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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4660 | 11 de Setembro de 2019

FORMAÇÃO: Programa Cooper Universitário é lançado em Maringá

 

O lançamento do Programa Cooper Universitário, promovido no final da tarde desta terça-feira (10/9), no Auditório Hélio Moreira, em Maringá, na região Noroeste do Estado, reuniu dirigentes do Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar) e do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR), lideranças de várias cooperativas, autoridades, representantes da área de ensino e estudantes. 

 

Disseminar - Realizado pelo Sistema Ocepar, por meio do Sescoop/PR, o programa será implementado em parceria com a Pluricoop Cooperativa de Trabalho de Executivos em Gestão e Treinamento, sediada em Maringá, tendo como objetivo disseminar os princípios cooperativistas no ensino superior, por meio da interação entre cooperativas e universidades. A iniciativa conta com o apoio do Sistema Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Faculdades Maringá, Prefeitura de Maringá e cooperativas Cocamar, Cocari, Aurora Alimentos, Sicoob Central, Unicoop, Sicoob Metropolitano, Unicampo e Unimed Maringá. 

 

Marco - A solenidade foi iniciada com a participação do Coral Cocamar, que entoou o Hino Nacional e algumas canções de seu repertório. Convidado a pronunciar-se na abertura dos trabalhos, o diretor do Sistema Ocepar e presidente do Conselho de Administração da Cocamar, Luiz Lourenço, destacou o momento histórico, citando que “o programa será um novo marco do cooperativismo paranaense”. 

 

Expandir - Na sequência, o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, comentou que o Cooper Universitário é uma ideia que começou a ser desenvolvida há quatro décadas e agora se junta a outros programas, entre os quais o Cooperjovem (voltado ao público infantil), o Menor Aprendiz, o Jovemcoop (que reúne lideranças jovens), o Lidercoop (para as lideranças femininas), e os fóruns especializados. “Vamos começar no Paraná e com o propósito de que ele seja levado para todo o país”, afirmou o presidente.

 

Empregos - Ricken comentou que em Maringá há nove cooperativas, das quais duas de produção, três de crédito, duas da área de saúde e duas de profissionais de trabalho, que geram 5.158 postos diretos de trabalho. Na região, as cooperativas proporcionam 23 mil empregos e, em todo o estado do Paraná, 105 mil. “O crescimento da oferta de empregos nas cooperativas paranaenses é de 6% em média ao ano”, havendo segundo ele, uma movimentação de profissionais ao redor de 10%, o que equivale a cerca de 10 mil vagas. “Eu não conheço nenhum outro setor no estado que ofereça tantos empregos como as cooperativas”, frisou o presidente, salientando que o programa “talvez seja a primeira oportunidade como profissional que o participante tenha na vida”.

 

Ideias - O vice-prefeito de Maringá, Edson Scabora, também participou da abertura, elogiando a iniciativa e dizendo ser necessário “levar à academia as ideias que são aplicadas aqui fora”. Comentou que os realizadores do programa podem contar com a prefeitura e finalizou lembrando que a colonização de Maringá, ocorrida há mais de 70 anos, com famílias adquirindo pequenas propriedades rurais, exigiu que elas cooperassem entre si para vencer suas dificuldades. 

 

Histórico - “Um legado para o cooperativismo” foi o tema da palestra da especialista em Recursos Humanos e inspiradora do programa, Mariza Trindade Bica Viana. Ela lembrou que em 1979 conheceu o cooperativismo e seu envolvimento com o setor aconteceu no ano seguinte. Em 1999, com a implantação do Sistema S no cooperativismo, a ideia seguiu adiante e em 2000 realizaram-se os primeiros estudos no Sescoop Nacional, mas a experiência pioneira com uma faculdade se deu em 2006. Em 2017, o Sistema Ocepar abraçou o programa, que foi lançado no ano seguinte durante o Fórum de RH em Maringá, sendo apresentado em 2019 no 14º Congresso Nacional de Cooperativismo (CNC). 

 

Humanista - “Estamos vivendo um momento com trabalho e sem emprego”, disse Viana, citando que o cooperativismo oferece uma capacitação humanista e não excludente, uma vez que os empregos no setor só estão aumentando. E finalizou: “O Cooper Universitário é um filho que agora segue seu caminho, pois as cooperativas precisam de pessoas capacitadas”. 

 

Na região - Em sua participação, Adriana Pierini, diretora-executiva da Pluricoop, explicou que inicialmente o programa será realizado com o envolvimento de universidades e cooperativas da região de Maringá. Além de ampliar o conhecimento sobre o cooperativismo entre as instituições de ensino superior e estudantes universitários, o Cooper Universitário também visa preparar os acadêmicos para ocupar as vagas de estágio e de trabalho nas cooperativas paranaenses. Além disso, tem como meta disponibilizar uma plataforma de talentos onde os participantes do programa poderão manter o currículo atualizado à disposição das oportunidades que surgirem no setor. 

 

Fases - Pierini expôs ainda que o programa é dividido em quatro fases: planejamento com a área de RH das cooperativas aderentes; articulação com instituições de ensino superior; apresentação do Cooper Universitário às instituições de ensino e planejamento de ações. Ao mesmo tempo em que proporcionará aos estudantes a oportunidade de trabalho em cooperativas, a ideia é formar um banco de talentos, com profissionais que detenham conhecimento diferenciado sobre o cooperativismo e que possam atender às demandas e peculiaridades do setor.

 

Objetivos - Em resumo, os objetivos do programa são oportunizar uma efetiva e estratégica aproximação entre cooperativas e instituições de ensino superior; desenvolver conhecimentos sobre cooperativismo; proporcionar a experiência de trabalho em cooperativas; aprimorar competências dos profissionais que estejam iniciando carreira no sistema cooperativista e, como já dito, compor o banco de talentos para acesso das cooperativas. 

 

Atribuições - A Pluricoop será a responsável pelo contato com as instituições de ensino, para apresentar: os objetivos do Cooper Universitário, as vagas de estágios disponíveis nas cooperativas, o roteiro para a adesão das instituições de ensino e o cronograma de execução das etapas do programa. Por sua vez, o Sescoop/PR coordenará a organização da plataforma de recrutamento e seleção dos estágios, contemplando: vagas de estágio disponíveis, cadastro de interessados, cronograma do processo seletivo, termo de compromisso, e etapas do programa Cooper Universitário. 

 

Módulo - Pierini discorreu também que os estágios começam em setembro/2019 e terminam em setembro/2020, com os seguintes módulos: cooperativismo, gerenciamento de projetos, comunicação, gestão, gerenciamento de projetos II, inovação, liderança, governança, gerenciamento de projetos III, sustentabilidade, empregabilidade, oficina de cooperativismo e gerenciamento de projetos IV. “Mais do que um estágio, é uma oportunidade de formar talentos”, pontuou a diretora da Pluricoop, assinalando que os estagiários serão monitorados por profissionais egressos do cooperativismo. Ao final, os “cooperunis” devem entregar à sua cooperativa um projeto cuja temática será definida no início do programa. 

 

Futuro - O painel “Construindo um futuro cooperativo” reuniu José Roberto Ricken, João Paulo Koslovski, ex-presidente da Ocepar, e Leonardo Boesche, superintendente do Sescoop/PR. Ricken recordou sua trajetória no sistema cooperativista e disse que “dá para fazer uma carreira no cooperativismo”, enquanto Boesche recordou-se que o pai participava de uma cooperativa no Rio Grande do Sul e voltava para casa sempre aborrecido com o que ouvia nas reuniões. Por isso, Leonardo, adquiriu aversão ao cooperativismo e só mudou de opinião a respeito do sistema quando se mudou para o Paraná e, a pedido da Emater, fez estágio em uma cooperativa, quando, enfim, conheceu melhor o sistema. “Quando a Mariza [Viana] apareceu com a ideia do Cooper Universitário, achei que seria o caminho.” E finalizou: “Quem conhece o cooperativismo, até pode sair do sistema, mas o cooperativismo jamais sairá dele”. 

 

Mensagem - Koslovski aproveitou para fazer uma pequena palestra e, em vez de contar sua experiência e vivência no sistema, ao qual serviu por 43 anos, preferiu dirigir uma mensagem aos estudantes. Primeiramente ele destacou a contribuição de Luiz Lourenço para que o Sescoop/PR pudesse avaliar o resultado de suas ações. Em seguida, indagou: “quantos sonhos passam pelas nossa cabeça?” Alguns sonhos, disse, extrapolam o alcance, mas se a pessoa é determinada, consegue transformar um sonho em realidade agindo de forma proativa. Ou seja, ela precisa ter foco no que quer, saber onde quer chegar, ter desprendimento, comprometimento em viabilizar o seu projeto, dedicação, estudar sempre. 

