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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4766 | 18 de Fevereiro de 2020

INTERCÂMBIO: Pecuaristas do Pará conhecem cooperativas paranaenses

Um grupo de pecuaristas de Redenção e Parauapebas, municípios localizados no sul do Pará, foi recebido no Paraná na semana passada. Interessados em constituir uma cooperativa, eles visitaram as cooperativas Maria Macia, em Campo Mourão, Padrão Beef, em Lindoeste, e Cooperaliança, em Guarapuava, com o propósito de conhecer os modelos existentes no Estado. O roteiro foi encerrado no último sábado (15/02), em Curitiba, quando o superintendente da Ocepar, Robson Mafioletti, esteve com o grupo. Na oportunidade, ele discorreu sobre o trabalho desenvolvido pela entidade em benefício do cooperativismo paranaense e esclareceu as dúvidas dos paraenses.

 

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SICREDI: Liberado o maior volume de crédito rural entre instituições privadas no 1º semestre

sicredi 18 02 2020Conhecido pela forte atuação no agronegócio brasileiro, o Sicredi, instituição financeira cooperativa com mais de 4 milhões de associados e presente em 22 estados e no Distrito Federal, disponibilizou R$ 12 bilhões em mais de 131 mil operações de crédito rural para os associados no primeiro semestre do Plano Safra 2019/20. Trata-se do maior valor liberado entre as instituições privadas que atuaram de julho a dezembro de 2019. Os dados constam no levantamento do Banco Central do Brasil (BC).

Desempenho - Considerando todas as instituições (públicas e privadas) que liberam crédito rural no atual plano safra, o Sicredi foi o segundo maior agente liberador. “Nossa instituição manteve seu tradicional desempenho, fornecendo crédito rural e outras soluções fundamentais para a sustentabilidade do agronegócio. O resultado nos seis primeiros meses do Plano Safra 2019/20 evidencia nosso compromisso de apoiar os associados com produtos e serviços adequados as suas necessidades, contribuindo para o seu crescimento”, destaca Gustavo Freitas, diretor executivo de Crédito do Banco Cooperativo Sicredi.

Estimativa - Para esta safra, a instituição financeira cooperativa estima viabilizar mais de R$ 20,1 bilhões em crédito rural, projetando atingir mais de 220 mil operações. O valor representa um crescimento de 12,3% nos recursos concedidos em relação ao ano-safra anterior, quando foram disponibilizados R$ 17,9 bilhões em 190 mil operações. Do montante para o ciclo atual, a expectativa é disponibilizar R$ 17,5 bilhões em operações de custeio, comercialização e investimento, além de R$ 2,6 bilhões com recursos direcionados, oriundos do BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social).

Destaque no ranking de desembolsos do BNDES - Além do desempenho apresentado no primeiro semestre do Plano Safra 2019/20, o Sicredi também ganhou destaque, em 2019, no ranking de desembolsos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que tem como objetivo identificar o desempenho das instituições financeiras nas operações indiretas, isto é, aquelas em que o BNDES participa indiretamente no repasse de recursos por meio de um agente financeiro credenciado.

Colocação geral - Na colocação geral, que leva em conta os desembolsos ao longo do ano de 2019, o Sicredi é o segundo colocado no ranking das Instituições Credenciadas das Operações Indiretas do BNDES, disponibilizando R$ 2,9 bilhões em 30 mil operações. Já nos repasses dos Programas Agrícolas, a instituição figura na 1ª posição entre as que liberaram crédito no âmbito do Inovagro. Nesta linha, o Sicredi aprovou 463 operações, liberando um total de R$ 312,9 milhões.

Pronaf e Moderagro - Nas linhas do Pronaf e do Moderagro, a instituição ocupa a 2º colocação entre as que mais desembolsaram crédito rural no ano passado. No Pronaf, o Sicredi disponibilizou R$ 1,1 bilhão em 19 mil operações, enquanto que no Moderagro foram liberados R$ 174,9 milhões em 569 operações. Já na linha Pronamp, a instituição financeira cooperativa ocupa o 3º lugar, com R$ 149,2 milhões liberados para os agricultores em 953 operações.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.800 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

SICREDI RIO PARANÁ: Abertas as inscrições para o Sic Mulher 2020

Anotem na agenda, o Sic Mulher 2020, promovido pela Sicredi Rio Paraná PR/SP, já tem data. Dias 5 de março, às 19h30, em Presidente Prudente (SP), e 6 de março, às 19h30, em Nova Londrina (PR). Com o tema “Mulheres Positivas”, o evento contará com depoimentos de associadas da cooperativa, que vão contar suas histórias de superação e, também, haverá a apresentação da palestra com Fabi Saad, que abordará os desafios das jornadas femininas.

Inscrição - Para participar do evento, basta fazer a inscrição em uma agência do Sicredi e levar 2 quilos de alimentos não perecíveis no dia. Mas atenção, as inscrições são limitadas. O evento é uma realização da Sicredi Rio Paraná PR/SP em parceria do Comitê Mulher da cooperativa.

Sobre a palestrante - Fabi Saad é formada em comunicação, com pós em Marketing Internacional e MBA em Marketing Digital. Cursou Digital Awareness pela Hyper Island e participou do Women Leadership Program em Oxford.Autora & Coordenadora de 2 livros com o tema empreendedorismo feminino: "Dicas de Mulheres Inspiradoras no Comando de Suas Carreiras" e "Mulheres Positivas". Fundadora do movimento Mulheres Positivas que tem como objetivo o desenvolvimento da mulher brasileira. Curadora da Plataforma SOS Mulher, projeto em parceria com o Fundo Social, órgão do Governo do Estado de São Paulo, com objetivo de apoiar e conscientizar a mulher.

Mais - Para saber mais sobre o evento, procure uma agência do Sicredi ou acesse as redes sociais @sicredirioparana. (Imprensa Sicredi Rio Paraná PR/SP)

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CRESOL: Parceria de 20 anos com o BNDES é comemorada em evento voltado ao cooperativismo

cresol 18 02 2020As duas décadas da parceria entre Cresol e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social foram celebradas durante o evento “O BNDES e Cooperativismo: uma parceria de propósito”, na quarta-feira passada (12/02). A cerimônia foi realizada no auditório Reginaldo Treiger, na sede do Banco, no Rio de Janeiro (RJ).

Participação - Promovido pelo BNDES para reforçar a relação com o cooperativismo, o evento contou com a participação da Cresol e de outras instituições financeiras cooperativas. Também estiveram presentes representantes da Organização das Cooperativas do Brasil (OCB) e da Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE).

História - No evento, a Cresol resgatou a história com a entrega simbólica de um troféu e do livro dos 20 anos de parceria para o presidente do BNDES, Gustavo Montezano. Um vídeo comemorativo foi exibido para os presentes após o ato.

Representantes - Cledir Magri, presidente da Cresol Confederação, e Adriano Michelon, vice-presidente da Cresol Confederação e Conselheiro do FGCOOP, fizeram parte da comitiva que representou o Sistema Cresol no evento e subiram ao palco. Para Magri, a relação com o BNDES evoluiu ao longo do tempo, permitindo realizar os mais diferentes sonhos dos cooperados.

