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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5127 | 04 de Agosto de 2021

COMUNICAÇÃO: Veículos de imprensa repercutem anúncio de finalistas do Prêmio Ocepar de Jornalismo

comunicacao 04 08 2021Nesta terça-feira (04/08), a Comissão Organizadora da 14ª edição do Prêmio Ocepar de Jornalismo divulgou a relação dos finalistas que irão disputar, no dia 12 de agosto, os primeiros, segundos e terceiros lugares e os prêmios especiais Crédito e Unimed. Alguns veículos de comunicação destacaram que estão entre os finalistas do concurso. É o caso do jornal Diário dos Campos, de Ponta Grossa, CATVE TV, de Cascavel, e do Portal Alle Comunicação.

Transmissão - A solenidade de anúncio dos vencedores por ordem de classificação será realizada na próxima quinta-feira (12/08), a partir das 17h, com transmissão ao vivo pela TV Paraná Cooperativo, canal do Sistema Ocepar no Youtube (https://www.youtube.com/user/sistemaocepar). Neste ano, devido à pandemia, o evento será todo digital, com a participação on-line de todos os finalistas.

Reportagem - A repórter Millena Sartori, do Diário dos Campos e uma das finalistas, disse que buscou noticiar investimentos e números que mostram o impacto do desenvolvimento das cooperativas da região dos Campos Gerais. “As cooperativas são a marca do agronegócio paranaense e a região também tem essa vocação. E, neste material que está sendo premiado, trouxemos também histórias que relatam isso na prática”. Ela enfatizou que “o reconhecimento é muito importante para valorizar o trabalho jornalístico. A reportagem buscou ver o lado positivo da nossa realidade que, tantas vezes, é esquecida em meio às turbulências que enfrentamos, especialmente neste momento de pandemia”.

Links - Acesse os links para ver as matérias completas do Diário dos Campos e da CATVE TV

https://dcmais.com.br/ponta-grossa/diario-dos-e-finalista-do-14o-premio-ocepar-de-jornalismo/

https://catve.com/noticia/6/339073/catve-e-finalista-da-143f-edicao-do-premio-ocepar-de-jornalismo

http://redeallederadios.com.br/2021/08/04/anuncio-dos-vencedores-do-premio-ocepar-de-jornalismo-sera-em-12-08-com-transmissao-no-youtube/

 

EBPC: Melhores trabalhos serão conhecidos no dia 6 de agosto

ebpc 04 08 2021Enquanto cooperativistas e pesquisadores acadêmicos debatem o resultado dos trabalhos científicos durante o 6º Encontro Brasileiro de Pesquisadores em Cooperativismo (EBPC), que ocorre junto com o 59º Congresso da Sociedade Brasileira de Economia, Administração e Sociologia Rural (Sober), é grande a expectativa para o anúncio dos trabalhos premiados deste ano.

Total - Ao todo, 706 trabalhos foram submetidos. Desse total, 477 foram aprovados. Dos Grupos de Trabalhos que discutem especificamente o cooperativismo, são 82 trabalhos aprovados, entre artigos científicos e resumos expandidos, que atendem a pelo menos um dos eixos abaixo:

- Identidade e Cenário Jurídico

- Educação e Aprendizagem

- Governança, Gestão e Inovação

- Capital, Finanças e Desempenho

- Impactos Econômicos, Sociais e Ambientais

Finalistas - Apenas um trabalho de cada categoria será eleito o melhor. Conheça, abaixo, os finalistas:

- EIXO IDENTIDADE E CENÁRIO JURÍDICO

Título: Princípios do cooperativismo de trabalho: análise do entendimento do Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região; Sielen Barreto Caldas de Vilhena, Ana Laura Gschwend Monteiro, Marília Pacheco.

Título: Trajetória organizacional de cooperativas e associações da agricultura familiar vinculadas ao Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) em Minas Gerais; Autores: Isabela Renó Jorge Moreira, Alair Ferreira de Freitas, Joyce Santana Bernardo, Suany Machado Da Silva.

Título: Cooperativismo como solução ou como obrigação? Análise da constituição de cooperativas no setor mineral. Autores: Samuel Soares Da Silva, Alan Ferreira de Freitas, Alair Ferreira de Freitas.

- EIXO EDUCAÇÃO E APRENDIZAGEM

Título: Representações sociais dos discentes do curso de graduação em cooperativismo da UFV sobre educação cooperativista; Autores: Almiro Alves Junior, Guilherme Braga da Matta, Isabela Renó Jorge Moreira.

Título: Docentes em Cooperativismo e a Estrutura de Relações no Campo Social; Autores: Cinara Neumann Alves, Marco André Cadoná.

Título: Estratégias da educação a distância para cooperados Cresol e comunidades; Autores: Mayá Patricia Savian Prolo, Roberto Gamzer, Emerson Luan Hack, Alisson Gustavo Borghezan.

- EIXO GOVERNANÇA, GESTÃO E INOVAÇÃO

Título: Consumer-brand relationships (CBR): Um estudo empírico de um modelo integrativo em uma cooperativa de crédito no Brasil. Autor: Fabrício Henrique de Figueiredo.

Título: Percepção dos colaboradores com a implementação do home office em uma instituição financeira cooperativa. Autores: Felipe Pinto Rios, Jaime Peixoto Stecca, Marcia Helena dos Santos Bento, Angelita Freitas da Silva.

Título: Comunicação e lealdade como estratégias de governança cooperativa em uma cooperativa de produtores de leite. Autores: Ana Maria Machado Toaldo, Simone Regina Didonet, Clea Beatriz Macagnan, Marcelo Bazilio Ferreira.

EIXO CAPITAL, FINANÇAS E DESEMPENHO

Título: Cooperativas financeiras: uma discussão metodológica da análise da produtividade do negócio e do pearls. Autores: Gustavo Henrique Dias Souza, Valéria Gama Fully Bressan, Alexandre de Pádua Carrieri, Cinthia Moysés Gonçalves.

Título: Earnings management and income smoothing practices: a panel data regression model with brazilian credit cooperatives. Autores: Realdo de Oliveira, Leonardo Flach, Jonatas Dutra Sallaberry.

Título: The competition by deposits in the Brazilian financial intermediation network. Autores: Marcelo Henrique Shinkoda Santos, Marcelo Jose Braga, Valéria Gama Fully Bressan.

EIXO IMPACTOS ECONÔMICOS, SOCIAIS E AMBIENTAIS

Título: A estratégia de incorporação como fator de crescimento sustentável - o caso da expansão da Cocamar na região norte do estado do Paraná. Autores: Emerson da Silva Nunes, Eduardo Damião da Silva.

Título: Indicadores de sustentabilidade: Mitigadores de assimetria da informação entre organizações cooperativas e seus stakeholder primários. Autores: Clea Beatriz Macagnan, Rosane Maria Seibert.

Resultado - O resultado final será conhecido na sexta-feira (06/08), às 10h, no nosso canal no YouTube: www.youtube.com/sistemaocb.

Cooperação - O evento começou na segunda-feira (02/08) e vai até o dia 6 de agosto. Pela primeira vez, o EBPC e o Sober ocorrem juntos. O objetivo é aproximar os públicos dos dois eventos e fortalecer o debate sobre as produções científicas voltadas ao campo e a todos os ramos do cooperativismo brasileiro. O tema deste ano é Ações coletivas e resiliência: inovações políticas, socioeconômicas e ambientais. (OCB)

Clique aqui para ver a programação completa e se inscrever

 

SEMANA CONEXÃO COOP: Um marco na história do setor

conexao coop 04 08 2021A Semana ConexãoCoop, realizada entre os dias 26 e 30 de julho pelo Sistema OCB, foi um sucesso! Gerou mais de cinco mil acessos no canal do Sistema no YouTube, o que indica uma produção de conteúdo de qualidade para promover o movimento cooperativista e impulsionar o negócio das coops. Veja aqui os principais destaques do evento: os lançamentos exclusivos e os assuntos abordados nas lives, que você pode conferir tudo na íntegra, no nosso canal. Navegue à vontade!

ConexãoCoop - Você já acessou o site ConexãoCoop? Ele está cheio de informações para te ajudar a engatilhar novos negócios! Lá você encontra os caminhos para fazer sua primeira exportação; ativa alertas para participar de compras públicas; acessa análises econômicas e estudos de mercado; fica por dentro do calendário de eventos e rodadas de negócios e muito mais! Acesse agora.

NegóciosCoop - A intercooperação em ambiente digital encurta distâncias, conecta as coops de todo Brasil, impulsiona os negócios e fortalece o nosso movimento! Só coisa boa, né? Por isso a gente criou a plataforma NegóciosCoop, um espaço onde você encontra todos os produtos e serviços que têm a marca coop. Cadastre sua cooperativa, confira as que estão lá e faça novos parceiros! Eu quero intercooperar.

Anuário - Sabia que o nosso movimento conta com mais de 17 milhões de cooperados? E a gente tem potencial para envolver muito mais gente! Acesse o Anuário do Cooperativismo Brasileiro 2021 e descubra o tamanho da força do coop! Todos os dados sobre o nosso modelo de negócios, e você pode consultar a qualquer momento. Acesse agora.

Cenários econômicos e os negócios - Você não precisa ser economista para fazer uma leitura do cenário econômico e posicionar sua coop. E para as tomadas de decisão, a gente conversou com os economistas Juan Jensen e Rodolfo Cabral, da 4intelligence, que apontaram os principais indicadores econômicos que merecem sua atenção. Confira os detalhes!

Contratações públicas - Vender para o governo parece complicado? Por isso, a gente trouxe dois gestores públicos para descomplicar o processo! Acesse nossa ferramenta que mapeia de forma customizada os editais que estão abertos e comece a fazer negócios agora! Confira todos os detalhes, aqui.

Novos mercados e exportação - Tatiana Prazeres, professora da Universidade de Negócios Internacionais e Economia, em Pequim, destacou que exportar é para todos, inclusive organizações de pequeno porte, e o comércio eletrônico pode ser um grande aliado. Ela participou da nossa mesa redonda, junto com Marcos Fava Neves, professor e criador do site Doutor Agro, e Dilvo Casagranda, gerente geral internacional da Aurora Alimentos. Se você quer exportar, não deixe de assistir. Assista agora.

Intercooperação como estratégia - A gente bateu um papo super legal com Diego Barreto, vice-presidente do iFood, sobre os impactos da nova economia e da digitalização nos negócios. “A tecnologia está obrigando as empresas a digitalizarem ao máximo as etapas da sua jornada de compra para se integrarem a um ecossistema de soluções.” Vale a pena conferir o bate-papo na íntegra. Saiba mais.

O futuro do coop - Analisar as tendências de mercado é fundamental para inovar com segurança. E a gente aprofundou essa questão com as futuristas Paula Abbas e Letícia Setembro, que apresentaram vetores de mudanças, algumas metodologias preditivas e como aplicá-las nos negócios. Você, assim com a gente, quer saber o que está por vi, né? Temos dois materiais que podem te ajudar e muito: o estudo Coop de olho no futuro: tendências de mercado diante de um novo mundo e o curso Pesquisador de Tendências, que você pode acessar clicando aqui.

Venda mais - Você quer melhorar seus resultados de vendas? Então se ligue nas orientações do Renato Mendes, professor do Insper. Ele destacou dois aspectos que estão por trás da expressão feito é melhor que perfeito: “A coragem de assumir riscos e a capacidade de corrigir os erros de forma ágil. Esses são dois dos pilares da expansão dos negócios.” Confira a palestra completa e tome nota. Assista agora.

