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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4677 | 04 de Outubro de 2019

ENCONTRO ESTADUAL: Palestras sobre criatividade e a arte de viver a transformação fazem parte da programação

 

“Improviso e criatividade” e “A arte de viver a transformação” são os temas das palestras que serão apresentadas no Encontro Estadual de Cooperativistas Paranaenses, respectivamente pelo ator, diretor e dramaturgo, Márcio Ballas, e pelo doutor em Psiquiatria e Psicologia Médica e professor Pedro Calabrez. O tradicional evento promovido pelo Sistema Ocepar para celebrar as conquistas do cooperativismo será realizado dia 6 de dezembro. A novidade deste ano é que, pela primeira vez, as atividades ocorrerão no interior do Estado, em Medianeira, na região Oeste. Até o ano passado, o Encontro estava sendo organizado em Curitiba.

 

Programação – Além das palestras, a programação contempla o Painel com autoridades, seguido de apresentação sobre a Cooperativa Lar, anfitriã do evento. No período da tarde, a grande atração é o show com o cantor medianeirense Michel Teló.

 

Inscrições – O Encontro Estadual é destinado a cooperados, colaboradores, dirigentes, demais lideranças ligadas ao cooperativismo paranaense, seus familiares e convidados. As inscrições ao evento devem ser realizadas até dia 2 de dezembro, por meio do agente de Desenvolvimento Humano da cooperativa ou no Sistema Ocepar (inscricoes@sistemaocepar.coop.br / 41 3200-1105).

 

encontro estadual folder 04 10 2019

DIREITO COOPERATIVO I: Seminário da OAB vai debater questões tributárias e contratuais na Agrária

No dia 11 de outubro, será realizado no Centro Cultural Mathias Leh, na Cooperativa Agrária, em Entre Rios, Distrito de Guarapuava, o II Seminário de Direito Cooperativo. O evento é realizado conjuntamente pela OAB Guarapuava e pela Comissão de Direito Cooperativo da OAB Paraná, contando ainda com o patrocínio da Cooperativa Agrária e o apoio do Sicredi Planalto das Águas e da Unimed Guarapuava. A advogada do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR), Daniely Andressa da Silva, será uma das mediadoras do Seminário, no painel que debaterá o conceito do adequado tratamento tributário ao ato cooperativo e o PIS e Cofins nas cooperativas de produção agropecuária. 

Temas - O evento contará com a presença de mestres, doutores e especialistas que debaterão temas relevantes do Direito Cooperativo, em dois painéis, o primeiro voltado para questões contratuais e o segundo para questões tributárias. Ao final do evento, haverá palestra do professor Alfredo de Assis Gonçalves Neto a respeito da “Responsabilidade dos administradores de cooperativas”.

Oportunidade - Este será o segundo seminário organizado pela Comissão de Direito Cooperativo, sendo o primeiro realizado fora da cidade de Curitiba. Trata-se de uma oportunidade para advogados, estudantes, magistrados e interessados que pretendem aprimorar conhecimentos nesse importante ramo do direito. (Com informações da OAB Guarapuava)

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DIREITO COOPERATIVO II: III Seminário da Região Sul será realizado dias 28 e 29 de outubro

 

A terceira edição do Seminário de Direito Cooperativo da Região Sul acontece nos dias 28 e 29 de outubro, em Florianópolis (SC). O evento é promovido pelo Sescoop/SC (Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo), em parceria com a Ocesc (Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina), com o intuito de reunir os profissionais para tratar de temas relevantes e atuais para o direito cooperativo.

 

Inscrições - As inscrições podem ser realizadas até 18 de outubro, no site do Sescoop/SCEm caso de participantes não vinculados à cooperativas ou de cooperativas de outras Estados, siga as instruções para inscrição. Entre os tópicos abordados no evento, destacam-se direito digital, ato cooperativo, a conjuntura econômica e política do país e os temas de interesse do cooperativismo em pauta no Congresso Nacional. (Assessoria Ocesc)

 

evento folder 04 10 2019

COOPERATIVISMO: Divulgada a programação oficial do 5º EBPC

 

cooperativismo 04 10 2019O Sistema OCB acaba de divulgar a programação do 5º Encontro Brasileiro de Pesquisadores em Cooperativismo (EBPC). O evento mostra como a teoria pode e deve estar alinhada à prática das cooperativas, objetivando o desenvolvimento sustentável do setor. A grade contendo os horários, locais, atividades e responsáveis já pode ser conferida no aplicativo evento e, também, no site do EBPC. Ao todo, 105 trabalhos serão apresentados.

 

Data e local - A programação do encontro ocorrerá entre os dias 9 e 11 de outubro, no campus do Instituto Federal de Brasília, localizado no Gama, a cerca de 35 km do centro de Brasília. A abertura está marcada para as 14h do dia 9 e contará com a participação da Diretoria Executiva do Sistema OCB. Nos outros dois dias, as palestras começam às 8h30.

 

Atenção No dia 10, a partir das 17h, ocorrerão uma oficina e dois seminários, simultaneamente. Por isso, os interessados em participar de uma dessas sessões devem garantir sua vaga, acessando a plataforma. A organização pede, ainda, que todos os pesquisadores devem apresentar o resultado de seus trabalhos seguindo o padrão do evento, disponível aqui.

 

Campanha Como forma de agradecer ao IFB pela liberação de suas dependências, a organização do evento está realizando uma campanha de arrecadação de livros para a biblioteca da instituição de ensino. A ideia é que cada participante leve pelo menos um livro técnico ou científico. A adesão à campanha é voluntária.

 

Sobre o EBPC O encontro estimula o desenvolvimento de estudos que buscam maior eficácia e eficiência nos processos das cooperativas, e o alcance de um novo patamar de competência, por meio da percepção, avaliação e compartilhamento de conhecimentos e experiências.