Condições - "A parceria com o BNDES nos dá condição de crescer, sempre com uma gestão transparente e uma relação de confiança. Temos uma parceria de 20 anos com extremo sucesso, com mais de R$ 10 bilhões repassados para os nossos cooperados. Recursos com o carimbo do BNDES que ajudaram a realizar sonhos de milhares de famílias. Em nome do Sistema Cresol, temos o sentimento de gratidão", disse o presidente da Cresol Confederação.

Lembranças - Adriano Michelon, vice-presidente da Cresol Confederação, relembrou a primeira ida ao BNDES, em 1999. Naquele ano foi firmado o convênio para repasse de Pronaf Investimento e de Microcréditos. “Em 1999, quando eu estive aqui com dois colegas, não tínhamos dimensão de onde isso poderia chegar. E a forma como fomos recebidos nos comoveu. Essa caminhada de 20 anos sempre carregou esse tratamento carinhoso conosco. O BNDES é uma instituição valiosa, que dá muito orgulho e podemos ver que sempre há espaço para esse crescimento do cooperativismo”, valorizou Michelon.

Caminho - Gustavo Montezano, presidente do BNDES, apontou o caminho para o futuro: a cooperação. Para ele, essa previsão está alinhada com a relação entre o Banco e a Cresol, com muita história e espaço para crescimento.

Assinatura - O evento ainda contou com a assinatura de um ato de cooperação entre BNDES e OCB, firmado pelos presidentes das instituições, Gustavo Montezano e Márcio Freitas. (Imprensa Cresol)

 

SICOOB HORIZONTE: Cooperativa promove Decola Seguros e sensibiliza colaboradores

O slogan 2020 do Sicoob Horizonte está movimentando os colaboradores. “O cooperado é o nosso horizonte” é traduzido em todas as ações que a cooperativa vem desenvolvendo. A última dessas ações foi o Decola Seguros, realizado no dia 18 de janeiro, na regional Mato Grosso do Sul, e no dia 25 de janeiro, na regional Paraná.

Marco - Com a presença de 70 colaboradores das duas regionais, o Decola Seguros representou um marco para a estratégia de vendas. Partindo do questionamento “Por que eu vendo seguros?”, o evento envolveu os colaboradores em uma experiência do propósito: entender o impacto que cada um promove nos cooperados que adquirem um seguro.

Aperfeiçoamento - Para a colaboradora Carla Machado, foi um privilégio participar do evento. “Pude me aperfeiçoar não só como colaboradora no ‘saber vender’, mas na motivação do ‘para quê vender’, me colocando no lugar do associado. Os seguros que oferecemos pode, de certa forma, passar tranquilidade e segurança, indo ao encontro do propósito de humanizar as relações financeiras, protegendo e cuidando de nossos cooperados”, disse ela.

Sensibilização - O analista de seguros do Bancoob, Guilherme Neto, que conduziu o trabalho de sensibilização do Decola, afirma que a programação 2020 não poderia ter começado melhor, já que as duas turmas foram as primeiras do ano. “Sabemos do potencial que a cooperativa possui e isso se deve à qualidade dos profissionais presentes. Durante o Decola, os participantes se mobilizaram para colocar em prática o que foi instigado e os resultados foram impressionantes. É nítido que quando entendemos o sentido do que fazemos, os resultados acontecem em maior volume, quantidade e qualidade”, explicou.

Dia D - Como parte da estratégia do Decola Seguros, a equipe de Produtos e Serviços do Sicoob Horizonte promoveu entre as agências o chamado “Dia D”. Nos dias 24 e 31 de janeiro, os colaboradores puderam aplicar o que vivenciaram no Decola na comercialização de seguros. E o resultado impressionou: foram 93 seguros vendidos, gerando uma produção de mais de R$ 29.326 em prêmio em apenas dois dias (lembrando que, devido às mensalidades do Seguro Vida, o valor final é ainda maior).

Destaque - A dedicação e adesão imediata das equipes no desafio foi o verdadeiro destaque. “O Dia D cumpriu seu papel e conseguiu envolver todos os colaboradores ao redor do conceito do Decola. Entendemos que, além de uma venda ou produção, quando protegemos um sonho, um patrimônio ou uma vida, estamos realizando o nosso propósito”, afirma o gerente de Risco da cooperativa, Gustavo Peri.

Conquistas - “Mais do que números, temos a convicção que o ano de 2020 será de muitas conquistas para aqueles que olharem para seus crachás e enxergarem o #euprotejo como um chamado a proteção e, principalmente, ação. A nossa expectativa é que o propósito da proteção seja cumprido todos os dias, pois o horizonte para os participantes se mostra cada vez mais próspero”, conclui Guilherme. (Imprensa Sicoob Unicoob)

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CAPAL: Faturamento aumenta 4% e chega a R$ 1,474 bilhão

Pelo segundo ano consecutivo, a Capal apresentou crescimento no faturamento bruto. Em 2019, em comparação com o ano anterior, a cooperativa teve aumento de 4%, de R$ 1,422 bilhão para R$ 1,474 bilhão. O resultado líquido (sobras) também aumentou 4%, de R$ 53,426 milhões (2018) para R$ 55,473 milhões (2019). O balanço foi aprovado pelos associados na Assembleia Geral Ordinária (AGO), no último sábado (15/02), na Associação dos Funcionários da Capal (Asfuca), em Arapoti (PR), sede da cooperativa, que atua nos Estados do Paraná e São Paulo.

Canteiro de obras - “Neste ano, a Capal foi um grande canteiro de obras, preparando as unidades para receber a produção dos associados”, afirmou o Presidente do Conselho de Administração, Erik Bosch, na Mensagem do Presidente no Relatório de Gestão 2019 da cooperativa. Durante a Assembleia Geral, ele reforçou o otimismo que está por trás dos investimentos, que passarão por uma fase de maturação nos próximos anos. “Realizamos um sonho de décadas com as aquisições que fizemos, diversificando nossa atuação e agregando mais valor à produção do nosso cooperado”, disse ele.

Maior resultado - O presidente-executivo da cooperativa, Adilson Fuga, destacou que a Capal alcançou o maior lucro líquido da sua história de 60 anos. “O agronegócio brasileiro teve um ano bem favorável, com bons preços de soja, milho e sorgo, tivemos o aquecimento do consumo interno de rações e etanol, e o setor de proteína animal foi beneficiado pelos problemas da China com a peste suína”, resume ele, enfatizando que esses fatores devem permanecer em 2020. “Nossos desafios neste e no próximo ano são desenvolver o negócio de sementes e entrar no varejo de café, o que deve contribuir para melhorar o retorno dos nossos investimentos”, explica o presidente.

Investimento - O investimento da Capal em 2019 foi de R$ 81.028 milhões, aumento de 32% sobre os R$ 61.178 milhões do ano anterior. A cooperativa realizou duas aquisições estratégicas, voltadas à industrialização das matérias-primas cultivadas pelos associados.

