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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4656 | 05 de Setembro de 2019

FÓRUM DOS PRESIDENTES I: Disputa comercial e questões ambientais são discutidas em Curitiba

Teve início, na manhã desta quinta-feira (05/09), em Curitiba, o Fórum dos Presidentes das Cooperativas Paranaenses, que ocorre paralelamente ao 7º Fórum de Agricultura da América do Sul, uma iniciativa do jornal Gazeta do Povo apoiada pelo Sistema Ocepar. As lideranças cooperativistas de diversos ramos acompanham os debates sobre as tendências do agronegócio que ocorrem no Museu Oscar Niemeyer (MON).

Abertura - “Bem-vindos ao Brasil que produz, ao Brasil que dá certo, ao Brasil do agronegócio”. Com estas palavras, jornalista e coordenador do Fórum de Agricultura da América do Sul, Giovani Ferreira, abriu a programação. Nesta edição, o evento debate o tema "Da Produção ao Mercado - Global e Sustentável", com a presença de representantes de 15 países. O foco das discussões, que ocorrem nesta quinta e sexta-feira (05 e 06/09), são as variáveis que impactam o agronegócio, como logística, mercado, tecnologia e inovação. Entre os palestrantes internacionais estão o diretor da Divisão Agrícola e de Commodities da Organização Mundial do Comércio (OMC), Edwini Kessie, a economista franco-britânica Emily Rees, ex-Adida da França no Brasil, e Warren Preston, economista do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Presenças - Para demonstrar reconhecimento em relação à importância do agronegócio para o Paraná, estiveram presentes na cerimônia de abertura do fórum, o vice-governador Darci Piana, o prefeito Rafael Greca, o superintendente da OCB, Renato Nobile, o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, o presidente do Crea-PR, Ricardo Rocha, que representou o presidente do Confea, Joel Kruger, e  Virgílio Moreira Filho, da Fiep, representando o presidente da entidade, Edson Campagnholo. Também prestigiaram o evento, Norberto ortigara, da Secretaria de Agricultura do Estado, e Luiz Gusi, Secretário de Segurança Alimentar e Nutricional de Curitiba.

Momento desafiador - Segundo Giovani Ferreira, essa edição do fórum ocorre em um momento bastante peculiar e desafiador para agronegócio mundial, marcado por disputas comerciais e debates ambientais, políticos e ideológicos. “Estamos falando de desafios e oportunidades que requerem eficiência e competividade, não necessariamente no campo, mas fora da porteira. Precisamos de competência e estratégia, gestão, tecnologia e inovação para seguir protagonistas no ambiente internacional do agronegócio”, destacou.

Confira a seguir, a fala do diretor de Núcleo de Agronegócio da Gazeta do Povo:

“O fórum deste ano ocorre em um momento bastante peculiar e desafiador ao agronegócio mundial: disputas comerciais, debates ambientais, políticos e ideológicos que polarizam e pouco contribuem. Estamos falando de desafios e oportunidades que requerem eficiência e competividade. Não necessariamente no campo, mas fora da porteira. Precisamos de competência e estratégia, gestão, tecnologia e inovação para seguir protagonistas no ambiente internacional do agronegócio.

Serão dois dias de evento, de um intenso de debate, com mais de 30 palestrantes, focado principalmente nas variáveis que impactam a atividade, como mercado, logística, tecnologia e inovação.

Como pano de fundo, a guerra comercial, a chamada trade war, patrocinada por Estados Unidos e China, mas com efeitos colaterais em todo o comércio internacional. Uma disputa, é bom que se diga, que só está começando.

Estamos, senhores, vivendo um momento sem precedentes na história, sem rumo certo e sem líderes mundiais, capazes de restabelecer a ordem global. A próxima década será de grandes transformações e de uma intensa disputa por alimentos e energia. Uma pauta urbana e rural, sócio-econômica e ambiental, de abastecimento e segurança alimentar.

É melhor então estarmos preparados, ou minimamente preparados para suportar. Um desafio que começa por desmontar a dicotomia do produzir ou preservar, da agricultura ou do meio ambiente.

Já é passada a hora de trocar o “ou” pelo “e”. A sociedade precisa entender que não é produzir ou preservar. Mas produzir e preservar. E sim, nós podemos fazer isso. Nós já fazemos isso. São aspectos complementares. A preservação e condição técnica à produção.

Por fim gente, assim como na política e na economia, o agronegócio também vive de ciclos. os desafios são constantes. mas as oportunidades também. Só precisamos estar preparados, para enfrentar os desafios e aproveitar as oportunidades. E por isso estamos aqui, neste fórum, em busca de informação, a variável determinante no mundo do agronegócio moderno e globalizado.

Muito obrigado! Um bom evento a todos nós. E que Deus abençoe o agronegócio

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FÓRUM DOS PRESIDENTES II: Menos ideologia e mais profissionalismo, diz presidente do Sistema Ocepar

forum II 05 09 2019A questão ambiental e, principalmente, o fato do agronegócio do Brasil ser alvo de críticas no cenário internacional, sendo ligado aos problemas da Amazônia, foi o pano de fundo da fala do presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, na cerimônia de abertura do 7º Fórum de Agricultura da América do Sul. Representando o setor cooperativo do Paraná, que agrega mais de 170 mil produtores rurais e responde por boa parte da produção de alimentos do estado, Ricken lembrou que o país possui uma das mais rigorosas e modernas leis ambientais do mundo, e que os agricultores paranaenses cumprem as regras à risca.

Visibilidade - “Precisamos mostrar ao mundo o que o agronegócio do Paraná representa e a responsabilidade que o cooperativismo tem com isso”, afirmou o dirigente. “As cooperativas paranaenses exportam para mais de 130 países e posso garantir que são produtos bons, de qualidade e origem garantida”, completou. Ricken também destacou que o tema dessa edição do Fórum de Agricultura da América do Sul - Da Produção ao Mercado, Global e Sustentável - é oportuno, em função do momento que o agronegócio vive. “É necessário refletir sobre mercado, sustentabilidade e ambiente geopolítico. Precisamos ter consciência da missão que temos de abastecer o mundo com alimentos mas, na outra ponta, o mundo precisa reconhecer que o agronegócio do Sul do Brasil atua com responsabilidade, inclusive, na questão ambiental”, disse.

Sustentabilidade - Em sua explanação, Ricken pontuou que o cooperativismo paranaense não acredita na impossibilidade de produzir sem sustentabilidade.  “Isto é um discurso ideológico. Para nós, que respondemos por boa parte da produção estadual, a regra é produzir sempre com sustentabilidade, e uma sustentabilidade baseada em três pilares: social, ambiental e econômica. Este é o nosso compromisso e se prevalecer a verdade, não temos o que temer”, disse Ricken. “Sabemos o que estamos produzimos e de que forma fazemos isso, e que produto estamos ofertando ao mundo. Então, menos ideologia e mais profissionalismo. Vamos ouvir aquelas pessoas que efetivamente tem uma contribuição a dar, e tem responsabilidade em relação ao que está sendo feito”, frisou. 

Respeito pelo que fazemos - Segundo o dirigente, os críticos internacionais desconhecem que a maior parte da produção de alimentos do Brasil ocorre em regiões distantes da Amazônia. “Então, o agronegócio do Paraná não precisa que ninguém diga o que ele tem que fazer. As pessoas precisam conhecer a nossa realidade e respeitar. O mundo precisa saber que 2/3 do país tem florestas intocáveis, que nunca serão desmatadas, e nem precisamos disso, porque temos tecnologia e competência para produzir uma safra gigantesca de grãos em menos de 8% da área territorial nacional.”

Cooperativas - As discussões do 7º Fórum de Agricultura estão sendo acompanhadas por cerca de 100 lideranças do cooperativismo paranaense que participam do Fórum de Presidentes das Cooperativas Paranaenses, promovido paralelamente pelo Sistema Ocepar. 

 

FÓRUM DOS PRESIDENTES III: OMC precisa se reiventar para fortalecer atuação em disputas comerciais

forum III 05 09 2019Presidentes de cooperativas do Paraná estão reunidos em Curitiba, nesta quinta e sexta-feira (05 e 06/09) para o Fórum de Presidentes do Sistema Ocepar, evento que ocorre em paralelo a 7ª edição do Fórum de Agricultura da América do Sul - promovido pelo Núcleo de Agronegócio da Gazeta do Povo, com o apoio do Sistema Ocepar. Realizado no Museu Oscar Niemeyer, o Fórum de Agricultura trouxe a capital especialistas do mundo todo para discutir as tendências do agronegócio mundial.

OMC - A programação de palestras foi aberta pelo diretor da Divisão de Agricultura e Commodities da Organização Mundial do Comércio (OMC), Edwini Kessie. Durante sua fala, Kessie reconheceu que a atuação da OMC não tem sido efetiva para aliviar as tensões comerciais e resolver os impasses entre os 164 países membros da organização. Segundo ele, há muitos níveis de desenvolvimento diferentes entre os países, o que dificulta a resolução de muitos conflitos, pois as realidades são diferentes.

Garantia - Essa situação acaba levando os países a buscarem acordos bilaterais ou multilaterais, como uma válvula de escape. “Não acho que a OMC vá desaparecer, mas acho que os países começam a perceber que se não houvesse a OMC, haveria uma anarquia, mas há muitas diferenças entre os países. Ela funciona como uma garantia”, ponderou Kessie. (Com informações da Gazeta do Povo)

 

SESCOOP: Jovem, vem ser um líder!

sescoop 05 09 2019Um mundo mais justo e com melhores oportunidades para todos! Quem não sonha com isso, não é mesmo? Pois é, e o cooperativismo é um dos caminhamos para que esse sonho se torne realidade, afinal é o único setor econômico que valoriza a economia colaborativa, a preservação dos recursos naturais e o compartilhamento de riquezas. Ficou interessado? Então participe do projeto Somos Líderes, realizado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop).