 

Tema - Na quinta edição, o EBPC deste ano tem Negócios sustentáveis em cenários de transformação como tema. Assim como nas edições anteriores, o evento deste ano possui eixos que nortearão o debate e a construção do conhecimento sobre a temática do evento. São eles:

- Identidade e Cenário Jurídico;

- Educação e Aprendizagem;

- Governança, Gestão e Inovação;

- Capital, Finanças e Desempenho;

- Impactos Econômicos, Sociais e Ambientais.

 

Público O 5º EBPC é aberto a todos os interessados em compreender e fortalecer as cooperativas enquanto organizações econômicas e sociais que promovem o desenvolvimento inclusivo. Dentro deste público, destacam-se os pesquisadores, gestores de cooperativas, dirigentes, profissionais do sistema de aprendizagem e representação e elaboradores de políticas públicas.

 

Downloads Para acompanhar a programação e as notícias do EBPC é simples: basta fazer o download do aplicativo do evento, disponível em um dos links abaixo:

Google Play

Apple Store


Livro de Resumos - E para conferir o resumo dos trabalhos apresentados, basta que o interessado acesse o 
Livro de Resumos. (Informe OCB)

 

PROGRAME-SE

5º EBPC

Data: 9 a 11 de outubro

Local: Instituto Federal de Brasília – IFB (Campus Gama)

Endereço: Rodovia DF 480 Lote 1 - Pte. Alta Norte (Gama), Brasília - DF, 72429-005

Mais informações: ebpc@sescoop.coop.br

RAMO SAÚDE: Dental Uni e Unimed Odonto marcam presença na 49ª Convenção Nacional Unimed

 

A Dental Uni e a Unimed Odonto, duas das maiores operadoras de Planos Odontológicos do Brasil, marcaram presença na 49ª Convenção Nacional Unimed, realizada de 1 a 4 de outubro, em Natal, capital do Rio Grande do Norte. 

 

Participações - Participaram do encontro diretores, dirigentes das Unimeds e representantes do cooperativismo brasileiro. Além disso, a diretoria da Dental Uni e da Unimed Odonto participou em um moderno, versátil e tecnológico estande, com o objetivo de fortalecer o lançamento da parceria entre as duas operadoras.

 

Tema - Para inspirar a vontade de ir mais longe, o evento trouxe como tema central “Uma Jornada para o Futuro”, com propostas em sua programação que permitiram a imersão dos participantes. Além disso, estão sendo debatidas questões como inovação e novas perspectivas para o mercado. O cenário do evento teve o objetivo de estimular as oportunidades de diálogos e a convergência de ideias entre os responsáveis pela tomada de decisões. Isso é o que torna a Convenção o maior evento da marca Unimed.

 

Parceria - Recentemente, a Dental Uni oficializou uma parceria com a Unimed Odonto para juntar esforços e buscar uma sinergia comercial, operacional e tecnológica. Essa parceria tem o objetivo de trazer ainda mais benefícios aos mais de 1 milhão de beneficiários somados, contando com mais de 26 opções de atendimento, além de todo sistema Unimed Nacional e população que confia nas marcas envolvidas. A soma das duas marcas, Dental Uni e Unimed Odonto, contribui para mais um processo de intercooperação na prática. A Dental Uni é agora a segunda maior rede de atendimento odontológico no Brasil e com perspectivas de crescimento ainda maiores.

 

Sobre a Dental Uni - A Dental Uni é uma cooperativa de planos odontológicos que transforma sorrisos há 35 anos. Presente em todo o Brasil, a Dental Uni oferece qualidade de vida através de um atendimento odontológico de excelência, com os melhores e mais qualificados profissionais do mercado e flexibilidade para se adequar ao seu perfil. 

 

Sobre a Unimed Odonto- A Unimed Odonto é a operadora odontológica do Sistema Unimed sob gestão da Seguros Unimed. Com atuação desde 2009 e sede em São Paulo, a Unimed Odonto se mantém historicamente nas melhores faixas do Índice de Saúde Suplementar (IDSS), de acordo com a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), e compõe o Programa de Qualificação das Operadoras. (Imprensa Dental Uni)

 

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AGRÁRIA: Após quase uma década de pesquisa, nova cultivar de cevada será apresentada no WinterShow

A 16ª edição do WinterShow, maior evento de cereais de inverno do Brasil, traz várias novidades. E elas não estão restritas apenas à programação do evento. Na Estação de Cevada, além de falar sobre o manejo para altas produtividades, os pesquisadores da Fapa – Fundação Agrária de Pesquisa Agropecuária – apresentarão ao público uma nova cultivar.

Melhoramento - Quem aprecia o sabor da cerveja gelada no copo pode até não imaginar, mas para obter um produto de qualidade é necessária muita pesquisa, trabalho este que começa no campo. Durante quase uma década, o programa de melhoramento da Fapa trabalhou para o desenvolvimento de uma nova variedade de cevada que respondesse aos anseios dos cooperados da Agrária no que diz respeito à produtividade e atendesse as particularidades exigidas pela indústria para a fabricação de um bom malte.

Imperatriz - Assim nasceu a Imperatriz. A cultivar está em fase de homologação e seus resultados prometem ser promissores. Entre os principais diferenciais estão seu porte adequado, que a torna menos suscetível ao acamamento, e sua grande tolerância a doenças como Mancha em Rede. “Durante o WinterShow iremos difundir as características da cultivar, seu comportamento no processo de pesquisa e experimentação e compará-la com as demais variedades que trabalhamos hoje”, comenta Noemir Antoniazzi, pesquisador da FAPA.

