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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4667 | 20 de Setembro de 2019

VISITA: Cooperados da Integrada são recebidos no Sistema Ocepar

Quando e por que surgiu a Ocepar (Sindicato e Organização das Cooperativas do Paraná), e o que faz entidade para fortalecer o cooperativismo, contribuindo para o seu desenvolvimento. Essas e outras questões foram tratadas na tarde desta quinta-feira (19/09), durante a visita de um grupo de cerca de 40 agricultores associados da Integrada Cooperativa Agroindustrial, cuja sede fica em Londrina. A comitiva, composta principalmente por cooperados de Santa Mariana e Cornélio Procópio, no norte do Estado, foi recebida pelos superintendentes Nelson Costa (Fecoopar) e Robson Mafioletti (Ocepar), e pelo coordenador de Desenvolvimeto Cooperativo do Sescoop/PR, Humberto Bridi.

Pertencimento - A visita do grupo faz parte do Programa de Imersão do Cooperativismo Paranaense, realizado com o apoio da Cooperativa Paranaense de Turismo (Cooptur). O objetivo é ampliar o conhecimento dos produtores associados em relação ao cooperativismo, desde o trabalho feito da porteira para dentro até a agregação de valor e distribuição, inclusive, para o mercado internacional. Na casa do cooperativismo, a imersão tem por finalidade apresentar o trabalho da Ocepar, e, também, da Fecoopar (Federação das Cooperativas do Paraná) e do Sescoop (Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo), a entidade do Sistema S que atende ao setor cooperativista.

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SMART FARM: Superintendente da Ocepar será um dos palestrantes

smart farm 20 09 2019Curitiba vai sediar, nos dias 15 e 16 de outubro, a Smart Farm Brasil, uma feira e congresso cujo objetivo é apresentar o impacto da tecnologia chamada Indústria 4.0 no cotidiano da agricultura. O evento será realizado no Mabu Curitiba Busines e terá como um dos palestrantes o superintendente da Ocepar, Robson Mafioletti, que participa, no primeiro dia, dos debates sobre cooperativismo na produção, financiamento e seguro agrícola. De acordo com os organizadores, a Smart Farm Brasil quer promover a geração e disseminação de conhecimento, de modo a possibilitar maior uso de tecnologia no campo, colaborando com a eficiência, lucratividade, melhoria da qualidade de vida e sustentabilidade.

Desafio - Também faz parte da programação o Desafio New Holland de Inovação, que visa reunir na capital paranaense o ecossistema de inovação constituído por investidores, empresas, empreendedores e sociedade civil, para geração de networking e oportunidades de negócios.

Informações - Mais informações no site do evento.

 

CONTABILIDADE: 3º Fórum dos Profissionais da Área Cooperativista continua com inscrições abertas

 

Continuam abertas as inscrições para o III Fórum dos Profissionais de Contabilidade da Área Cooperativista, promovido pelo Conselho Regional de Contabilidade do Paraná (CRCPR), com apoio do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Paraná (Sescoop/PR) e Sistema das Cooperativas de Crédito Rural com Interação Solidária (Cresol). Os interessados em participar devem fazer a inscrição online. Também é necessário realizar o credenciamento no dia do evento, por meio da doação de três quilos de alimentos não perecíveis, que serão destinados a entidades assistenciais cadastradas no CRCPR. O evento ocorre no dia 10 de outubro, em Francisco Beltrão, na região Sudoeste do Estado.

 

Palestrante - O coordenador jurídico da Ocepar, Rogério Croscato, será um dos palestrantes e vai abordar o tema “Processo Administrativo no Âmbito do Estado do Paraná”. Advogado e contador, Croscato integra o Conselho de Contribuintes e Recursos Fiscais da Secretaria de Fazenda do Paraná e é membro do Conselho de Tributação da Associação Comercial do Paraná.

 

Mais - Haverá ainda a participação do advogado Ricardo de Holanda Janesch, supervisor de Consultoria Tributária e especialista em Direito Empresarial, que discorrerá sobre “Propostas de Reforma Tributária e seus Impactos para o Cooperativismo Paranaense”. Já o vice-presidente de Desenvolvimento Profissional do CRCPR, Roberto Aparecido Santos, falará sobre o “Programa de Educação Profissional Continuada”.

 

Pontos - Segundo o CRCPR, a participação no Fórum valerá quatro pontos no Programa de Educação Profissional Continuada (PEPC) do Conselho Federal de Contabilidade (CFC), para auditores, peritos, profissionais que atuam em empresas de grande porte (PROGP) e responsáveis técnicos que assinam as demonstrações contábeis de empresas com faturamento superior a 78 milhões (PRORT).

 

Comissão - O evento é organizado pela Comissão do Profissional Contábil da Área Cooperativista. Criada em fevereiro de 2016, ela tem como objetivo promover a interação com o profissional contábil que atua em sociedades cooperativas, a divulgação dos princípios do cooperativismo, a realização de estudos sobre novidades da atuação contábil e a promoção de eventos direcionados a estes profissionais. Atualmente, o vice-presidente de Administração e Finanças do CRCPR, Laudelino Jochem, coordena a Comissão, que é também composta pelos membros Alcemar Luiz Candioto, Alcir Sebastião Ribeiro, Claudiomiro Rodrigues, Devair Antonio Mem e José Ronkoski. (Com informações do Conselho Regional de Contabilidade do Paraná)

 

SERVIÇO

III Fórum dos Profissionais de Contabilidade da Área Cooperativista

Data: 10 de outubro

Horário: 13h30 às 17h30

Local: Sede Cresol - Ruas Ernesto Sanderson, 101, Francisco Beltrão/PR

Para inscrever-se clique aqui

 

 contabilidade 20 09 2019

REFORMA TRIBUTÁRIA: OCB debate PEC 45 no Congresso

 

reforma tributaria 20 09 2019Atividade singular, repleta de peculiaridades e que gera impactos positivos diretos em toda a sociedade, o cooperativismo foi um dos assuntos debatidos durante a audiência pública realizada na quarta-feira (18/09), na Câmara dos Deputados, que tratou da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 45/2019, da Reforma Tributária.

 

Funcionamento - A advogada da OCB, Amanda Oliveira, apresentou o funcionamento do sistema cooperativista e suas demandas com relação à geração de tributos. Esclareceu que a atividade não configura ato comercial ou operação de mercado e que, por isso, o modelo de negócio é considerado sem fins lucrativos. Ela destacou ainda que as cooperativas não possuem receita e, portanto, constitucionalmente, contam com uma adequação em sua tributação.

 

Proposta - Com apoio de parlamentares, a OCB sugeriu uma proposta de emenda à PEC 45/19, que destaca a preocupação em garantir que a segurança jurídica – já conquistada nas normas vigentes – seja preservada no texto final da reforma. A emenda já foi protocolada na Câmara e aguarda o parecer do relator, o deputado Agnaldo Ribeiro (PB).

 

Adequado tratamento tributário - Entre os tópicos pontuados na matéria estão o adequado tratamento tributário às sociedades cooperativas; o redirecionamento da tributação incidente sobre as operações praticadas pela cooperativa para a pessoa do cooperado onde se concentra a riqueza; a prevenção à duplicidade de tributação (na cooperativa e no cooperado) e prevenção à tributação mais gravosa na relação entre cooperado e cooperativa do que aquela que incidiria se ele operasse individualmente ou através de outro tipo societário; e, por fim, a manutenção de créditos nas operações da cooperativa nos casos de tributos não cumulativos. 

 

Anuário - Durante a reunião, parlamentares e representantes de outras entidades tiveram a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre o sistema cooperativo e seus resultados. Dados apurados pela OCB e divulgados no Anuário do Cooperativismo Brasileiro 2019 indicam que, hoje, o setor representa 6.828 cooperativas, distribuídas em 13 ramos de atividade.

 

Cooperados e empregos - Segundo o documento exibido na reunião, o setor reúne mais de 14.618 milhões de cooperados, empregam mais de 425 mil pessoas e somente em 2018 recolheram aos cofres públicos R$ 16 bilhões em tributos. “Somos, portanto, um setor importante para as comunidades, importante para o desenvolvimento regional, e somos um modelo de negócios que traz melhores condições de trabalho não apenas para aqueles a quem empregamos, mas também para os nossos cooperados”, afirmou Amanda Oliveira.