Inscrições - As inscrições para a 1ª edição do Somos Líderes terminam nesta sexta-feira (06/09). Ao todo são oferecidas 35 vagas. Podem participar da seleção jovens com idades entre 21 e 35 anos, que sejam cooperados, empregados de cooperativas ou filhos de cooperados ou empregados há, no mínimo, um ano. Os candidatos também devem ser graduados, ou estar no último ano de graduação, em qualquer curso superior.

Cooperação - O programa do Sescoop recebe curadoria da HSM. A seleção dos jovens será feita pela Eureka. O objetivo? Preparar e desenvolver novas lideranças no cooperativismo, com uma visão prática da realidade e fundamentada em diversas perspectivas do que é ser líder no contexto socioeconômico em que vivemos.

Conteúdo - O Somos Líderes trabalhará assuntos como cooperativismo, inovação, organização, aspectos políticos e sociais em módulos presenciais (realizados em diferentes locais do país de acordo com a temática trabalhada). Além disso, os selecionados para o curso participarão de visitas técnicas a cooperativas, receberão conteúdos e fóruns online e serão acompanhados cada um por um mentor, que o assistirá por dois anos após o término da formação.

De graça - Vale destacar que os participantes do Somos Líderes não terão nenhum custo com deslocamento, alimentação ou hospedagem já que o Sescoop vai arcar com essas despesas. Os futuros líderes apenas devem se preocupar em ter disponibilidade para participar de todos os módulos do programa.

Mais informações - Para saber mais, acesse www.somoscooperativismo.coop.br ou ligue 61 3217-1553, e fale com Guilherme Costa. (Informe OCB)

FIQUE LIGADO

Somos Líderes

Inscreva-se aqui até 6 de setembro!

Entrevistas online: 10 a 18 de setembro

Divulgação dos aprovados: 20 de setembro

Início do programa: 8 de outubro, durante a cerimônia do Prêmio Somoscoop – Excelência de Gestão, em Brasília.

 

UNIMED CURITIBA: Evento sobre atenção domiciliar será realizado dia 20, em Curitiba

unimed curitiba 05 09 2019A Unimed Curitiba irá realizar um evento científico para abordar as novas perspectivas do cuidado domiciliar na atualidade e o aprimoramento da modalidade de atenção à saúde em domicílio.

Data - O I Simpósio Unimed Curitiba de Atenção Domiciliar será realizado no dia 20 de setembro, em Curitiba, e irá reunir especialistas de todo o país para debater sobre gestão do cuidado, do trabalho, da logística, do monitoramento e avaliação e do trabalho relacionados ao Serviço de Atenção Domiciliar.

Público - O evento é gratuito, dirigido para médicos e profissionais da área da saúde e faz parte das comemorações dos 20 anos do Home Care da Unimed Curitiba. Ao longo do dia, serão debatidos temas como a importância da desospitalização na humanização do atendimento e na redução de custos, judicialização na atenção domiciliar, modelo de acolhimento ao cliente, cuidado centrado no paciente e família, qualidade nos serviços assistenciais, unidade transição como novo horizonte da atenção domiciliar e interdisciplinaridade como instrumento de mudanças das práticas de atenção no atendimento domiciliar. (Imprensa Unimed Curitiba)

SERVIÇO

Data: 20/09/2019, sexta-feira

Hora: 8 às 18h

Local: Hotel NH Curitiba The Five (Rua Nunes Machado, 68 – Centro)

Vagas limitadas! Inscrições até o dia 18/09:

Médico cooperado da Unimed Curitiba pelo aplicativo Unimed Cooperado PR.

Público em geral: https://www.sympla.com.br/i-simposio-unimed-curitiba-de-atencao-domiciliar__629761

Informações: (41) 3021-6772 ou e-mail simposiohomecare@unimedcuritiba.com.br

 

BOM JESUS I: Cooperativa sobe 58 posições no ranking das 1000 Maiores e Melhores da Revista Exame

bom jesus I 05 09 2019Todos os anos, a Revista Exame faz uma edição especial do ranking das 1000 Maiores e Melhores Empresas do Brasil. Na edição de 2019, a Bom Jesus aparece na 775ª posição, ou seja, subiu 58 posições em comparação com o ano anterior. Já no ranking das 400 maiores empresas do Agronegócio, a Bom Jesus subiu 10 posições em relação a edição passada e figura na 220ª posição.

Base - O ranking se baseia no balanço patrimonial de 31/12/2018. No ano passado, a Bom Jesus chegou ao faturamento recorde de R$ 778 milhões, com sobras a disposição dos associados na casa de R$ 12 milhões. Com sede na Lapa (PR) e 23 unidades na região, mais uma Fábrica de Rações, a cooperativa está presente em 13 cidades na região sudeste paranaense e planalto norte catarinense. São mais de 5400 associados na região e emprega cerca de 450 pessoas, ou seja, são cerca de 6 mil famílias que participam de maneira direta com a cooperativa.

Atuação - A Bom Jesus atua no recebimento e assistência técnica nas culturas da soja, milho, feijão, trigo, cevada e aveia. Atua também na assistência técnica de diversas culturas de HF e fumo. Na linha pecuária desenvolve a Linha Leite em seis entrepostos em processo de intercooperação com a Tabela Pool Leite coordenada pelas cooperativas como a Castrolanda, Frisia e Capal. Presta também na assistência técnica na linha de equinos e bovinos de corte.

Projetos - Pensando no futuro, hoje a Bom Jesus está desenvolvendo vários projetos. O PDGC (Programa de Desenvolvimento de Gestão das Cooperativas) visa maior desenvolvimento na Gestão e Governança, Educação Cooperativista e Processos. Outro projeto está na difusão da cultura da cevada na região, com assistência técnica qualificada, mercado garantido cultivar adaptada na região. Existe projetos de expansão de área na região, novas unidades e unidade especial para feijão. Entre vários projetos em andamento, destaca-se a capacitação contínua do quadro de colaboradores e transferência de tecnologias aos cooperados da região. (Imprensa Bom Jesus)

 

BOM JESUS II: Fibra Leite 2019 atrai cerca de 200 produtores da região

No dia 03 de setembro, no Centro de Eventos da Cooperativa Bom Jesus, na Lapa (PR), foi realizada a primeira edição do Fibra Leite. O evento era voltado a produtores de bovinos de leite com foco no aumento da produtividade de leite na região e manejos especializados. Estiveram presentes cerca de 200 produtores pecuaristas. A abertura do evento ficou por conta do presidente da Cooperativa Bom Jesus, Luiz Roberto Baggio, e do Coordenador Pecuário da Bom Jesus, Eduardo Lacerda Braga.

Simpósio - O evento foi realizado em formato de simpósio e contou com três palestras focadas na área pecuária. A primeira palestra foi realizada por Marcos Koch Ortiz, coordenador do Pool Leite, e foi relacionado sobre os Instruções Normativas (IN) 76 e 77. A IN 76 trata das características e da qualidade do produto na indústria. Na IN 77, são definidos critérios para obtenção de leite de qualidade e seguro ao consumidor e que englobam desde a organização da propriedade, suas instalações e equipamentos, até a formação e capacitação dos responsáveis pelas tarefas cotidianas, o controle sistemático de mastites, da brucelose e da tuberculose.

Silagem de milho - A segunda palestra foi realizada pelo fundador do site Doctor Silage, Rafael Amaral, com o tema “Silagem de Milho” onde destacou vários detalhes que podem fazer a diferença em ter uma silagem de milho de qualidade para ser oferecida aos animais e quantificando esses detalhes em valor monetário.

Gestão da propriedade - A terceira e última palestra ficou por conta do consulto veterinário Mario Zoni, que repassou aos participantes a temática gestão de propriedade, destacando a importância de se ter controle de diversos gastos e utilização de materiais e produtos importantes para se ter uma melhor rentabilidade na propriedade.

Atrações especiais - O evento contou com atrações especiais como a dupla de cantores Ganso e Erick, da Lapa, e do comediante Rafael Aragão, de Curitiba.

Histórico - A Bom Jesus trabalha com junto aos cooperados com Linha Leite desde 2011 e se dedica para cada vez mais abrir opções aos cooperados locais para diversos manejos nas propriedades. No caso de bovinos de leite, um grande passo é a Fábrica de Rações que contribui com localização privilegiada ao cooperado, balanço nutricional especializado e qualidade no produto entregue. (Imprensa Bom Jesus)

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COCAMAR: Rally tem agenda repleta de domingo a sábado

A 5ª edição do Rally Cocamar de Produtividade começa a todo vapor no domingo (08/09) e com várias viagens já agendadas para acompanhar o período pré-plantio de soja no mês de setembro, além de algumas ações de marketing.

Boas práticas - Projeto inovador de comunicação e relacionamento com os produtores, o objetivo do Rally é valorizar as boas práticas agropecuárias e prossegue até o final da colheita de soja com o acompanhamento, nas visitas às propriedades, de profissionais da área técnica da Cocamar.

No Guerra - Domingo, a partir das 11h, a caminhonete Chevrolet S-10, recém-adquirida pela concessionária Zacarias Chevrolet para ser utilizada pela equipe, estará em exposição, devidamente adesivada com as marcas dos patrocinadores, no almoço beneficente a ser promovido por produtores da Comunidade Guerra, um dos maiores e mais importantes do município de Maringá. A previsão é que ao menos 250 convidados participem do tradicional evento.

Produtoras - Segunda-feira (09/09), a primeira viagem será para Sertaneja e Rancho Alegre, região de Londrina, a 160km de Maringá, onde o Rally visita as propriedades conduzidas por duas produtoras de grãos que se destacam por seu trabalho.