Multiplicação de sementes - O cooperado Ernesto Stock atua na multiplicação de sementes e possui uma área em sua propriedade cultivada com a Imperatriz. “Quando uma variedade chega neste estágio é porque se destacou em termos gerais. Ainda é precoce tirar conclusões definitivas, mas penso que ela está tendo um bom comportamento no campo”, diz.

O evento - O WinterShow 2019 acontece entre os dias 15 e 17 de outubro, das 8h às 18h30. O evento é realizado pela Fapa e pela Cooperativa Agrária e conta com o patrocínio ouro da Oro Agri. São patrocinadores prata o Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Sicredi. BRDE, Gigamix, Rocha Terminais Portuários e Logística, e Sindicato Rural de Guarapuava são patrocinadores bronze. (Imprensa Agrária)

SERVIÇO

WinterShow 2019 – Estação Cevada

Terça-feira (15/10)

Às 13h30 e às 15h30

Quarta-feira (16/10)

Às 14h00 e às 16h00

Local: Fapa – Colônia Vitória – Entre Rios, Guarapuava-PR

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CAPAL: Feira de café no Norte Pioneiro do Paraná conta com estande da cooperativa

 

capal 04 10 2019Representantes da Capal estão presentes na 12ª edição da Feira Internacional de Cafés Especiais do Norte Pioneiro do Paraná (Ficafé), no município de Jacarezinho. A cooperativa está com um estande no evento, que vai até esta sexta-feira (04/10), para apresentação das marcas próprias do grão, Robusto e Jucafé.

 

Degustação - Os visitantes da feira poderão degustar e conhecer ainda mais as marcas, o que destaca a cooperativa como responsável por todo o processo do grão - plantio, beneficiamento e comercialização. Atualmente, são mais de 250 cafeicultores cooperados nos Estados do Paraná e de São Paulo, com área plantada de 5.040 hectares.

 

Cafeeiras - Em julho deste ano, a Capal assumiu o controle das cafeeiras São Carlos e Benetti Coffee, com matriz no município de Pinhalão (PR). A produção média dessas unidades é de 150 mil sacas por ano, mas a expectativa é chegar a 250 mil. As cafeeiras fazem a torrefação de 432 mil quilos do grão por ano. A expectativa da CAPAL é, em um primeiro momento, saltar para 800 mil quilos/ano e, depois, 1,8 milhão de quilos.

 

Produção - Na safra 2018/2019, segundo o Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab), o Estado produziu 57 mil toneladas de café em 37,6 mil hectares, com o Norte Pioneiro sendo o principal expoente.

 

Sobre a Capal Cooperativa Agroindustrial - Fundada em 1960, a Capal conta atualmente com mais de 3 mil associados, distribuídos em 14 unidades de negócios, nos estados do Paraná e São Paulo. A cadeia agrícola responde por cerca de 70% das operações da cooperativa, produzindo mais de 640 mil toneladas de grãos por ano, com destaque para soja, milho, café e trigo. A área agrícola assistida ultrapassa os 140 mil hectares. O volume de leite negociado mensalmente é de 9 milhões de litros, proveniente de 360 produtores com uma média de produção de 2,5 mil litros por dia. Além disso, a cooperativa comercializa mais de 27 mil toneladas de suínos vivos. (Imprensa Capal)

AGROPAR: Palestra sobre a importância do cooperativismo será apresentada para cooperados

 

A Agropar - Cooperativa Agroindustrial do Médio Oeste do Paraná promove, no dia 22 de outubro, a apresentação de palestra sobre a importância do cooperativismo, em parceria com o Sistema Ocepar. Será a partir das 19h, em sua sede social, em Assis Chateaubriand, no Oeste do Estado. Além de cooperados e clientes, também estarão presentes representantes de empresas parceiras, como a Datacoper e a Adama. No evento, o coordenador de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR, João Gogola, irá discorrer sobre o tema, enfocando o histórico do cooperativismo, a filosofia cooperativista, pilares e fidelidade cooperativista. 

 

Confirmação de presença - Os interessados em assistir à palestra devem confirmar presença com Dayane, pelos telefones (44) 98808 8118 / 35284748.

 

A Agropar - Fundada em 30 de junho de 1995, a Agropar reúne cerca de 4.500 produtores rurais, entre associados e terceiros que realizam negócios com a cooperativa. Ela opera com uma capacidade de armazenamento total de 71 mil toneladas de grãos, sendo 12 mil toneladas em armazém tipo V e 59 mil toneladas em silos metálicos, com sistema de termometria e aeração, além de contar com todos os equipamentos necessários para a padronização dos cereais.

 

agropar 04 10 2019

SICOOB METROPOLITANO: Cooperativa chega a Jundiaí e Campinas, em São Paulo

 

sicoob metropolitano 04 10 2019No último dia 24, o Sicoob Metropolitano realizou a inauguração de mais duas agências no estado de São Paulo. Agora, as cidades de Jundiaí e Campinas também contam com o atendimento da cooperativa, que disponibiliza um amplo portfólio de soluções financeiras com condições diferenciadas.  

 

Presenças - Membros da diretoria, colaboradores, cooperados, convidados e diversas autoridades locais participaram dos eventos, que aconteceram nos novos espaços. Em Campinas, o endereço da agência é Av. Andrade Neves, 2170. Já em Jundiaí, fica Rua Vigário João José Rodrigues, 778. (Imprensa Sicoob Unicoob)

SICOOB CREDICAPITAL: Inaugurada primeira agência no Rio Grande do Sul

O Sicoob Credicapital inaugurou na terça-feira (01/10) sua primeira agência na cidade de Porto Alegre. Localizada na Avenida Carlos Gomes, no centro de negócios da capital gaúcha, além das instalações convencionais para atendimento, a agência também oferece um espaço para coworking que está disponível para ser compartilhado pelos cooperados.