 

Como agirem - “Façam as coisas bem feitas, não tenham medo de errar, sejam curiosos e participativos, aprendam a ler, amplie o conhecimento, sejam humildes e prestativos, ensinem (quem ensina, semeia), sejam éticos, honestos e corretos no agir, sejam bons ouvintes sem se omitirem; não reinventem a roda, sejam prudentes, tenham respeito e tolerância a opiniões, despertem a criatividade e inovem, sejam e deem exemplo; lembrem-se que sorte e profissionalismo andam juntos; a determinação em fazer acontecer, faz a diferença; adotem a cooperação e a solidariedade como bússola”, asseverou o ex-presidente do Sistema Ocepar.  

 

O setor - Koslovski disse ainda que o cooperativismo do Paraná é exemplo de organização e resultados para milhares de pessoas, com um faturamento de R$ 83,6 bilhões em 2018 que deve chegar a R$ 100 bilhões em dois anos; de 2000 a 2018, o sistema cooperativista paranaense cresceu 15,99% por ano, em média; são mais de 105 mil empregos diretos e 1,7 milhão de cooperados. Em 18 anos, foram realizados 72.377 eventos com 2,3 milhões de pessoas e mais de 961 mil horas. “O cooperativismo do Paraná representa uma oportunidade ímpar para quem deseja crescer”, citando que a expansão contempla não apenas o segmento agropecuário, mas também as áreas de trabalho, crédito, turismo e outros. 

 

Tendência - Entre os estagiários que dirigiram perguntas aos painelistas estava Natan Fratta da Silva, selecionado para uma oportunidade na área de logística da Cocamar. Ele quis saber de João Paulo Koslovski se o cooperativismo é uma tendência. O ex-presidente do Sistema Ocepar respondeu que, apesar do seu desenvolvimento e dos inúmeros benefícios que proporciona, o cooperativismo ainda é muito cerceado no Brasil, a legislação ainda é muito desfavorável, mas a tendência é de a sociedade conhecer e valorizar cada vez mais o sistema cooperativista. Segundo ele, o país tem só 15 milhões de cooperativistas para uma população de 210 milhões de habitantes, o que é pouco.

 

Reconhecimento - Concluindo, foram entregues troféus, em reconhecimento pelo apoio, a Edson Scabora (vice-prefeito de Maringá), João Paulo Koslovski, Amaury Meller Filho (diretor da Faculdades Maringá, que cedeu suas instalações para as reuniões do programa), Mariza Trindade Viana (inspiradora do programa Cooper Universitário), Geâne Nazaré Ferreira (gerente de desenvolvimento social de cooperativas do Sescoop Nacional), Luciano Pereira Santos (chefe do Núcleo Regional de Ensino de Maringá), Luiz Lourenço (diretor do Sistema Ocepar e presidente do Conselho de Administração da Cocamar), Cleide Aparecida Bulla (presidente da Pluricoop), Luciano Ferreira Lopes (presidente da Unicampo), José Maria Bueno (Sicoob), Vilmar Sebold (presidente da Cocari), Luiz Agita (presidente do Sicoob Metropolitano), Fabiano Silva Dal Magro (representante da Aurora Alimentos), Giovana Brites (Unimed Maringá), José Carlos Barbieri (Faculdade Cidade Verde) e José Roberto Ricken (presidente do Sistema Ocepar).

 

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FAZENDA: Paraná retira 60 mil itens do regime de Substituição Tributária

 

O governador Carlos Massa Ratinho Junior assinou, nesta terça-feira (10/09), decreto determinando a retirada de mais de 60 mil itens do setor de alimentos do regime de Substituição Tributária (ST). A medida entrará em vigor a partir de 1º de novembro e vai beneficiar o setor produtivo, garantindo mais competitividade às empresas paranaenses. A solenidade de assinatura foi no Palácio Iguaçu com a presença de empresários e dirigentes de entidades do setor produtivo.

 

Produtos - Entre os itens alcançados pela medida estão biscoitos, bolachas, massas, waffles, pizzas, azeites de oliva, margarinas, óleos refinados, frutas e vegetais congelados, conservas de produtos hortícolas, doces e geleias. O volume de operações abrangidas é de R$ 4,4 bilhões anuais.

 

Perda de competitividade - O governador lembrou que a classe empresarial reclamava há anos de perda de competitividade com outros estados em função da aplicação do regime, que antecipa o recolhimento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), coletando na fonte, apenas uma vez, o imposto de toda uma cadeia produtiva e garantindo receita prévia para o Estado.

 

Decisão - “A decisão de retirada da Substituição Tributária foi tomada depois de muito estudo. A partir do momento em que se facilita a vida do empresário, se gera emprego diretamente. A prioridade do Governo do Estado é facilitar a vida de quem cria empregos”, afirmou Ratinho Junior.  Ele ressaltou que a não antecipação do pagamento do ICMS vai estimular o aumento de vendas e a arrecadação de tributos, com reflexo também em mais vagas de trabalho e renda. Além disso, afirmou, libera o capital de giro, que ficava comprometido com o custeio do imposto antecipado.

 

Pequeno e microempresário - “Essa decisão vem atender o pequeno e microempresário, quem tem comércio, uma venda, um mercado de bairro. Agora, ele não vai ter de pagar o imposto antes de vender o seu produto, prática que tira o capital de giro”, destacou. “Além de atender as famílias, já que com essa facilitação tributária o comerciante pode baixar o preço final dos produtos na gôndola.” A iniciativa, disse, recoloca o Estado em igualdade competitiva com mercados que também revisaram o imposto, como Santa Catarina, Rio Grande do Sul e São Paulo.

 

Mecanismo - Com o fim da Substituição Tributária, cada empresa fica encarregada do recolhimento de sua parte do imposto quando realizar a venda das mercadorias. Um dos responsáveis pelo projeto, o superintendente de Governança da Casa Civil, Phelipe Mansur, ressaltou que a medida busca simplificar o sistema tributário, ajustando o modelo de arrecadação de cada setor.

 

Reversão - Segundo ele, a medida reverte alterações que se mostraram pouco efetivas e demasiadamente custosas à sociedade. “A Substituição Tributária, quando foi instituída, onerou parte da cadeia produtiva. Um pedaço da cadeia produtiva pagava pelo resto da cadeia toda. A retirada é uma mudança na forma de calcular o imposto. O pagamento será fracionado, cada produto, comerciante ou distribuidor vai pagar somente a sua parte”.

 

Bebida - Os vinhos também entraram na revisão para acompanhar a decisão de Estados vizinhos, como Rio Grande do Sul e Santa Catarina, que retiraram o produto da sistemática da Substituição Tributária. Com isso, os produtores paranaenses não perdem competitividade.

 

Ampliação - A Secretaria de Estado da Fazenda segue fazendo estudos para medir a possibilidade de ampliação do número de itens que podem ser beneficiados com a mudança na forma de se cobrar o imposto.

 

Arrecadação - Como haverá mudança na forma e nos responsáveis pelo recolhimento do ICMS, não é possível afirmar que a medida gerará perda ou ganho de arrecadação. A Secretaria da Fazenda, porém, promete continuar os estudos para medir os impactos das medidas tomadas e avaliar outros setores com características semelhantes.

 

Monitoramento - Para isso, a Receita Estadual fará um monitoramento intensivo do setor, para avaliar o desempenho pós-medida e combater preventivamente eventual efeito colateral de sonegação. “A Substituição Tributária não significa renúncia fiscal, é só uma mudança na forma de recolhimento do imposto. Acreditamos que, com o estímulo da economia paranaense, isso pode gerar até um incremento de arrecadação”, afirmou Luiz Fernandes de Moraes Júnior, diretor da Receita Estadual.

 

Presenças - Participaram da cerimônia o vice-governador Darci Piana; o secretário da Agricultura e Pesca do Governo Federal, Jorge Seif Júnior; Gláucio Geara, presidente da Associação Comercial do Paraná; Paulo Henrique Penak, diretor da Penak Alimentos; Vírgilio Moreira Filho, diretor da Federação das Indústrias do Estado do Paraná; Vitor Tioqueta, superintendente do Sebrae; o vice-prefeito de Curitiba, Eduardo Pimentel; os secretários Sandro Alex (Infraestrutura e Logística), Márcio Nunes (Desenvolvimento Sustentável e Turismo), Coronel Rômulo Marinho (Segurança Pública), Beto Preto (Saúde), Valdemar Bernardo Jorge (Planejamento e Projeto Estruturantes), João Carlos Ortega (Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas), Norberto Ortigara (Agricultura e Abastecimento); o presidente da Agência Paraná de Desenvolvimento, Eduardo Bekin, o presidente da Comec, Gilson Santos; o líder do Governo na Assembleia Legislativa, Hussein Bakri; os deputados estaduais Subtenente Everton, Márcio Pacheco, Mauro Moraes, Evandro Araújo, Jonas Guimarães, Nelson Luersen, Emerson Bacil, Marcel Micheletto e Tiago Amaral. O Sistema Ocepar foi representado pelo superintendente Robson Mafioletti, pelo gerente técnico Flávio Turra, e pelo coordenador jurídico, Rogério Croscato. 

