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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4674 | 01 de Outubro de 2019

CAD/PRO: Prazo para os produtores rurais regularizarem o cadastro encerra dia 14 de outubro

cad pro 01 10 2019Termina no dia 14 de outubro o prazo para agricultores e pecuaristas paranaenses regularizarem a sua situação no Cadastro de Produtor Rural (CAD/PRO). A medida é válida para aqueles que foram notificados sobre a possibilidade de cancelamento do cadastro e tiveram seus nomes publicados no Diário Oficial do Estado de 11 de junho. Há cerca de 100 mil produtores rurais nesta situação.

Procedimento - De acordo com a Receita Estadual, os produtores podem ter o registro no CAD/PRO anulados devido à falta de emissão de Nota Fiscal de Produtor por dois anos consecutivos, o que caracteriza a cessação de atividade, conforme o subitem 9.1.4 da Norma de Procedimento Fiscal – NPF nº 031/2015. O titular do cadastro que pretende manter-se ativo deverá dirigir-se à prefeitura municipal (Setor de Nota Fiscal de Produtor Rural) para justificar a falta de comercialização, atendendo ao disposto no item 4.5 da NPF 031/2015. Também precisa apresentar todas as notas fiscais para prestação de contas, a fim de sanear as pendências e, se for o caso, a comunicação de extravio. Deve, ainda, apresentar a documentação atualizada, inclusive do imóvel. Mais informações na Receita Estadual, pelo fone (41) 3200-5009.

Consequências - “Ressaltamos que, caso o produtor tenha o seu cadastro cancelado, posteriormente ele poderá ir até a prefeitura para fazer a regularização. Porém, até que ela seja efetivada, o agricultor ou pecuarista perderá o diferimento do ICMS da energia elétrica da atividade rural. Também perderá os benefícios de diferimento do ICMS dos insumos, aumentando, assim, o custo de produção. Eles também não terão como emitir a Nota Fiscal do Produtor e poderão eventualmente ser multados por transportar produto sem o documento fiscal”, afirma o coordenador jurídico da Ocepar, Rogério Croscato.

 

FORMAÇÃO: Curso orienta cooperativas sobre aplicação das principais normas de contabilidade

formacao 01 10 2019O especialista em Contabilidade e Finanças, professor Laudelino Jochem, vai orientar contadores e técnicos contábeis das cooperativas do Paraná sobre como as normas de contabilidade devem ser aplicadas no dia a dia das cooperativas. Essa é a proposta da formação que o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR) promove, nos dias 22 e 23 de outubro, na sede da entidade, em Curitiba.

Conteúdo - O Curso Aplicação Prática das Principais Normas de Contabilidade para Cooperativas vai abordar os seguintes temas: estrutura das normas de contabilidade; como interpretar um fenômeno contábil; políticas contábeis e retificação de erros; Interpretação Técnica Geral (ITG) 2004 – entidade cooperativa; estoques; ativo imobilizado; ativo intangível; provisões, passivos e ativos contingentes; mensuração a valor justo; receita de contrato com cliente e instrumentos financeiros.

Inscrições - As inscrições podem ser efetuadas pelo com Esdras Silva (esdras.silva@sistemaocepar.coop.br / 41-3200-1138)

 Foto: Pixabay

Clique aqui para conferir a programação completa do Curso Aplicação Prática das Principais Normas de Contabilidade para Cooperativas

 

NOTA DE PESAR: Sistema Ocepar lamenta falecimento de Jubrail Romeu Arcenio

nota pesar 01 10 2019O Sistema Ocepar lamenta o falecimento de Jubrail Romeu Arcenio, 75 anos, ocorrido na sexta-feira (27/09), em Londrina, Norte do Paraná. Romeu atuou como diretor e advogado das extintas Cooperativa Central Agropecuária Paraná (Cocap), de Curitiba, e Cooperativa Agrícola Mista de Alvorada do Sul (Camas). Ele era casado com Maria Aparecida Alves e tinha quatro filhos: Danilo, Paola, Janaina, Elias. Natural de Lutécia (SP), estudou em Paraguaçu Paulista e, posteriormente, foi morar e trabalhar em Londrina.

 

 

COOPERATIVISMO: OCB participa de evento na Coreia do Sul

 

cooperativismo 01 10 2019A OCB participou, na quinta-feira passada (26/09), em Seul, capital da Coreia do Sul, da assembleia geral da Organização Internacional das Cooperativas Agropecuárias. O ICAO, como também é conhecido o grupo, é a organização setorial da Aliança Cooperativa Internacional para o cooperativismo agropecuário. A organização foi fundada em 1961 e tem sua sede na capital coreana.

 

Organizações - Participaram da assembleia anual organizações representativas de cooperativas agropecuárias de 22 países. O Brasil foi representado pelo presidente da OCB/MT, Onofre Filho, que ocupa o cargo de vice-presidente do ICAO para a região das Américas. Filho é membro da Diretoria da OCB e do Conselho de Administração da Aliança Cooperativa Internacional.

 

Governo e cooperativas locais - A reunião foi acompanhada por diversos representantes do governo coreano e de cooperativas agropecuárias do país. Também estiveram presentes membros do Parlamento do país, acadêmicos e de representantes de embaixadas residentes na Coreia do Sul. O Adido Agrícola da Embaixada do Brasil em Seul representou a representação diplomática brasileira.

 

Papel do cooperativismo - Reunidos em Seul, os dirigentes cooperativistas debateram o papel do cooperativismo na garantia da segurança alimentar em nível internacional. As delegações participantes compartilharam informações sobre o trabalho que suas organizações têm desenvolvida para dar visibilidade ao papel do cooperativismo na produção de alimentos para uma crescente população mundial.

 

Projetos - O grupo pôde também conhecer os projetos de estímulo ao cooperativismo na Coreia do Sul. Com 3 milhões de cooperados associados a 1,2 mil cooperativas, no movimento cooperativista coreano é o grande responsável pela produção de alimentos no país asiático. Atuantes em toda cadeia produtiva, as cooperativas agropecuárias coreanas controlam detêm um banco cooperativo e uma extensa rede de supermercados, que comercializa seus produtos.

 

Desafios - A Assembleia Geral também debateu desafios enfrentados em diversos países. A delegação malaia apresentou as dificuldades porque passam as cooperativas do país com o bloqueio das exportações de óleo de palma para a União Europeia. As comitivas da Polônia e da Noruega relataram os prejuízos tidos com a seca que atingiu a Europa este ano. Já a delegação da Turquia informou a Assembleia sobre o trabalho sendo desenvolvido para conter a grupe suína no país.