Cafeeiras - Em julho, a Capal assumiu o controle das cafeeiras São Carlos e Benetti Coffee, com matriz no município de Pinhalão (PR). As unidades fazem a torrefação de 432 mil quilos de café por ano. Já em dezembro, comprou a Unidade de Beneficiamento de Sementes (UBS) da empresa Bocchi, no município de Wenceslau Braz, também no Paraná. O empreendimento tem capacidade de produção de 600 mil sacas (de 40 kg) por ano, nas safras de verão e inverno.

Agroindustrialização - Esses investimentos estão alinhados com o perfil da cooperativa em agroindustrialização e somam ao trabalho de transformação da produção, como já é realizado nas linhas de ração (para suínos, bovinos e aves), suplementos (gado de corte e leiteiro) e ração para cães (à base de carne e vegetais).

Unium - Com o selo Unium, pelo sistema de intercooperação com a Frísia e a Castrolanda, a Capal também industrializa e comercializa produtos lácteos (marcas Colônia Holandesa, Colaso e Naturalle), de trigo (Herança Holandesa e Precisa) e carne suína (Alegra), com unidades em Ponta Grossa (PR), Castro (PR) e Itapetininga (SP).

Parceria e confiabilidade- O produtor rural Valter Aparecido Pedro, de 59 anos e há sete cooperado, aprovou os resultados apresentados e explicou que a “Capal, para nós, é uma excelente parceira”, e por isso, realiza 100% da sua atividade com a cooperativa. Ele, que explora 40 hectares em Carlópolis (PR) e que “nasceu debaixo de um pé de café”, destaca as vantagens que tem tanto na compra de insumos, com preços mais competitivos, quanto na comercialização da sua safra, com melhor remuneração.

Avaliação positiva - Outro a aprovar os resultados “saudáveis” de 2019 foi o engenheiro agrônomo Luan Pot, de 29 anos, que cultiva 200 hectares em Arapoti, onde planta soja, trigo, milho, além da criação de suínos. Oriundo de uma família de agricultores que chegou com os pioneiros, ele é cooperado há mais de oito anos e fez questão de destacar que a confiança na equipe gestora da cooperativa é um dos pontos altos e que foi decisivo para sua associação. “Alcançar bons resultados é nosso melhor agradecimento, a melhor homenagem que podemos prestar aos nossos antepassados que fundaram a cooperativa em 1960 e que se esforçaram muito para chegarmos nesse patamar”, disse.

Área assistida - Outro crescimento da cooperativa registrado em 2019 foi em relação a área agrícola assistida, com um salto de 139.917 hectares (2018) para 147.662 hectares (2019), acréscimo de 6%, em que são produzidos, principalmente, soja, milho, café e trigo.

Capal comemora 60 anos - Fundada com o nome Cooperativa Agropecuária Arapoti Ltda, em 19 de setembro de 1960, hoje Capal Cooperativa Agroindustrial, iniciou suas atividades com 21 produtores rurais holandeses. Atualmente, reúne mais de três mil cooperados, que são considerados os melhores criadores e expositores da raça Holandesa do Brasil, com alta qualidade genética e excelência no manejo (conquistando inclusive prêmios das associações brasileira e paranaense de criadores da raça Holandesa - ABCBRH e APCBRH). Os 60 anos da cooperativa serão celebrados ao longo de 2020 com vários eventos e ações comemorativas.

Associados - O quadro de associados aumentou 6% em 2019, passando de 2.965 (2018) para 3.130 (2019) em 85 municípios no Paraná e São Paulo. Os municípios com maior número de cooperados são Taquarituba, Wenceslau Braz, Carlópolis e Arapoti. Sob a marca CAPAL estão atualmente a produção sementes, café, grãos, criação de suínos e linha de ração para cães, aves, suínos e bovinos, além de suplementos minerais para bovinos, distribuídos em 14 unidades de negócios, nos dois estados. A cadeia agrícola responde por cerca de 70% das operações da cooperativa, produzindo mais de 640 mil toneladas de grãos por ano, com destaque para soja, milho, café e trigo. A área agrícola assistida aproxima dos 150 mil hectares. O volume de leite negociado mensalmente é de 9 milhões de litros, proveniente de 360 produtores com uma média de produção de 2,5 mil litros por dia. Além disso, a cooperativa comercializa mais de 27 mil toneladas de suínos vivos.

Convidados - Como convidados, estiveram presentes na Assembleia Geral Ordinária representantes de entidades como Ocepar e parceiros estratégicos como o BRDE, Sicredi, Alegra, ASCON, Dickel & Maffi Auditoria & Consultoria e Martinelli Advogados. Após o anúncio e a aprovação dos resultados, os cooperados participaram de um almoço. Durante o mês de fevereiro, foram realizadas as pré-assembleias em municípios de atuação da cooperativa, descentralizando a apresentação dos números e alcançando os cooperados que não poderiam estar presentes na AGO. 494 cooperados participaram das pré-assembleias. (Imprensa Capal)

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BOM JESUS: Dia de Campo destaca a importância da tecnologia e da sustentabilidade na propriedade rural

Nos dias 12, 13 e 14 de fevereiro, foi realizado, na unidade do Boqueirão, na Lapa (PR), o Dia de Campo 2020 da Cooperativa Bom Jesus. O evento chegou à sua 15ª edição com ótima presença de público e várias empresas expositoras.

Foco - Com foco em tecnologia e sustentabilidade dos negócios do agricultor, o Dia de Campo mostra a sua referência na região, pensando em diversos aspectos para a vida do produtor. Segundo Luiz Roberto Baggio, diretor-presidente da Cooperativa Bom Jesus, “é um evento que distribui tecnologia e promove o desenvolvimento”. Para ele, “temos duas colunas importantes neste evento: a oportunidade de negócios, na troca de saca de soja por fertilizantes ou produtos químicos, sendo neste ano mais vantajoso em relação ao ano passado para o agricultor fechar seus negócios; já a outra coluna é relação a várias tecnologias novas que temos, material genético importante, variedades de soja, milho e feijão que podem produzir muito além do que estamos acostumados na nossa região, e muita sustentabilidade. Temos falado sempre que a agricultura é um vetor de sustentabilidade, em termos de conhecimento, um plantio direto bem feito, dentro da tecnologia e fertilidade bem feita, ele sequestra o equivalente a 1,5 tonelada por hectare ano. Uma integração lavoura-pecuária bem feita, e temos a tecnologia aqui com nossos agrônomos, ela sequestra aproximadamente 5 toneladas por hectare ano. São coisas muito importantes, isso segundo dados da Esalq”, disse Baggio.

Público - O Dia de Campo contou com a presença de quase 5000 pessoas nos seus três dias, sendo 56 empresas parceiras no evento e 61 estações para os produtores na qual puderam conhecer mais sobre as tecnologias de fertilizantes, sementes, defensivos agrícolas, máquinas, equipamentos, veículos, agricultura de precisão e drones agrícolas. Outro ponto de destaque foram as estações da própria Cooperativa: Fibra Sementes e Fibra Rações.

