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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4774 | 04 de Março de 2020

SISTEMA OCEPAR: Pré-assembleias serão realizadas em Guarapuava, Laranjeiras do Sul, Cascavel e Maringá

 

Na semana que vem, entre os dias 10 e 13 de março, a diretoria executiva do Sistema Ocepar vai percorrer o interior do Estado para apresentar a prestação de contas do exercício de 2019 e as propostas de ações para 2020 às cooperativas vinculadas à entidade. As reuniões serão realizadas em Guarapuava, com os cooperativistas do Centro-Sul, no dia 10; em Laranjeiras do Sul, com as lideranças do Sudoeste, no dia 11; em Cascavel, com os representantes do Oeste, no dia 12; e em Maringá, com participantes do Norte e Noroeste, no dia 13. Os eventos são preparatórios para a Assembleia Geral Ordinária (AGO) que o Sistema Ocepar vai promover no 2 dia de abril, as partir das 13h30, em Curitiba.

 

Resultados e subsídios - “Este é o segundo ano que promovemos as pré-assembleias. A exemplo do que já ocorre nas nossas cooperativas, nós adotamos essa prática em 2019 com o objetivo de disseminar a um maior número de lideranças os resultados do trabalho que executamos em benefício dos mais de dois milhões de cooperados e em prol do desenvolvimento do cooperativismo paranaense. Além disso, nós aproveitamos esses momentos para ouvir as avaliações e demandas vindas da base, a fim de coletar subsídios para o aprimoramento e direcionamento das nossas ações”, esclarece o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken.  

 

Inscrições e informações - As inscrições para as pré-assembleias dever ser efetivadas com Francine Danielli (francine.danielli@sistemaocepar.coop.br), Esdras Silva (esdras.silva@sistemaocepar.coop.br) e Vinícius Carvalho (vinicius.carvalho@sistemaocepar.coop.br). Mais informações com Neuza Oliveira (41 3200-1105) e Daniele Luana (41 3200-1104), ou pelo e-mail secretaria@sistemaocepar.coop.br.

 

Números - O ano de 2019 encerrou com 216 cooperativas registradas no Sistema Ocepar, de sete ramos: agropecuário, consumo, crédito, infraestrutura, saúde, transporte e trabalho, produção de bens e serviços. Juntas, elas possuem 2,1 milhões de cooperados e mais de 107 mil colaboradores. No ano passado, alcançaram faturamento de R$ 87,2 bilhões, US$ 3,5 bilhões em exportações e recolheram R$ 2,6 bilhões em impostos. Atualmente, o setor responde por cerca de 60% do PIB agropecuário paranaense.

 

 

sistema ocepar folder 04 03 2020

Na semana que vem, entre os dias 10 e 13 de março, a diretoria executiva do Sistema Ocepar vai percorrer o interior do Estado para apresentar a prestação de contas do exercício de 2019 e as propostas de ações para 2020 às cooperativas vinculadas à entidade. As reuniões serão realizadas em Guarapuava, com os cooperativistas do Centro-Sul, no dia 10; em Laranjeiras do Sul, com as lideranças do Sudoeste, no dia 11; em Cascavel, com os representantes do Oeste, no dia 12; e em Maringá, com participantes do Norte e Noroeste, no dia 13. Os eventos são preparatórios para a Assembleia Geral Ordinária (AGO) que o Sistema Ocepar vai promover no 2 dia de abril, as partir das 13h30, em Curitiba.

 

Resultados e subsídios - “Este é o segundo ano que promovemos as pré-assembleias. A exemplo do que já ocorre nas nossas cooperativas, nós adotamos essa prática em 2019 com o objetivo de disseminar a um maior número de lideranças os resultados do trabalho que executamos em benefício dos mais de dois milhões de cooperados e em prol do desenvolvimento do cooperativismo paranaense. Além disso, nós aproveitamos esses momentos para ouvir as avaliações e demandas vindas da base, a fim de coletar subsídios para o aprimoramento e direcionamento das nossas ações”, esclarece o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken.  

 

Inscrições e informações - As inscrições para as pré-assembleias dever ser efetivadas com Francine Danielli ( francine.danielli@sistemaocepar.coop.br), Esdras Silva ( esdras.silva@sistemaocepar.coop.br) e Vinícius Carvalho ( vinicius.carvalho@sistemaocepar.coop.br). Mais informações com Neuza Oliveira (41 3200-1105) e Daniele Luana (41 3200-1104), ou pelo e-mail secretaria@sistemaocepar.coop.br.

 

Números - O ano de 2019 encerrou com 216 cooperativas registradas no Sistema Ocepar, de sete ramos: agropecuário, consumo, crédito, infraestrutura, saúde, transporte e trabalho, produção de bens e serviços. Juntas, elas possuem 2,1 milhões de cooperados e mais de 107 mil colaboradores. No ano passado, alcançaram faturamento de R$ 87,2 bilhões, US$ 3,5 bilhões em exportações e recolheram R$ 2,6 bilhões em impostos. Atualmente, o setor responde por cerca de 60% do PIB agropecuário paranaense.

CENTRO-SUL: O pioneirismo das cooperativas agropecuárias na formação contínua de conselheiros

Mais de 30 lideranças das cooperativas agropecuárias do Centro-Sul, Coopagrícola, Cooperante, Coamig, Camp e Unicastro, concluíram, no último dia 21 de fevereiro, o primeiro Programa Avançado de Formação de Conselheiros em Cooperativas do Paraná, na cidade da anfitriã, Coopagricola, em Ponta Grossa.  O programa foi conduzido pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e Sistema Ocepar, fruto de uma demanda de formação contínua importante para os atuais e futuros conselheiros das cooperativas paranaenses.

Estratégia - O programa foi desenhado em cinco módulos de 8 horas, com um teste de partida que mapeia o perfil do participante com relação à sua atuação no Conselho.  A partir deste mapeamento, da análise estratégica das cooperativas paranaenses e de uma pesquisa da necessidade de formação de conselheiros conduzida, os professores do Departamento de Administração da UFPR customizaram o programa junto com os profissionais do Sescoop/PR. 

Resultados - O resultado foi o Programa Avançado de Formação de Conselheiros, cuja proposta é discutir, a partir de uma metodologia ativa de aprendizagem e da contemporaneidade dos conteúdos, os seguintes temas: a Liderança e a Influência do Conselho na Cooperativa, Riscos Estratégicos da Cooperativa e da atuação do Conselho, Processo Decisório e sua Dinâmica no Conselho, Governança Cooperativa Contemporânea e Compliance, e Redes Intercooperativas e Cooperativa de Plataforma. “O curso foi formatado pelos professores do departamento de Administração da UFPR em conjunto com os profissionais do Sescoop/PR e estabeleceu como objetivo avançar na formação dos conselheiros por meio de uma discussão contemporânea sobre governança e estratégia em um ambiente de negócios dinâmico e mutável”, ressalta o professor Tomas Sparano Martins, responsável pela condução do curso pela Universidade.

Compartilhamento - “Além de formarem a primeira turma do Programa, as cooperativas Coopagrícola, Cooperante, Coamig, Camp e Unicastro foram pioneiras em estabelecer um modelo de aprendizagem intercooperativa proporcionada pela discussão integrada dos temas e do compartilhamento de informação e conhecimento sobre seu dia a dia,  sobre a dinâmica de seus conselhos, estratégias e planos, bem como suas necessidades gerenciais de curto prazo”, lembrou Martins.  A partir dessas discussões, os futuros e atuais conselheiros ampliaram seu aprendizado e saem mais preparados para desempenharem seus papéis e contribuírem com suas cooperativas e o cooperativismo paranaense.

