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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5119 | 23 de Julho de 2021

FÓRUM DOS PRESIDENTES I: O PRC200 é uma tentativa de ir além porque nós podemos mais”, afirma Ricken

 

Mais de 250 lideranças de 110 cooperativas prestigiaram, na tarde desta quinta-feira (22/07), o Fórum Virtual dos Presidentes das Cooperativas Paranaenses, promovido tradicionalmente no mês de julho pelo Sistema Ocepar. O encontro ocorreu pela plataforma Microsoft Teams com a presença de autoridades, como a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, e o governador em exercício, Darci Piana. O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, secretário de agricultura, Norberto Ortigarae dirigentes de organizações de outros estados, como Celso Régis, do Mato Grosso do Sul, e Maria das Dores Nascimento, do Amapá, também acompanharam o evento, juntamente com presidentes de diversas entidades parceiras, como Camilo Turmina, da ACP; Fernando Moraes, da Faciap/Sebrae-PR; Sérgio Malucelli, da Fetranspar; e Ágide Meneguette, da Faep. Houve ainda a participação dos ex-presidentes da Ocepar, Guntolf van Kaick, Wilson Thiesen, Dick Carlos de Geus e João Paulo Koslovski.

 

PRC200 - Na abertura, o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, apresentou os projetos estruturantes do PRC200, o novo ciclo do planejamento estratégico do cooperativismo paranaense. Ele lembrou que a ideia do plano foi lançada no Fórum dos Presidentes do ano passado e que, agora, se inicia uma outra etapa desse processo. “O que é o PRC200? O Plano Paraná Cooperativo 200 é uma tentativa de ir além. Nós podemos mais. Podemos sonhar com algo maior porque as cooperativas têm potencial para isso”, destacou. “Evidentemente que temos pontos de melhoria a serem atingidos, mas nós temos demanda. Nunca houve, por exemplo, uma necessidade por alimentos tão grande quanto hoje, que é a área de atuação das cooperativas agropecuárias. Também nunca tivemos um crescimento tão expressivo no crédito e em todos demais ramos. Obviamente que precisamos planejar nossas atividades adequadamente, nos organizar melhor, entender mais o que está acontecendo e, por isso, estamos propondo esse novo desafio”, acrescentou.

 

PRC100 - Antes de detalhar os projetos do PRC200, Ricken frisou que o atual plano é um desdobramento do PRC100. “No final de 2014, 2015, as cooperativas faturavam R$ 50 bilhões por ano. E, naquele momento, os presidentes também num fórum decidiram que nós deveríamos fazer um planejamento ousado. Então, foi proposto o PRC100, ou seja, sair de R$ 50 bilhões e passar R$ 100 bilhões. A previsão inicial era de que chegaríamos a R$ 99,2 bilhões no final de 2021. Mas isso se antecipou por várias razões e completamos R$ 115,7 bilhões no final de 2020”, afirmou. 

 

Resultados - Além dessa movimentação econômica das cooperativas, o PRC100 foi concluído pelas 217 cooperativas paranaenses reúnem cerca de 2,5 milhões de cooperados, 118 mil funcionários diretos e R$ 6 bilhões em sobras. O Sistema Ocepar produziu uma publicação com todas as informações sobre o PRC100, que será disponibilizada a todas as cooperativas do Estado.

 

Projeções - Já o PRC200 tem como metas projetadas: R$ 200 bilhões de faturamento, 4 milhões de cooperados, 200 mil funcionários diretos e R$ 10 bilhões em sobras. O cooperativismo paranaense almeja ainda aplicar R$ 300 milhões em capacitação e alcançar 2,5 milhões de beneficiários no ramo saúde e R$ 250 milhões de ativos no ramo crédito. Em relação à movimentação financeira, há três cenários que foram desenhados: no otimista, o setor deve chegar aos R$ 200 bilhões em 2025; numa perspectiva mais otimista, em 2026, e num quadro mais conservador, em 2029. “A demanda nossa por investimento nesse período é de R$ 30 bilhões, R$ 4,6 bilhões somente 2021 e, assim, de forma crescente, chegando a R$ 5 bilhões por ano”, informou ainda Ricken. 

 

Temas - O presidente do Sistema Ocepar falou sobre os objetivos, principais ações e resultados esperados por meio dos 20 projetos estruturantes do PRC200. “Foram ouvidos 200 executivos das cooperativas e realizados mais três fóruns especializados, com um total de 150 cooperativas participantes, que tiveram a oportunidade de opinar e estamos hoje trazendo o resultado desse trabalho para apreciação dos nossos dirigentes”, disse Ricken. Os temas dos projetos são: Representação Institucional, Desenvolvimento das Cooperativas, Tributação, Demandas do Mercado, Investimento em Logística, Alianças Estratégicas, Ações entre Ramos Cooperativos, Desenvolvimento Profissional, Programa de Inovação, Tecnologia da Informação, Conectividade, Geração de Energia, Excelência na Gestão, Certificação de Cooperativas, Comunicação, Relações Trabalhistas, Mediação e Arbitragem, Previdência Privada, Fomento às Novas Cooperativas e Pesquisa Aplicada. 

 

Desenvolvimento sustentável - “Nosso objetivo com o planejamento é buscar o desenvolvimento sustentável do cooperativismo paranaense. É uma tradição nossa. Sempre houve planejamento em nosso setor e, agora, evidentemente com a complexidade do tamanho que o cooperativismo alcançou”, afirmou. “Se a gente souber para que lado nós vamos, com certeza será mais fácil alcançar os objetivos”, finalizou.

 

Rádio - Ouça aqui e aqui a cobertura sobre o evento e as entrevistas e declarações dos participantes do Fórum dos Presidentes

 

Livro e apresentação - Saiba mais acessando aqui o livro sobre o PRC100 e aqui a apresentação das diretrizes e pilares do PRC200.

 

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FÓRUM DOS PRESIDENTES II: Para o governador em exercício, Darci Piana, cooperativas atingirão os R$ 200 bi

 

Na avaliação do governador do Estado em exercício, Darci Piana, as cooperativas do Paraná têm potencial para atingir a meta financeira proposta no Plano Paraná Cooperativo 200 (PRC200) nos próximos quatro anos. “Vocês se organizaram, cresceram, fizeram o PRC100, chegaram aos R$ 115 bilhões de faturamento e, com a estrutura que possuem e pelo trabalho que fazem, tenho certeza de que vão chegar aos R$ 200 bilhões em 2025”, afirmou, ao participar, na tarde desta quinta-feira (22/07), do Fórum Virtual dos Presidentes das Cooperativas Paranaenses.

 

Infraestrutura - Piana também discorreu sobre o trabalho que o governo do Paraná está realizando na área de infraestrutura, para dar suporte ao setor produtivo, como a elaboração de uma proposta que será encaminhada ao governo federal em relação às novas concessões das rodovias paranaenses. “Agora estamos levando essa proposta para a Assembleia Legislativa para que seja aprovada e encaminhada oficialmente ao governo federal e a gente tenha uma solução para esses investimentos de R$ 45 bilhões que serão feitos nos próximos cinco, seis anos, e que tenhamos essas rodovias à disposição do setor produtivo, com um custo reduzido do frete”, disse. 