Apresentações - Carlos Klenki, engenheiro agrônomo da cooperativa e responsável pela área de sementes, apresentou ao público 10 variedades de sementes de soja multiplicadas pela cooperativa, além de exemplares de feijão. Já Eduardo Braga, médico veterinário e responsável pela área pecuária da Bom Jesus, apresentou no estande Fibra Rações a variedade de rações produzidas pela cooperativa, além do projeto Coleta Legal, na qual o produtor pecuário separa os lixos plásticos de maneira correta nas propriedades e a Bom Jesus fará a coleta e destinação correta dos materiais.

Time - Baggio também ressaltou o grupo de funcionários que fizeram o evento. “Destaco também o time da cooperativa: os nossos funcionários que fazem e constroem esse evento, funcionários do mais alto calibre, muito bem preparados para isso”. Cerca de 150 funcionários participaram de maneira direta no Dia de Campo.

Balanço positivo - O evento teve um bom balanço e o cooperado que prestigiou pode fechar bons negócios, além de ter acesso a muito aparato técnico e conhecimentos para o manejo correto na propriedade. Como disse Baggio, “o universo conspira a favor a cada ano. Temos aqui um Dia de Campo fantástico”. (Imprensa Bom Jesus)

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C.VALE: “Hino” do RS abre Dia de Campo de Verão, em Cruz Alta

Com uma entusiasmada interpretação da música-símbolo Querência Amada pelo padre Márcio Laufer e funcionários da C.Vale, começou, na manhã desta terça-feira (18/02), o Dia de Campo de Verão da cooperativa, em Cruz Alta (RS). O presidente da C.Vale, Alfredo Lang, abriu o evento dizendo que o objetivo da C.Vale não é só a realização de negócios. “Nosso propósito é promover a prosperidade”, assegurou.

Comitivas - A primeira comitiva a chegar foi a de produtores de Dom Pedrito, que percorreu os 400 quilômetros entre os dois municípios na segunda-feira para participar do evento nesta terça-feira. A notícia das chuvas na região da Campanha deixou os produtores animados. Hoje, Lang vai entregar o cheque das sobras a três associados da cooperativa. (Imprensa C.Vale)

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COAMO: Óleo de soja da cooperativa está mais sustentável

coamo 18 02 2020Com o início das atividades da unidade industrial da Coamo em Dourados (MS), em novembro de 2019, a cooperativa iniciou a utilização de novas embalagens para o óleo de soja refinado da marca Coamo, nas linhas de produção das fábricas da cooperativa em Dourados e Campo Mourão (PR). Essa nova embalagem foi idealizada para reduzir a demanda de plástico - PET, mas sem prejudicar a praticidade e a segurança do seu manuseio junto ao consumidor. “Estamos sempre atentos às necessidades e oportunidades de novos projetos, com o desenvolvimento de novas soluções para otimizar nossas operações”, afirma o diretor Industrial da Coamo, Divaldo Correa.

Menos plástico - Com essa mudança, haverá uma redução de 565,1 toneladas anuais na demanda de plástico no processo produtivo das indústrias, o que representa 11,24% a menos de matéria-prima para produção de garrafas. “Trata-se de uma proposta sustentável que preconiza a redução de matéria-prima, além de garantir mais eficiência no transporte das embalagens, com a diminuição do número de viagens para a mesma quantidade de embalagens transportadas entre o fornecedor e as unidades industriais”, explica Correa.

Primeira linha - O diretor Industrial ainda lembra que a primeira linha de produção e envase do óleo de soja Coamo iniciou em 2007, na indústria de Campo Mourão. “Na época, a garrafa utilizada pesava 20 g, com uma tampa de 3,2 g. Com o passar dos anos o peso da garrafa foi reduzido para 18g e, depois, para 16,9g, e o peso da tampa para 2,2 g. No projeto atual, o peso da garrafa foi reduzido para 15g, uma redução de 25% em relação à primeira embalagem utilizada e 11,24% em relação à embalagem anterior. Cabe ressaltar que essa nova embalagem acondiciona o mesmo peso líquido contido nas embalagens precedentes.”

Nova versão - A nova versão já está disponível nas gôndolas dos supermercados e está alinhada ao princípio dos 3R’s adotado pela Coamo: reduzir, reciclar, reutilizar. “A Coamo desde a sua origem adota práticas sustentáveis que vão desde a escolha da semente produzida nos campos dos mais de 29 mil associados até o processo de produção industrial e distribuição nos pontos de vendas”, ressalta Divaldo Correa. (Imprensa Coamo)

 

LEGISLATIVO: Câmara prossegue nesta terça votação de MP sobre crédito rural

legislativo 18 02 2020O Plenário da Câmara dos Deputados votou e rejeitou, nesta segunda-feira (17/02), dois destaques apresentados à Medida Provisória 897/19 (MP do Agro), que prevê várias mudanças relacionadas ao crédito rural. Os demais destaques apresentados pelos partidos ao texto do relator, deputado Pedro Lupion (DEM-PR), continuam a ser analisados a partir desta terça-feira (18/02), em sessão marcada para às 13h55.

Primeiro destaque - O primeiro destaque rejeitado, do PCdoB, pretendia retirar dispositivo do texto que permite ao credor transferir imediatamente a propriedade dada em garantia se o título emitido e vinculado ao empréstimo não for quitado no prazo. O destaque foi rejeitado por 271 votos a 67.

Segundo destaque - Já o segundo destaque rejeitado, do PT, tentava excluir a possibilidade prevista na MP de estender a bancos privados os subsídios ao crédito rural atualmente concedidos por meio de bancos públicos. Esse destaque foi rejeitado por 315 votos a 53.

Principais pontos - A MP prevê, entre outros pontos, um fundo de garantia para empréstimos, linhas de subvenção para construção de armazéns de cereais e aperfeiçoamento de regras de títulos rurais.

Limite - De acordo com o projeto de lei de conversão, não haverá limite para a participação de produtores rurais no fundo, que contará ainda com cotas dos credores. Poderá haver vários fundos, chamados de Fundos Garantidores Solidários (FGS), contanto que cada um deles tenha um mínimo de dois devedores, contribuindo com 4% dos saldos devedores.

Credores- Igual percentual incidirá para os credores. Caso exista um garantidor da dívida (um banco, por exemplo), sua contribuição será de 2% do saldo devedor.

Estímulo - A perspectiva do governo é estimular a concessão de créditos por bancos privados devido a uma maior garantia. Desde que se mantenha a proporção das cotas entre essas categorias (devedor, credor e garantidor), os percentuais poderão ser aumentados.

Patrimônio em garantia - A MP 897/19 também permite ao proprietário rural oferecer parte de seu imóvel como garantia nos empréstimos rurais, vinculando a área a um título (Cédula de Produto Rural – CPR ou Cédula Imobiliária Rural – CIR).

Regime de afetação - Esse mecanismo é conhecido como regime de afetação, com registro do fato no cartório de registro de imóveis. Poderão fazer parte do regime o terreno e as benfeitorias existentes nele, exceto as lavouras, os bens móveis e o gado.