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COCARI: Programa de Certificação de Conselheiros celebra encerramento de atividades

 

A Cocari se preocupa em promover o aprendizado dos cooperados, a fim de aprimorar e desenvolver competências dos participantes, para proporcionar uma visão estratégica que auxilie na construção dos novos cenários cooperativos, assim como fortalecer conhecimentos sobre atribuições e responsabilidades de cada um. 

 

Solenidade - No dia 21 de fevereiro, os participantes do Programa de Certificação de Conselheiros concluíram oficialmente o curso em que desenvolveram habilidades de pensamento estratégico, governança corporativa e liderança. Durante a cerimônia, realizada em Mandaguari, no Noroeste do Estado, representantes de diversas unidades do Paraná receberam o certificado de conclusão do curso.  

 

Fortalecimento - Estiveram presentes no evento, além dos formandos e de seus familiares, a diretoria, os superintendentes e gerentes da cooperativa. O Sistema Ocepar foi representado pelo analista técnico do Sescoop/PR, Fernando Mendes. Segundo o analista de cooperativismo, Hugo Carnelossi, com a finalização do curso, o que se espera dos cooperados é que se tornem ainda mais comprometidos e engajados com as áreas de negócios da cooperativa. (Com informações da Assessoria de Imprensa da Cooperativa Cocari)

 

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AGRICULTURA FAMILIAR: OCB lança cartilha sobre compras públicas

 

agricultura familiar 04 03 2020A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) acaba de disponibilizar mais um serviço para os cooperados: é a cartilha Compras Públicas na Agricultura Familiar, que faz parte de um conjunto de ações voltadas ao movimento cooperativista com foco na ampliação de acesso a novos mercados.

 

Explicação - A cartilha explica como uma cooperativa da agricultura familiar pode participar dos editais de compra de alimentos do governo, considerado o maior consumidor do país; quais os documentos necessários, quais os programas e modalidades voltadas às cooperativas, entre outras informações. Com foco nos programas de Aquisição de Alimentos (PAA) e Alimentação Escolar (PNAE), o material traz ainda dicas para evitar os erros mais comuns ao participar dos editais.

 

Estratégia - “Vale destacar que essa cartilha faz parte um rol de estratégias que aumentam o acesso de cooperativas a novos mercados. Temos, nesta mesma linha, o portal de compras públicas, implantado há cerca de dois anos e que tem trazido bons resultados para as cooperativas”, explica o superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile.

 

Maior cliente - O poder público é o maior comprador de bens e serviços no país. Para se ter uma ideia, considerando só a compra de alimentos, o total gasto pelo governo pode chegar a R$ 7 bilhões por ano, segundo o Ministério da Cidadania (MC). E as cooperativas têm tido uma participação cada vez maior no processo de atendimento às necessidades do governo. Contudo, para a OCB, essa participação pode aumentar ainda mais, já que boa parte dos produtos requeridos nos editais pode ser ofertada pelas coops. (Informe OCB)

 

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CARTILHA: Compras Públicas na Agricultura Familiar

PORTAL: Compras públicas

SOMOS LÍDERES: Minas Gerais sedia 4° módulo do programa

 

somos lideres 04 03 2020Jovens engajados com a economia compartilhada, consumo consciente e sustentabilidade é o perfil dos 35 participantes do Somos Líderes, Programa de Desenvolvimento de Liderança promovido pelo Sescoop Nacional.  Ao longo desta semana, de 2 a 6 de março, o Centro de Treinamento do Cooperativismo Mineiro recebe o grupo para a imersão no quarto módulo do Programa.

 

Preparação - Em sua primeira edição, o Somos Líderes tem o objetivo de preparar jovens entre 21 a 35 anos, com uma visão prática a partir de várias perspectivas sobre o que é ser líder no contexto no qual estão inseridos.

 

Apresentação - No primeiro dia de capacitação, o superintendente do Sistema Ocemg, Alexandre Gatti Lages, apresentou o Sistema Ocemg e os números do cooperativismo mineiro, desejando que a estadia dos participantes fosse produtiva.

 

Liderança e contexto social - Durante toda a semana, será abordada a temática Liderança e Contexto Social e o professor da HSM Rafael Telo também explanou sobre sustentabilidade e responsabilidade social com os jovens. “Meu foco é estimular que vocês pensem em situações de ganha-ganha, ou seja, que possam ponderar se as decisões estarão beneficiando tanto a sociedade e o meio ambiente, quanto a cooperativa em que atuam”, frisou.

 

Seleção primorosa - O superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile, acompanhado do presidente do Sistema Ocemg, Ronaldo Scucato, abriu o segundo dia de trabalhos do programa e destacou o engajamento da turma. “Dos mais de 1.500 inscritos, nós podemos constatar que foi uma seleção extremamente primorosa. Formou-se um grupo de excelência e isso é muito motivador”.

 

Primeira Unidade Estadual - Cláudia Moreno, analista de Desenvolvimento e Gestão da Unidade Nacional e gestora do Somos Líderes, comentou que o Sistema Ocemg é a primeira Unidade Estadual que recebe a inciativa. “Passaremos por cinco cidades diferentes, porque todo módulo está associado a uma visita técnica. Porém, já havia uma intenção da organização em trazer essa ação para dentro do nosso Sistema, o que está dando certo em Minas”, confirmou.

 

Ideia - Ela explicou que a ideia do programa nasceu com o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, que havia feito uma capacitação em formação de novas lideranças anos atrás e gostaria de deixar uma iniciativa com este mesmo foco como legado para o cooperativismo brasileiro.

 

Além do esperado - Para Raíssa Ferreira Brás, gerente Administrativo do Sicoob Credialto, de Piumhi, o programa vai além do que ela esperava quando passou pela seletiva para integrá-lo. “A cada módulo sentimos que as expectativas são superadas no nível dos conteúdos abordados, no fato de ampliar nossos horizontes e na diversidade das visões propostas”, ressalta.

 

Carreira e propósito de vida - “Estou no cooperativismo há três anos e acredito que me encontrei no que se refere a alinhar minha carreira com meu propósito de vida, que é trabalhar com desigualdade social, e as cooperativas têm uma atuação muito forte neste sentido. Quando soube do Somos Líderes, tive certeza de que era um programa para mim, porque me daria ferramentas e conhecimento para desenvolver meu trabalho no segmento cooperativista”, complementa Camila Duarte, assessora de Governança e Planejamento Estratégico do Sicoob AC Credi, de Governador Valadares.

 

Mentoria - Compartilhando sua experiência como líder, o presidente da Unimed-BH, Samuel Flam, participou de um momento de mentoria no decorrer do módulo, falando sobre os números da cooperativa, carreira, liderança e gestão. “Como líder é preciso delegar funções, mas se você delega, você precisa também conferir. Além disso, é possível delegar trabalho, mas não responsabilidade”, frisou.

 

Capacitação completa - O Somos Líderes é dividido em cinco módulos, cada um realizado em uma cidade diferente, sempre associando a questão da liderança com fatores relevantes como inovação, tendências, contexto cooperativista e organizacional, aspectos sociais e políticos. A iniciativa já passou por Recife (PE), Chapecó (SC), São Paulo (SP) e será finalizada em Brasília (DF).

