio Padilha da Cruz, secretário de Fazenda do Estado de Pernambuco e representante do Comitê Nacional de Secretários da Fazenda dos Estados e do DF (Comsefaz);

Edvaldo Nogueira, presidente da Frente Nacional dos Prefeitos (FNP) e prefeito de Aracaju;

Paulo Ziulkoski, presidente da Confederação Nacional dos Municípios (CNM).

Primeira sessão - Na primeira sessão de debates sobre o tema, realizada na segunda feira (16/08), foi discutida, entre outras questões, a eventual criação de um imposto sobre o valor agregado (IVA) como forma de unificação de tributos e simplificação de cobrança.

Mais - Ainda estão previstas outras duas sessões de debates antes que a PEC 110/2019 seja encaminhada à Comissão de Constituição e Justiça do Senado (CCJ). (Agência Senado)

FOTO: Marcos Corrêa / PR

 

LEGISLATIVO IV: Oriovisto Guimarães será relator de receita do Orçamento 2022

legislativo oriovisto 19 07 2021A Comissão Mista de Orçamento (CMO) designou o senador Oriovisto Guimarães (Podemos-PR) como relator da receita do Projeto da Lei Orçamentária Anual (LOA) para 2022. Nesta quarta-feira (18/08), o senador participou da audiência pública da CMO com Bruno Funchal, Secretário Especial do Tesouro e Orçamento do Ministério da Economia. O senador questionou sobre previsão, critérios e parâmetros que o governo está usando para calcular a receita do próximo ano. 

Controle - Bruno Funchal afirmou que, em 2021, o governo controlou as despesas e conseguiu melhorar o resultado das receitas durante o ano, o que deve, em sua avaliação, se repetir em 2022. O Secretário adiantou que o projeto da LOA deve ser encaminhado ao Congresso com previsão de crescimento de 5,3%, inflação de 3,5% e crescimento da receita líquida da ordem de 8%, chegando à receita total a mais de R$ 1,6 trilhão.

Teto - “Boa parte vem seguindo o teto, despesa controlada, aí tudo que vem de receita vira resultado, isso tende a acontecer em 2022. (...) Revisões sucessivas nos parâmetros de crescimento e inflação. Isso tudo ajuda a impulsionar a receita”, disse Funchal.

Projeto - O governo federal tem até o final de agosto para enviar ao Congresso Nacional o projeto da LOA para 2022. O documento é elaborado seguindo o que norteia a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) 2022, aprovada pelo Congresso em julho, prevendo déficit fiscal de até R$ 177,5 bilhões e salário mínimo de R$ 1.147 para o ano que vem.

Presidente - A presidente da CMO é a senadora Rose de Freitas (MDB-ES). (Agência Senado)

FOTO: Pedro França / Agência Senado

 

SAÚDE I: Brasil tem 19,6 milhões de casos e 549,4 mil mortes

saude I 19 08 2021O número de pessoas que não resistiram à covid-19 no Brasil subiu para 571.662. Em 24 horas, foram registradas 1.064 mortes. Já o total de pessoas infectadas pelo novo coronavírus desde o início da pandemia chegou a 20.457.897. Em 24 horas, foram confirmados pelas autoridades sanitárias 41.714 novos casos.

Atualização - Os dados estão na atualização diária do Ministério da Saúde, divulgada na noite desta quarta-feira (18/08). O balanço é produzido a partir de informações fornecidas pelas secretarias estaduais de Saúde.

Ativos - Há, ao todo, 523.245 pessoas com casos ativos da doença em acompanhamento por profissionais de saúde e 19.362.990 pacientes se recuperaram.

Estados - Na lista de estados com mais mortes estão São Paulo (143.471), Rio de Janeiro (60.902), Minas Gerais (52.132.687) e Paraná (36.687). As unidades da Federação com menos óbitos são Acre (1.808), Roraima (1.923), Amapá (1.942), Tocantins (3.631) e Alagoas (5.982).

Caos - Em número de casos, São Paulo também lidera (4.187.465), seguido por Minas Gerais (2.030.241), Paraná (1.429.658), Rio Grande do Sul (1.394.299) e Bahia (1.211.625). As unidades da Federação com menos casos são Acre (87.607), Amapá (122.148) e Roraima (122.224).

Vacinação - De acordo com a última atualização do Ministério da Saúde, 168,1 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 foram aplicadas no país, sendo 117 milhões de primeiras doses e 51,1 milhões de segundas doses ou doses únicas.

