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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4653 | 02 de Setembro de 2019

FÓRUM DOS PRESIDENTES: Evento inicia na quinta-feira, em Curitiba

Tem início, na quinta-feira (05/09), no Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba, a programação do Fórum dos Presidentes das Cooperativas Paranaenses, que ocorrerá paralelamente ao 7º Fórum de Agricultura da América do Sul, uma iniciativa do jornal Gazeta do Povo apoiada pelo Sistema Ocepar. A entidade espera reunir 100 lideranças do setor no evento, que se estenderá até sexta-feira (06/09).

Tema - Nesta edição, o Fórum de Agricultura da América do Sul vai debater o tema “Da Produção ao Mercado – Global e Sustentável”. De acordo com os organizadores, a ideia é intensificar as discussões sobre as tendências transversais do agronegócio que impactam na produção e no consumo, como oferta e demanda, tecnologia e logística, sanidade, mercado e políticas comerciais. A pergunta a ser respondida é: como se manter eficiente e competitivo em um ambiente geopolítico cada vez mais globalizado e que passa por constantes e intensas transformações?

Especialistas - Para discutir o assunto, foram convidados especialistas de diversas entidades com atuação mundial. A conferência de abertura, por exemplo, será ministrada por Edwini Kessie, da Organização Mundial do Comércio (OMC). Durante o evento haverá ainda a participação de representantes do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), CME Group, Ministério da Agricultura, Secretaria de Estado da Agricultura do Paraná, Solar Cluster, Senai, John Deere, entre outros.

Solenidade - Além de acompanhar os debates do Fórum de Agricultura, os participantes do Fórum dos Presidentes participam, no segundo dia, da solenidade que será realizada com a presença do governador do Paraná, Ratinho Junior, e a diretoria da Ocepar, para apresentar os investimentos do setor cooperativista paranaense. Também serão anunciados os vencedores do 13º Prêmio Ocepar de Jornalismo. O evento encerra com a 2ª Feijoada Cooperativa, elaborada com produtos das cooperativas do Paraná.

Informações - Mais informações com Neuza ou Luana, pelos fones (41) 32001104 / 3200 1105 ou pelo e-mail secretaria@sistemaocepar.coop.br. As inscrições para o público cooperativista devem ser feitas pelo link https://bit.ly/2ZBlE18.

forum presidentes folder 30 08 2019

VISITA: Sistema Ocepar recebe grupo de conselheiros do Sicredi Paranapanema

 

Cerca de 40 cooperados que ocupam a função de coordenadores de núcleos do Sicredi Paranapanema, visitaram o Sistema Ocepar na tarde da última sexta-feira (30/08). O grupo, acompanhado do presidente da cooperativa Cláudio Marcos Orsini, de conselheiros e do diretor executivo, foi recebido pelo presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, pelo superintendente da Fecoopar, Nelson Costa, pelo coordenador de Comunicação, Samuel Zanello Milléo Filho, e pela analista de Desenvolvimento Cooperativo, Eliane Lourenço Goulart Festa. “Agradeço pela recepção calorosa”, destacou Orsini. 

 

Roteiro - A Sicredi Paranapanema atua no norte do Paraná e sul e sudoeste de São Paulo. Além do Sistema Ocepar, o grupo visitou a sede da Central Sicredi PR/SP/RJ e o Banco Central. Na casa do cooperativismo, ouviram sobre as três entidades que integram o Sistema Ocepar (Ocepar – Sindicato e Organização das Cooperativas do Paraná, Fecoopar – Federação das Cooperativas do Paraná, e Sescoop/PR – Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo). 

 

Cooperativismo - Segundo Carlos Onsini, o objetivo da visita ao Sistema Ocepar é fazer com que os coordenadores entendam mais o que é o cooperativismo, bem como sobre o papel que desempenham na sua cooperativa de crédito. “Não basta só conhecer o que é o sistema. O coordenador tem que ter o cooperativismo nas veias. Esperamos que ao visitar este prédio, que é tão carregado de história, nossos coordenadores voltem para casa ainda mais contagiados pelo cooperativismo, multiplicando a mensagem que receberam na nossa área de atuação”, explicou o presidente da cooperativa. 

 

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GETEC: Informe traz expectativa de mercado da semana e balanço mensal

getec destaque 02 09 2019A Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec) divulga, nesta segunda-feira (02/09), mais uma edição do Informe Expectativas de Mercado, com base nas informações do Boletim Focus, do Banco Central, levantadas com instituições financeiras sobre as projeções relativas à economia nacional, contemplando o Produto Interno Bruto (PIB), IPCA (Índice de Preços ao Consumidor), taxa Selic e câmbio para 2019, 2020 e 2021. Também foi elaborado o boletim referente ao balanço de agosto, com o histórico das projeções do mês.

Informações – Mais informações podem ser obtidas com Maiko Zanella (maiko.zanella@sistemaocepar.coop.br / 41 3200-1115) ou com Jessica Raymundi (jessica.costa@sistemaocepar.coop.br / 41 3200-1133).

Clique aqui para acessar na íntegra o Informe Expectativas de Mercado

Clique aqui para acessar na íntegra o balanço mensal

 

INFRAESTRUTURA: Acordo entre Governo do Estado e Latam abre 71 novos voos no Paraná

 

Um acordo assinado pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior e o Grupo Latam Airlines vai abrir 71 novos voos no Estado. A empresa destaca que haverá ampliação de 17% das operações Paraná, fazendo do Estado o quarto maior mercado da companhia no Brasil. O anúncio feito na sexta-feira (30/08), no Palácio Iguaçu, em Curitiba.

 

Novas opções - A Latam passa a ofertar novas opções de destino a partir do Paraná. Entre elas está o voo Maringá-São Paulo (Guarulhos), antiga demanda da região Noroeste do Estado. O voo terá acesso direto via Guarulhos a outros 13 destinos da companhia no Brasil e a 14 no exterior. A companhia também amplia as operações com a criação dos voos diretos Curitiba-Rio de Janeiro (Santos Dumont) e Curitiba-Porto Alegre, além do aumento de frequências dos voos de Foz do Iguaçu para Brasília, São Paulo (Guarulhos) e Rio de Janeiro (Galeão).

 

Malha área ampla e moderna - “Estamos trabalhando para que o Paraná tenha uma malha aérea ampla e moderna, que atenda às demandas de quem quer visitar e investir no nosso Estado. Esta parceria com uma companhia tão importante como a Latam, que acreditou no potencial do Paraná, certamente contribuirá com os nossos objetivos de desenvolvimento de todas as regiões do Estado”, afirmou o governador.

 

Ativo - Ratinho Junior ressaltou também a importância da decisão da companhia de ampliar a oferta de voos internacionais. “É mais um ativo que o Estado ganha para a atração de investimentos e turistas”, disse o governador. Ele destacou que a iniciativa se soma ao programa Voe Paraná, criado pelo Governo do Estado para ofertar voos regulares ligando 12 cidades do interior do Estado à capital.

 

Internacional - No mercado internacional, além do aumento de frequências do voo entre Foz do Iguaçu e Lima (Peru), a Latam vai oferecer a rota Curitiba-Assunção (Paraguai), em codeshare com a companhia aérea Paranair, e está avaliando abrir em 2020 a rota Curitiba-Santiago (Chile).

 

Rotas sustentáveis - “Investimos em rotas sustentáveis, encurtando distâncias e permitindo que mais pessoas possam viajar com a companhia aérea mais pontual do Brasil. O passageiro de Maringá, por exemplo, agora vai acessar o nosso hub de Guarulhos de forma estratégica, e estará diretamente conectado a mais 13 destinos da Latam no Brasil e a outros 14 que operamos no exterior”, afirma Jerome Cadier, CEO da Latam Brasil. “É uma grande aposta no Paraná e na aviação paranaense”, completa Bruno Alessio, diretor de Planejamento Tributário da companhia.

 

Maringá - O prefeito de Maringá, Ulisses Maia, destacou que a volta de uma ligação aérea com São Paulo era um pedido antigo da cidade, desde que a antiga companhia Tam cortou os voos diários, há 11 anos.

 

Desenvolvimento regional - “Isso ajuda demais o desenvolvimento não só de Maringá, mas de toda a região”, diz. Maia explica que a prefeitura está investimento R$ 90 milhões na reformulação do aeroporto da cidade, com a ampliação da pista, que passa a ter 220 metros, e a modernização do terminal de embarque.

 

Turismo - Secretário da Infraestrutura e Logística, Sandro Alex ressalta que as novas rotas significam uma contribuição importante para a ampliação do turismo no Estado, uma das grandes apostas do Governador Ratinho Junior. “Devemos fechar 2019 com 500 mil pessoas a mais voando pelo Paraná, movimentando significativamente o turismo e a economia”, afirma. “O turismo depende desse ir e vir, e agora o turista encontra mais facilidade para chegar ao Paraná”, acrescenta Márcio Nunes, secretário do Desenvolvimento Sustentável e Turismo.

