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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4673 | 30 de Setembro de 2019

ENCONTROS DE NÚCLEOS: Advogado vai falar sobre trabalho seguro e sustentabilidade

encontros nucleos destaque 30 09 2019O Programa Trabalho Seguro e Sustentabilidade será um dos temas tratados nos Encontros de Núcleos Cooperativos, de 21 a 24 de outubro, nos municípios de Prudentópolis, Cascavel, Francisco Beltrão e Mandaguari. Quem vai discorrer sobre o assunto é o advogado Ernesto Emir Kugler Batista Junior. Os eventos, organizados pelo Sistema Ocepar, terão como cooperativas anfitriãs o Sicredi Centro Sul, na região Centro-Sul; a Coopavel, Cotriguaçu, Credicoopavel e a Credicapital, no Oeste; a Cresol, no Sudoeste; e a Cocari e Rodocoop, no Norte/Noroeste.

Pesquisa - A programação contempla ainda a participação do diretor do Grupo Datacenso, Cláudio Shimoyama, que irá apresentar o resultado da segunda pesquisa sobre a imagem e o posicionamento das marcas das cooperativas do Paraná. Desta vez, a coleta de dados ocorreu entre os meses de junho e julho, quando foram entrevistados 1.015 consumidores, na capital e no interior do Estado, 10 diretores de cooperativas e 50 profissionais responsáveis pela aquisição das mercadorias nos supermercados. As conclusões deste trabalho têm sido utilizadas pelo Sistema Ocepar e cooperativas como subsídio para direcionar as estratégias de divulgação e promoção dos produtos e serviços ofertados pelo setor à comunidade. A primeira pesquisa foi realizada em 2017.

PRC100 e Cooper Universitário - Já a diretoria da Ocepar irá fazer um relato sobre o PRC100, o planejamento estratégico do cooperativismo paranaense, e apresentar o Programa Cooper Universitário, lançado em Maringá, no dia 10 de setembro. Realizado pelo Sistema Ocepar, por meio do Sescoop/PR, o programa será implementado em parceria com a Pluricoop Cooperativa de Trabalho de Executivos em Gestão e Treinamento, sediada em Maringá, com objetivo de disseminar os princípios cooperativistas no ensino superior, por meio da interação entre cooperativas e universidades. A iniciativa conta com o apoio do Sistema OCB, Faculdades Maringá, Prefeitura de Maringá e cooperativas Cocamar, Cocari, Aurora Alimentos, Sicoob Central, Unicoop, Sicoob Metropolitano, Unicampo e Unimed Maringá.

encontros nucleos folder 30 09 2019

 

GETEC: Informe nº 44 apresenta expectativas de mercado sobre indicadores econômicos

getec destaque 30 09 2019A Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec) divulga, nesta segunda-feira (30/09), mais uma edição do Informe Expectativas de Mercado, com base nas informações do Boletim Focus, do Banco Central, levantadas com instituições financeiras sobre as projeções relativas à economia nacional, contemplando o Produto Interno Bruto (PIB), IPCA (Índice de Preços ao Consumidor), taxa Selic e câmbio para 2019, 2020 e 2021. Também foi elaborado o boletim referente ao balanço de agosto, com o histórico das projeções do mês.

Informações – Mais informações podem ser obtidas com Maiko Zanella (maiko.zanella@sistemaocepar.coop.br / 41 3200-1115) ou com Jessica Raymundi (jessica.costa@sistemaocepar.coop.br / 41 3200-1133).

 

Clique aqui para acessar na íntegra o Informe Expectativas de Mercado da semana

Clique aqui para acessar o Informe com o histórico do mês de setembro

 

COMPRAS PÚBLICAS: Mais de 100 cooperativas já estão no portal

compras publicas 30 09 2019O poder público é o maior comprador de bens e serviços no país. Entre 2015 e 2018, o governo federal aumentou 9,1% as suas compras – um investimento que passou de R$ 43,7 bilhões para R$ 47,7 bi, respectivamente. E as cooperativas têm tido uma participação cada vez maior no processo de atendimento às necessidades do governo. Como? Graças à adesão delas ao portal Cooperativas nas Compras Públicas, implementado pela OCB há 10 meses.

Maior participação - E foi justamente sobre essa maior participação das cooperativas nas compras públicas que o representante da OCB, Jean Fernandes, palestrou, na última quinta-feira (26/09), na 27ª Feira Agrinordeste, em Olinda (PE). O público presente era, em sua maioria, de cooperativas e produtores da agricultura familiar.

Ferramenta - A OCB desenvolveu a ferramenta considerando que boa parte dos produtos requeridos em editais do governo pode ser ofertada por cooperativas. O objetivo era buscar uma ferramenta que filtrasse de modo eficiente a maior quantidade de editais disponíveis em todo o país dentro da margem dos cerca de R$ 500 bilhões que são publicados todos os anos. Assim, seria possível direcionar a proposta mais adequada ao segmento de atividade da cooperativa. O serviço selecionado combina tecnologia com a análise de técnicos especializados.

Mapeamento de oportunidades - “A ideia é facilitar o mapeamento das oportunidades, que estão espalhadas em diversos níveis da federação (União, Estados e Municípios) e em diversos portais dos órgãos de governo. Ao se cadastrar no portal, a cooperativa tem na palma da mão as oportunidades já filtradas para os produtos ou serviços que ela comercializa e na área de abrangência da cooperativa (estadual, por região ou nacional)”, explica o analista de Relações Institucionais da OCB, Leonardo Meira.

Retrato atualizado - Agora, a dificuldade de antes, que estava na dispersão e desorganização de informações pulverizadas entre os diferentes órgãos municipais, estaduais e nacional, não existe mais. “Com esse acompanhamento, temos um retrato sempre atualizado do poder de compra do governo e consequentemente das oportunidades de negócio para as nossas cooperativas. Nessa apresentação, especificamente, destacamos oportunidades interessantes para Pernambuco, mapeadas pelo portal de compras públicas”, explica o analista Jean Fernandes.

Cadastros - Atualmente, o portal já conta com 121 cooperativas cadastradas. O setor agropecuário despontou entre os adeptos a essa ferramenta, com 65 cooperativas registradas. Embora a maior parte delas esteja situada nos estados da Bahia e de Minas Gerais, ambos com 14 CNPJs cadastrados, a maior concentração de registros está na região Centro-Oeste (23,97%). Em seguida, aparece o Nordeste (21,49%) e o Sul (20,66%). Apesar de o Pará contar com 11 registros de cooperativas, a 4ª posição ficou com a região Norte (18,18%) e, por último, o Nordeste (15,70%).

Resultados - Desde o seu lançamento, em novembro de 2018, a ferramenta tem mudado a rotina das cooperativas que aderiram ao portal. “Esse sistema tem facilitado muito o nosso trabalho. Temos sido contemplados em alguns editais importantes e isso nos proporciona um ganho valoroso. Para nós, esse portal de compras públicas é um divisor de águas”, relata José Cláudio da Silva, presidente da Cooperativa Agrícola de Assistência Técnica e Serviços (Cooates), do Pernambuco.

Economia - Além de oferecer um monitoramento constante e atualizado, o sistema traz economia de tempo e de recursos, já que, ao fazer seu cadastro, a cooperativa passa a receber os editais adequados ao seu perfil. Isso otimiza o tempo de quem vive de olho nas oportunidades de fazer um bom negócio.

Contratação - “No passado, chegamos a contratar uma empresa para monitorar os editais dos órgãos de nosso interesse. Depois destacamos uma colaboradora para fazer isso. Hoje, com as notificações que chegam por e-mail, nem estamos conseguindo dar conta de todos”, comemora Welllington Luiz Pompermayer, da cooperativa de trabalho e tecnologia do Espírito Santo (Coopttec).

