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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4657 | 06 de Setembro de 2019

FÓRUM DOS PRESIDENTES I: Evento encerra com a entrega do 13º Prêmio Ocepar de Jornalismo

Os 14 finalistas do 13º Prêmio Ocepar de Jornalismo receberam os troféus, no início da tarde desta sexta-feira (06/09), em Curitiba, durante solenidade realizada no encerramento do Fórum dos Presidentes das Cooperativas Paranaenses, que ocorreu paralelamente ao 7º Fórum de Agricultura da América do Sul, no Museu Oscar Niemeyer (MON). A entrega da premiação aos vencedores ocorreu com a presença do presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, do vice-governador Darci Piana, do prefeito de Curitiba, Rafael Greca, de diretores da Ocepar e profissionais que integraram a Comissão Julgadora. Veja abaixo a lista dos vencedores, por ordem de colocação.

Recorde - Esta edição do concurso – que teve como tema “No campo ou na cidade somos o cooperativismo no Paraná” –, registrou recorde de participações: ao todo foram 130 trabalhos inscritos, assim distribuídos por categoria: Telejornalismo 22; Radiojornalismo 18; Jornalismo Impresso 26; Mídia Cooperativa 30; Prêmio Especial Unimed (Ramo Saúde) 11; e Prêmio Especial Ramo Crédito 23. Segundo o coordenador de Comunicação do Sistema Ocepar, Samuel Milléo Filho, em 13 anos de existência do concurso, foram inscritos um total de 1.124 trabalhos com 265 profissionais premiados.

Valores - Além dos troféus, os vencedores de seis categorias dividiram um total de R$ 88.000,00 em premiações, com os impostos já descontados. Nas categorias Jornalismo Impresso, Telejornalismo, Radiojornalismo e Mídia Cooperativa, o valor foi distribuído da seguinte forma: 1º lugar: R$ 10.000,00, 2º lugar: R$ 4.000,00 e 3º lugar: R$ 3.000.00. Nos dois prêmios especiais, Unimed e Ramo Crédito, cada vencedor recebeu R$ 10.000,00.

Comissão julgadora - A seleção dos materiais inscritos foi realizada em três etapas pela comissão julgadora, composta pelos jornalistas Alexandre Salvador, André Franco, Bruna Carvalho, Jossânia Veloso, Júlio Tarnowski Júnior, Luana Godoy, Lucia Suzukawa, Marli Vieira, Ricardo Rossi, Roberto Monteiro, Silvio Oricolli, o publicitário Rogério Leal e o engenheiro agrônomo, Flávio Turra. A organização dos trabalhos contou com o apoio de Stella Solliman e Edite Viana dos Santos Alves.

Serviço - O Prêmio Ocepar de Jornalismo é uma iniciativa do Sistema Ocepar, com apoio financeiro da Central Sicredi PR/SP/RJ e Federação Unimed do Paraná e apoio institucional da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná (Sindijor/PR) e do Sindicato dos Jornalistas do Norte do Paraná.

 

VENCEDORES DO 13º PRÊMIO OCEPAR DE JORNALISMO

TELEJORNALISMO

1º LUGAR

Veículo: CATVE – CASCAVEL

Jornalista: FERNANDA TOIGO

Repórter Cinematográfico: MARLON SHELDON MARTINS

Edição: LUIZ ZANATA E ELIANE MENDONÇA

Tema: “DE MÃOS DADAS POR UM FUTURO SUSTENTÁVEL”

 

2º LUGAR

Veículo: TV NAIPI – REDE MASSA - SBT

Jornalista: CRISLAINE FLORENCIO NERES

Repórter Cinematográfico: HUGO LUIS CERUTTI

Editor: ALAN ANTHERO DA SILVA

Tema: “COOPERATIVISMO TRANSFORMA”

 

3º LUGAR

Veículo: RPC – AFILIADA REDE GLOBO

Jornalista/Editora: DANY FRANCIELLE GONGORA ROSA

Repórter: WILLIAN CONTE DE SOUZA

Repórter Cinematográfico: ALEX FERNANDO MAGOSSO

Tema: “INTEGRAÇÃO LAVOURA, PECUÁRIA E FLORESTA (ILPF) - INTEGRANDO CAMINHOS”

 

RADIOJORNALISMO

1º LUGAR

Veículo: RÁDIO BANDA B – CURITIBA

Jornalista: ANTONIO TEIXEIRA DO NASCIMENTO

Tema: “QUE HISTÓRIA É ESSA DO COOPERATIVISMO DE CRÉDITO?”

 

2º LUGAR

Veículo: RÁDIO BANDA B – CURITIBA

Jornalista: ELIZANGELA JUBANSKI

Produtor: GEOVANE BARREIRO

Tema: “A LOGÍSTICA DE ESCOAMENTO DO COOPERATIVISMO NO CAMPO E NA CIDADE”

 

3º LUGAR

Veículo: RÁDIO BAND NEWS CURITIBA

Jornalista: ANA FLÁVIA DA SILVA

Tema: “COOPERATIVISMO QUE INSPIRA: PROJETO APOIADO POR COOPERATIVA DE CRÉDITO INCENTIVA JOVENS A CONSTRUIREM UM FUTURO MELHOR”

 

JORNALISMO IMPRESSO

1º LUGAR

Veículo: REVISTA DROPS INTERVIEW

Jornalista: NARA DYEYNNE MARQUES CHIQUETTI ALVES

Fotógrafo: Fábio Pitrez

Tema: “COOPERATIVISMO ESTIMULANDO TRANSFORMAÇÕES SOCIAIS”

 

2º LUGAR

Veículo: JORNAL DO OESTE - TOLEDO

Jornalista: ANGÉLICA MARIA

Editor: Márcio Pimentel

Tema: “COOPERATIVAS DITAM O TOM E ASSISTÊNCIA TÉCNICA E CRIA SINTONIA COM COOPERADOS”

 

3º LUGAR

Veículo: FOLHA DE LONDRINA

Jornalista: VICTOR LOPES DE MORAES

Tema: “PEQUENAS CIDADES, COOPERATIVISMO GIGANTE”

 

MÍDIA COOPERATIVA

1º LUGAR

Veículo: REVISTA COOPAVEL

Jornalista: JEAN CARLO PATERNO

Tema: “INTERCOOPERAÇÃO: UMA PARCERIA QUE INSPIRA O BRASIL”

 

2º LUGAR

Veículo: RÁDIO INFORMATIVO COAMO

Jornalista: WILSON BIBIANO LIMA

Coautores: ANA PAULA PELISSARI e ANTÔNIO MARCIO DOS SANTOS

Tema: “COOPERATIVISMO, UMA HISTÓRIA QUE VALE A PENA CONTAR”

 

3º LUGAR

Veículo: REVISTA COAMO

Jornalista: ANA PAULA BENTO PELISSARI

Coautores: ANTÔNIO MARCIO DOS SANTOS e WILSON BIBIANO LIMA

Tema: “DO CAMPO À MESA”

 

PRÊMIO ESPECIAL CRÉDITO

Veículo: REVISTA ALDEIA

Jornalista: REJANE MARTINS PIRES

Tema: “VENTOS DA MORTE. VENTOS DA VIDA”

 

PRÊMIO ESPECIAL UNIMED

Veículo: TV NAIPI – REDE MASSA - SBT

Jornalista: CRISTIANE GUIMARÃES

Cinegrafista: ANDRE LUIZ GARCIA

Editor: JEFERSON BUENO

Tema: “ENVELHECER COM SABEDORIA, APOIO E SAÚDE”

 

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FÓRUM DOS PRESIDENTES II: Mercado SomosCoop e 2ª Feijoada Cooperativa divulgam produtos das cooperativas

Participantes do 7º Fórum de Agricultura da América do Sul, ocorrido nesta quinta e sexta-feira (05 e 06/09), em Curitiba, tiveram a oportunidade de conhecer os produtos de varejo do cooperativismo paranaense, divulgados por meio do Mercado SomosCoop, montado pelo Sistema Ocepar em parceria com as cooperativas, no Museu Oscar Niemeyer, local de realização do evento que, nesta edição, recebeu mais de 600 participantes, entre os quais representantes de 16 países. Foram expostos vários itens processados por diversas cooperativas, como embutidos, lácteos, farinhas, óleo de soja, margarina, arroz, feijão, carnes de aves, entre outros.

