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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4781 | 13 de Março de 2020

PRÉ-AGO NORTE/NOROESTE: Nas quatro pré-assembleias, Sistema Ocepar reúne 270 cooperativistas

Acontece nesta sexta-feira (13/03), na sede da Sicoob Central Unicoob, em Maringá, a quarta e última pré-assembleia do Sistema Ocepar, com a presença de 75 lideranças de 18 cooperativas dos ramos agropecuário, crédito, transporte, saúde e trabalho, produção de bens e serviços. No total, se reuniram nos quatro encontros realizados durante a semana, 270 dirigentes e cooperados, de 58 cooperativas de cinco ramos: agropecuário, crédito, saúde, transporte e trabalho, produção de bens e serviços.

Abertura - Participaram da abertura, a anfitriã, Solange Pinzon Martins, diretora da Sicoob Central Unicoob que representou o presidente, Wilson Cavina, Luiz Lourenço, coordenador do Núcleo Noroeste, Jorge Hashimoto, coordenador do Núcleo Norte, José Roberto Ricken, presidente do Sistema Ocepar, Wellington Ferreira, José Aroldo Gallassini e Yuna Bastos, diretores da Ocepar, e o conselheiro administrativo do Sescoop/PR, Marcos Antônio Trintinalha. Também prestigiou o evento, o ex-embaixador do Brasil e atual presidente da Associação Brasileira da Indústria de Trigo – Abitrigo, Rubens Barbosa. Foi colocada em votação a indicação de dois novos membros que irão ocupar o Conselho Fiscal da Ocepar para o quadriênio 2020/2024. A plenária aprovou por unanimidade que a cooperativa Coagru indicará um dirigente para representar o Núcleo Noroeste e a cooperativa Nova Produtiva, do Núcleo Norte, para o Conselho Fiscal.

Conjuntura - Rubens Barbosa fez uma rápida explanação sobre a conjuntura mundial diante da atual crise que vivemos, especialmente com o surgimento do coronavírus. “Não sabemos ainda as consequências que teremos, as implicações que este vírus causará, por quanto tempo e quais os reais impactos, mas precisamos nos preparar para o pior. Se esta pandemia durar muito tempo, teremos recessão mundial. Mesmo assim, temos que dar continuidade às reformas necessárias, caso contrário, o cenário no país será bem pior”, frisou.

Abitrigo - A entidade representada por Rubens Barbosa compreende 40 moinhos. “Estamos numa campanha de expansão para melhor representar o setor industrial e moageiro junto ao governo. A política nacional do trigo é algo urgente e que precisa ser debatida. Não faltará trigo, mas teremos dificuldades de abastecimento dos moinhos. A Argentina direcionou sua produção para a Indonésia e isso preocupa. Acreditamos que o país vizinho não terá produção para nos abastecer”. A sexta estimativa para safra 2019/2020 aponta crescimento de 4,1% na produção de grãos em comparação à temporada passada. O indicativo atual é de um volume total na ordem de 251,9 milhões de toneladas, ou crescimento de 9,9 milhões de toneladas em relação a 2018/2019. Para a área semeada, a expectativa é que sejam cultivados 64,78 milhões de hectares, ou seja, uma variação positiva de 2,4% em comparação àquela área utilizada na safra anterior. As condições climáticas vêm favorecendo as lavouras e a perspectiva é que os níveis de produtividade apresentem bom desempenho na temporada, segundo a entidade. “Estamos negociando a questão dos fretes e, também, sobre a decisão de importar 750 mil toneladas de trigo isento de tarifas”, frisou Barbosa.

Relevante e essencial - Semelhante ao que ocorreu nas demais três pré-assembleias, realizadas em Guarapuava, Laranjeiras do Sul e Cascavel, o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, fez uma breve apresentação das atividades realizadas em 2019 e ações para este ano. “Essa sistemática, de realizarmos pré-assembleias, semelhante ao que as próprias cooperativas já fazem com sucesso, tem por finalidade, além de prestar contas do nosso trabalho, ser uma forma de descentralizar a gestão do sistema, compartilhando nossas conquistas, e democratizar as decisões em conjunto com as cooperativas, dirigentes e cooperados. Temos como meta na casa fazer o que é necessário, aquilo que é relevante e essencial para as cooperativas. Não queremos inventar a roda, apenas melhorar, sermos assertivos”, destacou Ricken. O dirigente ainda ressaltou o sucesso do PRC -100 – Planejamento Estratégico Paraná Cooperativo 100, lançado em 2015 e que tinha como meta contribuir para que o sistema atingisse um faturamento de R$ 100 bilhões. “Provavelmente, no final deste ano de 2020, se tudo ajudar, atingiremos esta marca importante, por isso queremos implementar um novo plano, como novos desafios, quem sabe lançar o PRC-200”, destacou Ricken.

Frencoop - O presidente do Sistema Ocepar também falou sobre o excelente trabalho realizado nas eleições de 2018, quando, de forma ordenada e conjunta com as cooperativas e suas lideranças, foi implementado o Programa de Educação Política – PRCoop+10. “Na época, implantamos um canal de comunicação com mais de 1,2 milhões de lideranças, informando, com apoio da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), dados e estatísticas sobre os principais candidatos que se comprometiam em defender os interesses do cooperativismo no Congresso Nacional”, lembrou. “Com esta ação, conseguimos eleger 15 parlamentares, deputados federais e senadores, que hoje integram a Frente Parlamentar do Cooperativismo – Frencoop e que apoiam nossas demandas. Precisamos retomar este trabalho. Desde 2018 criamos na revista Paraná Cooperativo, um espaço chamado Conexão Frencoop para divulgar o trabalho desses parlamentares para que todas as cooperativas acompanhem. Isso facilitará muito na hora de decidirmos nas próximas eleições pelos parlamentares que realmente trabalharam pelo sistema cooperativista e que terão nosso voto”, frisou.

Apresentações - Após a fala do presidente Ricken, os superintendentes Robson Mafioletti, da Ocepar, Leonardo Boesche, do Sescoop/PR e Nelson Costa, da Fecoopar, respectivamente, realizaram apresentação de um resumo dos trabalhos executados no ano de 2019 e metas para o ano de 2020, com apoio do gerente Técnico da Ocepar, Flávio Turra, da gerente de Desenvolvimento Cooperativo, Maria Emília Pereira, do gerente Anderson Lechechen, da Fecoopar, e dos coordenadores Alfredo Kugeratski, Carlos Gonçalves e Samuel Milléo Filho. Também acompanha essas pré-assembleias, o jornalista Alexandre Salvador, da Rádio Paraná Cooperativo.

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FEIRA: Cooperativas participam da Anufood 2020

Na mesa dos brasileiros, produtos como leite, café, temperos, frutas e grãos estão entre os itens mais consumidos. E a origem deles, muitas vezes é desconhecida. Mas você sabia que esses produtos têm uma origem coop? Pois é. O que as cooperativas produzem estão muito mais presentes na nossa vida do que imaginamos.

Anufood - É por isso que a OCB, em parceria com o Ministério da Agricultura, por meio do programa Brasil Mais Cooperativo, levou diversos ingredientes com DNA coop para a segunda edição da feira Anufood Brazil, realizada em São Paulo, desde segunda-feira (09/03), no centro de exposição São Paulo Expo. A feira conta com 400 marcas de 24 países e tem expectativa de circulação de 10 mil pessoas.

