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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4661 | 12 de Setembro de 2019

PR COOPERATIVO: Revista destaca os 20 anos de história do Sescoop/PR

pr cooperativo 12 09 2019Histórias de vida que se transformaram a partir de oportunidades oferecidas por meio das atividades de formação profissional e promoção social disponibilizadas pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR). Assim, trazendo diferentes experiênicias, a edição 173 da revista Paraná Cooperativo mostra como tem sido a trajetória da entidade, que completa 20 anos no dia 21 de setembro. “A Ocepar sempre se preocupou com a formação do capital humano do cooperativismo”, destaca José Roberto Ricken, na seção Palavra do Presidente. “E os programas de capacitação dirigido a diferentes setores, somado ao trabalho de promoção social, mudaram o perfil do capital humano do cooperativismo paranaense. Mas a contribuição do Sescoop/PR foi ainda maior. O nosso S permitiu que tivéssemos informações aprofundadas da realidade das cooperativas, fator fundamental para a implantação de um processo constante de planejamento”, complementa.

Entrevista – O ex-presidente da Ocepar, João Paulo Koslovski, é o entrevistado deste número. Para ele, a criação do Sescoop deu condições ao setor de investir de forma contínua na qualificação do público cooperativista, o que melhorou a gestão e o nível de profissionalização das cooperativas.

Mais – A publicação traz ainda matérias sobre a mobilização do setor produtivo paranaense para que o Estado obtenha o status de área livre de febre aftosa sem vacinação. Na seção Conexão Frencoop, são apresentadas informações sobre as ações realizadas pelos deputados federais e senadores paranaenses que integram a Frente Parlamentar do Cooperativismo no Congresso Nacional.

Clique aqui e confira na íntegra a edição nº 173 da revista Paraná Cooperativo

 

13º PRÊMIO OCEPAR: Trabalhos vencedores estão disponíveis no Portal Paraná Cooperativo

premio ocepar 12 09 2019Os 14 trabalhos vencedores do 13º Prêmio Ocepar de Jornalismo estão disponíveis no Portal Paraná Cooperativo. Podem ser conferidas as três melhores reportagens nas categorias Telejornalismo, Radiojornalismo, Jornalismo Impresso e Mídia Cooperativa e as matérias finalistas dos Prêmios Especiais Unimed e Crédito.

Troféus - A entrega dos troféus aos autores foi realizada na sexta-feira passada (06/09), em Curitiba, no encerramento do Fórum dos Presidentes das Cooperativas Paranaenses, que ocorreu paralelamente ao 7º Fórum de Agricultura da América do Sul, no Museu Oscar Niemeyer (MON). Na solenidade estavam presentes o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, o vice-governador Darci Piana, o prefeito de Curitiba, Rafael Greca, diretores da Ocepar e profissionais que integraram a Comissão Julgadora do Prêmio.

 

Recorde - Esta edição do concurso – que teve como tema “No campo ou na cidade somos o cooperativismo no Paraná” –, registrou recorde de participações: ao todo foram 130 trabalhos inscritos, assim distribuídos por categoria: Telejornalismo 22; Radiojornalismo 18; Jornalismo Impresso 26; Mídia Cooperativa 30; Prêmio Especial Unimed (Ramo Saúde) 11; e Prêmio Especial Ramo Crédito 23. 

Iniciativa - O Prêmio Ocepar de Jornalismo é uma iniciativa do Sistema Ocepar, com apoio financeiro da Central Sicredi PR/SP/RJ e Federação Unimed do Paraná e apoio institucional da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná (Sindijor/PR) e do Sindicato dos Jornalistas do Norte do Paraná.

 

 

E-SOCIAL I: Reunião discute simplificação de leiautes

 

esocial I 12 09 2019Representantes da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (Secretaria de Trabalho, INSS e Secretaria de Previdência), Serpro e Dataprev se reuniram em Brasília com entidades que compõem o GT Confederativo, no dia 4 de setembro, e com empresas usuárias, nos dias 2 e 3 de setembro, para tratarem da simplificação do eSocial. Representantes da Confederação Nacional das Cooperativas (CNCoop) contribuíram com os debates.

 

Propostas - Foram analisadas e discutidas as propostas de alteração apresentadas pela equipe técnica da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho – SEPRT, juntamente com as propostas apresentadas pelos representantes das empresas. O principal objetivo dessa reunião foi criar um consenso na nova proposta de leiautes do eSocial, para atender as demandas de simplificação solicitadas pela sociedade civil, além de permitir ao governo a substituição de obrigações atualmente exigidas.

 

Eficaz e factível - A gerente sindical da CNCoop, Jucélia Ferreira, disse que o Sistema OCB participa ativamente da construção de um cronograma, para que a simplificação seja eficaz e factível. “Nosso objetivo é o de apresentar resultados positivos para a sociedade brasileira, esperando que a nova plataforma atenda aos anseios do setor econômico cooperativista e garantindo a segurança jurídica e a previsibilidade no ambiente de negócios”, declara.

 

Construção conjunta - Na avaliação do Auditor Fiscal do Trabalho João Paulo Ferreira Machado, Coordenador Geral do eSocial, os encontros foram muito ricos tecnicamente e trouxeram uma visão do que as empresas esperam desse processo de melhoria: “Todas as sugestões serão consideradas na avaliação do novo leiaute do eSocial. O novo eSocial será construído em conjunto pela sociedade e pelo Governo, considerando as dificuldades e experiências encontradas pelas empresas no passado. Além disso, conseguimos mostrar a necessidade de solicitar algumas informações para permitir a substituição de outras obrigações, evitar a duplicidade de obrigações e cumprir a missão legal dos entes partícipes.”

 

Participação fundamental - A participação das empresas nesse processo é fundamental para construir um sistema enxuto e objetivo. Dentre as sugestões discutidas nos encontros, destaca-se o pedido para que as informações continuem sendo transmitidas apenas para um ambiente único, de forma que as empresas não percam os investimentos que já foram realizados em seus sistemas. A definição sobre a competência e a forma que cada órgão do eSocial receberá as informações transmitidas pelos empregadores deve ser realizada internamente no governo, sem onerar a sociedade. Também foi solicitada a reavaliação do cronograma de implantação de novas obrigações, para que as empresas tenham tempo para adaptar seus sistemas e se preparar para transmitir os eventos.

 

Benefícios - Segundo Paulo Roberto Silva, representante do Conselho Federal de Contabilidade - CFC, “a simplificação proposta para o eSocial trará fortes benefícios à sociedade e facilitará o desenvolvimento e implementação do novo sistema junto às empresas brasileiras”.

