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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4671 | 26 de Setembro de 2019

FORMAÇÃO I: Workshop sobre inovação abre programação do Encontro de Secretariado Executivo

Cerca de 60 profissionais de cooperativas do Paraná, que atuam na área de secretariado executivo, estão reunidos em Curitiba, para o Encontro Estadual do Secretariado Cooperativista. A programação do evento, que ocorre nesta quinta e sexta-feira (26 e 27/09), no Hotel Confiance, foi aberta pelo superintendente da Federação e Organização das Cooperativas do Paraná (Fecoopar), Nelson Costa, e pelo coordenador de Desenvolvimento Cooperativo do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR), Leandro Macioski.

Atividades – A analista de Cooperativismo do Sescoop/PR, Ketlyn Zipperer Mali, explica que o Encontro de Secretariado é realizado anualmente com o objetivo de destacar e valorizar a importância dessa categoria profissional que atua numa área estratégica da cooperativa. “Cada ano é trabalhado um tema diferente e inerente à atividade desse público. Em edições anteriores, já tratamos de comunicação e marketing pessoal. Este ano o foco é inovação, tema que está alinhado ao movimento que o Sistema Ocepar está promovendo no estado, no sentido de fomentar a cultura da inovação no setor cooperativista”, explica a analista. Amanhã, a programação contempla palestra sobre a atuação do Sistema Ocepar, ministrada pelo coordenador Leandro Macioski, e em seguida o consultor Marcelo Karam encerra as atividades, com a palestra "saber cuidar-se".

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FORMAÇÃO II: Curso sobre retenções previdenciárias inicia com 80 profissionais de contabilidade

Teve início, na manhã desta quinta-feira (26/09), o Curso Retenções na Fonte – da teoria à prática, com a presença de aproximadamente 80 profissionais de Contabilidade que atuam em cooperativas paranaenses de diversos ramos. Promovida pelo Sistema Ocepar, a formação prossegue até esta sexta-feira (27/09), no auditório da entidade, em Curitiba. As atividades foram abertas pelo superintendente da Ocepar, Robson Mafioletti, que destacou a relevância do tema tratado na capacitação, a necessidade de atualização constante para que as cooperativas tenham condições de cumprir adequadamente com as exigências previstas em lei nas áreas contábil, fiscal e tributária. De acordo com Mafioletti, a reforma tributária em discussão no Congresso Nacional é outro assunto que deve ser acompanhado com atenção, devido aos impactos que as mudanças podem causar no cooperativismo.

Instrutor – O instrutor é o contador especializado em direito tributário, Werinton Garcia dos Santos, que está orientando os participantes sobre vários aspectos ligados às retenções previdenciárias. O curso trata das estruturas tributárias, solidárias ou não, vinculadas aos compromissos de retenções na fonte que devem ser seguidos pelas instituições que prestam serviços e/ou as contratantes de serviços, oferecendo de forma prática a visão dos processos internos, especialmente nas sociedades cooperativas, para que haja compreensão da importância das rotinas na nova escrituração fiscal de retenções e respectivas obrigações acessórias vinculadas.

Clique aqui para conferir na íntegra a programação do Curso Retenções na Fonte - da teoria à prática

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COOPERATIVISMO: OCB e Frencoop debatem o ato cooperativo na reforma tributária

 

cooperativismo 26 09 2019“As cooperativas não querem nenhuma isenção fiscal, regime favorecido ou tributação beneficiada”, disse o presidente da OCB, Márcio Lopes de Freitas, durante a reunião entre as diretorias da OCB e da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), nesta quarta-feira (25/09), em Brasília. O objetivo do encontro foi debater a importância de garantir que a incidência de tributos relativos aos atos cooperativos ocorra na figura do cooperado e não da cooperativa, já que é na pessoa física que se fixa, de fato, a riqueza, o acréscimo patrimonial e o resultado tributável.

 

Emendas - Esse conceito é o objeto de duas emendas apresentadas na Câmara e no Senado (Emenda 55 à PEC 45/2019 e Emenda 8 à PEC 110/2019, respectivamente), por parlamentares e com o total apoio da OCB. A ideia é poder assegurar a aplicação do adequado tratamento tributário às cooperativas, evitando, dessa maneira a bitributação.

 

Porta para o desenvolvimento - O presidente da OCB, Márcio Freitas, explicou que o cooperativismo vê na simplificação da cobrança de impostos uma porta para o desenvolvimento do país. “Nós sabemos que o ato cooperativo não é fácil de entender (e nem de explicar), mas é preciso, em primeiro lugar, reconhecer que as cooperativas não querem nenhuma isenção fiscal, regime favorecido ou tributação beneficiada. É fundamental destacar que ele é a garantia de que a tributação não incida em duplicidade sobre as figuras do cooperado e da cooperativa. Vale destacar que o ato cooperativo não é ato comercial e, portanto, não implica operação de mercado nem em contrato de compra e venda de produto ou mercadoria”, comenta Márcio Freitas.

 

Desmistificação - Os parlamentares também trataram da importância de desmistificar o tema tributário, em geral desconhecido pela sociedade como um todo. Para o deputado Evair de Melo (ES), entender o sistema de cobrança de impostos é essencial para que o país produza cada vez mais e se promova um ambiente propício para a organização e o fortalecimento das cooperativas.

 

Métodos - “Porque as cooperativas têm métodos de controle, de gestão, disciplina, presença, compartilhamento, responsabilidade, divisão de rede de resultados. Isso é extremamente importante. São coisas que outras sociedades não têm”, relatou. “Então, eu acho que dá pra criar, na Reforma Tributária, um modelo tributário no qual o Brasil possa se consolidar cada vez mais como o país do cooperativismo!”, expressou o parlamentar.

 

Debate aprofundado - Presente à reunião, o deputado Baleia Rossi, autor da PEC 45/19 que tramita na Câmara dos Deputados, reafirmou o compromisso que tem com o setor Agro e ponderou sobre a importância de as cooperativas encaminharem suas sugestões para contribuírem com o aprimoramento do texto da Reforma Tributária. “Com diálogo, com o amadurecimento das ideias, nós vamos chegar a um texto que ajude todo o Brasil a se desenvolver!”.

 

Desinformação - Segundo o parlamentar, existe muita desinformação a respeito da Reforma Tributária. Para ajudar nos esclarecimentos, Baleia informou que, em conversa com o presidente da OCB, Márcio Freitas, com o presidente da Ocesp, Edivaldo Del Grande, sugeriu que seja feito um debate mais aprofundado com interlocutores que podem contribuir na formulação dessas sugestões.

 

Avançada - “O que nós entendemos é que a aprovação da nossa Reforma Tributária está muito avançada, e conta com o apoio dos 27 governadores com os 27 secretários de Estado da Fazenda. Já tivemos também o apoio dos pequenos municípios e estamos costurando, agora, os grandes municípios. Portanto, a parte dos entes federativos, acho que já nós conseguimos um grande avanço. Agora, é organizarmos os setores da nossa economia e, claro, o Cooperativismo precisa participar, precisa sugerir!”