 

Presenças - Participaram da audiência de formalização do acordo entre o Estado e a Latam o vice-governador Darci Piana; os secretários Guto Silva (Casa Civil), João Carlos Ortega (Desenvolvimento Urbano), Rômulo Marinho (Segurança Pública) e Valdemar Jorge (Planejamento e Projetos Estruturantes); o presidente da Agência de Desenvolvimento do Paraná, Eduardo Bekin; o presidente da Paraná Turismo, Jacob Mehl; os prefeitos Marli Paulino (Pinhais) e Junior da Femac (Apucarana); o deputado estadual Soldado Fruet; o superintendente do Aeroporto Afonso Pena, Antônio Pallú; o presidente da Associação Comercial do Paraná, Gláucio Geara; e o presidente da Ocepar, José Roberto Ricken. 

 

Voe Paraná abre rotas entre Curitiba e 12 cidades do Interior - O pacote aéreo regional lançado pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior em agosto vai atender 12 cidades paranaenses, de todas as regiões do Estado. Neste primeiro momento, os municípios beneficiados são Paranaguá, Arapongas, Apucarana, Guarapuava, Campo Mourão, Francisco Beltrão, Paranavaí, Cianorte, Telêmaco Borba, Cornélio Procópio, União da Vitória e Guaíra. (Agência de Notícias do Paraná)

 

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VIDEOCONFERÊNCIA: Fecoopar participa de debate sobre saúde do trabalhador rural

 

O gerente da Federação e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Fecoopar), Anderson Lechechen, participou, na sexta-feira (30/08), de uma videoconferência com enfoque para a atividade rural, promovida pela Secretaria de Estado da Saúde e o Centro Estadual de Saúde do Trabalhador (Cest), em Curitiba. O encontro, que envolveu as Regionais de Saúde, foi aberto pelo secretário estadual da Saúde, Beto Preto, que destacou a importância da discussão, especialmente pela vocação e a relevância do Paraná no setor agrícola.

 

Cuidados - "Como médico do trabalho, sei a importância de incentivarmos os cuidados da saúde dos trabalhadores do campo”, disse ele. “Vamos reforçar este assunto, inclusive com a participação dos municípios, com enfoque na atenção primária, até mesmo neste momento de construção do nosso Planejamento Regional Integrado", afirmou. A videoconferência tratou de medidas de prevenção e proteção aos trabalhadores de silos e armazéns-gerais, evitando, por exemplo, explosões e incêndios em secadores de cereais e acidentes com máquinas e equipamentos agrícolas.

 

Registros - No Estado, foram registrados 4.835 acidentes de trabalho graves no meio rural dos últimos 12 anos. Foram 302 óbitos no período, sendo 24 deles em silos. A vigilância constante destes processos, tem como objetivos a orientação e sensibilização de gestores e trabalhadores nas melhores práticas, com o intuito de mitigar os riscos de acidentes.

 

Integração de ações - A diretora de Atenção e Vigilância em Saúde, Maria Goretti David Lopes, disse que a Secretaria da Saúde quer integrar as ações de saúde. "Queremos repassar esses conhecimentos para todas as equipes das regionais para que trabalhem com os municípios nestas diretrizes e possam integrar e olhar o usuário que chega à nossa unidade como um trabalhador”, disse Maria Goretti.

 

Referência - O Cest é um centro de referência para o desenvolvimento da política de saúde do trabalhador do Paraná e tem por objetivo organizar a atenção integral à saúde do trabalhador no âmbito do SUS no Estado, com ações na atenção básica, média e alta complexidade e de vigilância à saúde, apoiando e incentivando os municípios para o desenvolvimento destas ações, com garantia de participação do controle social em todas as etapas. (Com informações da Agência de Notícias do Paraná)

 

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COMPLIANCE: Treinamento é realizado aos dirigentes e colaboradores da Unimed Cascavel

 

compliance 02 09 2019A cooperativa Unimed Cascavel sempre prezou e preza por uma gestão pautada na ética, na integridade e na transparência, e é com esse objetivo que está implantando o Programa de Compliance, com apoio do Sistema Ocepar, por meio do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR). Para seus dirigentes, a transparência e a clareza são elementos fundamentais para o bom desenvolvimento das atividades e sustentabilidade da operadora. 

 

Manuais e códigos - Com a implantação do Programa de Compliance os manuais e códigos serão reformulados para a atualização e para também atender as exigências da Lei nº 12.846/2013 – Lei anticorrupção, Decreto 8420/2015 e RN 443/2019, a qual prevê a redução dos fatores de capitais as operadoras  que comprovarem a adoção de práticas mínimas de Governança e Compliance, com ênfase em controles internos e gestão de riscos, para fins de determinação da margem de solvência.

 

Treinamento - Durante dois dias, diretores, conselheiros e colaboradores, participaram do treinamento da etapa de nivelamento em Compliance, com foco no conhecimento de dois temas principais: o de Governança Corporativa, com a apresentação do doutor em Administração, Eduardo Damião e o de Compliance, ministrado pela doutora em direito, Márcia Carla Ribeiro.

 

Governança - A governança é um modelo de gestão que todas as organizações deveriam utilizar para garantir a sua existência no mercado. “A governança tem um papel primordial de garantir que a cooperativa possa ser sustentável, ganhar perenidade. É um sistema formado por diversos mecanismos com a função de fazer com que a organização possa funcionar bem, cumprir o seu papel na sociedade, gerar valor com sustentabilidade”, explica o doutor em Administração, Eduardo Simão. 

 

Resultados - De acordo com Eduardo Simão, os sistemas de controles internos garantem que os resultados sejam alcançados, possibilitando que a gestão possa interferir para que o resultado realmente aconteça, enquanto é possível redirecionar, caso necessário. A gestão de riscos é um aspecto fundamental é um alinhamento entre a gestão, que são os administradores e os responsáveis pela governança. Já os diretores e os conselheiros, são os que representam os cooperados. É uma maneira de garantir que os riscos não impeçam os resultados finais da cooperativa.

 

Sistema - A Governança Corporativa é o sistema pelo qual as organizações são dirigidas e monitoras, duas bases fundamentais norteiam as relações entre os principais (cooperados) e os agentes (administradores). A governança corporativa visa assegurar que os interesses dos administradores estejam alinhados aos interesses dos cooperados, assegurando que os processos e as estratégias sejam corretamente seguidos e promovendo uma cultura de prestação de contas na organização.

 

Stakeholders - A prática do Compliance visa monitorar e assegurar que todos os stakeholders da cooperativa cumpram com as boas práticas de conduta e ética, seguindo assim as orientações do Código de Conduta, das Políticas e procedimentos internos preestabelecidos, bem como as legislações vigentes. Os principais benefícios em adotar o Compliance são: mitigar riscos operacionais, financeiros e jurídicos, fortalecer da imagem da marca, aumentar a retenção e atração de talentos, vantagens competitivas e ganhos na produtividade, além disso, é nosso dever estar em conformidade com atos, normas e leis.

 

Contribuição - De acordo com a doutora em direito, Márcia Carla Pereira Ribeiro, “o Compliance contribui para o próprio ambiente empresarial, na busca pela ética, colabora na busca por melhores resultados para todos, através do desenvolvimento individual. Essas atitudes fortalecem o processo. Se quisermos um ambiente melhor, com melhores práticas de Compliance todos devem estar inseridos. Todos devem ter a noção dos riscos que sofrem quanto a si mesmo, e dos riscos que trazem para a cooperativa. Além de observar qual é o tipo de conduta que fará com que todos tenham resultados e ambientes melhores”.

 

Objetivo - O objetivo do Programa de Compliance é atuar de acordo com os valores éticos, legislações e normas vigentes, algo que vai nos levar ao aperfeiçoamento e ao aprimoramento do modelo de gestão corporativa. Para o coordenador da Controladoria da Unimed Cascavel, Claudionei Cezario, o Compliance é o primeiro passo para que a cooperativa seja reconhecida como uma empresa que cumpre seu papel na sociedade com segurança, ética e sustentabilidade, um programa escrito trará a visão que empresa cumpre as normas e legislações vigentes. “Parte importante do programa será a implantação da Gestão de Riscos e dos Controles Internos mais estruturados para garantir os requisitos da governança corporativa trazida pela RN-443, que fará que a cooperativa tenha impacto direto nas garantias da Margem de Solvência exigida para operadoras de plano de assistência à saúde”, explica Claudionei Cezario.

 

Caminho - Para o diretor-presidente da cooperativa, Danilo Galletto, implantar um Programa de Compliance é um caminho sem volta. “A Unimed Cascavel sempre procura melhorar, evoluir e inovar. Mantermo-nos no mercado, como uma cooperativa séria é o nosso DNA. Estamos sempre em busca da melhoria continua. Somos uma cooperativa segura, que cumpre as normas, evita desperdício e é contra qualquer prática de corrupção. O compliance é necessário para qualquer organização que está no mercado, ter boas práticas pautadas na ética, na honestidade e na transparência. É o que buscamos desde a fundação da Unimed Cascavel realizar uma gestão baseada na transparência”, finaliza Danilo Galletto. (Imprensa Unimed Cascavel)

UNIMED CASCAVEL: Jeito de Cuidar Unimed na 2ª Hackathon

 

unimed cascavel 02 09 2019O Jeito de Cuidar Unimed foi criado com o propósito de cuidar das pessoas, de corpo e alma. E ele também esteve presente durante a 2ª Hackathon, no início do mês de agosto, em Cascavel, Oeste do Paraná. O objetivo de atuações como essa é para inspirar e fortalecer o Cuidado. O programa segue o princípio de integrar os quatro diferenciais – Vocação, Pessoas, Espírito Cooperativista e Cuidar – e a responsabilidade da Unimed, que é manter esse comprometimento, em tudo que é realizado pela cooperativa.