2ª Feijoada Cooperativa – O Fórum de Agricultura, promovido pelo jornal Gazeta do Povo, com o apoio do Sistema Ocepar, foi realizado paralelamente ao Fórum dos Presidentes das Cooperativas Paranaenses. O evento encerrou com a 2ª Feijoada Cooperativa, preparada pelo chef Ricardo Filizola. “Fiquei muito feliz com essa parceria, especialmente porque os ingredientes fornecidos pelas cooperativas são de excelente qualidade, o que é fundamental para preparar uma boa feijoada”, afirmou Filizola.

Lideranças cooperativistas – Cerca de 100 lideranças do cooperativismo paranaense acompanharam os dois dias de debates do 7º Fórum de Agricultura da América do Sul. Ao todo, foram realizados 12 painéis com a presença de 40 palestrantes, entre os quais o diretor executivo da Frimesa Central de Cooperativas, Elias Zydek. O superintendente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Renato Nobile, e o presidente do Conselho de Administração da Cooperativa Cocamar, Luiz Lourenço, estiveram entre os mediadores dos debates que, nesta edição tiveram como foco o tema "Da Produção ao Mercado – Global e Sustentável”.

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FÓRUM DE AGRICULTURA I: Guerra comercial e mudança de hábitos de consumo abrem espaço para o agro brasileiro

forum agricultura I 06 09 2019Com a expectativa de intensificação das disputas comerciais nos próximos anos no mercado mundial, o agronegócio sul-americano precisa se preparar e enxergar as oportunidades e desafios deste um cenário em constante mutação. O tema esteve em debate, por especialistas em comércio exterior, durante a manhã desta quinta-feira (05/09), no 7º Fórum de Agricultura da América do Sul, que ocorre em Curitiba (PR), no Museu Oscar Niemeyer, até esta sexta-feira (06/09).

China x EUA - Desde agosto, por exemplo, a China suspendeu a compra de frango dos Estados Unidos. A medida implementada, reflexo da guerra comercial entre os países, pode ser uma oportunidade para o Brasil ampliar suas participações nas exportações da proteína animal para o país asiático. Com as barreiras tarifárias americanas e o avanço da peste suína em algumas regiões, o diretor de inteligência de mercado na INTL FCStone Intelligence, Renato Rasmussen, acredita no potencial brasileiro para ser principal fornecedor chinês. “Temos condições para transportar esses produtos e os preços já vem reagindo a essas condições”, comentou.

Maturidade - Para a diretora executiva do CME Group, Susan Sutherland, que também participou do debate, é necessário encarar as incertezas do mercado de forma mais madura. “O mercado é desafiador e devemos estar cientes que o valor das movimentações futuras e opções podem mudar dependendo de eventos naturais e geopolíticos”, afirmou. Susan ainda acrescentou que em relação guerra comercial, 71% dos chineses não acreditam que será resolvida a curto prazo, contra 29% otimistas. O painel foi mediado pelo Coordenador Geral de Acesso a Mercado do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa), Gustavo Cupertino.

OMC - As soluções e o impacto destes atritos foram discutidos na Conferência da Organização Mundial do Comércio, conduzida pelo diretor da Divisão Agrícola e de Commodities da entidade, Edwini Kessie, que defendeu a necessidade do fortalecimento da Organização, passando por sua reformulação. “Precisamos nos reinventar de uma forma mais pró ativa, países estão assinando acordos bilaterais devido à frustração que eles têm com a OMC”, afirmou. Para Kessie, essa reformulação é essencial para que os sistemas multilaterais sejam mais efetivos. A conferência foi mediada pelo especialista em comércio exterior Fábio Carneiro Cunha, da Legex Consultoria.

Indústria - O futuro da indústria alimentar também é uma das preocupações do setor. Para o coordenador de negócios do Instituto de Tecnologia do Senai, Alcides Sperotto, as mudanças nos hábitos de consumo e o aumento populacional são fatores predominantes na discussão. “O principal desafio é gerar alimento e o mundo está de olho no Brasil. A ideia é começarmos a colocarmos mais pesquisa e tecnologia no alimento, aumentando seu valor agregado, financeiro e nutricional” afirmou na palestra “O Desafio Interdisciplinar de Abastecimento”, com participação do diretor executivo da Frimesa, Elias Zydek, e mediação do superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile.

Mercado árabe É importante que a indústria também esteja de olho no mercado árabe, que tem sido um importante potencial de oportunidades para o setor de proteína animal brasileiro. Cinquenta e dois por cento da carne exportada pelo Brasil possui certificação halal.  Para o diretor-geral do Cdial Halal, Ali Saifi, esse é o momento de entender as peculiaridades desse mercado para que o setor de aves, bovinos e suínos continue a crescer e se desenvolver. Para o debate, estiveram presentes também o secretário adjunto do Mapa, Fernando Augusto P. Mendes, e o Secretário da Agricultura e Abastecimento do Paraná, Norberto Ortigara.

Abertura - Durante a abertura, foi debatida a importância da divulgação e promoção das formas sustentáveis de produção do agronegócio brasileiro. Sobre o Paraná, estado que sedia o evento, o vice-governador, Darci Piana, reforçou a responsabilidade da região em alimentar a população mundial. “Somos o estado com a maior produção diversificada por m² do mundo inteiro”, disse. Segundo o prefeito de Curitiba, Rafael Greca, na cidade, as ações do setor estão dentro da ideia de cooperação e segurança alimentar e nutricional.

Presenças - Participaram da cerimônia ainda o presidente da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar), José Roberto Ricken, o presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná (Crea-PR), Ricardo Rocha, o diretor da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), Virgílio Moreira Filho, representando o presidente da federação Edson Campagnolo, e o superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile. O evento continua nesta sexta-feira (06/09), em pauta estão temas como logística, inovação e sustentabilidade.

O Fórum - O 7º Fórum de Agricultura da América do Sul (Agricultural Outlook Forum South America 2019). O projeto piloto do Fórum foi realizado em 2013 e levou para Foz do Iguaçu (PR) mais de 500 inscritos para discutir os desafios e oportunidades do agronegócio global a partir da realidade sul-americana. Desde então, o evento reúne anualmente especialistas e participantes de todo o mundo, trazendo à pauta assuntos como inovação e sustentabilidade, desenvolvimento urbano pela economia rural e sucessão no campo. Em 2019, o evento tem como tema “Da Produção ao Mercado – Global e Sustentável”.

Realização - Realizado pelo Núcleo de Agronegócio da Gazeta do Povo (AgroGP), o evento tem parceria/apoio dos Sistema Ocepar e OCB, Prefeitura de Curitiba, Sistema Confea-Crea, Sistema Fiep, CME Group, Sanepar, Copel e Conselho Agropecuário do Sul (CAS). (Assessoria 

 

FÓRUM DE AGRICULTURA II: América do Sul assume protagonismo com cenário desfavorável para safra de grãos nos EUA

forum agricultura II 06 09 2019Em um ano de guerras comerciais e problemas climáticos nos Estados Unidos, a América do Sul, impulsionada pelo Brasil, assume liderança nas exportações mundiais de soja. Neste mercado, a China é quem demanda as maiores importações. A expectativa é que, nos próximos anos, haja rápido crescimento do consumo global de commodities agrícolas devido à melhoria de renda que deverá manter aquecida, também, a necessidade de produtos de alto valor, como as proteínas de aves e suínos. O assunto foi tema de debate do 7º Fórum de Agricultura da América do Sul, que acontece nesta quinta e sexta-feira (05 e 06/09), em Curitiba (PR).

Painel - No painel “Oferta e Demanda”, a especialista em Brasil e Mercosul do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), Constanza Valdez, reforçou o quanto o cenário é positivo para os sul-americanos. “Tudo isso traz vantagens para Brasil, especialmente, e também para a Argentina”, disse. Constanza, entretanto, alertou sobre as incertezas do mercado, entre elas o grau de recuperação sul-americana, os custos de produção, as mudanças cambiais, as mudanças em políticas importadoras e exportadoras, políticas e lucratividade dos biocombustíveis e as decisões que os países farão quanto a isso. Participaram do debate também a analista da Argentina, Paulina Lescano, e o representante da FC Stone Brasil, Étore Baroni.

