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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4658 | 09 de Setembro de 2019

FORMAÇÃO: Sistema Ocepar lança o Programa Cooper Universitário nesta terça-feira, em Maringá

Disseminar os princípios cooperativistas no ensino superior, por meio da interação entre cooperativas e universidades. É com este propósito que o Sistema Ocepar lança o Programa Cooper Universitário, nesta terça-feira (10/09). A solenidade será realizada às 16h, no Paço Municipal de Maringá, no auditório Hélio Moreira, a partir das 16h. O Cooper Universitário é uma realização do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR), que conta com o apoio do Sistema OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras), Faculdades Maringá, Prefeitura de Maringá e cooperativas Aurora Alimentos, Cocari, Cocamar, Sicoob Central Unicoob, Sicoob Metropolitano, Unicampo e Unimed Maringá. O programa será implementado em parceria com a Pluricoop Cooperativa de Trabalho de Executivos em Gestão e Treinamento.

Programação - O evento em Maringá será aberto pelo presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, pela gerente de desenvolvimento social de cooperativas do Sescoop Nacional, Geâne Nazaré Ferreira, e pelo superintendente do Sescoop/PR, Leonardo Boesche. Na sequência, serão reconhecidas diversas pessoas que são parceiras e apoiam a iniciativa. Depois, a especialista em Recursos Humanos e inspiradora do Cooper Universitário, Mariza Trindade Bica Viana, ministra palestra com o tema “Um legado para o cooperativismo”. A cooperada da Pluricoop, Adriana Pierini, fará uma apresentação sobre o programa.

Painel -  A programação terá ainda um painel que vai debater o tema “Cooper Universitário: construindo um futuro cooperativo”, com a participação do ex-presidente da Ocepar, João Paulo Koslosvki, de José Roberto Ricken e Leonardo Boesche. Após a explanação dos painelistas, será aberto espaço para perguntas dos estudantes universitários.

O programa - Inicialmente, o programa será realizado com o envolvimento de universidades e cooperativas da região de Maringá, no Noroeste do Paraná. Além de ampliar o conhecimento sobre o cooperativismo entre as instituições de ensino superior e acadêmicos, o Cooper Universitário também visa preparar os estudantes para ocupar as vagas de estágio e de trabalho nas cooperativas paranaenses. Tem ainda como meta disponibilizar uma plataforma de talentos em que os participantes do programa poderão manter o currículo atualizado à disposição das oportunidades que surgirem no setor. O programa é dividido em quatro fases: planejamento com a área de RH das cooperativas aderentes; articulação com instituições de ensino superior; apresentação do Cooper Universitário às instituições de ensino e planejamento de ações. Ao mesmo tempo em que proporcionará aos estudantes a oportunidade de trabalho em cooperativas, a ideia é formar um “Banco de Talentos”, com profissionais que detenham conhecimento diferenciado sobre o cooperativismo e possam atender às demandas e peculiaridades do setor.

2formacao 09 09 2019

 

 

FÓRUM DOS PRESIDENTES: Mercado SomosCoop, vitrine dos produtos das cooperativas paranaenses

Durante a realização do 7º Fórum de Agricultura da América do Sul, entre os últimos dias 5 e 6 de setembro no Museu Oscar Niemyer, em Curitiba, o Mercado SomosCoop, que mostrou produtos de cooperativas do estado, atraiu grande número de pessoas que participavam dos eventos, entre os quais cooperativistas, que enalteceram os propósitos da ação, que também visa consolidar a marca SomosCoop. Foram expostos vários itens processados, como embutidos, lácteos, farinhas, óleo de soja, margarina, arroz, feijão, carnes de aves, entre outros.

Identificação - Segundo o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, a inciativa também faz parte do programa nacional SomosCoop, que visa identificar o cooperativismo, os produtos das cooperativas no mercado, o que proporciona benefícios aos consumidores, como rastreabilidade, garante a procedência, qualidade, enfim todas as etapas de produção, do campo à indústria até chegar ao mercado. “Portanto, faz parte de um programa nacional e dentro da missão da ACI (Aliança Cooperativa Internacional), a nível internacional, para destacar as cooperativas no mercado. No Paraná, várias cooperativas já estão usando o símbolo SomosCoop em suas marcas”, esclareceu.   

Mercado - Para Alfredo Lang, presidente da C.Vale Cooperativa Agroindustrial, o Mercado SomosCoop é uma grande ação de marketing. “Quando vemos os produtos das cooperativas reunidos ficamos impressionados pela quantidade. Quando vemos isoladamente, não impacta tanto. Mas quando vemos todos reunidos, como aqui, tem-se a sensação de que é realmente um mercado com uma série de produtos. Então, as cooperativas estão no caminho certo, que é a transformação da matéria prima em busca da agregação de valor. É uma forma de gerar melhor receita e dar maior visibilidade aos nossos produtos”, enfatizou.

Estratégia - Valter Vanzela, presidente da Frimesa Cooperativa Central, disse que associar o movimento SomosCoop aos produtos das cooperativas, utilizando o Mercado SomosCoop para expô-los ao público, é uma estratégia muito oportuna para isso. “Somos uma cooperativa que produz muitos produtos de valor agregado e que vão direto à mesa do consumidor. É evidente que quem tem um mix em torno de 450 produtos, que é o nosso caso, precisa aproveitar todas as oportunidades para mostrar ao consumidor o que temos. E aqui é uma oportunidade muito interessante e esses eventos da Ocepar representam grandes oportunidades para nós”, destacou.

Origem - O Mercado SomosCoop é uma iniciativa válida porque reforça a marca e os produtos das cooperativas de produção, na avaliação do presidente da Castrolanda Cooperativa Agroindustrial, Frans Borg. “As cooperativas de produção, em sua totalidade, estão no interior do estado e, muitas vezes, o consumidor conhece os produtos de prateleiras de mercado, onde não há diferenciação. Mas se o selo SomosCoop for utilizado em todas as embalagens de produtos de cooperativas e também se fizer uma ‘lojinha’ em eventos, o público é levado a reconhecer os nossos produtos e, com isso, será possível relacioná-los com a natureza, com o campo, com a origem. Isso é de suma importância para os produtos das cooperativas”, relacionou.     

Marketing - O presidente do Conselho de Administração da Cocamar, Luiz Lourenço, classifica de “estratégia muito inteligente carimbar com o SomosCoop os produtos das cooperativas, que têm uma origem muito bacana e com aceitação boa pelo mercado. É um merchandising do sistema. Por isso, acredito que, a partir do momento que o SomosCoop for reconhecido e se consolidar no mercado, vamos ter um fortalecimento muito grande das marcas e também de todo o sistema cooperativo, que produz com qualidade, responsabilidade, que faz distribuição de renda, que pratica a sustentabilidade”.     