Cultura de dados - A gente trouxe o professor do IGTI, Ângelo Assis, para te explicar como implantar uma cultura de dados. Ele detalhou os passos, os principais erros cometidos no processo e, ao lado do presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, destacou a importância dessa cultura no cooperativismo. Veja agora. (OCB)

 

SICOOB: Safra deve movimentar R$ 25 bilhões na instituição

sicoob 04 08 2021O Sicoob deve financiar até R$ 25 bilhões na safra 2021/2022, segundo estimativa da instituição, que é uma das maiores apoiadoras da produção agrícola do país. Com atuação focada principalmente nos pequenos e médios produtores rurais, o Sicoob concedeu cerca de R$ 19,8 bilhões em crédito rural durante o ano-safra anterior.

Otimismo - De acordo com o diretor Comercial e de Canais do Sicoob, Francisco Reposse Junior, o aumento de 26% na expectativa de novas concessões de crédito se deu porque, apesar dos percalços enfrentados durante a pandemia, o setor de agro está otimista com a produção dos próximos meses. "Atuamos tanto com recursos próprios quanto com linhas de financiamento do BNDES. Além de fundos governamentais como o Funcafé e o FCO", explica o executivo.

Atendimento diferente - Segundo ele, o cooperativismo financeiro, e especialmente o Sicoob, tem fortes raízes e caminha junto com o agronegócio brasileiro. "O atendimento é muito diferente em uma cooperativa, já que as pessoas fazem parte daquela região, conhecem as dificuldades e as oportunidades de crescimento e, com isso, podem oferecer um crédito muito mais sustentável nessas localidades", diz.

Carro-chefe - O gerente de Agronegócio da instituição, Raphael Santana, explica que algumas atividades continuam sendo o carro-chefe do Sicoob, como a pecuária de corte e de leite, o café e a cana-de-açúcar. "Temos cooperativas especialistas nessas atividades que entendem perfeitamente a necessidade do produtor nessas atividades, sem deixar de lado os cultivos tradicionais de grãos como soja e milho". O executivo conta, ainda, que o Sicoob está auxiliando a revitalização e a estruturação de novas cadeias produtivas, como o café em Rondônia e o cacau na Bahia.

Público - Hoje o Sicoob conta com mais de 5,2 milhões de cooperados. Destes, cerca de 380 mil são produtores rurais e 78% deste público são formados por pequenos produtores. Entre as Safras 19/20 e 20/21, a instituição cresceu 53% na liberação de crédito rural, saindo de R$ 12,9 bilhões para R$ 19,8 bilhões. Isso a colocou como o terceiro maior player no financiamento do agronegócio brasileiro no ranking das instituições que disponibilizam crédito para este fim.

Sobre o Sicoob - Instituição financeira cooperativa, o Sicoob tem mais de 5,2 milhões de cooperados e está presente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal. Oferecendo serviços de conta corrente, crédito, investimento, cartões, previdência, consórcio, seguros, cobrança bancária, adquirência de meios eletrônicos de pagamento, marketplace, dentre outras soluções financeiras, o Sicoob é a única instituição financeira presente em mais de 300 municípios. É formado por 366 cooperativas singulares, 16 cooperativas centrais e pelo Centro Cooperativo Sicoob (CCS), composto por uma confederação e um banco cooperativo, além de processadora e bandeira de cartões, administradora de consórcios, entidade de previdência complementar, seguradora e um instituto voltado para o investimento social. Ocupa a segunda colocação entre as instituições financeiras com maior quantidade de agências no Brasil, segundo ranking do Banco Central, com 3.523 pontos de atendimento em 1.934 cidades brasileiras. Acesse www.sicoob.com.br para mais informações. (Imprensa Sicoob)

 

SICOOB CREDICAPITAL: Cooperado da agência de Catanduvas financia trator de mais de R$ 1 milhão

sicoob credicapital 04 08 2021Recentemente, a agência do Sicoob Credicapital em Catanduvas, Oeste do Paraná, financiou um trator no valor de R$ 1,280 milhão. Em busca das melhores taxas e de condições facilitadas, o associado Rodolfo Pinto de Camargo Filho buscou atendimento e realizou 100% do financiamento com a cooperativa.

Porte - Considerado de grande porte, o modelo 8370R da John Deere foi o primeiro vendido na região. “Financiar um maquinário como esse reflete a capacidade da cooperativa em atender todos os portes de cooperados, seja pessoa física, empresários ou agricultores”, comenta o diretor de mercado do Sicoob Credicapital, Waldemar Paetzold.

Essencial - Para o gerente da agência responsável pelo financiamento, Jads Ribeiro, a parceria do Sicoob com o agro tem sido essencial para a realização de sonhos. “Estamos muito felizes. Isso mostra que estamos possibilitando que tanto o pequeno como o grande agricultor possam investir na sua propriedade, melhorar o trabalho e a qualidade de vida”.

Fortalecimento - Já o gerente regional, Gizélio Linhares, reforça que o financiamento do trator demonstra o fortalecimento do Sicoob Credicapital no atendimento ao público agro, com os melhores produtos e condições. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

SICREDI PROGRESSO: Resultados do último semestre são apresentados em reunião online

sicredi progresso 04 08 2021No cenário imposto pela Covid-19, a tecnologia se tornou uma importante aliada para aproximar as pessoas. Na Sicredi Progresso PR/SP, onde a proximidade com o associado é um de seus valores, a ferramenta faz toda a diferença. Diante disso, na segunda-feira (02/08) a Cooperativa apresentou, de forma online, os resultados do primeiro semestre de 2021.

Transmissão ao vivo - Com transmissão ao vivo pelo canal no YouTube, o presidente, Cirio Kunlzer, abriu as atividades desejando as boas-vindas aos associados. “Queríamos estar juntos, mas como ainda não é possível, as ações virtuais nos aproximam para que possamos ser transparentes e manter o contato. A prestação de contas é muito importante para nós, somos todos integrantes de uma instituição financeira cooperativa e por isso, somos donos desse negócio. Saber como estamos e para aonde vamos faz toda a diferença”.

Resultados - Na sequência, o diretor executivo, Inácio Cattani, trouxe os resultados. Ele revelou que a Sicredi Progresso PR/SP se aproxima dos 50 mil associados e que a cada mês integra cerca de 1000 novos. Deu ênfase para o crescimento de 15% nas operações de crédito chegando à casa de R$ 1,1 bilhão. Outro dado mencionado foi o aumento de 20% na captação de depósitos a prazo, poupança, Letra de Crédito do Agronegócio (LCA), fundos e previdência que somam mais de R$ 781 milhões. Destaque para a liberação de crédito de financiamento para energia solar que registra mais de R$ 9,3 milhões.

Comunidade - Muito além de números, Cattani enfatizou a preocupação e a proximidade com a comunidade que a Cooperativa possui. O executivo destacou a arrecadação de 28 toneladas de alimentos nas ações inseridas no Dia de Cooperar, Dia C. A iniciativa aconteceu nos meses de junho e julho com o objetivo de arrecadar alimentos através da integralização de capital social por parte dos associados. Para cada R$20,00 integralizados a Sicredi Progresso PR/SP doa 1kg de alimento para uma entidade escolhida pelas agências.

Trabalho pela frente - O diretor executivo comemorou os resultados e disse que ainda há muito trabalho pela frente. “Estamos em pleno crescimento e esses resultados nos motivam a fazer o segundo semestre de 2021 ainda melhor. Seguimos confiantes acreditando que nosso espírito cooperativista faz a diferença na vida das pessoas”.

Esforço conjunto - Otimista, o presidente da Cooperativa, Cirio Kunzler, reforça que os resultados são positivos e oriundos se um esforço conjunto. “Só podemos mostrar nosso trabalho porque temos associados e colaboradores que acreditam em nossos valores. Temos uma história construída nos pilares do cooperativismo e de pessoas que acreditam que nosso movimento”.

Novos passos - Ainda para 2021, a Sicredi Progresso anunciou na prestação de contas, a inauguração de mais três agências. Duas em Toledo, uma no Jardim Panorama e outra no Jardim Porto Alegre. A outra será em São Paulo na cidade de Biritiba-Mirim, região do Alto Tietê. Com as inaugurações, somente em Toledo, cidade em que a Cooperativa foi fundada, contará com 10 agências.

Pertencimento - Quem esteve presente também nesse momento de prestação de contas, foi o presidente da Central Sicredi PR/SP/RJ, Manfred Dasenbrock. Ele aproveitou a ocasião para falar com os associados e enaltecer que na Sicredi Progresso servir é uma causa. “É uma Cooperativa cujo bem comum é um ativo e que tem uma história de superação que agora vive um marco importante que é completar 40 anos e ter 50 mil associados. Vejo na Sicredi Progresso a profissionalização da gestão por meio da educação corporativa. E deixo aqui uma pergunta: Qual será o tamanho da Cooperativa em seus 50 anos?”.

40 anos - A Cooperativa celebra em agosto, um marco em sua trajetória, seus 40 anos. Para celebrar esse momento uma campanha institucional está sendo veiculada desde março desse ano com o tema ‘Nosso movimento transforma’. Por meio dela, tem-se evidenciado diversas informações sobre como a Sicredi Progresso impacta positivamente a vida das pessoas na sua área de ação. Além da campanha, no dia 30 de agosto, acontece uma comemoração junto aos colaboradores, associados, parceiros e a comunidade, nas agências. Todas as atividades seguem as regras de prevenção à Covid-19.

Sobre a Sicredi Progresso PR/SP - Com 40 anos de atuação a Sicredi Progresso PR/SP está presente na vida de aproximadamente 50 mil associados. Nossa história, construída na essência da cooperação, nos permite ter atualmente 18 agências distribuídas na área de ação nos estados do Paraná e São Paulo. Destas, 12 estão no Paraná, nos municípios de Toledo, Nova Santa Rosa, Tupãssi, São Pedro do Iguaçu e Ouro Verde do Oeste; E as outras 6, em São Paulo nos municípios de Mogi das Cruzes, Suzano, Itaquaquecetuba, Guararema, Ferraz de Vasconcelos e Poá. Nosso capital humano conta mais de 300 colaboradores focados nos valores do cooperativismo e na oferta de produtos e serviços financeiros adequados aos associados, de um jeito simples e próximo. O Sicredi Progresso integra o Sistema Sicredi que hoje está presente em 24 estados e no Distrito Federal. (Imprensa Sicredi Progresso PR/SP)

FOTO: Jéssica Dona

 

CRESOL: Infocos Agri-agência participa de Assembleia Geral da AgriCord

cresol baser 04 08 2021A Cresol e o Infocos Agri-Agência participaram, durante o último mês, de um seminário internacional promovido pela FAO e da Assembleia Geral da AgriCord que aconteceu de forma on-line.

Seminário - No primeiro dia de reunião foi realizado um seminário sobre “Experiências de inovação em financiamento para atores do Sistema Agroalimentar”, que abordou uma visão regional sobre a relevância da inclusão financeira, troca de experiências sobre instrumentos, fontes e estratégias inovadoras na área de financiamentos.

Case - O vice-presidente da Cresol, Luiz Tomacheski, apresentou no seminário um case da Cresol sobre a produção de alimentos relacionado ao combate à fome que é um dos grandes objetivos das Nações Unidas. “A Cresol possui muitas experiências interessantes que podem contribuir para outras regiões e nosso papel, enquanto Agri-Agência, é apresentar essas iniciativas de uma forma que possa fortalecer a rede de agricultores, não só em nosso país, mas em outros continentes”, disse.