 

Escolhido - Ao final do encontro, o Brasil foi escolhido para sediar a próxima reunião do ICAO. O grupo se reunirá em Cuiabá, Mato Grosso, no mês de abril de 2020 para a reunião do Conselho Executivo da Organização. Paralelamente ao encontro, será organizado um fórum internacional que debaterá o papel do cooperativismo na geração de sustentabilidade econômica e social.

 

Continuidade - Na sexta-feira, as atividades tiveram continuidade com visitas técnicas a cooperativas agropecuárias na região de Seul. As delegações estrangeiras terão a oportunidade de conhecer o modelo de sucesso que fez com o cooperativismo crescesse exponencialmente no país nas últimas três décadas. (Informe OCB)

COCAMAR: Para cooperativa, Compliance faz parte da gestão estratégica

 

cocamar 01 10 2019A Cocamar investiu, em 2018, na criação do Comitê de Compliance, pensando em garantir que as regras do Código de Ética e Conduta sejam referência para o processo de gestão da cooperativa, e que possam ser respeitados no dia a dia de trabalho de cada colaborador. O comitê é formado por uma equipe multidisciplinar, contemplando representantes das áreas Jurídica, TI, Gestão, Auditoria, Gestão de Pessoas, Financeiro e Unidades Operacionais.

 

Objetivos - O comitê tem a finalidade de prevenir e investigar, devendo averiguar e apurar se o Código de Ética e Conduta da Cocamar está sendo cumprido. Caso algum descumprimento seja provado, é papel do Comitê sugerir qual a ação corretiva ser aplicada ao infrator. Por sua vez, a Diretoria Executiva e Superintendência da cooperativa avaliarão o caso para deferimento da decisão do comitê.

 

Fundamental - De acordo com a Gerente de Gestão, Qualidade e Processos, Fernanda Volpato, o trabalho em Compliance na Cocamar atualmente é realizado com foco no gerenciamento de processos, atendimento ao Código de Ética e Conduta e também das legislações e normas internas, além da segurança da informação. Para ela, a estruturação do programa na cooperativa é muito importante por conta do relacionamento com vários públicos e setores, que possuem interesses distintos. “Pelo tamanho da cooperativa e sua abrangência geográfica, é fundamental que tenhamos um programa de Compliance estabelecido e gerenciado”, declarou.

 

Trajetória - Com o objetivo de aumentar a transparência na gestão da Cocamar, as providencias de Compliance foram intensificadas em 2013, quando foi lançado o modelo de governança. Depois disso, em 2014, a cooperativa elaborou um padrão de autoavaliação de gestão, também intitulado Governança Cocamar, que contém todos os princípios, critérios e requisitos aplicados aos processos que são, anualmente, auditados internamente. Em 2016, a política de qualidade foi revisada para se transformar em uma Política de Compromissos, que estabelece todos os compromissos assumidos pela Cocamar perante a sociedade. Em junho de 2018, foi lançada mais uma iniciativa com a implantação de um Canal de Ética terceirizado, ficando a cargo do Comitê de Compliance gerenciá-lo. Em 2019, o código de conduta foi revisado e se transformou no Código de Ética e Conduta, introduzindo atendimento à lei anticorrupção.

 

Certificado - Com o objetivo de instaurar de forma completa o trabalho de Compliance em 2020, a Cocamar está inscrita no Programa de Compliance do Sistema Ocepar. O programa se propõe a modelar a organização internamente para atender a todos os requisitos que implicam em estar em Compliance. Ainda, garante que os mecanismos e procedimentos internos como normas, fiscalização, auditoria, incentivo às denúncias de não-conformidades e aplicação do Código e Ética e Conduta cumpram a sua finalidade e sejam comunicados internamente. (Imprensa Cocamar)

UNIUM: Workshop sobre mercado de trigo reúne profissionais do setor alimentício

 

Nos dias 25 e 26 de setembro, foi realizado o 2º Workshop de Mercado de trigo e farinhas da Herança Holandesa para clientes e parceiros. Além de networking, os participantes puderam conhecer o processo produtivo no moinho de trigo, obter informações do mercado de trigo e farinhas e aprofundar conhecimentos na tipificação e uso de enzimas em farinhas e controle de pragas na indústria alimentícia.

 

Visitação - Além disso, houve visitação em campo durante o 3º Show Tecnológico de Inverno, promovido pela Fundação ABC. Os participantes ainda puderam conhecer um pouco mais sobre a história da imigração holandesa no Paraná, durante visita ao Parque Histórico de Carambeí.

 

Sobre a Unium Marca institucional das indústrias das cooperativas Frísia, Castrolanda e Capal, a Unium representa projetos em que as cooperativas paranaenses atuam em parceria. Todas as marcas reunidas pela Unium, inclusive a Alegra, são reconhecidas pela qualidade e excelência. 

 

A Unium também conta com três marcas de lácteos: Naturalle - de produtos livres de aditivos -, Colônia Holandesa e Colaso. No setor de grãos, a Unium conta com a marca Herança Holandesa - farinha de trigo produzida em uma unidade totalmente adequada à ISO 22.000, o que a qualifica com elevados padrões de exigência. (Imprensa Unium)

 

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SICREDI: Patrocinador da Feira do Empreendedor Sebrae/SP

 

As micro e pequenas empresas (MPE) contrataram mais de 387 mil pessoas no primeiro semestre de 2019. O levantamento do Sebrae, a partir de dados do Cadastro-Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério da Economia, ainda aponta que as médias e grandes empresas (MGE) tiveram um saldo positivo bem inferior, com 5,5 mil novas vagas, nos primeiros seis meses do ano. 

 

Importância - Os números destacam a importância dos pequenos empreendedores na gradativa recuperação econômica do Brasil. Empresários como Fernando Ferreira da Silva, um ex-motoboy de Marília, no interior de São Paulo, que realizou o sonho de empreender e abrir uma lanchonete. Para colocar em prática o próprio negócio precisou de crédito e contou com o apoio do Sicredi, primeira instituição financeira cooperativa do País. “Eu consegui meu empréstimo, financiamentos e até tenho um capital de giro automático. As soluções do Sicredi fizeram a diferença no meu crescimento”, afirma da Silva. 