 

Interesse - Para a Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação - Brasscom, o encontro mostra o interesse do Governo em ouvir a sociedade e atender seus anseios. Para Sérgio Sgobbi, representante da entidade, “a retomada das reuniões do GT Confederativo e das reuniões técnicas com as empresas parceiras foi um passo fundamental. Acredito que a proposta discutida nesse encontro atende à demanda de simplificação, sem perder os investimentos já realizados”.

 

Detalhes - Conforme nota conjunta publicada pelos Secretários Especiais de Previdência e Trabalho e da Receita Federal do Brasil, até 30/09/2019 o governo publicará os detalhes do novo eSocial, bem como seu cronograma final de implementação e de substituição de diversas obrigações, como GFIP, RAIS, Caged e CTPS Digital. (OCB, com informações da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho)

E-SOCIAL II: Publicada revisão da Nota Técnica 15/2019 com datas de implantação

 

esocial II 12 09 2019A republicação da Nota Técnica 15/2019 trouxe as datas de implantação nos ambientes de produção e de testes. A publicação original não especificava essas datas. Conforme a Nota Técnica 15/2019 revisada, há a previsão de implantação nas seguintes datas: 

- Ambiente de produção restrita (testes): 08/10/2019

- Ambiente de produção: 11/11/2019

 

Correções - A revisão também trouxe pequenas correções e ajustes ao texto original da Nota Técnica 15/2019.

 

eSocial - A Nota Técnica nº 15/2019 tem como objetivo implantar as primeiras medidas de simplificação e  modernização do eSocial, conforme disposto no art. 9º da Portaria nº 300, de 13/06/2019. As empresas encontrarão o conteúdo da Nota, bem como os esquemas XSD e as alterações do leiaute da versão 2.5 clicando aqui ou acessando a área de Documentação Técnica. (Portal eSocial)

FÓRUM DE AGRICULTURA: Inovação e sustentabilidade são o norte do sucesso da agropecuária, prevê empresária rural

forum agricultura 12 09 2019Um dos destaques da programação do 7º Fórum de Agricultura da América do Sul, realizado no Museu Oscar Niemayer, em Curitiba, nos últimos dias 5 e 6, foi o painel sobre Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF), tecnologia de produção que integra diferentes sistemas produtivos, agrícolas, pecuários e florestais dentro de uma mesma área, tanto de forma consorciada, em sucessão ou em rotação, visando ao benefício de todas as atividades. A ILPF foi assunto do painel com participação do presidente do conselho administrativo da Cocamar, Luiz Lourenço, da proprietária da Fazenda Santa Brígida em Ipameri (GO), Marize Porto Costa, e do diretor de marketing da John Deere, João Pontes. 

Tecnologia - Luiz Lourenço explicou que o sistema consiste em uso intensivo em solo sempre coberto, “para que a questão ambiental seja respeitada, com a retenção de carbono”. Segundo ele, o sistema começou a ser desenvolvido pela Embrapa, por meio de projetos que visavam às melhorias e reestruturação de solos de pastagens, no século passado. E, entre 2005 e 2007, houve a consolidação da tecnologia que viabilizou o conceito de integração lavoura, pecuária e floresta.

Ocupação - Lourenço lembrou que a agricultura no Brasil ocupa cerca de 8% do território nacional, o que corresponde a  70 milhões de hectares; a pecuária dissemina-se em  20%, ou seja, 165 milhões de hectares, que, na média, é pouco produtiva. Segundo dados da Embrapa a área de pastagem degradadas no país chega a 100 milhões de hectares. “A integração é um instrumento que permite pegar parte desse solo para produzir mais bois, assim como grãos. A integração bem conduzida pode elevar em até 10 vezes o faturamento da pecuária por hectare. Por exemplo, a produção da pecuária tradicional é de quatro arrobas por hectare, com faturamento bruto de R$ 600,00. Essa é a média brasileira de produção de carne”, enfatizou o cooperativista.

Exemplo - Em Ipameri, no interior de Goiás, Marize Porto Costa, em 2002, com o falecimento do marido, assumiu a Fazenda Santa Brígida, de 960 hectares, cuja atividade principal era a pecuária de corte. E teve de dividir a atividade de dentista com a de pecuarista, enfrentando queda de produtividade do rebanho e prejuízos, tanto que para pagar funcionários – 4 na época – o dinheiro vinha do consultório dentário. À plateia atenta à sua palestra, no último dia do 7º Fórum de Agricultura, ela lembrou que, em 2006, a ocupação média por hectare era de 0,5 unidade animal e produção anual de 2,5 arrobas em igual área da propriedade. O prejuízo por hectare era de R$ 200,00. Com a assistência da Embrapa ela investiu no sistema Integração Lavoura, Pecuária e Floresta, e a Santa Brígida renasceu forte, saudável e rentável.

Oásis - Não foi fácil, mas o resultado de muito trabalho, persistência, investimento em tecnologia é de encher os olhos: a qualidade da terra foi restaurada, as pastagens foram  recuperadas, a água brota com mais abundância e enche lagos e a terra vermelha de antes cobriu-se de muito verde – lavouras de milho, intercaladas com braquiária, soja, sorgo, pastagens e gado viçoso, além do eucalipto. A fazenda virou empresa que funciona os 12 meses do ano, relatou Marize. “Em outubro de 2018, a lotação foi de 4 animais e produção de 30 arrobas por hectare/ano, que já passou de 40 arrobas. E temos muito espaço para crescer, tanto que esperamos chegar às 60 arrobas/hectare/ano em 2020. Hoje a fazenda tem resultado líquido de R$ 3 mil por hectare/ano e gera 25 empregos diretos, mantendo a mesma área”, revelou.

Evolução - Marize lembrou que, ao longo do tempo, o setor rural acumula notícias boas. “Passamos por algumas revoluções na agricultura. A primeira, nascida aqui no Paraná, foi na década de 1970 com o sistema de plantio direto; a segunda ocorreu na década de 1990, com a segunda safra, que nasceu safrinha, se tornou adulta e agora é uma safrona. E, agora, no século 21 a resposta para o ganho de produtividade, aumento de produção e sustentabilidade, com ‘não ao desmatamento’ e ‘não ao aquecimento global’, é a integração lavoura, pecuária e floresta”, afirmou, ao destacar que “sempre fomos bons em agricultura e produtividade, tanto que, com aumento de área de 70%, o país elevou a produção em 500%. Este é o diferencial, a poupança de hectares de desmatamento”. Para ela, os desafios da atividade previstos para os próximos anos, até  2030, por exemplo, serão superados por meio de “duas coisas muito importantes: inovação e sustentabilidade”.