Proibições - Entretanto, o texto estabelece algumas proibições. Não poderão sofrer a afetação o imóvel já hipotecado, a pequena propriedade rural de até 4 módulos fiscais, área do imóvel inferior a 1 módulo fiscal e o único bem de família.

Não poderá ser vendida - Enquanto o produtor rural mantiver a dívida, a propriedade não poderá ser vendida, mesmo que apenas parte dela seja submetida ao mecanismo de afetação. O imóvel também não poderá ser oferecido como garantia em outras transações, e a Justiça não poderá retê-lo para o pagamento de outras obrigações, além de não fazer parte da massa falida no caso de falência.

Manutenção do patrimônio - Enquanto estiver no mecanismo de afetação, caberá ao proprietário manter e preservar o patrimônio e manter-se em dia com as obrigações tributárias e os encargos fiscais, previdenciários e trabalhistas de sua responsabilidade.

Transferência - Quando ocorrer a emissão da CIR ou da CPR vinculados à área da propriedade rural dada como garantia, o não pagamento do valor desses títulos, que representam o empréstimo concedido, implicará a transferência da propriedade ao credor.

Impedimento - Sobre o tema, foi rejeitado o destaque do PCdoB que pretendia impedir essa transferência de forma imediata, como autorizado pelo texto.

Garantia adicional - Os títulos poderão ter garantia adicional oferecida por terceiros, inclusive bancos ou seguradoras.

Direito - Se a área rural vinculada ao título for desapropriada ou danificada por terceiro, o credor é que terá direito à indenização até o total para quitar ou amortizar a dívida.

Vencimento antecipado - E o vencimento da CIR será antecipado caso o proprietário deixar de pagar as obrigações fiscais, trabalhistas e previdenciárias, abrir falência ou recuperação judicial ou desviar bens e praticar administração para arruinar a área sob afetação.

Leilão - No caso de o valor em dinheiro do título não ser pago, a propriedade transferida ao credor deverá ir a leilão. O valor de venda será usado para quitar as despesas e a dívida. Se não for suficiente para isso, o credor poderá cobrar do devedor o saldo.

Cerealistas - Devido à carência de capacidade de armazenamento de grãos, a MP 897/19 autoriza a União a conceder, por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), até R$ 20 milhões por ano em subsídios para diminuir a taxa de juros em financiamentos de construção de silos.

Taxas - As taxas subsidiadas poderão ser concedidas até 30 de junho de 2021, e o dinheiro poderá ser usado em obras civis e na compra de máquinas e equipamentos necessários à construção de armazéns e à expansão da capacidade dos já existentes.

Juros menores - Poderão ser concedidos com juros menores até R$ 200 milhões em créditos. Se o encargo total cobrado do mutuário for maior que o custo de captação dos recursos somado aos custos administrativos e tributários, o BNDES deverá devolver a diferença ao Tesouro Nacional.

Mutuário final - Caso o mutuário final do crédito aplicar de forma irregular os recursos ou desviá-los, o BNDES devolverá o valor da subvenção econômica ao Tesouro, atualizado pela taxa Selic, e o mutuário será impedido de receber crédito subvencionado por cinco anos.

Subsídios - O outro destaque rejeitado pelo Plenário nesta segunda-feira, de autoria do PT, pretendia impedir que bancos privados autorizados pelo Banco Central a conceder crédito rural contem com subvenção federal para a concessão de descontos na quitação ou no pagamento em dia das prestações. Atualmente, isso é possível apenas para bancos públicos.

Dívidas rurais - Uma das novidades no projeto de lei de conversão do deputado Lupion é a reabertura de prazos para a concessão de descontos na quitação de dívidas rurais. O prazo será 30 de dezembro de 2020.

Descontos - Os descontos, previstos na Lei 13.340/16, se referem a empréstimos de recursos dos fundos constitucionais de financiamento, de bancos oficiais para empreendimentos localizados nas áreas da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) e da Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) e para débitos inscritos na dívida ativa da União.

Empresas - Além das pessoas físicas, empresas também poderão contar com condições mais favoráveis na quitação de dívidas vencidas relacionadas à venda de lotes de projetos de irrigação junto à Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) e ao Departamento Nacional de Obras contra a Seca (Dnocs). (Agência Câmara)

 

ECONOMIA I: Plano para elevar produtividade mira em 200 mil empresas

economia I 18 02 2020Está praticamente pronto um plano do Ministério da Economia para aumentar a produtividade e melhorar o ambiente de negócios no país. O lançamento, nesta terça-feira (18/02), do programa “Brasil Mais”, que deve atender 200 mil empresas até 2022 com consultoria especializada para modernizar a produção, é parte do plano chamado de “Rotas do Crescimento” e um passo importante da política de reindustrialização do país, disse ao Valor o chefe da Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade (Sepec), Carlos Da Costa.

Recuperação estrutural - O plano pretende fazer uma recuperação estrutural da economia e está dividido em seis eixos: Simplifica, Emprega Mais, Brasil 4.0, Concorrência para a Prosperidade, Pró-Infra, Prospera Micro e Pequena Empresa. “Lutamos durante décadas contra o setor privado, e quase vencemos a guerra. A indústria foi a grande vítima. Houve paliativos para um paciente condenado à morte, mas a recomposição do ambiente de negócios não é feita de uma hora para outra”, disse o secretário.

Diminuir burocracia - No Simplifica, o objetivo é diminuir a burocracia em torno do estabelecimento de novos negócios. Para se obter um alvará de construção, por exemplo, é preciso levantar 12 licenças diferentes. A ideia é facilitar os procedimentos, sem comprometer o rigor das normas, mas criando um guichê único para a emissão dos documentos. A maioria é dada por autoridades locais, por prefeituras, mas uma mudança legal preparada pelo governo federal daria o arcabouço jurídico para a simplificação.

Combinação de iniciativas - No Emprega Mais, há uma combinação de iniciativas. Da distribuição de pelo menos 1,3 milhão de vouchers para capacitar trabalhadores no Sistema S a contratos de performance para qualificação profissional - nos quais os institutos de ensino contratados pelo governo só recebem caso os alunos de fato consigam emprego -, a ideia é atrelar mais o treinamento às necessidades reais do mercado. Outra ação já definida é a criação de um centro, conhecido como “Skills Accelerator”, em parceria com o Fórum Econômico Mundial.

Terceiro eixo - O Brasil 4.0, terceiro eixo do plano, contém iniciativas como o programa “Brasil Mais”, que está pronto e deve ser lançado nos próximos dias em cerimônia no Palácio do Planalto. Trata-se da expansão de um programa criado nos últimos meses de governo da ex-presidente Dilma Rousseff, em 2016, mas contemplando apenas 3 mil empresas. Com custo relativamente baixo e alto retorno, consultores são enviados às indústrias para uma reorganização do ambiente produtivo. A primeira versão do programa teve, na média, ganhos de 52% na produtividade das companhias.

