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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4806 | 20 de Abril de 2020

COVID 19 I: Em reunião com agentes financeiros, Sistema Ocepar pede apoio para as cooperativas

“Estamos aqui para compartilhar experiências sobre uma situação nunca vivenciada antes, expor o que as cooperativas estão fazendo para enfrentar essa crise e saber o que cada um pode fazer para apoiar o setor nesse momento”. Esta afirmação do presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, explica o objetivo da reunião por videoconferência, na última sexta-feira (17/04), com as superintendências do Banco do Brasil, BNDES, BRDE, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Itaú Unibanco e Santander. Também participou a gerente técnica do Sistema OCB, Clara Pedroso Maffia. “Vamos somar forças, atuar juntos. Não estamos aqui para reivindicar, e sim para discutir alguns pontos, compartilhar nossa preocupação. A expectativa é que possamos identificar o que pode ser feito em conjunto”, afirmou o dirigente.

Não podemos parar  “Desde o início dessa pandemia, as cooperativas não pararam suas atividades. Não pararam porque não quiseram, mas porque não podem. Não podemos deixar a população desabastecida de alimentos”, afirmou Ricken. Segundo o dirigente, diariamente são abatidas 2,5 milhões de aves mas, para que isso ocorra, são necessárias cerca de 100 milhões de aves alojadas. “Alguém tem que trabalhar, alimentar essas aves, cuidar até que sejam levadas para a abate. E esse alguém é o produtor. Temos uma missão nobre que é dar condições para que esse produtor continue seu trabalho e que abastecimento de alimentos não pare em meio a essa crise.  A gente sabe que isso não é tarefa para um único setor. Temos que estar sintonizados”, ressaltou.

Ações – O primeiro item da reunião com os agentes financeiros abordou as iniciativas das cooperativas para enfrentar a pandemia do Covid-19, bem como o trabalho que o Sistema Ocepar vem realizado para apoiar o setor nesse momento. Na sequência, o superintendente da Ocepar, Robson Mafioletti, e o gerente técnico, Flávio Turra, apresentaram informações de safra, agroindustrialização e financiamento. “Os dados mostram que o momento, do ponto de vista produtivo, é bom. Estamos colhendo uma grande safra, sendo que mais de 70% do volume colhido já foi comercializado. O preço da soja está bom para o produtor. Além disso, os bancos estão trabalhando em fina sintonia com as cooperativas, viabilizando a continuidade do fluxo de financiamentos, pois o crédito é fundamental para darmos continuidade aos nossos negócios. O que precisamos fazer é cuidar para que a situação continue assim”, destacou Mafioletti.

Medidas – O gerente técnico Flávio Turra lembrou que que o governo federal publicou duas resoluções (4.801/20 e 4.802/20) para socorrer o setor produtivo, sendo uma voltada aos impactos da pandemia provocada pelo Covid-19 e outra com foco nos prejuízos provocados pela seca e estiagem, em especial no Rio Grande do Sul. “De fato, estão surgindo medidas para apoiar as cooperativas, mas o que realmente precisamos discutir nesse momento são questões relacionados ao apoio do Sistema Financeiro Nacional para linhas de crédito, tanto para exportação quanto para capital de giro. Há também demandas estratégicas, relacionadas a correção dos limites, aumento de recursos e redução da taxa de juros do plano safra”, completou Turra.

Diferencial competitivo – O superintendente do Sescoop/PR, Leonardo Boesche, lembrou que um dos principais diferenciais competitivos das cooperativas do Paraná é sua tradição em planejamento estratégico e a gestão profissionalizada. “É neste contexto que entra o trabalho do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo, o Sescoop, entidade do Sistema S que há 20 anos vem contribuindo de forma decisiva para o desenvolvimento das cooperativas do estado”, afirmou.

Monitoramento – Boesche falou da trajetória do Sescoop e da sua função, entre as quais o desenvolvimento humano, trabalho que tem como foco a profissionalização da gestão e da governança, a promoção social e o monitoramento. Em relação ao monitoramento, o coordenador João Gogola contou que mensalmente são acompanhados mais de 60 indicadores, os quais possibilitam uma análise econômica e financeira periódica do setor.  “Nas análises de cenário frente ao Covid-19, estamos trabalhando com uma cesta de 20 indicadores. Isto possibilita perceber quais cooperativas precisam de um maior nível de atenção”, disse.  Na sequência, o coordenador apresentou o cenário do ramo agropecuário do Paraná, constituído por 62 cooperativas de produção. “Com base no monitoramento das cooperativas de produção, conseguimos estimar o impacto da atual crise no capital de giro e o montante adicional necessário”, afirmou.

Agentes financeiros – Para encerrar a reunião, o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, passou a palavra para os representantes dos agentes financeiros. Falaram em nome de suas instituições: Wilson Bley (BRDE), Paulo Cesar Starke Junior (BRDE), João Francisco Fruet Júnior (Banco do Brasil), Alexandre Castello Branco Manhaes Boechat (Banco do Brasil), Caroline Salla Perestrelo (Santander), Vitor Bachega (Bradesco), Guilherme Pessini Carvalho (Itaú Unibanco), Marco Antônio Buzzo (Caixa) e Tiago Peroba (BNDES). De forma resumida, os agentes financeiros enalteceram a iniciativa do Sistema Ocepar em dialogar com os bancos, destacaram que há reconhecimento, por parte deles, em relação à importância econômica das cooperativas e, por fim, manifestaram interesse em discutir, de forma conjunta e dentro de suas respectivas linhas de atuação, formas de apoiar as cooperativas.

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COVID-19 II: Comitê de Acompanhamento do Sistema Ocepar divulga comunicado 22

covid 19 comite 20 04 2020Na manhã desta segunda-feira (20/04), o Comitê de Acompanhamento e Prevenção do Covid-19 do Sistema Ocepar divulgou o comunicado 22 que informa sobre a primeira rodada de reuniões virtuais, realizada na sexta-feira (17/04), entre representantes da entidade e de agentes financeiros, entre os quais, o Banco do Brasil, BNDES, BRDE, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Itaú Unibanco e Santander. Confira abaixo todos destaques.

1. No dia 17 de abril, foi realizada a primeira rodada de reuniões, por videoconferência, da Ocepar com as superintendências dos agentes financeiros. O objetivo foi discutir em conjunto ações para apoiar o desenvolvimento sustentável dos negócios das cooperativas. Os assuntos tratados foram: apresentação das ações estratégicas da Ocepar e das cooperativas para enfretamento dos impactos econômicos e sociais da Covid-19; informações de safra, agroindustrialização e financiamento as cooperativas agropecuárias; e o monitoramento das cooperativas agropecuárias. Para a primeira rodada, os bancos convidados foram: Banco do Brasil, BNDES, BRDE, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Itaú Unibanco e Santander. Clique aqui para conferir: apresentação 1; apresentação 2.