Plano de expansão - A abertura da unidade integra o plano de expansão da cooperativa, que além do Rio Grande do Sul, irá abranger também o estado de São Paulo. Fundada em 2001 na cidade de Cascavel, onde possui 21 agências, o Sicoob Credicapital atende 19 municípios da região oeste do Paraná.

Escolha - De acordo com o presidente do Conselho de Administração do Sicoob Credicapital, Guido Bresolin Junior, a cooperativa escolheu o estado para iniciar seu movimento de expansão considerando as oportunidades de negócios que a região oferece. “Também fomos motivados pelos laços afetivos de imigrantes gaúchos que criaram raízes no Paraná”, explica ele.

Compromisso - À frente da cooperativa desde 2005, Bresolin reforça o compromisso do Sicoob Credicapital com a comunidade. “Oferecemos produtos e serviços com condições mais justas e aplicamos os recursos localmente para oferecer melhorias, garantir novos empregos e o desenvolvimento socioeconômico para a região”, complementa.

Endereço - O endereço da agência do Sicoob Credicapital em Porto Alegre é Av. Carlos Gomes, 1657. (Imprensa Sicoob Unicoob)

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SICREDI UNIÃO PR/SP: Agências realizam palestras sobre saúde da mulher

 

sicredi uniao 04 10 2019Na próxima terça-feira (08/10), a agência Tiradentes da Sicredi União PR/SP, em Londrina, recebe convidadas para a palestra Saúde da Mulher, às 9 horas. Quem irá proferir a palestra será a médica Débora Franchini Mourato, especialista em ginecologia e obstetrícia. O evento faz parte das atividades referentes ao Outubro Rosa, mês em que são reforçadas as informações sobre prevenção ao câncer de mama. E no dia 21, a agência Bandeirantes, também de Londrina, realiza palestra às 19 horas, com a obstetra e ginecologista Inês Paulucci. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

 

Foto:Pixabay

FRENCOOP I: Senador Flávio Arns propõe que Maringá seja declarada Capital Nacional do Associativismo

 

frencoop I 04 10 2019Maringá poderá receber o título de Capital Nacional do Associativismo. O autor da proposta é o senador Flávio Arns (REDE). O município tem nove cooperativas na área de crédito, saúde e trabalho. Em entrevista para rádio CBN Maringa, o senador explica quais as vantagens para a cidade e qual o trâmite do projeto: “Estive na Cocamar falando com o presidente e disse que Maringá é uma referência no cooperativismo e diria, até no associativismo. Ao meu ver, é uma das coisas mais importantes no Brasil, ter associações, cooperativas, onde juntam pessoas para trabalharem focadas, em busca de um mesmo objetivo. E o associativismo é algo fundamental para o Paraná e para o Brasil. Maringá tem nove cooperativas em diversos ramos de atuação é uma referência, por isso decidi apresentar este projeto que denomina a cidade como Capital Nacional do Associativismo. São milhares de cooperados, milhares de empregos, movimentam um percentual de bilhões de reais na economia do Paraná. A cidade e o estado tem sido referência aos candidatos à Presidência, que produzem vídeos falando do cooperativismo do Paraná. Outro exemplo de associativismo são as Apaes da região, que também são exemplos de associativismo. O projeto irá tramitar na Câmara, no Senado e vejo um clima extremamente favorável para que seja aprovado”, contou Flávio Arns.

FRENCOOP II: Deputada Aline Sleutjes defende Lei Kandir e alerta sobre perigos da PEC 42

 

Nenhuma lei foi tão citada pela bancada do agronegócio nesta semana quanto a Lei Kandir. O motivo: a PEC 42 que revoga a não incidência de ICMS na exportação de produtos não-industrializados e semielaborados. A proposta de emenda constitucional está em vias de ser votada no Congresso e representa uma carga extra de impostos para os produtores rurais, já que eles têm direito à isenção fiscal pela Lei Kandir. 

 

Alerta - A ilusão de que o recolhimento desses impostos será positivo para o caixa dos estados é falsa, alerta a deputada federal Aline Sleutjes (PSL/PR). " Esses impostos vão encarecer a produção e impactar no preço final dos nossos produtos. Vamos perder competitividade lá fora e isso vai reduzir as vendas, o investimento cai e, por consequência, haverá corte de gastos como corte de pessoal. O ganho que o Estado tem com o imposto será menor que o prejuízo de ter mais desempregos, menos movimentação na economia"

 

Números - Os números mostrados pelo economista Alexandre Mendonça de Barros, presente na reunião da Frente Parlamentar da Agricultura - FPA mostram o impacto que a cobrança do ICMS teria na produção agrícola se estivesse vigente nos últimos anos. “Se, por exemplo, a taxa de produção da soja brasileira fosse igual a Argentina, que adota essa política de taxação que quer a PEC42, nós teríamos produzido 12 milhões de hectares a menos de plantio desse produto, o que representa quase 38 milhões de toneladas a menos por ano. 

 

Condição de exportação - A deputada Aline, que faz parte da Frente Parlamentar da Agricultura, destacou que o momento de reformas tributárias deve ser aproveitado para melhorar as condições da exportação dos produtos internos. " Nós já não temos um mercado exportador a altura da nossa capacidade. Aumentar impostos, subir o preço dificultaria ainda mais a saída do nosso produto em relação a outros mercados. Vamos trabalhar para que o Agro não sofra esse revés porque isso pode acarretar em uma grande perda para a economia brasileira". (Assessoria de Imprensa da deputada Aline Sleutjes)

 

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TRIBUTÁRIA: Maia diz que governo vai enviar reforma e cobra negociação de pacto federativo

 

tributaria 04 10 2019O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, disse que o governo vai encaminhar à Câmara uma proposta de reforma tributária. O tema está sendo discutido em uma comissão especial da Casa, que analisa a PEC 45/19, do deputado Baleia Rossi (MDB-SP).