 

FPA: Frente Parlamentar da Agricultura discute gestão compartilhada de energia no campo

 

agricultura 12 09 2019A gestão compartilhada de energia no campo foi o principal assunto da reunião entre deputados e senadores da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) de terça-feira (10/09). O deputado Evair de Melo (ES), segundo vice-presidente do colegiado, apresentou a expertisedo Espírito Santo para solução de compartilhamento para usuários a distância. O sistema permite que duas ou mais unidades consumidoras possam usufruir da energia produzida por uma única unidade geradora.

 

Almoço - A convite do vice-presidente da FPA, deputado Federal Evair de Melo (ES) – que presidente a Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), estiveram no almoço o diretor executivo do Sicoob ES, Nailson Dalla Bernadina, o diretor executivo da CleanClic e Conselheiro Voluntário na Ciclos, Vitor Romero Moulin Teixeira, o conselheiro da Absolar, Marcio Takata, e o analista técnico e econômico da OCB, Marco Olívio Morato de Oliveira.

 

Parceria pioneira - Segundo Evair de Melo, é uma parceria pioneira que possibilita ao cooperado usar o sistema fotovoltaico (geração de energia elétrica a partir da luz solar, por meio de painéis) onde ele estiver, dividindo a eletricidade e os custos. “É uma forma de compactar o investimento, uma vez que a plataforma está disponível para inúmeros usuários de maneira remota”.

 

Apresentação - Presidente da Frencoop, Evair afirmou também que a apresentação feita pela Ciclos – uma cooperativa de geração de energia – é importante para a discussão de matriz energética no Brasil e completa dizendo que essa iniciativa “mostra que o cooperativismo é uma grande porta para a sustentabilidade”.

 

Plataforma - A plataforma cooperativa do Espírito Santo permite que os usuários tenham previsibilidade no custo da energia, que é limpa e renovável. O deputado também destacou que o sistema possibilita até 80% de redução na fatura e descontos de 8% a 12% na conta de luz. A expectativa, segundo ele, é chegar a 2.500 residências no estado nos próximos 12 meses, na cidade e no campo.

 

Inauguração - Em agosto, a Ciclos inaugurou o maior complexo de geração de energia compartilhada do país, localizado em Ibiraçu, norte do Espírito Santo. A ampliação do sistema já é prevista e, para tanto, deverão ser investidos R$ 35 milhões. O conjunto dessas usinas fotovoltaicas vão gerar energia para as agências do Sicoob em todo o Espírito Santo. A expectativa é gerar 140 mil kWh/mês, valor suficiente para fornecer energia em cerca de 500 residências, e economizar R$ 85 mil por mês, aproximadamente. (OCB, com informações da Agência FPA)

SICOOB UNICOOB: Parceria é firmada com Plug and Play, a maior aceleradora de startups do mundo

 

sicoob unicoob 12 09 2019O Sicoob Unicoob, ligado ao maior sistema financeiro cooperativo do Brasil, firmou parceria com a Plug and Play, a maior aceleradora de startups do mundo, sediada no Vale do Silício, nos Estados Unidos. O sistema está entre os sócios-fundadores do primeiro escritório da empresa no Brasil, localizado em São Paulo (SP).

 

Acesso - A participação na aceleradora garantirá ao Sicoob Unicoob o acesso a uma grande rede de startups, que podem colaborar para o alinhamento dos processos internos e contribuir para um atendimento cada vez melhor aos cooperados. 

 

Histórias de sucesso - O diretor de Serviços e TI do Sicoob Central Unicoob, Emerson Iten, destaca que na aceleradora da Plug and Play começaram histórias de sucesso, como Pay Pal, Dropbox, SoundHoud e Lending Club. Portanto, ele acredita que a parceria será fundamental para acelerar o processo de inovação e transformação digital do sistema, que atualmente é formado por 18 cooperativas filiadas. 

 

Ligação - “Estaremos diretamente ligados às melhores startups do mundo, vamos explorar novas e importantes oportunidades. Além disso, teremos a oportunidade de acompanhar de perto o ecossistema de inovação do Brasil e do Vale do Silício, identificando e aplicando soluções de vanguarda para os nossos associados”, explica.

 

Ideia - A ideia da parceria entre o Sicoob Unicoob e a Plug and Play surgiu a partir do Comitê de Inovação, que foi criado em 2018, quando o sistema definiu seu novo planejamento estratégico e declarou o propósito de “humanizar as relações financeiras”.

 

Objetivo - Formado por profissionais que ocupam cargos de liderança nas cooperativas e Central, o grupo tem como objetivo discutir ideias e formas de inovar no cooperativismo financeiro, buscando mudar para encantar cada vez mais os cooperados.  

 

Dedicação - Para o diretor de Gestão do Sicoob Central Unicoob, Marcio de Souza Gonçalves, para inovar é preciso estudar, conhecer bem o ambiente e, acima de tudo, manter a dedicação como parte da rotina. Segundo ele, práticas como incentivar as pessoas a sugerirem mudanças inovadoras, premiar as sugestões que forem implementadas ou até mesmo firmar parcerias com startups são caminhos para tornar a inovação uma realidade nas organizações.

 

Novas tecnologias - “Muito mais do que a adoção de novas tecnologias, é preciso mudar a forma de encarar o seu negócio, seus cooperados, o mercado e oferecer a todos soluções que os surpreendam e os entusiasmem. Isso é inovação. E é isso que buscamos com a parceria que fechamos com a Plug and Play”, ressalta.

 

Programas - Para o primeiro ano, a Plug and Play Brazil irá executar dois programas, um deles focados em Foodtech (cadeia de alimentos) e Agritechs (agronegócio) e o outro em Fintechs (sistema financeiro), auxiliando startups destes segmentos de todo o mundo a adentrar nesses mercados. O evento de inauguração da sede da aceleradora, em São Paulo, será em 18 de setembro.

 

Papel fundamental - “As cooperativas financeiras desempenham um papel fundamental nas economias locais dos países da América Latina, pois atuam como uma estrutura vital de poupança e crédito para um vasto número de pessoas. A aliança entre Sicoob Unicoob e Plug and Play permitirá que a inovação se torne uma ferramenta que possibilitará à entidade construir relacionamentos mais confiáveis com seus membros”, afirma Saeed Amidi, CEO e fundador do Plug and Play Tech Center. (Imprensa Sicoob Unicoob)

SICOOB TRÊS FRONTEIRAS: Produtos e serviços são divulgados na Feira de Imóveis de Foz do Iguaçu

 

sicoob tres fronteiras 12 09 2019Sempre apoiando eventos da comunidade, o Sicoob Três Fronteiras marcou presença na 11° Feira de Imóveis de Foz do Iguaçu. Realizado nos dias 30, 31 de agosto e 1º de setembro, no Cataratas JL Shopping, o evento reuniu representantes do setor imobiliário e construtoras, que apresentaram seus empreendimentos comerciais e residenciais.