 

O que é a Substituição Tributária - Como é difícil fiscalizar todas as lojas de varejo, a Substituição Tributária (ST) permite que o imposto seja recolhido na fonte, na produção. Como existem menos indústrias do que lojas, isso facilita a fiscalização, abrevia o recolhimento e, consequentemente, antecipa o caixa.

 

Responsáveis - No regime de Substituição Tributária, as indústrias ou os atacadistas são eleitos responsáveis pelo ICMS devido em toda a cadeia econômica, até a venda ao consumidor final. O imposto é recolhido antecipadamente, com base em um valor presumido de venda.

 

Técnica eficiente - A Substituição Tributária é considerada uma técnica de recolhimento eficiente, que facilita a fiscalização, simplifica o recolhimento e diminui a sonegação fiscal. A arrecadação fica concentrada em grandes contribuintes.

 

Funcionamento - A questão é que o sistema funciona perfeitamente em alguns setores, com características comuns como a concentração em poucas indústrias e distribuidores, pulverização nas vendas ao varejo ou cadeia intermediária interna, como os setores de cigarros, combustíveis, bebidas e veículos.

 

Aderência não eficaz - Já em outros pontos da cadeia, a aderência ao sistema não se mostra eficaz e apresenta diversos problemas, como dificuldade em estabelecer o preço final de venda adequado a cada produto, número elevado de indústria ou distribuidores ou operações interestaduais de substituídos, criando uma concorrência desigual entre Unidades da Federação. (Com informações da Agência de Notícias do Paraná)

 

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UNIMED DO BRASIL: Reconhecida pelo 18º ano seguido como a mais lembrada no prêmio Marcas de Confiança

 

unimed do brasil 11 09 2019Pela 18ª vez consecutiva, quando questionados sobre qual a marca de confiança em planos de saúde, os leitores da revista Seleções apontaram a Unimed como sua favorita. O resultado é parte do Prêmio Marcas de Confiança e reconhece o desempenho do maior sistema cooperativo de saúde do mundo na categoria Assistência Médica. Os vencedores foram divulgados na última semana pelo veículo de imprensa. Desde que a pesquisa foi lançada, em 2002, a Unimed é a única ganhadora em seu segmento, com ampla margem para as demais concorrentes.

 

Opinião - Desenvolvido em parceria com o Instituto Datafolha, o prêmio coleta a opinião dos assinantes da revista Seleções e reconhece marcas, instituições, profissões, ONGs e personalidades que se destacam como as preferidas dos leitores do veículo. A Unimed obteve a preferência de 43% dos respondentes em sua categoria, acima da concorrente A (15%), concorrente B (6%) e concorrente C (5%).

 

Conexão - “Temos uma forte conexão com os brasileiros e isso se deve primeiro ao fato de sermos um sistema cooperativista constituído pelos médicos para os médicos e para a sociedade. As Unimeds estão em 84% do território do País, atuando junto e em prol das comunidades nas quais estão inseridas, portanto se fazem muito relevantes para o progresso social brasileiro e tornam a marca cada vez mais importante e querida”, enfatiza Darival Bringel de Olinda, diretor de Desenvolvimento de Mercado da Unimed do Brasil.

 

Sistema - O Sistema Unimed é composto por 344 cooperativas e detém 37% do mercado de saúde suplementar nacional, com 18 milhões de beneficiários e 115 mil médicos cooperados. A partir de sua representatividade, promove ações em âmbito nacional ligadas à sua marca, como o Movimento Mude1Hábito, que impulsiona iniciativas em prol da saúde e do bem-estar dos brasileiros com campanhas e experiências práticas.

 

Reputação - “A Unimed construiu sua reputação sobre alicerces como o cuidado, a transparência e a confiança. Não à toa somos a principal marca de assistência médica no Brasil há tantas décadas. Procuramos sempre reforçar que somos um sistema cooperativo que busca disseminar saúde, por isso enfatizamos nosso papel junto às comunidades e as incentivamos na busca da melhoria da qualidade de vida. Ganhar o Marcas de Confiança pelo 18º ano seguido é uma prova de que estamos no caminho certo”, afirma Aline Cebalos, gerente de Comunicação e Marketing da Unimed do Brasil.

 

Sobre o Mude1Hábito - Lançado como campanha institucional pela Unimed em 2017 para encorajar a melhoria de qualidade de vida das pessoas a partir de pequenas mudanças, o Mude1Hábito logo ampliou sua dimensão na estratégia de marca da Unimed, tornando-se um movimento nacional do Sistema Unimed. 

 

Práticas mais saudáveis - O Movimento visa incentivar práticas mais saudáveis e criar uma onda de cuidados em todo o País. Para isso, desenvolve uma série de atividades em diversos Estados, oferecendo ações em três frentes: Equilíbrio, Movimento e Alimentação. Seguindo estes pilares, as comunidades podem contar, por exemplo, com iniciativas de estímulo à leitura, prática de ioga, conscientização sobre a importância da dedicação de mais tempo à família e amigos, destinação correta do lixo, além de parcerias com teatros e cinemas, academias ao ar livre, passeios ciclísticos, corridas e caminhadas, quitandinhas de frutas, bike suco e incentivo às trocas saudáveis na alimentação.

 

Base - O conceito do Mude1Hábito se baseia em resultados de uma pesquisa da Duke University, dos Estados Unidos, que demonstra que cerca de 40% de tudo que fazemos cotidianamente não são decisões de fato, mas repetições de hábitos que já estamos acostumados a fazer. Sendo assim, conclui-se que mudar esses comportamentos, geralmente automáticos e inconscientes, é importante para a adesão a um novo estilo de vida, mais voltado à saúde e ao bem-estar. 

 

Mais informações - Para mais informações, acesse www.mude1habito.com.br. Vamos juntos?

 

Sobre a Unimed - A Unimed, maior sistema cooperativo de saúde do mundo, possui 52 anos de atuação no mercado de saúde suplementar. A marca nasceu com a fundação da Unimed Santos (SP), em 1967, e hoje é composta por 344 cooperativas médicas, com assistência para cerca de 18 milhões de beneficiários em todo País. Entusiasta do movimento SomosCoop, da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), a Unimed conta com mais de 115 mil médicos, 120 hospitais próprios e 2.506 hospitais credenciados, além de pronto-atendimentos, laboratórios e ambulâncias para garantir a qualidade da assistência médica, hospitalar e de diagnóstico complementar prestada aos beneficiários das cooperativas. Sua marca é ratificada pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi) como de alto renome por seu grande nível de conhecimento pelo público, autoridade incontestável e fama que ultrapassa os limites do segmento de saúde. (Imprensa Unimed do Brasil)

RAMO CRÉDITO: Argentina conhece mais sobre o SNCC

 

ramo credito 11 09 2019Uma comitiva de dirigentes cooperativistas argentinos está no Brasil para conhecer o nosso modelo de cooperativismo de crédito. Liderada pelo presidente da Confederação Intercooperativa Argentina (Coninagro), Carlos Lanizzotto, o grupo vem ao país para ver de perto como as coops de crédito transformam dificuldades em oportunidades.

 

Outros ramos - A comitiva argentina é composta, ainda, por dirigentes de coops agropecuárias e de empresas mútuas de crédito. O objetivo é identificar as boas práticas brasileiras que possam ser replicadas na Argentina, onde a participação das coops de crédito no mercado financeiro ainda é tímida.

 

Casa do Cooperativismo - Na segunda-feira (09/09), os hermanos foram recebidos pelo presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, na Casa do Cooperativismo, em Brasília. O superintendente do Sistema, Renato Nobile, também acompanhou a visita. A delegação conheceu o trabalho de representação do setor junto ao governo brasileiro e assistiu a uma apresentação sobre o panorama do cooperativismo de crédito verde-e-amarelo.

 

Banco Central - Ainda em Brasília, a comitiva também teve a oportunidade de se reunir com representantes do Banco Central para conhecer aspectos da regulação das coops de crédito. O grupo também visitou as instalações do Fundo Garantidor das Cooperativas de Crédito (FGCoop) e foi recebido pelos dirigentes da Confederação Sicoob.

 

Porto Alegre - De Brasília, os argentinos decolaram para Porto Alegre (RS), onde terão a oportunidade de dialogar com representantes do Sistema Ocergs e, ainda, da Central Sicredi. 

 

Alteração da lei - A Coninagro está trabalhando em uma proposta de alteração de lei que possa impulsionar a participação das cooperativas de crédito na Argentina. Por isso, a delegação tem o interesse de conhecer o arcabouço jurídico brasileiro desse segmento do cooperativismo, aqui no Brasil. (Informe OCB)

SICREDI INTEGRAÇÃO: Cooperativa promove palestra juiz federal do Trabalho na sede da Ocepar

 

sicredi integracao 11 09 2019No último dia 4, a Sicredi Integração PR/SC realizou uma palestra sobre a reforma trabalhista com o juiz federal do Trabalho, Marlos Melek, na sede da Ocepar, em Curitiba. Durante o evento, que reuniu mais de 70 pessoas, ele falou sobre as principais mudanças da lei e como os empresários podem obter diferenciais competitivos a partir da nova legislação.