 

Parceria - Assim como Fernando, outros empreendedores descobriram no cooperativismo de crédito e investimento uma parceria para o negócio e uma alternativa ao mercado financeiro tradicional. De acordo com o Panorama do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo, elaborado pelo Banco Central, o cooperativismo teve um aumento de 23% na carteira de crédito em 2018, principalmente para o setor agrícola e de micro e pequenas empresas. Crescimento que está fortemente aliado às condições oferecidas pelas instituições financeiras cooperativas com atendimento mais próximo a seus associados e custos mais justos. Isso sem contar a possibilidade de participação nas decisões estratégicas dos negócios durante as assembleias e nos resultados financeiros da instituição. 

 

Feira do Empreendedor - Essas e outras vantagens do cooperativismo de crédito serão apresentadas durante a Feira do Empreendedor 2019, evento realizado pelo Sebrae entre os dias 5 e 8 de outubro, em São Paulo, e que promove a capacitação profissional e fomenta novos negócios. “No estande do Sicredi o empreendedor poderá verificar, por meio de um simulador, quanto é possível economizar ao manter a conta corrente em uma cooperativa de crédito, entendendo todas as vantagens econômicas e de relacionamento que oferecemos”, afirma o diretor de Desenvolvimento da Central Sicredi PR/SP/RJ, Adilson Felix de Sá. A instituição ainda levará para a feira novidades como a possibilidade de pagamento via QR Code e o lançamento da máquina compacta de cartões, além de soluções de pagamentos, crédito, cobrança e fluxo de caixa. 

 

Sem aluguel - “Nossa máquina compacta não tem aluguel para o MEI e o valor pago na aquisição da maquininha é devolvido de acordo com a sua movimentação (cashback). Além disto a máquina possui chip de internet wi-fi própria fazendo com que o empreendedor não precise ter o custo de internet, além de frete grátis para todo o Brasil. Também aceita a maioria das bandeiras de cartões e permite ao empreendedor receber em até dois dias. Procuramos facilitar a vida de quem gera empregos no Brasil com soluções que garantem melhor gestão financeira e agilidade para o empreendedor”, explica Felix de Sá.

 

Foco - Por ser uma instituição financeira cooperativa, o foco é o benefício aos associados, que também são donos do negócio. “O Sicredi tem grande potencial para concessão de crédito. Com boa base de depósitos conseguimos acelerar a carteira atendendo de maneira menos burocratizada e mais próxima do empreendedor. Por isso, estamos crescendo bastante no segmento das micro e pequenas empresas, alavancando a economia das regiões onde atuamos”, finaliza o diretor.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.700 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

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SICREDI PARANAPANEMA: Campanha “Vem Poupar e Ganhar” contempla associado de São Jerônimo da Serra

 

A Campanha “Vem Poupar e Ganhar” do Sicredi, que iniciou em abril deste ano, já contemplou mais de 240 associados com prêmios semanais de R$ 2 mil e mensais de R$ 50 mil, e no sorteio mensal do mês de agosto, o sortudo foi o associado Marcos Antonio Ramos Schiaretti de São Jerônimo da Serra (PR).

 

Entrega simbólica - A entrega simbólica do prêmio aconteceu no dia 20 de setembro, na agência Sicredi de São Jerônimo da Serra e contou a presença do Presidente da Sicredi Paranapanema PR/SP, Claudio Marcos Orsini, colaboradores, coordenadores de núcleo e demais associados da agência. Na ocasião, Marcos Antonio, agradeceu a cooperativa pela premiação e disse estar muito feliz. “Iniciei minha conta na cooperativa após perceber as vantagens de ser um associado Sicredi. Já tenho planos de aplicar o dinheiro na cooperativa para continuar contando com os rendimentos e garantir conquistas futuras.  Se vocês estão felizes em me premiar, imagina eu que estou recebendo”, brincou o associado. 

 

Satisfação - Para o presidente da cooperativa, Claudio Marcos Orsini, proporcionar aos associados o hábito de poupar e ainda contemplá-los com prêmios é uma grande satisfação. “Temos incentivado constantemente o hábito de poupar em nossas comunidades, realizando diversas ações para despertar a conscientização financeira. Ficamos muito felizes com a contemplação desse prêmio à um de nossos associados que já realiza seu planejamento financeiro e agora poderá colher frutos ainda maiores para a realização de seus objetivos e sonhos”, destacou Orsini.

 

Nove associados - Além dessa contemplação, a Campanha promovida pela Central Sicredi PR/SP/RJ, já premiou em nossa região mais nove associados, sendo eles dos municípios de Andirá-PR, Bandeirantes-PR, São Jerônimo da Serra-PR, Rancho Alegre-PR, Assis-SP e dois de Cornélio Procópio-PR e Nova Fátima-PR. 

 

Dezembro - A campanha é válida até dezembro e sorteará até o final R$ 1,5 em prêmios. Para participar, a cada R$ 100 aplicados na poupança, o associado recebe um número da sorte eletrônico e já estará concorrendo. Nas aplicações programadas com prazo igual ou superior a 12 meses, dobra-se a chance de ganhar. A campanha visa instruir o brasileiro a economizar parte dos seus recursos para realizar os seus sonhos.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.700 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

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SICOOB CREDICAPITAL: Cooperativa recebe Certificado de Garantia Estendida Furukawa

 

sicoob credicapital 01 10 2019Na última semana, o Sicoob Credicapital conquistou um dos mais importantes e requisitados reconhecimentos do segmento de TI. A multinacional asiática Furukawa concedeu o Certificado de Garantia Estendida 25 anos para toda a rede de cabeamento estruturado instalada na agência da cooperativa localizada na Av. Brasil esquina com Rua Afonso Pena, no Centro de Cascavel (PR).

 

Infraestrutura - Esse certificado de excelência atesta que a infraestrutura implementada em novembro de 2018, para a reinauguração da agência, está em conformidade com as normas internacionais vigentes ANSI/TIA-568 e ISO 11.801. 

 

Economia - Além de mais estabilidade e melhor performance de rede, a implantação da tecnologia Laserway (formada por fibra óptica) representa significativas reduções em investimentos com materiais, custos relacionados à operação, manutenção e também diminuição do consumo de energia. Com isso, a cooperativa terá uma economia contínua ao longo dos anos de utilização da rede. (Imprensa Sicoob Unicoob)

SICOOB OURO VERDE: Gerentes e gestores participam de encerramento do programa Sinergia Transformadora

 

sicoob ouro verde 01 10 2019Gerentes e gestores do Sicoob Ouro Verde prestigiaram no dia 14 de setembro o encerramento do programa Sinergia Transformadora. O evento de celebração e entrega coletiva de resultados aconteceu no Espaço Dom Serrano, em Londrina (PR). Além dos alunos, estiveram presentes o diretor Administrativo Financeiro do Sicoob Ouro Verde, Ademir de Lucca e representantes da área de Desenvolvimento Humano e Organizacional.