Produtividade - Na terça-feira (10/09), o destino é Floresta, a 30km, onde o pessoal vai saber como dois produtores de soja e milho, que investem em tecnologias para o incremento da produtividade, estão se preparando para a safra 2019/20.

Irrigação - A cidade de Paranavaí, que na quinta-feira (12/09) sedia o Fórum de Irrigação promovido pela Cocamar e alguns parceiros, com a presença do governador Ratinho Júnior, também vai receber o Rally. A previsão é reunir 300 participantes no Parque de Exposições da cidade.

Revival - E no sábado (14/09), em Maringá, o Rally Cocamar de Produtividade será apresentado aos visitantes do Revival Chevrolet, uma mostra de carros antigos a ser realizada nas instalações da concessionária Zacarias Chevrolet . A previsão da empresa é que mais de 2 mil pessoas passem pelo local, das 8 às 17h.

Marcas – Além da Zacarias Chevrolet, são patrocinadores masters do Rally Cocamar de Produtividade as empresas Spraytec e Basf e a cooperativa de crédito Sicredi União PR/SP, com o patrocínio institucional da Elanco, Altofós Suplementos Minerais Cocamar, Sancor Seguros, Texaco Lubrificantes e Cocamar TRR. Apoiam a iniciativa o Comitê Estratégico Soja Brasil (Cesb), a Associação dos Produtores de Soja (Aprosoja/PR) e a Unicampo (cooperativa de engenheiros agrônomos). (Imprensa Cocamar)

COPAGRIL: Estudantes selecionados pela cooperativa participam de encontro estadual do Cooperjovem

A homenagem estadual para os participantes do Prêmio de Redação Cooperjovem foi realizada nesta quarta-feira (04/09) em Caiobá, no litoral paranaense. Os três alunos selecionados pela Cooperativa Agroindustrial Copagril estiveram presentes no evento, acompanhados dos professores orientadores, responsáveis e equipe de cooperativismo. Eles foram escolhidos como os melhores da área de atuação da Copagril e concorreram em nível estadual no concurso promovido pelo Sescoop/PR – Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Paraná na categoria I, para alunos dos 4º e 5º anos do ensino fundamental das escolas municipais.

Classificados - Os classificados da Copagril foram Matheus Fiedler Heinzen, da Escola Municipal Tiradentes, de Mercedes (professora Márcia Fiedler Heinzen); e Kauã Gabriel de Souza e Natalia Cristina Mai, ambos da Escola Municipal Érico Veríssimo, de Marechal Cândido Rondon (professora Marlice Rosani Przygodda Gundt). O Prêmio de Redação Cooperjovem Paraná edição 2019 teve como tema: “Por que o Cooperjovem merece o ‘Oscar’ da educação?”. Na área de ação da Cooperativa participaram estudantes de 18 escolas dos municípios de Marechal Cândido Rondon, Mercedes, Guaíra, Quatro Pontes e Pato Bragado.

Critérios - As redações foram avaliadas segundo critérios estabelecidos no regulamento: conteúdo coerente com o tema, clareza e sequência de ideias, vocabulário, criatividade e originalidade.

Programação especial - Os estudantes Matheus, Kauã e Natalia participam da programação especial em Caiobá, que começou na terça-feira (03/09) e segue até esta sexta-feira (05/09), onde estão reunidos participantes de todo o Paraná. Os três alunos foram presenteados pela Copagril, cada um com um Tablet.

Prêmio de Redação - O objetivo do Prêmio é reconhecer publicamente as melhores produções de texto vinculadas ao tema com o intuito de promover a reflexão dos alunos quanto à importância da pesquisa, do hábito da leitura e do aprimoramento da escrita.

Projeto Educacional Cooperativo - A ação é uma das atividades que dá suporte ao Projeto Educacional Cooperativo, um programa de formação educacional formulado em conjunto com os professores, por intermédio do Sescoop e cooperativas, como a Copagril. Os educadores são estimulados a promover várias ações com alunos e dentro da escola de modo a explorar o cooperativismo, por meio de atividades educacionais que colaborem em todos os níveis, envolvendo alunos, equipe pedagógica, família e comunidade, explica a assessora de Cooperativismo da Copagril, Patricia Carine Thomaz.

Prêmio - “Um das atividades propostas é o Prêmio de Redação, onde os alunos, por incentivo dos professores são convidados a elaborar textos sobre o cooperativismo. A prática faz a criança refletir sobre o que é e como a cooperação está no nosso dia a dia. Assim como, trata-se de uma atividade prática de produção textual, que é um conteúdo trabalhado em sala pelos educares”, completa Patricia.

Estadual - O Prêmio, em nível estadual, contou com a participação de 20 cooperativas parceiras do Programa Cooperjovem, sendo 56 redações inscritas para a primeira categoria. Os escolhidos foram Vinicius Assunção Siviero (Sicoob Metropolitano), Emily Ferrari de Oliveira (Cocari) e Any Vitória Pena Farias (Frísia). (Imprensa Copagril)

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SICOOB MERIDIONAL: Soluções do maior sistema financeiro cooperativo do Brasil são levadas à Estrela Multifeira 2019

A edição deste ano da Estrela Multifeira começou nesta quarta-feira (04/09), em Estrela (RS), a 115 km de Porto Alegre e, entre as atrações, está a presença do Sicoob Meridional. Filiada ao maior sistema financeiro cooperativo do Brasil, a cooperativa atua na região com um portfólio completo, que possui os mesmos produtos e serviços disponibilizados pelos bancos convencionais, porém com taxas e juros reduzidos.

Sicoob Móvel - Durante todos os dias de evento, quem passar pelo Porto de Estrela poderá visitar o Sicoob Móvel, veículo adaptado que serve como agência itinerante e visita os municípios da região que ainda não possuem agências da cooperativa.

Atendimento - A equipe do Sicoob Meridional na cidade estará à disposição para atender os visitantes na Multifeira, esclarecer dúvidas e apresentar as soluções financeiras disponíveis. Um dos destaques é a Sipag, a maquininha de fazer bons negócios do Sicoob, que aceita pagamentos dos cartões e bandeiras mais importantes do mercado e oferece vantagens especiais, como antecipação de recebíveis, garantia de recebimento nas vendas com cartões de crédito e débito e extrato detalhado das vendas.

Potencial - "A Multifeira representa uma das maiores feiras regionais e do estado. No evento, fica evidenciado o potencial do município em todas as atividades econômicas praticadas. Além disso, entidades de diversos segmentos uniram forças para a realização dessa grande festa, demonstrando que a cooperação faz a diferença", comenta o gerente da agência local, Sergio Lindemann. O evento prossegue até domingo (08/09). (Imprensa Sicoob Unicoob)

SICOOB METROPOLITANO: Barbosa Ferraz ganha agência

O Sicoob Metropolitano segue em expansão, ampliando sua área de atuação e rede de atendimento com a inauguração de diversas agências. O mais novo ponto de atendimento da cooperativa fica em Barbosa Ferraz (PR) e iniciou suas atividades na terça-feira (03/09).

Evento - Para marcar a abertura da agência na cidade, o Sicoob Metropolitano promoveu um evento que contou com a presença de membros da diretoria, colaboradores, cooperados e convidados.

Presença - Um dos sócios-fundadores e cooperado da agência, o presidente do Rotary Club de Barbosa Ferraz, Welington Brasil Félix, esteve presente na solenidade e ressaltou a importância do trabalho das cooperativas de crédito, que atendem as comunidades com produtos e serviços diferenciados, mas também promovem o desenvolvimento sustentável.

Anseios - “Os valores e o perfil de trabalho das cooperativas como o Sicoob atendem os anseios dos usuários dos serviços bancários, pois disponibilizam acesso a serviços e recursos diferenciados e mais adequados à realidade da região. Outro diferencial é que elas investem intensamente na cidade, sendo que os recursos ficam na comunidade e geram mais desenvolvimento, riquezas e oportunidades a todos cidadãos. A valorização plena da população local é sem dúvida é o grande legado do Sicoob. Por isso, fica o agradecimento pelo confiança em nossa cidade”, comenta.

Endereço - O endereço da agência do Sicoob Metropolitano em Barbosa Ferraz é Av. Presidente Kennedy, 743. (Imprensa Sicoob Unicoob)

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SICREDI UNIÃO PR/SP: Cooperativa patrocina Congresso de Direito do Agronegócio

sicredi uniao 05 09 2019O I Congresso Paranaense de Direito do Agronegócio, com o tema geral “O Agro na Visão dos Tribunais”, será realizado em Londrina (PR) nos próximos dias 9,10 e 11 de setembro, na sede do lago da OAB-Londrina (Rua Parigot de Souza, 311), com patrocínio da Sicredi União PR/SP, da Câmara de Mediação e Arbitragem Empresarial – Brasil (Camarb) e da Câmara de Arbitragem e Mediação da Fiep (Camfiep), e apoio da Sociedade Rural do Paraná. As atividades do congresso serão abertas no dia 9, às 19 horas, e prosseguem nos dias 10 e 11 com realização de agro talks, apresentação de trabalhos científicos e palestras.

Temas importantes - O patrocínio ao evento é, para o gerente da agência Sicredi da Duque de Caxias, de Londrina, Rosiel Martins, importante na medida em que coloca em discussão temas importantes para o agronegócio, setor em que a cooperativa de crédito atua fortemente.

Públicos diversos - O coordenador da comissão de Direito Agrário e Agronegócio da OAB-Londrina, entidade organizadora do congresso, Francisco Galli, destaca a importância do evento não só para o setor jurídico, como também para estudantes e produtores rurais. “Hoje, os produtores precisam também ser gestores e é importante que conheçam um pouco mais do assunto, principalmente, neste momento de agronegócio globalizado”, comenta.