 

Carreira - Melek, que iniciou sua caminhada trabalhando com carteira assinada, foi empresário, empregando direta e indiretamente mais de duas mil pessoas. Além disso, foi membro da Comissão de Redação Final da Reforma Trabalhista e defendeu o texto da lei na Câmara e no Senado.

 

Presenças - O evento contou com a presença do Conselho Administrativo da Cooperativa, coordenadores de Núcleo, diretoria, colaboradores, o presidente da Ocepar, José Roberto Ricken, além do procurador do Estado do Paraná, Fernando Borges Mânica.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.700 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi Integração PR/SC)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

SICOOB OURO VERDE: Colaboradora participa da maior feira de futebol da América Latina

 

sicoob ouro verde 11 09 2019De 4 a 8 de setembro, aconteceu em São Paulo a Brasil Futebol Expo, maior feira de futebol da América Latina. Mais de 40 mil pessoas passaram pelo Pro Magno Centro de Eventos e participaram da programação que, de acordo com a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), organizadora do evento, foi uma grande celebração à educação, aos negócios e às experiências relacionadas ao esporte mais popular do mundo.

 

Participação - Representando o Sicoob Ouro Verde, a analista de comunicação Flávia Bussadori prestigiou a feira, nos dias 6 e 7 de setembro, e participou de palestras e cursos ministrados pelas maiores referências do esporte no Brasil e no exterior sobre as práticas e tendências de marketing esportivo.

 

Tecnologia e players - "Além da visita aos estandes da feira, onde pude conhecer um pouco da tecnologia e dos players por traz dos negócios relacionados ao futebol e ao esporte, participei de capacitações que me proporcionaram conhecer as práticas de ativação de marca de patrocinadores super reconhecidos neste mercado e o que há de mais moderno em tecnologia e conhecimento voltados para relacionamento específico com o torcedor. Foi uma imersão valiosa, já que no Brasil não há outra oportunidade de tanto aprendizado que reúna os grandes nomes deste negócio tão dispostos a compartilhar seus cases e compartilhar tanto conhecimento com quem está começando", comenta Flávia.

 

Referências e possibilidades - Com os conhecimentos adquiridos pela colaboradora durante o evento, a cooperativa agora terá novas referências e possibilidades para otimizar a ativação da marca Sicoob por meio do patrocínio do Londrina Esporte Clube. Em junho, o Sicoob Ouro Verde se tornou patrocinador master do LEC e desde então, vem desenvolvendo diversas ações de marketing que unem esporte e cooperativismo.

 

Próximo evento - Com o sucesso da primeira edição, que reuniu mais de 45 mil pessoas, a organização da Brasil Futebol Expo anunciou que a feira já tem data marcada para o próximo ano: de 23 e 27 de setembro de 2020. (Imprensa Sicoob Unicoob)

COCAMAR: Produtoras se apoiam para crescer

 

Na primeira viagem oficial do Rally Cocamar de Produtividade, promovida na segunda-feira (09/09) ao norte do Paraná, foram visitadas duas produtoras em municípios vizinhos que se sobressaem pelo seu protagonismo e também a participação cooperativista: Mirian Cristina Neumann, de Rancho Alegre, e Amália Ferreira Pintar, de Sertaneja. 

 

Convidadas - Nessa viagem que foi conhecer gestão feminina, o Rally teve três convidadas: Gabriela Renicz, analista de inovação, Lorena Betiati, analista de comunicação, e Vanessa Urataki, analista de CRM, todas da administração central da Cocamar. 

 

Patrocinadores - O Rally conta com os seguintes patrocinadores: Spraytec, Sicredi, Basf e concessionária Zacarias/Chevrolet (principais), Sancor Seguros, Cocamar TRR, Texaco Lubrificantes, Elanco e Altofós Suplemento Mineral Cocamar (institucionais), Cesb, Aprasoja/PR e Unicampo (apoiadores). 

 

Rancho Alegre - No município de colonização germânica que fica a 82,4km de Londrina, na divisa com o estado de São Paulo, Mirian, de 33 anos, é a sucessora do pai Alfons Aloysius, de 83. Casada com o médico Aníbal Eumann Mesas, ela já faz a gestão de 17 alqueires [41 hectares] da propriedade da família, de 70 alqueires [169,4 hectares], onde cultiva soja e milho. O pai descende de alemães que adquiriram as terras em 1943. 

 

Maquinário - Formada em administração de empresas e agronegócio, a produtora tem se estruturado para depender menos de maquinários de terceiros. No ano passado, recorrendo a recursos do Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar) ela adquiriu um trator John Deere com GPS e piloto automático e, recentemente, uma plantadeira da mesma marca. Com isso, poderá efetuar as operações sem atrasos, o que antes era comum por depender da disponibilidade de máquinas. A plantadeira conta com sistema de gerenciamento de plantio e sensor para alertar o operador em caso de falhas.

 

Sustentável - As máquinas próprias vão possibilitar também que Mírian se aprofunde em um trabalho mais sustentável a partir do próximo ano, quando pretende implantar o consórcio formado por milho de inverno e capim braquiária, seguindo uma recomendação da Cocamar. 

 

Forte - Segundo ela, ao adquirir em meados deste ano a concessão John Deere para o norte do Paraná, a Cocamar se fortaleceu ainda mais na região. “Eu acredito muito na cooperativa, especialmente porque ela vem proporcionando bons resultados aos produtores”, afirma. 

 

Tecnologias - Sempre interessada em conhecer e aplicar novos conhecimentos e práticas para melhorar o desempenho da lavoura, a produtora é orientada pelo engenheiro agrônomo Elvis Lorenzetti, da unidade local da Cocamar. “Só o fato de Mirian ser receptiva a tecnologias, já faz uma grande diferença em seu trabalho”, comenta ele. 

 

Únicas - Desde pequena acompanhando o pai no campo, Mírian tomou gosto pela atividade e ainda é uma das únicas mulheres a comandar uma propriedade rural no município. “Enfrentei preconceito no início, mas isso já é página virada”, diz. Ela faz parte de um recém-criado grupo de produtoras de cidades do norte do Paraná que participam da gestão de negócios rurais. 

 

Sertaneja - Aos 34 anos, engenheira agrônoma Amália Ferreira Pintar também é uma das poucas mulheres a dedicar-se à agricultura em Sertaneja. Ela retornou no final de 2018 de Sorriso (MT), onde residia há dez anos, para dividir a gestão da propriedade da família com o irmão Eduardo, de 36. Enquanto ela cuida de 40 alqueires [96,8 hectares] cultivados com soja e milho, Eduardo responde pela pecuária. 

 

Evoluir - Hélio Ferreira Pintar, o pai, acompanha o trabalho dos filhos e dá a palavra final, mas por entender a importância da tecnologia, ele tem incentivado a filha, que conta com o assessoramento do engenheiro agrônomo Anderson Tiago Glatz, da unidade local da Cocamar. Após o retorno de Amália, a família não demorou a retomar alguns negócios que havia parado, como a produção de leite e a criação de suínos; por outro lado, estuda investir em caprinos e quer, principalmente, melhorar seus níveis de produtividade de grãos. 

 

Confiança - A previsão da produtora é começar o plantio de soja em 5 de outubro e ela já fez os cálculos: para cada alqueire, os custos diretos são estimados em 75 sacas (30,9 por hectare). “Mantemos uma relação de muita confiança com a Cocamar para desenvolver os nossos negócios e atingir os objetivos”, completa. (Imprensa Cocamar)

 

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AGRÁRIA: Inovação é palavra-chave na 16ª edição do Wintershow

 

agraria 11 09 2019Do pão quentinho à cerveja gelada, os cereais de inverno estão presentes no nosso dia a dia mais do que se imagina. E há 16 anos o Wintershow contribui para difusão de informações técnico-científicas a respeito destas culturas. Em 2019, o evento já tem data para acontecer: de 15 a 17 de outubro. 

 

Maior do gênero - Promovido pela Fapa (Fundação Agrária de Pesquisa Agropecuária) e pela Agrária, o evento é o maior do gênero em todo Brasil. Durante três dias, a Fundação recebe produtores, agrônomos, estudantes, entre outros para painéis temáticos que abordam aspectos de culturas como cevada, trigo e aveia, além de palestras de interesse público. 

 

Modernização - Em sua 16ª edição, o Wintershow dedicará atenção especial à relação entre o campo e o processo de modernização. As palestras com Arthur Igreja e Allan Costa falarão sobre Inovação Disruptiva e Transformação Digital, respectivamente. Já a Estação Open Innovation, novidade para este ano, será um espaço onde empresas ligadas ao agronegócio apresentarão soluções tecnológicas para o produtor. 