2. No dia 16 de abril, a Secretaria Municipal da Saúde de Curitiba publicou a Resolução nº 1, que estabelece medidas complementares e obrigatórias para o enfrentamento da Emergência em Saúde Pública, decorrente do novo coronavírus e regulamenta o Decreto Municipal nº 470, de 26 de março de 2020. Para acessar, clique aqui.

3. No dia 15 de abril, o Governo Federal publicou a Lei nº 13.989, que dispõe sobre o uso da telemedicina durante a crise causada pelo coronavírus. Para acessar, clique aqui.

O Comitê - O Sistema Ocepar constituiu o Comitê de Acompanhamento e Prevenção do Covid-19 com objetivo de monitorar, receber, avaliar e comunicar seus públicos sobre as informações mais recentes ligadas à disseminação e precauções que devem ser tomadas diante da epidemia da doença. O grupo é formado pela Diretoria Executiva, coordenações de Gestão Estratégica e de Comunicação Social, com assessoramento jurídico e colaboração da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa).

 

COVID-19 III: Ramo saúde na linha de frente do combate ao novo coronavírus

covid ramo saude 20 04 2020As cooperativas de saúde brasileiras estão na linha de frente no combate à Covid-19. Para ampará-las, é essencial uma atuação conjunta do Poder Público, nas esferas Federal, Estadual e Municipal. O Sistema OCB tem acompanhado de perto e proposto ações para defender e fortalecer esse importante ramo do cooperativismo brasileiro.

Principais ações- Acesse AQUI  as principais ações mapeadas e os links para acessá-las. (Informe OCB)

 

GETEC: Informe nº 18 apresenta expectativas de mercado sobre indicadores econômicos

getec destaque 20 04 2020A Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec) divulgou, nesta segunda-feira (20/04), mais uma edição do Informe Expectativas de Mercado, com base nas informações do Boletim Focus, do Banco Central (BC), levantadas com instituições financeiras sobre as projeções relativas à economia nacional, contemplando o Produto Interno Bruto (PIB), IPCA (Índice de Preços ao Consumidor), taxa Selic e câmbio para 2020, 2021 e 2022.

Clique aqui para conferir o Informe Expectativas de Mercado Semanal

 

INTERCOOPERAÇÃO: Cooperativas começam a fazer a entrega de máscaras para entidades

As sete cooperativas de diversos ramos sediadas em Maringá (PR), que na semana passada anunciaram a união de esforços e recursos para custear a produção de 20 mil máscaras destinadas a suprir entidades assistenciais, já começam a fazer a entrega das primeiras quantidades.

Participantes - Participam da iniciativa que visa a apoiá-las no enfrentamento da pandemia do novo coronavírus, a Cocamar (do segmento agropecuário), Sicredi União PR/SP e Sicoob (financeiro), Unimed (médico), Uniodonto (odontológico), Unicampo (formada por profissionais de agronomia) e Pluricoop (que congrega especialistas em cooperativismo).

Projeto social - Numa primeira etapa, as máscaras estão sendo confeccionadas por costureiras participantes do projeto social “Vestindo minha família”, apoiado pelo Sicredi, nas cidades de Paranavaí e Paraíso do Norte. São dezenas de mulheres envolvidas, incluindo algumas venezuelanas, que vão ser remuneradas por esse trabalho. Elas estão utilizando tecidos fornecidos pelo Sicredi (que seriam destinados à confecção de uniformes para seus colaboradores) e também malhas doadas pela Cocamar (que têm, como matéria-prima, fios ecológicos produzidos na fiação da cooperativa em Maringá, a partir do processamento de embalagens pet recolhidas por catadores de rua). Cada uma delas também recebeu um frasco de álcool etílico 70%, doado pela Cocamar.

Calendário - Quatro entidades de Maringá estarão recebendo máscaras nesta semana:

- Nesta segunda-feira (20/04) às 14h, 1 mil unidades vão para o Albergue Santa Luiza de Marillac;

- Na quarta-feira (22/04), às 10h, outras 1 mil máscaras

seguem para a Associação Paranaense de Amparo as Pessoas Idosas Wajunkai;

- Quinta-feira (23/04), o Asilo São Vicente de Paulo recebe

500 máscaras (horário ainda a definir);

- E, na sexta-feira (24/04), 10h, vão ser doadas 1.200 unidades para a Rede Feminina de Combate ao Câncer.

Participe dessa ação - As cooperativas garantem a produção de 20 mil máscaras e, em paralelo, desenvolvem um esforço para angariar doações de recursos junto a comunidade e chegar a 50 mil unidades. A participação é aberta a qualquer interessado e não há valor definido para a doação, que pode ser feita em forma de crédito nas seguintes contas:

Sicoob Metropolitano Afusi

CNPJ: 04.809.528/0001-67

Banco: 756 (Banco Cooperativo do Brasil S/A.)

Agência: 0001

Conta: 63.318.414-4

Sicredi União PR/SP

CNPJ: 79.342.069/0001-53

Banco: 748 (Banco Cooperativo Sicredi S/A.)

Agência: 0718

Conta Corrente: 09512-2

(Imprensa Cocamar)

intercooperacao cartaz 20 04 2020

COGECOM: Cooperativa vai doar energia a escolas e unidades de saúde

cogecom 20 04 2020O atual momento de crise para toda a sociedade tem levado muitos a procurarem manifestar solidariedade, mesmo tendo de enfrentar seus próprios desafios. Como medida para o enfrentamento das consequências causadas pela Covid-19, uma cooperativa de energia com sede em Curitiba anunciou a doação de três meses de conta de energia para escolas e unidades de saúde no interior do estado. A Cooperativa de Geração Compartilhada (Cogecom) vai fazer a doação a Carambeí (PR), cidade onde tem uma de suas usinas instaladas.

Avanço - Com centenas de cooperados na região de Curitiba, a cooperativa está avançando nas operações na região dos Campos Gerais, com destaque para cidades como Ponta Grossa, Carambeí e Castro. Empresários que tenham interesse em economizar e em adotar uma atitude mais sustentável, podem incluir seus empreendimentos na cooperativa. Alguns dos cooperados são restaurantes como Babilônia, Bobardí e Terra Madre, lanchonetes da rede Subway, unidades dos Postos Pellanda, o Hotel Radisson e o Grupo Marista.

