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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5125 | 02 de Agosto de 2021

PRC100: Sistema Ocepar lança livro com as ações desenvolvidas e os resultados do Plano Paraná Cooperativo

prc 100 destaque 02 08 2021O planejamento estratégico funciona com uma bússola, apontando onde a empresa quer chegar e a direção que ela precisa seguir para alcançar o seu destino. A partir disso, são traçadas as estratégias que irão possibilitar chegar lá. No cooperativismo do Paraná, a cultura do planejamento existe desde a década de 1970 e a cada novo ciclo se aprimora para que as cooperativas paranaenses se mantenham fortes e prósperas, conquistando mercados, gerando empregos, renda e galgando espaço nos mais diversos segmentos. Mostrar a importância e os resultados de um planejamento sistêmico bem estruturado, é o objetivo do Sistema Ocepar com o livro PRC100: Plano Paraná Cooperativo – Desenvolvimento e Resultados, um trabalho completo que mostra desde a estruturação até os resultados que levaram o cooperativismo do estado a dobrar o faturamento, passando de R$ 50 bilhões para mais de R$ 100 bilhões, no período de seis anos.

Leitura - O livro está disponível para download. Neste mês, serão enviados alguns exemplares impressos para as cooperativas paranaenses. No prefácio escrito pelo presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, o leitor tem uma prévia das informações que a publicação traz e da importância que é ter um planejamento focado em resultados, sem perder a identidade que define o cooperativismo. Confira abaixo:

Na Assembleia Geral Ordinária (AGO) do Sistema Ocepar de 2015, as cooperativas paranaenses deram sinal verde para o início de um novo ciclo do planejamento estratégico do setor, o Plano Paraná Cooperativo 100 (PRC100). Após intensa análise em torno das megatendências mundiais e do cenário econômico da época, de queda no consumo interno, redução nos preços das commodities, alta dos juros e carga tributária elevada, foi elaborado um plano para direcionar o crescimento do cooperativismo do estado. Este trabalho foi conduzido pelo Sistema Ocepar e contou com o protagonismo de representantes das cooperativas.

Foram traçados três possíveis cenários para atingir a ousada meta de dobrar o faturamento do setor, passando de R$ 50 bilhões para R$ 100 bilhões.  Mas o que se comprovou na prática, superou qualquer expectativa. Em 2020, um ano antes da projeção otimista, a soma dos faturamentos individuais das cooperativas paranaenses não apenas atingiu, como ultrapassou a meta do PRC100. As mudanças de cenário, especialmente favoráveis ao agronegócio, por conta da alta na demanda por alimentos no mundo inteiro, resultaram num faturamento de R$ 115,7 bilhões, elevação de 32% em relação a 2019, e 15% acima da meta do PRC100.

Mas resultado do PRC100 não pode - e não deve - ser medido apenas por suas cifras. Ao longo de seis anos, o desdobramento estratégico do PRC100 resultou em 30 projetos, elaborados com base em cinco pilares: Financeiro, Mercado, Cooperação, Infraestrutura, Governança & Gestão. A implementação do PRC100 trouxe avanços significativos em várias frentes. Parcerias foram formadas, mercados foram alçados, fortalecemos as relações com os poderes públicos, e avançamos em questões como compliance, inovação, profissionalização, tecnologia, entre outras.

Nesta publicação, o leitor conhecerá as ações que deram sustentação ao PRC100. Ao apresentá-las, buscamos conectar a teoria com o dia a dia das cooperativas, evidenciando a contribuição de um planejamento sistêmico, com metodologia, diretrizes, missão, visão e valores, objetivos claros e um plano de ação efetivo.

O futuro nos aguarda, repleto de oportunidades.  Porém, tão importante quanto definir uma direção, é traçar as estratégias que nos permitirão chegar lá. Isto é garantia de assertividade nas decisões e sucesso em sua execução.

E não podemos esquecer nossas origens, aquilo que nos trouxe até aqui e nos fez ser quem somos. Por este motivo, o leitor fará uma breve viagem pela história do cooperativismo, um passeio por cinco décadas em que conhecerá fatos que impactaram as cooperativas do Paraná e demandaram um forte trabalho de representação institucional.

Tivemos muitos desafios, mas também conquistas importantes, como a reorganização do cooperativismo, trabalho iniciado na década de 1970 e que resultou na implantação de projetos integrados (o PIC, o Norcoop e o Sulcoop), a implantação do programa de autogestão, a constituição do Sescoop e da Fecoopar, e os avanços no planejamento estratégico, que hoje estão sintetizados nesta publicação do PRC100.

Se tem algo que diferencia o cooperativismo do Paraná é que aqui o planejamento faz parte do dia a dia das cooperativas. Desde a fundação da Ocepar, em 1971, o planejamento se fez presente.  Somamos meio século de atividades. Direcionamos nosso foco para os desafios do futuro, planejando cada passo que vai nos levar até os nossos objetivos, mas sem perder a identidade que nos define.

O PRC100 traduz isso. Agradecemos as cooperativas que desde o início se envolveram na construção do plano junto com o Sistema Ocepar, participando dos comitês ou de forma individual. As contribuições do PRC100 são o resultado do trabalho colaborativo e do desejo que o cooperativismo trilhe o caminho do crescimento de forma sustentável e perene.

Boa leitura!

José Roberto Ricken

Presidente do Sistema Ocepar

 

Clique aqui e confira a publicacão na íntegra

 

 

GETEC: Informe nº 36 apresenta expectativas de mercado sobre indicadores econômicos

getec destaque 02 08 2021A Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec) divulgou, nesta segunda-feira (02/08), mais uma edição do Informe Expectativas de Mercado, com base nas informações do Boletim Focus, do Banco Central (BC), levantadas com instituições financeiras sobre as projeções relativas à economia nacional, contemplando o Produto Interno Bruto (PIB), IPCA (Índice de Preços ao Consumidor), taxa Selic e câmbio para 2021, 2022 e 2023. Também foi publicado o Informe Mensal, com o histórico das projeções do Banco Central referente a julho.

Clique aqui para conferir o Informe Expectativas de Mercado Semanal

Clique aqui para conferira o Informe Mensal de Julho

 

ANUÁRIO 2021 I: Cooperativismo cresce durante a pandemia

anuario I 02 08 2021 Mesmo no meio de tantos desafios sociais e econômicos, gerados pela pandemia do novo coronavírus, em 2020 o cooperativismo brasileiro cresceu. O principal indicador social – o número de cooperados – saltou de 15,5 milhões (em 2019) para 17,2 milhões no ano passado – registrando um crescimento de cerca de 11%. E se o resultado na geração de trabalho (para os cooperados) foi bom, o resultado na geração de emprego também foi muito satisfatório, pois houve um ingresso de quase 28 mil profissionais nas cooperativas do país. Em 2019, o número total de colaboradores nas coops era 427,5 mil e, em 2020, esse número subiu para 455 mil.

Anuário - Os dados fazem parte do Anuário do Cooperativismo Brasileiro que acaba de ser lançado pelo Sistema OCB e que tem o ano de 2020 como referência. O lançamento ocorreu durante o painel A Importância de uma cultura de dados para o cooperativismo, última parte da programação da Semana ConexãoCoop, que começou na segunda-feira passada (26/07), e que teve uma série de debates e lançamentos importantes para o desenvolvimento do cooperativismo brasileiro.

Lançamento - O lançamento do anuário ocorreu na sexta-feira (30/07) durante o painel A importância da de uma cultura de dados para o cooperativismo, que contou com o arquiteto de Software e professor no Instituto de Gestão e Tecnologia da Informação (IGTI), Ângelo Assis, que falou explicou como obter e gerenciar informações para orientar as melhores tomadas de decisão.

Visibilidade - Sobre os novos dados do cooperativismo brasileiro, o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, destacou que a divulgação deste estudo tem por objetivo dar visibilidade à força e relevância socioeconômica do cooperativismo, disponibilizando para as cooperativas, imprensa, academia e organismos públicos dados e informações sobre esse modelo de negócios. “Esse anuário permite projetar estratégias para o fortalecimento do setor e o sucesso de mais essa conquista tem que ser compartilhada com as unidades estaduais e cooperativas que não mediram esforços para atender às nossas solicitações de informações”, destaca Márcio Freitas.

Superação - O líder cooperativista também ressaltou o fato de que as cooperativas, durante um dos anos mais complexos da história humana se superaram e apresentaram resultados extremamente positivos, o que, para ele, é mais uma comprovação de que o cooperativismo é ainda mais forte em momentos de crise.