 

Recorde de expositores - Este ano, a expectativa é que o evento tenha recorde de expositores, passando de 70 empresas participantes. Pensando nisso, foram abertos na programação espaços para o Balcão de Negócios. Ainda sobre as atrações do Wintershow 2019, destaque para o Bremswagen – Desafio de Tratores – e para a palestra de encerramento com o cantor Leo Chaves. Famoso pela dupla com o irmão Vitor, Leo também é palestrante, escritor e recentemente lançou-se em carreira solo.

 

Atividades - As atividades do evento ocorrem das 8h às 18h30 e são gratuitas. O Wintershow conta com o patrocínio ouro da Oro Agri e patrocínio prata do Banco do Brasil, Sicredi e Caixa Econômica Federal. São patrocinadores bronze o BRDE (Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul), Gigamix, Rocha Terminais Portuários e Logística, e Sindicato Rural de Guarapuava. (Imprensa Agrária)

 

Confira a programação

 

15/10 Terça-feira

8h – Visita a expositores

10h15 – Abertura do evento

10h30 – Painel – Trigo: sua importância e seus desafios

12h – Almoço

13h30 – Palestras Simultâneas Fapa

14h30 – Visita aos expositores

15h30 – Palestras Simultâneas Fapa

16h30 – Bremswagen – Desafio de Tratores

18h30 – Encerramento

 

16/10 – Quarta-feira

8h – Visita a expositores

10h30 – Arthur Igreja – Inovação disruptiva e o futuro dos negócios

12h – Almoço

14h – Palestras Simultâneas Fapa

15h – Visitas a expositores

16 - Palestras Simultâneas Fapa

17h – Dinâmica de máquinas agrícolas

18h30 – Encerramento

 

17/10 Quinta-feira

8h – Visita a expositores

10h Allan Costa – Transformação Digital e o futuro do agronegócio

11h – Balcão de Negócios / visita aos expositores

12h – Almoço

13h- Balcão de negócios/ visita aos expositores

15h30 – Estação Open Innovation

17h – Leo Chaves – Gratidão: o ciclo constante do plantio e colheitas da vida. Como identificar o caminho certo?

18h30 – Encerramento 

 

SERVIÇO

Wintershow 2019 – 16ª edição

Data: de 15 a 17 de outubro

Horário: das 8h às 18h30

Local: Fapa, Colônia Vitória, Distrito de Entre Rios, Guarapuava (PR)  

SUINOCULTURA: Brasil Pork Event mobiliza a cadeia de suínos nesta quinta, em Foz do Iguaçu

 

suinocultura 11 09 2019Maior encontro latino-americano de negócios em suinocultura, o Brasil Pork Event 2019 será aberto oficialmente às 8h desta quinta-feira (12/09), prosseguindo até o final da tarde, no Recanto Cataratas Thermas Resort & Convention, em Foz do Iguaçu.

 

Organização e apoio - Organizado pela Topigs Norsvin, empresa líder em pesquisa e desenvolvimento genético suíno, o evento conta com o apoio de empresas como Tectron Tecnologia e Inovação, Dechra, Nedap, MSD Saúde Animal, Ceva, IMV Technologies e Vaccinar.  Vai reunir 350 pesquisadores, técnicos e suinocultores que integram o topo da cadeia produtiva, para discutir oportunidades e desafios do setor.

 

Acesso ao vivo, via internet - Segundo o diretor-geral da Topigs Norsvin no Brasil, André Costa, a participação de players e criadores superou todas as expectativas. "De início, projetamos a presença de 250 participantes ampliamos para 350 e já no final de agosto, todas as inscrições haviam sido preenchidas", diz.

 

Troca de experiências - Com ênfase na troca de experiências, conhecimentos e avaliação dos cenários atuais e futuros este Brasil Pork Event tem como um de seus pontos altos o debate entre criadores de elite, técnicos e pesquisadores, num formato inovador de mesa redonda, mediada pelo jornalista Tobias Ferraz, do Canal Rural, a partir das 13h30.

 

Site - "Atendendo a inúmeros pedidos, decidimos ampliar o alcance destes debates, disponibilizando-os na internet, a todos os interessados, explica André Costa, lembrando que as inscrições, são gratuitas e devem ser feitas com antecedência, no site www.eventos.academiatn.com.br/.

 

Presenças confirmadas - A mesa redonda já tem confirmadas as presenças de  Marcelo Lopes (ABCS), Valdecir Folador (ACSURS), Valdomiro Ferreira (APCS), Losivânio Luiz De Lorenzi (ACCS), Thiago Bernardino (CEPEA), professor Márcio Duarte (UFV), Wienfried Leh (Grupo Leh's), Helder Hofig (AH Agropecuária), Fábio Barros (SF Agropecuária), Roberto Coelho (Grupo Cabo Verde) e Tiago Andrade (Granja Xerez). 

 

Programa oficial - O Brasil Pork Event 2019 será aberto às 8h, pelo diretor-presidente da Topigs Norsvin do Brasil, André Costa. Na sequência, Gonçalo Pimpão, diretor comercial da Topigs Norsvin Ibérica abordará o tema "Novos rumos da suinocultura". Às 9h30, palestra "Perspectivas Econômicas do Setor", com professor Sérgio De Zen, pesquisador do Cepea. Às 10h30, palestra "O Agronegócio Brasileiro", com o agrônomo e ex-ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues. Às 13h30, os trabalhos serão retomados, com a mesa redonda "Suinocultura brasileira: realidades e oportunidades", com transmissão ao vivo, pela internet. Às 14h40, Gerard Weijers abordará o tema "Data makes pig talk", seguido de palestra "O sucesso e a saúde mental" com Elaine Souza. Às 17h40, encerramento, com André Costa, seguido de aula-show de cortes, técnicas e dicas de preparo de carne suína, com o especialista Carlos Tossi, e jantar.

 

Sobre a Topigs Norsvin - Com uma produção de 1,8 milhão de matrizes e mais de 11 milhões de doses de sêmen por ano a Topigs Norsvin contribui fortemente para a evolução e difusão do melhoramento genético no mercado suinícola mundial, sendo reconhecida pela abordagem inovadora na implantação de novas tecnologias e pelo foco contínuo na produção de suínos eficientes.

 

Genética - Sua genética vem conquistando crescentes e expressivos espaços que já respondem por 33% das matrizes que compõem a elite da suinocultura brasileira. A Filial brasileira da Empresa de origem Holando-Norueguesa também é pioneira em sistemas inovadores, como o InGene e soluções como a TN70 e o Liquid que estão revolucionando o setor.

 

Povoamento - No sistema InGene, a granja recebe durante o povoamento fêmeas, bisavós, avós e matrizes F1. Depois, passa a produzir sua autorreposição e, a partir daí, recebe de fora apenas sêmen dos melhores reprodutores Topigs Norsvin. A TN70 é considerada a melhor matriz do mundo. Combina alta eficiência reprodutiva com a excelência em terminados e tem rendido números surpreendentes.  Já sistema Liquid tem se destacado como a melhor e mais eficiente ferramenta da genética em inseminação artificial. Estes fatores, que compõe um programa inovador de relacionamento como mercado, chamado Connect, aliados a fortes investimentos em programas de Pesquisa e Desenvolvimento (mais de 22,5 de milhões de euros em 2019) consolidam a Empresa na liderança da nova suinocultura mundial. (Assessoria de Imprensa do evento).

PISCICULTURA: A tilápia brasileira poderá conquistar o mundo?

 

piscicultura 11 09 2019A tilápia é, sem dúvida, a maior impulsionadora da produção de peixes de cativeiro no Brasil. Altemir Gregolin, ex-ministro da Pesca e Aquicultura, atualmente professor da Fundação Getúlio Vargas e consultor, destaca a tilápia como “A cadeia produtiva que mais cresce na aquicultura brasileira".

 

Taxas - A produção da proteína já vem crescendo a taxas superiores à média mundial. O estado do Paraná lidera a produção, mas o peixe é produzido no país inteiro, com exceção da região Norte. Conforme Gregolin, "A tilápia é um peixe muito consumido a nível mundial. Já exportamos a tilápia brasileira, mas ainda há um mar de oportunidades. Porém, para disputar este grande mercado precisamos ser competitivos", afirma.

 

Evento - Para discutir a competitividade da tilápia brasileira, o International Fish Congress apresenta, dia 18 de setembro, painel com os CEO’s das empresas Geneseas, Roberto Haag e Tilabrás, Nícolas Landolt. O evento será realizado entre os dias 17 e 19 de setembro de 2019, no Centro de Eventos Maestra, no Cataratas Resort, em Foz do Iguaçu, Paraná.

 

Empresas - O debate sobre a competitividade da tilápia brasileira envolve duas empresas que estão na linha de frente da produção no Brasil. A Geneseas é a maior empresa privada na produção de tilápia e com exportações para o mercado norte-americano. Possui unidades estrategicamente localizadas no interior de São Paulo e Mato Grosso do Sul. A Tilabrás colocou em andamento no Mato Grosso do Sul um projeto ambicioso com investimentos previstos de US$ 50 milhões de dólares e uma produção de 100 mil toneladas/ano, com foco no mercado externo.