 

Vitrine - A iniciativa, promovida pelo Secovi-PR Regional Cataratas, serviu como vitrine para o Sicoob Três Fronteiras apresentar as vantagens dos produtos e serviços disponíveis no portfólio da cooperativa. Para receber os visitantes, a cooperativa contou com a presença de membros da Diretoria Executiva e de colaboradores, que atuaram como voluntários.

 

Atendimentos - Nos três dias, foram realizados mais de 40 atendimentos e efetivadas vendas de consórcios imobiliários e seguros. Além disso, a partir dos contatos realizados na feira, a cooperativa já tem diversos negócios e aberturas de contas encaminhados. 

 

Resultados - Segundo o gerente de agência, Jeferson Continentino, “fazer parte da comunidade e ser vista como uma instituição que realmente participa das coisas não tem preço. Os resultados pela nossa participação na feira continuarão aparecendo depois”.

 

Importância - “A participação do Sicoob em feiras como essa é de grande importância para mostrarmos nossos produtos e serviços para cooperados e não cooperados em busca de novas prospecções e realização de vendas durante e pós feira”, completou a Supervisora Administrativa, Nanci Mora.

 

Única - Já para as gerentes de relacionamento Leticia Antunes e Juliana Rocha, que participaram pela primeira vez nesse tipo de evento, o fato de o Sicoob ser a única instituição financeira presente na Feira de Imóveis ajudou muito. “Nossa participação demonstrou interesse em proporcionar o desenvolvimento do mercado imobiliário, mostrou que nos dispomos a ajudar as pessoas na realização de sonhos”, disseram.

 

Interação - “Tivemos a oportunidade de interação não apenas com pessoas interessadas em adquirir um imóvel, mas inclusive com as imobiliárias presentes, vislumbrando possíveis parcerias para o futuro”, concluiu o assistente de Seguros, Consórcios e Previdência, Eduardo Seubert. (Imprensa Sicoob Unicoob)

COPAGRIL: Estudantes de agronomia realizam visita técnica na cooperativa

 

Os acadêmicos do quarto ano do curso de Agronomia da Unioeste – Universidade Estadual do Oeste do Paraná, campus de Marechal Cândido Rondon, participaram na manhã desta quarta-feira (11/09) de uma visita técnica sobre os procedimentos de teste de germinação na Cooperativa Agroindustrial Copagril. Os 34 estudantes participaram de uma apresentação sobre a cooperativa e sobre os processos, visitaram o armazém sementeiro, acompanharam a coleta de amostras e também o teste realizado em laboratório, além de visitar a Estação Experimental onde são realizados os testes de germinação em campo.

 

Estrutura física e organizacional - O engenheiro agrônomo responsável pelo setor agronômico da Copagril, Paulo Brunetto, fez a apresentação da estrutura física e organizacional da cooperativa e explicou sobre as técnicas adotadas para os testes de germinação das sementes de soja. “Temos responsabilidade de passar aos cooperados sementes de qualidade, então realizamos os procedimentos de teste em todos os lotes de sementes”, explica ao falar das atividades que foram apresentadas aos acadêmicos, os quais tiveram a oportunidade de conciliar a teoria de sala de aula com a prática da cooperativa.

 

Tecnologia e Produção de Sementes - A visita faz parte da programação da disciplina de Tecnologia e Produção de Sementes ministrada pela professora Daniele Guarienti Rorato. “Conduzimos essa disciplina durante um ano letivo. Os alunos estudam todos os fundamentos básicos, desde a formação das sementes até os processos de laboratório e produção. Com a visita eles conseguem ver a teoria aplicada, assim materializar o conhecimento e adquirir experiências práticas”, explica a professora.

 

Prática profissional - Acompanhados pela responsável dos testes, engenheira agrônoma Thais Lengert, o grupo conheceu a estrutura organizacional da Copagril e teve uma apresentação da metodologia e processos de análise de germinação de sementes de soja usados pela cooperativa. Eles visitaram o armazém de sementes e acompanharam a coleta das amostras, também foram ao laboratório para verificar o modelo de teste em estufa e terminaram a visita em campo, com o teste de germinação em solo.

 

Mercado - Entre os estudantes estavam Julia Carolina Weizenmann e Vinicios Krug. Segundo Julia, a conciliação entre teoria e prática é fundamental, combinando o que foi aprendido em sala com as atividades práticas. “Importante para compreendermos o funcionamento de uma grande empresa, como é o recebimento, armazenamento e coleta, assim entender como é no dia a dia porque é para cá que viremos e precisamos estar preparados para o mercado”, destaca a acadêmica.

 

Agregação - Conforme Vinicios, o conteúdo teórico é trabalhado em sala e na visita os estudantes podem acompanhar a realidade do campo e aquilo que é vivenciado pelo produtor. “Usamos a experiência adquirida, aplicamos o conhecimento e na visita entendemos os procedimentos na prática, de modo que tudo soma-se a nossa realidade e agrega na formação profissional”, comenta. (Imprensa Copagril)

 

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LEGISLATIVO: Década da Agricultura Familiar é lançada na Câmara

 

legislativo 12 09 2019Foi lançada oficialmente na Câmara dos Deputados, nesta quarta-feira (11/09), a Década da Agricultura Familiar (2019-2028). A iniciativa está em consonância com o plano de ação global contra a fome e a pobreza anunciado em 29 de maio, em Roma, pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) - cujo objetivo é acabar com a fome no mundo até 2030.

 

Lei - O lançamento ocorreu durante comissão geral que celebrou no Plenário da Câmara os 13 anos da Lei da Agricultura Familiar (11326/06) e debateu os desafios para a permanência dos jovens no campo.

 

Sustentabilidade - O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), por meio de discurso lido em Plenário, reconheceu que a produção agrícola das famílias se caracteriza por uma relação diferenciada com a terra e contribui com a preservação e uso sustentável dos recursos naturais.

 

Políticas - “É importante, portanto, desenvolver políticas que tornem o meio rural mais atrativo, com inovação e lucratividade suficientes para garantir a dignidade das famílias e propor alternativas para a manutenção do jovem no campo”, disse o presidente.

 

Jovens - Não haverá a permanência dos jovens no campo se não tivermos acesso à terra, à educação, à formação, ao crédito, à inovação tecnológica e aos mercados. O campo, sem pessoas, morre”, corroborou o deputado Heitor Schuch (PSB-RS), que preside a Frente Parlamentar da Agricultura Familiar na Câmara e propôs a realização da comissão geral.

 

Papel - O parlamentar gaúcho ressaltou ainda o papel do agricultor familiar como provedor de alimentos e como agente de equilíbrio ambiental, mas disse que esse segmento da agricultura ainda carece de políticas públicas que assegurem infraestrutura, renda e capacitação.