Preocupação com a comunidade - “Atuando no mercado com total profissionalismo e pautadas por um modelo de negócio que se fortalece justamente no trabalho conjunto, elas conseguem beneficiar os seus cooperados e um número ainda maior de pessoas. A preocupação com a comunidade faz parte do DNA das sociedades cooperativas e, por isso, e cada vez mais, elas assumem um papel de protagonistas no país, se mostrando essenciais para a retomada da economia brasileira no cenário pós-pandemia.

Cooperativas - Hoje, somamos 4.868 cooperativas distribuídas em todos os estados, atuantes nos sete ramos do cooperativismo, oferecendo ao mercado e à população produtos e serviços de qualidade e com a marca Coop.

Papel importante - “Nossas cooperativas têm um papel importante nas cidades e no campo. Elas marcam presença em muitos segmentos diferentes, como no mercado financeiro, na agropecuária, na área da saúde, da educação, na geração e distribuição de energia, no turismo, na atividade mineradora, no transporte e, também no setor habitacional e de consumo. O cooperativismo é, sem dúvida, um agente fundamental para a promoção do desenvolvimento em todos os estados brasileiros”, comenta o presidente do Sistema OCB.

Coops - A nova versão do anuário mostra uma redução no número de cooperativas. Em 2019, elas somavam 5.314; e, em 2020, o número registrado foi de 4.868 coops. Segundo a OCB, essa diminuição não significa que o cooperativismo está menor, mas que a redução do número de cooperativas singulares se dá em função de um movimento no mercado para ganho de eficiência e escala com redução de custos, caminhando para fusões e incorporações.

Gênero - Quando se avalia a questão de gênero, percebem-se avanços importantes em relação aos anos anteriores. As mulheres representaram, em 2020, 40% do total de cooperados e 39% do total de empregados.

Ativos e patrimônio - Os indicadores financeiros do cooperativismo também demonstram a força do movimento. Em 2020, o ativo total das cooperativas que participaram da pesquisa do anuário alcançou a marca de R$ 655 bilhões, um aumento de 33% em relação a 2019. O patrimônio líquido foi contabilizado em R$ 145 bilhões: 15% maior quando comparado ao ano anterior.

Ramos - Confira abaixo os principais número de cada um dos sete ramos do cooperativismo:

Agropecuário

1.173 cooperativas;

1.001.362 cooperados;

223.477 empregados.

Consumo

247 cooperativas;

2.208.756 cooperados;

14.427 empregados.

Crédito

755 cooperativas;

11.966.563 cooperados;

79.121 empregados.

Infraestrutura

246 cooperativas;

1.481.493 cooperados;

7.336 empregados.

Saúde

758 cooperativas;

409.175 cooperados;

116.559 empregados.

Trabalho, produção de bens e serviços

685 cooperativas;

180.074 cooperados;

8.714 empregados.

Transporte:

984 cooperativas;

89.857 cooperados;

5.461 empregados.

Acesse - Para acessar o novo Anuário do Cooperativismo Brasileiro, clique aqui.

Palestra - Quer assistir à palestra A importância da de uma cultura de dados para o cooperativismo, com o arquiteto de Software e professor no Instituto de Gestão e Tecnologia da Informação (IGTI), Ângelo Assis? Clica aqui.

Painéis - E, para assistir todos os painéis da Semana ConexãoCoop, acesse por aqui. (OCB)

Clique aqui e confira o áudio sobre o tema, produzido pelo jornalista Alexandre Salvador para a rádio Paraná Cooperativo

 

ANUÁRIO 2021 II: Valor Econômico destaca novos números do setor

anuario II 02 08 2021A força do cooperativismo traduzida nos novos números do Anuário do setor, lançado na sexta-feira (30/07) pelo Sistema OCB como parte final da Semana Conexão Coop, foi destaque na edição do Valor Econômico do dia. O jornal – um dos mais bem conceituados do país – traz uma perspectiva do setor, com foco nas cooperativas agropecuárias, seus resultados e contribuições para a economia.

Número - Clique aqui para conhecer os números do Anuário do Cooperativismo Brasileiro 2020/2021.

Semana Conexão Coop - A Semana Conexão Coop começou na segunda-feira (26/07) e foi palco para uma série de debates, apresentações e lançamento de produtos e serviços. Entre eles estão:

Lançamento do site de oportunidades de mercado e inteligência comercial do Sistema OCB: o Conexãocoop;

Lançamento do Dashboard de Indicadores Econômicos;

Demonstração da plataforma Coops Nas Compras Públicas;

Lançamento da série de e-books Primeiros Passos Para Exportação (vol 1 e vol 2);

Lançamento da plataforma de Intercooperação Negócios Coop;

Lançamento do estudo Coop de olho no futuro: tendências de mercado diante de um novo mundo;

Lançamento dos cursos EAD Venda Mais e Agricultura Familiar Nas Compras Públicas. (OCB)

 

C.VALE: Processo de incorporação com a Cooatol é aprovado em Assembleia Geral Extraordinária

A C.Vale Cooperativa Agroindustrial e a Cooatol Cooperativa Agroindustrial emitiram um comunicado, informando a aprovação do processo de incorporação, formalizado em Assembleia Geral Extraordinária conjunta, realizada na sexta-feira (30/07). “A união tem o objetivo de potencializar as atividades operacionais das 19 unidades de recebimento da Cooatol, garantindo maior escala na originação de grãos, oferta de insumos e bens de produção aos seus cooperados e clientes. Também vai garantir ampla assistência técnica, fomento e ampliação na matriz de negócios ofertados aos cooperados, garantindo crescimento sustentável e contínuo”, diz a nota.

Clique aqui e confira o comunicado emitido pela C.Vale e Cooatol

SICREDI PROGRESSO: Resultados do primeiro semestre serão apresentados em Reunião de Núcleos, nesta segunda-feira

sicredi progresso 02 08 2021A Sicredi Progresso PR/SP apresenta, nesta segunda-feira (02/08), os resultados do primeiro semestre de 2021 por meio de uma Reunião de Núcleos. A prestação de contas será transmitida no canal da Cooperativa no YouTube (Sicredi Progresso PR/SP) com início às 19h30 e todos os associados estão convidados a participar.

Condução - A reunião será conduzida pelo presidente, Cirio Kunzler, e pelo diretor executivo, Inacio Cattani. Também contará com a presença especial do presidente da Central Sicredi PR/SP/RJ, Manfred Dasenbrock. No encontro serão apresentados os resultados da Cooperativa, números e ações realizadas.

Convite - “Convido a todos os nossos associados para participarem desse momento tão importante para nós que é a prestação de contas. Nosso sistema cooperativo permite que o associado seja o verdadeiro dono do negócio e apresentar o que estamos fazendo evidencia nossa transparência e compromisso com o crescimento da Cooperativa e de cada associado”, reforça, Cirio Kunzler.

Agências - Atualmente a Sicredi Progressos PR/SP conta com 18 agências distribuídas na área de ação nos estados do Paraná e São Paulo. Destas, 12 estão no Paraná, nos municípios de Toledo, Nova Santa Rosa, Tupãssi, São Pedro do Iguaçu e Ouro Verde do Oeste; E as outras 6, em São Paulo nos municípios de Mogi das Cruzes, Suzano, Itaquaquecetuba, Guararema, Ferraz de Vasconcelos e Poá.

Aniversário - Agosto também é mês especial para a Sicredi Progresso. A cooperativa completa 40 anos de história e está presente na vida de aproximadamente 50 mil associados. (Imprensa Sicredi Progresso)

SERVIÇO

Reunião de Núcleos

Data: 02/08/2021

Horário: 19h30

Link de acesso: https://www.youtube.com/watch?v=vD5on4auh_M

 

SICREDI PARQUE DAS ARAUCÁRIAS: Cooperativa participa da Feira do Colono de Honório Serpa (PR)

Foi realizada, no domingo retrasado (25/07), a Feira do Colono no município de Honório Serpa (PR). O evento foi promovido pela comunidade católica local, como parte da programação da festa em homenagem ao Dia do Motorista.

Parceira - A Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP foi parceira do evento, que aconteceu no pátio da igreja matriz do município. A cooperativa contribuiu com equipamentos para a estrutura do evento, além do convite aos expositores e apoio na organização.

Produtores rurais - Na ocasião, 14 produtores rurais expuseram e comercializaram uma série de produtos agrícolas, como frutas, verduras, vinhos, salame colonial, derivados de cana de açúcar, panificados e artesanatos. (Imprensa Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP)

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UNIMED CASCAVEL: Na hora certa; Campanha do Agasalho bate recorde em 2021

unimed cascavel 02 08 2021Mais do que os recordes de frio intenso, o inverno de 2021 registrou uma marca histórica de solidariedade. A Campanha do Agasalho da Unimed Cascavel somou 6.800 peças a mais do que em 2020 e chegou a 7.500 itens (entre roupas, sapatos, cobertores, mantas e edredons). As arrecadações foram realizadas entre os dias 1º de abril e 16 de julho e foram uma das atividades do Dia de Cooperar, o Dia C, em comemoração pelo Dia do Cooperativismo (3 de julho).