 

Tributação adequada - Entre os pontos que ainda carecem de uma maior clareza na a abordagem dentro do texto da Reforma Tributária, o ex-deputado Luiz Carlos Hauly destacou as especificidades do ato cooperado. Um dos idealizadores da PEC 110/19 e comprometido com as matérias tributárias, Hauly destacou que a proposta atual representa “uma nova redação para substituir o ato cooperado”, em um texto construído em consenso entre os ramos do cooperativismo brasileiro. Por esse motivo, acredita que “tanto o relator na Câmara quanto o relator no Senado têm que acatar essa nova redação. Esse é o grande trabalho que os deputados e senadores têm que fazer daqui para frente”, afirmou.

 

Créditos de exportação - O segundo ponto destacado pelo ex-deputado, que precisa ficar bem pontuado na PEC, é assegurar a garantia de que os créditos da exportação permaneçam na Pessoa Física do produtor rural, mantendo a tributação na pessoa do cooperado, onde se concentra a riqueza. “Então, ainda tem uma redação, se é preciso ou não, o setor jurídico do Cooperativismo ainda está decidindo. Pessoa Física não é contribuinte do IVA [Imposto sobre Valor Agregado], assim como não é contribuinte do ICMS nem do PIS/Cofins. Então, só tomar os devidos cuidados na defesa do produtor rural, Pessoa Física cooperado e não cooperado. Eles são os mesmos. E proteger para que a cooperativa não tenha mais impostos do quer têm as outras empresas do setor. Porque cooperativa não é empresa, ela é uma facilitadora dos negócios do cooperado, que no caso é Pessoa Física produtor rural, médico, dentista ou é do sistema de Cooperativa de crédito”, detalhou Hauly.

 

Impacto na base - Além dos parlamentares e dos diretores da OCB, o evento também contou com a presença de representantes de três setores do cooperativismo (agro, crédito e saúde), que falaram da importância de se dar o adequado tratamento na aplicação de tributos incidentes à sociedade cooperativista.

 

Duplicidade de tributação - Os especialistas reforçaram o entendimento de duplicidade de tributação, quando há aplicação de algumas taxas tanto sobre a Pessoa Jurídica e quanto sobre a Pessoa Física. O correto, conforme os representantes dos três ramos explicaram, é manter o IRPF e o ISS na pessoa do cooperado.

 

Desequilíbrio - Para os cooperativistas, a cobrança de Imposto de Renda da Pessoa Jurídica, incidência de Contribuição Sobre Lucro Líquido (CSSL), Imposto Sobre Serviços (ISS) e PIS/Cofins para cooperativas desequilibra o modelo de negócio e desconsidera o fato de que o modelo cooperativo é sem fins lucrativos. Essa premissa de não cumulação de lucros deve ser respeitada na Reforma Tributária, no momento da criação de um imposto único, o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).

 

Entenda - As operações que a cooperativa realiza com seus cooperados são denominadas atos cooperativos e receberam da Constituição Federal de 1988 o direito a uma tributação ajustada a suas particularidades. A intenção da OCB é assegurar que a cobrança de alguns tributos deixe de ocorrer na figura da cooperativa e continue apenas na do cooperado.

 

Contribuição do cooperativismo - “É essencial deixar claro que o movimento cooperativista contribui com o desenvolvimento do país, recolhendo impostos, contribuições e taxas. Esse é o nosso dever enquanto cidadãos brasileiros. O que queremos com essas emendas não é deixar de pagar nada, mas garantir a adequação tributária ao nosso modelo societário”, enfatiza Márcio Freitas.

 

Lei Kandir - O senador Luiz Carlos Heinze (RS) explicou a tramitação, no Senado, da proposta que prevê a revogação da Lei Kandir. Após um esforço de esclarecimento junto ao autor do texto, o senador Anastasia (MG), a matéria foi retirada da pauta de votação. A previsão é de que volte a ser discutido na próxima semana. Diante dessa expectativa, o parlamentar reforçou a necessidade de união entre as cooperativas, para dissolver quaisquer dúvidas com relação à importância da lei para a segurança nas exportações. (Informe OCB)

 

FUNDAÇÃO ABC: Show Tecnológico de Inverno é realizado em Ponta Grossa

 

Com mais de 100 mil hectares plantados pelos cooperados da Frísia, Castrolanda e Capal, o trigo foi o protagonista do 3º Show Tecnológico de Inverno, realizado, nesta quarta-feira (25/09), pela Fundação ABC no Campo Demonstrativo e Experimental, em Ponta Grossa (PR).  O evento, que teve o patrocínio da Sementes Batavo, reuniu 300 pessoas.

 

Estações - A edição deste ano do Show Tecnológico teve seis estações de campo, que tratam sobre “Solos e Nutrição de Plantas”, “Entemologia”, “Fitopatologia”, “Fitotecnia”, “Forragens & Grãos” e “Herbologia”. Além de trigo, que contou com quatro estações, teve uma para aveia e outra para cevada, esta presente nos Campos Gerais em cerca de oito mil hectares dos cooperados.

 

Palestra de abertura - A palestra de abertura, sobre “Micotoxinas na cadeia do trigo”, foi ministrada pelo doutor Carlos Augusto Mallmann, da Universidade Federal de Santa Maria (RS). “Todos os grãos das culturas de inverno carregam um fungo, que não faz mal aos seres humanos ou animais que ingerem. Mas se esse fungo for estressado, ele libera uma toxina que pode, sim, causar problemas” explica o gerente técnico de Pesquisa e Desenvolvimento da Fundação ABC, Luiz Henrique Penckowski, lembrando que o evento também é para conhecer sobre o controle da micotoxina e como mapeá-la, por exemplo.

 

Temas - No evento também foram tratados temas como o manejo dos grãos, novas variedades do trigo, entre outros aspectos da cadeia.

 

Sobre a Frísia Cooperativa Agroindustrial - Fundada em 1925, a Frísia é a cooperativa mais antiga do Paraná e segunda do Brasil. Localizada na região dos Campos Gerais, tem sua produção voltada ao leite, carne e grãos, principalmente, trigo, soja e milho. A cooperativa é resultado da união do trabalho de todos os cooperados e colaboradores; da diversificação da produção, englobando a produção leiteira, de grãos e de proteína animal; e da alta qualidade do que é feito e comercializado, com animais de excelente genética, rastreamento e investimento em tecnologia, infraestrutura e mão de obra. Os valores da cooperativa são Fidelidade, Responsabilidade, Intercooperação, Sustentabilidade, Integridade e Atitude (FRISIA).

 

Sobre a Fundação ABC - A Fundação ABC é uma instituição de pesquisa agropecuária que realiza trabalhos para desenvolver e adaptar novas tecnologias, com o objetivo de melhorar as produtividades de forma sustentável aos mais de cinco mil produtores rurais filiados às cooperativas Frísia, Castrolanda e Capal, além dos agricultores contribuintes. O trabalho da fundação abrange uma área de 467,2 mil hectares, além de uma bacia leiteira de mais de 678 milhões de litros/ano. A instituição também realiza projetos de pesquisa com empresas privadas, por contratos de cooperação técnica, e mantém vínculos com empresas de pesquisa pública. A sede é em Castro (PR) e os cinco campos demonstrativos e experimentais ficam estrategicamente espalhados pela área de atuação. (Imprensa Frísia)

 

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AGRÁRIA: Culto ecumênico e lançamento de exposição abrem a Festa da Cevada 2019

 

agraria 26 09 2019Mais uma vez a Fundação Cultural Suábio-Brasileira e comunidade do Distrito de Entre Rios homenageiam seus pioneiros, que com as próprias mãos construíram a nova pátria. No dia 3 de outubro começa a edição 2019 da Festa da Cevada, um momento para enaltecer a cultura, a gastronomia e as raízes do povo Suábio. 