 

Homenagem da família - Durante a 2ª edição da Hackathon, os organizadores preparam para os participantes uma homenagem da família, com vídeos de apoio e incentivo. Todos se surpreenderam. Se emocionaram. Choraram. Viveram dias intensos, cansaram e quando menos esperavam àqueles que torcem por eles, de maneira incondicional, enviaram um recado.

 

Felicidade - A felicidade com a surpresa foi enorme. “O maior sentimento que tive, dentre muitos, foi ver o apoio que tenho da minha família, que comecei a formar. Além disso, percebi ainda, que Unimed Cascavel não vende planos de saúde, vende cuidado. Fiquei super feliz pela surpresa, pelo empenho em fazerem de um simples evento, algo marcante na vida dos participantes. Gratidão a todos que fizeram parte dessa homenagem,” comentou Rafael Zenati, publicitário.

 

Inspirador - O “hackatoneiro”, Fabiano Neumann, destacou que o evento foi extremamente inspirador, do início ao fim. “Com as mensagens recebidas dos familiares, com mentores altamente gabaritados, com as dicas que fizeram total diferença. Participar da 2ª Hackathon foi importante, pois vamos utilizar o conhecimento adquirido, não apenas na solução dos desafios apresentados, mas para o desenvolvimento de novos negócios, de massa crítica para desenvolver soluções inovadoras para problemas reais. A presença constante dos técnicos para explicar quais eram as dores, comprovam a preocupação da Unimed com a qualidade dos serviços prestados aos beneficiários, com a sociedade, e evidencia o Jeito de Cuidar das pessoas,” explica. (Imprensa Unimed Cascavel)

COPAGRIL: Cooperativa participa da maior feira de avicultura e suinocultura do Brasil

 

A maior feira de avicultura e suinocultura do Brasil foi realizada na semana passada, entre 27 e 29 de agosto, em São Paulo. O Salão Internacional de Avicultura e Suinocultura (Siavs) reuniu mais de 15 mil empresários, produtores e demais profissionais da cadeia produtiva para a convergência em ações e negócios que fortaleçam a imagem e a competitividade dos setores. 

 

Expositores - Mais de 170 expositores apresentaram no evento novidades, tecnologias e produtos para toda a cadeia de proteína animal, dentre eles a Cooperativa Agroindustrial Copagril, que preparou um espaço onde diretoria, superintendes e colaboradores receberam clientes e parceiros nacionais e internacionais, apresentando a linha de produtos e explanando sobre as atividades da cooperativa.

 

Representantes - Entre os representantes da Copagril, estiveram o diretor-presidente, Ricardo Sílvio Chapla, o diretor-secretário, Márcio Buss e os superintendentes José Aparecido de Lima (Operações) e Enoir José Primon (Agropecuária).

 

Satisfação - Segundo Márcio Buss, expor no evento é um motivo de orgulho para a Copagril. “É motivo de satisfação estar na feira. Este é um belo evento com muitas palestras, muita tecnologia e muitos expositores. No dia a dia as coisas evoluem e precisamos acompanhar, evoluir junto”, comentou o diretor-secretário.

 

Siavs - O evento promovido pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) foi 30% maior em 2019 do que no ano anterior. Conforme avaliação dos participantes e organizadores, o SIAVS está evoluindo para figurar entre os principais encontros do setor a nível mundial. A participação do público surpreendeu em termo de organização e participação, considerado um dos melhores e mais visitados. 

 

Debates e palestras - Além da exposição e oportunidades de negócios, a programação também incluiu debates e palestras envolvendo representantes de vários setores da cadeia de proteína animal do Brasil e exterior. Explanações técnico-científicas e conjunturas políticas que envolvem os segmentos de produção, industrialização e comercialização na avicultura e suinocultura. Entre alguns dos assuntos estiveram políticas internacionais, controle sanitário, sustentabilidade, inovação e tendências alimentares.

 

Evolução - O diretor-secretário da Copagril, destacou a evolução do evento. “Fiquei impressionado com o público, o evento evolui bastante. Hoje encontramos muitos parceiros comerciais, empresas expondo, palestrantes e pessoas envolvidas com o agronegócio, muita gente da pesquisa. Podemos dizer que este é um evento completo”, salientou Buss. 

 

Novidades - Segundo o diretor-secretário da Copagril, o evento trouxe novidades de todo o mundo. “Há pouco tempo houve um evento similar em Atlanta (EUA) e o que encontramos lá, também está aqui. O Brasil, neste aspecto, está evoluindo bastante e tem muita evolução pela frente”, pontuou Márcio Buss.

 

Força - O presidente da ABPA, Francisco Turra, confirmou que o setor tem força, preparação e muita disposição. Ele destacou as ações de evolução nos processos técnicos, como o sistema de gerenciamento e controle das operações de trânsito, onde a emissão do certificado chegava a levar até 109 horas e agora dura apenas 15 minutos. “Uma série de ações têm sido promovidas pelo Ministério da Agricultura nos processos de inspeção internacional. Implementadas no Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro), em todos os estados, as iniciativas estão simplificando e modernizando os procedimentos, trazendo enormes ganhos em termos de redução de tempo e desburocratização”, revela.

 

Velocidade - “Retirando as barreiras que estão em nosso percurso, é possível correr na mesma velocidade que nossos competidores e ir muito mais longe. Na linha de chegada, encontraremos um Brasil mais forte, que cresce e gera desenvolvimento”, completa o Turra.

 

Confiança - O diretor-secretário da Copagril, Márcio Buss, destacou a confiança do setor para evoluir cada vez mais. “A avicultura está bastante organizada, conseguimos conquistar espaço. Com certeza o cenário mudou, o Brasil cresce e temos um diferencial que é o celeiro de produção de grãos para produzir rações e agregar valor na cadeia”, finalizou Márcio Buss. (Imprensa Copagril)

 

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COCARI: Cooperativa recebe Troféu Onda Verde pelo Projeto Olho D´Água

Na tarde de sexta-feira (30/08), a Cocari teve a honra de receber, pelo Projeto Olho D’Água, o tradicional Troféu Onda Verde – Prêmio Expressão de Ecologia, que foi criado pela Editora Expressão, em 1993, um ano após a Conferência Mundial do Meio Ambiente no Rio de Janeiro, quando o mundo assumiu os impactos ambientais que a atividade humana gerou no planeta. Desde então, o prêmio visa à divulgação e incentivo de ações ambientais promovidas por empresas do Sul do país.

Cerimônia - O evento de premiação foi realizado na Sede da FIESC, em Florianópolis-SC e premiou as seguintes instituições: Associação de Preservação e Ecoturismo Rota das Cachoeiras, Celulose Irani, Ciser, Cocari, Consórcio Iberê, Copati, Ecopet, Epagri, Grendene, Klabin, Leão Alimentos e Bebidas, Mater Natura, Metalúrgica Golden Art's, Refeições Naturas, Prefeitura de Curitiba / Instituto Municipal de Administração Pública, Prefeitura de Guarapuava, Prefeitura de Içara, Prosul, RGE Sul, SEMA Paraná, UNESPAR e Whirlpool.

Conquista - O gerente ambiental e avícola da Cocari e representante da cooperativa na entrega do troféu, Thiago Toshio Ricci, destacou a importância da conquista. “Este prêmio vem para confirmar que a Cocari está no caminho certo, aumentando a qualidade de vida das pessoas beneficiadas pelo projeto de forma ambientalmente sustentável”, afirmou.

Histórico - A Cocari já foi destaque no prêmio em outras duas ocasiões. Em 2013, recebeu a premiação pelo Projeto Cultivando Cidadania, que contrata alunos da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) para a produção de mudas de essências nativas, que são destinadas à reserva legal e mata ciliar das propriedades dos cooperados. Em 2016, conquistou o troféu com o Projeto Meio Ambiente – Eu Cuido!, que consiste no plantio de mudas de essências nativas por crianças da rede municipal de Jandaia do Sul-PR, que visa promover a conscientização de crianças no cuidado com os recursos naturais. O projeto também prevê visitas ao bosque plantado durante cinco anos, sendo que durante as visitas, as crianças podem observar o desenvolvimento das árvores dando valor à vida e ao meio ambiente, resgatando, naturalmente, o convívio com o meio rural.

Projeto Olho D’Água - O Projeto Olho D’Água tem como objetivo o aumento da vazão; proteção da fauna e flora local; água livre de contaminação para uso nas atividades domésticas e agrícolas. Desde 2009, junto à Nortox, o projeto restaura nascentes em propriedades de cooperados. Até o momento, são 851 minas restauradas. A iniciativa teve enorme aceitação no Paraná e chamou a atenção de produtores de Goiás, sendo expandido para a região de atuação da Cocari naquele estado.