 

Participações - Além da OCB, participaram da audiência pública o relator da PEC 45, deputado Agnaldo Ribeiro, e representantes de outras entidades como Reginaldo Ribeiro (Febraban), José Carlos Rodrigues Martins (CBIC), Reynaldo Lima Júnior (Sescon) e Maurício Antonio Ungari da Costa (Associação Brasileira de Supermercados). O deputado Hildo Rocha (Maranhão) presidiu a reunião. (Informe OCB)

SAÚDE: Gestão e qualidade assistencial são diferenciais de Unimeds

 

saude 20 09 2019Foi com muita satisfação que o presidente da Unimed do Brasil, Orestes Pullin, recebeu a notícia de que sete coops singulares do sistema figuram no top 10 das melhores notas do Programa de Qualificação das Operadoras 2018 (ano-base 2017), divulgadas nesta semana pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

 

Dever de casa - Os dados divulgados apontam que o Índice de Desempenho da Saúde Suplementar (IDSS) que mede a satisfação do consumidor é resultado, também, da realização de um bom dever de casa que consiste na adequação de processos, na melhoria da gestão e da governança. “A acreditação é um reconhecimento da excelência das cooperativas na prestação de serviços e mostra ao mercado a seriedade com a qual são conduzidas a sustentabilidade administrativa das Unimeds e o atendimento a seus clientes”, comenta o presidente.

 

Melhorias - Para ele, a participação das cooperativas médicas no programa Qualifica Unimed, desenvolvido em parceria pela Fundação Unimed, Unimed do Brasil e Sescoop, possibilita às operadoras participantes a obtenção da melhoria de gestão, padronização e foco na qualidade, pontos fundamentais para o setor e que tornam as operadoras aptas a serem acreditadas.

 

Entrevista - Confira a entrevista com o presidente da Unimed de Brasil.

 

Institucionalmente, qual a relevância da participação de sete cooperativas do Sistema Unimed no ranking dos maiores IDSS do país?

Esse resultado reflete o nosso compromisso com a constante melhoria da qualidade assistencial e com a sustentabilidade do Sistema Unimed. Temos uma atuação central na Unimed do Brasil, disponibilizando iniciativas como o Selo Unimed de Governança e Sustentabilidade, apoiando projetos como o Programa Qualifica Unimed e orientando as Unimeds para que possam oferecer a seus beneficiários e cooperados atendimentos humanos, sérios e justos. Esse trabalho é amplificado pelas atitudes das próprias cooperativas, que, sem dúvidas, são as principais responsáveis pelo sucesso alcançado. São dados que nos deixam felizes, pois mostram que estamos no caminho certo, e que também nos alertam de que a busca pela melhoria deve ser intermitente e de que ainda há muito a ser feito.

 

Todas as sete cooperativas presentes no topo do ranking são acreditadas. Você acha que esse fato reforça a necessidade de mais cooperativas se acreditarem? Nesse sentido, qual seria a importância do Programa Qualifica Unimed?

Com certeza. A acreditação é um reconhecimento da excelência das cooperativas na prestação de serviços e mostra ao mercado a seriedade com a qual são conduzidas a sustentabilidade administrativa das Unimeds e o atendimento a seus clientes.

 

O Programa Qualifica Unimed é uma importante iniciativa conduzida pela Unimed do Brasil, Faculdade Unimed e pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) com o objetivo de padronizar os procedimentos operacionais, visando a sustentabilidade da marca Unimed, a melhoria da qualidade dos serviços prestados aos beneficiários e a redução dos custos assistenciais das cooperativas. Neste projeto, colaboradores das cooperativas são capacitados em boas práticas de gestão, de liderança e de melhorias dos processos, visando às certificações ISO 9001:2015, RN nº 277 e Organização Nacional de Acreditação (ONA) - níveis I, II e III.

 

Considerando todas as operadoras de saúde do país, quais os diferenciais das cooperativas Unimeds?

Os diferenciais podem ser elencados a partir do modelo de negócio. O cooperativismo confere características fundamentais, que nos permitem atender a mais de 17 milhões de beneficiários e ter a maior parcela do mercado de saúde suplementar brasileiro, com 37% do setor. As cooperativas são resilientes e adaptáveis diante de dificuldades financeiras e representam uma inversão do perfil mercadológico (relação trabalho x renda). As Unimeds são compostas a partir da união dos médicos em cada região, o que possibilita maior capilaridade à marca.

 

O fato de os próprios médicos serem os donos do negócio também reflete em um olhar e uma abordagem mais humanizados no relacionamento com as pessoas que tenham qualquer contato com as cooperativas. Isso resulta em um ciclo virtuoso, afinal há o esforço intensificado na melhoria constante da qualidade do atendimento; consequentemente, com a boa percepção dos usuários, as Unimeds geram melhores oportunidades de trabalho aos cooperados.

 

Pode citar alguns dos desafios e das oportunidades das cooperativas de saúde brasileiras?

Estamos em um momento de recuperação dos princípios e ideais que diferenciam as cooperativas dos outros players de mercado. A Unimed é apoiadora do movimento SomosCoop, criado pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) para disseminar à sociedade que nosso modelo de negócios tem o potencial de contribuir, e muito, ao desenvolvimento econômico e social do país.

 

Por estarem, em alguns casos, sediadas em regiões nas quais o atendimento público é precário, as cooperativas assumem um importante papel no desenvolvimento comunitário. Além disso, possuímos no Sistema Unimed excelentes exemplos de sucesso em áreas como modelo assistencial, tecnologia, intercâmbio, rede hospitalar, entre outras, e nos postamos totalmente à disposição dos órgãos públicos, como o Ministério da Saúde para promover intercâmbios de informações e experiências em prol da sustentabilidade da saúde no país. (Informe OCB)

UNIMED CASCAVEL: Cooperativa conquista a 8ª maior nota do país no IDSS

 

unimed cascavel 20 09 2019O Programa de Qualificação de Operadoras (PQO) é uma inciativa desenvolvida pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) para avaliação anual do desempenho das operadoras de planos de saúde. Tem como objetivos o estímulo da qualidade setorial e a redução da assimetria de informação, promovendo maior poder de escolha para o beneficiário e oferecendo subsídios para a melhoria da gestão das operadoras e das ações regulatórias da ANS. 

 

Oitava melhor nota - A Unimed Cascavel obteve a oitava melhor nota do país no Índice de Desempenho da Saúde Suplementar – IDSS, obtendo 0,9747 em 2018, ano-base 2017. O índice foi divulgado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e serve de base para agência elaborar o ranking de qualidade do serviço prestado no país. As conquistas da cooperativa nos últimos dois anos refletem nos resultados sustentáveis da organização.

 

Dimensões - O IDSS avalia as operadoras de planos de saúde em quatro dimensões: 

- Na dimensão IDQS - Qualidade em Atenção à Saúde, que avalia o conjunto de ações em saúde que contribuem para o atendimento das necessidades de saúde dos beneficiários, com ênfase nas ações de promoção, prevenção e assistência à saúde prestada, a nota que a Unimed obteve foi 0,9.

- Já na Garantia de Acesso (IDGA), as condições relacionadas à rede assistencial que possibilitam a garantia de acesso, abrangendo a oferta de rede de prestadores, a cooperativa atingiu a nota 0,57.

- Na Sustentabilidade no Mercado (IDSM), que monitora a sustentabilidade da operadora, considerando seu equilíbrio econômico-financeiro, passando pela satisfação do beneficiário e compromissos com prestadores, a cooperativa recebeu nota 0,93.

- E na quarta dimensão, que afere a Gestão de Processos e Regulação (IDGR) e o cumprimento das obrigações técnicas e cadastrais das operadoras junto à ANS, a Unimed Cascavel obteve a nota máxima (1,0).

 

Posição - Dentre as 1.019 operadoras avaliadas pela agência reguladora, no ranking geral a Unimed Cascavel ficou em 8º lugar. “Chegar até aqui foi um grande desafio, mas considerando todo o contexto de mercado e as mudanças que a saúde suplementar tem passado, receber essa nota é uma satisfação enorme. Temos um compromisso com os nossos beneficiários, cooperados e colaboradores. É o que nos motiva todos os dias a continuar buscando melhorar processos, atendimentos, serviços, produtos sempre adequados às normas e às legislações que nos trouxeram a essa posição de destaque”, afirma Danilo Galletto, diretor-presidente da Unimed Cascavel. 

 

Informações - Mais informações estão disponíveis no site da Agência Nacional de Saúde Suplementar: www.ans.gov.br. (Imprensa Unimed Cascavel)

CAPAL: Cooperativa completa 59 anos de história

 

capal 20 09 2019No dia 19 de setembro de 1960, das mãos de 21 produtores rurais holandeses surge a Capal, no município de Arapoti (PR). Atualmente a cooperativa tem mais de 3 mil associados, distribuídos em 14 unidades de negócios, nos Estados do Paraná e São Paulo.