 

Porto e ferrovias- Ele citou ainda os investimentos que estão sendo feitos no Porto de Paranaguá, visando aumentar a movimentação de cargas, e nas ferrovias paranaenses. “Nós estamos trabalhando muito na questão das ferrovias para que também tenhamos a redução dos custos e ela opere com mais competência. Acho que essa é a solução para que possamos fazer frente ao aumento da nossa produção no Estado do Paraná, aproveitando tudo aquilo que temos disponível e essa capacidade extraordinária que as cooperativas têm”, salientou. “Nós não podemos brincar e temos que entender que daqui a cinco, seis anos, nós vamos dobrar a nossa capacidade de exportação, haverá um crescimento do consumo em função desse fluxo de mão de obra que está tendo no Paraná devido aos investimentos da iniciativa privada, de mais de R$ 50 bilhões que já estão assinados, sacramentados”, afirmou.  

 

Diálogo - Piana finalizou parabenizando a Ocepar pelos 50 anos que a entidade completou no dia 2 de abril e pelo diálogo constante do setor com o governo do Estado. “É tudo o que a gente precisa e o resultado aí está: esse crescimento fantástico da agricultura, do agronegócio, das cooperativas, esse dinamismo, essa modernidade que vocês estão conseguindo, tudo isso é fruto dessas discussões que são comandadas pela Ocepar, desse debate aberto, franco que existe no sistema cooperativo. Vocês fazem isso com uma lisura extraordinária. Cada um fazendo o seu papel e o conjunto de todos faz esse sucesso do nosso agronegócio do Paraná”, enfatizou. “Muito obrigado pelo que vocês fazem pelo nosso Estado, continuem depositando confiança no governo do Paraná. Nós contamos com a ajuda de vocês para que a gente faça esse estado cada vez mais inovador, moderno, eficiente e com um custo menor. Parabéns e estou à disposição de todos.”

 

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FÓRUM DOS PRESIDENTES III: Nós queremos exportar o modelo bem-sucedido de vocês para outras regiões do país, diz diretor do BNDES

 

forum III 23 07 2021O diretor de Participações, Mercado de Capitais e Crédito Indireto do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Bruno Laskowsky, participou, na tarde desta quinta-feira (22/07), do Fórum Virtual dos Presidentes das Cooperativas Paranaenses. De acordo com ele, as cooperativas têm se destacado em relação aos repasses feitos pelo banco ao setor agropecuário. “Nós temos a honra de ser um agente importante no financiamento da produção do setor agro. São algo em torno de R$ 20 bilhões para esse ciclo de 2021/22. Já o equalizável gira em torno de R$ 17 bilhões, em linha própria do BNDES, pois estamos encontrando formatos que nos possibilitem aumentar esses recursos em R$ 3 bilhões ou até mais. São cerca de 12,7 milhões de cooperados no país e perto de mil cooperativas agropecuárias. No Paraná, são 217 cooperativas, sendo 59 agro. O Sul do país responde por 88% da produção que o BNDES gera nessa área, sendo que o Paraná responde por 53%. O BNDES quer exportar o modelo tão bem-sucedido de vocês para outras regiões do país. Vocês são, de fato, molas propulsoras e líderes nesse processo”, afirmou. “A gente acredita no sistema cooperativado e entende que é um modelo vencedor. É uma somatória de culturas que fez com esse sistema ficasse muito forte na região Sul, particularmente, e nós temos que aprender com esse modelo e fazer com que ele seja compartilhado no país inteiro”, complementou.  

 

Programas - De acordo com ele, há diferentes programas disponíveis no banco, como o Agricultura 4.0, o Financiamento Baixo Carbono, entre outros, com mecanismos para estimular o setor agropecuário e as cooperativas de crédito. Laskowsky se colocou à disposição do setor para discutir com mais profundidade o assunto visando encontrar os melhores caminhos para que o cooperativismo paranaense viabilize os recursos projetados em investimentos dentro do PRC200. “Queremos estreitar relações, aprender mais com vocês e podem contar com a gente”, afirmou. (Foto: Fernando Frazão / Agência Brasil)

 

Rádio - Ouça aqui a cobertura sobre o evento e a palestra do diretor do BNDES, durante o Fórum dos Presidentes.

FÓRUM DOS PRESIDENTES IV: Coordenadores de Núcleo expressam otimismo com o PRC200

 

Os coordenadores de Núcleo da Ocepar, dirigentes cooperativistas que atuam como vice-presidentes da entidade no interior do Estado, demonstraram otimismo em relação ao PRC200, o novo ciclo do planejamento estratégico do cooperativismo paranaense, cujos projetos estruturantes foram apresentados no Fórum Virtual dos Presidentes das Cooperativas Paranaenses, na tarde desta quinta-feira (22/07). “É um plano bem elaborado, contempla as necessidades das cooperativas de todos os ramos, com o trabalho focado. Ele é bastante complexo, pois são muitos temas para serem acompanhados. Com um trabalho bem direcionado, eu também acredito que, em 2025, logo comemoraremos os R$ 200 bilhões de faturamento do setor. Esse plano realmente vai levar o cooperativismo do Paraná a um outro patamar dentro cenário brasileiro”, disse Jorge Hashimoto, coordenador do Núcleo Norte. 

 

Manifestação - “Discutir esse plano é sensacional. Ele é maravilhoso, tem muitas novidades e novas provocações e quero parabenizar o Sistema Ocepar por esse excelente trabalho”, afirmou Luiz Lourenço, do Núcleo Noroeste. Já Valter Pitol, do Núcleo Oeste destacou: “Tivemos sucesso com o PRC100 e agora estamos nos organizando, nos reestruturando nesse novo plano. Acredito que, como ocorreu no plano anterior, vamos chegar ao PRC200 com a participação do BNDES. Nós estamos fazendo a nossa parte e vamos ter sucesso porque estamos integrados, vamos ter recursos e iremos proporcionar ao nosso produtor condições de vida melhor, gerando emprego, renda e sustentabilidade nas regiões onde atuamos”. Clemente Renostro, do Núcleo Sudoeste, afirmou: “Não tenho dúvidas de que vamos atingir os objetivos do PRC200 logo, logo, antes do que foi previsto.” As manifestações dos coordenadores foram encerradas com a participação de Frans Borg, do Núcleo Centro-Sul. “Um país só é desenvolvido se é organizado e planejado. E o que nós buscamos através de um planejamento estratégico do Sistema? Nós buscamos um rumo, por meio das demandas das cooperativas filiadas. Parabéns pelo trabalho. Cabe agora a nós buscar esses resultados”, disse. 

 

Rádio – Ouça aqui a cobertura sobre o evento e as opiniões dos coordenadores de Núcleos Cooperativos do Sistema Ocepar.

