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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4792 | 30 de Março de 2020

COVID-19: Portaria do Mapa sobre atividades essenciais é um dos destaques do comunicado 9

covid 30 03 2020A publicação da Portaria nº 11.612, no Diário Oficial da União de sexta-feira (27/03), que dispõe sobre os serviços, atividades e produtos considerados essenciais pelo Ministério da Agricultura, é um dos destaques do comunicado nº 9 divulgado pelo Comitê de Acompanhamento e Prevenção do Covid-19 do Sistema Ocepar, na tarde de sexta-feira (27/03). Veja abaixo outras informações ressaltadas pelo Comitê:

1. Entrevista com o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, sobre os impactos do coronavírus no cooperativismo. Para acessar clique aqui.

2. Publicação da Portaria nº 11612, de 26 de março de 2020, que dispõe sobre os serviços, atividades e produtos considerados essenciais pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento para o pleno funcionamento das cadeias produtivas de alimentos e bebidas, para assegurar o abastecimento e a segurança alimentar da população brasileira enquanto perdurar o estado de calamidade pública decorrente da pandemia. A medida enquadra as lojas de insumo das cooperativas como atividade essencial. Para acessar clique aqui.

3. No dia 26 de março, o Governo do Estado do Paraná informou que irá manter o Programa Tarifa Rural Noturna e que os beneficiários já estão cientes da medida. Para acessar clique aqui.

4. No dia 27 de março, o Governo do Estado do Paraná anunciou um pacote de R$ 1 bilhão para preservar o nível de empregos. Para acessar clique aqui.

O Comitê - O Sistema Ocepar constituiu o Comitê de Acompanhamento e Prevenção do Covid-19 com objetivo de monitorar, receber, avaliar e comunicar seus públicos sobre as informações mais recentes ligadas à disseminação e precauções que devem ser tomadas diante da epidemia da doença. O grupo é formado pela Diretoria Executiva, coordenações de Gestão Estratégica e de Comunicação Social, com assessoramento jurídico e colaboração da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa).

 

OCEPAR: Conselho Fiscal aprova contas e balanço patrimonial de 2019 por videoconferência

O Conselho Fiscal da Ocepar aprovou as contas e o balanço patrimonial de 2019 da entidade, na sexta-feira (27/03), por videoconferência. A reunião foi realizada virtualmente como medida de precaução ao coronavírus, seguindo as orientações os órgãos oficiais de saúde. Participaram os conselheiros Tácito Octaviano Barduzzi Jr, Urbano Inácio Frey e Lindones Antonio Colferai, o coordenador administrativo da Ocepar, Claudiomiro Rodrigues, e o contador Mauricio Roesner. O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, e o superintendente Robson Mafioletti, também prestigiaram a videoconferência.

ocepar 30 03 2020

 

 

GETEC: Informe nº 15 apresenta expectativas de mercado sobre indicadores econômicos

getec destaque 30 03 2020A Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec) divulgou, nesta segunda-feira (30/03), mais uma edição do Informe Expectativas de Mercado, com base nas informações do Boletim Focus, do Banco Central (BC), levantadas com instituições financeiras sobre as projeções relativas à economia nacional, contemplando o Produto Interno Bruto (PIB), IPCA (Índice de Preços ao Consumidor), taxa Selic e câmbio para 2020, 2021 e 2022.

Clique aqui para conferir o Informe Expectativas de Mercado Semanal

 

BALANÇO: Faturamento das cooperativas paranaenses de trabalho cresceu mais de 32% em 2019

balanco 30 03 2020O exercício de 2019 foi encerrado com um saldo bem positivo para as nove cooperativas paranaenses do ramo trabalho, que alcançaram faturamento de R$ 196,5 milhões no ano, o que representa um crescimento de 32,5% em relação a 2018. E, de acordo com o levantamento feito pela coordenação de monitoramento da Gerência de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR (Gecoop), a variação acumulada do faturamento em cinco anos foi de 108%. No Paraná, o ramo contabilizou 7.099 cooperados em 2019, número 17,6% superior a 2018. Entre as cooperativas desse setor há duas de assistência técnica, uma educacional, quatro de serviços especializados e duas de consultoria e instrutória.

Mais - No ano passado, o segmento totalizou R$ 84,6 milhões em ativos, 20,9% a mais que no ano anterior. Já o nível de capitalização no último ano foi de 25%. Em impostos e tributos, as cooperativas de trabalho paranaenses recolheram R$10,9 milhões. Em relação aos resultados, chamado de sobras pelas cooperativas, o valor alcançado em 2019 foi 55,8% superior ao do ano anterior, sendo que, antes das destinações e ajustes, somou R$ 8,4 milhões. “A tesouraria do ramo é classificada como sólida e representa 22,8% dos ativos, o volume nominal é de R$ 19,3 milhões”, informa o coordenador de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR, João Gogola Neto.

Clique aqui e confira na íntegra o estudo “Cenário Anual Consolidado do Ramo Trabalho e Produção de Bens e Serviços – 2019”

 

H1N1: Sistema Ocepar imuniza colaboradores contra gripe influenza

Diante da pandemia do Covit-19, a diretoria Executiva do Sistema Ocepar decidiu antecipar a vacinação de todos seus colaboradores contra a gripe H1N1, a influenza. A campanha de imunização aconteceu na sexta-feira (27/03), com apoio de uma clínica particular de Curitiba, sob as orientações da coordenadoria administrativo financeira e de recursos humanos da Ocepar. Durante o período da tarde, todos receberam uma dose da vacina influenza tetravalente Fluarix Tetra.

Sintomas - Segundo informações do Ministério da Saúde, os principais sintomas da gripe A (H1N1) são infecção aguda das vias aéreas e febre – em geral mais acentuada em crianças do que em adultos. Também podem surgir calafrios, mal-estar, dor de cabeça e de garganta, moleza e tosse seca, além de diarreia, vômito, fadiga e rouquidão. A prevenção da doença é feita com regras básicas de higiene, como cobrir a boca ao tossir ou espirrar e lavar as mãos com frequência. Também se deve evitar permanecer por muito tempo em ambientes fechados, sem ventilação e com aglomeração de pessoas. As mesmas recomendações para evitar o Covid-19, o novo coronavírus, seguindo neste momento de isolamento social.

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DIA C: Recolher, sim. Parar, não!

dia c 30 03 2020O momento que estamos passando nos pede flexibilidade. A expressão “ser resiliente” nunca esteve tão presente na vida da população mundial como agora. Alguns já o são naturalmente, outros estão praticando e aprendendo. E é esse o convite que temos às nossas cooperativas neste momento de transformações e adequações.

Princípios - O cooperativismo tem em seu DNA, e escrito entre seus princípios, o “interesse pela comunidade”. Um princípio que carregamos como uma bandeira e que se faz extremamente presente nas ações do “Dia de Cooperar” (nosso querido Dia C).

Prevenção - Como ação de prevenção, comunicamos a todas as nossas cooperativas para que suspendam temporariamente as ações de divulgação e de lançamento que ocorrem todos os anos. E fazemos um convite à reflexão: o Dia C carrega o lema de que “atitudes simples movem o mundo”. E é disso que estamos precisando neste momento, mais do que nunca.

Necessidades - Vamos dar uma pausa nos eventos institucionais, mas vamos, também, olhar para o que nossas comunidades estão precisando neste momento? Vamos, juntos, pensar como cada cooperativa, observando seu contexto, pode contribuir para minimizar os efeitos negativos do coronavírus no seu município?

Conscientização e sensibilização - Podem ser feitas campanhas de conscientização e sensibilização. Podemos usar as redes sociais e a comunicação digital de uma forma geral para espalhar informações úteis. O relacionamento virtual está sendo estimulado, mais do que nunca. Podemos, ainda, pensar em ações de apoio a pessoas em dificuldade neste momento delicado.

Criatividade - Temos a certeza que a criatividade vai ajudar a fazermos coisas incríveis. Você pode ser um ator, um elo, um representante…Uma parte importante nesta corrente para minimizar os estragos.

Fortalecidos - Quando tudo isso passar, estaremos mais fortalecidos. Nossos materiais, preparados com tanto carinho, estarão à disposição para levarmos adiante ações que podem nascer neste momento de transformação.

Compartilhe - Vamos pensar juntos? Compartilhe sua ideia. Às vezes, tem mais alguém querendo apoiar…

Fique por dentro - O Sistema OCB criou uma página para espalhar ações que estão sendo feitas por todo o país. Entre em contato, mande o que sua cooperativa está fazendo e encoraje outras a fazerem também! E lembre-se: todas essas ações realizadas em favor das comunidades podem (e devem!) ser cadastradas no Sistema do Dia C no site diac.somoscooperativismo.coop.br. Vamos contabilizar o sucesso das nossas ideias para contarmos no futuro como foi fazer um Dia C ainda mais emocionante. (Informe OCB)

 

LAR: Jornal Nacional mostra as medidas de proteção ao coronavírus adotadas em indústria da cooperativa

lar 30 03 2020As medidas preventivas para evitar a contaminação do coronavírus adotadas na unidade industrial da Cooperativa Lar, com sede em Medianeira, no Oeste do Estado, foram mostradas em uma matéria no Jornal Nacional exibida no sábado (28/03). A apresentadora Ana Paula Araújo enfatiza que “a indústria, um dos setores essenciais para que não falte nada na mesa dos brasileiros durante a quarentena, também adotou medidas de segurança para proteger os funcionários da Covid-19”. A matéria mostra exemplos do Espírito Santo e do Paraná, ressaltando que a indústria paranaense mede a temperatura dos funcionários na entrada, reforçou os cuidados com a higiene, proibiu a entrada de visitantes e suspendeu os treinamentos.