 

Abertura - A abertura do evento acontece no Centro Cultural Mathias Leh, às 19h30, com um culto ecumênico conduzido pelo Pastor Ari Käfer e pelo Padre Reonaldo Pereira da Cruz. A harmonização musical da celebração ficará a cargo de grupos de canto e música mantidos pela Fundação. 

 

Exposição - Após o culto, o Museu Histórico de Entre Rios lança a exposição “Mãos que unem gerações." Produzido pela fotógrafa Nicole Gutfreund, nascida no Distrito, o projeto mostra a força e a energia das mãos. 

 

Sonhos - São as mãos que realizam sonhos, concretizam pensamentos, servem ao próximo e tornam os propósitos realidade. São elas que dão afeto, protegem, cuidam, abençoam, trabalham, unem pessoas e gerações. E é nelas que o tempo deixa suas marcas através das vivências, do trabalho, das conquistas, do estar aqui e poder servir. (Imprensa Agrária)

 

SERVIÇO

Culto Ecumênico de abertura da Festa da Cevada

Data: 03/10/19

Horário: 19h30

Local: Centro Cultural Mathias Leh

Endereço: Avenida Michael Moor, 1951 - Entre Rios, Guarapuava – PR

Evento aberto ao público 

Lançamento da exposição “Mãos que unem gerações”

Data: 03/10/19

Local: Museu Histórico de Entre Rios

Endereço: Avenida Michael Moor, 1951 - Entre Rios, Guarapuava – PR

Evento aberto ao público

COPAGRIL: Palestra sobre valorização da vida é apresentada para funcionários

 

Uma das campanhas que mais vem ganhando força e atenção da sociedade é a Setembro Amarelo, que visa a prevenção ao suicídio. Engajada com os propósitos da campanha e para disseminar aos seus colaboradores a sua importância, a Cooperativa Agroindustrial Copagril com o apoio da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa), realizou, na tarde desta quarta-feira (25/09), uma palestra para seus funcionários com a psicóloga Luciana Borgmann, a qual proferiu sobre a depressão e o suicídio.

 

Conversar sobre o assunto - Segundo a psicóloga, tratar desses assuntos ainda é um tabu na sociedade em geral, porém, “não existe outra forma de combatermos o suicídio. Precisamos falar sobre o assunto, conversar com as pessoas sobre nossos sentimentos e oferecer ajuda caso identificarmos alguém que não esteja bem emocionalmente”, comentou Luciana Borgmann.

 

Consulta - Segundo dados da Associação Brasileira de Psiquiatria, mais de 50% das pessoas que cometem suicídio nunca se consultaram com um profissional de saúde mental, o que, segundo Luciana é um problema que precisa ser corrigido. “O cérebro é um órgão que precisa ser cuidado assim como os outros. Por exemplo: quando temos um problema no joelho, procuramos um ortopedista, portanto, quando temos algum problema cerebral, é imprescindível que busquemos ajuda de um psiquiatra ou neurologista. Precisamos quebrar esses tabus e buscar os profissionais que estão preparados para nos ajudar”, destacou Luciana.

 

Apoio - Dentre diversos assuntos e dicas proferidas, a psiquiatra ainda destacou a importância da família, desde os primeiros anos de vida. “O acolhimento familiar desde os primeiros dias de vida, os vínculos de amor e confiança, principalmente na adolescência, que é uma fase de transição, são fundamentais para termos uma estrutura emocional bem formada. Ter a família e amigos por perto, nos deixa mais fortes emocionalmente para superarmos as situações de adversidades que são naturais no decorrer da nossa vida”, frisou a profissional.

 

Ajudar e buscar ajuda Na palestra ainda foram dadas dicas sobre as formas adequadas de ajuda emocional. “Caso você identifique que um colega, amigo ou familiar demostra apatia, desânimo, falta de relacionamento, falta de cuidados higiênicos ou de vaidade, ofereça-se para conversar, demonstre que você está preocupado, talvez seja isso que essa pessoa está precisando”, indicou a psicóloga.

 

Dicas - Finalizando o evento, a psicóloga ainda deu dicas àqueles que têm algum pensamento depressivo. “Não existe outra forma de combater esses sentimentos a não ser buscar ajuda, falar sobre nossos sentimentos com alguém que possa nos ajudar. Por isso é muito importante buscar ajuda antes de chegar em casos extremos”, finalizou a Luciana Borgmann. (Imprensa Copagril)

 

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UNIMED CASCAVEL: Simpósio aberto ao público vai tratar sobre a qualidade de vida de pacientes incuráveis

 

unimed cascavel 26 09 2019Os avanços em todas as áreas da saúde vêm mudando a forma de interpretar o significado dos cuidados paliativos. O termo, que costumava ser associado à finitude da vida, hoje representa um modelo humanizado de tratamento - desde o momento do diagnóstico de doenças incuráveis. Estudos mostram que quem recebe os cuidados paliativos vive mais e melhor. Mais do que a doença, esse tipo de atendimento leva em consideração os sintomas e os sofrimentos do paciente e dos familiares.

 

Campo multiprofissional - Os cuidados paliativos fazem parte de um campo multiprofissional que vai além da medicina. É mais do que minimizar as dores de quem está encerrando a jornada. É permitir seguir na caminhada com as melhores condições possíveis e em todos os aspectos imagináveis da condição do ser humano.

 

Discussões - Diante de uma sociedade que vive cada vez mais, é de interesse geral discutir formas de melhorar as condições de quem foi diagnosticado com uma doença crônica, visto que a probabilidade de todos também sermos um dia é cada vez maior. Com essa responsabilidade a área da saúde, a Unimed Cascavel fará um simpósio aberto não só à classe médica, mas a qualquer pessoa que se interesse pelo tema. Será dia 26 de outubro, no auditório do Centro Universitário FAG, em Cascavel (PR).

 

Temas e palestrantes - Abaixo, os temas que serão tratados e os palestrantes:

• Qualidade, segurança e valor em Cuidados Paliativos (Douglas Crispim)

• A estratégia da Rede de Cuidados Continuados da Unimed Cascavel (Cássio Franco)

• Desafios bioéticos em Cuidados Paliativos (Úrsula Bueno do Prado Guirro)

• Cuidados Paliativos: os desafios de Cuidar melhor (Alexandre Silva)

• Tomada de decisão em Cuidados Paliativos (Úrsula Bueno do Prado Guirro)

• Atributos indispensáveis para a boa comunicação (Douglas Crispim)

• Hipodermóclise (Alexandre Silva e Marinete E. Santos)

• Estresse do cuidador (Daniela Bernardes)

• Comunicação difícil em cuidados paliativos (Douglas Crispim)

 

SERVIÇO

Simpósio Unimed Cascavel Sobre Cuidados Paliativos

Data: 26 de outubro

Local: Auditório do Centro Universitário FAG – Cascavel (PR)

Horário: Das 7h30 às 16h.

