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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4759 | 07 de Fevereiro de 2020

COOPERATIVISMO: OCB volta a discutir sobre Cosit 11 com ministros

O forte impacto da Cosit nº 11/2017 sobre as cooperativas agropecuárias (com o modelo de integração vertical) foi a pauta da reunião entre o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, os ministros Onyx Lorenzoni (Casa Civil), Teresa Cristina (Agricultura) e representantes do ministério da Economia e da Receita Federal. Lideranças cooperativistas também participaram da audiência, ocorrida nesta quinta-feira (06/02), em Brasília.

Origem - A Solução de Consulta Cosit nº 11/2017 foi criada pela Coordenação Geral da Tributação da Receita Federal. O assunto vem sendo debatido entre OCB e governo federal desde o ano passado e, durante a audiência desta quinta-feira, o ministro Onyx Lorenzoni disse que montará um grupo interno para analisar os pontos apresentados pelo cooperativismo e, ainda, que essa equipe poderá apontar caminhos que equacionem a questão.

Verticalização - Vale destacar que a verticalização ocorre quando uma coop agropecuária subsidia a produção do cooperado, com o fornecimento de ração, sementes e assistência técnica, por exemplo, e, depois, assumem processos da industrialização e comercialização do que foi entregue pelo cooperado.

Injustiças - Segundo o presidente do Sistema OCB, toda essa atuação, realizada com apoio da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), tem por objetivo evitar injustiças na cobrança previdenciária, parte do conhecido Funrural, dos produtores rurais associados em cooperativas, já que, pela interpretação da Receita Federal às regras atuais, o produtor rural cooperado/integrado chega a pagar quase 10 vezes mais do que deveria ao Fundo. “Isso porque, hoje, o cálculo é feito sobre o valor da comercialização da produção entregue pelo associado à cooperativa e, na verdade, essa conta deveria ser feita levando em consideração os gastos dos insumos fornecidos pela cooperativa ao cooperado”, argumenta a liderança.

Entendimento - A Cosit 11, que foi publicada em 2017, entende que as cooperativas não são sociedade empresarial e que, portanto, não têm direito à redução da contribuição previdenciária abatidos os valores dos insumos fornecidos. No entanto, de acordo com interpretação da Receita Federal, as trocas efetuadas nos contratos de integração vertical derivariam de uma relação jurídica de natureza contratual entre os parceiros.

Dispositivo - "O dispositivo contido na Lei 5.764/71 enumera a prestação de serviços de assistência ao cooperado como o fato distintivo entre a cooperativa e os demais arranjos contratuais. Essa interpretação faz com que, para os cooperados, a base de cálculo do Funrural seja maior do que para as grandes empresas do setor”, reforça Márcio Freitas. (Informe OCB)

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SHOW RURAL: Presidente do Sistema Ocepar avalia participação do cooperativismo no evento

show rural ricken 07 02 2020“O que me encanta a cada ano é a participação crescente do público e a vontade das pessoas em querer ver novidades”. Esta opinião é do presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken. Em entrevista ao Paraná Cooperativo, o dirigente avalia a participação do cooperativismo no Show Rural 2020, iniciado na segunda-feira (03/02) e que encerra nesta sexta-feira (07/02), em Cascavel (PR). Ouça aqui.

 

SHOW RURAL: Casa cheia nos cinco dias de evento

O vai e vem de pessoas foi intenso na Casa Paraná Cooperativo durante a semana. Em cinco dias de evento, cerca de 20 mil pessoas circularam pelo espaço, ocupado pelo Sistema Ocepar, Sistema OCB e cooperativas Agrária, Coamo, Cocamar, Copacol, C.Vale, Cooperaliança, Coopavel, Frimesa, Uniun (Castrolanda, Capal e Frísia), Coonagro, Cotriguaçu, Integrada, Lar e Unimed Paraná. No auditório, com capacidade para 250 pessoas, foram recebidas comitivas de 180 ônibus de diversas cooperativas. O local foi palco de reuniões, com a presença de profissionais de diferentes cooperativas e áreas. Também ocorreram palestras com os economistas André Pessoa, Marcos Jank e Juan Jensen, e com o palhaço profissional Márcio Ballas. Passaram pelo espaço diversas autoridades empresariais e políticas, entre os quais o governador Ratinho Júnior e o vice-governador Darci Piana.

O espaço - Construído em um local estratégico (próximo a administração central do Show Rural), a Casa Paraná Cooperativo possui dois mil metros quadrados, distribuídos em dois pavimentos. No primeiro piso, são 14 estandes, expondo produtos e serviços de mais de 40 cooperativas, e mais um estande do Sistema Ocepar. No piso de cima, há sala de reuniões, lounge para que os cooperados possam descansar, pontos para carregamento de celular, um espaço Coworking, e um mirante para fotografar a vista do evento.

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SHOW RURAL: Reuniões da Ocepar e Sescoop/PR na Casa Paraná Cooperativo

Promover a reunião ordinária da diretoria da Ocepar e, ao mesmo tempo, prestigiar o Show Rural. Com este objetivo, a Ocepar escolheu a Casa Paraná Cooperativo, no Show Rural Coopavel, para realizar a sua primeira reunião ordinária de 2020 e a 10ª da gestão 2019/2023. O encontro aconteceu nesta quinta-feira (06/02). A pauta tratou sobre os resultados do programa de Integração Lavoura X Pecuária X Floresta, apresentação feita pelo diretor da Ocepar Luiz Lourenço; avaliação do Encontro Estadual de Cooperativistas, evento realizado no dia 6 de dezembro, em Medianeira; Normativa 63, que trata da segregação do Paraná dos demais estados em relação à peste suína clássica; agenda de AGOs das cooperativas; pré-assembleias nos Encontros de Núcleos Cooperativos; zoneamento agroclimático do milho segunda safra e projeções de recursos para os programas de investimentos do BNDES.

Visitas - Os diretores também abriram espaço na agenda para receber convidados, entre os quais, o senador do Rio Grande do Sul, Luiz Carlos Heinze, o presidente da Organização das Cooperativas do Estado do Ceará, João Nicédio Nogueira, a deputada federal do Paraná, Luisa Canziani, e o vice-presidente de Agronegócio do Banco do Brasil, João Rabello.

Sescoop/PR - Nesta sexta-feira (07/02), foi a vez dos conselheiros administrativos do Sescoop/PR promoverem a sua reunião ordinária na Casa Paraná Cooperativo.

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SHOW RURAL: Assinado contrato de cooperação e cessão de uso da Casa Paraná Cooperativo

O Sistema Ocepar e a Cooperativa Coopavel assinaram, na manhã desta sexta-feira (07/02), em Cascavel (PR), o contrato de cooperação e cessão de uso da Casa Paraná Cooperativo para o Show Rural, referente à participação na edição deste ano e utilização do espaço pelas cooperativas ao longo de 2020. Participaram o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, o superintendente da Ocepar, Robson Mafioletti, o presidente da Coopavel, Dilvo Grolli, e o coordenador geral do Show Rural, Rogério Rizardi. “Este espaço foi construído pela Coopavel e a será disponibilizado para a realização de cursos, treinamentos e demais eventos, tanto do Sistema Ocepar quanto pelas cooperativas do estado. O local possui uma estrutura moderna para atender as demandas das cooperativas”, disse o presidente do Sistema Ocepar.

Mais - Também participaram da solenidade de assinatura do contrato: Carlos Walter Martins Pedro, presidente da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), Camilo Turmina, presidente da Associação Comercial do Paraná (ACP), e Edson Campagnolo, ex-presidente da Fiep.

