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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5129 | 06 de Agosto de 2021

CANAL RURAL: Cooperativas do PR pretendem atingir R$ 200 bi em 5 anos

canal rural 06 08 2021As cooperativas do Paraná dobraram o faturamento de R$ 50 bilhões para R$ 100 bilhões e o objetivo agora é chegar aos R$ 200 bilhões. Os grandes desafios são a governança e o planejamento estratégico, que estarão no centro das ações para os próximos cinco anos, segundo afirma o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken.

Planejamento - “A cada cinco ano montamos um planejamento. Em 2015, as cooperativas toparam definir um desafio. À época, o faturamento era de R$ 50 bilhões, foi então que estabelecemos a meta dos R$ 100 bilhões e resolvemos nos estruturar para isso. Em julho do ano passado, lançamos essa meta dos R$ 200 bilhões. Isso faz parte do cooperativismo no Paraná e é importante para a gente definir um rumo da atividade”, diz Ricken.

Crescimento sustentável - De acordo com ele, o foco das ações para um novo faturamento recorde está no crescimento sustentável das cooperativas. “A nossa atuação vai além do agro, já que nós atuamos em sete ramos diferentes da economia. A cooperação é o nosso negócio. Vamos inovar e investir R$ 300 milhões em capacitação nos próximos anos”, afirma.

Link - Para assistir a entrevista na íntegra acesse o link: https://www.canalrural.com.br/programas/informacao/mercado-e-cia/cooperativas-200-bilhoes-faturamento/.

 

GETEC: Confira o boletim semanal da Coordenação de Relações Parlamentares do Sistema Ocepar

getec I coordenacao parlamentar 06 08 2021A Coordenação de Relações Parlamentares do Sistema Ocepar, vinculada à Gerência de Desenvolvimento Técnico (Getec) e sob a responsabilidade da advogada Daniely Andressa da Silva, publicou, nesta sexta-feira (06/08), o Informe Semanal referente ao período de 2 a 6 de agosto. O setor foi criado neste ano com o propósito de fazer o acompanhamento das matérias de interesse do cooperativismo em discussão, tanto no Congresso Nacional como na Assembleia Legislativa do Paraná, e das leis publicadas no âmbito do executivo (federal, estadual e municipal), além de outros temas vinculados às áreas de atuação das cooperativas do Paraná.

Destaques - O boletim desta semana informa que, no retorno do recesso parlamentar, o plenário da Câmara dos Deputados aprovou o projeto de conversão em lei da Medida Provisória (MPV) 1.040/2021, também conhecida como MP do ambiente de negócios. O texto aprovado autoriza o uso de livros ou fichas em formato digital, porém, os deputados rejeitaram a alteração do texto aprovada pelo Senado Federal, que previa a possibilidade de convocação de Assembleias por editais publicados em sítios eletrônicos. O projeto segue para sanção.

Regularização fundiária - Outro tema em destaque é a aprovação, pela Câmara dos Deputados, do PL 2.633/2020, que estabelece critérios para a regularização fundiária de terras, incluindo a possibilidade do uso de tecnologias como o sensoriamento remoto. Dentre outros, o projeto prevê que a titularidade de imóveis está sujeita à comprovação de Cadastro Ambiental Rural (CAR) ativo. A medida objetiva trazer maior segurança jurídica aos proprietários de terras, assim como celeridade ao processo de regularização. Com a aprovação, o projeto segue para deliberação pelo Senado Federal.

Reforma tributária - Ainda na Câmara, foi aprovado, na quarta-feira (04/08),o requerimento de urgência para apreciação do PL 2.337/2021, que altera regras sobre o imposto de renda (o texto não modifica a incidência de imposto sobre o ato cooperativo). O projeto, junto com as PECs 45/2019 e 110/2019 e outras proposições, a exemplo do PL 3.887/2020, integra as ações legislativas para a Reforma Tributária. O presidente da Câmara, Deputado Arthur Lira, sinalizou que o PL 2.337/2021 deve ser inserido na pauta de votações do Plenário na próxima semana.

Pedágio - Já na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) começou a tramitar, nesta semana, o PL 364/2021, que prevê a autorização da delegação de rodovias estaduais para a União, propondo um novo modelo de pedágio. O Informe Semanal destaca que, se aprovado pela Alep, o projeto será encaminhado ao Tribunal de Contas da União, que analisará a proposta antes do anúncio do edital de licitação. O projeto tramita em regime de urgência e deverá ser apreciado, ainda na próxima semana, pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

Clique aqui e acesse na íntegra o Informe Semanal da Coordenação de Relações Parlamentares do Sistema Ocepar

 

COVID-19: Publicados novos destaques na área destinada ao coronavírus no Portal PR Cooperativo

covid 06 08 2021A Área Covid-19 do Portal Paraná Cooperativo é atualizada toda sexta-feira com as notícias que foram destaques durante a semana no Informe Paraná Cooperativo e na Rádio Paraná Cooperativo. Lá, é possível acessar também os comunicados do Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 do Sistema Ocepar. Há ainda uma seção de perguntas e respostas, com esclarecimentos relativos à pandemia. Clique aqui e confira.

 

COOPERATIVISMO: Panorama Coop traz análises da semana sobre os principais fatos de interesse do setor

cooperativismo 06 08 2021Desde março de 2020, o Sistema OCB publica, semanalmente, análises sobre vários temas e seus impactos para as cooperativas. São informações que tratam de política, economia, reforma tributária, pleitos do cooperativismo em tramitação no Congresso Nacional, normativos e medidas tributárias publicadas pelo governo. Neste ano, essas análises passaram a ser divulgadas por meio do Panorama Coop, uma newsletter atualizada todas as quintas-feiras.

Destaques - Nesta semana, o Panorama Coop destaca que o Congresso Nacional retornou do recesso a todo vapor, já com a perspectiva de votação de diversos projetos cruciais para o país e para o cooperativismo, em especial. É só rolar a página para conferir o que vem por aí e quais os impactos para a sua cooperativa.

Análise política - Nesta semana, o presidente da Câmara, deputado Arthur Lira, abriu os trabalhos legislativos do 2º semestre com o anúncio de um cronograma de votações bastante audacioso, com destaque para o eminente avanço das discussões está a Reforma do Imposto de Renda (PL 2337/2021), que teve requerimento de urgência aprovado na quarta-feira (04/08) no Plenário da Câmara. Como avaliamos o termômetro da pauta legislativa para os próximos meses? Quais as prioridades do cooperativismo têm maior chance de tramitar? Clique e confira!

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Reforma tributária - Nesta semana, foi aprovada na Câmara dos Deputados a urgência para a apreciação do PL 2.337/21, que trata sobre a Reforma do Imposto de Renda. Este é um dos fatiamentos da Reforma, divisão acordada entre o Executivo e o Legislativo. Cada proposta trata sobre um tema e por isso podem impactar o nosso modelo de negócios de forma diferentes. Por isso, é sempre bom relembrar quais são nossas demandas em cada texto. Confira o nosso informativo para saber mais!

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Semana ConexãoCoop: um marco na história do setor - A Semana ConexãoCoop, realizada entre os dias 26 e 30/07, pelo Sistema OCB, foi um sucesso! Gerou mais de cinco mil acessos no canal do Sistema no YouTube, o que indica uma produção de conteúdo de qualidade para promover o movimento cooperativista e impulsionar o negócio das coops. Veja no nosso site os principais destaques do evento: os lançamentos exclusivos e os assuntos abordados nas lives, que você pode conferir tudo na íntegra, no nosso canal. Navegue à vontade!

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Coops poderão usar selos para produção de cacau - Valorizar e promover a conservação da diversidade biológica, fomentando o cacau produzido em sistemas agroflorestais, seja na Mata Atlântica ou na Floresta Amazônica. Pensando nisso, e contemplando na relação dos autorizados as cooperativas formadas por produtores, que a Comissão de Agricultura do Senado Federal aprovou o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 64/2013, que prevê a criação de Selos Verdes para a produção de Cacau Cabruca e Cacau Amazônico.

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EBPC: Melhores trabalhos serão conhecidos dia 06/08 Enquanto cooperativistas e pesquisadores acadêmicos debatem o resultado dos trabalhos científicos durante o 6º Encontro Brasileiro de Pesquisadores em Cooperativismo (EBPC) que ocorre junto com o 59º Congresso da Sociedade Brasileira de Economia, Administração e Sociologia Rural (SOBER), é grande a expectativa para o anúncio dos trabalhos premiados deste ano. Ao todo, 706 trabalhos foram submetidos. Desse total, 477 foram aprovados.

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FORMAÇÃO: Somos Líderes divulga lista de aprovados para segunda turma

formacao 06 05 2021O Sistema OCB divulgou, nesta quinta-feira (05/08), os aprovados para a segunda edição do Somos Líderes. O programa tem sido um sucesso até aqui. Entre os 471 candidatos elegíveis, 70 pessoas foram selecionadas para participarem da formação em liderança promovida pelo Sistema OCB.

Perfil - O perfil dos 70 aprovados é heterogêneo, reforçando o nosso compromisso em atender às premissas de representatividade e diversidade do programa. Os estados com maior percentual de candidatos aprovados são Minas Gerais (34,29%), Rio Grande do Sul (12,86%) e Santa Catarina (8,57%).

Ramos - Dentre os sete ramos do cooperativismo, os com maior percentual de aprovados foram o Crédito (58,57%), o Agropecuário (17,14%) e o Ramo Saúde (11,43%). Em relação ao perfil dos aprovados, 74% são empregados de cooperativas, a faixa etária predominante está entre 30 e 35 anos (70%) e a maioria são mulheres (61%). Além disso, 32% do público é formado por pessoas não brancas e um dos participantes é uma pessoa com deficiência (PCD).

Etapa quatro - Agora, os aprovados seguem para a etapa quatro do Somos Líderes: os módulos da formação de liderança, que terão início no dia 10/8. Ao todo, serão cinco módulos, que abordarão pontos importantes e que devem ser considerados por um líder coop, como liderança consciente, inovação, gestão e governança cooperativa, e muito mais.

Carga horária - A formação terá carga horária total de 60 horas e contará com estratégias educacionais diversas, como workshops, mentoria individual, webséries educativas, desafios em grupo, podcasts, tutoria, dentre outras.

Liderança - “Nosso objetivo é preparar esses jovens, que já têm o perfil de liderança, para atuarem dentro das nossas cooperativas, fazendo um cooperativismo ainda mais forte e inovador, e levando também a bandeira do cooperativismo para toda a sociedade, seja no campo político, econômico ou social. Nós estamos comprometidos com a renovação e o crescimento de todo o movimento cooperativista, e temos certeza de que o programa Somos Líderes vai contribuir diretamente para isso”, comenta Márcio Lopes de Freitas, presidente do Sistema OCB.