Alimentos e bebidas - A Anufood Brazil é a única feira na América Latina totalmente dedicada a empresas de vários segmentos do setor de alimentos e bebidas, além de ser considerada pioneira na forma como apresenta o agronegócio e seus produtos in natura.

Contatos - “É um evento que se destaca por oferecer a oportunidade de manter contatos com potenciais clientes e pela prospecção de vendas futuras. Apesar disso, é possível realizar a venda direta de produtos aos visitantes e compradores”, comenta o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas.

Diretriz - A exposição dos produtos das cooperativas faz parte das diretrizes aprovadas no 14º Congresso Brasileiro do Cooperativismo, com o objetivo de criar mais oportunidades de negócio nos mercados nacional e internacional.

Qualidade - Tereza Cristina, ministra da Agricultura, participou da abertura da Anufood e destacou a qualidade da comida e da bebida produzidas no Brasil, o que garantirá, em pouco tempo, o sucesso da feira. Tereza Cristina disse ainda que o evento demonstra como o Brasil tem plenas condições de agregar valor aos produtos que exporta, o que é muito melhor por gerar empregos também nas indústrias do país.

China - Em relação às negociações com a China, um dos grandes parceiros comerciais do Brasil no agronegócio, ela acha que o país precisará demonstrar que a indústria brasileira de alimentos e bebidas é moderna e tem capacidade de exportar produtos já acabados para o maior mercado consumidor da Ásia, que atualmente ainda é muito voltado às commodities.

BR + Cooperativo - O Ministério da Agricultura montou um estande na feira e disponibilizou um espaço para que empreendimentos e cooperativas agropecuárias divulguem e comercializem seus produtos. Trata-se do estande do Brasil Mais Cooperativo, estruturado numa área de 200 m2. As cooperativas expositoras contam com espaço para negociação, balcão expositor, espaço coletivo para depósito das amostras e apoio técnico das equipes da OCB e do Mapa durante todo o evento.

Cozinha Show - Visando promover ainda mais os produtos dos expositores e estimular os negócios, o estande contará com uma Cozinha Show. Um espaço de demonstrações gastronômicas feitas por chefs que utilizam em seus pratos os ingredientes das cooperativas participantes. Estima-se que sejam realizadas 450 refeições por dia demonstrando tanto a qualidade quanto as possibilidades dos produtos negociados no estande.

Público-alvo - A feira reúne importantes tomadores de decisão do agronegócio tais como: distribuidores, atacadistas, redes de restaurantes e franquias, rede hoteleira, empórios, padarias e confeitarias, sorveterias, pizzarias, cafeterias, fornecedores para serviços de alimentação e grandes redes de supermercados de todo o país.

Resultados - Os resultados preliminares são:

- 565 contatos realizados

- R$ 440.000,00- valor de negócios fechados na feira

- R$ 1.740.000,00- prospecção para os próximos 12 meses

- Principais países que se interessaram pelos produtos: Alemanha, Peru, Argentina, Bolívia, Paraguai, Emirados Árabes, Filipinas, França, Korea, Chile, Reino Unido, Canadá, China, Turquia.

(Informe OCB)

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COCARI: Cooperativa inicia Programa de Desenvolvimento de Jovens Líderes no Cooperativismo

Nesta quinta-feira (12/03), a Cocari promoveu o primeiro módulo do Programa de Desenvolvimento de Jovens Líderes no Cooperativismo, realizado em Maringá (PR). Participaram do evento representantes dos Núcleos Jovens das seguintes localidades: Kaloré, São Pedro do Ivaí, Bom Sucesso, Mandaguari, São Luiz, Cambira, Aquidaban, Itambé e Jandaia do Sul.

Demanda do mercado - O presidente da Cocari, Vilmar Sebold, participou da abertura do curso e ressaltou que o mercado de trabalho é muito exigente em relação à capacitação dos profissionais. Assim, os jovens devem buscar preparo que os levem à excelência em suas atividades. “A instituição sempre vai se desenvolver de acordo com o potencial de sua equipe. Já temos 1.430 colaboradores, 7.558 associados e devemos faturar este ano mais de R$ 2,5 bilhões. Por isso, demandamos profissionais capacitados, não existe espaço para amadorismo”, salienta.

Objetivo - Segundo o analista de cooperativismo da Cocari, Hugo Carnelossi, o objetivo do programa é permitir que os jovens líderes reconheçam a importância de sua participação no quadro social, visando o fortalecimento do empreendimento cooperativo, bem como o desenvolvimento pessoal e profissional.

Palestrante - A palestrante desta quinta-feira (12), Tatiane Terezan Lopes Zotto, é graduada em psicologia com MBA em Gestão Empresarial pela FGV, possui MBA em Liderança e Gestão Organizacional pela Franklin Covey e MBA em Gestão Estratégica de Pessoas pela Unicesumar. Atua há 16 anos na área de Recursos Humanos e é professora de cursos de pós-graduação.

Temas abordados - O programa de formação de jovens líderes é desenvolvido com apoio do Sescoop/PR e os temas abordados este ano serão: pensamento cooperativo, cooperativismo agropecuário no Brasil e no mundo, liderança cooperativista, liderança jovem no cooperativismo e jogos de cooperação. O curso está dividido em cinco módulos, que serão ministrados a cada 45 dias, são eles: Liderança Cooperativista e Força Jovem, Criatividade e Inovação, Gestão da Propriedade, Introdução à Gestão de Projetos e Sucessão Familiar.

Depoimento - Para Izabela Cazini, representante da Unidade de Cambira, o investimento da Cocari na formação de jovens é muito importante. “Não consigo nem explicar a gratidão por essa oportunidade que a Cocari está disponibilizando. Acredito que será enriquecedor para todos os jovens, para que a gente possa apostar numa carreira, no desenvolvimento profissional e no crescimento como liderança. Essa dedicação da cooperativa faz da Cocari uma instituição diferente, que está pensando no futuro”, avalia.

Crescimento pessoal e profissional - Na opinião do diretor conselheiro da Cocari, Waldemar Leandro Renzi Pimentel, essa oportunidade deve ser bastante valorizada pelos jovens. “Hoje posso dizer que isso tudo valeu a pena, passei por processos intensos dentro da cooperativa e me tornei uma pessoa melhor, tanto no âmbito profissional quanto no familiar e social. Sou grato à Cocari porque foi na cooperativa que adquiri responsabilidade social”, pontua.

Rede de contatos - Segundo João Carlos Obici, diretor executivo da Cocari, a participação no programa vai oferecer a chance de esses jovens se relacionarem com pessoas de diversas localidades, o que é muito interessante, independentemente do segmento em que eles decidam atuar. “Foi uma oportunidade muito rica na minha vida, porque tive a chance de conhecer pessoas dentro da cooperativa, pessoas no sistema cooperativo no Paraná e em outros estados. E essa interação é bastante positiva”, destaca. (Imprensa Cocari)

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CAPAL: Inscrições para o 7º Desafio de Rua estarão abertas a partir de 15 de março

O dia 1º de maio, feriado para celebrar o Dia do Trabalhador, se tornará também o dia do corredor. Na data, acontece a sétima edição do Desafio de Rua Capal, em Arapoti, no norte do Paraná; as inscrições serão abertas no dia 15 de março. A modalidade é mais um evento que celebra os 60 anos da Capal Cooperativa Agroindustrial.