 

Fundamental - “A participação do Poder Executivo na reforma tributária é fundamental. Os estados já mandaram a sua proposta, alguns prefeitos apoiam a proposta do deputado Baleia, então precisamos da liderança do governo nesse processo, já que tem participação decisiva para essas articulações”, disse Maia.

 

Reunião - O presidente da Câmara participou nesta quinta-feira (03/10) de reunião no Ministério da Economia, com a participação do ministro Paulo Guedes.

 

Pré-sal - Maia voltou a criticar a sugestão de se editar uma medida provisória para resolver a divisão dos recursos do pré-sal arrecadados com o leilão viabilizado pela Emenda Constitucional 102. A divisão dos recursos é tema da Proposta de Emenda à Constituição 152/19 e objeto de acirrada disputa entre governadores.

 

Senado - O presidente da Câmara disse que caberá ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre, liderar o acordo para a votação da medida. “A gente vai fazer uma construção em conjunto, sob a liderança do Davi, para aprovar a proposta. O importante é que se construa uma solução que atenda às duas Casas”, declarou.

 

Reforma da Previdência - Maia comemorou a aprovação da reforma da Previdência pelo Senado, mas destacou que a diminuição da economia pode impactar a distribuição de recursos entre os entes federativos. “A economia aprovada no Senado é um ótimo valor. O Senado e a Câmara fizeram um ótimo trabalho, mas ficou um valor menor [de economia]. Com isso, é óbvio que é necessário refazer o pacto com estados e municípios, é natural porque não haverá a mesma disponibilidade de recursos”, disse.

 

Nordeste - Maia chamou a atenção de governadores da região Nordeste que, segundo ele, não sofreram o desgaste político de defender a reforma da Previdência e, mesmo assim, cobram do governo federal uma fatia grande de recursos.

 

Contra - “Aqueles que mais querem o pacto [federativo] são aqueles que estão votando contra a reforma da Previdência”, desabafou. “Ao mesmo tempo que eles querem exigir mais recursos do governo federal, que só pode dar mais recursos se tiver mais economia. É uma conta que não fecha”, afirmou Maia.

 

Debate - O presidente da Câmara disse que é necessário que os entes federativos participem de um amplo debate sobre o pacto federativo após o fim da votação da reforma da Previdência.

 

Privatizações - Questionado sobre o plano do governo de privatizar estatais, Maia ponderou que é necessário analisar caso a caso. Ele defendeu a privatização da Eletrobras. “O custo de administração da Eletrobras prejudica muito o Estado brasileiro, porque é mais caro que a média do custo de mão de obra do setor. Isso acaba gerando um prejuízo aos recursos da sociedade”, disse.

 

Correios - Sobre a venda dos Correios e da Petrobras, Maia afirmou que é necessário analisar as medidas. “Sobre os Correios, eu não sei por que os Correios ainda têm estrutura. O ambiente para privatizar a Petrobras também é de muita restrição, mas o governo vendeu a BR Distribuidora e não teve manifestação. É um movimento que vai crescendo”, declarou.

 

Explicação - O presidente da Câmara afirmou que o governo precisa explicar aonde quer chegar com cada privatização. “O importante é que, em cada privatização, o governo mostre para a sociedade por que a gestão pública tem sido pior para o cidadão do que a gestão privada”, disse. (Agência Câmara)

PREVIDÊNCIA: Votação da matéria pode ficar para o fim do mês

previdencia 04 10 2019O governo do presidente Jair Bolsonaro terá de resolver três demandas do Senado para encaminhar a votação em segundo turno da reforma da Previdência ainda este mês. Além das medidas do chamado Pacto Federativo, prometidas desde março e até agora não colocadas no papel, os parlamentares cobram uma definição do governo na divisão com Estados e municípios dos recursos do leilão da cessão onerosa do pré-sal e o encaminhamento de projeto com os créditos orçamentários para liberar as emendas prometidas aos senadores, tal como ocorreu na Câmara dos Deputados.

Questão religiosa - Até uma questão religiosa entrou na conta de um possível atraso na votação: pelo menos 15 senadores embarcam quinta-feira para a Itália para acompanhar a cerimônia de canonização de Irmã Dulce pelo Papa Francisco. Tudo somado, já há governista que fale de votação apenas após o dia 22 de outubro.

Sem perspectiva - Não há até o momento perspectiva de acelerar o trâmite para votar a mudança nas regras de aposentadoria na próxima semana. A derrota do governo com a derrubada das novas regras sobre o abono salarial não foi de todo inesperada, mas causou uma reação do ministro da Economia, Paulo Guedes, que cancelou agendas com bancadas de senadores de PSD, PP e MDB no dia seguinte, bem como fez chegar o recado de que poderia descontar “cada bilhão” retirado da reforma da Previdência com a diminuição de medidas de socorro aos entes irritou o Senado.

Reações negativas - A postura gerou mais reações negativas. “Guedes continua agindo como se ele fosse um enviado dos céus para nos salvar. Como se nada do que ele faz pudesse ser contestado, age como se só ele fosse bem-intencionado e o Congresso, corrupto. Não é verdade e não vai funcionar se insistir nisso”, avalia o senador Alessandro Vieira (Cid-SE), do grupo “Muda Senado”, que elegeu o presidente Davi Alcolumbre (DEM-AP) e reúne mais de duas dezenas de senadores.