Acesse - Quer conhecer os 70 aprovados? Clique aqui e acesse. (OCB)

 

NOTA DE ESCLARECIMENTO: Diretoria da Frimesa se manifesta sobre incêndio no frigorífico em construção

nota esclarecimento 06 07 2021Nesta quinta-feira (05/08), a diretoria da Frimesa, cooperativa central com sede em Medianeira, no Oeste do Paraná, emitiu uma nota de esclarecimento sobre o incêndio ocorrido na noite de quarta-feira (04/08), no frigorífico que está em construção no município de Assis Chateaubriand, também na região Oeste do Estado. A nota informa “que o incêndio ocorreu no prédio de uma câmara destinada à estocagem, que estava em construção nas obras do novo frigorífico”. Segundo a diretoria da Frimesa, não houve registro de feridos, apenas danos materiais e, tão logo o fogo começou, o Corpo de Bombeiros de Assis Chateaubriand e de cidades vizinhas, como Cascavel e Toledo, bem como a Defesa Civil, foram acionados, garantindo assim o controle da situação”. O comunicado finaliza afirmando que “as causas do incêndio estão sendo apuradas pelos órgãos competentes e pela seguradora. A Frimesa está à disposição para esclarecimentos, como também agradece todas as manifestações de apoio e solidariedade prestadas”.

Novo frigorífico - O complexo industrial de Assis Chateaubriand está sendo construído para abater 15 mil suínos por dia, sendo o maior da América Latina. Estão sendo investidos um total de R$ 3,24 bilhões com previsão de conclusão em duas fases, a primeira para entrar em operação em 2023. A área total a ser construída é de 148 mil metros quadrados.

Pronunciamento - Assista no link a manifestação do presidente da Frimesa, Valter Vanzella, a respeito do incêndio na nova planta industrial em Assis Chateaubriand: https://www.youtube.com/watch?v=SghGljnr8E4.

 

COCAMAR I: Cooperativa conquista certificação de excelência em tratamento de sementes

cocamar I 06 08 2021Entre as principais parceiras da Cocamar, a Syngenta acaba de conferir a certificação Seedcare à cooperativa, “pela qualidade na excelência de Tratamento de Semente Industrial (TSI)". Com isso, as embalagens de Sementes Cocamar que foram tratadas com receitas daquela companhia, vão exibir o Selo de Qualidade Seedcare.

Visita - Para formalizar a entrega da Certificação, o coordenador de Contas Chave Seedcare, Humberto Rosada, o gerente Seedcare Felipe Fett e o representante técnico de vendas (RTV) Carlos Zoleu, responsável pela conta Cocamar, visitaram a cooperativa na manhã de quinta-feira (5/8), onde foram recebidos pelo gerente executivo comercial de Insumos, Geraldo Amarildo Ganaza, que estava acompanhado dos gerentes comerciais de Insumos Paulo André Câmara e Tiago Palaro.

Na UBS - Os representantes da Syngenta estarão também em São Sebastião da Amoreira, norte do estado, para a entrega da mesma Certificação ao gerente da Unidade Básica de Sementes (UBS) da cooperativa, Diogo Amaral.

Qualidade - Segundo Rosada, para conquistar o selo, que tem validade de um ano, a Cocamar atendeu a uma série de exigências, o que comprova a alta qualidade de suas sementes tratadas industrialmente, bem como a responsabilidade e segurança em seus processos.

Etapas - Em resumo, a certificação assegura excelência em todas as etapas do processo de Tratamento de Sementes Industrial (TSI): respeito ao meio ambiente, destinação correta de resíduos etc; segurança dos trabalhadores, treinamentos e capacitação da equipe da UBS, utilização de equipamentos de proteção individual (EPIs); atendimento a toda a legislação referente à atividade de tratamento de semente industrial; cuidados com a revisão e manutenção das máquinas de TSI; qualidade das sementes enviadas para a TSI; e, principalmente, assertividade de cem por cento dos lotes analisados, da dosagem aplicada nas sementes, garantindo aos cooperados o controle adequado de pragas e doenças na fase de implantação das lavouras. (Imprensa Cocamar)

 

COCAMAR II: Com irrigação, média alta de milho em solo arenoso

A irrigação caiu como uma luva para a produtora Márcia Fabri e seu marido Peter, proprietários da Fazenda Santa Ana, em Santa Fé, região de Maringá. A compra de um pivô central junto a Cocamar, que começou a operar na última safra de verão (2020/21), possibilitou, além da soja, que o casal produzisse milho no inverno, algo que não era viável ali, em função do solo arenoso. Eles foram visitados na tarde de quinta-feira (5/8) pelo projeto Giromilho Cocamar, que tem o apoio da concessionária Zacarias Chevrolet.

Média - Agora, com umidade garantida, Márcia e Peter projetam colher uma média entre 280 e 300 sacas de milho por alqueire (115,7 a 123 sacas na equivalência em hectare). São 38 alqueires (91,9 hectares) cultivados com o cereal.

Não era viável - De acordo com o administrador Carlos Antonio Martins, que reside na fazenda há mais de oito anos, os proprietários fizeram, anteriormente, tentativas de semear milho na “safrinha”, mas acabaram desistindo em razão dos fracos resultados. Alguns vizinhos que investiram no cultivo este ano estão colhendo médias muito baixas, pois a cultura enfrentou períodos de estiagem e, depois, fortes geadas.

Salva - Como o milho da Fazenda Santa Ana foi semeado no final da primeira quinzena de março, as geadas ocorridas em junho e julho não causaram danos, pois a lavoura já estava a salvo nesse período.

Planejar - “Com a irrigação a gente consegue planejar os plantios de acordo com as épocas mais recomendadas”, afirma Márcia, que é engenheira agrônoma. No caso deles, os benefícios do pivô vão muito além: com a umidade, seu marido, que é especialista na produção de batatas, semeou este ano a primeira safra na propriedade, em 17 alqueires (41 hectares), com o objetivo de produzir sementes e, assim, diversificar as fontes de receita.

Segundo pivô - O casal se mostra tão satisfeito com a irrigação que já pensa em adquirir o segundo pivô e, assim, fazer com que 80% dos 160 alqueires (387 hectares) da propriedade, sejam servidos com umidade. Faça chuva ou faça sol, a safra está garantida. (Imprensa Cocamar)

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SICREDI: Instituição financeira cooperativa alcança índice de satisfação recorde com associados

sicredi 06 08 2021Focado em prestar atendimento diferenciado por meio do relacionamento próximo com seus mais de 5 milhões de associados, o Sicredi, instituição financeira cooperativa com presença em todas as regiões do país, tem conquistado reconhecimento nesse quesito. Em junho deste ano, o índice de satisfação entre os associados atingiu o patamar de 74,1%, resultado 2,9 pontos percentuais superior ao registrado no mesmo período de 2020. É o melhor índice conquistado pelo Sicredi desde o início da utilização do método em 2011.

Metodologia - Para aferir o nível de satisfação de seus associados, a instituição utiliza a metodologia Net Promoter Score (NPS), criada pela Bain & Company e aplicada por companhias do mundo todo. Os fatores “atendimento na agência” e “atendimento do gerente” foram os mais bem avaliados pelos associados, sendo descritos como o motivo de 74% das notas promotoras (9 e 10 em uma escala de 0 a 10). Nesta edição da pesquisa NPS foram entrevistados no Sicredi, de forma remota, 175 mil associados da instituição financeira cooperativa entre junho de 2020 e junho deste ano.

Destaque em ranking do Banco Central e Canais Digitais - Outro fator que demonstra a eficiência do Sicredi no relacionamento com os associados é o ranking de reclamações contra instituições financeiras desenvolvido pelo Banco Central. Recentemente, foi divulgada a lista contemplando os registros do segundo trimestre do ano no Brasil, com foco em bancos e instituições financeiras. Assim como já havia ocorrido no primeiro trimestre de 2021, o Sicredi manteve seu patamar e não teve nenhuma reclamação considerada procedente entre os meses de abril e junho.

Sem reclamações - “Mais uma vez não termos nenhuma reclamação procedente no ranking do Banco Central nos traz muito orgulho, pois somos uma instituição com milhões de associados e um portfólio de mais de 300 produtos e serviços, então não é tarefa fácil gerar boas experiências em todos esses pontos de contato”, contextualiza a ouvidora do Sicredi, Marçalina Hoenisch Ávila. “Acredito que a chave para esse sucesso é a atenção que dedicamos a cada um dos nossos associados por meio da integração de equipes que realizam os atendimentos e desenvolvem soluções tanto no ambiente físico como no digital”, complementa.

Sucesso - O sucesso do atendimento prestado pelo Sicredi aos seus associados também foi constatado na pesquisa do Buzzmonitor. O site realizou análise de performance e atendimento das 15 melhores instituições financeiras brasileiras, tendo como referência o ranking elaborado recentemente pela Forbes em parceria com a Statista.

Análise de desempenho - Na análise de desempenho de marcas com atuação no Brasil realizada pelo Buzzmonitor, o Sicredi foi destaque entre os aplicativos de instituições financeiras na Google Play Store. A instituição obteve 94 pontos de satisfação (de um total de 100) e recebeu 8,4 mil avaliações. De acordo com o Buzzmonitor, o Sicredi também está entre os players com menor volume de reviews, o que demonstra a eficiência dos canais.

Estrelas - Com a possibilidade de avaliação até o máximo de cinco estrelas, atualmente a média das avaliações dos usuários que baixaram o aplicativo da instituição pela App Store ficou em 4,9 estrelas, enquanto na Google Play a nota alcança a marca de 4,8 estrelas. Os resultados foram gerados por meio de mais de 430 mil avaliações e mantém o aplicativo do Sicredi há dois anos na posição de mais bem avaliado entre as instituições financeiras.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 24 estados* e no Distrito Federal, com mais de 2.000 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

SICREDI UNIÃO PR/SP: Cooperativa disponibiliza R$ 500 milhões em linhas investimento

sicredi uniao 06 08 2021Os produtores rurais associados à Sicredi União PR/SP têm acesso a R$ 500 milhões por meio de linhas de investimento. Do total, R$ 200 milhões estarão disponíveis em nove linhas em parceria com o BNDES. São recursos para a agricultura familiar, médios e grandes produtores para a aquisição de maquinários e equipamentos, investimento em irrigação, modernização da frota, agricultura de baixo carbono, construção e modernização de infraestrutura, entre outros investimentos.

Juros - A taxa de juros parte de 3% ao ano, no caso de Pronaf, e a carência varia de 3 a 14 meses, no caso da linha Moderfrota. O limite de financiamento depende da finalidade e do faturamento da propriedade. No caso do Moderfrota é possível financiar 85% do trator, colheitadeira, equipamento ou máquina agrícola.