 

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FÓRUM DOS PRESIDENTES V: Ênfase nas práticas de ESG favorece competitividade das cooperativas, diz Marcos Fava

 

A exigência crescente sobre as empresas para que considerem aspectos ambientais, sociais e de governança favorece a competitividade das cooperativas. A conclusão é do professor da Faculdade de Administração da Universidade de São Paulo (USP), Marcos Fava Neves. Em palestra durante o Fórum dos Presidentes do Sistema Ocepar, realizada na tarde de 22 de julho, por meio de videoconferência, ele afirmou que a ênfase do mercado nas práticas de ESG (sigla em inglês para Environmental, Social and Governance - Ambiental, Social e Governança) é uma boa notícia para o setor cooperativista. “O modelo de negócios do cooperativismo já adota práticas de sustentabilidade social e ambiental, com qualificação contínua de sua gestão, muito antes de se falar em ESG. Quanto mais visibilidade se der a esse trabalho, maior será o destaque das cooperativas”, afirmou. 

 

PRC200 - Na opinião de Fava Neves, os objetivos do PRC200, o novo ciclo do planejamento estratégico das cooperativas do Paraná, são factíveis e partem de pressupostos realistas de expansão. “É um plano que responde às perguntas cruciais ao exercício de planejar: onde estamos? Para onde vamos? Como chegar lá e como fazer acontecer? Não tenho dúvidas de que o dinamismo, a união e a garra farão o cooperativismo paranaense alcançar as metas previstas no PRC200”, ressaltou. 

Ativos intangíveis - Segundo o professor, algumas características do cooperativismo do Paraná são ativos intangíveis valiosos e que precisam ser preservados. “A história e a cultura organizacional das cooperativas é linda e deve estar presente e engajar a todos no sistema, sejam cooperados, gestores ou funcionários”, disse. “Um fator essencial para a concretização do PRC200 é ter a obsessão em criar valor compartilhado, entregando soluções e margem aos cooperados. Com um comportamento inovador, buscando a excelência e antevendo mudanças futuras, o cooperativismo pode obter amplas vantagens competitivas”, concluiu. 

 

Apresentação – Saiba mais da apresentação do professor Marcos Fava aqui

 

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FÓRUM DOS PRESIDENTES VI: Por que é preciso ficar atento à LGPD; multas são altas e começam a ser aplicadas a partir de 1º de agosto

 

“O Brasil é o país das leis, mas tivemos que trazer a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), até mesmo para não enfrentar sanções comerciais”. A explicação é da especialista em Direito Digital, Propriedade Intelectual, Proteção de Dados e Cibersegurança, Patrícia Pek. Advogada e sócia do escritório PG Advogados e da empresa de educação EDOOKA, Patrícia trouxe para o Fórum dos Presidentes, nesta quinta-feira (22/07), uma percepção sobre a nova regulamentação, que começa a valer a partir de 1º de agosto. “O cumprimento da LGPD é um elemento que deve ser considerado para o desenvolvimento das cooperativas. Então, meu objetivo hoje é mostrar o que tem que ficar no olhar da alta direção, considerando os impactos e implicações que podem ocorrer”, alertou a advogada.

 

Reputação - Em sua palestra, Patrícia fez um retrospecto dos fatos que levaram o Brasil a adotar uma legislação específica de proteção de dados, explicou o que é considerado dado pessoal e os riscos que as empresas correm a partir de situações que vão de um simples cadastro de visitantes na portaria a um ataque de hackers nos sistemas da organização. “A proteção de dados tem um efeito reputacional muito grande. Se atendo, estou em conformidade, provo que a minha marca respeita, está alinhada com direitos humanos. Se não atendo, prejudico minha imagem e ainda sofro penalidades muito altas. A reflexão que deixo para os presidentes de cooperativas é: qual o efeito da ética dos dados sobre a reputação da marca da sua cooperativa? Se houver um vazamento de dados pessoais, isto terá efeito imediato. Será que os públicos vão continuar confiando em mim?”, disse Patrícia. 

 

Transparência - A especialista também chamou atenção para a transparência e comunicação da política de proteção de dados no âmbito da empresa. “Tem que colocar no site, dar visibilidade, porque isso vai estabelecer confiança, selar a reputação e gerar oportunidades, pois aqueles que estão em conformidade buscam fazer negócios com quem está em conformidade”, destacou.  De acordo com Patrícia, a atenção deve estar nos mínimos detalhes, desde uma comunicação enviada por whatsapp aos avisos que a empresa deve dar para aqueles que têm seus dados registrados por ela. “Agora é muito mais amplo, por isso tenho que ampliar meu olhar e comunicar o por que estou capturando os dados pessoais de alguém e em que vou utilizar. Tudo tem que estar em conformidade com a LGPD”, afirmou. 

 

Cultura - Segundo Patrícia, o Brasil fez o dever de casa, ou seja, criou uma regulamentação e estabeleceu os órgãos fiscalizatórios. “Mas existe algo chamado ‘cultura’. Saímos de um regime em que podíamos usar os dados pessoais ao máximo, e agora o que vale é o mínimo possível”, frisou a especialista. “O nosso pior indicador é a cultura. Segurança é hábito. Exige prática diária até que o hábito da segurança digital esteja enraizado. Por isso, a ordem do dia é prevenção e isto tem que ser prioridade de pauta, tem que vir de cima, da alta direção. O presidente tem que dar o exemplo, acompanhar esse assunto, cobrar, manter-se a par do que está sendo feito em termos de medidas de segurança e cumprimento da conformidade.”

 

Apresentação - Saiba mais sobre a LGPD, tema abordado pela palestra da advogada Patrícia Pek, aqui.

 

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FÓRUM DOS PRESIDENTES VII: Livro que aborda os 50 anos da Ocepar é lançado durante o evento

 

Como parte da pauta do Fórum dos Presidentes das Cooperativas Paranaenses, foi lançado oficialmente o livro Paraná Cooperativo – Modelo Econômico e Social, de autoria de Benê Cavechini e com a supervisão do coordenador de comunicação do Sistema Ocepar, Samuel Milléo Filho. Segundo o diretor da Metalivros, Ronaldo Graça, “a obra é resultadado de parceria inédita entre o Sistema Ocepar, a editora e cooperativas paranaenses, celebra os 50 anos da criação da Ocepar, retrata o significado do universo cooperativo do Paraná e estabelece um panorama sobre esse modelo de empreendedorismo, com grande impacto socioeconômico. A publicação é uma iniciativa compartilhada com onze apoiadores”, frisou.

 

Exemplo - “Para alcançar tal objetivo, o livro apresenta um pouco do passado e muito do presente do arcabouço cooperativo regido pela Ocepar, que é um bom exemplo de sistema brasileiro de sucesso das cooperativas, como mecanismo de geração e de distribuição de renda, contribuindo para a diminuição da desigualdade social”, destacou o autor Cavechini.Obra fartamente ilustrada, com mais de 150 imagens históricas e atuais, a publicação reúne informações fornecidas pelos colaboradores da obra, formando um amplo e contemporâneo cenário. Editado pela Metalivros, com 5.000 cópias nesta primeira edição, o livro será distribuído entre os vários nichos de relacionamento de um grupo de apoiadores e em livrarias.