Como funciona? - A cooperativa faz a gestão da produção de energia em mini usinas e o rateio do excedente produzido. Também conduz interfaces com os órgãos competentes, assegurando o processo e o cooperado. Toda energia gerada é injetada na rede da concessionária, no caso do Paraná, a Copel. Essa energia é revertida em créditos que são abatidos no valor da fatura das empresas integrantes da cooperativa.

Pioneira - Criada há dois anos no Paraná, a Cogecom é pioneira no Brasil nesse modelo de cooperativa de geração de energia e já tem mais de mil cooperados. Em dezembro de 2019, a iniciativa passou a ter abrangência em Santa Catarina.

Responsabilidade social - Além de promover sustentabilidade e consumo de energia de maneira mais econômica, a Cogecom também aposta na educação. O projeto Cogecom Endurance estimula as novas gerações a se desenvolverem em diversas áreas, com participação em oficinas nas instituições parceiras, onde aprendem sobre empreendedorismo, cidadania, gestão da emoção e diversos outros aprendizados que a escola tradicional não traz. Saiba mais acessando o site da cooperativa: https://cogecom.com.br/. (Cogecom)

 

INTEGRADA: Primeira live da cooperativa vai discutir tendências do agronegócio

integrada 20 04 2020As tendências da produção agrícola, clima e mercado serão os temas abordados durante a primeira “live” no canal do Youtube da Cooperativa Integrada, que ocorrerá na quinta-feira (23/04), às 17h. Ministrada pelo consultor da MB Agro, Alexandre Mendonça de Barros, a ação visa, em meio à pandemia de coronavírus, manter cooperados, colaboradores, clientes e parceiros atualizados em relação aos últimos acontecimentos.

Encontros - Os encontros com o consultor sempre foram presenciais, mas como forma de preservar à saúde e a vida das pessoas, a Cooperativa utilizará da tecnologia não só para manter o seu corpo técnico bem informado, mas também toda a família Integrada.

O palestrante - Barros é engenheiro agrônomo formado pela Esalq/USP e doutor em Economia Aplicada pela Esalq/USP. É membro dos Conselhos do Grupo Otávio Lage, do Frigorífico Minerva, Big Sal e Grupo Roncador, membro do Comitê de Assessoria Externa da Embrapa Pecuária Sudeste e do Conselho Superior do Agronegócio da Fiesp, Professor Associado da Fundação Dom Cabral e Sócio-Consultor da MB Agro Consultoria.

Endereço - Acesse: https://www.youtube.com/c/IntegradaCooperativaAgroindustrial. (Imprensa Integrada)

 

CAPAL: Expedição de grãos alcança recorde diário em Arapoti

capal 20 04 2020A Capal bateu dois recordes de expedição de grãos na semana passada. As equipes da balança, carregamento, operacional e portaria fizeram um trabalho coordenado, que garantiu carga de 96 caminhões, sendo 80 de soja e 16 de trigo em Arapoti (PR).

Total - Ao todo, foram 2.543,06 toneladas de soja e 495,11 toneladas de trigo carregadas na quinta-feira (17/04). No dia 11, a equipe já havia alcançado uma marca inédita de 87 caminhões, mas este número foi superado.

Equipe - A equipe, trabalhando em rodízio, foi formada por classificadores, carregamento, controle de notas e balanceiros. A portaria e um trabalhador terceiro também integraram a atividade. “É um trabalho de formiga. A equipe não estava completa aqui, mas todos os colaboradores conseguiriam bater o recorde, por isso damos parabéns a eles”, celebra a colaboradora Lindaura Rodrigues Lopes.

Integração - Leomar Ferreira fez parte do grupo de trabalho. Ele reforça que a integração entre os setores garantiu o bom resultado. “Junto com a equipe da balança, o pessoal do operacional e a portaria que também ajudou bastante, fomos carregando. Eu fiquei no pátio controlando para não gerar tumulto”, completa. Diante da situação atual, a Capal vem tomando todas as medidas de segurança e higiene para evitar o contato direto, a fim de impedir a proliferação de vírus.

Agilidade e compromisso - O colaborador também parabeniza os colegas que contribuíram para alcançar o número. “Foi com a agilidade e o compromisso de todo mundo que abraçou a causa e conseguimos bater o recorde”, comenta. A equipe tem a expectativa de atingir um número maior nos próximos dias. (Imprensa Capal)

 

PRIMATO I: Investimento em Nova Santa Rosa

primato I 20 04 2020Com o objetivo de ampliar a atuação na parte agrícola e aumentar o ciclo de negócios com os cooperados e produtores rurais de Nova Santa Rosa (PR) e região, a Primato Cooperativa Agroindustrial adquiriu uma área para construção de uma unidade de recebimento de grãos na divisa do município. Essa é uma das ações que estão no plano de investimentos apresentados pela diretoria durante a Convenção de Vendas da Primato, em fevereiro.

Projeto - Segundo o gerente de originação da Primato, Marcio José Bach, o objetivo é fortalecer e ampliar o ciclo de negócios com os cooperados da região. “Dentro do plano de investimentos para os próximos cinco anos, a Primato adquiriu uma área de 6,5 alqueires na divisa entre Novo Sarandi e Nova Santa Rosa para implementar uma unidade de recebimento de cereais. O projeto já está em andamento e todos os preparativos para o início das obras de implementação vão ser iniciados ainda neste semestre, para que na próxima safra de verão 2020/21, já seja possível que os cooperados e agricultores de toda a região possam entregar soja e milho”, destacou Marcio.

Assistência - A parte de assistência técnica já é desenvolvida na região mas a intenção é fortalecer ainda mais o trabalho junto ao cooperado. “Atualmente existe um agrônomo da Primato que presta a assistência técnica na região de Nova Santa Rosa, Novo Sarandi, Pérola Independente, entre outras localidades e municípios da região. Disponibilizamos também um profissional que faz a assistência comercial na parte de máquinas e implementos agrícolas”, enfatizou Bach que complementou, “assim como a assistência de suinocultura e pecuária leiteira já existentes há muitos anos”.

Nova Santa Rosa - Vale ressaltar que a Primato conta com a unidade agropecuária e agrícola no município de Nova Santa Rosa há mais de duas décadas e vai continuar as operações no local. “O objetivo dos investimentos na unidade de recebimento e beneficiamento de cereais é fortalecer ainda mais o vínculo com toda a região de Nova Santa Rosa, ampliando o leque de produtos e serviços no ciclo com os cooperados, produtores rurais que já contam com a unidade agropecuária e agrícola há muitos anos”, enalteceu Bach.