Instituição mandatária - Durante a Assembleia da AgriCord, Cresol foi acolhida como uma das instituições mandatárias na rede, sendo que o Infocos AA é a organização técnica que a representa como agência.

Plano - José Vandresen, gerente do Cresol Instituto e responsável pelo Infocos AA, falou sobre o que a reunião abordou e, entre as pautas, destacou a construção de um plano a nível global que observa a realidade de cada um dos continentes.

Conexão - “Essa ação internacional tem conexão direta com a promoção de ações em conjunto com as principais organizações regionais que são reconhecidas nos organismos de cooperação internacional e que, cada vez mais, vai exigir uma proximidade com essas organizações de agricultores, para que a nossa atuação consiga chegar localmente aos produtores rurais. Esse é um dos grandes focos, onde a Agricord busca financiar estratégias para o fortalecimento das redes que geram o desenvolvimento sustentável dos agricultores e do campo”, destacou Vandresen.

Sobre a AgriCord - Criada em 2003, a AgriCord é uma rede de “agri-agências” – organizações não governamentais de cooperação – que visa minimizar a pobreza e integrar organizações de agricultores da Bélgica, Canadá (Quebec), Finlândia, França, Itália, Holanda, Portugal, Espanha, Suécia e o Brasil. A entidade coopera com organizações de mulheres rurais, jovens, cooperativas e empresas agrícolas. Atualmente, existem 12 agri-agências participantes na AgriCord, sendo que o Cresol Instituto (Infocos AA) é a primeira na América Latina. (Imprensa Cresol Baser)

 

CRESOL UNIÃO DOS VALES: Associado ganha Fiat Mobi 0Km em Manoel Ribas (PR)

A Cresol União dos Vales entregou, nesta terça-feira (03/08), em Manoel Ribas (PR), um Fiat Mobi 0KM ao cooperado Osvaldo Walecki. A entrega foi realizada na praça Interventor Manoel Ribas, na entrada da cidade. A premiação faz parte da campanha Vem Junto Que Dá Sorte realizada pela cooperativa na região.

Incentivo - A Cresol tem o objetivo de incentivar os associados a fazer os investimentos na cooperativa e também promover o hábito de poupar dinheiro. Os investimentos a partir de R$250 em Poupança, Capital Social, também conhecida como Previdência Cooperativa, e aplicações em RDC (Recibo de Depósito Cooperativo), com taxas pré-fixadas, geram um número da sorte eletrônico.

Importância - O presidente da Cresol União dos Vales, que participou da ação na manhã desta terça-feira, destaca a importância dos mais de 1.000 cooperados da agência de Manoel Ribas investir com a Cresol e fortalecer o papel da cooperativa no município. “A população de Manoel Ribas abraçou a Cresol e a entrega de hoje representa a confiança e a cooperação dos associados do município, que investem com a cooperativa e permitem que os recursos sejam reinvestidos na própria região”, enfatizou José Paulo.

Participação - Para participar da promoção, basta ser associado a Cresol União dos Vales e procurar as agências da região para investir, ganhar prêmios na hora e, agora, concorrer a uma Fiat Toro 0Km que será sorteada em dezembro. (Imprensa Cresol União dos Vales)

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COCAMAR I: “Desafios da Gestão” é tema do Ciclo de Debates nesta quinta-feira

cocamar I 04 08 2021Nesta quinta-feira (05/08), às 16h30, a 22ª jornada do Ciclo de Debates Cocamar, apresentada ao vivo no canal da cooperativa no Youtube, vai abordar um tema dos mais relevantes para o sucesso dos produtores cooperados: Desafios da Gestão da Propriedade.

Convidado - Na ocasião, o gerente de Cooperativismo João Sadao estará debatendo com Luciano Castro, sócio fundador da consultoria Markestrat, de Ribeirão Preto (SP), e professor afiliado da Universidade de Purdue (EUA).

Exigências - A moderna gestão da propriedade, para que a mesma seja conduzida como uma empresa, implica em uma série de exigências, entre as quais a incorporação de ferramentas como a digitalização dos processos e a adequada preparação dos sucessores.  

Informação - Sempre acompanhado por centenas de interessados e analisando os mais diferentes assuntos do interesse dos cooperados, o Ciclo de Debates Cocamar é mais uma forma de a cooperativa levar informação de qualidade aos cooperados e familiares. (Imprensa Cocamar)

 

COCAMAR II: Cooperado vê, na prática, como é feita a classificação

Com o objetivo de tornar ainda mais transparente o relacionamento entre a Cocamar e os cooperados, a cooperativa deu início em julho a uma ação piloto intitulada Classificação na Prática, em que demonstrações são promovidas em unidades operacionais com a presença de produtores convidados, para mostrar como é feita a classificação dos produtos agrícolas entregues por eles.

Inovação - Conforme o gerente de Operações com Produtos, Deryk Ruzon, trata-se de um evento inovador em que o cooperado pode, além de conferir a demonstração prática, “participar e colocar a mão na massa”. A iniciativa faz parte da Jornada do Cooperado, implementada em parceria com a consultoria Falconi.

Cuidados - Observando todos os cuidados para a prevenção da Covid-19, como o uso de máscaras, distanciamento e higienização das mãos com álcool, apresentações práticas aconteceram dias 16 e 23 em duas unidades do Paraná, respectivamente Iporã e Assaí, e dia 21 em Nova Andradina (MS).

Homogeneidade - A respeito de como é obtida a amostragem de produtos quando da chegada de um caminhão na cooperativa, Deryk explicou que é preciso mexer bem os grãos, para garantir homogeneidade. Em seguida, coletas são recolhidas de três pontos, resultando em um recipiente com 500g de conteúdo.

Ventilação - A determinação de impureza é obtida por um equipamento que simula a operação da colheitadeira e também as etapas de pré e pós limpeza na cooperativa. “A máquina possui um sistema de ventilação que retira os resíduos mais finos, como palhas, gravetos e outros, assegurando uma condição melhor de representatividade do que ocorre no processo de beneficiamento e armazenamento”, disse.

Impureza- Deryk explicou que a peneira 3, estabelecida por lei, é regulamentada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e do Abastecimento. Portanto, tudo o que passa através dessa peneira ou fica retido e não seja o produto, é considerado impureza.

Inmetro - Sobre a umidade, ele ressaltou que nenhuma empresa está autorizada a realizar transações comerciais sem o uso de aparelho homologado pelo Instituto Nacional de Pesos e Medidas (Inmetro), sob pena de autuação, apreensão e interdição de estruturas.

Umidade - Deryk comentou ainda que a Cocamar não opera com a digitação de umidade: “O que aparece no aparelho é o que vai para o sistema e também para o CD [controle de descarga] do cooperado, não havendo interferência do classificador”. Se o cooperado quiser um comprovante com todas as informações, pode solicitar isso ao colaborador. O comprovante traz todos os detalhes da classificação e também os dados legais referentes ao Inmetro, sendo impresso pelo próprio aparelho de determinação de umidade.

Comentários - “É importante pra gente, como cooperado, tirar dúvidas, saber o funcionamento da classificação, saber porque chega esse tanto de impureza na classificação”, afirmou o cooperado Alex Piveta, de Iporã, que participou do evento e elogiou a iniciativa da Cocamar de estar tornando mais transparente o relacionamento com os cooperados.

Esclarece - Para o cooperado Edivaldo de Oliveira Rodrigues, de Altônia, "o trabalho do classificador realmente não é fácil, por questão, principalmente, de o próprio agricultor cobrar muito dele. Esse tipo de informação nós não tínhamos, mas agora sim, isso esclarece para nós”.

Na prática - O gerente das unidades de Iporã e Altônia, Mauro Sérgio Anjos, comentou que os produtores gostaram de participar do evento, podendo ver na prática como é o funcionamento da classificação.

Nada a esconder - Em Nova Andradina, Wagner Carvalho, gerente da unidade, citou que os cooperados participantes ficaram satisfeitos, “eles viram, na prática, que a cooperativa não tem nada a esconder”.

Demandas - Mediante a realização de pesquisas, a Jornada do Cooperado tem a proposta de detectar demandas no relacionamento dos produtores com a Cocamar e aprimorar a qualidade dos serviços oferecidos, elevando-os a um padrão de excelência. (Imprensa Cocamar)

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CASTROLANDA: Cestas básicas e kits de higiene são entregues para instituições

castrolanda 04 08 2021A Castrolanda realizou mais uma entrega de doações da Campanha Cuidar, Envolver e Amar. No último dia 23 de julho, representantes da Cooperativa entregaram mais de 400 cestas básicas e kits de higiene ao 5º Esquadrão de Cavalaria Mecanizado do Exército Brasileiro, em Castro (PR). Os itens foram destinados a mais de 30 instituições do município e beneficiaram mais de 2 mil pessoas.

Iniciativa - A Campanha Cuidar, Envolver e Amar é uma iniciativa em parceria com a Associação dos Funcionários da Cooperativa Castrolanda (AFCC) que visa contribuir com famílias em situação de vulnerabilidade por conta da pandemia de Covid-19. A ação teve início em abril deste ano e, desde então, já arrecadou mais de R$ 1,5 milhão, verba que foi revertida em cestas básicas, kits de higiene e insumos hospitalares que são entregues mensalmente e já impactaram mais de 20 mil pessoas.

Parceiros - Além das doações de cooperados, colaboradores e sociedade civil, a Castrolanda também conta com parceiros nesta campanha. São eles: Alegra, Sicredi Campos Gerais, Coonagro, BASF, Lagoa Bonita Sementes, Pigatto Monteiro e Brasil Borges Direito Empresarial.

Importância - O analista de Cooperativismo, William Santos, destaca a importância da ajuda à comunidade por meio da campanha neste momento de pandemia. "Passamos por uma crise de saúde e econômica. Muita gente perdeu o emprego e muitas famílias se viram em situação de extrema necessidade. O número de pessoas acolhidas pelas instituições em que a gente tem atuação aumentou consideravelmente do ano passado para cá. A campanha vem, como o nome diz, cuidar dessas pessoas de maneira a envolvê-las com as ações da cooperativa, em um verdadeiro gesto de amor. A Castrolanda sempre fez muitas ações de doação, sempre ajudou a comunidade. Mas essa campanha veio nesse momento para organizar tudo isso e fazer algo maior, do tamanho que é a Cooperativa.”

Contribuição - Para contribuir com a campanha Cuidar, Envolver e Amar, basta acessar o site da AFCC (https://www.afcc.com.br/acao-social), selecionar o valor a ser doado, preencher o formulário com os dados e a forma de pagamento e realizar o depósito, transferência ou PIX.

Dados bancários

Sicredi

Agência: 0730

Conta Corrente: 22343-3

CNPJ: 78.071.651/0001-60

Sobre a Castrolanda - O compromisso com a transformação faz parte do DNA da Castrolanda. Uma cooperativa que transforma vidas, negócios e a comunidade ao redor. Com sete décadas anos de história, a Cooperativa Castrolanda é formada por mais de 1100 cooperados no Estado do Paraná e interior de São Paulo. Com 4,5 bilhões de reais de faturamento e aproximadamente 3700 colaboradores, possui unidades de negócios divididas em operações agrícola, carnes, leite, batata e administração e industrial - carnes, leite e batata. O objetivo das áreas de negócio é coordenar, desenvolver e fomentar as atividades dos cooperados, seguir presente em todos os elos da cadeia produtiva, agregar valor através das indústrias e crescer com sustentabilidade. (Imprensa Castrolanda)

 

COOPAVEL: Cascavel recebe R$ 200 milhões a obras estratégicas

coopavel 04 08 2021Cascavel experimenta um dos momentos mais especiais de sua trajetória de quase sete décadas. O município que é referência na geração de empregos, em articulação no enfrentamento ao coronavírus e uma das melhores cidades para morar no Brasil é também uma das que mais recebem investimentos em obras consideradas estratégicas. “São R$ 200 milhões em projetos transformadores, que se conectam a um conjunto de ações que preparam o Paraná para o futuro”, disse o governador Ratinho Júnior, nesta semana na área que abriga o Show Rural Coopavel, durante o lançamento da duplicação de trecho de 5,8 quilômetros entre a Polícia Rodoviária Federal e a Ferroeste.

