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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4755 | 03 de Fevereiro de 2020

SHOW RURAL I: Sistema Ocepar recepciona comitivas

As atividades do Show Rural Coopavel 2020 foram abertas na manhã desta segunda-feira (03/02), em Cascavel, no oeste do Paraná. Realizado pela Coopavel, o evento reúne expositores, instituições financeiras outras empresas do agronegócio. Assim que desembarcam no Parque Tecnológico do Show Rural, as comitivas de ônibus recebem um bom-dia caloroso da equipe do Sistema Ocepar. Um chapéu personalizado é entregue e os visitantes são conduzidos ao auditório da Casa Paraná Cooperativo, onde recebem informações sobre o Sistema Ocepar e o cooperativismo paranaense. Após uma breve apresentação, os visitantes são convidados para conhecer a Casa Paraná Cooperativo, espaço de mais de 2 mil metros quadrados, e que reúne 14 cooperativas expositoras.

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SHOW RURAL II: Casa Paraná Cooperativo recebe sede do Governo do Estado

show rural sede gov 03 02 2020Foi entregue oficialmente, na manhã desta segunda-feira (03/02), em Cascavel (PR), a sala do Governo do Estado na Casa Paraná Cooperativo, que vai abrigar a estrutura do executivo estadual durante o Show Rural Coopavel 2020. Participaram da entrega, o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, o secretário da Agricultura, Norberto Ortigara, o presidente da Adapar (Agência de Defesa Agropecuária do Paraná), Otamir Martins, o presidente do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná-Emater/PR, Natalino Avance de Souza, o diretor-geral da Secretaria da Agricultura, Rubens Niederheitmann, o superintendente da Ocepar, Robson Mafioletti, e o coordenador de Comunicação do Sistema Ocepar, Samuel Milléo Zanello Filho. Durante esta semana, por decisão do governador Ratinho Júnior, a sede do Governo do Estado foi transferida para Cascavel. “Ao fazer isso, o governador reconhece a importância do Show Rural para o agronegócio nacional”, destaca o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken.

 

SHOW RURAL III: Presidente do Sistema Ocepar e superintendente da OCB falam sobre participação do cooperativismo

show rural II 03 02 2020Após recepcionar as cooperadas no auditório da Casa Paraná Cooperativo, os dirigentes José Roberto Ricken (presidente Sistema Ocepar) e Renato Nobile (superintendente do Sistema OCB) falaram sobre a participação do cooperativismo no Show Rural Coopavel 2020. Confira entrevistas nos links a seguir:

Clique aqui para ouvir a entrevista com o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken

Clique aqui para ouvir a entrevista com o superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile

 

SHOW RURAL IV: Bênção à nova casa do cooperativismo do Paraná

show rural bencao 03 02 2020O arcebispo metropolitano de Cascavel, Dom Mauro Aparecido dos Santos, abençoou as novas instalações do prédio Paraná Cooperativo, que passa a ser conhecido como a nova casa do cooperativismo no evento. “Esse ambiente simboliza o gesto de dar as mãos, de somar pela produção que alimenta o homem e as suas famílias”, afirmou Dom Mauro, no fim da manhã deste domingo (02/02).

União - O presidente da Coopavel, Dilvo Grolli, afirmou que o Paraná Cooperativo representa a união, o trabalho e o dinamismo do movimento cooperativista, um dos métodos de integração de maior sucesso no mundo. Presente em mais de cem países, a cooperação movimenta R$ 12 trilhões por ano e dá emprego e renda a centenas de milhões de agricultores e de trabalhadores rurais.

Recepção- Construído ao lado da administração, o novo prédio passa a recepcionar diretores e caravanas de membros de cooperativas de todo o Paraná. O ambiente tem mais de dois mil metros quadrados de área construída e conta, entre outras dependências, com salas de reuniões, sala para exposição de produtos, deck e auditório com capacidade para 250 pessoas. (Imprensa Coopavel)

 

SHOW RURAL V: Missa campal abre a 32ª edição do evento

Mesmo com chuva, milhares de pessoas acompanharam a missa que marcou a abertura oficial do 32º Show Rural Coopavel, na manhã deste domingo (02/02), em Cascavel, no Oeste do Paraná. Diversas autoridades estiveram presentes, entre eles o prefeito Leonaldo Paranhos, o deputado estadual Coronel Washington Lee Abe, além de secretários, vereadores e presidentes de entidades organizadas.

Celebração - A missa foi celebrada pelo arcebispo metropolitano Dom Mauro Aparecido dos Santos, que destacou a importância e as transformações que o Show Rural Coopavel oferece à comunidade. O arcebispo falou de fé e citou Jesus como um sinal de contradição. “Não existe meio termo com Deus. Com ele é sim ou não. A nossa vida é testemunha do que aparentamos. A fé é o caminho para que cada um vença as dificuldades do percurso”.

Aprendizado - O presidente da Coopavel, Dilvo Grolli, deu boas-vindas a todos e disse que o Show Rural é uma oportunidade constante de aprendizado. O tema dessa 32ª edição é Reinvente sua vida no campo, e os ensinamentos propostos conduzem a produções maiores, sustentáveis e com mais qualidade. A abertura oficial dos estandes será às 8h desta segunda-feira, 3. O evento seguirá até sexta, 7, com visitação diariamente das 8h às 18h. A expectativa de público é de 250 mil pessoas e a movimentação financeira de R$ 2 bilhões. São 650 expositores distribuídos pelo parque. (Imprensa Coopavel)

SHOW RURAL VI: Cooperativas de transporte discutem possibilidades de intercooperação

Discutir possibilidades de financiamentos, em parceria com cooperativas do ramo crédito do Paraná, e promover a aproximação com as montadoras de caminhões, visando à redução de custos e dos serviços prestados. Estes são alguns dos objetivos da reunião dos dirigentes das cooperativas de transporte, que foi realizada na manhã desta segunda-feira (03/02), no auditório da Casa Paraná Cooperativo, no Show Rural Coopavel. Participaram da abertura da reunião, o secretário da Agricultura do Paraná, Norberto Ortigara, o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, o superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile, e o coordenador estadual do Ramo Crédito, Marcos Trintinalha.

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SHOW RURAL VII: Fórum reúne TI de cooperativas do Brasil e Paraguai

show rural ti 03 02 2020Gestores da área de Tecnologia da Informação de cooperativas do Brasil e do Paraguai vão participar de um evento inédito no Show Rural Coopavel, dias 6 e 7 de fevereiro. “No ano passado, tivemos o TI de cooperativas do Paraná e agora o projeto expandiu para âmbito nacional e também para o país vizinho”, diz o coordenador do SRD, José Rodrigues da Costa Neto.