Dados recentes - Sobre o assunto, o economista do USDA, Warren Preston, apresentou recentes dados da entidade sobre a safra e informações de políticas domésticas do departamento para auxiliar os produtores a superarem esses desafios. Segundo o especialista, este cenário irá resultar em uma quebra de safra. “Nossas políticas domésticas estão sendo feitas com o objetivo de que os agricultores possam mitigar esses riscos naturais e de comércio”, afirmou Preston. O economista ainda reforçou a importância de compartilhar as informações com o agronegócio brasileiro, já que ambos têm oportunidades e desafios semelhantes na agricultura.

Alternativas necessárias - Para o Brasil atender ao crescimento de demanda de exportações agro e se manter competitivo no mercado, sua logística precisa ser reestruturada, defenderam especialistas no evento. O coordenador do Movimento Pró-Logística, Edeon Vaz, ressaltou a importância de reduzir os custos do frete nas rodovias e de finalizar obras já iniciadas. “Esse é nosso papel e assim buscar melhorias nas ferrovias, aproveitando os rios transformando-os em hidrovias e aproveitando os nossos portos”, reforçou.

Adequação - O diretor-presidente do Porto de Paranaguá, Luiz Fernando Garcia, ressalta que a maior missão do porto, atualmente, para atender a essas mudanças nos perfis de exportações brasileiros, é adequar a capacidade de recepção ferroviária. “Temos a obrigação de estruturar o sistema de ferrovias para, assim, aumentar a capacidade. Estamos estudando juntos aos terminais, para que seja possível esquematizar qual a opção mais adequada”, finaliza. O painel foi mediado pelo chefe de gabinete da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), João Arthur Mohr.

Outras alternativas - Outras alternativas que precisam ser discutidas são as relacionadas à energia. Entre as técnicas que podem ser utilizadas está a implementação do sistema fotovoltaico nos campos e empresas. O debate aconteceu no painel “Geração Sustentável – A fronteira do conhecimento na energia fotovoltaica”. Para o conselheiro regional do Centro-Oeste e Distrito Federal da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica, Rodrigo Pedroso, o sistema possui grande chances na aplicação agrícola. “O produtor pode usar a energia para bombear abastecimento, irrigação, além da própria energia utilizada na sede da fazenda ou em hortas”, detalhou Pedroso.

Realidade - Esse cenário já é uma realidade em países como a Alemanha. No país europeu, 60% dos produtores já possuem uma instalação fotovoltaica em seus negócios. Para o diretor da Solar Cluster Baden-Württemberg, Franz Pöter, a expansão da energia solar desde os anos 2000, acelerou a sua regulamentação e possibilitou que mais pessoas invistam nesse tipo de fonte sustentável. A palestra foi mediada pelo coordenador do Departamento de Direito Público da Andersen Ballão Advocacia, Rafael Filippin.

Programação - O 7º Fórum de Agricultura da América do Sul continua nesta sexta-feira (06/09). O segundo dia de evento é dedicado a debater temas como o Acordo entre Mercosul e União Europeia (UE), produção familiar, agroinovação e Integração Lavoura Pecuária Floresta. Ainda fazem parte da programação a etapa final do Desafio Agritech, em que será conhecida a start up escolhida pelo público com a melhor solução para o agronegócio, e a apresentação do Plano de Investimento das Cooperativas paranaenses, que contará com a presença do governado do Paraná, Ratinho Júnior.

Sobre o Fórum de Agricultura da América do Sul - 7º Fórum de Agricultura da América do Sul (Agricultural Outlook Forum South America 2019). O projeto piloto do Fórum foi realizado em 2013 e levou para Foz do Iguaçu (PR) mais de 500 inscritos para discutir os desafios e oportunidades do agronegócio global a partir da realidade sul-americana. Desde então, o evento reúne anualmente especialistas e participantes de todo o mundo, trazendo à pauta assuntos como inovação e sustentabilidade, desenvolvimento urbano pela economia rural e sucessão no campo. Em 2019, o evento tem como tema “Da Produção ao Mercado – Global e Sustentável”. Realizado pelo Núcleo de Agronegócio da Gazeta do Povo (AgroGP), o evento tem parceria/apoio dos Sistema Ocepar e OCB, Prefeitura de Curitiba, Sistema Confea-Crea, Sistema Fiep, CME Group, Sanepar, Copel e Conselho Agropecuário do Sul (CAS). (Assessoria de Imprensa do evento)

 

CASTROLANDA: Agroleite expõe no Sommet de L’Élevage, na França

castrolanda 06 09 2019O Agroleite vai expor no Sommet de L’Élevage que acontece entre os dias 2 e 4 de outubro, em Clermont-Ferrand, na França.

Parceria - Após a visita de uma delegação brasileira no evento em 2018, uma parceria foi firmada entre os salões brasileiro e francês. Sommet estreou no Pavilhão Internacional do Agroleite 2019 e agora será a vez do evento brasileiro participar como expositor, pela primeira vez em terras estrangeiras. “É a primeira vez que apresentaremos o Agroleite fora do Brasil com um estande e o objetivo é construir e fortalecer a promoção do evento internacionalmente. Queremos abrir fronteiras, aproveitar o potencial dos eventos para atrair novos expositores, visitantes e trocar experiências com a organização do evento Sommet De L’Élevage”, disse a Coordenadora do Agroleite, Leila Gomes.

Sommet - Realizado no coração do Massif Central, região de planaltos localizada no centro da França, o Sommet De L’Élevage é uma das principais feiras da pecuária internacional. Na última edição reuniu 95.000 visitantes, 1.500 expositores e 2.000 animais.

Oportunidade - “É uma oportunidade ímpar para a Castrolanda, Castro e o Brasil se destacar no exterior com o melhor que nós temos a oferecer. Para os produtores da Castrolanda a parceria facilita o acesso ao conhecimento e aos benefícios deste evento mundial, com o conforto de ter uma base lá, o estande do Agroleite”, comenta o CEO da Castrolanda, Thomas Domhoff.

Benefícios - Frans Borg, presidente da Castrolanda, acredita que há uma complementariedade nas tecnologias dos dois países e reforça a importância da busca de soluções inovadoras que tragam mais produtividade e melhores resultados para os cooperados.

Novas tecnologias - Entre as tecnologias a serem avaliadas na França, uma delas apresentada no Agroleite, pelo presidente do Sommet de L’Élevage, Roger Blanc, é o Eye breed, o qual permite a realização da inseminação artificial assistida graças a presença de câmeras e luzes localizadas na ponta da bainha, gerando imagens transmitidas para o smartphone do operador.

Potencial - Eduardo Ribas, Gerente de Negócios Leite da Castrolanda acredita no potencial do produto na região de Castro e cogita trazer um primeiro exemplar para testes.

Business France - A parceria da Castrolanda com o Sommet de l’Élevage tem apoio da Business France, serviço comercial da Embaixada da França no Brasil e da Embaixada do Brasil na França. Mais informações com jammer.cavalcanti@businessfrance.fr. (Imprensa Castrolanda)

 

COPACOL: Conselho de Administração e Fiscal inauguram novas instalações do CD em Curitiba

O novo prédio do Centro de Distribuição (CD) e a Filial de Vendas localizadoS em Curitiba, foi inaugurado pela diretoria executiva, conselheiros, colaboradores e convidados, na quarta-feira (04/09). A visita também contou com a presença dos párocos de Cafelândia, Nilton Cézar Pedro e Luciano Acácio Cordeiro, que realizaram a benção do local.

Operação - Com previsão para começar a operar no fim deste mês, a nova unidade está localizada em local próprio e terá 70% a mais da capacidade de armazenagem do que o antigo prédio, que era alugado.

Capacidade de armazenagem - A capacidade de armazenagem é de 1.540 posições pallets, o que representa mais 1.400 toneladas e com uma movimentação mensal de mais de 3 mil toneladas.