Evento - Realizado em paralelo ao Fórum dos Presidentes das Cooperativas Paranaenses, o 7º Fórum de Agricultura da América do Sul, que recebeu mais de 600 participantes, incluindo representantes de 16 países, também contou com a participação de cerca de 100 lideranças do cooperativismo paranaense. Ao todo, foram realizados 12 painéis com a presença de 40 palestrantes, entre os quais o diretor executivo da Frimesa Central de Cooperativas, Elias Zydek. O superintendente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Renato Nobile, e o presidente do Conselho de Administração da Cooperativa Cocamar, Luiz Lourenço, estiveram entre os mediadores dos debates que, nesta edição tiveram como foco o tema "Da Produção ao Mercado – Global e Sustentável”.

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GETEC: Informe mostra expectativa de mercado sobre indicadores econômicos

getec destaque 09 09 2019A Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec) divulga, nesta segunda-feira (09/09), mais uma edição do Informe Expectativas de Mercado, com base nas informações do Boletim Focus, do Banco Central, levantadas com instituições financeiras sobre as projeções relativas à economia nacional, contemplando o Produto Interno Bruto (PIB), IPCA (Índice de Preços ao Consumidor), taxa Selic e câmbio para 2019, 2020 e 2021. 

Informações – Mais informações podem ser obtidas com Maiko Zanella (maiko.zanella@sistemaocepar.coop.br / 41 3200-1115) ou com Jessica Raymundi (jessica.costa@sistemaocepar.coop.br / 41 3200-1133).

Clique aqui para acessar na íntegra o Informe Expectativas de Mercado

 

INTEGRADA: Cooperativa faz parceria com Aliança da Terra em projeto-piloto para gestão de propriedades

 

integrada 09 09 2019É uma missão da Integrada ajudar no desenvolvimento dos seus associados, com respeito aos aspectos sociais e ambientais. Por isso, a cooperativa, em parceria com a Bayer, iniciou um projeto-piloto com a Aliança da Terra. A instituição, localizada em Goiânia (GO), ajuda a promover um ambiente rural produtivo, aliado à responsabilidade social e a correta gestão dos recursos naturais.

 

Seleção - Para este projeto-piloto, Integrada selecionou sete propriedades de seus associados, cada uma localizada em uma região de atuação da cooperativa. Em maio, membros da Aliança da Terra percorreram essas propriedades, onde avaliaram 119 indicadores, todos eles baseados em questões produtivas, sociais e ambientais.

 

Devolutiva - Com os dados processados, os produtores receberam a devolutiva por meio de um relatório socioambiental que, para Ana Almeida, tem sido muito positiva. De 0 a 10, a nota média das propriedades dos cooperados ficou acima de 7, com produtores com nota acima de 8 de média. “Observamos que a Integrada está muito bem, até acreditamos que este cenário se dá em virtude da nossa assistência técnica e orientação que a cooperativa oferece para o produtor”, observa a coordenadora de sustentabilidade da Integrada.

 

Novas alternativas - Ana completa que a área de sustentabilidade está sempre em busca de novas alternativas e ferramentas para contribuir para uma melhor gestão sustentável da propriedade. Para 2020, a Integrada quer ampliar o projeto para abraçar mais produtores que queiram no final do processo buscar a certificação.

 

As avaliações - Dentre os mais de 100 indicadores avaliados, a Aliança da Terra pontua a conservação da vegetação nativa, metodologias de prevenção de incêndio, conservação do solo, plano de gestão de resíduos, uso de defensivos e fertilizantes, regularização ambiental e trabalhista, entre outros quesitos.

 

Problemas - Ana Almeida salienta que o foco na gestão ajuda o agricultor a evitar problemas trabalhistas e ambientais. Para isso, é importante que o produtor conheça o seu sistema produtivo. Todo o trabalho realizado na propriedade é gerado um relatório completo para o produtor com todos os pontos positivos e negativos com fotos e mapas. (Imprensa Integrada)

PRIMATO: Premiada pela incorporação de enzimas nas dietas de suinocultura e menor emissão de gases poluentes

 

“Com a incorporação das enzimas Ronozyme às suas dietas em 2018, a Primato deu um passo transcendental em inovação e sustentabilidade, alcançando redução de 1.357 toneladas de Gases de Efeito Estufa (CO2)”. Esta é a mensagem do prêmio recebido pela diretoria e responsáveis técnicos do fomento suínos da Primato Cooperativa Agroindustrial, pela multinacional DSM, na última quinta-feira (05/09). Ainda segundo a premiação, esta redução equivale “a retirada de 565 veículos das ruas, plantio de 35.143 árvores e o apagar de 48.033 lâmpadas incandescentes de Leds”.

 

Procedimento - Segundo o gerente de originação da Primato Marcio José Bach, “o uso de enzimas implementadas em 2018 ajuda a aproveitar melhor os nutrientes do milho e da soja e reduz a emissão de gases para o efeito estufa, pois diminui tanto as áreas necessárias para plantar ambas as culturas para produzir o mesmo tanto de suínos, e também reduz a inclusão de fósforo na nutrição, com isso diminui o excremento de dejeto para o meio ambiente”, explicou.

 

Métricas - “A empresa DSM tem um cálculo feito em cima do volume de enzimas utilizado e quanto de emissão de gases que reduzimos, baseado nestes números de redução de poluentes, é feito o comparativo de quantos veículos foram retirados das ruas ou sem serem utilizados, a quantidade de árvores plantadas que representa e quantas lâmpadas incandescentes de Leds desligadas na parte de energia”, detalhou Marcio.

 

Primato - Com a incorporação do uso das enzimas na suinocultura integrada, “a Primato foi considerada uma empresa que contribui para uma produção limpa e sustentável na atividade, por isso, o recebimento deste prêmio”, enfatizou Bach que concluiu, “esse é um reconhecimento importante para a produção da suinocultura da Primato e principalmente, que seja um esforço e exemplo para continuarmos desenvolvendo a atividade com alta performance e equilíbrio com o meio ambiente”. (Imprensa Primato)

 

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COCAMAR I: Comunidade Guerra de Maringá recebe a visita do Rally

 

Domingo, 8 de setembro, 34ºC em Maringá (PR). O calor não foi problema para o Rally Cocamar de Produtividade e tampouco para os animados produtores e produtoras da Comunidade Guerra, uma das maiores e mais importantes da área rural do município. 

 

TV - Acompanhado da equipe do programa de televisão RIC Rural, o Rally visitou o Guerra em pleno domingo, dando início às suas atividades na temporada 2019/2020. 

 

Almoço - Na Associação da comunidade, onde a S-10 branca adesivada com as marcas dos patrocinadores ficou em exposição, a equipe conversou com os produtores e acompanhou a preparação do almoço beneficente servido a cerca de 300 participantes. Eles saborearam porco no tacho e frango assado na grelha - pratos preparados com esmero por um grupo de produtores e pelas integrantes do núcleo feminino local -, e falaram sobre as suas expectativas para a safra de soja, cujo plantio estará autorizado a partir de quarta-feira (11), quando termina o vazio sanitário.