Programação - A programação inclui palestras com grandes nomes da inovação e a troca de experiências entre os profissionais. O Fórum de TI integra a agenda oficial do Show Rural Digital, uma das atrações do Show Rural Coopavel, que será realizado de segunda a sexta-feira, 3 a 7 de fevereiro, em Cascavel, no Oeste do Paraná. Acompanhe a programação, a seguir:

Dia 6 – Quinta-feira

09:00 | Credenciamento e receptivo

09:30 | Abertura do Fórum de TI das Cooperativas do Brasil e Paraguai

09:30 - 11:00 | Co-criação e Criatividade. Márcio Ballas (Palhaço, improvisador, apresentador e diretor especializado na linguagem de Clown e Improviso Teatral).

11:00 - 12:00 | AWS e a Cultura de Inovação na Amazon. Rafael Scaccabarozzi (Diretor AWS).

12:00 - 14:00 | Intervalo.

14:00 - 14:45 | Mobilidade e conectividade para transformar o seu negócio. Antenor Nogara (Country Manager Aruba).

14:45 - 15:30 | Parque Tecnológico Itaipu e a Inovação. General Eduardo Castanheira Garrido Alves (Superintendente do PTI).

15:30 - 16:15 | Desenvolvimento tecnológico, conectividade rural e alternativas para a geração de trabalho e renda no meio rural. Luis Carlos Heinze (Senador-RS) e Fernando Silveira Camargo (Sec. de inovação e Desenvolvimento Rural e Irrigação).

16:15 - 17:00 | Coffee Break e Networking.

17:00 - 18:00 | Tecnologia e Segurança. Alexis Aguirre (Diretor de Cyber Security da Unisys América Latina).

20:30 - 23:00 | Jantar do Fórum de TI das Cooperativas.

Dia 7 – Sexta-feira

08:00 - 09:00 | Credenciamento e receptivo.

09:00 - 10:00 | Como o Paraná pensa e se prepara para o futuro? Leandro Victorino de Moura (Presidente da Celepar). BlockChain - Tirando as idéias do papel e tirando o papel das idéias. Jean Marcelo da Costa Sales (Celepar).

10:00 - 10:30 | Intervalo.

10:30 - 11:30 | Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Nycholas Szucko (Diretor de Cybersecurity na Microsoft).

11:30 - 14:00 | Intervalo. 14:00 - 15:00 |

Palestra TOTVS. 15:00 - 16:00 |

16:00 - 17:00 | Encerramento.

(Imprensa Coopavel)

 

SHOW RURAL VIII: Intercooperação é destaque no evento

show unium 03 02 2019Com programação marcada entre os dias 3 e 7 de fevereiro, o Show Rural Coopavel conta com um espaço exclusivo para apresentar as novidades do cooperativismo. Além de cooperativas do modelo tradicional, o evento também tem a participação da Unium, marca de intercooperação - um modelo pioneiro no setor, que tem despertado a curiosidade de gestores de todo Brasil.

Resultados - A Unium, marca institucional das indústrias Frísia, Castrolanda e Capal, e precursora desse novo modelo de negócios, apresenta em seu estande os resultados do formato, que combina o desenvolvimento com a transparência, possibilitando o alcance das estratégias com maiores resultados para os cooperados.

Oportunidade - Para o gerente de marketing da Unium, Cracios Consul, a participação no Show Rural é uma oportunidade de apresentar a inovação para outros mercados. “Esse evento reúne diversas cooperativas e é uma ótima chance de mostrarmos como trabalhamos no formato de intercooperação, que é uma aposta para o futuro”, ressalta Consul.

Espaço - No evento, os estandes das cooperativas estão concentrados em um prédio de dois andares e com mais de dois mil metros quadrados, montado pela Ocepar. De acordo com o coordenador geral do Show Rural, Rogério Rizzardi, o principal destaque do espaço é a possibilidade de apresentar uma metodologia de trabalho e de união, que é referência em mais de cem países. “Esse é um espaço das cooperativas do Paraná. Um local no qual elas poderão apresentar seu portfólio, receber seus diretores e cooperados e ressaltar a importância do agronegócio para a economia”, ressalta.

Sobre a Unium- Marca institucional das indústrias das cooperativas Frísia, Castrolanda e Capal, a Unium representa os projetos em que as cooperativas paranaenses atuam em parceria. Todas as marcas reunidas pela Unium são reconhecidas pela qualidade e excelência.

Suínos, lácteos e trigo- Uma dessas marcas é a Alegra, indústria de alimentos de origem suína. Além dela, a Unium também conta com três marcas de lácteos: Naturalle - de produtos livres de aditivos -, Colônia Holandesa e Colaso. No setor de grãos, a Unium conta com a marca Herança Holandesa - farinha de trigo produzida em uma unidade totalmente adequada à ISO 22000, o que a qualifica com elevados padrões de exigência. (Imprensa Unium)

 

SHOW RURAL IX: Sicoob tem linha de crédito exclusiva para financiamento e condições especiais

show rural sicoob 03 02 2020Quem passar pelo estande do Sicoob no Show Rural Coopavel 2020 poderá contar com diversas linhas para financiamento de produtos agropecuários, custeio e investimento com condições especiais para atender da agricultura familiar à empresarial, cooperativas de produção e agroindústrias.

Exclusiva - Além das linhas tradicionais, os visitantes poderão contar com uma linha exclusiva, com encargos a partir de 6,9%. O Sicoob InvestFeira oferece taxas e prazos diferenciados e agilidade na liberação dos recursos, além de permitir o financiamento de itens que as demais linhas de investimento não contemplam.

Orientações - Para saber mais e tirar dúvidas sobre o InvestFeira, a equipe de negócios do Sicoob está disponível para atendimento no estande da cooperativa, localizado entre as ruas 3 e 4, no setor de bancos e cooperativas de crédito. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

SHOW RURAL X: Informações e tecnologias florestais estão disponíveis na Casa da Embrapa

A Embrapa Florestas participa da edição 2020 do Show Rural Coopavel, que ocorre 3 a 7 de fevereriro, em Cascavel/PR. A Unidade está presente na Casa da Embrapa com diversas informações relacionadas à área florestal. Na ocasião, será lançado o “Mapa de aptidão de terras para o cultivo do eucalipto nos municípios formadores da Bacia do Paraná 3 e do município de Palotina”, um dos resultados do Projeto Bioeste Florestas, parceria entre a Embrapa Florestas, Itaipu Binacional e CIBiogás, com apoio da C.Vale e Emater/PR.

Ferramenta - O mapa é uma ferramenta para a tomada de decisão em ações de planejamento regional relacionadas à cadeia produtiva de biomassa florestal para geração de energia e pode ser utilizado por analistas do planejamento regional, extensionistas, técnicos de cooperativas e produtores rurais. Na região, há uma grande demanda do agronegócio por biomassa florestal para secagem de grãos, caldeiras de agroindústrias, aquecimento de aviários e outras atividades agropecuárias. Para atender a esta demanda, é estratégico o plantio florestal para biomassa próximo aos locais de consumo, reduzindo os elevados custos de transporte de madeira.