 

Segmentos - A cooperativa atua nos segmentos de grãos, leite, café e carne suína. A cadeia agrícola responde por cerca de 70% das operações, produzindo mais de 640 mil toneladas de grãos por ano, com destaque para soja, milho e trigo. Além disso, o segmento corresponde a uma área que ultrapassa 140 mil hectares nos dois Estados.

 

Leite - Já em relação ao leite, o volume negociado mensalmente pela Capal é de 9 milhões de litros, proveniente de 360 produtores. O setor, por sinal, apresenta os melhores criadores e expositores da raça Holandesa do Brasil, com alta qualidade genética, rica alimentação e excelência no manejo.

 

Suinocultura - O crescimento também é demonstrado na suinocultura. A cooperativa obteve crescimento de 13% na comercialização do produto, em 2018, em relação ao ano anterior, chegando a 27.489 toneladas de suínos vivos.

 

Café - O recente investimento na aquisição de uma cafeeira em Pinhalão (PR) também comprova o crescimento da Cooperativa, que passa agora a atender a seus cooperados em toda a cadeia produtiva do café, inclusive na comercialização.

 

Intercooperação - Para a comercialização dos três segmentos junto à Frísia e Castrolanda, a cooperativa de Arapoti trabalha via intercooperação, com a Unium. Pelo sistema, são beneficiados – além de fornecimento para grandes players – a carne suína Alegra; o trigo Herança Holandesa e Precisa; e o leite Herança Holandesa, Colaso e Naturalle.

 

Rações - Ainda sob a marca Capal estão a produção de ração para cães, aves, suínos e bovinos, de suplementos minerais para bovinos e de sementes de soja e trigo.

 

Faturamento - Com faturamento bruto elevado em 18% (R$ 1,4 bilhão) e investimento com um acréscimo de quase 300% (R$ 61 milhões), ambos em 2018, a Capal se consolida como uma das mais importantes cooperativas do Brasil. (Imprensa Capal)

COPAGRIL: Recolhimento itinerante de embalagens é realizado em Mundo Novo

 

A quarta-feira (18/09) foi dia de recolhimento de embalagens de defensivos agrícolas na Unidade da Cooperativa Agroindustrial Copagril de Mundo Novo/MS. A ação faz parte do cronograma de recolhimento itinerante realizado em parceria com a Associação dos Revendedores de Agrotóxicos de Naviraí (Aranav) e integra as atividades de responsabilidade ambiental desenvolvidas pela Copagril no trabalho de logística reversa.

 

Logística de entrega - O gerente da Unidade, André Kochepka, explica que o objetivo deste sistema de recolha itinerante é feito pela cooperativa para auxiliar os produtores e facilitar a logística de entrega, uma vez que para muitos a Unidade é o ponto mais próximo. “Colaborando com o cooperado e cliente da Copagril e principalmente com o objetivo de deixar o campo limpo e evitando possíveis passivos causados pelo descarte irregular destas embalagens”, complementa o gerente.

 

Local, equipe e comunicação - A Copagril disponibilizou o local e equipe de recepção e também trabalhou na comunicação aos cooperados e clientes. Nesta edição foram mais de 40 produtores atendidos e mais de 2,6 toneladas de embalagens recolhidas. Conforme lembra André, essa é uma ação obrigatória do agricultor, o qual tem o prazo de um ano para a destinação correta após a compra e que ao retornar a embalagem recebe uma declaração de conformidade. Por isso, para fazer a entrega de embalagens, os agricultores devem levá-las até a unidade com as respectivas notas fiscais dos produtos, separando tampas, lacres e o restante da embalagem, sempre lembrando da tríplice lavagem e dos furos para inutilização.

 

Orientações - “Produtores que não fizeram a entrega, podem procurar a equipe e unidade da Copagril para orientações sobre os procedimentos”, completa André. A recolha foi acompanhada pelo gerente André e o técnico agrícola da Copagril Marcelo Vandré Kerber, além da presença do gerente da Aranav, Wanderson França. (Imprensa Copagril)

 

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COAMO: Margarinas produzidas pela cooperativa agora com vitaminas e ômega 3 e novo design

 

A Coamo preparou mais uma novidade para clientes e consumidores dos Alimentos Coamo. A linha de Margarinas Coamo, consagrada e bem conceituada pelos consumidores, está com novo visual. Trata-se de um novo formato dos potes e nova identidade visual, além da adição de Vitaminas A, D e E e Ômega 3 na formulação das Margarinas Coamo Família, Coamo Cremosa e Coamo Light, envasadas em potes de 500 gramas. Uma evolução para as margarinas que são queridas e elogiadas por quem as degusta e em diversas pesquisas de mercado. 

 

Identidade atrativa - De acordo com o diretor de Planejamento e Criação da agência G/ PAC, Juca Pacheco, as novas embalagens estão com uma identidade atrativa, que aproxima os consumidores da marca. “A primeira estratégia foi humanizar todas as embalagens, trazendo fotos de pessoas em momentos descontraídos com a família ou praticando atividade física, transmitindo a felicidade e o bem-estar que desejamos comunicar. Também foram desenvolvidos novos grafismos, com elementos que transmitem movimento, suavidade e leveza, em sintonia com o mood fotográfico escolhido. Depois, um novo formato levemente retangular ganhou forma para trazer mais modernidade e ergonomia para as embalagens.”

 

Objetivo da mudança - O gerente Comercial dos Alimentos Coamo, Wagner Schneider explica o objetivo da mudança. “Nosso foco está na expansão de mercado, conquista de novos clientes e consumidores com apresentação estética e sempre moderna, com sabor, aroma e qualidade diferenciada para despertar atratividade no consumidor final.”  Schneider ainda revela que a mudança traz benefícios também na exposição das margarinas nos pontos de vendas (PDV’s). “Nossos clientes terão um produto mais atrativo, com melhor exposição no PDV, maior destaque e atratividade. Tratam-se de requisitos importantes, pois 75% das decisões de compras são tomadas no Ponto de Venda. Portanto, a embalagem e apresentação é a chave para conquistar novos clientes, ganho de share, volume e fortalecimento da marca.”

 

Origem da matéria-prima - O superintendente Comercial da Coamo, Alcir José Goldoni ainda acrescenta que as Margarinas Coamo permanecem com a origem da matéria-prima reconhecida e rastreada. “A qualidade dos Alimentos Coamo começa na escolha das sementes que serão germinadas nos campos dos mais de 28 mil associados da Coamo. São sementes desenvolvidas pela Coamo para atender os mais diversos mercados, e passam por um rigoroso controle de qualidade, assistência técnica em todas as etapas de produção, aliados à tecnologia empregada no campo, que proporciona uma matéria-prima de alta qualidade para a produção das Margarinas Coamo. A tudo isso, foram acrescentadas as vitaminas A, D e E e o Ômega 3 na formulação, agregando mais benefícios à saúde do consumidor. A Coamo pensa no cliente e no consumidor em todas as etapas da produção dos Alimentos Coamo”, afirma Goldoni.

 

Mais informações - Para outras informações e consulta técnica de cada alimento, acesse os sites da cooperativa: www.coamo.com.br ou www.alimentoscoamo.com.br. Curta também a fanpage dos Alimentos Coamo, onde você encontra deliciosas receitas de família para curtir e compartilhar. (Imprensa Coamo)

 

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C.VALE: Cooperjovem premia alunos com bicicletas

 

O segundo dia da etapa de encerramento da edição 2019 do Cooperjovem atraiu 806 estudantes de 23 escolas de Nova Santa Rosa, Alto Piquiri, Brasilândia, Terra Roxa, Francisco Alves e Maripá nesta quinta-feira (19/09). Eles aproveitaram os brinquedos instalados na Asfuca e assistiram a um espetáculo do Circo Ático, de Toledo.

 

Anúncio dos vencedores - O ponto alto do evento foi o anúncio dos vencedores do concurso de desenhos. Ruan de Andrade, da Escola Municipal Júlio Rodrigues, de Francisco Alves, e Vitória de Freitas, da Escola Municipal Getúlio Vargas, de Nova Santa Rosa, apresentaram os melhores trabalhos e ganharam uma bicicleta de 24 marchas cada. A C.Vale também premiou estudantes, professores, diretores e escolas com camisetas, estojos, material escolar, jogos didáticos, bolsas e garrafas térmicas, malas e vale-compras.

 

Palotina - Nesta sexta-feira (20/09), estudantes de Palotina participarão do encerramento do Cooperjovem. O programa é promovido pela C.Vale em parceria com a Basf e Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR). (Imprensa C.Vale)

 

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COCAMAR: Oficinas do Chefs do Campo reúnem produtoras

 

A primeira de três oficinas do Festival de Sabores Chefs do Campo Cocamar 2019, promovida na tarde de quarta-feira (18/09) na Associação Cocamar em Jussara (PR), reuniu 38 produtoras que representaram municípios de regiões do noroeste paranaense. 