 

Encontros mensais - Durante o ano, o grupo participou de oito encontros mensais, com treinamentos ministrados pela master coach Lucineide Bocato. Através de debates e dinâmicas, os líderes foram capacitados a transformar seu método de liderança para um nível mais elevado.

 

Autoconhecimento - O objetivo do programa Sinergia Transformadora é promover o autoconhecimento das lideranças para que eles também possam potencializar o desempenho profissional e impulsionar o desenvolvimento de seus liderados.

 

Grande estilo - “Finalizamos em grande estilo! As pessoas que foram ao evento compartilharam suas “receitas de mudança”, multiplicaram entre si as formas de elevar a produtividade a partir do empoderamento obtido com as melhores práticas de gestão e liderança que aprenderam e puderam treinar durante quase um ano de trabalho. Gratidão a todos, a cada um e ao Sicoob Ouro Verde pela confiança e parceria. Gratidão também pela inspiração recebida a cada passo dado. Esta trajetória contribuiu para a vida profissional e pessoal de um bom número de indivíduos que fazem parte de uma cooperativa que valoriza a gestão humanizada”, comenta Lucineide. (Imprensa Sicoob Unicoob)

SICOOB METROPOLITANO: Presente no Empreende Week, em Campo Mourão

 

De 18 a 21 de setembro, foi realizada, em Campo Mourão (PR) a terceira edição do Empreende Week, um dos maiores eventos de ciência, tecnologia, inovação e empreendedorismo do Paraná. Promovida pela Prefeitura Municipal, Associação Comercial de Campo Mourão (Acicam), Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), Sebrae/PR e Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de Campo Mourão (Sindimetal), a iniciativa teve apoio do Sicoob Metropolitano.

 

Envolvimento - Ao longo dos quatro dias de programação, o Empreende Week contou com o envolvimento de mais de 10 mil estudantes universitários de 11 universidades e a presença de estudantes escolas de 25 municípios da região. A programação teve atividades como mostra de cursos e profissões, mostra tecnológica, oficinas, hackaton e palestras. Entre elas, a do presidente do Conselho de Administração do Sicoob Metropolitano, Luiz Ajita, que falou sobre “A Jornada Digital do Sicoob” e contou sobre as iniciativas de inovação que estão sendo desenvolvidas no sistema.

 

Estandes - Além disso, o evento contou ainda com estandes de instituições de ensino superior, de empresas do setor de educação e de parceiros do evento. O Sicoob Metropolitano marcou presença na feira com um espaço personalizado, onde divulgou seus produtos e serviços, em especial as soluções do portfólio PJ, que podem atender os jovens empreendedores. 

 

Esclarecimento de dúvidas - As equipes das agências da cooperativa em Campo Mourão também esclareceram as dúvidas dos participantes e falaram sobre outras opções, como a conta universitária e o aplicativo Faça Parte, que permite a abertura de conta de forma totalmente digital. 

 

Divulgação da marca - “Foi muito importante para nós participarmos do Empreende Week, uma forma de divulgarmos a marca do Sicoob junto a público jovem. Os estudantes que participam do evento estão buscando a profissionalização e, futuramente, podem se tornar parceiros da cooperativa. É um evento de inovação e o Sicoob está em um momento de inovação também. Então, nada mais natural que fazermos parte”, comenta a gerente do Sicoob Metropolitano em Campo Mourão, Célia Dorigan Matos Furlanetto. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

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IBGE: Paraná é o segundo maior produtor de leite do Brasil, confirma Instituto

 

ibge 01 10 2019A Pesquisa da Pecuária Municipal (PPM) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) confirma que o Paraná passou de terceiro para segundo maior produtor de leite do Brasil - foram 4,4 bilhões de litros produzidos em 2018. Conforme a pesquisa mais recente, divulgada neste mês, o líder nacional é Minas Gerais, que cresceu 1% e produziu 8,9 bilhões de litros em 2018 e, em terceiro lugar, está o Rio Grande do Sul, com 4,2 bilhões de litros de leite produzidos no último ano.

 

Castro - Castro, nos Campos Gerais, lidera a produção brasileira com 292 milhões de litros. Em segundo lugar está o município de Patos de Minas (MG), que produziu 193 milhões de litros. No Paraná, outro destaque é Carambeí, com 180 milhões de litros, que ocupa a terceira posição no ranking nacional.

 

Polo de proteínas - Para o secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, os números do IBGE confirmam o esforço dos produtores paranaenses e consolidam o Paraná como grande polo produtor de proteínas animais. “Produzimos no ano passado 5,6 milhões de toneladas de carne e 4,4 bilhões de litros de leite, voltando a ocupar a segunda posição no ranking nacional, mas também consolidando o sul do Brasil como a ‘Meca’ do leite”, diz.

 

Comparação - Na comparação com 2017, quando o Estado ocupava a terceira posição no ranking brasileiro, a produção paranaense teve uma queda de aproximadamente 1%. Já a produção do Rio Grande do Sul caiu cerca de 3%.

 

Produtividade - Por outro lado, com relação à produtividade, o Paraná cresceu 3%. Carambeí e Castro, por exemplo, produzem quatro vezes mais do que a média brasileira, que é de dois mil litros ao ano por animal – os dois municípios paranaenses produzem, respectivamente, 9 mil litros e 8, 3 mil litros por vaca ao ano.

 

Produtividade - “No Paraná, que tem 1,4 milhão de cabeças de gado leiteiro, a produtividade por animal é de 3,2 mil litros ao ano. Junto aos demais estados do Sul, o Paraná tem as maiores produtividades do Brasil”, diz o chefe do Deral Salatiel Turra.

 

Alta tecnologia - Os dados do Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento também mostraram diminuição da produção de leite. Segundo o técnico do Deral Fábio Mezzadri, isso se deve ao aumento do custo de produção, o que tem afastado pequenos produtores desse setor. “No entanto, o investimento dos produtores em alta tecnologia tem colaborado para o aumento da produtividade”, explica.