Apoio - O projeto conta com o apoio da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sema), Emater e Instituto Ambiental do Paraná (IAP); e, em Goiás, tem o apoio da Secima – Secretaria de Meio Ambiente, Recursos Hídricos, Infraestrutura, Cidades e Assuntos Metropolitanos.

Sustentabilidade  - A Cocari segue buscando soluções que sejam sustentáveis e viáveis para a sociedade e para o meio ambiente, reiterando seu interesse pelas comunidades das áreas onde atua. Por isso, a cooperativa comemora, com satisfação, o reconhecimento de suas ações por meio do Troféu Onda Verde na 26ª edição do Prêmio Expressão. (Imprensa Cocari)

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SICREDI PARANAPANEMA: Convenção reúne colaboradores para o desenvolvimento de estratégias

 

sicredi paranapanema convencao 02 09 2019No dia 17 de agosto, a Sicredi Paranapanema PR/SP realizou a convenção de inverno 2019. Com a participação de mais de 250 colaboradores, dirigentes e conselheiros, o evento contou com uma palestra diferente e dinâmica, ministrada pelo professor Luciano Salamacha, ao qual abordou força de vontade, conhecimento, disciplina, resiliência e planejamento, com base na metodologia “Stakehand”, criada por ele mesmo e escrita no livro de sua autoria “Stakehand – 5 passos simples para solucionar qualquer situação no seu dia a dia”.  

 

Tema - Com o tema “Você Protagonista”, a convenção destacou o importante papel de cada colaborador no planejamento estratégico denominado “Ciclo 19/22”. O presidente da cooperativa,  Cláudio Orsini, dirigiu a convenção junto aos diretores, Volmir Caraciolo, Luis Cesar Beloto e Gabriela Pardim, que apresentaram alinhamentos, direcionamentos e objetivos para os anos de 2019 a 2022, buscando sempre trabalhar com propósito, afim de acelerar negócios e resultados com sustentabilidade e preservando para uma excelente experiência dos associados.

 

Contextualização e alinhamento - Para Orsini, este momento que ocorre duas vezes ao ano é importantíssimo para contextualizar os colaboradores e alinhar as diretrizes para o crescimento contínuo da cooperativa. “O momento pôde proporcionar conhecimento e estímulo para que tenhamos o envolvimento de todo nosso time, somando forças e iniciativas para o desenvolvimento de todo o planejamento prescrito e o atingimento dos objetivos propostos. É essa construção conjunta que fará com que alcancemos grandes resultados para nossa cooperativa, associados e toda comunidade”, destacou.

 

Apresentações artísticas - O evento também contou com apresentações artísticas da companhia “Espaço Sou Arte”, encantando a todos os presentes e, ainda foi marcado com o reconhecimento e homenagem aos colaboradores que há anos contribuem para a história da cooperativa, além de premiação para agência destaque no primeiro trimestre do ano de 2019. 

 

Sobre o Sicredi- O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.700 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

SICREDI INTEGRAÇÃO: Cooperativa incentiva a troca de experiências para desenvolvimento das associadas

 

sicredi integracao 02 09 2019Possibilitar a troca de conhecimento, esse é um dos objetivos do Programa de Desenvolvimento com Associados (PDA) realizado pela Sicredi Integração PR/SC. Neste ano, o projeto, que encerrou o ciclo na última semana, teve como foco a participação das mulheres na cooperativa.

Nos últimos quatro meses, 35 associadas das 15 agências da cooperativa se encontraram dois dias por mês para trocar experiências. O PDA foi realizado na Central Sicredi PR/SP/RJ, em Curitiba e tem parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Paraná (Sescoop/PR) e a Universidade Positivo.

 

Temas - Nos encontros, foram abordados temas relacionados ao mercado e à atuação profissional, para que as participantes possam rever suas práticas aplicadas nas mais variadas áreas de atuação, além de estimular o networking. O programa foi dividido nos módulos de Gestão Estratégica e Mercado; Gestão de Pessoas; Marketing e Negociação; e Gestão Financeira.

 

Incentivo - “Com o programa queremos incentivar ainda mais a liderança feminina na Sicredi Integração PR/SC, pois acreditamos que, quanto mais elas conhecerem o nosso modelo de negócio cooperativo, mais conseguirão atuar e apoiar na perenidade do nosso negócio, assim como beneficiar a comunidade”, afirma o presidente da Sicredi Integração PR/SC, Luiz Roberto Baggio.

 

Sociedade mais unida - O objetivo do PDA é possibilitar uma sociedade mais unida, consciente e participativa, com equidade social e de gênero. A partir disso, é possível colher ideias e percepções para melhoria da qualidade de vida dos associados e das comunidades. “É importante que as associadas se tornem mais atuantes no modelo de negócio cooperativo, bem como representantes da sua cooperativa nas comunidades onde atuam”, diz Baggio.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi Integração PR/SC)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

CRESOL: Expobel 2020 é lançada na sede nacional da cooperativa

 

A sede nacional da Cresol, em Francisco Beltrão (PR), foi palco, na noite de quinta-feira (29/08), do lançamento da 29ª Expobel. Mais de 300 empresários beltronenses e autoridades acompanharam o lançamento da feira que fomenta o desenvolvimento econômico, impulsiona novos negócios, amplia as redes interpessoais e estimula inovação em diversas áreas profissionais.

 

Patrocinadora - Nesta edição, a Cresol, uma das principais cooperativas de crédito do país, é a patrocinadora exclusive do evento. A Expobel tem uma grande importância para a região sudoeste e é considerada a terceira maior feira do estado do Paraná.

 

Presenças - Participaram do evento o presidente da Cresol Baser, Alzimiro Thomé, o superintendente da Cresol, Adriano Michelon, além de autoridades como o prefeito municipal, Cleber Fontana, os deputados estaduais Wilmar Reichembach e Nelson Luersen, o presidente da Associação Comercial (Acefb), Tarsízio Bonetti, o presidente da Sociedade Rural, Alberi Agnoletto, e demais autoridades locais.

 

Abertura - O presidente da Cresol, Alzimiro Thomé, fez a abertura do evento dando boas-vindas aos mais de 300 empresários que estiveram presentes. “Estamos muito felizes por recebermos cada uma de vocês na sede da Cresol e por podermos fazer esse lançamento aqui. A Cresol faz parte da Expobel há muito tempo e dessa vez participamos com uma responsabilidade ainda maior, sendo patrocinadora exclusive dessa tão importante feira para o sudoeste do Paraná”, destacou Thomé.

 

Importância - Adriano Michelon, superintendente da Cresol, também valorizou a importância que a feira tem para Francisco Beltrão e região. “São mais de 50 anos de uma história que a cada edição ganha mais destaque. A Cresol sente-se honrada em apoiar esses eventos, pois acredita que a região se fortalece com desenvolvimento e inovação, e tudo isso ficará disponível para a comunidade”, disse o diretor que também destacou as comemorações para o próximo ano. “Em 2020 também comemoramos os 25 anos da Cresol, uma história que nasceu aqui no berço do cooperativismo e a Expobel também faz parte de tudo isso”, valorizou Adriano.

 

Maior - A 29ª Expobel, que ocorre de 7 a 15 de março de 2020, promete ter sua maior edição, tanto em atrações, como em público visitante. (Imprensa Cresol)

 

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SICOOB INTEGRADO: Atletas apoiados pela cooperativa conquistam medalhas no maior campeonato de taekwondo do país

 

sicoob integrado 02 09 2019Entre os dias 14 a 18 de agosto, foi realizado no Rio de Janeiro o Supercampeonato Brasileiro de Taekwondo. Três atletas da Associação São João de Taekwondo, que são apoiados pelo Sicoob Integrado, disputaram medalhas na competição.

 

Desempenho - Nos combates que ocorreram no dia 15, a equipe da cidade de São João (PR) teve um ótimo desempenho e conquistou duas medalhas. O atleta Mauro Cella Schuastz Junior sagrou-se campeão brasileiro na categoria cadete (até 53 kg). Já a atleta Bianca Oliveira conquistou o bronze na categoria infantil (até 42 kg).

 

Apoio fundamental - Segundo o pai do atleta campeão, Mauro Cella Schuastz, o apoio do Sicoob foi fundamental para chegar ao pódio. “Acredito ser de grande valia a ajuda da cooperativa, porque além de colaborar com os uniformes, o Sicoob acredita e investe no esporte, algo que considero muito importante”, afirma.

 

Agradecimento - A avó de Bianca, Roseli Kummer de Oliveira, agradeceu ao Sicoob pela ajuda. “Estamos muito felizes pela cooperativa apoiar o esporte local. Eu, como cooperada, me sinto orgulhosa em fazer parte”, ressalta. (Imprensa Sicoob Unicoob)

UNIPRIME NORTE DO PR: Colaboradores conquistam certificação de especialista em investimentos

 

uniprime norte pr 02 09 2019Estimular e reconhecer os colaboradores que crescem pessoal e profissionalmente é uma atividade gratificante para a Uniprime. Por isso, não faltam motivos para comemorar a mais recente conquista de Mariane Rodrigues da Silva, gerente de Negócios em Marília (SP), Tiago Henrique Cheira, analista de Risco do Suporte Uniprime em Londrina (PR) e Geovane Barbosa, caixa executivo também em Marília.   