 

Patrocinadores - As empresas Spraytec e Basf, a cooperativa de crédito Sicredi União PR/SP e a concessionária Zacarias/Chevrolet são os patrocinadores principais do Rally, que conta também com o apoio institucional da Elanco, Altofós Suplemento Mineral Cocamar, Cocamar RR, Sancor Seguros e Texaco Lubrificantes. São apoiadores: Cesb, Aprasoja/PR e Unicampo. 

 

Elevar a média - Florisvaldo Oliveira, administrador da Fazenda Modelo, de Vlademir Marcon, contou que o objetivo é elevar a média de produtividade.  Para isso, capim braquiária é cultivado em 100% da área durante o inverno e, neste ano, o solo foi corrigido com calcário. São 172 alqueires (416,2 hectares). A previsão é iniciar o plantio por volta do dia 5 do mês que vem. “Nossa média tem ficado ao redor de 130 sacas por alqueire [53,7/hectare], queremos muito mais”, disse Oliveira. 

 

Palhada - Incentivada pela Cocamar, a braquiária é uma boa prática agrícola porque, entre outros benefícios, sua palhada, protege o solo no verão e inibe o desenvolvimento de ervas de difícil controle, o que reduz o uso de herbicidas. 

 

À espera - A família de José Carlos Marques Luiz, o Zé Português, e o irmão Walter Marques Luiz, o Tiquinho, fixou-se no Guerra em 1950. Eles cultivam 41,3 alqueires com grãos (100 hectares) e também devem começar o plantio lá pelo dia 5 de outubro, se o tempo ajudar. 

 

Sementes - Segundo Zé Português, todo ano fazem testes com sementes e, na safra seguinte, aplicam as que deram melhores resultados. Um ano pelo outro, colhem entre 140 e 160 sacas por alqueire [57,8 a 66,1/hectare]. Na recente safra de milho de inverno, os Luiz afirmam que esperavam menos: mesmo com a estiagem, a colheita rendeu bem, 262 sacas por alqueire de média [108,2 sacas/hectare], próxima a de anos de clima normal. 

 

Tecnologias - Nos últimos dez anos, a média da propriedade de Sebastião Pitarelli ficou em 142 sacas por alqueire [56,6/hectare); mas, em 5 anos, sobe para 149 sacas/alqueire [61,5/hectare], demonstrando que os investimentos para aumentar a produtividade vêm dando resultado. “Estamos ligados em tecnologias de ponta”, explica o administrador Laércio Oliveira Dias. A braquiária é também cultivada em 100% da propriedade, uma forma de tornar a produção mais sustentável. 

 

Pratos - O núcleo feminino da comunidade Guerra é um dos 30 mantidos pela Cocamar. São 14 participantes que se reúnem regularmente e, no final de semana, dedicaram seu tempo para arrecadar recursos com o almoço beneficente. Enquanto elas fizeram porco no tacho, acompanhado de arroz, farofa, mandioca e torresmo, os homens se organizaram para elaborar o frango que é assado no espeto com colorau.

 

Entidades - A presidente do núcleo, Ilma Nogarote Sgorlon, comentou que o almoço beneficente é preparado pelo terceiro ano seguido. Em 2018, deu para atender seis entidades assistenciais, inclusive uma de Mandaguaçu. Desta vez, o objetivo é arrecadar mais de R$ 10 mil. No total, 35 voluntários participaram diretamente do evento. (Imprensa Cocamar)

 

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COCAMAR II: Fórum de Irrigação na 5ª feira em Paranavaí

 

cocamar II 09 09 2019A cidade de Paranavaí (PR) sedia, na quinta-feira (12/09), o Fórum de Irrigação dirigido a produtores e técnicos da região noroeste. Entre as autoridades, está confirmada a presença do governador Ratinho Júnior.  

 

Potencial - Promovido pela Cocamar, Instituto Agronômico do Paraná (Iapar), Instituto Emater e Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), o Fórum será realizado no Recinto Felício Jorge do Parque de Exposições Arthur da Costa e Silva, tendo como tema “Potencialidades da agricultura irrigada para o Arenito Caiuá”. 

 

Pela manhã - Às 8h começa o credenciamento e, às 8h20, a solenidade de abertura com a participação do governador Ratinho Júnior, do secretário da Agricultura Norberto Ortigara, e do presidente da Cocamar, Luiz Lourenço, Às 9h, Benno Doetzer, do Instituto Emater, apresenta o Programa Estadual de Irrigação, seguido às 9h40, de palestra sobre legislação, outorga e atribuições, direitos e deveres do irrigante, com um representante da Agência Nacional de Águas (Ana); às 10h40, Priscila Silvério Sleutjes, da Associação do Sudoeste Paulista de Irrigação e Plantio na Palha (Aspipp), fala sobre a importância da organização dos produtores irrigantes e, às 11h20, o produtor rural Alfonso Sleutjes aborda a visão do produtor a partir da irrigação, tecnologia e produtividade.

 

À tarde - O especialista Daniel Soares Alves, do Iapar, vai analisar às 13h30 o tema risco climático e agricultura irrigada no Arenito Caiuá, seguido, às14h10, de Jonez Fidalski, da mesma instituição, com palestra sobre manejo de irrigação em solos arenosos. Às 16h, o pesquisador Sérgio José Alves, também do Iapar, fala sobre integração lavoura-pecuária irrigada – desafios e oportunidades. A última palestra estará a cargo de Leandro Preuss, da Lindsay Brasil, com foco no gerenciamento de irrigação em pivô central. 

 

Apoiadores - São apoiadores do Fórum a empresa Lindsay Brasil, a prefeitura do município, a Sociedade Civil Organizada de Paranavaí e Região, a Sociedade Rural do Noroeste do Paraná e a Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep).  (Imprensa Cocamar)

SICREDI PARQUE DAS ARAUCÁRIAS: Evento apresenta reforma de agência em Pato Branco

 

Na noite da última quinta-feira (05/09), a Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP promoveu um happy hour para apresentar o resultado da reforma feita recentemente na agência Pato Branco Centro (PR). A atividade contou com a presença de associados, diretores e colaboradores da cooperativa.

 

Ampliação - As obras foram realizadas para ampliar os espaços de atendimento, garantindo mais conforto, comodidade e um ambiente mais convidativo, em alinhamento com a proposta da instituição de valorizar o diálogo com os associados, e também de manter suas portas abertas para a comunidade em geral.

 

Contato direto - De acordo com Fabio Vedelago Burille, diretor executivo da Sicredi Parque, ainda que a cooperativa esteja investindo em tecnologia e informatização, o contato direto com o associado é um dos grandes princípios da política de atendimento da instituição.  

 

Mudanças - Entre as principais mudanças estão o reposicionamento dos caixas e a realocação da área administrativa para o segundo piso, o que permitiu a ampliação do espaço de atendimento e convivência, e a instalação de mais três mesas para realização de atendimento por parte dos gestores. 