Temas em foco - “Vamos apresentar, no congresso, temas que estão em foco hoje nos tribunais”, informa Galli. No primeiro dia, serão tratadas questões referentes a contratos de arrendamento, com destaque para preços e prazos. “Antigamente, quem arrendava eram pessoas mais simples e hoje são grandes grupos, às vezes, até maiores que os próprios proprietários. As leis não conseguem acompanhar tantas transformações”, comenta. O Estatuto da Terra, exemplifica Galli, é muito protetivo ao arrendatário, que era e é em alguns casos - a parte mais vulnerável.

Crédito rural - Outro tema com vários reflexos para o empresário rural é referente ao pedido de recuperação judicial, que será tratado no segundo dia do evento. A lei prevê o reconhecimento como empresário e empresa apenas aqueles que têm, no mínimo, dois anos de registro da Junta Comercial. E para pedir recuperação judicial é preciso ser reconhecido como empresário. O terceiro dia será dedicado a informações sobre contratos de crédito rural.

Alternativa - “Os assuntos são de grande interesse de produtores; profissionais, por se tratar de um setor muito forte na nossa região; e também para estudantes, para os quais queremos apresentar a área como alternativa de atuação profissional, pois tem muito ainda a crescer”, comenta Galli. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

PROGRAMAÇÃO

Dia 9

19h – solenidade de abertura, seguida de palestra com Christian Schneider, assessor especial do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, sobre “Os desafios do Agronegócio”.

20h - Painel 1: Os Contratos Agroindustrias e a Visão do Judiciário, com Ricardo Alfonsin (OAB/RS), e Antonio Zanette (OAB/RS).

Dia 10

8h às 12h - AgroTalks

Mesa 01 – Solução de Conflitos no Agronegócio, com Francisco Galli, que abordará Comércio Exterior e Arbitragem; Letícia Baddauy falará sobre Contratos do Agro e Dispute Board; Carolina Malvezzi, sobre Sociedades Cooperativas e Mediação; e Thiago Marinho Nunes, sobre A importância da instituição arbitral e das especialização do árbitro”.

Mesa 02 - Crédito Rural, com Juliana Millani, abordando Alongamento de Crédito; Raphael Condado, que falará sobre Limites dos Encargos do Crédito Rural; e Rafael Comar, que falará sobre O papel das Cooperativas de Crédito.

14h às 17h30 – Encontro Cientifico

GT 01 – Meios Adequados de Solução de Conflitos

GT 02 – Inovação no Agronegócio

GT 03 – Contratos no Agronegócio

GT 04 - Meio Ambiente e Agronegócio

19h às 22h30

Questões Complexas no Agronegócio Globalizado, com o desembargador Luiz Fernando Tomasi Keppen (TJ/PR), Carlos Arauz (OAB/PR) e com o advogado João Tavares de Lima Filho.

Dia 11

Das 8h às 12h - AgroTalks

Mesa 01 – Empresarial, com a participação de Rodolfo Ciciliato, falando sobre Recuperação Judicial para Produtores Rurais; Rafaela Parra, com o tema Due Diligence Ambiental; e Gabriel Placha, abordando Sistemas Tributários no Agro.

Mesa 02 – Produção de Alimentos no Brasil, com Gabriela Vieira, que falará sobre Tecnologias sustentáveis para a produção de alimentos no Brasil; e Maria Josefa Yabe, que falará sobre Impactos da produção de alimentos nos recursos hídricos.

Das 19h às 22h30

Painel 1 – Aspectos Legais do Crédito Rural no Brasil, com o juiz titular da 5ª Vara Cível, Alberto Junior Veloso; e com o presidente das Comissões de Direito Agrário e Urbanístico do IAB e da OAB/RJ, Frederico Price Grechi.

SICREDI PARQUE DAS ARAUCÁRIAS: Leilão de imóveis e veículos será realizado dia 19, em Pato Branco

sicredi parque araucarias 05 09 2019A Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP realizará, no próximo dia 19 de setembro, às 9h, um leilão de imóveis e veículos. O leilão acontecerá no auditório da Simon Leilões (Rua Osvaldo Aranha, 659, centro de Pato Branco/PR), e simultaneamente on-line pelo site do leiloeiro (www.simonleiloes.com.br).

Lotes - Ao todo serão 30 lotes, sendo 19 imóveis e 11 veículos. Na relação de bens imóveis há terrenos em áreas urbanas, áreas rurais e apartamento. A lista de automóveis inclui utilitários, carros de passeio, caminhonetes e caminhão.

Edital - O edital, matrículas de terrenos, fotos e outras informações pertinentes estão disponíveis no site do leiloeiro. Os interessados em participar do leilão de forma virtual devem cadastrar-se no site do leiloeiro, enviar a documentação e solicitar a habilitação.

Propriedade da cooperativa - Todos os bens colocados a leilão são de propriedade da cooperativa, estão regularizados e com as documentações em dia. Há lotes de imóveis rurais disponíveis nos municípios de Matos Costa (SC), Coronel Domingos Soares (PR), Caçador (SC), Lebon Régis (SC), Arroio Trinta (SC) e Videira (SC).

Municípios - Os lotes de imóveis urbanos estão nos municípios de Pato Branco (PR), Clevelândia (PR), Ribeirão Preto (SP) e Mangueirinha (PR).

Condições - O leilão será feito de forma única, os lotes serão arrematados pelo maior lance e os pagamentos deverão ser feitos nas seguintes condições: Para os veículos: À vista, sendo 10% no ato e o saldo em até 10 (dez) dias a contar da data do leilão.

Urbanos - Para imóveis urbanos, 25% de entrada e o saldo restante em até 36 (trinta e seis) parcelas mensais e consecutivas, vencendo-se a cada 30 dias a contar da data da arrematação, com correção de 0,79% ao mês.

Rurais - Imóveis rurais, 25% de entrada e o saldo restante em até três parcelas anuais, vencendo-se a primeira em um ano a contar da data de arrematação. O saldo restante será corrigido a 0,79% ao mês.

Visita - Os interessados em visitar os imóveis colocados a leilão devem fazer o agendamento pelo número (46) 2101 – 2039, em horário comercial. (Imprensa Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP)

 

UNIPRIME: Compras com cartões da cooperativa passam a valer pontos Livelo

Desde segunda-feira (02/09), as compras feitas com os cartões Uniprime valem pontos Livelo. A cooperativa de crédito já oferece o acúmulo de pontos nas funções crédito e débito para os seus cooperados que agora poderão transformá-los em pontos Livelo para resgatar milhares de produtos disponíveis no catálogo de uma das maiores empresas de recompensas do Brasil.

A Uniprime - A Uniprime é uma cooperativa de crédito composta por médicos, profissionais da área de saúde, empresas, empresários e profissionais liberais. Reúne mais de 24 mil cooperados e atua em 858 municípios, com as suas 27 agências nos estados do Paraná e São Paulo. Para a Livelo, a parcerianão resulta apenas em oportunidade de aumentar a sua base de clientes, mas sim de engajar mais brasileiros no uso dos programas de recompensas e atingir diferentes públicos.

Parceria estratégica - “A parceria é estratégica para a Livelo e para a Uniprime. Não é só uma oportunidade de impulsionarmos o negócio da Livelo, mas de comprovar para os cooperados que o retorno ao escolher usar os cartões Uniprime é muito maior. As compras serão revertidas em produtos e serviços, como roupas e acessórios, eletrodomésticos, celulares, ingressos para shows, passagens aéreas, hotéis, alugueis de carro e muito mais. É só o cooperado escolher o que quiser resgatar na Livelo”, explicou o diretor de Relações Comerciais e Trade Marketing da Livelo, Marcelino Cruz.

Plataforma - Além disso, pontuou Marcelino, a nova parceria comprova que a plataforma da Livelo está aberta para todo o mercado. “Queremos que os pontos estejam em todo lugar”. Até então, o cooperado Uniprime podia transferir os seus pontos apenas para Multiplus e TudoAzul. A partir da parceria com a Livelo, a cooperativa de crédito amplia os benefícios oferecidos pelos cartões e oferece mais liberdade de escolha para os seus cooperados.

Detalhes - Um ponto Uniprime – acumulado a partir do uso dos cartões Black, Platinum, Gold e Business nas funções crédito e débito – equivale a um ponto Livelo. Para transferir pontos, os cooperados devem entrar em contato com um Gerente Uniprime.

Transferências - As transferências de pontos devem ser em múltiplos de 1.000; caso seja a primeira transferência para um parceiro de recompensas, o mínimo é de 10.000 pontos. Ou seja, se o cooperado já realizou uma primeira operação para Multiplus ou TudoAzul, a primeira transação para a Livelo pode ser de mil pontos, por exemplo.

Dúvidas - Para quaisquer dúvidas referentes à transferência de pontos, o cooperado Uniprime deve entrar em contato com seu gerente de relacionamento ou pode acessar uniprimebr.com.br/livelo.php para saber mais sobre a parceria.

O que dá para fazer com pontos Livelo? - Assim que transformar os seus pontos Uniprime em pontos Livelo, o cooperado poderá resgatar produtos aéreos – desde passagens até hotéis e pacotes de viagens – reservar carros, artigos de decoração para casa, eletrodomésticos, celulares, ingressos para shows, teatro, corridas de rua, entre outros. Basta acessar www.livelo.com.br, fazer um rápido cadastro e começar a resgatar produtos e acumular mais pontos para trocar como quiser.