 

Especialistas em Investimentos - Os profissionais foram aprovados nos testes que concedem o CEA: Certificação de Especialista em Investimentos Anbima, nomeando-os como especialistas em investimentos. ANBIMA é a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais, e essa certificação é a mais avançada do varejo de produtos financeiros. 

 

Relacionamento - Para Mariane, a certificação vai contribuir com o relacionamento diário com os cooperados. "Agora com mais conhecimento, diferentes cenários de investimentos podem ser apresentados ao cooperado auxiliando-o em sua tomada de decisão, como também sanando dúvidas em diversos produtos ofertados no mercado", explica a Gerente de Negócios.

 

Motivo de orgulho - "Essa conquista é um motivo de muito orgulho. Foram exatos 3 meses de estudo, em média 2 horas por dia, sempre com muito foco e dedicação", conta Tiago. Tanto esforço também é motivo de gratidão. "Agradeço à Uniprime pela oportunidade, que sempre colabora com a formação e o crescimento profissional dos colaboradores", afirma ele.

 

Dica - Para quem pretende realizar o curso, Geovane dá a dica: "A certificação CEA é concedida através de uma prova composta por 70 questões. O candidato necessita atingir no mínimo 70% de acertos. Os módulos que compõem a prova são: Sistema Financeiro Nacional e Participantes do Mercado; Princípios Básicos de Economia e Finanças; Instrumentos de Renda Fixa, Renda Variável e Derivativos; Fundos de Investimentos; Produtos de Previdência Complementar; Gestão de Carteiras e Riscos; Planejamento de Investimento", conclui o caixa. (Imprensa Uniprime Norte do Paraná)

RAMO CRÉDITO: Confebras realizará 2º Fórum Integrativo

 

ramo credito 02 09 2019Líderes do cooperativismo de crédito terão uma excelente oportunidade de atualização e networking em outubro próximo. A segunda edição do Fórum Integrativo Confebras promete trazer alguns dos maiores expoentes em economia, legislação e governança do País para Brasília. Sob o tema “#Cooperativismo de Crédito: +Intercooperação, +Cidadania, +Negócios”, o evento deverá reunir cerca de 400 participantes entre os dias 10 e 11 de outubro, no Centro de Convenções Parque Cidade Corporate, na capital federal.

 

Nomes confirmados - Para os dois dias da programação, já estão confirmados nomes como o economista e apresentador Ricardo Amorim, que falará no primeiro dia sobre “O atual cenário econômico brasileiro: desafios e perspectivas”. Um painel exclusivo com o Banco Central do Brasil tratará inicialmente sobre “Os Pilares do Cooperativismo de Crédito na Agenda BC#”.

 

Presenças - Também estão confirmadas as presenças de Ênio Meinen, diretor de Operações do Bancoob e autor de obras consagradas no setor, além da especialista em liderança das mulheres, Maria Alice Mendes, diretora da Korn Ferry, que tratará da importância do papel da mulher como dirigente das organizações, no Painel Sucessão de Administradores.

 

Tecnologia e o poder feminino - “Os impactos da inovação das tecnologias emergentes na governança cooperativista” será o tema da palestra especial com Meiry Kamia, psicóloga e consultora organizacional. Já um apanhado sobre a Lei Geral de Proteção de Dados – (LGPD) e seus efeitos nas Cooperativas de Crédito serão tratados por Márcio Cost, mestre em Direito pela Fadisp, especialista em CyberLaw pela Harvard Law School – EUA, com extensão universitária em Direito da Tecnologia da Informação, pela FGV-EPGE. Haverá um espaço para reflexão com a palestra de Beia Carvalho, publicitária e presidente da 5 Years From Now, que promete envolver a plateia ao tratar sobre “Desafios e oportunidades da intercooperação para o fortalecimento dos negócios”.

 

Mobilização - “Esperamos mobilizar os líderes de todo o País, especialmente os dirigentes das cooperativas Independentes e de Capital e Empréstimo, para este evento de negócios e inovação. Será uma grande oportunidade para as cooperativas avançarem em seus propósitos de intercooperação e troca de conhecimento referentes à competitividade dos produtos e serviços direcionados ao cooperativismo financeiro”, resume o presidente da Confebras, Kedson Macedo.

 

Condições especiais - Para esta edição os dirigentes e colaboradores das cooperativas singulares de Capital e Empréstimo, e, independentes terão condições financeiras especiais para participar. Confira! Não deixe para a última hora. As vagas são limitadas!

 

Programação e informações - Confira a programação completa em: http://www.confebras.coop.br/fic/. Mais informações: (61) 3323-2335 | confebras@confebras.coop.br. (Informe OCB)

FORMAÇÃO: Manejo no cultivo de grãos na capacitação Embrapa e Sistema OCB

 

A busca pelos melhores resultados na produção de grãos foi tema do 5º módulo da capacitação na cadeia produtiva de cereais de inverno 2019, na parceria Embrapa e Sistema OCB. As atividades reuniram 40 profissionais de cooperativas na Embrapa Trigo (Passo Fundo, RS), nos dias 27, 28 e 29 de agosto.

 

Rendimento e rentabilidade - De acordo com o pesquisador da Embrapa Trigo, João Leonardo Pires, o produtor consagrado campeão de rendimento nem sempre é campeão em rentabilidade, ou seja, o investimento em insumos nem sempre garante retorno na renda final obtida com a lavoura. Segundo ele, trocar a visão de agricultura de produtos por agricultura de sistemas é o desafio do setor produtivo: “Não basta avaliar produtos e tecnologias de forma isolada, mas inseridas num planejamento sistemático para a produção de grãos, que considere o fator social, econômico e ambiental a longo prazo”, avalia o pesquisador destacando que o caminho é ampliar ainda mais os experimentos regionais, na cooperativa ou na propriedade rural, para auxiliar em escolhas corretas na identificação da melhor tecnologia para àquela realidade.

 

Proposta - Resgatar a rentabilidade do produtor é a proposta da Cotriel. Rafael Klein, do departamento técnico da cooperativa, com sede em Espumoso, RS, destacou que a capacitação vai ajudar na racionalização dos insumos junto aos cooperados buscando a maior eficiência na produção de grãos, tanto na produtividade quanto no equilíbrio financeiro dos cooperados. “Ficamos preocupados em ajustar milimétricamente a deposição das sementes na lavoura e deixamos a erosão tomar conta da área. É preciso olhar todo o cenário ao invés de trabalhar fatores isolados. Esse é o principal aprendizado neste curso Embrapa-OCB”, declara Klein.

 

Participantes - Participam da capacitação Embrapa e Sistema OCB na cadeia produtiva de cereais de inverno 2019 profissionais dos departamentos técnicos das cooperativas Cooperante, Cocamar, Coamo, Camnpal, Cotriel, Coopatrigo, Coasa, Cotapel, Cotripal, Coagril, Cotribá, Coopermil, Cotrisal, Cotricampo, Cotrijal, CCGL e Auriverde, além da Fecoagro/SC e do Senar/RS. O módulo sobre implantação e manejo de cultivos anuais produtores de grãos contou com orientações de pesquisadores da Embrapa Trigo, UFSM, CCGL e UPF. (Assessoria de Comunicação da Embrapa Trigo)

 

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CMN: Pescadores e aquicultores não precisam apresentar registro para acessar crédito

O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou uma medida que retira a necessidade de pescadores e aquicultores apresentarem o Registro Geral da Atividade Pesqueira (RGP) para acessarem crédito. A decisão do Conselho de ajustar as normas de financiamentos para a pesca e aquicultura ocorreu na quinta-feira (29/08).

Ajuste - Segundo o Conselho, o ajuste foi feito para dirimir dúvidas e destravar as operações de financiamento para o setor pesqueiro. O RGP é um documento exigido para controle de embarcações utilizadas em pesca extrativa, mas não é necessário nos casos de investimentos.

Pronaf - O CMN também ajustou as normas aplicadas nas operações do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). O objetivo é garantir melhor aproveitamento do montante de recursos disponíveis para investimentos em maquinários relacionados às finalidades ou empreendimentos que têm taxas mais favorecidas.

Taxa de juros - Ficou definido que o financiamento pelo Pronaf de implementos, colheitadeiras e suas plataformas de corte, máquinas agrícolas autropropelidas para pulverização e adubação só pode ocorrer com taxa efetiva de juros prefixada de até 4,6% ao ano ou taxa pós-fixada composta de parte fixa de até 0,20% a.a., acrescida do Fator de Ajuste Monetário (FAM).

Investimento - Outra medida do CMN esclarece que o financiamento de investimento, com recursos obrigatórios de que trata o Manual de Crédito Rural (MCR) no capítulo 6, seção 2, e exclusivos aos beneficiários do Pronamp (Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural), tem encargos financeiros estabelecidos em 7% a.a.

Integração - O financiamento de despesas de custeio da avicultura, suinocultura e piscicultura, exploradas sob o regime de integração, somente poderá ser contratado com os recursos obrigatórios, de que trata o MCR 6-2, com os recursos dos Fundos Constitucionais de Financiamento e com os recursos livres.