Clique aqui para conferir a matéria

 

INTEGRADA: Cooperativa doa 8 mil máscaras descartáveis no PR

Sensível às necessidades dos órgãos de saúde no combate ao Covid-19, a Cooperativa Integrada doou 8 mil máscaras descartáveis aos Hospitais Universitários de Londrina, Maringá e Cascavel, no Paraná. A medida visa ajudar a conter a disseminação do coronavírus.

Divisão - Para a unidade Londrina, onde se encontra a Matriz da Integrada, foram doadas 4 mil unidades. As outras 4 mil máscaras serão divididas em 50% entre os hospitais universitários de Maringá e Cascavel.

Cooperação - O diretor vice-presidente da Integrada, João Francisco Sanches Filho, destaca que a cooperação é o que move o sistema. “A força da união fará a diferença para que os hospitais, responsáveis por milhares de atendimentos em nosso Estado, continuem prestando cuidados à saúde das pessoas, neste momento adverso”.

Cuidados redobrados - O superintendente geral da Integrada, Haroldo Polizel, afirma que o momento requer cuidados redobrados para evitar a contaminação e/ou disseminação do Coronavírus (Covid-19), além de serenidade e responsabilidade para o bem coletivo. “Nossos cooperados e time de colaboradores seguem trabalhando para produzir alimentos e abastecer o Brasil e mais de 30 países ao redor do mundo”.

Ações internas - Em linha com os seus valores de cooperação e valorização de pessoas, a Integrada vem tomando todas as medidas de segurança necessárias, recomendadas pelos órgãos competentes. O foco é conter o avanço da disseminação do Coronavírus e manter a integridade de seus cooperados, colaboradores, clientes, parceiros e toda a comunidade.

Comitê de Risco - Para isso, a cooperativa criou um Comitê de Risco. Adiou e suspendeu reuniões, treinamentos e eventos. Os colaboradores de grupos de risco, como idosos, pessoas com doenças pré-existentes, problemas respiratórios, gestantes, foram liberados de suas atividades.

Higienização reforçada - A higienização nos locais de atuação foi reforçada e as aglomerações foram rigorosamente reduzidas. Foi adotada a modalidade do trabalho remoto, cujas funções podem ser exercidas à distância. O uso de canais de comunicação eletrônicos como telefone, e-mail, WhatsApp, Portal do Cooperado, entre outros, foram priorizados.

Indústrias - Com o propósito de atender cooperados e clientes e produzir alimentos, colaborando com o abastecimento no mundo, as indústrias seguem operantes, assim como toda cadeia de produção e comercialização de grãos e insumos.

Resultados - As atitudes de prevenção e combate ao Coronavírus, aliadas às ações de solidariedade e cooperação, podem gerar grandes resultados, local e globalmente. (Imprensa Integrada)

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COCAMAR: Posto Cocamar distribui lanches e kits de higiene para caminhoneiros

Na sexta-feira (27/03), no dia em que completou 57 anos de fundação, a Cocamar Cooperativa Agroindustrial começou a desenvolver mais uma ação em apoio aos setores que precisam estar em atividade para que a população fique em casa.

Parceria - Em parceria com a Fetranspar e Sest/Senat, lanches e kits de higiene foram distribuídos no final da tarde aos caminhoneiros que passaram pelo Posto Cocamar, localizado na saída de Maringá para Campo Mourão, na PR-317.

Distribuição - A distribuição foi concentrada na empresa Transcocamar – localizada no pátio do Posto –onde os profissionais foram atendidos por equipes devidamente orientadas quanto a cumprimento dos protocolos exigidos pelas autoridades de saúde. A iniciativa teve continuidade no sábado (28/03), durante o período da manhã.

Grande afluxo - Um dos maiores e mais movimentados postos de abastecimento da região, o local recebe um grande afluxo de caminhoneiros em trânsito. O presidente-executivo da cooperativa, Divanir Higino, afirma que com as dificuldades enfrentadas por esses profissionais para realizarem o seu trabalho, como a falta de restaurantes abertos ao longo das estradas, a ação visa oferecer suporte para que os profissionais continuem trabalhando. “Ao transportar alimentos e outras mercadorias para abastecer as cidades, os caminhoneiros têm sido fundamentais neste momento de enfrentamento do coronavírus.”

Várias frentes - Nos últimos dias, a Cocamar articulou várias frentes em apoio aos segmentos que não podem parar. Fez a doação de 13 mil litros de álcool hidratado 70º INPM para entidades, hospitais, transporte público, cooperados e colaboradores; doou cerca de 2 mil máscaras-respiradores PFF1 para hospitais e Corpo de Bombeiros; entregou uma grande quantidade de alimentos, álcool e materiais diversos para o Hospital Universitário de Maringá e colocou a panificadora de seu Moinho de Trigo, em Marialva, para produzir pães destinados a esse mesmo hospital. (Imprensa Cocamar)

COOPERTRADIÇÃO: Cooperativa realiza campanha e adota medidas preventivas

O novo coronavírus (Covid-19) chegou ao Brasil trazendo muitas dúvidas e preocupações. Em meio às recomendações de prevenção e segurança, as empresas e cooperativas do agronegócio garantem o abastecimento de alimentos em todo território nacional, e na Coopertradição não será diferente. De acordo com dados divulgados pela Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento do Paraná, a safra de grãos de verão 2019/2020 pode chegar a 23,4 milhões de toneladas, superando a safra anterior.

Trabalhando - Atualmente as cooperativas do estado, que representam 65% da produção de grãos continuam trabalhando. E já que, o agronegócio não pode parar, a Coopertradição vem adotando desde o início da pandemia, algumas medidas para segurança e para proteger seus colaboradores, cooperados e fornecedores do risco de contaminação.

Campanhas internas - Desde que o vírus do Covid-19 chegou ao Brasil, a Coopertradição tem realizado campanhas internas como forma de prevenção. Foram distribuídos em todas as unidades de recebimento e indústrias da cooperativa, cartazes e flyers com orientações a serem rigorosamente seguidas, além de conversas com representantes da Cipa. Também foi fornecido álcool gel 70% para todos os setores e máscaras para quem trabalha direto com atendimento e faz uso de transportes coletivos, como as vans da cooperativa. Além dessas ações internas, também estão sendo divulgadas medidas de proteção nas redes sociais, para que todos os seguidores tenham acesso.

Decreto - Após o decreto feito pelo prefeito municipal de Pato Branco, Augustinho Zucchi, no dia 20 de março, também foi orientado aos colaboradores que podem desenvolver suas funções remotamente, que trabalhassem na modalidade Home Office, a fim de evitar a aglomeração, principalmente aquelas pessoas que compõe grupos de riscos.

Recebimento de grãos - A fim de não comprometer o recebimento de grãos, matéria-prima indispensável para a produção de alimentos, todas as filiais da Coopertradição estão preparadas, adotando medidas rigorosas para receber a produção de seus cooperados. Todos os setores foram organizados, inclusive a assistência técnica, que quando necessária, deverá ser feita através de telefone ou solicitando que o agrônomo responsável faça uma visita diretamente na propriedade do cooperado.

Prioridade - A adoção dessas medidas preventivas é prioridade para a Coopertradição, para que todos possam dar continuidade em suas atividades e garantir que o alimento chegue à mesa de todos os brasileiros. (Assessoria Coopertradição)

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CAPAL: Ações preventivas contra a Covid-19 são mantidas

capal 30 03 2020Neste mês, a Capal implementou uma série de medidas para reduzir a propagação do coronavírus, com base em recomendações da Organização Mundial de Saúde, do Ministério da Saúde e dos governos do Estado do Paraná e São Paulo.

Contato e aglomeração - Para evitar o contato entre as pessoas e uma possível aglomeração nos ambientes, o atendimento presencial deve ser evitado. No setor administrativo, é preferencial o contato por telefone e outros meios de comunicação, a fim de evitar a circulação desnecessária.

Pedidos por celular - A Capal criou ainda um sistema de pedido e entrega de produtos das Lojas Agropecuárias. Por um número de WhatsApp, o cliente/cooperado solicita o produto de que necessita. O vendedor da loja recebe os pedidos, reúne os produtos e gera nota fiscal. Os produtos ficam disponíveis para retirada em um local específico.

Ações preventivas - As medidas de higiene cotidianas continuam sendo observadas na Cooperativa, como cobrir a boca e o nariz com a região do cotovelo ao tossir ou espirrar, evitar tocar nos olhos, nariz e boca, usar lenço de papel e lavar bem as mãos com água e sabão; sempre que possível, usar álcool em gel.

Reforço - O reforço nas orientações aos colaboradores assegura a manutenção dessas e outras medidas preventivas, entre elas, manter os ambientes arejados, sempre limpos e objetos higienizados.

Internamente - O contato físico deve ser evitado no âmbito interno também; por isso, as reuniões foram substituídas por videoconferências. Outra mudança importante foi em relação a deslocamentos. Cooperados e funcionários não devem realizar viagens, nacionais ou internacionais. (Imprensa Capal)

 

PRIMATO I: Mudança nos hábitos ampliam consumo online

primato I 30 03 2020O Brasil e o mundo sentiram o impacto com o isolamento social e a necessidade de ampliar as compras online. O que já era consumido pelas plataformas digitais continuaram e aumentaram suas vendas, algo que segue adesão natural. Mas algumas categorias que ainda encontram resistências de seus consumidores começaram a ter um protagonismo maior, entre elas, as compras de supermercado online.