Objetivos - Incentivar a prática esportiva, a vida saudável e os bons hábitos são os objetivos do evento. O primeiro lote de inscrições custará a partir de R$ 30 para funcionários da cooperativa e associados, com a possibilidade de aquisição do kit formado por bolsa e camiseta. A largada será às 8h em frente à matriz da cooperativa.

Competidores - A estimativa é que a corrida tenha a presença de competidores de 16 cidades do Paraná e São Paulo; terá as modalidades de 5 e 10 quilômetros, além de caminhada de 3 quilômetros, com a cronometragem por chip. A premiação em dinheiro é para os cinco primeiros colocados do público interno (funcionários e cooperados) e para os três primeiros do grupo geral. Todos os competidores que concluírem a prova vão receber medalhas finisher. Os primeiros colocados no tempo geral ganharão troféus e medalhas.

Categorias - As categorias são divididas pelas seguintes idades: 16 a 29; 30 a 39; 40 a 49; 50 a 59; e, por fim, acima de 60 anos. O percurso é pela Rua Saladino de Castro (largada e chegada), passando pela Rua Moisés Lupion, Avenida Teresa Carneiro, Rua José Boamorte Amaro e Avenida Luiz Pinheiro.

Inscrições - As inscrições para o 7º Desafio de Rua Capal devem ser realizadas no site www.capal.coop.br. O evento tem o apoio do Sicredi.

Capal 60 anos - Fundada em 1960, a Capal, que completa 60 anos em 2020, conta atualmente com 3.130 associados, distribuídos em 14 unidades de negócios, nos estados do Paraná e São Paulo. A cadeia agrícola responde por cerca de 70% das operações da cooperativa, produzindo mais de 640 mil toneladas de grãos por ano, com destaque para soja, milho, café e trigo. A área agrícola assistida aproxima dos 150 mil hectares. O volume de leite negociado mensalmente é de 11,5 milhões de litros provenientes de 360 produtores, com uma média diária de 384 mil litros entregues. Além disso, a cooperativa comercializa mais de 27 mil toneladas de suínos vivos. (Imprensa Capal)

 

capal 13 03 2020

 

 

SICREDI VALE DO PIQUIRI: Evento do Dia Internacional reúne mais de duas mil mulheres

Para celebrar o Dia Internacional da Mulher, a Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP realizou um evento com o tema “Mulheres Reais”, que reuniu mais de duas mil participantes, na última segunda-feira (09/03), em Palotina (PR). Esse foi o quarto ano do evento organizado pelo Comitê Mulher da cooperativa, que mostrou histórias inspiradoras de empreendedorismo e sucesso nos negócios.

Presença no cooperativismo - A presença da mulher no cooperativismo foi o tema da palestra principal com o escritor e jornalista José Luiz Tejon. “O cooperativismo é a forma como faremos o planeta progredir e lutar contra a desigualdade. A cooperativa tem uma missão de não deixar ninguém para trás”, ressaltou Tejon.

Valorização - O presidente da Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP, Jaime Basso, frisou a importância de valorizar cada vez mais a presença e a importância da mulher na sociedade. “Foi uma noite fantástica, com uma palestra incrível e a presença de mulheres reais. Temos que valorizar cada vez mais a participação feminina na cooperativa”, avaliou.

Motivo de festa- Para a gerente de desenvolvimento do cooperativismo da Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP, Cláudia Bonatti, o Dia da Mulher é sempre motivo de grande festa na cooperativa. “Estamos no quarto ano da criação e celebração do nosso Comitê Mulher. Conhecemos histórias de mulheres reais e de associadas que venceram desafios. Reunimos mais de duas mil pessoas para ouvir sobre a importância do cooperativismo e isso é motivo de muita celebração.”

Feliz - A associada Marie Miyamoto, de Campo Mourão (PR), destacou o quanto ficou feliz em fazer parte do evento. “Fiquei lisonjeada por estar aqui e compartilhar a minha história com outras pessoas. Nunca vi tantas mulheres reunidas. Foi uma grande festa e aproveito para parabenizar o Comitê Mulher do Sicredi pela mobilização.”

Doação - Para participar do evento, as convidadas doaram itens de limpeza e de higiene que serão destinados a três instituições de caridade da região: Centro de Apoio Reabilitação e Terapia ao Dependente Químico, em Palotina (PR), Casa de Recuperação de Dependente Químicos Renascer, em Umuarama (PR), e Asilo São Vicente de Paula, em Iporã (PR). No total, foram mais de dois mil itens arrecadados.

Sobre a Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP - A Sicredi Vale do Piquiri é uma cooperativa com 31 anos de história e mais de 144 mil associados, distribuídos em 82 agências. A Cooperativa atua nas regiões Oeste e Noroeste do Paraná, além de São Paulo (capital) e ABCD Paulista. A instituição se destaca pelo atendimento aos associados e pela preocupação com o desenvolvimento da comunidade.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.700 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Vale do Piquiri Abcd PR/SP)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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PARANÁ: Portos divulgam resultado do 1º bimestre de movimentação

parana 13 03 2020Apesar do temor em relação aos impactos do novo coronavírus à economia mundial, os Portos do Paraná registraram leve aumento na movimentação de cargas no primeiro bimestre do ano. Em janeiro e fevereiro, cerca de 7,3 milhões de toneladas de produtos entraram e saíram do país pelos terminais do Estado. Volume 1% maior que o registrado nos dois primeiros meses de 2019, quando foram 7,2 milhões de toneladas movimentadas.

Nenhum relato - “A importação e exportação pelos portos de Paranaguá e Antonina não foi afetada pelos efeitos do Covid-19. Em conversa com os operadores de todos os segmentos, não recebemos nenhum relato de cancelamentos ou atrasos causados em decorrência da doença”, afirma o diretor de Operação da Portos do Paraná, Luiz Teixeira da Silva Júnior.

Granel líquido e carga geral - Seguindo o cenário do mês de janeiro, os segmentos que mais cresceram, em volume movimentado, foram Granel Líquido e Carga Geral. De cargas líquidas, registra-se 1,14 milhão de toneladas, na importação e exportação. O volume é 21% maior que as 946,5 mil toneladas do bimestre de 2019.

Volume - Na carga geral, o aumento registrado foi de 13%, comparando as 1,8 milhão de toneladas de carga e descarga deste ano com 1,6 milhão de toneladas operadas em 2019.

Contêineres - Em contêineres, a movimentação de janeiro e fevereiro foi 11% maior. Este ano, foram importados e exportados 141.619 TEUs (a unidade de medida usada para este tipo de carga). Em 2019, 127.796 TEUs.

Sólidos - Mesmo o segmento dos Granéis Sólidos tendo registrado queda de 7% nos primeiros dois meses do ano – comparação entre 4,36 milhões de toneladas, em 2020, contra 4,69 milhões, em 2019 – algumas cargas registram aumento significativo. É o caso do açúcar.

Açúcar - O aumento registrado na soma do volume de açúcar a granel exportado em janeiro e fevereiro é de 32%. Este ano, 183.300 toneladas foram embarcadas. Em 2019, 138,7 mil toneladas. Em saca, a movimentação foi 47% maior. No bimestre de 2020, 233.457 toneladas. Em 2019, 158,8 mil.