 

Pilares - Representando a FAO Brasil, Gustavo Chianca explicou que, no âmbito global, o plano tem sete pilares que visam melhorar a inclusão socioeconômica, a resiliência e o bem-estar em lares e comunidades da agricultura familiar. Além disso, pretende incentivar a sustentabilidade, a multifuncionalidade e a capacidade dos agricultores familiares de mitigarem as mudanças climáticas.

 

Compromisso - Chianca destacou ainda o compromisso do atual diretor da FAO com a erradicação de todas as formas de má nutrição até 2030. “Fome e obesidade são dois lados de uma mesma uma moeda e a agricultura familiar é uma grande arma para combater essa futura e grande epidemia. Ela vai trazer alimentos saudáveis que podem ajudar no combate à fome e à obesidade”, disse.

 

Crítica - Os deputados Schuch e Carlos Veras (PT-PE) criticaram a extinção do Ministério do Desenvolvimento Agrário.

 

Retrocesso - Veras reclamou ainda do retrocesso nas políticas voltadas para o campo. “Cadê o Pronaf Jovem, o Pronaf Mulher, o programa de primeira terra, a reforma agrária?”, questionou. “Em vez disso, estamos vendo a liberação de armas, para que os coronéis do latifúndio matem os trabalhadores que produzem alimentos saudáveis e orgânicos, a liberação de agrotóxicos e o ataque às populações tradicionais”, criticou.

 

Produção de alimentos - Presidente da Confederação Internacional de Organizações de Produtores Familiares do Mercosul Ampliado (Coprofam), Alberto Broch espera que a próxima década se traduza, de fato, em mudanças na vida de milhares de pessoas que vivem no campo. “Não é possível a agricultura familiar continuar produzindo 80% dos alimentos e tendo acesso a menos de 20% das terras”, disse.

 

Censo - Segundo o Censo Agropecuário, a agricultura familiar é a base da economia de 90% dos municípios brasileiros com até 20 mil habitantes. O Brasil possui cerca de 4,3 milhões de estabelecimentos rurais que utilizam a terra para a agricultura familiar, ocupando uma área total de aproximadamente 80 milhões de hectares.

 

Produção - Esse segmento produz 87% da mandioca, 70% do feijão, 46% do milho, 38% do café, 34% do arroz e 21% do trigo do Brasil. Na pecuária, responde por 60% do leite, 59% dos suínos, 50% das aves e 30% dos bovinos. (Agência Câmara)

IAPAR: Reunião discute manejo de doenças em milho segunda safra

 

iapar 12 09 2019Pesquisadores e especialistas do Instituto Agronômico do Paraná (Iapar), Ministério da Agricultura e Abastecimento (Mapa), da Embrapa, universidades, cooperativas e de multinacionais fabricantes de agroquímicos se reúnem nesta quinta-feira (12/09), em Londrina (PR), para discutir os resultados de estudos sobre manejo de doenças em lavouras de milho segunda safra.

 

Avaliação - O objetivo do encontro é discutir os resultados obtidos em uma rede de ensaios que avalia os fungicidas para a cultura. O estudo vem sendo conduzido há quatro anos e, com 32 ensaios de campo no período, abrange todas as regiões produtoras do Paraná.

 

Conhecimento - “Esse conhecimento é importante para diminuir perdas, racionalizar custos de produção e reduzir os danos ambientais por meio do uso racional desses produtos”, explica Adriano Custódio, pesquisador do Iapar que coordena o projeto.

 

Crescimento - Antes secundária, a segunda safra de milho cresceu em importância e atualmente ocupa a maior área de plantio no Paraná. De acordo com o Departamento de Economia Rural da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (Seab), neste ano foram cultivados 2,2 milhões de hectares, que renderam 13,4 milhões de toneladas do grão.

 

Doenças foliares - O projeto estuda doenças foliares – mancha branca, mancha de cercóspora, helmintosporiose comum e ferrugem polissora. Estima-se que cada 1% de área foliar afetada com essas doenças resulta em 43 kg/ha de redução na produtividade da lavoura, de acordo com Custódio.

 

Fungicidas - Foram avaliados mais de 40 fungicidas – já disponíveis no mercado e ou com registro especial temporário. “Há opções que oferecem mais eficiência de controle com menor impacto ambiental que poderão ser oferecidas ao setor produtivo nas próximas safras”, adianta Custódio.

 

Rede - A rede de pesquisa sobre uso de fungicidas em milho segunda safra é integrada pelas cooperativas Copacol, Cocamar e Integrada, a empresa Tagro Tecnologia Agropecuária e as multinacionais Basf, Bayer, DuPont, Ihara, Syngenta e UPL. Os ensaios são conduzidos em Assaí, Cafelândia, Floresta, Londrina, Mandaguari, Santa Tereza do Oeste e Ubiratã. 

 

Expansão - Um dos principais tópicos da reunião será a proposta de expansão do projeto para outros Estados, o que deverá acontecer já no próximo ano. “O projeto foi muito bem aceito pelo setor produtivo. Estamos agora trabalhando a ideia de envolver parceiros da pesquisa pública e privada para instalar 20 ensaios nos biomas Mata Atlântica e Cerrado brasileiro”, explica Custódio.

 

Nacional - Em âmbito nacional, a estimativa é de 12,6 milhões de hectares cultivados na segunda safra de milho que está se encerrando, com uma produção de 73,8 milhões de toneladas. Os dados são da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

 

Maiores produtores - Paraná, Mato Grosso, Goiás e Mato Grosso do Sul são os maiores produtores de milho segunda safra. (Assessoria de Imprensa do Iapar)

 

SERVIÇO

Reunião da rede de pesquisa sobre fungicidas em milho segunda safra

Data: 12 de setembro, quinta-feira

Horário: 14 horas

Local: Centro de Difusão de Tecnologias do Iapar, em Londrina (Rodovia Celso Garcia Cid, km 375 – saída para Curitiba)

INFRAESTRUTURA: Balanço confirma aumento da produtividade do Porto de Paranaguá

 

Números do Corredor de Exportação do Porto de Paranaguá mostram que a produtividade do complexo está maior. De janeiro a agosto deste ano, pelos três berços exclusivos, foram 500 mil toneladas a mais de carga em relação ao mesmo período do ano passado, com praticamente a mesma quantidade de navios.

 

Navios graneleiros - De janeiro a agosto deste ano, 235 navios graneleiros foram carregados pelo Corredor de Exportação, com diferença de apenas um navio na comparação com 2018. Já o volume embarcado aumentou de 13,5 milhões para 14 milhões.