 

Mais - Também foi feita nova pintura, troca de pisos e de móveis, e a criação de uma sala de reuniões no térreo, para atender as demandas internas e também dos associados. Rose Amorim, gerente da agência, explica que a intenção é oferecer um espaço para que associados possam fazer reuniões de negócios, receber clientes e investidores, enfim promover encontros com os mais variados objetivos. 

 

Atividades alternativas - Esta é uma política que está sendo aplicada em toda a cooperativa, que busca transformar suas agências também em um espaço para atividades alternativas de diferentes naturezas, desde exposições de arte até reuniões de grupos e coletivos da comunidade em geral. 

 

Premiação - Na ocasião também foi feita a entrega de premiação para a associada Alexsandra Analu Martinello, contemplada pelo sorteio da campanha promocional de cota capital, e para o associado Gilmar Alves de Mello, sorteado na campanha Vem Poupar e Ganhar. (Imprensa Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP

 

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SICREDI VANGUARDA: Agência e Superintendência Regional são reinauguradas em São José dos Campos

 

A Sicredi Vanguarda PR/SP/RJ reinaugurou sua agência em São José dos Campos (SP) e a Superintendência Regional, em um novo prédio, no último dia 05 de setembro. Hoje, contando com uma área de 1.800 metros quadrados com a aplicação em todos os detalhes na marca Sicredi.

 

Presenças - Estiveram presentes no evento aproximadamente 500 pessoas, entre a diretoria, coordenadores, associados, autoridades e comunidade, que prestigiaram um momento repleto de emoção e uma visitação a Agência e Superintendência Regional.

 

Qualidade - A mudança de prédio tem por objetivo melhorar a qualidade no dia a dia corporativo, proporcionando aos colaboradores um ambiente moderno e confortável, além de um atendimento mais próximo e seguro ao associado. “Foi um marco na história da Sicredi Vanguarda, não só por entregarmos para nossos associados e comunidade de São José dos Campos uma agência maior e moderna, mas também por estar aqui a nossa Superintendência Regional, que também conta com um espaço maior e todo o prédio recebeu a comunicação visual do Sicredi. Foi marcante abrir as portas para nossos associados conhecerem toda nossa nova estrutura, não somente a agência com a qual ele tem contato no seu cotidiano, mas para entender melhor o funcionamento de sua cooperativa como um todo, reforçando nosso compromisso com a ética e a transparência. Nosso muito obrigado a todos que prestigiaram este momento”, comemora o presidente da Sicredi Vanguarda, Aldo Dagostim.

 

Atendimento personalizado - A Agência São José dos Campos passou por uma significativa mudança com o objetivo de proporcionar um atendimento personalizado em um ambiente amplo, seguro e moderno. “Agradeço a todos os associados e convidados que prestigiaram a reinauguração da agência, também os que executaram as obras. Foi um momento significante e de muita alegria, pois acreditamos que alcançamos o nosso objetivo, tanto no evento, como agora no dia a dia que será proporcionar melhor qualidade no atendimento e segurança aos nossos associados”, enfatiza o gerente da agência, Gregório Rodrigues Belitardo Filho.

 

Pessoas e município - A expansão da Sicredi Vanguarda em São José dos Campos demonstra que a cooperativa acredita nas pessoas e no município. “Contamos agora com uma agência moderna e ampla para melhor atender o nosso associado, o futuro associado e as pessoas que utilizam o Sicredi. A população joseense conta com quatro agências e temos a intensão de inaugurar mais uma na região leste, no bairro Vista Verde. O nosso objetivo é facilitar o dia a dia dos nossos associados e proporcionar um excelente atendimento, com isso procuramos estar presentes em várias regiões do município”, finaliza Fernando Tarcisio Perin, Superintende Regional da Sicredi Vanguarda. 

 

Agências em São José dos Campos - A história do Sicredi em São José dos Campos teve início em 02 de agosto de 2013, com a inauguração da primeira agência, com uma área de 740 metros quadrados para atendimento, onde também atuavam assessores de produtos e serviços da cooperativa e que hoje contam com uma nova casa. A procura pelo sistema cooperativo de crédito aumentou significativamente e hoje, contamos com quatro agências no município, sendo nos seguintes endereços:

Avenida Dr. Nelson D’Avila nº176 Centro

Avenida Andromeda nº1170 Jardim Satélite

Rua Paraibuna nº295 Jardim São Dimas

Rua Bacabal nº586 Parque Industrial

 

Sobre a Sicredi Vanguarda PR/SP/RJ - Com 35 anos de cooperativismo, a Sicredi Vanguarda possui em seu quadro mais de 1.100 colaboradores em suas 65 agências, em 44 cidades de abrangência dos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, contando com mais de 133 mil associados. A Vanguarda, por sua vez, está ligada ao Sistema Sicredi, uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.700 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi Vanguarda PR/SP/RJ)

 

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SICREDI UNIÃO: Cooperativa de crédito mais lembrada pela comunidade Nikkey

sicredi uniao 09 09 2019A Sicredi União PR/SP recebeu o prêmio Top Nikkey 2019 na categoria Serviços, por ter sido a cooperativa de crédito mais lembrada em pesquisa realizada com a comunidade Nikkey de Londrina. 

 

Satisfação - A notícia foi recebida com satisfação pela equipe da cooperativa. A gerente de Desenvolvimento Regional Norte, Carla Sonoda, destaca que o grande diferencial da cooperativa – e ao qual ela atribui o desempenho junto à comunidade – é o relacionamento estabelecido com os associados. “Na cooperativa, todos são donos e assim se sentem. Todas as agências têm núcleos de associados – dependendo do número de associados, tem mais de um núcleo por agência – comitês Mulher, Master e Jovem. Além disso, todas as decisões da cooperativa são submetidas aos associados e aprovadas em assembleia”, enumera. Na sua avaliação, isso faz com que todos se sintam partícipes do processo de crescimento da cooperativa. “Nas agências, todos são recebidos por pessoas preparadas para atender cada demanda e temos no nosso DNA o relacionamento olho no olho. O lema de nossa cooperativa é Fazer Juntos. Acreditamos que esse compromisso é percebido pelos associados”, destaca a gerente.

 

Programas sociais - Além do atendimento no ramo financeiro, a cooperativa também tem um grande envolvimento com a comunidade por meio de seus programas sociais. Segundo Carla Sonoda, os associados têm orgulho desse trabalho, pois eles sabem que a cooperativa, quando atua na comunidade, o faz em nome de cada associado. “Creio que esse prêmio é um reconhecimento ao nosso jeito de ser, de atuar e de estar próximo das pessoas e assim fazer com que elas também se sintam próximas da cooperativa”, diz.