Comércio e serviços - Agora, haverá expansão para empresas também do ramo de comércio e serviços. As consultorias não serão mais unicamente presenciais. Uma parte ocorrerá em meio eletrônico. Os recursos virão do Orçamento-Geral da União (OGU) e do Sistema S e é prevista uma contrapartida de R$ 1.150 a R$ 6 mil das empresas por consultoria recebida. Na primeira versão, o objetivo era melhorar processos no chão de fábrica. Agora, cerca de 50 mil empresas passarão por uma etapa mais avançada de transformação digital e informatização de seus processos produtivos.

Concorrência - No eixo da concorrência, estão sendo desenhadas iniciativas pró-competição, como a medida provisória que estimula a navegação de cabotagem (o programa “BR do Mar”) e a permissão para compras de terras por estrangeiros. Um novo marco legal para estimular as startups, já em tramitação na Câmara dos Deputados, também deve ser impulsionado como forma de apoio às empresas inovadoras.

Infraestrutura - No Pró-Infra, a aposta é em uma revisão de marcos regulatórios, como o do saneamento básico e o das ferrovias. O projeto de lei do saneamento, que já passou na Câmara e está no Senado, pode destravar R$ 500 bilhões de investimentos e gerar 700 mil empregos em dez anos, calcula Costa. A mudança legal para que haja ferrovias privadas pelo modelo de autorização, também no Senado, permitiria a construção de “short lines” (ramais ferroviários saindo dos troncos principais).

Micro e Pequena Empresa - O último eixo, o Prospera Micro e Pequena Empresa, terá como foco a facilitação do crédito para esse segmento da economia e o enxugamento das exigências do Simples. “As MPEs são 98,5% das empresas brasileiras, geram 6,5 milhões de empregos, mas com produtividade baixíssima”, afirma Carlos da Costa. “As pequenas e médias empresas brasileiras têm, em média, 20% da produtividade das grandes. Queremos chegar à média da OCDE, que é de 50%. Se isso ocorrer, o Brasil poderá crescer mais de 4% ao ano.”

Reindustrializar - O programa “Rotas do Crescimento” ambiciona reindustrializar o país. Para o secretário, a queda da atividade industrial não foi cíclica. “O país tem graves problemas estruturais que estão sendo, aos poucos, resolvidos”. Mas o fato é que “o Brasil perdeu a capacidade de produzir”, completa. Segundo Da Costa, as reformas estruturais que estão sendo definidas e viabilizadas pelo governo devem ter o efeito no crescimento da economia semelhante ao das reformas de Roberto Campos e Otávio Gouveia de Bulhões, que precederam o milagre econômico (período de aceleradas taxas de crescimento do PIB, com uma expansão média de 10,73% entre os anos de 1968 a 1974). Campos e Bulhões foram ministros do Planejamento e da Fazenda, pela ordem, do governo Castello Branco (1964-1967). (Valor Econômico)

 

ECONOMIA II: Intenção de consumo das famílias sobe em fevereiro, diz CNC

economia 18 02 2020A Intenção de Consumo das Famílias (ICF), calculada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), atingiu 99,3 pontos em fevereiro de 2020. De acordo com a entidade, é o maior nível desde abril de 2015, último mês em que o índice esteve no patamar de satisfação que é acima de 100 pontos. Ainda conforme a CNC, o resultado também é o melhor para um mês de fevereiro em cinco anos.

Ajuste sazonal - A CNC informou que após ajuste sazonal, a ICF registou elevação mensal de 1,2%, o que significa recuperação depois de duas quedas consecutivas. Na comparação anual a alta é de 0,8%.

Emprego - A pesquisa apontou também que grande parte dos entrevistados (39,1%) se sente mais segura em relação ao seu emprego atual. Esse patamar é o melhor desde abril de 2015, quando registrou 40%. O subíndice ficou em 119,9 pontos, que representam a melhor pontuação em fevereiro, entre os pesquisados. 38,1% das famílias fizeram avaliações positivas em relação à renda atual e alcançou 114,6 pontos, o que foi o melhor desempenho desde maio de 2015.

Consumo - Os indicadores de condições e perspectivas de consumo também melhoraram. O acesso ao crédito foi decisivo para esse desempenho positivo. 32,1% das famílias indicaram que comprar a prazo está mais fácil. Desde junho de 2015 não havia resultado tão favorável. No comparativo mensal, o item se destacou sendo o mais alto (+4,3%) e no anual registrou elevação de 6,7%, ficando no total com 95,4 pontos, o maior nível desde maio de 2015.

Recuperação gradativa - Para o presidente da CNC, José Roberto Tadros, o desempenho do índice de fevereiro indica recuperação gradativa do consumo. Contribuíram, ainda, fatores econômicos, como a redução do desemprego e o aumento das contratações líquidas e inflação baixa. “Os brasileiros estão mais confiantes com a atividade econômica em 2020, aumentando, assim, sua intenção de consumir tanto no curto quanto no longo prazo”, disse.

Primeira vez - A economista da CNC, responsável pelo estudo, Catarina Carneiro da Silva, destacou que pela primeira vez, desde fevereiro do ano passado, a maior parte das famílias acredita que vai consumir mais no futuro. (Agência Brasil)

 

BOLETIM REGIONAL: Economia segue em processo de recuperação gradual, diz BC

boletim regional 18 02 2020A economia brasileira continua a mostrar sinais de recuperação gradual. Essa é a conclusão do Banco Central (BC), que divulgou nesta terça-feira (18/02) o Boletim Regional – publicação trimestral cujo objetivo é trazer uma visão das regiões do país a partir de dados e indicadores econômicos.

Ritmo mais sustentado - “Regionalmente, observa-se ritmo mais sustentado de crescimento da economia em todas as regiões do país, refletido na maior disseminação das taxas de expansão das diversas atividades econômicas e do mercado de trabalho”, diz o boletim.

Norte - O boletim destaca que “a evolução recente da economia do Norte foi beneficiada, no trimestre encerrado em novembro, pelo aumento das vendas no varejo, pela continuidade da recuperação no setor de serviços e pela produção agrícola recorde”. “Esses fatores mitigaram os efeitos da retração da produção industrial, resultado da combinação de queda na atividade extrativa (com participação relevante na região) e aumento na transformação, destacando impressão e reprodução de gravações, no Amazonas, e metalurgia no Pará”.

Nordeste - A atividade econômica no Nordeste segue em menor ritmo de expansão na comparação com as demais regiões. “Esse desempenho ocorre em cenário de recuperação gradual do mercado de trabalho, com geração de postos formais, em especial, no setor de serviços e na construção civil. Adicionalmente, houve recuperação da indústria na margem, após quatro trimestres de retração, com destaque para a fabricação de derivados de petróleo e vestuário e acessórios”, diz o BC.

Centro-Oeste - No Centro-Oeste, “a atividade econômica arrefeceu no trimestre encerrado em novembro, após crescimento no trimestre anterior quando foi impulsionada pela colheita recorde da safra de inverno e seus desdobramentos nas atividades relacionadas à cadeia produtiva do agronegócio”. “Houve menor dinamismo da atividade [econômica] nos segmentos de agricultura, transporte e setor público, cujos impactos foram parcialmente neutralizados pelo desempenho favorável da indústria de transformação, construção civil e comércio. As perspectivas seguem positivas para a região, com aumento esperado na safra de soja e nas exportações de carne”.