Antecipação - Tradicionalmente os recursos do BNDES se esgotam nos quatro primeiros meses do Plano Safra, por isso, é importante antecipar a proposta de crédito, garantindo as melhores taxas e prazo.

Outras linhas - Além da parceria com o BNDES, a Sicredi União PR/SP oferece outras linhas. A expectativa é liberar R$ 1,5 bilhão neste ano-safra, entre custeio e investimento. O número supera em R$ 200 milhões o volume liberado na safra 2020/2021, com R$ 1,34 bilhão em crédito. “Nossa cooperativa registrou crescimento de 39% na carteira de custeio e de 35% na carteira de investimento de longo prazo”, aponta o gerente de desenvolvimento agro, Vitor Pasquini. São mais de 15 mil famílias de agricultores atendidas, sendo que 70% são pronafianos, pequenos produtores que nem sempre são atendidos por instituições financeiras.

Maior - A Sicredi União PR/SP é a maior cooperativa do Sistema Sicredi, que é a instituição financeira privada que mais libera recursos para o crédito rural com a previsão de liberação de crédito rural na Safra 2021/2022 de R$38 bilhões.

APP - Num trabalho contínuo de desburocratizar o acesso ao crédito, a cooperativa oferece a CPR Financeira, em que com o croqui da área e um orçamento simplificado, ambos elaborados com a ajuda de um especialista em agronegócio de uma das agências, o associado tem acesso ao crédito rural. Outras facilidades são as renovações simplificadas, os limites de crédito pré-aprovado com volume superior a R$ 4,5 bilhões e o aplicativo Sicredi Parceiro Rural, que possibilita criar e acompanhar propostas de crédito para custeio e investimento, anexar documentos e manter contato com o gerente de contas. O app está disponível para download nos sistemas Android e iOS. Depois de baixar o ‘Sicredi Parceiro Rural’, é preciso solicitar uma senha de acesso na agência.

Especialistas - Todas as agências da Sicredi União PR/SP contam com especialistas em agronegócio, para entender as necessidades dos associados e oferecer a melhor solução financeira. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

 

SICREDI PROGRESSO: Associada é contemplada com R$ 33 mil em sorteio do Seguro de Vida

sicredi progresso 06 08 2021A associada da Sicredi Progresso PR/SP, Ivani Janice Hoffmann Hugen, teve uma surpresa na manhã desta quinta-feira (05/08). Ela chegou à Agência Coopagro, em Toledo (PR), e foi recebida pela equipe com a notícia de ter sido contemplada no sorteio do Seguro de Vida que possui com a Cooperativa.

Agradecimento - Emocionada, ela agradeceu o carinho de todos e recebeu um cheque simbólico no valor de R$ 33.895,58*. Quem efetuou o Seguro de Vida em seu nome foi o esposo, Valdir Hugen, que a acompanhou no momento da entrega. “Estou muito feliz com essa surpresa e por meu esposo ter feito esse seguro. Temos um carinho muito especial pela Cooperativa, vir aqui é como estar em casa, somos todos uma família”, conta.

História de vida - Há mais de 10 anos Ivani é associada da Cooperativa e tem uma história de vida construída em Toledo, no distrito de Novo Sobradinho, com trabalhos diários junto a agricultura, com a criação de suínos, peixes e plantações agrícolas. Para Leila Daiana Hermes, gestora agro da conta da associada, o momento é de muita felicidade. “Essas entregas se tornam especiais para nós. As conquistas dos associados são nossas conquistas também, temos uma proximidade com eles e isso fortalece nosso relacionamento”, diz.

Segurança - Inserido no mais de 300 produtos e serviços que o Sicredi oferece aos seus associados, o Seguro de Vida é sinônimo de segurança, proteção e tranquilidade para o associado e sua família caso imprevistos aconteçam. Os Seguros de Vida são oferecidos pelo Sicredi em parceria com a Icatu e Mapfre Seguros, que realizam sorteios mensais – pela Loteria Federal - entre os associados que contratam os serviços. A Sicredi Progresso já teve diversos associados contemplados nessa modalidade.

Sobre a Sicredi Progresso PR/SP - Com 40 anos de atuação a Sicredi Progresso PR/SP está presente na vida de aproximadamente 50 mil associados. Nossa história, construída na essência da cooperação, nos permite ter atualmente 18 agências distribuídas na área de ação nos estados do Paraná e São Paulo. Destas, 12 estão no Paraná, nos municípios de Toledo, Nova Santa Rosa, Tupãssi, São Pedro do Iguaçu e Ouro Verde do Oeste; E as outras 6, em São Paulo nos municípios de Mogi das Cruzes, Suzano, Itaquaquecetuba, Guararema, Ferraz de Vasconcelos e Poá. Nosso capital humano conta mais de 300 colaboradores focados nos valores do cooperativismo e na oferta de produtos e serviços financeiros adequados aos associados, de um jeito simples e próximo. O Sicredi Progresso integra o Sistema Sicredi que hoje está presente em 24 estados e no Distrito Federal. (Imprensa Sicredi Progresso PR/SP)

FOTO: Jéssica Dona

 

SICREDI ALIANÇA: Parceria é firmada com a Associação Crescendo com o Basquete, em Marechal C. Rondon

Construir uma sociedade mais próspera é o propósito do Sicredi, que identifica em diversos projetos sociais uma oportunidade de colaborar com o próximo seja através da cultura, esporte, educação, entre tantos outros.

Associação - Desde segunda-feira (02/08), a Sicredi Aliança PR/SP veste a camisa de mais um projeto social. Agora, a cooperativa ajuda a escrever a história da Associação Crescendo com o Basquete, em Marechal Cândido Rondon (PR), que atende atualmente 120 alunos. O Termo de Parceria foi assinado na presença do diretor de Negócios da Sicredi Aliança PR/SP, Gilson Metz; do gerente da Agência Copagril, Airton de Souza; do coordenador do Projeto, o professor Marcelo Goes e demais convidados.

Orgulho - O professor Marcelo de Goes ressalta que firmar a parceria com o Sicredi, uma instituição financeira comprometida com o desenvolvimento local, é motivo de orgulho. “É muito bom ver o projeto crescendo há oito anos. Formamos cidadãos e ampliamos horizontes por meio do esporte. Os resultados dentro e fora de quadra são super positivos. Temos muitos atletas do projeto trilhando caminhos no esporte, profissionalmente. Nosso agradecimento por isso. Um dos nossos objetivos é resgatar até o final de 2021 os mais de 290 atletas que atendíamos antes da pandemia”, disse.

Engrandecimento - O diretor de Negócios, Gilson Metz, enfatiza que projetos como esse engrandecem ainda mais o ser humano e que o Sicredi está presente em iniciativas carregadas de colaboração. “O esporte conversa muito com a nossa causa. Em campo, é possível promover saúde, comprometimento, ajuda mútua, trabalho em equipe, estratégia. São inúmeros os benefícios. Estamos felizes pela inserção da nossa marca em um projeto tão nobre e que com certeza faz e fará a diferença para centenas de pessoas”, considerou.

Projeto - Você tem um projeto que combina com o Sicredi? Inscreva em https://colaboresesicredi.com.br/. (Imprensa Sicredi Aliança PR/SP)

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INFRAESTRUTURA: Estado projeta redução de 50% nas tarifas dos pedágios com nova concessão, diz secretário

infraestrutura 06 08 2021As tarifas de pedágio poderão ter redução de até 50% no Paraná, com expectativa até de ultrapassar esse patamar na disputa da nova concessão. Esse cálculo, elaborado em conjunto entre o Governo do Estado e a União, pode derrubar o valor cobrado atualmente em algumas praças pela metade, com garantia de execução das obras previstas no edital de concessão.

Expectativa - Essa é a expectativa do secretário de Estado da Infraestrutura e Logística, Sandro Alex. “Tenho convicção de que haverá uma grande diminuição já que não vai existir limite de desconto. Vai vencer a empresa que oferecer o maior porcentual”, disse em entrevista coletiva nesta quinta-feira (05/08), no Palácio Iguaçu.

Contratos - Os contratos em vigor terminam em 27 de novembro. A perspectiva é que a nova concessão, dividida inicialmente em seis lotes, vá a leilão na Bolsa de Valores de São Paulo (B3) nos primeiros meses de 2022, após avaliação técnica do Tribunal de Contas da União (TCU).

Atual - “A tarifa média atual das tarifas é de R$ 16,30. Valor que cai para R$ 11,30 imediatamente, ao começar o leilão na Bolsa de Valores. Com a disputa das empresas pelos lotes, a tendência é de reduzir ainda mais, alcançando entre 45% e 50%, já que vencerá a concessão aquela que ofertar o maior desconto”, afirmou.

Exemplo - O secretário citou como exemplo a praça de Jataizinho, na Região Norte, próximo a Londrina. O pedágio mais caro do Paraná tem atualmente tarifa de R$ 24,60. Valor que cai imediatamente para R$ 11,89, como preço base para o início da disputa. A oferta de um desconto de 25%, por exemplo, derrubaria o custo para o usuário para R$ 8,91.

Desconto fixo - “Isso sem contar o desconto fixo de 5% para quem optar pelo pagamento por tag e mais uma fatia para quem é usuário frequente”, explicou Sandro Alex.

Proposta final - A proposta final desenvolvida por técnicos dos governos estadual e federal prevê o modelo de menor tarifa, sem limite de desconto e com garantia de obras a partir de um seguro-usuário – aporte financeiro para garantir a execução do contrato. O valor do seguro é proporcional ao porcentual de desconto concedido à tarifa.

Níveis - No modelo acordado, estão previstos três níveis de aporte: de 1% a 10%, de 11% a 17% e a partir de 18%. Para isso, as empresas precisam investir R$ 15 milhões por ponto porcentual até 10%, R$ 60 milhões por ponto porcentual até 17% e R$ 150 milhões por ponto porcentual a partir de 18%.

Valor - O valor será assegurado por lote e poderá ser aplicado com diferentes finalidades, a serem decididas por área concedida – um comitê com representantes dos governos federal e estadual, da Assembleia Legislativa, da sociedade civil organizada e da população será criado para definir, a cada cinco anos, a forma de usar os recursos.

Revisão - “Estará previsto em contrato essa revisão. É esse grupo que vai escolher se o montante volta como mais obras, não previstas inicialmente, ou em mais descontos na tarifa”, disse o secretário. As decisões deverão passar por audiência pública e pelas agências reguladoras, como a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

Outros exemplos - Na prática, uma praça de pedágio que tenha uma tarifa de R$ 16,30 já vai a leilão com uma redução média de 30%. Ou seja, antes do desconto concedido pela concessionária, a tarifa cai para R$ 11,30.

Diminuição - Esse valor ainda diminui conforme a proposta de cada empresa. Se ela conceder 10% de desconto, a tarifa vai a R$ 10,20. Se o desconto for de 17%, a tarifa chega a R$ 9,40. Se for de 26%, R$ 8,50. Ou seja: o valor final esperado é de 37% a 48% menor que o atual.