 

Média - Em média, um navio do Corredor de Exportação recebe 60 mil toneladas de carga – soja (em grão ou farelo) e milho. Essa diferença de meio milhão de toneladas que este ano foi carregado a mais seria suficiente para encher os porões de mais de oito embarcações.

 

Maneira produtiva e eficiente - “Estamos trabalhando de maneira mais produtiva e eficiente. As campanhas de dragagem realizadas pela administração dos portos possibilitam que navios maiores, com maior programação de embarque venham à Paranaguá”, afirma o diretor-presidente da empresa Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

 

Mais - Como explica o chefe da Divisão de Silos, Gilmar Francener, isso significa que os navios estão carregando mais em Paranaguá. Ele lembra que, este ano, inclusive, um navio chegou a carregar 90.110 toneladas de farelo de soja, o Lan Hua Hai.

 

Recordes - Francener destaca ainda outra grande marca: em 28 de agosto último, o Corredor de Exportação atingiu a marca de 138.989 toneladas embarcadas em um único dia, período de 24 horas. O recorde anterior de embarque diário foi em 16 de setembro de 2017, com 134.057 toneladas.

 

Volume - Isso significa mais de 23.166 toneladas carregadas, por shiploader (equipamento utilizado para o carregamento dos granéis nos porões do navio); mais de 965 toneladas embarcadas por hora, pelos seis carregadores – dois em cada berço.

 

Marca - Em junho deste ano, lembra o chefe da divisão de silos, foi atingida a marca de 2.291.024 toneladas embarcadas em um único mês. “Nosso objetivo é seguir ganhando em eficiência e produtividade. Essas metas serão alcançadas com as campanhas de dragagem de manutenção contínuas, já em andamento; com o repotenciamento dos equipamentos, que está em fase de licitação do projeto, além de gestão operacional inteligente, redução dos tempos e maximização da produtividade”, afirma Francener.

 

Tempo médio - O tempo médio de atracação, no Corredor, está em 65:55 horas, ou seja, menos de três dias de operação.

 

Produtos - Das 14 milhões de toneladas de granéis exportados pelo Corredor este ano 7,3 milhões são soja; 3,8 milhões milho e 2,9 milhões farelos. O berço mais produtivo, no período, foi o 213, onde atracaram 88 navios e por onde foram movimentadas quase 5,4 milhões de toneladas dos produtos.

 

Diferencial - O diferencial do berço 213 é que ele trabalha com navios denominados super berço, que assumem a condição de embarcar uma prancha (volume embarcação por hora) superior à média normal. Logo, a produtividade deles é sempre maior.

 

Atracação - No berço 212 atracaram 72 navios (que carregaram 4,2 milhões de toneladas) e 214 atracaram 75 embarcações (que receberam 4,4 milhões de toneladas dos três produtos).

 

Modais - O volume de grãos e farelo que chegou ao Porto de Paranaguá pelos trilhos aumentou 7,5%. Este ano, de janeiro a agosto foram 4,3 milhões de toneladas descarregados de vagões. No mesmo período, em 2018, foram 4 milhões. Das 4,3 milhões de toneladas – 2,62 milhões foram de soja; 1,03 milhão de milho e 646,2 mil de farelo de soja no modal ferroviários. Foi o milho o grande responsável pelo aumento registrado.

 

Graneis - Já o volume que chegou com granéis no Porto de Paranaguá, via modal rodoviário diminuiu. Em 2018, nos oito meses, foram 11 milhões de toneladas que chegaram em caminhões. Este ano foram 10,5 milhões – 5,25 milhões toneladas de soja, 2,85 milhões de milho e 2,4 milhões de farelo de soja.

 

Oito meses - De janeiro a agosto, 283.071 caminhões desceram carregados com soja, farelo e milho até o porto paranaense. Apenas no mês de agosto foram 38.564. De vagões, no período, foram 73.434. No mês, 9.371 vagões. (Agência de Notícias do Paraná)

 

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PREVIDÊNCIA: PEC será votada em primeiro turno no dia 24

 

previdencia 12 09 2019O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, afirmou nesta quarta-feira (11/09) que não há nenhuma hipótese de votação em Plenário do texto principal da reforma da Previdência (PEC 6/2019) na próxima semana.

 

Acordo - Davi explicou que, em acordo com os líderes partidários, ficou estabelecido que a votação da matéria em primeiro turno será no próximo dia 24, atendidos todos os prazos regimentais. Já a votação em segundo turno deverá ocorrer na semana entre 3 e 10 de outubro.

 

Calendário - “Nós não iremos, em hipótese alguma, alterar o calendário para adiantar ou atrasar o rito estabelecido no colégio de líderes com todos os senadores que orientaram as suas bancadas na tramitação dessa matéria no Senado Federal”, disse.

 

Apoio - Também houve acordo para que os líderes partidários apoiem todas as emendas apresentadas à PEC 6/2019 até a próxima segunda-feira (16/09), para garantir o prazo de tramitação.

 

PEC Paralela - Com relação à chamada PEC Paralela (PEC 133/2019), proposta que traz sugestões de alterações na Previdência como a inclusão de estados e municípios, o prazo para assinatura das emendas é até quarta-feira (18/09). (Agência Senado)

TRIBUTÁRIA: Confaz entrega proposta de reforma no Senado

 

tributaria 12 09 2019Representantes do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) entregaram, nesta quarta-feira (11/09), no Senado, uma proposta de reforma tributária. O Confaz reúne os secretários de Fazenda de todos os estados e do Distrito Federal. Eles apresentaram o que julgam ser um aprimoramento das propostas já existentes sobre o tema.

 

União - O ex-ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, um dos representantes do conselho, destacou a importância da união de todos os estados em torno da proposta. "Os diversos mecanismos que foram introduzidos solucionam problemas históricos que têm impedido a reforma tributária no Brasil”, disse Meirelles, atual secretário de Fazenda do estado de São Paulo.

 

Análise - O Senado já analisa uma proposta de reforma tributária, relatada por Rodrigo Rocha (PSDB-MA). Rafael Fonteles, secretário de Fazenda do Piauí, defendeu a unificação de cinco impostos. A proposta apresentada nesta quarta-feira também prevê maior participação dos estados no comitê gestor. “Consideramos que os estados têm que ter um protagonismo maior porque o ICMS [Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços] isoladamente já é maior que a soma dos outros impostos e, portanto, os estados têm que ter uma participação mais predominante nesse comitê gestor.”

 

Zona Franca de Manaus - Fonteles afirmou também que a proposta apresentada nesta quarta traz um tratamento diferenciado para a Zona Franca de Manaus. Segundo Fonteles, já está havendo diálogo entre o relator da reforma tributária no Senado, Roberto Rocha (PSDB-MA), e membros do Confaz. “Estamos levando uma mensagem de unidade dos 27 estados, que é algo único nos últimos 30 anos. Falamos com o senador Roberto Rocha e defendemos que é um aperfeiçoamento da proposta em tramitação.”