Sudeste - Segundo o BC, dados econômicos da região Sudeste indicaram aceleração da atividade recentemente. “A economia da região foi estimulada pela retomada consistente da produção industrial e do setor de serviços, enquanto os mercados de trabalho e de crédito continuaram em expansão gradual. No setor de serviços, observou-se retomada mais vigorosa no trimestre encerrado em novembro, acompanhando o ambiente de maior confiança e movimento de gradual e persistente de recuperação do consumo das famílias”.

Sul - No Sul, o Boletim Regional também destaca o processo de recuperação da economia. “A atividade econômica no Sul manteve processo de recuperação gradual ao final de 2019, refletindo, em parte, resultados positivos no setor de comércio e serviços cujos efeitos se sobrepuseram aos da diminuição na produção fabril e da apropriação de colheita menos favorável nas lavouras de inverno. O mercado de trabalho formal segue em trajetória de expansão, com melhora na geração de postos em todos os setores. A economia da região deve permanecer estimulada, influenciada pela continuidade de expansão do crédito e pela perspectiva de safra agrícola favorável”. (Agência Brasil)

 

FGV: Economia brasileira cresceu 1,2% em 2019

fgv 18 02 2020O Produto Interno Bruto (PIB) - a soma de todos os bens e serviços produzidos no país - cresceu 1,2% em 2019, segundo dados do Monitor do PIB da Fundação Getulio Vargas (FGV). De acordo com a pesquisa, divulgada nesta terça-feira (18/02), o resultado foi provocado, sob a ótica da demanda, pelos crescimentos de 2,7% na formação bruta de capital fixo (investimentos) e de 1,8% no consumo das famílias.

Importações - As importações também cresceram (1,4%) no período. As exportações, por outro lado, tiveram queda de 2,2% no ano.

Produção - Sob a ótica da produção, os três grandes setores (agropecuária, indústria e serviços) cresceram. A FGV não divulgou, no entanto, qual foi a taxa de crescimento de cada segmento. (Agência Brasil)

 

COMÉRCIO EXTERIOR: Balança comercial tem superávit de US$ 684 mi na 2ª semana de fevereiro

comercio exterior 18 02 2020A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 684 milhões na segunda semana de fevereiro, informou a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia, nesta segunda-feira (17/02). O número resulta de exportações de US$ 3,812 bilhões e importações de US$ 3,129 bilhões no período.

Acumulado - No acumulado de fevereiro, o saldo comercial positivo soma US$ 1,787 bilhão. No ano, o superávit é de apenas US$ 52 milhões.

Avanço - As exportações nos primeiros quinze dias de fevereiro avançaram 6,9%, quando comparadas a fevereiro do ano passado, pela média diária. A alta no embarque de produtos básicos e semimanufaturados puxou a média diária para US$ 841,1 milhões. Os básicos subiram 13,6%, para US$ 450,9 milhões, liderados por petróleo em bruto, algodão em bruto, carnes bovina, suína e de frango e minério de cobre. Os semimanufaturados cresceram 2,8% para US$ 100,5 milhões, por conta de ferro fundido, ferro-ligas, óleo de soja em bruto, zinco em bruto e estanho em bruto.

Manufaturados - Em contrapartida, a venda de manufaturados caiu 0,8% para US$ 289,8 milhões, por conta de automóveis de passageiros, aviões, suco de laranja não congelado, partes de motores e turbinas para aviação, máquinas e aparelhos para terraplenagem.

Média diária - A média diária de importações subiu 5% nas duas primeiras semanas do mês, se comparada ao mesmo período do ano passado, para US$ 662,4 milhões. Nesse comparativo, cresceram os gastos, principalmente, com cobre e suas obras (+71,1%), farmacêuticos (+24,3%), equipamentos mecânicos (+15,2%), plásticos e obras (+10,7%), químicos orgânicos e inorgânicos (+9,9%). (Valor Econômico)

 

SISTEMA FINANCEIRO: BC vai regular cobrança na portabilidade de crédito

sistema financeiro 18 02 2020O Banco Central vai regulamentar a cobrança feita pelos bancos quando um cliente solicita a transferência de seu crédito para outra instituição. Hoje, a instituição que recebe o crédito paga à que cedeu uma taxa chamada de Ressarcimento de Custo Operacional (RCO). Nos empréstimos mais altos, representa de 1,5% a 2% do total.

Custo - Para transferir crédito de R$ 1 milhão de um banco para outro, o custo varia de R$ 15 mil a R$ 20 mil.

Tabela - Os grandes bancos criaram, em regime de autorregulamentação, uma tabela fixando o valor do RCO em operações entre eles. O preço cobrado de bancos de menor porte é maior. O BC decidiu regular essas operações porque o RCO está encarecendo e dificultando a portabilidade de crédito - que, em tese, é uma forma de estimular a concorrência no sistema bancário e reduzir as taxas de juros cobradas de famílias e empresas.

Regra - A regra a ser adotada pelo BC e à qual os bancos estarão submetidos permitirá a cobrança de taxa nas operações de portabilidade, mas os participantes das operações serão obrigados a cumprir duas determinações: o banco que ceder o crédito terá que explicitar o quanto está cobrando e a instituição que recebê-lo não poderá repassar esse custo ao devedor.

Argumento - O argumento central dos bancos contrário à mudança é a quitação da dívida com a instituição que cede o crédito antes do prazo original sem que o devedor pague uma compensação, conhecida como “breaking-fund cost” (algo como penalidade por pagamento antecipado). Para o BC, o argumento não é válido, porque os bancos usam algumas linhas de crédito como hedge (garantia) de outras, de maneira a mitigar riscos e reduzir custos.

Ganho - O BC calcula que a portabilidade, ao reduzir os juros dos empréstimos, pode gerar ganho de R$ 2,5 bilhões ao ano, em dez anos, a quem tem dívidas. A principal agenda da instituição neste momento é criar condições para que a queda recorde da taxa básica de juros, para 4,25% ao ano, chegue de forma mais rápida aos juros cobrados na ponta do tomador final. (Valor Econômico)

 

INFRAESTRUTURA: Bloco com aeroportos do Paraná terá lance mínimo de R$ 516 milhões

infraestrutura 18 02 2020A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) anunciou na sexta-feira (14/02) que o bloco Sul da nova rodada de concessões de aeroportos tem valor de contrato estimado em R$ 8,9 bilhões e lance mínimo de R$ 516 milhões. O conjunto engloba quatro aeroportos paranaenses (São José dos Pinhais [Afonso Pena], Foz do Iguaçu, Londrina e Curitiba – Bacacheri), dois catarinenses (Navegantes e Joinville) e três gaúchos (Pelotas, Uruguaiana e Bagé). A duração do contrato de concessão será de 30 anos.