Sobre a Livelo - A Livelo é uma das principais empresas de recompensas do Brasil. Com apenas três anos de mercado, já possui mais de 20 milhões de clientes e dezenas de empresas parceiras em seu site para resgate de produtos com pontos ou acúmulo de pontos a partir de compras online. Tem uma agência de viagens online para resgate de passagens, hotéis, pacotes e outros com pontos ou para compras em reais, que somam mais pontos. Atua também na frente B2B, com soluções que auxiliam empresas de qualquer setor a potencializar seu negócio, seja para fidelizar os clientes, oferecendo pontos a cada compra e gerando diferenciação no mercado, ou então reconhecendo os funcionários com pontos Livelo a cada conquista. (Imprensa Uniprime)

ACORDO COMERCIAL: Confira cotas e tarifas para produtos agrícolas no acordo Mercosul-EFTA

acordo comercial 05 09 2019O acordo de livre comércio firmado entre o Mercosul e a Associação Europeia de Livre Comércio (EFTA), bloco integrado por Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein, prevê acesso preferencial para os principais produtos agrícolas exportados pelo Brasil, com a eliminação de tarifas ou concessão de cotas.

Setores - Alguns dos setores que serão beneficiados com o acordo são: carne bovina, carne de frango, milho, farelo de soja, melaço de cana, mel, café torrado, frutas e sucos de frutas.

Tarifas e cotas -  Veja aqui as tarifas e cotas do acordo de livre comércio Mercosul-EFTA

Negociações - As negociações entre os dois blocos tiveram início em janeiro de 2017 e foram concluídas após dez rodadas.

O EFTA - Com um PIB de US$ 1,1 trilhão e uma população de 14,3 milhões de pessoas, a EFTA é o nono maior ator no comércio mundial de bens e o quinto maior no comércio de serviços.

Incremento - O Ministério da Economia estima que o acordo Mercosul-EFTA irá incrementar o PIB brasileiro em US$ 5,2 bilhões em um período de 15 anos. Outra projeção é o crescimento de US$ 5,9 bilhões e de US$ 6,7 bilhões nas exportações e nas importações totais brasileiras, respectivamente, totalizando acréscimo de US$ 12,6 bilhões na corrente comercial brasileira. Espera-se um incremento substancial de investimentos no Brasil, da ordem de US$5,2 bilhões, no mesmo período.

Corrente de comércio - Em 2018, a corrente de comércio entre Brasil e EFTA totalizou US$ 4,5 bilhões, com exportações de US$ 1,7 bilhão, compostas principalmente por ouro, produtos químicos como óxido de alumínio, café, soja, carnes e preparações alimentícias diversas, e importações de US$ 2,8 bilhões, com destaque para produtos farmacêuticos e químicos orgânicos, máquinas e equipamentos, petróleo e gás, peixes e crustáceos. (Mapa)

 

INTERNACIONAL: China e EUA retomarão negociações comerciais em Washington em outubro

A China anunciou que seus negociadores comerciais viajarão a Washington no início de outubro para conversar com colegas norte-americanos, aumentando as chances de uma solução para a guerra tarifária após semanas de incerteza.

Concordância - O vice-primeiro-ministro chinês, Liu He, concordou com a visita durante telefonema na manhã desta quinta-feira (05/09) - horário de Pequim - com o secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, e o representante comercial dos EUA, Robert Lighthizer, de acordo com um comunicado do Ministério do Comércio da China.

Discussões - Autoridades de segundo escalão terão discussões "sérias" este mês para se preparar para as negociações, que originalmente eram esperadas para setembro.

Progresso - A perspectiva de negociações pode aumentar a esperança de algum progresso na guerra comercial, que já dura mais de um ano, embora permaneçam diferenças claras entre os dois lados nas questões substantivas.

Aumento de tarifas - Ambos os lados aumentaram as tarifas em 1º de setembro em suas últimas rodadas de retaliação, e os EUA planejam adicionar mais tarifas em 1º de outubro e, em seguida, os dois países as aumentarão novamente em 15 de dezembro, a menos que haja algum avanço nas negociações.

Contratos futuros - Os contratos futuros do Índice S&P 500 subiram após a divulgação da notícia, ganhando 0,7%. O yuan negociado fora da China avançou, enquanto o iene e o ouro caíram.

Participação - O ministro do Comércio, Zhong Shan; o presidente do Banco do Povo da China, Yi Gang, e Ning Jizhe, vice-chefe da comissão de planejamento econômico, também participaram do telefonema, informou o comunicado. (Valor Econômico)

PREVIDÊNCIA I: CCJ aprova proposta de reforma

previdencia I 05 09 2019Após mais de nove horas de reunião, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou, nesta quarta-feira (04/09), o relatório do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) à reforma da Previdência (PEC 6/2019). O texto segue para análise no Plenário do Senado. A expectativa do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, é que a votação da proposta seja concluída até 10 de outubro. Foram 18 votos favoráveis e 7 contrários ao texto-base da proposta que altera a regras de aposentadoria.

Alterações - Entre outros pontos, a reforma da Previdência aumenta o tempo para se aposentar, eleva as alíquotas de contribuição para quem ganha acima do teto do INSS (hoje em R$ 5.839) e estabelece regras de transição para os atuais assalariados.

Principal mudança - A principal mudança prevista na PEC é a fixação de uma idade mínima (65 anos para homens e 62 anos para mulheres) para servidores e trabalhadores da iniciativa privada se tornarem segurados após a promulgação das mudanças. Além disso, estabelece o valor da aposentadoria a partir da média de todos os salários, em vez de permitir a exclusão das 20% menores contribuições.

Acordo - A aprovação da PEC na CCJ veio depois que senadores fecharam um acordo nesta terça-feira (03/09) para acelerar a tramitação da PEC paralela da reforma da Previdência. A PEC paralela é uma forma de evitar a volta da reforma da Previdência para a Câmara, o que ocorreria se houvesse mudanças feitas pelo Senado. O relator, senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), manteve a essência do texto que veio da Câmara, apenas com algumas emendas de redação e supressões de dispositivos, como o do Benefício da Prestação Continuada (BPC) e da pensão por morte, alterações que não resultam em nova análise da PEC pelos deputados.

Contas públicas - O objetivo do governo com a reforma da Previdência é reduzir o rombo nas contas públicas. A estimativa do relator é que o impacto fiscal total da aprovação da PEC 6/2019, com as novas mudanças, e da PEC paralela, chegará a R$ 1,312 trilhão em 10 anos, maior do que os R$ 930 bilhões previstos no texto da Câmara, e maior do que o R$ 1 trilhão que pretendia o governo federal inicialmente. Mas a PEC isoladamente vai representar uma economia de R$ 870 bilhões para a União, segundo Tasso Jereissati, com base em estudos da Instituição Fiscal Independente (IFI).

Mudanças em relação à Câmara - Tasso Jereissati (PSDB-CE) apresentou à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), nesta quarta-feira (04/09), sua complementação de voto. Ele rejeitou a maior parte das emendas apresentadas após a leitura de seu relatório que ocorreu no último dia 28, mas acatou uma mudança para suprimir do texto a possibilidade de a pensão por morte fosse inferior a um salário mínimo. O impacto será de R$ 10 bilhões a menos de economia em 10 anos, o que segundo Tasso é um valor pequeno ao considerar que a medida vai impactar a vida das famílias mais pobres, que estão na “base da pirâmide”. A medida, sugerida na Emenda 483 e em outras emendas dos senadores, foi confirmada ao ser votada separadamente, como destaque.

Missão - “Acredito que, nestes termos, alcançamos a missão que o Senado Federal recebeu: exercer sua obrigação de Casa Revisora com atenção ao piso da pirâmide sem se esquecer da necessidade da busca pelo equilíbrio financeiro e atuarial”, afirmou.

Proposta anterior - Anteriormente, o senador havia proposto que essa questão fosse tratada na PEC paralela. Apesar de elogiar o trabalho do relator, o líder do governo, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), defendeu mudanças na pensão por morte. Segundo ele, apenas no Regime Próprio de Previdência Social, o gasto com pensões subiu de R$ 15,3 bilhões para R$ 135 bilhões entre 2000 e 2018.

Intacta - “A última mudança do senador Tasso termina deixando intacta a questão da pensão por morte, não atendendo nem à proposta original do governo nem à proposta que veio da Câmara. Por isso é que eu coloco como debate essa questão de pensão por morte, que precisa ser revisitada”, disse o líder do governo.

Outras mudanças - Tasso ainda acolheu outras mudanças como uma emenda de redação que acrescentou os trabalhadores informais dentre os trabalhadores de baixa renda com direito ao sistema especial de Previdência.

BPC - Ao todo, senadores apresentaram 489 emendas à Proposta. O relator eliminou, por completo, qualquer menção ao Benefício da Prestação Continuada (BPC). Ou seja, as regras atuais ficam mantidas e esse benefício não passará a ser regulamentado pela Constituição.

Trabalhadores em profissões de risco - Tasso também suprimiu parte da regra de transição para os profissionais expostos a agentes nocivos, como os mineiros de subsolo, que elevava progressivamente os requisitos para que esses trabalhadores conseguissem a aposentadoria. Ainda fica valendo a regra de pontos, mas sem progressão. Essa mudança diminuiu o impacto fiscal da reforma em R$ 6 bilhões.

Contribuição extraordinária - Ainda foram eliminados do texto, trechos que poderiam impedir a criação da contribuição extraordinária cobrada dos servidores públicos, aposentados e pensionistas dos estados e municípios em caso de deficit. Exemplo disso, é a redação do artigo 149, que ficou sem a expressão “no âmbito da União” para evitar interpretações de que a contribuição só poderia ser cobrada pela União.

PEC paralela - Outras sugestões de mudanças apresentadas pelos senadores, que exigiriam alterações substanciais no texto, ficaram para a PEC paralela, uma forma de evitar a volta da reforma da Previdência para a Câmara.

Cobrança - Além da inclusão de estados e municípios, a PEC traz a cobrança de contribuições previdenciárias de entidades filantrópicas, do agronegócio exportador e do Simples, regime simplificado de tributação para pequenas empresas, entre outros pontos.