Eucalipto - Ainda para os interessados em eucalipto, serão apresentadas informações e materiais sobre o plantio de eucalipto e seu sistema de produção.

Erva-mate- Para os produtores de erva-mate, a Embrapa Florestas está apresentando o sistema de produção Erva 20, um conjunto de práticas em ervais plantados que visam ao aumento da eficiência e sustentabilidade do cultivo de erva-mate. Sua adoção é capaz de incrementar a produtividade e aumentar a qualidade dos plantios por meio da melhoria em práticas do dia a dia de produção, como plantio, poda, adubação, controle de plantas daninhas, renovação do erval entre outras. O Erva 20 também disponibiliza aplicativos e softwares para apoio ao produtor em questões de manejo, fertilidade e análise econômica. Os aplicativos Manejo-Matte e Ferti-Matte e o software Planin-Matte serão demonstrados no Show Rural Coopavel.

Pinhão - Já os interessados na produção de pinhão, semente de araucária amplamente utilizada na alimentação humana, os visitantes vão conhecer a araucária com produção precoce de pinhão. Seu grande diferencial é a redução do tempo que a árvore começa a produzir a semente. Na natureza, este tempo é de 12 a 15 anos de idade. Já os enxertos começam a produzir a partir de seis a dez anos de idade. Outro diferencial é a possibilidade de árvores com porte reduzido, o que facilita a instalação de pomares nas propriedades rurais. A intenção é disseminar a ideia de “conservação da araucária pelo uso”. Ou seja, que os produtores sejam incentivados a cultivar araucária e, ao mesmo tempo, gerar renda.

Mais - Os visitantes terão acesso, ainda, a informações sobre formigas cortadeiras, Integração Lavoura-Pecuária-Floresta, recuperação de áreas degradadas, entre outras informações relacionadas a florestas. (Imprensa Embrapa Florestas)

GETEC: Informe nº 4 apresenta expectativas de mercado sobre indicadores econômicos

getec destaque 03 02 2020A Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec) divulga, nesta segunda-feira (03/02), mais uma edição do Informe Expectativas de Mercado, com base nas informações do Boletim Focus, do Banco Central (BC), levantadas com instituições financeiras sobre as projeções relativas à economia nacional, contemplando o Produto Interno Bruto (PIB), IPCA (Índice de Preços ao Consumidor), taxa Selic e câmbio para 2019, 2020 e 2021. Além disso, a Getec também publicou o balanço do mês de janeiro.

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COPACOL: Cooperativa apresenta faturamento de R$ 4,4 bilhões

Na manhã de sexta-feira (31/01), a Cooperativa Copacol realizou a AGO (Assembleia Geral Ordinária), em Cafelândia (PR), e apresentou o balanço referente ao exercício 2019, cujo faturamento foi R$ 4,4 bilhões, 14% maior que o ano anterior. Participaram mais de 700 pessoas.

Pauta - Também estavam na pauta da AGO os pareceres da auditoria externa e Conselho Fiscal, o demonstrativo das sobras apuradas do exercício, o plano anual das atividades, aquisição da unidade de recebimento de grãos na região Sudoeste, eleição e posse dos membros do Conselho Fiscal, a contratação de recursos financeiros, assuntos referentes à Frimesa, Cotriguaçu, Unitá e Coocentral, e também outros contextos gerais.

Crescimento - “Os ótimos resultados obtidos em 2019 foram fundamentais para o crescimento integrado do nosso quadro social, que hoje é de 6 mil cooperados, e também dos 10 mil colaboradores, que são responsáveis pela performance dos nossos processos e serviços prestados”, explica o diretor presidente Valter Pitol.

Evolução - Pitol também destacou a evolução de todas as atividades de produção animal, principalmente da avicultura que registrou produção de 420,9 mil toneladas de carne, entre as cooperativas Copacol e Central Unitá. Parte desta produção, 237,3 mil toneladas, foram exportadas para mais de 60 países.

Investimentos - Durante a assembleia, foram apresentados os investimentos de R$ 330 milhões na segunda linha da Unitá, R$ 20 milhões na ampliação da Unidade de recebimento e armazenagem de grãos em Goioerê, R$ 6,4 milhões na modernização nos supermercados de Nova Aurora e Goioerê, R$ 27,2 milhões na aquisição e reestruturação da Filial de Vendas de Curitiba, R$ 32 milhões na ampliação do Incubatório de Goioerê, entre outros investimentos em melhorias dos processos.

Presenças - Entre as diversas autoridades presentes, o presidente da Ocepar, José Roberto Ricken, também participou da AGO e durante seu pronunciamento destacou a grandeza e importância da Copacol dentro do cooperativismo paranaense.

Exemplo - “A Copacol é um exemplo dentro do cooperativismo e um modelo que tem dado certo, pois sempre busca dar oportunidade econômica aos seus produtores através das atividades, de agregar valor e trazer mais renda, e atender a demanda por alimentos. O cooperativismo está inserido em tudo isso”, acrescenta Ricken.

Conselho Fiscal - Na assembleia também foram eleitos os novos conselheiros fiscais da cooperativa, que irão atuar neste ano. São eles, Arlindo Paulus, Alex Bini Ferreira, Elder Candido Gabriel, Conselho Fiscal Suplentes, Anderson Zuk, Martin Steimback e Waldemar De Ré.

Sobras e complementações - Neste ano, os cooperados irão receber a segunda parte das sobras e complementações, de acordo com as movimentações e a produção entregues durante o ano de 2019, totalizando R$ 95.297.033,00.

- Complementação de aves/ovos (referentes a junho) R$ 14.057.179,00.

- Complementação de suínos (referente a dezembro) R$ 563.800,00.

- Complementação de aves/ovos (referentes a dezembro) R$ 22.019.730,00.

- Distribuição das sobras 2019 R$ 52.947.036,00.

- Juros 6% sobre o Capital R$ 5.709.288,00.

(Imprensa Copacol)

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C.VALE: Sobras aos associados são duplicadas

Os associados da C.Vale vão poder retirar, a partir desta segunda-feira (03/02), o maior valor em sobras da história da cooperativa. Serão R$ 89 milhões do exercício de 2019 contra R$ 42 milhões de 2018. O pagamento do retorno foi aprovado em assembleia que reuniu 1.300 pessoas, na sexta-feira (31/01), na Asfuca de Palotina. O valor total das sobras saltou de R$ 100 milhões para R$ 245 milhões, puxado pelas exportações de carne de frango.

Fatores - O presidente da C.Vale, Alfredo Lang, explicou que a peste suína africana na China e o dólar alto favoreceram as exportações do produto e melhoraram a rentabilidade da cooperativa. Segundo ele, a avicultura ajudou a compensar os efeitos das estiagens que reduziram o recebimento de soja em mais de 10 milhões de sacas no ano passado. A agroindustrialização foi decisiva para que a cooperativa crescesse 4,91%. O faturamento alcançou R$ 8,92 bilhões contra R$ 8,5 bilhões de 2018.