Investimentos - Na semana passada, depois de uma reunião com o secretário nacional da Aviação Civil (SAC), Ronei Saggioro Glanzmann, em Brasília, o governador Carlos Massa Ratinho Junior garantiu investimentos de pelo menos R$ 1,5 bilhão nos quatro aeroportos do Estado. As obras e aquisições de novos equipamentos farão com que os terminais subam de categoria e constarão no contrato de concessão.

Leilão - Em 2020 serão leiloados 22 aeroportos em três blocos regionais definidos conforme a localização geográfica: Norte, Central e Sul. Juntos, esses terminais respondem por 11% dos passageiros no mercado brasileiro de aviação civil.

Audiências públicas - A Anac também aprovou a abertura de consulta pública para participação social no processo da 6ª rodada de concessões. Os documentos jurídicos – minutas de edital e de contrato de concessão da nova rodada – estarão disponíveis para contribuições por 45 dias (acesse aqui).

Sessões presenciais - A Anac realizará quatro sessões presenciais, sendo a primeira em Goiânia e as demais em Manaus, Curitiba e Brasília. A audiência do bloco Sul será realizada em Curitiba, no dia 9 de março, a partir das 9h, no Mercure Aeroporto (Rua Barão do Cerro Azul, 261 - Águas Belas, São José dos Pinhais).

Contribuições - As contribuições da população poderão ser encaminhadas até o dia 1º de abril de 2020 por meio de formulário eletrônico disponibilizado no mesmo endereço (aqui).

Participação - A 6ª rodada de concessões propõe regulação flexível, compatível e proporcional ao porte de cada aeroporto em relação a tarifas, investimentos e qualidade dos serviços. Segundo a Anac, a exigência quanto ao nível de serviço será aderente à realidade de cada aeroporto, sem que se abra mão de um melhor atendimento ao usuário.

Regras - Segundo as regras do edital, um mesmo proponente pode arrematar os três blocos e não haverá participação da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero). A concessionária deverá ter em sua composição um operador aeroportuário com, no mínimo, 15% de participação societária e experiência de 1 um ano no processamento de pelo menos 1 milhão de passageiros para os blocos central e norte, e 5 milhões de passageiros para o bloco sul.

Blocos e edital - Confira os blocos aeroportuários e as exigências do edital:

Bloco Sul - Composto por nove aeroportos: São José dos Pinhais, Foz do Iguaçu, Londrina e Curitiba - Bacacheri, no Paraná; Navegantes e Joinville, em Santa Catarina; e Pelotas, Uruguaiana e Bagé, no Rio Grande do Sul. A contribuição inicial mínima é de R$ 516.278.067,20. O valor estimado para todo o contrato da concessão é de R$ 8.954.000.938,86.

Bloco Norte - Formado por sete terminais: Manaus, Tabatinga e Tefé, no Amazonas; Rio Branco e Cruzeiro do Sul, no Acre; além de Porto Velho (RO) e Boa Vista (RR). A contribuição inicial mínima é de R$ 43.736.988,96. O valor estimado para todo o contrato da concessão é de R$ 4.058.068.961,41.

Bloco Central - São seis aeroportos nas cidades de Goiânia (GO), Palmas (TO), Teresina (PI), Petrolina (PE), São Luís e Imperatriz, no Maranhão. A contribuição inicial mínima é de R$ 49.696.447,47. O valor estimado para todo o contrato de concessão é de R$ 4.503.989.621,39. (Agência de Notícias do Paraná)

 

SELEÇÃO: Instituto Água e Terra abre 130 vagas em 13 áreas

selecao 18 02 2020A Secretaria de Estado da Administração e da Previdência, em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, tornou público na última sexta-feira (14/02), em Diário Oficial, o Edital nº 29/2020 que estabelece as instruções para a realização do Concurso Público do Instituto Água e Terra (antigo IAP).

Aumento - O órgão aguardava pelo concurso há 33 anos. “Aumentando o corpo de funcionários competentes, tornamos nossa secretaria ainda mais importante para o desenvolvimento do Paraná, reforçando a segurança técnica e jurídica nos processos de cuidado com o meio ambiente”, ressalta o secretário do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, Márcio Nunes.

Vagas - Serão 130 vagas: 26 Técnicos de Manejo e Meio Ambiente, 2 Arquitetos, 8 Biólogos, 20 Engenheiros Agrônomos, 4 Engenheiros Cartográficos, 17 Engenheiros Civis, 16 Engenheiros Florestais, 19 Engenheiros Químicos, 3 Geógrafos, 8 Geólogos, 5 Químicos, 1 Sociólogo e 1 Médico Veterinário.

Aposentados - “Com grande número de servidores se aposentando, é primordial que o Estado refaça seu quadro, principalmente em áreas estratégicas, para pôr em prática as políticas públicas previstas pelo governador”, afirmou o secretário da Administração e da Previdência, Reinholds Stephanes.

Distribuição - As funções serão distribuídas para os 21 escritórios regionais do Instituto Água e Terra. “Já contratamos um grande número de residentes técnicos na área da Engenharia Ambiental e agora o concurso suprirá outras necessidades de cada regional”, diz o presidente do Instituto Água e Terra, Everton Luiz da Costa Souza.

Remuneração - A remuneração para Técnico de Manejo e Meio Ambiente é de R$ 1.554,33 mais gratificação pelo exercício de encargos no valor de R$ 1.234,43. Para as demais funções é de R$ 3.730,42 mais R$ 2.312,91 de gratificação.

Inscrições - As inscrições devem ser realizadas pelo site do Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC) - www.ibfc.org.br - a partir das 9h do dia 26 de fevereiro até às 23h do dia 26 de março. Cada candidato poderá se inscrever somente para uma vaga. O valor da inscrição para a área de Técnico de Manejo e Meio Ambiente é de R$ 70,00 e para as demais áreas R$ 100,00. O boleto deve ser pago até o dia 27 de março.

Provas– A prova será aplicada no dia 3 de maio, nas cidades de Curitiba, Cascavel e Maringá, com duração de 4 horas. O local poderá ser escolhido pelo candidato no ato da inscrição. A prova objetiva será dividida em questões de Língua Portuguesa, Raciocínio Lógico, Conhecimentos Gerais e Conhecimentos Específicos de cada área, somando 40 questões. No edital especifica os conteúdos para os candidatos estudarem, bem como as funções que exercerão no órgão.

Candidato - O candidato deverá portar no dia da prova documento de identidade com foto, caneta esferográfica de tinta azul ou preta, em material transparente, e cartão de convocação para as provas.

Avaliação médica - Os candidatos aprovados e classificados dentro do número de vagas ofertadas irão passar por avaliação médica, cuja etapa abrangerá exames de auxílio diagnóstico e clínicos, a serem especificados em Edital próprio, no qual serão divulgados data, horário e local de avalição.

Informações - O candidato poderá obter informações referentes ao concurso pelo e-mail do IBFC (concurso@ibfc.org.br) ou pelo telefone (11) 4788-1430, das 9h às 17h, exceto sábados, domingos e feriados. O local de realização da prova, resultados e demais orientações deverão ser acompanhados pela área restrita do candidato no site do IBFC. (Agência de Notícias do Paraná)

 


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