É simples - Ao se registrar, o cooperado vai encontrar informações sobre editais e licitações locais, regionais e nacionais e, assim, se candidatar a uma boa oportunidade de fazer negócios. O cadastro no sistema é simples e está aberto para todas as cooperativas ativas e regulares no Sistema OCB.

Site - Para o registro, basta acessar o site e preencher campos especificando quais produtos ou serviços deseja oferecer ao governo. Também é importante informar se o fornecimento será a nível local, regional ou nacional. Após, um consultor da OCB entra em contato para finalizar o registro e dar outras orientações. A indicação de editais é enviada por e-mail. Os dados são segmentados por região e ramo de atividade de interesse da cooperativa e com base nos produtos e serviços que ela oferece.

Menus - No site, o cooperado encontra menus com informações detalhadas sobre mercado, modalidades de compra, como participar, perguntas frequentes, entre outros. No menu mercado, é possível visualizar os produtos e serviços mais comercializados em 2017 e o valor total apurado.

Cartilha e curso EAD - “Em breve, a OCB vai disponibilizar entre os menus do portal algumas cartilhas e cursos EAD, com objetivo de capacitar as cooperativas sobre todos os programas e modalidades de compras. Os três primeiros materiais serão sobre agricultura familiar, pregão eletrônico e presencial e, ainda, compliance nas compras públicas”, afirma a gerente de Relações Institucionais da OCB, Fabíola Motta. (Informe OCB)

 

SICREDI: Com resultado de R$ 1,50 bilhão, crescimento atinge 10% no primeiro semestre

 

sicredi 30 09 2019Pioneiro no segmento de cooperativismo de crédito no País e referência nacional e internacional pela organização em sistema, com padrão operacional e utilização de marca única, o Sicredi, instituição financeira cooperativa, encerrou o primeiro semestre de 2019 com um crescimento de 10% no resultado líquido na comparação com os seis primeiros meses do ano passado, chegando à marca de R$ 1,50 bilhão.

 

Patrimônio líquido - O patrimônio líquido, que impacta diretamente na solidez da instituição, superou a marca dos R$ 16 bilhões, alta de 16,2%. Os ativos totais chegaram a R$ 99,2 bilhões, volume 13% superior ao registrado no primeiro semestre do ano passado. Além disso, o número de associados do Sicredi cresceu 10,5%, totalizando mais de 4,2 milhões de pessoas físicas e jurídicas até junho. Os dados são do Balanço de Demonstrações Financeiras Combinadas divulgado pela instituição no dia 26 de setembro.

 

Poupança - No período, a poupança – um dos focos da instituição financeira cooperativa, tendo em vista que incrementa e fomenta o crédito rural – registrou alta de 20,9%, atingindo R$ 14 bilhões em carteira. Já a carteira de crédito totalizou R$ 60,8 bilhões, aumento de 33% em relação ao mesmo período de 2018. A carteira de crédito rural fechou em R$ 21,4 bilhões, crescimento de 24,5%. Destaque também para a receita de crédito do Sicredi, que registrou um aumento de 20% no período e totalizou R$ 4,95 bilhões. Na captação, o Sicredi obteve crescimento de 13,3% em depósitos totais, alcançando R$ 64,8 bilhões.

 

Inadimplência - Mesmo com a significativa ampliação da carteira de crédito, o índice de inadimplência do Sicredi manteve-se decrescente, com queda de 0,08 pontos percentuais no período, recuando para 1,44%. Uma das principais características do Sicredi é a proximidade com os associados, o que permite à instituição financeira cooperativa conceder crédito de forma adequada às necessidades e perfil de cada um. 

 

Crescimento contínuo - “Seguimos apresentando um crescimento contínuo, inclusive superior ao da média do Sistema Financeiro Nacional, o que reforça ainda mais a solidez da nossa instituição, algo que só é possível em função do trabalho de 27 mil colaboradores distribuídos nas, atualmente, 112 cooperativas que formam o Sicredi”, afirma o presidente-executivo do Banco Cooperativo Sicredi, João Tavares. “Vamos seguir com nosso compromisso de termos presença nacional e atuação regional, investindo na expansão para centros urbanos, ao mesmo tempo em que estamos presentes nos pequenos municípios, proporcionando fomento e acesso a serviços financeiros aos associados para que eles prosperem e, ao mesmo tempo, incentivando o desenvolvimento local e regional”, completa o executivo. 

 

Pontos de atendimento - No primeiro semestre deste ano, o Sicredi também registrou crescimento no número de pontos de atendimento, totalizando 1.752 em todo o Brasil. De janeiro a junho, foram inauguradas mais de 70 agências, uma delas em Belo Horizonte, marcando a chegada da instituição na capital de Minas Gerais. Atualmente, o Sicredi conta com 112 cooperativas de crédito filiadas, presentes fisicamente em 1.334 cidades do Brasil, sendo que em mais de 200 delas é a única instituição financeira presente. 

 

Conta digital - Por meio de sua conta digital, Woop Sicredi, lançada em 2018, a instituição ultrapassou, no primeiro semestre deste ano, a marca de 2.000 municípios atendidos. A oferta digital do Sicredi conta atualmente com mais de 55 mil contas abertas.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.700 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

SICREDI PARANAPANEMA: Cooperativa promove palestra com o juiz federal do Trabalho, Marlos Melek

A Sicredi Paranapanema PR/SP promoveu, na última quarta-feira (25/09), em Cornélio Procópio (PR), uma palestra com o juiz federal do Trabalho, Marlos Augusto Melek, membro da comissão da redação final da Reforma Trabalhista de 2017 e defensor da lei na Câmara e no Senado. O evento, que reuniu aproximadamente 450 empresários e profissionais de toda a área de ação da cooperativa, teve como objetivo proporcionar informação, valorização e reconhecimento a todos os presentes que contribuem para a geração de trabalho e renda das comunidades.

Abertura oficial - A palestra iniciou com a abertura oficial realizada pelo presidente da Sicredi Paranapanema PR/SP, Claudio Marcos Orsini, que agradeceu a presença massiva de empresários de todos os ramos destacando o importante papel realizado por eles em nossas comunidades.

Principais pontos - Durante a palestra, Melek selecionou os principais pontos da nova lei e demonstrou, na prática, com os modelos e exemplos do dia a dia, como transformar as alterações promovidas pela lei como diferenciais competitivos para os empresários.

Brindes - Ao final do evento, foi realizado sorteio de brindes, sessão de fotos e autógrafos com o palestrante.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.700 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi Paranapanema PR/SP)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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SICOOB OURO VERDE: Palestra do Cooperjovem é apresentada a professores de Bandeirantes e Jataizinho

 

sicoob ouro verde 30 09 2019O Sicoob Ouro Verde promoveu um novo ciclo de palestras para os professores que fazem parte do Programa Cooperjovem em duas cidades da sua área de atuação no Paraná. Os eventos aconteceram em Bandeirantes e Jataizinho, nos dias 24 e 25 de setembro.

 

Inovação - Em Bandeirantes, a palestra falou sobre como a inovação pode ajudar a superar desafios e em Jataizinho, sobre família e cooperação. Ao todo, participaram cerca de 150 pessoas, entre professores, alunos, familiares e membros da Secretaria de Educação das duas cidades.

 

Ânimo - “A palestra realmente foi maravilhosa, trouxe a nossos professores ânimo e disposição para ter espontaneidade e sermos autênticas no nosso dia a dia. O palestrante é show realmente fez toda diferença na nossa vida. Somente elogios”, comenta a Secretaria de Educação de Bandeirantes, Valquiria Martins.

 

Motivação e conhecimento - O objetivo da cooperativa em levar as palestras ministradas pelo consultor e professor João Carlos de Oliveira para estes municípios foi promover aos profissionais de educação ainda mais motivação e conhecimento para a execução dos projetos educacionais cooperativistas (PEC) propostos pelo Cooperjovem nas escolas parceiras.