 

Detalhes - Milléo explica que, “esta obra é composta por sete capítulos e aborda o surgimento e a evolução do cooperativismo no mundo e no Brasil. Um excelente trabalho de pesquisa realizado pelos por sete profissionais experientes com longos anos de atuação no jornalismo brasileiro”. Segundo o coordenador, o livro relata os esforços realizados pelas lideranças para a criação e estabelecimento da Ocepar, desde 1971, enfatiza o papel dos pioneiros imigrantes no século XX para a construção do cooperativismo no Brasil. Também há um capítulo sobre a força econômica das cooperativas e seus principais segmentos, bem como da importância do crédito que oferecem. Os capítulos finais são dedicados à sustentabilidade e seus benefícios sociais. 

 

Apresentação - No prefácio de Paraná Cooperativo – Modelo Econômico e Social, o ex-ministro da Agricultura e ex-presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e Aliança Cooperativa Internacional (ACI), Roberto Rodrigues, afirma que “o cooperativismo no estado do Paraná tem sido um modelo para todo o Brasil e até para o exterior. Com o comportamento das lideranças permanentemente afinado com a doutrina, as cooperativas vêm experimentando, ano após ano, crescimento sustentável, tanto no faturamento quanto na prestação de serviços aos associados, e – cumprindo o sétimo e último dos princípios universais que regem o cooperativismo: a preocupação com as comunidades onde está inserido – contribuindo com o poder público no apoio a setores sensíveis como educação e saúde”. E prossegue: “Este livro conta boa parte da bela história que tive a honra e o prazer de acompanhar de perto, assistindo o esforço coordenado pela Ocepar para o desenvolvimento do modelar sistema cooperativista paranaense.”

 

Reconhecimento - Ao comentar sobre os 50 anos da entidade, o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, fez questão de destacar o trabalho realizado pelas inúmeras lideranças que ajudaram a construir um sistema forte e representativo. “Nada disso seria possível não fosse o altruísmo de muitas pessoas, como os ex-presidentes Guntolf van Kaick, Benjamim Hammerschimidt, Wilson Thiesen, Ignácio Aloysio Donel, Dick Carlos de Geus e João Paulo Koslovski, além de tantos outros dirigentes que dedicaram boa parte da vida ao cooperativismo. Esse legado aumenta nossa responsabilidade em conduzir esta organização no rumo traçado pelos pioneiros, que é organizar economicamente as pessoas para que tenham mais renda e conquistem uma condição social melhor, sem precisar depender de ninguém. E isso é possível por meio da cooperação”, frisou.

 

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FÓRUM DOS PRESIDENTES VIII: Momento emocionante do evento foi o da homenagem aos ex-presidentes da Ocepar

 

Dentro da Programação do Fórum dos Presidentes, a homenagem aos ex-presidentes da Ocepar, além de evidenciar o reconhecimento ao profissionalismo desses líderes, desde a criação, passando pelas articulações para a consolidação da entidade e evolução e fortalecimento das cooperativas paranaenses, que proporcionam benefícios socioeconômicos a toda a sociedade, referendou a importância dessas lideranças ao longo de meio século para o sistema, não só no Paraná, mas em todo o Brasil. 

 

Primeiro - Guntolf Van Kaick, o primeiro presidente da entidade, esteve à frente da Ocepar em quatro gestões. Ele relembra que, na época, havia uma situação socioeconômica difícil no país. “O paraná saiu da economia cafeeira para um futuro desconhecido, pautado basicamente em cima da agricultura familiar. Dentro deste quadro, um grupo de profissionais entendeu que havia necessidade de organizar a produção e o produtor. Já tínhamos um cooperativismo importante no Paraná, mas que não estava devidamente estruturado. Por isso, a Ocepar foi concebida como organização de integração das cooperativas, tendo por base o Projeto de Lei do Cooperativismo que estava sendo discutido no Congresso Nacional e que seria votado em dezembro de 1971. Mas a Ocepar foi fundada no dia 2 de abril de 1971,  antes, portanto, da promulgação da lei, tornando o Paraná um dos precursores desse movimento. Então, esse é um fator de orgulho para mim, que,naquela oportunidade, fui eleito o primeiro presidente da entidade, assumindo o desafio de coordenar o desenvolvimento deste projeto. E, neste momento, quero parabenizar a todos pela passagem dos 50 anos da Ocepar, o que para mim é motivo de muito orgulho”.  Van Kaick foi presidente nas gestões 1971/73; 1973/76; 1981/84 e 1984/87. 

 

Segundo - Extensionista da antiga Acarpa e defensor do cooperativismo, Benjamin Hammerschmidt, já falecido, foi presidente nas gestões 1976/79 e 1979/91. No editorial do jornal Paraná Cooperativo, edição de março de 1977, ele escreveu: “O cooperativismo, com suas portas abertas a todos quantos pretendam nele ingressar, não é monopolista e só visa a melhor distribuição de renda, evitando que seus associados sejam vítimas de comercialização inadequada aos seus supremos interesses. Por isso mesmo, estamos certos de que a cooperação é a forma mais correta de defesa do associado e tem sido através do cooperativismo que encontramos uma grande parte das soluções para os diversos setores da economia.”

 

Terceiro - O cooperativista Wilson Thiesen, que presidiu a entidade nos períodos de 1987 a 1990 e 1990 a 1991, relembra passagens da história do cooperativismo no estado e, sobretudo em relação à Ocepar, referindo-se ao Jubileu de Ouro da entidade como “uma data memorável”. Segundo ele, ainda no nascedouro do movimento, se discutia que o cooperativismo paranaense deveria ter uma instituição forte de representação de política, pois não cabia às cooperativas, que tinham atividades econômicas, exercerem a atividade política, porque isso traria desgaste para elas. Era preciso ter uma entidade uma entidade que falasse por todos. “Logo que assumi na primeira gestão, enfrentamos problemas devido aos planos Bresser e Verão, que trouxeram graves problemas para as nossas cooperativas. Quem não se lembra da inflação galopante e dos contratos que ficaram defasados em 43%. Conseguimos trazer para o auditório da Ocepar o ministro Aníbal Teixeira (do Planejamento, no governo de José Sarney) para discutir e levar para o governo federal o problema que estávamos enfrentando. Tivemos grandes conquistas, como a privatização da semente do algodão, a privatização da comercialização do trigo. A Ocepar prestou um serviço incalculável para a economia do Paraná em defesa dos seus associados. À medida que o cooperativismo cresce, com vem crescendo, os problemas também se avolumam. Mas pela força do cooperativismo e pela união de todos, isto sempre está sendo superado.”

 

Quarto - A Presidência Ocepar, na gestão 1991/93, foi exercida por Ignácio Aloysio Donel. Em um comunicado enviado à direção da entidade, ele enfatizou que, “assim como um cooperado sozinho não tem força , uma cooperativa que não se une numa entidade representativa também acaba limitando seu alcance. Antes de 1971, o sistema estava desorganizado e não havia um direcionamento comum, um projeto compartilhado de ações. Com o nascimento da Ocepar, o Paraná se tornou grande, pois passou a contar com uma entidade que uniu as diferentes realidades, no campo e na cidade, promovendo a integração das diversidades . Se não estivéssemos organizados em torno da Ocepar, o cooperativismo de crédito não existiria.”