Total - No total, nos primeiros meses deste ano, 233.457 toneladas de açúcar foram exportadas pelos portos paranaenses. Os principais destinos foram Argélia, Malásia e Guiné.

Setor - A principal operadora do açúcar a granel, no Porto de Paranaguá, é a empresa Pasa. Segundo o supervisor administrativo e financeiro, Osvaldo Inácio da Silva Junior, o aumento pode estar ligado a questões comerciais. “Provavelmente, se deu por questões como tarifas, cotação do dólar, disponibilidade navios”, diz.

China - Segundo ele, eventualmente alguns embarques têm como destino a China, o que não aconteceu nos últimos meses. “Tanto no 1º bimestre de 2019, quanto no 1º bimestre deste ano, não tivemos embarque de açúcar com destino à China. Desta forma, não sentimos ainda os efeitos da epidemia em nossos negócios”, afirma.

Trens - De acordo com o gerente de operações da Pasa, Eric de Souza, mais de 90% do volume de açúcar recebido pela empresa – principal exportadora do açúcar no Porto de Paranaguá – chega em trens da região Norte do Estado, principalmente Maringá e Londrina.

Atracações - No primeiro bimestre de 2020, foram 344 atracações de navios, sendo 121 de contêineres, 119 de granéis sólidos, 74 de líquidos, 16 de veículos (Ro-ro e PCC) e 14 de carga geral, principalmente celulose.

Destino - Do total de navios que atracaram nos portos paranaenses, em janeiro e fevereiro, 15 tiveram como país de destino à China e apenas seis vieram do país asiático.

2019 - No mesmo período, em 2019, foram 330 atracações nos portos do Paraná. Destes, dois vieram da China e quatro foram para lá. (Agência de Notícias do Paraná)

 

IBGE: Produção da indústria do Paraná inicia 2020 com alta de 2,6%

ibge 13 03 2020A produção industrial paranaense cresceu 2,6% em janeiro, na comparação com o mesmo mês do ano anterior, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (12/03) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em relação a dezembro de 2019, o aumento foi de 1,7%. No acumulado dos últimos doze meses, a indústria local registrou evolução de 5,2%.

Setores - O crescimento no mês foi puxado pela indústria de alimentos (10,4%), máquinas, aparelhos e materiais elétricos (17,9%), produtos derivados de petróleo e biocombustíveis (13,3%), e borracha e material plástico (9%).

Segundo melhor desempenho - Nos últimos doze meses, a indústria paranaense teve o segundo melhor desempenho do País, atrás apenas do Amazonas. Os maiores avanços locais foram na fabricação de veículos automotores, reboques e carrocerias (23,4%), alimentos (8,9%), máquinas e equipamentos (8,5%), produtos de metal (7,1%) e máquinas e aparelhos elétricos (6,2%). O saldo nacional em um ano ainda é negativo (-1%).

Aposta - Segundo o governador Carlos Massa Ratinho Junior, a regularidade do crescimento industrial do Paraná mostra que os empresários continuam apostando no Estado. Ele reforça o contínuo trabalho de prospecção de investidores, citando a participação na recente missão oficial brasileira aos Estados Unidos. “Encerramos 2019 com o maior indicador nacional na indústria e 2020 começa com otimismo, apesar da desaceleração global depois da pandemia do coronavírus", afirmou.

Investimentos - O governador frisou investimentos de mais de R$ 1,5 bilhão já confirmados em 2020. São R$ 650 milhões da farmacêutica Prati-Donaduzzi em uma nova planta em Toledo, no Oeste, e os R$ 865 milhões anunciados na quarta-feira (12) pelo Grupo Heineken, para aumentar em 75% sua capacidade de produção, em Ponta Grossa, nos Campos Gerais.

Descomplica Rural - Segundo o governador, o programa Descomplica Rural, lançado em 2020, incentiva ainda mais a industrialização de alimentos no Estado, principalmente diante da possibilidade de abertura de novos mercados. "Estamos em um bom ritmo de crescimento, otimistas com o futuro", arrematou.

Variação mensal - O crescimento de 2,6% do Paraná em janeiro de 2020 esteve entre os melhores do País. Nesse índice, apenas oito dos 15 locais pesquisados pelo IBGE apontaram variação positiva - o recuo nacional foi de -0,9%.

Bom ritmo - Segundo o IBGE, a indústria paranaense de alimentos segue crescendo em bom ritmo, impulsionada pelos investimentos das cooperativas e pelo sistema estadual de financiamentos. Desde janeiro de 2019, houve crescimento em todos os meses nesse setor em relação aos respectivos pares de 2018. Em alguns casos, as evoluções ultrapassaram 20%.

Marca positiva - A variação de 1,7% em janeiro em relação a dezembro do ano passado marca a oitava marca positiva do Paraná nesse indicador da indústria nos últimos doze meses. Em janeiro de 2020, na série com ajuste sazonal, 13 dos 15 locais pesquisados pelo IBGE mostraram taxas positivas, acompanhando o crescimento de 0,9% da indústria nacional.

Indicador nacional - Em janeiro de 2020, a produção industrial avançou 0,9% frente a dezembro de 2019, interrompendo dois meses de taxas negativas consecutivas. Em relação a janeiro do ano passado, a indústria caiu -0,9%. No acumulado de doze meses, a atividade industrial recuou -1%. O setor industrial ainda se encontra 17,1% abaixo do nível recorde de produção alcançado em maio de 2011. (Agência de Notícias do Paraná)

 

COMBUSTÍVEL: Preço da gasolina cai 9,5% e do diesel 6,5% nas refinarias

A crise econômica mundial causada pela pandemia do novo coronavírus e a disputa entre Rússia e Arábia Saudita sobre o nível de produção do petróleo fizeram baixar o preço dos combustíveis nas refinarias da Petrobras. Segundo a estatal, a gasolina teve redução de 9,5% e o diesel, de 6,5%. A informação foi divulgada nesta quinta-feira (12/03).

Vigência - Os novos preços estarão em vigor a partir desta sexta-feira (13/03) nas vendas às distribuidoras, mas os valores finais aos motoristas dependerão de cada posto, que acrescem impostos, taxas e custos com mão de obra. Além disso, o mercado brasileiro é baseado na livre concorrência, fazendo com que cada empresa cobre o que achar melhor, segundo explica a Petrobras.

Base - “Os preços para a gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras têm como base o preço de paridade de importação, formado pelas cotações internacionais destes produtos mais os custos que importadores teriam, como transporte e taxas portuárias, por exemplo. A paridade é necessária porque o mercado brasileiro de combustíveis é aberto à livre concorrência, dando às distribuidoras a alternativa de importar os produtos. Além disso, o preço considera uma margem que cobre os riscos (como volatilidade do câmbio e dos preços).”

Pesquisa semanal - De acordo com pesquisa semanal da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), entre os dias 1º e 7 de março, os preços médios ao consumidor no país, para a gasolina, era de R$ 4,531. Para o diesel, o preço médio era de R$ 3,661. (Agência Brasil)

 

CONGRESSO NACIONAL I: Plenário já pode votar projeto que regulamenta orçamento impositivo

congresso I destaque 13 03 2020Está pronto para ser votado no Plenário do Congresso Nacional o projeto que trata da regulamentação do orçamento impositivo (PLN 4/2020). A matéria foi aprovada na quarta-feira (11/03) na Comissão Mista de Orçamento (CMO).