Entrega - Com a necessidade de evitar aglomeração de pessoas nos espaços físicos, muitas pessoas optaram por compras nos sites e com entrega a domicílio, fator que já é utilizado por uma parcela dos consumidores.

Hábitos - Uma das principais barreiras para a adesão das compras de supermercado online é a mudança de hábito de consumo. “Sem dúvidas, a maioria de nossos clientes fazem a compra no espaço físico quando se trata de supermercado, pois a preferência por selecionar as frutas e verduras, escolher a melhor carne, a marca preferida de frios, leite, iogurte, cerveja, produtos de limpeza, entre outros, é grande entre os clientes”, destacou o diretor executivo da Primato, Anderson Sabadin. “Por isso, é preciso que se quebre o paradigma para muitos destes consumidores neste quesito, afinal, há poucos anos atrás comprar tênis, roupas e óculos não eram considerados viáveis pelo fato que haveria a necessidade de estar no espaço físico para a compra. Hoje, são itens de maior consumo online e por isso, assim que o ocorrer a mudança desse hábito de consumo sobre o supermercado e a comodidade de receber em casa, creio que teremos muito mais pessoas aderindo”, complementou.

Praticidade - Segundo Sabadin, da mesma maneira que muitos procuram as compras online no segmento vestuário ou para comida, a praticidade será um dos fatores positivo para o consumidor. “Muitos preferem pedir comida em casa para evitar sair de casa, filas e restaurantes cheios, assim como os clientes que não gostam de estar nas lojas de roupas, preferem escolher com praticidade. Isso vai acontecer com as compras de supermercado online também”, enalteceu o diretor executivo que complementou, “por isso disponibilizamos o site do Primato Supermercado e Casa Vergara, assim como os respectivos aplicativos, para proporcionar esta praticidade”.

Comodidade - Receber os produtos em casa é sempre uma comodidade para o consumidor. E isso não é diferente para compras de supermercado. “O que temos percebido é que nem todos os clientes gostam de ir ao supermercado fazer as compras, principalmente em horários de pico onde há filas. O que ocorre é que se trata de um hábito. Faltou alguma coisa? Quero fazer um churrasco ou almoço de última hora? Vamos ao supermercado. O que se pretende é trazer comodidade ao nosso cliente. Faltou alguma coisa em casa, fazer aquelas compras do final de semana ou da semana, através de alguns cliques e com tempo hábil, essas compras estarão na sua casa. Isso é comodidade e quanto maior a experiência com essa modalidade, maior será a adesão”, enalteceu Anderson.

Primato - Desde 2019 a Primato Cooperativa Agroindustrial vem passando pela transformação digital seguindo um plano estruturado através de consultoria especializada. “Nós já estamos buscando ser a referência em nossos negócios implementando a transformação digital para estarmos preparados para a nova era de relacionamento, negócios e consumo de forma digital. Com o momento atual estamos fazendo teoria e prática ao mesmo tempo, o que pode trazer ainda alguns ajustes necessários, mas que traz uma experiência fundamental para que possamos ser uma cooperativa adaptada ao novo momento”, enfatizou o presidente da Primato, Ilmo Werle Welter que concluiu, “e haverá sempre espaço para quem prefere as compras na loja física”. (Imprensa Primato)

 

PRIMATO II: Alteração em horários de funcionamento

primato II 30 03 2020Na última terça-feira (24/03) a prefeitura municipal de Toledo (PR) baixou novo decreto com relação a quarentena e os horários de atendimento dos serviços essenciais que não pararam neste período. Com base nessa nova recomendação, a Primato Cooperativa Agroindustrial acatou e adaptou os seus negócios com as novas recomendações.

Supermercados - A rede de supermercados Primato estava atuando desde 20 de março em sistema diferenciado, conforme solicitado. “Desde o dia 20, estávamos operando com as recomendações exigidas pelos decretos do Estado e Município, que são no máximo 30 pessoas dentro de cada loja, tendo colaboradores que estão mantendo limpos os alimentos e outros produtos nas gôndolas, desinfetando carrinhos e cestas de compras, sinalização nos caixas e marcações de distância de cada cliente na fila, mesmo procedimento do lado de fora, onde se adentra cliente assim que outro sai, recebendo borrifada de álcool 70%, mas com o horário de funcionamento normal”, explicou o diretor-executivo da Primato, Anderson Sabadin, que complementou, “agora segundo novo decreto os horários foram reduzidos, ficando das 8h às 19h e fechando aos domingos”.

Delivery - Sabadin ressaltou que o sistema de delivery continua normal pelas compras via WhatsApp, site Primato Supermercado e Casa Vergara. “Nos domingos as lojas físicas estarão fechadas, mas as compras online estarão sendo recebidas via app, WhatsApp (45) 99854 1115 e (45) 98821 3851 e sites com entrega em domicílio”, disse.

Restaurantes - Segundo o novo decreto, restaurantes não podem atender em espaço físico. “Na rede de Restaurante Primato estamos trabalhando em sistema delivery, com composição de cardápios e marmitas para entrega em domicílio através de pedidos feitos via WhatsApp e telefone (45) 99912 0365”, destacou Sabadin.

Postos de combustíveis - “Por sua vez os postos de combustíveis da Primato vão seguir o decreto e o atendimento será feito de segunda a sábado das 6h às 19h e mantendo fechado aos domingos”, disse Sabadin.

Município - Estão sendo realizadas reuniões entre os poderes públicos representantes pela prefeitura, câmara de vereadores, representantes dos empresários via Acit e outras classes representativas, assim como o corpo técnico de saúde que avaliam a situação diariamente e verificando a possibilidade da quarentena vertical, onde àqueles que não são do grupo de risco possam retomar as atividades com todos os cuidados e recomendações.

Momento delicado - “Assim como todas as pessoas e empresas de Toledo, nós também sentimos esse momento delicado em que passamos, porém seguimos os decretos e estamos tomando todos os cuidados solicitados como, fechamento de negócios, adaptações nos que estão em atividade, vacinamos os colaboradores com a vacina quadrivalente para gripe H1N1”, enalteceu o presidente da Primato, Ilmo Werle Welter que concluiu, “por isso vale ressaltar que os novos horários de funcionamento valem, por hora, até dia 05 de abril, mas estaremos atualizando em nossos canais de comunicação as mudanças que eventualmente possam ocorrer”. (Imprensa Primato)

 

SAFRA: Paraná deverá produzir 41,2 milhões de toneladas de grãos

safra inverno 30 03 2020A primeira estimativa da safra de inverno divulgada na sexta-feira (27/03) pela Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento aponta que a produção total de grãos no Paraná poderá chegar a 41,2 milhões de toneladas. Esse volume é 14% superior ao da safra 18/19, quando foram produzidas 36,2 milhões de toneladas. Os dados são do Departamento de Economia Rural (Deral).

Evolução significativa - O relatório mostra uma evolução significativa da colheita da soja, que alcançou 85% da área estimada. Já a perspectiva de produção chegou a 20,7 milhões de toneladas, um recorde histórico para o Paraná, 28% maior do que o volume produzido na safra anterior. Com a evolução do milho safrinha, a área pode ter redução de 2%, porque houve atraso na colheita da soja, o que retardou a semeadura. Ainda assim, a produção deve superar 12 milhões de toneladas. “Mesmo na crise que estamos enfrentando, os trabalhos no meio rural continuam. Estamos recomendando a todos os agricultores e trabalhadores do setor o máximo de cautela e proteção”, diz o secretário estadual da Agricultura, Norberto Ortigara.

Segunda maior - Se os números totais se confirmarem, esta será a segunda maior safra de grãos da história do Paraná, atrás apenas da safra 16/17, quando o Estado colheu 41,7 milhões de toneladas. “O recorde da safra 16/17 de grãos pode ser superado caso o Paraná apresente boas estimativas para a safra de trigo, que ainda não foi plantada”, explica o chefe do Deral, Salatiel Turra. A primeira avaliação da safra de inverno mostra que os cereais de inverno retomaram o crescimento de área, com um aumento de 4%.

Providências - Ortigara ressalta que todas as providências estão sendo tomadas para buscar um bom desempenho nesta safra. “Neste momento, há uma normalidade no quadro de abastecimento de insumos, sementes, fertilizantes, rações, na recepção das safras, e no abate e transporte de animais. Temos uma boa perspectiva de safra combinada com preços interessantes, tendo diz.

Soja - Os números do levantamento deste mês mostram que os produtores paranaenses já colheram mais de 85% da área total estimada para o ciclo 19/20. Foram colhidos aproximadamente 4,67 milhões de hectares da área total, estimada em 5,47 milhões. No mesmo período do ano passado, haviam sido colhidos cerca de 80% da área semeada. Na média das últimas três safras, o índice foi de 87%. A produção esperada para a safra 19/20 é de aproximadamente 20,7 milhões de toneladas, um volume 28% superior à de 18/19 e que, caso se confirme, será recorde.

Clima - Mesmo com atraso no início do plantio, o clima colaborou para manter a produtividade acima da média inicialmente estimada. Os números apontam para uma produtividade média de 3,8 mil kg por hectare. Esse volume é aproximadamente 27% superior ao da safra 18/19, severamente atingida por adversidades climáticas como a seca.

Março - No mês de março, o clima mais seco contribuiu para acelerar a colheita da soja no Paraná. Mas a escassez de chuvas preocupa uma parcela dos produtores, pois pode interferir na produtividade final de algumas regiões

Preços - Com relação aos preços, neste mês os produtores receberam, em média, aproximadamente R$ 83,00 pela saca de 60 kg de soja, valor cerca de 6% superior aos R$ 78,00 recebidos em fevereiro. Este é o maior preço médio nominal mensal recebido pelos produtores no Paraná. Entre os fatores que explicam esse cenário está principalmente a demanda maior da China, basicamente nos EUA e no Brasil. Além disso, com relação ao Brasil, outro fator que contribui é a relação cambial. “O dólar na casa de R$ 5,00 tem tornado a soja brasileira cada vez mais atraente para o mercado internacional”, explica o economista do Deral, Marcelo Garrido.

