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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4756 | 04 de Fevereiro de 2020

SHOW RURAL: Novo espaço dedicado ao cooperativismo impressiona visitantes

Cerca de três mil pessoas passaram pela Casa Paraná Cooperativo no primeiro dia do Show Rural Coopavel, nesta segunda-feira (03/02). O evento segue até sexta-feira (07/02), em Cascavel (PR). “Recepcionamos mais de 30 ônibus  com cooperados da Coopavel, Copacol, Coagru, Coagro e Coasul. Além disso, recebemos muitos convidados e visitas de comitivas do Ceará, Rondônia, Alagoas, além de representantes do governo, do Sistema OCB e de empresas parceiras do agronegócio ”, conta o coordenador de Comunicação do Sistema Ocepar, Samuel Milléo Zanello Filho. “Até o final do evento, a expectativa é recepcionar mais de 180 ônibus”, completa o analista de Cooperativismo do Sescoop/PR, Rodolfo Antonio Bonetti. Saiba mais sobre o Show Rural Coopavel 2020 em www.showrural.com.br.

Entrevistas -  A Rádio Paraná Cooperativo conversou com alguns cooperados que visitaram o espaço. Ouça aqui

Fotos - A cobertura fotográfica do primeiro dia de evento na Casa Paraná Cooperativo  está disponível no Flickr do Sistema Ocepar:  //www.flickr.com/photos/136575291@N02/albums/">https://www.flickr.com/photos/136575291@N02/albums/>

 

SHOW RURAL: 47 mil visitantes no primeiro dia do evento

show rural publico 04 02 2020Em entrevista à reportagem do Paraná Cooperativo, o presidente da Copavel, Dilvo Grolli, contou que o público que circulou pelo Show Rural nesta segunda-feira (03/02) foi recorde para o primeiro dia de evento, sendo que passaram pelo parque 47.094 pessoas. Na edição anterior foi registrado o antigo recorde para o dia inaugural de visitações, quando foram recebidas 36.112 pessoas em 4 de fevereiro de 2019. Um dos maiores do mundo em transmissão de novos conhecimentos para o campo, o Show Rural Coopavel conta com a participação de 650 expositores e a estimativa financeira para os cinco dias da mostra é de R$ 2 bilhões.

Clique aqui e confira a entrevista com o presidente da Coopavel, Dilvo Grolli

 

SHOW RURAL: Governador visita o evento nesta quarta-feira

show rural gov 04 02 2020A assessoria do Palácio do Planalto confirmou, no fim da tarde desta segunda-feira (03/02), que o governador do Paraná, Ratinho Júnior, estará em Cascavel na quarta-feira (05/02). Ele visitará o 32º Show Rural Coopavel às 14h, quando será recepcionado pelo presidente da cooperativa Dilvo Grolli e pelo coordenador geral do evento, Rogério Rizzardi. Às 15h, Ratinho concederá entrevista coletiva à imprensa.

Anúncio oficial - O governador virá à cidade acompanhado de secretários e deverá fazer, durante o evento, anúncio oficial de obras estruturais para a cidade. A agenda oficial de autoridades para esta terça-feira (04/02), é a seguinte: prefeito Leonaldo Paranhos, vice-governador de Rondônia José Atílio Salazar Martins, secretário da Agricultura de Rondônia Evandro Padovani, e de diretorias de empresas como Petersen Matex, Cargill, Basf, Plug and Play, Totvs, Aruba, Crea-PR, Ihara e Alltech. (Imprensa Coopavel)

 

SHOW RURAL: Inauguração da Boulevard Cresol marca início de atividades do SRD

show rural cresol 04 02 2020O presidente da Coopavel, Dilvo Grolli, e o vice-presidente da Central Cresol, Edson Vieira, inauguraram oficialmente, na manhã desta segunda-feira (03/02), a Boulevard Cresol, dando início assim às atividades do Show Rural Digital, uma das atrações do Show Rural Coopavel que seguirá até sexta (07/02), em Cascavel, no Oeste do Paraná.

Extensão - A avenida tem uma extensão de cerca de 100 metros e está no meio da estrutura física de cinco mil metros abriga o Show Rural Digital. Um passeio de alguns poucos passos coloca o visitante em frente a algumas das maiores e mais inovadoras empresas do mundo. “Em poucos metros é possível fazer uma volta ao mundo, ir dos Estados Unidos à China, por exemplo”, diz o coordenador geral do SRD José Rodrigues da Costa Neto.

Empresas - Às margens da Boulevard Cresol estão empresas como AWS (Amazon), Microsoft, Totvs, Huawei, HP e muitas outras. “É a tecnologia à disposição de cada um de nós e das empresas, promovendo soluções fantásticas”, diz Dilvo Grolli. “A inovação é um caminho sem volta e dita as regras de um novo tempo e todos precisamos estar conectados”, informa Edson Vieira.

Atrações - Na avenida, além de um passeio para ampliar a rede de contatos, é possível sentar, descansar, tomar um café e ainda utilizar ilhas com tomadas para recarregar o celular. Outras atrações do SRD são o Boot Camp, o Fórum de TI de Cooperativas do Brasil e Paraguai e o Iguassu Valley Connect/Fórum de Inovação. Uma das novidades é uma arena para demonstrações e testes de drones, rovers e veículos movidos a energias alternativas. (Imprensa Coopavel)

 

SHOW RURAL: Maratona de tecnologia começa com 17 desafios em sua agenda

show rural hacka 04 02 2020Quinze equipes trabalham desde às 9h desta segunda-feira (03/02) para resolver 17 problemas comuns ao cotidiano do agronegócio. São 75 pessoas, com diferentes habilidades e conhecimentos, integradas aos desafios do Hackathon, uma das sensações da programação do Show Rural Digital. Os facilitadores são ligados à Acic Labs, Fiep/Senai e ao Sebrae.