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SHOW RURAL: Fórum dos Profissionais de TI das Cooperativas Brasileiras no Show Rural Digital

Foi aberto, nesta quinta-feira (07/02), o Fórum dos Profissionais de TI das Cooperativas Brasileiras. O evento é uma das muitas atrações do Show Rural Digital, espaço criado dentro do Show Rural Coopavel. A série de palestras foi aberta pelo dramaturgo e palhaço profissional Márcio Ballas, com o tema "Cocriação e Criatividade". Desenvolvimento tecnológico, conectividade rural e alternativas para a geração de trabalho e renda no meio rural foram os assuntos apresentados pelo senador gaúcho Luis Carlos Heinze. A inovação no Parque Tecnológico de Itaipu (PTI) foi apresentada pelo Superintendente do PTI, o general Eduardo Castanheira Garrido Alves. O Fórum dos Profissionais de TI das Cooperativas Brasileiras termina nesta sexta-feira (07/02).

Ouça aquiOuça aqui a matéria de rádio sobre o evento.

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SHOW RURAL: Deputado Luiz Nishimori é recebido na Casa do Cooperativismo

Em sua passagem pelo Show Rural, nesta sexta-feira (07/02), em Cascavel (PR), o deputado federal Luiz Nishimori visitou a Casa Paraná Cooperativo. Recebido pelo presidente do Sistema Ocepar e pelo presidente da Coopavel, Dilvo Grolli, o parlamentar falou da recente missão realizada para o Japão, e que teve a participação do Sistema Ocepar e das cooperativas Lar, Castrolanda e Coopavel. “Com a possibilidade de declaração do Paraná como área livre de febre aftosa sem vacinação, começamos as tratativas para comercialização de carne suína”, disse.

show rural nishimori 07 02 2020

 

SHOW RURAL: BRDE reabre frigorífico em Umuarama

show rural brde 07 02 2020Na mesma solenidade de lançamento do primeiro edital de programa voltado a startups pelo BRDE Labs, nesta quinta-feira (05/02), durante o Show Rural, em Cascavel, na Região Oeste, o governador Carlos Massa Ratinho Junior anunciou investimentos na ordem de R$ 106 milhões por parte do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE).

Destinação - Serão R$ 76 milhões destinados a cooperativas e indústria do setor do Estado e outros 30 milhões para reativar um frigorífico em Umuarama, na região Noroeste, com capacidade de abater 200 mil aves/dia, com abertura de cerca de dois mil novos postos de trabalho.

Investimento - “São indústrias investindo e acreditando no Paraná, gerando emprego e riqueza no Estado. Esse investimento em Umuarama tem um caráter social fantástico. Vai ajudar a fomentar o comércio da cidade e a sustentar cerca de duas mil famílias”, ressaltou Ratinho Junior. “Nós atuamos como um Governo amigo de quem produz e cria emprego e renda”, completou.

Parceria - O novo frigorífico de aves é resultado de uma parceria entre a C.Vale (Palotina) e Pluma Agroavícola (Cascavel). O grupo empresarial fechou o arrendamento do abatedouro da Averama (Umuarama). Desta fusão surge a marca PlusVal, que começa a operar ainda no primeiro semestre deste ano.

Convênio - Um convênio entre o BRDE, Sicredi e Plusval permitiu a reabertura da unidade de abates. O projeto vai beneficiar cerca de 50 famílias de produtores rurais, que terão a oportunidade de investir na atividade avícola.

Financiamento - Serão destinados cerca de R$ 30 milhões para financiar investimentos dos produtores rurais na reforma e construção de aviários, que fornecerão matéria-prima para o frigorífico. “É o resgate de uma massa que vai trazer muitos benefícios para a cidade. São novos empregos, aviários, mais produtores se dedicando ao setor, levando desenvolvimento para a região toda”, destacou o presidente da C. Vale, Alfredo Lang.

Cooperativas – Outros contratos assinados pelo BRDE nesta quinta-feira somam R$ 76 milhões em operações de créditos para cooperativas e agricultores paranaenses. De acordo com o diretor de Operações do BRDE, Wilson Bley, as operações fomentam o desenvolvimento e crescimento do setor agropecuário no Paraná, além de incentivar o cooperativismo e movimentar a economia, por meio das soluções de crédito do banco.

Novos contratos- “São mais de R$ 100 milhões em novos contratos com apoio do BRDE. Ajudamos a transformar uma massa falida, gerando desenvolvimento para o Estado com a geração de muitos empregos”, afirmou o diretor.

Beneficiadas - Entre as beneficiadas estão a Coopavel Cooperativa Agroindustrial (Cascavel), Cooperativa Tradição (Pato Branco), Lar Cooperativa Agroindustrial Medianeira), Cooperativa Nova Produtiva (Astorga) e Agrocete Indústria de Fertilizantes (Ponta Grossa). “O BRDE é um grande parceiro, um banco de fomento que participa diretamente da vida das cooperativas”, disse Dilvo Grolli, presidente da Coopavel, que organiza o Show Rural.

Rondon – Esse é o segundo frigorífico da Averama reativado no Paraná. Já foi retomada a produção da unidade de Rondon, também no Noroeste, por meio de uma parceria operacional com a Jaguafrangos, de Jaguapitã, que arrendou a unidade. A empresa havia paralisado as atividades em 2016, em plena crise econômica nacional.

Operação- A empresa começou a operar neste mês de novembro e já contratou 400 pessoas. A previsão é chegar a 1.500 a partir deste ano. A Jaguafrangos atua no mercado avícola há cerca de 30 anos. Já a Averama tem diversas atividades relacionadas à cadeia do frango em Rondon e Umuarama. Através do arrendamento, a Jaguafrangos assume um turno de abate de aves na unidade da Averama em Rondon.

Presenças - Participaram da solenidade o chefe da Casa Civil, Guto Silva; os secretários de Estado do Planejamento e Projetos Estruturantes, Valdemar Bernardo Jorge; do Desenvolvimento Sustentável e Turismo, Márcio Nunes; e da Agricultura e Abastecimento, Norberto Ortigara; o prefeito de Cascavel, Leonaldo Paranhos; o presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, Ademar Traiano; o presidente da Celepar, Leandro Moura; os deputados estaduais Marcel Micheletto, Nelson Luersen, Soldado Adriano José, Luiz Fernando Guerra, Wilmar Reichembach, Tião Medeiros e Coronel Lee; Gugu Bueno, superintendente de Articulação Regional da Casa Civil; Henrique Domakoski, superintendente de Inovação da Casa Civil; e o diretor de coordenação da Itaipu Binacional, general Luiz Felipe Carbonell. (Agência de Notícias do Paraná)

 

SHOW RURAL: Cresol reforça parceria com o BNDES em novo programa de crédito rural

show rural cresol 07 02 2020A Cresol recebeu representantes do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), nesta quinta-feira (06/02), para alinhar as novas linhas do programa de crédito rural. O encontro foi realizado no estande da Cresol no Show Rural Coopavel, em Cascavel (PR).

Presenças - Cledir Magri, presidente da Cresol Confederação, e Adriano Michelon, vice-presidente da Cresol Confederação e Conselheiro do FGCOOP, receberam o BNDES. Pelo banco, estiveram presentes Tiago Peroba, chefe do Departamento de Clientes e Relações Institucionais, e Marcus Vinícius Macedo Alves, gerente de Relacionamento com Clientes.

Modalidade - A modalidade de crédito é voltada às atividades agropecuárias, incluindo a pesca, a aquicultura, a produção florestal e agroindústrias. Com esse produto, os cooperados da Cresol têm uma linha mais estável, sem depender do Plano Safra ou de políticas públicas – a operacionalização será a partir do início de março.

Diferencial - Presidente da Cresol Confederação, Cledir Magri, destacou o produto como mais um diferencial aos cooperados, que em 2020 têm outra opção para investimento.