 

Investimentos - A Sicredi União PR/SP vem registrando um crescimento da ordem de 20% por ano e tem feito muitos investimentos. Só na Regional Norte, foram inauguradas, este ano, três novas agências – uma em Centenário do Sul – e duas em Londrina. “Ainda teremos mais duas novas agências em Londrina entre o final deste e começo do próximo ano. Também acabamos de transferir a agência da Zona Norte de Londrina para um novo prédio, na mesma região, mais amplo e moderno.

 

Oito agências - Em Londrina, a cooperativa tem oito agências – Tiradentes, Higienópolis, Bandeirantes, Duque de Caxias, Santos Dumont, Zona Norte (na av. Saul Elkind), Inglaterra e no distrito de Guaravera, onde é a única instituição financeira para atender os moradores e onde funciona num modelo Smart (totalmente digital). Em toda sua área de atuação, que engloba Norte e Noroeste do Paraná, Leste e Centro-Leste de São Paulo, tem 99 agências e um total de 210 mil associados. 

 

Pesquisa - A pesquisa Top Nikkey, realizada pela Litz Estratégia, entrevistou neste ano 400 nikkeis de diferentes gêneros e faixas de idade residentes na cidade de Londrina utilizando a técnica de amostragem por cotas de gênero, faixa etária, escolaridade e participação no mercado baseada no IPC – Índice de Potencial de Consumo. (Imprensa Sicredi União PR/PR)

SICOOB MERIDIONAL: Evento para empresários de Toledo e região tem apoio da cooperativa

 

O Sicoob Meridional é um dos patrocinadores da edição 2019 do Conexão Empresarial, promovido pela Associação Comercial e Empresarial de Toledo. A proposta do evento, que acontece desde 2007, é conectar os empreendedores locais associados e colaboradores da ACIT ao que há de mais atual e relevante em várias áreas do conhecimento.

 

Palestras - Na programação deste ano, estão palestras sobre inteligência emocional, cenário econômico, marketing pessoal e profissional e motivação. A primeira delas, com o economista Eduardo Giannetti da Fonseca, aconteceu no dia 28 de agosto. A segunda, no dia 3 de setembro, foi ministrada pelo músico, escritor e empresário do agronegócio, Leo Chaves.

 

Outras datas - O Conexão Empresarial ainda terá palestras nos dias 12 de setembro, com empresário e mágico Marco Zanquetta e no dia 18 de setembro, com o psicoterapeuta e escritor Augusto Cury. Toda a programação do Conexão Empresarial acontece no Teatro Municipal de Toledo. 

 

Capacitação - “O Conexão Empresarial busca trazer renomados palestrantes que propagam conhecimento e tendências para inovação e para capacitação da vida pessoal e profissional dos participantes. Como o público do evento são pessoas da nossa cidade e região, entendemos que ao apoiá-lo estamos praticando o sétimo princípio do cooperativismo, que é o interesse pela comunidade. Por isso, é sempre uma honra para o Sicoob Meridional estar ao lado da ACIT”, comenta o diretor superintendente da cooperativa, Gilberto Albarello. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

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CARNES: China habilita mais 25 frigoríficos do Brasil para exportação

carnes 09 09 2019Mais 25 plantas frigoríficas brasileiras estão habilitadas a vender carnes para a China, de acordo com comunicado da GACC (órgão de sanidade chinês) enviado nesta segunda-feira (09/09) ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). O número de plantas habilitadas passa de 64 para 89.

Carnes - Dos novos estabelecimentos habilitados, 17 são produtores de carne bovina, seis de frango, um de suíno e um de asinino. As empresas já podem exportar imediatamente.

Negociações - As negociações foram conduzidas pelo Mapa, pelo Ministério das Relações Exteriores e pela Embaixada do Brasil na China. Em maio, a ministra Tereza Cristina e comitiva viajaram para China e outros países asiáticos com o objetivo ampliarem a venda dos produtos agropecuários brasileiros.

Lista - Confira abaixo a lista dos estabelecimentos habilitados pela China (SIF, estabelecimento e município):

CARNE BOVINA

93 - COOPERATIVA DOS PRODUTORES DE CARNE E DERIVADOS DE GURUPI – GURUPI (TO)

112 - COOPERATIVA DOS PRODUTORES DE CARNE E DERIVADOS DE GURUPI – RIO MARIA (PA)

411 - FRIGORÍFICO REDENTOR – GUARANTÃ DO NORTE (MT)

431 - MINERVA – PALMEIRA DE GOIÁS (GO)

791 – MINERVA S/A – ROLIM DE MOURA (RO)

941 - BARRA MANSA COMÉRCIO DE CARNES E DERIVADOS LTDA – SERTÃOZINHO (SP)

1440 – AGROINDUSTRIAL IGUATEMI EIRELLI – IGUATEMI (MS)

1751 – MARFRIG GLOBAL FOODS – TANGARÁ DA SERRA (MT)

1811 – NATURAFRIG ALIMENTOS LTDA – BARRA DO BUGRES (MT)

2015 – MARFRIG GLOBAL FOODS – VÁRZEA GRANDE (MT)

2437 – MASTERBOI LTDA – SÃO GERALDO ARAGUAIA (PA)

2583 – FRIGOL – ÁGUA AZUL DO NORTE (PA)

3215 – PLENA ALIMENTOS S.A – PARAÍSO DO TOCANTINS (TO)

3941 – AGROINDUSTRIAL DE ALIMENTOS S.A – RONDONÓPOLIS (MT)

3974 – NATURAFRIG – ROCHEDO (MS)

4490 – VALE GRANDE INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE ALIMENTOS – MATUPÁ (PA)

4554 – MERCÚRIO ALIMENTOS – CASTANHAL (PA)

FRANGO

664 – COOPERATIVA CENTRAL AURORA ALIMENTOS – MANDAGUARI (PA)

802 – COASUL COOPERATIVA AGROINDUSTRIAL – SÃO JOÃO (PR)

926 – RIO BRANCO ALIMENTOS S.A – VISCONDE DO RIO BRANCO (MG)

1860 – GONÇALVES E TORTOLA S.A – PARAÍSO DO NORTE (PR)

3515 – BRF – LUCAS DO RIO VERDE (MT)

4087 – GRANJEIRO ALIMENTOS LTDA – ROLÂNDIA (PR)

SUÍNOS

3515 – BRF S.A – LUCAS DO RIO VERDE (MT)

ASININOS

46 – NORDESTE PECUÁRIA, INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA – AMARGOSA (BA)

(Mapa)

 

TECNOLOGIA: Londrina recebe evento para estimular criação de agtechs na cadeia do leite

 

tecnologia 09 09 2019Londrina (PR) recebe, no dia 12 de setembro, a Caravana 4.0 Ideas for Milk.  O evento é aberto a público universitário, produtores, startups, empresários da alimentação e indústria ligados à cadeia do leite e será realizado no auditório Milton Alcover, na Sociedade Rural do Paraná, a partir das 18h30. A iniciativa visa fomentar o empreendedorismo e despertar para oportunidades de geração de novos negócios vislumbrando a pecuária 4.0. “Assim como as fintechs invadiram o setor financeiro, a visibilidade das agtechs, ou startups do agronegócio, vem aumentando diariamente. O campo demanda cada vez mais tecnologia, em busca de melhor produtividade e maior renda para o produtor rural. Um exemplo é o setor de leite, cujo faturamento total da cadeia produtiva chega a R$ 84 bilhões ao ano, e que tem na inovação uma alternativa para impulsionar seu crescimento de forma saudável“, destaca Paulo Martins, chefe-geral da Embrapa Gado de Leite, instituição que coordena a inciativa. 