Articulação - Para Simone Tebet (MDB-MS), presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), a articulação do governo falhou na votação em primeiro turno. Na CCJ, já estava evidente que a questão do abono dividia os senadores. Na votação de um destaque do PDT, foram 12 votos pela manutenção das regras atuais e 12 pela mudança. Foi preciso que Tebet desempatasse em favor do governo.

Destaque - No plenário, novamente o destaque foi colocado e, desta vez, as novas regras propostas foram derrubadas. “Faltou articulação. Tinha que negociar mais, explicar mais, não podia votar naquele momento”, aponta. Além disso, os senadores reclamaram que o abono é pago por meio dos recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), não podendo ser contabilizado como economia para o Tesouro.

Economia - Assim, os senadores não estariam “tirando” R$ 76 bilhões da economia esperada, como dito. O governo, ao invés de explicar, preferiu insistir em demonizar quem votasse contra a mudança. E perdeu. “O abono é um dinheiro que ajuda a girar a economia, é usado pelo trabalhador no comércio, na compra do presentinho no fim de ano. Tem o mesmo efeito da liberação dos recursos do FGTS, que o próprio governo está fazendo. Ficou mal explicada a questão”, observa a senadora.

Acordos - Parlamentares apontam que Alcolumbre não tem a mesma experiência do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), nas negociações. Maia construiu, junto com o secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho (PSDB), uma série de acordos com o Centrão e até com a oposição para diminuir as resistências ao projeto. Alcolumbre levou a votação sem estar 100% azeitado e as disputas em plenário fizeram com que ele, inúmeras vezes, se enrolasse até nos encaminhamentos.

Emendas - Outro impasse do governo com os senadores é a liberação de emendas orçamentárias extras para quem votar a favor. O Planalto mandou um projeto de lei liberando R$ 3 bilhões durante a votação na Câmara, com a promessa de que os recursos iriam para as bases eleitorais de quem apoiasse a reforma. No Senado, não houve tal projeto, embora tenham ocorrido promessas de ampliar o dinheiro de obras nos Estados para diminuir o desgaste político da aprovação. Pesa também o impasse sobre o leilão da cessão onerosa.

Divisão - O Senado aprovou uma divisão que privilegia Norte, Nordeste e Rio de Janeiro, o que fez parlamentares ligados aos demais Estados travarem a votação na Câmara. Durante a sessão, diversos senadores condicionaram a aprovação da reforma em segundo turno à conclusão dessas negociações. Um deputado explica: tem governador do Nordeste que receberá até R$ 900 milhões, suficientes para garantir um mandato tranquilo e com obras. (Valor Econômico)

 

FINANÇAS: Real e ações sobem em dia de demanda por emergente

 

A percepção de que o banco central americano terá de intensificar seus esforços para evitar uma recessão no país derrubou o dólar em todo o mundo. Os investidores abriram mão da moeda americana diante da expectativa de mais liquidez à frente e buscaram ativos de risco, num movimento que se traduziu por aqui por uma forte valorização do real - uma das mais acentuadas dentre as divisas globais. O comportamento instável do Ibovespa no dia, entretanto, deixa claro que o medo não acabou.

 

Queda - No Brasil, o dólar comercial encerrou em queda de 1,13%, aos R$ 4,0875, depois de tocar R$ 4,0743 na mínima do dia. Foi o menor valor de fechamento desde o último dia 17 e a maior queda diária desde o dia 4, quando uma combinação de eventos no exterior levou a um recuo de 1,78% da moeda americana.

 

Prêmio de riscos - O alívio no câmbio também contribuiu para a queima de prêmio de risco nos juros futuros, que já vem surfando na perspectiva de queda adicional da Selic. A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2021 recuou de 4,95% para 4,87%, enquanto a do contrato para janeiro de 2023 caiu de 6,05% para 5,98%.

 

Sinais de fraqueza - Todo esse movimento foi desencadeado por sinais de fraqueza da atividade no setor de serviços nos EUA. Os dados confirmaram a expectativa criada pela frustração com indicadores da indústria, divulgados na terça-feira (01/10), e mostraram que a economia americana precisará de novos cortes de juros pelo Federal Reserve ainda este ano.

 

Instabilidade - O cenário de fraqueza econômica global assusta os investidores e provoca instabilidade na renda variável: na mínima ontem, o Ibovespa chegou a cair 1,19%, aos 99.826 pontos. No fim do dia, o índice subiu 0,48%, aos 101.516 pontos, respaldado pelo respiro nas bolsas americanas.

 

Mercado - “O mercado se deu conta de que a economia americana está em um nível um pouco mais devagar, assim como outras economias avançadas. O mundo crescendo menos requer juros mais baixos para que a atividade possa reagir. Assim, os indicadores mais fracos em todo o globo reforçam o consenso de que serão necessários cortes adicionais nas taxas de juros”, afirma Artur Schneider, responsável pela área de renda fixa da Monte Bravo.

 

Apelos - Os apelos para que o Fed intensifique os estímulos à economia se fortaleceram. Depois de duas reduções de 0,25 ponto percentual este ano, dois novos cortes de mesma magnitude passaram a ser projetados pelo mercado. Os contratos futuros dos Fed Funds, compilados pelo CME Group, apontavam durante a tarde 53,3% de chance de as taxas caírem 0,50 ponto percentual até o fim do ano, para a faixa entre 1,25% e 1,50%.

 

Desempenho do real - Sebastian Brown, estrategista de câmbio e economista-chefe para a América Latina do Deutsche Bank em Nova York, credita o desempenho do real, pelo menos em parte, a um ajuste em relação aos últimos meses, quando a divisa brasileira registrou um dos piores desempenhos entre as emergentes comparáveis. Além disso, por ter uma economia menos dependente ou sincronizada com a dos EUA, caso de países como o México, o Brasil também pode ter um desempenho relativo melhor que a desses países frente a sinais de desaceleração da economia americana, acrescenta.