 

Prática - Todas participantes de núcleos femininos mantidos pela cooperativa, elas tiveram uma demonstração prática com o chef Elsio Panchoni, cooperado da Cocamar em Cambé, que esteve acompanhado de sua mãe Odete, coordenadora do núcleo feminino daquela cidade. 

 

Dicas - Durante a oficina, ao longo de duas horas, Elsio deu dicas de como fazer o aproveitamento de alimentos, incorporar novos temperos nem sempre conhecidos das produtoras, e como aperfeiçoar o preparo de um prato. Ao final, elas degustaram iguarias elaboradas pelo chef e o evento foi finalizado com uma confraternização. 

 

Surpreendeu - De acordo com a analista de cooperativismo, Juliana Guerra, a oficina surpreendeu pela proposta de levar informação, pois a atividade foi interativa, com as presentes tendo a oportunidade de participar do preparo, oferecendo, também, as suas sugestões. 

 

Resgate - Elsio Panchoni destacou que seu objetivo era transmitir algumas dicas e conhecimentos mas também ouvir as produtoras, as quais, por sua vez, detêm receitas de pratos tradicionais da culinária rural que precisam ser resgatadas. 

 

Em cambé - A segunda oficina será na tarde desta sexta-feira (20/09) em Cambé, na residência da família Panchoni, reunindo produtoras de municípios do norte do estado. A terceira está marcada para terça-feira (24/09), igualmente no período da tarde, na Associação Cocamar em Maringá, com participantes dessa região. (Imprensa Cocamar)

 

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SICOOB UNICOOB: Conexão Sicoob falou sobre inovação e cooperativismo para mais de 700 jovens em Cascavel

 

sicoob unicoob 20 09 2019Entre os dias 10 e 14 de setembro, o Conexão Sicoob passou por Cascavel , no Oeste do Paraná, e movimentou a comunidade universitária local. Em formato itinerante e na estrada desde outubro de 2017, o projeto já impactou mais de 7 mil participantes nas edições realizadas em doze estados e no Distrito Federal. Em Cascavel, foram mais de 700 participantes.

 

Cooperativismo financeiro - A iniciativa, que nasceu através de uma parceria entre o Sicoob, o Bancoob e a Eureca, com apoio do Movimento Brasil Júnior, busca disseminar o propósito do cooperativismo financeiro e conhecimentos a respeito de temas como capitalismo consciente, economia compartilhada e liderança.

 

Programação - Organizada pelo Sicoob Credicapital, a programação em Cascavel teve início com o Open Campus, um evento aberto à comunidade na Associação Atlética Comercial, com palestras, talk show, música e bate-papo sobre juventude, tecnologia e inovação. Mais de 500 jovens, principalmente acadêmicos de instituições de ensino locais e regionais, marcaram presença na noite de terça-feira (10/09).

 

Mensagem - A especialista em Comunicação Estratégica e Gestão de Marcas, Maria Brasil, passou uma mensagem intensa sobre futuro, compartilhamento e cooperativismo aos presentes. Os apontamentos de Maria foram enriquecidos com falas de Mateus Morais, Leandro Khul, Luiz Guilherme Rosa e Cleyton Silva. Durante talk show eles discorreram sobre experiências profissionais, da importância do jovem da comunidade e de suas conexões com as tecnologias e com as grandes transformações que dão nova forma à atualidade mundial. 

 

Workshops - Entre quarta e sexta-feira (11 a 13/09), o Conexão teve continuidade com workshops na Unipar, Unioeste e Centro Universitário Fundação Assis Gurgacz (FAG). Ao todo, foram cerca de 200 participantes. A programação se encerrou no sábado (14/09), no ACIC Labs, espaço estruturado pela Associação Comercial de Cascavel em parceria com o Sicoob, para receber eventos ligados à inovação. 

 

Laboratório de Inovação - No Laboratório de Inovação, 16 jovens selecionados tiveram como missão apresentar soluções inovadoras e criativas para o desafio proposto pela cooperativa. O grupo que se destacou foi premiado. 

 

Novidade - Durante o Conexão Sicoob em Cascavel, o Sicoob Credicapital fez o lançamento oficial de sua agência digital. O novo formato de atendimento vem para facilitar relações da cooperativa com seus associados e, principalmente, para oferecer um canal ainda mais alinhado à expectativa do público jovem. (Imprensa Sicoob Unicoob)

SICOOB METROPOLITANO: Cooperativa comemora mil contas registradas na agência digital

 

sicoob metropolitano 20 09 209No início deste ano, o Sicoob Metropolitano lançou sua agência digital. A iniciativa visa facilitar o processo de abertura de conta corrente através do aplicativo Faça Parte, sem a necessidade de deslocamento até uma agência física. Além disso, também tem como proposta intensificar o suporte aos cooperados, com atendimento via chat.

 

Marca - Nove meses depois, a cooperativa já comemora os resultados positivos do projeto. Na última quarta-feira (18/09), alcançou a marca de mil contas registradas. Entre elas, estão contas de novos cooperados e de cooperados que, em busca de praticidade e agilidade, optaram por migrar para a opção de atendimento digital.

 

Equipe - Para atender à crescente demanda, o Sicoob Metropolitano está expandindo a equipe da agência digital. Atualmente, são quatro colaboradores e, em breve, mais duas pessoas passarão a integrar o time. 

 

Desafio - A gerente de relacionamento Amanda de Almeida Pina conta que, ao integrar o projeto, assumiu um grande desafio. “Para mim, o compromisso de entregar um atendimento humanizado de forma digital foi uma experiência desafiadora, já que até então esse meio de relacionamento não existia na cooperativa. Com empenho e dedicação chegamos a esse número tão importante para o projeto. Fico agradecida por fazer parte dessa equipe e de contribuir para o crescimento da agência digital”, conta ela.

 

Orgulho - Já para a team leader da agência, Andrielli Nogueira Roberto Garcia, ver de perto o crescimento da agência digital é motivo de orgulho. “Tem proporcionado aos nossos associados praticidade, rapidez e um atendimento diferenciado. Estamos recebendo vários elogios e isso é fruto do profissionalismo e dedicação do Sicoob Metropolitano em melhor atendê-los”, complementa. (Imprensa Sicoob Unicoob)

SICOOB OURO VERDE: Ação em parceria com o Londrina Esporte Clube teve venda de ingressos e sorteio especial

 

O Sicoob Ouro Verde, patrocinador master do Londrina Esporte Clube, promoveu, no dia 13 de setembro, a primeira edição da Parada Alviceleste. A ação aconteceu no calçadão de Londrina (PR), em frente à Unidade Administrativa da cooperativa, que fica na Av. Paraná.

 

Preços promocionais - Para apoiar o time e incentivar a ida da torcida ao estádio, durante o evento foram vendidos ingressos a preços promocionais para o jogo entre Londrina e Coritiba, que aconteceu no sábado (14/09).

 

Sorteio - Cada ingresso adquirido no local, dava ao torcedor a oportunidade de concorrer a uma camiseta oficial do LEC e um plano do programa de sócio-torcedor do time, o Sou Tubarão. O sorteio foi realizado na cooperativa, logo após o encerramento das vendas. 

 

Mascote - Além de garantir seus ingressos, os torcedores que visitaram o espaço da Parada Alviceleste puderam tirar fotos com o Sipaguito, mascote da Sipag, que é a maquininha de cartão do Sicoob. Todos também puderam conhecer pessoalmente o atacante do LEC, Paulinho Moccelin, que fez questão de conhecer as instalações e cumprimentar os colaboradores na sede do Sicoob Ouro Verde. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

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SICREDI PARQUE DAS ARAUCÁRIAS: Entregues as placas de sinalização da Rota Encantos Rurais

 

A Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP realizou recentemente a entrega das placas de sinalização da rota Encantos Rurais de Quilombo (SC), circuito criado para estimular a visitação as paisagens, propriedades e agroindústrias do município. A cooperativa financiou a confecção das 31 placas e a prefeitura realizou as instalações.

 

Presenças - O presidente da Sicredi Parque, Clemente Renosto, e colaboradores da agência local participaram da entrega, que contou com a presença de lideranças políticas, da comunidade local, e de representantes das várias agroindústrias que fazem parte do circuito.