Atendimento - De acordo com o Marçal Augusto Bento, gerente de vendas da Filial de Curitiba, a unidade vai atender as regiões de Curitiba, Campos Gerais e litoral de Santa Catarina. “Todos os investimentos feitos pela Copacol nesta unidade são importantes para que possamos atender toda a demanda de maneira mais eficiente, com maior volume disponível de produtos”, destaca Marçal.

Investimento - Ao todo, foram investidos R$ 27 milhões na compra do terreno, na reforma de toda a unidade, máquinas e equipamentos modernos e tecnológicos, além de sistemas avançado do gerenciamento e monitoramento das operações.

Central - Com estes investimentos e o aumento na capacidade de armazenagem, o CD de Curitiba passará a operar também como uma central para abastecer outros centros de distribuição da Cooperativa com produtos importados.

Oportunidades comerciais - O presidente da Copacol, Valter Pitol, destacou as oportunidades comerciais que Cooperativa terá na região. “Temos em nosso Propósito Estratégico RG Copacol o fortalecimento da marca com um atendimento eficaz e a satisfação dos nossos clientes. Para isso fizemos estes investimentos para manter a qualidade dos nossos produtos e serviços e consequentemente a satisfação dos nossos clientes”, reforça Pitol. (Imprensa Copacol)

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FRISIA: Cooperativa recebe prêmio reconhecido pela ONU por prática sustentável

frisia 06 09 2019O trabalho de logística reversa realizado pelos cooperados da Frísia rendeu a Menção Honrosa do Sesi ODS, premiação-destaque entregue pelo Serviço Social da Indústria em favor dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Em 2018, período referente à inscrição do programa da cooperativa, foram coletadas 24,4 toneladas de resíduos. A entrega da homenagem, que inclui o selo ODS, ocorreu nesta quinta-feira (05/09), na sede da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), em Curitiba.

Coleta Lega l- Considerado um dos melhores projetos em prol da sustentabilidade no Paraná, o programa Coleta Legal acontece desde 2014 junto aos associados com a coordenação do setor Ambiental e Florestal da Frísia. Nas propriedades, os 211 produtores participantes são orientados a fazer a correta separação dos materiais veterinários (tanto da bovinocultura leiteira quanto da suinocultura) até a destinação desses resíduos (alocados em bombonas) para uma empresa especializada em fazer o tratamento.

Três vezes ao ano - O engenheiro ambiental da Frísia, Diego Takeshi Miyasaka, explica que o programa Coleta Legal acontece três vezes no ano (março, julho e novembro). “Nós agendamos uma data e divulgamos aos cooperados. Nesse dia, passamos com um caminhão em locais e horários pré-determinados, normalmente nas lojas agropecuárias da Frísia, onde os cooperados entregam seus resíduos em bombonas”, afirma Miyasaka. Os produtores entregam bombonas cheias de frascos de medicamentos vazios, e levam as bombonas vazias para colocarem os frascos que irão gerar nos próximos meses.

Cooperado - O cooperado Wilant van den Boogaard é suinocultor e tem 220 matrizes em sua propriedade em Carambeí (PR). Participante do programa Coleta Legal desde o início, Boogaard leva de três a quatro bombonas por entrega, com resíduos variados, entre eles embalagens de medicamentos veterinários, pipetas de inseminação, e outros.

Local apropriado - “Com o programa, acabou o problema sobre o que fazer com os resíduos. Antes, não tínhamos destinação correta, pois não é lixo urbano. Mas, com o Coleta Legal, temos local apropriado para descarte”, destaca o cooperado. “Esse é um trabalho que a gente deve estender aos nossos técnicos, que se empenham em organizar tudo e fazer com que tenhamos a consciência de que esse é um trabalho necessário”, reforça.

Gratificante - O produtor rural destaca a importância do reconhecimento da Fiep e do Sesi. “É algo gratificante, como cooperativa, como produtor. Todos nós estamos preocupados com o trabalho na propriedade e com o bem-estar ambiental”, destaca.

Agenda 30 - A premiação, que é oferecida pela Fiep e Sesi no Paraná, reconhece os melhores projetos em diversos setores da sociedade que contribuem para o alcance dos objetivos e metas da Agenda 30 para o Desenvolvimento Sustentável no Brasil.

Protocolo - A Agenda 30 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável faz parte de um protocolo assinado em 2015, por 193 países, durante a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). Na ocasião, o Brasil assumiu o compromisso de adotar metas de desenvolvimento sustentável a serem alcançadas até 2030.

Sobre a Frísia Cooperativa Agroindustrial - Fundada em 1925, a Frísia é a cooperativa mais antiga do Paraná e segunda do Brasil. Localizada na região dos Campos Gerais, tem sua produção voltada ao leite, carne e grãos, principalmente, trigo, soja e milho. A cooperativa é resultado da união do trabalho de todos os cooperados e colaboradores; da diversificação da produção, englobando a produção leiteira, de grãos e de proteína animal; e da alta qualidade do que é feito e comercializado, com animais de excelente genética, rastreamento e investimento em tecnologia, infraestrutura e mão de obra. Os valores da cooperativa são Fidelidade, Responsabilidade, Intercooperação, Sustentabilidade, Integridade e Atitude (FRISIA). (Imprensa Frísia)

 

INTEGRADA: Cooperativa recebe prêmio Top Nikkey

integrada 06 09 2019A Integrada recebeu na última quarta-feira (04/09), o prêmio Top Nikkey 2019. Em pesquisa realizada com a comunidade nipônica de Londrina, a cooperativa foi a mais lembrada no segmento agropecuário. O diretor-secretário, Sérgio Otaguiri, e o superintendente geral, Haroldo Polizel, representaram a cooperativa na cerimônia de entrega dos troféus.

Orgulho - Para Otaguiri, ser a mais lembrada pelos nipo-brasileiros é motivo de orgulho. “A Integrada sempre trabalhou junto à comunidade. Este prêmio é um reconhecimento”. O diretor completa que, quando a Integrada foi formada, em 1995, boa parte dos seus associados eram de origem nipônica.

Japoneses - O fato fez que, por muitos anos, a Integrada fosse popularmente conhecida como uma cooperativa de japoneses. Atualmente, observa Otaguiri, a cooperativa é multicultural, mas alguns princípios japoneses, que é a integridade e o espírito de cooperação, foram adquiridos dos preceitos nipônicos e hoje fazem parte dos valores da Integrada.

Confiança e dedicação - O diretor-secretário observa que a Integrada se consolidou graças à confiança dos cooperados e a dedicação dos colaboradores. Hoje, a Integrada é formada por mais de 10 mil associados e mais de 1.700 colaboradores.

O prêmio - O prêmio Top Nikkey completou 15 anos de existência em 2019 e a Integrada está entre as marcas invictas. A premiação, organizada pela CRCom Comunicação, tem como base a pesquisa top of mind, que identifica as marcas mais lembradas e preferidas pelos nipo-brasileiros na cidade de Londrina, em mais de 60 segmentos de negócios.

Percentual - Nesta 15° edição, a Integrada alcançou 32,3% de lembrança do público nikkei na categoria Cooperativa Agrícola. O projeto entrevistou 400 nipo-londrinenses de todas as faixas etárias e renda, de diferentes níveis de escolaridade, em todas as regiões da cidade. (Imprensa Integrada)

 

SICREDI: Jovens líderes brasileiros participam de intercâmbio na Alemanha e Holanda

sicredi 06 09 2019Nesta semana, 16 jovens líderes brasileiros embarcaram para a Europa com o objetivo de conhecer os modelos cooperativistas internacionais. A experiência é promovida pelo Sicredi no Programa Youth Leadership Journey, que visa dar aos jovens a oportunidade de conviver com visões de mundo diferentes. Entre os dias 4 e 12 de setembro, a comitiva passará pela Alemanha e pela Holanda, com uma programação que contempla palestras e visitas técnicas, além de encontros com jovens líderes locais.

Instituições - Entre as instituições que serão visitadas está a tradicional Academia Germânica de Cooperativas, em Montabaur, na região oeste da Alemanha, e o Rabobank, maior banco cooperativo da Europa, sediado em Utrecht, na Holanda. O intuito do programa é que, a partir da troca de experiências com colaboradores e associados de cooperativas internacionais, os membros dos comitês jovens do Sicredi retornem ao Brasil com novas perspectivas para ajudar a desenvolver as comunidades onde vivem.