Seguro-usuário - Já o seguro-usuário aportado aumenta conforme o desconto. No caso de 10%, a empresa investiria R$ 150 milhões; de 17%, seria de R$ 570 milhões; e, de 26%, R$ 1,98 bilhão.

Investimentos - A concessão rodoviária está dividida em seis lotes que totalizam 3,3 mil quilômetros de estradas. O conjunto é formado por estradas estaduais (35%) e federais (65%).

Obras - O projeto prevê investimentos de R$ 44 bilhões em obras, valor equivalente a 120 anos de orçamento federal para rodovias aplicado somente no Paraná. Construções, modernizações e revitalizações que precisam necessariamente ocorrer nos primeiros anos do acordo. Somente após todas as execuções estipulados em contratos serem concluídas é que as empresas poderão cobrar o valor cheio da tarifa – antes disso o desconto será de 40%.

Mais - O pacote de concessões estima ainda outros R$ 35 bilhões destinados a custos de operação e manutenção das vias (OPEX).

Duplicação - As obras incluem a duplicação de 1.783 quilômetros, sendo 90% realizadas até o sétimo ano do acordo. O pacote também contempla a construção de 10 contornos urbanos, 253 quilômetros de faixa adicional nas rodovias já duplicadas, 260 quilômetros de vias marginais e 104 quilômetros de terceira faixa para apoio ao trânsito.

Wi-fi - A proposta inclui, ainda, sinal de wi-fi em todos os trechos de estradas, câmeras de monitoramento e iluminação em LED. As novas concessões têm validade de 30 anos.

Futuro - Sandro Alex reforçou que os novos acordos contemplarão gatilhos para a implantação da cobrança por quilômetro rodado, decretando o fim da necessidade das praças de cobrança de pedágio. “Ainda não dominamos a tecnologia para esse tipo de cobrança, mas estimo que em cinco anos no máximo partiremos para isso. Vai permitir que o processo seja extremamente justo, com o usuário pagando exatamente pelo que transitou”, comentou.

Presença - O diretor-geral do Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR), Fernando Furiatti, também participou da entrevista. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Geraldo Bubniak / AEN

 

POLÍTICA AGRÍCOLA: Com R$ 27 bilhões, crédito rural atinge recorde no primeiro mês da safra 2021/2022

No desempenho do primeiro mês da safra 2021/22, as contratações do crédito rural atingiram R$ 27 bilhões, aumento de 16% em relação à safra passada. Com o volume contratado, em julho, os investimentos somaram de R$ 6,8 bilhões, apresentando o maior crescimento (+38%).

Custeio - As operações de custeio totalizaram R$ 16,5 bilhões, correspondendo a alta de 12% em relação a igual período do ano passado.

Pronaf - De acordo com o Balanço de Financiamento Agropecuário da Safra 2021/2022, os produtores enquadrados no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) apresentaram o melhor desempenho relativo, com 56% de aumento e R$ 6,6 bilhões contratados, dos quais R$ 4,2 bilhões em custeio e R$ 1,8 bilhão em investimento, esse último com crescimento de 61%. Do montante de recursos autorizados para o Pronaf, ainda restam a ser contratados 87% dos investimentos e 78% das demais finalidades.

Pronamp - O Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor (Pronamp) apresentou uma elevação de 5% no volume de recursos contratados e atingiu R$ 3,8 bilhões. Desse montante, R$ 3,5 bilhões referem-se às contratações de custeio e, R$ 306 milhões, aos investimentos. Nesse sentido, o saldo remanescente para atendimento a futuras demandas dos médios produtores amparados pelo programa, situa-se em 93% para investimentos e 88% para custeio, comercialização e/ou industrialização.

Investimentos - Os programas de investimentos, com exceção do Moderfrota (Programa de Modernização da Frota de Tratores Agrícolas e Implementos Associados e Colheitadeiras) e do Inovagro (Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica na Produção Agropecuária (Inovagro), requerem um período maior para análise. O volume contratado no primeiro mês, no conjunto dos programas, ainda é relativamente pequeno, abaixo de 5%.

BNDES - No entanto, segundo a análise da Secretaria de Política Agrícola do Mapa, cabe destacar que, no caso do BNDES, em alguns programas, o valor correspondente às propostas já protocoladas está próximo do limite de recursos alocados, a exemplo do Prodecoop (Programa de Desenvolvimento Cooperativo para Agregação de Valor à Produção Agropecuária) e do PCA (Programa de Construção e Ampliação de Armazéns), o que ensejou a suspensão temporária do acolhimento de novas propostas de financiamento pelo banco para esses programas.

Disponibilidade - Entretanto, a disponibilidade total de recursos para esses programas, no final de julho último era, respectivamente, de 100% e de 97% do valor de suas programações, pois na atual safra foi ampliado o número de agentes financeiros que operam os programas de investimento agropecuário. As contratações do PCA tiveram redução de 8%.

Fontes de recursos - As fontes de recursos mais utilizadas pelas instituições financeiras na liberação do crédito aos produtores foram Recursos Obrigatórios (R$ 8,8 bilhões), Poupança Rural Controlada (R$ 6,0 bilhões) e Poupança Rural Livre (R$ 5,1 bilhões), cujo aumento foi de 106% em comparação a julho de 2020.

Poupança livre - A poupança livre respondeu por 19% do valor total das contratações no primeiro mês da atual safra, sendo que a participação do total de recursos não controlados foi de 29%.

Não controlados - O valor das operações de crédito realizadas com recursos das demais fontes de recursos não controlados e respectivas variações foram: LCAs (Letras de Crédito do Agronegócio) R$ 1,07 bilhão (-35%), recursos livres R$ 1,3 bilhão (+34%) e outras fontes R$ 344 milhões (+288%).

Controladas - As fontes controladas tiveram uma redução na participação das contratações de 79% para 71% nesta safra, comparativamente ao mesmo período da safra passada. (Mapa)

CONJUNTURA AGROPECUÁRIA: Condições climáticas afetam frutas de forma diferente, analisa boletim

conjuntura agropecuaria 06 07 2021A pouca ocorrência de chuvas no Paraná há mais de um ano, agravada pelas geadas nos últimos meses, afetou o desenvolvimento de várias culturas. As frutas não escaparam. As análises sobre as perdas ainda não terminaram, mas, dependendo da fase de desenvolvimento da planta, a gradação vai de poucos estragos a dizimados.

Boletim - A análise sobre a situação de várias frutas produzidas no Estado é um dos assuntos do Boletim de Conjuntura Agropecuária na semana de 31 de julho a 5 de agosto. O documento é preparado pelos técnicos do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria estadual da Agricultura e do Abastecimento, e traz informações sobre várias outras atividades agropecuárias no território paranaense.

Comportamento - Nos últimos dois anos, o comportamento das frutíferas foi influenciado pelos ciclos de estiagem cada vez mais frequentes. A deficiência hídrica compromete safras atuais e futuras e influencia as mais diversas fases das frutas. Recentemente, três geadas - 30 de junho e 19 e 28 de julho - afetaram a fruticultura de maneira geral.

Diversidade - A quantificação das perdas levará algum tempo, pois a preocupação maior das equipes de assistência técnica, no momento, é minimizar o impacto da continuidade dos prejuízos. Mesmo assim, o boletim do Deral aponta como algumas das principais frutas, que representam 90% das produzidas no Estado, foram atingidas.

Citros - Os citros – laranja, tangerina e limão – e a maçã foram menos impactadas. Já as frutas de caroço – pêssego, ameixa e nectarina – foram diretamente afetadas. Mesmo situação dos abacaxis, variando conforme a indução floral, e das uvas, dependendo da fase da poda.

Abacates - Para os abacates, que estão em fase de produção ou florescimento, e os maracujás, em final de colheita, as perdas não foram expressivas. No caso dos morangos, as plantações protegidas por estufas não sofreram. Mas para aquelas a céu aberto, os danos foram grandes, mesma situação sentida pela banana.

Pecuária e aves - O boletim também discorre sobre os efeitos da estiagem e das geadas na produção de pecuária de corte e leiteira do Estado.

Pastagens - As pastagens perenes e as anuais de verão foram prejudicadas, o que atrasou o plantio das cultivares de inverno. Com isso, a redução do pasto, somada ao encarecimento da ração, levou à diminuição na produtividade de leite e atrasou a engorda.

Exportações - O documento preparado pelo Deral também analisa as exportações brasileiras de carne de frango, no primeiro semestre de 2021, que tiveram aumento de 10% em faturamento em relação ao acumulado de 2020. No Paraná, maior produtor e exportador nacional de carne de frango, o crescimento foi de 6,3% em volume e de 4,7% em faturamento.

Feijão e alho - O boletim também fala do alho, que tem 322 hectares na safra 2020/21 no Paraná. A colheita começa no final de agosto e se estende até março de 2022, com previsão de 1,8 mil toneladas. As análises de campo apontam que 89% das áreas apresentam condições boas, enquanto 11%, médias.

Safra 2021/22 - Os produtores paranaenses de feijão já começam a se preparar para a safra 2021/22. Do ciclo anterior, falta apenas a colheita da terceira safra, que tem volume de apenas 1,2 mil toneladas. A primeira safra rendeu 257 mil toneladas, enquanto a segunda, 282,3 mil toneladas.

Grãos - As lavouras de trigo foram reavaliadas após as geadas e tiveram suas condições rebaixadas. As áreas que continuam consideradas boas estão em 64%, ante 90% na semana anterior. As que apresentam condições médias subiram de 8% para 28%, enquanto as ruins foram de 2% para 8%.

Soja - Na soja, o boletim informa a expectativa para o anúncio no fim do mês da primeira estimativa de área da safra 2021/22. Nos últimos anos foram verificados aumentos, seja em razão dos preços atrativos ou pelo menor desempenho do milho, que é o principal concorrente no período mais quente do ano.

Milho - Como o milho está com preços bons este ano, pode haver um crescimento de área para essa cultura ocupando espaços que, em outros anos, seriam destinados à soja. O documento do Deral destaca, sobre o milho, o avanço na colheita da safra 2020/21, que atinge 10% da área total de 2,5 milhões de hectares. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Gilson Abreu / AEN

 

ECONOMIA: Poupança tem captação líquida de R$ 6,37 bilhões em julho

poupanca 06 08 2021Impulsionada pela nova rodada de pagamentos do auxílio emergencial e pela alta recente nos juros, a aplicação financeira mais tradicional dos brasileiros registrou o quarto mês seguido de desempenho positivo. Em julho, os brasileiros depositaram R$ 6,37 bilhões a mais do que sacaram na caderneta de poupança, informou nesta quinta-feira (05/08) o Banco Central (BC).