Parcerias - Em Cascavel e em Ubiratã, a campanha teve as parcerias das empresas Transvale, Transportadora Pra Frente Brasil, Mascarello, Comil, Corplife, além do Sindicato Rural de Cascavel, Acic, Amic e Aceu. Em Cafelândia, a iniciativa contou com a parceria da Associação Comercial e Empresarial, além de 100 empresas da cidade.

Entidades beneficiadas em Cascavel

• Eureca I

• Comunidade Terapêutica Renascer

• Cootacar

• Albergue Noturno

Entidades beneficiadas em Cafelândia

• Pastoral Familiar da Paróquia Nossa Senhora Consolata

• Irmãs da Penha

• Apae

• Pastoral da Paróquia São Pedro

• Cras

Momento propício - “Essas doações contribuíram em um momento muito propício, por causa do frio intenso que chegou. Os itens chegaram e já foram entregues para mais de 50 famílias, que ficaram maravilhadas especialmente com as cobertas que receberam.” - Adriana Rossini, coordenadora do Eureca 1.

Tratamento - “A Comunidade Terapêutica Renascer oferece tratamento para homens diretamente afetados por problemas decorrentes do uso e abuso de substâncias psicoativas e que, por muitas vezes, encontram-se em situação de vulnerabilidade social e/ou em situação de rua. Por conta disso, a Campanha de Agasalho foi de grande importância para os 32 acolhidos que estão em tratamento. Recebemos cobertores, roupas de verão, roupas de inverno e calçados. Portanto, as doações foram fundamentais para a Comunidade.” - Rosana Breda Moura, psicóloga da Comunidade Terapêutica Renascer.

Gratificante - “É sempre muito gratificante para a Acicaf realizar esta campanha. Neste ano, com o apoio da Unimed Cascavel, conseguimos ajudar muitas famílias em Cafelândia. Esperamos que, no próximo ano, possamos contar novamente com essa parceria de sucesso com a Unimed para que possamos juntos aquecer o inverno de muitas pessoas.” - Fernanda da Costa Goldacker, executiva da Associação Comercial e Industrial de Cafelândia (Acicaf).

Tema - “Máscaras protegem a vida. Roupas também”. Neste período de pandemia, o tema da edição de 2021 fez uma comparação da importância das roupas e das máscaras para a proteção da vida.

Contagem e separação - O trabalho de contagem e separação dos donativos teve a participação de colaboradores voluntários da Unimed Cascavel. “Sempre que tenho a oportunidade de fazer algum trabalho voluntário eu faço, porque gosto de ajudar. Fiquei orgulhosa pelo volume de arrecadações que representam a solidariedade. Isso ajudou muita gente”, resumiu Julia Luiza Bresolin, assistente de terapias da Unimed Cascavel. (Imprensa Unimed Cascavel)

 

CMN: Conselho aprova elevação dos limites da receita anual para efeito da classificação do produtor rural

cmn 02 08 2021O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou, na quinta-feira (29/07), a elevação dos limites da Receita Bruta Agropecuária Anual (RBA) para efeito da classificação do produtor rural, pessoa física ou jurídica, da seguinte forma:

a) pequeno produtor: de até R$ 415.000,00 para até R$ 500.000,00

b) médio produtor: de acima de R$ 415.000,00 até R$ 2.000.000,00 para acima de R$ 500.000,00 até R$ 2.400.000,00; e

c) grande produtor: de acima de R$ 2.000.000,00 para acima de R$ 2.400.000,00.

Anúncio - A ampliação do valor da renda bruta para enquadramento no Pronaf já havia sido anunciada durante o lançamento do Plano Safra, e foi uma demanda apresentada pelos agricultores familiares.

Pronaf - O CMN também elevou, no âmbito do Pronaf, de até R$ 165.000,00 para até R$ 200.000,00, o limite de financiamento por ano agrícola para aquisição de colheitadeira automotriz usada e de R$ 80.000,00 para R$ 96.000,00 o limite de financiamento por ano agrícola para aquisição de outras máquinas, equipamentos e implementos usados.

Órgão colegiado - O CMN é um órgão colegiado presidido pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, e composto pelo presidente do Banco Central do Brasil, Roberto Campos Neto, e pelo secretário especial do Tesouro e Orçamento do Ministério da Economia, Bruno Funchal. Nesta oportunidade, a secretária especial adjunta do Tesouro e Orçamento, Gildenora Batista Dantas Milhomem, atuou como substituta do secretário especial Bruno Funchal. (Mapa)

FOTO: Assessoria Copagril

 

PECUÁRIA: Tecnologia amplia eficiência e faz de Castro referência nacional na produção de leite

pecuaria 02 08 2021A cena chama a atenção. Vacas aguardam em fila indiana o momento de o robô dar os comandos e o portão abrir para iniciar uma das três ordenhas do dia. O processo se repete 24 horas por dia na propriedade dos Rabbers em Castro, nos Campos Gerais, dá a dimensão da automação que tomou conta da produção de leite no Paraná.

Tecnologia - Mais tecnologia e menos desperdício. Equação que ajudou a recolocar o Estado no segundo lugar na produção nacional. Foram 4,4 bilhões de litros produzidos em 2018, de acordo com a Pesquisa da Pecuária Municipal (PPM) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Minas Gerais lidera com 8,9 bilhões de litros e, em terceiro lugar, está o Rio Grande do Sul, com 4,2 bilhões de litros.

Liderança - Ascensão que passa necessariamente pela cidade de aproximadamente 72 mil habitantes. Castro lidera a produção brasileira. O Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab) apontou que o leite responde por 25% da produção do município. Em 2019 foram 323 milhões de litros ou quase 1 milhão de litros por dia.

Eficiência - Desempenho baseado na eficiência e precisão que valeu à cidade o título de capital nacional do leite. “A região de Castro é a mais eficiente do Brasil quando falamos de leite. Só não é a maior em volume por causa do tamanho geográfico”, afirmou o secretário de Estado da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara. “Uma região de alta relevância, padrão elevado de tecnologia, genética, conforto animal, técnicas de manejo e normais sanitárias”, acrescentou.

Geração em geração - Armando Rabbers costuma dizer que a paixão pela pecuária leiteira veio do berço. O pai, um típico holandês, trouxe as primeiras sete vacas holandesas junto no navio em que atravessou o Atlântico para fazer a vida no Brasil.

Certo - Clima, pastagem e força de vontade colaboraram para que o negócio desse muito certo. Hoje, Armando comanda um complexo com 154 vacas leiteiras e dois robôs, tecnologia que faz toda a diferença e faria o velho Rabbers corar de tanto orgulho. São 5.700 litros por dia, uma média de 41 litros por animal, encaminhados para a Cooperativa Castrolanda, outro ingrediente para o sucesso do leite na região.

Coordenadas - Diante de dois monitores, Armando dá as coordenadas do processo. Com poucos cliques, controla a fazenda na palma da mão. “São três ordenhas voluntárias por dia. As vacas entram na máquina quando têm vontade. O robô é só uma peça a mais”, contou o pecuarista.

Aliada - O empresário Armando Carvalho é outro a fazer da tecnologia a principal aliada. A esteira com capacidade para abrigar 60 vacas por vez é quem comanda o plantel de 900 animais, responsável pela produção de 35 mil litros de leite por dia. Tudo comandado por máquinas, nos mesmos moldes de Rabbers. “É como uma linha de montagem. A vaca se desloca enquanto o ordenhador fica parado, como apoio ao processo. Isso nos permitiu otimizar melhor o tempo e expandir”, destacou.

Expansão - A estrutura, inaugurada em novembro do ano passado, já foi pensada para ser expandida. Tem capacidade de abrigar até 2.500 vacas, o que quase triplicaria a produção da fazenda. “Vamos aumentando devagar”, disse.

Sistema - O sistema de ordenha voluntária (VMS) consiste em um braço hidráulico que executa todo procedimento de ordenha sozinho, de forma automática. Identifica a vaca, alimenta, faz a limpeza dos tetos (através de fluxo de água e ar), estimula, tira os primeiros jatos e seca. Feita essa preparação inicia a ordenha. As teteiras são colocadas após o laser identificar o posicionamento dos tetos. Todas as informações vão direto para o computador.

Separação automática - As vacas que saem do VMS são separadas automaticamente. Seguem para pista de alimentação, onde têm acesso à comida, água; ou para área de suplementação, onde se conseguem individualizar o fornecimento de concentrado. Esses caminhos são percorridos a partir de dois portões de seleção, que direcionam os animais, a partir da orientação vinda do robô, que ajuda no gerenciamento em relação à qual precisa ser ordenhada.