 

Movimento transformador -“Estamos apoiando e proporcionando um movimento transformador nas escolas municipais! É o Sicoob Ouro Verde colocando em prática o quinto e sétimo princípios do cooperativismo, que falam sobre educação, formação e informação e sobre o interesse pela comunidade”, destaca a Pessoa de Apoio Estratégico do Instituto Sicoob no Sicoob Ouro Verde, Maisa Hangai.

 

Sobre o Cooperjovem - Cooperjovem é um programa criado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) e tem o objetivo de disseminar, por meio de atividades educativas, a cultura da cooperação baseada nos princípios e valores do cooperativismo.

 

Instituto Sicoob - O Instituto Sicoob desenvolve este programa desde 2013, tendo como público-alvo professores do ensino fundamental de escolas públicas e privadas, que são capacitados de forma interdisciplinar e transdisciplinar, aprimorando a prática educativa junto dos alunos e comunidades escolares, apropriando-se da cultura da cooperação como uma ferramenta propulsora de mudança e transformação social. Ao todo, mais de 68 mil alunos já foram beneficiados pelo Programa durante os anos de execução pelo Instituto. (Imprensa Sicoob Unicoob)

PRIMATO: Novo sistema de gestão empresarial integrada é implementado em toda a cooperativa

 

Com o objetivo de melhorar os processos de gestão da informação que a Primato Cooperativa Agroindustrial implementou novo sistema integrado de gestão. Com a sigla em inglês ERP (Enterprise Resource Planning), que significa Sistema Integrado de Gestão Empresarial, é na prática o sistema usado pela cooperativa para gerir suas informações, automatizando e organizando os processos.

 

Implementação - Com o passar do tempo e crescimento da Primato, os pequenos processos ficaram grandes, novos negócios se incorporam trazendo assim vários novos processos, dificuldades e necessidades de controle. “Com isso, a diversidade de sistemas e regras de negócios dificultam a gestão da informação, trazendo dificuldades na tomada de decisão. Para melhor gerir os negócios, desperta a necessidade de um agrupamento das informações, dos processos e do padrão em realizar a organização da empresa”, explicou a encarregada do departamento de TI da Primato, Greyce Balsasser que complementou, “visando isso precisa-se de um ERP mais robusto que atenda o máximo possível dos nossos negócios, facilitando a gestão, evolução e manutenção das nossas atividades”.

 

Projeto Inovar - O Projeto Inovar consiste numa mobilização pela busca de soluções dentro do universo de processos nas várias áreas de atuação na cooperativa, onde a premissa básica é a padronização e consolidação dos processos administrativos e produtivos na contínua busca de resultados. “Em conjunto com esta mudança e inovação de processos vem a troca do ERP da Primato, para termos ferramentas que apresentem estas melhorias”, explicou a encarregada.

 

Início - “O projeto Inovar iniciou em 2017, tendo como 1ª fase a avaliação das possíveis empresas de sistema, que através de pesquisa e atribuição de notas pelos usuários chaves, se determinou como escolhida em novembro de 2017, a empresa Viasoft. A implantação do sistema iniciou no mês seguinte e vem seguindo desde então com análises e levantamentos dos processos, personalizações e adequações de nossos processos ao sistema. Também houve customizações por parte do sistema para atender aos negócios da Primato”, disse Greyce.

 

Mudanças - A troca de ERP trará além de organização e padrão nas atividades, maior controle das atividades, maior confiança nas informações e mais agilidade na tomada de decisão. “Temos que pensar que no mundo de hoje as informações é que movem os negócios, e captar elas de forma eficaz, rápida e de forma integrada é um passo a frente para a evolução dos negócios”, destacou Greyce que ainda complementou, “nossos colaboradores estarão com um ERP padronizado, com telas iguais entre os negócios, facilitando assim o entendimento de como o sistema executa as rotinas, tendo acesso as tecnologias que nos ajudarão no dia a dia como CRM (Gestão de Relacionamento com o Cliente), vendas por tablet/celular. Nossa diretoria, conselho, encarregados e líderes, terão as informações em tempo real e com confiabilidade (B.I – Business Intelligence), assim como nossos cooperados e clientes verão no dia a dia a agilidade que o sistema nos oferece, com as informações todas integradas e na hora que solicitar”.

 

Objetivos - São três os principais objetivos da ERP:

Melhorar a Gestão de Negócios: Melhores níveis de controles internos, proporcionando uma eficaz rastreabilidade de operações, contribuindo ainda para a tomada de decisões mais rápidas.

Redução de Custos Operacionais: Eliminação de informações relacionadas à entrada e saída de documentos em duplicidade, mitigando e controlando os custos de grande impacto no negócio.

Padronização dos Processos de Negócio: Adequação aos processos de melhores práticas de mercado.

 

Primeira mudança - “A primeira mudança do sistema para Viasoft ocorreu nos postos de combustíveis (Av.Cirne Lima e Rua Barão do Rio Branco) em Toledo, nos dia 24 e 26 de agosto. Na sequência foram os restaurantes no dia 1º de setembro. Muitos já sentiram a mudança e as melhorias implantadas no sistema Viasoft. E agora em 1° de outubro toda a cooperativa estará sendo migrada para o sistema viasoft”, concluiu Greyce. (Imprensa Primato)

 

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COCARI: II Fórum Agropecuário reúne mais de 250 pessoas

No sábado (28/09), a Cocari realizou seu segundo Fórum Agropecuário, na Associação Atlética Cocari, em Mandaguari (PR). O evento recebeu 263 pessoas, entre cooperados e técnicos, para uma manhã de difusão de tecnologia, conhecimento e projeções para o cenário agropecuário no Brasil e no mundo.

Abertura - O evento foi prestigiado pelo diretor executivo da Cocari, João Carlos Obici; pelo superintendente de Logística Integrada da Cocari, Jacy Cesar Fermino da Rocha; pelo superintendente Comercial, Éric Heil de Araújo; e pelo responsável pelo Departamento Veterinário da Cocari (Devet), Wanderlei Bicalho.

Fomento - Na abertura do evento, o diretor executivo João Carlos Obici agradeceu a presença de todos e reiterou o compromisso do Departamento Veterinário da Cocari em fomentar a pecuária no Paraná. “Os senhores estão aqui hoje para buscar conhecimento. Nós estamos em uma cooperativa forte, com produtores fortes com perenidade na pecuária”, afirmou.

Produtos - O diretor também aproveitou a oportunidade para apresentar os produtos da cooperativa que estão à disposição do cooperado, além de reforçar a ideia de que o Devet está sempre pronto para atender o pecuarista.

Indústria - O responsável pela Fábrica de Rações da Cocari, Fernando Sepulveda, também frisou que a indústria se esforça para atender os pecuaristas da melhor maneira possível. “Quando as pessoas entram na indústria é que elas têm dimensão do real tamanho e da complexidade de nossa fábrica, que é a maior da região”, afirmou.

Cenário da pecuária - A primeira palestra do dia tratou do cenário atual e futuro da pecuária e foi ministrada pelo professor Eugenio Stefanelo, que é engenheiro agrônomo, mestre em economia rural e doutor em engenharia de produção; professor nos cursos de graduação e pós-graduação do Centro de Ciências Agrárias da UFPR, da FAE Centro Universitário (FAE Business School), da UTFPR (Campus de Pato Branco) e da Unoesc. Além disso, o professor é também apresentador do programa diário Negócios da Terra na Rede Massa (SBT do Paraná) e no SBT de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul. É especialista em política agrícola, em mercados agropecuários e em política econômica mundial e brasileira.