Inferior - Apesar do desempenho positivo, a captação é inferior à registrada em julho do ano passado. Naquele mês, os brasileiros tinham depositado R$ 28,14 bilhões a mais do que retiraram da poupança.

Desempenho de julho- Com o desempenho de julho, a poupança acumula retirada líquida de R$ 10,16 bilhões nos sete primeiros meses do ano. Esta é a maior retirada acumulada para o período desde 2019, quando os saques tinham superado os depósitos em R$ 16,1 bilhões.

Auxílio emergencial - O principal responsável pelo resultado positivo na poupança foi a retomada do pagamento do auxílio emergencial. A Caixa Econômica Federal depositou o dinheiro em contas poupança digitais, que acumulam rendimentos. Nesta rodada, o benefício paga parcelas de R$ 150, R$ 250 e R$ 375 por mês, dependendo da família do beneficiário.

2020 - No ano passado, a poupança tinha captado R$ 166,31 bilhões em recursos, o maior valor anual da série histórica. Além do depósito do auxílio emergencial nas contas poupança digitais ao longo de oito meses em 2020, a instabilidade no mercado de títulos públicos nas fases mais agudas da pandemia de covid-19 atraiu o interesse na poupança, mesmo com a aplicação rendendo menos que a inflação.

Rendimento - Com rendimento de 70% da Taxa Selic (juros básicos da economia), a poupança rendeu apenas 1,72% nos 12 meses terminados em julho, segundo o Banco Central. No mesmo período, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), considerado prévia da inflação, atingiu 8,59%. O IPCA cheio de julho será divulgado na próxima terça-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Fatores - A perda de rendimento da poupança está atrelada a dois fatores. O primeiro são os juros baixos. Atualmente a taxa Selic (juros básicos da economia) está em alta, e ontem (4) foi elevada para 5,25% ao ano. O segundo fator foi a alta nos preços dos alimentos e do dólar, que impacta a inflação desde o segundo semestre do ano passado. Mesmo assim, as recentes elevações na Selic estão voltando a atrair o interesse do brasileiro na caderneta.

Focus - Para este ano, o boletim Focus, pesquisa com instituições financeiras divulgada pelo Banco Central, prevê inflação oficial de 6,79% pelo IPCA. Com a atual fórmula, a poupança renderia pouco menos de 3,675% este ano, caso a Selic permanecesse em 5,25% durante todo o ano. O rendimento pode ser um pouco maior caso o Banco Central continue a aumentar a taxa Selic nas próximas reuniões do Comitê de Política Monetária. (Agência Brasil)

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CÂMBIO: Dólar sobe para R$ 5,21 influenciado por fatores internos

cambio 06 08 2021Em um dia marcado por tensões internas, o dólar voltou a fechar acima de R$ 5,20, depois de cair mais de 1% durante a manhã. A bolsa de valores iniciou o dia em forte alta, mas terminou com leve queda.

Cotação - O dólar comercial encerrou esta quinta-feira (05/08) vendido a R$ 5,216, com alta de R$ 0,03 (0,57%). No início da sessão, o real chegou a ter o melhor desempenho entre as moedas de países emergentes, como dólar norte-americano caindo para R$ 5,11 por volta das 10h40. No entanto, a cotação passou a subir à medida que notícias internas influenciaram o mercado.

Ações - Processo semelhante ocorreu no mercado de ações. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 121.633 pontos, com queda de 0,14%. O indicador chegou a subir 1,35% por volta das 10h40, influenciado pela divulgação do lucro de R$ 42,85 bilhões na Petrobras no segundo trimestre, revertendo o prejuízo do mesmo período de 2020. No entanto, o índice desacelerou à tarde e passou a cair.

Contraponto - As tensões políticas e as dúvidas sobre a estabilidade das contas públicas se contrapuseram ao otimismo do mercado internacional. As negociações em torno de um fundo que custearia despesas do novo Bolsa Família com a possibilidade de estar fora do teto de gastos provocaram instabilidade no mercado doméstico.

Novo Refis - No meio da tarde, a apresentação do relatório no Senado que institui um novo Refis, programa especial de renegociação de dívidas de contribuintes. O projeto, que não tem o aval do Ministério da Economia, pode resultar em perda de arrecadação, segundo os investidores. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

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CEPAL: Investimento estrangeiro direto cai em 2020 na América Latina

economia 06 08 2021Em meio à crise de covid-19, a América Latina e o Caribe receberam, em 2020, o menor valor de investimento estrangeiro direto (IED) da última década. De acordo com a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), a região recebeu US$ 105,48 bilhões no ano passado, 34,7% a menos que em 2019, 51% a menos que o recorde da série histórica alcançado em 2012 e o menor valor desde 2010.

Mundo - No âmbito mundial, os valores de IED caíram 35% em 2020, atingindo aproximadamente US$ 1 trilhão, o que representa o valor mais baixo desde 2005. No caso da América Latina e Caribe, a tendência de queda é registrada desde 2013.

Relatório - As informações estão no relatório anual da Cepal O Investimento Estrangeiro Direto na América Latina e no Caribe 2021, divulgado nesta quinta-feira (05/08).

Recuperação lenta - De acordo com a Cepal, o contexto internacional sugere que os fluxos mundiais de investimento terão uma lenta recuperação. “Da mesma forma, a busca por ativos em setores estratégicos para a reativação internacional e para os planos públicos de transformação da estrutura produtiva (infraestrutura, saúde, economia digital) indica que grande parte dessas operações teria como destino a Europa, a América do Norte e alguns países da Ásia, aumentando as assimetrias globais”, alerta a comissão.

América Latina e Caribe - Na América Latina e no Caribe, os projetos de IED mostraram uma recuperação entre setembro de 2020 e fevereiro deste ano. Entretanto, diz o relatório, de fevereiro a maio de 202, os dados já sugerem uma nova queda no valor dos anúncios. “Nesse cenário, é difícil pensar que as entradas de IED para a região tenham um aumento superior a 5% em 2021.”

Pedido - Nesse sentido, a Cepal pede que os países da região canalizem os fluxos de investimento estrangeiro direto para atividades geradoras de maior produtividade, inovação e tecnologia, de modo a contribuir para mudanças significativas na estrutura produtiva da região. Além de manter a ajuda emergencial aos setores mais vulneráveis da população e às pequenas empresas, para a comissão, os países da América Latina e Caribe devem desenvolver planos estratégicos tanto de retomada como de transformação produtiva, usando a capacidade dos governos e do setor privado para que a política de atração de capitais estrangeiros faça parte da política industrial.

Setores estratégicos - Foram identificados oito setores estratégicos que poderiam ser apoiados pelo IED: a transição para energias renováveis; a eletromobilidade sustentável nas cidades; a revolução digital inclusiva; a indústria manufatureira da saúde; a bioeconomia; a economia do cuidado; a economia circular; e o turismo sustentável.

Investimentos em 2020 - De acordo com a Cepal, houve aumento do IED em apenas cinco países da região: Bahamas, Barbados, Equador, Paraguai e México. Este último é o segundo maior receptor de recursos diretos na região, depois do Brasil.

Brasil - A forte queda nos ingressos de investimento estrangeiro direto no Brasil (-35,4%) e o aumento no México (6,6%) determinaram uma aproximação da participação de ambos os países como destino de IED que não tinha sido visto nos últimos anos (tal participação foi de 42% no caso do Brasil e 30% no do México), diz o relatório.

Mais atingidos - Os setores de recursos naturais e manufatura, com reduções de 47% e 38%, respectivamente, foram os mais atingidos no ano passado. Já as energias renováveis, apesar de também terem retração nos investimentos, continuaram sendo o setor da região que desperta o maior interesse dos investidores estrangeiros, com 26% do valor total de anúncios.

EUA - Os Estados Unidos aumentaram de 27% para 37% sua participação no IED da região em 2020, diante da forte queda na Europa (que baixou de 51% para 38%) e na América Latina (que passou de 10% para 6%).

Origem - De acordo com o relatório, a menor queda nos Estados Unidos como origem do IED é explicada, principalmente, pelo aumento dos investimentos deste país no Brasil. Por outro lado, as entradas de Holanda e Luxemburgo, países europeus que tinham mais investimentos no Brasil, caíram em 2020 e em 2019, o que determinou uma queda do peso da Europa como investidora na região.

Colapso - Do mesmo modo, em 2020, os fluxos das empresas transnacionais latino-americanas também colapsaram, com queda de 73% nos investimentos. “Enquanto o Chile e o México apresentaram aumento nos fluxos de investimento direto no exterior, a Argentina, o Brasil, a Colômbia e o Panamá registraram retrocessos”, diz a comissão.

China - O relatório da Cepal traz ainda análise sobre as relações comerciais com a China, “país que avança no caminho para consolidação como potência econômica mundial”, e sobre as estratégias de investimento na era digital. Para a comissão, o investimento estrangeiro pode contribuir para a transformação digital na América Latina e no Caribe, mas, se as características estruturais das economias da região não forem consideradas, a digitalização poderia aprofundar as lacunas existentes e gerar maior exclusão e injustiça nessa distribuição de recursos. (Agência Brasil)

FOTO: Cepal / ONU

 

LEGISLATIVO I: Câmara aprova MP que simplifica abertura de empresas; texto segue para sanção

legislativo I 06 08 2021A Câmara dos Deputados rejeitou as emendas do Senado e manteve o texto dos deputados para a Medida Provisória 1040/21, que elimina exigências e simplifica a abertura e o funcionamento de empresas, buscando melhorar o chamado “ambiente de negócios”. A MP passou por votação no Plenário nesta quinta-feira (05/08) e será enviada à sanção presidencial.

Inovação - Uma das inovações é a emissão automática, sem avaliação humana, de licenças e alvarás de funcionamento para atividades consideradas de risco médio. Enquanto estados, Distrito Federal e municípios não enviarem suas classificações para uma rede integrada, valerá a classificação federal.

Validade - Pelo texto do relator, deputado Marco Bertaiolli (PSD-SP), em vez da validade indeterminada prevista no texto original da MP, as licenças e alvarás serão válidos enquanto atendidas as condições e requisitos de sua emissão.

Rejeição - Bertaiolli recomendou a rejeição de todas as mudanças propostas pelos senadores, posição seguida pelos partidos com poucas exceções. “Nenhuma das mudanças parece oportuna, como a volta da discussão sobre subsídios cruzados entre consumidores de energia elétrica ou exclusões propostas pelo Senado como sendo inconstitucionais”, explicou o relator.

Revogação - Entretanto, por meio de um destaque do PT, o Plenário evitou a revogação da Lei 4.950-A/66, mantendo o piso salarial para as carreiras de engenheiro, químico, arquiteto, agrônomo e veterinário de cinco vezes o salário mínimo (R$ 5,5 mil), se o curso de graduação for de menos de quatro anos; e de seis salários mínimos (R$ 6,6 mil) para cursos com quatro anos ou mais de duração.