Destaques - A reunião começou pouco depois das 9h e a votação do texto base foi concluída às 16h56. Em seguida, os senadores passaram a analisar pedidos de votação em separado, que destacaram partes do texto do relatório. Uma das emendas destacadas, do PSD, sugeria a redução da idade mínima de 62 anos para mulheres e 65 para homens para, respectivamente 60 e 62 anos, mas a sugestão foi rejeitada. Segundo o líder do governo, a idade mínima da PEC 6/2019 é o ponto crucial da proposta: “ A questão da idade mínima é ponto crucial dessa reforma da Previdência. Nas estimativas que foram feitas pela IFI (Instituição Fiscal Independente), a idade mínima representa mais de 60% da reforma da Previdência do ponto de vista do impacto fiscal”, apontou Fernando Bezerra Coelho.

Abono - Também foram rejeitados, entre outros, um destaque que buscava manter o abono salarial para todos trabalhadores que recebem até dois salários mínimos, e um que abrandava as regras para aposentadoria especial.

Votos em separado - Contrários ao texto do relator, os senadores Fabiano Contarato (Rede-ES), Weverton (PDT-MA), e Paulo Paim (PT-RS) apresentaram votos em separado. Nesses relatórios alternativos, os parlamentares manifestaram discordância em relação a diversos pontos da proposta como a alteração do cálculo dos benefícios, o aumento das alíquotas de contribuição, a redução do Abono do PIS/Pasep, entre outras. Fabiano Contarato considerou as mudanças feitas pelo relator insuficientes e sugeriu a supressão de outros pontos no voto em separado. Ele recomendou a aprovação da PEC 6/2019 com mais de 80 emendas apresentadas pelos senadores. Já Weverton e Paim, defenderam a rejeição integral da PEC 6/2019.

Debate - Durante a discussão da proposta, parte dos senadores se queixaram do andamento rápido da proposta no Senado e defenderam a prerrogativa dos senadores de alterarem o texto. Outros parlamentares defenderam o relatório de Tasso por encontrar soluções criativas para os pontos mais polêmicos e urgentes.

Melhoria - Fernando Bezerra Coelho avaliou que a aprovação da reforma da Previdência vai ajudar a melhorar o sistema fiscal e reforçou que a proposta busca fazer justiça com os mais pobres. “O cenário não só econômico, mas também social irá melhorar nos próximos meses. Nós aqui testemunhamos ninguém aqui ousou discordar da necessidade da reforma da Previdência, o Brasil está envelhecendo rapidamente e é insustentável manter o sistema atual”, defendeu.

Desmonte - Humberto Costa (PT-PE) e Rogério Carvalho (PT-SE) reconheceram que a inversão da pirâmide demográfica exige uma adaptação das regras previdenciárias, mas o que está em discussão na proposta, segundo eles, é um desmonte do sistema de proteção social. Para Humberto, o governo mente ao defender a proposta como um “combate aos privilégios”.

Mais atingidos - “Os que ganham até R$ 1,3 mil por mês são os mais atingidos. O discurso de combate aos privilégios é conversa mole”, criticou Humberto Costa. O senador reforçou que a Câmara dos Deputados e o relator no Senado, Tasso Jereissati, trabalharam na "redução de danos" da proposta, mas enfatizou que a reforma não tem preocupação em viabilizar uma Previdência autossustentável e que tem, como único viés, uma política "fiscalista" para atacar os desequilíbrios da Previdência.

Crítica - “A gente está tirando da boca e do bolso de quem ganha um, dois ou três salários mínimos. Esse discurso de ficar aqui simplesmente falando de milhões de reais, de que está reduzindo ou aumentando o deficit. Não se pensa nas pessoas”, criticou o líder do PT.

"Soluções criativas" - Já Antonio Anastasia (PSDB-MG) avaliou que o relator foi criativo nas soluções encontradas no relatório e na proposta de PEC paralela. “Tasso fez do limão uma limonada. Ele foi onde podia, no limite do esforço para fazer essa compatibilização com as circunstâncias que lhe foram dadas”, avaliou.

Elogio - Eduardo Braga (MDB-AM) também elogiou as novas mudanças feitas pelo relator ao acolher emendas de redação e emendas supressivas, entre elas, uma apresentada pelo senador para garantir que a pensão por morte não pode, em hipótese alguma, ser inferior a um salário mínimo. Ele também ressaltou que a reforma está sendo feita porque o Brasil precisa.

Crise x retomada do crescimento - Para o senadores Weverton (PDT-MA), Paulo Paim (PT-RS) e Telmário Mota (Pros-RR), o governo vende falsamente a ideia de que a aprovação da reforma da Previdência será a solução para todos os problemas do país e ressaltaram que o mesmo discurso foi adotado durante a votação da PEC do Teto de Gastos, e da Reforma trabalhista.

Falácia - “Essa reforma não vai recuperar o crescimento econômico do país e, ao contrário, ela vai afundar o país. É uma grande falácia, os gastos da Previdência são menores que os gastos do pagamento do juros e amortização da dívida pública”, sustentou Telmário.

Sinalização importante - Major Olímpio (PLS-SP) reconheceu que a reforma da Previdência não resolverá todos os problemas, mas avaliou que a aprovação do texto é uma sinalização importante para o mercado. “O sentimento é positivo, nós sabemos que a reforma da Previdência não resolverá todos os problemas, mas vai ser uma sinalização, é o início de um momento em que o país está mostrando para o mundo, para o mercado econômico, para os investidores: "Acreditem no Brasil! O Brasil é viável!"”, disse.

Imbróglio fiscal - Para José Serra (PSDB-SP), a PEC 6/2019 enfrenta o principal imbróglio fiscal do país que é, em suas palavras, “o problema da Previdência”. Esperidião Amin (PP-SC) considera que a reforma da Previdência é um “remédio amargo, mas necessário”. Já Otto Alencar (PSD-BA), avaliou que a reforma deveria incluir outras fontes de financiamento para a Previdência.

Pressa - Marcos Do Val (Podemos–ES), que apresentou emendas para beneficiar policiais e agentes de segurança, defendeu mais tempo para debater a proposta. A sugestões do senador foram incluídas pelo relator na PEC paralela.

Injustiças - “Assim como eu te apresentei várias emendas objetivando corrigir injustiças que afetam todos os trabalhadores, vários senadores também apresentaram, pois entendem que é absolutamente necessário discutir a fundo as mudanças que a reforma da Previdência causará na vida de todos os brasileiros”, apontou.

Receio - Outros senadores estão receosos de que a PEC paralela, apontada como solução para resolver pontos polêmicos que não obtiveram consenso, perca força ao tramitar desvinculada do texto principal da PEC 6/2019. Essa é a análise de Alessandro Vieira (Cidadania-SE). “Vamos assumir um compromisso quase que um cheque em branco na esperança de que os acordos sejam cumpridos”, avaliou Alessandro.

Lamento - Ao anunciar seu voto contrário ao projeto, Veneziano Vital do Rêgo (PSB-PB) lamentou que a maior parte das sugestões dos senadores não tenha sido incorporada ao texto principal. “Eu não me permito acreditar que esta PEC paralela consiga sair do Salão Azul [Senado] para o Salão Verde [Câmara] e lá receber acolhida, aprovação. Absolutamente, e nós sabemos disso, não vamos nos enganar. Nós não temos o direito de enganar quem está em casa”, disse Veneziano.

Questionamentos e destaques - Em uma tentativa de adiar a votação, o senador Weverton (PDT-MA) pediu vista pela apresentação da complementação do voto, mas a presidente da CCJ, Simone Tebet (MDB-MS), afirmou que complementação do relatório não é um novo parecer e indeferiu o pedido. Simone também rejeitou questão de ordem do senador Humberto Costa (PE) que apresentou um questionamento sobre o procedimento de votação da PEC paralela.

Considerações finais - Depois de ouvir os senadores por mais de seis horas, o relator Tasso Jereissati (PSDB-CE) fez suas considerações finais e apontou as dificuldades de equilibrar o que é justo com a questão financeira do Estado.

Deficit fiscal - “Eu tenho uma preocupação com o deficit fiscal porque eu entendo que o governo federal, os governos estaduais e os municípios não têm recursos suficientes para aplicar na educação, para aplicar na saúde, para aplicar na infraestrutura, já que todos os seus recursos — e é isso que está acontecendo hoje — estão sendo engolidos pelo deficit da Previdência. Defender os mais pobres, primeiramente, é defender que existam e sobrem recursos para aplicar em educação”, argumentou o relator.

Rito - O texto vai passar por dois turnos de votação no Plenário do Senado, onde precisará ser aprovado por três quintos dos senadores, o que equivale a 49 votos. A expectativa do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, é concluir a votação da proposta até 10 de outubro.

Emenda - Se for aprovado pelo Senado sem mudanças, o texto será promulgado como uma emenda à Constituição. (Agência Senado)

 

PREVIDÊNCIA II: Depois de lida em Plenário, PEC paralela deve tramitar em 15 dias na CCJ

previdencia II 05 09 2019O senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) será o relator da PEC paralela da reforma da Previdência Social, que ainda será formalizada em um documento separado do texto principal (PEC 6/2019). A nova proposta conterá a inclusão de estados e municípios na reforma e a previsão de novas fontes de receita para a Previdência, entre outras medidas que poderão ser acrescentadas durante a tramitação.

Aprovação - A PEC Paralela foi aprovada pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) nesta quarta-feira (04/09), na forma de uma sugestão apoiada por todos os 27 membros da comissão, a partir do relatório de Tasso para a PEC principal. Agora, ela será transformada em uma proposição própria e precisará retornar à comissão para a análise preliminar de admissibilidade e mérito, antes de ir para o Plenário.