Primato - “Esse investimento demonstra a importância e o potencial que Nova Santa Rosa e região tem para nossa cooperativa, por isso o investimento na unidade de recebimento de cereais estará acontecendo ainda neste ano, para que possamos estruturar e disponibilizar para a próxima safra de verão 2020/21 de soja e milho e assim, fortalecer o elo com nossos cooperados da cidade e localidades próximas”, destacou o presidente da Primato, Ilmo Werle Welter. (Imprensa Primato)

 

PRIMATO II: Energia solar fotovoltaica no portfólio da cooperativa

primato II 20 04 2020A questão da energia elétrica está cada vez mais em evidência na vida das pessoas, afinal, diariamente lidamos com muitos aparelhos que necessitam estar conectados ou recargados, assim como a conta de todo mês que deve ser paga por utilizá-los. Por isso, a energia solar via sistema fotovoltaico aparece cada vez mais como uma solução para quem utiliza.

Financiamento - Com o objetivo de proporcionar a possibilidade de financiamento e aquisição do sistema, que precisa ser feito com base no custo mensal de cada propriedade ou residência, que a Primato Cooperativa Agroindustrial, sediada em Toledo (PR), firmou parceria com a indústria de eletrônicos Bedinsat de Toledo, para disponibilizar aos cooperados e clientes da cooperativa.

Energia - Segundo o diretor-executivo da Primato, Anderson Sabadin, esse é mais um produto que fica disponível no portfólio da cooperativa. “Nossa estratégia é desenvolver um ciclo sustentável de negócios com nossos cooperados e clientes, apresentando soluções que sejam complementares àquelas que já desenvolvemos. A questão da energia é muito importante, seja no campo ou na cidade, afinal, muito do que utilizamos todos os dias necessitam do uso contínuo de energia, como computadores, celulares, telefones”, destacou Sabadin que ainda frisou, “e a energia solar via sistema fotovoltaico é uma realidade e, queremos ser o facilitador de nosso público para aquisição de um sistema tão eficaz como esse, firmando a parceria com uma indústria de Toledo”.

Fotovoltaico - Para o engenheiro eletrônico da Bedinsat, Lucas Veroneze, a parceria visa disponibilizar uma opção eficaz, segura e simples para aquisição do sistema fotovoltaico, que é produzido pela empresa. “Em conjunto com a Primato firmamos essa parceria para levar ao cooperado e cliente da cooperativa uma opção segura para quem busca a instalação de um projeto de energia solar em sua propriedade ou residência”, destacou Lucas que complementou, “nós entendemos que a produção própria de energia solar gera economia e benefícios aos seus usuários, por isso visando a garantia do produto e assistência técnica regional que a Primato e a Bedinsat firmaram a parceria”

Primato - Para obter mais informações, cotações sobre a aquisição e instalação de sistema de energia solar fotovoltaico entre em contato com a Primato nos fones:

Televendas 0800 600 3025 (tecla 1)

Unidade Nova Santa Rosa – (45) 3253 1142

Unidade Toledo – (45) 3055 3025

Unidade Guaraniaçu – (45) 3232 1119

Unidade Cascavel – (45) 3226 4784

Unidade Verê – (46) 3056 7531

(Imprensa Primato)

 

UNIMED CURITIBA: Série de videoaulas traz mais dicas de exercícios físicos

unimed curitiba 20 04 2020Ao atender às recomendações de órgãos competentes em evitar contatos sociais e deslocamentos para a contenção do novo coronavírus, as pessoas estão adotando novos hábitos e tendo que adaptar suas atividades à nova rotina dentro de casa. Para ajudar as pessoas a manterem-se ativas e praticarem atividade física durante a quarentena, a Unimed Curitiba lançou uma série de videoaulas chamada “Unimed Curitiba em casa com você”, que conta a presença da educadora física Jucimara Lopes, colaboradora que atua no setor de Promoção a Saúde. A série já possui 5 vídeos que tratam diversos temas, como atividades para melhorar o astral, exercícios para trabalhar o sistema cardiorrespiratório, exercícios com cadeira, aulas superanimadas e alongamentos e exercícios de respiração para relaxar o corpo. Mais aulas vem por aí, fique ligado no canal da Unimed Curitiba no YouTube! (Imprensa Unimed Curitiba)

 

EMBRAPA: Webinar vai debater cigarrinha e enfezamento do milho

embrapa 20 04 2020A Embrapa Soja irá promover um webinar no próximo dia 22 de abril, das 16h às 17h, sobre Milho: cigarrinha e enfezamentos. O tema será debatido pelo pesquisador Walter Meirelles, da Embrapa Milho e Sorgo. Segundo o pesquisador, o enfezamento, transmitido pela cigarrinha Dalbulus maidis, tem causado preocupação ao produtor de milho, especialmente na safrinha. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas na plataforma Sympla.

Medidas - Durante o webinar, Meirelles irá debater medidas que podem ser tomadas para minimizar o problema. Desta forma, irá apresentar aspectos gerais sobre a incidência da cigarrinha: como fazer diagnóstico e avaliar a progressão dos sintomas típicos dos dois enfezamentos, identificar plantas hospedeiras, esclarecer dúvidas sobre produtos registrados para o tratamento contra inseto vetor, avaliar os danos, entre outras questões.

Explanação rápida - “Faremos uma explanação rápida sobre a planta do milho e o manejo da lavoura, do ponto de vista do melhoramento genético. A ideia é debater o efeito ambiental e como a diversidade de cultivares pode afetar a incidência do enfezamento”, ressalta Meirelles. Também irá relatar situações em que a doença ocorre com mais frequência e apresentar os prejuízos à produtividade. (Assessoria de Imprensa da Embrapa Soja)

WEBINAR

TEMA: Milho: cigarrinha e enfezamentos.

DATA: dia 22 de abril

HORÀRIO: 16h às 17h

Inscrições na plataforma Sympla: https://www.sympla.com.br/webinar-milho-cigarrinha-e-enfezamentos__836646

 

CAMEX: Mais 141 produtos para combate à pandemia têm imposto de importação zerado

 

camex 20 04 2020A Câmara de Comércio Exterior (Camex), órgão interministerial presidido pelo Ministério da Economia, zerou o Imposto de Importação de 141 novos produtos, no contexto das medidas de política comercial orientadas ao combate à pandemia da Covid-19.

 

Itens - A medida abrange medicamentos (como dipirona e paracetamol); insumos para medicamentos; equipamentos hospitalares (como ultrassom para diagnóstico, kits para traqueostomia e máscaras laríngeas); além de produtos de higiene (como sabões medicinais e sabonetes líquidos).

 

Definição - Os itens foram definidos em trabalho conjunto da Secretaria Executiva da Camex com o Ministério da Saúde e a Secretaria Especial da Receita Federal. O Ministério da Saúde contribuiu avaliando as listas mencionadas, enquanto a Receita Federal enquadrou os itens de acordo com a Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM).