Metas - Para 2020, uma das metas da cooperativa é elevar a produção de frangos de 600 mil para 620 mil frangos/dia e de peixes dos atuais 90 mil para 100 mil tilápias/dia. Paralelamente, a C.Vale vai colocar em operação um frigorífico com capacidade para processar até 200 mil frangos/dia em Umuarama (PR), onde vai gerar dois mil empregos. No segundo semestre de 2020, a cooperativa vai inaugurar um hipermercado em Assis Chateaubriand (PR).

C.VALE EM 2019

Faturamento: R$ 8,92 bilhões

Sobras aos associados: R$ 89 milhões

Funcionários: 10.634

Associados: 21.920

Impostos: R$ 327 milhões

(Imprensa C.Vale)

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COAMO I: 32º Encontro na Fazenda Experimental vai reunir 4 mil cooperados e técnicos esta semana

coamo I 03 02 2020A Coamo promove desde a sua fundação, há quase 50 anos, a difusão de tecnologias aos seus associados e a sua Fazenda Experimental localizada em Campo Mourão (PR) é o laboratório a céu aberto para a realização de pesquisas com apoio da assistência técnica da cooperativa e de entidades públicas e privadas.

Presença - Assim, a cada ano a cena se repete e associados de todas as regiões da área de ação da Coamo no Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul estão presentes no tradicional Encontro de Cooperados da Fazenda Experimental Coamo, que neste ano do Jubileu de Ouro da cooperativa está na sua 32ª edição e deve reunir mais de 4 mil produtores e técnicos, nesta semana, de 3 a 7 de fevereiro.

Objetivo - O objetivo, segundo relata o engenheiro agrônomo Lucas Simas, chefe da Fazenda Experimental da Coamo é apresentar aos associados as novas e modernas tecnologias que foram testadas e aprovadas na unidade de pesquisa da cooperativa que foi criada há 45 anos em Campo Mourão. “É uma oportunidade ímpar para o associado se atualizar, apresentamos assuntos momento, aquilo que realmente necessita ser discutido pelos nossos associados juntamente com os técnicos e pesquisadores, e quem participa sai na frente e ganha na produtividade”, considera Simas.

Produtividade - Como resultado dessa difusão de conhecimento, as produtividades vêm aumentando gradualmente ao longo dos anos nos campos dos cooperados da Coamo, que em contato direto com a pesquisa têm as informações em primeira mão. “O Encontro na Fazenda Experimental é tradicional, apresenta as novidades que a pesquisa desenvolve e repassa aos agricultores. Praticamente dobramos as produtividades de soja e milho, e certamente a pesquisa e o trabalho realizado na Fazenda Experimental tem muito a ver com isso”, comemora o presidente da Coamo, José Aroldo Gallassini.

Entusiasta - O engenheiro agrônomo e presidente da Coamo, José Aroldo Gallassini, é um entusiasta do trabalho realizado pela cooperativa por meio da Fazenda Experimental. “A missão da Coamo é gerar renda aos cooperados com desenvolvimento sustentável do agronegócio, e esse trabalho passa pela assistência técnica e o repasse de tecnologias para ter mais produtividades e redução dos custos. Nesse Encontro na Fazenda Experimental, os associados ficam sabendo de tudo o que é importante para eles, conhecem a realidade e o trabalho da pesquisa, do manejo, para fazer bem feito na sua lavoura com um contato direto junto aos pesquisadores de importantes empresas e entidades públicas e privadas.” (Imprensa Coamo)

 

COAMO II: Tradicionais Reuniões de Campo do 1º semestre 2020 serão encerradas nesta segunda

Com o objetivo de estar mais próximo dos associados, apresentar retrospectiva do ano passado, destacar pontos importantes da situação geral da agricultura, da cooperativa e dos cenários nacional e internacional, estão entre os temas da maratona de Reuniões de Campo do 1º Semestre 2020 da diretoria da Coamo, que está acontecendo em todas as regiões da cooperativa desde o dia 22 de janeiro, com a coordenação do engenheiro agrônomo e presidente da Coamo, José Aroldo Gallassini.

Calendário - O calendário das Reuniões de Campo de um total de 28 encontros será encerrado nesta segunda-feira (03/02) com as últimas reuniões acontecendo no entreposto da Coamo em Peabiru com os associados também de Araruna, e na Arcam em Campo Mourão com a presença também dos associados de Luiziana.

Relatório e perspectivas - Nos encontros com os produtores associados a diretoria apresenta o relatório das atividades da Coamo e da Credicoamo durante o exercício de 2019 e as perspectivas da agricultura e do mercado para os principais produtos agrícolas.

Tradição e transparência - “Essas reuniões são tradicionais e desde a fundação da Coamo tenho a satisfação de estar junto com os associados, e isso dá uma satisfação muito grande pois vejo que aumenta a cada encontro o interesse e a participação deles na vida da cooperativa. É importante mostrar as tendências de mercado e as informações da cooperativa. Duas vezes no ano vamos a campo para trocar ideias, nos aproximar do quadro social, levar dados importantes e também ouvir as sugestões e o grau de satisfação dos associados”, afirma Gallassini. (Imprensa Coamo)

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COCAMAR: Cooperativa inaugura indústria e realiza AGO nesta terça-feira

cocamar 03 02 2020A manhã desta terça-feira (04/02) vai ser movimentada na Cocamar Cooperativa Industrial, em Maringá (PR). Às 9h, será inaugurada uma indústria de rações no parque industrial próprio e, às 10h, acontece Assembleia Geral Ordinária (AGO) de prestação de contas do exercício 2019. A expectativa é que mais de 300 convidados, entre produtores cooperados, autoridades, lideranças do cooperativismo e colaboradores, participem dos eventos.

Fortalecimento - Com capacidade para 150 mil toneladas/ano, a construção de uma moderna indústria visa a fortalecer ainda mais a presença da Cocamar em um segmento onde a cooperativa atua com destaque desde 2010, produzindo rações de alta qualidade para bovinos de corte e leite, equinos, peixes, cães e outros. Praticamente toda automatizada, a unidade fica onde antigamente funcionava uma máquina de beneficiamento de algodão, tendo demandado investimentos de R$ 27 milhões. De início, a indústria vai operar em turno único, gerando 16 postos de trabalho.

Produção - A produção de rações vinha sendo feita, desde então, em uma estrutura de terceiros, localizada em outro município. Com a indústria própria, a Cocamar pretende ampliar presença nesse setor, agregando valor à produção de soja, milho e outros produtos entregues pelos produtores cooperados.  