Engajamento - Para o presidente nacional do Sicredi e da Central Sicredi PR/SP/RJ, Manfred Alfonso Dasenbrock, é a partir dessa troca de experiências que acontece o engajamento necessário para desenvolvimento das instituições financeiras cooperativas. “Somos inclusivos e democráticos, pois damos a oportunidade aos nossos associados de participarem de forma efetiva da gestão de nossas cooperativas. E essa incursão na Europa também tem como intuito propiciar um crescimento pessoal e profissional em ritmo acelerado para que eles se sintam cada vez mais parte desse movimento”, afirma Dasenbrock, que também é membro da diretoria do Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito (Woccu, na sigla em inglês).

Perspectiva diferente - Para o gerente de Desenvolvimento do Cooperativismo da Central Sicredi PR/SP/RJ, André Alves de Assis, que coordena a expedição, a iniciativa é de suma importância para todos. "Os jovens conseguirão ter uma perspectiva diferente, entendendo a força do cooperativismo de crédito na Holanda e Alemanha, tornando-os ainda mais engajados em suas cooperativas no Brasil", conclui.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.700 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

SICREDI VALE DO PIQUIRI: José Luiz Tejon ministra palestra para associados e convidados de Palotina e região

Na quarta-feira (04/09), a Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP se reuniu com associados e convidados de Palotina (PR) para prestar contas referentes ao primeiro semestre de 2019. A reunião aconteceu em parceria com a Aprosoja - Associação Brasileira dos Produtores de Soja e faz parte da agenda de 35 encontros que estão acontecendo na área de atuação da Cooperativa, nos estados do Paraná e São Paulo.

Gestão democrática e participativa - “O cooperativismo de crédito se destaca no mercado pela sua forma democrática e participativa de conduzir o negócio e de dar voz aos associados, evidenciando a transparência, elemento-chave neste modelo de negócios”, explica Jaime Basso, Presidente da Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP.

Números - A agenda da noite teve início com a apresentação dos números sistêmicos do Sicredi e da cooperativa durante os primeiros seis meses do ano. Destaque para as novas agências entregues neste período aos municípios paranaenses Mamborê, Perobal, Mariluz e Campo Mourão, que recebeu sua terceira agência.

São Paulo - Em São Paulo, a cooperativa inaugurou a sede do Escritório Regional na Av. Paulista, além de sua segunda agência no município de São Bernardo do Campo e três de quinze pontos de atendimento nas distritais da Associação Comercial de São Paulo que serão entregues até o mês de novembro. A Cooperativa, que conta atualmente com 77 agências, planeja encerrar 2019 com mais de 90 espaços de atendimento aos associados.

Palestra - A programação também contou com a palestra do jornalista, autor e professor, José Luiz Tejon, que trouxe o tema: Brasil que Coopera Supera. Em sua apresentação, Tejon explicou que o cooperativismo é um modelo de negócios que está sendo analisado no mundo inteiro como fundamental para a sociedade e que vem crescendo, como um modelo de engajamento e participação exemplar.

Modelo - Para Tejon, outras organizações e empresas que não são cooperativas vão precisar adotar modelos parecidos, em breve. “O empreendedorismo é o que vai nos levar ao futuro, mas o cooperativismo é o modelo que permite que muitos possam progredir, sem serem deixados para trás”, complementa.

Sobre a Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP - A Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP é uma cooperativa com 30 anos de história, mais de 135 mil associados, distribuídos em 77 agências. A Cooperativa atua nas regiões Oeste e Noroeste do Paraná e Capital e Abcd Paulista. A instituição se destaca pelo atendimento aos associados e pela preocupação com o desenvolvimento da comunidade.

Sobre o Sicredi- O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.700 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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SICOOB METROPOLITANO: Campanha zera taxas e aluguel da Sipag

O Sicoob Metropolitano lançou no mês de agosto a Sipag 0%, uma campanha especial para incentivar novos credenciamentos. Os cooperados que aderirem a maquininha de cartão até o final de novembro terão taxa zero nas vendas no crédito à vista e parcelado. Para as vendas no débito, a taxa é de apenas 1,85%.

Outra vantagem - A campanha traz ainda outra vantagem, que é o aluguel da maquininha nas tecnologias com ou sem fio isento por 12 meses. Esse benefício pode ser estendido, conforme faturamento.

Participação - Podem participar da campanha todos cooperados do Sicoob Metropolitano, no Paraná e São Paulo. Para conhecer todas as condições da Sipag 0% e solicitar o credenciamento da maquininha, é só procurar a agência mais próxima.

Sobre a Sipag - A Sipag é a maquininha de fazer bons negócios do Sicoob. Com ela, empresas de todos os tamanhos e segmentos podem aceitar pagamentos por meio de cartões de débito e crédito das principais bandeiras do mercado. Além disso, a Sipag tem uma das menores taxas do mercado e, entre outras vantagens, não cobra taxa de adesão. Ou seja, com menos despesas, fica muito mais fácil aumentar os negócios de forma segura. (Imprensa Sicoob Unicoob)

SICOOB OURO VERDE: Para divulgar a Sipaguinha, promove ação durante jogo do LEC

Para divulgar o lançamento da Sipaguinha, o Sicoob Ouro Verde realizou uma ação especial no dia 31 de agosto, durante o jogo do Londrina Esporte Clube. O time, que conta com patrocínio master da cooperativa, enfrentou o CRB no Estádio do Café.

Distribuição - Uma equipe de promotoras uniformizadas distribuiu filipetas informativas sobre a Sipaguinha, que é o modelo ideal para pequenos e médios estabelecimentos que não possuem um número de transações muito grande por período.

Van Digital - Os interessados em conhecer mais sobre a maquininha eram direcionados para a Van Digital, unidade móvel de atendimento do Sicoob Ouro Verde, que ficou estacionada nas proximidades do estádio. Lá, puderam saber mais sobre as vantagens da Sipaguinha, que não tem aluguel e nem taxa de adesão, aceita as principais bandeiras no crédito e débito, permite o controle de vendas por aplicativo e o pagamento de todas as vendas em 1 dia útil (D+1).

Mascote - A ação contou ainda com a presença do mascote Sipaguito, que interagiu com os torcedores e fez a alegria de adultos e crianças que passaram pelo estádio.

Primeira ação - Esta foi a primeira ação que uniu esforços institucionais e comerciais em torno da parceria da cooperativa com o Londrina Esporte Clube. Para o jogo do dia 14 de setembro, entre LEC e Coritiba, está prevista uma grande mobilização para venda de seguros e consórcios. (Imprensa Sicoob Unicoob)

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CARNE DE FRANGO: Exportações crescem 9,1% no acumulado do ano

carne frango 06 09 2019As exportações de carne de frango in natura somaram US$ 4.196,21 milhões de janeiro a agosto de 2019, registrando uma variação positiva de 9,1%. Em volume foram embarcadas 2.570.572 toneladas no período, com variação também positiva de 1,8%. Os dados são do Ministério da Economia, Indústria, Comércio Exterior e Serviços.

Quinta posição - O bom desempenho das exportações mantém a carne de frango na quinta posição no Ranking nas Exportações Totais de janeiro a agosto, correspondendo a 2,82% das exportações totais. Já no ranking das exportações de produtos básicos a proteína ocupa a quarta posição e corresponde a 5,37% das exportações dos Produtos Básicos no período.

Maior comprador - O maior comprador da carne de frango brasileira continua sendo a China que somada a Hong Kong receberam 22,7% de toda carne embarcada no período. Com os casos de Peste Suína Africana no país os consumidores têm aumentando a procura por outras proteínas como a carne de frango. Os envios para China já são quase 40% maior na comparação com o mesmo período de 2018.

Segunda posição - O Japão e a Arábia Saudita vêm na segunda posição com 13% dos embarques cada, seguido por Emirados Árabes com 9,8%, Coreia do Sul com 3,5%. África e Cingapura somam cada uma 2,9% do total exportado.