Inclusão - A proposta, enviada ao Parlamento pelo Executivo, inclui parágrafo único no artigo 66 da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO – Lei 13.898, de 2019) para determinar que, na execução de emendas, o relator-geral ou a comissão mista do Congresso somente serão ouvidos pelo governo quando a iniciativa parlamentar reforçar dotação original proposta pelo Executivo — e apenas em relação ao montante que foi acrescido.

Polêmica - O projeto tem sido motivo de polêmica no Congresso. Alguns parlamentares defendem o orçamento impositivo como uma forma de atender mais rapidamente as demandas regionais. Os contrários à medida entendem que o Executivo ficaria com o orçamento ainda mais engessado, além do fato de o relator orçamentário ficar com muito poder sobre o direcionamento das emendas.

Acordo - Na terça-feira (10/03), houve várias reuniões na tentativa de um acordo. A reunião da CMO chegou a ser suspensa em busca de um entendimento, e um grupo de senadores e deputados enviou uma carta aberta ao governo, pedindo ao presidente Jair Bolsonaro a retirada do projeto da pauta. Já na quarta, a reunião foi retomada e o projeto, aprovado.

Alteração - O relator da proposta na CMO, deputado Cacá Leão (PP-BA), admitiu que poderá alterar o parecer durante a discussão no Congresso Nacional. O relator ainda ressaltou que, em Plenário, poderá adotar substitutivo para acatar parte de 4 das 17 sugestões apresentadas por parlamentares. O parecer estabelece que autores de emendas incorporadas pelo relator-geral ou por comissões poderão indicar os beneficiários dos recursos, e a lista deverá ser divulgada pela CMO.

Gastos discricionários - O PLN 4 foi enviado ao Congresso juntamente com o PLN 3/2020 e o PLN 2/2020. O PLN 3 transforma R$ 9,6 bilhões do valor total das emendas impositivas apresentadas pelo relator-geral em gastos discricionários, que o Executivo pode escolher executar ou não. Já o PLN 2 altera diversos artigos da LDO para regulamentar a execução de emendas impositivas, inserindo critérios que podem barrar a execução obrigatória de emendas parlamentares individuais ou de bancada.

Prioridades - A pedido do senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), que apresentou voto contrário ao PLN na CMO, a Consultoria de Orçamentos, Fiscalização e Controle do Senado elaborou nota técnica sobre o projeto. O documento destaca que o PLN 4/2020 define que a execução das programações identificadas no Orçamento deverão observar os beneficiários e a ordem de prioridades — que serão feitas pelos respectivos autores, deixando expresso, no entanto, que essa indicação será possível somente quando essas programações representarem criação ou acréscimo de valor em relação às programações do Executivo e estará restrita aos montantes acrescidos.

Divergências - O estudo apontou algumas divergências entre os quadros apresentados pelo governo. O texto destaca que “não há pleno encaixe entre os PLNs 3 e 4” e registra, até mesmo, diferença nos valores indicados pelo governo. A nota ressalta, no entanto, que o Poder Executivo pretende obter com os PLNs 3 e 4, “um reequilíbrio em relação ao Poder Legislativo quanto à execução da lei orçamentária”.

Concentração de poder - Ainda segundo a consultoria, o PLN 4 “permite razoável concentração de poder, durante a execução do orçamento, no relator-geral do projeto da Lei Orçamentária Anual”. Com a aprovação dos PLNs 3 e 4, o relator-geral do orçamento vai administrar um valor de quase R$ 17 bilhões (sem os projetos, esse valor seria mais de R$ 28 bilhões). Hoje, o relator trabalha com um valor maior. Com os projetos, porém, ele terá a garantia da execução de suas emendas (o valor do recurso terá liberação obrigatória e o relator terá o poder da indicação de beneficiários e prioridades).

Inalterado - O valor permanece inalterado para os parlamentares: R$ 15,4 bilhões. Da mesma forma, eles indicarão beneficiários e prioridades no caso de novo recurso ou de acréscimo de valor. A aprovação desses projetos também vai aumentar de R$ 82,6 bilhões para R$ 94,4 bilhões o valor sob o controle do Executivo. (Agência Senado)

FOTO: Waldemir Barreto / Agência Senado

 

congresso I grafico 13 03 2020

 

CONGRESSO NACIONAL II: Comissão mista vota na terça relatório sobre a MP do Contrato Verde e Amarelo

congresso nacional II 13 03 2020A comissão mista que analisa a Medida Provisória 905/2019, que cria o Contrato Verde e Amarelo e faz outras mudanças na legislação trabalhista, agendou para terça-feira (17/03), às 14h, a votação do relatório do deputado Christino Aureo (PP-RJ). O presidente do colegiado é o senador Sérgio Petecão (PSD-AC).

Mudança - Uma das mudanças que o relatório sugere à MP é deixar claro que o desempregado deverá manifestar se deseja fazer a contribuição previdenciária ao receber o seguro-desemprego. Caso opte pela contribuição, o segurado terá o tempo contado para fins de aposentadoria.

Texto original - O texto original da MP 905/2019 previa que essa contribuição seria obrigatória a fim de custear o Contrato de Trabalho Verde e Amarelo, modalidade que oferece incentivos tributários às empresas para incentivá-las a contratarem jovens de 18 a 29 anos por até 24 meses, com salário limitado a 1,5 salário mínimo.

Primeira versão - A primeira versão do relatório já previa que essa modalidade de contratação deve valer também para pessoas com mais de 55 anos, desde que desempregadas há mais de um ano.

Inventivos tributários - Para estimular as admissões, o Contrato Verde e Amarelo concede ao empregador diversos incentivos tributários para diminuir o custo de contratação: redução na alíquota de contribuição para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), de 8% para 2%; redução de 40% para 20% da multa em caso de demissão; e isenção da contribuição previdenciária patronal e do salário-educação.

Amparo - O relator também destacou que o trabalhador acidentado durante o trajeto de casa para o trabalho será amparado pela Previdência Social, embora o acidente não deva mais ser considerado “acidente de trabalho”. Segundo ele, essa classificação infla as estatísticas de maneira artificial. Só será considerado acidente de trabalho se o trabalhador estiver em um transporte fornecido pela empresa.

Posicionamento - No site do programa e-Cidadania, mais de 57 mil internautas já se posicionaram contra a MP 905/2019, enquanto outros 2.700 apoiam a medida.

Local - A reunião será feita na sala 19 da Ala Alexandre Costa, no anexo 2 do Senado Federal. (Agência Senado)

FOTO: Jane de Araújo/Agência Senado

 

REFORMA TRIBUTÁRIA: Comissão ouve Paulo Guedes na quarta

reforma tributaria 13 03 2020A Comissão da Reforma Tributária se reunirá na quarta-feira (18/03), às 14h30, para audiência pública interativa com a participação do ministro da Economia, Paulo Guedes, e do Secretário Especial da Receita Federal, José Barroso Tostes Neto.