 

Valor Bruto da Produção - O Valor Bruto da Produção (VBP) do leite cresceu na região que engloba os municípios em destaque - que teve crescimento de 12%, ou R$ 103 milhões, sendo responsável por mais de metade do crescimento de 182 milhões no VBP do leite paranaense.

 

Cooperativas - A produção se concentra nas cooperativas, principalmente de origem holandesa. “Este setor vem crescendo ano a ano, se modernizando, tanto em equipamentos como no manejo, com o aumento do plantel em confinamento, gerando empregos e alavancando a economia da região”, diz o técnico do Deral no Núcleo Regional de Ponta Grossa, Luiz Alberto Vantroba.

 

Outras culturas - Além dos municípios que se destacaram em nível nacional para o leite, a pesquisa do IBGE também mostrou outros destaques paranaenses no Brasil: Ortigueira continua sendo o município maior produtor de mel, Nova Aurora foi o principal município produtor da piscicultura, Toledo se mantém o maior rebanho suíno, e o município de Cascavel tem o segundo maior efetivo de galináceos. (Agência de Notícias do Paraná)

 

CONGRESSO INTERNACIONAL: Governador destaca o setor florestal na economia do Paraná

 

O governador Carlos Massa Ratinho Junior participou nesta segunda-feira (30/09), em Curitiba, da abertura do Congresso Mundial da União Internacional de Organizações de Pesquisa Florestal (IUFRO, da sigla em inglês). Esta é a 25ª edição do evento e a primeira vez que acontece na América Latina, reunindo cerca de 3,2 mil pesquisadores, de 114 países.

 

Dimensão - Ratinho Junior destacou a dimensão e a importância do setor florestal para a economia do Paraná. O Estado detém 13% da base florestal brasileira, com cerca de 1,1 milhão de hectares de floresta plantada, e a maior área de pinus do País, com 660 mil hectares. “Desde a década de 1960, o Paraná tem um trabalho de florestamento muito importante, com a participação de grandes grupos industriais de papel, celulose e do setor moveleiro, que geram muitos empregos e fazem do Paraná um dos grandes produtores florestais do Brasil”, afirmou Ratinho Junior.

 

Empregos - O setor gera 96 mil empregos diretos no Estado, que abriga todos os elos da cadeia produtiva, desde o plantio até as indústrias de madeira, papel, celulose, móveis e diversos artefatos. Em 2018, as exportações dos produtos derivados da madeira chegaram a 2,6 bilhões de dólares (R$ 10,8 bilhões), 13% de todas as exportações paranaenses.

 

Fortalecer - O governador lembrou que o Paraná concentra importantes indústrias do setor e citou a ampliação da fábrica da Klabin em Ortigueira, que receberá investimentos de R$ 9 bilhões. Institutos de pesquisas, como a Embrapa Florestas, também contribuem para tornar a área florestal ainda mais competitiva.

 

Base econômica forte - “É uma base econômica muito forte no nosso Estado e toda a produção, desde a matéria-prima até a parte industrial, tem crescido muito. Nosso papel é fortalecer o setor, incentivar cada vez mais pesquisas, apoiar e criar um ambiente saudável para que os grandes industriais invistam no Estado”, completou o governador.

 

Ampliar - Para o secretário de Estado da Agricultura e Abastecimento, Norberto Ortigara, o Paraná tem condições de ampliar ainda mais a produção na área. “O Brasil tem uma cadeia produtiva completa e organizada, e o Paraná se destaca nesse setor. Fazemos praticamente todos os usos possíveis da madeira. Temos clima e solo o ano inteiro, que contribui com nossa capacidade de produção de espécies para o uso industrial da madeira”, explicou.

 

Tendência de crescimento - A tendência é de crescimento, ressaltou Ortigara. “Celulose tende a crescer cerca de 30% nos próximos dois anos, papel um pouco menos, e a nossa capacidade de exportar também vai aumentar, principalmente com os megaempreendimentos que estão sendo feitos no Paraná”, afirmou.

 

Destaque - Diversos aspectos ligados à pesquisa florestal estão sendo discutidos no evento, que segue até a quinta-feira (05/10) na ExpoUnimed, em Curitiba. O tema desta edição é Pesquisa Florestal e Cooperação para o Desenvolvimento Sustentável.

 

Promoção - O congresso é promovido pela IUFRO, entidade não governamental e sem fins lucrativos, criada em 1892. É uma rede global de cooperação em ciências florestais que reúne mais de 15 mil cientistas em quase 700 organizações associadas, em 126 países.

 

Parceria Colaborativa em Florestas - A IUFRO também é parte da Parceria Colaborativa em Florestas, um grupo formado no âmbito do Fórum de Florestas das Nações Unidas (UNFF) e que reúne 14 organizações internacionais, instituições e secretariados de convenções internacionais em torno da agenda global sobre florestas.

 

Reuniões e congressos - A instituição promove mais de 70 reuniões técnico-científicas por ano. Realiza também congressos regionais e, a cada cinco anos, o Congresso Mundial, que é o seu principal evento. O primeiro aconteceu em Viena, na Áustria, em 1893. São eventos interdisciplinares que reúnem cientistas, professores, estudantes, empresas florestais e representantes do setor público. O objetivo é criar em áreas prioritárias de pesquisa, política e gestão florestal. (Agência de Notícias do Paraná)

 

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RODOVIAS: Preço dos pedágios fica mais barato a partir desta terça-feira nas estradas do Paraná

rodovias 01 10 2019A partir desta terça-feira (01/10), os usuários de rodovias no Paraná sentirão os efeitos do acordo de leniência firmado entre a força-tarefa Lava Jato do Ministério Público Federal e a Ecorodovias S.A., controladora das concessionárias Ecovia e Ecocataratas.

 

Redução - As tarifas serão reduzidas em 30% nas praças operadas pelas duas concessionárias. Na praça de São José dos Pinhais, por exemplo, o valor da tarifa para um automóvel que era de R$ 20,90 passa a ser de R$ 14,60. Foram destinados R$ 220 milhões para quitar 30% da tarifa devida pelos usuários. A diminuição estará vigente até que o valor previsto se esgote. A previsão é que dure mais de um ano.

 

Combate à corrupção - “Mais que se fazer cumprir a lei, é importante que os cidadãos sintam diretamente os efeitos do combate à corrupção em seu dia a dia. Por isso, prezamos – de forma inédita contra concessionárias – que os motoristas sintam os benefícios desses acordos diretamente em seus bolsos”, afirma o procurador da República Felipe D'Elia Camargo.