Médio risco - Lista do comitê gestor da Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (Redesim) classifica em médio risco, no âmbito federal, atividades como comércio atacadista de vários tipos de alimentos de origem vegetal e animal; hotéis; motéis; transporte de cargas de produtos não sujeitos à vigilância sanitária; educação infantil; ou atividades médicas sem procedimentos invasivos. A plataforma tecnológica da Redesim poderá abranger também produtos artesanais e obras de construção civil.

Termo - Para ter acesso a essa licença, o empresário deverá assinar termo de ciência e responsabilidade legal quanto aos requisitos exigidos para o funcionamento e o exercício das atividades, como cumprimento de normas de segurança sanitária, ambiental e de prevenção contra incêndio.

Prazo - Todas essas mudanças deverão ser implantadas no prazo de adaptação de 60 dias dado aos órgãos e entidades envolvidos.

Dispensa de exigências - Para o processo de registro de empresários e pessoas jurídicas realizado pela Redesim, a MP impede a exigência de dados ou informações que constem da base de dados do governo federal e outras informações adicionais previstas por estados e municípios para a emissão das licenças e alvarás e do Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ), único número a identificar a empresa perante todos os órgãos públicos federais, estaduais e municipais.

Exceção - A exceção é para as licenças ambientais, que continuam regidas pela legislação específica.

União - A União deverá compartilhar com os entes federados as informações cadastrais fiscais necessárias. O CGSIM poderá obrigar os entes participantes da rede a adotarem outras iniciativas de integração, podendo até mesmo instituir a adesão condicionada ou tácita para aqueles não participantes.

Outros pontos - Confira outras mudanças previstas no texto aprovado da medida provisória:

- empresário poderá optar por usar o número do CNPJ como nome empresarial;

- junta comercial não precisará mais arquivar contrato e suas alterações após escaneamento. Responsáveis e outros interessados terão 30 dias antes da destruição para retirar documentos;

- acaba a proteção do nome comercial de empresa sem movimentação há dez anos;

- procuração exigida pela junta comercial não precisará mais de reconhecimento de firma;

- acaba com anuência prévia da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para patentes de produtos e processos farmacêuticos;

- acaba com a possibilidade de o Poder Executivo estabelecer limites para a participação estrangeira em capital de prestadora de serviços de telecomunicações;

- acaba com exigência de que transporte de mercadorias importadas por qualquer órgão da administração pública seja feito obrigatoriamente em navios de bandeira brasileira.

Acionistas minoritários - Normas de proteção de acionistas minoritários de companhias abertas atribuem privativamente à assembleia-geral a deliberação sobre a venda de ativos ou a contribuição para outra empresa, caso o valor da operação seja de mais de 50% do valor dos ativos totais da companhia segundo o último balanço aprovado.

Palavra final - A assembleia deverá dar a palavra final também sobre a celebração de transações com partes relacionadas que atendam aos critérios de relevância a serem definidos pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

21 dias - Enquanto o texto original da MP aumentava de 15 dias para 30 dias a antecedência de convocação da assembleia em primeira chamada, Bertaiolli fixa o prazo em 21 dias. A CVM poderá adiar a assembleia por mais 30 dias, contados da liberação dos documentos e informações relevantes aos acionistas para deliberação, se o órgão regulador considerar que os dados liberados anteriormente foram insuficientes.

Empresas - Uma das novidades do texto aprovado é que será permitido ao administrador residir oficialmente no exterior, contanto que mantenha procurador no Brasil apto a receber citações em processos administrativos instaurados pela CVM contra ele, no caso de companhia aberta, ou com base na legislação societária para as demais empresas.

Sociedades simples e limitada - O texto também acaba com a sociedade simples e a sociedade limitada (Ltda), determinando que todas as sociedades ficam sujeitas às normas válidas para as sociedades empresárias, independentemente de seu objeto, como cooperativas e sociedades uniprofissionais.

Recuperação - Entretanto, somente depois de cinco anos da vigência da nova lei é que elas poderão contar com as normas de recuperação judicial e falência.

Meio eletrônico - Todas elas poderão realizar assembleias-gerais por meios eletrônicos, e o endereço oficial da empresa poderá ser o de um dos sócios quando o local da atividade empresarial for virtual.

Anônimas e por comandita - Já as sociedades anônimas e por comandita por ações são dispensadas de designar seu objeto social.

Voto plural - O texto de Marco Bertaiolli introduz na legislação das S.A. (Lei 6.404/76) a figura do voto plural, por meio do qual uma companhia pode emitir ações ordinárias, que são aquelas com direito a voto, em uma classe que confere mais votos por ação, no limite de dez por cada uma. Assim, na prática isso permitiria controlar uma empresa com pouco mais que 9% do capital.

Companhias abertas - De acordo com o texto do relator, as ações com voto plural nas companhias abertas somente poderão ser emitidas antes de sua entrada na Bolsa de Valores, sendo proibido para aqueles que já têm ações negociadas no mercado.

Voto favorável - A criação de ações com voto plural dependerá do voto favorável de acionistas que representam metade dos votos das ações com direito a voto e metade das ações sem direito a voto (preferenciais).

Reembolso - Será permitido aos acionistas que não concordarem com a mudança pedirem para deixar o quadro de acionistas mediante reembolso com as regras previstas na lei.

Sete anos - O voto plural terá vigência de sete anos, prorrogável por qualquer prazo se decidido por aqueles que não têm ações com esse poder e garantido o direito de desistência da sociedade com reembolso.

Não pode ser usado - Entretanto, o voto plural não poderá ser usado em deliberações sobre a remuneração dos administradores e a celebração de transações com partes relacionadas que atendam aos critérios de relevância a serem definidos pela CVM. Tampouco poderá ser usado por empresas públicas ou de economia mista.

Citação eletrônica - Quanto à citação e intimação eletrônicas, o texto torna esse tipo de comunicação a regra nas relações entre as empresas, inclusive pequenas e médias, e o Fisco e o Judiciário. As mudanças serão no Código de Processo Civil.

Citação - O texto aprovado fixa em 45 dias o prazo máximo para ocorrer a citação a partir da proposição de uma ação.

Cadastro atualizado - Além disso, as empresas deverão manter o cadastro atualizado para poderem receber as citações e intimações por meio eletrônico, podendo pagar multa de até 5% do valor da causa se não confirmar, sem justa causa, o recebimento em até três dias úteis do envio. (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Najara Araujo / Câmara dos Deputados

 

LEGISLATIVO II: Projeto que reabre prazo para o Programa Especial de Regularização Tributária segue para a Câmara

legislativo II 06 08 2021Em votação simbólica, o Senado aprovou nesta quinta-feira (05/08) o projeto que reabre o prazo para adesão de pessoas físicas e jurídicas ao Programa Especial de Regularização Tributária (Pert) da Receita Federal e da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN). O PL 4.728/2020 segue agora para a Câmara dos Deputados.

Substitutivo - Do senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG), que preside o Senado, o texto foi aprovado na forma de um substitutivo do relator, senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), que é o líder do governo. A proposta recebeu apoio dos demais líderes partidários, tendo o voto contrário dos senadores Reguffe (Podemos-DF) e Eduardo Girão (Podemos-CE).

Parcelamento com desconto - O Pert permite o parcelamento com descontos de dívidas com a União e ajusta os seus prazos de pagamento. O programa abrange os débitos de natureza tributária e não tributária, vencidas até 31 de agosto de 2020. Podem aderir pessoas físicas ou empresas, de direito público ou privado, inclusive as que se encontrarem em recuperação judicial.

Arrecadação - "O programa amplia a perspectiva de arrecadação no futuro próximo, o que será de absoluta necessidade para que o Brasil possa retomar o crescimento econômico o mais rápido possível”, argumenta Pacheco na justificativa da matéria.

Pandemia - Fernando Bezerra, relator, acolheu 16 emendas em seu substitutivo. Ele considerou imprescindível reabrir o programa de parcelamento e acolher as empresas e pessoas atingidas pelo desastre econômico provocado pela pandemia da covid-19. Segundo o relator, em se tratando dessa situação excepcional, "as condições de pagamento, a utilização de créditos, inclusive de prejuízo fiscal e de base de cálculo negativa da Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL), e os descontos dos débitos inseridos no programa reaberto precisam ter conformação diferente dos veiculados no Pert de 2017".

Atividade produtiva - O relator disse que o conjunto de medidas se destina a “salvar a atividade produtiva no país, com objetivo de permitir o equacionamento de dívidas de pessoas e empresas atingidas pelos efeitos da pandemia".

Empresas - Fernando Bezerra propôs que, no caso de adesão de empresas, a modalidade de liquidação será distinta conforme a queda de faturamento observada entre o período de março a dezembro de 2020 em comparação com março a dezembro de 2019.

Condições - "Quanto maior a queda de faturamento, melhores serão as condições de liquidação de dívidas. As modalidades de liquidação levam em conta o valor da entrada a ser paga em cinco prestações, o volume de créditos de prejuízo fiscal e de base de cálculo negativa da CSLL permitidos para quitação da dívida e o percentual de descontos concedidos sobre juros, multas e encargo legal relativos ao saldo remanescente", explica.

Proporcionalidade - O substitutivo prevê a distribuição de condições benéficas de pagamento proporcionais à queda de faturamento das empresas, em patamares de 0%, 15%, 30%, 45%, 60% ou 80% no período referenciado. Para uma queda igual ou superior a 80%, o texto prevê um percentual de entrada de 2,5%, uso de 50% de prejuízo fiscal e base de cálculo negativa da CSLL, descontos de 90% em juros e multas, e 100% de descontos em encargos legais; esses percentuais se tornam gradualmente menos favoráveis para patamares menores de queda de faturamento.

Patrimônio líquido negativo - Além disso, empresas com patrimônio líquido negativo, verificado no balanço patrimonial encerrado em 31 de dezembro de 2020, poderão aderir ao Pert nas mesmas condições de quem teve queda de faturamento no patamar de 15%.

Pessoas físicas - Para a pessoa física também são oferecidas condições mais favoráveis, com um percentual de entrada no pagamento menor (2,5%) e descontos mais elevados a quem tenha enfrentado redução de rendimentos tributáveis na declaração de rendimentos igual ou superior a 15% no ano-calendário de 2020 em comparação com o ano-calendário de 2019.

Modalidade - Às pessoas que não sofreram essa perda de rendimentos é destinada uma modalidade de pagamento com entrada de ao menos 5% do valor da dívida e descontos menos expressivos.

Quitação - Em todos os casos, após o pagamento da entrada, o uso de prejuízo fiscal ou de base de cálculo negativa da CSLL e a incidência de descontos, o saldo remanescente poderá ser quitado em até 144 meses, com o valor das 36 parcelas iniciais em patamar reduzido, "com vistas a gerar fôlego para os aderentes ao programa e também evitar inadimplência", de acordo com o relator.