Ano extraordinário - "Tivemos um ano extraordinário para o Sistema Cresol, somos hoje mais de 550 mil cooperados. Construímos essa história porque estamos Brasil afora com homens e mulheres que acreditam nesse modelo de negócio, mas sobretudo por termos parceiros fortes. Essa modalidade de crédito que o BNDES está construindo vai atender as nossas necessidades e gerar oportunidades de negócios", disse Magri.

Atenção - Vice-presidente da Cresol Confederação, Adriano Michelon elogiou a atenção dedicada pelo BNDES aos cooperados ao longo das duas décadas de relação. "São 20 anos de relacionamento e mais de 100 mil famílias beneficiadas com essa parceria junto ao BNDES. A capacidade da Cresol de relacionamento com o cooperado é o diferencial, mas isso só ganha vida quando encontramos parceiros que permitem isso. A sensibilidade do BNDES nos traz conforto e alegria", acrescentou Michelon.

Histórica - A relação entre Cresol e BNDES é histórica. Os 20 anos de parceria foram transformados em um livro que retrata a trajetória e entregue aos representantes do banco.

Cresol tem espaço moderno no Show Rural - Além do BNDES, a Cresol tem recebido cooperados e visitantes em um moderno estande no Show Rural Coopavel. A feira, uma das maiores do Brasil no segmento agropecuário, termina nesta sexta-feira (07/02). (Imprensa Cresol)

 

SICREDI: Destaque nas quatro variáveis do ranking anual de melhores projeções do Banco Central

sicredi 07 02 2020O “Top 5 Anual” é um ranking divulgado pelo Banco Central do Brasil para classificar as projeções econômicas mensais mais consistentes ao longo do ano e que leva em consideração um Sistema de Expectativas de Mercado. O Sicredi, instituição financeira cooperativa com mais de 4 milhões de associados e presente em 22 estados e no Distrito Federal, é destaque no ranking de 2019 nas quatro variáveis analisadas: IPCA, IGP-M e Taxas de Câmbio e Selic.

Única em todas as variáveis - A instituição financeira cooperativa foi a única participante a estar presente entre os cinco melhores em todas as quatro variáveis de mercado analisadas no “Top 5”. Na categoria Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), utilizado para observar tendências de inflação no país, o Sicredi ocupa a segunda posição no curto-prazo anual. No IGPM-M (Índice Geral de Preços do Mercado), que registra a inflação de preços desde matérias-primas agrícolas e industriais até bens e serviços finais, a instituição foi classificada em quarto lugar, também no curto-prazo anual.

Câmbio - Na Taxa de Câmbio, no curto prazo anual, o Sicredi foi classificado na quinta colocação. O ranking também avaliou as projeções para a Taxa Selic, a taxa básica de juros do Brasil, e a instituição foi classificada em quarto lugar no médio prazo anual. Este é o terceiro ano consecutivo em que o Sicredi figura no Top 5 Anual do BC.

Capacidade - Pedro Ramos, economista-chefe do Sicredi, explica que a presença entre as melhores projeções em quatro indicadores do “Top 5” do Banco Central reforça a capacidade da estrutura que a instituição oferece em análise de mercado e projeções. “Um dos nossos principais diferenciais é o time de especialistas altamente preparado para assessorar a tomada de decisões, o que reflete positivamente na nossa capacidade de gestão de investimentos, beneficiando os nossos mais de 4 milhões de associados e garantido a solidez da nossa atuação. Em um mercado com cenário de constantes mudanças, que acontecem em uma velocidade cada vez maior, estar ‘um passo à frente’ é um diferencial fundamental para uma instituição financeira”, afirma.

Plataforma - Com o objetivo de desmistificar o mercado de investimentos, o Sicredi também lançou, recentemente, a plataforma Investindo Juntos (www.investindojuntos.com.br), ideal para quem tem interesse em aplicar recursos, mas tem dúvidas sobre qual a opção mais adequada.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.800 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

SICREDI VALE DO PIQUIRI: Associados participam de assembleias de prestação de contas no Paraná

A Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP está realizando 49 assembleias de núcleo para prestação de contas aos associados nas cidades onde atua, nos estados de São Paulo e Paraná. De janeiro até agora, já foram realizados 14 eventos no interior do Paraná, que reuniram mais de 6 mil pessoas.

Municípios paranaenses - As assembleias já foram realizadas nos municípios de Engenheiro Beltrão, Luiziana, Iretama, Nova Cantú, Moreira Sales, Peabirú, Mamborê, Iporã, Francisco Alves, Araruna, Ubiratã, Juranda, Roncador e Alto Piquiri. O calendário segue até 31 de março.

Resultados e planejamento - Nas assembleias são apresentados os resultados referentes a 2019 e o planejamento para 2020. Neste ano, em especial, são realizadas as eleições dos conselhos de administração e fiscal. Além disso, haverá alteração no Estatuto Social para adequação sistêmica e atualização perante as novas regulamentações e a prática do mercado.

Troca de experiências - “É uma oportunidade para o associado trocar experiências com outros associados e definir os rumos da nossa cooperativa. É um momento de transparência e de exercer o papel de dono”, destaca Eliane Lima Salvador Sanches, gerente da agência de Ubiratã (PR), onde a assembleia reuniu cerca de 900 pessoas.

Confirmação de presença- Os interessados em participar dos eventos podem confirmar presença na agência em que são associados. A agenda das próximas assembleias estão no site: https://www.sicredi.com.br/html/vale-piquiri/noticias/sicredi-realiza-assembleias-para-prestacao-de-contas-aos-associados/.

Sobre a Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP - A Sicredi Vale do Piquiri é uma cooperativa com 31 anos de história e mais de 141 mil associados, distribuídos em 82 agências. A Cooperativa atua nas regiões Oeste e Noroeste do Paraná, além da Capital e do Abcd Paulista. A instituição se destaca pelo atendimento aos associados e pela preocupação com o desenvolvimento da comunidade.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.700 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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SICOOB: Investindo no digital sem abrir mão do relacionamento com o cooperado

sicoob 07 02 2020O cooperativismo de crédito é conhecido por oferecer taxas e tarifas mais baixas que os bancos tradicionais e por visar o desenvolvimento social e a distribuição de resultados (lucro) aos cooperados. Mas esse não tem sido o único diferencial. O Sicoob, maior instituição financeira cooperativa do País, tem se destacado pelo investimento em novas tecnologias digitais para melhorar a experiência dos cooperados e pelo aumento da rede de atendimento física, com abertura de agências.

Relacionamento direto - “Estamos investindo nos canais digitais e em soluções online para serviços financeiros, mas sem perder o relacionamento direto e interpessoal com o cooperado. Lançamos o SicoobPay, solução de pagamentos instantâneos e o Moob, aplicativo para ampliar o relacionamento institucional com os cooperados e no mesmo tempo seguimos com a expansão das agências”, afirma o diretor de Tecnologia do Sicoob, Antônio Vilaça Júnior.

Transformação digital - Segundo Vilaça, mais de 78% das transações realizadas pelos cooperados, em 2019, foram por meio dos canais digitais. Desse montante, cerca de 56% foram por meio de ferramentas mobile, como os apps do Sicoob e Sicoobcard.

Expansão - “De 2018 para 2019 houve um crescimento de 36% na realização de transações pelos canais de atendimento. No ano passado foram realizadas 4,4 bilhões de transações ante 3,2 bilhões feitas pelos cooperados em 2018. Essa evolução demonstra que as pessoas estão cada vez mais engajadas no modelo cooperativista”, relata Vilaça.

App - No primeiro semestre de 2019, foi disponibilizada nova versão do app Sicoob, modernizando a aparência, usabilidade e contemplando novos serviços. Ao todo, são mais de 200 transações disponíveis para pessoas físicas e jurídicas desde consultas, pagamentos, transferências, depósitos de cheques, depósitos por boleto, recarga de celular, investimentos, contratação de crédito, consórcios, seguros, financiamento de veículos e também o saque com QRCode integrado aos mais de 5.600 terminais de autoatendimento (ATMs) da rede.