 

Investimento - O acordo também prevê o investimento de R$ 150 milhões na execução de obras nas rodovias. Serão R$ 130 milhões investidos no trecho administrado pela Ecocataratas e R$ 20 milhões naquele da Ecovia. As obras serão definidas pelo Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná e pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes.

 

Multa - Além do desconto tarifário e das obras, R$ 30 milhões serão pagos como multa, prevista na Lei de Improbidade Administrativa e revertida para os cofres públicos do Estado.

 

Reconhecendo - “Neste ano, pela primeira vez na história brasileira, concessionárias estão reconhecendo o pagamento de propinas e devolvendo centenas de milhões para a sociedade, que se beneficia com a redução dos pedágios, a realização de obras e a restituição de recursos que entram para o Paraná. Os acordos com as concessionárias superaram a marca de R$ 1 bilhão. Esse é um trabalho que merece continuar e se expandir para outros Estados em que esquemas semelhantes devem ter existido”, disse o procurador Deltan Dallagnol, que coordena os trabalhos da operação no Paraná.

 

Acordo - O acordo foi firmado em 12 de agosto, depois que a empresa reconheceu o pagamento de propinas para a obtenção de modificações contratuais benéficas à concessionária desde o ano 2000. O documento foi homologado pelo juízo da 1ª Vara Federal de Curitiba e pela Câmara de Combate à Corrupção do (MPF). (Bem Paraná)

PARANÁ: Orçamento do Estado para 2020 está estimado em R$ 49,9 bilhões

 

parana 01 10 2019O Estado do Paraná vai trabalhar com uma despesa orçamentária total de R$ 49,9 bilhões em 2020. Além disso, cerca de R$ 10 bilhões serão repassados aos municípios. A previsão consta do Projeto da Lei Orçamentária Anual (LOA) entregue nesta segunda-feira (30/09) pelo chefe da Casa Civil, Guto Silva, ao presidente da Assembleia Legislativa, deputado Ademar Traiano.

 

PPA - Acompanhado dos secretários da Fazenda, Renê Garcia, e do Planejamento e Projetos Estruturantes, Valdemar Bernardo Jorge, Silva também fez a entrega do Projeto de Lei do Plano Plurianual (PPA), referente ao período 2020-2023, que será analisado pelos deputados estaduais.

 

 

Despesas - De forma geral, as despesas previstas no orçamento de 2020 estão distribuídas da seguinte forma: R$ 35,2 bilhões para secretarias e demais instituições públicas, inclusive outros poderes; R$ 11 bilhões para o Regime Próprio da Previdência; e R$ 3,7 bilhões de investimentos das estatais. As transferências obrigatórias aos municípios foram destacadas das despesas correntes.

 

Realista - O chefe da Casa Civil, explicou que o Estado preparou uma lei orçamentária mais realista do que nos anos anteriores. “Aprimoramos o orçamento e o resultado são valores muito mais próximos da realidade e que efetivamente poderão ser executados”, afirmou Guto Silva.

 

Investimentos - O objetivo do governo é evitar frustrações orçamentárias como as ocorridas neste ano em função de projeções superestimadas. Silva citou como exemplo a previsão de R$ 4,3 bilhões em investimentos do Executivo em 2019, mas o valor não deverá chegar nem a R$ 2 bilhões. Para o próximo ano, a previsão de investimento das secretarias é de R$ 3,4 bilhões. Outros R$ 3,7 bilhões serão aplicados por empresas públicas.

 

Alienação de bens - Outra quebra na projeção para o atual exercício foi a de alienação de bens. O orçamento de 2019 estimava uma receita de R$ 953 milhões, que não se concretizou. Para 2020, a expectativa é conseguir R$ 200 milhões com venda de imóveis.

 

Norte - O secretário da Fazenda ressaltou que o cálculo do valor para investimento em 2020 é um norte e que poderá ser ampliado em função de Parcerias Público-Privadas, privatizações e do trabalho que vem sendo feito para aumentar a eficiência da gestão. “O mais importante é o caminho a percorrer, para que o volume de investimentos seja sustentável”, disse. “A condição fiscal do Estado não é um elemento surpresa. A LOA mostra claramente qual a situação, para onde vai e quais os elementos necessários para chegar. Ou seja, não há risco por parte da execução fiscal do Estado”, reforçou Garcia.

 

Funcionalismo - O projeto de lei orçamentária para 2020 inclui o reajuste de 2% para os servidores, acertado com os sindicatos, e também os recursos destinados ao pagamento de promoções e progressões de carreira. Estão previstas, ainda, as contratações que foram anunciadas pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior e que terão impacto no orçamento do próximo ano.

 

Operações de crédito - A LOA também indica que o total de recursos com operações de crédito do Estado em 2020 deve ficar em R$ 1,18 bilhão, mas apenas R$ 400 milhões serão resultantes de novas operações – o restante se refere a crédito já contratado e em andamento.

 

Outros poderes - Os repasses para os outros poderes previstos na LOA 2020 somam R$ 4,33 bilhões. São R$ 2,16 bilhões para o Tribunal de Justiça, R$ 1,02 bilhão para o Ministério Público do Estado, R$ 391 milhões para o Tribunal de Contas e R$ 751 milhões para a Assembleia Legislativa. A Defensoria Pública receberá R$ 72 milhões.

 

Participações - Os projetos de lei da LOA e do PPA foram entregues ao presidente da Assembleia na presença do líder do Governo, deputado Hussein Bakri; do deputado Luiz Claudio Romanelli e deputados da Comissão do Orçamento da Casa, formada por Evandro Araújo (presidente), Luiz Fernando Guerra, Tiago Amaral e Delegado Recalcatti. (Agência de Notícias do Paraná

INDÚSTRIA: Produção brasileira cresce 0,8%

industria 01 10 2019A produção industrial brasileira cresceu 0,8% na passagem de julho para agosto. Com a alta, a indústria recuperou parte da perda de 0,9% acumulada de maio a julho. O dado é da Pesquisa Industrial Mensal, divulgada nesta terça-feira (01/10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Quedas - Apesar da alta na comparação com julho, a indústria teve quedas de 2,3% na comparação com agosto do ano passado e de 1,7% tanto no acumulado do ano quanto no acumulado de 12 meses.