Dação - Na hipótese de créditos inscritos em dívida ativa da União, o substitutivo prevê a possibilidade de oferecimento de dação (devolução ao possuidor anterior) em pagamento de bens imóveis, desde que previamente aceita pela Fazenda Pública credora para quitação do saldo remanescente.

Termo final - Pelo texto aprovado, a adesão ao programa passará a ter como termo final o dia 30 de setembro deste ano e as prestações passarão a ter as datas de pagamento compatíveis com o referido marco temporal.

Mudanças - Bezerra também propôs mudanças na Lei 13.988, de 2020, que é a norma reguladora do instituto da transação. Ele destacou que, com base nessa lei — que estabelece os requisitos e as condições para que a União, as suas autarquias e fundações, e os devedores ou as partes adversas realizem transação resolutiva de litígio relativo à cobrança de créditos da Fazenda Pública, de natureza tributária ou não tributária —, "a PGFN celebrou mais de 268 mil acordos para extinção de débitos e, com isso, regularizou mais de 819 mil inscrições em dívida ativa da União".

Créditos - O substitutivo de Bezerra incorporou várias mudanças, entre as quais: a inserção dos créditos não tributários administrados por autarquias e fundações públicas federais, ressalvados os administrados pelo Banco Central do Brasil; a possibilidade de aproveitamento de obrigações das autarquias e fundações públicas federais perante os devedores para compensar créditos inscritos ou não inscritos em dívida ativa do próprio ente ou créditos inscritos em dívida ativa da União; todas as espécies de juros incidentes (e não apenas os "de mora") possam ser objeto de concessão de descontos; e, a critério exclusivo da PGFN, a transação poderá contemplar o uso de créditos de prejuízo fiscal e de base de cálculo negativa da CSLL próprios do devedor ou do responsável tributário (ou de empresa do mesmo grupo econômico) para quitação de até 70% do saldo remanescente após a incidência de descontos — salvo em relação às contribuições previdenciárias, em que o uso desses créditos poderá quitar a totalidade da dívida.

Autarquias - Sobre a previsão de utilização de créditos de prejuízo fiscal e de base de cálculo negativa da CSLL, Bezerra considerou necessário autorizar que esses valores tenham impactos efetivos às empresas, "especialmente em momento como o atual, em que possivelmente não haja base de cálculo positiva suficiente para regularmente absorver esses créditos".

Transação de créditos - Quanto à possibilidade de transação de créditos ainda não inscritos em dívida ativa de autarquia ou fundação pública federal, o relator destacou que, atualmente, apenas os créditos inscritos em dívida ativa desses entes podem ser objeto de transação. O objetivo da ampliação que ele propõe no substitutivo, "é conferir maior eficiência à gestão dos créditos de autarquias e fundações, além de diminuir a judicialização de casos em que se discute a validade desses créditos".

Sem sentido - Segundo o senador, não faz sentido permitir a transação de créditos inscritos e, ao mesmo tempo, proibir a negociação dos créditos no âmbito do processo administrativo. Por isso ele propôs a possibilidade de transação de créditos de autarquias e fundações no curso do processo contencioso administrativo. De acordo com o texto do substitutivo, a transação desses créditos se limitará ao parcelamento de valores, sendo vedada a concessão de descontos nas multas, juros ou encargos legais.

Acordos - Igualmente com o propósito de elevar o índice de recuperação de créditos na esfera administrativa, o relator autoriza a utilização de direitos que o devedor detenha perante autarquias e fundações públicas federais para compensar com débitos inscritos em dívida ativa da União. "Busca-se, assim, permitir que créditos de particulares perante autarquias possam ser utilizados para compensar débitos com a União. Acreditamos que essa medida tem o potencial de reduzir judicialização", afirmou Bezerra.

Disciplinamento - O procedimento dessa compensação será disciplinado por ato do advogado-geral da União, o que garantirá segurança jurídica, disse Bezerra.

Alteração - Em adição à estratégia de acordos, o substitutivo altera também a Lei 10.522, de 2002, a fim de autorizar que a PGFN possa realizar acordos relativos a processos em fase de cumprimento de sentença.

União - "Com isso, nos casos em que a União é devedora, a Procuradoria poderá, ao avaliar a demanda, propor a sua extinção por meio de transação. É inegável que essa estratégia deve estar à disposição do órgão de representação judicial, pois acelera a solução do conflito e desafoga o Poder Judiciário". explica Bezerra.

Discussão - Apoiado por todos os partidos, o substitutivo foi aprovado contra os votos dos senadores Reguffe (Podemos-DF) e Eduardo Girão (Podemos-CE). Reguffe se disse a favor de planos de refinanciamento de dívidas, mas lamentou que o Brasil tenha se tornado “useiro e vezeiro” nessa prática. “Antes de premiar o inadimplente, o governo deveria premiar o adimplente”, declarou.

Prioridade - Já senador Nelsinho Trad (PSD-MS) disse compreender a posição de Reguffe, concordando que os adimplentes deviam ser premiados, mas argumentou que é  prioritário o socorro aos setores em dificuldades diante da crise econômica. Ele foi um dos senadores que elogiou o trabalho de Fernando Bezerra, que, em sua opinião, promoveu avanços “dentro do que foi possível ser feito”.

Equipe econômica - O senador Izalci Lucas (PSDB-DF) disse a Fernando Bezerra que o governo muitas vezes tem ignorado as propostas aprovadas pelo Congresso, ainda que após amplos debates entre o Legislativo e Executivo. Ele mencionou o caso da proposta que garantia auxílio para alunos e professores da escola pública terem acesso à internet (PL 3.477/2020). Aprovado por unanimidade pelo Senado e posteriormente pela Câmara, o texto foi vetado pelo presidente da República, Jair Bolsonaro. O veto, lembrou Izalci, foi posteriormente derrubado pelo Congresso, mesmo assim o Executivo publicou medida provisória com termos contrários aos estabelecidos pelo Legislativo (MP 1.060/2021).

Acordo - Fernando Bezerra admitiu que a proposta pode suscitar polêmica, mas garantiu que há um acordo com o governo em torno do tema. Ele reconheceu que a equipe econômica resistiu à reabertura do Pert, conforme o projeto, mas deu aval à tramitação mediante a condição de que fossem beneficiadas pessoas jurídicas que tiveram redução de faturamento na pandemia. (Agência Senado)

FOTO: Marcos Oliveira / Agência Senado

 

SAÚDE I: Brasil soma 560.706 mortes e 20.066.587 casos

saude I  06 08 2021O Brasil superou a marca de 560 mil mortes por covid-19. Nas últimas 24 horas, as autoridades de saúde registraram 1.099 novos óbitos em decorrência da doença. Com isso, o total de vidas perdidas para a pandemia chegou a 560.706. Na quarta-feira (04/08), o total de mortes estava em 559.607.

Infectadas - A quantidade de pessoas que foram infectadas desde o início da pandemia alcançou 20.066.587. Entre quarta e quinta-feira (04 e 05/08), foram confirmados 40.054 novos diagnósticos positivos. Na quarta, o painel de informações da pandemia marcava 20.026.533 casos acumulados.

Acompanhamento - Ainda há 665.649 casos em acompanhamento. O nome é dado para pessoas cuja condição de saúde é observada por equipes de saúde e que ainda podem evoluir para diferentes quadros, inclusive graves.

Atualização - Os dados estão na atualização desta quinta-feira (05/07) do Ministério da Saúde. O balanço sistematiza os registros levantados pelas secretarias estaduais de saúde sobre casos e mortes relacionados à covid-19.

Recuperados - O número de pessoas que se recuperaram da covid-19 chegou a 18.840.232.

Dados - Os dados em geral são menores aos domingos e segundas-feiras em razão da dificuldade de alimentação do sistema pelas secretarias estaduais. Já às terças-feiras os resultados tendem a ser maiores pela regularização dos registros acumulados durante o fim de semana.

Estados - No topo do ranking de mortes por estado estão São Paulo (139.464), Rio de Janeiro (59.487), Minas Gerais (50.639), Paraná (35.586) e Rio Grande do Sul (33.496). Na parte de baixo da lista estão Acre (1.802), Roraima (1.886), Amapá (1.916), Tocantins (3.548) e Alagoas (5.845). O estado do Acre não registrou novas mortes entre quarta e quinta-feira.

Vacinação - Começaram a ser distribuídas até esta quinta-feira 184,4 milhões de doses. Foram entregues aos estados 175,8 milhões de doses. Segundo os dados do Ministério da Saúde e das secretarias estaduais de saúde, foram aplicados até esta quinta-feira 147,2 milhões de doses, sendo 103,8 milhões da 1ª dose e 43,3 milhões da 2ª dose. Nas últimas 24 horas foi aplicado 1,3 milhão de doses.

PNI - Quando considerados os dados já consolidados no sistema de informações do Programa Nacional de Imunizações (PNI), foram aplicados 141 milhões de doses, com 99,8 milhões da 1ª dose e 41,2 milhões da 2ª dose. (Agência Brasil)

FOTO: Pixabay

 

SAÚDE II: Boletim confirma 2.178 novos casos de Covid-19 e 71 óbitos

saude II 06 08 2021A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta quinta-feira (05/08) mais 2.178 casos e 71 mortes pela Covid-19 no Paraná. Os números são referentes aos meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas. Os dados acumulados do monitoramento da doença mostram que o Estado soma 1.385.616 casos e 35.394 óbitos.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta data são de janeiro (11), fevereiro (17), março (36), abril (40), maio (175), junho (71), julho (324) e agosto (1.504) de 2021.

Internados - De acordo com o informe, há 1.128 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 internados. São 806 em leitos SUS (468 em UTI e 338 em enfermaria) e 322 em leitos da rede particular (135 em UTI e 187 em enfermaria).

Exames - Há outros 1.515 pacientes internados, 774 em leitos UTI e 741 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão nas redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos - A Secretaria da Saúde informa a morte de mais 71 pacientes. São 27 mulheres e 44 homens, com idades que variam de 23 a 100 anos. Os óbitos ocorreram de 24 de maio a 05 de agosto de 2021.

Municípios - Os pacientes que foram a óbito residiam em Londrina (12), Colombo (8), Curitiba (7), Maringá (3), São José dos Pinhais (2), São Jorge do Ivaí (2), Pinhão (2), Castro (2), Balsa Nova (2).

Uma morte - O informe registra ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: União da Vitória, Umuarama, Telêmaco Borba, Sarandi, Roncador, Reserva, Quitandinha, Paranaguá, Paranacity, Palotina, Nova Aurora, Moreira Sales, Marialva, Marechal Cândido Rondon, Mangueirinha, Mandaguaçu, Janiópolis, Jandaia do Sul, Ivatuba, Ivaiporã, Ibaiti, Guarapuava, Foz do Iguaçu, Cianorte, Campo Largo, Cambé, Bocaiúva do Sul, Boa Ventura de São Roque, Assis Chateaubriand, Assaí, Andirá.