Distribuição - Ainda segundo a pasta, foram distribuídas, até o momento, 207,1 milhões de doses aos estados e ao Distrito Federal. Desse total, 190,6 milhões já foram entregues e 16,5 milhões estão em processo de distribuição. (Agência Brasil)

FOTO: Gerd Altmann / Pixabay

 

SAÚDE II: Sesa da confirma mais 7.040 casos e 91 óbitos por Covid-19

saude II 19 08 2021A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) divulgou nesta quarta-feira (18/08) mais 7.040 casos e 91 mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. Os números são referentes aos meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas. Há ajustes ao final do texto.

Soma - Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 1.423.026 casos e 36.471 mortes em decorrência da doença.

Meses - Os casos divulgados nesta data são de janeiro (212), fevereiro (136), março (406), abril (320), maio (963), junho (697), julho (674), e agosto (2.797), de 2021, e dos seguintes meses de 2020: abril (1), junho (8), julho (14), agosto (13), setembro (9), outubro (8), novembro (43) e dezembro (739).

Internados - De acordo com o boletim, 1.090 pacientes com diagnóstico confirmado estão internados. São 771 em leitos SUS (448 em UTI e 323 em leitos clínicos/enfermaria) e 319 em leitos da rede particular (146 em UTI e 173 em leitos clínicos/enfermaria).

Exames - Há outros 1.547 pacientes internados, 734 em leitos UTI e 813 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo novo coronavírus.

Óbitos - A Sesa informa a morte de mais 91 pacientes. São 39 mulheres e 52 homens, com idades que variam de 31 a 94 anos. Os óbitos ocorreram de 11 de abril a 18 de agosto de 2021.

Municípios - Os pacientes que morreram residiam em Curitiba (50), Cascavel (5), Prudentópolis (4), Pinhais (3), Londrina (3), Colombo (3), Araucária (3), Ponta Grossa (2), Ibiporã (2) e Almirante Tamandaré (2).

Uma morte - O boletim registra, ainda, a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: Terra Rica, São José dos Pinhais, Sarandi, Pontal do Paraná, Pitanga, Pinhalão, Nova Laranjeiras, Marechal Cândido Rondon, Loanda, Francisco Beltrão, Diamante D'Oeste, Cornélio Procópio, Campo Largo e Cambé.

Fora do Paraná - O monitoramento contabiliza 6.632 casos de não residentes no Estado. Deste, 216 pessoas morreram.

Ajustes - Relatório de correções de municípios: 17 casos e 2 óbitos.

15 casos e 1 óbito de residentes alterados entre municípios do Paraná.

2 casos e 1 óbito de residentes do Paraná alterados para fora do Estado.

Um caso e óbito confirmado (F,29) de Pinhais foi corrigido para o município de Campo Magro.

Um caso e óbito confirmado (M,34) de Colombo foi corrigido para o município de Porto União/SC.

Um caso confirmado (M,43) de Telêmaco Borba foi corrigido para o município de Candeias/BA.

Um caso confirmado (F,32) de Bandeirantes foi corrigido para o município de Itambaracá.

Um caso confirmado (F,38) de Pinhais foi corrigido para o município de Tijucas do Sul.

Um caso confirmado (M,23) de Tijucas do Sul foi corrigido para o município de Salto do Itararé.

Um caso confirmado (F,69) de Faxinal foi corrigido para o município de Grandes Rios.

Um caso confirmado (M,48) de Francisco Beltrão foi corrigido para o município de Renascença.

Um caso confirmado (M,34) de Londrina foi corrigido para o município de Rolândia.

Um caso confirmado (M,24) de Rolândia foi corrigido para o município de Arapongas.

Um caso confirmado (M,48) de Novo Itacolomi foi corrigido para o município de Borrazópolis.

Um caso confirmado (M,18) de Londrina foi corrigido para o município de Santo Antônio da Platina.

Um caso confirmado (F,31) de Curitiba foi corrigido para o município de Araucária.

Um caso confirmado (M,50) de Colombo foi corrigido para o município de Pinhais.

Um caso confirmado (M,23) de Maringá foi corrigido para o município de Londrina.

Um caso confirmado (F,27) de Medianeira foi corrigido para o município de Missal.

Um caso confirmado (F,49) de Londrina foi corrigido para o município de Rolândia.

(Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo clicando AQUI.