Números - Sua palestra trouxe importantes números ligados a políticas de controle fiscal, monetário e cambial, que interferem diretamente na atividade pecuária. Além disso, a detalhada exposição do professor trabalhou com previsões otimistas para o futuro da pecuária.

Integração lavoura-pecuária - Em sua fala, Stefanelo apontou a importância da integração lavoura-pecuária. “Nós podemos investir na produção de subprodutos, na preservação do solo e, além disso, com esse sistema, temos a possibilidade de venda de um boi aos 18 meses”, afirmou. Ao final da palestra, o professor ressaltou de maneira enérgica a organização das cooperativas paranaenses no segmento do agronegócio e declarou seu orgulho em fazer parte do agronegócio brasileiro.

Tecnologia e manejo - Como todos os segmentos, a pecuária também está vivendo uma onda de intensas inovações tecnológicas. Para falar do assunto, o médico veterinário, mestre em ciência e especialista em nutrição de bovinos, Antenor Fornazari Neto, explicou aos participantes a importância do emprego de tecnologias adequadas para cada estágio da vida dos animais. Em sintonia com o momento de modernização global, o veterinário ressaltou a importância de acompanhar essas evoluções para manter-se no segmento com lucratividade. “Se o pecuarista não estiver sintonizado com o mercado, ele desistirá da pecuária”, constatou.

Importância reforçada - O professor Neimar Rotta Negano, especialista em manejo de pastagens e plantas de cobertura, da Unoeste-SP, retomou a importância da integração lavoura-pecuária. Em sua palestra, o professor abordou a necessidade da Brachiaria e foi enfático: “A integração lavoura-pecuária é para todos! Com a ajuda da assistência oferecida pela cooperativa, cada cooperado vai encontrar seu sistema mais adequado”.

Vantagens - Negano apresentou vantagens da implementação do sistema de integração, evidenciando aspectos importantes como a melhoria da cobertura do solo para plantio direto, reciclagem de nutrientes, aumento da matéria orgânica, melhorias na estrutura do solo, armazenamento de água no solo, além da quebra do ciclo de pragas. (Imprensa Cocari)

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EVENTO: Sescoop/SC realiza o III Seminário de Direito Cooperativo da Região Sul

 

A terceira edição do Seminário de Direito Cooperativo da Região Sul será realizada nos dias 28 e 29 de outubro, em Florianópolis (SC). O evento é promovido pelo Sescoop/SC (Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo), em parceria com a Ocesc (Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina), com o intuito de reunir os profissionais para tratar de temas relevantes e atuais para o direito cooperativo.

 

Inscrições - As inscrições podem ser realizadas até 18 de outubro, no site do Sescoop/SC. Entre os tópicos abordados no evento, destacam-se direito digital, ato cooperativo, a conjuntura econômica e política do país e os temas de interesse do cooperativismo em pauta no Congresso Nacional. (Assessoria Ocesc)

 

evento folder 30 09 2019

FORMAÇÃO: Lavoura protegida e rentável

 

formacao 30 09 2019A chegada da primavera na Região Sul é sempre um desafio para os cultivos de inverno, que enfrentam o clima quente e úmido favorável a incidência de doenças nas lavouras. Equilibrar os custos dos tratamentos fitossanitários com a rentabilidade da lavoura foi tema das discussões no 6º módulo da capacitação Embrapa e OCB na cadeia produtiva de cereais de inverno.

 

Gastos com defensivos - Os gastos com defensivos podem representar 16% do investimento na lavoura de inverno. As doenças causadas por fungos, bactérias e vírus limitam a produtividade e aumentam os custos de produção.  A infecção por estes agentes pode ocorrer em diferentes fases de desenvolvimento da planta, mas o impacto maior está nas doenças de espiga, fase de desenvolvimento da cultura onde doenças como a giberela e a brusone ainda desafiam o setor produtivo. 

 

Manejo integrado - Para minimizar os impactos, a pesquisa trabalha no manejo integrado das doenças, focando na correta identificação, avaliação das condições que favorecem o seu desenvolvimento e difusão de conhecimentos sobre as medidas de controle disponíveis. Além da resistência genética às doenças, o controle também associa técnicas de manejo da lavoura e modelos de simulação computacional na indicação das épocas de maior risco na cultura.

 

Clima seco - O clima seco ao logo deste ano favoreceu a incidência de oídio nos cereais de inverno. De acordo com a pesquisadora da Embrapa Trigo, Leila Costamilan, a ocorrência do oídio no desenvolvimento inicial do trigo, por exemplo, pode reduzir o número de espigas, e quando ocorre mais tardiamente, diminui o número de grãos por espiga e o tamanho dos grãos, impactando no rendimento final.

 

Fundação ABC - Na área de atuação da Fundação ABC no Paraná, as perdas por oídio foram estimadas em 14%. “Mesmo com controle desde o perfilhamento do trigo, chegamos a até três aplicações de fungicidas nesta safra”, conta o pesquisador Senio Prestes, lembrando que a incidência de La Nina no começo da safra de inverno exigiu manejos mais intensos para o controle de doenças iniciais. “Agora começa a fase que exige maior monitoramento. O clima de primavera é sempre o maior desafio podendo afetar o resultado final da produção. Até aqui, fizemos tudo para produzir muito essa produção precisa atingir boa qualidade. O monitoramento para fazer os melhores tratamentos fitossanitários é o caminho para assegurar um grão de qualidade”.

 

Cautela - Para o pesquisador da Embrapa Trigo, Flávio Santana, é preciso cautela na aplicação dos defensivos: “Estamos observando que as lavouras com menor número de aplicações têm mostrado melhores resultados no rendimento, com diferença de até 500 quilos por hectare no trigo. Isso ocorre porque o monitoramento da lavoura propicia resultados mais efetivos no controle de doenças enquanto que aplicações de fungicida seguindo um calendário, que considera apenas o estádio de desenvolvimento da planta, podem resultar em intervenções quando a planta não apresenta sintomas ou o atraso no controle quando a doença já está instalada”.

 

Identificação correta - A intervenção na lavoura no momento certo depende da correta identificação das doenças. Durante o módulo de proteção de plantas, os 40 participantes desenvolveram atividades a campo e em laboratório para avaliar sintomas e danos causados pelas principais doenças que atacam os cereais de inverno no Brasil. Também foram apresentadas ferramentas de TI (tecnologia de informação) que estão disponíveis para avaliar riscos e orientar o manejo.

 

Somatório de conhecimentos - Para o representante da Unidade de Tenente Portela (RS) da Cotricampo, Alisson Tibola, todos os módulos desenvolvidos ao longo do ano na capacitação fazem um somatório de conhecimentos, mostrando que a lucratividade do cooperado depende da sustentabilidade do sistema produtivo. “Vimos aqui a importância de utilizar de modo racional todos os recursos disponíveis com base no planejamento da lavoura a longo prazo”, avalia Alisson, destacando novas oportunidades de atuação na cooperativa, como a integração lavoura-pecuária que pode fortalecer a produção leiteira na cooperativa.

 

Participantes - Participam da capacitação Embrapa e Sistema OCB na cadeia produtiva de cereais de inverno 2019 profissionais dos departamentos técnicos das cooperativas Cooperante, Cocamar, Coamo, Camnpal, Cotriel, Coopatrigo, Coasa, Cotapel, Cotripal, Coagril, Cotribá, Coopermil, Cotrisal, Cotricampo, Cotrijal, CCGL e Auriverde, além da Fecoagro/SC e do Senar/RS. O módulo sobre proteção de plantas contou com orientações de pesquisadores da Embrapa Trigo, UDESC, IFSul Passo Fundo, Fundação ABC e UPF.