Treinamento - A região de Castro se transformou tanto em referência na produção de leite que existe na cidade até um local especializado para treinamentos, o Centro de Treinamentos para Pecuaristas (CTP). Comandado com mão de ferro pelo diretor executivo Enio Karkow, o complexo de 15 hectares oferece cerca de 25 cursos gratuitos por ano, divididos em duas modalidades: um voltado para produtores, estudantes e técnicos e outro para funcionários.

Aprendizado - O aluno se hospeda e passa a semana na fazenda, aprendendo as nuances do trabalho. O local conta com aproximadamente 380 vacas e produz 11,2 mil litros de leite por dia. Tudo encaminhado para a Castrolanda, o que permite subsidiar os cursos. Por causa da pandemia, a expectativa é reabrir o centro de treinamento para os alunos em agosto.

Base - “É uma base no Paraná procurada por uma infinidade de pessoas do Brasil inteiro. De maneira muito prática, ensinamos e ajudamos a melhorar a produção de leite”, explicou Karkow.

Série - O leite de Castro faz parte da série de reportagens Paraná que alimenta o mundo, desenvolvida pela Agência Estadual de Notícias (AEN). O material busca mostrar o potencial do agronegócio paranaense. Os textos são publicados sempre às segundas-feiras. A previsão é que as reportagens se estendam durante todo o ano de 2021. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Ari Dias / AEN

 

DEFESA AGROPECUÁRIA I: Mapa reforça vigilância após ocorrências de Peste Suína Africana na República Dominicana

defesa sanitaria I 02 08 2021O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) informou, na sexta-feira (30/07), que está acompanhando e monitorando a ocorrência de dois focos de Peste Suína Africana (PSA) na República Dominicana. Trata-se do primeiro registro da doença no continente americano desde a década de 80, quando a doença foi considerada erradicada, após ocorrências no Brasil, em Cuba, no Haiti e na própria República Dominicana.

Diagnóstico - O diagnóstico foi realizado no Laboratório de Diagnóstico de Doenças Exóticas do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) e após confirmação, o país notificou à Organização Mundial da Saúde Animal (OIE) no dia 29 de julho.

Atenção - A chegada da PSA ao continente americano aumenta o estado de atenção com intensificação das medidas para prevenir a introdução da doença no Brasil. Visando manter o país livre de PSA, o Mapa vem adotando as providências necessárias que a situação requer e já emitiu alerta para a atuação dos setores de controle de importações, da vigilância agropecuária internacional e dos serviços oficiais de saúde animal.

Recomendações - “Reforçamos as recomendações para vigilância em portos e aeroportos, para assegurar que companhias aéreas e marítimas e viajantes obedeçam às proibições de ingresso de produtos que representem risco de pragas e doenças para a agropecuária”, destaca o diretor de Saúde Animal, Geraldo Moraes.

Sistema de vigilância específico - O Brasil tem um sistema de vigilância específico e planos de contingência para as doenças hemorrágicas de suínos, cujas doenças-alvo são a Peste Suína Clássica e Peste Suína Africana. Desde 2018, quando a PSA se disseminou na China e outros países da Ásia e Europa, o Ministério da Agricultura vem desenvolvendo ações para fortalecer as capacidades de prevenção do ingresso do vírus da PSA no país, visando a detecção e diagnóstico precoces e resposta rápida a eventuais incursões da doença no Brasil.

Procedimentos - “É fundamental que os suinocultores e as agroindústrias intensifiquem os procedimentos de biossegurança nos estabelecimentos de criação, especialmente sobre a entrada de animais, alimentos, insumos e visitantes, e notifiquem imediatamente quaisquer casos suspeitos da doença ao serviço oficial de saúde animal, para a pronta investigação”, alerta Moraes.

Contato - O Departamento de Saúde Animal da Secretaria de Defesa Agropecuária do Mapa está em estreito contato com as autoridades de saúde animal da República Dominicana, com os organismos regionais e com a representação da OIE nas Américas, visando aprofundar o conhecimento sobre a situação da ocorrência, além de disponibilizar apoio para a eliminação dos focos e contenção da disseminação do vírus, permitindo recuperação da condição do continente americano de livre da PSA.

Plano - Na sexta-feira (30/07), o Mapa divulgou o Plano Integrado de Vigilância de Doenças dos Suínos que visa fortalecer a capacidade de detecção precoce de casos de Peste Suína Clássica (PSC), Peste Suína Africana (PSA) e a Síndrome Reprodutiva e Respiratória dos Suínos (PRRS), bem como demonstrar a ausência das doenças em suínos domésticos.

Peste Suína Africana - A Peste Suína Africana é uma doença viral que não oferece risco à saúde humana, mas pode dizimar criações de suínos, pois é altamente transmissível e leva a altas taxas de mortalidade e morbidade. Considerada pela OIE como uma das doenças mais relevantes para o comércio internacional de produtos suínos, a PSA afeta somente suínos.

Produção - Atualmente, o Brasil é o quarto maior produtor e exportador mundial de carne suína. Produziu 4,436 milhões de toneladas em 2020 - cerca de 4,54% da produção mundial - e exportou 1.024 mil toneladas - 23% da produção nacional - para 97 países.

Entrada - No Brasil, a doença foi introduzida em 1978 no estado do Rio de Janeiro, por meio de resíduos contaminados de alimentos provenientes de voos internacionais com origem em países onde a doença estava presente. A última ocorrência de PSA no Brasil foi registrada no estado de Pernambuco, em novembro de 1981, e as medidas aplicadas pelo serviço veterinário oficial brasileiro permitiram a erradicação da doença em todo seu território e a declaração de país livre de PSA em 1984. (Mapa)

FOTO: Open Clipart Vectors / Pixabay

 

DEFESA AGROPECUÁRIA II: Ministério divulga Plano Integrado de Vigilância de Doenças dos Suínos

defesa sanitaria II 02 08 2021O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) divulgou, na sexta-feira (30/07), o Plano Integrado de Vigilância de Doenças dos Suínos que visa fortalecer a capacidade de detecção precoce de casos de Peste Suína Clássica (PSC), Peste Suína Africana (PSA) e a Síndrome Reprodutiva e Respiratória dos Suínos (PRRS), bem como demonstrar a ausência das doenças em suínos domésticos.

Revisão de normas - O plano revisa a Norma Interna 05/2009 e a Norma Interna 03/2014, publicadas pelo Departamento de Saúde Animal da Secretaria de Defesa Agropecuária do Mapa, para a vigilância de PSC, ampliando o escopo de doenças-alvo para a PSA e a PRRS e redefinindo os componentes do sistema como vigilância sorológica baseada em risco, inspeções em estabelecimentos de criação, investigação dos casos suspeitos, inspeção em abatedouros e vigilância sorológica em suínos asselvajados.

Quarto maior produtor - Atualmente, o Brasil é o quarto maior produtor mundial de carne suína, com um rebanho de mais de 40 milhões de animais. Cerca de 80% dessa produção abastecem o mercado nacional.

Condição sanitária - “A suinocultura brasileira possui condição sanitária bastante favorável por ser considerada livre de doenças economicamente muito importantes que ocorrem em várias partes do mundo”, destaca o chefe da Divisão de Sanidade dos Suídeos, Guilherme Takeda. A manutenção desta condição sanitária no Brasil garante menores custos de produção e vantagem competitiva no acesso a mercados internacionais.

Desenvolvimento - O Plano Integrado de Vigilância de Doenças de Suínos foi desenvolvido pelo Departamento de Saúde Animal, com participação do Serviço Veterinário Oficial dos estados (SFAs e OESAs) e dos setores da iniciativa privada, representando o compromisso em manter e melhorar a vigilância animal implantada no Brasil e proteger a suinocultura nacional.

Esforço conjunto - “O Plano foi construído a partir de um esforço conjunto e compartilhado entre os vários setores e segmentos que atuam no campo da produção e sanidade dos suínos, e sua implantação e execução exige o reforço desse compromisso. A vigilância envolve ações contínuas e conjuntas de responsabilidade dos setores público e privado”, reforça o diretor do Departamento de Saúde Animal, Geraldo Moraes.

Peste Suína Clássica - A PSC é uma doença que acomete suínos domésticos e asselvajados. É obrigatória a notificação imediata ao serviço veterinário oficial de qualquer caso suspeito.

Vírus - O vírus é encontrado nas secreções e excreções do animal infectado e pode ser transmitido pelas vias direta (contato entre animais, aerossóis e suas secreções e excreções, sangue e sêmen) ou indireta (água, alimentos, fômites, trânsito de pessoas, equipamentos, materiais, veículos, vestuários, produtos, alimentos de origem animal), entrando no organismo por via oral e oro-nasal.