Inscrições: www.unimedcascavel.coop.br/simposiocp

(Imprensa Unimed Cascavel)

SICOOB METROPOLITANO I: Agência em Pitanga divulga financiamento de máquinas e equipamentos agrícolas

sicoob metropolitano 26 09 2019No dia 18 de setembro, a agência do Sicoob Metropolitano em Pitanga (PR) promoveu uma ação para divulgar o financiamento de máquinas e equipamentos agrícolas. A iniciativa dá continuidade ao trabalho realizado durante a Produshow, tradicional feira de tecnologia e novidade para o campo que aconteceu na cidade no mês de abril. 

 

Produtos e serviços - Na ocasião, mais de 10 mil pessoas passaram pela feira, visitaram o estande da cooperativa e puderam conhecer sobre os produtos e serviços disponíveis, além das soluções especiais para atender o produtor rural nas diversas fases do seu empreendimento.

 

Negócios - Ao todo, foram efetivados cerca de R$ 3 milhões em financiamentos durante o evento e, entre os negócios fechados, está o financiamento de um pulverizador, que ficou exposto em frente à agência durante a ação da última semana. 

 

Missão cumprida - “Estamos muito felizes em poder atender e realizar o sonho de mais um cooperado, pois sabemos que nossa missão foi cumprida e que irá trazer prosperidade para o empreendimento dele”, comenta o gerente da agência de Pitanga, Fabio Junior Fernandes. (Imprensa Sicoob Unicoob)

SICOOB METROPOLITANO II: Agência é inaugurada em Santa Fé

 

Um espaço amplo e moderno, preparado para receber a comunidade com os diferenciais que só o cooperativismo pode oferecer. Com essa proposta, o Sicoob Metropolitano acaba de chegar à Santa Fé (PR).

 

Evento de inauguração - No dia 17 de setembro, aconteceu o evento de inauguração da agência na cidade. A solenidade contou com a presença de membros da diretoria e colaboradores da cooperativa. Participaram o presidente do Conselho de Administração, Luiz Ajita, o diretor-presidente, Ideval Luis Curioni e o diretor de Mercado, Vanderlan Pedro da Silva.

 

Autoridades e convidados - Autoridades e convidados locais também prestigiaram o evento, como o prefeito Fernando Brambilla, o vice-prefeito Dado Margutti e representantes da câmara de vereadores. Também esteve presente o presidente da Associação Comercial e Empresarial de Santa Fé, Henrique Tadeu da Silva Santos, que relembrou sua participação na fundação da cooperativa em Maringá e comemorou a chegada da agência à cidade.

 

Ponto de apoio - “Enxergamos no Sicoob um ponto de apoio para os empresários locais. O apoio da comunidade foi essencial para essa conquista e estamos muito felizes. Está em nossas mãos fortalecer a parceria e fazer dessa agência uma das melhores”, comenta.

 

Atendimento - A agência do Sicoob Metropolitano em Santa Fé já está em atendimento na Av. Pres. Getúlio Vargas, 930. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

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SICOOB ALIANÇA: Unidade móvel leva atendimento a servidores públicos de Santana do Itararé

 

O Sicoob Aliança é umas das cooperativas filiadas ao Sicoob Unicoob que neste ano recebeu uma unidade do Sicoob Móvel, um veículo adaptado que serve como agência itinerante. A proposta é facilitar a prospecção de novos cooperados e levar o atendimento para além das unidades físicas. Dessa forma, municípios que ainda não contam com agências do Sicoob podem ter acesso aos produtos e serviços disponíveis no portfólio da cooperativa. Outra vantagem da agência móvel é oportunizar a participação do Sicoob em feiras e eventos, como recentemente ocorreu na Expoleite, em Arapoti (PR).

 

Primeira ação - Com sede em Apucarana (PR) e em expansão para a região do Norte Pioneiro do Paraná, a cooperativa promoveu a primeira ação do Sicoob Móvel na cidade de Santana do Itararé. Entre os dias 9 e 13 de setembro, a van ofereceu atendimento na Praça da Igreja Matriz, em frente à Prefeitura Municipal.

 

Foco - O diretor de Mercado do Sicoob Aliança, Mario Rossetti Junior, explica que, inicialmente, a parceria com a Prefeitura de Santana de Itararé tem como foco oferecer crédito consignado aos servidores públicos municipais. “É importante frisar que o portfólio da cooperativa é completo, dispondo de soluções financeiras tanto para pessoas físicas quanto jurídicas tais como seguros, financiamentos, crédito, produtos de cobrança bancária, previdência, entre outros", complementa.

 

Modelo de atendimento - Ele destaca ainda que o modelo de atendimento humanizado e os diferenciais do cooperativismo garantem bons resultados para todos. “A cooperativa ganha, a comunidade ganha e o associado ganha, pois todo o recurso que a cooperativa gera fica onde o associado reside”, comenta.

 

Parcerias - Segundo o agente de relacionamento Reynaldo Gusmão, Santana do Itararé atualmente está entre as cidades atendidas pelo escritório de negócios do Sicoob Aliança em Siqueira Campos. A unidade também atende as cidades de Salto do Itararé e Tomazina. “Nossa ideia é fomentar parcerias de sucesso também nestas localidades, visando o incremento de nossa base de cooperados, o que indiretamente se converte em ganhos para a cooperativa e para a comunidade local. Nossa expectativa é que Santana do Itararé seja apenas o primeiro passo de sucesso de uma série de outras ações que virão", diz. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

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EVENTO: Dia de campo apresenta inovação para o controle de aveia e azevém no trigo

 

Antes mesmo de terminar a colheita de trigo de 2019, os produtores do Paraná já estão planejando as safras dos próximos anos. Em busca de novidades, cerca de 150 multiplicadores de sementes, recomendantes e profissionais da indústria moageira do Paraná participaram na terça-feira (24/09), do segundo dia de campo institucional da Biotrigo na safra 2019. O evento aconteceu em Tibagi (PR), município que possui a maior área de trigo semeada do Brasil, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e que é referência na produção do grão.  Entre as atividades, os participantes tiveram a oportunidade de avaliar o desempenho de mais de 20 cultivares e linhagens à campo e de participar de palestras temáticas, entre elas a evolução do melhoramento genético e o legado da introdução da genética francesa na cultura do trigo no Brasil, o mercado de trigos especiais, a importância do escalonamento da semeadura e o manejo integrado de plantas daninhas.

 

Características ambientais - Segundo o supervisor comercial da Biotrigo para a região, Deodato Matias Junior, a vocação da região para o cultivo do trigo é beneficiada pelas suas características ambientas, como altitude, solo e clima, além do alto nível de conhecimento dos produtores que acreditam na cultura buscando cultivares com a qualidade industrial demandada pelo mercado local e adaptadas à sua realidade. “Um exemplo é o do trigo branqueador, que segregado, é utilizado como trunfo dos produtores da região por possuírem a seu favor uma excelente estrutura de recebimento nas cooperativas e cerealistas. Além deste fator, possuem uma localização próxima a moinhos que atendem grandes centros consumidores”, explicou. Para atender a esse mercado, foi apresentada a cultivar TBIO Duque, primeiro filho de TBIO Noble cruzado com a cultivar mais semeada do Brasil, TBIO Toruk. “Além da qualidade industrial para panificação, TBIO Duque se diferencia entre outros trigos branqueadores pela excelente sanidade - inédita nesse segmento - especialmente pela resistência às manchas foliares, bacteriose, germinação na espiga e Brusone”, destacou.