Ideias - O vice-presidente da Microempresa e um dos criadores do laboratório de tecnologia e inovação da Acic, Siro Canabarro, informou, na abertura dos trabalhos, que para cada ideia existem pelo menos cinco mil iguais no mundo. “Não há ideias únicas, o que ocorre nesse novo grande cenário é a execução, o colocar na prática um projeto que pode se tornar um grande sucesso”.

Finalização - Os trabalhos deverão ser finalizados em prazo estimado em mais de 36 horas. Depois, serão apresentados e defendidos em pitches. Uma comissão especialmente formada terá por atribuição escolher os melhores trabalhos. O vencedor receberá como prêmio uma viagem a um dos mais importantes ecossistemas de inovação do mundo – ano passado a equipe foi para a Califórnia.

Prêmios - O segundo e terceiro colocados ganharão prêmios em dinheiro. O anúncio dos vencedores ocorrerá na manhã desta quarta-feira (05/02), na Arena Paraná, no SRD. O patrocinador máster do hackathon é a Cresol. (Imprensa Coopavel)

 

SHOW RURAL: Embrapa enfatiza necessidade de diversificação de culturas para melhoria da qualidade do solo

show rural embrapa 04 02 2020Para demonstrar os prejuízos da compactação do solo e a importância da diversificação de culturas nos sistemas de produção, a Embrapa irá promover demonstrações de boas práticas agrícolas para manutenção e recuperação da qualidade do solo na Vitrine de Tecnologias da Embrapa no Show Rural Coopavel, evento realizado de 2 a 7 de fevereiro, em Cascavel (PR).

Manejo - Na estação de Manejo do Solo e de Plantas de Cobertura, na Vitrine da Embrapa, uma parte da área foi compactada propositalmente e a outra é um exemplo de solo produtivo. “Nosso objetivo é facilitar a visualização dos efeitos dessas duas práticas”, explica o pesquisador Osmar Conte, da Embrapa Soja. Com este objetivo, foi aberta uma trincheira de aproximadamente 1,5 metro de profundidade em que será possível visualizar as características e o comportamento das raízes de soja nestas duas condições. “A ideia é mostrar aos visitantes do evento a vantagem de se ter um sistema radicular abundante e extenso, enfatizando o potencial de produção de raiz”, destaca o pesquisador.

Painel - Também há um painel demonstrativo com raízes reais de oito espécies (braquiária ruziziensis, capim sudão, milheto, milho 1ª safra, milho 2ª safra, soja, crotalária ochroleuca e crotalária spectabilis). As raízes de braquiária ruziziensis a serem demonstradas chegam a 2,8 metros de profundidade e o volume radicular de uma única planta ocupa uma largura de 30 cm em toda a sua extensão, representando uma produção potencial de raízes impressionante, de cerca de 20 t/ha. De acordo com Conte, as raízes, muitas vezes, são uma parte negligenciada na planta, mas que precisa ter papel de destaque. “O sistema radicular profundo é de extrema importância para que a planta absorva melhor os nutrientes, consiga buscar água em níveis diferentes do solo e até mesmo incorpore carbono e matéria orgânica”, diz.

Plantas de cobertura - Outra iniciativa é a demonstração de plantas de cobertura, que são alternativa para a diversificação de culturas e melhoria da qualidade do solo. Os visitantes poderão visualizar a campo: capim sudão, braquiária ruziziensis, crotalária ochroleuca, crotalária spectabilis, milheto e ainda um mix de culturas contendo milheto, crotalária, braquiária e trigo mourisco.

Ferramenta - “As plantas de cobertura são a principal ferramenta de manejo de solo por meio de diversificação de espécies. São espécies que se enquadram em janelas de cultivos ou são opções para serem usadas após a soja. Também podem ser usadas em consórcio com o milho ou mesmo após o milho nos sistemas soja-milho. “A proposta é discutirmos os melhores cenários para a melhoria da qualidade do solo, por meio da utilização de plantas de cobertura que promovem a diversificação nos sistemas de produção”, diz o pesquisador. (Assessoria da Embrapa Soja)

 

COCARI: Novos equipamentos chegam para ampliação da Fiação

A Cooperativa Cocari deu um importante passo nesta segunda-feira (03/02), com o recebimento dos equipamentos para a duplicação da Fiação Cocari, que tem como objetivo aumentar a produtividade de fios por mês. “Esta ampliação é um sonho de mais de 30 anos da cooperativa. Além de conseguirmos produzir um dos melhores fios da América Latina, a nossa área construída da Fiação passará a ser de mais de 17.500 metros quadrados”, destacou o presidente da Cocari, Vilmar Sebold.

Expectativa – O assessor industrial, Aparecido Sepulvida, falou sobre essa etapa para a fábrica. “A expectativa era grande para a chegada destes maquinários para ampliação da Fiação Cocari. Toda equipe da unidade está bastante motivada neste momento. Este é um grande investimento da cooperativa para o município de Mandaguari e com isso vamos gerar ainda mais empregos”, resumiu Cidão.      

Capacidade – Atualmente, a Fiação Cocari tem capacidade de produzir até 500 toneladas de fios por mês, sendo 160 toneladas de fios Open End e 340 toneladas de fios convencionais. Com a ampliação, a capacidade de produção deve alcançar 800 toneladas mensais, dividindo-se em 460 toneladas de fios Open End e 340 toneladas de fios convencionais. Com isso, a Fiação Cocari passará a ser a segunda maior em capacidade instalada no Estado do Paraná.