Zona livre - Atualmente, cerca de 83% do rebanho suíno brasileiro encontram-se em zona livre (ZL) de PSC.

OIE - A condição zoossanitária da doença no Brasil, reconhecida pela Organização Mundial da Saúde Animal (OIE), é constituída por três Zonas Livres: uma constituída pelos estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina; outra pelos seguintes estados: Acre, Bahia, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rondônia, São Paulo, Sergipe, Tocantins e os municípios de Guajará, Boca do Acre, sul do município de Canutama e sudoeste do município de Lábrea, pertencentes ao estado do Amazonas; e a terceira formada pelo estado do Paraná.

Não livre - A zona não Livre (ZnL) é formada por Alagoas, Amapá, Amazonas (exceto região pertencente à ZL), Ceará, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Roraima.

Peste Suína Africana - A PSA também é uma doença de notificação imediata ao serviço veterinário oficial de qualquer caso suspeito. A doença foi introduzida no Brasil em 1978 no estado do Rio de Janeiro. As investigações realizadas à época revelaram que os suínos do estabelecimento caracterizado como foco índice se infectaram pela ingestão de sobras de comida servida a bordo de aviões procedentes de Portugal e da Espanha, países onde se propagava a doença.

Última ocorrência - A última ocorrência de PSA no Brasil foi registrada no estado de Pernambuco, em novembro de 1981, e as medidas aplicadas pelo SVO brasileiro permitiram a erradicação da doença em todo o território e a declaração do Brasil como país livre de PSA em 1984.

Ásia e Europa - Desde 2018, a PSA ingressou e se dispersou amplamente nos continentes asiático e europeu. No dia 29 de julho de 2021, foi confirmada a ocorrência da PSA na República Dominicana, ingressando nas Américas. O Mapa, os órgãos estaduais de Sanidade Agropecuária (OESA) e os setores privados da suinocultura têm desenvolvido e reforçado ações que evitem o ingresso da PSA no Brasil e que possam mitigar os impactos econômicos e sociais no caso de introdução da doença.

Síndrome Reprodutiva e Respiratória dos SuínosA doença nunca foi registrada no Brasil. Dessa forma, qualquer caso suspeito é de notificação obrigatória e imediata ao serviço veterinário oficial. A PRRS causa alta mortalidade em suínos recém-nascidos e desmamados, baixa taxa de concepção em rebanhos de reprodutores, aumento na taxa de aborto, natimortos e nascimento de leitões fracos, acarretando enormes perdas econômicas aos produtores.

Experiência - Pela experiência de países com suinocultura altamente especializada nas quais houve entrada da doença, foram notadas características muito preocupantes da PRRS, como alta taxa de difusão, falta de vacinas eficientes e incapacidade de medidas estritas de biosseguridade em evitar a infecção de granjas livres. O vírus da PRRS já foi identificado em importantes países produtores de suínos, sendo endêmico em vários deles. (Mapa)

 

CAFÉ QUALIDADE: Concurso inclui grãos fermentados na edição 2021

cafe qualidade 02 08 2021O concurso Café Qualidade Paraná abriu as inscrições para a edição 2021 com uma novidade: agora os cafeicultores podem concorrer também na categoria fermentação induzida, que vem se somar às já existentes cereja descascado e natural. A inscrição para este ano vai até 4 de outubro.

Valorização e fortalecimento - Organizado pela Câmara Setorial do Café do Paraná e pela Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, o concurso é uma estratégia para valorizar e fortalecer a produção de cafés especiais. Nos últimos concursos, alguns produtores inscreveram lotes com esse tipo de tratamento pós-colheita e isso causou certa dificuldade entre os julgadores, explica o economista Paulo Sérgio Franzini, do Departamento de Economia Rural da Secretaria da Agricultura, e coordenador do concurso. “Criamos uma categoria exclusiva por que cafés fermentados têm características próprias e devem ser avaliados com lotes que passaram pelo mesmo processamento”, afirma.

Fermentação - A fermentação de cafés vem despertando o interesse de produtores e consumidores. “Essas bebidas, que podemos chamar de exóticas, atendem um nicho de mercado interessado em novas experiências. Como consequência, os lotes são mais valorizados e melhoram a remuneração do produtor”, avalia Franzini.

Químico - Do ponto de vista químico, a fermentação nada mais é que a transformação dos açúcares em outros compostos pela ação de certos microrganismos. É um processo que ocorre naturalmente nos frutos maduros, e tem início antes mesmo da colheita.

Desafio - Nas duas formas de processamento utilizadas tradicionalmente — natural, em que os grãos são secados inteiros, e cereja descascado, quando se retira a polpa do fruto maduro antes da secagem —, o desafio dos cafeicultores é justamente evitar ao máximo a fermentação, até bem pouco tempo atrás considerada um defeito grave.

Consequências - “Descontrolada, ela gera um produto de aspecto visual ruim e bebida com traços de vinagre ou até de remédio”, explica o pesquisador Dhalton Shiguer Ito, do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná-Iapar-Emater (IDR-Paraná).

Benefícios - Entretanto, esse processo de deterioração também pode beneficiar a bebida, e é por essa razão que os produtores estão fazendo experiências e testando possibilidades de fermentação controlada — no terreiro, em tanques (chamados de “bombonas”), em estufas e mesmo na própria sacaria.

Técnica - “Como técnica de pós-colheita, consiste no uso, de forma positiva e controlada, dos microrganismos que degradam os componentes químicos dos grãos para melhorar seus atributos, com intensificação e até modificação de aromas e sabores originais do lote”, explica Ito.

Controle de fatores - Ele ressalta que a prática demanda capacidade de controlar fatores tão diversos como temperatura, pH, presença ou ausência de oxigênio e o tempo em que os grãos ficam expostos à fermentação. “Técnicas envolvendo até a inoculação de outros microrganismos, como leveduras, estão sendo utilizadas”, conta o pesquisador.

Outros países - Ainda iniciando no Brasil, a fermentação é adotada rotineiramente em muitos países produtores, e até se tornou uma característica de cafés originados em algumas regiões pelo mundo, de acordo com o pesquisador.

Doçura natural - “A qualidade vem de dentro para fora, o café já tem uma doçura natural”, avalia o cafeicultor Evilásio Mori, de Cambira, para explicar que a fermentação deve ser feita em grãos de alta qualidade e com o objetivo de acrescentar ou melhorar atributos já existentes.

Nicho - Mori tem participado regularmente do concurso Café Qualidade Paraná nos últimos anos. Ele pratica a fermentação em parte de sua produção e alerta para a condição de produto voltado a um nicho de consumidores. “O cafeicultor interessado nesse mercado deve fazer pequenas quantidades e assegurar a venda antecipada de seus lotes”, aconselha.

Sucesso - Segundo o produtor, para obter sucesso é necessário usar apenas frutos maduros colhidos seletivamente, lotes pequenos e fazer o procedimento em ambiente fresco. “Não pode deixar esquentar”, aconselha. Ele afirma, ainda, que o custo para fazer cafés fermentados é cerca de três vezes mais alto do que nos métodos tradicionais.

Consumidor - A barista Cristina Maulaz, proprietária da cafeteria O Armazém Cafés Especiais, em Londrina, avalia positivamente a inclusão da categoria fermentação induzida no Café Qualidade Paraná. “Vai beneficiar todos os segmentos da cadeia, só temos a ganhar com esse tipo de oferta”, afirma.

Novidade - Ela oferece cafés fermentados em sua loja há cerca de seis anos. “Mas ainda é uma novidade, há os que estranham e os que se apaixonam, especialmente quando a bebida tem nuances de rum, morango e frutas vermelhas”, conta.

Jovens - De acordo com Cristina, a juventude é mais receptiva aos fermentados. “Os jovens são mais abertos a experiências e se expõem a perfis sensoriais inusitados”, diz, acrescentando que essa também é uma característica percebida entre os produtores. “Quase todos os meus fornecedores são jovens cafeicultores em busca de inovações para o setor”.

Preço mais alto - Sobre o preço mais alto, ela explica que em geral os fermentados são cafés especiais de pontuações altas, muitos com denominação de origem. “Tenho lotes de 88,89 pontos”, conta, fazendo referência à metodologia da associação internacional de cafés especiais (SCA, na sigla em inglês), que avalia aroma, doçura, acidez, corpo, sabor, gosto remanescente e balanço da bebida em uma escala de pontuação que vai até 100.