Novas contas - A instituição financeira cooperativa observa ainda um incremento de 955 mil novas contas correntes abertas de forma digital pelo aplicativo FaçaParte e também nos pontos físicos de atendimento em 2019. No mesmo período, 576 mil novas contas passaram a acessar os canais digitais, internet e mobile banking.

Racionalização dos custos - Além da comodidade e conveniência proporcionada aos cooperados, o deslocamento das transações dos canais presenciais para os digitais contribuiu para a racionalização de custos e eficiência operacional. Estima-se que em 2019 as cooperativas deixaram de gastar em despesas administrativas e estrutura de pessoal, cerca de R$ 158 milhões comparativamente a 2018, ano em que os canais digitais respondiam por 73% das transações, destaca Vilaça.

Sobre o Sicoob - O Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil, Sicoob, possui 4,6 milhões de cooperados em todo o país e está presente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal. É composto por mais de 420 cooperativas singulares, 16 cooperativas centrais e a Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob (Sicoob Confederação). Integram, ainda, o Sistema, o Banco Cooperativo do Brasil do Brasil (Bancoob) e suas subsidiárias (empresas/entidades de: meios eletrônicos de pagamento, consórcios, DTVM, seguradora e previdência) provedoras de produtos e serviços especializados para cooperativas financeiras. A rede Sicoob é a quinta maior entre as instituições financeiras que atuam no país, com mais de 3,1 mil pontos de atendimento. As cooperativas integrantes do Sistema oferecem aos cooperados serviços de conta corrente, crédito, investimento, cartões, previdência, consórcio, seguros, cobrança bancária, adquirência de meios eletrônicos de pagamento, dentre outras soluções financeiras. Mais informações acesse: www.sicoob.com.br. (Imprensa Sicoob)

 

 

UNIMED PONTA GROSSA: Inaugurada a oitava unidade do laboratório de análises clínicas

unimed ponta grossa 07 02 2020A Unimed Ponta Grossa inaugurou, em janeiro, a oitava unidade da rede própria de análises clínicas, localizada na região da Nova Rússia, na Avenida Dom Pedro II, em Ponta Grossa (PR). Com aproximadamente 200 metros quadrados, o laboratório realiza exames diariamente e conta com sala especial para coleta infantil, vagas de estacionamento, wifi e lanche grátis para pacientes que fazem exames em jejum.

Qualidade e credibilidade - Para o diretor de Mercado e Desenvolvimento da cooperativa médica, Francisco Carlos de Moraes, a abertura de mais uma unidade confirma a capacidade de expansão da rede própria e traz segurança aos clientes. “Nossa rede de laboratórios tem a qualidade e credibilidade da marca Unimed impressas nos profissionais, na estrutura e na tecnologia oferecidos. Isso dá segurança aos nossos pacientes e também aos nossos médicos, que podem contar com resultados confiáveis para os diagnósticos”, ressalta.

Exames e atendimentos - Em 2019, a rede contabilizou a realização de mais de 450 mil exames e cerca de 58 mil atendimentos. Além da Nova Rússia, o Laboratório Unimed está distribuído em bairros-chave de Ponta Grossa, como Uvaranas, Santa Paula, Oficinas, Jardim Carvalho e Estrela. Conta também com uma unidade em Castro e outra em Carambeí. (Imprensa Unimed Ponta Grossa)

 

COPAGRIL: AACC retoma treinos de futsal para crianças na segunda-feira

copagril 07 02 2020A Associação Atlética Cultural Copagril (AACC) retomará na segunda-feira (10/02) os treinos de futsal para crianças de 06 a 15 anos no município de Marechal Cândido Rondon (PR). O projeto social de treinos de futsal atende crianças de forma gratuita, sendo como requisito para participação estarem matriculados e frequentando a escola.

Cadastro - Para cadastro dos atletas no projeto, os treinadores Karl Schmidt, Carlos Eduardo Durks (Dudu) e Ademir Biesdorf estão recepcionando os pais ou responsáveis na sede da associação, em Marechal Cândido Rondon, das 08h00 às 11h30 e das 13h30 às 17h30, até esta sexta-feira (07/02) e também na próxima semana durante o horário de treinos.

Competições - Durante o ano, além de participarem dos treinos, os atletas também participam de competições em diversas localidades, uma mescla de trabalhos que contribuem com o desenvolvimento físico, psicológico e com a manutenção da saúde das crianças que fazem parte do projeto.

AACC - A Associação Atlética Cultural Copagril foi criada por funcionários da Cooperativa Agroindustrial Copagril em 1974 com a finalidade esportiva, social, cultural e de lazer para funcionários da Cooperativa Agroindustrial Copagril e seus familiares.

Programas sociais - A entidade desenvolve diversos programas sociais, somando centenas de crianças e jovens atendidos em projetos esportivos. Por meio de parcerias, a AACC apoia modalidades como voleibol, ginástica rítmica, bolão, bocha, além de manter há mais de 30 anos a escola de futebol de campo e futebol de salão, atendendo crianças das categorias de base. Desde sua fundação a AACC vem cumprindo seu papel em prol da qualidade de vida, sendo um local para confraternização, integração e convivência familiar dos funcionários/associados, seus familiares, dependentes e amigos. (Imprensa Copagril)

 

EVENTO: Contagem regressiva para o X Encontro Técnico Avícola

evento 07 02 2020Em um ano que promete manter o ambiente favorável às exportações da carne de frango brasileira, a cidade de Maringá (PR), importante polo paranaense do setor, inicia contagem regressiva para a realização do X Encontro Técnico Avícola, um dos mais importantes eventos especializados do país. Promovido pela Integra e o Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Paraná (Sindiavipar), o Encontro – que acontece de dois em dois anos - está programado para o período de 21 a 23 de julho no espaço Vivaro.

Público - A previsão é reunir mil participantes, entre especialistas e dirigentes de empresas, para uma agenda de 36 palestras em dois ambientes, a cargo de técnicos renomados e voltadas, principalmente, à atualização tecnológica. Em área anexa, haverá exposição de produtos e serviços.

Desempenho - O astral positivo do segmento avícola se deve ao seu desempenho em 2019, quando bateu recorde de abates no estado, e às projeções otimistas para 2020. De acordo com o coordenador do Encontro Técnico Avícola, Jeferson Vidor, o evento é também o momento para o setor debater e reavaliar suas estratégias visando a aproveitar as oportunidades que estão surgindo.

Abates - No ano passado, as indústrias paranaenses abateram 1,87 bilhão de cabeças, uma alta de 6,43% em comparação a 2018, de acordo com números do Sindiavipar. O estado liderou as exportações de carne de frango em 2019, quando embarcou 1,58 milhão de toneladas, montante que representa 38% do total exportado pelo Brasil.

Exportações - Ao mesmo tempo, as exportações de carne de frango do Paraná aumentaram 4,71% em relação a 2018. As projeções indicam que a produção e as remessas da proteína devem evoluir entre 4% e 6% em 2020.

Países compradores - No ano passado, os principais países compradores da carne de frango paranaense foram a China (290 mil toneladas), África do Sul (139 mil) e Arábia Saudita (127,56 mil). Em receita, o valor chegou a US$ 2,56 bilhões, com aumento de 9,58% em relação a 2018 (US$ 2,34 bilhões).