Bens intermediários - A alta da taxa de julho para agosto foi puxada exclusivamente pelos bens intermediários, isto é, os insumos industrializados usados no setor produtivo, que cresceram 1,4% no período.

Bens de capital - Ao mesmo tempo, tiveram queda os bens de capital, isto é, as máquinas e equipamentos (-0,4%), os bens de consumo duráveis (-1,8%) e os bens de consumo semi e não duráveis (-0,4%).

Alta - Entre as 26 atividades pesquisadas, apenas dez tiveram alta e sustentaram o crescimento médio da indústria, com destaque para as indústrias extrativas, que avançaram 6,6% de julho para agosto. Também tiveram altas os setores de derivados de petróleo e biocombustíveis (3,6%) e de produtos alimentícios (2%).

Queda - Entre os 16 segmentos em queda, os destaques ficaram com veículos automotores (-3%), artigos de vestuário e acessórios (-7,4%), máquinas e equipamentos (-2,7%) e produtos farmacoquímicos e farmacêuticos (-4,9%). (Agência Brasil)

 

ECONOMIA: Setor público registra déficit primário de R$ 13,44 bi em agosto

 

Feconomia 01 10 2019ormado por União, estados, municípios e empresas estatais, o setor público consolidado registrou déficit primário de R$ 13,448 bilhões em agosto, divulgou nesta segunda-feira (30/09) o Banco Central (BC). O resultado representa leve melhora em relação a agosto do ano passado, quando as contas ficaram negativas em R$ 16,876 bilhões, mas o déficit ainda é superior ao rombo de R$ 9,529 bilhões registrado no mesmo mês de 2017.

 

Resultado negativo - O déficit primário representa o resultado negativo das contas do setor público desconsiderando o pagamento dos juros da dívida pública. O montante difere do resultado divulgado na sexta-feira (27/09) pelo Tesouro Nacional porque, além de considerar os governos locais e as estatais, o BC usa uma metodologia diferente, que considera a variação da dívida dos entes públicos.

 

Mês passado - No mês passado, segundo o BC, o Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) teve déficit primário de R$ 16,459 bilhões. Os estados e os municípios registraram superávit de R$ 2,657 bilhões; e as estatais, déficit primário de R$ 355 milhões.

 

Acumulado - Nos oito primeiros meses do ano, o setor público acumula déficit de R$ 21,95 bilhões. O déficit primário do Governo Central chega a R$ 42,535 bilhões de janeiro a agosto. O resultado negativo foi parcialmente compensado pelos superávits primários de R$ 19,815 bilhões pelos estados e municípios e de R$ 770 milhões das estatais (federais, estaduais e municipais).

 

Meta fiscal - O resultado do Banco Central é o levado em conta para o cumprimento da meta fiscal estabelecida na Lei de Diretrizes Orçamentárias e no Orçamento Geral da União, que corresponde a R$ 132 bilhões de déficit primário nos três níveis de governo e nas estatais para 2019. Este será o sexto ano consecutivo de resultados negativos nas contas públicas.

 

Gastos com juros - Os gastos com os juros da dívida pública totalizaram R$ 50,187 bilhões no mês passado. Essas despesas chegam a R$ 258,808 bilhões de janeiro a agosto e a R$ 349,203 bilhões – 4,96% do Produto Interno Bruto (PIB) – no acumulado de 12 meses até agosto.

 

Resultado nominal - O déficit nominal, representado pela soma do resultado primário e dos juros, atingiu R$ 63,644 bilhões em agosto, R$ 280,759 bilhões nos oito primeiros meses do ano e R$ 444,711 bilhões (6,32% do PIB).

 

Endividamento - O resultado nominal é levado em conta pelas agências de classificação de risco ao analisar o endividamento de um país. Quanto maior o rombo nas contas públicas, a recomendação de investimento piora porque o país não está conseguindo economizar para pagar a dívida pública.

 

Dívida bruta - A dívida bruta do setor público avançou em agosto e voltou a bater recorde. Em agosto, o indicado chegou a 79,8% do PIB (R$ 5,617 trilhões), contra 79% do PIB em julho e 77,2% em dezembro do ano passado. Assim como o resultado nominal, a dívida bruta é usada pelas agências de classificação de risco para traçar comparações internacionais. (Agência Brasil)

INTERNACIONAL I: OMC reduz crescimento do comércio global para apenas 1,2% em 2019

 

internacional I 01 10 2019A escalada de tensões comerciais e desaceleração da economia mundial levaram a Organização Mundial do Comércio (OMC) a fazer uma revisão drástica nas projeções para o crescimento das exportações e importações em 2019 e 2020. 

 

Volume - As novas projeções, publicadas nesta terça-feira (01/10) pela OMC, mostram um desmoronamento da expansão do comércio global de mercadorias em volume. A organização prevê agora crescimento de apenas 1,2% em 2019, comparado aos 2,6% estimados em abril deste ano e ao resultado de 3% em 2018.

 

Perspectivas - Para o diretor-geral da OMC, Roberto Azevêdo, as perspectivas para o comércio são desencorajadoras, mas não uma surpresa. “Bem além de seus efeitos diretos, os conflitos comerciais aumentam as incertezas que, por sua vez, levam empresários a retardar investimentos produtivos que são essenciais para elevar o nível de vida”, afirmou.

 

Menor expansão - O comércio segue a menor expansão da economia mundial, que pode crescer agora apenas 2,3%, pouco abaixo dos 2,6% estimados em abril.

 

Crescimento - A projeção para 2020 é de que o comércio mundial de mercadorias venha a crescer 2,7%, também inferior aos 3% projetados em abril. Isso leva em conta um crescimento do PIB mundial mantido em 2,3% – mas isso também dependerá de um abrandamento das tensões comerciais entre os Estados Unidos e a China, as maiores economias do mundo.

 

Alerta - A OMC alerta que as tensões comerciais continuam representando o maior risco. Choques macroeconômicos e volatilidade financeira também são gatilhos potenciais para uma desaceleração mais acentuada.

 

Trajetória - Indicadores relacionados ao comércio sinalizam trajetória inquietante para o comércio mundial, baseado nas demandas de exportações globais e na incerteza das políticas econômicas.

 

Redução geral - Conforme a entidade, no primeiro semestre de 2019, o crescimento das importações e exportações diminuiu em todas as regiões, tanto em países desenvolvidos como em desenvolvimento.