 

Alto nível - “Será um debate de alto nível, envolvendo duas das maiores empresas na produção de tilápia no Brasil e duas lideranças com o mais elevado grau de conhecimento sobre mercado mundial desta proteína”, frisa Gregolin.

 

Potencial - O Brasil possui um grande potencial ainda inexplorado na produção de pescado, com condições reais de tornar-se um grande player deste mercado. Dados da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), indicam que os brasileiros consomem menos peixes por ano do que a média mundial: 10 kg por habitante/ano no país, contra 20 kg por habitante/ano no mundo. Além disso, o país possui todas as credenciais para tornar-se um grande exportador da proteína. "Com a expertise que o Brasil já possui na produção de outras proteínas e as condições naturais incomparáveis, não há hipótese de não sermos grandes da produção de pescados, basta fazermos a nossa lição de casa. Este debate estratégico será ponto alto do IFC", destaca o presidente do Congresso o ex-ministro da Pesca, Altemir Gregolin.

 

Apoio - O evento conta com o apoio de empresas como Marel, DSM, YES, BIOMIN, Presence, Wisium, Socil, Ampario, Prilabsa, Byosin, MQpack, Trevisan, Braspeixe, Guabi, Zaltana, Frescatto, Alaska Seafood, Potiporâ, Gelonese, Aquabel, PCI Gases, Wenger, Colpani, Multipesca, Nexco, Beraqua, Bom Peixe, Copisces, FrozenOcean Feeds, Escama Forte, e Supra, entre outras. O evento internacional tem o apoio institucional do Sebrae, Governo do Estado do Paraná/ Seap, Governo Federal - Ministério da Agricultura , Pecuária e Abastecimento, Secretaria da Pesca, Prefeitura de Foz do Iguaçu, Cresol, BRDE, Fiep, Senar, Sanepar, Copel, Agência de Fomento, Faep, Abipesca, Aquabio, Peixe BR, Aprapes, ABCC, Conepe, Abras e FAO.

 

Sobre o International Fish Congress - Com o lema “Das águas ao consumo” o evento tem o apoio das principais entidades do setor Aquabio - Sociedade Brasileira de Aquicultura e Biologia Aquática, Ocepar - Organização das Cooperativas do Paraná, Abipesca – Associação Brasileira da Indústria da Pesca, PeixeBR - Associação Brasileira da Piscicultura, Sindipi – Sindicado dos Armadores e Indústria da Pesca, Abrapes – Associação Brasileira de Fomento ao Pescado e Abpa – Associação Brasileira de Proteína Animal,CNA/Senar, Cresol, Sebrae e Abras – Associação Brasileira de Supermercadistas.

 

Mais - As discussões têm o apoio da FAO - Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação e Mapa, através da Secretaria da Aquicultura e Pesca. Entre os apoiadores estão ainda BRDE – Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul, Fundação Terra, Governo do Estado do Paraná, Adapar e Emater. O evento tem ainda o apoio científico da Unila, Unioeste, UFFS, Univali e Instituto Federal Paraná Campus Foz do Iguaçu e Copacol. (Assessoria de Imprensa do evento)

 

SERVIÇO

International Fish Congress e Fish Expo Brasil

Quando: 17 a 19 de setembro

Onde: Centro de Eventos Maestra, Cataratas Resort, Foz do Iguaçu, Paraná

 

Saiba mais: http://www.internationalfishcongress.com.br/inicial

CÂMARA: Deputados buscam convergências para texto sobre novo licenciamento ambiental

 

camara 11 09 2019A Câmara dos Deputados discutiu, na segunda-feira (09/09), a proposta do novo licenciamento ambiental. Parlamentares favoráveis, contrários e representantes de classes participaram da Comissão Geral no intuito de se obter uma convergência de texto. A matéria deve ser apreciada até outubro deste ano pela Casa.

 

Convergência - Para Sérgio Souza (MDB-PR), vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), este é um assunto que já é discutido há muito tempo na Casa. “Nós estamos buscando uma convergência há 15 anos para que não fique pior para nenhum dos lados. Queremos apenas um texto que seja consensual”, defendeu.

 

Setor agrícola - Sérgio Souza afirma que o novo licenciamento ambiental não afetará o setor agrícola. “O produtor não tem preocupação com o licenciamento ambiental porque ele se submete a toda legislação e todos os critérios necessários para a sua produção legal”, concluiu.

 

Setor produtivo - De acordo com o consultor de Meio Ambiente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Rodrigo Justus, o licenciamento é importante par o desenvolvimento do país. “É necessário que o setor possa ter competitividade internacional. Hoje, levam-se dez, 15 anos para licenciar um porto, uma hidrovia, uma estrada, uma hidroelétrica. E tudo isso encarece os custos de produção”, argumentou.

 

Regra geral - Justus também defendeu a necessidade de se ter uma regra geral para todos os Estados. “Precisamos de uma gestão agroambiental eficiente dentro de boas práticas agropecuárias, sem criar uma pane no sistema de licenciamento ambiental, criando exigências que sejam de difícil ou impossível cumprimento” ressaltou.

 

Excesso de burocracia - Maria do Socorro Castello Branco, Especialista em Políticas Públicas e Indústria, na Confederação Nacional da Indústria (CNI), disse que o atual licenciamento ambiental possui excesso de burocracia. “Há uma falta de clareza de procedimentos que é prejudicial a todos. A nova lei é necessária. Temos uma elevação de custos, incertezas, demora na aprovação de projetos e prejuízo à competitividade”, afirmou.

 

Críticas - A oposição fez algumas críticas ao texto proposto. Para eles, os Estados e Municípios precisam fazer sua própria avaliação, pois possuem características distintas. (Assessoria de Imprensa do deputado federal Sérgio Souza)

PREVIDÊNCIA: Reforma começa a ser discutida em Plenário

 

previdencia 11 09 2019A Proposta de Emenda à Constituição que reforma à Previdência (PEC 6/2019) teve sua primeira sessão de discussão em Plenário nesta terça-feira (10/09). O debate foi realizado durante uma sessão deliberativa temática, com exposições de especialistas e pronunciamentos de senadores. Antes de ser votada em primeiro turno, a proposta ainda terá que passar por outras quatro sessões de discussão.

 

Relevância - “O Senado está hoje à disposição desta sessão temática, tão importante para todos nós. Estamos debatendo esta matéria, e o Plenário do Senado Federal foi aberto hoje pela importância e pela relevância do tema”, explicou o presidente do Senado, Davi Alcolumbre.

 

Exposições - A discussão do texto pelos senadores se deu após as exposições de convidados favoráveis e contrários à reforma. O secretário de Trabalho e Previdência, Rogério Marinho; o ex-chefe da Coordenação de Estudos da Previdência do Ipea, Paulo Tafner; e o professor de economia José Marcio Camargo falaram a favor do texto.

 

Contra - Contra a reforma se manifestaram o ex-ministro da Previdência Social, Ricardo Berzoini; o empresário e engenheiro Eduardo Moreira; o professor e pesquisador em economia Eduardo Fagnani, da Universidade de Campinas (Unicamp); e a coordenadora nacional da organização Auditoria Cidadã da Dívida, Maria Lúcia Fattorelli.

 

Manifestações - Entre os parlamentares, a maior parte das manifestações foi de contrários à reforma. As mudanças na aposentadoria por invalidez e das pessoas com deficiência foram alguns dos pontos mais lembrados.

 

Críticas - O senador Paulo Paim (PT-RS) criticou vários pontos da PEC 6/2019 e classificou como “crime” as alterações nas regras da aposentadoria por invalidez. Ele lembrou que os trabalhadores contribuem todos os meses com uma parte dos seus salários e acusou o governo de “apropriação indébita” dos recursos e de omissão na cobrança de grandes empresas devedoras. Ele também contestou o argumento de que a reforma vai proteger os pobres, as crianças e os jovens.

 

Questionamento - “Meu Deus do céu! Foi dito aqui, e eu vou repetir: quem sustenta as crianças? Será que criança se sustenta, meus amigos? O jovem que não tem emprego, 3 milhões de jovens todo ano no mercado de trabalho, eles se sustentam? Quem sustenta é o pai, é o avô, que dependem desse dinheiro para sustentar. Quem sustenta a família ou é o pai ou são os aposentados”, alertou.

 

Reequilíbrio - Roberto Rocha (PSDB-MA), por sua vez, disse que as mudanças são uma forma de reequilibrar receitas e despesas por uma questão de sustentabilidade fiscal. A Previdência, disse o senador, é um seguro para o qual devem contribuir os beneficiários, e não um instrumento de assistência.