 

Outras atividades - Além dos encontros presenciais, existe ainda uma série de outras atividades à distância como webinar, podcasts e mentorias. Ao final de cada módulo, é feita uma visita técnica que, em Belo Horizonte, será na sede da MRV Engenharia. (Sistema Ocemg / OCB)

SICOOB: Cartão de crédito com cotação do dia não é novidade para cooperativas de crédito

sicoob 04 03 2020 IComeça a valer nesta semana a nova regulamentação do Banco Central para cobranças de compras em moeda estrangeira no cartão de crédito. A medida obriga as instituições financeiras a cobrar o dólar com a cotação do dia em que as compras foram realizadas e não mais no fechamento da fatura, como era feito pela maioria dos bancos. As instituições financeiras também passam a ser obrigadas a apresentar o detalhamento do cálculo das compras internacionais. 

 

BC - Para o Sicoob, maior instituição cooperativa de crédito do país, a determinação do Banco Central não é novidade. A prática já é realizada há alguns anos nos cartões Sicoobcard. “Como o foco do Sistema é no cooperado, nosso objetivo é sempre promover as melhores condições para a justiça financeira. O consumidor precisa saber quanto vai custar sua compra. Essa é uma ferramenta de gestão, que ajuda na escolha da aquisição e no controle do orçamento. Sem aflição e sem surpresas no recebimento da fatura”, afirma Marcos Chaves, Superintendente de Cartões do Sicoob.

 

Outra vantagem - O Sicoobcard oferece outra grande vantagem: “Usamos a cotação PTAX, taxa de câmbio calculada durante o dia pelo Banco Central, sem nenhuma taxa adicional, como é comum acontecer em outras intuições. Em média, os bancos cobram cerca de 4% de sobretaxa”, pontua Marcos Chaves. 

 

Facilidades - Os usuários do Sicoobcard têm uma série de facilidades pelo app. Além de acessar o detalhamento da compra, podem programar o bloqueio e desbloqueio do uso internacional gerar cartões virtuais.  Em breve também será possível consultar a cotação do dólar do dia. Os interessados em adquirir e conhecer os benefícios do Sicoobcard devem se dirigir a uma das cooperativas do Sicoob. Acesse o site https://www.sicoob.com.br/ e confira a agência mais próxima. 

 

Benefícios - Os benefícios do Sicoobcard

• Recompensas

Com o Sicoobcard cada compra no crédito conta pontos, que podem ser trocados por produtos, viagens e muito mais; 

• Desconto na anuidade

As compras no crédito dão desconto na anuidade;

• Um app perfeito para o cooperado

Com o app Sicoobcard o cooperado pode gerar cartões virtuais, definir limites por categoria e muito mais. Também dá para ativar a fatura digital e proteger a natureza; 

• Participar da decisão dos resultados

No cooperativismo ter voz é importante e tem valor em todas as decisões. No fim de cada ano, o cooperado e a cooperativa decidem juntos o que fazer com os resultados gerados: investir na comunidade, apoiar uma causa ou até mesmo dividir entre os associados; 

• Facilidade para comprar no exterior

Para que as viagens sejam ainda melhores, com o Sicoobcard a cotação usada em compras internacionais é o dólar do momento da compra. Assim, o seu cooperado não tem surpresas na hora de pagar a fatura;

• Pagou, liberou

Após pagar a fatura, o cooperado não precisa esperar dias para liberar o limite do Sicoobcard. Realizando o pagamento nos canais do Sicoob até às 20h, em poucos minutos o saldo já é liberado;

• Justiça Financeira nas taxas de juros

Com o Sicoobcard os juros são justos e reconhecidos como os mais baixos do mercado

(Imprensa Sicoob)

 

SICREDI: Campanha incentiva hábito de poupar do brasileiro e distribui R$ 2,5 milhões em prêmios

 

sicredi 04 03 2020Quase metade dos brasileiros (49%) têm como principal meta financeira de 2020 guardar dinheiro. A informação identificada no levantamento realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) também aponta outras prioridades financeiras neste ano, como viagens (30%) ou a compra/reforma da casa (28%). “Para a realização de um objetivo é importante o planejamento orçamentário. Com uma reserva financeira fica mais fácil alcançar as metas traçadas a curto e longo prazos”, analisa a gerente de Desenvolvimento de Negócios da Central Sicredi PR/SP/RJ, Adriana Zandoná França. 

 

Incentivo - Para incentivar o hábito de poupar, o Sicredi promove a partir deste mês a Promoção Poupar e Ganhar sem Parar nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, que vai distribuir R$ 2,5 milhões em prêmios, o maior valor em cinco edições da campanha. A participação é muito simples: a cada R$ 100 de incremento líquido na poupança do associado, um número da sorte será distribuído – se as aplicações forem na modalidade programada (quando há o débito programado mensal para conta poupança do associado), as chances de ganhar são em dobro.

Durante a ação, que segue até dezembro, serão realizados sorteios semanais de R$ 5 mil, um sorteio especial de R$ 500 mil, em comemoração ao mês da poupança, em outubro, além do grande prêmio final R$ 1 milhão, entregue em dezembro de 2020. 

 

Ator - Veiculada em rádio, TV, veículos impressos e na internet, a Promoção Poupar e Ganhar sem Parar traz o ator Otávio Müller interpretando uma adaptação da música “Sandra Rosa Madalena”, do cantor Sidney Magal, com versos que incentivam a economia de recursos financeiros para a realização de sonhos.

 

Poupança gera desenvolvimento - Considerada a modalidade de reserva financeira preferida entre os brasileiros, a poupança realizada em uma instituição financeira cooperativa traz benefícios tanto para o associado quanto para a comunidade onde a cooperativa atua. “Os recursos ajudam a subsidiar a concessão de crédito e gera o que chamamos de ciclo virtuoso para a economia. Além disso, no sistema cooperativo, o associado poupa e participa dos resultados gerados no final de cada ano”, explica Adriana. Na edição de 2019, a campanha proporcionou R$ 500 milhões de incremento anual na poupança do Sicredi nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro. 

 

Vantagens - “A modalidade tem muitas vantagens e é uma boa opção para quem está começando a investir ou pretende planejar melhor o orçamento, mas não gosta de correr riscos. A modalidade oferece remuneração garantida, não incide tributação ou taxa de administração, além da disponibilidade de resgate imediato em caso de emergência”, finaliza Adriana. 

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.800 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

SICREDI PARQUE DAS ARAUCÁRIAS: Agência é inaugurada em Pontal (SP)

 

Foi inaugurada, na última semana, uma agência da Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP na cidade de Pontal, região noroeste de São Paulo. A comunidade local pode contar agora com os mais de 300 produtos e serviços oferecidos pela primeira instituição financeira cooperativa da América Latina. 

 

Sexta agência - Esta é a sexta agência inaugurada pela cooperativa na região, que está presente também em Ribeirão Preto, com três agências, em Batatais e Jardinópolis. 

 

Presenças - Estiveram presentes na solenidade de inauguração o presidente da Sicredi Parque, Clemente Renosto, o diretor executivo, Fabio Vedelago Burille, e o diretor de operações Alcimar Gerhard, além de lideranças locais. 

 

Propósito - Valorizar o relacionamento é um dos propósitos essenciais da cooperativa, o que justifica o investimento em novas agências. Entre 2019 e 2020 o Sistema Sicredi deverá inaugurar 400 novas agências em todo o Brasil. 

 

Abrangência - Com mais de 50 mil associados, a Sicredi Parque conta com 29 agências distribuídas em 25 cidades do sudoeste do Paraná, oeste e meio oeste de Santa Catarina e noroeste de São Paulo. (Imprensa Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP)

 

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ALEGRA: Operário entra em campo na quinta-feira pela Copa do Brasil com patrocínio renovado com a marca

 

Depois da derrota para o Athletico pelo Campeonato Paranaense, no último domingo (01/03), o Operário Ferroviário Esporte Clube tem novo jogo em casa nesta quinta-feira (05/03). Desta vez, a partida será contra o América Mineiro, em jogo válido pela Copa do Brasil.