AGO - Em seguida, os convidados se deslocam para a Associação Cocamar, nas proximidades, onde será realizada a Assembleia Geral Ordinária de prestação de contas do exercício 2019. Nas últimas duas semanas, dirigentes da cooperativa percorreram dezenas de municípios onde estão localizadas unidades de atendimento nos estados do Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul, para apresentar os números aos produtores e aproveitar o momento para falar também sobre as perspectivas para 2020. Nas reuniões ocorridas na região norte, polarizada por Londrina, onde a Cocamar opera desde 2010, foi anunciada a devolução de parte do capital social aos associados com mais de 65 anos de idade e 10 de cooperativa, um direito previsto no Estatuto Social.

Videoconferência - Nesta segunda-feira (03/02), os últimos contatos com cooperados acontecem por meio de videoconferência. A exemplo das reuniões promovidas com a presença de dirigentes, haverá espaço para que os participantes façam perguntas e apresentem comentários. (Imprensa Cocamar)

 

SICREDI I: Divulgada pesquisa inédita sobre o impacto do cooperativismo de crédito na economia do Brasil

sicredi II 03 02 2020O Sicredi, em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), anuncia uma pesquisa inédita sobre os “Benefícios Econômicos do Cooperativismo de Crédito na Economia Brasileira”. O estudo, que avaliou dados econômicos de todas as cidades brasileiras com e sem cooperativas de crédito entre 1994 e 2017 e cruzou informações do Instituto Brasileiro de Geografia (IBGE), chegou à conclusão que o cooperativismo incrementa o Produto Interno Bruto (PIB) per capita dos municípios em 5,6%, cria 6,2% mais vagas de trabalho formal e aumenta o número de estabelecimentos comerciais em 15,7%, estimulando, portanto, o empreendedorismo local.

Metodologia - A pesquisa encomendada à Fipe pelo Sicredi, instituição pioneira do cooperativismo de crédito no Brasil, utilizou a metodologia de Diferenças-em-Diferenças, principal método científico para avaliações de impacto de políticas públicas no mundo. Os resultados estimados pelo Sicredi a partir do estudo, consideraram o bom desempenho econômico de 1,4 mil municípios que passaram a contar com uma ou mais cooperativas durante o período de pesquisa. Os cálculos do Sicredi, com base no estudo da Fipe, mostram um impacto agregado nestas cidades de mais de R$ 48 bilhões em um ano. Ainda, as cooperativas de crédito foram responsáveis pela criação de 79 mil novas empresas e pela geração de 278 mil empregos.

Taxas mais baixas - Manfred Alfonso Dasenbrock, presidente da SicrediPar e coordenador do Conselho Especializado de Crédito (CECO) da OCB afirma que com base na pesquisa da Fipe, um dos principais fatores que permitem que a cooperativa de crédito alavanque o desenvolvimento econômico local é a possibilidade de oferecer crédito com taxas de juros mais baixas, adequadas à realidade dos seus associados. Conforme dados do Banco Central do Brasil, a taxa de juros cobradas pelas cooperativas de crédito são sensivelmente menores. Por exemplo, em 2019 a diferença de taxa de juros para microempresas foi de 20 pontos percentuais se comparada aos bancos tradicionais.

Ativos - Mesmo oferecendo crédito a públicos menos assistidos pelo sistema financeiro tradicional, como micro e pequenas empresas, segundo o Banco Central, o índice de ativos problemáticos de uma cooperativa de crédito, que considera, por exemplo, a inadimplência, ainda é menor que o índice dos bancos tradicionais. No Relatório de Estabilidade Financeira de 2019, o Banco Central apontou uma diferença expressiva nos ativos problemáticos, que chegaram a 5,9% nas cooperativas de crédito do Brasil, enquanto as instituições financeiras tradicionais tiveram 7,4%.

Diferencial - Para Dasenbrock, a participação dos associados nas decisões de uma cooperativa de crédito é o grande diferencial do modelo de negócio. “O associado é, de fato, o dono do negócio e, por isso, precisa estar presente nas discussões a respeito dos rumos da sua cooperativa. No Sicredi, o relacionamento mais próximo com os associados contribui para sermos muito mais eficientes em reconhecer a capacidade de pagamento no uso do crédito, por exemplo, e com isso consigamos apoiar o desenvolvimento das pessoas e comunidades”, explica.

Multiplicador do Crédito Cooperativo - A pesquisa da Fipe também calculou o Multiplicador do Crédito Cooperativo, um coeficiente que indica o impacto do crédito concedido pelas cooperativas no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro – cada R$ 1,00 concedido em crédito gera R$ 2,45 no PIB da economia e a cada R$ 35,8 mil concedidos pelas cooperativas, uma nova vaga de emprego é criada no país.

Ciclo virtuoso - De acordo com a Fipe, a inclusão financeira de famílias, pequenos produtores e empresas forma um ciclo virtuoso que fomenta o empreendedorismo local, reduz desigualdades econômicas e aumenta a competitividade e a eficiência no sistema financeiro nacional. A Fipe concluiu ainda que os princípios e a disseminação das cooperativas de crédito se mostram convergentes com objetivos maiores no campo das políticas públicas, tendo em vista o seu potencial impacto na redução das desigualdades econômicas e inter-regionais, bem como no aumento da concorrência e da eficiência no âmbito do Sistema Financeiro Nacional.

Modelo de negócio - O cooperativismo de crédito é um modelo de negócio presente em 118 países, segundo relatório do Conselho Mundial de Cooperativas de Crédito (Woccu 2018), reunindo mais de 274 milhões de associados e ultrapassando a marca dos US$ 2,19 trilhões em ativos. No Brasil, de acordo com o Banco Central, o cooperativismo de crédito está presente em quase metade (47%) das cidades e representa 2,7% dos ativos totais do Sistema Financeiro Nacional (SFN). Já são mais de 9,9 milhões de associados a 925 cooperativas de crédito com uma carteira de R$ 123 bilhões em depósitos e R$ 137 bilhões em crédito – aproximadamente R$ 250 bilhões em ativos totais.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.800 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

SICREDI II: Fitch Ratings eleva nota da instituição em qualidade de gestão de investimentos

sicredi 03 02 20202A Fitch Ratings, uma das principais agências de classificação de risco de crédito do mundo, elevou o rating da Asset do Sicredi de “Proficiente” para “Forte”. A nova classificação reflete a avaliação da Fitch sobre aspectos como a capacidade de investimentos e características operacionais ligadas às soluções que são oferecidas aos associados.

Atualização - A atualização da nota foi atribuída levando em conta principalmente os sistemas operacionais da gestora, que são bem definidos, aprimorados e seguem rígidas políticas de segurança. O rating também considera a equipe de profissionais vasta e qualificada que atua nas operações, a estrutura organizacional bem segregada do Sicredi, o forte gerenciamento de risco e compliance da instituição, entre outras características.

Confiança - Para Ricardo Green Sommer, diretor de Gestão de Recursos de Terceiros, a nota da Fitch reafirma a confiança já existente no modelo de atuação da gestora, assim como chancela a solidez que o Sicredi confere à atuação. “Nós temos como diferenciais importantes o fato da Asset ter uma operação adequadamente segregada das demais áreas do Sicredi ao mesmo tempo em que se beneficia de todo o porte que a nossa estrutura oferece em análise de mercado, projeções e avaliação de riscos, por exemplo”, contextualiza.