 

Visitas - A Caravana 4.0 visita universidades, eventos de inovação e comunidades startup em todo o Brasil para conversar sobre a cadeia produtiva do leite, a revolução digital no agronegócio e o mercado agtech e de inovação para o leite. A vinda da Caravana para Londrina foi viabilizada em parceria com o Agro Valley, a governança de inovação que reúne as principais entidades que atuam com agricultura em Londrina. “A vinda do Ideas for Milk demonstra como os Ecossistemas podem e devem interagir, sempre levando inovações que podem gerar impacto no campo.  Este tem sido um ano de consolidação do Ecossistema de Inovação Agro para Londrina e região. O Agro Valley tem conseguido mobilizar vários atores e em prol de um ambiente mais favorável à inovação” explica George Hiraiwa, coordenador do Agro Valley. “Receber a Caravana 4.0 Ideas for Milk em Londrina, em um evento aqui na SRP, nos deixa satisfeitos, porque não só fortalece a entidade, seus associados, como impulsiona a cadeia do leite na região e principalmente o nosso ecossistema tecnológico, que resulta em crescimento, conhecimento, geração de emprego e renda” avalia Sampaio presidente da Rural. 

 

Público - O evento é aberto a público universitário, produtores, especialistas em alimentação e indústria ligados à cadeia do Leite. O evento da Caravana 4.0 dura cerca de duas horas, com palestras curtas, dinâmica de inovação, bate-papo e “milk break”, Alunos de cursos de administração, agronomia, automação, biologia, bioquímica, computação, design indústria, economia, engenharias, física, mecatrônica, nutrição, química, robótica, zootécnica, entre outros, que terão a oportunidade de integrarem seus conhecimentos e desencadearem novas ideias. Em 2019, a organização do evento inovou e ampliou as oportunidades para além das fazendas, incluindo também as áreas de nutrição e saúde e design industrial. 

 

Iniciativa de base - A Caravana é um iniciativa de base para fortalecer o Ideas For Milk, ecossistema de inovação do leite. Ao passar pelas Universidades, a ação provoca reflexão e gera insights sobre como se inserir no processo e formar equipes multidisciplinares que somam seus conhecimentos e promovem a inovação sob diferentes aspectos. Em novembro, há uma segunda iniciativa, chamada Vacathon, que é um programa de imersão de uma semana, onde professores de instituições de ensino superior montam um time para representar a universidade nesta maratona de programação. O time pode reunir alunos de ensino técnico, graduação e pós-graduação. Para o Vacathon são selecionados 100 estudantes universitários, de todo o país, acampados na principal empresa de pesquisa agropecuária do Brasil durante 5 dias. É importante ter membros de diferentes áreas, como medicina veterinária, agronomia, zootecnia, engenharias, computação e design. São cinco integrantes em cada time, além do professor.

 

Desafio de Startups - A terceira e maior ação do Ideas For Milk é o Desafio de Startups, uma competição nacional que recebe inscrições de equipes até 28 de outubro e será realizada em São Paulo.  A competição tem como foco empreendedores com ideias inovadoras baseadas em softwares web, aplicativos mobile ou soluções em hardware, incluindo internet das coisas, para os diversos setores produtivos da cadeia do leite. Este é o terceiro ano do evento, que dessa vez será realizado em São Paulo, depois de já ter passado por Brasília (DF) e Juiz de Fora (MG).

 

Ganhar o mundo -  "Uma startup que participar do evento pode ganhar o mundo. Quem avalia essas empresas são produtores e empresários do setor com uma visão dinâmica e inovadora. É uma visibilidade inigualável", diz Martins. A tecnologia aplicada no Brasil pode ser replicada internacionalmente, como em países da América Latina ou da África, lembra. Rede de parceiros – Junto com a Embrapa, são realizadores do Ideas for Milk: BovControl, Qranio, Kick Venture, Agripoint, Carrusca Inovation, Texto Comunicação. Em três anos, já atraiu mais de 70 parceiros, como Nestlé, VivaLácteos, Microsoft, Sebrae, Tim e renomadas instituições de ensino superior. 

Sobre o Agro Valley: Criado em 2018, o Agro Valley conecta pessoas e instituições e tem a missão de promover a inovação por meio da gestão estratégica do ecossistema de inovação em Londrina.  A governança do ecossistema de inovação congrega mais de 30 entidades que estão atuando na discussão de temáticas e desenvolvimento de iniciativas que favoreçam o desenvolvimento tecnológico do agronegócio com a visão de tornar Londrina um polo internacional em tecnologia agro na economia do conhecimento, gerando valor e desenvolvimento para a cidade e região. (Assessoria de Imprensa da Embrapa Soja)

PREVIDÊNCIA: Votação da reforma pode ser concluída no Plenário nesta semana

 

previdencia 09 09 2019O Plenário do Senado começa nesta terça-feira (10/09) a analisar a reforma da Previdência Social. As duas propostas de emendas à Constituição (PECs) que tratam do tema terão a primeira sessão de discussão e, a principal delas (PEC 6/2019), pode ser votada ainda durante a semana.

 

Novas regras - A proposta traz novas regras para o acesso à aposentadoria e pensões, para o cálculo do benefício e para as alíquotas de contribuição. Também contém regras de transição para trabalhadores em atividade.

 

PEC paralela - Uma série de mudanças propostas pelos senadores foram compiladas em um segundo texto (PEC 133/2019), a chamada “PEC paralela”. Entre os seus dispositivos estão a inclusão de estados e municípios, a previsão de novas receitas para a Previdência e, ainda, uma revisão das intervenções da PEC original sobre benefícios assistenciais.

 

Votação - Ambas as PECs estão prontas para serem votadas em primeiro turno. Antes da sessão deliberativa, o Plenário terá uma sessão especial para discutir a reforma, com a presença de economistas, acadêmicos e do secretário especial de Trabalho e Previdência do Ministério da Economia, Rogério Marinho.

 

Acordo - O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, busca um acordo para votar a PEC 6/2019 já na quarta-feira (11/09), dispensando os prazos regimentais. Se não for possível, ela será discutida por cinco sessões e só depois disso irá a voto. A PEC paralela caminhará junto com o texto principal até a votação de primeiro turno. Depois, retornará à CCJ para receber emendas.