Propostas - Composta por 25 senadores e 25 deputados, a Comissão da Reforma Tributária vai elaborar seu texto com base em duas propostas de emenda à Constituição já existentes, que tramitam na Câmara (PEC 45/2019) e no Senado (PEC 110/2019), e em uma proposta que deve ser enviada pelo governo. As propostas existentes preveem a extinção de uma série de tributos, consolidando-os em dois novos impostos: um sobre bens e serviços (IBS), nos moldes dos impostos sobre valor agregado cobrados na maioria dos países desenvolvidos; e um imposto seletivo, específico sobre alguns bens e serviços, assemelhado aos impostos especiais de consumo.

Texto final - O relator, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), prevê a apresentação do texto final no dia 28 de abril e a sua votação até 5 de maio. A comissão tem como presidente o senador Roberto Rocha (PSDB-MA).

Local - A reunião está marcada para a sala 6 da Ala Senador Nilo Coelho.

Acompanhar e participar - Veja abaixo como acompanhar e participar:

Participe:

http://bit.ly/audienciainterativa

Portal e-Cidadania:

senado.leg.br/ecidadania

Alô Senado (0800 612211)

(Agência Senado)

FOTO: Agência Senado

 

ECONOMIA: Desemprego afeta 29,5% de quem se formou há até 3 anos, diz pesquisa

Pelo menos 29,5% das pessoas que concluíram a graduação há até três anos ainda não conseguiram o primeiro emprego, e os que terminaram o curso há mais tempo e ainda não entraram no mercado de trabalho são 8,8%. Os dados são da Pesquisa de Empregabilidade do Brasil, divulgada nesta quinta-feira (12/03) pelo Instituto Semesp. A Semesp é uma entidade que representa mantenedoras de ensino superior no Brasil.

Eficiência - A pesquisa aponta a empregabilidade dos egressos de instituições públicas e privadas de todas as regiões do país, revelando a eficiência do diploma de graduação em termos de rentabilidade e sucesso dos profissionais. Foram entrevistados 9.426 egressos do ensino superior brasileiro, no período de 14 de outubro a 30 de novembro de 2019. Entre os participantes, 64,2% responderam ter concluído a graduação em instituição privada e 35,8% em instituição pública. No total, os participantes representam 481 Instituições de ensino superior, sendo 74% privadas e 26% públicas.

Maior - “Esta é a maior pesquisa já feita com alunos que saíram do ensino superior para verificar efetivamente qual foi o impacto de ter cursado a universidade na vida dele. Muito se fala que é bom, que aumenta a empregabilidade, o salário, mas não se mensura isso. Nós temos muitos dados do Censo da Educação sobre o aluno que está cursando, ou do Enem [Exame Nacional do Ensino Médio], mas depois que eles saem do ensino superior não há uma pesquisa", disse o diretor executivo do Semesp, Rodrigo Capelato.

Cursos - Segundo a pesquisa, no total de cursos com maior número de participantes, lideram administração (8,4%); direito (7,6%); ciências biológicas (4,4%), engenharia civil (4,2%) e psicologia (4,2%). Quando considerados só os estudantes da rede privada, os cursos mais representativos são os de administração (12,2%); direito (10,9%); psicologia (5,5%); engenharia civil (5,0%) e publicidade e propaganda (4,3%). Nas instituições públicas, são os cursos de ciências biológicas (8,4%); engenharia mecânica (6,6%); ciências da computação (5,2%); geografia (3,6%) e medicina veterinária (3,6%).

Por turno - Mais da metade dos graduados da rede privada cursou o ensino superior no período noturno (62,2%), contra 22,3% da pública. Entre os que estudaram na rede pública, 63,8% fizeram o curso no período diurno integral. Por período de estudo, diurno e noturno, destaca-se o percentual de participantes que responderam ter conseguido o primeiro emprego antes mesmo da conclusão do curso, 56,0% do noturno, contra 27,9% do diurno.

Públicas e privadas - A pesquisa mostra que não houve diferença significativa entre os egressos de entidades públicas e particulares que responderam atuar em uma área diferente da de formação: 22,5% da rede privada, contra 21,8% da pública. A relevância do diploma na rentabilidade dos profissionais também chama a atenção na pesquisa: antes da conclusão do curso, apenas 5,8% ganhavam mais de R$ 5 mil e, após o término da graduação, o percentual de egressos com essa renda saltou para 41,4%.

Melhora - Os profissionais que trabalham também apontaram o que melhorou depois que concluíram o curso superior. Eles citaram o fato de ter entrado em um curso de pós-graduação (42,5%), a melhora do salário (41,3%); o fato de ter conseguido emprego na área de atuação (41,3%) e de ter o primeiro emprego (26,4%).

Positivo - “A pesquisa mostrou que, mesmo em tempos de crise, fazer um curso superior é muito positivo, primeiro porque realmente aumenta a empregabilidade dos alunos e depois porque praticamente todos os que se formaram antes da crise econômica estão empregados e, entre os que se formaram durante a crise, uma parcela está desempregada, mas o restante está empregado. Se compararmos com os outros níveis de ensino, a empregabilidade é bem maior e o aumento salarial, significativo. Pegamos aqueles que trabalhavam antes de se formar e comparamos com o que passaram a ganhar, e o aumento foi de uma média de 162%”, disse Capelato.

Realidade cruel - Ele destacou que, apesar de a empregabilidade ser elevada entre aqueles que se formaram recentemente, o percentual dos que ainda não conseguiram emprego reflete negativamente, tornando-se uma realidade cruel, já que, devido à crise econômica, não há emprego para todo mundo. "Então, há aqueles que estão formados há mais tempo, com experiência e que aceitam empregos [em] que os jovens entram quando se formam. Isso é uma lógica perversa porque os mais jovens vão ficar sem emprego durante um tempo, não conseguem experiência, e o mercado de trabalho cada vez menos absorve esses jovens."

Programa Verde Amarelo - Nesse sentido, Capelato diz que é positivo o Programa Verde e Amarelo, do governo federal, que incentiva a geração de emprego para jovens de 18 a 29 anos. O objetivo é inserir os recém-formados no mercado de trabalho, já que muitas vezes as empresas escolhem contratar a pessoa que tem mais experiência e que aceita o salário que seria de uma pessoa graduada depois.

Estímulo - "A Carteira Verde e Amarela é um estímulo para reduzir ou anular esse efeito, porque desonera as empresas dos seus encargos trabalhistas, desde que contratem pessoas com até 30 anos de idade. Então, o efeito econômico pode atenuar a concorrência e o fato de a pessoa não ter experiência", afirmou. (Agência Brasil)

 

NOVO CORONAVÍRUS I: Governo antecipa pagamento do 13º para aposentados

O Ministério da Economia anunciou nesta quinta-feira (12/03) a adoção de providências para minimizar os impactos da pandemia do novo coronavírus para a população.

Medidas - Entre as medidas anunciadas, está a antecipação, para abril, do pagamento de R$ 23 bilhões referentes à parcela de 50% do 13º salário aos aposentados e pensionistas do Instituto Nacional da Seguridade Social (INSS). A pasta também anunciou a suspensão, pelo período de 120 dias, da realização de prova de vida dos beneficiários do INSS.

Primeiras decisões - Essas são as primeiras decisões tomadas pelo grupo de monitoramento dos impactos econômicos da pandemia de Covid-19, que se reuniu ao longo do dia. O colegiado foi instituído pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, com o objetivo de acompanhar a conjuntura e propor medidas para mitigar os efeitos econômicos do avanço da infecção no país.