Recursos administrados - A gestora de recursos do Sicredi administra atualmente mais de R$ 33 bilhões em fundos de investimento de renda fixa, multimercado, de previdência, entre outros. Além do rating atribuído à Asset do Sicredi, a instituição financeira cooperativa também possui avaliações corporativas da própria Fitch, da Moody’s e da Standard & Poor’s.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.800 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

PRONAF: Agricultura familiar terá mais R$ 1 bilhão para investimento

pronaf 03 02 2020O Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) Mais Alimentos terá R$ 1 bilhão em recursos para atender financiamentos solicitados por agricultores familiares.

Remanejamento - A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, solicitou ao Ministério da Economia remanejamento de recursos para atender financiamentos de investimento na atual safra agrícola, que se encerra em junho deste ano. O pedido foi encaminhado pela Secretaria de Política Agrícola do Mapa ao ministério. A medida foi aprovada na reunião de quarta-feira (29/01) do Conselho Monetário Nacional (CMN) e vale para financiamentos do programa contratados de 1º de fevereiro a 30 de junho deste ano.

Vontade - "Isso mostra a vontade de investir, que o pequeno agricultor está acreditando no governo, nas políticas públicas e investindo cada vez mais", ressaltou a ministra Tereza Cristina, acrescentando que o Ministério irá acompanhar a contratação dos recursos pelos pequenos agricultores. "Procurem os bancos para que vocês possam tomar esses recursos e continuar os seus investimentos"

Utilização - De acordo com o secretário de Política Agrícola, Eduardo Sampaio Marques, os agricultores familiares podem usar os recursos em investimentos de longo prazo, como a construção de galpões para avicultura e suinocultura, plantio de culturas perenes, máquinas e equipamentos, correção de solo e recuperação de pastagem.

Sinal - “Embora tenhamos alocado mais recursos para essa finalidade no atual Plano Safra do que nos anos anteriores, isto é um sinal de confiança do produtor nas perspectivas do país a longo prazo”, destacou o secretário. Ele acrescentou que o montante de R$ 1 bilhão é proveniente dos recursos do Pronaf Custeio.

Decisão - A decisão do CMN se soma a medida tomada pelo Tesouro Nacional, em dezembro do ano passado, para realocação de R$ 874 milhões.

Montante - Com essas duas medidas, essa linha de investimento do Pronaf passa a contar com R$ 14,8 bilhões, o que representa 14,5% a mais do que os recursos originalmente programados para essa finalidade (R$ 12,9 bilhões) pelo Plano Safra 2019/2020. "Desta forma, esperamos que esses dois remanejamentos sejam suficientes para normalizar o fluxo de recursos para investimentos até o fim dessa safra”, explicou o secretário. (Mapa)

 

FOMENTO: Estados do Sul querem que BNDES amplie créditos para a região

fomento 03 02 2020Os três estados do Sul do País reivindicam mais recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para a região. O porta-voz do pedido foi o governador Carlos Massa Ratinho Junior, representando também os governadores Eduardo Leite (Rio Grande do Sul) e Carlos Moisés (Santa Catarina).

Reunião - Ratinho Junior se reuniu na quinta-feira (30/01) com o presidente do banco, Gustavo Montezano, no Rio de Janeiro, para levar a demanda do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), que pede o aumento de pelo menos 50% no valor destinado para os três estados neste primeiro semestre do ano.

Reserva - O BNDES reservou R$ 695 milhões para ser dividido por Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul nos primeiros seis meses de 2020. Para o BRDE, os recursos são insuficientes. O banco deseja um montante mínimo de R$ 1 bilhão.

Agronegócio - “Somos três estados com um agronegócio muito forte e desenvolvido, que gera muitos empregos para o País. Esses recursos são justamente para ampliar o crédito rural, principal demanda dos clientes do BRDE”, destacou o governador Carlos Massa Ratinho Junior. Segundo ele, o presidente do banco entendeu o pedido e ficou de analisar as possibilidades.

Valor menor - Diretor de operações do BRDE, Wilson Bley Lipski também participou do encontro. Para ele, o valor ofertado ao Sul do País em 2020 é consideravelmente inferior ao repassado no mesmo período do ano passado. Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul ficaram com R$ 1,8 bilhão em 2019. No segundo semestre foram mais R$ 900 milhões liberados pelo BNDES. “O BRDE avalia que este montante não é suficiente para a demanda que tem se apresentado”, afirmou.

Crédito rural - Ainda de acordo com o diretor, boa parte desses recursos é destinado pelo BRDE para oferta de crédito rural, colaborando com o fomento do agronegócio na região. Outra parcela, ressaltou, vai para projetos de geração de energia. “É algo muito importante para os três estados”, disse.

Investimentos - Somente no último trimestre de 2019 o BRDE investiu cerca de R$ 79 milhões no setor do agronegócio. Além disso, acreditando na tendência da produção alternativa de energia, projetos de eficiência energética e de energias renováveis receberam em torno de R$ 103 milhões do banco, o que representa 42% do total investido no quarto trimestre de 2019.

Participação - “O agronegócio é responsável por mais de 65% de toda a carteira do BRDE. Investir em projetos de energias renováveis ajuda a aumentar a diversificação da matriz energética do Estado, além de promover um futuro cada vez mais sustentável e orientado ao uso de energias não poluentes”, destaca Lipski.

Cooperativismo - Em 2019, o BRDE também colaborou com o cooperativismo. Foram investidos R$ 390 milhões em projetos prioritariamente voltados à melhoria de infraestrutura das cooperativas agroindustriais ou investimentos dos cooperados. Com relação aos produtores rurais, pelo menos R$ 177 milhões em operações de crédito foram aprovadas em 1.104 contratos, mostrando a pulverização do crédito.

Presenças - Participaram também da reunião a Procuradora-Geral do Estado, Letícia Ferreira; o presidente da Copel, Daniel Pimentel Slaviero; e o deputado federal e coordenador da bancada do Paraná na Câmara, Toninho Wandscheer. (Agência de Notícias do Paraná)

 

SEFA: Está no ar Boletim Econômico de janeiro

parana 03 02 2020Os dados econômicos deste mês de janeiro apresentam um cenário positivo para a economia paranaense, conforme analisa o Boletim Econômico mensal elaborado pelos técnicos da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefa). A atividade econômica no Estado do Paraná cresceu 2,11% no acumulado nos 12 meses até novembro de 2019.

Otimismo - Para 2020, o Índice de Confiança do Empresário Industrial do Paraná (ICEI) mostra otimismo para com a economia, em especial com o indicador de expectativas apresentando crescimento. A confiança do empresário do comércio paranaense, por sua vez, também segue em elevação.