 

Sem alteração - A ideia é que a PEC principal não seja mais alterada. Caso ela seja aprovada pelo Senado, já poderá ser transformada em emenda constitucional. A PEC paralela ainda precisa passar pela Câmara dos Deputados.

 

Outros itens - A pauta do Plenário tem ainda uma terceira PEC para discussão. A PEC 19/2014 inclui a acessibilidade e a mobilidade entre os direitos fundamentais garantidos pela Constituição. Ela está na quarta etapa de debates, que é a penúltima antes da votação em primeiro turno.

 

Projetos de lei - Também constam da pauta dois projetos de lei: o PLC 113/2015, que autoriza o uso de garantia solidária por microempresas que precisam tomar empréstimos financeiros, e o PLC 198/2015, que permite a baixa gratuita e automática do registro de pequenas empresas que estejam sem atividade há mais de três anos.

 

Requerimento de urgência - Os senadores também podem aprovar um requerimento de urgência para o projeto de lei que amplia medidas com a intenção de desestimular o contato de crianças e adolescentes com o tabagismo. O PLS 769/2015, do senador José Serra, já tem pareceres favoráveis de duas comissões e, se tiver a urgência aprovada, ganha prioridade para ser votado em Plenário.

 

Proibição - O projeto proíbe a exposição de cigarros nos pontos de venda, a comercialização em máquinas automáticas e a importação de produtos com substâncias sintéticas ou naturais destinadas a conferir sabor ou aroma.

 

Homenagem - Além dessas proposições, o Plenário pode votar uma homenagem ao jornalista João Cláudio Netto Estrela, produtor da TV Globo responsável pela cobertura dos trabalhos do Senado e que faleceu em junho, vítima de pneumonia. O projeto de resolução (PRS) 75/2019 dá o nome de Estrella ao espaço de trabalho dos repórteres que atuam no Senado. (Agência Senado)

CÂMARA: Plenário debate licenciamento ambiental

 

camara 09 09 2019A Câmara dos Deputados promove comissão geral, a partir das 15 horas, para discutir "o licenciamento ambiental e a utilização de agroquímicos". O debate foi definido por acordo do colégio de líderes.

 

Análise - O assunto está sendo analisado por um grupo de trabalho na Câmara, que consolidou as propostas de lei geral para o setor. Para o coordenador do colegiado, deputado Kim Kataguiri (DEM-SP), o consenso para o tema vai surgir do equilíbrio entre proteção ambiental e desenvolvimento econômico. "O objetivo é justamente contrapor as visões opostas de cada setor para que a gente possa promover o debate e construir o projeto mais rico possível".

 

Próximos dias - O deputado acredita que o texto proposto pelo grupo pode ser levado à votação no Plenário nos próximos dias. A versão apresentada no início de agosto, entretanto, recebeu críticas de deputados e de integrantes de organizações não governamentais (ONGs) reunidos na Frente Parlamentar Ambientalista. Eles apresentaram versão alternativa à de Kataguiri.

 

Fortalecimento - O deputado Nilto Tatto (PT-SP), um dos autores dessa versão, defende, por exemplo, o fortalecimento dos órgãos fiscalizadores ambientais e aponta riscos de judicialização do setor com a flexibilização das regras. "A regulação deve ser feita de acordo com os pressupostos da Constituição", afirmou.

 

Convidados - Foram convidados para a comissão geral, pesquisadores da área; representantes do setor produtivo e de ONGs; secretários estaduais e municipais de meio ambiente; e representantes de órgãos do setor, como Ibama e ministérios do Meio Ambiente; Infraestrutura; e Turismo.

 

Local - O debate ocorre no Plenário Ulysses Guimarães. (Agência Câmara)

FOCUS: Mercado reduz estimativa de inflação pela quinta vez seguida

 

focus 09 09 2019O mercado financeiro reduziu a estimativa de inflação para este ano, pela quinta vez seguida. Segundo o boletim Focus, pesquisa divulgada todas as semanas pelo Banco Central (BC), a previsão para a inflação, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), caiu de 3,59% para 3,54%, este ano.

 

2020 - Para 2020, a estimativa também foi reduzida, ao passar de 3,85% para 3,82%. A previsãopara os anos seguintes não tiveram alterações: 3,75%, em 2021, e 3,50%, em 2022.

 

Meta - A meta de inflação, definida pelo Conselho Monetário Nacional é 4,25% em 2019, 4% em 2020, 3,75% em 2021 e 3,50% em 2022, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

 

Selic - Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 6%. Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

 

Demanda aquecida - Quando o Comitê de Política Monetária aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

 

Final do ano - Para o mercado financeiro, ao final de 2019 a Selic estará em 5% ao ano. Para o final de 2020, a estimativa segue em 5,25% ao ano. No fim de 2021 e 2022, a previsão permanece em 7% ao ano.

 

PIB - A previsão para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – foi mantida em 0,87% em 2019. Segundo o BC, a previsão para 2020 caiu de 2,10% para 2,07%. Para 2021 e 2022 também não houve alteração nas estimativas: 2,50%.

 

Dólar - A previsão para a cotação do dólar ao fim deste ano subiu de R$ 3,85 para R$ 3,87 e, para 2020, de R$ 3,82 para R$ 3,85. (Agência Brasil)

ECONOMIA: Brasil continua com quadro de crescimento estável, aponta OCDE

 

economia 09 09 2019O Brasil continua numa dinâmica de crescimento estável pela frente, segundo indicadores compostos da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) publicados nesta segunda-feira (09/09).

 

Antecipação - Os indicadores compostos procuram antecipar pontos de viragem na atividade econômica em relação à tendência de seis a nove meses à frente. Mais uma vez, a OCDE prevê uma atenuação do ritmo de crescimento nos Estados Unidos, a maior economia do mundo, e na área do euro como um todo, principalmente na Alemanha.

 

Crescimento estável - Em todo caso, os indicadores continuam sinalizando crescimento estável nos países da OCDE como um todo, incluindo França e Canadá. No Reino Unido, em meio às incertezas provocadas pelo Brexit - a saída britânica da União Europeia -, a avaliação ainda é de momento de crescimento estável, embora a tendência seja de taxas de crescimento historicamente baixas.

 

Japão e Itália - No Japão e na Itália, os indicadores apontam para estabilização no ritmo de crescimento.

 

Emergentes - Entre as principais economias emergentes, a avaliação é de dinâmica do crescimento estável para o Brasil, Rússia e China (para o setor industrial). Mas a OCDE identifica sinais de atenuação do crescimento na Índia, provocados por forte declínio da indústria automotiva. (Valor Econômico)

ENTREVISTA: Guedes quer desindexar e desvincular o orçamento das três esferas de governo

 

entrevista 09 09 2019O ministro da Economia, Paulo Guedes, adiantou os próximos passos que o governo vai dar na direção de um nova política fiscal e uma nova federação. Em entrevista ao Valor, ele disse: "Vamos desindexar, desvincular e desobrigar todas as despesas de todos os entes federativos. E completou: "Eu quero privatizar todas as empresas estatais. A decisão é do Congresso" concluindo: "Essa é a proposta".