Fora do Paraná - O monitoramento registra 6.261 casos de não residentes no Estado – 192 pessoas foram a óbito. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo.

 

SAÚDE III: Paraná recebe doses e começa a distribuir 158,6 mil vacinas contra a Covid-19; veja divisão

saude III 06 08 2021A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) recebeu na tarde desta quinta-feira (05/08) mais 129.870 doses da Pfizer/BioNTech, que se somam com as 57.600 CoronaVac/Butantan entregues ao Paraná nesta quarta. Destas 187.470 vacinas, 158.670 são para primeira aplicação (D1) e já começaram a ser enviadas.

Vias terrestre e aérea - As Regionais de Saúde de Paranaguá, Metropolitana, Ponta Grossa, Irati, Guarapuava, União da Vitória, Pato Branco, Francisco Beltrão e Telêmaco Borba retiraram as vacinas via terrestre nesta quinta. Já Foz do Iguaçu, Cascavel, Campo Mourão, Umuarama, Cianorte, Paranavaí, Maringá, Apucarana, Londrina, Cornélio Procópio, Jacarezinho, Toledo e Ivaiporã devem receber na sexta-feira (06/08) com o transporte aéreo.

Acompanhamento - O secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, acompanhou a chegada das doses da Pfizer e comentou sobre a imunização contra a doença no Paraná. “Já atingimos 72% da população adulta com a primeira dose ou dose única e estamos caminhando juntos para alcançar os 80% previstos pelo Governo do Estado até o final do mês. Ressaltamos que mesmo após a vacinação, os cuidados devem ser mantidos, principalmente com a circulação de variantes”, disse.

Vacinômetro - Segundo o Vacinômetro, 6.297.610 pessoas com mais de 18 anos foram imunizadas ao menos uma vez no Paraná, de um total de 8.720.953 adultos (72,2%). São quase 2,5 milhões de paranaenses totalmente imunizados (com D2 ou dose única).

Novas doses - Beto Preto também falou sobre a expectativa de envio de novas doses ao Estado. “Segundo o Ministério da Saúde, devemos receber por volta de 3 milhões de doses neste mês, e com isso conseguiremos manter o nosso cronograma de vacinar 80% da população com uma dose ou dose única até agosto e 100% em setembro”, acrescentou.

Segunda dose - Ainda segundo a 34ª pauta de distribuição do Ministério da Saúde, 28.800 doses são destinadas à D2 e permanecerão no Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar) para envio posterior, considerando o intervalo de aplicação da CoronaVac de até 21 dias.

Medicamentos - Além das vacinas, a Secretaria vai encaminhar nesta sexta mais de 100 mil medicamentos elencados no chamado kit de intubação, que inclui bloqueadores neuromusculares, sedativos e anestésicos. Este envio é realizado semanalmente para auxiliar os serviços de saúde no atendimento à pacientes com Covid-19.

Quantidades - Confira a quantidade de doses de vacinas contra a Covid-19 para a população em geral

1ª RS – 2.358 Pfizer e 520 CoronaVac

2ª RS – 46.368 Pfizer e 10.180 CoronaVac

3ª RS – 7.140 Pfizer e 1.600 CoronaVac

4ª RS – 2.514 Pfizer e 560 CoronaVac

5ª RS – 5.136 Pfizer e 1.130 CoronaVac

6ª RS – 1.902 Pfizer e 410 CoronaVac

7ª RS – 3.390 Pfizer e 750 CoronaVac

8ª RS – 4.170 Pfizer e 950 CoronaVac

9ª RS – 2.760 Pfizer e 620 CoronaVac

10ª RS – 4.854 Pfizer e 1.100 CoronaVac

11ª RS – 3.642 Pfizer e 800 CoronaVac

12ª RS – 3.204 Pfizer e 720 CoronaVac

13ª RS – 1.824 Pfizer e 400 CoronaVac

14ª RS – 2.982 Pfizer e 640 CoronaVac

15ª RS – 8.148 Pfizer e 1.800 CoronaVac

16ª RS – 3.954 Pfizer e 890 CoronaVac

17ª RS – 11.274 Pfizer e 2.520 CoronaVac

18ª RS – 1.950 Pfizer e 440 CoronaVac

19ª RS – 3.078 Pfizer e 700 CoronaVac

20ª RS – 4.518 Pfizer e 1.020 CoronaVac

21ª RS – 3.216 Pfizer e 720 CoronaVac

22ª RS – 1.488 Pfizer e 330 CoronaVac

TOTAL – 129.870 doses de Pfizer e 28.800 doses da CoronaVac

(Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Américo Antonio / Sesa

Leia mais sobre o assunto:

Ministério da Saúde encaminhará mais 415.790 vacinas contra a Covid-19 ao Paraná nesta sexta

 

SAÚDE IV: Saúde Suplementar mantém crescimento sucessivo

saude IV destaque 06 08 2021Nesta quinta-feira (05/08), a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) disponibilizou os números de beneficiários de planos de saúde relativos ao mês de junho. Nesse período, o setor se manteve em curva de crescimento e totalizou 48.238.177 usuários em planos de assistência médica e 27.818.231 em planos exclusivamente odontológicos.

Primeiro semestre - No que se refere ao primeiro semestre de 2021, o número de beneficiários cresceu 624.614 em planos de assistência médica (comparativo entre janeiro e junho). Já nos planos exclusivamente odontológicos houve um aumento de 873.696 usuários neste mesmo período. As informações estão disponíveis na Sala de Situação, ferramenta de consulta no portal da ANS.

Clique aqui para acessar a Sala de Situação.

Médico-hospitalares - No caso dos planos médico-hospitalares, em um ano houve incremento de 1.529.938 beneficiários - o equivalente a 3,12% de aumento em relação a junho de 2020. No comparativo de maio com abril, o crescimento foi de 132.011 mil usuários. O total de beneficiários é o maior número registrado desde julho de 2016. Antes disso, só foi superado em junho daquele ano, quando o setor atingiu 48.266.704 beneficiários nessa segmentação.

Odontológicos - Já nos planos exclusivamente odontológicos, foi registrado aumento de 2.543.026 beneficiários em um ano – o que representa 9,35% de crescimento no período – e de 326.711 em um mês (comparativo com maio).

Estados - Entre os estados, no comparativo com junho de 2020, o setor registrou aumento de beneficiários em planos de assistência médica em 23 unidades federativas, sendo São Paulo, Minas Gerais e Paraná os que tiveram o maior ganho de beneficiários em números absolutos. Entre os odontológicos, 27 unidades federativas registraram aumento no comparativo anual, sendo São Paulo, Minas Gerais e Paraná também, os estados com maior crescimento em números absolutos.

Modificações - A ANS ressalta que os números podem sofrer modificações retroativas em função das revisões efetuadas mensalmente pelas operadoras.

Tabelas - Confira nas tabelas abaixo a evolução de beneficiários por tipo de contratação do plano e por UF em diferentes competências. (ANS)

saude IV tab I 06 08 2021

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

saude IV tab II 06 08 2021

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

saude IV tab III 06 08 2021

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

saude IV tab IV 06 08 2021

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

ARTIGO: Um brasileiro morre a cada 90 segundos por doença cardiovascular

artigo 06 07 2021*Miguel Morita Fernandes da Silva

As doenças cardiovasculares são a principal causa de morte no mundo segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS). Mais pessoas morrem todos os anos por essas enfermidades do que por qualquer outro motivo. Atualmente, as doenças cardiovasculares ocorrem predominantemente em países em desenvolvimento. Tanto é que, de acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), a cada 90 segundos um brasileiro morre vítima de alguma doença cardiovascular, o que significa 46 mortes por hora e mais de 1.100 vidas perdidas diariamente.

Para se ter ideia, os problemas cardiovasculares provocam o dobro de óbitos do que todos os tipos de câncer juntos, e 2 a 3 vezes mais do que outras causas externas como acidentes e violência. Também representam três vezes mais do que as doenças respiratórias e 6 a 5 vezes mais do que todas as infecções existentes, incluindo a AIDS.

As principais doenças cardiovasculares afetam os vasos sanguíneos responsáveis pela irrigação do músculo cardíaco (doença coronariana), do cérebro (doença cerebrovascular) e dos membros superiores e inferiores (doença arterial periférica). Além disso, as enfermidades que afetam o coração também podem ser causadas pela febre reumática (doença cardíaca reumática), malformações na estrutura do coração ainda na gestação (cardiopatia congênita), ou coágulos sanguíneos que se formam nas veias das pernas e podem ir para o coração e os pulmões (trombose venosa profunda e embolia pulmonar, respectivamente).

Os hábitos de vida inadequados estão entre os principais fatores de risco para as doenças cardiovasculares como: consumo de álcool, tabagismo, sedentarismo e alimentação desequilibrada. Outros fatores, como colesterol alterado, hipertensão arterial, obesidade e diabetes, também estão relacionados a um estilo de vida prejudicial à saúde. Então a prevenção ainda é o melhor caminho para evitar ou, pelo menos, postergar algum problema cardiovascular. Isso porque, na maioria das vezes, ele não provoca sintomas e é identificado apenas quando ocorre uma situação mais grave como um ataque cardíaco ou um acidente vascular cerebral.

Mesmo com dados tão exorbitantes nas causas de mortes, ainda assim muita gente ainda acha esse “papo chato”, mas é fundamental manter uma vida saudável com alimentação equilibrada, com redução do consumo de sal, gorduras, açúcar e industrializados. Ingerir frutas, verduras e legumes diariamente reduz em até 30% os riscos de ter um infarto, indica a SBC. Também é essencial praticar atividades físicas regularmente e abandonar o tabagismo e o álcool.

E com a pandemia da Covid-19 os cuidados com o coração – e a saúde em geral – devem ser reforçados. Especialmente pelo risco elevado das pessoas com doenças cardiovasculares apresentarem sintomas graves causados pelo novo coronavírus e pela chance de agravamento da insuficiência cardíaca. Procure adotar bons hábitos para manter sua qualidade de vida e consulte o médico regularmente para verificar a saúde do sistema cardiovascular. O acompanhamento e a prevenção podem salvar vidas!

* Miguel Morita Fernandes da Silva é médico cooperado da Unimed Curitiba, cardiologista na Quanta Diagnóstico por Imagem e professor adjunto na Universidade Federal do Paraná. É mestre em Saúde Pública (Master of Public Health) pela Universidade de Harvard, doutor em Cardiologia pela Universidade de São Paulo e finalizou seu pós-doutorado em Pesquisa Cardiovascular pela Brigham & Women’s Hospital de Boston (EUA)

FOTO: istockphoto

 


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