 

Segunda divisa - A queda de mais de 1% do dólar no Brasil fez do real a segunda divisa com melhor desempenho do dia entre as 33 mais líquidas do mundo. Apenas o peso colombiano, contra o qual o dólar cedia 1,42% no horário de fechamento, teve melhor performance.

 

Cenários - Guilherme Loureiro, economista da Trafalgar, observa que os investidores se equilibram, há algum tempo, entre dois cenários. Em um deles, a desaceleração global ocorre sem grandes solavancos e os estímulos grandes BCs geram um sentimento de “risk-on” para ativos emergentes. O outro é de recessão mais profunda. “Me parece que, desde que EUA e China voltaram a fazer concessões um ao outro, esse primeiro cenário voltou a ganhar força”, nota o profissional.

 

Assimetria favorável - Loureiro nota que o cenário de ‘pouso suave’ beneficia ativos com assimetria favorável, como o real e o peso mexicano, bem como juros de alguns emergentes. Ele alerta, no entanto, que levar demorar algum tempo para entendermos de qual dos dois estamos mais próximos. “É difícil diferenciar em qual cenário estamos porque, no atual estágio do ciclo econômico mundial, o mesmo sinal que indica desaceleração suave hoje gera mais apreensão sobre o futuro lá na frente”, afirma. (Valor Econômico)

 

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ECONOMIA: Investimentos caem 0,7% em agosto após 7 meses em alta, mostra Ipea

 

economia 04 01 2019Depois de sete meses em alta, os investimentos voltaram ao campo negativo em agosto. Divulgado nesta quinta-feira (03/10), o Indicador Ipea Mensal de Formação Bruta de Capital Fixo

(FBCF, medida dos investimentos em máquinas, equipamentos, construção civil e pesquisa) registrou baixa de 0,7% em agosto, na comparação a julho, livre de efeitos sazonais.

 

Alta - De acordo com o Ipea, o indicador mostrou alta de 0,5% na comparação a agosto do ano passado. Desta forma, registra alta de 2,5% no acumulado dos últimos 12 meses até agosto, uma ligeira perda de ritmo em comparação ao acumulado de 12 meses registrado até julho deste ano (3%).

 

Segmentos - Todos os três segmentos que compõem os investimentos registraram queda na passagem de julho para a agosto.

 

Máquinas e equipamentos - A queda mais intensa foi no consumo aparente de máquinas e equipamentos, com recuo de 1,3% no período. As importações até cresceram 8,1% no período, mas a produção nacional recuou 2,9%.

 

Construção civil - O indicador de construção civil, por sua vez, recuou 1,1% em agosto, após alta de 2,4% em julho, pela série com ajuste sazonal. Pelo indicador do Ipea, o setor mantém um comportamento errático.

 

Ativos fixos - O terceiro componente, classificado como outros ativos fixos, registrou queda de 0,7% na passagem de julho para agosto. (Valor Econômico)

INFRAESTRUTURA: Transporte aéreo no Brasil deve dobrar de tamanho até 2037, estima Iata

 

infraestrutura 04 10 2019O transporte aéreo brasileiro deve dobrar de tamanho no prazo de 20 anos até 2037, se mantiver as políticas públicas atuais para o setor. Dessa forma, o transporte aéreo deve contribuir com US$ 38,7 bilhões para o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro até 2037, gerando 1,4 milhão de empregos. Em 2017, o setor empregava 838,7 mil pessoas e contribuiu com US$ 18,8 bilhões para o PIB. Os dados são de um estudo elaborado pela Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata), que representa as 290 maiores empresas aéreas do mundo.

 

Políticas favoráveis - Mas, de acordo com a associação, se o país adotar políticas mais favoráveis ao desenvolvimento do transporte aéreo, o setor tem potencial para quase quintuplicar de tamanho, movimentando US$ 88,2 bilhões por ano e empregando 3,2 milhões de pessoas.

 

Crescimento orgânico - Dany Oliveira, diretor geral da Iata no Brasil, disse que o primeiro cenário leva em consideração o crescimento orgânico do setor com a manutenção das regras atuais para o setor aéreo. A segunda estimativa foi feita considerando a adoção no país das melhores práticas do setor.

 

PIB - “No Brasil, a contribuição do setor para o PIB é de aproximadamente 1%. A média global para o setor é de algo entre 3,2% e 3,4%. Só essa comparação já mostra o grande potencial de melhoria do setor”, afirmou Oliveira.

 

Fatores - O executivo cita como fatores que podem acelerar o crescimento do setor melhorias na infraestrutura de aeroportos, redução de burocracias para estimular o transporte aéreo de cargas e redução nos preços do combustível de aviação. “No mundo, o querosene de aviação representa, em média, 22% dos custos das companhias aéreas. No Brasil, representa quase 40% dos custos. Isso precisa ser revisto”, afirmou Oliveira.

 

Ações judiciais - O diretor da Iata também citou como entrave ao desenvolvimento do setor o número excessivo de ações judiciais movidas contra empresas aéreas no Brasil, em comparação com outros países. “Nos Estados Unidos, de cada 100 voos realizados, 0,01 é alvo de processo. No Brasil, são seis processos para cada 100 voos. As empresas precisam montar uma equipe jurídica gigantesca no Brasil. Isso afasta a entrada de novos competidores”, afirmou Oliveira.

 

Tratados internacionais - O executivo ponderou que o Brasil é signatário de tratados internacionais, como a Convenção de Montreal, que regula e estabelece regras relativas ao transporte aéreo, mas que a Justiça brasileira ignora esses acordos. “O judiciário brasileiro não aplica os tratados e convenções assinados”, disse Oliveira.