 

Pacto federativo - A próxima proposta de emenda à Constituição (PEC), depois da reforma da Previdência, será a do pacto federativo. É para esse semestre. "Estamos mexendo em tudo ao mesmo tempo. É uma transformação sistêmica", explicou o ministro.

 

Juros da dívida - Durante a campanha, ele disse que o gasto com juros da dívida seria a segunda grande despesa a ser atacada. Para isso, "vamos desinvestir e desmobilizar ativos públicos", afirmou ele.

 

“Fast track” - Para encurtar o tempo gasto, em geral de um ano e meio, para fazer uma privatização, Guedes quer um "fast track" para as vendas e concessões de estatais. E, em vez de tratar uma a uma, ele fará a lista das empresas públicas a serem alienadas, que submeterá ao presidente da República. Aprovada, ela será enviada ao Tribunal de Contas da União (TCU) para uma avaliação geral e encaminhada ao Congresso, para aprovação de uma lei autorizando a inclusão dessas companhias no Programa de Desestatização.

 

Várias dimensões - O novo pacto federativo, segundo ele, tem várias dimensões, cujas partes serão levadas ao Senado. De um lado terá a reforma tributária, cuja proposta contemplará a criação do Imposto sobre Valor Adicionado (IVA) Dual, do Imposto sobre Transações Financeiras e a redução das alíquotas do Imposto de Renda das empresas e das pessoas físicas, que perdem as deduções; de outro, o "fast track" de privatizações - um acordo entre os poderes para encurtar o tempo de venda de uma estatal.

 

Entrevista - A entrevista do ministro da Economia ocorreu durante voo para Fortaleza, onde Guedes tinha compromisso de uma palestra para uma plateia de duas centenas de empresários do Nordeste. Antes de entrar no jatinho da FAB, Guedes teve que gravar para a Empresa Brasileira de Comunicação (EBC), na base aérea, um trecho do Hino Nacional. A peça envolveu todos os ministros de Estado cantando um trecho do hino para o dia 7 de setembro. Meio constrangido, depois daquele teste, ele comentou: "Eu não sou cantor". Realmente, não é. A seguir, a íntegra da entrevista:

 

Valor: Ministro, a reforma da Previdência não é uma trava suficiente para conter o aumento do gasto público. Como o senhor pretende enfrentar as crescentes despesas obrigatórias?

Paulo Guedes: Essa é uma ótima questão e, talvez, a mais fundamental. Nosso diagnóstico é que o crescimento descontrolado das despesas obrigatórias acabou corrompendo a democracia brasileira e estagnando a economia. Isso é resultado de uma transição incompleta de uma ordem politicamente fechada, com foco na infraestrutura, no governo militar, para uma ordem democrática, que pede uma transformação do gasto. Não havíamos investido no capital humano.

Os constituintes tentaram fazer a transformação do Estado, disseram que tínhamos que ter mais saúde e educação e carimbaram o dinheiro.

 

Valor: A Constituição de 1988 pretendia quitar a dívida social.

Guedes: Eu usei a imagem de um Estado hobbesiano [Thomas Hobbes, o poder absoluto do comando central] para um regime descentralizado de poder, um Estado rousseauniano [Jean-Jacques Rousseau], da soberania popular. A democracia começou a incluir os mais pobres nos orçamentos públicos mas esqueceu-se de cortar os privilégios (os subsídios, as aposentadorias). Por uma composição política entre conservadores oportunistas e uma esquerda despreparada do ponto de vista da política econômica, o país acabou caindo na armadilha do baixo crescimento. Éramos uma economia que crescia 7% a 7,5% por ano. As disfunções econômicas são os registros fósseis do excesso de gasto, acima da capacidade do governo de arrecadar, que nos levaram ao endividamento externo em bola de neve, duas hiperinflações e, agora, ao endividamento interno em bola de neve. Estamos com uma dívida de quase R$ 5 trilhões.

 

Valor: O fato é que o Estado brasileiro quebrou?

Guedes: Sim, o Estado brasileiro quebrou. Quebrou em todos os níveis, no federal, no estadual e no municipal. E a principal ameaça de engolir o Brasil é esse crescimento descontrolado da despesa pública obrigatória. Nela, o buraco negro era a Previdência - a despesa que mais cresce e que engoliria o país em um a dois anos.

 

Valor: O sr. é contra mexer no teto do gasto?

Guedes: O teto é fundamental, porque ele trava essa trajetória de aumento descontrolado da despesa. Não queremos furar o teto. Queremos é quebrar o piso da despesa obrigatória e a ferramenta para isso chama-se "pacto federativo".

 

Valor: O senhor pode explicar a dimensão desse pacto?

Guedes: A classe política brasileira está condenada a mexer em 4% do orçamento porque 96% está destinado ao gasto obrigatório. Isso é a negação da política. Temos R$ 1,5 trilhão de orçamento e os parlamentares brigam por 4% desse valor, ficam atrás de uma emenda impositiva de R$ 5 milhões. São R$ 3,5 trilhões de recursos para alocar nos três níveis de governo. Esse dinheiro fica empoçado em fundos públicos, é capturado por piratas privados junto com interesses corporativos e, às vezes, burocratas corruptos. Cerca de 80% desses recursos vão para o pagamento da própria máquina, em salários e aposentadorias.

 

Valor: Qual é o objetivo do pacto?

Guedes: É a transformação do Estado. Vamos completar a transição. Os representantes do povo são votados para estabelecer as prioridades do gasto público e não para conceder aumentos automáticos de salários para o funcionalismo, aposentadoria privilegiada para o funcionalismo. Temos os fundos corporativos. Existem 280 fundos públicos [são os fundos setoriais e, alguns, constitucionais]. O governador de Goiás [Ronaldo Caiado] está em dificuldade financeira e tem o fundo do Centro-Oeste que ele não consegue pegar. O ministro Moro [Sergio Moro, da Justiça] precisa de investir em segurança pública e não pode porque o dinheiro está bloqueado no fundo penitenciário. Os políticos que os criaram já se aposentaram ou morreram e o dinheiro está lá.

 

Valor: O sr. quer descarimbar e liberar a destinação do dinheiro público. Isso pode resultar na redução dos recursos da saúde e educação?

Guedes: Não vamos tirar dinheiro de área nenhuma. Cada prefeito e cada governador tem que ter a decisão de onde gastar mais. Um vai querer investir mais na saúde, outro mais na educação. Essa decisão não pode ser de um burocrata de Brasília ou de um político que já morreu. Somos escravos do dinheiro carimbado. Vamos descarimbar. (Valor Econômico)

 

Clique aqui e Leia a continuação da entrevista de Paulo Guedes em “ITF pode arrecadar até R$ 150 bi por ano”


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