Reembolso - O prazo de reembolso de custeio, relativo às culturas permanentes, como café e fruticultura, passou de 12 para 14 meses. (Mapa)

BRDE: Banco movimenta R$ 1,4 bilhão no primeiro semestre

 

brde 02 09 2019O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) encerrou o primeiro semestre deste ano com R$ 1,1 bilhão em operações de crédito contratadas. O montante representa um crescimento de 35,1% na comparação com igual período do ano anterior.

 

Investimentos - Somados às contrapartidas dos próprios empreendedores, os financiamentos viabilizaram R$ 1,4 bilhão em investimentos na Região Sul, dos quais R$ 525 milhões no Paraná. Esses investimentos foram responsáveis pela manutenção e geração de cerca de 20 mil postos de trabalho e o incremento de R$ 162 milhões/ano em impostos para a Região Sul. No Estado, foram mantidos ou gerados 7,5 mil empregos.

 

Paraná - Só no Paraná, o BRDE contratou 35,7% deste montante que correspondem a R$ 386,2 milhões em operações. Comércio e serviços é o segmento de destaque no Estado com 61% do total de recursos, correspondentes a R$ 236 milhões. Mostrando sinergia com o Governo e com o objetivo estratégico de fomentar o Estado, 58,6% dos financiamentos paranaenses foram para produtores rurais e micro, pequenas e médias empresas, valor que chega a R$ 226,3 milhões.

 

Anúncio - Esse resultado foi anunciado pelos diretores Wilson Bley Lipski (de Operações) e Luiz Carlos Borges da Silveira (administrativo financeiro) na sexta-feira (30/08), em reunião com os colaboradores do Paraná.

 

Diretrizes - “O desempenho é um reflexo das diretrizes dadas pelo governador Ratinho Junior e também do comprometimento de toda a equipe do BRDE, que tem trabalhado para oferecer soluções de crédito adequadas para todos os empreendedores que acreditam no potencial de desenvolvimento do Paraná”, explica o diretor de Operações, Wilson Bley Lipski.

 

Resultado - O lucro líquido apurado pelo BRDE no primeiro semestre de 2019 foi de R$ 109,6 milhões, o que representa um incremento de 66,7% em relação a igual período do ano anterior. Este é o melhor desempenho do primeiro semestre na história do banco.

 

Carteira de crédito - O resultado do primeiro semestre foi impactado também pela melhoria da carteira de crédito. Outro fator relevante para o recorde foi a redução do índice de inadimplência (a partir de 90 dias), passando de 2,84% no primeiro semestre de 2018 para 0,88% ao fim de junho de 2019.

 

Inadimplência menor - “No Paraná, a inadimplência se mostrou ainda menor, apenas 0,38%, reflexo direto da qualidade da carteira e da economia empresarial saudável pronta para a retomada do crescimento”, aponta o diretor administrativo financeiro, Luiz Carlos Borges da Silveira.

 

Percentual - O percentual alcançado pelo BRDE é menor do que o apresentado pelo conjunto de bancos públicos (2,7%) e inferior ao de todo o Sistema Financeiro Nacional – SFN, com 2,93%. De janeiro a junho, o BRDE renegociou 91 contratos com empresas com baixo grau de liquidez no curto prazo, mas avaliadas como viáveis no médio e longo prazo. O montante contratado atingiu R$ 105,1 milhões, permitindo a continuidade operacional e a manutenção dos empregos.

 

Destaques operacionais - No fim de junho, a carteira de crédito do banco somava R$ 13,4 bilhões, distribuídos em 45.535 operações ativas e aproximadamente 34,5 mil clientes, localizados em 89,9% dos municípios do Sul.

 

Clientes - “Somente o Paraná atende 40% dos clientes do banco, chegando ao valor de R$ 5,3 bilhões em créditos. O setor de agropecuária, somando agroindústrias e projetos de armazenagem de grãos, representa 60% do total da carteira do Estado, valor que chega a R$ 3,18 bilhões”, explica Lipski.

 

Ativo total - O ativo total alcançou R$ 16,8 bilhões. Do saldo de financiamentos, 32% estavam aplicados no setor agropecuário, 25% na Indústria, 22,3% no segmento de Comércio e Serviços e 20,7% na Infraestrutura.

 

Primeiro semestre - No primeiro semestre deste ano foram registradas 1.086 novas operações de crédito. O BRDE é tradicional financiador do agronegócio da Região Sul. Entre os programas agrícolas do governo federal, liderou os repasses das linhas do BNDES Prodecoop (para desenvolvimento de cooperativas) e PCA (para projetos de armazenagem), mesmo atuando apenas na região Sul.

 

Primeiro semestre - Do montante de R$ 1,1 bilhão contratados no primeiro semestre, R$ 123,7 milhões referem-se à concessão de crédito ao setor agropecuário. Dos 471 novos contratos do setor, 395 correspondem a financiamentos concedidos a pequenos produtores.

 

Janeiro a junho - De janeiro a junho deste ano, o segmento da Indústria foi responsável por R$ 352 milhões em contratações em 95 operações, enquanto empresas da área de comércio e serviços realizaram outras 175 operações de crédito, num montante de R$ 386,2 milhões. O setor de infraestrutura foi responsável por R$ 219,9 milhões em contratações, em 345 operações.

 

Fundings e recursos externos - O sistema BNDES segue como a principal fonte de recursos, com 72,4% das operações contratadas no período. Entre todos os agentes financeiros repassadores de recursos do BNDES, o BRDE liderou o ranking na região e ficou em 6º lugar nacionalmente.

 

Recursos próprios - Os recursos próprios ocupam a segunda posição, com 9,9%, FGTS com 4,4%, Fungetur com 3,5%, AFD com 2,7%. Os financiamentos à inovação com recursos da Finep, equivalem a 5,8% do total contratado. De janeiro a junho deste ano, o BRDE manteve a liderança nacional entre os repasses da linha Finep Inovacred.

 

Carta de consulta - Em maio de 2019, a Comissão de Financiamentos Externos do Ministério da Economia aprovou a carta consulta do BRDE para operação de US$ 125 milhões com o Banco Mundial. Os recursos serão usados para financiar projetos voltados à redução do impacto negativo de eventos climáticos extremos e das consequências da mudança no clima e, também, para a construção de uma maior resiliência dos municípios da região a desastres naturais.

 

Negociação - O BRDE também está em negociação com o Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF) para uma linha de crédito no montante de até US$ 70 milhões para financiar programas estratégicos na Região Sul. Já parceiro do BRDE, o BID estuda a estruturação de um segundo programa com recursos externos no valor de US$ 100 milhões. (Agência de Notícias do Paraná)

ENERGIA ELÉTRICA: Bandeira tarifária continua no patamar vermelho em setembro

 

energia eletrica 02 09 2019A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou na sexta-feira (30/08) que a bandeira tarifária para setembro de 2019 continuará na cor vermelha no Patamar 1, a mesma de agosto. Isso significa que haverá uma cobrança extra de R$ 4 para cada 100 quilowatts-hora consumidos. Em julho vigorou a cobrança da bandeira tarifária amarela, na qual há um acréscimo de R$ 1,50 a cada 100 kWh consumidos.

 

Decisão - De acordo com a Aneel, a decisão de manter a bandeira no patamar vermelho 1 foi tomada devido ao fato de uma parcela significante da energia ser fornecida por meio de usinas termelétricas, que têm custo de geração de energia mais alto. Também pesou na decisão a diminuição do volume de chuvas, com a intensificação da estação seca.

 

Mês atípico - "Setembro é um mês típico do final da estação seca nas principais bacias hidrográficas do Sistema Interligado Nacional (SIN). A previsão hidrológica para o mês sinaliza permanência do quadro de estiagem, com vazões abaixo da média histórica", disse a Aneel.

 

Sinalização - Criado pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo real da energia gerada, possibilitando aos consumidores o bom uso da energia elétrica. O funcionamento das bandeiras tarifárias é simples: as cores verde, amarela ou vermelha (nos patamares 1 e 2) indicam se a energia custará mais ou menos com fbase nas condições de geração.

 

Fatores - O cálculo para acionamento das bandeiras tarifárias leva em conta, principalmente, dois fatores: o risco hidrológico– GSF, na sigla em inglês, e o preço da energia (PLD). Segundo a agência, o cenário favorável reduziu o preço da energia para o patamar mínimo, o que "diminui os custos relacionados ao risco hidrológico e à geração de energia de fontes termelétricas", possibilitando a manutenção dos níveis dos principais reservatórios próximos à referência atual.

 

Reajuste - No dia 21 de maio, a agência aprovou um reajuste no valor das bandeiras tarifárias. Com os novos valores, caso haja o acionamento, o acréscimo cobrado na conta pelo acionamento da bandeira amarela passou de R$ 1 para R$ 1,50 a cada 100 kWh consumidos. 

 

Outros valores - Já a bandeira vermelha patamar 1 passou de R$ 3 para R$ 4 a cada 100 kWh e, no patamar 2 da bandeira, passou de R$ 5 para R$ 6 por 100 kWh consumidos. A bandeira verde não tem cobrança extra.

 

Conta específica - Os recursos pagos pelos consumidores vão para uma conta específica e depois são repassados às distribuidoras de energia para compensar o custo extra da produção de energia em períodos de seca. (Agência Brasil)

FOCUS: Previsão de crescimento da economia sobe para 0,87% neste ano

focus 02 08 2019O mercado financeiro aumentou a projeção para o crescimento da economia e reduziu a estimativa de inflação para este ano. Segundo o boletim Focus, pesquisa divulgada todas as semanas pelo Banco Central (BC), a previsão para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – foi ajustada de 0,80% para 0,87% em 2019.