 

Resolução - A Resolução nº 32/2020 do Comitê Executivo de Gestão da Camex (Gecex), publicada na sexta-feira (17/o4) no Diário Oficial da União, abrange produtos classificados em 92 códigos da NCM.

 

Total - Com a nova resolução, chega a 313 o número de produtos que tiveram a tarifa de importação zerada para o combate à pandemia. As quatro primeiras reduções tarifárias foram implementadas pelas resoluções Gecex Nº 17/2020Nº 22/2020Nº 28/2020 e Nº 31/2020. (Ministério da Economia)

 

FOTO: Bruno Germany / Pixabay

 

LEGISLATIVO I: Ampliação do auxílio emergencial de R$ 600 será votada pelo Senado nesta segunda

 

legislativo I 20 04 2020O Plenário do Senado pode ampliar para mais pessoas o auxílio emergencial de R$ 600 que está sendo pago a trabalhadores de baixa renda prejudicados pela pandemia do coronavírus. Os senadores devem votar na tarde desta segunda-feira (20/04) o substitutivo da Câmara ao projeto do Senado que estende o benefício para outras categorias de trabalhadores informais e autônomos, como caminhoneiros, diaristas, garçons, catadores de recicláveis, motoristas de aplicativos, manicures, camelôs, garimpeiros, guias de turismo, artistas, taxistas, entre outros (PL 873/2020).

 

Inclusão - O texto do Senado inclui no auxílio — criado recentemente pela Lei 13.982, de 2020 — os sócios de empresas que estão inativas e as mães adolescentes (não contempladas pela lei porque o auxílio é destinado aos maiores de 18 anos). Também estende para aos lares monoparentais a possibilidade de receberem duas cotas do auxílio emergencial (R$ 1.200), uma vez que a lei havia restrito essa possibilidade apenas às mulheres chefes de família.

 

Autoria - O PL 873/2020 é do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e foi relatado pelo senador Esperidião Amin (PP-SC) no Senado, onde foi aprovado por unanimidade. Ao passar pela Câmara, no entanto, ele ganhou emendas e, por isso, deve ser votado novamente pelos senadores.

 

Mudanças - Uma das mudanças da Câmara diz respeito à devolução do valor recebido em alguns casos. O Senado propôs o fim da exigência de que os beneficiários do auxílio tivessem recebido rendimentos tributáveis abaixo da faixa de isenção (R$ 28,6 mil) no ano de 2018. Em troca, o texto passa a exigir que aqueles beneficiários que ficarem acima da isenção em 2020 devolvam o valor do auxílio, na forma de Imposto de Renda, em 2022. A Câmara, no entanto, não concordou com a regra sugerida pelo Senado no caso da devolução dos valores do benefício quando for acertado o Imposto de Renda de 2022. Para os deputados, o valor não deve ser cobrado mais tarde.

 

Empréstimo - "Essa devolução faria o benefício se aproximar mais de um empréstimo subvencionado em favor das famílias em momento de dificuldade, o que pensamos não ser a melhor solução", avalia o relator, deputado Cezinha de Madureira (PSD-SP), ao justificar a mudança em seu substitutivo.

 

Comida e despesas - Para ele, o auxílio vai ser usado para o pagamento de comida e outras despesas básicas do trabalhador e de sua família em função da perda repentina e substancial de renda decorrente do isolamento social imposto pelo enfrentamento da covid-19.

 

Rendimentos - "Os rendimentos obtidos em 2018 podem não ter se repetido em 2019 e, menos ainda, no início do corrente ano de 2020", defende o relator, para quem basta o requisito de renda familiar mensal per capita de meio salário mínimo, ou total de três salários mínimos brutos, para que a pessoa faça jus ao auxílio emergencial.

 

Abrangência - A Câmara foi além das categorias previstas por Randolfe e incluiu entre os possíveis beneficiários vendedores porta a porta, esteticistas, pessoas que atuam na economia solidária e pescadores artesanais que não recebam o seguro-defeso, entre outros.

 

Abrangência - Cezinha de Madureira disse que um dos intuitos do substitutivo é deixar expresso que estão abrangidos pela cobertura do auxílio emergencial vários trabalhadores informais e, também formais, desde que desempenhem atividade remunerada sem possuírem vínculo empregatício. Ele considerou informais, para efeitos de recebimento do auxílio emergencial, os empregos de contrato de trabalho intermitente, aqueles com renda mensal inferior a um salário mínimo, bem como aqueles empregados rurais e domésticos ainda que tenham contrato de trabalho formalizado.

 

Descontos - O texto também veda que instituições financeiras responsáveis pelo pagamento efetuem descontos a pretexto de recompor saldos negativos ou saldar dívidas preexistentes dos beneficiários. Ou seja, se alguém estiver devendo ao banco, o auxílio não poderá ser automaticamente retirado para cobrir a dívida.

 

Alterações proibidas - Ressalvados os casos de morte ou irregularidade, o texto a ser votado agora pelos senadores proíbe alteração em aposentadoria, pensão ou benefício social devidos a pessoa idosa ou com deficiência, ou vítima de doença grave durante o estado de calamidade pública decorrente da covid-19.

 

Divergência - Câmara e Senado também divergiram no dispositivo que é dá ao governo poder de firmar acordos para auxiliar no pagamento dos trabalhadores formais em até três salários mínimos por beneficiário, mediante a condição de não demissão pelo período de 12 meses após o fim do auxílio.

 

Estruturada e organizada - Para o relator na Câmara, a Medida Provisória (MP 936/2020 já criou um Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda “de uma forma melhor estruturada e mais organizada”. A MP deve ser votada pela Câmara na próxima semana, nos dias 22 ou 23, segundo adiantou o presidente da Casa, Rodrigo Maia, na sessão de quinta-feira (16/04).

 

Recusa proibida - O substitutivo da Câmara proíbe a recusa do auxílio emergencial a quem declarar não ter CPF. O governo se comprometeu a regulamentar o tema a fim de evitar fraudes, indicando os documentos que serão aceitos. Os deputados previram a regularização automática dos CPFs sem cobrança bancárias, e o líder do governo na Câmara, deputado Vitor Hugo (PSL-GO), disse que a Receita anunciará solução para os problemas no cadastro de contribuintes.

 

Fies - O texto da Câmara manteve a possibilidade da suspensão de pagamentos ao Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

 

Relator favorável - O relator da matéria no Senado elogiou o debate e a alteração do texto feita pelos deputados. Na avaliação de Esperidião Amin, embora a Câmara tenha levado 16 dias para decidir sobre o projeto, as alterações foram boas. “Os deputados se empenharam em aperfeiçoar o projeto. Seu conteúdo foi valorizado pela Câmara e tenho certeza que há um acordo com o governo para as correções que lá foram feitas”, afirmou durante a sessão plenária de sexta-feira (17/04).