Paralelo - Questionada sobre o futuro dos cafés fermentados, Cristina faz um paralelo com os vinhos, cervejas e queijos, segmentos que oferecem inúmeras possibilidades de experiências ao consumidor. “É uma questão de paladar, de cair no gosto das pessoas, mas o fato é que sempre haverá mercado para um produto de qualidade”, conclui. (Agência de Notícias do Paraná)

SERVIÇO

19° Concurso Café Qualidade Paraná

Inscrições: até 4 de outubro, nos escritórios municipais do IDR-Paraná

Informações: www.cafequalidadeparana.com.br

FOTO: IDR-Paraná

 

FOCUS: Mercado financeiro eleva projeção da inflação para 6,79%

focus 02 08 2021A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA- a inflação oficial do país) deste ano subiu de 6,56% para 6,79%. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (02/08), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), em Brasília, com a projeção para os principais indicadores econômicos.

Próximos anos - Para 2022, a estimativa de inflação é de 3,81%. Para 2023 e 2024, as previsões são de 3,25% e 3%, respectivamente.

Acima da meta - O cálculo para 2021 está acima da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3,75% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é de 2,25% e o superior de 5,25%.

Junho - Em junho, a inflação desacelerou para 0,53%, depois de chegar a 0,83% em maio. Ainda assim, com o resultado, o IPCA acumula alta de 3,77% no ano e 8,35% nos últimos 12 meses. Os dados de julho devem ser divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística na próxima semana, mas o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15), que mede a prévia da inflação oficial, registrou inflação de 0,72% no mês passado, a maior variação do IPCA-15 para um mês de julho desde 2004 (0,93%).

Taxa de juros - Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 4,25% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Nesta terça e quarta-feira (03 e 04/08), o Copom realiza, em Brasília, a quinta reunião do ano para definir a Selic e deve haver nova elevação.

Expectativa - Para o mercado financeiro, a expectativa é de que a Selic encerre 2021 em 7% ao ano, mesma previsão da semana passada. Para o fim de 2022, a estimativa é de que a taxa básica mantenha esse mesmo patamar. E tanto para 2023 como para 2024, a previsão é 6,5% ao ano.

Aumento - Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas podem dificultar a recuperação da economia. Além disso, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Redução - Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

PIB e câmbio - As instituições financeiras consultadas pelo BC ajustaram a projeção para o crescimento da economia brasileira este ano de 5,29% para 5,30%. Para 2022, a expectativa para Produto Interno Bruto (PIB) - a soma de todos os bens e serviços produzidos no país - é de crescimento de 2,10%. Em 2023 e 2024, o mercado financeiro projeta expansão do PIB em 2,5%.

Variação - A expectativa para a cotação do dólar variou de R$ 5,09 para R$ 5,10 para o final deste ano. Para o fim de 2022, a previsão é que a moeda americana fique em R$ 5,20. (Agência Brasil)

FOTO: Banco Central do Brasil

 

ECONOMIA I: Indústria em alta puxa recorde de empregos no Paraná no primeiro semestre

economia 02 08 2021O melhor semestre na geração de empregos no Paraná desde 2011 foi puxado pela indústria. O setor respondeu por 35.321 (30%) das 118.316 vagas formais abertas no Estado no primeiro semestre de 2021. Tiveram bom desempenho também as divisões de comércio (23.299), informação (23.290), construção (15.311) e administração pública (12.129). Os dados levam em consideração o saldo de carteiras assinadas no período, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados na quinta-feira (29/07) pelo Ministério da Economia.

Medidas - O governador Carlos Massa Ratinho Junior atribui o bom desempenho a uma série de medidas adotadas pelo governo para impulsionar o setor econômico, bastante afetado pela crise sanitária decorrente da pandemia da Covid-19. Ele ressaltou que desde o começo da gestão, em 2019, foram confirmados mais de R$ 45 bilhões de investimentos privados no Estado. Muitos deles, citou, na instalação de novas plantas no Estado, como a Tirol em Ipiranga , nos Campos Gerais, ou a ampliação de sedes já instaladas no Paraná, como a fábrica de margarina da BRF, em Paranaguá, no Litoral.

Bom momento - “O Paraná vive um bom momento, fruto da união de todos os setores e da paz política que há mais de 30 anos não ocorria no Estado. Isso traz segurança para os empresários, que enxergam no Paraná um ótimo local para ampliar os seus negócios”, afirmou Ratinho Junior. “Como consequência, geramos mais empregos em todas as regiões, com maior distribuição de renda. Vamos avançar mais. E mesmo diante das incertezas da pandemia, não tenho dúvida de que 2021 será um ano histórico para o Paraná”, acrescentou.

Crescimento - Ele ressaltou que a produção industrial paranaense teve crescimento de 20% entre janeiro e maio de 2021, na comparação com os primeiros cinco meses do ano passado, o quinto melhor resultado do País, de acordo com a última amostragem da Pesquisa Industrial Mensal do Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE). No Brasil, a média de crescimento no período foi de 13,1%.

Forte e diversificada - “O Paraná tem uma indústria forte e diversificada, que está contribuindo para o Estado superar a crise causada pela pandemia”, disse. “E a expansão da indústria impacta em todos os setores, puxa a geração de empregos e ajuda a desenvolver as cidades”, afirmou o governador.

Empregos mais qualificados - Chefe do Departamento do Trabalho e Estímulo à Geração de Renda da Secretaria de Estado da Justiça, Família e Trabalho, Suelen Glinski destacou que o setor industrial disponibiliza empregos mais qualificados, com salários mais altos e exigência de mão de obra específica. Segundo ela, tem também impacto direto em outros pontos da cadeia produtiva, como as áreas de serviço, comércio, agricultura e pecuária, entre outros. “A indústria exige mais. Ao produzir mais, compra mais matéria-prima, gera movimento e empregos em outros setores. É mais gente e mais dinheiro movimentando o comércio por exemplo”, disse.

Acumulado - O Estado acumula saldos positivos na geração de empregos ao longo de todo o ano de 2021. Os 118.316 postos formais abertos no semestre são a somatória dos meses de janeiro (25.105), fevereiro (41.453), março (10.600), abril (9.773), maio (15.527) e junho (15.858). Foram 752.694 admissões e 634.378 desligamentos. No mesmo período do ano passado, quando o impacto da pandemia de Covid-19 foi mais forte no setor produtivo, o Paraná fechou o semestre com saldo negativo de 49.708.

2011 - Até então, o melhor desempenho do Estado no acumulado dos primeiros seis meses tinha sido em 2011, quando 93.085 postos foram abertos. Os números foram baixando gradualmente nos anos seguintes, até atingir saldo negativo de -16.512 vagas no primeiro semestre de 2016.

Estados - Entre os estados que lideraram a abertura de vagas, o Paraná ficou atrás apenas de São Paulo (491.021), Minas Gerais (185.578) e Santa Catarina (126.111) no período.

Junho - O Paraná também comemora o melhor mês de junho na criação de postos de trabalho desde 2011. Naquele ano, o número de vagas criadas foi bem inferior ao atual: 6.777. Após cinco anos com saldos negativos no mês, o Estado vem há três anos melhorando o desempenho. O saldo em junho de 2019 foi de 158 postos, passou para 2.829 em junho de 2020 e chegou às 15.884 neste ano.

À frente - No mês passado, apenas São Paulo (105.547), Minas Gerais (32.818) e Rio de Janeiro (16.002) ficaram à frente do Paraná.

Municípios - Dos 399 municípios paranaenses, 367 (92%) tiveram saldo positivo na abertura de vagas no semestre. Em três deles – Arapuã, Espigão Alto do Iguaçu e Santo Antônio do Paraíso – o número de contratações foi o mesmo das demissões, e apenas 29 (7,2%) fecharam os primeiros seis meses do ano com saldo negativo.

Liderança - As 10 cidades paranaenses que lideraram a criação de empregos formais no período foram Curitiba (27.187), Cascavel (6.002), Maringá (5.398), Londrina (4.751), São José dos Pinhais (3.830), Toledo (3.392), Pato Branco (1.999), Ponta Grossa (1.867), Umuarama (1.736) e Cambé (1.715).

Confiança - “Temos de agradecer a confiança das empresas paranaenses. O governo não tem medido esforços para atrair investimentos ao Paraná”, comentou o secretário de Estado da Justiça, Família e Trabalho, Ney Leprevost.

Setores - Veja como ficou a geração de empregos no primeiro semestre de 2021 em diferentes setores no Estado:

ALTAS

Indústria geral - 35.321

Comércio; reparação de veículos automotores e motocicletas - 23.299

Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas - 23.290

Construção - 15.311

Administração pública, defesa e seguridade social, educação, saúde e serviços sociais - 12.129

Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura - 4.807

Transporte, armazenagem e correio - 4.541

Outras atividades de serviços - 1.550

Serviços domésticos - 12

BAIXAS

Artes, cultura, esporte e recreação - 121

Alojamento e alimentação - 913

(Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: José Fernando Ogura / AEN

 

ECONOMIA II: Decreto oficializa desbloqueio do Orçamento de 2021

economia II 02 08 2021Um decreto assinado na sexta-feira (30/07) pelo presidente Jair Bolsonaro oficializou o desbloqueio de todo o Orçamento de 2021. A liberação dos recursos havia sido divulgada há uma semana, quando o governo enviou ao Congresso o Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas.