 

SAÚDE III: Vacinação de reforço contra Covid-19 deve começar por idosos

saude queiroga 19 08 2021A aplicação da terceira dose de vacinas contra a covid-19 deverá começar por idosos e profissionais de saúde. A informação é do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, durante entrevista à imprensa, nesta quarta-feira (18/08), para explicar a metodologia para harmonizar a distribuição de imunizantes para os estados e o Distrito Federal.

Dados científicos - O ministro, no entanto, destacou que para iniciar a dose de reforço ainda são necessários mais dados científicos para que o Ministério da Saúde possa organizar a sua aplicação. “Planejamos, no momento que tivermos todos os dados científicos e tivermos o número de doses suficiente disponível, já orientar um reforço da vacinação. Isso vale para todos os imunizantes”.

Distribuição de vacinas - Ao explicar a metodologia de distribuição de imunizantes, Queiroga disse que cabe ao ministério equilibrar a distribuição de vacinas entre os estados e o Distrito Federal. O ministro ressaltou a importância dos entes federados observarem o intervalo entre as doses, que varia de acordo com o cada imunizante.

Intervalo - “É fundamental que se observe o intervalo de vacinação entre as doses, para que possamos entregar as vacinas com a pontualidade desejada. Porque, se cada estado, cada município, resolver fazer a sua própria regra, o Ministério da Saúde não consegue entregar as vacinas com a tempestividade devida e isso atrasará a nossa campanha nacional de imunização”, disse.

População não vacinada - De acordo com o ministério, as doses são enviadas aos estados levando em consideração a população, acima de 18 anos, que ainda não foi vacinada em cada unidade da Federação.

Homogeneidade - “Vamos fazer o possível para que essa distribuição ajustada garanta uma maior homogeneidade na vacinação em todas as unidades da Federação. O compromisso que o governo federal tem é com cada um dos 210 milhões de brasileiros. Se imunizarmos a população vacinável, todos vão se beneficiar com a imunidade que será proporcionada”, afirmou o ministro da Saúde.

Critérios - Para enviar as doses nesse formato, o Ministério da Saúde informou que fez um levantamento com base em dois critérios: as vacinas para a primeira dose já enviadas para cada estado, desde o começo da campanha de vacinação, e a estimativa da população acima de 18 anos de cada unidade da federação.

Diferença - “O Ministério da Saúde, em momento nenhum, mudou a metodologia. A diferença é que temos que obedecer um princípio maior, que rege toda a gestão do SUS [Sistema Único de Saúde], que se chama equidade. Ela tem que ser sempre buscada e preservada. O Ministério da Saúde tem a obrigação de olhar para todos os brasileiros da mesma forma, independentemente da unidade federativa”, disse a secretária de Enfrentamento à Covid-19 do Ministério da Saúde, Rosana Leite de Melo.

Acordo - De acordo com o ministério, a medida foi acordada entre representantes da União, estados pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e municípios pelo Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), após a conclusão do envio de vacinas para imunizar todos os 29 grupos prioritários definidos pelo Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19 (PNO).

Distribuição - O ministério informou ainda que o ajuste na distribuição não impactará na distribuição das vacinas para a segunda dose, já que todos os estados continuarão recebendo o quantitativo necessário para completar todos os esquemas vacinais. (Agência Brasil)

FOTO: Marcelo Camargo / Agência Brasil

 

SAÚDE IV: Pfizer entrega mais de 1 milhão de doses de vacina ao Brasil

saude vacina 19 08 2021Um voo trazendo 1.076.400 doses da vacina contra a covid-19 ComiRNAty, da Pfizer, chegou por volta das 19h30 desta quarta-feira (18/08) no aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP). A empresa deve entregar 17,6 milhões de doses entre os dias 3 e 22 de agosto.

Lote - É o 49º lote entregue pela farmacêutica ao governo brasileiro. Entre o final de agosto e setembro há a previsão da chegada de quase 52,4 milhões de doses – que fazem parte do primeiro acordo firmado no dia 19 de março e que contempla a disponibilização de 100 milhões de vacinas até o final do terceiro trimestre de 2021.

Entrega - O segundo contrato, assinado em 14 de maio, prevê a entrega de mais 100 milhões de doses entre outubro e dezembro. Ao longo do ano, a farmacêutica fornecerá um total de 200 milhões de doses de vacina ao Brasil. (Agência Brasil)

FOTO: Américo Antônio / Sesa

 


Versão para impressão


RODAPE