 

Resultados - Rodrigo Tomazzoni Namur, coordenador de sementes da Castrolanda, participou do dia de campo e comentou sobre os resultados das pesquisas realizadas com a cultivar nas áreas da cooperativa. “Uma boa parcela da área de trigo dos nossos cooperados é cultivada todos os anos com trigos branqueadores, porém as cultivares disponíveis no mercado antes do TBIO Duque, embora apresentassem produtividades satisfatórias, tinham alta suscetibilidade às principais doenças da cultura e também elevado índice de germinação na espiga sob clima adverso. Os resultados de pesquisa obtidos por nós até agora demonstram que o TBIO Duque, além de ser branqueador e de apresentar produtividades significativamente superiores quando comparado aos seus concorrentes, apresenta uma boa tolerância à germinação na espiga e às doenças que ocorrem na região, reduzindo riscos e os custos de produção, o que deve maximizar a rentabilidade de nossos cooperados e clientes”, disse Namur.

 

Mais força de glúten para as regiões frias - Com a preocupação de atender o mercado – tanto moageiro, que busca boa qualidade industrial e estabilidade, como triticultor, que mesmo atento ao mercado comprador, tem como foco a produtividade e resistência às doenças - o programa de melhoramento da Biotrigo chegou ao TBIO Astro, considerado o melhor trigo do portfólio. A cultivar foi apresentada pelo gerente comercial para a América Latina (Latam) da Biotrigo Genética, Fernando Michel Wagner. “O TBIO Astro tem ciclo superprecoce, bom nível de resistência à Giberela, alta resistência às doenças de espiga, ao acamamento e à germinação na espiga. Possui ainda dois grandes diferenciais que especialmente beneficiam os produtores da região dos Campos Gerais, que é a boa manutenção de PH e ainda traz na sua genética a capacidade de entregar uma proteína mais alta. É o nosso recordista no ranking de Força de Glúten (W), com valores médios de W entre 550 até 800 10-4J em algumas amostras”, explicou.

 

Para o controle de plantas daninhas - Novas estratégias para o controle de plantas daninhas também foram foco do evento. O melhorista da Biotrigo, Francisco Gnocato, apresentou o TBIO Capricho CL, primeiro trigo do Brasil com a tecnologia Clearfield CL - já utilizada em países produtores de trigo, como Canadá e Austrália e, no Brasil, na cultura do arroz. Segundo Francisco, a cultivar é promissora para o manejo de plantas daninhas resistentes, como o azevém, aveia e nabo. “Introduzimos na cultivar, derivada de TBIO Sinuelo, a tolerância aos herbicidas do grupo das imidazolinonas, mais precisamente ao ingrediente ativo imazamoxi (Raptor 70DG®), o que ajuda, por exemplo, no controle de biótipos de azevém resistentes ao glifosato, aos inibidores da ACCase (graminicidas) e aos inibidores da ALS. Além de preservar as lavouras de trigo, a tecnologia também traz benefícios para todo sistema de produção”, explicou. 

 

Uso seletivo - Para o gerente técnico de pesquisa da Fundação ABC, Luis Henrique Penckowski, e a pesquisadora do setor de herbologia da instituição, Eliana Fernandes Borsato, a tecnologia permite utilizar de forma seletiva o herbicida Raptor, além de controlar com eficácia os biótipos de azevém resistente ao glifosato e/ou inibidores da ALS. “A dificuldade no controle de azevém com resistência ao herbicida glifosato estava inviabilizando a utilização da cultura como parte do sistema de rotação. O trigo CL e a utilização de Raptor na pós-emergência do trigo se mostraram eficientes nos testes viabilizando a cultura porque permite a aplicação seletiva de herbicidas do grupo das imidazolinonas”, comentaram.

 

Ferramenta - O doutor em fitotecnia e professor na Universidade Estadual de Londrina (UEL), Giliardi Dalazen, explicou que a tecnologia deve ser considerada uma ferramenta na propriedade, introduzindo-a num cronograma de rotação de cultivares. “Para a tecnologia funcionar corretamente, o produtor deve utilizar em no máximo 1/3 da área cultivada com trigo a cada ano, sem repeti-la na mesma área no ano seguinte. Assim, se dificultará a seleção de biótipos de plantas daninhas resistentes ao herbicida utilizado, prolongando a vida útil da tecnologia”, complementou Giliardi. A cultivar TBIO Capricho CL, que será comercializada já na próxima safra para a multiplicação de sementes, é resultado do programa de melhoramento genético da Biotrigo em parceria com a BASF - detentora da tecnologia Clearfield.

 

Ciclos distintos oferecem maior segurança - A importância de conhecer os ciclos das cultivares e os benefícios do escalonamento de semeadura e da colheita foram temas da apresentação do gerente comercial regional norte da Biotrigo, Bruno Alves. Segundo ele, uma preocupação importante na região dos Campos Gerais, no Paraná, é escapar da geada no espigamento e na floração do trigo e uma estratégia eficiente é abrir a semeadura com uma cultivar de ciclo médio/tardio e finalizar com uma cultivar precoce ou superprecoce, ou ainda, o inverso. “Ao semear TBIO Ponteiro, que possui ciclo vegetativo mais longo e reprodutivo rápido, se reduz os riscos de geada nos períodos de maior histórico de ocorrência e, combinado com cultivares de outros ciclos, as chances de perda por estiagem e chuva na colheita também ficam reduzidas”, explicou.

 

Características - Bruno comparou as características da nova cultivar com o TBIO Sinuelo. A cultivar possui as mesmas características de ciclo, padrão de produtividade e resistência ao acamamento, porém, possui diferenciais marcantes, como sanidade tanto de folha como de espiga, tolerância ao Alumínio tóxico em anos de estiagem, qualidade industrial superior, além de possuir o maior nível de resistência ao Oídio do portfólio. 

 

Outras novidades no campo - No dia de campo, também foram apresentadas cultivares de trigos especiais voltadas para nutrição de gado de leite e corte - Linha Energix (Energix 201 e Energix 202) e Lenox (trigo para pastejo). Para o mercado de panificação, foi apresentado o TBIO Noble e, para biscoito, TBIO Alpaca, ambos em projetos especiais dadas as suas características de qualidade industrial. (Assessoria de Imprensa da Biotrigo)

 

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TRIGO: Brasil planeja cota livre de tarifas a partir de novembro

 

trigo 26 09 2019O Brasil planeja uma cota livre de tarifas de 750.000 toneladas para as importações de trigo de países fora do bloco comercial da América do Sul a partir de novembro, segundo informações divulgadas pela Agência Reuters. A aplicação da cota livre de tarifas poderia ajudar o país a adicionar novos fornecedores, como EUA e Rússia, disse Flavio Bettarello, secretário adjunto do Ministério da Agricultura para Comércio e Relações Exteriores, durante uma conferência do setor. 