 

Contração - Na América do Sul, Central e Caribe, as importações de mercadorias sofrerão contração de 0,7% em 2019 em volume, comparado a crescimento de 2,6% projetado em abril, indica a OMC.

 

Mesma direção - A enorme baixa das compras no exterior vai na direção de avaliação da Agência da ONU para o Comércio e o Desenvolvimento (Unctad), de que a América Latina é a região que sofre a maior desaceleração da atividade neste ano. A OMC aponta a Argentina e o Chile como os países que mais contribuem para a queda das importações da região.

 

Brasil - Já no Brasil, o volume de importações permaneceu positivo, com aumento de 2,6% no primeiro semestre, embora tenha sido mais fraco do que no ano anterior. Por seu lado, as exportações de mercadorias da América do Sul, Central e Caribe podem ter crescimento médio de 1,3% em volume neste ano, quase o dobro dos 0,7% estimados em abril.

 

Aumento - Para 2020, a OMC projeta crescimento das exportações da região em 0,7%, inferior à expansão de 1% prevista em abril.

 

2020 - No lado das importações, a entidade global aponta um ligeiro otimismo para 2020, com expectativa de aumento das importações pela América Latina em 4,8% - abaixo, porém, dos 5,8% estimados em abril.

 

Urgência - Em abril, Azevêdo, notava que, com tamanho nível de incerteza, o comércio não tem como desempenhar um papel de catalisador de crescimento. O diretor-geral da OMC continua a conclamar urgência para os países resolverem as tensões e estima que o mundo precisa se concentrar em verdadeiros desafios econômicos atuais – como a revolução tecnológica e o imperativo de criar novos empregos e impulsionar o desenvolvimento. (Valor Econômico)

INTERNACIONAL II: EUA rejeitam veto da Índia ao Brasil na OMC

 

internacional II 01 10 2019Os Estados Unidos rejeitaram nesta segunda-feira (30/09) um veto da Índia ao Brasil na Organização Mundial do Comércio (OMC), num confronto que tem como pano de fundo a questão de Tratamento Especial e Diferenciado (TED) para nações em desenvolvimento.

 

Afrontamento - O afrontamento atual começou em julho envolvendo a escolha de novo presidente do Grupo Negociador de Regras da OMC, que dirige a negociação para eliminar certos tipos de subsídios ao setor pesqueiro. O então presidente, o embaixador mexicano Roberto Zapata, foi chamado de volta a seu país.

 

Ordem - A necessidade de nova escolha coincidiu com uma ordem do presidente dos EUA, Donald Trump, para o representante comercial americano (USTR, na sigla em inglês), Robert Lighthizer, “usar todos os meios disponíveis” para pressionar na OMC para ter até meados de outubro uma nova lista de países que não devem adotar status de “nação em desenvolvimento” se a sua força econômica não justificar a necessidade de tratamento especial.

 

Indicação - O cargo no Grupo de Regras deveria, pela prática na OMC, permanecer com o Grupo de Países da América Latina e Caribe (Grulac). O grupo indicou então o embaixador brasileiro Alexandre Parola.

 

Veto - No entanto, a Índia, sócia do Brics, num gesto raríssimo na entidade, vetou o Brasil. Não deu razão oficial, mas a constatação geral na cena comercial é de que Nova Déli reagiu ao fato de o Brasil ter aceitado demanda dos EUA de abrir mão do tratamento especial e diferenciado (TED) nos futuros acordos comerciais na OMC.

 

Sinalização - O Grulac manteve, porém, a indicação do Brasil, enquanto a Índia tentou articular sem sucesso o nome do embaixador de Sri Lanka. Após três meses de confronto, os indianos sinalizaram na semana passada que podiam aceitar uns membros do Grulac, a Jamaica, para o cargo. A Jamaica tem posições próximas às da Índia na OMC. O Brasil não retirou a candidatura, mas avisou que queria ser parte da solução, não de problemas, e podia se juntar a um consenso. Até porque o impasse servia apenas aos objetivos de quem queria bloquear as negociações para eliminar certos subsídios ao setor pesqueiro. A Índia resiste a cortes no setor - como resiste a tudo na OMC, na verdade.

 

Conselho Geral - Nesta segunda-feira (30/09), o Conselho Geral, o órgão máximo da entidade, se reuniu, mas o encontro durou poucos minutos. A presidente, a tailandesa Sunanta Kangvalkulkij, informou que um país bloqueava a representante da Jamaica, sem revelar o nome.

 

EUA - O Valor apurou que o bloqueio veio dos EUA. E que o governo Trump avisou que não aceitaria nenhum país na presidência do órgão com posições próximas das indianas. Na negociação da pesca, Nova Déli defende TED horizontal, ou seja, de forma igual para todos os países em desenvolvimento e todas as disciplinas.

 

Pé de igualdade - Significa colocar em pé de igualdade a China, segunda economia do mundo, e o pobre Benin, por exemplo.

 

Rejeição - Os EUA rejeitaram nesta segunda-feira na prática o veto indiano ao Brasil, ilustrando que está em jogo a questão do TED na OMC. TED significa mais prazo para um país implementar compromissos comerciais, menor corte de tarifas de importação, possibilidade de dar mais subsídios para seus produtores, por exemplo.

 

Argumento - O governo Bolsonaro resolveu abrir mão, argumentando que nada disso ajudou o país a incrementar o comércio com o resto do mundo e, portanto, não haveria perdas sem o mecanismo. 

 

Entendimento - Para Washington, na OMC devem deixar de ter o TED países em desenvolvimento considerados de “renda alta” pelo conceito do Banco Mundial; se forem membros da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico) ou em vias de acessão; se forem membros do G20 (que reúne as maiores economias do mundo), e se fizerem mais de 0,5% do comércio global.

 

Decisão - Significa que, na América Latina, o México, Chile, Argentina e Costa Rica devem decidir proximamente se seguem o Brasil. Os dois primeiros já são membros da OCDE e os outros dois aspiram entrar na entidade.

 

Discussões - “As discussões vão pegar fogo na OMC nas próximas semanas”, prevê uma fonte que segue de perto a questão. Quanto a um novo candidato para presidir a negociação sobre pesca, se não houver consenso em torno de um nome que os EUA aceitem, o mais provável é que até dezembro o próprio diretor-geral da OMC, Roberto Azevêdo, passe a presidir essa que é a única negociação multilateral em curso na entidade. O prazo para sua conclusão é dezembro, mas a data já parece comprometida. (Valor Econômico)


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