Total - Ao todo, foram liberados os R$ 4,522 bilhões que estavam contingenciados desde a sanção do Orçamento, em abril. A pasta mais beneficiada foi o Ministério da Educação, com R$ 1,558 bilhão liberados. Em seguida, vêm os ministérios da Economia (R$ 830,5 milhões), da Defesa (R$ 671,7 milhões) e do Desenvolvimento Regional (R$ 382,7 bilhões).

Mais - Em seguida, vêm os Ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovações (R$255,4 milhões); da Cidadania (R$ 204,7 milhões); das Comunicações (R$ 145,4 milhões); das Relações Exteriores (R$ 143,2 milhões); de Minas e Energia (R$ 89,7 milhões); da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (R$ 80 milhões); do Turismo (R$ 56 milhões); da Infraestrutura (R$ 40,3 milhões); a Presidência da República (R$ 35,6 milhões); o Ministério da Saúde (R$ 25,8 milhões) e o Ministério da Justiça e Segurança Pública (R$ 3,2 milhões).

Gastos discricionários - Da verba que estava bloqueada, R$ 2,8 bilhões poderão ser liberados para gastos discricionários (não obrigatórios), como investimentos (obras e compras de equipamentos). O relatório também aumentou em R$ 25,44 bilhões, de R$ 99,495 bilhões para R$ 124,935 bilhões, a previsão de créditos extraordinários.

Pandemia - Fora do teto de gastos, os créditos extraordinários estão relacionados aos gastos com o enfrentamento da pandemia de covid-19. A ampliação de R$ 25,44 bilhões está relacionada à prorrogação do auxílio emergencial por três meses. O benefício, que acabaria neste mês, foi estendido até outubro.

Histórico - Sancionado no fim de abril, o Orçamento de 2021 enfrentou uma negociação tensa. A lei orçamentária foi sancionada com R$ 19,8 bilhões vetados e R$ 9,3 bilhões contingenciados (bloqueados). Em maio, o Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas permitiu a liberação de R$ 4,8 bilhões.

Verba recomposta - Com o relatório divulgado na sexta, os cerca de R$ 4,5 bilhões que ainda estavam bloqueados foram definitivamente liberados, e todos os ministérios e órgão públicos tiveram a verba recomposta. Aprovado com cerca de R$ 30 bilhões remanejados de gastos obrigatórios para emendas parlamentares, o Orçamento de 2021 foi sancionado com vetos parciais, após um acordo político, para evitar o descumprimento de regras fiscais por parte do governo. (Agência Brasil)

FOTO: Fábio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil

 

LEGISLATIVO: Congresso retoma trabalhos nesta segunda-feira

legislativo 02 08 2021Começam nesta segunda-feira (02/08) os trabalhos legislativos do segundo semestre do Congresso, com a retomada das atividades em Plenário e comissões. A pauta de votações, com sessões conjuntas de deputados e senadores, já inicia com apreciação de 25 vetos da Presidência da República. A CPI da Pandemia retoma trabalhos na terça-feira (03/08), com depoimento do reverendo Amilton Gomes de Paula, que deverá ser questionado sobre sua possível atuação em negociações entre o governo e empresas que ofereciam vacinas. Ouça detalhes no Dedo de Prosa, com o jornalista Jeziel Carvalho. (Agência Senado)

FOTO: Agência Senado

 

 

SAÚDE I: Brasil tem 20.503 casos e 464 mortes por Covid-19 em 24 horas

Dados do Ministério da Saúde mostram que, em 24 horas, 20.503 pessoas foram diagnosticadas com covid-19 e 464 pessoas morreram da doença. Desde o início da pandemia, o Brasil acumula 19.938.358 diagnósticos e 556.834 mortes por covid-19. Segundo a pasta, 18.645.993 se recuperaram da doença.

Atualização - Os dados estão na atualização diária sobre a pandemia do Ministério da Saúde, divulgada pela pasta neste domingo (01/08). O balanço reúne os registros levantados pelas secretarias estaduais de saúde sobre casos e mortes relacionados à covid-19.

Estados - Com mais de 139 mil mortes, São Paulo é o estado com mais óbitos pelo novo coronavírus; em seguida estão Rio de Janeiro, com 59.298 e Minas, com 50.611. Acre é o estado com menos mortes, com 1,8 mil óbitos, seguido de Roraima, com 1857 e Amapá, com 1907.

Vacina - Segundo o Ministério da Saúde, foram distribuídas 184.4 milhões de doses de vacina para todo o Brasil. Destas, 142,2 milhões foram aplicadas, sendo 100.9 milhões como primeira dose e 41,4 milhões como segunda dose ou dose única. (Agência Brasil)

 

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SAÚDE II: Boletim registra mais 2.223 casos de Covid-19 e 25 óbitos

saude II 02 08 2021A Secretaria de Estado da Saúde divulgou neste domingo (01/08) mais 2.223 casos e 25 mortes pela Covid-19 no Paraná. Os números são referentes aos meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas.

Soma - Os dados acumulados do monitoramento da doença mostram que o Estado soma 1.374.610 casos e 35.069 óbitos.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta data são de janeiro (19), fevereiro (16), março (235), abril (248), maio (600), junho (259), julho (800) e agosto (46) de 2021.

Internados - De acordo com o informe, 1.165 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados. São 896 em leitos SUS (496 em UTIs e 400 em enfermarias) e 269 em leitos da rede particular (131 em UTIs e 138 em enfermarias).

Exames - Há outros 1.340 pacientes internados, 702 em leitos de UTI e 638 em enfermarias, que aguardam resultados de exames. Eles estão nas redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos - A Secretaria da Saúde informa a morte de mais 25 pacientes. São 9 mulheres e 16 homens, com idades que variam de 22 a 91 anos. Os óbitos ocorreram de 05 de junho a 01 de agosto de 2021.

Municípios - Os pacientes que foram a óbito residiam em Guarapuava (4), Curitiba (4), Ponta Grossa (2) e Maringá (2).

Uma morte - O boletim confirma ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: Sengés, Santo Antônio do Sudoeste, Ribeirão do Pinhal, Pato Branco, Paranaguá, Juranda, Jacarezinho, Guaraniaçu, Foz do Iguaçu, Curiúva, Cascavel, Cambé e Araucária.

Fora do Paraná - O monitoramento registra 6.637 casos de não residentes no Estado – 189 pessoas foram a óbito. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o Informe completo.

 

SAÚDE III: Sesa inicia distribuição de doses para aplicação no público geral; veja a divisão

saude III 02 08 2021A Secretária Estadual da Saúde (Sesa) já começou a distribuir, neste domingo (01/08), a maior parte das 329.380 doses de vacinas contra a Covid-19 recebidas na tarde de sábado (31/07). São 180.180 da Pfizer/BioNTech e 74.600 da CoronaVac (Butantan/Sinovac) que serão entregues para as 22 Regionais de Saúde (RS).

Público em geral - Os imunizantes são para aplicação no público em geral por faixa de idade, adultos com 18 anos ou mais. Todas as doses da Pfizer serão destinadas para a primeira aplicação (D1). Já o quantitativo da CoronaVac é metade para D1 e metade para D2, respeitando o intervalo de aplicação de 21 dias.

Segunda aplicação - As doses da Coronavac (74.200) para segunda aplicação ficarão armazenadas no Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar) para distribuição em prazo oportuno.

De manhã - Curitiba e a 2ª Regional de Saúde (Metropolitana) já receberam as doses pela manhã. As demais regionais que são mais próximas da Capital (Paranaguá, Ponta Grossa, Irati, Guarapuava, União da Vitória, Pato Branco, Francisco Beltrão e Telêmaco Borba) vão retirar o imunizante Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar) a partir das 14 horas.

Distantes - As RS mais distantes (Foz do Iguaçu, Cascavel, Campo Mourão, Umuarama, Cianorte, Paranavaí, Maringá, Apucarana, Londrina, Cornélio Procópio, Jacarezinho, Toledo e Ivaiporã) receberão por meio de transporte aéreo, também a partir das 14 horas.

Agilidade - “O Governo do Estado tem sido ágil na distribuição dessas doses aos municípios. Precisamos que todos estejam comprometidos e com o mesmo objetivo, que é a vacina no braço do paranaense. Por isso eu peço a colaboração de todos os gestores municipais, para que juntos possamos avançar na vacinação e imunizar o maior número de pessoas possível”, disse o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

Metodologia - A distribuição de doses para os municípios segue a metodologia determinada pela Sesa, que prevê a readequação do quantitativo de doses nas 399 cidades. A estratégia, segundo o secretário Beto Preto, visa igualar a cobertura vacinal de 80% da população adulta até o final de agosto. A ideia é encerrar o calendário até o final de setembro.