Público - Para um público formado por líderes políticos e empresariais, Ratinho lembrou que a sua gestão é o governo do desafio. “Enfrentamos a maior crise sanitária dos últimos cem anos, a maior crise hídrica dos últimos 91 anos e ainda precisamos vencer dificuldades geradas pela falta de projetos para obras fundamentais para o Paraná e o Brasil, como a nova Ferroeste. Estamos preparando as bases para um Estado ainda mais pujante e dinâmico, de grandes feitos e oportunidades, que será conhecido em breve como o centro logístico da América do Sul”, afirmou o governador.

Investimentos - Mesmo com todos os obstáculos, o Paraná atraiu R$ 46 bilhões em investimentos nos últimos dois anos e meio (dessa soma, mais de R$ 7 bilhões são provenientes do setor cooperativista) e é o único do Brasil integrado à OCDE, a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico. “Estamos em Cascavel para lançar e vistoriar três grandes obras, que farão bem a uma região de grande produção e também ao Brasil. Quando se trabalha com seriedade os resultados são os melhores e ficamos felizes de ser parceiros do prefeito Leonaldo Paranhos e de todos que fazem de Cascavel e do Oeste modelos de trabalho, superação e desenvolvimento”.

Vinte anos - O presidente da Coopavel, Dilvo Grolli, fez uma recuperação histórica do Show Rural, que realizou a sua primeira edição em 1989. O evento recebeu apenas 110 visitantes e seriam 298 mil três décadas depois. Com o crescimento a partir de 2001, quando mais de cem mil pessoas visitaram aquele que se tornaria o terceiro maior do mundo em disseminação de novos conhecimentos ao campo, percebeu-se a necessidade de melhorar o acesso rodoviário até o parque. “Enfrentamos inúmeras dificuldades. São 20 anos de espera, passamos por cinco governos e só agora esse gargalo finalmente será resolvido”, lembrou Dilvo.

Responsabilidade - O Show Rural tem responsabilidade com os cooperados da Coopavel, com a agricultura brasileira e também com a produção de alimentos para ajudar a alimentar o mundo. “O Paraná detém apenas 2,3% do território brasileiro e responde por 18% da produção de grãos, e obras como as anunciadas pelo governo estadual em Cascavel contribuirão para o fortalecimento de um setor importante à economia brasileira”. Dilvo citou ainda a luta por um pedágio justo e destacou que a retirada do degrau tarifário, no trecho dessa nova obra na BR-277, trará economia anual de R$ 25 milhões.

Agradecimento - A exemplo de Dilvo Grolli, o prefeito de Cascavel, Leonaldo Paranhos, também fez um agradecimento especial ao governador Ratinho Júnior. “De tanto que esperamos e de tanto que pedimos, chegamos a pensar que algumas obras não sairiam mais do papel. A sensibilidade de um jovem determinado e comprometido com o povo do Paraná renova a esperança na palavra do homem público e permite a todos sonhar porque a realização chegará”. O prefeito disse que aquele era um dos dias mais felizes de sua vida, pois marcava momento decisivo a três obras fundamentais.

Transformação - O secretário de Infraestrutura e Logística, Sandro Alex, ressaltou que Cascavel recebe pacote de R$ 200 milhões de obras transformadoras. E com a nova Ferroeste e com a nova concessão do pedágio, segundo a vontade do povo paranaense, coisas ainda melhores estão por vir, afirmou ele. Um dos representantes do Oeste no primeiro escalão é Marcel Micheletto, que ocupa a Secretaria de Administração. “Lembro que meu pai, o ex-deputado federal Moacir Micheletto, sonhava com essas grandes obras para a região, que agora um governo jovem, dinâmico e de pensamento estratégico tira da gaveta”.

Deputados - Os deputados estaduais Major Lee, Soldado Adriano José e Marcio Pacheco também agradeceram ao governador Ratinho em nome do Oeste e destacaram que grandes avanços virão com essas novas obras. “A Itaipu sente-se honrada em participar e apoiar parcerias que colocarão fim a antigos gargalos de uma região tão especial”, disse, por sua vez, o diretor técnico da hidrelétrica, Celso Torino. (Imprensa Coopavel)

 

ABRATES: Revolução digital na produção de sementes é tema da V Prosa Sementeira

abrates 04 08 2021Elevada produtividade no campo requer sementes de alta qualidade, que, por sua vez, dependem essencialmente dos avanços tecnológicos nas áreas da biotecnologia, resistência a herbicidas e insetos, tratamento industrial, bem como de equipamentos de última geração, como drones, laser, Raio-X e GPS. A V Prosa Sementeira vai tratar exatamente deste tema, a “Revolução digital na produção de sementes”, nesta quarta-feira (04/08), a partir das 19 horas, na página do YouTube da Associação Brasileira de Tecnologias de Sementes (Abrates), promotora do evento on-line.

Agricultura digital - Participam da quinta edição da Prosa Sementeira, a professora de tecnologia e controle de qualidade de sementes da UFLA, Raquel Maria de Oliveira Pires, e o líder de agricultura digital para produção de sementes da Corteva Agriscience, Miguel Gustavo Herbes. Segundo a organizadora do evento e vice-presidente da Abrates, Maria Laene Moreira Carvalho, serão abordados temas como a importância do cruzamento de informações agronômicas detalhadas sobre cada campo de produção de sementes; dados precisos sobre a operação das máquinas; informações de previsão climática, controle detalhado do uso de insumos e custos, dados obtidos de sensores instalados nos campos, informações de satélites de grande precisão ou de drones, monitoramento de pragas e outras informações que influenciam na produção. “Para que toda esta grande quantidade de dados possa ser processada de forma eficiente são necessárias tecnologias digitais, com capacidade para extrair informações úteis aos produtores de sementes”, complementa Laene Carvalho.

Qualidade de sementes - A professora Raquel Pires abordará a eficiência do equipamento de Raio-X na avaliação da qualidade de sementes e do exame de sementes infestadas de milho e outras culturas, em substituição ao teste prescrito na RAS (Regras para Análise de Sementes). “A análise de imagens pelo teste de Raio-X é uma técnica que vem sendo bastante empregada por ser rápida, precisa e não destrutiva, tendo grande aplicabilidade na área de tecnologia de sementes”, frisa Raquel, acrescentando que a tecnologia aumenta a segurança e eficiência, além de facilitar e agilizar o trabalho de analistas de sementes.

Ferramentas digitais - O agrônomo Miguel Herbes vai focar nas ferramentas digitais aplicadas à produção de sementes, que podem auxiliar a fase de planejamento da safra, durante a condução dos campos de produção e após a colheita, com o objetivo de aprendizado e melhoria dos campos de produção para as próximas safras. Ele vai abordar aspectos da análise de imagens NDVI, geradas a partir de imagens de satélite ou drones, aplicativos de coleta de informações no campo, dados de fertilidade do solo, identificação georreferenciada de ocorrências no campo, conectados a um sistema de gestão e a correta interpretação e uso efetivo das ferramentas que podem suportar a tomada de decisão durante o processo produtivo. “É uma jornada de transformação digital, não somente digitalização de atividades. Neste processo é importante identificar a ferramenta adequada no mercado e entender a forma de uso para agregar valor à produção de sementes”, afirma Herbes. (Assessoria de Imprensa da Abrates)

SERVIÇO

V Prosa Sementeira – Revolução Digital na Produção de Sementes

Quando: 04/08/2021 (quarta-feira)

Horário: às 19 horas

Onde: canal da Abrates no Youtube - https://www.youtube.com/watch?v=oX9DJBsDL1Q

Quanto: gratuito

Mais informações: contato@abrates.org.br

 

DEFESA AGROPECUÁRIA: Paraná integra projeto nacional para modernização na vigilância sanitária de suínos

defesa agropecuaria 04 08 2021O Paraná vai desenvolver um projeto-piloto para a implantação do Plano Integrado de Vigilância de Doenças dos Suínos, apresentado na semana passada pelo Ministério da Agricultura, da Pecuária e Abastecimento. Para isso, a Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) inicia o trabalho de vigilância ativa sobre o rebanho suíno.

Excelência - “Com o trabalho permanente e eficaz de muitos anos, desenvolvido pelos técnicos de defesa agropecuária, o Brasil, e particularmente o Paraná, conseguiu a excelência no controle de diversas doenças. Por isso estamos unidos na estratégia adotada para fortificar o sistema”, disse o presidente da Adapar, Otamir Cesar Martins.

Cuidados - O objetivo é intensificar os cuidados para a detecção preventiva de eventual doença e demonstrar a ausência de enfermidade em suínos domésticos. Além da peste suína clássica (PSC), na qual o Paraná tem experiência eficaz de vigilância, agora se somam a síndrome reprodutiva e respiratória dos suínos (PRRS), da qual não se tem conhecimento no Brasil, e a peste suína africana (PSA), detectada recentemente na República Dominicana, depois de ser considerada extinta nas Américas.

Experiência - Segundo o coordenador de sanidade dos suínos na Adapar, João Teotônio, o Estado tem experiência no trabalho de defesa agropecuária, sendo o único a fazer isso de forma ativa desde 2015. “O Paraná será modelo para implantação dessa vigilância justamente porque fomos o primeiro a fazer isso com vistas a ampliarmos a nossa vigilância”, afirmou.

Erradicada - A PSC está erradicada oficialmente do Paraná desde 1994. O reconhecimento internacional de área livre foi feito em 2015. Em 27 de maio de 2021, a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) considerou o Estado como zona independente para essa doença, evitando que um eventual caso em unidade federativa distante possa ter influência no status e prejudicar o rebanho paranaense.

Mudanças - Até a semana passada, o principal documento que norteava a vigilância sobre doenças em suínos, particularmente a peste suína clássica, era a Norma Interna 5/2009. Ela previa que, a cada dois anos, deveria ser feito um inquérito soroepidemiológico da suinocultura de subsistência. Por ser desenvolvido em quintais, sem cuidados alimentícios, e muitas vezes próximo a rodovias, é mais suscetível aos fatores de risco para o vírus da PSC.

Exames - Também preconizava exames de amostras em reprodutores já velhos, que eram enviados ao abatedouro. Além disso, a Norma Interna 5 estabelecia vigilância em gatilho de mortalidade, ou seja, a partir de uma certa porcentagem de rebanho abatido o produtor era obrigado a informar a defesa agropecuária para que exames descartassem a hipótese de doença. Estabelecia, ainda, o controle de pesquisa do vírus na população de javalis.

Fim da exigência - O Plano Integrado de Vigilância de Doenças dos Suínos acaba com a exigência do inquérito a cada dois anos e com a análise de reprodutores para abate e elimina o gatilho. “As informações serão refinadas, com uma mudança de tática e uma vigilância ativa, e também na pesquisa das mortalidades notificadas pelos produtores e técnicos da atividade”, afirmou Teotônio.