 

Lei em vigor - Ao sancionar a lei que já garante o auxílio emergencial, o presidente Jair Bolsonaro estimou em postagem nas suas redes sociais que, inicialmente, 54 milhões de pessoas — ou pouco mais de 25% da população brasileira serão beneficiados. O número deve subir caso o projeto do Senado com substitutivo da Câmara seja sancionado.

 

Público - Pela Lei 13.982/2020, a ajuda popularmente conhecida como “coronavoucher” é destinada a cidadãos maiores de idade sem emprego formal, mas que estão na condição de trabalhadores informais, microempreendedores individuais (MEI) ou contribuintes da Previdência Social. Também é necessário ter renda familiar mensal inferior a meio salário mínimo per capita ou três salários mínimos no total e não ser beneficiário de outros programas sociais ou do seguro-desemprego.

 

Família - Para cada família beneficiada, a concessão do auxílio ficará limitada a dois membros, de modo que cada grupo familiar poderá receber até R$ 1.200. Os beneficiários do Bolsa Família não ficam excluídos da possibilidade de receber o auxílio.

 

Pagamento - Para as categorias já contempladas pela Lei 13.982/2020, o auxílio emergencial já pode ser solicitado pelo site www.auxilio.caixa.gov.br ou pelo aplicativo Caixa Auxílio Emergencial, disponível para iOS e Android.

 

Recursos - O dinheiro envolvido na operação veio da medida provisória editada pelo governo no início de abril para financiar o programa (MP 937/2020). Foram liberados R$ 98,2 bilhões em créditos extraordinários para o Ministério da Cidadania dar auxílio emergencial “de proteção social a pessoas em situação de vulnerabilidade devido à pandemia da covid-19”. A MP ainda não foi votada pela Câmara. (Agência  Senado, com Agência Câmara)

 

FOTO: Bárbara Batista / Agência Senado

 

LEGISLATIVO II: Senado aprova PEC do Orçamento de Guerra, que volta à Câmara

 

legislativo II 20 04 2020O Senado aprovou em segundo turno na sexta-feira (17/04) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 10/2020, que simplifica os gastos do governo federal para o combate à pandemia de coronavírus. Conhecida como PEC do Orçamento de Guerra, a matéria permite processos mais rápidos para compras, obras e contratações de pessoal temporário e serviços. O texto foi aprovado em sessão remota do Plenário e volta à Câmara, que deve analisar as mudanças sugeridas pelos senadores.

 

Emendas - O relator, senador Antonio Anastasia (PSD-MG), acatou 27 das 61 emendas apresentadas pelos senadores no primeiro turno. Ele aumentou os mecanismos de prestação de contas pelo Poder Executivo; incluiu dispositivos para preservar empregos; e restringiu as hipóteses em que o Banco Central pode comprar títulos privados (veja mais detalhes abaixo). As alterações foram mantidas no segundo turno. Foram 63 votos a favor e 15 contra o substitutivo de Anastasia. Houve uma abstenção.

 

Regime extraordinário - A PEC foi apresentada no dia 1º de abril pelo presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ). A matéria institui um regime extraordinário fiscal, financeiro e de contratações para o enfrentamento da calamidade pública. A União pode adotar esse modelo de gastos durante a pandemia, mas apenas em casos de urgência: quando a necessidade “for incompatível com o regime regular” de despesas.

 

Adiamento - Alguns parlamentares chegaram a defender o adiamento da votação. O senador Telmário Mota (Pros-RR) criticou a hipótese de uma proposta que altera a Constituição ser apreciada durante uma sessão virtual. Ele questionou ainda o fato de a PEC 10/2020 prever a possibilidade de o Banco Central comprar títulos e ativos de empresas com risco de liquidez.

 

Inconformado - “É uma barbaridade. É incrível como, em um estado desses, vão mexer na Constituição. Estou inconformado de ver o Senado mexer na Constituição para beneficiar os banqueiros, para encher mais ainda os bolsos de quem sempre ganhou dinheiro das mãos calejadas do trabalhador brasileiro.”

 

Aprovação - O senador Otto Alencar (PSD-BA) defendeu a aprovacão do texto. “Quero reiterar e elogiar a dedicação e o trabalho do nobre senador Antonio Anastasia, que fez um trabalho brilhante e melhorou muito a matéria e a letra de lei que veio da Câmara. Espero que os deputados possam também acolher essas modificações, que foram corretas, sintonizadas com aquilo que pensa o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, que merece a nossa confiança”

 

Principais pontos - Veja os principais pontos da PEC 10/2020:

 

“Regra de ouro” - A União fica autorizada descumprir a chamada “regra de ouro” do Orçamento durante todo o ano em que vigorar o estado de calamidade. Isso significa que o governo pode se endividar para pagar despesas correntes, como salários, aposentadorias e custeio da máquina pública. Antes da pandemia, isso seria considerado crime de responsabilidade. O Ministério da Economia deve publicar a cada 30 dias um relatório com valores e custo das operações de crédito realizadas.

 

Contratação de pessoal - A PEC permite a contratação temporária de pessoal, mesmo que não haja dotação prévia ou autorização específica na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), exceção que vale apenas durante a pandemia de coronavírus.

 

Criação de despesas - Proposições legislativas e atos do Poder Executivo podem prever o aumento de despesas ou a ampliação de incentivos tributários para criar, expandir ou aperfeiçoar ações governamentais de combate aos efeitos sociais e econômicos do coronavírus. Mas essas despesas não podem ser permanentes: valem apenas durante o estado de calamidade.

 

Benefícios tributários - O processo simplificado deve assegurar, quando possível, a competição e a igualdade de condições entre os concorrentes. Empresas contratadas pela União para atuar em programas de combate ao coronavírus podem receber benefícios creditícios, financeiros e tributários. Mas ficam obrigadas a manter o emprego dos seus trabalhadores. Empresas em débito com o sistema da seguridade social ficam autorizadas a firmar contratos com o poder público e até mesmo a receber benefícios fiscais, outra exceção que vale apenas durante o estado de calamidade.

 

Prestação de contas - As autorizações de despesas para o combate ao coronavírus devem constar em programações orçamentárias específicas e ser incluídas nos relatórios de execução orçamentária do Poder Executivo. Mas esses gastos devem ser avaliados separadamente na prestação de contas do presidente da República.