 

Quinto - Dick Carlos de Geus, foi presidente entre 1993 e 1995, e afirmou que o exercício do cargo representou uma mudança muito grande em sua vida. “Depois de 30 anos trabalhando nas cooperativas de Carambeí – na Batavo e na Cooperativa Central de Laticínios – chegar, de repente, à presidência da Ocepar foi uma grande diferença.” E prosseguiu: “Pude participar no aprimoramento do cooperativismo. A Ocepar não obrigava as cooperativas a mudar, mas as orientava para adotar uma nova sistemática e se profissionalizar mais. Eu me lembro que, nos anos 90, quando foi introduzido o Plano Real, quão grande foram as dificuldades e como foi importante a Ocepar para lutar, junto ao governo federal e ao Banco Central, para que os cooperados fossem ajudados para superar aquela grande crise, pois, se, de um lado, o Plano Real que foi muito bom para o Brasil, de outro, teve impacto muito forte no agronegócio como um todo. Se não fosse a Ocepar, tenho certeza, que de que muitas cooperativas teriam falido. Aproveito este momento, para desejar a todas as cooperativas do Paraná um futuro cada vez mais brilhantes. Somos um exemplo de cooperativismo no Brasil e até mesmo no mundo.”

 

Sexto - Presidente em seis gestões consecutivas, de 1996 a 2016, João Paulo Koslovski, disse que os 50 anos da Ocepar são igualmente meio século de sucesso, amparado em cinco pontos, que classificou como essenciais: “A Ocepar nasceu em cima de uma necessidade manifestada pelas cooperativas; sempre teve diretrizes sérias e comprometidas com o desenvolvimento do cooperativismo. A entidade sempre focou aquilo que as cooperativas realmente precisavam em cima de uma demanda que vinha delas próprias; a Ocepar sempre esteve à frente, e mesmo antecedendo, as demandas das cooperativas; sempre atuou de forma profissional, não só preparando a sua equipe, mas junto aos canais competentes para defender os interesses das cooperativas; e o apoio fundamental que as cooperativas deram para a Ocepar exercer essa representação. As cooperativas acreditaram no trabalho da Ocepar.” 

 

Avanços - Entre as principais conquistas da entidade, Koslovski elenca “o Recoop (Programa de Revitalização das Cooperativas de Produção Agropecuária), que beneficiou um número significativo de cooperativas paranaenses, possibilitando que pudessem recompor a sua dívida e se recuperar; o Sescoop/Pr (Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado do Paraná), que permitiu a profissionalização sem precedentes dentro do cooperativismo no estado. Foi uma iniciativa que nasceu dentro da Ocepar e foi levada para a OCB, fazendo com que os recursos recolhidos pelas cooperativas pudessem retornar ao sistema; o Prodecoop, por meio do qual pudemos inserir no plano safra esse programa para atender as cooperativas, pois não tínhamos um financiamento de longo prazo; fortalecimento do programa de autogestão. Van Kaick foi um líder que trabalhou muito em cima disso, assim como os demais presidentes que o sucederam na Ocepar trabalharam no sentido de fortalecer a autogestão, um programa inédito no país e que realmente deu uma consistência ao cooperativismo do Paraná; também destaco os planejamentos estratégicos, o PRC 100 e, agora, o PRC 200 que são programas importantes, que levaram muitas cooperativas a elaborarem o seu planejamento estratégico”.

 

História - Um pouco da história dos 50 anos da Ocepar e o depoimento dos ex-presidentes da entidade estão no vídeo de homenagem aos ex-presidentes. Assista aqui.

 

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FÓRUM DOS PRESIDENTES IX: Reconhecimento ao trabalho dos “heróis do cooperativismo”

 

O presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Márcio Lopes de Freitas, considerou as homenagens que o Sistema Ocepar prestou aos ex-presidentes da Ocepar “justa aos heróis do cooperativismo paranaense”, que, com dedicação e profissionalismo ajudaram a construir o alicerce do sistema no Paraná. A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, ao final do evento, realizado de forma virtual nesta quinta-feira (22/07), afirmou que “temos muito orgulho do cooperativismo do Paraná, que faz a diferença no Brasil”, reconhecendo a importância das lideranças que foram homenageadas durante o Fórum dos Presidentes. 

 

Horizonte - Freitas enfatizou que o cooperativismo paranaense “faz um trabalho maravilhoso e que não é fácil, porque há dificuldades e desafios a serem superados. Vocês, do Paraná, tem ajudado o cooperativismo brasileiro, com o profissionalismo na gestão, desde a autogestão adotada pelo Van Kaick, aproveitando as oportunidades de políticas públicas, fazendo o dever de casa. Essa profissionalização que vocês vêm tocando faz uma diferença fundamental, pois leva ao planejamento, que gera confiança nos cooperados e que produz mais que o desenvolvimento econômico, mais que o desenvolvimento social de seus cooperados, porque o cooperativismo gera prosperidade sobre toda a sociedade que está no entorno do cooperativismo, uma onda de prosperidade que faz bem à comunidade. Temos de passar isso para o mundo”. 

 

Resultados - O Secretário da Agricultura do Paraná, Norberto Ortigara, enfatizou que tem convivido com os 50 anos da história bonita do cooperativismo paranaense, com seus avanços, “encurtando o tempo para chegar ao faturamento recorde, mas não só dobrar a movimentação financeira, mas visando obter margens maiores para distribuir aos seus cooperados. É um caminho construído por pessoas importantes, que são os ex-presidentes, que tocaram a entidade até a era do atual presidente Roberto Ricken, que tem a incumbência de levar adiante os destinos do cooperativismo paranaenses junto com esse belo time de líderes das cooperativas do estado”. E elogiou o PRC 200, que classificou de “arrojado”. 

 

Ousadia - A ministra Tereza Cristina, também parabenizou a Ocepar pelo PRC 200. “Nós precisamos ser ousados mesmo, ter meta. Temos muito orgulho do Paraná, temos muito orgulho do sistema cooperativo do Brasil que vem fazendo a diferença no agronegócio.” A ministra também aproveitou o momento conversar com as lideranças cooperativistas sobre questões de interesse da agropecuária nacional, inclusive quanto à possibilidade de ampliação de mercado externo, sobretudo para proteína animal. 

 

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REPRESENTAÇÃO: Getec divulga o Informe Semanal da Coordenação de Relações Parlamentares

 

representacao 23 07 2021A Gerência de Desenvolvimento Técnico (Getec) do Sistema Ocepar divulgou, na manhã desta sexta-feira (23/07), o Informe Semanal da Coordenação de Relações Parlamentares. O objetivo da publicação é divulgar o trabalho de acompanhamento contínuo das matérias de interesse do cooperativismo no Congresso Nacional e na Assembleia Legislativa do Paraná. A missão deste monitoramento está a cargo da área de Coordenação de Relações Parlamentares, criada em 2021 pelo Sistema Ocepar, que mapeia todas as matérias e discussões parlamentares que afetem o sistema cooperativista. A atuação permanente de acompanhamento parlamentar traz segurança e subsídios importantes para o trabalho de representação política do Sistema, potencializando as ações da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop). 