 

Visita - A comitiva do Sicredi também realizou uma visita à Cachaçaria Dona Nelva. Ao turista, a rota Encantos Rurais permite conhecer o modo de vida no campo, as belezas naturais, o desenvolvimento de produtos e ainda desfrutar da culinária e da hospedagem em propriedades tradicionais. Na rota estão, por exemplo, a Casa do Mel, vinícola, cachaçaria, a cascata Salto Saudades e a gruta Nossa Senhora de Lurdes.

 

Desenvolvimento das comunidades - Promover o desenvolvimento das comunidades onde atua é um dos princípios do cooperativismo, o que justifica o investimento da Sicredi Parque das Araucárias em ações, projetos e programas que estimulem o crescimento econômico e a valorização cultural e social dos municípios onde está inserida. (Imprensa Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP)

 

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CRESOL: Denílson Show é o mais novo cooperado

 

A Cresol lançou recentemente seu novo conceito em uma campanha de marketing denominada “Cresol para todos”. Para marcar esse novo momento, na tarde de quarta-feira (18/09), o embaixador da Cresol, Denílson Show, esteve em Francisco Beltrão/PR para formalizar a sua abertura de conta na Cresol, tornando-se agora o mais novo cooperado do Sistema.

 

Campanha publicitária - Denílson faz parte do time Cresol há quase dois anos, sendo personagem principal das campanhas publicitárias. O apresentador já esteve presente em outros eventos da Cresol, como na Expobel 2018 e na Convenção que aconteceu no último mês de outubro.

 

Novo momento - O presidente da Cresol, Alzimiro Thomé, recepcionou o cooperado e falou sobre esse novo momento do Sistema. “Nesse conceito de uma Cresol para todos, o Denílson, nosso embaixador, veio conhecer a sede e também abrir sua conta. Somos hoje uma cooperativa para todos os públicos e continuamos com nossa essência, proporcionando soluções financeiras personalizadas e prezando pelo bom relacionamento com o cooperado”.

 

Ganho grande - O embaixador da Cresol também falou sobre a parceria com a Cresol: “Eu tenho quase dois anos de vínculo com a Cresol, uma empresa séria, consolidada no mercado e que também tem me proporcionado um ganho muito grande em imagem. Já fizemos cinco campanhas de sucesso que tiveram ótimos resultados, espero que a gente continue com essa parceria que tem dado muito certo”, disse Denílson. 

 

Sobre a Cresol - Com 24 anos de história, a Cresol é hoje uma cooperativa consolidada. Com sua sede em Francisco Beltrão, a Central Cresol Baser atua em dez estados brasileiros – Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Rondônia e Amazonas – e atende mais de 200 mil famílias cooperadas em 240 agências de relacionamento. 

 

Foco nas pessoas - Hoje o sistema Cresol Baser representa mais de 50% da Confederação que é composta por quatro centrais. Crescendo a cada dia, o Sistema trabalha com foco nas pessoas, considerando a individualidade como algo determinante para ser a instituição financeira capaz de atender as necessidades do cooperado com sensibilidade e eficiência para que todos realizem seus sonhos, propósitos e negócios. (Imprensa Cresol)

 

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AGRICULTURA: Ministra busca investimentos nos Emirados Árabes para melhorar logística para agro no Brasil

 

agricultura 20 09 2019A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) deu início nesta quinta-feira (19/09) à agenda de compromissos nos Emirados Árabes, último país da missão ao Oriente Médio. No país, a ministra busca atrair investimentos para obras de infraestrutura no Brasil, que vão solucionar gargalos enfrentados pelo agronegócio. 

 

PPI - Com o diretor-geral da Agência de Agricultura e Segurança Alimentar de Abu Dhabi, Saeed Al Amheri, Tereza Cristina tratou de oportunidades dentro dos projetos do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), entre eles a Ferrogrão e a Ferrovia de Integração Oeste-Leste, corredores ferroviários que serão importantes para o escoamento da produção de grãos e transporte até os portos. 

 

Apresentação - O programa foi apresentado aos representantes da agência pelo diretor de Programa da Secretaria de Transportes do PPI, Renan Brandão, que está na comitiva brasileira ao Oriente Médio.

 

Acordo de Cooperação - Brasil e os Emirados Árabes assinaram, em março, um Acordo de Cooperação e Facilitação de Investimentos (ACFI), com o objetivo de estimular, simplificar e apoiar investimentos bilaterais.

 

Lista - Os diretores da agência sugeriram que o Brasil envie uma lista com os projetos considerados mais exitosos. Eles demonstraram interesse também em firmar cooperações com a Embrapa, que conheceram em 2017.

 

Convite - A ministra fez um convite para que os diretores voltem ao Brasil para revisitar a Embrapa e verem a nova gestão do governo federal. "Temos pressa. O Brasil ficou muito tempo fechado. Vamos diversificar nossos produtos, agregar valor às nossas exportações, e ousar nos projetos agropecuários", disse a ministra.

 

Exportações - Em 2018, as exportações agropecuárias para os Emirados Árabes somaram US$ 1,273 bilhão (2,121 milhões de toneladas). Os principais produtos da pauta exportadora são: carne de frango (in natura), açúcar (bruto), carne bovina (in natura), açúcar refinado, fumo (não manufaturado) e milho. Castanhas e frutas são alguns itens que o Brasil deseja incluir no comércio bilateral. 

 

Avanços - Tereza Cristina destacou os avanços que a agricultura dos Emirados Árabes alcançou, mesmo com clima desfavorável e pouca disponibilidade de água. As técnicas usadas e os resultados, segundo a ministra, servem de estímulo para os produtores brasileiros inovarem.

 

Motivação - “Com muito entusiasmo [vejo as técnicas adotadas nos Emirados Árabes], me motiva mais a fazer com que os produtores brasileiros possam crescer mais, pois vemos a dificuldade de vocês com água e clima e estão avançando. No Brasil, temos muita água, solo, tecnologia, mas precisamos saber vender melhor nossos produtos”, afirmou em entrevista à Agência de Notícias WAM.

 

Bolsonaro - A ministra destacou que, em outubro, o presidente Jair Bolsonaro visitará o Oriente Médio para reforçar as parcerias comerciais com a região. 

 

Dubai - A comitiva segue para Dubai. Um dos compromissos é um seminário sobre oportunidades de negócios no Brasil, que ocorrerá no domingo (21/09). (Mapa)

SAFRA 2019/20: Crédito rural a juros livres ganha cada vez mais competitividade

 

safra 20 09 2019O crédito rural com juros livres começa a ganhar espaço na safra 2019/20, refletindo a queda da Selic, a decisão do governo de reduzir subsídios aos grandes produtores e uma maior disposição dos bancos privados de avançar em um dos setores mais dinâmicos da economia do país. Para os produtores de menor risco, já se veem operações com taxa de 6,5% ao ano - menores, portanto, que o teto de 8% previsto nas operações com juros regulados do Plano Safra.

 

Pontuais - Embora sejam situações ainda pontuais, essas operações mostram um movimento que será cada vez mais frequente com a taxa Selic em queda. Anteontem, o Banco Central cortou os juros básicos para de 6% para 5,5% ao ano.

 

Cobertor mais curto - “As instituições financeiras estão muito agressivas em liberar crédito para o grande produtor, que ficou com o cobertor mais curto”, disse a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, ao Valor. Em julho e agosto, os dois primeiros meses da safra atual, foram emprestados pelos bancos R$ 5,4 bilhões a taxas de mercado. O volume ainda é pequeno, mas é mais que o dobro do que se viu no mesmo período do ano passado.

 

Comparação - Em comparação, os desembolsos com juros regulados no primeiro bimestre da safra atual totalizaram R$ 35,1 bilhões, uma queda de 1%. Desse total, chama a atenção a redução de 32% nos desembolsos de crédito para custeio agrícola que têm como funding os depósitos à vista. Entre julho e agosto, foram R$ 9,8 bilhões nessa modalidade.

 

Cenário atual - A maior parte dos recursos usados hoje no crédito agrícola vem do direcionamento dos depósitos à vista e da poupança rural. Nessas operações, reguladas pelo governo, as taxas ficam em até 4,6% ao ano para a agricultura familiar, 6% para os médios produtores e chegam a 8% ao ano para os grandes. “Nos recursos livres, as taxas dependem da análise do perfil do cliente. Mas o custo começa na Selic e o spread varia conforme as garantias”, diz Carlos Aguiar, diretor de agronegócios do Santander.

 

Competição - Por isso, se antes esse dinheiro era complementar ao crédito que os produtores obtinham no mercado direcionado, hoje ele começa a competir de igual para igual - e, em alguns casos, ainda raros, com vantagem. “Os juros do crédito direcionado e do livre estão encostando”, afirma Roberto França, diretor de agronegócios do Bradesco.