Fortalecimento - “O objetivo é fortalecer a capacidade de detecção precoce de casos de PSC, PSA e PRRS”, acrescentou. Isso inclui as propriedades de subsistência, as comerciais e animais asselvajados, particularmente javali.

Laboratório - Além da equipe que faz o trabalho de campo para detecção das doenças, o Paraná conta com um dos mais modernos laboratórios para identificação de patógenos, o Centro de Diagnóstico Marcos Enriette, vinculado à Adapar. No caso da peste suína clássica, a unidade paranaense tem autossuficiência para o primeiro teste, o Elisa.

Referência - Para a PSA e a PRRS, a unidade de referência em diagnóstico é o Laboratório Federal de Defesa Agropecuária de Belo Horizonte, pertencente ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Mas, de acordo com o gerente do laboratório da Adapar, Rubens Chaguri de Oliveira, o novo plano de vigilância abre a possibilidade de outras unidades oficiais também fazerem. “Há a possibilidade de ampliar o escopo diagnóstico do Marcos Enriette”, disse.

Produção - O Brasil é o quarto maior produtor mundial de carne suína, com um rebanho de 40 milhões de cabeças. Cerca de 80% da produção é destinada ao mercado interno. A liderança nacional é de Santa Catarina, com o Paraná na segunda colocação. Em 2020, o Estado tinha um rebanho de 10 milhões de cabeças e produziu 936 mil toneladas de carne suína, volume 11,1% superior ao ano anterior.

Fundamental - A boa sanidade é fundamental para as pretensões econômicas do Estado no setor. “Para o consumidor é uma segurança, uma garantia de qualidade; para o Estado é um ponto a mais na atração de indústrias e criação de postos de trabalho; e no comércio mundial é a certeza de que o Paraná pode ser mais agressivo e competitivo”, acentuou o secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara.

Doenças - A peste suína clássica acomete suínos domésticos e asselvajados. Ela está incluída na lista de notificação obrigatória. Não é um vírus que se transmite para o ser humano, mas muito prejudicial para os animais. Entre os sinais clínicos mais comuns estão transtornos circulatórios e lesões cutâneas. O suíno também pode ter febre alta, paralisia das patas traseiras e manchas avermelhadas. Atualmente, pelo menos 83% do rebanho brasileiro está em zona livre.

Comunicação - A peste suína africana também deve ser comunicada tão logo haja qualquer suspeita. A última ocorrência notificada no Brasil é de novembro de 1981, em Pernambuco. O trabalho de vigilância foi eficiente e, em 1984, o País foi declarado livre da PSA. Nos continentes asiático e europeu, ela se dispersou amplamente em 2018.

República Dominicana - Em 29 de julho de 2021, foi notificada uma ocorrência na República Dominicana. Em razão disso, as autoridades brasileiras recomendam quarentena para brasileiros e estrangeiros que atuam direta ou indiretamente no setor produtivo e que estejam retornando ao Brasil, além de restrições para visitas a granjas.

Sem registro - A síndrome reprodutiva e respiratória dos suínos nunca foi registrada no Brasil. Como as outras, também é de notificação obrigatória e imediata caso haja suspeita. Ela causa alta mortalidade em suínos recém-nascidos e desmamados, baixa taxa de concepção, aumento de abortos, natimortos e nascimento de leitões fracos. A doença tem alta taxa de difusão e as vacinas ainda não são eficientes. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira AQUI mais detalhes do Plano Integrado de Vigilância de Doenças dos Suínos

FOTO: Jonathan Campos / AEN

 

CONSULTA PÚBLICA: Selo Brasileiro de Indicações Geográficas recebe contribuições

participacao 04 08 2021Foi aberta, nesta terça-feira (03/08), a consulta pública para a instituição do Selo Brasileiro de Indicações Geográficas (IG). Nos próximos 30 dias, os interessados poderão contribuir de forma on-line pelo e-mail consultapublicaig@inpi.gov.br, exclusivamente a partir de formulário próprio, disponível no site do Instituto Nacional da Propriedade Intelectual (Inpi).

Minuta - A minuta de texto e as orientações para participar da consulta pública foram publicadas no Diário Oficial da União desta terça-feira (03/08).

Identificação - O Selo Brasileiro de IG contribuirá para a identificação das Indicações Geográficas pelos consumidores e pelo público em geral, bem como para a promoção das regiões reconhecidas como Indicações Geográficas e valorização de seus respectivos produtos e serviços.

Selo específico - A coordenadora de Indicação Geográfica de Produtos Agropecuários do Mapa, Débora Gomide Santiago, explica que, atualmente, cada IG registrada no país tem um selo específico. “Imagina como é para o consumidor encontrar mais de 80 selos diferentes, mas que no fundo trazem a mesma referência? Desta forma, a intenção com o selo é melhorar a comunicação, facilitar a promoção e ampliar o conhecimento do conceito de IG no país”, comenta. O selo, no entanto, só poderá ser utilizado pelos produtos que já têm o registro de IG, tanto na forma Indicação de Procedência e na Denominação de Origem.

Ação - A consulta pública é uma das ações do grupo de trabalho de estruturação do Selo de Indicações Geográficas, que está sendo conduzido em parceria pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa); Ministério da Economia; Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi) e Sebrae. Após o período de consulta, as respostas às manifestações recebidas durante a consulta pública e o texto definitivo do ato normativo serão publicadas pelo Inpi.

Pesquisa - Um levantamento feito pelo grupo de trabalho sobre as IGs no âmbito do consumidor mostrou que 69,9% dos entrevistados escolheriam um produto com qualidade baseada na origem em função das características específicas e diferenciadas de outros produtos similares no mercado e 49,1% afirmaram que o motivo seria a tradição dos produtos. Sobre identificação, 44,7% responderam que procuram saber, no rótulo ou na embalagem, onde o produto foi produzido. A pesquisa online ficou disponível na internet entre os dias 21 de maio e 08 de junho deste ano.

Percepção - Por outro lado, o levantamento feito com as entidades representativas sobre o uso das IGs apontou que 85% têm a percepção que o consumidor final desconhece o que é uma IG e 78% têm a percepção que falta conhecimento da IG pelo mercado. Entre os produtores representantes do segmento, 78% acreditam que o Selo Brasileiro de IG fortalece o processo de comunicação com o consumidor final e 80% têm percepção que o selo deve considerar um processo de cadastro para identificar e acompanhar os produtores que irão utilizá-lo. O formulário de pesquisa foi enviado para 77 entidades entre os dias 6 e 19 de abril deste ano.

Registro de Indicação Geográfica - O registro de Indicação Geográfica (IG) é conferido a produtos ou serviços que são característicos do seu local de origem, o que lhes atribui reputação, valor intrínseco e identidade própria, além de os distinguir em relação aos seus similares disponíveis no mercado. São produtos que apresentam uma qualidade única em função de recursos naturais como solo, vegetação, clima e saber fazer (know-how ou savoir-faire).

Marco legal - O marco legal das Indicações Geográficas no Brasil é a Lei da Propriedade Industrial (nº 9.279/1996), que regula os direitos e obrigações sobre propriedade industrial e intelectual no Brasil. O Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) é a instituição que concede o registro legal de IG no país. Atualmente, sua regulamentação segue a Instrução Normativa do INPI nº 95/2018, que estabelece as condições para o registro das IGs.

Constituição - Conforme essa lei, em especial os artigos 176 a 178, a Indicação Geográfica se constitui sob duas formas: a Indicação de Procedência e a Denominação de Origem. A Indicação de Procedência é o nome geográfico de país, cidade, região ou localidade de seu território, que se tenha tornado conhecido como centro de extração, produção ou fabricação de determinado produto ou de prestação de determinado serviço.

Denominação - Já a Denominação de Origem é o nome geográfico de país, cidade, região ou localidade de seu território, que designe produto ou serviço cujas qualidades ou características se devam exclusiva ou essencialmente ao meio geográfico, incluídos fatores naturais e humanos.

Instâncias - O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento é uma das instâncias de fomento das atividades e ações para Indicação Geográfica de produtos agropecuários. No Mapa, o suporte técnico aos processos de obtenção de registro de IG cabe à Coordenação de Indicação Geográfica de Produtos Agropecuários (CIG), vinculada à Coordenação Geral de Agregação de Valor (CGAV) do Departamento de Produção Sustentável e Irrigação (DEPROS) da Secretaria de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação (SDI). (Mapa)

 

IBGE: Produção industrial registra variação nula em junho no país

ibge 04 08 2021Na passagem de maio para junho, a produção industrial teve variação nula (0,0%), após crescer 1,4% no mês anterior. Apesar da estabilidade, três das quatro grandes categorias econômicas e a maior parte (14) das 26 atividades investigadas pela Pesquisa Industrial Mensal (PIM) sofreram queda na produção. Já no acumulado do primeiro semestre, a produção teve expansão de 12,9%. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (03/08) pelo IBGE.

Taxas negativas - “Em maio, houve uma volta ao campo positivo após três meses de queda e a indústria igualava o patamar de antes da pandemia, mas esse resultado não revertia as perdas anteriores. Com essa variação nula em junho, o setor permanece no patamar pré-crise, mas no resultado desse mês observa-se uma predominância de taxas negativas entre as atividades industriais”, explica o gerente da pesquisa, André Macedo.

Menor dinamismo - O pesquisador explica que o menor dinamismo do setor está ligado aos efeitos da pandemia de Covid-19 no processo de produção e na economia. “Há, no setor industrial, uma série de adversidades por conta da necessidade das medidas de restrição, como a redução do ritmo produtivo, a dificuldade de obtenção de matérias-primas e o aumento dos custos de produção. Pelo lado da demanda, ou seja, observando a economia como um todo, há também uma taxa de desocupação alta, o que traz uma consequência para a massa de salários. São fatores que não são recentes, mas ajudam a explicar esse comportamento da produção industrial”, diz.

Principal impacto - O principal impacto negativo no mês veio de veículos automotores, reboques e carrocerias (-3,8%), setor que voltou a cair após ter resultados positivos em abril (1,6%) e maio (0,3%). “Essa atividade foi muito atingida pelos efeitos da pandemia, na medida em que várias montadoras estão fazendo paralisações de seus parques produtivos. Isso explica não só o resultado negativo de junho, mas o movimento de perda mais importante que essa atividade vem mostrando nesse início de 2021”, afirma André.

Celulose - Outro impacto negativo veio de celulose, papel e produtos de papel, cuja produção caiu 5,3% em junho. É a terceira retração consecutiva do setor, que acumula no período perda de 8,4%. “O principal produto nessa atividade é a celulose, que é uma matéria-prima. Em junho, especificamente, houve paralisação em uma unidade produtiva desse setor, o que explica a magnitude de perda que esse ramo industrial teve nesse mês”, diz.

Produtos alimentícios - A produção no setor de produtos alimentícios caiu 1,3% na passagem de maio para junho. Em maio, a atividade teve ganho de 2,9%. “Alguns itens importantes que têm uma característica de volatilidade muito grande, como é o caso do açúcar, tiveram uma queda maior em junho. Isso pode ter uma relação mais direta com o clima mais seco, que afeta mais a safra e o processamento da cana-de-açúcar”, afirma.

Principal impacto positivo - Já o principal impacto positivo no índice de junho em comparação com maio foi de produção, coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (4,1%). No mês anterior, a produção dessa atividade já havia crescido 2,7%. “São duas expansões em seguida sobre o mês de abril, quando a atividade teve uma queda de 9,9%. É uma melhora de ritmo muito calcada nos derivados do petróleo, como óleo diesel, mas não repõe a perda recente que essa atividade teve”, diz André, ressaltando que o setor está muito relacionado às consequências da pandemia.