 

Patrocínio renovado - Para as partidas da Copa do Brasil, Campeonato Paranaense e Série B do Brasileiro, o Fantasma acaba de renovar patrocínio com a Alegra. A marca, que estampa o uniforme do time desde 2016, continua ao lado do alvinegro neste ano.

 

Boas campanhas - Segundo André Belotto, coordenador de marketing do Operário, a renovação do patrocínio é muito importante para que o time siga com as boas campanhas dos últimos anos. “Hoje o Operário chegou aonde está por conta de uma boa administração e por ter patrocinadores fortes. Esperamos que essa parceria dure mais alguns longos anos ou que ela nunca termine”, afirma. 

 

Orgulho - O analista de marketing da Alegra, Amauri Castro, avalia que é um orgulho para a empresa poder apoiar um time que é um patrimônio local. “A região dos Campos Gerais é onde a Alegra iniciou toda a sua trajetória, então ficamos muito satisfeitos e otimistas em fazer parte desse projeto novamente”, comenta.

 

Sobre a Alegra - A indústria de alimentos Alegra é a união das cooperativas de origem holandesa, Frísia,Castrolanda e Capal, que constituem o grupo Unium. Uma empresa que combina condições de trabalho ideais aliando tecnologia, equipamentos de última geração, preocupação com o bem-estar dos animais e sustentabilidade em seu parque industrial, sempre primando pela excelência em seu produto final, que utiliza as melhores carnes suínas.

 

Reconhecimento - Em 2017, a marca conquistou o reconhecimento internacional quanto às práticas de bem-estar animal no abate, tornando-se a primeira planta brasileira a receber essa certificação em bem-estar suíno, pela WQS. Mais informações em www.alegrafoods.com.br. (Imprensa Alegra)

 

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LEITE: Matéria da Gazeta do Povo destaca trabalho realizado pela Coopeler, no Noroeste do PR

 

leite 04 03 2020O trabalho realizado em São Jorge do Patrocínio, região Noroeste do Paraná, pela Coopeler (Cooperativa de Produtores de Leite do Território Entre Rios) é destaque na reportagem de autoria do jornalista Jorge de Souza, publicada no site do jornal Gazeta do Povo. A matéria mostra a evolução ocorrida na propriedade de Antônio Leandro de Castro Costa, que produz leite, gado de corte, galinha e frango caipira, após ele se tornar um cooperado. “Primeiramente eu vendia o leite para um laticínio da região, mas depois de muita insistência consegui meu primeiro contrato com a Coopeler. Hoje melhorou 50% o preço, além do reconhecimento e os produtos que conseguimos pegar diretamente com a cooperativa”, explicou ele.

 

Clique aqui para conferir na íntegra a reportagem

 

FOTO: Jonathan Campos/ Gazeta do Povo

INFRAESTRUTURA I: Prêmio de melhor aeroporto do país sai para terminais de 4 cidades

 

infraestrutura I 04 03 2020Os aeroportos de Brasília, Campinas, Curitiba e Vitória vencem o Prêmio Aeroportos + Brasil melhores terminais aéreos do país. Eles foram escolhidos com base nos resultados da Pesquisa de Satisfação do Passageiro, compilados ao longo de 2019, e divididos em três categorias: até 5 milhões passageiros ano, de 5 a 15 milhões e acima de 15 milhões. Nesta edição, houve empate entre Campinas e Curitiba na categoria de 5 a 15 milhões de passageiros. Ambos atingiram média anual de satisfação geral de 4,74, numa escala que vai de 1 (muito ruim) a 5 (muito bom), e dividiram o prêmio.

 

Vitória - O aeroporto de Vitória, grande vencedor na categoria até 5 milhões de passageiros, atingiu nota média de 4,64. Brasília, que teve o primeiro lugar na categoria acima de 15 milhões de passageiros ano, alcançou 4,48 na avaliação dos usuários.

 

Entrega - O prêmio foi entregue nesta terça-feira (03/03) pelo ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, em cerimônia realizada na área do antigo Terminal 2 do aeroporto de Brasília. Segundo o ministro, a melhoria dos serviços oferecido às pessoas que usam os aeroportos brasileiros é evidente. “A gente percebe o acerto do programa de concessões, que mexeu também com a Infraero, que melhorou sua gestão e concorre hoje de igual para igual com aeroportos concedidos”, disse.

 

Ano complicado - O ministro lembrou que 2019 foi um ano complicado para a aviação civil brasileira com a quebra da Avianca no Brasil e a crise dos 737-Max. Apesar disso, segundo ele, o preço das passagens aéreas vem caindo. “Estamos começando a equilibrar oferta e demanda, temos um mercado resiliente, forte”, afirmou.

 

Programa de concessões - Freitas avaliou que o programa de concessões tem trazido resultados positivos. “Estamos na direção correta com as concessões, na questão regulatória, enfrentando o custo do querosene da aviação, fazendo investimentos para o crescimento da aviação regional. Temos uma engrenagem muito bem azeitada trabalhando em prol da aviação civil, que tem tudo para crescer. Esse serviço vai ser cada vez mais universalizado”, disse.

 

Empate - Nesta edição, houve empate entre Campinas e Curitiba na categoria de 5 a 15 milhões de passageiros. Ambos atingiram média anual de satisfação geral de 4,74, numa escala que vai de 1 (“muito ruim”) a 5 (“muito bom”), e dividiram o prêmio. O Aeroporto de Vitória, grande vencedor na categoria até 5 milhões de passageiros, atingiu nota média de 4,64. Brasília, que teve o primeiro lugar na categoria acima de 15 milhões de passageiros ano, alcançou 4,48 na avaliação das pessoas consultadas.

 

Indicadores - Além do Prêmio Aeroportos + Brasil, outros cinco indicadores foram avaliados para agraciar os vencedores. Florianópolis ganhou destaque como o “aeroporto que mais evoluiu” ao longo do ano anterior, com crescimento de 13,6%. Dentre os aeroportos que processam até 5 milhões de passageiros ano, Maceió venceu em três indicadores: “raio-x mais eficiente”, “controle aduaneiro mais eficiente” e “mais serviços ao passageiro” (em empate com Florianópolis). O “controle migratório mais eficiente” ficou com Manaus.

 

Companhias aéreas - A Azul Linhas Aéreas venceu, pelo segundo ano consecutivo, as duas categorias que avaliam o desempenho das companhias: o check-in mais eficiente e a restituição de bagagem mais eficiente.

 

Consulta - A Pesquisa de Satisfação do Passageiro, usada como base para a premiação, ouviu 94.549 usuários, em 2019. O conjunto dos 20 aeroportos avaliados atingiu média de satisfação geral de 4,43 em 2019, ante 4,35 em 2018. (Agência Brasil, com informações do Ministério da Infraestrutura)

 

FOTO: Divulgação / Ministério da Infraestrutura

 

INFRAESTRUTURA II: Novo marco regulatório do setor elétrico é aprovado na CI

 

infraestrutura II 04 03 2020A Comissão de Infraestrutura (CI) aprovou nesta terça-feira (03/03) o relatório do senador Marcos Rogério (DEM-RO) para o projeto que institui o novo marco regulatório do setor elétrico. O Projeto de Lei do Senado (PLS) 232/2016 abre caminho para um mercado livre de energia, com a possibilidade de portabilidade da conta de luz entre as distribuidoras. O texto ainda deverá passar por turno suplementar de votação na comissão.