 

Estratégia do governo - Além da Selic mais baixa, o comportamento do crédito agrícola também reflete a estratégia do governo para o Plano Safra 2019/20. Estão previstos R$ 222,7 bilhões para a temporada. O volume é parecido com o de 2018/19, mas os financiamentos a juros controlados foram reduzidos em R$ 36,3 bilhões. A estratégia do governo é reduzir os subsídios reservados aos grandes produtores e concentrar os benefícios aos pequenos, no âmbito da agricultura familiar.

 

Estruturas - De olho nesse mercado, os bancos privados estão ampliando as estruturas para avançar no agronegócio, já que vêm se tornando mais competitivos. O que está em jogo não é a liderança do mercado, dominado com folga pelo Banco do Brasil, mas ganhar espaço no setor mais relevante da economia. Santander, Bradesco e Itaú Unibanco têm investido em estruturas para atender não só grandes produtores - que já são clientes importantes - mas também pequenos e médios. Está no radar ainda avançar no crédito à pessoa física, em que a fatia do BB chega a 60%.

 

No campo - Para atrair essa clientela, os bancos privados têm se empenhado em tirar o terno e gravata e se embrenhar no campo - o que vai da abertura de postos de atendimento específicos à contratação de engenheiros agrônomos. No Bradesco, o crédito com recursos direcionados já representou 80% da carteira rural, e atualmente está em 50%. No Santander, a proporção caiu de 90% para 25%.

 

Reformulação - O Santander começou a reformular a área há quatro anos para ser um dos pilares de crescimento do banco no país. De lá para cá, investiu na interiorização, avançando principalmente nas regiões Centro Oeste, Norte e Nordeste. A instituição tem 29 “lojas agro”, e prevê chegar a 40 até o fim do ano. Não são agências convencionais, já que nelas não há caixa, mas oferecem atendimento especializado. Ao todo, as lojas têm 130 pessoas. Nas áreas administrativas, a equipe dedicada ao setor subiu de 15 para 80 pessoas. A carteira agro do Santander está perto de R$ 18 bilhões, mas a expectativa é de R$ 20 bilhões até dezembro, diz Aguiar.

 

Crescimento - O Bradesco, por sua vez, tem cerca de R$ 23 bilhões em operações e espera crescer 20% ao ano nos próximos anos, segundo Rui Pereira Rosa, superintendente de agronegócios. O banco montou 15 plataformas para atender o setor com profissionais especializados e tem uma equipe de 80 pessoas na originação de crédito rural. O time tem engenheiros agrônomos para planejar os negócios. Agora, o banco também estuda criar atendimento dedicado aos grandes agricultores dentro de atacado e “corporate” - nesses clientes, há migração do crédito convencional para operações no mercado de capitais.

 

Mais espaço - O Itaú também está em busca de mais espaço no agronegócio. A instituição montou uma estrutura na área de banco comercial para atender produtores rurais de menor porte, inclusive pessoas físicas. “O atendimento a produtores rurais começou há quatro anos, sendo esta uma área que tem apresentado ótimos resultados e na qual o banco aumentará investimentos”, diz Flavio Souza, diretor-executivo do banco comercial do Itaú BBA.

 

Redução - O Banco do Brasil viu sua carteira ampliada de crédito agrícola encerrar junho em R$ 187,4 bilhões, queda de 2% em relação ao mesmo período do ano passado. A redução veio principalmente das operações com grandes produtores e, na época da divulgação do balanço, foi atribuída pelo presidente do BB, Rubem Novaes, à estratégia de migrar esses clientes para o mercado de capitais.

 

Taxas menores - O diretor de agronegócios do BB, Marco Túlio Costa, afirma que o banco já oferece crédito com taxas livres menores que as do Plano Safra. Porém, elas ainda são principalmente para grandes clientes, com risco muito baixo. Na prática, o mais comum para o segmento é um juro entre 8% e 10% ao ano. “Não é certeza, mas as taxas podem diminuir ainda mais até o fim do ano. Se a Selic cair mais, o mercado financeiro tende a acompanhar”. (Valor Econômico)

CNT: Brasil está 30 anos atrasado em controle de acidentes nas rodovias, diz Confederação

 

cnt 20 09 2019O diretor-executivo da Confederação Nacional dos Transportes (CNT), Bruno Batista, estima que o Brasil está pelo menos trinta anos atrasado nas ações de combate ao número de mortes por acidentes de trânsito. “A gente percebe que o Brasil está atrasado nas ações para conter as mortes nas rodovias. Hoje, estamos no mesmo patamar que países como EUA, França e Canadá estavam no final da década de 80, ou seja, há trinta anos”, afirmou o diretor, ao comentar o resultado do estudo sobre acidentes nas estradas nesta quinta-feira (19/09).

 

Painel - O “Painel CNT de Consultas Dinâmicas dos Acidentes Rodoviários” indicou nesta quinta-feira que Brasil teve o total de 69.206 acidentes nas rodovias federais em 2018. Deste total, 53.963 acidentes envolveram vítimas (5.269 pessoas morreram). Em 2017, os dados eram ainda mais alarmantes: 89.396 acidentes, com 6.243 vítimas fatais.

 

Ações - Batista afirma que é possível reduzir o número de acidentes com ações de melhoria na sinalização, aumento da pavimentação e fiscalização mais eficaz. O diretor da CNT considera que a iniciativa do governo de fazer ajustes pontuais no Código de Trânsito Brasileiro tem efeito limitado. Para ele, ações de “engenharia de baixo custo” voltadas para melhorar a sinalização nas estradas são capazes de ter resultados mais imediatos.

 

Investimento - Segundo Batista, o investimento na infraestrutura das rodovias federais é outro ponto fundamental. Segundo ele, as rodovias pavimentadas cresceram 8,4% entre 2008 e 2018, enquanto a frota de veículos aumentou em 88% no mesmo período. “O crescimento da frota foi dez vezes mais rápido”, disse.

 

Qualidade da pavimentação - Batista considera que, além de ampliar estrada federais asfaltadas, é preciso cuidar da qualidade da pavimentação, com ações mais intensas de conservação. Ele lembra que pesquisa recentes da CNT indicou que somente 35% das estradas federais são classificadas com o selo de “ótimo” ou “bom”. O diretor da CNT reconhece que a concessão de trechos de estradas à iniciativa privada mostra resultados positivos no controle de acidentes e precisa ser estimulada. 

 

"Indústria das multas" - Questionado sobre a iniciativa do governo de combater a chamada “indústria de multas” com a redução do número de radares nas estradas, Batista disse que não teve acesso aos números do governo para que pudesse estabelecer a relação entres a instalação desses equipamentos e as ocorrências de acidentes.

 

Queda - O representante da CNT, no entanto, informou que houve uma queda mais expressivas do número de acidentes com vítimas a partir de 2014, quando aumentou o número e o valor das autuações de condutores. Batista explicou que, no caso dos radares, já se constatou que é necessário em pistas duplicadas. “O número de vítimas fatais cai em pistas duplicadas porque praticamente elimina o risco de colisão frontal, mas, aos poucos, a gravidade dos acidentes tende a aumentar se não houver controle de velocidade”, afirmou, ressaltando que os motoristas se sentem mais confiantes em trechos duplicados e se arriscam a conduzir os veículos em velocidades mais altas. (Valor Econômico)

ECONOMIA: Dólar supera R$ 4,16 após Copom e Fed

 

economia 20 09 2019O mercado de câmbio voltou a sofrer os efeitos colaterais dos juros baixos no Brasil. Com a perspectiva de que a taxa Selic vai testar novas mínimas históricas nos próximos meses, os investidores viram menos prêmio a ser capturado no real e preferiram buscar a proteção do dólar, num movimento que levou a cotação acima de R$ 4,16, sendo o destaque entre as divisas globais.

 

Resposta - O movimento veio em resposta às sinalizações, bastante diferentes, dos bancos centrais do Brasil e dos Estados Unidos. A autoridade monetária brasileira foi bem mais agressiva em indicar o espaço para corte de juros, enquanto o Federal Reserve dosou o tom sobre seus próximos passos. Isso indica que o diferencial de juros entre os dois países ficará ainda mais comprimido - fator que joga contra o real.

 

Alta - O dólar comercial encerrou a quinta-feira (19/09) em alta de 1,43%, negociado a R$ 4,1623, o maior nível desde 3 de setembro. A valorização contra o real foi a maior do dia entre as 33 divisas mais líquidas do mundo, como também foi muito mais intensa. O salto por aqui foi o maior desde 19 de agosto, quando o dólar subiu 1,58%.