Comercialização - Outro destaque deste relatório é a comercialização, que até agora atingiu 54% da produção estimada para esta safra. No mesmo período do ano anterior, o índice era de 35%. Na média das últimas três safras, o volume comercializado no período foi de 39%.

Feijão segunda safra - A produção paranaense de feijão na segunda safra deve somar aproximadamente 432 mil toneladas, o que representa um aumento de 20% comparativamente ao ano anterior, e uma redução de 6% da área plantada.

Plantio - O plantio da segunda safra 19/20 ocorreu em janeiro, fevereiro e março, um período caracterizado por poucas chuvas. A instabilidade climática preocupa os agricultores, já que 70% das lavouras estão em boas condições, 24% em condições medianas e 6% em condições ruins. “Até este momento, somente 72 hectares foram colhidos na região de Cornélio Procópio, mas ainda é cedo para uma estimativa da produção e qualidade do produto nesta safra”, diz o engenheiro agrônomo do Deral Carlos Alberto Salvador.

Alta - Observa-se uma alta expressiva de 26% nos preços recebidos do feijão-cores entre os meses de fevereiro e março. De acordo com o Deral, os produtores receberam em fevereiro o preço médio de aproximadamente R$ 174,65 e, em março, R$ 219,92. “Esta alta dos preços no feijão-cores explica-se pelas incertezas climáticas que podem afetar a produção de feijão no Paraná”, diz Salvador. Com relação ao feijão-preto, em fevereiro a saca de 60 kg foi comercializada a R$ 127,32 e em março, a R$ 145,41.

Milho primeira safra - A colheita da primeira safra de milho avançou no Paraná e nesta semana atingiu 76% de uma área total de 352 mil hectares. A produtividade média obtida está superior ao inicialmente esperado, chegando a mais de 10 mil quilos por hectare. Assim espera-se uma produção em torno de 3,5 milhões de toneladas.

Milho segunda safra - A segunda safra de milho caminha para a conclusão do plantio. O percentual plantado atingiu, neste mês, 95% de um total de 2,2 milhões de hectares. O restante de área a plantar concentra-se na região Norte do Estado, que naturalmente planta mais tarde.

Produção esperada- A produção esperada inicialmente para esta safra é de 12,5 milhões de toneladas, e as condições gerais da lavoura de milho no campo são boas para 90% da área plantada. “Situações pontuais como a ausência de chuva por vários dias causaram certa apreensão. Contudo, neste momento a maioria das lavouras tem seu potencial produtivo mantido e produção esperada dentro do intervalo inicial”, explica o técnico Edmar Gervásio.

Estável - Segundo o técnico do Deral, a condição de mercado para o milho é estável e neste momento apresenta preços superiores a R$ 40,00 a saca de 60 quilos. Entretanto, a incerteza do cenário econômico para próximos meses pode gerar restrições comerciais com outros países, refletindo na exportação paranaense. Com isso, existe a possibilidade de pressão nos preços no mercado doméstico, que terá um maior volume disponível do cereal.

Trigo - O trigo confirmou o aumento de área esperado nesta primeira estimativa, de 1,03 para 1,07 milhão de hectares. Caso a produtividade mantenha-se próxima da normalidade, a produção pode chegar a 3,5 milhões de toneladas, 63% acima dos 2,1 milhões produzidos no ano passado, quando as lavouras foram prejudicadas pelas geadas.

Cotação atual - O aumento de 5% na área justifica-se pela cotação atual - R$54,00 a saca de 60 kg na média de março, o maior patamar em termos nominais da história, um crescimento de 7% no último mês. Este preço tem sido impulsionado especialmente pelo dólar alto, pelo período de entressafra e, mais recentemente, pela preocupação mundial em estocar alimentos por causa da pandemia de Covid-19. Por outro lado, os mesmos fatores levaram o milho a preços muito competitivos, o que limitou o incremento da área do trigo. “Isso fica claro na regionalização das variações. No Oeste, onde a janela de plantio do milho foi perdida com o atraso do plantio da soja, houve incremento da área do trigo. A área cresceu também no Sul, já que as geadas impedem um cultivo mais significativo do milho. Por outro lado, no Sudoeste, onde predominou o plantio de milho, o trigo teve redução de área”, afirma o engenheiro agrônomo Carlos Hugo Winckler Godinho.

Comparação - Na comparação com março de 2019 (R$ 48,32), o preço da saca subiu 12%. O valor também está acima dos custos variáveis, estimados em aproximadamente R$ 46,00 por saca em fevereiro de 2020. O preço do Paraná é bastante competitivo em relação aos países de onde o estado importa trigo, especialmente a Argentina, o que deixa o consumidor em alerta, já que até setembro, quando iniciar a colheita, o Paraná estará comprando trigo em patamares recordes em Real. “Isso já mostra os primeiros reflexos no preço do pão, que valorizou 7% no período de março de 2019 a março de 2020, chegando a 8,81 o kg do francês. No entanto, vale dizer que não só o trigo colaborou com essa valorização, mas também o aumento do custo da energia elétrica”, explica o engenheiro agrônomo.

Cevada - O primeiro levantamento da cultura da cevada para a safra de 2020 mostra uma área de 62,6 mil hectares, 3,6 % maior em comparação a 2019. Já a produção, estimada de 286,6 mil toneladas, representa um crescimento de 17,5 %. “O aumento da produção nesta safra deve-se a uma pequena quebra em 2019, quando a seca prejudicou a cultura”, diz o engenheiro agrônomo Rogério Nogueira. Na região de Guarapuava, principal região produtora no Estado, a área de 35 mil hectares é 6,7% superior a 2019. Neste núcleo, onde está localizada a cooperativa Agrária, principal compradora da cevada do Paraná, 50% da produção já está comercializada. E na região de Ponta Grossa, segunda maior produtora de cevada do Paraná, a previsão é de 17 mil hectares da cultura, área semelhante a de 2019.

Mandioca - Estima-se área de 141,6 mil hectares para a safra 19/20, 4% maior se comparada ao ano passado. A produção esperada é de 3,5 milhões de toneladas, 9% a mais do que na safra anterior. “A colheita vem se desenvolvendo normalmente, apesar da estiagem que já atinge alguns municípios produtores. Se a falta de chuvas persistir, os trabalhos com a colheita serão dificultados e o custo de produção vai crescer”, explica o economista Methodio Groxko.

Pequena evolução - Nas últimas semanas, os preços apresentaram uma pequena evolução, e os produtores estão recebendo, em média, R$ 388,00 por tonelada do produto colocada nas indústrias. Esse valor representa um crescimento de 9% em comparação ao mês de março de 2019. No atacado, a saca de 25 kg da fécula está sendo comercializada a R$ 58,00, e a saca de 50 kg de farinha por R$ 85,00. (Agência de Notícias do Paraná)

 

ECONOMIA: Governo lançará linha de antecipação de pagamento a fornecedores; cooperativas terão preferência em licitações

economia 30 03 2020O governo federal pretende lançar, nas próximas semanas, uma linha de crédito de antecipação de pagamentos do setor público a fornecedores. Somente o governo compra R$ 48 bilhões por ano de fornecedores.

Funcionamento - A modalidade de crédito vai funcionar assim: o fornecedor de produtos ou serviços fará o empréstimo com um banco, tendo como garantia contrato com órgão público. O banco antecipará o pagamento, com uma taxa de desconto. Quando o pagamento for feito, o dinheiro será enviado ao banco.

Sistema de compras - O secretário de Gestão do Ministério da Economia, Cristiano Rocha Heckert, disse à Agência Brasil que os empréstimos serão feitos por meio do sistema de compras do governo federal, o Comprasnet.

Credenciamento - Os bancos serão credenciados e farão as propostas de taxas de descontos e o fornecedor poderá escolher a melhor. “Será uma plataforma integrada com nosso banco de dados de contrato. O poder público entra como garantidor que o contrato existe. Isso é fundamental porque diminui enormemente o risco do banco”, afirmou Heckert.

Consulta pública - Na sexta-feira (27/03), foi finalizada a consulta pública sobre o assunto. Agora a secretaria pretende criar a norma que autoriza o empréstimo e fazer adaptações na plataforma de compras.

Estados e municípios - Além da União, fornecedores de estados e municípios que utilizam o sistema de compras federal também poderão ter acesso ao crédito de antecipação de recebíveis. Segundo o secretário, 400 municípios já solicitaram acesso ao sistema.

Obrigação - Segundo ele, esse número vai subir porque um decreto de setembro do ano passado obriga estados e municípios a executarem recursos de transferências voluntárias da União por meio de pregão eletrônico.

Leilões - “Estamos oferecendo nossa plataforma tecnológica para fazer os leilões. Não é obrigatório fazer o leilão pela nossa plataforma. Mas a quem não tem, estamos oferecendo a nossa. Desde o final do ano passado, um número grande de municípios pediu para usar o nosso sistema”, explicou.

Cronograma - O pregão eletrônico passa a ser obrigatório seguindo um cronograma: desde o fim do ano passado para estados; desde o início de fevereiro para municípios com mais de 50 mil habitantes; a partir de abril para municípios entre 15 mil a 50 mil habitantes; e a partir de junho para cidades com menos de 15 mil habitantes.