 

Escolha - De acordo com o projeto, os consumidores de cargas superiores a 3 mil kilowatts (kW) de energia poderão escolher livremente seu fornecedor. Em um prazo de 42 meses após a sanção da lei, todos os consumidores, independentemente da carga ou da tensão utilizada, poderão optar pelo mercado livre. Para o relator, a migração vai “ampliar o leque de escolha” dos usuários.

 

Decisão - “Eles vão decidir se privilegiam uma fonte de energia ou se privilegiam o preço. Poderão moldar o contrato e o perfil de consumo a suas necessidades. A concorrência entre os que vendem energia deve reduzir o preço para o consumidor, tornar o fornecimento mais eficiente e elevar a produtividade das empresas”, afirma Marcos Rogério.

 

Separação - O texto também prevê a separação entre lastro e energia. O lastro é uma espécie de garantia exigida pelo Ministério de Minas e Energia (MME) e paga por geradores, distribuidores e consumidores. Pela legislação atual, o lastro e a energia elétrica efetivamente gerada e consumida são negociados com se fossem um só produto. Segundo o relator, isso gera distorções que precisam ser corrigidas.

 

Ineficiência - “Esse arranjo provoca ineficiência, uma vez que produtos diferentes e com preços distintos são negociados em conjunto, o que pode resultar em uma precificação equivocada. Essa distorção gera riscos de a contratação de um produto contaminar a contratação de outro”, explica.

 

Distorção - Outra distorção, de acordo com Marcos Rogério, é a “repartição não isonômica de determinados custos”. Ele lembra que os consumidores regulados, atendidos pelas distribuidoras, desembolsam a maior parte do valor pago de lastro, enquanto os consumidores livres pagam menos.

 

Lastro - “Os consumidores regulados garantem que haverá lastro no futuro, ao viabilizar a construção de novos empreendimentos, inclusive as termelétricas que complementam as usinas hidrelétricas, solares e eólicas quando não há chuva, sol ou vento para gerar energia elétrica. De certa forma, os consumidores livres  acabam usufruindo de um bem sem pagar por ele ou pagando muito menos do que deveriam”, diz.

 

Compartilhamento - Outra mudança prevista no PLS 232/2016 é o compartilhamento, entre as distribuidoras, dos custos com a migração de consumidores para o mercado livre. Pelo modelo atual, as companhias são obrigadas a contratar toda a carga de energia elétrica para atender seus consumidores. Segundo Marcos Rogério, a migração em larga escala para o mercado livre pode fazer com que as distribuidoras tenham excesso de energia elétrica contratada ou fiquem com uma carteira de contratos mais caros.

 

Prejuízos - “Isso prejudica injustamente os consumidores que optarem por permanecer no mercado regulado ou que não puderem migrar para o mercado livre. É preciso repartir de forma isonômica os eventuais custos das distribuidoras com essa migração. Isso deve ser feito por intermédio de um encargo pago por todos os consumidores. É claro que o Poder Executivo e a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) poderão gerir eventuais impactos tarifários desse novo encargo”, afirma.

 

Subsídios e renda hidráulica - O novo marco regulatório do setor elétrico também prevê a redução de subsídios, estimados em R$ 22 bilhões em 2020. Apenas os descontos com as tarifas de uso dos sistemas elétricos de transmissão (Tust) e de distribuição (Tusd) concedidos a fontes incentivadas (como solar, eólica, termelétricas a biomassa e pequenas centrais hidrelétricas) somam R$ 3,6 bilhões.

 

Mais pobres - “Os subsídios para as fontes incentivadas geram distorções. Os consumidores do mercado regulado, onde está a população mais pobre, assumem a maior parte do pagamento do subsídio, em prol de empresas de médio porte, o que não parece justo. O substitutivo estabelece que esses descontos serão substituídos, após um período de transição de 12 meses, por um instrumento que valore os benefícios ambientais desses empreendimentos. Trata-se de uma forma mais eficiente e justa de remunerar as fontes alternativas pelo benefício que prestam à sociedade”, explica o relator.

 

Alteração - Marcos Rogério alterou ainda a regra para a repartição da renda hidráulica, valor devolvido pelas hidrelétricas aos consumidores do mercado regulado. Ele adverte que, em algumas situações, os usuários não chegam a receber a diferença entre o preço de venda da energia elétrica e o custo amortizado das usinas. É o que ocorre, por exemplo, nas licitações.

 

Mercado regulado - “No caso de licitação de usina, 70% da energia elétrica é destinada ao mercado regulado, a uma tarifa previamente definida. Mas renda hidráulica nesse caso é destinada aos cofres da União, na forma de bonificação de outorga. O consumidor de energia elétrica acaba pagando por essa bonificação. É como se o vencedor da licitação tomasse empréstimo em um banco para pagar a outorga, e a prestação fosse paga pelos consumidores”, compara.

 

Prorrogação - Para evitar essa distorção, o PLS 232/2016 estabelece que, na prorrogação de contratos das usinas, dois terços da renda hidráulica sejam destinados à Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) para redução da conta de luz para o consumidor. Apenas um terço iria para o Tesouro Nacional.

 

Complementação de voto - O relator apresentou uma terceira complementação ao relatório nesta terça-feira. Além de alguns ajustes de redação, ele retirou do marco regulatório um dispositivo que disciplinava a prorrogação de outorgas de usinas hidrelétricas de pequeno porte. O senador disse que uma resolução da Aneel publicada no ano passado já cumpre essa função, e a manutenção do artigo no texto poderia gerar “ambiguidade regulatória” e postergar investimentos em usinas entre 5 mil e 50 mil (kW).

 

Presenças - O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, e o diretor-geral da Aneel, André Pepitone da Nóbrega, acompanharam a reunião da CI. O PLS 232/2016, apresentado pelo então senador Cássio Cunha Lima (PB), já passou pelas Comissões de Assuntos Econômicos (CAE) e de Constituição e Justiça (CCJ).

 

Trâmite - Se for aprovado na CI no turno suplementar de votação, o texto poderá seguir diretamente para a Câmara dos Deputados, a menos que haja recurso para análise pelo Plenário do Senado. (Agência Senado)

 

FOTOGeraldo Magela / Agência Senado

CÂMBIO: Dólar fecha acima de R$ 4,50 pela primeira vez na história

 

cambio 04 03 2020Em meio ao receio de uma recessão global provocada pelo novo coronavírus, o dólar subiu e voltou a bater recorde nominal desde a criação do real. Nem o corte emergencial dos juros pelo Federal Reserve (Fed), Banco Central norte-americano, conteve as turbulências no mercado.

 

Cotação - Em alta pela décima sessão seguida, o dólar comercial encerrou esta terça-feira (03/03) vendido a R$ 4,511, com alta de R$ 0,024 (+0,53%). A cotação oscilou bastante ao longo da sessão. Por volta das 13h, caiu para R$ 4,45, logo após o Fed anunciar o corte de juros. No entanto, voltou a subir à tarde, até fechar perto da máxima do dia.

 

Valorização - Desde o começo do ano, o dólar acumula valorização de 12,41%. O euro comercial também bateu recorde nominal e fechou em R$ 5,038, com alta de 1,1%. Ontem (2), o euro tinha superado a barreira de R$ 5 durante as negociações, mas tinha fechado em R$ 4,996.

 

Intervenções - O Banco Central (BC) amenizou as intervenções no câmbio. Diferentemente dos últimos dias, a autoridade monetária não leiloou novos contratos de swap cambial, que equivalem à venda de dólares no mercado futuro. O BC apenas rolou (renovou) R$ 650 milhões de contratos de swap que venceriam em abril.