 

Real desvalorizado - A forte depreciação do câmbio levanta a discussão sobre até que ponto o real pode continuar se desvalorizando sem que isso afete a inflação e, com isso, represente alguma restrição à intenção do Copom de continuar cortando juros.

 

Repasse cambial - O economista-chefe da Garde, Daniel Weeks, pondera que o repasse cambial do dólar tem sido bastante tímido, pelo menos desde o ano passado. “Iniciamos 2018 com dólar a R$ 3,20 e encerramos a R$ 3,90. Já a projeção de inflação começou em 4% e encerrou em 3,55%, mesmo com a greve dos caminhoneiros e outros eventos.”

 

Cálculos - Em seus cálculos, o modelo do BC permite inferir que ele vê um repasse cambial de cerca de 5%. Isso significa que um câmbio perto de R$ 4,20 já aproximaria a inflação da meta, ao menos no cenário híbrido divulgado no comunicado do Copom na quarta-feira. “Eu começaria a me preocupar com um dólar a R$ 4,30, R$ 4,40”, diz.

 

Risco - O risco do dólar alto, porém, pode ir além da inflação. É o que alerta o economista Alberto Ramos, do Goldman Sachs. Segundo o analista, um diferencial de juros cada vez menor pode tornar a moeda brasileira ainda mais volátil e acabar desancorando o câmbio. Isso teria reflexos negativos não apenas para a inflação, mas também para as condições financeiras domésticas. “Caso as condições macroeconômicas se desestabilizem, a retomada do crescimento pode ser atingida, exatamente o contrário do que quer o BC.”

 

Desancoragem - O economista nota que esse processo de desancoragem pode começar a dar sinais tão logo o real ultrapasse o nível dos R$ 4,20. Por outro lado, diz Ramos, existe a possibilidade de a atual gestão do BC se mostrar mais disposta a “disciplinar” o mercado através de intervenções diretas. “Caso o real continue com desempenho muito abaixo das demais emergentes, isso pode animar o BC a entrar novamente no mercado”, afirma.

 

Análise semelhante - Análise semelhante faz o economista-chefe para América Latina do ING, Gustavo Rangel. Para ele, o Brasil não precisa usar juros para limitar a desvalorização de sua moeda, ao contrário de outros emergentes, como o México. “Não é controverso dizer que o câmbio a R$ 4,20 é muito depreciado”, diz.

 

Importante - O importante, para Rangel, é que as perspectivas de inflação e o crescimento autorizam o BC a continuar em um ciclo de cortes. E o câmbio, ao menos por enquanto, não incomoda. “O Brasil pode se dar ao luxo de praticamente ignorar o câmbio em sua política monetária” já que o repasse ainda é pequeno, afirma. (Valor Econômico)

PREVIDÊNCIA: Relatório sobre emendas à PEC vai à votação na CCJ na terça

 

previdencia 20 09 2019O relator da reforma da Previdência, senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), apresentou nesta quinta-feira (19/09) relatório com a análise das 77 emendas apresentadas em Plenário à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 6/2019. Ele acatou apenas uma emenda supressiva, para não prejudicar o acesso à aposentadoria integral de quem recebe vantagens variáveis vinculadas a desempenho no serviço público, e corrigiu a redação do trecho que inclui os informais entre os trabalhadores de baixa renda que terão acesso ao sistema especial de inclusão previdenciária, com alíquotas favoráveis.

 

Vista coletiva - Foi dada vista coletiva do novo relatório e a presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), Simone Tebet (MDB-MS), marcou a votação para a próxima terça-feira (24), a partir das 10h. A previsão é que a discussão se prolongue pela tarde, mas que o texto seja entregue para debate em Plenário no mesmo dia.

 

Calendário - “O calendário continua valendo: dia 24 pela manhã, discussão e votação na comissão, no período da tarde, votação e cinco dias corridos de novo prazo para alguma emenda de redação em Plenário para, na semana seguinte já começarmos a votação em segundo turno. Em 10 de outubro temos condições de entregar para o Brasil a reforma da Previdência”, estimou Simone, em entrevista após a reunião.

 

Rejeitadas - Foram rejeitadas as emendas de senadores com temas ligados a servidores públicos, mudanças em pensões, idade mínima, regras de transição, aposentadorias especiais, cálculo da aposentadoria, abono salarial e regras especiais para grupos específicos. Segundo o relator, nas emendas “não se identificaram novos temas em relação ao deliberado anteriormente na CCJ e em relação às conclusões de seu parecer anterior”.

 

Agradecimento - Tasso agradeceu o apoio dos senadores e o respeito e espírito público que permeou toda a discussão da PEC no Senado. Ele recebeu elogios dos senadores Jorginho Melo (PL-SC) e Paulo Rocha (PT-PA) pela gentileza e técnica com que trabalhou no relatório. “O bonito da democracia é isso, nós aceitarmos e convivermos com as divergências sem que elas levem a qualquer tipo de distanciamento pessoal ou moral em relação a todas essas diferenças”, disse Tasso.

 

Baixa renda - A redação da emenda apresentada pelo senador Renan Calheiros (MDB-AL) durante a aprovação da PEC 6/2019 na CCJ, no início do mês, foi corrigida por Tasso. Na versão anterior, havia brechas para interpretações de que um sistema especial de inclusão previdenciária deveria ser criado para atender aos trabalhadores de baixa renda e, num grupo adicional, aos informais. Pela nova redação proposta, fica claro que o sistema especial atenderá ao grupo dos trabalhadores de baixa renda, do qual os trabalhadores informais também fazem parte.

 

Gratificação de desempenho - A outra emenda acatada por Tasso foi apresentada pelo senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG) e suprime trecho da PEC 6/2019 que prejudicaria a garantia de aposentadoria integral para o servidor que tenha ingressado na carreira antes de 2003 e cuja remuneração seja composta de vencimento e gratificação de desempenho.

 

Interpretação - Segundo a interpretação de Pacheco, um servidor com remuneração formada somente pelo vencimento ou subsídio poderá receber aposentadoria integral, com o último salário da ativa, se cumprir o requisito mínimo de cinco anos no cargo público (além dos demais, como idade e tempo de contribuição).

 

Versão atual - Já o que tem salário composto por subsídio mais gratificação de desempenho, pela versão atual da PEC, não conseguiria se aposentar com integralidade pois, para ter acesso na inatividade ao último vencimento da ativa, deveria necessariamente ter contribuído sobre esse total por, no mínimo, 35 anos no cargo efetivo, se homem, e 30 anos, se mulher. Em ambas as situações, os servidores sofrem descontos previdenciários sobre o total do seu salário (incluindo a gratificação).

 

Servidores - Essa mudança beneficiará principalmente servidores estaduais e municipais, explicou Pacheco. Regras mais detalhadas sobre o tema serão incluídas na PEC Paralela, informou ainda Tasso Jereissati. (Agência Senado)

CÂMARA: Plenário conclui votação de projeto que altera regras eleitorais; texto seguirá para sanção

 

camara 20 09 2019O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quinta-feira (19/09), o projeto que altera regras eleitorais (Projeto de Lei 5029/19, antigo PL 11021/18). A matéria será enviada à sanção presidencial.

 

Mudanças - O texto aprovado, entre outras mudanças, prevê exceções ao limite de gastos de campanhas; estabelece itens nos quais podem ser usados recursos do Fundo Partidário; define critérios para análise de inelegibilidade; e autoriza o retorno da propaganda partidária semestral.

 

Acatadas - Na votação desta quarta-feira, os deputados acataram quatro exclusões propostas pelos senadores, acompanhando o parecer do relator, deputado Wilson Santiago (PTB-PB).

 

Publicação - Para valer nas eleições municipais do próximo ano, as regras precisam ser publicadas em até um ano antes do pleito, ou seja, até o começo de outubro deste ano.

 

Fundo de campanhas - Quanto aos recursos a serem destinados ao Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), não houve nova votação porque a Mesa considerou que o Senado fez mudanças apenas de redação. Para o próximo ano, caberá à lei orçamentária de 2020 definir o valor do fundo, segundo percentual do total de emendas de bancada cuja execução é obrigatória.

 

Orçamento - O projeto de lei do orçamento (PLOA 2020), enviado pelo governo Bolsonaro, destina R$ 2,54 bilhões para as eleições municipais. Em relação ao pleito de 2018 (R$ 1,72 bilhão), o aumento proposto é de 48%.

 

Exclusões - A Câmara excluiu do texto originalmente aprovado pelos deputados o trecho que previa a aplicação de multa de 20% sobre montante considerado irregular no julgamento da prestação de contas apenas no caso de dolo, quando há intenção de fraudar. Assim, a multa poderá ser aplicada inclusive se não houver essa intenção.