 

Pedido - Ele disse à Reuters que poderia ser introduzido através de um pedido da Secretaria Especial de Comércio Exterior e Relações Internacionais ou da Secretaria Executiva de Comércio Exterior. Nesse cenário, a Associação Brasileira da Indústria do Trigo (Abitrigo) anunciou que também é a favor da cota, que faz parte de uma série de medidas para abrir a economia brasileira e aumentar sua participação no comércio agrícola global. 

 

Tarifa - O Brasil possui uma tarifa de 10% sobre todas as importações de trigo de fora do Mercosul, já que é preciso salientar que o país foi o sexto maior importador de trigo do mundo em 2018. A partir disso, pode-se dizer que o Brasil deve comprar 7,2 milhões de toneladas de trigo de fornecedores estrangeiros este ano, segundo continuou informando a Reuters. Isso porque, até o mês de julho, o país havia importado 3,87 milhões de toneladas de trigo. 

 

Preços médios - De acordo com o especialista Luiz Fernando Pacheco, analista da T&F Consultoria Agroeconômica, os preços médios do trigo no Brasil continuam caindo pressionados pela colheita. “No mercado físico, os preços continuam ao redor de R$ 670,00 FOB, no RS para safra nova, mas somente moinhos de fora do estado falam neste preço e escolhendo muito bem os locais”, comenta. (Agrolink)

CAGED I: Brasil tem quinto mês consecutivo com saldo positivo de emprego

 

caged I 26 09 2019Pelo quinto mês consecutivo, o Brasil teve um saldo positivo na geração de emprego formal. Em agosto, o número de vagas adicionais no mercado de trabalho foi 121.387, que é o saldo positivo decorrente 1.382.407 admissões e de 1.261.020 desligamentos. As informações são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta quarta-feira (25/09) pela Secretaria de Trabalho da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia.

 

Variação - O resultado de agosto representa uma variação de 0,31% em relação ao mês anterior. Foi o melhor resultado para o mês de agosto desde 2013, segundo os números. No acumulado de 2019 foram criados 593.467 novos postos, com variação de 1,55% do estoque do ano anterior. No mesmo período de 2018 houve crescimento de 568.551 empregos. 

 

Setores - Entre os principais setores da economia, quatro tiveram saldo positivo de emprego e em dois houve mais fechamento de vagas no mês encerrado em agosto. Lidera o número de empregos gerados a área de serviços (61.730 postos), seguida por comércio (23.626), indústria de transformação (19.517), construção civil (17.306), administração pública (1.391) e extrativa mineral (1.235). Apresentaram saldo negativo a agropecuária (-3.341 postos) e os serviços industriais de utilidade pública/SIUP (-77 postos). (Agência Brasil)

CAGED II: Paraná é o estado que mais gerou empregos no Sul em agosto

 

caged II 26 09 2019O Paraná teve um saldo positivo de 8.726 novas vagas formais de trabalho em agosto, chegando à marca de 49.704 empregos no acumulado do ano. Os números consolidam o Estado como um dos principais polos empregadores do País em 2019, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta quarta-feira (25/09).

 

Liderança - As informações liberadas pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia mostram que o Paraná liderou a criação de postos no Sul do País em agosto, ficando à frente de Santa Catarina (6.529) e Rio Grande do Sul, que fechou 1.988 vagas.

 

Terceiro melhor do ano - O resultado de agosto é o terceiro melhor do ano, superado apenas pelos desempenhos alcançados em fevereiro (18.254) e abril (10.653). Os setores que mais empregaram no mês foram serviços (4.146 novos postos), comércio (2.978), indústria (1.682) e construção civil (620). Na agropecuária e serviço público houve redução.

 

Emprego - O governador Carlos Massa Ratinho Junior afirmou que a administração estadual está reforçando as ações para ampliar as oportunidades de emprego no Paraná. Ele destaca o trabalho de atração de novos investimentos industriais e medidas para descomplicar a vida de quem quer empreender. “Emprego é uma das prioridades da nossa gestão”, afirmou.

 

Caminho certo - Secretário de Estado da Justiça, Família e Trabalho, Ney Leprevost ressaltou as iniciativas de qualificação da mão de obra por meio das Agências do Trabalhador. “É um resultado extraordinário do Governo Ratinho Junior, mostrando que estamos no caminho certo. O governador tem se esforçado para trazer mais investimentos e facilitar a abertura de novas empresas”, disse.

 

Ação proativa - “A Secretaria da Justiça, Família e Trabalho estamos mergulhados em uma ação proativa para intermediar mão de obra para as empresas, qualificando cada vez mais os trabalhadores paranaenses”, completou Leprevost.

 

Indústria e comércio - A economista Suelen Glinsk, do Departamento do Trabalho da Secretaria de Justiça, Família e Trabalho, destaca a retomada da criação de empregos por parte da indústria, com 1.682 vagas, como um dos grandes fatores para se comemorar em agosto.

 

Vagas - Ela acrescentou ainda o bom momento do comércio varejista, que começa a se aquecer para as festas de fim de ano. “Só o comércio varejista criou 2.400 vagas, reforçando a diversidade da economia do Estado. E não são números sazonais, a tendência é que continuem crescendo até dezembro”, afirmou.

 

Cidades - O mês de agosto manteve Curitiba no topo do ranking estadual na geração de empregos. A capital abriu 2.038 vagas, seguida por São José dos Pinhais (712), Pinhais (566), Araucária (393), todos municípios na Região Metropolitana de Curitiba (RMC), Londrina (333), Pato Branco (330) e Ponta Grossa (300).

 

Empresas - Os dados de emprego reforçam os índices alcançados pela Junta Comercial do Paraná (Jucepar). O Estado registrou a abertura de 129.728 novas empresas nos primeiros oito meses de 2019. O número é 6% maior do que o mesmo período do ano passado (121.834).

 

Melhor período - Os dois últimos meses marcam, inclusive, o melhor período do ano até o momento, com a abertura de 36.863 novos negócios. Foram 19.120 em julho (26% superior ao mesmo mês no ano passado) e 17.743 em agosto (1% maior do que em 2018). Sociedades empresárias limitadas, empresas individuais e Eirelis (Empresa Individual de Responsabilidade Limitada) puxaram a fila das inscrições.

 

Dados nacionais - Pelo quinto mês seguido, o Brasil teve saldo positivo no emprego formal. Em agosto, a expansão foi de 121.387 vagas, decorrente de 1.382.407 admissões e de 1.261.020 desligamentos. O resultado equivale à variação de 0,31% em relação ao mês anterior. Foi o melhor agosto, segundo o Caged, desde 2013.

 

Acumulado - No acumulado de 2019 foram criados 593.467 novos postos, com variação positiva de 1,55%. Nos últimos 12 meses foram criados 530.396 empregos (+1,38%). (Agência de Notícias do Paraná)

INFRAESTRUTURA: Tabela de fretes terá nova consulta pública

 

infraestrutura 26 09 2019O governo federal vai lançar em outubro uma nova consulta pública para revisar pontos da tabela de fretes. A afirmação foi feita nesta quarta-feira (25/09) pelo ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, que participou de cerimônia de entrega da obra de reforma da pista do aeroporto Santos Dumont, no Rio.

 

Leilões - Freitas disse ainda que o governo federal prevê que os leilões de infraestrutura de 2020 contratem R$ 50 bilhões em investimentos. “O que podemos esperar para 2020? Um ano melhor do que foi 2019, com leilões muito importantes, mais leilões”, afirmou Freitas. “Podemos chegar seguramente ano que vem aos R$ 50 bilhões contratados de investimentos para todos os segmentos”, completou.