 

Ações - O mercado de ações também teve um dia turbulento. Depois de dois dias de alta, o índice Ibovespa, da B3 (antiga Bolsa de Valores de São Paulo), encerrou a terça-feira aos 105.537 pontos, com queda de 1,02%. O indicador alternou altas e baixas ao longo da sessão, mas passou a recuar fortemente nas duas horas finais de negociação.

 

Turbulências - Nas últimas semanas, o mercado financeiro em todo o mundo tem atravessado turbulências por receio do impacto do coronavírus sobre a economia global. Na segunda-feira (02/03), a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) reduziu, de 2,9% para 2,4%, a previsão de crescimento econômico mundial para 2020 em decorrência da doença.

 

Cadeias internacionais - Com as principais cadeias internacionais de produção afetadas pela interrupção da atividade industrial na China, indústrias de diversos países, inclusive do Brasil, sofrem com a falta de matéria-prima para fabricar e montar produtos.

 

Consumo menor - A desaceleração da China, segunda maior economia do planeta, também pode fazer o país asiático consumir menos insumos, minérios e produtos agropecuários brasileiros. Uma eventual redução das exportações para o principal parceiro comercial do Brasil reduz a entrada de dólares, pressionando a cotação.

 

Fatores domésticos - Entre os fatores domésticos que têm provocado a valorização do dólar, está a decisão recente do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central de reduzir a taxa Selic – juros básicos – para 4,25% ao ano, o menor nível da história. Juros mais baixos desestimulam a entrada de capitais estrangeiros no Brasil, também puxando a cotação para cima.

 

Pressão - A redução emergencial de juros pelo Fed alivia as pressões sobre o câmbio porque aumenta a diferença entre os juros brasileiros e as taxas básicas nos Estados Unidos. No entanto, a decisão indica que a recessão global pode ser mais intensa que o esperado, o que levou ao nervosismo nos mercados financeiros globais. (Agência Brasil)

 

FOTO: Arquivo Agência Brasil

IBGE: PIB cresce 1,1% em 2019 e fecha o ano em R$ 7,3 trilhões

ibge 04 03 2020Em 2019, o PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro cresceu 1,1% frente a 2018, após altas de 1,3% em 2018 e 2017, e de retrações de 3,5% em 2015 e 3,3% em 2016. Houve altas na Agropecuária (1,3%), na Indústria (0,5%) e Serviços (1,3%). O PIB totalizou R$ 7,3 trilhões em 2019.

Per capita - O PIB per capita variou 0,3% em termos reais, alcançando R$ 34.533 em 2019. A taxa de investimento em 2019 foi de 15,4% do PIB, acima do observado em 2018 (15,2%). Já a taxa de poupança foi de 12,2% (ante 12,4% em 2018).

Terceiro trimestre - Frente ao 3º trimestre, na série com ajuste sazonal, o PIB teve alta de 0,5% no 4º trimestre de 2019. A Indústria e os Serviços apresentaram variação positiva de 0,2% e 0,6%, respectivamente, enquanto a Agropecuária recuou (-0,4%).

Crescimento - Em 2019, o PIB teve crescimento de 1,1% em relação ao ano anterior. O crescimento do PIB resultou da expansão de 1,1% do Valor Adicionado a preços básicos e da alta de 1,5% no volume dos Impostos sobre Produtos líquidos de Subsídios. O resultado do Valor Adicionado neste tipo de comparação refletiu o desempenho das três atividades que o compõem: Agropecuária (1,3%), Indústria (0,5%) e Serviços (1,3%).

Valores correntes - Em decorrência deste crescimento, o PIB per capita alcançou R$ 34.533, (em valores correntes) em 2019, um avanço (em termos reais) de 0,3% em relação a 2018.

Desempenho positivo - A variação em volume do Valor Adicionado da Agropecuária no ano de 2019 (1,3%) decorreu do desempenho positivo tanto da agricultura quanto da pecuária, com destaque para o milho (23,6%), algodão (39,8%), laranja (5,6%) e feijão (2,2%).

Indústria - Na Indústria (0,5%), o destaque positivo foi o desempenho da atividade Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos, que cresceu 1,9% em relação a 2018. Já o destaque negativo foi das Indústrias Extrativas, que sofreram queda de 1,1%.

Construção civil - A Construção cresceu 1,6% no ano, sendo seu primeiro resultado positivo após cinco anos consecutivos de queda. As Indústrias de Transformação, por sua vez, apresentaram estabilidade (0,1%). O resultado foi influenciado, principalmente, pelo crescimento, em volume, do Valor Adicionado da fabricação de produtos de metal, de produtos alimentícios, de bebidas e produtos derivados do petróleo.

Serviços - As atividades que compõem os Serviços e apresentaram variação positiva foram: Informação e comunicação (4,1%), Atividades imobiliárias avançou (2,3%), Comércio (1,8%), Outras atividades de serviços (1,3%), Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (1,0%) e Transporte, armazenagem e correio (0,2%). A atividade de Administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (0,0%) se manteve estagnada no ano.

Consumo das famílias - Entre os componentes da demanda interna, houve avanço do Consumo das Famílias (1,8%) e da FBCF (2,2%), segundo resultado positivo após uma sequência de 4 anos negativos. O Consumo do Governo teve variação negativa (-0,4%).

Setor externo - No setor externo, as Exportações de Bens e Serviços caíram 2,5%, enquanto as Importações de Bens e Serviços avançaram 1,1%.

PIB atinge R$ 7,3 trilhões em 2019 - No acumulado do ano, o PIB em valores correntes totalizou R$ 7,3 trilhões, dos quais R$ 6,2 trilhões se referem ao VA a preços básicos e R$ 1,0 trilhão aos Impostos sobre Produtos líquidos de Subsídios.

Investimento - A taxa de investimento em 2019 foi de 15,4% do PIB, acima do observado em 2018 (15,2%). Já a taxa de poupança foi de 12,2% (ante 12,4% em 2018).

PIB cresce 0,5% em relação ao 3º tri de 2019 - O PIB cresceu 0,5% no 4º trimestre de 2019 na comparação com o trimestre imediatamente anterior (com ajuste sazonal). A Indústria e os Serviços apresentaram variação positiva de 0,2% e 0,6%, respectivamente, enquanto a Agropecuária recuou (-0,4%).

Atividades industriais - Dentre as atividades industriais, a alta foi puxada pelas Indústrias Extrativas (0,9%). As atividades de Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos (0,6%) e Indústrias de Transformação (0,3%) também apresentaram variações positivas. Já a Construção (-2,5%) se retraiu no período.

Variações - Nos Serviços, as atividades de Informação e comunicação (1,9%), Transporte, armazenagem e correio (1,2%), Administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (0,9%), Outras atividades de serviços (0,8%), Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (0,8%), Atividades imobiliárias (0,3%) apresentam variações positivas, enquanto a atividade de Comércio (0,0%) se manteve estável.

Despesa - Pela ótica da despesa, a Formação Bruta de Capital Fixo caiu 3,3%. Já a Despesa de Consumo das Famílias e a Despesa de Consumo do Governo cresceram, respectivamente, 0,5% e 0,4% em relação ao trimestre imediatamente anterior.

Bens e serviços - No setor externo, as Exportações de Bens e Serviços cresceram 2,6%, enquanto as Importações de Bens e Serviços caíram 3,2% em relação ao terceiro trimestre de 2019.

Em relação ao 4º tri de 2018, PIB avança 1,7% - Frente ao 4º trimestre de 2018, o PIB teve alta de 1,7%, o décimo-segundo resultado positivo consecutivo, após 11 trimestres de queda nesta base de comparação. O Valor Adicionado a preços básicos cresceu 1,6% e os Impostos sobre Produtos Líquidos de Subsídios subiram 1,9%.