Informações - Mais informações podem ser obtidas com a CR Eventos, pelo telefone (44) 3031-2057. (Assessoria de Imprensa do evento)

 

TRIBUTO: Projeto propõe valor fixo em real para ICMS de combustível

tributo 07 02 2020O governo deve discutir nesta sexta-feira (07/02) um projeto de lei complementar que altera a forma de cálculo do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre combustíveis, de um percentual para um valor fixo em reais. Conforme se discutia nesta quinta-feira (06/02) nos escalões técnicos, será permitido que cada Estado fixe seu valor, de forma a preservar a arrecadação.

Pronto - O projeto está pronto, segundo informou na manhã desta quinta o presidente Jair Bolsonaro, sem dar mais detalhes. Ele se reuniu ontem com o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, em um encontro que não constava da agenda do ministro. Pelo menos na área técnica, o corte de tributos federais sobre combustíveis não estava em pauta nesta quinta-feira.

Possibilidade - Bolsonaro levantou essa possibilidade na quarta-feira (05/02), ao afirmar que zeraria os tributos federais se os Estados fizessem o mesmo. Em reação, o governador de São Paulo, João Doria, chamou a proposta de “populista” e disse que a iniciativa de reduzir tributos deveria partir do governo federal.

Crítica - Outros governadores também criticaram a forma como o presidente atribuiu a eles a responsabilidade sobre a demora de os cortes de preços nas refinarias se refletirem nas bombas e sugeriram um diálogo “responsável” sobre o tema. Os governadores se articulam em busca de uma proposta e devem se reunir na terça-feira (11/02).

Tema - Nesta quinta pela manhã, Bolsonaro voltou ao tema. Afirmou que tem sido feito de “otário”, pois a Petrobras reduz preços nas refinarias, mas o corte não chega ao consumidor. Nesse caso, disse, seria melhor não reduzir mais os preços.

Live - Mais tarde, em uma “live” na qual assistiu à discussão no Senado dos EUA sobre o pedido de impeachment de Donald Trump, ele disse que os recentes cortes de preços nas refinarias somam 10%. “Na bomba, diminuiu o preço do combustível? Sim ou não? Não. Por quê? Temos de dar resposta a vocês”, afirmou. “Não quero problema com governador, mas a responsabilidade desse preço alto do combustível tem de ser apontada.”

Argumento - Sentado ao lado do ministro da Economia, Paulo Guedes, Bolsonaro afirmou que “cada um tem de fazer sua parte para reduzir a carga tributária.” Os tributos federais sobre combustíveis somaram R$ 27,4 bilhões no ano passado. Os estaduais, R$ 87,3 bilhões. De forma genérica, após falar sobre o corte de impostos feito por Trump, Guedes disse que, com o avanço das reformas, haverá espaço para reduzir tributos também no Brasil.

Arrecadação - O ICMS sobre combustíveis representa em média, 20% da arrecadação dos Estados. Por isso, secretários estaduais de Fazenda e governadores vêm se posicionando contra eventuais mudanças desde a semana passada. Uma fonte da área técnica acredita que, com a possibilidade de cada Estado estabelecer sua tributação de forma a preservar as receitas, a resistência dos governadores diminuirá.

Estabilidade - Os técnicos dizem que, ao mudar o formato da tributação para um valor fixo, os preços passarão a ter mais estabilidade. Hoje, o ICMS é de até 30% sobre o preço do litro. A implementação dessa mudança, porém, não é algo tão simples, segundo Rodrigo Dalla Pria, professor de Direito Tributário do Instituto Brasileiro de Direitos Tributários (Ibet). Ele explicou que cada Estado terá liberdade para fixar sua tributação nas operações internas. O problema seria chegar a um entendimento sobre as alíquotas nas operações interestaduais.

Unificação - “O ICMS é um tributo nacional que requer unificação”, acrescentou. “É esse o propósito da reforma tributária.” A uniformização de alíquotas é defendida há anos pela Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis), disse seu presidente, Paulo Miranda Soares. Simplificaria a apuração do tributo e diminuiria a sonegação. Evitaria também distorções de mercado nas divisas estaduais. “A diferença de preço entre Rio e São Paulo é de R$ 1,00 por litro”, exemplificou.

Tentativas fracassadas - As tentativas de unificar alíquotas do ICMS de combustíveis por meio do Conselho de Política Fazendária (Confaz) fracassaram pela resistência de São Paulo e Paraná, segundo Soares. O primeiro tem a alíquota mais baixa do país, de 25%, ante uma média nacional de 28%. Ou seja: com a uniformização, haveria uma tendência de elevação para o consumidor paulista. (Valor Econômico)

 

IPCA: Inflação oficial fica em 0,21% em janeiro, diz IBGE

ipca 07 02 2020O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial, ficou em 0,21% em janeiro deste ano. Essa é a menor taxa para o mês desde o início do Plano Real, em 1994. A taxa é inferior ao 1,15% de dezembro e ao 0,32% de janeiro de 2019. O IPCA acumula taxa de 4,19% em 12 meses, abaixo dos 4,31% registrados nos 12 meses anteriores. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (07/02) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

Despesas - Entre os responsáveis por frear a inflação em janeiro foram os segmentos de saúde e cuidados pessoais, que teve deflação (queda de preços) de 0,32%, vestuário (deflação de 0,48%) e artigos de residência (deflação de 0,07%).

Alimentos - Os alimentos continuaram registrando inflação (0,39%), mas em um ritmo bem menor do que a taxa observada em dezembro (3,38%), o que também contribuiu para a queda do IPCA de dezembro para janeiro.

Principal item - O pesquisador do IBGE Pedro Kislanov destaca que o recuo de 4,03% do preço das carnes foi o principal item individual responsável pela queda da taxa de inflação oficial em janeiro. “Tivemos uma alta muito grande no preço das carnes, nos últimos meses do ano passado, devido às exportações para a China e alta do dólar que restringiram a oferta no mercado interno. Agora, percebemos um recuo natural dos preços, na medida em que a produção vai se restabelecendo para atender ao mercado interno”.

Demais grupos - Os demais grupos tiveram as seguintes taxas de inflação: transportes (0,32%), habitação (0,55%), despesas pessoais (0,35%), educação (0,16%) e comunicação (0,12%).

Cálculo - O IPCA de abril foi calculado com base na nova cesta de produtos e serviços, atualizada pela Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2017-2018, que reflete mudanças nos hábitos de consumo da população brasileira. Pela primeira vez, um robô virtual coletou variações de preços do transporte por aplicativo. (Agência Brasil)

 

ECONOMIA: Poupança tem maior retirada líquida da história em janeiro

economia 07 02 2020Com os rendimentos comprometidos por causa da queda dos juros, o interesse na caderneta de poupança começou 2020 em baixa. Em janeiro, os investidores retiraram R$ 12,36 bilhões a mais do que depositaram na aplicação, informou nesta quinta-feira (06/02) o Banco Central. Essa foi a maior retirada mensal líquida da história desde o início da série, em 1995.

Recorde anterior - O recorde anterior tinha sido registrado em janeiro de 2016, quando a retirada líquida somou R$ 12,03 bilhões. Tradicionalmente, o primeiro mês do ano apresenta forte retirada de recursos da poupança. Isso porque a população usa parte das reservas financeiras para cobrir gastos de início de ano, como impostos, material escolar e quitar as compras de Natal.

Mais depósitos - Até 2014, os brasileiros depositavam mais do que retiravam da poupança. Naquele ano, as captações líquidas chegaram a R$ 24 bilhões. Com o início da recessão econômica, em 2015, os investidores passaram a retirar dinheiro da caderneta para cobrir dívidas, em um cenário de queda da renda e de aumento de desemprego.

Maior retirada - Em 2015, R$ 53,57 bilhões foram sacados da poupança, a maior retirada líquida da história. Em 2016, os saques superaram os depósitos em R$ 40,7 bilhões. A tendência inverteu-se em 2017, quando as captações excederam as retiradas em R$ 17,12 bilhões, e em 2018, com captação líquida de R$ 38,26 bilhões. Em 2019, a poupança registrou captação líquida de R$ 13,23 bilhões.