Integrantes - O grupo é constituído por representantes de todas as secretarias especiais da pasta, sob a coordenação do secretário-executivo, Marcelo Guaranys. O colegiado monitora as áreas fiscal, orçamentária, crédito, gestão pública, questões tributárias, setor produtivo, relação federativa, trabalho e previdência.

Preocupações - "A gente tem grandes preocupações com cadeias produtivas, verificar o que está sendo desabastecido, o que precisa de auxílio, por exemplo, com produtos hospitalares, se precisa de alguma facilidade para desembaraço aduaneiro, se precisa de alguma redução de tarifa de exportação, que medida precisa ser adotada a cada momento necessário. Estamos acompanhando, obviamente, os indicadores da economia e a necessidade de remanejamento de orçamento", afirmou Marcelo Guaranys, ao comentar sobre como o grupo deve atuar.  

Juros do consignado - O grupo de monitoramento também anunciou que vai propor ao Conselho Nacional da Previdência Social a redução do teto dos juros dos empréstimos consignado em favor dos beneficiários do INSS, bem como a ampliação do prazo máximo das operações.

Margem maior - "Também proporemos, ao Congresso Nacional, via medida legislativa, a ampliação da margem consignável. Existe a margem consignável que é aquela parcela que a pessoa pode comprometer do seu orçamento, do seu salário, do seu benefício [no pagamento do empréstimo]", explicou o secretário especial da Previdência e Trabalho, Bruno Bianco. Atualmente, essa margem está em 30%, mas o governo ainda não definiu qual aumento vai sugerir na proposta.

Novos saques - O governo também estuda permitir novos saques imediatos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). O saque imediato do FGTS foi iniciado em 2019 e vai até 31 de março deste ano. A medida permite o resgate de até R$ 998 por quem tem conta no fundo. "Com relação ao FGTS, é sim uma medida que estamos analisando, respeitando a sustentabilidade do fundo e o dinheiro dos cotistas. Todas as medidas, por isso mesmo digo monitoramento, elas serão tomadas quando necessárias", disse o secretário especial da Fazenda, Waldery Rodrigues Junior.

Medicamentos - Outra proposta anunciada pelo grupo é a definição, em parceira com o Ministério da Saúde, da lista de produtos médicos e hospitalares importados que terão preferência tarifária para garantir o abastecimento das unidades de saúde do país. Também serão tomadas medidas para priorizar o desembaraço aduaneiro de produtos médicos-hospitalares.

Gestão pública - No âmbito da gestão pública, o governo deve publicar uma Instrução Normativa com recomendações relacionadas ao funcionamento do serviço público federal durante esse período de avanço das infecções pelo novo coronavírus. "Outras medidas podem ser adotadas de acordo com o andamento dos trabalhos do grupo de monitoramento e orientações do Ministério da Saúde", informou o Ministério da Economia, em nota. (Agência Brasil)

 

NOVO CORONAVÍRUS II: Paraná tem 54 casos suspeitos, 29 descartados e seis confirmados

novo corona II 13 03 2020O boletim da Secretaria de Estado da Saúde divulgado nesta quinta-feira (12/03) mostra que o panorama do coronavírus no Paraná é de 54 casos suspeitos, 29 descartados e seis confirmados. Os confirmados são de Curitiba (5) e Cianorte (1), dois descartados - Curitiba e Corbélia; e 12 novos suspeitos – Apucarana (1), Curitiba (7), Londrina (3) e Turvo (1).

Boletim diário - As informações oficiais podem ser acessadas através do boletim diário divulgado no site da Secretaria da Saúde. Os dados são compilados todos os dias até às 12h. Após este horário, qualquer nova informação será inserida no próximo boletim.

COE ampliação - Em reunião na tarde desta quinta-feira, o COE – Centro de Operações de Emergências, instalado desde o início de fevereiro para monitoramento e definições estratégicas do coronavírus, informou que ampliará a atuação também para a dengue e febre amarela.

Presenças - A reunião foi acompanhada pelo coordenador do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Proteção à Saúde Pública (CAOP) do Ministério Público do Paraná, Marco Antonio Teixeira, e pela assessora jurídica do CAOP, Elaine Bueno Piekarki.

Congregação de esforços - “O momento é de congregação de esforços e a presença da instituição acontece neste sentido”, disse o representante do MPPR, Marco Teixeira. Segundo ele, o Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Proteção à Saúde Pública também acompanha a situação da dengue e da febre amarela, além do coronavírus e de outros agravos e situações que evolvam questões de saúde da população. (Agência de Notícias do Paraná)

 

SARAMPO: Paraná registra 19 novos casos na última semana

sarampo 13 03 2020O número de casos confirmados de sarampo no Paraná chegou a 910. Destes, 19 foram registrados apenas na última semana, de acordo com o boletim divulgado nesta quinta-feira (12/03). A Secretaria de Estado da Saúde monitora a situação desde agosto de 2019, quando o vírus da doença voltou a circular no Estado após cerca de 20 anos sem notificações.

Municípios - Os casos foram registrados em 43 municípios, a maioria – cerca de 90% – está concentrada na Região Metropolitana de Curitiba. A Capital é a cidade com mais casos confirmados: são 538.

Faixa etária - A maior incidência ocorre na faixa etária entre 20 e 29 anos (479 casos), correspondendo a 52% do total. De acordo com os dados do boletim epidemiológico, estão em investigação mais 1873 amostras de pacientes.

Vacinação - A campanha de vacinação contra o sarampo segue até esta sexta-feira (13/03). Para se vacinar basta ir até uma das 1852 salas de vacinação do Estado. “Estamos falando há muito tempo sobre o sarampo, e de outras doenças também. Mas não podemos deixar de tomar a vacina quando essa é uma forma muito eficiente de prevenção da doença. Peço a todos que ainda não estão com a carteira de vacinação em dia que procurem uma unidade de saúde e façam a sua parte”.

Cinco a 59 anos - Pessoas de cinco até 59 anos devem ser vacinadas. O público mais afetado pela doença, a população com idade entre 20 a 29 anos, deve atualizar a carteira ou fazer um reforço da proteção com uma dose a mais da vacina. Nas faixas etárias de cinco até 19 anos e de 30 até 59 anos a vacinação é para quem precisa atualizar a carteira. Crianças que têm entre seis meses e 11 meses e 29 dias também devem ser imunizadas. A população com idade entre um a 29 anos deve receber duas doses da vacina tríplice viral e de 30 a 59 anos, uma dose.

Acesse o calendário de vacinação.

Municípios – No Paraná, 43 cidades registraram pacientes com sarampo desde o primeiro caso confirmado em agosto de 2019. O município de Santa Helena, na Regional de Saúde Toledo, confirmou o primeiro caso nesta semana. Confira os números:

Curitiba e outros 19 municípios que integram a 2ª Regional de Saúde (RS Metropolitana) somam 823 pacientes com sarampo.