Alta - A Agropecuária registrou variação positiva de 0,4% em relação a igual período do ano anterior.

Avanço - A Indústria avançou 1,5%. O crescimento foi puxado pelas Indústrias Extrativas (3,4%) puxado pelo aumento da extração de petróleo e gás natural, já que a extração de minério de ferro continua caindo.

Transformação - As Indústrias de Transformação (1,1%) foram puxadas pela alta de fabricação de produtos alimentícios, produtos derivados de petróleo e produtos de metal. A Construção cresceu 1,0% obtendo seu terceiro resultado positivo nessa base de comparação após queda por vinte trimestres consecutivos. A atividade de Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos por sua vez teve queda de 0,8% reflexo de bandeiras tarifárias em situação pior neste trimestre em relação ao mesmo do ano anterior.

Queda - Serviços subiu 1,6%, nessa comparação, com destaque para a expansão da atividade de Informação e comunicação (4,6%) e Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (3,0%). As demais também tiveram resultado positivo: Comércio (2,2%), Atividades Imobiliárias (1,5%), Outras atividades de serviços (1,5%), Transporte, armazenagem e correio (1,0%) e Administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (0,4%).

Componentes - Entre os componentes da demanda interna, a Despesa de Consumo das Famílias (2,1%) e a Despesa de Consumo do Governo (0,3%) tiveram expansão, enquanto a Formação Bruta de Capital Fixo teve variação negativa (-0,4%) em relação a igual período do ano anterior.

Redução - No setor externo, as Exportações de Bens e Serviços caíram 5,1%, assim como as Importações de Bens e Serviços apresentaram variação negativa de 0,2% no 4° trimestre de 2019. (Agência de Notícias do IBGE)

 FOTO: Eduardo Peret/Agência IBGE Notícias

 

ECONOMIA: BC avaliará em duas semanas impacto do coronavírus sobre inflação

 

economia 04 03 2020O Banco Central (BC) esperará a próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), daqui a duas semanas, para avaliar o impacto do coronavírus sobre a inflação. Em nota oficial emitida nesta terça-feira (03/03) no início da noite, a autoridade monetária informou que é necessário esperar esse prazo para comparar qual efeito vai prevalecer: a desaceleração da economia global ou a deterioração dos ativos financeiros (alta do dólar e queda da bolsa).

 

Impacto - “À luz dos eventos recentes, o impacto sobre a economia brasileira proveniente da desaceleração global tende a dominar uma eventual deterioração nos preços de ativos financeiros”, especificou o BC no comunicado, indicando que uma eventual recessão global pode ajudar a conter o impacto da subida do dólar sobre os preços.

 

Avaliação mais precisa - “O Banco Central enfatiza que as próximas duas semanas permitirão uma avaliação mais precisa dos efeitos do surto de coronavirus na trajetória prospectiva de inflação no horizonte relevante de política monetária”, concluiu o texto. Segundo a autoridade monetária, o acompanhamento está sendo feito de forma atenta.

 

Dólar - Nesta terça-feira (03/03), o dólar comercial fechou acima de R$ 4,50 pela primeira vez na história. O euro comercial encerrou acima de R$ 5. A bolsa de valores teve queda de 1,02%. O Federal Reserve, Banco Central norte-americano, reduziu os juros básicos dos Estados Unidos em 0,5 ponto percentual por causa do impacto do coronavírus sobre a economia mundial. A próxima reunião do Copom ocorrerá nos dias 17 e 18 deste mês. (Agência Brasil)

 

FOTO: Fábio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil

MUNDO: BC dos EUA corta juros emergencialmente devido ao coronavírus

 

mundo 04 03 2020O banco central dos Estados Unidos – Federal Reserve (Fed) – decidiu nesta terça-feira (03/03), em reunião extraordinária, reduzir os juros do país, devido aos riscos relacionados ao coronavírus na economia. 

 

Ibovespa - Após a decisão, o principal índice da bolsa de valores do Brasil (B3), Ibovespa, opera em alta. Às 14h, o Ibovespa registrava 107.229 pontos, com alta de 0,57%.

 

Percentual - O Fed reduziu as taxas de juros em 0,5 ponto percentual para a faixa de 1% a 1,25%. em decisão unânime. A reunião desta terça-feira não estava programada. A reunião ordinária do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês), responsável por definir os juros, está marcada para 17 e 18 deste mês.

 

Fundamentos fortes - Em comunicado, o Fed diz que os fundamentos da economia dos Estados Unidos continuam fortes. Entretanto, o coronavírus apresenta riscos crescentes para a atividade econômica.

 

Decisão - “À luz desses riscos e em apoio ao cumprimento de suas metas de máximo emprego e estabilidade de preços, o Comitê Federal de Mercado Aberto decidiu hoje reduzir a meta”, diz o comunicado.

 

Monitoramento - O comitê acrescentou que “está monitorando de perto os desenvolvimentos e suas implicações para as perspectivas econômicas e usará suas ferramentas e atuará conforme apropriado para apoiar a economia”. (Agência Brasil)

 

FOTO: Marcello Casal / Agência Brasil

LEGISLATIVO: Congresso adia votação de veto a orçamento impositivo

 

legislativo 04 03 2020O presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre, decidiu após reunião com lideranças do Senado e da Câmara, nesta terça-feira (03/03), adiar a votação do veto parcial do presidente Jair Bolsonaro (VET 52/2019) ao projeto de lei do Congresso (PLN 51/2019) que trata do orçamento impositivo na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2020. A sessão do Congresso foi suspensa por Davi e será retomada às 14h desta quarta-feira (04/03), quando os parlamentares devem dar continuidade à votação dos vetos 48, 50, 51, 52, 53, 54 e 55 de 2019.

 

Confirmada - A manutenção do veto de Bolsonaro ao orçamento impositivo deve ser confirmada, já que houve amplo acordo entre Executivo e Legislativo nesse sentido, que contou com a apresentação, na tarde desta terça-feira, pela Presidência da República, de três projetos de lei (PLNs 2, 3 e 4) que regulamentam o orçamento impositivo na LDO e na Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2020.

 

Análise - Davi Alcolumbre avisou que os três projetos, que terão prazo para receber emendas, irão para análise da Comissão Mista de Orçamento (CMO) e, depois, poderão ser votados pelo Plenário do Congresso Nacional, o que deve ocorrer na semana que vem.

 

Preferências - Atualmente, as emendas individuais de deputados e senadores ao Orçamento já são impositivas, ou seja, têm preferência para serem executadas.

 

Comissões permanentes - A LDO 2020 previu pela primeira vez a impositividade também para as emendas das comissões permanentes da Câmara e do Senado e para as emendas do relator-geral da peça orçamentária, deputado Domingos Neto (PSD-CE). Isso levou Bolsonaro a vetar a mudança, com o argumento de que essa imposição poderia engessar demais o orçamento e não deixaria margem para o Executivo utilizar as verbas discricionárias.

 

Descentralização dos recursos - Ao voltar ao Congresso após horas de negociação com o governo, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, disse que o orçamento impositivo é importante por ser uma forma de descentralizar recursos. Ele ressaltou que o tema é algo novo e o país está aprendendo a viver com essa nova realidade. Davi acrescentou que tanto o governo quanto o Congresso reconhecem que ainda há ajustes a fazer sobre o orçamento impositivo. De acordo com ele, os líderes construíram um entendimento de modo republicano e democrático.