Rendimento - Com rendimento de 70% da Taxa Selic (juros básicos da economia), a poupança está atraindo menos recursos porque os juros básicos estão no menor nível da história. Com a Selic em 4,25% ao ano, o investimento está cada vez rendendo menos.

2019 - Em 2019, a aplicação rendeu 4,26%, segundo o Banco Central, contra inflação oficial de 4,31% pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

2020 - Para 2020, o Boletim Focus, pesquisa com instituições financeiras divulgada pelo Banco Central, prevê inflação oficial de 3,4% pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Com a atual fórmula de rendimento, a poupança renderá 2,975% em 2020, caso a Selic permaneça em 4,25% ao longo de todo este ano. (Agência Brasil)

 

CÂMBIO I: Dólar passa de R$ 4,28 e fecha no maior nível desde criação do real

cambio 07 02 2020Em um dia marcado por forte volatilidade no mercado financeiro, o dólar subiu e voltou a fechar no maior valor nominal desde a criação do real. O dólar comercial encerrou a quinta-feira (06/02) vendido a R$ 4,286, com alta de R$ 0,047 (1,11%).

Abertura em baixa - A divisa chegou a abrir em baixa. Na mínima do dia, por volta das 9h, caiu abaixo de R$ 4,22. O câmbio, no entanto, reverteu o movimento e passou a subir no início da tarde, até encerrar na máxima do dia. O dólar acumula alta de 6,8% em 2020. O euro comercial também subiu e fechou o dia em R$ 4,703, alta de 0,93%.

Intervenção - Nem a intervenção do Banco Central (BC) segurou a cotação. Hoje, a autoridade monetária leiloou US$ 650 milhões para rolar (renovar) contratos de swap cambial – que equivalem à venda de dólares no mercado futuro – com vencimento em abril.

Ações - A turbulência repetiu-se no mercado de ações. Depois de três dias seguidos de alta, o índice Ibovespa, da B3 (antiga Bolsa de Valores de São Paulo), fechou o dia com queda de 0,72%, aos 115.190 pontos.

Receio - A sessão foi marcada pelo receio de que o novo vírus descoberto na China traga impactos para a segunda maior economia do planeta. O confinamento dos habitantes de diversas cidades afetadas pela doença reduz a produção e o consumo da China. O anúncio de que o governo chinês reduzirá tarifas de US$ 75 bilhões sobre produtos norte-americanos, aliviando a guerra comercial, não acalmou os mercados.

Impacto - A expectativa de desaceleração da economia chinesa impacta diretamente países como o Brasil, que exporta diversos produtos, principalmente commodities (bens primários com cotação internacional) para o país asiático. Com menos exportações, menos dólares entram no país, pressionando a cotação.

Selic - A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central de reduzir a taxa Selic – juros básicos – para 4,25% ao ano, o menor nível da história, também interferiu nas negociações. Juros mais baixos desestimulam a entrada de capitais estrangeiros no Brasil, também puxando a cotação para cima. (Agência Brasil)

 

CÂMBIO II: Dólar atinge novas máximas históricas com força da economia dos EUA

cambio II 07 02 2020O dólar comercial vem testando novas máximas históricas desde o início do pregão desta sexta-feira (07/02), reagindo a dados econômicos dos Estados Unidos que fortalecem a moeda americana contra praticamente todas as outras divisas do mundo. Perto de 12h20, a moeda americana subia 0,87%, aos R$ 4,3219, após tocar R$ 4,3229 na máxima por ora.

Postos de trabalho - Segundo o Departamento de Trabalho dos EUA, a economia do país criou 225 mil postos de trabalho em janeiro, número muito superior às 158 mil vagas estimadas por economistas consultados pelo Wall Street Journal. Meses anteriores também tiveram revisões positivas. Já o ganho salarial por hora trabalhada teve alta anual de 3,1%, contra previsão de elevação de 3%.

Resiliência - Os números ajudam a confirmar a resiliência da economia americana em um momento onde não apenas a zona do euro - cuja moeda é a principal componente do índice DXY - continua enfraquecida, como também o surto de coronavírus na China pesa sobre os preços das commodities - e as moedas de países produtores.

Visão - "Tínhamos uma visão um pouco menos otimista no início do ano para o dólar, que parecia querer passar a cair contra algumas outras moedas commodities. Aí veio o coronavírus e mudou tudo", diz José Faria Junior, diretor da WIA Investimentos. "Quando se olha o quadro externo, vemos segue bastante benigno para o dólar."

Conjuntura - Ele nota que a conjuntura do Brasil também não ajuda, com falta de fluxo comercial, dados ainda titubeantes da economia brasileira e uma Selic baixa. "A interrupção dos cortes da Selic ajuda o real, mas um juro em 4,25% ainda é baixo quando se tem o México pagando 7,25%", explica.

Curva - Na curva de juros, a aceleração do dólar fez com que as taxas saíssem das mínimas do dia, embora o movimento de queda continue predominante. Nos trechos mais longos, os juros abandonaram um pouco da queda observada mais cedo, mas se mantiveram perto da estabilidade. Assim, a taxa do DI para janeiro de 2022 cedia de 5,02% no ajuste anterior para 4,99%, enquanto a do DI para janeiro de 2027 passava de 6,47% para 6,54%.

(Valor Econômico)

 

IPEA: Indicador registra recuo de 2% nos investimentos em dezembro

ipea 07 02 2020Investimentos recuaram 2% em dezembro de 2019 no Brasil, de acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O recuo, em relação a novembro, foi verificado no chamado Indicador Ipea Mensal de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), que mede os investimentos em aumento da capacidade produtiva da economia e na reposição da depreciação do seu estoque de capital fixo.

Quarto trimestre - O mesmo comportamento foi observado no acumulado do quarto trimestre de 2019, que fechou com retração de 2,7%. Em dezembro, os investimentos de máquinas e equipamentos tiveram retração de 6,8%. A construção civil teve variação negativa de 1,6% e os outros ativos fixos, queda de 1,2%.

Dessazonalizados - A comparação refere-se aos números dessazonalizados, ou seja, excluindo-se a influência de determinados fatores de épocas do ano na economia. Com isso, é possível comparar os resultados obtidos em meses distintos. O FBCF é calculado pelo investimento feito em três segmentos: máquinas e equipamentos, construção civil e outros ativos fixos.

Acumulado - No acumulado em doze meses, os investimentos encerraram o ano de 2019 com avanço de 2,1% e a demanda interna por máquinas e equipamentos com alta de 3,1%. Os investimentos por meio de construção civil fecharam o ano passado com alta de 0,5%, esse foi o primeiro resultado positivo nessa base de comparação desde 2013.

Queda - Na comparação com dezembro de 2018, o FBCF registrou queda de 2,2%. Na avaliação por segmento, na comparação com dezembro de 2018, o desempenho negativo foi bastante disseminado. Enquanto a construção civil recuou 3,7%, máquinas e equipamentos tiveram retração de 1,7%. Apenas os outros ativos fixos tiveram desempenho positivo: cresceram 1,7%. (Agência Brasil)

 

CÂMARA DOS DEPUTADOS: Autonomia do Banco Central poderá ser votada após o Carnaval

camara 07 02 2020A proposta (PLP 112/19) sobre autonomia do Banco Central (BC) deve ser votada logo após o Carnaval. Nesta quinta-feira (06/02), o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e um grupo de deputados estiveram com o presidente do BC, Roberto Campos Neto, para negociar uma série de visitas às bancadas partidárias para tirar dúvidas e ampliar o apoio ao texto.