Estados - Entre os estados produtores o Paraná segue como maior exportador, sendo responsável por 38,8% da carne exportada. De janeiro a agosto o estado já soma US$ 1,63 bilhão e registra uma variação positiva de 9%.

Santa Catarina - Santa Catarina registrou uma variação de 34,6% no período e é o segundo maior exportador. O estado foi responsável por 32,2% do total embarcado, somando US$ 1,35 bilhão no período. Na sequência vem Rio Grande do Sul com 12% de participação, São Paulo com 4,43% e Goiás com 4,05%. (Avicultura Industrial)

 

PNEFA: Novas diretrizes do programa de combate à febre aftosa passarão por consulta pública em outubro

pnefa 06 09 2019Novas diretrizes do Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA) passarão por consulta pública a partir de outubro. O objetivo é atualizar a legislação em relação às mudanças do Código de Animais Terrestres da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) e adequá-la ao processo de retirada gradual da vacinação contra a doença no Brasil.

Normas - Entre as normas que entrarão em consulta pública, estão controle sobre os produtos de origem animal e as restrições à movimentação dos rebanhos entre as áreas livres com e sem vacinação. Também deverão ser inseridos novos conceitos presentes no código da OIE, como a zona de contenção, que permite ao país, caso ocorra um foco da doença, isolar a área afetada mantendo a condição sanitária, a comercialização e a movimentação dos rebanhos no restante do país.

Última revisão - A última revisão da legislação sobre febre aftosa ocorreu em 2007. Segundo o chefe da Divisão de Febre Aftosa do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Diego Viali, a revisão da legislação nacional "é uma das 16 operações previstas no Plano Estratégico 2017-2026”.

Primeiro ciclo - Na última sexta-feira (30/08), no primeiro fórum do PNEFA, realizado na Expointer, em Esteio (RS), foi encerrado o primeiro ciclo do Plano Estratégico, iniciado em 2017. Diego Vali informou que o Ministério debateu a importância da participação efetiva da iniciativa privada no processo de ampliação de áreas sem vacinação, devido o papel fundamental que os produtores rurais assumirão na vigilância da febre aftosa.

Notificação oportuna - “A eficiência da vigilância pecuária estará intimamente ligada à notificação oportuna do produtor. No caso do reingresso da doença, o criador, que diariamente está em contato com seus animais, será o primeiro a visualizar os sintomas da doença em seus animais, já que sem a vacina, os sinais clínicos ficarão muito mais visíveis, e o produtor deverá ter conhecimento sobre esses sintomas e notificar imediatamente o serviço veterinário oficial”, explica o chefe da Difa.

Fundos de indenização - A situação dos fundos de indenização dos produtores - mantidos para cobrir perdas em caso de sacrifício de animais com aftosa – também foi discutida no fórum. “Temos fundos estaduais que estão bem robustos e outros estados que estão com o fundo ainda incipiente, mas estamos trabalhando para ter essa reserva de recursos. Temos exemplos positivos de fundos, como o de Goiás, do Rio Grande do Sul e do Paraná. Alguns fundos estão com mais de R$ 100 milhões em caixa, o que dá uma garantia ao produtor em um eventual reingresso da doença, para que ele tenha indenização dos animais sacrificados ou acometidos pela doença”, diz.

Pleito do Paraná - O pleito do Paraná para antecipar o calendário de retirada da vacinação contra aftosa está em análise, além disso o estado terá que concluir a instalação de um posto fixo de fiscalização agropecuária na divisa com São Paulo e contratar 80 servidores (30 veterinários e 50 técnicos) para reforço na fiscalização.

Decisão - Este mês, o Ministério, com base nas evidências apresentadas pelo estado, deverá decidir se o Paraná não irá vacinar em novembro. Quanto ao Rio Grande do Sul, que também quer antecipar a retirada da vacinação, desde segunda-feira (02/09) o Mapa faz auditoria no serviço veterinário oficial estadual para verificar a viabilidade do pleito. (Mapa)

 

MAPA I: Ministério lança em novembro Polo Tecnológico em Londrina

mapa I 06 09 2019A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, confirmou nesta quinta-feira (05/09) sua participação no AgroBit 2019, em Londrina (PR); e também a instalação do Polo Tecnológico do Agronegócio na cidade durante o evento.

Comitiva - Ela recebeu uma comitiva de Londrina, com a participação do presidente da Sociedade Rural do Paraná, Antônio Sampaio, e do diretor Comercial da entidade, Luiz Roberto Ferrari, além de Lucas Ferreira Lima, consultor do Sebrae; e da deputada federal Luisa Canziani, que liderou a discussão da instalação do polo na cidade. Também fez parte da comitiva, na visita à ministra em Brasília, a organizadora do Agrobit Daiana Bisognin.

Anúncio - O Polo foi anunciado pela ministra durante sua visita à ExpoLondrina deste ano. A equipe de Londrina, junto com a deputada, elaborou o projeto que foi entregue à Tereza Cristina nesta quinta-feira.

Evento - O lançamento do Polo vai ocorrer durante a participação da ministra no 2º AgroBit Brasil, que acontece nos dias 12 e 13 de novembro, no Parque de Exposições Ney Braga, onde também será instalado o Polo. O Agrobit é um evento que chega, este ano, à sua segunda edição e foi criado para apresentar aos produtores as principais tecnologias disponíveis no mercado.

Hackathon Agroclima - Durante a visita a Brasília também foi confirmado o Hackathon Agroclima a ser realizado durante o AgroBit. Para que as equipes participantes busquem soluções tecnológicas para as mudanças climáticas, o MAPA irá disponibilizar dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). A ministra estará presente na abertura da “maratona” e em breve as inscrições estarão abertas para os interessados e o regulamento. (Assessoria de Imprensa)

 

MAPA II: Bolsonaro e ministra inauguram Observatório da Agropecuária Brasileira, que integrará dados do setor

O presidente Jair Bolsonaro e a ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) inauguraram nesta quinta-feira (05/09), na sede do Ministério, o Observatório da Agropecuária Brasileira, ferramenta que dará a gestores amplo acesso a informações estratégicas para a tomada de decisões e elaboração de políticas públicas para o setor agropecuário.

Integração - Na cerimônia, a ministra destacou que o observatório permitirá a integração de vários dados, atualmente espalhados em diversos setores do Mapa, o que ajudará na elaboração e condução de políticas públicas mais eficientes, principalmente com foco no pequeno produtor.

Marco - “Podem ter certeza que será um marco da nossa administração essa integração, principalmente de todos esses cadastros para que a gente possa fazer políticas públicas e que possa ser cirúrgica [a aplicação dos recursos]", disse a ministra, acrescentando que é preciso trabalhar com um orçamento menor. "Os recursos devem ser encaminhados e colocados de maneira que sejam melhor aproveitados por todos os agricultores Brasil afora”, afirmou.

Agradecimento - A ministra agradeceu a presença do presidente Jair Bolsonaro e a visita ao ministério.

Elogio - O presidente elogiou a iniciativa do observatório e ressaltou que os ministérios da Agricultura e do Meio Ambiente devem trabalhar para “casamento entre o desenvolvimento e a preservação ambiental”.

Melhor orientada - Já João Martins, presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e uma das parceiras no projeto, destacou que a partir da integração dos dados, a agropecuária brasileira será melhor orientada e terá mais capacidade de conhecer o próprio setor. “Estamos inaugurando uma nova era. Uma era na qual nós, produtores, estamos cientes de que vamos fazer uma agropecuária muito mais competitiva, muito mais atuante”, afirmou.

Presenças - Participaram da inauguração os ministros Marcos Pontes (Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações), Ricardo Salles (Meio Ambiente), Luiz Henrique Mandetta (Saúde) e Bento Albuquerque (Minas e Energia). Estiveram presentes o secretário-executivo Marcos Montes e os secretários Fernando Camargo (Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação), Eduardo Sampaio (Política Agrícola), Fernando Schwanke (Agricultura Familiar e Cooperativismo), Jorge Seif Junior (Aquicultura e Pesca), José Guillherme Leal (Defesa Agropecuária), Nabhan Garcia (Assuntos Fundiários) e Orlando Ribeiro (Comércio e Relações Internacionais)

Observatório - A iniciativa permitirá o acompanhamento e gestão integrada dos dados produzidos por diferentes unidades do Mapa e de outros ministérios que tenham projetos relacionados a diferentes cadeias produtivas e setores da agropecuária.