Participação no mercado – De acordo com o gerente da Fiação, Juarez Marcos Danner, com a ampliação, a Cocari aumentará sua participação no mercado de fios e oportunizará novas vagas de emprego. “Serão 30 novos colaboradores para atender à necessidade de mão de obra destas instalações”, ressaltou.

Maquinários – Entre os novos equipamentos, que vieram da Alemanha, estão: uma linha de abertura completa, cardas, passadores, filtro e climatização, que auxiliarão na melhor eficiência de produção e fornecerão aos clientes um produto com alto padrão de qualidade. Para comportar os novos maquinários foi construído um barracão com 5.550 m², com área reservada para a instalação de um filatório Open End. “Com tudo isso, teremos uma Fiação Open End completa, moderna, automatizada e versátil para uma grande variedade de títulos de fios”, complementou Juarez. (Imprensa Cocari)

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UNIMED LONDRINA: Cooperativa inaugura sala de inovação

unimed londrina 04 02 2020A Unimed Londrina inaugura, no início de fevereiro, uma sala de inovação chamada Espaço Una. Nela, funcionários, médicos da cooperativa e parceiros externos poderão desenvolver soluções que promovam a qualidade dos serviços e contribuam com os resultados estratégicos.

Projetos - O gerente de Planejamento e Desenvolvimento da Unimed Londrina, André Simas, comenta que o local foi construído para que as pessoas pudessem desenvolver projetos com auxílio da cooperativa. "Queremos identificar mais problemas que possam ser solucionados de maneira inteligente e sustentável. Para isso, disponibilizaremos o espaço para funcionários, clientes, cooperados, prestadores e parceiros externos desenvolverem ideias que irão otimizar nossos serviços", destaca.

Extensão - Simas conta que o Espaço Una é uma extensão do PI - Programa de Inovação. “Ele também surgiu de um anseio da própria Cooperativa, que vem estudando as experiências de outras empresas e fazendo conexões com o ecossistema de inovação no mercado atual”, afirma. Para construir o espaço, a Unimed Londrina visitou os hubs de inovação Hotmilk, Instituto de Ensino, Pesquisa e Inovação da Irmandade da Santa Casa de Londrina (Iepi – Iscal), Sebrae, Asislab, Cubo Itaú (Itaú Unibanco), inovaBra (Bradesco) e Kriptown (Unimed-BH).

Localização - O Espaço Una ficará no 4º andar da sede administrativa (Av. Ayrton Senna, 1065), em Londrina (PR). Ele foi ambientado com poltronas, materiais de escritórios, frigobar e smart TV para o desenvolvimento de ideias.

PI – Programa de Inovação - O PI – Programa de Inovação é uma iniciativa da Unimed Londrina implantada em 2018. Nele, as ideias criadas por colaboradores são analisadas por uma comissão composta pelos superintendentes e equipe organizadora do programa. As propostas aprovadas são implantadas pela equipe que desenvolveu a ideia, com suporte da área de Planejamento e Desenvolvimento da Cooperativa. O programa bonifica os colaboradores quando a ideia é aprovada e/ou implantada.

Parceria - Em 2019, a iniciativa firmou uma parceria com o programa Residência em Inteligência Artificial, do Sistema da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep). Por meio dela, a Unimed Londrina e o Sistema Fiep têm por objetivo capacitar profissionais graduados ou estudantes de mestrado para que solucionem problemas utilizando tecnologias de inteligência artificial e técnicas de machine learning. (Imprensa Unimed Londrina)

 

SICREDI VANGUARDA: Inaugurado novo prédio da agência Foz do Iguaçu Centro

Confiança! Esse é o sentimento da Sicredi Vanguarda PR/SP/RJ com relação a Foz do Iguaçu. A cooperativa entrega para a comunidade a primeira agência em prédio próprio no município. Localizada no centro de Foz do Iguaçu, na rua Almirante Barroso, a agência muda de prédio e passa a ocupar uma área de 1.632,02 metros quadrados, contemplando acessibilidade, 25 vagas de estacionamento, modernidade, segurança e conforto aos associados e comunidade, além de contar com uma área de 786 metros quadrados no segundo andar voltado para reuniões e treinamentos.

Presenças - O evento de inauguração contou com a presença de 400 pessoas, entre diretoria, coordenadores, associados, autoridades e comunidade, que prestigiaram o momento marcante para a cooperativa.

Qualidade - O novo prédio da agência tem como objetivo melhorar a qualidade no atendimento a comunidade de Foz do Iguaçu, sendo um diferencial no relacionamento do dia a dia corporativo, proporcionando aos colaboradores um ambiente moderno e confortável, além de um atendimento mais próximo e seguro ao associado.

Primeira - A primeira agência do Sicredi em Foz do Iguaçu foi inaugurada em 2002 em um prédio pequeno. “Tínhamos grandes sonhos e hoje temos seis agências em nossa cidade, com quase 20 mil associados. A comunidade Iguaçuense recebeu muito bem o Sicredi, assim como entendeu os princípios e os diferenciais do cooperativismo, e desta forma, estamos retribuindo com a entrega desta belíssima agência, um prédio próprio, amplo, moderno que trará muita comodidade aos nossos associados. Mas, o mais importante, o nosso atendimento continuará sendo o mais simples e próximo possível”, enfatiza Paulo Fernando Rosset, gerente da agência Sicredi da Rua Almirante Barroso.