 

Apetite - Segundo o ministro, que voltou recentemente de viagem aos Estados Unidos, onde conversou com potenciais investidores, há no mercado “um apetite enorme por nossos ativos”.

 

2019 - Com relação a 2019, Freitas disse que o governo fechará o ano com 27 leilões de infraestrutura. “Neste ano, vamos fechar com R$ 11 bilhões de investimentos contratados só nos leilões que nós fizemos, de arrendamento portuário, arrendamento de ferrovias, rodovias e aeroportos. Se somarmos investimentos autorizados no setor portuário, pode chegar a R$ 30 bilhões”.

 

Concorrência - Para o leilão de concessão da rodovia BR 364/365, que liga Jataí (GO) a Uberlândia (MG), marcado para esta sexta-feira (27/09), o ministro disse esperar concorrência. Segundo ele há três proponentes inscritos. Na área de aeroportos, ele reafirmou que espera que até o fim de 2021 e início de 2022 espera ter concluído o leilão de 41 aeroportos, incluindo os aeroportos de Santos Dumont, no Rio, e Congonhas, em São Paulo.

 

Cessão onerosa - Freitas disse ainda que o leilão do excedente da cessão onerosa, previsto para o início de novembro, poderá ser realizado mesmo se a proposta de emenda à constituição (PEC) relativa à distribuição dos recursos oriundos da licitação for aprovada antes da data de realização do certame. “[A realização do leilão] não tem nada a ver com a PEC”, afirmou o ministro.

 

Insegurança jurídica - Segundo ele, a não aprovação da PEC antes do leilão não representa insegurança jurídica para os investidores no certame. “A PEC diz como o recurso vai ser distribuído entre União, Estados e municípios. O investidor que ‘bida’ [apresenta proposta] para a área, ele vai pagar o bônus de assinatura dele. O problema aí é outro, de como vamos dividir o bolo. Mas isso não é problema para o [investidor] privado.”

 

Arrecadação - O governo prevê arrecadar R$ 106 bilhões com bônus de outorga no leilão. Também presente ao evento de ontem, o presidente da Infraero, Hélio Paes de Barros, contou que o aeroporto de Congonhas, em São Paulo, passará por obra semelhante na pista em meados de 2020. (Valor Econômico)

PREVIDÊNCIA: Davi Alcolumbre assegura votação da reforma para a próxima terça-feira

 

previdencia 26 09 2019O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, afirmou em Plenário nesta quarta-feira (25/09), que não convocou a sessão do Congresso Nacional na última terça-feira para adiar a votação da reforma da Previdência (PEC 6/2019) prevista para ser apreciada em primeiro turno no Plenário do Senado na tarde de terça. E garantiu a votação da proposta para a próxima terça-feira (01/10).

 

Deliberação - Segundo Davi, a deliberação sobre a Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLN 5/2019) foi cobrada por deputados, ministros e senadores, principalmente os integrantes da Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização (CMO). Por isso ele convocou o Congresso para votá-la.

 

Cobrança - Ele afirmou que, em uma reunião com deputados, líderes e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, foi cobrado de forma incisiva em relação a apreciação dos vetos e também sobre da votação dos PLNs incluídos na pauta do Congresso.

 

Cancelamento - “Eu quero dizer que de maneira nenhuma eu gostaria de cancelar a reunião da Comissão de Constituição e Justiça [CCJ]. De maneira nenhuma, eu gostaria de cancelar a leitura do parecer do senador relator da Reforma da Previdência. Se cometi um erro, peço publicamente desculpa à senadora Simone Tebet [presidente da CCJ[ e ao senador Tasso Jereissati [relator da PEC]. Mas eu jamais fiz com o intuito de atrapalhar ou de atrasar o trabalho da CCJ, da votação da previdência e do trabalho do relator da matéria”, garantiu.

 

Compromisso - Davi também se comprometeu a colocar em votação a PEC 6/2019, da reforma da Previdência, na próxima terça-feira (1º) na CCJ pela manhã e à tarde a votação, em primeiro turno, cumprindo o calendário estabelecido por acordo de líderes. “O adiamento da votação de terça não interferirá no calendário apresentado por todos os líderes partidários. Ao contrário, nós faremos a nossa obrigação e cumpriremos o nosso dever”, disse. (Agência Senado)

ORÇAMENTO: Em reunião na CMO, ministro da Economia defende desvinculação de receitas

 

orcamento 26 09 2019O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta quarta-feira (25/09) que o governo Bolsonaro enviará uma proposta de Pacto Federativo pela qual o Congresso Nacional assumirá o controle sobre a definição do Orçamento da União. A ideia, afirmou, é “desindexar, desvincular e desobrigar” as despesas primárias federais.

 

Debate - Ele participou de debate na Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização (CMO) sobre as propostas de Lei Orçamentária Anual de 2020 (PLN 22/2019) e de Plano Plurianual de 2020 a 2023 (PLN 21/2019). A resolução (1/2006) que disciplina os trabalhos da CMO exige a presença do ministro para falar de cada nova peça orçamentária.

 

Investimento público - Guedes disse que, da forma como evoluem as contas públicas, o crescimento constante das despesas obrigatórias da União impedirá o investimento público. As despesas obrigatórias corresponderão a 94% do Orçamento em 2020, sendo a maior parte a Previdência Social (46% do total) e a folha de pagamento (23%).

 

Despesas discricionárias - Já as despesas discricionárias, que incluem os investimentos, somarão 6% do Orçamento do próximo ano. Estão reservados na proposta cerca de R$ 19 bilhões, o mais baixo patamar da história, segundo Guedes, que espera rever o montante em decorrência de esperadas melhoras no desempenho da economia.

 

Despesas obrigatórias - Nesse cenário, o ministro defendeu o fim das despesas obrigatórias e dos reajustes automáticos (pela inflação ou por outros indicadores) e propôs uma maior repartição de recursos federais com estados e municípios. Segundo ele, com o novo pacto federativo, caberá ao Congresso a palavra final sobre o Orçamento.

 

Povo - “Vamos transformar o Congresso na Casa que efetivamente representa o povo, porque representar o povo é controlar o Orçamento. O Congresso existe para decidir para onde vão os recursos públicos. Nós já somos uma democracia madura, sabemos discutir o Orçamento, sabemos decidir no voto”, afirmou Guedes.

 

Mudanças - O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, que acompanhou a fala inicial de Guedes na CMO, concordou com a necessidade de mudanças nas contas públicas. “O Orçamento atende à cúpula do serviço público e poucas empresas que conseguem incentivos fiscais. Nas reformas que juntos defendemos, ainda que com divergências, o objetivo é o mesmo: que o Parlamento possa transformar o Brasil, reduzir a pobreza, reduzir as desigualdades e garantir o crescimento econômico com geração de empregos”, disse o presidente da Câmara aos integrantes da CMO.

 

Questionamentos - O relator da proposta de Orçamento para 2020, deputado Domingos Neto (PSD-CE), quis saber do ministro mais detalhes sobre a ideia de “desindexar, desvincular e desobrigar” as despesas primárias da União. “Algumas medidas podem ser urgentes, com impacto já no próximo ano”, disse Domingos Neto.