Parceria - O Observatório foi desenvolvido em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). A ferramenta integra o Portfólio de 18 Projetos Estratégicos da gestão atual do Mapa, que reúne um conjunto de ações que visam ampliar a competitividade e produtividade da agropecuária brasileira, identificando os riscos de perda de mercados, desafios relacionados aos custos de produtores, exportadores e do Estado ou problemas sociais e ambientais no campo.

Tecnologia de ponta - O Observatório funcionará em uma sala de situação interativa instalada na Secretaria de Inovação, no edifício-sede do Mapa, de onde será possível fazer o cruzamento de diferentes bases de dados sobre agropecuária e que poderão se visualizado em um painel avançado de inteligência (Business Intelligence).

Espaço - O espaço conta com tecnologia de ponta, 12 telas de vídeos integradas, além de recursos de interligação de dispositivos móveis, computadores e videoconferência. Entre as informações disponibilizadas estão imagens de satélite, gráficos com dados econômicos, comerciais e de produção nacional e regional.

Facilidade de acesso - O objetivo é facilitar o acesso do gestor à base diversificada de dados agropecuários produzidos pelo Ministério, tornar as estatísticas mais qualificáveis e georreferenciadas, para deixar o processo de decisão mais dinâmico e prevenir situações de risco.

Funcionamento - Durante a inauguração da sala, o secretário de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação do Mapa, Fernando Camargo, explicou aos presentes como ela vai funcionar. Na apresentação, ele destacou que o instrumento possibilitará, por exemplo, o cruzamento ágil de informações do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) ou da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), com a Secretaria de Política Agrícola. Dados da Embrapa Territorial, do Plano da Agricultura de Baixo Carbono e do Cadastro Ambiental Rural (CAR) também poderão ser acessados de forma integrada pelos gestores.

Desafio - Camargo avalia que o Observatório é um marco importante e um desafio para a gestão do Mapa, pois é a primeira vez que a pasta vai consolidar todos os dados da agropecuária nacional. “É um desafio muito grande. O Brasil é um país de dimensão territorial, como nós sabemos, com muita diversidade regional, com inúmeros bancos de dados que não conversam. Esse é o nosso grande desafio”.

Consolidação - Segundo o secretário, a intenção é “consolidar dados sobre produtividade, georreferenciamento territorial, questões fundiárias, agricultura familiar, enfim, todo o leque de atuações do Mapa. No curto e médio prazo, a gente vai ter um benefício interno de poder realizar a política pública baseada em dados consolidados pelo Observatório, e mais a longo prazo acreditamos que o cidadão também vai fazer bom uso desses dados”, diz Camargo.

Grupo de trabalho - Um grupo de trabalho foi formado com representantes de todas as secretarias e unidades do Ministério para identificar todos os sistemas e bases de informações já existentes. Inicialmente, o Observatório concentrará as informações produzidas pelo Mapa. Os dados serão organizados por uma equipe multidisciplinar formada por agrônomos, analistas ambientais, especialistas em georreferenciamento e assessoramento, entre outros.

Expectativa - A expectativa é que, em uma fase futura, o Observatório disponibilize dados públicos gerados por outras instituições, como Agência Nacional de Águas (ANA) e Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e acesso do público externo à plataforma via web.

Embrapa - Uma sala semelhante a que foi inaugurada nessa quinta-feira já está em funcionamento na Embrapa Territorial, em Campinas (SP), desde maio. O local contribui para reunir dados que a Embrapa tem e, a partir disso, tirar as informações de inteligência estratégica necessárias para a agropecuária brasileira. Nos últimos meses, por exemplo, a sala consolidou dados sobre a situação da Amazônia, como os que mostram que 84% do bioma estão preservados. (Mapa)

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AGRONEGÓCIO: Nova regra pode atrair R$ 25 bi de funding externo para o setor

agronegocio 06 09 2019O mercado de títulos de dívida do agronegócio, como os certificados de recebíveis (CRA), deve ganhar novo impulso neste ano, para além da queda do juro que tem garantido forte demanda de investidores em busca de retornos melhores. Uma medida provisória batizada de "MP do Agro" vai permitir a indexação em moeda estrangeira de contratos de crédito usados como lastro para as emissões dos papéis, a fim de atrair estrangeiros ao mercado. Estima-se que os investimentos externos podem chegar a R$ 25 bilhões por safra.

Versão - O Valor teve acesso à versão da MP encaminhada nesta semana pelo Ministério da Agricultura e Abastecimento (Mapa) ao grupo que vem discutindo o tema há cerca de três meses, formado por advogados especialistas no setor, entidades registradoras e depositárias, tradings, securitizadoras, além do Ministério da Economia e do Banco Central. O documento - que ainda tem chance de ser alterado - deve ser encaminhado à Casa Civil para assinatura presidencial e possível publicação no início da próxima semana.

Estímulo - "A medida provisória seria uma forma de estimular o mercado de títulos do agronegócio e ampliar o funding ao setor no país, atraindo estrangeiros", diz uma fonte que participa das discussões. No fomento ao financiamento ao setor, a MP ainda trata de temas como patrimônio de afetação e cria a Cédula Imobiliária Rural (CIR), alterando cinco leis ou decretos hoje existentes.

Lei - Uma lei de 2016 já permitia a emissão de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) e Certificados de Direitos Creditórios do Agronegócio (CDCA) indexados a moedas estrangeiras, mas não houve apelo porque as Cédulas do Produtor Rural (CPR) usadas como lastro ainda eram emitidas em reais.

Previsão - A previsão do governo federal, segundo exposto em conversas com o setor privado, é que as mudanças trazidas pela MP possam viabilizar a atração de R$ 20 bilhões a R$ 25 bilhões, a cada safra, de recursos estrangeiros para esses investimentos. Para se ter uma ideia, o mercado de CRA alcançou um estoque de R$ 39,7 bilhões ontem, segundo dados da B3.

Cláusula de correção - Segundo o texto da MP, para atrair o investidor estrangeiro para esse mercado de títulos do agronegócio, haveria a possibilidade de inclusão de uma cláusula de correção pela variação cambial nas CPRs - contratos que os produtores firmam com instituições financeiras ou outros credores, como tradings e revendas de insumos, que preveem a entrega da produção e funcionam como garantias para a tomada de empréstimos.

Condições - As condições para a indexação em moeda estrangeira ocorrer seriam o produto dado em garantia ser referenciado ou negociado em bolsa de mercadorias e futuros, nacional ou estrangeira, na moeda indicada na cláusula. Além disso, essas cédulas precisam ser emitidas em favor de investidor não residente no país ou securitizadoras de direitos creditórios.

Potencialização - "Vejo como uma ótima iniciativa a possibilidade de emissão de CPR indexada a moeda estrangeira. Isso poderá potencializar a utilização de instrumentos de mercado de capital como fonte de financiamento ao agronegócio", disse um executivo à frente da área de agronegócio de um grande banco.

Registro - Ainda com o objetivo de atrair o investidor estrangeiro, a medida prevê que o CRA poderá ser registrado em entidade no exterior, desde que seja autorizada a operar em seu país de origem e supervisionada por autoridade estrangeira com a qual a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) tenha celebrado acordo de cooperação que vise o compartilhamento de informações.

Emissão - Dessa forma, títulos como o CRA poderiam ser emitido fora do país, como um "recibo" - assim como ocorre com as ações brasileiras, negociadas no exterior na forma de ADRs (American Depositary Receipts).

Isenção de imposto - Conforme a versão da MP a que a reportagem teve acesso, a CPR será isenta de imposto sobre operações de crédito, câmbio e seguros (IOF) quando transformada em ativo financeiro e vendida de um credor para outro, no chamado mercado secundário - por exemplo, quando um banco vende para uma securitizadora que queira usar o título como lastro em um CRA. Hoje, o IOF para esse tipo de operação fica em 1,5% em até 30 dias.