 

Respeito - “Essa proposta, na nossa visão, respeitando muito todas as outras diferentes, equipara trabalhadores da iniciativa privada, equipara servidores públicos, equipara militares, juízes, procuradores, deputados, senadores, governadores. No ano passado, a Previdência teve um buraco, um rombo de R$ 290 bilhões. Quem desconhece isso? É preciso dialogar com a realidade”, argumentou o senador.

 

PEC paralela - O debate também contou como primeira sessão de discussão da PEC paralela (PEC 133/2019). O texto, que também já foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), traz sugestões de alterações na PEC principal, como a inclusão de estados e municípios. O dispositivo ganhou força no Senado para evitar que a PEC 6/2019 fosse alterada e tivesse que retornar para a Câmara.

 

Apelo - “O apelo que eu faço aos Senadores é: pensem antes de votar. Este Senado está se apequenando. Aliás, eu peço perdão à população brasileira porque este Senado está demonstrando a sua pequenez quando se transformou num mero carimbador, chancelador daquilo que vem da Câmara e aí aplica o engodo na chamada PEC paralela”, criticou o senador Fabiano Contarato (Rede-ES) durante o debate.

 

Comportamento - Para ele, o Senado tem um comportamento omisso, permissivo, subserviente e submisso e a PEC paralela significa um “estelionato legislativo”. Na visão de Contarato, o governo poderia obter recursos cobrando empresas devedoras revendo R$ 376 bilhões de isenções fiscais e renúncias.

 

Discordância - O líder do governo, senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), discorda que o Senado tenha atuado como chancelador das decisões da Câmara. Ele lembrou que o relator fez supressões importantes no texto e disse que a PEC paralela não é uma forma de evitar a discussão, mas sim, introduzir inovações sem alterar o cronograma da PEC principal.

 

Diligente - “Esta Casa foi diligente na tramitação da PEC, e aqui quero registrar o empenho do presidente Davi Alcolumbre, da senadora Simone Tebet [MDB-MS] e do relator, o senador Tasso Jereissati [PSDB-CE], que, juntos, conduziram da melhor forma o processo. É importante destacar que, diante de todo o trabalho realizado, não se pode imputar ao Senado Federal a pecha de mero carimbador da proposta da Câmara dos Deputados”, afirmou.

 

Mudanças - Eliziane Gama (Cidadania-MA) se disse contrária ao texto, mas elogiou a disposição do relator de fazer supressões na PEC durante a tramitação na CCJ. Ela garantiu que ainda atuará em Plenário para mudar outros pontos no texto, como as restrições ao abono salarial.

 

Crueldade - Zenaide Maia (Pros-RN) apontou “crueldade” no tratamento dado às aposentadorias de pessoas com deficiência e trabalhadores que enfrentam condições perigosas ou insalubres. Para ela, é preciso pensar que há seres humanos e vidas, "não só cifras economizadas". Tanto ela quanto Randolfe Rodrigues (Rede-AP) afirmaram que não colocarão suas assinaturas na proposta.

 

Preço - “O que nós não aceitamos é que o preço, a conta, recaia sempre naqueles que têm pago nos últimos anos. Quem tem pago a conta deste país nos últimos anos são o os que menos têm dinheiro. Esses vão ser sacrificados ainda mais. Com minha digital, não aprovarei essa reforma da Previdência porque eu não quero ser cobrado no futuro de ter produzido para as gerações que virão, um país mais desigual do que já é”, disse Randolfe.

 

Mais discussão - O senador Weverton (PDT-MA) apontou falta de honestidade no debate do texto com a sociedade e disse que o texto precisa ser mais discutido. O senador Jorge Kajuru (PSB-GO), por sua vez, declarou que ainda precisa ser convencido para votar contra ou a favor da reforma. “Eu estou aqui para interpelar, para questionar, para ser convencido e eu não estou [convencido]. Eu preciso ainda ouvir muito mais, saber muito mais, para ter a minha opinião na última votação deste Senado Federal”, declarou Kajuru.

 

Empobrecimento - Para Flávio Arns (Rede-PR) e Paulo Rocha (PT-PA), a reforma promove o "empobrecimento dos mais pobres". Arns fez um apelo ao presidente [da República] para que busque tornar a reforma mais justa por meio da PEC paralela. “O apelo que eu faço ao presidente Bolsonaro e à primeira-dama Michelle Bolsonaro é para dizer: 'Olhe, ainda dá tempo; não vamos cometer essa injustiça'. Porque eu tenho absoluta convicção de que o presidente e a primeira-dama não sabem disso que está acontecendo nessa PEC. Se soubessem, eu tenho convicção de que não autorizariam e não concordariam com o empobrecimento violento do povo brasileiro”, afirmou. (Agência Senado)

INDÚSTRIA: Produção do Paraná tem o maior crescimento do País

 

industria 11 09 2019Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgados nesta terça-feira (10/09) indicam que o Paraná registrou o maior índice de crescimento na produção industrial do País neste ano. Entre janeiro e julho o percentual acumulado foi de 7,2%, à frente dos quinze locais pesquisados (dez tiveram variação negativa) e do índice nacional, que apresentou queda de -1,7%.

 

Maior - O desempenho do Paraná é o maior índice acumulado na variação dos primeiros sete meses do ano desde julho de 2010, quando a indústria paranaense cresceu 22,3% durante o boom econômico – a indústria brasileira cresceu 14,5% nos primeiros meses daquele ano.

 

Impulso - Segundo o IBGE, o resultado da indústria paranaense foi impulsionado, principalmente, pelo comportamento positivo de setores como veículos automotores, reboques e carrocerias, produtos alimentícios e máquinas e equipamentos.

 

Queda - O índice nacional registrou queda de 1,7%. A retração alcançou 14 dos 26 ramos pesquisados, 43 dos 79 grupos e 53,3% dos 805 produtos analisados. As indústrias extrativas exerceram a maior influência negativa (-12,1%).

 

Relevantes - O pesquisador Júlio Suzuki Júnior, do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes), destaca que os números da indústria paranaense são muito relevantes diante do quadro oposto observado no âmbito nacional, com queda da produção.

 

Surpresa positiva - “O resultado industrial do Paraná surpreende positivamente, uma vez que não se observa perda de fôlego do setor manufatureiro local, com o prosseguimento de altas taxas de crescimento ao longo de 2019. Por isso, o Estado lidera o ranking nacional no acumulado deste ano”, explicou.

 

Variação mensal - A variação mensal (junho a julho) com ajuste sazonal também aponta crescimento do Paraná, de 2%, terceiro maior índice do País, atrás apenas do Rio de Janeiro (6,8%) e Mato Grosso (5,5%). O Rio Grande do Sul, que liderava o crescimento entre os Estados, caiu -2,4%. Também nesse índice houve variação negativa no indicador nacional, de -0,3%.

 

Últimos 12 meses - O Paraná é o segundo Estado em crescimento da produção industrial no acumulado de doze meses (agosto de 2018 a julho de 2019), com crescimento de 4,8%, atrás apenas do Rio Grande do Sul (8,4%). O índice nacional caiu -1,3% nesse balanço.

 

Julho 2018/2019 - A comparação entre julho deste ano e do ano passado também indica salto positivo no Paraná, de 4,8%, maior crescimento do País ao lado do Rio de Janeiro. O índice nacional apontou queda de -2,5%.

 

Mais empregos - O Paraná também mantém em 2019 a tendência de crescimento na criação de empregos, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia. No acumulado de 2019, o Estado abriu 40.537 vagas, sendo a quarta unidade da federação que mais empregou. De janeiro a julho foram abertas 461.411 vagas formais no Brasil, variação de 1,2% sobre o estoque do mesmo período do ano passado. (Agência de Notícias do Paraná)

INFRAESTRUTURA: Dinheiro de concessão pode ser reinvestido

 

infra 11 09 2019O Ministério da Infraestrutura vai encaminhar em breve ao Congresso Nacional uma proposta que visa garantir que recursos oriundos de outorgas de infraestrutura possam ser imediatamente reinvestidos no próprio setor. Chamado de "reversibilidade imediata de outorgas", o mecanismo será enviado dentro de um leque de sugestões para aprimoramento da Lei 8.987/95, que trata das concessões.

 

No setor - A expectativa é que a matéria seja encaminhada aos parlamentares em aproximadamente duas semanas. A secretária de Fomento e Parcerias do Ministério da Infraestrutura, Natália Marcassa, argumenta que o dinheiro arrecadado com as outorgas das concessões precisa ficar no próprio setor, o que nem sempre acontece, especialmente por causa de contingenciamentos do Orçamento federal.

 

Vedações legais - "Queremos poder receber os recursos referentes à concessão de uma ferrovia e investir imediatamente na conclusão das obras de outra", exemplificou. Segunda ela, não há vedações legais para a iniciativa. A secretária lembrou, inclusive, que algo nessa linha já aconteceu no passado, quando recursos oriundos de outorga foram utilizados no programa de demissão voluntária da estatal Infraero.

 

Receita tributária - "Não se trata de uma receita tributária nem prevista", ela frisou quando questionada se a medida não poderia configurar mais um tipo de indexação, que é justamente o que a equipe econômica liderada pelo ministro Paulo Guedes quer reverter.