Prédio próprio - “Entregamos a Foz do Iguaçu a primeira agência em prédio próprio. E isso só é possível, pois os associados e a comunidade acreditam no cooperativismo de crédito. Somos e queremos continuar sendo a instituição financeira da comunidade, com produtos e serviços, mas também com o nosso diferencial, o bom relacionamento. Nosso muito obrigado a todos que nos apoiam e prestigiaram esse momento”, comemora o presidente da Sicredi Vanguarda, Aldo Dagostim.

Crescimento e desenvolvimento - O crescimento e desenvolvimento da Sicredi Vanguarda em Foz do Iguaçu demonstra que a cooperativa acredita nas pessoas e no município. “Contamos agora com uma agência moderna e ampla para melhor atender o nosso associado, o futuro associado e as pessoas que utilizam o Sicredi. O nosso objetivo é facilitar o dia a dia dos nossos associados e proporcionar um excelente atendimento”, finaliza Ademir Roque, diretor Executivo da Sicredi Vanguarda.

História - Em 2002 o sistema cooperativo de crédito do Sicredi chegou em Foz do Iguaçu. A primeira agência no município estava em um prédio de 223,35 metros quadrados. No ano de 2012 a agência passou por ampliação e melhoria de espaço, ocupando uma área de 1.153,66 metros quadrados, que atendeu os associados e a sociedade até janeiro de 2020. Hoje são seis agências para melhor atender os associados e a comunidade em diferentes locais do município. Em 2020, a Sicredi Vanguarda inaugura a agência Foz Centro em um prédio próprio com 1.632,02 metros quadrados, contemplando acessibilidade, 25 vagas de estacionamento e um espaço de 786 metros quadrados para treinamentos e reuniões.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.800 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi Vanguarda PR/SP/RJ)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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PSR: Programa de Seguro Rural 2019 tem execução 19% maior na comparação com ano anterior

psr destaque 04 02 2020Em 2019, a execução do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) foi 19% superior em comparação à execução de 2018, o significou a aplicação de todo o orçamento do programa: R$ 440 milhões. Dos 58 mil produtores rurais beneficiados em 2019, cerca de 24% contrataram seguro rural pela primeira vez com ajuda do programa, proporcionando área segurada de 6,9 milhões de hectares, um aumento de aproximadamente 50% em relação ao ano anterior. A importância segurada total foi de R$ 20 bilhões, o maior valor nominal desde o início do programa em 2005.

Política - O diretor do Departamento de Gestão de Riscos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Pedro Loyola, ressalta que o percentual elevado de produtores que contrataram o seguro pela primeira vez com apoio do governo federal demonstra que a política de incentivo está funcionando, ou seja, a cada ano novos produtores estão aderindo ao seguro rural como uma ferramenta de mitigação de riscos da sua atividade.

Norte e Nordeste - Além disso, Loyola destaca o crescimento de 128% das contratações de apólices nas regiões Norte e Nordeste, o aumento expressivo nas contratações de apólices para as lavouras de cana-de-açúcar (288%) e café (88%), a entrada de três novas seguradoras participantes do PSR, totalizando 14 empresas, e a redução das taxas médias de prêmio para as principais culturas.

Indicadores - Um dos indicadores utilizados para medir a eficiência do programa é definido pelo quociente entre a importância segurada e a subvenção federal. Em 2019, a cada R$ 1 investido em subvenção resultou, em média, em importância segurada de R$ 45,76. As culturas que pleitearam maior aporte de recursos da subvenção foram a soja, com 47,7% (R$ 209,9 milhões), milho 2ª safra (20,7% ou R$ 91,2 milhões), trigo (7,1% ou R$ 31,5 milhões), maçã (5,6% ou R$ 24,8 milhões) e uva (5% ou R$ 22,4 milhões).

Informações detalhadas - O Relatório de 2019, divulgado pelo Departamento de Gestão de Riscos da Secretaria de Política Agrícola, nesta segunda-feira (03/02), traz informações detalhadas por estado, município e atividade segurada.

Atlas - Também há informações sobre o PSR disponíveis no Atlas do Seguro Rural, ferramenta online para a realização de consultas personalizadas pelo próprio usuário. No Atlas, é possível consultar as informações do programa desde o ano de 2006, utilizando diferentes parâmetros (ano, estado, município, atividade, seguradora, entre outros).

Atualização periódica - Diferentemente dos relatórios estatísticos, que apresenta o resultado final consolidado de cada ano civil, o Atlas apresenta dados que são atualizados periodicamente, considerando assim eventuais cancelamentos e endossos realizados pelas seguradoras nas apólices de seguro rural subvencionadas.

O que é o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR)? - O produtor rural adquire uma apólice de seguro para a lavoura/atividade com o auxílio financeiro do governo federal. Em caso de quebra da safra por causa de evento climático adverso (seca ou excesso de chuvas, por exemplo) ou variação de preços, as obrigações financeiras do produtor serão pagas pela seguradora.

Taxas mais baixas - Com esse mecanismo, o produtor consegue taxas de juros mais baixas, já que o risco de ficar inadimplente cai. O seguro minimiza ainda as chances de um possível socorro financeiro governamental e renegociação de dívidas após a safra. (Mapa)

psr 04 02 2020

 

COMÉRCIO EXTERIOR: Balança comercial fecha janeiro com primeiro déficit desde 2015

comercio exterior 04 02 2020A queda na cotação de diversos produtos internacionais e a redução do embarque de alguns itens fizeram a balança comercial (diferença entre exportações e importações) fechar janeiro com o primeiro déficit em cinco anos. No mês passado, o país importou R$ 3,428 bilhões a mais do que importou. Este é o pior resultado para o mês desde 2015 (-US$ 3,875 bilhões).