Bancadas - Segundo o líder do MDB, deputado Baleia Rossi (MDB-SP), a partir da próxima semana o relator da proposta, deputado Celso Maldaner (MDB-SC), e o presidente do BC conversarão com as bancadas para mostrar a importância do projeto no combate à inflação e no fortalecimento da moeda brasileira. Rossi afirmou que Rodrigo Maia deve colocar o texto para ser votado logo após o Carnaval, na primeira semana de março.

Mandatos - O projeto cria mandatos para o presidente e para os diretores do Banco Central. O deputado Celso Maldaner alterou o texto para assegurar o mandato do atual presidente do BC e de mais dois diretores até 29 de fevereiro de 2024.

Ajuste - O ajuste foi necessário porque o texto anterior dizia apenas que os mandatos do presidente e de dois diretores se iniciariam em março de 2020. Isso porque o governo, autor da proposta, acreditava que o projeto seria aprovado ainda em 2019.

Diretores - Os demais seis diretores do banco poderão ser trocados, dois por ano, a partir do ano que vem. Como o texto admite uma recondução por iniciativa do presidente da República, pelo menos dois diretores poderão ficar até 2026, já que seus mandatos se encerrariam em 28 de fevereiro de 2022, ainda dentro do atual governo.

Política econômica- A vigência dos mandatos durante a gestão de outro presidente da República é uma das críticas que a deputada Gleisi Hoffmann (PT-PR) faz à proposta. “O Banco Central definiria praticamente a política econômica; e eles também querem que o BC se preocupe apenas com a estabilidade de preços e a estabilidade financeira. Não falam nada sobre a estabilidade de emprego e sobre o desenvolvimento do País”, criticou.

Necessidade - Maldaner, porém, defendeu a necessidade de votar o texto. “Faz 30 anos que se fala em autonomia do Banco Central, e todos os países desenvolvidos têm essa autonomia”, disse. Segundo ele, a proposta garantirá estabilidade para os investidores nacionais e internacionais. “É uma pauta muito proativa para o crescimento do País”, afirmou. (Agência Câmara)

 

LEVANTAMENTO: Indicadores apontam economia do Paraná em ascendência

levantamento 07 02 2020Entre janeiro e dezembro de 2019, o Paraná acelerou o ritmo da produção industrial, esteve entre os maiores geradores de emprego do País e manteve curvas ascendentes na agricultura e no comércio. Esse é o resumo dos principais indicadores econômicos do Estado no ano passado. Eles mostram desempenho acima da expectativa em todos os setores e recuperação que ajudou a impulsionar a evolução do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.

Bom momento - Para o governador Carlos Massa Ratinho Junior, o bom momento do Paraná é amparado pela confiança dos empresários e por políticas públicas de estímulo ao emprego, ao comércio, desburocratização e infraestrutura. “Os resultados econômicos de 2020 tendem para continuidade do crescimento e possivelmente um novo salto”, destacou o governador.

Iniciativas - Entre as iniciativas estaduais que repercutem no desempenho econômico estão o programa Descomplica, de desburocratização no processo de abertura de empresas, a conquista da autonomia dos portos do Paraná, o programa Voe Paraná, a retirada de mais de 60 mil itens do regime de substituição tributária, a modernização tecnológica da Junta Comercial, o fortalecimento de um sistema estadual de fomento e o programa Paraná Trifásico, de transformação da rede elétrica no campo.

Ritmo forte - “Mesmo com uma safra aquém das expectativas entre 2018 e 2019, o Paraná conseguiu impor um ritmo forte na economia, liderando a produção industrial, agregando valor aos produtos do campo. Também aumentamos a atração de investimentos privados, que ultrapassaram R$ 23 bilhões”, afirmou o governador. “Esse ritmo foi alcançado pelo esforço de produtores, cooperativas e empresários paranaenses, com apoio da bancada federal e dos deputados estaduais”.

Resultados - De acordo com o boletim econômico da Secretaria da Fazenda, a atividade econômica cresceu 2,11% no Paraná no acumulado até novembro de 2019. O índice é resultado de uma projeção do Banco Central e se manteve positivo em todos os últimos meses, acompanhando a tendência nacional.

PIB - O Produto Interno Bruto (PIB), calculado pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes), evoluiu nos nove primeiros meses de 2019 e deve atingir 0,7% no resultado acumulado do ano, em contraste com a queda de 0,4% observada em 2018 e em três dos últimos cinco anos já analisados - 2014, 2015 e 2016.

Terceiro trimestre - No 3º trimestre do ano passado o crescimento foi de 1% em relação ao mesmo período de 2018. O índice foi puxado pela evolução do setor agropecuário e da indústria. Em 2019, o saldo da balança comercial do Estado foi de superavit de US$ 3,54 bilhões.

Emprego - O Paraná foi um dos quatro Estados que aceleraram a geração de emprego no País em 2019, com saldo de 51.441 vagas abertas, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Foi o melhor índice dos últimos seis anos, com crescimento de 24,28% em relação a 2018. Houve avanços nos indicadores de todos os setores, da construção civil ao comércio.

Indústria - O Estado também acumulou crescimento de 5,4% na produção industrial entre janeiro e novembro. É o maior índice do País e o melhor resultado desse recorte desde 2011, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Apenas oito dos quinze locais pesquisados no País registraram variação positiva entre janeiro e novembro de 2019, e o balanço nacional recuou -1,1% no período.

Comércio - No comércio varejista ampliado (que engloba todos os setores), a evolução foi de 3%, de acordo com o IBGE. O índice acumulado dos onze meses é um comparativo com o mesmo período de 2018 e foi puxado pelo crescimento das vendas de materiais de construção (10,1%), veículos, motos, partes e peças (9%) e itens de uso pessoal ou doméstico (17%). A variação nacional apontou crescimento de 3,8%.

Novas empresas - O Paraná também encerrou 2019 com saldo de 111.616 novas empresas, segundo dados da Junta Comercial. Foram 182.437 aberturas, crescimento de 5% em relação a 2018, e 70.821 baixas. A média paranaense em 2019 foi de cerca de 15 mil aberturas por mês. A digitalização da instituição permitiu zerar uma fila de espera de mais de dois mil pedidos no começo do ano passado.

Agro - Em 2019, o Paraná consolidou a 3ª posição no ranking nacional das exportações agropecuárias, correspondendo a 13,02% do volume brasileiro, atrás apenas do Mato Grosso (17,22%) e São Paulo (15,63%). O agronegócio foi responsável por cerca de 77,6% das exportações do Paraná em 2019.

Avicultura - A produção avícola paranaense, por exemplo, superou as previsões otimistas do setor. O Estado encerrou o ano com recorde de abate de frangos, chegando a marca de 1,87 bilhão de cabeças. O número é 6,43% maior ao registrado em 2018, marcando o recorde para a produção em um ano. Os dados são do Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Paraná (Sindiavipar). O Paraná ainda se manteve como principal exportador de carne de frango do País, com 38% do volume total.

Carne suína - As exportações de carne suína, matriz econômica em que o Paraná também é protagonista, geraram US$ 1,4 bilhão em receita no País entre janeiro a novembro de 2019, e registraram crescimento de 27,9% em relação a 2018.

Perspectivas para 2020 - A previsão otimista para 2020 tem como base a supersafra de grãos do verão, a conquista do novo status sanitário e a consolidação das conquistas de infraestrutura, com potencial de atrair novos investimentos. Ao mesmo tempo, a projeção do Fundo Monetário Internacional (FMI) aponta evolução de 2,2% no PIB brasileiro neste ano.

Ânimo - “Estamos muito animados. A economia brasileira tem dado sinais de crescimento mais constante com as políticas de austeridade e o Paraná deve ser um grande protagonista nesse cenário. Estamos nos preparando para aumentar a produção de alimentos e para tornar o Estado um hub logístico da América do Sul”, destacou o governador.