Passagem encurtada - A presidente da CCJ, senadora Simone Tebet (MDB-MS), explicou que a PEC Paralela deverá ter a sua passagem encurtada. O Regimento Interno do Senado dá à CCJ até 30 dias para a análise de PECs, mas, como ela é fruto de acordo unânime entre os integrantes da comissão, Simone estima que só precisará de 15 dias.

Prazo - Antes da análise na comissão, a PEC paralela precisa ser lida durante sessão do Plenário e aguardar um prazo de cerca de uma semana para o recebimento de emendas. Tasso Jereissati afirmou que terá condições de entregar o relatório da PEC paralela em 48 horas depois do cumprimento dessas etapas.

Garantia - O relator também garantiu que a proposta não será abandonada pelo Congresso. Segundo ele, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, vai se empenhar pessoalmente para que ela seja aprovada com rapidez. Durante a votação da PEC 6/2019 na CCJ nesta quarta-feira, senadores da oposição manifestaram receio de que a PEC paralela perca força ao se desvincular do texto principal, prejudicando as mudanças na reforma que ficaram pendentes. O senador Weverton (PDT-MA), por exemplo, apelidou o texto de “PEC da balela”.

Cobrança - Além da inclusão de estados e municípios — cujo impacto fiscal positivo é estimado em R$ 350 bilhões — a PEC Paralela vai trazer a cobrança de contribuições previdenciárias de entidades filantrópicas, do agronegócio exportador e do Simples (regime simplificado de tributação para pequenas empresas).

Signatário - O líder do governo, senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), será o primeiro signatário da PEC Paralela. (Agência Senado)

 

CADASTRO AMBIENTAL: Aprovado relatório de MP que reabre inscrições no CAR

cadastro ambiental 05 09 2019A comissão mista da Medida Provisória (MP) 884/2019 aprovou, nesta quarta-feira (04/08), o relatório preliminar da proposição do senador Irajá (PSD-TO), relator da comissão. O parecer retira o prazo de inscrição no Cadastro Ambiental Rural (CAR), que prevê o registro de todas as propriedades rurais do país. O texto ainda será votado nos Plenários da Câmara e do Senado.

Prazo indeterminado - O projeto de lei de conversão apresentado por Irajá, que rejeitou as 35 emendas apresentadas à proposição, estabelece que a inscrição no CAR é obrigatória e por prazo indeterminado para todas as propriedades e posses rurais.

Adesão - No entanto, os proprietários e possuidores dos imóveis rurais que os inscreverem no CAR até o dia 31 de dezembro de 2020, terão direito à adesão ao Programa de Regularização Ambiental (PRA).

Adequação - O texto, que altera dispositivos do Código Florestal (Lei 12.651, de 2012), estabelece ainda que a União, os estados e o Distrito Federal deverão implantar programas de regularização ambiental de posses e propriedades rurais, com o objetivo de adequá-las à legislação vigente.

Normas - Na regulamentação desses programas, a União estabelecerá normas de caráter geral, incumbindo-se aos estados e ao Distrito Federal o detalhamento por meio da edição de normas de caráter específico.

Requisição - A inscrição do imóvel rural no CAR é condição obrigatória para a adesão ao PRA, que deve ser requerida até dois anos, a partir da data de inscrição no cadastro.

União - Caso os estados e o Distrito Federal não implantem o PRA até 31 de dezembro de 2020, o proprietário ou possuidor de imóvel rural poderá aderir ao PRA implantado pela União.

Dispensa de assinaturas - O texto altera ainda dispositivo da Lei de Registros Públicos, lei 6.015, de 1973, ao estabelecer a dispensa das assinaturas dos confrontantes quando da indicação das coordenadas dos vértices definidores dos limites dos imóveis rurais, georeferenciadas ao Sistema Geodésico Brasileiro e com precisão posicional fixada pelo Incra, bastando a declaração do requerente interessado de que respeitou os limites e as confrontações.

Acordo - No início da reunião, Irajá destacou o amplo acordo entre os integrantes da comissão mista que resultou na apresentação de um novo parecer, mais amplo que o texto apresentado no colegiado na terça-feira (03/09).

Prejuízo - Na ocasião, a oposição entendeu que a adesão ao CAR por prazo indeterminado prejudicaria a regularização fundiária e favoreceria a grilagem, dada a existência de cadastros de terras públicas como terra privada. Alegou ainda que o dispositivo que alterava a Lei de Registros Públicos não guardava relação com a MP, e defendeu que as peculiaridades regionais precisavam ser levadas em conta no relatório, tendo em vista as diferenças existentes entre as áreas de reserva legal.

Inovação - Entre os itens inovadores na segunda versão do relatório, Irajá citou a adesão ao PRA ao produtor que aderir ao CAR até dezembro de 2020, além do dispositivo que faculta a adesão ao PRA a ser implantado pela União.

Divergência - Em relação à alteração na Lei 6.015, de 1973, Irajá reiterou que o dispositivo visa solucionar divergência atual entre os cartórios na interpretação da Lei 13.838, de 2019, visto que parte dos registradores de imóveis têm interpretado restritivamente a norma, “tirando-lhe a eficácia”.

Ratificação - “Apenas ratificamos a lei existente para que os cartórios possam cumprir a legislação. A gente precisa das áreas medidas com transparência. São temas convergentes, não tem nada a ver com titulação de terra, domínio da área ou posse”, afirmou.

Cadastramento - A MP 884/2019, que teve o prazo de vigência prorrogado até 11 de outubro, torna o Cadastro Ambiental Rural (CAR) um sistema aberto a atualizações e novas inscrições, de modo a possibilitar a constante inclusão de dados.

Origem - Criado pelo Código Florestal em 2012, o CAR determinou o cadastramento das propriedades e a implementação dos mecanismos previstos no Programa de Regularização Ambiental (PRA) para adequação dos produtores às exigências legais. Foi dado um prazo de adesão, que se encerrou em 31 de dezembro de 2018, e quem não aderiu estava proibido, por exemplo, de acessar linhas de crédito.

Registros - Atualmente existem mais de 5 milhões de propriedades registradas, o que demonstra a maciça adesão dos produtores rurais, na avaliação do governo, segundo o qual os ajustes são necessários para permitir que a lei não gere exclusão e impeça a regularidade de novas matrículas. (Agência Senado)

 

IBGE I: Valor de produção agrícola de 2018 bate recorde, com R$ 343,5 bilhões

ibge I 05 09 2019A agricultura brasileira bateu recordes em várias culturas importantes no ano passado, que fizeram com que o valor de produção atingisse o recorde de R$ 343,5 bilhões, alta de 8,3% em relação ao ano anterior. A informação foi divulgada nesta quinta-feira (05/09), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na publicação Produção Agrícola Municipal (PAM 2018).

“Preço de porteira” - Segundo o IBGE, o valor de produção é o mesmo que valor bruto de produção. Eles pegam o chamado “preço de porteira", que é o preço livre de fretes e impostos, e multiplicam pelo total produzido. O resultado é o valor de produção.

Explicações - De acordo com o gerente de Agricultura do IBGE, o engenheiro agrônomo Carlos Alfredo, as principais explicações para o recorde no valor de produção foram as condições climáticas, boas no início do ano para algumas culturas. O clima foi ruim para a segunda safra do milho mas, em termos de valor, a falta do milho fez com que o preço do produto subisse, explicou à Agência Brasil. “Então, impactou também nesse valor da produção”, disse Alfredo. Foram plantados ao todo 78,5 milhões de hectares, redução de 0,6% na comparação com 2017.

Grãos - O gerente de Agricultura observou que quando se olha o grupo dos grãos, principais produtos na categoria de cereais, leguminosas e oleaginosas, percebe-se que não conseguiu ser batido em 2018 o recorde de 2017, quando o clima foi excelente para as culturas. “Mesmo assim, a gente teve uma produção de 227,5 milhões de toneladas. É uma queda de 4,7% em relação ao ano anterior, mas, mesmo assim, foi uma produção boa”. Em termos de valor da produção, que atingiu para essa categoria de produtos R$ 198,5 bilhões, foi apurada expansão de 13,6%. “É a questão dos preços, que aumentaram bastante em 2018”. Carlos Alfredo disse que apesar da queda de 16% na produção de milho, ocorreu aumento de 14,1% no valor.

Principais culturas - As dez principais culturas (soja, cana-de-açúcar, milho, café, algodão herbáceo, mandioca, laranja, arroz, banana e fumo) representaram quase 85,6% de todo o valor gerado no ano passado. A soja liderou, com participação de 37% no valor da produção, seguida pela cana-de-açúcar (15%) e milho (11%). A soja teve R$ 127,5 bilhões arrecadados, expansão de 13,6%; cana-de-açúcar, R$ 52,2 bilhões (-3%); e milho, R$ 37,6 bilhões (+14,1%).

Alta em 25 anos - A PAM 2018 revela que desde o Plano Real, em 1994, a soja liderou o ‘ranking’ de culturas nacionais em termos de valor da produção, à exceção de 1996, quando foi substituída pela cana-de-açúcar. Em 25 anos, a soja subiu de um patamar anual de R$ 3,8 bilhões para R$ 127,5 bilhões, em 2018, incremento de 3.222,1%, com a área colhida evoluindo 201,6% (de 11,5 milhões de hectares para 34,8 milhões de hectares. A produção de soja cresceu 372,8% no período (de 24,9 milhões de toneladas para 117,9 milhões de toneladas). A cana-de-açúcar também ampliou o valor da produção em 25 anos em 1.539,6% (de R$ 3 bilhões para R$ 52,2 bilhões), enquanto o milho aumentou o valor arrecadado em 1.111,7% (de R$ 3,1 bilhões para R$ 37,6 bilhões). Houve crescimento também da área plantada de cana-de-açúcar, de 4,4 milhões de hectares para 10 milhões de hectares; e de milho, de 14,5 milhões de hectares para 16,5 milhões de hectares.