 

Solução - Para Davi, os três projetos enviados pelo governo têm o objetivo de tentar resolver “vácuos legislativos em relação ao orçamento impositivo”, relativos às emendas constitucionais que tratam de emendas individuais ao Orçamento (EC 85), emendas de bancadas (EC 100) e de comissões (EC 102).

 

PLNs recém-chegados - O PLN 3/2020 altera o identificador de R$ 9,599 bilhões em emendas apresentadas pelo relator-geral. Assim, esse montante volta para o montante de gastos discricionários do Executivo. O projeto também destina outro R$ 6,67 bilhões para o Ministério da Saúde.

 

PNL 4 - O PLN 4/2020 determina que, na execução de emendas, relator-geral ou comissão do Congresso somente serão ouvidos pelo governo quando a iniciativa parlamentar reforçar dotação original proposta pelo governo — e apenas em relação ao montante que foi acrescido.

 

PNL 2 - Já o PLN 2/2020 altera a LDO com objetivo de estabelecer regras para o cumprimento da Emenda Constitucional 100, que trata das emendas parlamentares impositivas, e da Emenda Constitucional 102, que estabeleceu a divisão com estados e municípios dos recursos do leilão de excedentes do pré-sal.

 

Justificativa - Segundo a justificativa do ministro da Economia, Paulo Guedes, as alterações na LDO são necessárias para permitir eventuais ou futuras modificações nas emendas apresentadas pelo relator-geral e pelas comissões, e também para assegurar o cumprimento da meta fiscal deste ano — um déficit primário de R$ 124,1 bilhões. (Agência Senado, com Agência Câmara

 

FOTO: Roque de Sá / Agência Senado

 

SAÚDE I: Incidência aumenta e Paraná passa a patamar de epidemia da dengue

 

saude I 04 03 2020O boletim da dengue divulgado nesta terça-feira (03/03) pela Secretaria da Saúde confirma que o Paraná passa agora para o patamar de epidemia, com 44.441 casos confirmados da doença e 113.488 casos notificados. O aumento semanal nos dois indicadores é de 27,32% e de 18,3%, respectivamente.

 

Óbitos - Os óbitos por dengue também aumentaram nesta semana - de 23 para 30. São sete novos óbitos confirmados que atingem pessoas de várias faixas etárias: uma adolescente de 14 anos, de Marechal Cândido Rondon, portadora de doença autoimune; um homem de 33 anos, de Guaíra, sem comorbidades; uma mulher de 45 anos, de Medianeira, com obesidade e artrose; outra mulher de 45 anos, de Alto Paraná, com hipertensão e lúpus; uma mulher de 66 anos, de Barbosa Ferraz, com diabetes, hipertensão e doença cardíaca; um homem de 72 anos, de Maringá, com doença renal crônica e um homem de 95 anos, de Colorado, com hipertensão arterial.

 

Confirmação - A situação de epidemia no Paraná também é confirmada pela incidência que é hoje de 336,21 por 100 mil habitantes. A incidência, no mesmo período, entre 2015/2016 era de 82,9% por 100 mil habitantes.

 

Municípios - No total, 106 municípios estão em epidemia, 15 a mais que na semana anterior. Estão em situação de alerta para a dengue 47 municípios, 14 entraram para esta relação a partir da publicação do boletim de hoje.

 

Distribuição - Nesta semana a Secretaria está fazendo a distribuição para os municípios de unidades de larvicida (pyriproxyfen), produto usado por agentes de vigilância na remoção de criadouros. A larvicida foi enviada pelo Ministério da Saúde e os municípios receberão de acordo com a necessidade apontada pelo registro de casos e atividades programadas.

 

Remoção de focos - A ação da Secretaria da Saúde com os municípios de Nova Cantu, Quinta do Sol e Florestópolis diminuiu substancialmente os índices de focos e infestação do mosquito da dengue. A remoção mecânica, em contramão à utilização de produtos químicos como o fumacê, vem demonstrando maior efetividade nos resultados.

 

Revertida - Em Nova Cantu, cidade com população de 5.550 na região centro-oeste do Paraná, a epidemia de dengue foi revertida. Após a atividade, realizada com o apoio de profissionais da Secretaria de Estado da Saúde e dos municípios, os índices de incidência e notificação de casos despencaram. Desde final de janeiro, nenhum caso de dengue foi notificado pelo município, que chegou a 589 pessoas doentes, equivalente a 11% da população.

 

Exemplos marcantes - “Estes exemplos são marcantes de resultados reais de ação mecânica, da remoção dos criadouros e do trabalho técnicos das equipes. A queda foi drástica e tivemos sucesso na eliminação dos focos”, disse o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto. “Temos que ampliar este trabalho para as demais regiões do Estado. Estamos alcançando resultados positivos. Mas precisamos ainda da ajuda de todos”, afirmou.

 

Integrantes - A força-tarefa coordenada pela Secretaria da Saúde foi composta por técnicos do Estado e dos municípios da região de Campo Mourão e agentes de endemias e comunitários de saúde.

 

Nova Cantu - Em nove de dezembro, o coordenador do Sistema de Informação da Dengue da Secretaria, José Carlos Martins, trabalhou durante uma semana com mais 48 pessoas fazendo uma varredura em Nova Cantu. “Fomos chamados para ver o que ocorria. O índice de infestação predial estava baixo e os casos só aumentavam, algo não estava de acordo.”

 

Atividades - A equipe iniciou a semana de atividades reconhecendo a estrutura da cidade e na sequência todos as residências e edificações foram vistoriadas. “Cerca de quatro mil imóveis entre casas, prédios comerciais e institucionais. Mas caminhando por uma das primeiras ruas percebi que era uma cidade com casas antigas, em madeira e que pela idade das residências, deveria ter poço para retirada de água”, descreve Martins.

 

Criadouros - Na ação foram encontrados 12 poços com muitos mosquitos, potenciais criadouros do Aedes. “Então passamos de imóvel em imóvel para um tratamento intenso com os moradores de Nova Cantu. Enquanto uma parte da equipe conversava com o morador explicando a ação e instruindo para a prevenção, outra verificava e recolhia objetos passíveis de acúmulo de água, técnicos aplicavam larvicida em locais onde não era possível esvaziar a água e outro grupo passava o inseticida costal”, contou José Carlos. Há mais ou menos 40 dias, nenhum caso de dengue foi notificado no município de Nova Cantu. Ou seja, não há registro da doença na cidade.

 

Queda - Em Quinta do Sol e Florestópolis, após a realização do mesmo trabalho, os dados mostram a tendência de queda. Em Quinta do Sol há menos de 80 casos e Florestópolis está com cerca de 50 casos em investigação. Quatro semanas atrás o cenário era outro: 145 estavam em investigação em Quinta do Sol e quase 200 em Florestópolis.

 

Outras cidades - Outras cidades também já receberam a equipe para reforçar a eliminação de criadouros. Durante esta semana, os técnicos do Estado estão em Barbosa Ferraz fazendo o arrastão pelo município. (Agência de Notícias do Paraná)

 

FOTO: Arquivo/AEN

 

SAÚDE II: Secretaria investiga 14 casos suspeitos de coronavírus no Paraná

 

saude II 04 03 2020A Secretaria de Estado da Saúde atualizou, na tarde desta terça-feira (03/03), os números referentes ao coronavírus no Paraná. Há sete novos casos em investigação, totalizando 14 casos em análise. Os novos pacientes estão em Curitiba (05/03) e Foz do Iguaçu (02/03). Trata-se de cinco mulheres e dois homens que estiveram em locais como Alemanha, França e Itália.

 

Informações oficiais- As informações oficiais podem ser acessadas no boletim diário divulgado no site da secretaria. (Agência de Notícias do Paraná)

 


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