Próximos anos - Segundo a pesquisa, a previsão para 2020 permaneceu em 2,10%. Para 2021 e 2022 também não houve alteração nas estimativas: 2,50%.

Inflação - A estimativa de inflação, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo caiu de 3,65% para 3,59%, este ano. Para os anos seguintes não houve alterações nas projeções: 3,85%, em 2020, 3,75%, em 2021, e 3,50%, em 2022.

Meta - A meta de inflação, definida pelo Conselho Monetário Nacional é 4,25% em 2019, 4% em 2020, 3,75% em 2021 e 3,5% em 2022, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Selic - Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 6%. Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

Demanda aquecida - Quando o Comitê de Política Monetária aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Final de 2019 - Para o mercado financeiro, ao final de 2019 a Selic estará em 5% ao ano. Para o final de 2020, a estimativa segue em 5,25% ao ano. No fim de 2021 e 2022, a previsão permanece em 7% ao ano.

Dólar - A previsão para a cotação do dólar ao fim deste ano subiu de R$ 3,80 para R$ 3,85 e, para 2020, de R$ 3,81 para R$ 3,82. (Agência Brasil)

 

ECONOMIA: Governo propõe salário mínimo de R$ 1.039 em 2020

 

economia 02 09 2019O salário mínimo proposto pelo governo federal para o ano que vem é de R$ 1.039. O valor consta no Projeto de Lei Orçamentária (PLOA) de 2020, que foi enviado na sexta-feira (30/08) para análise do Congresso Nacional, juntamente com o texto do projeto de lei que institui o Plano Plurianual (PPA) da União para o período de 2020 a 2023.

 

Correção INPC - "Esse valor é exatamente o número de 2019 corrigido pelo INPC. Não é nossa política de salário mínimo. Temos até o fim do ano para estabelecer nossa política de salário mínimo", afirmou o secretário especial da Fazenda, Waldery Rodrigues, durante coletiva de apresentação do Orçamento 2020.

 

Política de reajuste - Até o ano passado, a política de reajuste do salário mínimo, aprovada em lei, previa uma correção pela inflação mais a variação do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país). Esse modelo vigorou entre 2011 e 2019. Porém, nem sempre houve aumento real nesse período porque o PIB do país, em 2015 e 2016, registrou retração, com queda de 7% nos acumulados desses dois anos.

 

Abaixo da projeção - O valor previsto agora está abaixo da última projeção, anunciada em abril, que indicou um salário mínimo de R$ 1.040. A revisão para baixo está relacionada à correção do valor do salário mínimo de 2020 ser corrigido pela inflação desse ano, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que registrou queda nos últimos meses (de 4,19% para 4,09%).

 

Impacto - Cada aumento de R$ 1 no mínimo terá impacto de cerca de R$ 298,2 milhões no Orçamento de 2020. A maior parte desse efeito vem dos benefícios da Previdência Social de um salário mínimo.

 

Acima de R$ 1000 - Mesmo com a ligeira redução, o salário mínimo do ano que vem vai ultrapassar a faixa R$ 1 mil pela primeira vez na história. O reajuste representa uma alta de um pouco mais de 4% em relação ao valor atual (R$ 998). (Agência Brasil)

IBGE: 181 cidades do Paraná perderam habitantes no último ano

 

ibge 02 09 2019Já observado há anos, o processo de migração de municípios do interior do Paraná para polos urbanos continua a ocorrer, conforme as estimativas populacionais divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta semana. Ao todo, 181 cidades (45% dos 399 municípios paranaenses) tiveram variação negativa no número de habitantes na comparação entre 2018 e 2019.

 

Menos de 10 mil - As 15 que mais perderam moradores têm menos de 10 mil habitantes cada. Na outra ponta, os seis maiores municípios do estado – Curitiba, Londrina, Maringá, Ponta Grossa, Cascavel e São José dos Pinhais – tiveram variação populacional superior à média do país. Três cidades (Virmond, Nossa Senhora das Graças e Barra do Jacaré) mantiveram a mesma quantidade de moradores de um ano atrás, segundo o IBGE.

 

Criação de municípios - Para Olga Lucia Firkowski, do Departamento de Geografia da Universidade Federal do Paraná (UFPR), a perda populacional nas pequenas cidades, que mantém uma tendência dos últimos anos, é resultado de um processo acelerado de criação de municípios, ocorrido entre os anos de 1980 e 2000. “Agora estamos vivendo o segundo momento desse processo”, diz.

 

Menores cidades - Todas as 10 menores cidades do Paraná – Jardim Olinda, Nova Aliança do Ivaí, Santa Inês, Esperança Nova, Miraselva, Altamira do Paraná, Santo Antônio do Paraíso, Ariranha do Ivaí, São Manoel do Paraná e Mirador – tiveram redução no número de habitantes ou taxa de crescimento inferior à média nacional (0,792%) e do estado (0,749%). A maior variação negativa do estado ficou por conta de Altamira do Paraná (-12,087%).

 

Ausência de políticas - Segundo a pesquisadora, contribui para essa tendência também a ausência de políticas de fixação de moradores. “Por enquanto os números não nos permitem afirmar, dessa perda, o que é derivado da saída de pessoas ou de decréscimo por outro quadro, como redução nas taxas de natalidade”, ressalva. O fato de haver crescimento nas maiores cidades, no entanto, permite deduzir que esses polos são o destino de atração migratória, explica Olga.

 

Relação - “A relação entre população e economia não é necessariamente direta, mas há mais oportunidades de saúde, emprego e educação em grandes centros urbanos, o que motiva a saída das pessoas das pequenas cidades”, diz.

 

Dados - Os dados de estimativas populacionais das cidades, divulgados anualmente, são considerados pelo Tribunal de Contas da União (TCU) para o cálculo do Fundo de Participação de Municípios (FPM). (Gazeta do Povo)

VAREJO: Setor mostra sinais positivos, mas ritmo do terceiro trimestre é fraco

 

O resultado do Produto Interno Bruto (PIB) de abril a junho veio acima das expectativas do mercado, mas os sinais para a atividade no terceiro trimestre ainda são mistos. A avaliação entre economistas é que, apesar de alguns indicadores de julho e agosto registrarem alta, o movimento não demonstra força suficiente para acelerar o crescimento neste trimestre. Um ritmo maior poderia ser observado a partir de outubro.

 

Dados diários - Dados diários da associação de concessionários de veículos (Fenabrave) mensalizados pelo Bradesco, por exemplo, apontam que a venda de veículos leves - um indicador para estimar o desempenho do varejo - subiu 2% em agosto em relação a julho. Igor Velecico, economista do banco, pondera, no entanto, que julho não havia apresentado bom resultado. "Não foi um mês muito bom. Agosto recupera um pouquinho, mas ainda assim o patamar é baixo", afirma.

 

Intenção de investimento - Ainda em relação ao varejo, indicadores da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) de agosto que monitoram a intenção de investimento dos varejistas estão nos maiores níveis para o mês desde 2014. Isso porque a percepção do comércio a respeito do nível de seus estoques também melhora. Dos entrevistados, 23,9% avaliam que os estoques estão acima do adequado, menor percentual para agosto nos últimos cinco anos. Em 2014, eram 23,3%; em 2016, chegaram a 31%.

 

Boletim Serasa - O boletim da Serasa Experian de agosto destaca o movimento do comércio durante a semana do Dia dos Pais (4 a 10 de agosto), que neste ano foi 0,8% superior ao verificado em 2018. O dinamismo, segundo o birô de crédito, é baixo, mas o resultado reverte as quedas em relação aos anos anteriores das datas comemorativas do segundo trimestre como Dia das Mães e Dia dos Namorados.

 

Mais favorável - Inflação controlada, juros em queda e melhora na confiança dos consumidores tornam a situação atual do comércio mais favorável. Mas mesmo os indicadores antecedentes de confiança apontam para direções diversas. A avaliação que os consumidores tinham em agosto sobre suas finanças familiares é a melhor desde junho de 2015, e tende a continuar progredindo nos próximos meses, de acordo com sondagem da Fundação Getulio Vargas (FGV). 

 

Bens duráveis - Apesar disso, a intenção de compra de bens duráveis desabou 10,9 pontos. Na outra ponta, o índice da FGV para a confiança do comércio sobe há três meses, atingindo 98,7 pontos em agosto, conforme comerciantes percebem melhora no ambiente atual de negócios. As expectativas, porém, ficaram praticamente estagnadas.

 

Impulso extra - A Serasa diz que o setor pode ganhar impulso extra por aspectos pontuais, como a antecipação do 13º salário dos aposentados e a liberação do saque de R$ 500 do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). "A tendência é a atividade varejista experimentar um desempenho melhor ao longo dos próximos meses", diz o birô.

 

Mais fraco - Fabio Bentes, chefe da divisão econômica da CNC, afirma que agosto costuma ser um mês mais fraco e uma aceleração significativa nas vendas só deve ocorrer a partir de setembro.