 

Títulos e ativos 1 - O Banco Central fica autorizado a comprar e vender títulos do Tesouro Nacional e ativos privados. Mas só nos chamados mercados secundários: isso significa que a autoridade monetária não pode adquirir títulos diretamente do Tesouro ou das empresas, mas apenas de quem já detenha os papéis (como bancos e fundos de investimentos). A preferência é para a aquisição de títulos emitidos por micro, pequenas e médias empresas. O objetivo é garantir a liquidez dessas companhias.

 

Títulos e ativos 2 - No caso dos ativos, eles precisam ter baixo risco (classificados na categoria “BB-” ou superior). A regra vale para debêntures não conversíveis em ações; cédulas de crédito imobiliário; certificados de recebíveis imobiliários; certificados de recebíveis do agronegócio; notas comerciais; e cédulas de crédito bancário. A venda dos ativos adquiridos pelo Banco Central pode ocorrer após a vigência do estado de calamidade.

 

Contrapartidas - Ao comprar ativos de instituições financeiras, o Banco Central pode exigir contrapartidas. Os bancos que venderem os títulos ficam proibidos, por exemplo, de aumentar a remuneração de diretores e membros do conselho de administração, inclusive bônus, participação nos lucros e incentivos remuneratórios associados ao desempenho. Outro impedimento é pagar dividendos acima do mínimo obrigatório estabelecido em lei.

 

Transparência - O presidente do Banco Central deve prestar contas ao Congresso Nacional, a cada 30 dias, sobre as operações de compra de títulos e ativos. A instituição deve ainda publicar diariamente as operações realizadas, com informações sobre taxas de juros pactuadas, valores envolvidos e prazos.

 

Dívida mobiliária - Durante a pandemia, a União pode pagar juros e encargos da dívida mobiliária com empréstimos feitos apenas para refinanciá-la. Essa dívida é formada pelos títulos emitidos pelo Tesouro e pelo Banco Central e em poder do mercado.

 

Insumos de saúde - A União deve adotar critérios objetivos para distribuir, entre estados e municípios, os equipamentos e insumos de saúde imprescindíveis ao enfrentamento do coronavírus.

 

Irregularidades - Atos do Poder Executivo que configurem irregularidade ou descumprimento dos limites previstos podem ser sustados pelo Congresso Nacional por meio de decreto legislativo.

 

Validade - A PEC convalida atos de gestão praticados pelo Poder Executivo desde o dia 20 de março de 2020. Se promulgada, a Emenda Constitucional deve ser revogada automaticamente no encerramento do estado de calamidade provocado pelo coronavírus. (Agência Senado)

 

FOTO: Edilson Rodrigues / Agência Senado

 

RODOVIAS: Campanha contra Covid-19 começa a ser divulgada nas estradas

 

saude estradas 20 04 2020O SOS Estradas, em parceria com a Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis) e outras entidades, começou na sexta-feira (17/04) uma campanha informativa sobre a prevenção da Covid-19 nos pontos de parada em estradas do país. A previsão é de que as informações cheguem para caminhoneiros, além de funcionários e frequentadores de pontos de parada em rodovias federais e estaduais.

 

Preferência - A campanha orienta, por exemplo, a dar preferência às paradas de apoio que ofereçam banho e alimentação saudável; evitar aglomerações, mantendo distância de 1,5 metro de qualquer pessoa; não compartilhar utensílios pessoais, principalmente, talheres e copos; e observar se as mesas do refeitório ou restaurante estão com distância segura de um metro, no mínimo.

 

Distribuição - Segundo a SOS Estrada, as informações serão distribuídas por meio de e-mails, folhetos impressos e pôsteres colocados nos banheiros desses locais de maior circulação de pessoas nas rodovias. O material contempla informações sobre sintomas, grupo de risco, atitudes preventivas desde os cuidados dentro do veículo e durante todo o percurso até como agir nas paradas para descanso e alimentação, além de orientações para higiene pessoal.

 

Avanço da doença - “Para tentar conter o avanço da doença no Brasil, várias entidades ligadas ao 'universo do asfalto' se reuniram para levar mais informação aos trabalhadores que, de uma maneira ou de outra, estão nas estradas brasileiras arriscando suas vidas”, divulgou a entidade. (Agência Brasil)

 

FOTO: Marcelo Camargo / Agência Brasil

 

INSS: Instituto cria serviço para ajustar marcação de perícia médica

 

inss 20 04 2020O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) criou um serviço para que os segurados façam acertos na marcação de perícia médica. A medida tem por objetivo garantir o atendimento aos segurados.

 

Portaria - Nesse sentido, o INSS publicou portaria no Diário Oficial da União desta segunda-feira (20/04), que trata do assunto.

 

Serviço - O serviço está disponibilizado exclusivamente para requerimento pela Central 135, a fim de que possa ser realizado filtro prévio antes da criação da demanda. (Agência Brasil)

 

FOTO: Antônio Cruz / Agência Brasil

SAÚDE I: Em reunião do G20, ministro brasileiro reconhece papel da OMS

 

saude g 20 20 04 2020Empossado na última sexta-feira (17/04), o novo ministro da Saúde, Nelson Teich, participou, neste domingo (19/04) de sua primeira agenda internacional, uma reunião de ministros da Saúde do G20. Em sua fala, ele destacou o papel da Organização Mundial da Saúde (OMS) na luta contra a pandemia do novo coronavírus e defendeu que os países do bloco busquem uma cobertura de saúde universal e de qualidade.

 

Abordagem integrada - Discursando em inglês, Teich enfatizou “a necessidade de uma abordagem integrada com outras organizações”, mas afirmou que “o Brasil reconhece o papel da OMS”. O ministro assegurou que o país está comprometido no trabalho em conjunto com os organismos internacionais.

 

Mudanças permanentes - Teich também destacou que a pandemia deve provocar mudanças permanentes nos sistemas de saúde em todo mundo e defendeu que os países do G20 “devem se comprometer integralmente em alcançar a cobertura de saúde universal”, almejando a eficiência e um serviço “focado na necessidade da população”.

 

Fake news - O ministro da Saúde criticou as chamadas fake news e afirmou que a disseminação de informações falsas é um problema no combate à pandemia. Ele ressaltou ainda a atuação do governo na ajuda a estados e municípios, destacando que US$ 2 bilhões em recursos federais foram empregados na distribuição de materiais e equipamentos hospitalares.

 

Testes - Outro ponto levantado por Teich foi a necessidade da realização de mais testes de diagnóstico, de modo a conhecer o alcance da pandemia e melhor pensar em como lidar com ela. "Precisamos realmente entender o que está acontecendo para que a gente consiga desenhar as políticas e ações que vão nos ajudar a passar por isso da forma mais rápida”, disse ele.

 

Presidente da OMS - Além dos ministros da Saúde do G20, bloco formado pelas 20 maiores economias do mundo, o presidente da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesu, também participou da reunião.