Dezembro - No mês passado, as exportações caíram 20,2% pela média diária, atingindo US$ 14,430 bilhões. As importações encerraram janeiro em US$ 16,175 bilhões, com recuo de 1,3% pela média diária.

Fator - Segundo a Secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Economia, o principal fator responsável pela retração das vendas externas foi a não exportação de uma plataforma de petróleo no valor de US$ 1,3 bilhão ocorrida em janeiro do ano passado que não se repetiu neste ano. Em seguida, o saldo foi influenciado pela queda nas cotações internacionais e no volume das exportações de petróleo bruto, cujas vendas caíram US$ 592 milhões em janeiro na comparação com o mesmo mês do ano passado.

Celulose e grãos - As vendas de celulose caíram US$ 445 milhões na mesma comparação, influenciada pela desaceleração da economia chinesa. Também contribuiu para a queda nas exportações a redução de US$ 270 milhões nas vendas de milho e a diminuição de US$ 255 milhões nos embarques de soja, também provocado pela baixa demanda chinesa, que se refletiu nos preços internacionais.

Minério de ferro - O crescimento nas exportações de minério de ferro e seus concentrados (+US$ 314 milhões), algodão (+US$ 282 milhões) e derivados de petróleo (+US$ 207 milhões), não compensou a queda nos embarques de outros produtos. As exportações do principal produto responsável pelo repique da inflação no fim do ano passado, a carne bovina congelada, cresceram US$ 182 milhões na comparação entre janeiro deste ano e janeiro de 2019.

Queda - Todas as categorias de produtos registraram queda nas exportações. As vendas de bens manufaturados caíram 27,7% em janeiro em relação ao mesmo mês do ano passado, ainda influenciadas pela crise na Argentina. As vendas de produtos semimanufaturados caíram 25,2%. Para os produtos básicos, a queda nas exportações atingiu 11,9%.

Importações - Nas importações, as compras de bens de capital – máquinas e equipamentos usados na produção – subiram 6,6% em janeiro em relação ao mesmo mês do ano passado. As aquisições de bens intermediários caíram 3,4%. No entanto, por causa da recuperação da economia, as compras de bens de consumo subiram 6,9%. As importações de combustíveis e lubrificantes tiveram forte queda, com recuo de 15,3%.

Estimativa - Depois de o saldo da balança comercial ter encerrado 2019 em US$ 46,657 bilhões, o segundo maior resultado positivo da história, o mercado estima menor superávit em 2020, motivado principalmente pela recuperação da economia brasileira, que reativa o consumo e as importações, pelas tensões comerciais entre países desenvolvidos, que reduz o comércio global, e pelo surto de coronavírus na China, o principal destino das nossas exportações.

Focus - Segundo o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo Banco Central, os analistas de mercado preveem superávit comercial de US$ 37,31 bilhões para este ano. O Ministério da Economia ainda não divulgou as estimativas para o saldo comercial em 2020. (Agência Brasil)

 

AGRONEGÓCIO: Senado aprova oneração das exportações agrícolas diretas

No apagar das luzes do Congresso em 2019, os senadores deram aval à cobrança de contribuição previdenciária nas exportações diretas do agronegócio no texto da PEC Paralela (133/2019). Nos cálculos do Legislativo, o potencial de arrecadação chega a R$ 60 bilhões em dez anos.

Incidência - O chamado “Funrural das exportações” vale para as vendas realizadas sem o intermédio de tradings. Algumas fontes argumentam que a taxação afetará apenas “megaprodutores”, mas entidades do setor têm se manifestado contra a medida por acreditarem que todas as cadeias serão afetadas. Diretas ou por meio de tradings, as exportações do agronegócio do país giram em torno de US$ 100 bilhões por ano, de acordo com dados do Ministério da Agricultura.

Análise - A proposta aguarda análise da Câmara dos Deputados, onde deverá enfrentar mais resistência e poderá ser desidratada. Nos bastidores, líderes partidários articulam para que a PEC Paralela nem seja colocada em votação e a Previdência de Estados e municípios - tema principal da matéria - seja resolvida caso a caso nas assembleias estaduais e municipais.

Não passa - “Não passará nenhum centavo de aumento de tributos no agro”, afirmou ao Valor o deputado Alceu Moreira (MDB-RS), presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA).

Recolhimento - A taxação prevista na PEC Paralela também só valerá para quem recolhe a contribuição previdenciária sobre a receita bruta, e não incidirá sobre aqueles que contribuem na folha de pagamento, que são a maioria no setor. Conforme o senador Luis Carlos Heinze (PP-RS), o recolhimento sobre o faturamento é um procedimento comum nas “cadeias verticalizadas” que produzem, industrializam e vendem os produtos.

Levantamento - Não existe um levantamento detalhado sobre quantos produtores e agroindústrias seriam afetados se a taxação for aprovada. Procurada, a Receita Federal não informou números oficiais nesse sentido. O Valor procurou associações de produtores e empresas em busca de dados nesse sentido, também sem sucesso.

Cobrança - Se o texto avalizado pelo Senado vingar, a oneração afetará pessoas físicas (1,5%), jurídicas (2,05%) e agroindústrias (2,85%), e a cobrança será gradual. Será equivalente a 20% da taxa a partir de 2021 e aumentará vinte pontos nos anos seguintes até chegar a 100%.

Arrecadação - Cálculos iniciais do relator da PEC, Tasso Jereissati (PSDB-CE), estimaram uma arrecadação de R$ 6 bilhões por ano com a nova tributação, mas consultores acreditam que seriam cerca de R$ 3 bilhões.