Entraves- Observa-se, contudo, que ainda há alguns entraves para melhores números, como a insistente queda no setor de serviços e o setor de derivados de petróleo no Paraná.

Cenário externo - Ao mesmo tempo, o cenário externo começou o ano de forma favorável. Há sinais mais nítidos de estabilização da atividade econômica mundial, após meses de desaceleração.

Acesso - Estas e outras informações podem ser acessadas na publicação, editada mensalmente. Assim como as edições anteriores, o Boletim Econômico é encontrado no site www.fazenda.pr.gov.br. (Agência de Notícias do Paraná)

 

FOCUS: Mercado financeiro reduz estimativa de inflação este ano para 3,40%

As instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC) reduziram a estimativa para a inflação este ano. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA – a inflação oficial do país – caiu de 3,47% para 3,40%. A informação consta no boletim Focus, pesquisa semanal do BC, que traz as projeções de instituições para os principais indicadores econômicos.

2021 e anos seguintes - Para 2021, a estimativa de inflação se mantém em 3,75%. A previsão para os anos seguintes também não teve alterações: 3,50% em 2022 e 2023.

Abaixo do centro da meta - A projeção para 2020 está abaixo do centro da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Selic - Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 4,5% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Nesta semana, o grupo faz a primeira reunião do ano para definir a Selic.

Expectativa - De acordo com o boletim do Banco Central, a expectativa do mercado é que a Selic caia para 4,25% ao ano até o fim de 2020. Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

Demanda - Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Já a manutenção da Selic indica que o Copom considera as alterações anteriores suficientes para chegar à meta de inflação.

Alta- Para 2021, a expectativa é que a taxa básica suba para 6%. Para 2022 e 2023, as instituições estimam que a Selic termine os períodos em 6,5% ao ano.

Atividade econômica - A projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – variou de 2,31% para 2,30% em 2020. As estimativas das instituições financeiras para os anos seguintes, 2021, 2022 e 2023 também continuam em 2,50%.

Dólar - A previsão do mercado financeiro para a cotação do dólar está em R$ 4,10 para o fim deste ano e R$ 4,05 para 2021. (Agência Brasil)

ECONOMIA: Copom faz primeira reunião do ano com expectativa em torno da Selic

economia 03 02 2020O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) realiza nesta terça e quarta-feira (04 e 05/02) a primeira reunião de 2020 para definir a taxa básica de juros da economia (Selic), atualmente em 4,5% ao ano. Existe a possibilidade de uma nova redução em 0,25 ponto percentual da Selic, para 4,25% ao ano.

Ciclo - No fim de julho, o Copom iniciou um ciclo de cortes, reduzindo a Selic em 0,5 ponto percentual para 6% ao ano. Em setembro, a Selic foi reduzida novamente em 0,5 ponto percentual, com cortes adicionais de 0,5 ponto em outubro e 0,5 ponto em dezembro.

Redução - Segundo a última edição do boletim Focus, pesquisa do BC com instituições financeiras, a Selic deve ser reduzida para 4,25% na próxima reunião, permanecendo nesse nível até dezembro e só subindo em 2021. No entanto, a alta do dólar nos últimos dias e a inflação de alimentos, como a carne, no fim do ano passado, podem fazer o Copom manter os juros básicos e esperar um pouco mais para promover um novo corte.

Meta de inflação - A taxa básica de juros é o principal instrumento do BC para alcançar a meta de inflação definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Neste ano, a meta é 4%, com intervalo de tolerância entre 2,5% e 5,5%. Para as instituições pesquisadas pelo boletim Focus, a inflação calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve encerrar 2020 abaixo do centro da meta, em 3,47%, mesmo com a alta recente da carne.

Tendência - Ao reduzir os juros básicos, a tendência é diminuir os custos do crédito e incentivar a produção e o consumo. Para cortar a Selic, o Copom precisa estar seguro de que os preços estão sob controle e não correm risco de ficar acima da meta de inflação.

Atuação - O Banco Central atua diariamente por meio de operações de mercado aberto – comprando e vendendo títulos públicos federais – para manter a taxa de juros próxima ao valor definido na reunião do Copom.

Referência - A taxa básica, que serve de referência para os demais juros da economia, é a taxa média cobrada em negociações com títulos emitidos pelo Tesouro Nacional, registradas diariamente no Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic).

Encontros - O Copom, formado pela diretoria do BC, reúne-se a cada 45 dias. No primeiro dia do encontro, são feitas apresentações técnicas sobre a evolução e as perspectivas das economias brasileira e mundial e o comportamento do mercado financeiro. No segundo dia, os membros do Copom analisam as possibilidades e definem a Selic. (Agência Brasil)

 

ENERGIA ELÉTRICA: Aneel define que conta de luz não terá cobrança extra em fevereiro

energia eletrica 03 02 2020A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou na sexta-feira (31/01) que a bandeira tarifária no mês de fevereiro será verde, ou seja, não haverá custo extra na conta de luz para os consumidores. Segundo a agência, o mês deverá ser chuvoso nas áreas onde estão localizados os principais reservatórios das hidrelétricas e o custo de geração de energia será menor. Dessa forma, não haverá necessidade de acionamento das usinas termoelétricas, que custam mais para gerar energia.

Custo real - Criado pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo real da energia gerada, possibilitando aos consumidores o bom uso da energia elétrica. O cálculo para acionamento das bandeiras tarifárias leva em conta, principalmente, dois fatores: o risco hidrológico (GSF, na sigla em inglês) e o preço da energia (PLD).

Funcionamento - As bandeiras tarifárias funcionam da seguinte maneira. As cores verde, amarela ou vermelha (nos patamares 1 e 2) indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração, sendo a bandeira vermelha a que tem um custo maior e a verde, o menor.

Destinação - Os recursos pagos pelos consumidores vão para uma conta específica e depois são repassados às distribuidoras de energia para compensar o custo extra da produção de energia em períodos de seca. (Agência Brasil)

 

CONGRESSO NACIONAL: Sessão solene inaugura o ano legislativo

congresso 03 02 2020O Congresso Nacional retoma, nesta segunda-feira (03/02), os trabalhos legislativos, após o recesso de fim de ano. Em sessão solene conjunta da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, marcada para as 15 horas, será lida a mensagem encaminhada pelo presidente da República ao Parlamento, com as prioridades do Executivo para 2020.

Local - A cerimônia será realizada no Plenário Ulysses Guimarães, da Câmara.

Mensagem - A mensagem deve ser entregue ao Congresso pelo ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni já que o presidente Jair Bolsonaro se recupera de uma cirurgia realizada na quinta-feira passada (30/01).

Reformas - A expectativa para este ano é que a mensagem priorize duas reformas, a tributária e a administrativa, que vêm sendo debatidas pela equipe econômica do governo. A proposta de reforma administrativa deverá propor redução de salários e benefícios de novos servidores públicos. Já a reforma tributária deverá se juntar a duas outras propostas em tramitação no Congresso, uma na Câmara (PEC 45/19) e outra no Senado (PEC 110/19).