 

Resolução conjunta - O encontro seguiu na parte da tarde. A previsão era de que, após o encerramento, fosse divulgada uma resolução conjunta sobre o combate à pandemia do novo coronavírus.

 

Críticas - A OMS tem sido alvo de críticas sobretudo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que, na terça-feira (14/04), anunciou a suspensão da verba destinada à organização.

 

Redes sociais - Mais cedo, em conta recém-criada no Twitter, o ministro anunciou o envio de 25 respiradores a "estados mais necessitados" - Ceará, Amazonas e Pernambuco. Ele destacou que os equipamentos foram produzidos no Brasil e que o governo federal está mobilizado para apoiar estados e municípios no enfrentamento da pandemia de covid-19. (Agência Brasil)

 

FOTO: Ministério da Saúde

 

SAÚDE II: Brasil tem 38,6 mil casos de coronavírus e 2,4 mil mortes registradas

 

O Ministério da Saúde divulgou neste domingo (19/04) novos números sobre a pandemia do novo coronavírus (covid-19) no país. De acordo com levantamento diário feito pela pasta, o Brasil tem 38.654 casos confirmados da doença e 2.462 mortes foram registradas. A taxa de letalidade continua em 6,4%. Nas últimas 24 horas, o ministério registrou 2.055 novos casos e 110 mortes.

 

Recuperados - O número de recuperados não foi atualizado e permanece em 14.026, que representa cerca de 38% dos infectados. Os últimos dados sobre as pessoas curadas são de sábado (18/04), quando o número de casos confirmados estava em 36.599.

 

Sudeste - A Região Sudeste registra 21.285 (55,1%) casos confirmados da doença. Em seguida, aparecem as regiões Nordeste, com 9.300 (24,1%); Norte, com 3.691 (9,5%); Sul, com 2.816 (7,3%), e Centro-Oeste, com 1.562 (4%).

 

Pandemia - Em 11 de março, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou situação de pandemia de coronavírus em todos os países. O termo é usado quando uma epidemia – grande surto que afeta uma região – se espalha por diferentes continentes com transmissão sustentada de pessoa para pessoa.

 

Dúvidas - A Agência Brasil reuniu as principais dúvidas e perguntas sobre covid-19. Veja o que se sabe sobre a pandemia e sobre o vírus até agora. (Agência Brasil)

SAÚDE III: Paraná registra 50º óbito em decorrência da Covid-19

 

saude III 20 04 2020A Secretaria de Estado da Saúde divulgou, neste domingo (19/04), uma nova atualização da situação de pacientes confirmados com o novo coronavírus: 42 novos casos e três óbitos. No total, o Paraná registra 987 casos confirmados e 50 óbitos de residentes no Estado com a doença.

 

Os pacientes - Os pacientes que morreram são dois homens residentes de Apucarana (com idades 47 e 51 anos) e uma mulher de Londrina (de 56 anos). Todos os pacientes estavam internados.

 

Novos casos - Os novos 42 casos foram registrados nos municípios: Amaporã, Assis Chateaubriand, Campo Largo, Cascavel, Cruzeiro do Sul, Curitiba, Guaíra, Guarapuava, Lapa, Londrina, Maringá, Paranacity, Pato Branco, Pinhais, Planaltina do Paraná, Ponta Grossa, Ramilândia, Santa Terezinha de Itaipu, Tamboara.

 

Alteração - Alteração de dados a partir da confirmação do município de residência: um caso da Fazenda Rio Grande foi transferido para Curitiba. Um caso de Santa Isabel do Ivaí foi transferido para Planaltina do Paraná. Um caso de Foz do Iguaçu foi transferido para Santa Terezinha de Itaipu.

 

Observação - Na versão publicada sábado (18/04), dois municípios da 7ª Regional de Saúde (Pato Branco e Vitorino), não apareciam, o que na sequência foi arrumado. O problema ocorreu na conversão do arquivo para o formato de divulgação. (Agência de Notícias do Paraná)

 

Consulte os informes completos clicando aqui.

 

INTERNACIONAL: Banco Mundial diz que pode oferecer US$ 160 bilhões em financiamentos

O presidente do Banco Mundial (Bird), David Malpass, anunciou na sexta-feira (17/04) que a instituição é capaz de fornecer US$ 160 bilhões em financiamento nos próximos 15 meses, para o enfrentamento da crise econômica gerada pelo coronavírus (covid-19).

Pilares - Em nota, o banco afirmou que o programa é baseado em três pilares: proteger os mais pobres e vulneráveis; apoiar os negócios e salvar empregos; e ajudar os países em desenvolvimento a implementar medidas emergenciais de saúde e fortalecer a resiliência econômica.

Recessão - “Além dos impactos da pandemia da covid-19 na saúde, esperamos uma grande recessão global. Nossas estimativas sugerem uma desaceleração global muito mais profunda do que a grande recessão (iniciada em 1929), dados os declínios na produção, investimento, emprego e comércio”, disse, em comunicado à imprensa.

Crise - Malpass destacou, também, que enquanto os trágicos impactos da pandemia estão sendo sentidos globalmente, a crise deve atingir os mais pobres e os países mais vulneráveis.

Insuficiente - Para o presidente do Banco Mundial, o que a instituição fez até agora “claramente não é suficiente”. “Se não agirmos rapidamente para fortalecer sistemas, os ganhos de desenvolvimento dos últimos anos podem ser facilmente perdidos” enfatizou.

Monitoramento - Malpass disse, ainda, que irá monitorar, juntamente com o Fundo Monetário Internacional (FMI), se o espaço fiscal aberto para os países por meio de financiamentos e alívio em pagamento de dívidas está sendo utilizado para o enfrentamento dos impactos da covid-19.

América Latina - Em entrevista transmitida pela internet, Malpass afirmou que os países da América Latina não são os mais pobres do mundo, mas têm dificuldades financeiras. “Não são as nações mais pobres do mundo, mas certamente têm enormes necessidades financeiras. Então, uma das coisas que estamos estudando é uma maneira de fornecer recursos e assistência técnica e também ideias para esses governos e como eles podem fazer com que seus sistemas funcionem melhor durante o fim da crise. E quando a crise terminar, gostaria que os países saiam com um sistema mais reativo e que possam iniciar a reconstrução de forma mais rápida”, afirmou.

Estimativas - No último dia 12, o Banco Mundial divulgou estimativas para o Produto Interno Bruto (PIB). Para a instituição, a economia na região da América Latina e Caribe deve registrar queda de 4,6% em 2020. Para o Brasil, a previsão de queda do PIB este ano é 5%. (Agência Brasil)


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