 

Crédito - Um sinal positivo para o terceiro trimestre foi a melhora nas condições gerais de crédito em julho. Laura Karpuska, economista da BlueLine Asset, chama a atenção para a retomada das concessões de crédito livre à pessoa física. Os empréstimos nessa categoria subiram 3,28% ante junho, na série com ajuste sazonal. A construção residencial também tem ido bem, como indicam os números do crédito. Dados do Banco Central (BC) mostram que, em julho, o saldo de crédito direcionado, dominado pelo segmento imobiliário, aumentou 5,8% em relação a julho de 2018, ou 2,5% acima da inflação, segundo a MCM Consultores.

 

Leitura - "A leitura é que há uma melhora do crédito e o consumo das famílias se mantém. Mas o movimento não é acompanhado por melhora igualmente significativa nos salários ou no emprego, e há comprometimento de renda das famílias. O consumo cresce, mas não consegue ganhar fôlego", afirma Karpuska.

 

Varejo ampliado - A CNC projeta crescimento nas vendas do varejo ampliado - que inclui material de construção e veículos - de 4% neste ano, o que ainda representa desaceleração em relação à alta de 5% em 2018.

 

Setor automotivo - O desempenho do comércio tem sido muito dependente do ritmo do setor automotivo. Em relatório, o banco Santander observa que as vendas no varejo ampliado subiram 3,4% no primeiro semestre de 2019, ante 2018, mas, excluindo as vendas de veículos e peças, o crescimento seria de apenas 0,8%. E mesmo o segmento automotivo é impulsionado por nichos. As vendas diretas de veículos cresceram 24% no primeiro semestre, enquanto as vendas nas concessionárias avançaram 1,9%.

 

Indústria - Para a indústria, indicadores coincidentes de julho, os mais recentes disponíveis, subiram, "mas nada que salte aos olhos", afirma João Mauricio Rosal, economista-chefe da Guide Investimentos.

 

Produção maior - Números dessazonalizados pela LCA Consultores mostram que a produção de veículos e máquinas agrícolas, calculada pela associação que representa as montadoras, a Anfavea, cresceu 5,31% em julho, em relação ao mês anterior. O fluxo pedagiado de veículos pesados, estimado pela associação das concessionárias de rodovias (ABCR), avançou 1,84%. Já a produção de papel ondulado, da Associação Brasileira do Papelão Ondulado (ABPO), cresceu 2,9%.

 

PIB negativo - Diante desse cenário e considerando também números de agosto para a importação de bens intermediários (insumos e matérias-primas), o Itaú Unibanco vê chances de o PIB do terceiro trimestre ser negativo. Para o Bradesco, os indicadores apontam para uma expansão moderada, de 0,1%. "A tendência está mudando muito? Não parece. No geral, julho e agosto mostram mais do mesmo: um crescimento devagar. O período de contração ficou para trás, mas a velocidade da retomada ainda é muito baixa", afirma Velecico. (Valor Econômico)

INTERNACIONAL: Guerra comercial com a China já afeta economia dos EUA

 

internacional 02 09 2019É tempo de colher amêndoas na Califórnia, epicentro da produção mundial da semente, e pilhas com mais de três metros de altura vão se acumulando à espera de processamento na fábrica da Vann Family Orchards. O telefone celular de Bob Silveira, diretor de vendas e marketing da empresa, quase não para de tocar com pedidos de clientes e negociações com fornecedores. Neste ano, as chuvas um pouco acima do normal prejudicaram a safra, mas os preços estão bons e ele respira aliviado: conseguiu driblar as consequências da guerra comercial entre Estados Unidos e China para as suas exportações.

 

Tarifa - Os chineses, um de seus principais mercados, passaram a cobrar tarifa de 50% sobre a importação de amêndoas americanas. Era uma péssima notícia para a Vann Family, que todos os anos processa 20 mil toneladas e tem faturamento de US$ 150 milhões. Foi quando a companhia fez um acordo de cavalheiros antes impensável com seus concorrentes australianos. "Eles sempre disputaram o mercado conosco, mas a Austrália tem livre comércio com a China. Então fizemos uma proposta: atendam os chineses, já que vocês não pagam tarifas, e nós atendemos os europeus. Pela primeira vez atuamos em parceria", conta Silveira, orgulhoso da estratégia comercial.

 

Insumos siderúrgicos - Nem todo mundo expressa a mesma satisfação. Na linha de montagem da Never Summer, uma fabricante de snowboards (pranchas de esqui) que emprega 75 pessoas em Denver, lamenta-se as sobretaxas aplicadas pela Casa Branca em insumos siderúrgicos. Os laminados planos de aço que vêm da China têm encarecido os equipamentos finais em US$ 4 e inviabilizado a meta traçada pela empresa de evitar aumentos de preço no varejo, segundo seu executivo Harry De Boer.

 

Fornecedores chineses - "Tentamos uma substituição, mas sempre acabamos caindo em fornecedores chineses. Para o tipo de produto que precisamos, não existem outros", afirma De Boer, já conformado com a alta de custos. Mesmo assim, ele explica que nem cogita entrar com um pedido de isenção das sobretaxas no governo americano. "São procedimentos caros e complicados."

 

Varejo - Preços maiores no varejo são a maior consequência no dia a dia dos consumidores americanos com a última rodada de tarifas adicionais anunciadas pelo presidente Donald Trump no âmbito da guerra comercial. Diferentemente das anteriores, essa nova espiral protecionista afeta principalmente bens de consumo finais. Associações privadas calcularam acréscimos de US$ 50 a US$ 120 para smartphones, tablets e laptops.

 

Distribuidora - A distribuidora da L.O.L. Surprise House! - uma casinha de boneca de três andares fabricada na China e que foi o item mais vendido nas lojas de brinquedos no ano passado - anunciou aumento no preço de US$ 199 para US$ 250. A Trade Partnership, uma consultoria de comércio exterior, estimou gasto adicional pelos consumidores de US$ 2,5 bilhões por ano para calçados e de US$ 4,4 bilhão para produtos têxteis com as sobretaxas.

 

Promessa - Em agosto, Trump prometeu aplicar uma tarifa adicional de 10% sobre US$ 300 bilhões em compras do gigante asiático. Diante das cifras, adiou de 1º de setembro para 15 de dezembro o início da cobrança para a maior parte dos produtos afetados. Ele alegou que era uma forma de não atrapalhar as compras de Natal. Mesmo assim, uma parcela das importações americanas de bens "made in China" começou a pagar taxa mais alta neste domingo (01/09) - caso de lácteos, bolas de golfe, lentes de contato, motores para motocicletas e baterias de lítio.

 

Sexta rodada - É a sexta rodada de aumentos tarifários, e o setor privado dá sinais de cansaço com a postura de Trump. "A comunidade empresarial americana exorta o governo dos Estados Unidos e a China a voltar à mesa de negociações e alcançar um acordo que endereça preocupações sobre transferência de tecnologia, propriedade intelectual, acesso a mercados e os impactos negativos globais de subsídios chineses", afirmou o diretor de assuntos internacionais da US Chamber (Câmara Americana de Comércio), Myron Brilliant. "Prolongar as tensões comerciais e a escalada de tarifas não é de interesse de ninguém."

 

Motivos - A economista-chefe de um grande banco em Wall Street afirmou ao Valor, pedindo para não ser citada, que o agravamento do conflito EUA-China já tem afetado negativamente a economia americana por vários motivos: gera dúvidas sobre a cadeia de produção, freia novos investimentos voltados ao atendimento do mercado externo, aumenta custos com insumos importados. Ela nota que, mesmo com a redução de impostos para as empresas promovida por Trump, o ritmo de expansão do investimento privado passou de 6,9% no ano passado para 3,6% em 2019, conforme as projeções do banco.

 

Demandas - Um relatório do Citi descreve algumas demandas da Casa Branca - a maioria não divulgada publicamente - que estariam sendo feitas para um acordo com a China. Estariam entre essas exigências: redução do déficit bilateral em US$ 200 bilhões até o fim de 2020 (sobre os números de 2018), a retirada da reclamação de Pequim na Organização Mundial do Comércio (OMC) sobre o não reconhecimento do status de economia de mercado pelos Estados Unidos e um aval para que o governo americano possa adotar restrições a qualquer momento em setores contemplados no Plano Made in China 2025 (de fomento à inovação e à indústria de alta tecnologia).

 

Tática - Para a consultoria de risco político Eurasia, os chineses adotaram uma tática de ganhar tempo na guerra comercial com Trump e torna-se "crescentemente improvável" um acordo antes das eleições presidenciais de 2020, segundo o analista David Gordon.

 

Entendimento - Na avaliação dele, Pequim não quer ser vista como responsável pelo fracasso das conversas, mas também não tem interesse em entregar um entendimento que possa ser positivo para as ambições eleitorais de Trump. Enquanto isso, diz Gordon, há "forte sentimento na comunidade empresarial e nos mercados financeiros" de que o maior risco de recessão provém da falta de acordo entre Estados Unidos e China. "Existe uma crescente frustração em relação à aparente ausência de estratégia da parte do governo americano, bem como às idas e vindas do presidente [Trump], guiadas pela emoção", acrescenta. (Valor Econômico) 

 


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