 

Extensão - A secretária disse ainda que o governo defende a extensão do modelo de autorizações para o setor de ferrovias.

 

Portos - Atualmente, o formato somente é usado nos portos. A iniciativa já consta em um projeto de lei do Senado e terá apoio do ministério. "Grande parte dos investimentos em ferrovias poderia ser feita por meio de autorização. Não há motivos para o governo ficar atrapalhando isso", afirmou Marcassa, durante audiência na Câmara dos Deputados. (Valor Econômico)

 

GOVERNO FEDERAL: Proposta orçamentária de 2020 será modificada

 

governo federal 11 09 2019O governo vai enviar ao Congresso uma mensagem modificativa da proposta orçamentária de 2020, informou nesta terça-feira (10/09) o relator do Orçamento, deputado Domingos Neto (PSD-CE). Fontes governamentais confirmaram a informação ao Valor. A expectativa é que, na nova versão, a quantia destinada ao financiamento das eleições municipais do próximo ano seja elevada.

 

Original - Na proposta original, encaminhada no dia 31 de agosto, o valor destinado ao fundo eleitoral foi de R$ 2,5 bilhões, o que desagradou deputados e senadores. Eles reivindicam uma quantia de aproximadamente R$ 3,7 bilhões.

 

Meta - O relator da proposta orçamentária informou também que a sua meta é reduzir as despesas obrigatórias projetadas para 2020 em R$ 25 bilhões a R$ 30 bilhões para abir espaço para os gastos discricionários (investimentos e custeio da máquina administrativa), que foram projetados em R$ 89,2 bilhões para o próximo ano, o menor nível da série histórica.

 

Despesa discricionária - Se ele conseguir atingir a meta, a despesa discricionária passaria para algo em torno de R$ 120 bilhões, sem contar as emendas parlamentares ao Orçamento, que somam R$ 16,1 bilhões. Geralmente, as emendas parlamentares são destinadas a investimentos nas bases eleitorais dos parlamentares e a gastos em saúde.

 

Solicitação - O relator disse também que uma série de ministros tem encaminhado ofícios ao ministro da Economia, Paulo Guedes, solicitando ampliação de suas dotações no próximo ano. "Não é só o Sergio Moro [ministro da Justiça e da Segurança Pública] que está pedindo mais verba", disse.

 

Fim da multa - Para abrir um espaço de R$ 25 bilhões a R$ 30 bilhões no Orçamento, Domingos Neto conta com o fim da multa adicional de 10% do FGTS no caso de demissão sem justa causa e com a desvinculação dos recursos dos diversos fundos atualmente existentes.

 

Empoçamento - "O ministro Guedes tem falado no empoçamento de recursos no Orçamento, ou seja, de verbas que terminam não sendo gastas por causa de vinculações. Estamos fazendo um levantamento das despesas vinculadas para ver o que podemos fazer", explicou. "Talvez seja possível liberar uns R$ 12 bilhões dos recursos empoçados no próximo ano", afirmou.

 

Desvinculação - O ministro Moro quer desvincular os recursos do Fundo Penitenciário, enquanto o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, deseja acessar recursos do Fundo da Marinha Mercante e da Aviação Civil. (Valor Econômico)

ECONOMIA: Governo planeja imposto de 0,4% para saque e depósito em dinheiro

 

economia 11 09 2019O governo planeja em sua proposta de reforma tributária que saques e depósitos em dinheiro sejam taxados com uma alíquota inicial de 0,4%. A cobrança integra a ideia do imposto sobre pagamentos, que vem sendo comparado à antiga CPMF.

 

Débito e crédito - Já para pagamentos no débito e no crédito, a alíquota inicial estudada é de 0,2% (para cada lado da operação, pagador e recebedor). Ambas as taxas tendem a crescer após serem criadas, já que ideia do governo é usar o novo imposto para substituir gradualmente a tributação sobre os salários, considerada pela equipe econômica como nociva para a geração de empregos no país.

 

Defesa - Marcelo de Sousa Silva, secretário especial adjunto da Receita Federal, defendeu o novo tributo nesta terça-feira (10/09) no Fórum Nacional Tributário (promovido pelo sindicato dos auditores fiscais, em Brasília), ao ressaltar que ele substituiria tanto a tributação sobre a folha como o IOF.

 

Previsibilidade - Apesar de o governo rechaçar a comparação com a antiga CPMF, o próprio secretário defendeu o novo imposto mostrando um gráfico que mostra o histórico relativamente estável das alíquotas de CPMF ao longo dos anos em que vigorou, o que representaria uma previsibilidade para o novo imposto.

 

Seguridade social - Silva afirmou que, com a substituição da tributação sobre folha de pagamentos pelo novo imposto, a seguridade social acabaria sendo bancada pela sociedade como um todo. "Estamos transferindo o ônus para toda a sociedade", afirmou. Ele ressaltou logo em seguida que a reforma vai propor, por outro lado, benefícios como ampliação da faixa de isenções e reembolso de impostos a pessoas de baixa renda.

 

Conclusão - Ele disse ainda que as propostas de alteração no imposto de renda devem ser concluídas pela equipe econômica ainda nesta semana. O secretário ainda indicou que a reforma tributária deve começar com a união apenas de PIS e Cofins, que virariam a Contribuição sobre Bens e Serviços. A alíquota proposta será de 11%. (Valor Econômico)

VAREJO: Comércio cresce 1% em julho

varejo 11 09 2019O volume de vendas do comércio varejista cresceu 1% na passagem de junho para julho deste ano, segundo dados da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) divulgados nesta quarta-feira (11/09) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse é o terceiro resultado positivo do indicador, que acumula alta de 1,6% no período. O volume de vendas também cresceu 0,5% na média móvel trimestral, 4,3% na comparação com julho do ano passado, 1,2% no acumulado do ano e 1,6% no acumulado de 12 meses.

Passagem de mês - Na passagem de junho para julho, sete das oito atividades pesquisadas tiveram alta nas vendas, com destaque para supermercados, alimentos, bebidas e fumo (1,3%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (2,2%) e móveis e eletrodomésticos (1,6%).

Mais - Também apresentaram crescimento tecidos, vestuário e calçados (1,3%), artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (0,7%), combustíveis e lubrificantes (0,5%) e livros, jornais, revistas e papelaria (1,8%).

Queda - Apenas a atividade de equipamentos e material para escritório, informática e comunicação teve queda em julho (-1,6%).

Varejo ampliado - No varejo ampliado, que também analisa os setores de veículos e materiais de construção, o volume de vendas cresceu 0,7%. O setor de materiais de construção cresceu 1,1%, mas a atividade de veículos, motos e peças recuou 0,9%.

Média móvel - O varejo ampliado também teve crescimentos de 0,5% na média móvel trimestral, 7,6% na comparação com julho de 2018, 3,8% no acumulado do ano e 4,1% no acumulado de 12 meses.

Receita nominal - A receita nominal do varejo cresceu 1% na comparação com junho, 6,7% na comparação com julho do ano passado, 4,9% no acumulado do ano e 5,4% no acumulado de 12 meses. Já a receita do varejo ampliado cresceu 0,3% na comparação com junho, 9,5% na comparação com julho de 2018, 6,8% no acumulado do ano e 7,2% no acumulado de 12 meses. (Agência Brasil)

 

INTERNACIONAL: China divulga lista de produtos dos EUA excluídos de tarifa mais alta

 

internacional 11 09 2019A Comissão de Tarifas Aduaneiras do Conselho de Estado da China divulgou nesta quarta-feira (11/09) duas listas de produtos que vão ser excluídos de tarifas mais elevadas na guerra comercial com os Estados Unidos, em um momento em que as duas maiores economias do mundo se preparam para uma nova ronda de negociações.

 

Negociação - Os negociadores de Washington e Pequim devem se reunir em outubro nos EUA para uma nova rodada de negociações comerciais. Por meio do Twitter, Hu Xijin, editor do 'Global Times', de propriedade do Estado, disse hoje que "a China introduzirá medidas importantes para aliviar o impacto negativo da guerra comercial". "As medidas vão beneficiar algumas empresas da China e dos EUA", acrescentou.

 

Reembolso - A Comissão de Tarifas do governo chinês informou que não vão ser impostas taxas mais elevadas sobre 12 tipos de importações dos EUA durante um ano, a partir de 17 de setembro. As empresas podem pedir um reembolso das tarifas que foram impostas antes da data.

 

Lista - A lista inclui produtos de frutos do mar como importações de camarão, lubrificantes, fertilizante de alfafa, entre outros produtos.

 

Outra - A comissão também divulgou outra lista de quatro produtos que não serão alvo de tarifas mais elevadas, mas as empresas não poderão pedir reembolsos. O governo chinês acrescentou que vai continuar a rever bens para serem excluídos e que vai anunciá-los posteriormente. (Valor Econômico)


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