Acelerada- De acordo com o secretário, essa medida já vinha sendo estudada pelo governo, mas foi “acelerada” para ajudar no enfrentamento dos efeitos econômicos da covid-19.

Cooperativas - Heckert acrescentou que outra medida para enfrentar a crise econômica foi a alteração do Decreto nº 8.538/15, que tornou possível a aplicação de direitos de preferência a cooperativas em licitações. Antes, o tratamento diferenciado era dado somente a micro e pequenas empresas.

Exclusividade - “Por exemplo, o decreto dá exclusividade em licitação até R$ 80 mil, lotes separados em licitação de maior valor, a possibilidade de dar um lance final e ser vencedora da licitação”, disse.

Beneficiadas - Frisou que 7,5 mil cooperativas foram potencialmente beneficiadas. Essas cooperativas empregam 450 mil pessoas. Ele acrescentou que no ano passado foram feitas 47 mil compras de micro e pequenas empresas pela União, no valor de R$ 7,5 bilhões.

Medidas de prevenção e combate - Heckert citou ainda medidas de prevenção e combate ao coronavírus executadas pela Secretaria de Gestão. Uma delas foi o chamamento de doações de máscaras, álcool em gel, sabonete líquido e termômetro digital.

Direcionamento - “Em uma única doação recebemos 25 mil máscaras de um banco internacional, no valor de R$ 1,4 milhão. Além de outras menores que têm chegado”, disse. As doações vão para o Ministério da Saúde, além do Ministério da Justiça, sendo redirecionadas a presídios e policiais. As doações também vão para outros órgãos públicos.

MP - Ele citou ainda a Medida Provisória nº 926 que dispensa licitação para todas as contratações que estiverem relacionadas ao enfrentamento da covid-19. “Não apenas contratação de insumos hospitalares diretamente ligados, mas inclusive serviços, obras de engenharia que eventualmente possam ser usadas no enfrentamento, seja de forma preventiva ou na forma de combate”, disse.

Página especial - Segundo Heckert também foi criada dentro do portal de compras governamentais uma página especial com várias orientações sobre como lidar com questões envolvendo logística e contratações. (Agência Brasil)

FOTO: Marcello Casal Jr / Agência Brasil

 

FOCUS: Mercado financeiro projeta queda de 0,48% na economia este ano

focus 30 03 2020Devido à pandemia de covid-19, o mercado financeiro espera por retração da economia brasileira este ano. De acordo com o boletim Focus, do Banco Central (BC), a previsão de queda do Produto Interno Bruto (PIB) – soma de todos os bens e serviços produzidos no país – é de 0,48%. Na semana passada, a estimativa era de crescimento de 1,48%. Essa foi a sétima redução seguida na projeção.

Principais indicadores - O boletim semanal do BC traz as projeções de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos nos próximos anos. As previsões do mercado para o PIB de 2021, 2022 e 2023 continuam em 2,50%.

Dólar - Já a cotação do dólar deve fechar o ano em R$ 4,50, a mesma previsão da semana passada. Para 2021, a expectativa é que a moeda americana fique em R$ 4,30.

Inflação - As instituições financeiras consultadas pelo BC também reduziram a previsão de inflação de 2020. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu, pela terceira vez seguida, ao passar de 3,04% para 2,94%. Para 2021, a estimativa de inflação também foi reduzida, de 3,60% para 3,57%. A previsão para os anos seguintes, 2022 e 2023, não teve alterações e permanece em 3,50%.

Abaixo do centro da meta - A projeção para 2020 está abaixo do centro da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Para 2021, a meta é 3,75% e para 2022, 3,50%, também com intervalo de 1,5 ponto percentual em cada ano.

Selic - Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 3,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic tenha mais uma redução e encerre o ano em 3,50% ao ano.

Tendência - Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Alta - Para o final de 2021, a expectativa é que a taxa básica suba para 5% ao ano. A previsão anterior, para o final de 2021, era 5,25%. Para o fim de 2022 e 2023, as instituições mantiveram a previsão em 6% ao ano e 6,25% ao ano, respectivamente. (Agência Brasil)

FOTO: Arquivo Agência Brasil

 

BNDES: Banco anuncia R$ 2 bilhões de crédito para área da saúde

bndes 30 03 2020O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) vai disponibilizar R$ 2 bilhões para as empresas do setor de saúde como apoio ao combate à propagação do novo coronavírus (covid-19). O programa de financiamento visa à ampliação imediata da oferta de leitos emergenciais e de materiais e equipamentos médicos e hospitalares. Empresas de outros setores que buscam converter suas produções em equipamentos e insumos para saúde também serão contempladas.

Celeridade - O presidente do banco, Gustavo Montezano, em transmissão ao vivo pelo YouTube, disse neste domingo (29/03) que o objetivo da instituição nessa linha setorial é ser rápido no repasse de recursos para enfrentar a epidemia. “A gente acredita que as 30 empresas que temos hoje mapeadas que vão utilizar parte dos R$ 2 bilhões serão capazes de suprir a necessidade de 15 mil ventiladores, o que corresponde a 50% da necessidade do SUS para 90 dias.”

Leitos - O BNDES também estima que, com os recursos do programa, a quantidade de leitos em unidades de terapia intensiva (UTIs) seja ampliada em 3 mil, o equivalente a mais de 10% da disponibilidade atual de leitos do SUS no país. Os monitores poderão aumentar em 5 mil - 20% da demanda do SUS para os próximos quatro meses, além da aquisição de 80 milhões de máscaras cirúrgicas, o que corresponde a 33% da necessidade do SUS nos próximos quatro meses.

Limite de crédito - O limite de crédito é de até R$ 150 milhões por empresa a cada período de seis meses, e o valor mínimo de financiamento em operações será de R$ 10 milhões. Segundo o banco de fomento, a constituição de garantias reais poderá ser flexibilizada para operações com até R$ 50 milhões em financiamento.

Empresas aéreas - Segundo Montezano, uma linha de crédito para ajudar as empresas aéreas que vêm sofrendo queda na demanda por causa restrição de viagens internacionais e nacionais devido ao coronavírus deve ser disponibilizada até o fim de abril.

Empresas brasileiras - “Os recursos serão investidos exclusivamente para as operações brasileiras das empresas. A gente quer fazer linhas que apoiem as concorrentes. Não queremos escolher uma única empresa. Os recursos não deverão ser usados para pagar credores financeiros.”

Pequenas e médias empresas - Na sexta-feira (27/03), o BNDES anunciou uma linha de crédito emergencial para ajudar pequenas e médias empresas a quitar a folha de pagamentos. O setor está entre os mais afetados pela crise gerada pela pandemia de covid-19. A estimativa é de liberação de R$ 40 bilhões.

Primeiras medidas - No domingo retrasado (22/03), o banco anunciou as primeiras medidas emergenciais de apoio à economia brasileira no enfrentamento dos efeitos da pandemia do coronavírus com medidas no valor de R$ 55 bilhões. (Agência Brasil)

FOTO: Marcello Casal Jr / Agência Brasil

 

LEGISLATIVO: Senado deve votar nesta segunda pagamento de auxílio emergencial de R$ 600

legislativo 30 03 2020Os senadores devem votar, nesta segunda-feira (30/03), às 16h, projeto que estabelece o pagamento de um auxílio emergencial no valor de R$ 600, por três meses, a pessoas de baixa renda (PL 9.236/2017 na Câmara). A medida, que ainda não chegou ao Senado, será deliberada por meio de sessão remota. 

Confirmação - O presidente da Casa, Davi Alcolumbre, confirmou, pelo Twitter, a votação do projeto: “Diante da importância e necessidade do repasse de R$ 600 a R$ 1.200, por três meses, aos trabalhadores autônomos, o Senado Federal cumprirá o seu papel em nome do povo brasileiro e votará o projeto na próxima segunda-feira, por meio da votação a distância.”

Essencial - O primeiro-vice-presidente da Casa, senador Antonio Anastasia (PSD-MG), afirmou que o projeto é essencial devido à situação que o país está passando diante da pandemia de coronavírus. “Muito importante neste momento de dificuldades a aprovação pela Câmara de pagamento de auxílio emergencial de R$ 600 às pessoas que tiveram sua renda comprometida, especialmente os informais, por causa do coronavírus”, disse Anastasia no Twitter.

Boa hora - O senador Chico Rodrigues (DEM-RR), vice-líder do governo, acredita que a medida chegou em boa hora. “O Congresso e o Poder Executivo estão empenhados em diminuir o sofrimento da população. Toda a população brasileira, que cumpra as condições, terá acesso a recursos que serão transferidos através de bancos públicos.”

Comentário - O líder da minoria, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), comentou a votação em suas redes sociais. “O nosso Projeto de Lei 873/2020 do Renda Básica da Cidadania deverá ser apensado ao projeto que veio da Câmara e será designado relator para apreciação da matéria”, disse ele.

Antecipação - O senador Veneziano Vital do Rêgo (PSB-PB) afirmou que a sessão, que estava prevista para terça-feira (31/03), foi antecipada por conta da urgência da matéria. “Nós haveremos de deliberar e fatalmente há unanimidade em razão do reconhecimento claro que todos nós temos de socorrer e ajudar a mitigar esse problema seríssimo que se aplaca sobre os segmentos mais frágeis de brasileiros.”

Sua parte - A senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA) afirmou que a aprovação da medida na Câmara é a demonstração que o Congresso Nacional está fazendo a sua parte. Para ela, R$ 600 é o valor mínimo para que um cidadão sobreviva. “Esse valor precisa chegar na mesa das pessoas. As pessoas estão com fome. A fome tem pressa. A ação tem que ser imediata e até agora esse dinheiro ainda não está disponibilizado. Não tem tempo para se pensar e se burocratizar”, afirmou. 