Produção - A safra paranaense de grãos de verão 2019/2020 pode chegar a 23,4 milhões de toneladas, valor 19% superior ao da safra anterior, segundo estimativas da Secretaria de Agricultura e Abastecimento.

Vacinação - A suspensão da vacinação contra a febre aftosa nos rebanhos paranaenses deve ampliar o acesso a novos mercados para os produtores locais. Em setembro de 2020 haverá reconhecimento pelo Ministério da Agricultura e, em 2021, pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). O novo status sanitário permitirá dobrar as exportações de carne suína, por exemplo.

Confiança - Há otimismo por parte do empresário paranaense. O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC) cresceu 15,3% em novembro relação ao mesmo mês de 2018. A Pesquisa de Opinião do Empresário do Comércio, Serviços e Turismo da Fecomercio também mostra que 69% dos empresários do Estado têm expectativa favorável para o 1º semestre.

Otimismo - O Índice de Confiança do Empresário Industrial do Paraná (ICEI) de janeiro de 2020 acompanha o otimismo em relação à economia, em especial com o indicador de expectativas: crescimento para 71,8 pontos em janeiro 2020 contra 71,5 registrados em dezembro 2019. Na pesquisa mensal, realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) com empresários do setor no Paraná, 59% também informaram ter intenção de fazer novos investimentos nos próximos seis meses. (Agência de Notícias do Paraná)

 

SAÚDE: Vacinação contra sarampo começa na segunda-feira

saude 07 02 2020A primeira etapa da Campanha Nacional de Vacinação contra o sarampo deste ano começa na segunda-feira (10/02) e vai até o dia 13 de março. Para iniciar a campanha, o Paraná tem o quantitativo de mais de 1,245 milhão de doses da vacina.

Circulação do vírus - “O objetivo desta campanha é interromper a circulação do vírus e garantir alta cobertura vacinal no Estado, que hoje está com cerca de 90% para as crianças de um ano quando o ideal seria de 95% em todas as faixas etárias”, disse o secretário estadual da Saúde, Beto Preto. “A vacina é a única forma de proteção e está disponível nas Unidades de Saúde do Paraná”, acrescentou.

Estratégias - Segundo ele, o Paraná acompanha as estratégias definidas pelo Ministério da Saúde, porém define ações diferenciadas para conter a transmissão do vírus no Estado. A campanha nacional preconiza que nesta primeira etapa seja vacinado o público de cinco a 19 anos, entretanto, analisando os casos de sarampo no Paraná, a faixa etária de 20 a 29 anos é a mais acometida pela doença e, como forma de quebrar a transmissão do vírus, o Estado adota uma campanha contemplando as pessoas de cinco até 59 anos.

Faixa etária - “A maioria dos casos confirmados de sarampo está na faixa etária de 20 a 29 anos, e por esse motivo o Paraná, além de antecipar a campanha para este grupo que seria apenas em agosto, também fará a estratégia de vacinação indiscriminada, ou seja, todas as pessoas nessa faixa etária devem procurar as unidades de saúde para se vacinar”, explicou a chefe da Divisão de Vigilância do Programa de Imunização da Secretaria, Vera Rita da Maia.

Seletiva - Para as demais idades, de cinco a 19 anos e dos 30 aos 59, a vacinação é seletiva. É necessário levar o comprovante vacinal para verificação do esquema, pela unidade de saúde, pois somente será imunizada a pessoa que nunca recebeu a dose ou que esteja com o esquema vacinal incompleto.

Dia D - O secretário nacional de Vigilância em Saúde, Wanderson Kleber de Oliveira, estará em Curitiba dia 15 (sábado), dia D de mobilização nacional, para abertura da campanha nacional e incentivar a vacinação contra o sarampo. A Capital paranaense foi escolhida pelo alto número registrado de casos de sarampo.

Boletim - O novo boletim epidemiológico do sarampo divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde nesta quinta-feira (06/02) confirma 23 novos casos da doença no Paraná. O número subiu de 808 na semana passada para 831 e permanecem em investigação 1.653.

Confirmações - Cerca de 60% das confirmações foram registradas na capital paranaense. O público mais atingido pela doença são os jovens de 20 a 29 anos, com 435 casos confirmados, seguido das pessoas entre dez e 19 anos, com 216.

Registro - No Paraná, após 20 anos sem o registro da doença, em agosto de 2019 foi confirmado o primeiro caso de sarampo na Região Metropolitana de Curitiba, em Campina Grande do Sul.

Capacitação - O Paraná possui 1.852 salas de vacinação dentro das Unidades Básicas de Saúde (UBS). Já como uma política de intensificar ainda mais a cobertura adotada pela Secretaria, no final do ano passado, com apoio do Programa Nacional de Imunização (PNI) do MS, foi promovido um treinamento inédito envolvendo mais de 1.200 profissionais de saúde dos 399 municípios do Paraná.

Sensibilização - Os participantes foram sensibilizados sobre a importância das vacinas e do papel que eles exercem como profissionais que atuam na linha de frente, em contato direto com a população. “Nosso objetivo é capacitar constantemente todos os profissionais de saúde que atuam diretamente com a população, motivando para que sejam os nossos interlocutores e levem a cada cidadão a informação correta sobre as vacinas que fazem parte do calendário vacinal da rede do Estado”, enfatizou o secretário Beto Preto.

Rede de educação - A Secretaria organiza a rede de educação permanente sobre vacinação, oferecendo cursos e capacitações para os servidores das 22 Regionais de Saúde.

Doença - O sarampo é uma doença infecciosa, transmitida por vírus e que pode ser contraída por pessoas de qualquer idade. As complicações decorrentes do sarampo são mais graves em crianças menores de cinco anos e podem causar meningite, encefalite, pneumonia, entre outras. O vírus é transmitido pela respiração, fala, tosse e espirro. As micropartículas virais ficam suspensas no ar, por isso o alto poder de contágio da doença.

Sintomas - Os sintomas mais comuns são febre alta, tosse, coriza, conjuntivite, exantema (manchas avermelhadas na pele que aparecem primeiro no rosto e atrás da orelha e depois se espalham pelo corpo), outros sintomas como cefaleia, indisposição e diarreia também podem ocorrer.

Atenção - Como não existe tratamento específico para o sarampo, é importante ficar atento com o aparecimento dos sintomas. Os doentes ficam em isolamento domiciliar ou hospitalar por um período de sete dias a partir do aparecimento das manchas vermelhas no corpo.

Vacinação- A vacina contra o sarampo é gratuita e faz parte do Calendário Nacional de Vacinação. A Secretaria da Saúde orienta para que a população fique atenta às datas da carteira de vacinação e aos registros de doses.

Aplicações - A dose zero deve ser aplicada em crianças entre seis e onze meses. A primeira dose deve ser aos 12 meses de vida com a vacina tríplice viral (que previne sarampo, caxumba e rubéola), e a segunda dose aos 15 meses de vida com a vacina tetra viral (que previne sarampo, rubéola, caxumba e varicela/catapora).

Até 29 anos - A população com até 29 anos deve receber duas doses da vacina. E para as pessoas que estão no grupo com idade entre 30 e 49 anos basta ter o registro de uma dose.

Amamentando - Mulheres que estão amamentando podem ser vacinadas. E aquelas que desejam engravidar, devem aguardar no mínimo 30 dias após receber a dose da vacina. Todos os profissionais da área da saúde devem ser vacinados com as duas doses da tríplice viral em qualquer faixa etária.

Contraindicação - Não tem indicação para tomar a vacina pessoas com a imunidade baixa, mulheres grávidas e menores de seis meses de idade e pacientes que tomam medicações imunossupressoras. (Agência de Notícias do Paraná)

 


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