 

Análise - Paulo Guedes respondeu que a proposta ainda está em análise e que só será encaminhada ao Congresso depois da aprovação, pelo Senado, da reforma da Previdência (PEC 6/2019). O texto, que já passou por dois turnos na Câmara, está pronta para votação em primeiro turno no Plenário do Senado.

 

Desindexação das despesas - O ministro adiantou, porém, alguns dados sobre a desindexação das despesas. Se não houve correção em nenhuma rubrica, disse, sobrariam R$ 37 bilhões para gastar. Com correção do salário mínimo pela inflação — medida que, segundo ele, foi determinada pelo presidente Jair Bolsonaro —, seriam R$ 27 bilhões.

 

Soma - O relator da proposta de PPA, senador Oriovisto Guimarães (Podemos-PR), comentou que as despesas de capital previstas de 2020 a 2023 devem somar R$ 135 bilhões, ou 0,2% de tudo que se pretende gastar no mesmo período (R$ 6,8 trilhões).

 

Setor privado - “Com esse grau de investimento, está otimista?”, perguntou a Guedes. “Excelente análise, é isso mesmo, o governo está com os quatro pneus furados”, afirmou o ministro. Segundo Paulo Guedes, com a falta de recursos públicos, os investimentos no país terão de vir do setor privado, como em privatizações. “Como aconteceu em várias partes do mundo, esse é o caminho da prosperidade”, reforçou.

 

Discussão - A audiência pública na Comissão Mista de Orçamento terminou em meio a uma discussão entre Paulo Guedes e o deputado Glauber Braga (PSol-RJ). O parlamentar havia questionado o ministro sobre a diminuição de recursos para a educação pública e a atuação empresarial do ministro em instituições privadas de ensino.

 

Questões pessoais - Guedes disse que estava na CMO para falar das propostas de Orçamento e de PPA e que não comentaria questões pessoais. Braga insistiu nos questionamentos e o presidente da CMO, senador Marcelo Castro (MDB-PI), encerrou a reunião. (Agência Senado, com informações da Agência Câmara de Notícias)

BC: Banco projeta crescimento da economia em 0,9% este ano e 1,8% em 2020

bc 26 09 2019O Banco Central (BC) aumentou ligeiramente a previsão de crescimento da economia para este ano e prevê, ainda com “elevado grau de incerteza”, melhora no ritmo de expansão em 2020. A projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, passou de 0,8% para 0,9% em 2019, de acordo com o Relatório de Inflação, divulgado nesta quinta-feira (26/09), em Brasília.

Condição - “Para o PIB de 2020, ainda com elevado grau de incerteza, projeta-se crescimento de 1,8%. Ressalte-se que essa perspectiva está condicionada ao cenário de continuidade das reformas e ajustes necessários na economia brasileira e pressupõe que o ritmo de crescimento subjacente da economia, que exclui os efeitos de estímulos temporários, será gradual”, disse o relatório, divulgado trimestralmente.

Melhor que o esperado - De acordo com o documento, o resultado melhor que o esperado para o PIB do segundo trimestre de deste ano favoreceu o ajuste na estimativa para 2019. “A projeção ora apresentada considera ritmo de crescimento ainda lento no terceiro trimestre, em linha com indicadores coincidentes divulgados até o momento, e aceleração no quarto trimestre, para a qual deve contribuir o impulso das liberações extraordinárias de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e do Programa de Integração Social (PIS)/Programa de Formação de Patrimônio do Servidor Público (Pasep)”, afirma o Relatório de Inflação.

Setores - A previsão para o crescimento da agropecuária passou de 1,1% para 1,8%. Segundo o BC, essa revisão é compatível com o resultado mais recente do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que aumentou a estimativa de safra para alguns produtos com elevada participação no setor da agricultura, como soja e milho.

Desempenho da indústria - A projeção para o desempenho da indústria apresentou ligeira redução de 0,2% para 0,1%, com recuo na estimativa para a indústria extrativa e elevação ou estabilidade nos demais setores.

Extrativa - “A redução na projeção para a indústria extrativa, de 1,5% para -1,6%, reflete diminuição no prognóstico da Petrobras para produção de petróleo em 2019 e a expectativa de que a recuperação da produção de minério de ferro, após o rompimento da barragem de mineração em Brumadinho, ocorra de forma mais gradual”, afirma o documento.

Sentido oposto - Em sentido oposto, acrescenta, após o resultado do segundo trimestre, as estimativas para a indústria de transformação e para a construção civil foram revisadas de -0,3% para -0,2% e de -1,0% para 0,1%, respectivamente.

Luz, gás e água - A previsão de crescimento para produção e distribuição de eletricidade, gás e água foi mantida em 2,8%.

Serviços - A estimativa de crescimento para o setor de serviços em 2019 foi mantida em 1%. “Há, contudo, mudança relevante na composição, com aumentos nas estimativas para comércio (reflexo da ligeira melhora na previsão para a indústria de transformação e dos efeitos das liberações extraordinárias de recursos), serviços de informação, atividades imobiliárias e aluguel e outros serviços; compensados por reduções nas estimativas para os setores de transporte, armazenagem e correio, intermediação financeira e serviços relacionados e administração, saúde e educação públicas”, explica o relatório.

Consumo e investimentos - Já a previsão para o crescimento do consumo das famílias foi revista de 1,4% para 1,6%, incorporando impacto da liberação extraordinária de recursos do FGTS e do PIS/Pasep.

FBCF - A projeção para o crescimento da Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) – investimentos - recuou de 2,9% para 2,6%. A estimativa para o consumo do governo passou de crescimento de 0,3% para queda 0,3%, repercutindo o resultado do segundo trimestre.

Comércio exterior - A estimativa de exportações de bens e serviços passou de crescimento de 1,5%, no relatório divulgado em junho, para queda de 0,5% e para as importações, de expansão de 3,8% para 1,9%. “O recuo na projeção para as exportações reflete redução no prognóstico para as vendas externas de petróleo e o aprofundamento da crise na Argentina, importante destino para bens industrializados.”

Importações - A diminuição na estimativa para as importações decorre do resultado abaixo do esperado no segundo trimestre. Nesse cenário, diz o relatório, as contribuições da demanda interna e do setor externo para a evolução do PIB em 2019 são estimadas em 1,2 ponto percentual e queda de 0,3 ponto percentual, respectivamente.

Estimativas para 2020 - A previsão para 2020 é que as atividades da agropecuária, da indústria e de serviços avancem 2,6%, 2,2% e 1,4%, respectivamente. O Banco Central destacou a expectativa de aumento da produção de petróleo e de continuidade da recuperação da produção de minério de ferro.

Consumo das famílias - As taxas de crescimento esperadas para o consumo das famílias e para a Formação Bruta de Capital Fixo são de 2,2% e de 2,9%, respectivamente. “Em cenário de restrição fiscal, o consumo do governo deve registrar expansão modesta, de 0,5%”, acentua o estudo.

Bens e serviços - Exportações e importações de bens e serviços devem crescer 1,7% e 1,6%. O BC só espera por contribuição da demanda interna para o crescimento do PIB, estimada em 1,8 ponto percentual. (Agência Brasil)

 


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