 

Indenizações - O diretor da Iata estima que 2,3% do custo total das empresas aéreas brasileiras seja relacionado ao pagamento de indenizações em processos movidos na Justiça. “Espera-se que, neste ano, o custo de operação das aéreas fique em torno de US$ 10,3 bilhões, ou pouco mais de R$ 40 bilhões. Só de judicialização, os custos chegam a R$ 1 bilhão”, calculou. (Valor Econômico)

MEIO AMBIENTE: Encontro discute metas e avanços na gestão de resíduos sólidos

 

meio ambiente 04 10 2019A Divisão de Resíduos Sólidos da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo promoveu encontro na quarta-feira (02/10), em Curitiba, para discutir os principais avanços, projetos e dificuldades na área de resíduos sólidos no Paraná. O tema foi abordado na Reunião Ordinária do Grupo R-20, um órgão consultivo formado por representantes dos 399 municípios paranaenses para a implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos e leis estaduais de resíduos sólidos.

 

Participantes - O encontro reuniu cerca de 200 pessoas, entre prefeitos e representantes de municípios, do Ministério Público, de associações e cooperativas de catadores de materiais recicláveis e lideranças comunitárias.

 

Avanços - Um dos principais avanços nessa área é o atendimento da logística reversa de pneus. “Somos o único Estado do Brasil que terá 100% dos municípios atendidos no recolhimento de pneus inservíveis”, enfatiza o secretário da pasta, Márcio Nunes. “Estamos trazendo o Ministério Público e as pessoas para andar lado a lado com a gente, para mostrar nossa preocupação em resolver a questão dos resíduos no Estado”, completa.

 

Apoio essencial - Segundo o presidente do Grupo R-20 e coordenador da Divisão de Resíduos Sólidos, Laerty Dudas, o apoio dos municípios é essencial e a política funciona de baixo pra cima. “O Estado é virtual, os resíduos são gerados nos municípios e nós precisamos estar sempre em conversa constante com os eles”, diz. “Nós geramos 11 mil toneladas de resíduos por dia e os municípios estão cansados de pagar a conta sozinhos”.

 

Reunião ordinária - Os encontros ocorrem a cada dois meses para apresentar o que está sendo feito na área de resíduos sólidos, ouvir os representantes dos municípios sobre suas demandas e acolher pessoas que trabalham diretamente com os resíduos. Segundo a secretaria estadual, é um momento oportuno para discutir um tema que gera muita polêmica, mas que já vem mostrando avanços.

 

União - “O grupo R-20 só é forte quando todos nós trabalhamos juntos. Ver que este evento teve uma presença maciça dos municípios mostra o quanto o Paraná está engajado em fazer uma logística reversa de qualidade”, explica o segundo-secretário-executivo do Grupo R-20, Marcos Chaves.

 

Case - No evento foi apresentado ainda um case de sucesso da Itaipu Binacional sobre a produção de biomassa, que pode servir de exemplo para aplicação nos municípios.

 

Coamo - A destinação correta de embalagens de medicamentos veterinários foi outro ponto discutido na reunião. A iniciativa mais recente da Coamo – Cooperativa Agroindustrial, é disponibilizar aos proprietários rurais cooperados pontos de coleta para que eles possam fazer o retorno das embalagens de produtos veterinários. Estão previstos cinco postos de coleta localizados nas farmácias veterinárias das unidades da Coamo em Campo Mourão, Toledo, Guarapuava, Ivaiporã e Mangueirinha.

 

Ribeirão Claro - Uma demonstração positiva dessa parceria governo/municípios foi a atitude da cidade de Ribeirão Claro, no Norte Pioneiro, que notificou a empresa Pepsico, no Reino Unido, sobre o recolhimento de embalagens de salgadinhos, um problema encontrado nos 399 municípios. A explanação foi feita pela engenheira florestal Daiane Palmoneri, da prefeitura.

 

Presenças - Participaram da reunião, do futuro Instituto Água e Terra, o diretor de Saneamento e Recursos Hídricos, José Luiz Scroccaro, e o diretor-presidente, Everton Luiz da Costa Souza; o promotor de Justiça do Centro de Apoio Operacional às Promotorias da Justiça de Proteção ao Meio Ambiente e de Habitação e Urbanismo, Leandro Garcia Algarte Assunção; e o representante das Cooperativas e Associações de Catadores de Materiais Recicláveis, Leo Marcio da Silva.

 

Municípios-polo - Nesta terça-feira (01/10) foi realizada no auditório da secretaria, em Curitiba, a reunião dos municípios-polo. O Grupo de Trabalho referente a essas cidades, formado por 20 regiões, visa o planejamento e a execução das ações propostas no Plano Estadual de Resíduos Sólidos 2018 e Política Nacional de Resíduos Sólidos nº 12.305/2010.

 

Membros - Os municípios designados como membros do grupo, são Umuarama, Paranavaí, Maringá, Apucarana, Londrina, Cornélio Procópio, Jacarezinho, Toledo, Cascavel, Campo Mourão, Pitanga, Telêmaco Borba, Ponta Grossa, Foz do Iguaçu, Francisco Beltrão, Pato Branco, Guarapuava, Irati, Curitiba e Paranaguá. “Esses municípios foram escolhidos por representarem quase 50% da população paranaense e por serem responsáveis por 80% dos resíduos gerados no Estado”, explica Dudas.

 

Ações - No encontro foram apresentadas ainda as ações propostas pelas indústrias de pneus, baterias chumbo/ácido e embalagens cartonadas longa vida, além de notificações realizadas. Também foi assinada a Resolução Sedest nº 072/2019, que formaliza o Grupo de Trabalho. (Agência de Notícias do Paraná)


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