 

Nove em um - A proposta relatada por Rocha ainda não está fechada, mas a ideia é reunir nove impostos em um só, que seria inspirado no Imposto sobre Valor Acrescentado (IVA), adotado em países como Portugal, Canadá e Japão.

 

Cobrança - O IVA é um imposto cobrado em todas as etapas produtivas, desde a venda de uma matéria-prima até a venda,para o consumidor final. O tributo se chamaria Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e ajudaria a aliviar pela metade a obrigação previdenciária das empresas. Sairia de 20% para 10% em cima do custo mensal do empregado. (Agência Brasil)

BRASIL: Proposta de nova CPMF é retirada de pauta

O presidente Jair Bolsonaro jogou, nesta quarta-feira (11/09), uma pá de cal na proposta de criação de um tributo sobre transações financeiras para substituir, integral ou parcialmente, a contribuição previdenciária sobre a folha de pagamento das empresas. Após a demissão do secretário Especial da Receita Federal, Marcos Cintra, pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, Bolsonaro escreveu no seu Twitter: "A recriação da CPMF ou o aumento da carga tributária estão fora da reforma tributária por determinação do presidente".

Desentendimentos - A exoneração de Cintra foi motivada por uma sequência de desentendimentos, inclusive com o próprio Bolsonaro, mas a gota d'água decorreu de uma palestra do secretário adjunto, Marcelo de Souza Silva, onde o subordinado de Cintra anunciou a alíquota de 0,4% que estaria na base da eventual criação do novo imposto sobre transações financeiras.

Apresentação - Na apresentação feita na terça feira (10/09), no Fórum Nacional Tributário, evento promovido pelos auditores fiscais, Souza Silva teria "oficializado" o que ainda não é oficial, ao detalhar a nova CPMF como a principal proposta da reforma tributária, em uma derrapagem hierárquica.

Entrevista - Guedes, ministro da Economia, havia dito, em entrevista ao Valor publicada na edição de segunda feira (09/09), que a proposta de reforma tributária, que seria em breve enviada ao Congresso Nacional, traria uma "escadinha" para o imposto sobre transações financeiras, o sucedâneo da CPMF: "Se quiser alíquota de 0,2% de imposto podemos baixar a [contribuição previdenciária sobre a folha de salário das empresas] de 20% para 13%; se quiser pagar 0,4% você já consegue derrubar a CSLL; e se quiser pagar 1% você acaba com o IVA [Imposto sobre Valor Agregado, cuja criação também consta do projeto do governo]".

Discurso - O ministro estava construindo um discurso de, com o novo tributo, "desonerar a folha de pagamento, o imposto mais perverso, cruel e com pior efeito cumulativo". Na linha da defesa da recriação da CPMF, ele calculou inclusive o efeito cumulativo da contribuição previdenciária sobre a folha de salário das empresas e o comparou ao efeito cumulativo do novo tributo. "Quando você pega uma cadeia com dez elos, o efeito cumulativo [do imposto sobre transações financeiras] é 4,5%. E o efeito cumulativo sobre a folha de pagamento [INSS] é de 14%", disse o ministro.

Base mais ampla - Guedes ressaltou, ainda, que a CPMF tal como seria proposta, em uma base de contribuintes bem mais ampla do que a contribuição original que durou 13 anos, teria a vantagem de arrecadar de sonegadores, de traficantes de drogas, enfim, de todo o universo de pessoas que transacionam na economia.

Ordem - A apresentação do secretário adjunto subverteu a ordem hierárquica - apenas Cintra e Guedes estavam qualificados para decidir e anunciar uma ideia ainda em discussão que não tinha definido, sequer, o nome do tributo e sua natureza, se é imposto ou contribuição.

Diferença - Faz uma enorme diferença a sua natureza: se for imposto, é repartido com os Estados e municípios. Já uma contribuição destina as receitas apenas para a União. Se Guedes, depois de um recuo estratégico, não conseguir demover Bolsonaro, não haverá desoneração da folha. (Valor Econômico)

PARANÁ: Governo instala comitê para simplificar ambiente de negócios

 

parana 12 09 2019O Governo do Paraná instalou nesta quarta-feira (11/09) o Comitê Permanente de Desburocratização, uma das ações do Programa Descomplica, que foi lançado no mês passado e tem como foco simplificar a vida dos empreendedores. O comitê conta com a participação de 23 entidades do setor produtivo.

 

Gargalos - De acordo com o secretário-chefe da Casa Civil, Guto Silva, a ideia é identificar os principais gargalos que atrapalham o ambiente de negócios e a geração de empregos no Estado.

 

Junta Comercial - “Começamos com mudanças na Junta Comercial, que agilizaram a abertura de empresas, agora criamos um comitê para ouvir o setor produtivo. Dentro de 40 dias teremos mais uma novidade, desta vez na área tributária”, adiantou. “O Estado não pode ser uma barreira para quem quer produzir e gerar empregos no Paraná”.

 

Resultados - Na primeira reunião, o presidente do comitê, Phelipe Mansur, destacou os resultados já obtidos pelo Descomplica para empresas de baixo risco, como a liberação do CNPJ em menos de 24 horas, a expedição de alvará provisório imediato, com validade de 180 dias, e a emissão imediata do certificado de licenciamento do Corpo de Bombeiros e Vigilância Sanitária.

 

Foco - “O foco, agora, são as empresas de médio e alto risco. Contamos com o comitê para a construção conjunta de um roteiro de desburocratização”, informou.

 

Corpo de Bombeiros - O comandante do Corpo de Bombeiros, coronel Samuel Prestes, confirmou a intenção do Estado em dirimir os principais entraves documentais para abertura das empresas. “Estamos num processo de desburocratização dos procedimentos de prevenção de incêndio e cadastramento de empresas. Hoje, as micro e pequenas empresas já conseguem se cadastrar em 24 horas”.

 

Sebrae - Outro participante do comitê, o diretor-superintendente do Sebrae Paraná, Vitor Roberto Tioqueta, citou a correlação entre a burocracia e o interesse em empreender. “Temos uma pesquisa que está para ser apresentada para o Comitê da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa que mostra justamente que se você simplificar, mais pessoas terão interesse em montar negócios”.