Curitiba: 538

Almirante Tamandaré: 27

Araucária: 13

Balsa Nova: 2

Campina Grande do Sul: 7

Campo do Tenente: 3

Campo Largo: 28

Campo Magro: 10

Colombo: 68

Fazenda Rio Grande: 13

Itaperuçu: 1

Lapa: 2

Mandirituba: 1

Pinhais: 37

Piraquara: 26

Quatro Barras: 5

Quitandinha: 1

Rio Branco do Sul: 8

Rio Negro: 1

São José dos Pinhais: 32

No Litoral do Estado, que integra a 1ª Regional de Saúde (RS Paranaguá), há 9 registros em 3 municípios:

Antonina: 1

Matinhos: 1

Paranaguá: 7

No Interior, há casos nos seguintes municípios:

3ª Regional de Saúde (RS Ponta Grossa) - 3 casos em 2 municípios:

Castro: 2

Ponta Grossa: 1

4ª Regional de Saúde (RS Irati) - 9 casos em 2 cidades:

Irati: 5

Mallet: 4

6ª Regional de Saúde (RS União da Vitória) - 28 registros em 5 municípios:

Cruz Machado: 3

General Carneiro: 1

Paula Freitas: 5

São Mateus do Sul: 1

União da Vitória: 18

8ª Regional de Saúde (RS Francisco Beltrão) - 1 caso:

Francisco Beltrão: 1

11ª Regional de Saúde (RS Campo Mourão) - 1 caso:

Campo Mourão: 1

15ª Regional de Saúde (RS Maringá) - 7 casos em 2 municípios:

Maringá: 3

Sarandi: 4

16ª Regional de Saúde (RS Apucarana) -1 caso:

Jandaia do Sul: 1

17ª Regional de Saúde (RS Londrina) -10 confirmações em 2 cidades:

Londrina: 9

Rolândia: 1

19ª Regional de Saúde (RS Jacarezinho) - 13 casos em 2 municípios:

Carlópolis: 6

Jacarezinho: 7

20ª Regional de Saúde (RS Toledo) - 5 casos confirmados em 3 cidades:

Marechal Cândido Rondon: 1

Santa Helena: 1

Toledo: 3

Há casos em investigação na 5ª, 7ª, 9ª, 10ª, 12ª, 13ª, 14ª, 18ª, 21ª e 22ª regionais de Saúde.

Acesse o boletim completo.

(Agência de Notícias do Paraná)

 

FISCALIZAÇÃO: Mapa vai revisar fiscalização de produtos veterinários

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) criou o Grupo de Trabalho Técnico (GTT) para avaliar propostas de fiscalização de fabricantes de produtos de uso veterinário, com base no risco estimado, ou seja, quanto maior o risco, como o das vacinas de uso em campanhas oficiais de vacinação, maior será a fiscalização.

Portaria - O grupo foi criado pela Portaria 74. O GTT terá prazo de seis meses - que podem ser prorrogados por mais 90 dias - para apresentar conclusões. O grupo também deverá propor cronograma de fiscalizações, manual para a realização das ações, padronização de documentos usados pelos auditores fiscais federais agropecuários e programa de capacitação continuada desses servidores.

Resultados - A responsável pela Divisão de Fiscalização de Produtos de Uso Veterinário (DFPV), Maralice Cotta, prevê que os resultados do GTT deverão contribuir para assegurar à sociedade insumos e produtos conformes e seguros; reduzir riscos de fraude e adulteração e melhorar o direcionamento da fiscalização, graças à harmonização de procedimentos das equipes de fiscais, com otimização dos recursos humanos e financeiros.

Fiscalização - A Coordenação de Registro e Fiscalização de Produtos de Uso Veterinário (CPV) cuida das atividades relacionadas à fiscalização. As superintendências federais de Agricultura (SFA), localizadas nos estados, são as executoras. Diferentes estabelecimentos, além dos fabricantes, são fiscalizados: importadores, comerciantes, farmácias de manipulação, entre outros. (Mapa)

PRPA: Novo programa apoia a qualificação de estudantes dos cursos de ciências agrárias

Foi publicada, nesta quinta-feira (12/03), a Portaria nº 27, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), que institui o Programa de Residência Profissional Agrícola (PRPA). A nova política pública irá promover a qualificação de jovens estudantes e recém-egressos dos cursos de ciências agrárias e afins, através de estágio ou residência com treinamento prático, orientado e supervisionado.

Bolsas-auxílio - Por meio do programa, serão custeadas bolsas-auxílio, no valor mensal entre R$ 500 e R$ 1.400, pelo período de até um ano, para alunos residentes, professor orientador e para o responsável pela coordenação técnica e administrativa do Programa. A iniciativa também arcará com os custos da participação destes em reuniões, oficinas, seminários e congressos, além das despesas para a execução das atividades.

Investimento - Neste primeiro ano, serão investidos mais de R$ 9,9 milhões oriundos da ação orçamentária de Promoção da Educação no Campo. Com este orçamento, cerca de 1.200 pessoas deverão ser atendidas pelo programa em 2020. A quantidade de beneficiários poderá ser ainda maior com a realização de novas parcerias.

Atividades práticas - Os alunos residentes realizarão atividades práticas dentro das funções ligadas à respectiva formação profissional, que serão supervisionadas e acompanhadas por profissional técnico habilitado com formação na área de atuação.

Público-alvo - A política pública é voltada para jovens com idades entre 15 e 29 anos, estudantes de nível médio ou superior e também para egressos, desde que a conclusão do curso tenha ocorrido há, no máximo, 12 meses.

Parcerias - Promovido pela Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo (SAF), o programa será realizado por meio de parcerias com instituições de ensino de nível técnico, médio e superior, públicas e privadas sem fins lucrativos, como universidades, faculdades, institutos e escolas técnicas federais, estaduais e municipais, além de escolas da família agrícola.

Unidades - Serão consideradas unidades residentes parceiras, empresas do agronegócio, fazendas ou unidades de produção, cooperativas, empresas de assistência técnica e sociedade civil organizada, que utilizem tecnologia de produção.

Conhecimento - O Residência Profissional Agrícola buscará aproximar o universo acadêmico às unidades produtivas, por meio do intercâmbio de conhecimento e de tecnologias, de forma que possam contribuir mutuamente para o crescimento do agro nacional, como explica o secretário de Agricultura Familiar e Cooperativismo do Mapa, Fernando Schwanke.

Qualificação - “Iremos oportunizar a qualificação técnica desses jovens, possibilitando a união da teoria e da prática, como também a inserção dos alunos formados no mercado de trabalho. Há uma procura por mão de obra qualificada no agro nacional, mas o contingente preparado para atender a essa demanda ainda não é suficiente. Desta forma, a residência possibilitará o estímulo à agropecuária, pois formará profissionais capacitados que promoverão a aumento de produtividade do pequeno, do médio e do grande produtor rural”, destaca Schwanke.

Assistência - Os alunos residentes serão orientados de forma a propiciar aos agricultores assistência na produção e na comercialização, visando a melhoria da qualidade dos produtos, a redução de custos e a maximização de lucros.

Responsabilidade ética - Além de qualificar profissionais, o programa buscará desenvolver nos alunos o senso de responsabilidade ética por meio do exercício de atividades profissionais direcionando-os para uma vida cidadã e para o trabalho.

Treinamento intensivo - Outra proposta da nova política pública do Mapa é promover o aprimoramento de conhecimentos e de habilidades, por meio de treinamento intensivo profissional em serviço de uma ou mais áreas de conhecimento, com o intuito de especializar o futuro profissional para exercer a profissão e oferecer consultorias nas áreas de ciências agrárias e afins. (Mapa)

 


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