Reforço - A Sesa está encaminhando, neste lote, outras doses que já faziam parte da previsão de distribuição para reforçar a imunização.

Doses - São 16 mil doses de Astrazeneca/Fiocruz para iniciar o esquema vacinal (D1) da população acima de 18 anos de idade. Permanecem armazenadas no Cemepar, 16 mil doses para completar o esquema vacinal com D2, que serão encaminhadas posteriormente.

Mais - Outras 25 mil doses de Coronavac/Butantan também serão enviadas para iniciar a vacinação (D1) do público em geral acima dos 18 anos. Permanecem armazenadas 25.000 doses para finalizar o esquema vacinal com D2, que serão encaminhadas perto da aplicação.

Fronteira - Há, ainda, 3.500 doses da Coronavac/Butantan para a vacinação (D1) em municípios de fronteira. Ficam armazenadas outras 3.500 para completar o esquema vacinal com D2, que serão encaminhadas oportunamente.

Quantidade - Confira a quantidade de vacinas destinadas à população em geral por Regional de Saúde:

1ª RS – Paranaguá – 3.312 doses de Pfizer e 1.380 doses da Coronavac

2ª RS – Metropolitana – 65.160 doses de Pfizer e 26.950 doses da Coronavac

3ª RS – Ponta Grossa – 10.026 doses de Pfizer e 4.160 doses da Coronavac

4ª RS – Irati – 3.522 doses de Pfizer e 1.450 doses da Coronavac

5ª RS – Guarapuava – 7.338 doses de Pfizer e 3.050 doses da Coronavac

6ª RS – União da Vitória – 2.670 doses de Pfizer e 1.100 doses da Coronavac

7ª RS – Pato Branco – 4.770 doses de Pfizer e 1.980 doses da Coronavac

8ª RS – Francisco Beltrão – 5.862 doses de Pfizer e 2.440 doses da Coronavac

9ª RS – Foz do Iguaçu – 2.502 doses de Pfizer e 1.040 doses da Coronavac

10ª RS – Cascavel – 6.870 doses de Pfizer e 2.840 doses da Coronavac

11ª RS – Campo Mourão – 5.118 doses de Pfizer e 2.140 doses da Coronavac

12ª RS – Umuarama – 4.488 doses de Pfizer e 1.870 doses da Coronavac

13ª RS – Cianorte – 2.550 doses de Pfizer e 1.050 doses da Coronavac

14ª RS – Paranavaí – 4.206 doses de Pfizer e 1.750 doses da Coronavac

15ª RS – Maringá – 11.496 doses de Pfizer e 4.770 doses da Coronavac

16ª RS – Apucarana – 5.556 doses de Pfizer e 2.300 doses da Coronavac

17ª RS – Londrina – 15.846 doses de Pfizer e 6.560 doses da Coronavac

18ª RS – Cornélio Procópio – 2.748 doses de Pfizer e 1.140 doses da Coronavac

19ª RS – Jacarezinho – 4.602 doses de Pfizer e 1.890 doses da Coronavac

20ª RS – Toledo – 6.342 doses de Pfizer e 2.610 doses da Coronavac

21ª RS – Telêmaco Borba – 3.120 doses de Pfizer e 1.280 doses da Coronavac

22ª RS – Ivaiporã – 2.076 doses de Pfizer e 850 doses da Coronavac

TOTAL – 180.180 doses de Pfizer e 74.600 doses da Coronavac

Doses da Astrazeneca/Fiocruz para a população em geral:

1ª RS – Paranaguá – 300

2ª RS – Metropolitana – 5.790

3ª RS – Ponta Grossa – 900

4ª RS – Irati – 315

5ª RS – Guarapuava – 660

6ª RS – União da Vitória – 230

7ª RS – Pato Branco – 425

8ª RS – Francisco Beltrão – 525

9ª RS – Foz do Iguaçu – 220

10ª RS – Cascavel – 615

11ª RS – Campo Mourão – 470

12ª RS – Umuarama – 390

13ª RS – Cianorte – 225

14ª RS – Paranavaí – 365

15ª RS – Maringá – 1.010

16ª RS – Apucarana – 500

17ª RS – Londrina – 1.405

18ª RS – Cornélio Procópio – 240

19ª RS – Jacarezinho – 410

20ª RS – Toledo – 555

21ª RS – Telêmaco Borba – 270

22ª RS – Ivaiporã – 180

TOTAL – 16.000 doses da Astrazeneca

Doses da Coronavac/Butantan para a população em geral:

1ª RS – Paranaguá – 460

2ª RS – Metropolitana – 9.030

3ª RS – Ponta Grossa – 1.390

4ª RS – Irati – 500

5ª RS – Guarapuava – 1.000

6ª RS – União da Vitória – 360

7ª RS – Pato Branco – 680

8ª RS – Francisco Beltrão – 820

9ª RS – Foz do Iguaçu – 340

10ª RS – Cascavel – 960

11ª RS – Campo Mourão – 730

12ª RS – Umuarama – 620

13ª RS – Cianorte – 350

14ª RS – Paranavaí – 600

15ª RS – Maringá – 1.580

16ª RS – Apucarana – 770

17ª RS – Londrina – 2.200

18ª RS – Cornélio Procópio – 400

19ª RS – Jacarezinho – 630

20ª RS – Toledo – 880

21ª RS – Telêmaco Borba – 420

22ª RS – Ivaiporã – 280

TOTAL – 25.000 doses da Coronavac/Butantan

Doses da Coronavac/Butantan para municípios de fronteira:

9ª RS – Foz do Iguaçu – 3.500

(Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Gilson Abreu / AEN

 

SAÚDE IV: Paraná ultrapassa 8 milhões de doses aplicadas, terceiro estado que mais imunizou sua população

saude IV 02 08 2021O Paraná ultrapassou neste final de semana a marca de 8 milhões de doses aplicadas contra a Covid-19. Foram, de acordo com o Vacinômetro nacional, 8.072.602, sendo 5.760.300 primeiras doses e 2.312.306 segundas doses ou doses únicas (ciclo completo). Com esse número, o Estado alcança 69,5% da população adulta vacinada com ao menos uma aplicação e 26,5% já protegida contra as formas mais graves da doença.

Quinto estado - Neste 2 de agosto, o Paraná é o quinto estado que mais vacinou em números absolutos (quantidade de doses aplicadas). Também é o terceiro que mais imunizou com a primeira dose a sua população (atrás de São Paulo e Rio Grande do Sul) e quinto que mais imunizou de maneira definitiva (duas doses ou dose única) os seus habitantes (depois de Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, São Paulo e Espírito Santo), segundo o consórcio dos veículos de imprensa.

Previsão - A previsão do Governo do Estado é que toda a população adulta receba ao menos uma dose até o final de setembro, atingindo os 80% em cerca de um mês, até o fim de agosto. Ainda não há previsão de aplicação em menores de 18 anos.

Grupos - Alguns grupos já completaram a cobertura vacinal, que é atingida após a aplicação das duas doses ou da vacina de dose única. Os profissionais da saúde estão 100% imunizados, assim como praticamente todo o público com 65 anos ou mais. Entre a população indígena, 86,7% receberam as duas doses, além de 64,7% das pessoas com idade entre 60 e 64 anos.

População geral - A população geral, com idade entre 18 e 59 e que não estava contemplada nos grupos prioritários, é o público que mais recebeu vacinas, com 2.578.713 doses aplicadas. É seguido pela faixa dos 60 aos 64 anos (870.380), de 65 a 69 anos (825.121), trabalhadores da saúde (778.208), pessoas de 70 a 74 anos (608.306), comorbidades (575.321), com 80 anos ou mais (446.533) e com idade entre 75 e 79 anos (412.280).

Cidades - As cidades que mais vacinaram, em números absolutos de doses aplicadas, foram Curitiba (1.414.948), Londrina (409.878), Maringá (383.334), Cascavel (234.487), Ponta Grossa (209.084), Foz do Iguaçu (205.497), São José dos Pinhais (171.226) e Colombo (141.475). De acordo com o Ranking da Vacinação, 55 municípios do Paraná já imunizaram mais de 60% de sua população com ao menos uma dose.

Média - Julho encerrou com a melhor média de vacinação contra a Covid-19 no Paraná. Foram 71.773 por dia, contra 62.916 em junho, 49.276 em abril, 34.358 em maio, 32.185 em março, 9.309 em fevereiro e 10.412 em janeiro (15 dias). Em seis dias de julho o Estado ultrapassou a marca de 100 mil aplicações. O recorde ainda é 22 de abril, com 176.153.(Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: José Fernando Ogura / AEN

 


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