Entrevista - Ouça a entrevista com o pesquisador Senio Prestes, da Fundação ABC, em https://www.embrapa.br/trigo/audios. (Assessoria de Imprensa da Embrapa Trigo)

FOMENTO: BRDE libera R$ 257 milhões para cooperativas até agosto

 

fomento 30 09 2019O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) financiou, só de janeiro a agosto deste ano, R$ 257 milhões às cooperativas paranaenses e seus cooperados. Com 60% de sua carteira vocacionada para agricultores e agroindústrias, o banco, mesmo atuando somente nos três estados do Sul, é o maior operador do Programa de Desenvolvimento Cooperativo para agregação de valor à produção agropecuária (Prodecoop), do BNDES.

 

PCA - Além deste, o BRDE também financia cooperativas por meio do Programa para Construção e Ampliação de Armazéns (PCA), criado também pelo BNDES. De janeiro a agosto de 2019, o BRDE financiou R$ 169 milhões por meio dessas duas linhas de crédito.

 

Segurança - “O acesso coletivo às linhas de crédito permite que os agricultores associados a cooperativas se fortaleçam com segurança, através da economia de escala”, diz o diretor de Operações do BRDE, Wilson Bley Lipski. “Com o apoio das cooperativas, o pequeno produtor rural cooperado consegue, por exemplo, exportar parte de sua produção, chegando a mercados que nunca chegaria, caso atuasse sozinho”, ressalta ele.

 

Desempenho - O apoio do BRDE contribui para o desempenho das cooperativas que, cada ano, reforçam a posição de destaque na economia do Paraná. Segundo dados do Sistema Ocepar elas faturaram R$ 41 bilhões no primeiro semestre de 2019. O número representa um crescimento de 8% em relação aos seis primeiros meses de 2017 e 2018. As 222 cooperativas registradas no Sistema Ocepar ainda contabilizaram altas de 1,3% nos ativos, 9,56% no número de funcionários e 12% no número de cooperados, além de sobras de R$ 1,7 bilhão (crescimento de 58,9%).

 

Previsão - A previsão do setor é investir R$ 2,14 bilhões na safra 2019/2020, sendo que 56% desse montante será em agroindústria, 34% em infraestrutura e 11% em serviços estratégicos. “Parte dos recursos para investimentos será tomado junto a instituições financeiras, entre as quais o BRDE, que vem sendo um parceiro importante do setor cooperativista em sua rota de crescimento”, afirma o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken.

 

Melhores condições - Ao organizar as atividades dos produtores, as cooperativas permitem, ainda, melhores condições em todas as etapas do processo de produção. “A liquidez propiciada pelos recursos de longo prazo do BRDE reforça o poder financeiro dos produtores e cooperativas para compra de insumos com antecedência, para redução de custos. Além da importância de suportar gastos e redução de receitas nos períodos de entressafras”, conclui Wilson Bley.

 

Linhas de crédito apoiam cooperativas e produtores - Pelo Prodecoop, as cooperativas e cooperados têm acesso a crédito para estudos e projetos, aquisição, transferência e absorção de tecnologia; obras civis e outros investimentos fixos, despesas de importação, capital de giro e projetos de industrialização de produtos prontos para o consumo humano.

 

Projetos - Já o Programa para Construção e Ampliação de Armazéns (PCA) financia projetos de ampliação, modernização, reforma e construção de armazéns destinados à guarda de grãos, frutas, tubérculos, bulbos, hortaliças, fibras e açúcar. O programa apoia cooperativas e produtores rurais, sendo pessoas físicas ou jurídicas. (Agência de Notícias do Paraná)

PÓS-GRADUAÇÃO: Iapar abre seleção para mestrado em agricultura conservacionista

 

pos graduacao 30 09 2019Estão abertas, até 8 de novembro, as inscrições para o processo seletivo de candidatos ao curso de mestrado do Programa de Pós-Graduação em Agricultura Conservacionista do Instituto Agronômico do Paraná (Iapar). Os aprovados iniciam as aulas no primeiro semestre de 2020.

 

Vagas - São oferecidas 19 vagas, sendo cinco para a área de concentração genética, melhoramento e biotecnologia vegetal, sete para manejo conservacionista dos recursos naturais e outras sete para produção e proteção vegetal.

 

Formulário - Os candidatos devem preencher o formulário de inscrição disponível na página www.iapar.bre apresentar cópia dos documentos pessoais, diploma e histórico escolar do curso de graduação, currículo atualizado e duas cartas de recomendação. As inscrições deferidas serão divulgadas em 19 de novembro.

 

Seleção - A seleção será feita por meio de análise da documentação enviada, além de entrevista e duas provas – conhecimentos específicos e inglês, programadas para 28 e 29 de novembro.

 

Aprovados - A lista dos aprovados será divulgada em 9 de dezembro. As aulas começam em março. O edital pode ser obtido em tinyurl.com/y3wej9ae. Mais informações pelo telefone (43) 3376-2153 ou e-mail pgiapar@iapar.br. (Assessoria de Imprensa do Iapar)

AGU: Portaria regulamenta renegociação do Refis Rural

 

agu 30 09 2019A Advocacia-Geral da União (AGU) publicou na sexta-feira (27/09) uma portaria para regulamentar o procedimento para obtenção de desconto na renegociação de dívidas do Programa de Regularização Tributária Rural, o Refis Rural.

 

Adesão - Pela norma, os pedidos de adesão aos benefícios deverão ser feitos pelo próprio devedor ou seu representante legal nos órgãos da Procuradoria da União ou no processo judicial que estiver em tramitação para cobrança da dívida. O procedimento vale para liquidação de dívidas de operação de crédito rural em execução, mas ainda não foram inscritas na Dívida Ativa da União. Os descontos deverão ser concedidos até 30 de dezembro deste ano, após a tramitação do pedido.

 

Desistência - De acordo com a portaria, em contrapartida, o devedor deverá desistir de todas as ações judiciais que contestam a legitimidade da dívida com o governo federal. O valor do desconto pode chegar a 95% para dívidas de até R$ 15 mil. Para valores superiores, o desconto varia entre 90% e 60%.

 

Lei - O Programa de Regularização Tributária foi instituído pelaLei nº 13.606, de 9 de janeiro de 2018,e permite que as dívidas dos produtores rurais com a Fazenda Nacional, vencidas até 30 de agosto de 2017, sejam renegociadas em condições especiais. (Agência Brasil)

ITR: Prazo de entrega da Declaração acaba nesta segunda-feira

 

itr 30 09 2019Os proprietários rurais de todo o país têm até esta segunda-feira (30/09) para entregar a Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (DITR). O prazo acaba às 23h59min59s. A Receita está recebendo o documento desde 12 de agosto. Neste ano, o Fisco espera receber 5,7 milhões de declarações, contra 5.661.803 entregues no ano passado.

 

Multa - O produtor rural que entregar a DITR depois do prazo pagará multa de 1% ao mês sobre o imposto devido ou R$ 50, prevalecendo o maior valor. Se o contribuinte constatar erros ou inconsistências depois de apresentar a declaração, poderá enviar declaração retificadora, sem a interrupção do pagamento do imposto apurado na declaração original.

 

Quem deve declarar - Está obrigada a apresentar a declaração a pessoa física ou jurídica, exceto nos casos de imunidade ou isenção, que seja proprietária, titular do domínio útil ou detentora de qualquer título do imóvel rural. Também deve enviar a DITR o contribuinte que perdeu a posse da propriedade entre 1º de janeiro de 2019 e a efetiva apresentação da declaração.