Legislação - A Lei 13.606/2018, contudo, dá aos produtores a opção de recolhimento da contribuição previdenciária - o Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural) - sobre a folha de pagamento ou sobre a receita bruta da comercialização. Eles podem escolher uma das formas a cada início de exercício, e essa escolha é formalizada quando feita a primeira contribuição anual.

Sobre a folha- Mais de 80% dos produtores de soja e milho já fazem o recolhimento sobre a folha, segundo estimativas do setor. Nos cálculos dos agricultores, a opção reduz em 60%, em média, os custos com o Funrural.

Isenção - De acordo com o senador Heinze, grandes empresas do ramo de celulose e pecuária, por exemplo, são beneficiadas atualmente com a isenção da cobrança de contribuição previdenciária em suas exportações diretas.

Sem oneração - Ele diz que as exportações por meio de tradings, cooperativas e cerealistas continuarão desoneradas porque estes já contribuem com a folha de pagamento. “O produtor não será onerado”, garantiu.

Reação - Apesar disso, entidades reagiram e alegaram que qualquer taxação é prejudicial. A Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil) disse, ainda no ano passado, que “discorda da cobrança previdenciária sobre as exportações de produtos agropecuários na medida em que as empresas que fazem a comercialização para fora do país irão repassar para os produtores os custos envolvidos no tributo a ser cobrado e, automaticamente, tirar a rentabilidade do produtor”.

Endosso - O vice-presidente da Comissão de Política Agrícola da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Antônio da Luz, endossa esse posicionamento. “Somos contra toda e qualquer taxação de exportação e investimento porque não se tributa, em nenhuma hipótese, esses dois itens”.

Poucas empresas - Ele avalia, no entanto, que a medida vai onerar poucas empresas rurais que se beneficiam da isenção e deixam de pagar a previdência. “O impacto para 99% dos agricultores é zero, mas vai impactar aqueles que não pagavam por questão de isonomia e agora vão passar a pagar”. (Valor Econômico)

PARCERIAS DE INVESTIMENTOS: Ministério da Economia cria secretaria especial para abrigar PPI

parcerias investimento 04 02 2020Transferido da Casa Civil para o Ministério da Economia, o Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) será incorporado na forma de uma nova secretaria especial, informou a pasta no fim desta tarde. A secretária Martha Seillier continuará à frente do PPI, responsável pela coordenação do programa de concessões e privatizações e parcerias entre os setores público e privado.

Atuação coordenada - Em nota, a pasta informou que o ministro Paulo Guedes orientou o PPI a atuar de forma coordenada com a Secretaria de Desestatização, Desinvestimentos e Mercados, comandada por Salim Mattar, para acelerar o programa de privatização de empresas estatais.

Oito secretarias - Com a decisão, o Ministério da Economia passa a ter oito secretarias especiais. Além das duas secretarias relacionadas à desestatização, a pasta tem as Secretarias Especiais de Fazenda; da Receita Federal; de Previdência e Trabalho; de Desburocratização, Gestão e Governo Digital; do Comércio Exterior e Assuntos Internacionais e de Produtividade e Competitividade.

Transferência - Na semana passada, o presidente Jair Bolsonaro tinha transferido o PPI da Casa Civil para o Ministério da Economia. O órgão estava sob a responsabilidade do ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, desde junho do ano passado. (Agência Brasil)

 

TRANSPORTE DE CARGAS: STF deve barrar tabela do frete e governo tenta reduzir danos

transporte cargas 04 02 2020O Supremo Tribunal Federal (STF) dá sinais de que deve declarar inconstitucional a tabela de frete. Diante dessa tendência, o governo Jair Bolsonaro já trabalha para reduzir o impacto da medida, com articulação da Advocacia-Geral da União (AGU) para que o fim do tabelamento vigore apenas após a decisão, segundo apurou o Valor.

Julgamento - O julgamento, que terá efeitos sobre diversos setores econômicos e potencial influência no relacionamento entre o governo do presidente Jair Bolsonaro e os caminhoneiros, foi pautado para o próximo dia 19 pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Dias Toffoli.

Passivo fiscal - O movimento do governo visa a evitar um passivo fiscal para os cofres públicos da União, caso a Suprema Corte decida tornar inconstitucionais também as multas e autuações aplicadas pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) a quem descumpriu as seguidas tabelas desde maio de 2018. Nessa hipótese, o governo teria que ressarcir as empresas embarcadoras (contratantes de frete) multadas durante esse período.

Acordo - O ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, até tentou um acordo entre caminhoneiros e embarcadores, o que abriria caminho para que o STF julgasse o assunto em 2019. Mas as negociações fracassaram. Agora, o julgamento é avaliado como “inadiável” tanto pelo Palácio do Planalto como por transportadores e empresários.

Recuo - Relator das três ações de inconstitucionalidade contra o tabelamento, o ministro Luiz Fux chegou a suspender as multas impostas a indústrias e empresas contratantes de frete rodoviário para cargas, mas recuou da decisão.

Tema delicado - O tema é delicado, uma vez que o tabelamento ganhou contornos políticos desde que surgiu como condição imposta pelos motoristas autônomos para cessarem as paralisações que afetaram o país há quase dois anos. Por diversas vezes ministros do STF se mostraram desconfortáveis com o impasse.

Conquista - Para os caminhoneiros, a tabela de pisos mínimos é uma “conquista histórica”. Por isso, existe o risco de novas ameaças de greve ocorrerem, dependendo da decisão do STF.