 

Participação - Além de representantes da iniciativa privada, o comitê conta também com a participação da Associação dos Municípios do Paraná, Assembleia Legislativa e, pelo Estado, da Casa Civil, Secretaria de Planejamento e Projetos Estruturantes, Vigilância Sanitária, Corpo de Bombeiros, Celepar, Receita Estadual, Instituto Ambiental do Paraná e Junta Comercial. (Agência de Notícias do Paraná)

SAÚDE: Em um ano, incidência da dengue no país aumenta 600%

 

saude 12 09 2019O Ministério da Saúde informou nesta segunda-feira (11/09) que, de 30 de dezembro a 24 de agosto, foram registrados 1.439.471 casos de dengue em todo o país. A média é 6.074 casos por dia e representa um aumento de 599,5%, na comparação com 2018. No ano passado, o período somou 205.791 notificações.

 

Minas Gerais - Minas Gerais é, até o momento, o estado com o maior número de ocorrências, com um total de 471.165. Um ano antes, os municípios mineiros registravam 23.290 casos.

 

Outros estados - São Paulo (437.047) aparece em segundo lugar, sendo, ainda, a unidade federativa em que a incidência da doença mais cresceu (3.712%), no intervalo de análise. Em 2018, foram reportados 11.465 casos.

 

Destaques negativos - Também são destaque negativo no balanço Goiás (108.079 casos), Espírito Santo (59.318) e Bahia (58.956). Quando o critério é a variação por região do país, o quadro mais crítico se encontra no Sul (3.224,9%), que contrasta com o do Centro-Oeste (131,8%). Além disso, nota-se que apenas dois estados apresentaram queda na prevalência da dengue: Amazonas, que diminuiu o total de 1.962 para 1.384 (-29,5%), e Amapá, onde houve redução de 608 para 141 (-76,8%).

 

Incidência - Atualmente, a taxa de incidência da dengue no país é 690,4 casos a cada 100 mil habitantes. No total, 591 pacientes com a doença morreram, neste ano, em decorrência de complicações do quadro de saúde.

 

Chikungunya e zika - O levantamento do ministério também reúne informações sobre a febre chikungunya. Ao todo, os estados já contabilizavam, até o final de agosto deste ano, 110.627 casos, contra 76.742 do mesmo período em 2018.

 

Prevalência - Segundo a pasta, o índice de prevalência da infecção, que também tem como transmissor o mosquito Aedes aegypti, é bastante inferior ao da dengue: 53,1 casos a cada 100 mil habitantes. Como estados com alta concentração da doença destacam-se o Rio de Janeiro (76.776) e o Rio Grande do Norte (8.899).

 

Confirmação - Até o encerramento do balanço, haviam sido confirmadas laboratorialmente 57 mortes provocadas pela chikungunya. Em âmbito nacional, a variação de um ano para o outro foi 44,2%, sendo que na região Norte do país o recuo foi 32% e no Centro-Oeste, de 92,7%.

 

Boletim - O boletim epidemiológico acompanha também a situação do zika. Nesse caso, somente o Centro-Oeste apresentou queda nas transmissões (-35,4%).

 

Total - De 2018 para 2019, o total de casos de zika saltou de 6.669 para 9.813, gerando uma diferença de 47,1% e alterando a taxa de incidência de 3,2 para 4,7 ocorrências a cada 100 mil habitantes. Neste ano, o zika vírus foi a causa da morte de duas pessoas.

 

Recomendações - O ministério aconselha que, durante o período de seca, a população mantenha ações de prevenção, como verificar se existe algum tipo de depósito de água no quintal ou dentro de casa. Outra recomendação é lavar semanalmente, com água e sabão, recipientes como vasilhas de água do animal de estimação e vasos de plantas. Não deixar que se formem pilhas de lixo ou entulho em locais abertos, como quintais, praças e terrenos baldios é outro ponto importante. Outro hábito que pode fazer diferença é a limpeza regular das calhas, com a devida remoção de folhas que podem se acumular durante o inverno. (Agência Brasil)

INTERNACIONAL: Trump adia aumento de tarifas sobre US$ 250 bi de produtos chineses

 

internacional 12 09 2019O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou na noite desta quarta-feira (11/09) que adiará por duas semanas a elevação das tarifas sobre US$ 250 bilhões em importações chinesas, prevista inicialmente para 1 de outubro. Pelo Twitter, Trump disse que as tarifas americanas vão subir de 25% para 30% em 15 de outubro.

 

Boa vontade - Segundo o presidente americano, trata-se de um “gesto de boa vontade”, que atende a um pedido do vice-premiê chinês, Liu He, uma vez que o dia 1 de outubro marca os 70 anos de fundação da República Popular da China.

 

Matérias-primas - O aumento nas tarifas planejados para o próximo mês vai cobrir itens que são, em grande parte, matérias-primas utilizadas pelas empresas para produção de mercadorias. Essas sobretaxas têm sido amplamente contestadas nos EUA por grupos empresariais e agricultores — que vêm sofreram pesadas perdas à medida que a China suspende as compras de soja, milho e outros bens agrícolas americanos.

 

Retomada - O anúncio do adiamento da aplicação da elevação das tarifas ocorre num momento que autoridades chinesas e americanas planejam retomar as negociações comerciais face a face no início de outubro, em Washington.

 

Novas tarifas - No dia 1º de setembro, o governo americano passou a cobrar novas tarifas sobre US$ 111 bilhões em produtos importados da China, incluindo pela primeira vez alguns bens de consumo. Outra rodada de tarifas, que entrará em vigor no dia 15 de dezembro, vai cobrir um grande número de bens de consumo, incluindo smartphones, brinquedos e roupas.

 

Reposta - Quando a China anunciou que retaliaria contra essas tarifas que atingem os produtos de consumo, Trump disse que responderia aumentando os níveis tarifários e acrescentou em um tuíte que estava “ordenando” as empresas americanas a procurar por alternativas aos negócios com a China. O presidente alardeou ter poderes de emergência que lhe permitiriam punir empresas americanas no exterior.

 

Perdas - As ameaças contra as empresas americanas resultaram em fortes perdas nos mercados de ações na época. Além disso, a comunidade empresarial lançou uma grande campanha para tentar influenciar Trump a reduzir a escalada na guerra comercial com a China, de acordo com uma pessoa familiarizada com esse esforço.

 

Investidores - Desta vez, o novo tuíte de Trump foi bem recebido pelos investidores, com o índice futuro do S&P 500 avançando 0,5%. Na Ásia, o yuan subia 0,3% frente ao dólar no mercado offshore. A decisão “mostra que Trump não quer aumentar as tarifas antes da rodada de negociações comerciais no início de outubro e quer criar condições positivas”, disse Tommy Xie, economista do Oversea-Chinese Banking Corp, à Bloomberg. “Isso aumenta a esperança de que poderá haver boas notícias do encontro de outubro, e os mercados vão esperar para ver.” (Agências Internacionais / Valor Econômico)


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