Temas - Também poderão constar da mensagem temas como a autonomia do Banco Central, que é defendida pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e a regulamentação do lobby e o afrouxamento do Estatuto do Desarmamento, que constam de pauta entregue a Maia pelo ministro da Secretaria de Governo, general Luiz Eduardo Ramos.

Condução - O presidente do Mesa do Congresso e do Senado, Davi Alcolumbre, conduzirá a solenidade de abertura dos trabalhos legislativos. Conforme o protocolo, a leitura será feita pela 1ª secretária da Mesa do Congresso, deputada Soraya Santos (PR-RJ). Em seguida, as demais autoridades poderão fazer uso da palavra.

Recepção - Antes da sessão solene, é feita a cerimônia externa de recepção das autoridades dos Três Poderes. Carros conduzindo Alcolumbre e Maia chegam à rampa de acesso ao Palácio do Congresso Nacional. Alcolumbre será o primeiro a subir a rampa, cumprindo um rito tradicional: ouvirá o Hino Nacional, assistirá à execução de salva de 21 tiros de canhão pelo 32º Grupo de Artilharia de Campanha e passará a tropa em revista.

Rampa - Maia subirá a rampa em seguida, sendo recepcionado por Alcolumbre no Salão Negro do Congresso, onde serão aguardados pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Dias Toffoli, pelo procurador-geral da República, Augusto Aras, e por integrantes da Mesa do Congresso Nacional, líderes partidários da Câmara e do Senado e demais parlamentares.

Chuva - Em caso de chuva, a cerimônia será transferida para a Chapelaria do Congresso Nacional, sendo canceladas a execução do Hino Nacional, a revista à tropa e a salva de gala de 21 tiros. (Agência Câmara)

 

INTERNACIONAL: Epidemia deve afetar o comércio global, diz OMC

internacional 03 02 2020O diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Roberto Azevêdo, diz que a entidade está em alerta sobre o impacto do coronavírus na economia e nas trocas globais, em meio às incertezas sobre a propagação da epidemia globalmente. Em entrevista ao Valor, Azevedo observou que, “com essa epidemia, os fluxos podem evidentemente ser afetados e as estimativas [de expansão do comércio] podem ser revistas para baixo”.

Expectativa - A expectativa da OMC era de que o comércio global em 2020 teria uma melhora considerável em relação ao ano passado, mais que dobrando a taxa de expansão. “É verdade que [o comércio] vem de patamar muito baixo, apenas 1,2% de crescimento em 2019. Mesmo que alcance nossa previsão de 2,7% para este ano, ainda estará significativamente abaixo das taxas históricas, em torno de 4,5%”, disse.

Consequências imprevisíveis - Agora, o coronavírus surgido na China, que é a maior nação comerciante do mundo, com 13% das exportações de mercadorias e 11% das importações, espalhou-se muito rapidamente e “as consequências são muito imprevisíveis”. “De saída, pode desacelerar os procedimentos de fronteira nas trocas comerciais”, diz Azevêdo. “Em um cenário mais grave e demorado, podemos imaginar fechamento temporário de fábricas para evitar muita gente no mesmo espaço, restrições nos transportes, no movimento de pessoas etc. Tudo isso pode afetar as cadeias globais de produção e o fornecimento de bens e serviços.”

Impacto - Para o diretor-geral da OMC, o impacto na economia e no comércio dependerá do cenário que se verificar. “Será um impacto reduzido ou marginal caso a epidemia seja contida, e essas epidemias têm uma evolução muito incerta, às vezes somem tão rapidamente quanto aparecem”, diz. “A quantificação será completamente diferente caso a epidemia persista de forma mais duradoura.”

Respostas - Ele destaca que os próprios cientistas ainda buscam respostas para questões elementares, como as formas de transmissão da coronavírus, sua origem, manifestação de sintomas, taxa de letalidade, velocidade de propagação, tempo de incubação etc. ''Há muitas dúvidas e apenas uma certeza: não há espaço para descaso”.

FMI - Na mesma linha, o Fundo Monetário Internacional (FMI) diz que o crescimento global deve ser afetado, mas que o impacto econômico dependerá muito do comportamento da epidemia.

Demanda - Por ora, o impacto econômico direto ocorre sobretudo na demanda, à medida que muita gente na China fica em casa. No lado da oferta, há paralisação crescente de produção. E o impacto indireto se manifesta com menos confiança e incertezas sobre os negócios.

Espaço fiscal - Em todo caso, na avaliação do FMI, a China tem espaço fiscal, se necessário, para estimular a economia e atenuar dificuldades temporárias de empresas e famílias.

Rabobank - Para o Rabobank, da Holanda, a situação na China parece ter piorado com o grande número de lojas fechadas e outras medidas para prevenir o contágio.

Desaceleração - A consultoria Capital Economics, de Londres, nota que os esforços para conter o coronavírus vão provocar forte desaceleração no Produto Interno Bruto (PIB) da China e de emergentes na Ásia. Mas ainda espera que os prejuízos à economia e aos mercados serão temporárias.

UBS - O UBS, um dos maiores bancos da Europa, trabalha com um cenário no qual a epidemia não provocará desaceleração econômica mundial. Considera que as “'medidas rigorosas”' adotadas pela China, incluindo quarentena, e medidas preventivas tomadas por outros países, como cancelamento de voos e controles nas fronteiras, terminarão por se mostrar eficazes.

Freada - Para o banco suíço, essas medidas darão uma freada econômica no curto prazo, por causa da redução da demanda dos consumidores e perturbação das cadeias de fornecimento. Mas, se as medidas de isolamento funcionarem, acredita que o crescimento econômico voltará a aumentar nos trimestres seguintes graças à retomada da demanda e medidas de estímulo pelos governos.

Cálculo - UBS calcula que o crescimento da China em 2020 poderá cair para 5,5%, em vez de 6%, com uma queda de 2 a 3 pontos percentuais no crescimento dos lucros na Ásia (fora Japão). Em 2003, na crise da Sars (síndrome respiratória aguda severa), a economia chinesa perdeu um ponto percentual de crescimento. A diferença é que à época a China pesava 4% da economia mundial, enquanto hoje faz 17% e seu impacto global é muito maior.

Fronteiras - Na semana passada, a Rússia fechou suas fronteiras com a China por causa do temor de contágio do coronavírus, com implicações econômicas e políticas. O volume do comércio bilateral aumentou 25% em 2018, para US$ 100 bilhões. Agora, espera-se uma queda nas trocas, se a situação continuar.

Risco - Para UBS, um risco é que, se o vírus começa a se propagar num ritmo acelerado na Europa ou nos EUA, as autoridades poderão tomar medidas mais duras suscetíveis de provocar perturbações econômicas ainda mais importantes. (Valor Econômico)

 


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