 

Saiba mais - Acompanhe aqui as principais informações sobre o trabalho de acompanhamento político, acessando o Informe Semanal número 3 da Coordenação de Relações Parlamentares da Ocepar. (Foto: Reinaldo Stavale)

REUNIÃO INSTITUCIONAL: Faturamento da Uniodonto Maringá cresceu 7,9% em 2020

 

Com o objetivo de apresentar e discutir a situação econômico e financeira da cooperativa, por meio de números e comparativos com outras cooperativas paranaenses do mesmo ramo e região, foi realizada no final da manhã desta quinta-feira (22/07) a reunião institucional virtual entre o Sistema Ocepar e a Uniodonto Maringá, que, pelos indicadores obtidos em 2020, figurou em 25º lugar no ranking que congrega 37 cooperativas do ramo saúde no estado, segundo acompanhamento da Coordenação de Monitoramento da Gerência de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR. 

 

Tom - Ao abrir o encontro virtual, o superintendente do Sescoop/PR, Leonardo Boesche, falou da importância de manter contato com a Uniodonto Maringá, que sempre foram muito produtivas. E que se mantém assim na modalidade virtual, formato adotado no ano passado devido às restrições impostas pela pandemia do coronavírus. Ele aproveitou a oportunidade para falar sobre a agenda do Fórum dos Presidentes de Cooperativas Paranaenses, agendado para a tarde desta quinta-feira. Boesche destacou o novo ciclo de planejamento do cooperativismo no estado, o PRC200, que visa, entre outros objetivos, faturar R$ 200 bilhões ainda nesta década. E, segundo ele, “o PRC200 vai dar o tom do cooperativismo daqui para a frente”. 

 

Pauta - Durante a reunião foram tratados vários assuntos, como Cenários do Cooperativismo pelo coordenador de Monitoramento, João Gogola Neto, e os Indicadores e Cenários Comparativos da Uniodonto Maringá pelo analista técnico da Gecoop, Jessé Aquino Rodrigues. Ainda pelo Sistema Ocepar, estiveram presentes no encontro remoto, Rogério Croscato, coordenador jurídico da Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar, e Graziel Pedrozo de Abreu, assessor Jurídico e Sindical da Fecoopar. 

 

Agradecimento - O presidente da Uniodonto Maringá, Vampré Luiz Cardoso Oliveira, após agradecer pela reunião, destacou a apresentação dos indicadores, “sempre muito clara. Por isso, em todas as oportunidades de reunião com presidentes de Uniodontos do Brasil sempre falo da importância do trabalho da Ocepar para nós, no acompanhamento dos indicadores e estabelecendo comparativos. Isso mostra o esforço que fazemos para melhorar os ganhos dos cooperados e manter bem a cooperativa”. 

 

A cooperativa - Com sede em Maringá, no noroeste do Paraná, a cooperativa, com 95 cooperados, 14 funcionários e 22.936 beneficiários, faturou R$ 7,4 bilhões em 2020, superando em 7,9% os R$ 6,8 bilhões do ano anterior.  

 

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COCAMAR I: Pesquisa põe Purity Original entre as melhores marcas

 

cocamar I 23 07 2021A bebida à base de soja Purity Original, produzida pela Cocamar, está entre as duas marcas mais bem avaliadas em pesquisa realizada pela revista digital VivaBem, da UOL, que acaba de ser divulgada. Para identificar os principais leites disponíveis ao consumidor, bem como as bebidas de origem vegetal, a equipe do VivaBem consultou os sites das marcas e visitou lojas físicas e eletrônicas de grandes redes de supermercados de São Paulo. 

 

Avaliação cega - Ao todo, a pesquisa reuniu 89 marcas de leite e bebidas vegetais, uma média de 15 por categoria. Depois, passou aos especialistas do júri apenas a lista de ingredientes e a tabela nutricional de cada produto. Portanto, foi feita uma “avaliação cega”, baseada em critérios totalmente técnicos (composição e valor nutricional), sem saber quais marcas se posicionaram no ranking como as três melhores em cada categoria. 

 

Fazer a melhor escolha - “O mais importante é que, a partir dos critérios usados na nossa seleção, você compreenda as principais características de um bom leite e consiga fazer sempre a melhor escolha entre os produtos que encontrar no supermercado perto da sua casa, observando a tabela nutricional e a lista de ingredientes”, ressaltou a publicação. 

 

Uma alternativa - Ainda segundo VivaBem, algumas pessoas podem comentar que bebida à base de soja não é leite. “Não entraremos em polêmicas, avaliamos esses produtos pois, para parte da população, eles são o principal substituto do leite de vaca”, justifica a revista. A bebida à base de soja é uma alternativa, por exemplo, para pessoas que têm alergia à proteína do leite ou intolerância à lactose – e ainda para veganos e outros tipos de vegetarianos. Por ser produzida a partir do grão de soja, oferece proteína vegetal de alto valor biológico, o que quer dizer que possui todos os aminoácidos essenciais não produzidos pelo organismo humano. 

 

Destaque - “Purity Original se destacou, entre outros motivos, devido ao menor teor de sódio em relação ao terceiro colocado”, completou VivaBem. (Assessoria de Comunicação da Cocamar)

COCAMAR II: Os Suguiura, em Apucarana, preveem boa colheita de milho

 

Num ano que tem sido muito ruim para a safra de milho de inverno no Paraná, afetada por um longo período de estiagem e a seguir por geadas de forte intensidade, as lavouras devem apresentar uma das mais baixas médias de produtividade em muitos anos. No entanto, há exceções, verdadeiras ilhas de produtividade. “Esse é um ano que vai premiar aqueles produtores que se diferenciam por investir no solo e em tecnologias de ponta”, afirma o gerente técnico Rafael Furlanetto, da Cocamar. Ele participou na terça-feira (21/07) de uma viagem do projeto GiroMilho Cocamar a municípios do norte do Paraná. A iniciativa tem o apoio da concessionária Zacarias Chevrolet. 

 

Sempre no topo - É o caso da família Suguiura, que cultiva  605 hectares em Apucarana. Dona Keiko e seu Tiezo, de 71 e 75 anos, estão todos os anos entre os primeiros colocados em concursos de produtividade realizados pela cooperativa, tanto de soja quanto de milho. “Eles não ficam na dependência do fator sorte”, explica o agrônomo Gustavo Emori, da unidade local da Cocamar. 

 

Satisfeitos - Os Suguiura estão substituindo o trigo pelo milho, cultura que plantaram pela primeira vez em 2020, por sugestão da Cocamar. “A gente achava que não conseguiria cultivar um milho tão bom, mas experimentamos no ano passado e ficamos satisfeitos com o resultado”, afirma dona Keiko. “Eles investem todos os anos na correção do solo e na adoção das melhores tecnologias”, comenta Emori, “são produtores diferenciados”. 

 

Tudo planejado - “Fazemos um planejamento prevendo várias safras à frente”, diz seu Tiezo. Estão lidando com o milho de inverno, mas já têm realizado as aquisições de todos os insumos para a próxima safra de verão e também para o ciclo de inverno de 2022. 

 

Expectativa - No ano passado, na estreia do milho, a média ficou acima de 115,7 sacas por hectare (280 na equivalência em alqueire). Agora, em vários dos principais talhões, a expectativa de produtividade é a mesma. “Não foi um ano tão bom, também estamos tendo perdas com a estiagem, mas não podemos reclamar”, comenta dona Keiko. 