 

Prestação de conta - Sobre a prestação de contas, foi retirado dispositivo que permitia aos partidos corrigirem erros formais e materiais, omissões ou atrasos em sua prestação de contas até o seu julgamento para evitar a rejeição das mesmas.

 

Sistema de contabilidade - Os deputados retiraram ainda a permissão para os partidos usarem qualquer sistema de contabilidade disponível no mercado para escrituração e apresentação de contas, embora outro trecho do projeto que não foi excluído também faça referência à exigência de certificação digital por parte desses sistemas privados.

 

Trecho excluído - Sobre o mesmo tema, foi excluído trecho para manter os prazos atuais de prestação de contas por parte dos partidos, em vez de apenas em junho do ano seguinte, como constava da redação da Câmara.

 

Gastos permitidos - Segundo o texto aprovado, haverá quatro novas situações nas quais o partido poderá usar recursos do Fundo Partidário.

 

Contração - Poderão ser contratados serviços de consultoria contábil e advocatícia, inclusive em qualquer processo judicial e administrativo de interesse partidário ou de litígio que envolva candidatos do partido, eleitos ou não, relacionados exclusivamente ao processo eleitoral.

 

Destaques - Destaques do Cidadania e do Psol pretendiam excluir dispositivos relacionados a esse tema, mas foram rejeitados. Entretanto, emenda de redação do relator retirou a possibilidade de esses serviços serem relacionados a processos sobre exercício de mandato eletivo ou que pudessem acarretar reconhecimento de inelegibilidade.

 

Pagamento de juros - As legendas poderão usar o dinheiro do fundo também para pagar juros, multas, débitos eleitorais e demais sanções relacionadas à legislação eleitoral ou partidária; na compra ou locação de bens móveis e imóveis, construção de sedes e realização de reformas; e no pagamento pelo impulsionamento de conteúdos na internet, incluída a priorização em resultados de sites de pesquisa.

 

Boleto bancário - Nesse último caso, o pagamento deverá ser feito com boleto bancário, depósito identificado ou transferência eletrônica, proibido o pagamento nos 180 dias anteriores às eleições.

 

Participação feminina - Em relação aos programas de promoção da participação feminina na política, mantidos com recursos do fundo, o texto não permite mais que instituto ou fundação de pesquisa e de doutrinação e educação política conduzam esses programas. O órgão que cuidar dessa finalidade deverá ser comandado pela Secretaria da Mulher do partido.

 

Valor - Na proposta de orçamento federal para 2020, o Fundo Partidário atingiu R$ 959 milhões após a correção pela inflação (3,37%).

 

Derrota - Destaques do Novo e do PSL tentaram retirar alguns ou todos os novos gastos permitidos, mas foram derrotados pelo Plenário.

 

Troca entre partidos - Por outro lado, os partidos não poderão mais doar entre si recursos do FEFC ou do Fundo Partidário. Quando alguma legenda se recusar a receber sua parcela, esse valor não poderá ser rateado entre os demais partidos.

 

Pagamento de pessoal - Em relação ao pagamento de pessoal contratado pelos partidos, o projeto dispensa a aplicação da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT – Decreto-Lei 5.452/43) para atividades remuneradas com valor mensal igual ou superior a duas vezes o teto de benefícios do INSS, atualmente fixado em R$ 5.839,45, se relacionadas à direção de órgãos partidários, suas fundações e institutos e também ao assessoramento e ao apoio político-partidário, assim definidas em normas internas da legenda. (Agência Câmara)

PARANÁ: Secretaria da Saúde confirma 13 casos de sarampo no Estado

 

parana 20 09 2019A Secretaria de Estado da Saúde informa que aumentou para 13 os casos confirmados de sarampo até quarta-feira (18/09). O Informe Epidemiológico número quatro, divulgado nesta quinta (19/09), indica que 147 casos estão em investigação e um grupo de 20 pacientes já tiveram os exames negativos para a doença. Dos quatro novos casos confirmados um é de Curitiba, dois de Maringá e um de Ponta Grossa, com faixa etária de todos entre 20 e 29 anos.

 

Circulação - “Embora todos os 13 casos sejam importados, sendo que 12 pessoas viajaram para São Paulo e uma para Santa Catarina, a circulação do vírus está acontecendo e ampliando o seu território no Estado. Por isso é importante estar vacinado”, alertou o secretário de estado da saúde, Beto Preto.

 

Municípios - Os municípios que tiveram pacientes com registros de sarampo confirmados são Campina Grande do Sul, Curitiba, Ponta Grossa, Maringá, Rolândia e Jacarezinho. Curitiba aparece no informe com o maior número de casos – são sete confirmações. Em Maringá são dois pacientes e nos demais municípios uma confirmação.

 

Maior incidência - A maior incidência de sarampo ocorre na faixa de idade entre 20 e 29 anos, com oito casos confirmados. Na faixa etária entre 40 e 49 anos estão confirmados dois casos. Entre 10 e 19 anos, 30 e 39 anos e 50 a 59 anos foi confirmado um caso em cada faixa de idade.

 

Início de agosto - Até o início de agosto, o Paraná estava há 20 anos sem registro da doença. O último caso antes de 2019 aconteceu em 1999, remanescente do surto ocorrido no ano anterior. Em 1998 houve 873 casos no Paraná e um óbito decorrente de complicações da doença.

 

Doença - O sarampo é uma doença infecciosa, transmitida por vírus e que pode ser contraída por pessoas de qualquer idade. As complicações decorrentes do sarampo são mais graves em crianças menores de cinco anos e podem causar meningite, encefalite e pneumonia, entre outras. O vírus é transmitido pela respiração, fala, tosse e espirro. As micropartículas virais ficam suspensas no ar, por isso o alto poder de contágio da doença.

 

Sintomas - Os sintomas mais comuns são febre alta, tosse, coriza, conjuntivite, exantema (manchas avermelhadas na pele que aparecem primeiro no rosto e atrás da orelha e depois se espalham pelo corpo). Podem ocorrer ainda outros sintomas como cefaleia, indisposição e diarreia. Como não existe tratamento específico para o sarampo é importante ficar atento ao aparecimento dos sintomas.

 

Situação global - De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), os surtos de sarampo se espalham rapidamente em todos os continentes. Nos primeiros sete meses de 2019 a OMS informa que mais de 364 mil casos de foram registrados em 182 países. No mesmo período em 2018 esse número foi de pouco menos que 130 mil casos, em 181 países

 

Brasil - No Brasil, de acordo com o Ministério da Saúde, são 3.339 casos confirmados até 7 de setembro. Os casos estão distribuídos em 16 estados, com a maior concentração em São Paulo.

 

Vacinação - A vacina contra o sarampo é gratuita e faz parte do Calendário Nacional de Vacinação. A secretaria estadual orienta a população para que fique atenta às datas da carteira de vacinação e aos registros de doses.

 

Dose zero - A dose zero deve ser aplicada em crianças entre seis e onze meses. A dose número um aos 12 meses de vida com a vacina tríplice viral (que previne sarampo, caxumba e rubéola), e a dose dois aos 15 meses com a vacina tetra viral (que previne sarampo, rubéola, caxumba e varicela/catapora).

 

Até 29 anos - A população com até 29 anos deve receber duas doses da vacina. As pessoas que estão no grupo com idade entre 30 e 49 anos são consideradas vacinadas com apenas uma dose. Acima dos 50 anos a imunização é indicada somente nos casos de bloqueio vacinal, após a exposição a casos de suspeita da doença ou confirmados.

 

Mulheres amamentando - Mulheres que estão amamentando podem ser vacinadas. Aquelas que desejam engravidar devem aguardar no mínimo 30 dias após receber a dose da vacina. Os profissionais da área da saúde devem ser imunizados com as duas doses da tríplice viral em qualquer faixa etária, independente se atuam na atenção primária, secundária ou terciária.

 

Não é indicado - Não têm indicação para tomar a vacina as pessoas com a imunidade baixa, mulheres grávidas e menores de seis meses de idade.

 

Doação de sangue - Neste período de inverno as doações de sangue reduzem bastante. O Hemepar orienta que para que a coleta seja feita é necessário primeiro fazer a doação de sangue para depois tomar a vacina do sarampo. Pessoas que foram vacinadas devem aguardar 30 dias para que estejam liberadas para a doação de sangue.

 

Locais - Todas as Unidades de Saúde Básica no Paraná têm doses da vacina contra o sarampo. Para recebâ-la basta ir até uma delas levando um documento com foto e a carteira de vacinação, caso tenha. (Agência de Notícias do Paraná)

 


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