Flexibilização - “Essa melhora recente também pode estar diretamente associada a um grau maior de flexibilização das medidas de isolamento, com maior número de pessoas vacinadas. Então há uma tendência ao aumento de mobilidade e isso pode se traduzir em efeitos positivos dentro dessa atividade”, analisa.

Acumulado - No acumulado entre janeiro e junho, a produção industrial do país teve expansão de 12,9%. Esse resultado positivo atingiu as quatro categorias econômicas e 21 das 26 atividades pesquisadas. A maior influência entre as atividades veio de veículos automotores, reboques e carrocerias, ao avançar 56,9% no período. Outros impactos positivos desse indicador vieram de máquinas e equipamentos (41,5%), metalurgia (26,3%) e produtos minerais não metálicos (31,3%).

Base de comparação - “Esse avanço acontece diante de uma base de comparação muito depreciada. No acumulado de janeiro a junho de 2020, há a perda de 10,9%. A magnitude de crescimento de dois dígitos está associada ao fato de que o setor industrial, por conta da pandemia de Covid-19, mostrou perdas importantes naquele período”, diz o pesquisador.

Indústria avança 12,0% na comparação com junho de 2020 O setor industrial avançou 12,0% quando a comparação é feita com junho de 2020. As principais influências desse resultado foram registradas por veículos automotores, reboques e carrocerias (81,5%), metalurgia (47,7%) e máquinas e equipamentos (52,5%). As quatro grandes categorias econômicas também tiveram taxas positivas, com destaque para bens de capital (54,8%) e bens de consumo duráveis (31,0%). Já bens intermediários (10,8%) e de bens de consumo semi e não duráveis (1,6%), apesar da variação positiva, ficaram abaixo da média da indústria.

Efeitos do isolamento - André Macedo ressalta que as taxas altas se devem, em grande medida, à baixa base de comparação, uma vez que, em junho do ano passado, várias unidades produtivas do país sentiam os efeitos do isolamento social para conter a pandemia de Covid-19. “Em 2020, a economia e o setor industrial foram muito atingidos pelos efeitos da pandemia. A base de comparação baixa faz com que, nas comparações interanuais, os resultados sejam de crescimento alto e com espalhamento das taxas positivas pelas atividades”, afirma.

Mais sobre a pesquisa - A PIM Brasil produz indicadores de curto prazo desde a década de 1970 relativos ao comportamento do produto real das indústrias extrativa e de transformação. A partir de maio de 2014, teve início a divulgação da nova série de índices mensais da produção industrial, após uma reformulação para atualizar a amostra de atividades, produtos e informantes; elaborar uma nova estrutura de ponderação dos índices com base em estatísticas industriais mais recentes, de forma a integrar-se às necessidades do projeto de implantação da Série de Contas Nacionais - referência 2010; e adotar as novas classificações, de atividades e produtos, usadas pelas demais pesquisas da indústria a partir de 2007, quais sejam: a Classificação Nacional de Atividades Econômicas - CNAE 2.0 e a Lista de Produtos da Indústria - PRODLIST-Indústria.

Banco de dados - Os resultados da pesquisa também podem ser consultados no banco de dados Sidra. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Rodrigo Felix Leal / AEN-PR

 

ibge tabela 04 08 2021

 

CÂMBIO: Dólar bate em R$ 5,27, mas termina dia vendido a R$ 5,19

cambio 04 08 2021Num dia de tensão e de volatilidade no mercado financeiro, o dólar desacelerou ao longo da tarde e fechou próximo de R$ 5,20, após rondar os R$ 5,30 durante a sessão. A bolsa de valores iniciou o dia em forte queda e recuperou-se durante o dia, influenciada pela valorização das commodities (bens primários com cotação internacional) e pelo alívio no mercado externo.

Cotação - O dólar comercial encerrou esta terça-feira (03/08) vendido a R$ 5,193, com alta de R$ 0,027 (+0,53%). A divisa iniciou o dia em forte alta. Na máxima do dia, por volta das 11h10, chegou a R$ 5,27. Nas horas seguintes, a cotação voltou a oscilar em torno de R$ 5,20, até fechar um pouco abaixo desse valor.

Ações - O mercado de ações teve um dia igualmente volátil. O índice Ibovespa fechou aos 123.577 pontos, com valorização de 0,87%. O indicador chegou a cair 1,31% no fim da manhã, mas reverteu o movimento ao longo da tarde, até encerrar em alta.

Precatórios - As dúvidas em torno de proposta de emenda à Constituição (PEC) que prevê o parcelamento dos precatórios (dívidas pagas pelo governo por decisão definitiva da Justiça) abalaram o mercado financeiro. Nesta terça pela manhã, o ministro Paulo Guedes explicou que a proposta prevê o parcelamento de dívidas acima de R$ 66 milhões. O mercado só se tranquilizou à tarde, quando o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, negou que o fundo que financiará o parcelamento esteja fora do teto de gastos.

Bolsa - No caso da bolsa, a divulgação dos lucros dos bancos no segundo trimestre ajudou a consolidar os ganhos no Ibovespa. A valorização do preço internacional do minério de ferro ajudou ações de empresas mineradoras. Os ganhos das bolsas norte-americanas também ajudaram a reverter as perdas da manhã. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

FOTO: Pixabay

 

LEGISLATIVO I: Câmara aprova projeto sobre regularização fundiária

legislativo I 04 08 2021A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (03/08) o Projeto de Lei 2633/20, do deputado Zé Silva (Solidariedade-MG), que aumenta o tamanho de terras da União passíveis de regularização sem vistoria prévia, bastando a análise de documentos e de declaração do ocupante de que segue a legislação ambiental. A matéria será enviada ao Senado.

Módulos fiscais - A proposta passa de 4 para 6 módulos fiscais o tamanho da propriedade ocupada que poderá ser regularizada com dispensa de vistoria pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).

Novas regras - O texto estabelece novas regras para a Lei 11.952/09, que valerão para imóveis da União e do Incra em todo o País em vez de apenas os localizados na Amazônia Legal, como ocorre hoje. A data de referência da ocupação continua a ser 22 de julho de 2008, atualmente prevista na lei. A data de 2008 coincide com a anistia ambiental concedida pelo Código Florestal de 2012.

Substitutivo - O texto aprovado é o substitutivo do relator, deputado Bosco Saraiva (Solidariedade-AM). Segundo o texto, a regularização de imóveis com base nessa lei poderá beneficiar inclusive posseiros multados por infração ao meio ambiente, se for atendida qualquer uma destas condições: imóvel registrado no Cadastro Ambiental Rural (CAR), adesão ao Programa de Regularização Ambiental (PRA) ou o interessado assinar termo de compromisso ou de ajustamento de conduta para recuperar vegetação extraída de reserva legal ou de Área de Preservação Permanente (APP).

Embargo - O texto especifica que será obrigatória a vistoria se o imóvel for objeto de embargo ou de infração ambiental; tiver indícios de fracionamento fraudulento; se o requerimento for feito por procuração; se houver conflito declarado ou registrado na Câmara de Conciliação Agrária; se houver ausência de indícios de ocupação anterior a 2008; ou se o tamanho for maior que 6 módulos fiscais.

Limite - Por outro lado, para alcançar o limite de 6 módulos o texto permite a soma de áreas contíguas cujos ocupantes sejam parentes em linha reta de primeiro grau ou colateral de segundo grau.

Ilegalidade - Para o autor, o projeto retirará muitos agricultores da ilegalidade. “Serão mais de 300 mil agricultores, muitos deles chamados pelo próprio governo [para a região], que vivem o sonho da terra própria mas não podem nem vender a sua modesta produção com nota fiscal quando conseguem produzir”, afirmou Zé Silva. “Mesmo considerando o uso de tecnologia, apenas áreas com até 6 módulos fiscais poderão ter dispensada a vistoria prévia pelo Incra”, reforçou o relator, deputado Bosco Saraiva.

Incra x Seaf - Para contornar a falta de pessoal, o Incra poderá celebrar contratos ou convênios com outras instituições, como cartórios de registro de imóveis, bancos, Correios, Forças Armadas, entidades de assistência técnica rural e entes federados. Esse pessoal será autorizado a fazer a vistoria prévia quando obrigatória.

Competência - Em relação à competência quanto aos procedimentos de regularização fundiária, o projeto atribui o monitoramento de toda atividade fundiária federal à Secretaria Especial de Assuntos Fundiários (Seaf) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Consulta a órgãos - Para definir as glebas a regularizar, o Incra deverá consultar outros órgãos, como a Secretaria de Coordenação e Governança do Patrimônio da União, o Serviço Florestal Brasileiro, a Fundação Nacional do Índio (Funai) e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

Manifestação - Esses órgãos terão 60 dias para se manifestar a partir da consulta, por meio da Câmara Técnica de Destinação e Regularização Fundiária de Terras Públicas Federais Rurais. Se considerarem que alguma terra não pode ser regularizada, terão 180 dias, contados do início da consulta, para apresentar estudos técnicos conclusivos ou processo administrativo relacionado à vedação.

Critérios - Quanto aos critérios para se encontrar o valor a pagar pela terra da União, o texto aprovado permite o uso de tabela de valores da terra nua de microrregião vizinha quando não existir uma para a região em que está localizada a gleba a ser regularizada.

Administração pública - A administração pública poderá ainda realizar a avaliação do imóvel.

Dívidas antigas - Essas novas regras para definição do valor a pagar serão aplicáveis inclusive a títulos emitidos antes de 11 de julho de 2017, que poderão ser quitados em 20 anos com carência de até três anos. Atualmente, essas regras valem apenas para títulos de regularização emitidos até junho de 2009, data da Lei 11.952/09.

Renegociação - Já aqueles que tenham deixado de pagar as prestações ao Incra referentes a títulos emitidos até 10 de dezembro de 2019 terão até dezembro de 2024 para pedir a renegociação nesses termos. Além do titular e de seus herdeiros, poderão pedir a renegociação os compradores de boa-fé.

Vigência - Dezembro de 2019 é a data de edição da MP 910/19, que propunha mudanças semelhantes ao projeto e perdeu a vigência.

Lei atual - A lei atual previa essa renegociação para títulos emitidos até dezembro de 2016, além da comprovação de cláusulas como a prática de cultura, o respeito à legislação ambiental e ausência de trabalho análogo ao escravo.

Condição - O texto de Bosco Saraiva dispensa a comprovação pelo interessado do cumprimento dessas cláusulas, mas impede a renegociação se o beneficiário estiver no cadastro de empregadores que submetem trabalhadores a condição análoga à de escravo ou tiver sido multado por desmatamento de reserva legal ou APP sem participar de processo de regularização.

Dispensa de cláusulas - Caso o posseiro tiver quitado título emitido pelo Incra até 31 de dezembro de 1999 e for elegível para participar de programa de reforma agrária, não precisará provar que cumpriu essas cláusulas.

Cláusulas inalteradas - Entretanto, outro trecho do projeto determina que os títulos emitidos antes de 10 de dezembro de 2019 permanecem com as cláusulas inalteradas, inclusive aquelas relativas ao pagamento.

Verificação - Já a verificação do atendimento dessas cláusulas não dependerá mais de vistoria obrigatória quando a análise de documentos não for suficiente para atestar seu cumprimento. O prazo para a administração fazer essa análise passa de 12 para 2 meses.

Venda direta - Sobre a venda direta, o PL 2633/20 beneficia imóveis rurais da União ocupados após 22 de julho de 2008, contanto que o interessado comprove estar na terra por um mínimo de cinco anos, contados até 22 de dezembro de 2016. O benefício se aplica atualmente apenas para imóveis situados na Amazônia Legal.