Urgência - O senador Esperidião Amin (PP-SC) também pediu urgência na aprovação. “Nenhum tema é mais urgente. Acrescento apenas que acompanhar a velocidade da efetividade do projeto é crucial”, ressaltou Amin.

Projeto - A medida emergencial foi incluída no PL 9.236/17, de autoria do deputado Eduardo Barbosa (PSDB-MG), e aprovado pelo Plenário da Câmara dos Deputados na quinta-feira (26/03). 

Acúmulo - De acordo com o projeto, será permitido a duas pessoas de uma mesma família acumularem benefícios: um do auxílio emergencial e um do Bolsa Família. Se o auxílio for maior que a bolsa, a pessoa poderá fazer a opção pelo auxílio.

Mães - Para as mães que são chefe de família (família monoparental), o projeto permite o recebimento de duas cotas do auxílio, totalizando R$ 1,2 mil.

Renda média - Já a renda média será verificada por meio do Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) para os inscritos e, para os não inscritos, com autodeclaração em plataforma digital. Serão considerados todos os rendimentos obtidos por todos os membros que moram na mesma residência, exceto o dinheiro do Bolsa Família.

Requisitos - Para ter acesso ao auxílio, a pessoa deve cumprir, ao mesmo tempo, os seguintes requisitos:

ser maior de 18 anos de idade;

não ter emprego formal; 

não receber benefício previdenciário ou assistencial, seguro-desemprego ou de outro programa de transferência de renda federal que não seja o Bolsa Família;

ter renda familiar mensal per capita (por pessoa) de até meio salário mínimo (R$ 522,50) ou renda familiar mensal total (tudo o que a família recebe) de até três salários mínimos (R$ 3.135,00); e

não ter recebido rendimentos tributáveis, no ano de 2018, acima de R$ 28.559,70.

Condições - O candidato deverá também cumprir uma das condições abaixo:

exercer atividade na condição de microempreendedor individual (MEI);

ser contribuinte individual ou facultativo do Regime Geral de Previdência Social (RGPS);

ser trabalhador informal inscrito no CadÚnico;

ter cumprido o requisito de renda média até 20 de março de 2020.

Forma de pagamento

Segundo o projeto, o auxílio emergencial será pago por bancos públicos federais por meio de uma conta do tipo poupança social digital.

Abertura automática - Essa conta será aberta automaticamente em nome dos beneficiários, com dispensa da apresentação de documentos e isenção de tarifas de manutenção. A pessoa usuária poderá fazer ao menos uma transferência eletrônica de dinheiro por mês, sem custos, para conta bancária mantida em qualquer instituição financeira autorizada a funcionar pelo Banco Central.

Mesma - A conta pode ser a mesma já usada para pagar recursos de programas sociais governamentais, como PIS/Pasep e FGTS, mas não pode permitir a emissão de cartão físico, cheques ou ordens de pagamento para sua movimentação.

Pagamento suspenso - Se a pessoa deixar de cumprir as condições estipuladas, o auxílio deixará de ser pago. Para fazer as verificações necessárias, os órgãos federais trocarão as informações constantes em suas bases de dados.

Prorrogação - O Executivo poderá prorrogar o pagamento do auxílio enquanto durar a epidemia. (Agência Senado, com informações da Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Leopoldo Silva/Agência Senado

 

BRASIL I: Ações para enfrentar coronavírus totalizam R$ 700 bi, diz Guedes

brasil I 30 03 2020As ações da área econômica para reduzir os danos provocados pela crise do coronavírus totalizam R$ 700 bilhões, entre antecipações de recursos, liberação de linhas de crédito e aumento de gastos públicos, disse na sexta-feira (27/03) o ministro da Economia, Paulo Guedes. Em vídeo postado nas redes sociais do ministério, ele declarou que apenas a medida de renda básica para os trabalhadores autônomos, aprovada na quinta-feira (26/03) pela Câmara dos Deputados, resultará em gastos de R$ 45 bilhões nos próximos três meses.

População mais desprotegida - Nas contas do ministro, a liberação do Bolsa Família para 1,2 milhão de famílias e as antecipações do décimo terceiro salário para aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), somadas à ajuda aos autônomos, garantirá praticamente R$ 100 bilhões em proteção para a população mais desprotegida.

Determinação - “A determinação do presidente Jair Bolsonaro é que não vão faltar recursos para defender as vidas, a saúde e os empregos dos brasileiros. Nenhum brasileiro vai ficar para trás. Nós vamos cuidar de todos e começamos justamente protegendo os mais vulneráveis”, disse o ministro.

Bancos - O ministro citou ainda a liberação de R$ 200 bilhões de compulsório (dinheiro que os bancos são obrigados a deixar depositados no Banco Central), de R$ 100 bilhões da Caixa Econômica Federal e de R$ 50 bilhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Ele mencionou a ajuda de R$ 88 bilhões para estados e municípios, anunciada no início da semana.

Soma - Segundo Guedes, se forem somadas as medidas listadas, que somam R$ 538 bilhões, mais as ações a serem anunciadas em breve, a ajuda chegará a R$ 700 bilhões nos próximos três meses. O ministro não especificou o quanto desse total corresponde a recursos novos, decorrente de aumento de gastos públicos, e o quanto decorre de antecipação de benefícios ou do adiamento de pagamento de tributos, mas disse que o dinheiro ajudará o Brasil a enfrentar o que chamou de “primeira onda”, caracterizada pela pressão sobre o sistema de saúde.

Próximos meses - “Nos próximos, três, quatro meses, esses R$ 700 bilhões vão entrar na economia brasileira para nos proteger contra esse choque da saúde que está se abatendo sobre o povo brasileiro”, destacou.

Proteção do emprego - O ministro explicou como deverá funcionar a complementação de salários proposta pelo governo para evitar demissões em massa. O patrão de empresas que tiverem de interromper ou reduzir as atividades cortará parte do salário do trabalhador, com o governo complementando um percentual do seguro-desemprego a que a pessoa teria direito equivalente ao percentual de corte sofrido. Dessa forma, caso o empresário corte o salário em 50%, o governo entraria com 50% do seguro-desemprego. Se o empresário cortar 25% do pagamento, o governo complementa os mesmos 25%.

Antes - Inicialmente, o ministro tinha informado que a empresa pagaria 50% do salário do trabalhador, com o governo completando 25%. Para setores mais afetados, cujas receitas tendam a cair a zero durante o estado de calamidade pública, o governo aumentaria a complementação para 33%. Em nenhum dos casos, o trabalhador afastado temporariamente continuaria a receber 100% do salário. Posteriormente, o ministério subiu uma nova versão do vídeo, na qual o ministro informa as regras atualizadas.

Produção - Além do choque sobre o sistema de saúde, Guedes citou uma segunda ameaça sobre a economia brasileira: o colapso do abastecimento provocado por eventuais interrupções de atividades essenciais. O ministro disse que o isolamento social é necessário para enfrentar a pandemia, mas advertiu que a população pode encontrar dificuldades em gastar a ajuda recebida caso a atividade econômica esteja desorganizada.

Resistência - “Se nós não nos lembrarmos de que temos que continuar resistindo com a nossa produção econômica também, nós vamos ter aquele fenômeno onde todo mundo está com os recursos, mas as prateleiras estão vazias porque nós deixamos a organização da economia brasileira entrar em colapso. Então, o alerta do presidente é o seguinte. Sim, vamos cuidar da saúde, mas não podemos esquecer que, ali na frente, nós temos o desafio de continuar produzindo”, declarou.

Atividades essenciais - Entre as atividades consideradas essenciais pelo ministro estão a saúde, a produção rural e o transporte de cargas, principalmente por caminhoneiros. Ele encerrou o discurso com uma mensagem positiva e se disse confiante de que o Brasil se unirá para superar tanto a pandemia do novo coronavírus como os impactos econômicos provocados pela crise.

Mais fortes e unidos - “O presidente da República, o Congresso brasileiro, o povo brasileiro, os empresários brasileiros que não vão deixar a produção ser desorganizada, os caminhoneiros que vão fazer o transporte, os produtores rurais que vão garantir o abastecimento. É o Brasil acima de tudo e o Brasil vai atravessar as duas ondas. Nós vamos furar as duas ondas e vamos sair mais fortes e unidos do lado de lá”, concluiu Guedes. (Agência Brasil)

FOTO: Fábio Rodrigo Pozzebom / Agência Brasil

 

BRASIL II: Conheça detalhes do auxílio a pequenas e médias empresas

brasil II 30 03 2020O governo anunciou, na sexta-feira (27/03) uma linha de crédito emergencial para ajudar pequenas e médias empresas a quitar a folha de pagamentos. O setor está entre os mais afetados pela crise gerada pela pandemia de covid-19. A estimativa é de liberação de R$ 40 bilhões.

Empregos - O anúncio foi feito em entrevista coletiva, no Palácio do Planalto, com a presença do presidente Jair Bolsonaro. Segundo o presidente, além da preocupação com a disseminação do coronavírus e os efeitos da doença, é preciso garantir empregos para a população. “Devemos diminuir a altura dessas duas ondas [da infecção e do desemprego]”, disse.

Abrangência - A medida deve beneficiar 1,4 milhão de empresas, atingindo 12,2 milhões de trabalhadores. O crédito será destinado a empresas com faturamento anual entre R$ 360 mil a R$ 10 milhões e vai financiar dois meses da folha de pagamento, com volume de R$ 20 bilhões por mês.