Pedido de vista - Por outro lado, mesmo se Fux concluir seu voto, não é descartado o pedido de vista por outro ministro do Supremo, o que pode adiar mais ainda uma definição sobre o caso. “Ninguém tem convicção de que a votação com ‘barba e cabelo’ vai acontecer, mas. se o Fux votar pela inconstitucionalidade. já será uma vitória e tanto, porque tira a força do governo de fazer novos reajustes da tabela”, disse André Nassar,

Definição - As confederações da indústria (CNI) e do setor agropecuário têm defendido que o STF julgue definitivamente o caso e encerre com a insegurança jurídica que paira sobre as empresas. No entanto, não concordam com uma possível modulação dos efeitos da decisão do STF, caso os ministros julguem que a tabela só será considerada inconstitucional futuramente.

Resposta - Cássio Augusto Borges, superintendente jurídico da CNI, argumenta que já passou da hora de o STF dar uma resposta para o impasse em torno da tabela do frete. “Achamos que agora o Supremo vai enfrentar o tema e tenho uma aposta positiva de que o julgamento termina desta vez e que a tabela seja inconstitucional”, afirmou Borges. “As distorções não prejudicaram só o setor produtivo, mas os caminhoneiros também.”

Medida provisória - Para acabar com as greves, o governo de Michel Temer editou uma medida provisória criando um piso mínimo para os fretes rodoviários, considerado pelos setores empresariais como uma espécie de lucro dado aos caminhoneiros.

Nove tabelas - Desde então, nove tabelas foram editadas - duas delas suspensas - e as empresas se queixam de aumento de custos, muitas delas tendo recorrido a frotas próprias para fugir das tabelas.

Constitucionais - “A gente não sabe o que está na cabeça do juiz”, repetiram como mantra o líder caminhoneiro Carlos Alberto Litti Dahmer, presidente do Sindicato dos Transportadores Autônomos de Carga (Sinditac) de Ijuí (RS), e Wallace Landim, o Chorão, presidente da Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores (Abrava). Ambos confiam na tese de que os pisos mínimos do frete são constitucionais. E acham que, se o STF decidir pela inconstitucionalidade, haverá paralisação por todo o país, repetindo o cenário de 2018.

Conversas - Litti disse que está iniciando conversas sobre uma possível mobilização nos dias que antecederão o julgamento. Chorão aposta suas fichas na retirada do tema da pauta de julgamentos do Supremo Tribunal Federal.

Fiscalização - Questionados judicialmente pelas associações empresariais, os pisos mínimos do frete estão em vigor desde 2018. A grande queixa dos caminhoneiros tem sido a falta de fiscalização, que abre espaço para descumprimento da tabela.

Eletrônica - Nesse ínterim, o governo estruturou uma forma de fiscalização eletrônica dos valores do frete. Na emissão do Código Identificador da Operação de Transporte (Ciot), um cadastramento obrigatório para esses serviços, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) será automaticamente informada se o valor do frete estiver abaixo do piso mínimo.

Resolução - Litti diz que, com o funcionamento do sistema, previsto para este mês, o problema da fiscalização fica resolvido. Chorão informou que as empresas ainda estão adaptando seus programas ao novo Ciot. (Valor Econômico)

 

CONGRESSO NACIONAL: Reforma tributária e novo pacto federativo são prioridades do governo

 

congresso nacional 04 02 2020

Na mensagem presidencial encaminhada ao Congresso Nacional, o presidente da República, Jair Bolsonaro, cita como prioridades para a pauta do Legislativo a reforma tributária, o novo pacto federativo, a diminuição de fundos criados por lei, a PEC Emergencial, a privatização da Eletrobras e a autonomia do Banco Central.

 

Previdência - Bolsonaro também destacou a aprovação da reforma da Previdência, no ano passado, como exemplo de que “há um entrosamento entre os Poderes em prol do Brasil”.

 

Mudanças - Em relação à economia, ele ressaltou que o governo vem promovendo mudanças que estão atraindo investidores para o País. “Com respeito a nosso povo, faremos muito mais. Melhoramos o ambiente de negócios e, com isso, já começamos a melhorar a geração de empregos e renda”, afirmou.

 

Fraterno - “Para 2020, o Brasil se tornou mais fraterno, um país que cuida dos brasileiros e de qualquer pessoa que está no território nacional”, disse, referindo-se aos imigrantes venezuelanos.

 

Acordos comerciais - Na mensagem, o presidente da República destaca que, em seu primeiro ano de governo, foram realizadas “missões amplamente produtivas” para a reaproximação do Brasil de outros países, destacando a assinatura de acordos comerciais para agregar valor aos recursos naturais.

 

OCDE - Ele disse que, em 2020, seu governo dará continuidade ao processo de inclusão do País na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). A organização reúne 36 países, principalmente de alta renda e elevado Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), oferecendo a seus membros uma plataforma para comparar experiências políticas e coordenar políticas domésticas e internacionais.

 

Projetos de infraestrutura - Quanto à infraestrutura, a mensagem de Bolsonaro cita várias áreas com um total de cerca de 300 projetos prioritários, incluindo privatizações de empresas públicas. Entre os setores estão transportes, energia elétrica, petróleo e gás natural, parques nacionais, defesa, segurança pública, educação, saúde, telecomunicações, desenvolvimento regional e licenciamento ambiental.

 

Potencial - “Esse conjunto abrange um potencial de mais de R$ 900 bilhões em investimentos a serem realizados durante os períodos dos contratos nos próximos 30 anos”, diz a mensagem.