 

Preenchimento - A DITR deve ser preenchida no computador, por meio do Programa Gerador da Declaração do ITR, disponível na página da Receita Federal na internet. O documento pode ser transmitido pela internet. Caso o proprietário não tenha acesso à rede mundial de computadores, poderá entregar a declaração em mídia removível na unidade mais próxima da Receita Federal. (Agência Brasil)

PARANAGUÁ: Porto de Paranaguá receberá 6 milhões de toneladas de grãos até dezembro

 

paranagua 30 09 2019Até o final deste ano, o Porto de Paranaguá deve receber para descarga mais de 6,12 milhões de toneladas de granéis para exportação. O volume esperado para o último trimestre de 2019 é 14% maior que o total movimentado pelo setor no mesmo período do ano passado. Nos três últimos meses de 2018 foram exportadas cerca de 5,26 milhões de toneladas de soja, milho, farelo e açúcar.

 

Expectativa - Segundo o presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia, a expectativa é que as exportações aumentem ainda mais com o acirramento da guerra comercial entre Estados Unidos e China. “A partir de setembro, o país americano vai impor tarifas adicionais sobre produtos chineses. Com isso, os produtores brasileiros terão um bom momento”, disse.

 

Melhoria da infraestrutura - Ele destaca que para atender essa demanda a empresa pública mantém os projetos que visam melhorar a infraestrutura terrestre, marítima e de recepção e armazenagem. Entre eles estão as melhorias dos acessos, a dragagem de manutenção e o projeto de repotenciamento do Corredor de Exportação.

 

Modais - Até dezembro, o volume esperado de soja (em grão e farelo), milho e açúcar é suficiente para carregar em torno de 100 navios. A projeção para este quarto trimestre do ano foi divulgada pelos próprios terminais operadores das cargas.

 

Meios - Com base nas últimas estatísticas, cerca de 70% dos granéis devem chegar em caminhões (4,27 milhões de toneladas) e outros 30% em vagões (1,83 milhão).

 

Capacidade - Um caminhão transporta, em média, 36 toneladas de grãos. Portanto, para carregar o volume esperado para este modal seriam necessários aproximadamente de 118,6 mil carretas. Para o volume que deve chegar pelos trilhos a conta ultrapassa 33.272 vagões, cada um com cerca de 55 toneladas.

 

Granéis - O maior volume esperado é da soja. Em grão, são em torno de 2,69 milhões de toneladas que serão descarregadas nos 11 terminais nos próximos três meses. De farelo, estão previstas 1,16 milhão de toneladas.

 

Milho - No caso do milho, a expectativa dos terminais que operam os grãos pelo Porto de Paranaguá é de mais de 1,37 milhão de toneladas. A Pasa, principal operadora de açúcar a granel, espera movimentar 900 mil toneladas do produto até dezembro.

 

Operadores - Os operadores dos granéis de exportação são a AGTL, Cargill, Centro Sul, Cimbessul, Coamo, Contriguaçu, Interalli, Louis Dreyfus, Rocha, Bunge, Pasa e Silos Públicos – por onde operam os que não têm terminais próprios em Paranaguá.

 

Maior movimento - O terminal que mais deve movimentar até o final do ano, depois da Pasa, é a Cargill. A empresa prevê um volume de 830 mil toneladas para este último trimestre, principalmente de milho (360 mil toneladas).

 

Volume - O maior volume de soja é esperado pela Louis Dreyfus. Devem embarcar pelo terminal 465 mil toneladas do grão. Já em farelo, a Bunge espera o maior volume: 312 mil toneladas.

 

Silos públicos - Pelos silos públicos a previsão de embarque é de 480 mil toneladas de granéis, 180 mil delas de farelo e 300 mil toneladas de soja em grão.

 

Corredor Leste - Com exceção da Pasa e da Bunge, que utilizam outros três berços do cais comercial, os demais operam as cargas pelo Corredor de Exportação Leste do Porto de Paranaguá.

 

Trabalhadores - De acordo com a Divisão de Silos da Portos do Paraná, pela moega de descarga dos silos públicos podem ser descarregados, ao mesmo tempo, quatro caminhões. Por trem são até seis vagões em descarga simultânea. Além de movimentação de mercadoria, essas atividades também mobilizam mão de obra.

 

Descarregamento - A cada turno de seis horas são convocados 12 trabalhadores portuários avulsos (TPAs) para descarregar os caminhões e vagões que chegam com os granéis. Ou seja, a cada 24 horas são 48 trabalhadores envolvidos. (Agência de Notícias do Paraná)

FOCUS: Mercado financeiro reduz estimativa para inflação e taxa Selic em 2019

focus 30 09 2019Instituições financeiras reduziram, pela oitava vez seguida, a estimativa para a inflação neste ano. De acordo com pesquisa do Banco Central (BC) ao mercado financeiro, a previsão para a inflação, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, passou de 3,44% para 3,43%, em 2019.

2020 - Para 2020, a estimativa caiu de 3,80% para 3,79%. A previsão para os anos seguintes não teve alterações: 3,75%, em 2021, e 3,50%, em 2022.

Abaixo do centro da meta - As estimativas para 2019 e o próximo ano estão abaixo do centro da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta de inflação, definida pelo Conselho Monetário Nacional é 4,25% em 2019, 4% em 2020, 3,75% em 2021 e 3,50% em 2022, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Selic - O principal instrumento usado pelo BC para controlar a inflação é a taxa básica de juros, a Selic. Quando o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

Demanda aquecida - Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Final do ano - Para o mercado financeiro, a Selic deve terminar 2019 em 4,75% ao ano. Na semana passada, a expectativa estava em 5% ao ano. Atualmente, a Selic está em 5,5% ao ano.

Inalterada - O mercado financeiro não alterou a estimativa para o fim de 2020: 5% ao ano. Para 2021, a expectativa é que a Selic termine o período em 6,50% ao ano. Na semana passada, a previsão era 6,75% ao ano. Para o fim de 2022, a previsão permanece em 7% ao ano.

Crescimento da economia - A previsão para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – é mantida em 0,87% em 2019, há quatro semanas consecutivas.

Anos seguintes - As estimativas para os anos seguintes também não foram alteradas: 2%, em 2020; e 2,50%, em 2021 e 2022.

Dólar - A previsão para a cotação do dólar ao fim deste ano subiu de R$ 3,95 para R$ 4 e, para 2020, de R$ 3,90 para R$ 3,91. (Agência Brasil)

 

ECONOMIA: Proposta de Orçamento de 2020 será modificada

 

economia 30 09 2019O governo vai encaminhar ao Congresso uma mensagem modificativa da proposta orçamentária de 2020, confirmou fonte credenciada do governo. O objetivo é alterar a projeção para o gasto com pessoal e encargos sociais da União, incluir o efeito das medidas de redução das despesas obrigatórias que serão submetidas à aprovação dos parlamentares, incluir a receita de parte dos recursos do megaleilão do excedente de petróleo da cessão onerosa e a nova divisão do bolo tributário com Estados e municípios, dentro da proposta do novo pacto federativo.

 

Acerto - O envio da mensagem modificativa já foi acertado com os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e com o relator da proposta orçamentária, deputado Domingos Neto (PSD-CE). A questão em aberto é o momento em que a mensagem será encaminhada, pois ela dependerá do leilão da cessão onerosa e da aprovação das medidas de redução das despesas obrigatórias por deputados e senadores e da proposta do novo pacto federativo.

 

Fim de agosto - A proposta orçamentária do próximo ano foi enviada ao Congresso, no fim de agosto, com um valor para a despesa com pessoal e encargos sociais da União superestimada. Ela foi elaborada a partir de uma estimativa para o gasto deste ano, antes da revisão feita no relatório de avaliação de receitas e despesas relativo ao quarto bimestre, divulgado no dia 20 passado. No relatório, o governo reduziu a sua projeção de despesa com pessoal neste ano em R$ 5,8 bilhões, o que será repassado para o Orçamento de 2020.