 

Bom potencial - No vizinho município de Arapongas, a situação é de perdas generalizadas, mas de novo: quem investe em modernas práticas tecnológicas e dedicam especial atenção ao solo, caso da família Waldrich, vai se diferenciar. Na avaliação do engenheiro agrônomo Reverson Flach, da unidade da cooperativa, as lavouras conduzidas pelo produtor Waldir Eudes Waldrich ainda apresentam bom potencial, acima de 82,6 sacas por hectare (200/alqueire). “Aqui não faltam investimento nos melhores materiais, capricho e plantio nos períodos mais indicados”, cita Flach. Curiosamente, enquanto uma lavoura vizinha foi inteiramente arrasada pela estiagem e as geadas, a de Waldrich está a salvo.  

 

Bons resultados - Foi a segunda viagem do projeto Giromilho, sendo que a primeira ocorreu no dia 1/7 no oeste paulista. O objetivo é identificar produtores como os Suguiura e os Waldrich, que fazem de tudo para garantir bons resultados sem depender da sorte. (Assessoria de Comunicação da Cocamar)

 

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SICREDI I: Jovens líderes se destacam em evento mundial do cooperativismo de crédito

 

O Sicredi, instituição financeira cooperativa com mais de 5 milhões de associados, foi destaque no World Council Young Credit Union People (Wycup), programa que reconhece jovens lideranças por contribuições significativas às suas comunidades e cooperativas de crédito e que têm potencial de causar impacto global. O evento fez parte de mais uma edição da Conferência Mundial do Woccu (Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito, na tradução da sigla em inglês), realizada entre os dias 14 e 21 de julho, que ocorreu virtualmente por conta da pandemia.

Premiação - A instituição financeira cooperativa teve cinco contemplados entre os 12 vencedores da premiação que contou com um total de 79 projetos inscritos de 13 países diferentes. “O Wycup é um programa que estimulamos fortemente há mais de uma década e, desde 2019, passamos a contar também com a participação de associados, integrantes dos Comitês Jovem, além dos colaboradores. É isso o que buscamos, fomentar jovens lideranças com visão de futuro que possam colaborar com a sustentabilidade das cooperativas de crédito e perenidade desse modelo de negócio”, celebrou Manfred Alfonso Dasenbrock, presidente da Central Sicredi PR/SP/RJ e conselheiro do Woccu.

Associados - Os associados do Sicredi contemplados foram Kelly Lima, da cooperativa Sicredi Alta Noroeste SP, pelo seu apoio na construção da Cartilha da Mulher, abordando os direitos das mulheres em situação de câncer e vítimas de violência doméstica; Rafael Lopes, da Sicredi Paranapanema PR/SP, com a campanha “Vamos Ajudar quem Mais Precisa", incentivando doações em apoio a vítimas de um forte vendaval em sua região; Guilherme de Melo, também associado da Sicredi Paranapanema PR/SP, com sua participação em um projeto que apoiou a distribuição de sabão a famílias carentes da sua comunidade.  

Colaboradores - Já dentre os colaboradores do Sicredi vencedores na premiação constam Carolina Mussolini, assessora de Comunicação da cooperativa Sicredi Rio Paraná PR/SP, com a divulgação massiva do cooperativismo de crédito, diferenciais e benefícios em suas redes sociais, impulsionando o conhecimento da população sobre o modelo de negócio; e Ana Goffredo, assessora de Negócios da Sicredi União PR/SP, com o projeto Energia da União, que fomenta a economia local e a produção de energia limpa por meio do financiamento de placas fotovoltaicas junto a parceiros da cooperativa, fortalecendo o ciclo virtuoso de cooperação na comunidade. 

Reconhecimento - Em reconhecimento pelos seus projetos, todos ganharam bolsas de estudos e viagem, com todas as despesas pagas, a Glasgow, na Escócia, para participarem da Conferência Mundial de Cooperativas de Crédito em 2022. (Assessoria de Comunicação do Sicredi Fronteiras PR/SC/SP)

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SICREDI II: Cooperativa tem intensa participação em painéis durante a Conferência do Woccu

 

sicredi II 23 07 2021O Sicredi esteve presente nas principais agendas da Conferência do Woccu (Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito, na tradução da sigla em inglês), realizada entre os dias 14 e 21 de julho, de forma virtual. Manfred Alfonso Dasenbrock, presidente da Central Sicredi PR/SP/RJ e conselheiro do Woccu, participou do painel “Captação de Recursos Globais: o que o futuro reserva”, que reuniu líderes globais para falar sobre ações de responsabilidade social desenvolvidas pelas cooperativas de crédito e como os princípios cooperativistas foram diferenciais importantes para ajudar as comunidades local e globalmente contra a Covid-19.“Como atuamos em um serviço essencial, identificamos que era fundamental prover nossos associados das necessidades mais urgentes e nos adaptamos aos programas emergenciais dos governos, apoiando as nossas 108 cooperativas com campanhas de arrecadação para as comunidades”, disse Dasenbrock. 

 

Jovens - Outro destaque foi a participação da Carla Katsurayama, especialista de Desenvolvimento do Cooperativismo da Fundação Sicredi, em uma sessão que discutiu a relação dos jovens com as cooperativas de crédito. “O trabalho com os Comitês Jovem contribui para a criação de projetos de impacto social, consolidando as cooperativas do Sicredi em instituições transformadoras, impulsionando o engajamento de lideranças jovens no movimento cooperativista”, afirma.

Mulheres - Também participaram do evento mundial Gisele Gomes, embaixadora do Programa Rede Global de Mulheres Líderes – GWLN/WOCCU e associada do Sicredi, no painel “Ela para Ela - Eleve as mulheres ao seu redor”, Vinícius Mattia, associado do Sicredi, membro do Comitê Jovem da cooperativa Sicredi Vale do Piquiri ABCD PR/SP e vencedor da Wycup 2020, apresentando o projeto premiado no ano passado e a colaboradora Camila Viana, especialista Digital do Sicredi, em um painel sobre transformação digital no cooperativismo. (Assessoria de Comunicação do Sicredi Fronteiras PR/SC/SP)

SAÚDE I: Brasil registra 547 mil mortes e 19,5 milhões de casos

 

saude I 23 07 2021A pandemia do novo coronavírus tirou até quinta-feira (22/07) 547.016 vidas. Em 24 horas, foram registradas pelas autoridades de saúde 1.412 novas mortes. O coeficiente de mortalidade, o índice de mortes por 100 mil habitantes, ficou em 260,3. Desde o início da pandemia, 19.523.711 pessoas foram infectadas com o novo coronavírus. 

 

Casos - Entre quarta-feira e quinta-feira, foram confirmados 49.757 novos casos de covid-19. A incidência, a quantidade de casos por 100 mil habitantes, é de 9.290,5. O número de pessoas que se recuperaram da covid-19 somou 18.259.711. Ainda há 716.984 casos em acompanhamento. O nome é dado para pessoas cuja condição de saúde é observada por equipes de saúde e que ainda podem evoluir para diferentes quadros, inclusive graves. Nas últimas duas semanas esse índice vem caindo progressivamente. As informações foram divulgadas nesta quinta-feira (22/07) pelo Ministério da Saúde em sua atualização diária. A pasta consolida dados enviados pelas secretarias estaduais de Saúde sobre casos e mortes relacionados à covid-19.