BNDES- Segundo o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, a medida será operacionalizada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), em parceria com os bancos privados. O limite de financiamento é de dois salários mínimos. Ou seja, se o trabalhador ganha mais de dois salários mínimos, a empresa terá que complementar o salário.

Compromisso - Ao contratar o crédito, a empresa assume o compromisso de que não demitir o funcionário nesse período de dois meses. “A empresa fecha o contrato, e o dinheiro vai direto para o funcionário. A empresa fica só com a dívida”, disse Campos Neto, explicando que os recursos não passarão pela conta da empresa.

Juros - A taxa de juros será de 3,75% ao ano (atual taxa Selic). Do total a ser liberado por mês (R$ 20 bilhões), R$ 17 bilhões serão recursos do Tesouro Nacional e R$ 3 bilhões dos bancos privados. Serão seis meses de carência e 36 meses para o pagamento. “O Tesouro disponibiliza os recursos, aplica os subsídios e fica com as perdas e ganhos das operações”, afirmou o presidente do BNDES, Gustavo Montezano.

Disponibilidade - Segundo Campos Neto, a linha estará disponível em uma ou duas semanas. “Quarenta e cinco por cento do custo de uma pequena e média empresa é folha de pagamento, normalmente em torno 20% ao ano. Temos que atravessar este período garantindo emprego para os trabalhadores”, afirmou. Ele acrescentou que o custo de demissão para as empresas é equivalente a três ou quatro meses de salário.

Caixa - O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, também ressaltou que o banco já emprestou R$ 20 bilhões aos clientes para enfrentar a crise provocada pelo coronavírus. No total, a instituição já injetou R$ 111 bilhões em recursos. “Vamos continuar reduzindo juros, aumentando prazos para pagamento e dando liquidez para a economia”, disse Guimarães sobre as medidas anunciadas na quinta-feira passada (26/03) pelo banco.

Auxílio emergencial - De acordo com Guimarães, a Caixa também vai operacionalizar o pagamento do auxílio emergencial de três meses, no valor de R$ 600, destinado aos trabalhadores autônomos, informais e sem renda fixa durante a crise provocada pela pandemia de coronavírus.

Aprovação - Entretanto, Guimarães destacou que, antes se iniciar o pagamento, a medida precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional. Um decreto presidencial também será editado para regulamentar a operação.

Compra de carteira de crédito - Roberto Campos Neto informou ainda que está em estudo uma proposta de emenda à Constituição (PEC) para que o Banco Central possa comprar carteira de crédito diretamente das instituições financeiras. “O máximo que o Banco Central pode fazer [atualmente] é injetar liquidez [no mercado]. Nem sempre a liquidez chega na ponta final. Precisa de uma PEC para que o Banco Central tenha poder para comprar crédito”, disse.

Bancos - O presidente do BC informou ainda que nesta semana a instituição deve lançar medida de concessão de empréstimos a bancos com lastro em letras financeiras garantidas por operações de crédito.

MP - Para começar a valer, será necessária a edição de medida provisória, com abertura de crédito extraordinário de R$ 34 bilhões por dois meses (R$ 17 bilhões por mês) e a criação de um fundo com aporte do Tesouro, operacionalizado pelo BNDES, fiscalizado e supervisionado pelo Banco Central.

Setor de saúde - Gustavo Montezano informou ainda que na próxima semana será disponibilizada uma linha emergencial para empresas de saúde no valor de até R$ 2 bilhões. “Já temos cerca 30 empresas mapeadas para absorver esse produto”, disse o presidente do BNDES. (Agência Brasil)

FOTO: Marcos Corrêa / Agência Brasil

 

PARANÁ: Governador anuncia pacote de R$ 1 bilhão para preservar os empregos

O governador Carlos Massa Ratinho Junior anunciou, na sexta-feira (27/03), um conjunto de ações que somam R$ 1 bilhão para estimular a atividade econômica e preservar emprego e renda dos paranaenses. O valor está distribuído entre linhas de crédito para o setor produtivo e pequenos empreendedores, dilação de prazos de financiamentos das prefeituras e de impostos para empresas, e contingenciamento de recursos do orçamento.

Postos de trabalho - As medidas foram discutidas com o setor empresarial ao longo da semana e têm como objetivo primordial a manutenção dos postos de trabalho. “Nosso pacote é de proteção e manutenção dos empregos. Ele foi construído para atender autônomos, e de micro até as grandes empresas”, ressaltou o governador. “Os tomadores dos créditos terão o compromisso de manter seus trabalhadores”.

Primeira etapa - Ratinho Junior explicou que o governo estadual estruturou esta primeira etapa de medidas e que outras podem ser adotadas em caso de necessidade. “Queremos o menor prejuízo possível e atingir o máximo de pessoas nos próximos 30, 60 ou 90”, disse. “Estamos vivendo uma crise de saúde pública que atingiu a economia de todo o mundo. No Paraná, é a pior desde 1975, desde a geada negra”.

Atento - O governador ressalta que o Estado está atento aos problemas gerados pela pandemia do novo coronavírus. “O momento é muito duro, as empresas estão sofrendo, os autônomos estão com muitas dificuldades. Por isso formatamos esse grande pacote de investimentos para a classe empresarial, para ajudar todos os setores nesse momento”, acrescentou.

Crédito - A maior parte do pacote envolve disponibilidade de crédito. São linhas com juros menores, carências de até um ano e desburocratização dos processos. A operacionalização envolve o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e a Fomento Paraná. As instituições formataram programas emergenciais para destinar recursos aos micro, pequenos e médios empreendedores; aos setores mais atingidos pela crise; e empresas que já são clientes.

Fundo garantidor - O Governo do Estado também aportou R$ 5 milhões em um fundo garantidor para os financiamentos, renovou por doze meses as condições das empresas que recebem incentivos fiscais, prorrogou por 90 dias o prazo de pagamento do ICMS para 277 mil empresas do Simples Nacional e anunciou um projeto de lei para manter empregos nas empresas que mantêm contratos com a administração estadual.

Circulação - Além de injetar dinheiro novo na atividade produtiva, o Governo do Paraná estima manter em circulação até R$ 6 bilhões ao abrir a possibilidade da suspensão da cobrança de dívidas de tomadores de crédito (públicos e privados) junto aos agentes econômicos vinculados ao Estado.

Medidas - Confira as medidas

Prorrogação do prazo para pagamento do ICMS - O Governo do Estado prorrogou o pagamento de 277 mil empresas do regime do Simples Nacional por 90 dias. Esse é um regime tributário diferenciado e simplificado aplicável a microempresas (ME) e pequenas empresas (EPP - Empresas de Pequeno Porte) que têm receita bruta anual de até R$ 360 mil (micro) e até R$ 4,8 milhões para as EPP.

Renovação do prazo do programa de incentivos fiscais por doze meses - O Governo do Estado também renovou automaticamente as condições do programa de incentivos fiscais por doze meses. São benefícios já aplicados a 12 setores, entre eles vestuário e vinhos. O prazo acabaria no dia 30 de abril. Esses benefícios atingem dois tratamentos tributários diferenciados, de redução de base de cálculo e créditos presumidos.

Aporte de R$ 5 milhões em garantias - O Governo do Estado também aportou R$ 5 milhões no fundo garantidor formado por seis Sociedades Garantidoras de Crédito (SGCs), que recebem recursos do Sebrae, prefeituras, associações comerciais, empresas parceiras e do próprio Poder Executivo. O Sebrae aportou R$ 5 milhões e o Sicoob mais R$ 5 milhões, ou seja, são R$ 15 milhões a mais. Com o saldo atual, serão R$ 54 milhões de garantia.

Fomento Paraná - A estimativa da Fomento Paraná é empregar em torno de R$ 480 milhões no pacote econômico anunciado pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior. Os recursos estão divididos em quatro grandes linhas principais e objetivam atingir pelo menos 40 mil empresas. “O intuito é não tirar dinheiro de circulação dos municípios e das empresas, por isso dos adiamentos da amortização dos atuais financiamentos. E também temos dinheiro novo. Estamos acompanhando as decisões do governo federal para ajudar os paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da instituição, Heraldo Neves.

Capital de giro - Uma das principais medidas é uma linha de crédito de capital de giro de R$ 120 milhões com recursos do Fundo de Desenvolvimento Econômico (FDE) para atender empreendedores informais, microempreendedores individuais, micro e pequenas empresas, com limite de até R$ 6 mil por tomador, em condições facilitadas de análise e de garantias, sem necessidade de aval de terceiros. Os recursos também custearão a postergação de parcelas de financiamentos privados e públicos já contratados, e ainda a redução (equalização) de taxas de juros em empréstimos das outras linhas.

FDE - A Fomento Paraná usará recursos do Fundo de Desenvolvimento do Estado (FDE) para reduzir em cinco pontos percentuais ao ano a taxa de juros da linha tradicional de microcrédito da instituição, que vai até R$ 10 mil para empreendedores pessoa física e até R$ 20 mil para pessoa jurídica. Com isso, a menor taxa de juros, que é de 1,28% ao mês, deve baixar para 0,91% ao mês. O prazo para pagamento nessa linha aumentou de 36 meses para 48 meses, com carência ampliada para até 12 meses (incluída no prazo total).

Atividade informal - Empreendedores que iniciaram uma atividade informal até 31 de dezembro de 2019 poderão ter acesso a até R$ 1,5 mil. Quem já abriu um CNPJ e se formalizou, mas está há menos de um ano no mercado, terá acesso a um limite de R$ 3 mil. Empreendedores formalizado há mais de 12 meses, como microempreendedores individuais, micro ou pequena empresa, terão acesso a um limite de R$ 6 mil. Para as três faixas a taxa de juros será de 0,41% ao mês e o prazo para pagamento será de 36 meses, com direito a 12 meses de carência. Os recursos serão liberados em até três parcelas.