 

Disputa acirrada - A expectativa do governo é a de que os quatro campos de petróleo do leilão da cessão onerosa serão alvo de acirrada disputa entre os consórcios formados pelas grandes companhias do setor, entre elas a Petrobras. Além de pagar o bônus de assinatura, que totaliza R$ 106,5 bilhões, serão considerados vencedores os consórcios de empresas que oferecerem o maior percentual do óleo à União.

 

Bônus - Cada campo tem um valor de bônus de assinatura e um percentual mínimo de óleo a ser oferecido à União. O edital do leilão estabelece que, se o consórcio pagar um ágio superior a 5% do lucro-óleo da União, terá o direito de parcelar o bônus de assinatura. As indicações que estão chegando aos principais gabinetes da Esplanada dos Ministérios em Brasília são de que o ágio de 5% será ultrapassado em todos os campos.

 

Valores - Se isso efetivamente ocorrer, os consórcios de empresas pagarão R$ 70,7 bilhões ao Tesouro Nacional neste ano e outros R$ 35,8 bilhões em 2020, segundo dados do edital. O valor líquido que ficará com a União, depois do pagamento à Petrobras, ainda será definido, pois tudo dependerá da lei a ser aprovada definindo a divisão do bolo com Estados e municípios. O valor líquido é que será incorporado às receitas orçamentárias no próximo ano, ajudando a melhorar o resultado primário.

 

Medidas - O ministro da Economia, Paulo Guedes, está negociando com Alcolumbre e Rodrigo Maia, com participação do relator da proposta orçamentária de 2020, medidas que poderão ser aprovadas para reduzir as despesas obrigatórias e abrir espaço no teto de gasto para ampliar substancialmente os investimentos da União e as aplicações em áreas consideradas prioritárias.

 

Multa adicional - Uma das medidas discutidas é o fim da multa adicional de 10% do FGTS, que apenas ingressa no Tesouro como receita e, em seguida, é transferida, como despesa submetida ao teto de gastos, para o fundo de garantia. O fim da multa abre espaço no teto de gastos. Outra medida, que está incluída no novo pacto federativo, prevê uma elevação em um ponto percentual dos recursos do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industriais (IPI) para o Fundo de Participação dos Estados (FPE) e em 0,5% para o Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

 

Fundos setoriais - Uma terceira medida altera parte dos atuais fundos setoriais, revertendo os recursos para serem aplicados pelos Estados. Tudo isso precisará ser quantificado e acordado, pois exige contrapartidas de Estados e municípios. Poderá haver mudanças também no salário-educação e no Fundeb. (Valor Econômico)

ENERGIA ELÉTRICA: Bandeira tarifária de outubro será amarela, diz Aneel

 

energia eletrica 30 09 2019A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou na tarde de sexta-feira (27/09) que a bandeira tarifária de outubro será amarela. Dessa forma, a tarifa sofre acréscimo de R$ 1,50 a cada 100 quilowatt-hora (kWh) consumidos. A medida representa uma redução em relação aos meses de agosto e setembro, quando a agência adotou a bandeira tarifária vermelha, no patamar 1, com acréscimo de R$ 4 para cada 100 kWh consumidos. 

 

Aumento das chuvas - Segundo a agência, a mudança da bandeira vermelha para amarela ocorre pela previsão do aumento das chuvas em outubro. “A previsão hidrológica para o mês sinaliza elevação das vazões afluentes aos principais reservatórios, o que também permitirá reduzir a oferta de energia suprida pelo parque termelétrico”, disse a Aneel, em nota.

 

Custo real - Criado pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo real da energia gerada, possibilitando aos consumidores o bom uso da energia elétrica. O funcionamento das bandeiras tarifárias é simples: as cores verde, amarela ou vermelha (nos patamares 1 e 2) indicam se a energia custará mais ou menos com base nas condições de geração.

 

Cálculo - O cálculo para acionamento das bandeiras tarifárias leva em conta, principalmente, dois fatores: o risco hidrológico– GSF, na sigla em inglês, e o preço da energia (PLD). Segundo a agência, o cenário favorável reduziu o preço da energia para o patamar mínimo, o que “diminui os custos relacionados ao risco hidrológico e à geração de energia de fontes termelétricas”, possibilitando a manutenção dos níveis dos principais reservatórios próximos à referência atual. (Agência Brasil)

COMBUSTÍVEL: Petrobras aumenta em 2,5% preço da gasolina nas refinarias

 

Acombustivel 30 09 2019 Petrobras anunciou, na sexta-feira (27/09), um reajuste de 2,5% no preço do litro da gasolina vendida nas refinarias para as distribuidoras. O novo valor já está valendo, mas o preço final ao consumidor dependerá de cada posto de combustível. O preço do diesel não foi reajustado.

 

Último reajuste - O último reajuste da gasolina foi em 19 de setembro, de 3,5%. Em sua página na internet, a Petrobras explica como funciona o mecanismo e as decisões de formação de preços dos combustíveis por ela vendidos.

 

Base - “Nossa política de preços para a gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras tem como base o preço de paridade de importação, formado pelas cotações internacionais destes produtos mais os custos que importadores teriam, como transporte e taxas portuárias, por exemplo. A paridade é necessária porque o mercado brasileiro de combustíveis é aberto à livre concorrência, dando às distribuidoras a alternativa de importar os produtos”, explica a estatal em nota. (Agência Brasil)

PREVIDÊNCIA: Plenário deve votar PEC da reforma nesta terça

 

previdencia 30 09 2019O Plenário do Senado deve votar nesta terça-feira (01/10) a PEC da reforma da Previdência (PEC 6/2019). A votação, que estava marcada para a última terça-feira (24/09), foi adiada em razão de uma sessão do Congresso Nacional. Antes da análise em Plenário, a proposta terá que passar pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde será votado o relatório do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), com a análise das 77 emendas apresentadas.

 

Emenda supressiva - No relatório, Tasso acatou apenas uma emenda supressiva, para não prejudicar o acesso à aposentadoria integral de quem recebe vantagens variáveis vinculadas a desempenho no serviço público, e corrigiu a redação do trecho que inclui os informais entre os trabalhadores de baixa renda que terão acesso ao sistema especial de inclusão previdenciária, com alíquotas favoráveis.

 

Rejeitadas - Foram rejeitadas as emendas de senadores com temas ligados a servidores públicos, mudanças em pensões, idade mínima, regras de transição, aposentadorias especiais, cálculo da aposentadoria, abono salarial e regras especiais para grupos específicos. Segundo o relator, nas emendas “não se identificaram novos temas em relação ao deliberado anteriormente na CCJ, e em relação às conclusões de seu parecer anterior”.

 

Destaques - Ainda assim, senadores como Paulo Paim (PT-RS) e Eliziane Gama (Cidadania-MA) já declararam que vão tentar aprovar destaques ao texto durante a discussão no Plenário. Entre os pontos que podem sofrer destaques estão as restrições ao abono salarial, benefício pago a quem ganha menos de dois salários mínimos (R$ 1.996) e tem pelo menos 5 anos de cadastro no PIS/Pasep. O texto da reforma assegura o direito apenas a quem tiver renda mensal igual ou menor que R$ 1.364,43.

 

Calendário - Após o adiamento da votação em Plenário, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, afirmou que não gostaria de ter alterado a data, mas lembrou que era necessário apreciar os vetos presidenciais e também votar projetos incluídos na pauta do Congresso. Ele garantiu que, com a votação nesta terça-feira (01/10), o calendário previsto para a aprovação da proposta será mantido.

 

Obrigação - “O adiamento da votação (...) não interferirá no calendário apresentado por todos os líderes partidários. Ao contrário, nós faremos a nossa obrigação e cumpriremos o nosso dever”, disse.