 

Estados - No topo do ranking de mortes por unidades da Federação estão São Paulo (136.466), Rio de Janeiro (58.036), Minas Gerais (49.377), Paraná (34.087) e Rio Grande do Sul (32.910). No topo de baixo da lista estão Acre (1.793), Roraima (1.826), Amapá (1.888), Tocantins (3.440) e Alagoas (5.698). No número de casos, São Paulo lidera com 3.979.102, seguido por Minas Gerais (1.921.230) e Paraná (1.355.387). As unidades da Federação com o menor número de casos são Acre (86.844), Roraima (118.036) e Amapá (120.036).

 

Vacinação - Conforme o Ministério da Saúde, até o momento começaram a ser distribuídas 164,4 milhões de doses às unidades da Federação, tendo sido entregues 154,4 milhões e 10,2 milhões estão em processo de distribuição. Considerando as informações do Programa Nacional de Imunizações (PNI) e dos levantamentos de cada secretaria estadual de Saúde, foram aplicadas 128,5 milhões de doses, sendo 92,6 milhões da primeira dose e 35,9 milhões da segunda dose e dose única. Quando consideradas somente as doses já registradas no sistema do PNI, foram aplicadas 122 milhões, sendo 88 milhões da primeira dose e 33,9 milhões da segunda dose e dose única. Ainda aguarda registro na base nacional 4,8 milhões de vacinas da primeira dose e 2,4 milhões da segunda dose e dose única. (Agência Brasil de Notícias)

 

SAÚDE II: Boletim confirma 2.430 novos casos de Covid-19 e 96 óbitos

 

saude ii 23 07 2021A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta quinta-feira (22/07) mais 2.430 casos e 96 mortes pela Covid-19 no Paraná. Os números são referentes aos meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas. Os dados acumulados do monitoramento da doença mostram que o Estado soma 1.348.300 casos e 33.899 óbitos. Há ajuste ao final do texto. Os casos confirmados divulgados nesta data são de janeiro (15), fevereiro (15), março (110), abril (245), maio (65), junho (229) e julho (1.751) de 2021.

Internados - De acordo com o informe, 1.427 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados. São 1.104 em leitos SUS (619 em UTIs e 485 em enfermarias) e 323 em leitos da rede particular (156 em UTIs e 167 em enfermarias). Há outros 1.726 pacientes internados, 821 em leitos de UTI e 905 em enfermarias, que aguardam resultados de exames. Eles estão nas redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos - A Secretaria da Saúde informa a morte de mais 96 pacientes. São 48 mulheres e 48 homens, com idades que variam de 21 a 97 anos. Os óbitos ocorreram de 19 de fevereiro a 22 de julho de 2021. Os pacientes que foram a óbito residiam em Colombo (17), Curitiba (12), Londrina (10), Maringá (4), Campo Largo (3), Missal (3), São José dos Pinhais (3), Fazenda Rio Grande (2), Foz do Iguaçu (2), Laranjeiras do Sul (2), Marialva (2), Ponta Grossa (2) e Wenceslau Braz (2). 

Municípios - O informe registra ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: Altônia, Ampére, Arapongas, Arapoti, Araucária, Cambé, Campina da Lagoa, Campo Magro, Campo Mourão, Chopinzinho, Cornélio Procópio, Cruzeiro do Oeste, Curiúva, Francisco Beltrão, Lapa, Manoel Ribas, Matinhos, Palmital, Paranavaí, Paraíso do Norte, Pato Branco, Pinhais, Piraquara, Piên, Pontal do Paraná, Reserva, Ribeirão do Pinhal, Rosário do Ivaí, Santa Helena, Santa Mônica, Sengés e Turvo.

Fora do Paraná - O monitoramento registra 7.087 casos de não residentes no Estado – 188 pessoas foram a óbito.

Ajuste - Total de exclusão: 1 caso de residente no Paraná. Um caso confirmado (M,66) no dia 12/07/2021 em Lidianópolis foi excluído por erro de notificação. (Agência de Notícias do Paraná)

SAÚDE III: No Paraná, 2,1 milhões de pessoas já foram imunizadas fora dos grupos prioritários

saude III 23 07 2021O Paraná já ultrapassou a marca de 2 milhões de pessoas do público geral, com idade entre 18 e 59 anos e que não fazem parte dos grupos prioritários, vacinadas contra a Covid-19. Das 2.107.138 pessoas abrangidas, de acordo com o sistema do Ministério da Saúde, 1.929.003 receberam a primeira dose e 178.135 o imunizante de dose única.

Divisão - Na divisão entre os grupos, esse público já lidera como aquele com o maior número de vacinas administradas, com um total de 2.130.495 doses, incluindo 23.357 segundas aplicações. Quinto estado que mais vacinou até o momento no Brasil, o Paraná pula para a terceira posição entre a população geral, atrás apenas de São Paulo e Rio de Janeiro.

População adulta - Até agora, 64,3% da população adulta paranaense (incluindo idosos e demais grupos prioritários) já recebeu ao menos uma dose do imunizante, um total de 5.608.307 pessoas. As que já completaram o ciclo vacinal, ao receberem as duas doses ou a dose única, representam 22,3% da população com mais de 18 anos (1.942.211).

Previsão - A previsão do Governo do Estado é que 80% desse público seja vacinado com pelo menos uma dose até o final de agosto, e toda a população adulta até o final de setembro. "Quanto mais avançamos no processo de imunização, maior é o escudo de proteção que atingimos, evitando o aumento das contaminações pelo coronavírus", destaca o secretário estadual da Saúde, Beto Preto. "Já é possível perceber o resultado da vacinação, principalmente entre o público atendido mais cedo. Isso só tende a ser ampliado com o tempo".

Faixa etária - Na divisão por faixa etária, foram vacinadas 410.674 pessoas com idade entre e 55 e 59 anos; 465.955 dos 50 aos 54 anos; 479.426 dos 45 aos 49 anos; 467.662 de 40 a 44 anos; 241.271 de 35 a 39 anos; 44.130 de 30 a 34 anos; 13.787 de 25 a 29 anos; 6.239 de 20 a 24 anos e 1.345 jovens com 18 e 19 anos.

Municípios – Dos 399 municípios paranaenses, 304 (76%) já estão aplicando a vacina no público com idade entre 30 e 39 anos, dentro do previsto no calendário de vacinação contra a Covid-19 no Paraná. Outras 16 cidades (4%) já avançaram e a começaram a vacinar a população mais nova, a partir dos 18 anos, e em 79 a aplicação está na faixa dos 40 anos. Em números absolutos, as cidades que mais vacinaram a população geral foram Curitiba (359.722 doses aplicadas); Londrina (99.219); Maringá (82.642); Cascavel (70.469); Foz do Iguaçu (59.432), Ponta Grossa (50.451); Colombo (48.299); e Paranaguá (44.463). (Agência de Notícias do Paraná;Foto: Geraldo Bubniak)

 


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