Outra linha - Outra linha, de R$ 160 milhões, disponibilizará capital de giro entre R$ 6 mil e o limite de R$ 200 mil para micro e pequenas empresas (faturamento anual até R$ 4,8 milhões), por meio de uma linha de crédito tradicional, com recursos repassados pelo BNDES. Nesse caso, a taxa de juros disponível será a partir de 0,68% ao mês e o prazo para pagamento de 60 meses, incluindo uma carência de até 12 meses. A liberação dos recursos será vinculada a um compromisso das empresas com a manutenção de salários.

Postergação - Os atuais clientes da instituição financeira que desejarem também poderão solicitar a postergação de pagamento das parcelas de financiamento por um período de até 90 dias. A análise e aprovação dessa renegociação será feita caso a caso, com condições especiais de taxas de juros. A estimativa do banco é aportar R$ 36 milhões nesse segmento.

Moratória - Também será oferecido aos municípios que possuem financiamentos com a Fomento Paraná uma possibilidade de moratória de 180 dias sem pagamento de juros ou de amortização do principal. Essa medida tem um impacto estimado de R$ 148 milhões. Cada município deverá analisar a vantagem ou não de suspender os pagamentos nesse prazo.

Banco da Mulher Paranaense - E para o Banco da Mulher Paranaense há algumas mudanças. Toda empreendedora poderá tomar o crédito até o limite de R$ 6 mil da nova linha com recursos do FDE, formal ou informal, dentro das condições de taxa de juros de 0,41% ao mês, com prazo de 36 meses e carência para pagar. Acima desse valor, continuam valendo os recursos da Fomento Paraná: de R$ 6 mil a R$ 10 mil para pessoa física e de R$ 10 mil a R$ 20 mil para pessoa jurídica com mais de 12 meses de atividade, com taxa de 0,76% ao mês, com até 12 meses de carência e prazo total de 48 meses para pagar. Para micro e pequenas empresas que tenham mulheres como proprietárias ou sócias, há crédito acima de até R$ 200 mil com taxas a partir de 0,44% ao mês e prazo de 60 meses, incluída carência de 12 meses.

BRDE - O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) formatou um programa emergencial de R$ 670 milhões. Ele inclui R$ 50 milhões da linha de microcrédito repassada para a Fomento Paraná, R$ 100 milhões de recursos próprios e R$ 520 milhões de outros fornecedores de crédito.

Objetivo - O objetivo é financiar micros, pequenas e médias empresas do Estado; os setores mais atingidos pela crise, como turismo, economia criativa, prestação de serviços, alimentação, entre outros; e tomadores que já são clientes.

Recursos próprios - São R$ 100 milhões de recursos próprios para atender o crédito de R$ 50 mil a R$ 1,5 milhão, com taxa de juros (Selic) de 3% ao ano, prazo máximo de 60 meses e carência de até 24 meses. A exigência é de que o tomador mantenha os postos de trabalho. As linhas são: microcrédito – até R$ 50 mil; micro e pequenas empresas - até R$ 200 mil; e demais empresas - até R$ 1,5 milhão.

Produção - Também haverá R$ 520 milhões disponíveis para linhas de capital de giro e para incremento da produção. As condições serão aquelas propostas pelos fornecedores de recursos, em especial a operacionalização das linhas anunciadas pelo BNDES, FUNGETUR, FINEP e outros.

Contratos ativos - O BRDE ainda postergou prazos (até seis meses) de todos contratos ativos destinados a micro, pequenas e médias empresas que não são do setor rural. Pode envolver reforma ou compra de maquinários em geral, pequenas centrais hidroelétricas, fornecedores de serviços para hotéis ou parques de entretenimento, etc. As linhas equalizadas (PSI e Plano Safra) precisam de portaria do governo federal.

Projeto de lei - O Governo do Estado também vai encaminhar para a Assembleia Legislativa um projeto de lei que institui a manutenção dos empregos nas empresas terceirizadas que atendem o poder público.

Contingenciamento - Haverá, ainda, contingenciamento de R$ 321 milhões no Orçamento em virtude da previsão da queda de arrecadação elaborada pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes). (Agência de Notícias do Paraná)

SAÚDE I: Número de mortes no país pelo coronavírus sobe para 136

saude I 30 03 2020O Ministério da Saúde divulgou uma nova atualização neste domingo (29/03) dos dados sobre o novo coronavírus (covid-19), no Brasil. O número de mortes chegou a 136, 22 a mais do que o número anunciado pela pasta no sábado (28/03), quando foram registrados 114 óbitos.

Estados - São Paulo concentra 98 do total de mortes, seguido por Rio de Janeiro (17), Ceará (cinco) e Pernambuco (cinco), Paraná (dois), Rio Grande do Sul (dois), Santa Catarina (um), Goiás (um), Distrito Federal (um), Rio Grande do Norte (um), Piauí (um) e Amazonas (um). Com 22 novas mortes, foi o maior resultado diário registrado desde o início, juntamente com o de sábado, que teve o mesmo número.

Perfil - Em relação ao perfil das pessoas que morreram, 39,2% eram mulheres e 60,8%, homens. Mantendo o padrão identificado ao longo da semana, 90% tinham mais de 60 anos e as doenças crônicas mais associadas foram cardiopatias, diabetes, pneumopatia e condições neurológicas.

Aumento - Os casos confirmados da doença aumentaram de 3.904 para 4.256. O resultado de mais 352 pessoas infectadas marcou um crescimento de 9% em relação ao total de sábado. O total, contudo, foi menor do que o registrado em dias anteriores, quando os novos casos ficaram entre 482 e 502.

Crescimento diário - Em entrevistas à imprensa, durante a semana, a equipe do Ministério da Saúde afirmou que era esperado um crescimento diário de até 33%. Em comparação com o início da semana, quando havia 1.891 casos, o total representa uma ampliação de 225%.

Mais casos - Os estados com mais casos foram São Paulo (1.406), Rio de Janeiro (558), Ceará (314), Distrito Federal (260) e Minas Gerais (205). A menor incidência está em estados da Região Norte, como Amapá (quatro), Rondônia (seis), Tocantins (nove) e Amazonas (14).

Letalidade - O índice de letalidade, que começou a semana abaixo de 2%, atingiu 3,2% com o balanço de hoje. Na distribuição por estados, os mais altos são em São Paulo (6,8%), Pernambuco (6,8%), Rio de Janeiro (2,4%), Goiás (1,7%) e Rio Grande do Norte (1,5%). O número de hospitalizações em razão do novo coronavírus chegou a 625.  

No mundo - Em todo o mundo, o painel de monitoramento da Organização Mundial da Saúde (OMS) registra hoje 638. 461 mil casos e 30.105 mil óbitos, em 202 países. Os Estados Unidos são o país com mais casos confirmados (103.321), seguidos por Itália (94.472), China (82.356), Espanha (72.248) e Alemanha (52.547). (Agência Brasil)

FOTO: Marcello Casal Jr / Agência Brasil

 

SAÚDE II: Com mais 16 casos, Paraná tem agora 152 confirmações da doença

saude II 30 03 2020A Secretaria de Estado da Saúde registra em boletim emitido neste domingo (29/03) mais 16 casos de coronavírus. Agora o Paraná soma 152 confirmações da doença – sendo que cinco pessoas não residem no Estado. Há 2.580 casos descartados e 696 em investigação.

Novos casos - Os novos casos são oito homens e oito mulheres com idades entre 23 e 66 anos, moradores de Curitiba (1), Umuarama (1), Londrina (2), Medianeira (1), Contenda (1), Peabiru (1), São José dos Pinhais (1), Maringá (1), Cascavel (1), Marechal Cândido Rondon (1), Terra Rica (1), Foz do Iguaçu (3) e fora do Paraná, na Venezuela (1).

Confirmação - De acordo com os critérios de vigilância em saúde, os casos devem ser confirmados em seus municípios de residência, sendo assim, um caso confirmado em Colombo foi transferido para Curitiba, já que o paciente reside na Capital, e um paciente confirmado de Curitiba foi transferido para Castro.

Descartado - Após investigação da Secretaria Municipal de Saúde de Curitiba, um caso que estava confirmado foi descartado. Mais informações podem ser verificadas com as secretarias municipais.

Confirmados - Os casos confirmados estão localizados em Curitiba (73), Cianorte (7), Foz do Iguaçu (10), Maringá (8, dos quais dois óbitos), Cascavel (8), Londrina (7), Pinhais (3), Ponta Grossa (3), Pato Branco (2), Campo Largo (2), Guaíra (2), Paranavaí (2), Campo Mourão (2), Colombo (1), Telêmaco Borba (1), Faxinal (1), Rio Negro (1), Guarapuava (1), Iretama (1), União da Vitória (1), Umuarama (2), Mariópolis (1) e Quatiguá (1), Medianeira (1), Contenda (1), Peabiru (1), São José dos Pinhais (1), Marechal Cândido Rondon (1), Terra Rica (1), Castro (1), além de pacientes de São Paulo (3), Brasília (1) e Venezuela (1).

Nova metodologia - O Paraná adotou na sexta-feira (27) um sistema ligado ao Laboratório Central do Estado (Lacen/PR) para contabilidade de dados de todas as notificações em que foram recolhidas amostras, a fim de precisar os números o mais próximo possível da realidade de suspeitos no Estado. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira aqui o Boletim 29/03/2020.

 


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