Licitação - O projeto permite ainda a venda com licitação de áreas rurais não passíveis de regularização de até 2,5 mil hectares, desde que não exista interesse público e social no imóvel.

Leilão - Se o beneficiado com as novas regras deixar de pagar, o imóvel será levado a leilão e, uma vez arrematado, parte do valor será usado para ressarcir o devedor pelas benfeitorias necessárias (relacionadas com a exploração da terra) e pelas parcelas pagas com correção monetária, descontada multa de 15%.

Terceiro interessado - Dessa forma, um terceiro interessado poderá vir a ser proprietário do imóvel objeto de regularização fundiária.

Plano de ação - O texto de Bosco Saraiva concede um prazo até dezembro de 2022 para o Incra apresentar um plano de ação para inibir a divulgação pública de dados de imóveis que apresentem indícios de comercialização irregular e para recuperar aqueles ocupados sem regularização, dando a destinação definida em lei.

Procedimentos - Também deverá estabelecer procedimentos que permitam verificar a veracidade das informações declaradas pelos requerentes na solicitação de regularização fundiária. Em igual prazo, o órgão deverá adotar procedimentos para agilizar a geração de guias de recolhimento da União para pagamento de parcelas dos imóveis regularizados.

Outros pontos - Confira outros pontos do PL 2633/20:

- isenta imóveis regularizados pelo Incra com até 4 módulos fiscais da cobrança de custas para o primeiro registro em cartório de imóveis;

- isenta os imóveis regularizados da taxa de serviço cadastral para a emissão do primeiro Certificado de Cadastro de Imóvel Rural (CCIR) junto ao Incra;

- ressalva que os direitos reais registrados ou averbados na matrícula do imóvel podem se opor em relação a negócios jurídicos anteriores não registrados;

- permite a estados e ao Distrito Federal abrirem matrícula apenas de parte de imóvel urbano sem registro anterior, como já é possível para a União;

- dispensa a assinatura de proprietários de imóveis vizinhos quando da apresentação das coordenadas georreferenciadas pelo interessado na regularização da terra;

- acaba com a proibição de estados da Amazônia Legal realizarem convênios com a União até a aprovação de zoneamentos ecológico-econômicos (ZEE);

- acaba com parecer do Ministério das Cidades para a doação ou a concessão de direito real de uso de imóveis da União em áreas urbanas;

- permite ao possuidor de terra em processo de regularização dar o imóvel como garantia para empréstimos relacionados à atividade rural desenvolvida nele; e

- permite à Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) regularizar imóveis de até 4 módulos fiscais de sua propriedade, segundo critérios próprios e requisitos da lei.

Pontos rejeitados - Na votação em Plenário, foram rejeitadas todas as tentativas de alterar o texto:

- destaque do PT pretendia impedir que o imóvel pudesse ser regularizado se o posseiro tiver aderido a programa de regularização ambiental ou se comprometido a recuperar área desmatada irregularmente em reserva legal ou Área de Preservação Permanente (APP);

- destaque do Psol pretendia excluir o prazo de 180 dias para que órgãos ambientais e a Funai, por exemplo, apresentem estudos técnicos conclusivos que amparem sua negativa sobre a regularização de determinada área;

- emenda do deputado Vitor Hugo (PSL-GO) pretendia aumentar de 6 para 15 módulos fiscais o tamanho máximo de imóveis que poderão ser regularizados sem vistoria prévia e estendia de 22 de julho de 2008 para 5 de maio de 2004 a data limite da ocupação a ser comprovada;

- destaque do PT pretendia retirar do texto o trecho que permite a regularização de imóveis com até 6 módulos fiscais com dispensa de vistoria prévia;

- emenda da deputada Aline Sleutjes (PSL-PR) pretendia limitar a permissão de soma de áreas contíguas para se atingir o total regularizável sem vistoria prévia aos terrenos de parentes de primeiro grau, em vez de segundo grau, como previsto no texto;

- emenda do deputado Renildo Calheiros (PCdoB-PE) pretendia exigir daqueles com desmatamento embargado a comprovação da legalidade do desmatamento antes da assinatura de termo de compromisso de recuperação se for ilegal;

- destaque do PDT pretendia impedir que o imóvel fosse dado como garantia de empréstimos rurais mesmo dentro do prazo de proibição de venda estipulada pelo título;

- destaque do PDT pretendia impedir que posseiros em processo de regularização ambiental após desmatamento pudessem regularizar a área ocupada;

- emenda do deputado Rodrigo Agostinho (PSB-SP) pretendia impedir que beneficiários de títulos emitidos até 11 de julho de 2017 contassem com a revisão de valores a pagar pela terra regularizada conforme novos critérios estipulados pelo projeto; e

- destaque do PT pretendia excluir do texto a permissão de venda com licitação de áreas rurais não passíveis de regularização de até 2,5 mil hectares, desde que não exista interesse público e social no imóvel. (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Najara Araujo / Câmara dos Deputados

 

LEGISLATIVO II: Relator condiciona redução maior do Imposto de Renda das empresas ao desempenho da arrecadação

legislativo II 04 08 2021Para melhorar a compensação da queda gradual do Imposto sobre a Renda das Pessoas Jurídicas (IRPJ) de 15% para até 2,5% em 2023, o relator da segunda fase da reforma tributária (PL 2337/21), deputado Celso Sabino (PSDB-PA), propôs em seu parecer que os contribuintes possam antecipar o pagamento de lucros auferidos no exterior com a cobrança de 6% em 2022. Também disse que o texto contém “gatilhos” que devem impedir a redução dos repasses para estados e municípios que são feitos com base na arrecadação do IRPJ.

Apresentação - O relatório foi apresentado aos líderes partidários na Câmara. Nesta terça-feira (03/08), o Comitê Nacional dos Secretários de Fazenda dos Estados e do DF, o Comsefaz, divulgou nota contrária ao texto por temer perdas de receita. Pela proposta do relator, a alíquota do IRPJ de empresas cai para 7,5% já em 2022, mas pode cair para 5% se a arrecadação até outubro deste ano permitir. Em 2023, haveria nova redução, chegando a 2,5%. O governo propôs queda gradual para 10% em 2023.

Rendimento - Sabino explicou que a cobrança sobre lucros com aplicações e ativos no exterior deve render R$ 20 bilhões no ano que vem. Ele também disse que a nova cobrança de 20% de imposto sobre lucros e dividendos de sócios de empresas deve gerar mais recursos do que o governo espera. Celso Sabino isentou todas as empresas do Super Simples desta tributação:

Ano passado - “Só o que foi distribuído no ano passado dentro do Brasil foram R$ 500 bilhões. Se fossem taxados ano passado em 20% seriam R$ 100 bilhões. E a Receita está estimando receber no ano que vem de lucros e dividendos apenas R$ 14 bilhões e em 2023 apenas R$ 40 bilhões. Então os cálculos da Receita estão muito baixos”, disse.

Imposto sobre minérios - O relator ainda pretende mexer na Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais, a Cfem; e alterar a distribuição de 25% do ICMS arrecadado pelos estados para os municípios. Segundo ele, será necessária uma emenda constitucional para isso. A ideia é acabar com o repasse de 10% da Cfem para a União, destinando tudo para estados e municípios; além de aumentar a alíquota de 4% para 5,5%, o que deve render cerca de R$ 1,6 bilhão apenas para o Pará.

Declaração simplificada- O relator não propôs mudanças no limite para a declaração simplificada de Imposto de Renda das pessoas físicas, que o governo quer restringir para quem ganha até R$ 40 mil por ano. Mas está mantido o reajuste da tabela do Imposto de Renda que eleva o limite de isenção de R$ 1.903,98 para R$ 2.500 mensais.

Rejeição - Celso Sabino também rejeitou várias mudanças que o governo queria fazer para antecipar pagamentos de impostos em alguns fundos de investimento fechados. Os fundos de Investimento Imobiliário continuam isentos na proposta do relator. (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Cleia Viana / Câmara dos Deputados

 

LEGISLATIVO III: Deputado Sérgio Souza destaca importância de votar projetos do agro no Congresso

legislativo III 04 08 2021Encerrado o recesso parlamentar, Câmara e Senado voltam as atenções para matérias pendentes de aprovação. O presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado Sérgio Souza (MDB-PR), destacou nesta terça-feira (03/08), em reunião de diretoria da bancada, que a expectativa do setor agropecuário é que sejam votados, nos próximos meses, o projeto de Regularização Fundiária (PL 2633/2020), a Lei do Alimento Mais Seguro (PL 6299/2002) e a proposta de Licenciamento Ambiental (PL 2159/2021).

Regularização fundiária - No caso da regularização fundiária, o projeto está na pauta para ser votado no plenário da Câmara. “O texto ainda tem algumas divergências, mas no final da tarde desta terça, vamos nos reunir com os membros da FPA, representantes do agro e governo para chegarmos a um consenso”, afirmou Sérgio Souza.

Dignidade ao produtor rural - O texto prevê, entre outros pontos, dignidade ao produtor rural por meio do acesso ao crédito e as inovações tecnológicas, além do aumento da competitividade e sustentabilidade do setor agropecuário. Autor da matéria, o deputado Zé Silva (SD-MG), disse que é importante a aprovação da proposta para garantir segurança jurídica a toda a agricultura brasileira. “O Brasil precisa cumprir seu papel de nação séria, com uma lei que não dê trégua para ocupações irregulares, grilagem e desmatamento ilegal,” frisou.

Lei dos Pesticidas - Outra pauta prioritária da FPA é a Lei dos Pesticidas (PL 6299/2002) cuja essência é aumentar a segurança alimentar e garantir mais comida na mesa do brasileiro. A proposta introduz o critério de Análise de Risco e promove a internalização dos acordos internacionais (SPS, Codex Alimentarius, GHS). O relatório do deputado Luiz Nishimori (PL-PR) foi aprovado na Comissão Especial da Câmara em 2018 e agora encontra-se pronto para entrar na pauta do Plenário.

Tempo - “Hoje leva-se mais de oito anos para a concessão de registro de um produto novo. Não se pode levar esse tempo para liberação de uma molécula mais eficiente e menos agressiva ao meio ambiente,” explicou o deputado.

Licenciamento ambiental - A projeção é de que o projeto da Lei Geral do Licenciamento Ambiental (PL 2159/2021) também deva avançar no Senado. O deputado Neri Geller (PP-MT), relator da proposta na Câmara, reforçou que a medida trará ao país melhorias na infraestrutura e logística, bem como ampliação da geração de emprego e renda. “Esse talvez seja um dos projetos mais importantes que tramitam no Congresso Nacional. A proposta irá trazer segurança para investidores e alavancar o país,” disse.

Reforma do Imposto de Renda - Ainda durante a reunião de diretoria da FPA, o relator da Reforma do Imposto de Renda, deputado Celso Sabino (PSDB-PA), garantiu a isenção dos Fundos de Investimentos das Cadeias Agroindustriais (FIAgro) na proposta, considerada a segunda etapa da Reforma Tributária. “Visando modernizar os fundos de captação de recursos para o agronegócio no mercado financeiro, decidimos isentar esse ponto no projeto”, informou o secretário.

Dividendos - O texto, em tramitação na Câmara, prevê a criação de um imposto sobre dividendos, com alíquota de 20%, e a diminuição do Imposto de Renda de empresas. A alíquota-base cairá de 15% para 2,5%. O projeto também aumenta a faixa de isenção do IR de pessoas físicas para R$ 2,5 mil.