 

Mantido - A presidente da CCJ, senadora Simone Tebet (MDB-MS), considerou um erro o adiamento, mas também afirmou que, apesar da pausa, o calendário de votação da PEC no Senado segue mantido. Deve haver quebra de interstício (prazo constitucional) em Plenário, após a votação em primeiro turno, para garantir a aprovação da proposta em segundo turno até o dia 10 de outubro. (Agência Senado)

ISSQN: Plenário da Câmara pode votar mudanças no Imposto sobre Serviços

iss 30 09 2019O Plenário da Câmara dos Deputados pode votar, a partir de terça-feira (01/10), propostas que pretendem reforçar o caixa de estados e municípios. Está em pauta, por exemplo, o projeto que altera regras sobre o Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN) para que alguns impostos sejam recolhidos na localidade de prestação de serviço, e não da sede da empresa.

Relatório - As mudanças no imposto estão previstas no relatório do deputado Herculano Passos (MDB-SP) ao PLP 461/17, que fixa regras unificadas para o recolhimento do ISSQN de setores específicos, como planos de saúde e administradoras de cartões de crédito.

Transição - Há uma transição para evitar perda súbita de arrecadação dos municípios onde estão as sedes das prestadoras de serviço. A proposta foi discutida no começo do mês e já está pronta para votação.

Créditos tributários - Também está na pauta o Projeto de Lei Complementar 459/17, que regulamenta a securitização da dívida ativa da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios. A proposta permite que os entes federados vendam os créditos que têm a receber. Essa operação possibilita a antecipação de receitas. Para o investidor privado, a vantagem será comprar os direitos com deságio (desconto) ou receber juros, a depender da configuração adotada. (Agência Câmara)

 

INDÚSTRIA: Brasil precisa capacitar 10,5 milhões de trabalhadores até 2023

 

industria 30 09 2019O Brasil precisará qualificar 10,5 milhões de trabalhadores industriais até 2023 para suprir a demanda de profissões ligadas à tecnologia. A conclusão consta do Mapa do Trabalho Industrial 2019–2023, lançado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) para orientar a oferta de cursos da instituição nos próximos anos.

 

Reciclagem ou aperfeiçoamento - Segundo o levantamento, a maior parte desses 10,5 milhões de profissionais ligados à indústria precisará passar por cursos de reciclagem ou de aperfeiçoamento, tanto para dar conta da modernização de postos existentes como para repor vagas existentes de trabalhadores que se aposentarão ou se desligarão dos serviços. O estudo, no entanto, detectou o potencial de criação de 33.453 vagas relacionadas às mudanças tecnológicas.

 

Números absolutos - Em números absolutos, as maiores gerações de emprego ocorrerão nas ocupações de instaladores e reparadores de linhas e cabos elétricos, telefônicos e de comunicação de dados (14.367), operadores de máquinas de usinagem (5.356) e técnicos mecânicos na manutenção de máquinas, sistemas e instrumentos (3.560). Essas funções exigem nível técnico ou qualificação de mais de 200 horas.

 

Percentuais - Em taxas percentuais, o maior crescimento no número de empregados nos próximos quatro anos deverá beneficiar o mercado de condutores de processos robotizados (22,9%), de nível superior. Em seguida, vêm técnicos em mecânica veicular (19,9%) e mais duas ocupações de nível superior: engenheiros ambientais e afins (19,4%) e pesquisadores de engenharia e tecnologia (17,9%). Os desempenhos são superiores à estimativa de 8,5% de crescimento dos empregos na indústria entre 2019 e 2023.

 

Transversalidade - Em relação à necessidade total de capacitação de trabalhadores (empregados atuais e novos), o Senai constatou que as funções transversais, que permitem ao profissional trabalhar em indústrias de qualquer área exigirão a maior demanda de formação profissional. Dos 10,5 milhões de trabalhadores que precisam ser qualificados, 1,7 milhão atuam nessa categoria, que abrange profissionais de pesquisa e desenvolvimento, técnicos de controle da produção e desenhistas industriais, entre outras carreiras.

 

Demais ocupações - As demais ocupações que demandarão formação profissional nos próximos anos são metalmecânica (1,6 milhão), construção (1,3 milhão), logística e transporte (1,2 milhão), alimentos (754 mil), informática (528 mil), eletroeletrônica (405 mil) e energia e telecomunicações (359 mil). Embora essas funções se caracterizem por conhecimentos de base industrial, esses trabalhadores podem atuar tanto na indústria quanto em outros setores.

 

Nível superior - Apenas nos empregos de nível superior, as áreas que mais precisarão de profissionais qualificados até 2023 são informática (368 mil), gestão (254,8 mil), construção (81 mil), metalmecânica (56,4 mil) e produção (40,3 mil). No nível técnico, as demandas se concentram nos segmentos de logística e transporte (495,2 mil), metalmecânica (217,7 mil), energia e telecomunicações (181,4 mil), eletroeletrônica (160,4 mil), informática (160 mil) e construção (120,9 mil). (Agência Brasil)

ARTIGO: Programa de Inovação do Cooperativismo Paranaense

 

artigo 30 09 2019* Thiago Diogo

 

"Isto é para os loucos. Os desajustados. Os rebeldes. Os criadores de caso. Os que são peças redondas nos buracos quadrados. Os que vêem as coisas de forma diferente. Eles não gostam de regras. E eles não têm nenhum respeito pelo status quo. Você pode citá-los, discordar deles, glorificá-los ou difamá-los. Mas a única coisa que você não pode fazer é ignorá-los. Porque eles mudam as coisas. Eles empurram a raça humana para frente. Enquanto alguns os vêem como loucos, nós vemos gênios. Porque as pessoas que são loucas o suficiente para achar que podem mudar o mundo são as que, de fato, mudam". Steve Jobs, Apple.

 

Há um ano dávamos início ao maior programa de inovação com propósito de fomento a cultura de inovação para o cooperativismo. Um programa ousado, inovador, e com objetivo muito claro: encontrar e capacitar aqueles que de fato estão dispostos a questionar, observar, associar, trabalhar em rede e experimentar, ou ao menos oportunizar o conhecimento como fonte de inspiração para que os caminhos pelos quais trilhamos diariamente sejam repletos de oportunidades.

 

Como a dimensão atingida pelo programa foi descomunal precisamos descobrir novas formas de se trabalhar e de entregar conteúdos, metodologias, ferramentas e valor por meio do que fazemos de melhor: inspirar pelo exemplo!!!

 

Doze meses passaram muito depressa e quem viveu esta experiência irá sentir saudades! Afinal, mais que uma sala de aula e professores, eram pessoas pensando em outras pessoas, sempre trabalhando de forma coletiva e colaborativa.

 

Parcerias estabelecidas, lições aprendidas, desafios superados e oportunidades criadas. O Programa de Inovação para o Cooperativismo, uma iniciativa do Sistema Ocepar, em parceria #ISAE e a #ArbacheInnovations sem dúvida entra na história como um dos programas que mais aplicação prática trouxe para os que puderam participar, no sentido de colocar a mão na massa.

 

Pessoas comuns, que por meio de atitudes simples, aprenderam a trabalhar de maneira extraordinária, produzindo resultados extraordinários.

 

Hoje finalizamos o Lab de Inovação do Programa com mais de 100 pitches gravados entre as mais de 80 cooperativas nos estados do PR e GO, porém é na hora 193 do programa que ele realmente inicia e que os #innovators & #transformers iniciam o verdadeiro fomento à cultura de inovação.

 

Agradeço cada agente que participou desta jornada e cada uma das pessoas envolvidas neste projeto ousado e pioneiro, que rendeu e renderá ainda muito mais frutos, pois a semente foi plantada e agora precisa ser cuidada e regada para que germine e dê bons frutos.

 

Pense nisso como um experimento por meio do qual você realmente aprenderá! 

 

* Thiago Diogo é coordenador do Programa de Inovação do Cooperativismo Paranaense, promovido pelo Sistema Ocepar em parceria com o Isae


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