Banco Central - Pelas regras, deve ser exigido que a CPR seja registrada ou depositada em entidade autorizada a operar pelo Banco Central. Hoje, a única responsável por oferecer esse serviço é a B3. No entanto, segundo o Valor apurou, outras registradoras ou depositárias no país têm interesse de participar do processo, entre elas a Central de Recebíveis (Cerc) e a Central de Registro de Direitos Creditórios (CRDC). A exigência valerá a partir de julho de 2020. Consultada, a Cerc não comentou e a CRDC disse, em nota, que tem interesse no segmento, que "pode contribuir para maior eficiência no processo de concessão de crédito e ampliar o volume disponível para o agronegócio".

Hábito - "Existem produtores que costumam duplicar o lastro da CPR para se alavancar, trazendo mais risco ao mercado", disse uma fonte especializada no tema.

De fato - Um interlocutor que acompanha as discussões no governo afirma que o grande desafio será assegurar que a CPR seja de fato registrada pelos produtores, já que ainda há bastante informalidade no agronegócio. Em sua opinião, isso provavelmente será definido na regulamentação que será feita pelo Banco Central.

Alcance - De acordo com essa fonte, o mercado de crédito lastreado por CPRs tem o potencial de alcançar R$ 100 bilhões, com as novas regras. Mas, mais importante que o volume financeiro, afirma, será a profissionalização que provocará no setor. (Valor Econômico)

 

TRIBUTÁRIA: Reforma pode ser votada na CCJ até o fim do mês, diz Simone

tributaria 06 09 2019A presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal, senadora Simone Tebet (MDB-MS), avalia que o colegiado pode concluir a votação da reforma tributária (PEC 110/2019) até 25 de setembro. Segundo ela, o relator Roberto Rocha (PSDB-MA), está com o parecer pronto, aguardando apenas uma posição do governo, que também estuda encaminhar um projeto de simplificação do sistema tributário.

Dados - “O relatório do senador Roberto Rocha está pronto, aguardando apenas alguns dados do Ministro da Economia para incorporar no seu relatório. Ele já fez todas as audiências públicas e está pronto. Se o governo apresentar as suas sugestões até quinta-feira da semana que vem [dia 12], nós temos condições de colocar na pauta do dia 18 para leitura do relatório e votação no dia 25”, disse a senadora em entrevista coletiva na manhã desta quinta (05/09).

Unificação de tributos - Um dos principais pontos da reforma é unificar nove tributos federais, estaduais e municipais em um único Imposto de Valor Agregado (IVA). A principal finalidade da iniciativa é reorganizar a incidência tributária, desonerando o consumo e reforçando a cobrança sobre a renda A reforma em análise no Senado é a reprodução de um texto que estava parado na Câmara, apesar de já ter sido aprovado em comissão especial (PEC 293/2004). (Agência Senado)

 

IPEA: Indicador mostra crescimento de 1% nos investimentos em julho

ipea 06 09 2019O indicador mensal de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) registrou alta de 1% em julho em relação a junho deste ano, na série com ajuste sazonal, informou nesta quinta-feira (05/09) o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). No trimestre móvel terminado em julho, o indicador teve alta de 3,1% na comparação com o trimestre anterior. Na comparação com o julho do ano passado, o indicador cresceu 0,4%. No acumulado em 12 meses, os investimentos desaceleraram, passando de 4,3% para 3,1%.

Segmentos - Composto por três segmentos: máquinas e equipamentos, construção civil e outros ativos fixos, o FBCF apura investimentos em aumento da capacidade produtiva da economia e na reposição da depreciação de seu estoque de capital fixo.

Crescimento - De acordo com o Ipea, em julho, o investimento em máquinas e equipamentos cresceu 1,2% em julho. O segmento da construção civil teve variação positiva de 1,1% em julho. O componente denominado “outros ativos fixos” teve expansão de 1%.

Comparação - "Na comparação com julho de 2018, o desempenho foi heterogêneo: enquanto máquinas e equipamentos tiveram queda de 2,9% (sendo que o componente nacional de máquinas e equipamentos cresceu 14,9% e a importação caiu 24,7% – neste caso, por conta da importação de plataformas de petróleo em julho do ano passado), a construção civil cresceu 2,4% e os outros ativos fixos avançaram 3,8%", informou o Ipea.

Acumulado - No acumulado em 12 meses, a construção civil teve variação negativa: queda de 1,2%. O componente nacional de máquinas e equipamentos teve alta de 3,5%, enquanto as importações cresceram 13,6%. Os outros ativos avançaram 5,2%. (Agência Brasil)

 

ECONOMIA I: Inflação oficial fica em 0,11% em agosto, diz IBGE

economia I 06 09 2019A inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), ficou em 0,11% em agosto deste ano. A taxa é inferior ao 0,19% registrado em julho, mas superior à deflação (queda de preços) de 0,09% de agosto do ano passado.

Acumulado do ano - Segundo dados divulgados nesta sexta-feira (06/09) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPCA acumula taxas de inflação de 2,54% no ano e de 3,43% em 12 meses.

Grupos - A queda da taxa de julho para agosto foi puxada principalmente pela deflação nos grupos de despesa alimentação (-0,35%) e transportes (-0,39%), em agosto. Entre os alimentos, as principais quedas de preços foram observadas no tomate (-24,49%), batata-inglesa (-9,11%), hortaliças e verduras (-6,53%) e carnes (-0,75%).

Transportes - Já nos transportes, houve quedas de preços nos itens passagens aéreas (-15,66%), gasolina (-0,45%) e óleo diesel (-0,76%).

Saúde e cuidados pessoais - Outro grupo que registrou deflação foi saúde e cuidados pessoas (-0,03%). Por outro lado, as principais altas de preços foram registradas nos grupos habitação (1,19%), artigos de residência (0,56%) e despesas pessoais (0,31%). (Agência Brasil)

 

ECONOMIA II: Produtividade da indústria brasileira cresceu 0,8% em 2018

A produtividade da indústria brasileira aumentou 0,8% em 2018. O resultado é menor do que os crescimentos registrados nos dois anos anteriores, de 4,4%, em 2017, e de 1,8%, em 2016. A elevação da produtividade do Brasil em 2018 foi inferior a dos Estados Unidos, de 1,2%; Países Baixos, 1,3%; França, 2,3%, e Coreia do Sul, de 3,4%. E superior ao do Japão, de 0,6%; Itália, 0,6%; Reino Unido, de menos 0,1%; Alemanha, menos 1,1%; México, menos 2,1%, e Argentina, de menos 3,6%.

CNI - Os dados, divulgados nesta quinta-feira (05/09), são da Confederação Nacional da Indústria (CNI). A entidade utiliza como indicador de produtividade a razão entre o volume produzido e as horas trabalhadas na produção.

Crise - “A produtividade da indústria brasileira aumentou mais durante a crise, período em que as empresas ampliaram os investimentos em melhoria da gestão, na busca por maior eficiência, enquanto que os trabalhadores, com medo do desemprego, também buscaram ser mais produtivos”, explicou a economista da CNI Samantha Cunha.

Baixa demanda - Segundo a economista, o crescimento menor da produtividade no Brasil em 2018, em relação aos anos anteriores, foi causado pela baixa demanda da indústria. “A queda no ritmo de aumento da produtividade ocorre porque, no ano passado, houve uma frustração das expectativas. As empresas acreditavam em um crescimento maior da demanda, programaram-se para a contratação das horas trabalhadas, mas a demanda não se realizou como o esperado, o que repercutiu na produção, que também cresceu menos que o esperado”.

Última década - Nos últimos dez anos, de 2008 a 2018, a produtividade na indústria brasileira cresceu 11,6%, o sexto melhor resultado entre dez parceiros comerciais avaliados. Na década, a França, com ganhos de 26,8%, teve o maior avanço na produtividade; Itália, Alemanha, Países Baixos e Coreia do Sul tiveram aumento entre 15,2% e 17,4%. Estados Unidos tiveram elevação de 7,3%; Reino Unido, 4,9%; e Argentina, 3,7%. Já o México teve diminuição da produtividade de 3,8% e o México, de 0,2%. (Agência Brasil)

Foto: Pixabay

 

 


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