Ajustes - Como ainda está em fase de discussão, a matéria deve ser ajustada com o setor produtivo. “Precisamos de uma reforma que simplifique e não aumente a carga tributária do setor agropecuário,” disse o presidente da FPA, deputado Sérgio Souza, ao explicar que a proposta precisa ser melhor debatida com o setor para chegar a um consenso sobre o tema. A expectativa do relator é de que o texto final sobre a Reforma do Imposto de Renda possa ser colocado em votação ainda em agosto. (Assessoria de Imprensa da FPA)

 

SAÚDE I: Casos de Covid sobem para 19,98 milhões e mortes, a 558,4 mil

O total de pessoas que pegaram covid-19 desde o primeiro caso, em fevereiro do ano passado, subiu para 19.985.317. Em 24 hora, desde o boletim divulgado na segunda-feira (02/08) foram registrados 32.316 novos casos da doença.

Acompanhamento - Ainda há 680.520 casos de covid-19 em acompanhamento. O nome é dado para pessoas cuja condição de saúde é observada por equipes de saúde e que ainda podem evoluir para diferentes quadros, inclusive graves.

Vidas perdidas - As vidas perdidas em razão da covid-19 foram a 558.432. Entre segunda e terça-feira (02 e 03/08), secretarias estaduais de saúde confirmaram 1.209 mortes pela doença.

Atualização - Os dados estão na atualização desta terça-feira (03/08) do Ministério da Saúde. O balanço sistematiza os registros levantados pelas secretarias estaduais de saúde sobre casos e mortes relacionados à covid-19.

Recuperadas - O número de pessoas que se recuperaram da covid-19 chegou a 18.746.865.

Menores - Os dados em geral são menores aos domingos e segundas-feiras em razão da dificuldade de alimentação do sistema pelas secretarias estaduais. Já às terças-feiras os resultados tendem a ser maiores pela regularização dos registros acumulados durante o fim de semana.

Estados - No topo do ranking de mortes por estado estão São Paulo (139.464), Rio de Janeiro (59.487), Minas Gerais (50.639), Paraná (35.417) e Rio Grande do Sul (33.415). Os estados com menor número de óbitos são Acre (1.802), Roraima (1.858), Amapá (1.914), Tocantins (3.537) e Alagoas (5.845). Tanto Acre como Roraima não registraram novas mortes entre segunda e terça-feira (02 e 03/08).

Vacinação - O Ministério da Saúde distribuiu 184,4 milhões de doses de vacina contra a covid-19 para todos os estados e o Distrito Federal. Destas, foram aplicadas 101 milhões como primeira dose e 41,5 milhões como segunda dose ou dose única. (Agência Brasil)

 

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SAÚDE II: Sesa divulga 3.069 novos casos e 141 óbitos pela Covid-19

saude II 04 08 2021A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta terça-feira (03/08) mais 3.069 casos confirmados e 141 mortes pela Covid-19 no Paraná. Os números são referentes aos meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas.

Soma - Os dados acumulados do monitoramento da doença mostram que o Estado soma 1.379.780 casos confirmados e 35.227 óbitos.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta data são de janeiro (20), fevereiro (15), março (87), abril (78), maio (244), junho (126), julho (1.418) e agosto (1.081) de 2021.

Internados - O informe relata que 1.111 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados. São 839 pacientes em leitos SUS (489 em UTIs e 350 em enfermarias) e 272 em leitos da rede particular (133 em UTIs e 139 em enfermarias).

Exames - Há outros 1.475 pacientes internados, 744 em leitos de UTI e 731 em enfermarias, que aguardam resultados de exames. Eles estão nas redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos - A Secretaria da Saúde informa a morte de mais 141 pacientes. São 60 mulheres e 81 homens, com idades que variam de 25 a 99 anos. Os óbitos ocorreram de 22 de janeiro a 02 de agosto de 2021.

Municípios - Os pacientes que foram a óbito residiam em: Curitiba (51), Londrina (9), São José dos Pinhais (5), Maringá (4), Mariluz (4), Fazenda Rio Grande (4), Guarapuava (3), Foz do Iguaçu (3), Cascavel (3), Toledo (2), Telêmaco Borba (2), Rosário do Ivaí (2), Realeza (2), Piraquara (2), Pinhais (2), Paranaguá (2), Castro (2), Campo Mourão (2), Assis Chateaubriand (2) e Arapongas (2).

Uma morte - A Sesa registra ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: Wenceslau Braz, Umuarama, São Tomé, Sertaneja, Sarandi, Santa Terezinha de Itaipu, Santa Isabel do Ivaí, Rio Bonito do Iguaçu, Quatro Pontes, Quatro Barras, Ponta Grossa, Pinhão, Paranavaí, Palotina, Palmeira, Moreira Sales, Matinhos, Marilândia do Sul, Mangueirinha, Lindoeste, Laranjal, Jardim Alegre, Ivaiporã, Irati, Cruzeiro do Oeste, Contenda, Campo Magro, Bocaiúva do Sul, Bandeirantes, Araucária, Apucarana, Almirante Tamandaré e Agudos do Sul.

Fora do Paraná - O monitoramento registra 6.657 casos de residentes de fora do Estado, sendo que 190 pessoas foram a óbito. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o Informe completo.

 

SAÚDE III: Paraná receberá nesta semana mais 187.470 vacinas contra a Covid-19

saude III 04 08 2021O Ministério da Saúde informou a Secretaria de Estado da Saúde que vai mandar nesta semana mais 187.470 novas vacinas contra a Covid-19 ao Paraná. São doses da Comirnaty (Pfizer/BioNTech) e CoronaVac (Sinovac/Butantan).

Nesta quarta - São 57.600 da CoronaVac, divididas em 28.900 primeiras doses e 28.900 segundas doses. Elas serão encaminhadas nesta quarta-feira (04/08), com previsão de chegada às 10h20 no Aeroporto Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. O voo é o G3-1126.

Quinta - Para a quinta-feira (05/08) está prevista a chegada de 129.870 doses da Pfizer. O voo LA-4791 deve pousar no mesmo aeroporto às 13h20.

Encaminhamento - Assim que elas chegarem serão encaminhadas ao Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar), onde serão organizadas, cadastradas e, dentro do prazo padrão, encaminhadas para as 22 Regionais de Saúde para a continuidade da vacinação na população em geral.

Informe técnico - O Ministério da Saúde ainda não emitiu o informe técnico da remessa, ou seja, ainda não é possível prever se as doses da Pfizer serão destinadas para primeira aplicação.

Vacinômetro - Até esta terça-feira (03/08), mais de 6 milhões de paranaenses já receberam ao menos uma dose contra a Covid-19 e quase 70% dos adultos estão vacinados. A expectativa é de alcançar 100% até o final de setembro. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Gilson Abreu / AEN

 

SAÚDE IV: Paraná fecha período epidemiológico com 27.889 casos de dengue e 32 óbitos

saude IV 04 08 201A Secretaria de Estado da Saúde publicou nesta terça-feira (03/08) o informe da dengue número 43, que encerra o período epidemiológico 2020/2021, totalizando 27.889 casos confirmados e 32 óbitos no Paraná. Os dados foram contabilizados desde o dia 1º de agosto do ano passado.

Municípios - No Paraná, 288 municípios registraram casos de dengue nas 22 Regionais de Saúde. O informe apresenta 93.329 notificações para a doença, também em municípios das 22 Regionais, e aponta 2.359 ainda em investigação quanto à classificação final.

Óbitos - Os 32 óbitos aconteceram nos municípios de Morretes (1), Paranaguá (4), Foz do Iguaçu (3), Matelândia (1), Medianeira (1), Roncador (1), Campo Mourão (1), Paraíso do Norte (1), Santo Antônio do Caiuá (1), Marialva (1), Maringá (2), Apucarana (1), Alvorada do Sul (1), Assaí (1), Cambé (2), Ibiporã (1) e Londrina (9).

Redução - O número de casos teve uma redução de 87,7% em relação ao período anterior. Em 2019/2020 foram 227.724 confirmações. Houve também queda de 81,9% no total de óbitos – no período epidemiológico anterior foram 177.

Preocupação - “A dengue segue como uma das principais preocupações do Governo do Estado. A redução neste momento não é motivo para baixarmos a guarda em relação ao combate contra o mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença”, disse o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

Pandemia - “Segundo avaliação dos técnicos da Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde e da Sesa, a diminuição pode estar relacionada com a pandemia da Covid-19 e o receio da população em procurar atendimento nas unidades de saúde, bem como uma possível subnotificação ou atraso nas notificações em consequência das equipes estarem envolvidas no enfrentamento da pandemia”, destacou o secretário.

Controle - A Secretaria da Saúde enfatiza a importância do controle e eliminação dos criadouros do Aedes aegypti, com a organização dos serviços de saúde para que isso aconteça mas, principalmente, com a participação da população. “O último levantamento entomológico, realizado entre abril e junho deste ano, comprovou que os focos do mosquito estão nas residências, em pontos que acumulam água. São estes criadouros que precisam ser eliminados”, alertou o secretário.

Pontos - De acordo com o levantamento, 80,8% dos criadouros foram encontrados em pontos passíveis de remoção e elimináveis, como lixo, entulhos de construção, pneus, vasos de plantas com pratos, recipientes de degelo, entre outros.

Outras doenças - Em relação à chikungunya, o informe registrou 94 casos confirmados no período, além de 2 casos de zika vírus. As doenças também são transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti.

Preliminares - Os dados apresentados no boletim desta terça-feira são preliminares. Os municípios e Regionais de Saúde terão até o mês de outubro para concluir as investigações relacionadas ao período. Na próxima terça-feira (10/08), a Sesa publicará o primeiro boletim relativo ao período 2021/2022.

Ações - A Secretaria da Saúde realizou no período epidemiológico 2020/2021 diversas atividades para o enfrentamento de arboviroses. Foram promovidas capacitações online via YouTube para orientar os técnicos sobre o manejo clínico da dengue e a importância do trabalho integrado entre os Agentes de Combate a Endemias (ACE) e Agentes Comunitários de Saúde (ACS).

Parceria - Houve também parceria com Escola de Saúde Pública para o curso online de Aperfeiçoamento de Vigilância em Saúde, com ênfase em Vigilância Ambiental nas Ações de Controle de Doenças Transmitidas por Vetores e Zoonoses, com 340 participantes.

COE - Em março de 2020 foi estabelecido, por meio de resolução (126/2020), o Centro de Operações de Emergência (COE), com reuniões periódicas e online, com participações das Regionais de Saúde, representantes do Conselho de Secretários Municipais de Saúde do Paraná, Ministério Público do Paraná, Conselho Regional de Medicina e Sesc/PR, entre outros.

Unidades Sentinelas - “Destacamos ainda que foram criadas 60 Unidades Sentinelas distribuídas nas 22 Regionais de Saúde para realizar monitoramento oportuno do início da circulação viral da dengue, zika e chikungunya”, disse a diretora de Atenção e Vigilância em Saúde, Maria Goretti David Lopes.

Surto - Por meio de uma destas unidades sentinelas, acrescentou a diretora, foi identificado o surto de febre chikungunya no município de Apucarana, em abril deste ano, possibilitando uma rápida intervenção.

Notas orientativas´- “Além disso, a Sesa elaborou seis notas orientativas para apoiar os municípios no enfrentamento às arboviroses, desde o controle vetorial até o trabalho das equipes de vigilância e atenção à saúde, principalmente nesse momento de cocirculação viral entre dengue e Covid-19”, ressaltou Maria Goretti. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Pixabay

 


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