 

Abertura dos trabalhos - Realizada nesta segunda-feira (03/02), a sessão solene de abertura do ano legislativo reuniu o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que presidiu os trabalhos; o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ); o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, que levou a mensagem do governo; o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, o procurador-geral da República, Augusto Aras; e a 1ª secretária da Mesa do Congresso, deputada Soraya Santos (PL-RJ), que leu a mensagem. (Agência Câmara)

 

Confira a íntegra da mensagem presidencial

 

 

INDÚSTRIA: Produção brasileira fecha 2019 com queda de 1,1%

 

industria 04 02 2020A indústria extrativa do país fechou 2019 com uma queda de 1,1%, segundo dados da Pesquisa Industrial Mensal (PIM) divulgados nesta terça-feira (04/02) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado veio depois de duas altas consecutivas, em 2017 (2,5%) e 2018 (1%).

 

Impacto - Segundo o gerente da pesquisa, André Macedo, um dos responsáveis pela queda de 2019 foi o rompimento da barragem da Vale em Brumadinho (MG), que teve impacto importante no recuo de 9,7% das indústrias extrativas no ano.

 

Incertezas - Mas esse não foi o único motivo para a queda. Dezesseis das 26 atividades industriais pesquisadas tiveram queda no ano. “A produção industrial pode estar sendo impactada pelas incertezas no ambiente externo e também pela situação do mercado de trabalho no país que, embora tenha tido melhora, ainda afeta a demanda doméstica”, explica Macedo.

 

Quedas - Além das indústrias extrativas, tiveram quedas importantes os segmentos de metalurgia (-2,9%), de celulose, papel e produtos de papel (-3,9%) e de manutenção, reparação e instalação de máquinas e equipamentos (-9,1%).

 

Alta - Por outro lado, dez atividades tiveram alta e evitaram um desempenho mais negativo da indústria, entre elas produtos alimentícios (1,6%), veículos automotores, reboques e carrocerias (2,1%), coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (1,7%), produtos de metal (5,1%) e bebidas (4%).

 

Categorias econômicas - Entre as quatro grandes categorias econômicas da indústria, a queda foi puxada pelos bens intermediários, isto é, os insumos industrializados usados no setor produtivo (-2,2%) e pelos bens de capital, isto é, as máquinas e equipamentos (-0,4%).

 

Bens de consumo - Por outro lado, os bens de consumo tiveram alta. Os bens duráveis cresceram 2% e os bens semi e não duráveis, de 0,9%.

 

Dezembro - Analisando-se apenas o mês de dezembro de 2019, a indústria teve quedas de 0,7% na comparação com o mês anterior e de 1,2% em relação a dezembro de 2018.

 

Comparação - Na comparação com novembro, a queda foi puxada pelos bens de capital (-8,8%). Entre as atividades da indústria, os principais recuos vieram de indústrias extrativas (-1,4%), de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-6,2%), de artefatos de couro, artigos para viagem e calçados (-6,6%), de metalurgia (-1,9%) e de produtos de metal (-2,9%).

 

Dezembro - Em relação a dezembro de 2018, o principal resultado negativo também veio dos bens de capital (-5,9%). Entre as atividades, as maiores quedas foram observadas nos segmentos de indústrias extrativas (-12,2%), metalurgia (-10,4%), produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-17,3%) e máquinas e equipamentos (-7,2%). (Agência Brasil)

 

INTERNACIONAL: Com crise do vírus, China busca flexibilidade em acordo com EUA

internacional 04 02 2020Autoridades chinesas esperam que os Estados Unidos aceitem certa flexibilidade nas promessas do acordo comercial de primeira fase, disseram pessoas com conhecimento da situação, enquanto Pequim tenta conter uma crise de saúde que ameaça desacelerar o crescimento doméstico com impacto global.

Validade - O acordo selado em 15 de janeiro deveria entrar em vigor em meados de fevereiro. Uma cláusula estabelece que EUA e China farão uma avaliação “no caso de um desastre natural ou outro evento imprevisível” atrasar o cumprimento do acordo. Ainda não está claro se a China já solicitou formalmente tal consulta, mas pessoas a par do assunto disseram que a medida deve ser tomada em algum momento.

Resposta - O Ministério do Comércio Chinês e o representante de Comércio dos EUA não responderam imediatamente a um pedido de comentário. No primeiro ano do acordo, a China se comprometeu em adquirir outros US$ 76,7 bilhões em produtos dos EUA, além do comprado em 2017, e US$ 123,3 bilhões no segundo ano. As compras de produtos agrícolas são particularmente importantes para agricultores norte-americanos prejudicados pela guerra tarifária com a China nos últimos dois anos e são uma base fundamental de apoio ao presidente dos EUA, Donald Trump.

Perdas no mercado - Os preços futuros para a soja - uma das principais commodities que Pequim concordou em comprar - refletem preocupação com a demanda mais fraca da segunda maior economia do mundo.

Mortes - Mais de 360 pessoas morreram devido ao surto do coronavírus, e o total de casos confirmados soma quase 17.400. As Filipinas relataram a primeira morte fora da China.

Impacto - Por enquanto, os EUA não sofreram grande impacto na economia devido à epidemia, disse o assessor econômico da Casa Branca, Larry Kudlow, na semana passada. “É principalmente um problema de saúde pública, e a pandemia, claro, está na China, não nos EUA”, disse Kudlow na quinta-feira em entrevista à Fox Business Network. “Na economia, não vemos impacto material.”

Separado - Questionado se o vírus dará aos EUA mais influência na segunda fase das negociações comerciais com o país asiático, Kudlow disse que o surto é “completamente separado do comércio, dos empregos e de todo o resto”. (Bloomberg / Valor Econômico)

 


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