Café - Também no café foi registrada safra boa, com recordes na produção (3,6 milhões de toneladas produzidas, alta de 32,5% ante o ano anterior) e no valor de produção (R$ 22,6 bilhões, expansão de 22%). Carlos Alfredo salientou que “a questão climática ajudou bastante” nos resultados apresentados por essa cultura. A espécie café arábica teve um ano de bienalidade positiva em 2018, de alta produção. “A gente teve um recorde na produção de café no ano passado”. Ele explicou que no caso do café, houve queda no preço, que vem caindo nos últimos anos, provocando reclamações dos produtores, que se ressentem do aumento do custo de produção, enquanto os preços não acompanham esse aumento.

Mercado internacional - O gerente de Agricultura do IBGE afirmou que o mercado internacional está cheio de café, o que fez com que o preço dessa ‘commoditie’ (produtos agrícolas e minerais comercializados no exterior) fosse reduzido. Além disso, o Brasil enfrenta a concorrência da Colômbia e da Indonésia, que têm produzido bastante. “Isso tem aumentado muito a quantidade de café no mercado”.

Algodão herbáceo - Também o algodão herbáceo (em caroço) elevou muito a produção no ano passado, alcançando o recorde de 3 milhões de toneladas (aumento de 29%), considerado o maior da série histórica iniciada em 1974. Também o valor da produção subiu 52,3% (R$ 12,8 bilhões). “A demanda por algodão tem sido muito grande, principalmente por causa da China, cujos estoques caíram bastante. Eles estão recompondo os estoques e aí aumentaram bastante a demanda. E mesmo tendo muito algodão, o preço continua alto, diferente do café”, disse o gerente do IBGE. (Agência Brasil)

 

IBGE II: São Desidério (BA) é o maior município agrícola do país em 2018

ibge 05 09 2019A publicação Produção Agrícola Municipal 2018 (PAM 2018), divulgada estas quinta-feira (05/09) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), aponta que o município que mais se destacou no país no ano de 2018 em termos de valor de produção foi São Desidério, na Bahia, beneficiado pelas condições climáticas favoráveis da região.

“Preço de porteira” - De acordo com o IBGE, o valor de produção é o mesmo que valor bruto de produção. Eles pegam o chamado “preço de porteira", que é o preço livre de fretes e impostos, e multiplicam pelo total produzido. O resultado é o valor de produção.

Valor - A cidade baiana teve R$ 3,6 bilhões em valor de produção, aumento de 54,4% em comparação com 2017. A principal cultura local é a soja, com 1,6 milhão de toneladas e valor de produção de R$ 1,8 bilhão.

Milho e algodão - O gerente de Agricultura do IBGE, engenheiro agrônomo Carlos Alfredo, destacou em entrevista à Agência Brasil que São Desidério também é grande produtor de milho e de algodão herbáceo, tendo produzido 513,3 mil toneladas de algodão herbáceo (+75,4%), com valor de produção de R$ 1,5 bilhão; e 558,1 mil toneladas de milho (+45%), com valor de produção de R$ 281,7 milhões. Alfredo lembrou que o algodão é um produto que tem alto valor agregado. Isso fez com que o município, somando todas as culturas, se destacasse como o primeiro do Brasil.

Clima - A cidade não sofreu os efeitos das condições climáticas desfavoráveis para a produção de milho, como ocorreu em outras regiões. “Em São Desidério, eles não tiveram problemas com seca”.

Sorriso - São Desidério desbancou o município mato-grossense de Sorriso, que caiu da primeira colocação para a terceira no ‘ranking’ das maiores economias agrícolas brasileiras, com valor de produção de R$ 3,3 bilhões (alta de 0,7% sobre 2017). O principal produto também é a soja, com 2,2 milhões de toneladas e valor de produção de R$ 2 bilhões.

Sapezal - O segundo posto como maior produtor nacional foi mantido pelo município de Sapezal, também em Mato Grosso, com valor de produção de R$ 3,3 bilhões, expansão de 28% em relação a 2017. O principal produto local é o algodão herbáceo, com quantidade de 756,9 mil toneladas e valor de produção de R$ 1,8 bilhão, em 2018. “O preço alto fez com que Sapezal se mantivesse no segundo lugar”, comentou o gerente do IBGE.

Estados - Com relação aos estados, a pesquisa mostra que São Paulo se manteve na liderança do país em termos de valor da produção, com 15,5% de participação nacional (contra 16,8% em 2017), seguido do Mato Grosso, que subiu de 13,7% para 14,6% o percentual de participação. São Paulo se destaca na produção de cana e laranja, que têm alto valor agregado. “É o estado que detém 55% da produção de cana-de-açúcar, com mais de 80% da produção de laranja. Tem muitas culturas que são muito concentradas no estado de São Paulo”, disse Alfredo.

Mato Grosso - Já em Mato Grosso, o principal produto é a soja, seguida do milho e do algodão. O estado é o maior produtor dessas três culturas.

Grandes regiões - A análise por grandes regiões nacionais mostra predomínio da soja em todo o país, à exceção da Região Sudeste, onde a relação dos principais produtos é liderada pela cana-de-açúcar, seguida pelo café arábica, soja, laranja e milho. O valor de produção da região atingiu no ano passado R$ 95,8 bilhões. A unidade com maior valor de produção é São Paulo (R$ 53,1 bilhões), enquanto o município de Itapeva (SP) apresentou o maior valor de produção (R$ 977,5 milhões).

Centro-Oeste - Já na Região Centro-Oeste, a soja liderou, seguida de milho, cana-de-açúcar, algodão herbáceo e feijão. O valor de produção somou R$ 95,9 bilhões em 2018, com destaque para Mato Grosso, com R$ 50,2 bilhões. Sapezal é o município com maior valor de produção regional (R$ 3,3 bilhões).

Sul - No Sul brasileiro, os principais produtos são soja, milho, arroz, fumo e trigo. O valor de produção em 2018 atingiu R$ 90,3 bilhões. O Paraná se destaca com valor de produção de R$ 41,3 bilhões. O município de Guarapuava (PR), com R$ 794 milhões, teve o maior valor de produção.

Nordeste - O Nordeste mostrou valor de produção de R$ 41,2 bilhões, destacando a Bahia, com R$ 19,6 bilhões. Entre os municípios nordestinos, São Desidério (BA) mostra o maior valor de produção (R$ 3,6 bilhões). As principais culturas foram soja, cana-de-açúcar, algodão herbáceo, milho e banana. Alfredo disse que na região de Matopiba, que envolve os estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, áreas de fronteira agrícola, houve substancial aumento na produção de soja. “Então, passou a ser o principal produto da Região Nordeste”.

Norte - No Norte, o valor de produção foi R$ 20,3 bilhões. O Pará liderou com R$ 10,4 bilhões e também com o município de Igarapé-Miri, cujo valor de produção foi R$ 890,6 milhões. A lista dos principais produtos é encabeçada pela soja, seguida da mandioca, açaí, milho e banana.

Maiores municípios - Carlos Alfredo informou que dos 50 maiores municípios pelo valor de produção, dezoito estão em Minas Gerais, sete em Goiás, seis no Mato Grosso e cinco na Bahia. “São estados que possuem os maiores municípios produtores, somando todos os produtos”. (Agência Brasil)

 

SAÚDE: Paraná registra 104 mortes por gripe desde janeiro

saude 05 09 2019Com mais três óbitos confirmados pelo vírus da gripe, o Paraná soma 104 mortes de janeiro de 2019 até terça-feira (03/09). A informação foi divulgada nesta quarta (04) pelo Informe Influenza, que monitora semanalmente os registros das síndromes respiratórias no Estado.

Municípios - As mortes confirmadas ocorreram em Curitiba (mulher, 93 anos), São Mateus do Sul (mulher, 82 anos), e Foz do Iguaçu (mulher, 78 anos). A faixa etária acima dos 60 anos é a que registra maior número de mortes por gripe, com 53,85%. Além da idade, considerada como fator de risco, as mulheres apresentavam outras doenças crônicas e não foram vacinadas.

Outros fatores - Outros fatores apontados como risco para as complicações da Influenza são doenças cardiovasculares, pneumopatias, diabetes, doenças neurológicas, renais, hepáticas e hematológicas, além de obesidade e asma.

Casos confirmados - De acordo com o boletim, o Paraná registra 527 casos confirmados de Influenza. O vírus H1N1 é o subtipo em maior circulação, responsável por 446 casos. Apresentam mais ocorrências a Região Metropolitana de Curitiba, com 171 casos; Foz do Iguaçu, com 58; Ponta Grossa, com 36, e a região de Maringá, com 25 casos confirmados.

Como prevenir - Todos os subtipos da gripe são transmitidos pelo contato com gotículas da saliva e secreções respiratórias de pessoas infectadas.

Vírus - O vírus pode ficar ativo de duas a oito horas em várias superfícies. Por isso, a recomendação para a higiene frequente das mãos ajuda a reduzir as chances de contaminação. “Além de lavar as mãos, principalmente, antes de consumir algum alimento, reforçamos como medidas preventivas que as pessoas cubram o nariz e a boca com a dobra do braço quando espirrar ou tossir; que não compartilhem objetos de uso pessoal e mantenham os ambientes sempre ventilados”, destaca o chefe da Divisão de Doenças Transmissíveis da Secretaria Estadual da Saúde, Renato Lopes.

Sintomas - Os sintomas da gripe incluem febre alta (acima de 38°), dor muscular, dor de garganta, dor de cabeça e tosse. Segundo a diretora de Atenção e Vigilância à Saúde da Sesa, Maria Goretti David Lopes, quando há suspeita de Influenza, é preciso procurar os serviços de saúde para avaliação médica e início do tratamento com antiviral específico. O medicamento está disponível na rede pública de saúde. (Agência de Notícias do Paraná)

 


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