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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4651 | 29 de Agosto de 2019

AFTOSA: Governo anuncia concurso para contratação de médicos veterinários e técnicos

Uma audiência pública na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) reuniu, na manhã desta quarta-feira (28/08), em Curitiba, cerca de dois mil produtores rurais. Organizada pelo deputado Antônio Anibelli Neto, presidente da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Alep, a audiência teve como objetivo discutir as ações do estado para obtenção do status de área livre de febre aftosa sem vacinação e os benefícios dessa medida para o agronegócio paranaense. “Hoje não existe mais o vírus circulante, portanto o Estado do Paraná fez o seu dever”, afirmou o deputado.

Presenças - A audiência desta quarta foi a última de uma série realizada pelo Estado, com o apoio de entidades representativas. Entre as autoridades e lideranças do setor presentes ontem, estavam os secretários Guto Silva (Casa Civil) e Norberto Ortigara (Agricultura), e os presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, e da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep), Ágide Meneguete. Também compuseram a mesa de debates: a Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores Familiares do Estado do Paraná (Fetaep), a Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), a Sociedade Rural do Paraná, o Sindicato dos Fiscais Estaduais Agropecuários do Paraná, entre outras entidades representativas. Em nome da agroindústria paranaense, falou o diretor executivo da Frimesa, Elias Zydek.

Concurso - A expectativa é que, em setembro, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento formalize o status do Paraná de área livre de febre aftosa e que, em maio de 2021, a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) faça o reconhecimento dessa condição. Para cumprir a última exigência do Mapa, o secretário Ortigara anunciou nesta quarta que o governo do Paraná vai abrir um concurso público para a contratação de 30 médicos veterinários e 50 técnicos agrícolas. “Nós tínhamos uma pendência com o Mapa de que, para suspender a vacina, teríamos que reforçar a capacidade técnica de intervenção e de vigilância, especialmente nas nossas barreiras. Sensível a essa situação, o governador autorizou na terça-feira, dia 27, o concurso público para contratação de pessoal para reforçar a nossa capacidade pública de ação”, disse. O edital será publicado nos próximos dias. Atualmente, o Estado tem 237 veterinários e 245 técnicos agrícolas.

Fiscalização - O secretário lembrou ainda que outra medida obrigatória era a construção e reforma de postos de fiscalização animal em divisas do Paraná com outros estados. “Conseguimos cumprir essa exigência com a ajuda financeira da iniciativa privada, incluindo as cooperativas. O primeiro interessado nesse avanço sanitário somos nós, produtores rurais. O segundo interessado é a indústria, que processa e vende. Então, somos nós que temos que querer e os governos têm que dar condições para que as coisas andem bem, agir com inteligência para que possamos evoluir”, apontou o secretário.

Construção coletiva - Para Ortigara, a grande presença de pessoas na audiência em Curitiba mostra o acerto da construção coletiva entre o poder público e a iniciativa privada feita ao longo de muitos anos. “Tudo foi construído para chegar neste momento, que o mundo possa reconhecer o Paraná como um Estado diferente, uma zona de produção diferente”, disse. “É abrir a perspectiva para nós acessarmos mercados”, completou. Entre os mercados, estão o japonês, sul-coreano, mexicano, além da ampliação para a União Europeia. De acordo com Ortigara, a declaração de Estado Livre de Aftosa sem Vacinação trará benefícios também para os produtores que não precisarão gastar mais recursos com vacinas. Anualmente, esse valor ultrapassa R$ 30 milhões. Além disso, o Paraná se isola de outros estados que ainda não se habilitaram a esse status. “É um desafio importante, e a gente deve aproveitar essa oportunidade”, afirmou.

Melhorias - O diretor-presidente da Adapar, Otamir César Martins, reforçou as iniciativas adotadas para atender às exigências do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. “O estímulo à formação de Conselhos de Sanidade Animal, a criação do Fundo de Desenvolvimento da Agropecuária do Estado do Paraná (Fundepec), além da constante realização de capacitações e eventos de educação sanitária são provas do investimento do Paraná na qualidade do serviço de sanidade”, disse. O gerente de saúde animal da Adapar, Rafael Gonçalves Dias, fez uma apresentação técnica sobre a febre aftosa no cenário nacional e internacional. Já o diretor-presidente da Emater, Natalino Avance de Souza, referiu-se ao status de livre de febre aftosa sem vacinação como um passaporte para o mundo. “O Paraná é referência em agricultura, praticamos aqui a melhor agricultura do Brasil e queremos também ser referência em sanidade agropecuária”, afirmou.

Produtores rurais - O presidente da Faep, Ágide Meneguette, enalteceu a participação do produtor rural, que teve papel determinante em todas as etapas da estruturação sanitária do Paraná, há mais de 40 anos. Ele também destacou a demonstração de civismo que os dois mil produtores de todas as regiões do Estado tiveram, ao se deslocar por centenas de quilômetros para acompanhar a audiência pública em Curitiba.

União - Para o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, a audiência pública de ontem foi uma oportunidade de mostrar a união entre produtores, cooperativas, indústrias, Faep, Fetaep, Seab, Adapar, Emater e o Ministério da Agricultura. “Nós não temos dúvidas em relação à retirada da vacinação. E estamos muito seguros de que a declaração internacional de área livre de febre aftosa sem vacinação é o reconhecimento da excelência fitossanitária do estado”, destacou o dirigente. “Temos que parar de gastar dinheiro para vacinar contra uma doença que não existe mais. Continuar vacinando os rebanhos, além de prejudicar a conquista de novos mercados, representa um custo ao produtor rural da ordem de R$ 30 milhões anuais com a aquisição de vacinas”, completou.

Lição de casa feita - Em sua fala, Ricken ainda lembrou que o Paraná fez a sua lição de casa para conquistar o status de estado livre de vacinação contra a febre aftosa. “Não vamos discutir porque os outros estados não fizeram. Mas achamos que a hora do Paraná é essa. Trabalhamos muito por isso. Hoje, nosso estado faz parte de um bloco de 24 estados que ainda mantém a vacinação. Se um desses estados tiver algum problema, não importa a distância, o bloco todo vai sofrer as consequências. Isso vai comprometer a nossa estratégia de acessar novos mercados”, disse. (Com informações da Seab)

Clique aqui para conferir o pronunciamento do presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken na audiência pública

ZARC: Portarias aprovam zoneamento de risco climático para cevada, girassol e mamona para o PR

zarc 29 08 2019O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) publicou, nesta quarta-feira (28/08), 80 portarias que aprovam o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) para 23 estados, abrangendo seis culturas. O Paraná foi contemplado por três portarias, referentes à cevada de sequeiro, girassol e mamona. De acordo com análise realizada pela Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec), a Portaria nº 176, que trata sobre a cevada de sequeiro, é a de maior relevância para as cooperativas filiadas ao Sistema Ocepar. “Foram incluídas mais três cultivares da Embrapa no Grupo I: BRS Kolinda, BRS Cryst e BRS GPetra. As demais cultivares dos Grupos I e II foram mantidas em relação à portaria da safra anterior. Não houve alterações em relação aos municípios aptos ao cultivo e período indicados para a semeadura da cevada no Paraná”, diz a nota técnica sobre o assunto. O documento traz ainda as demandas relacionadas ao Zarc que estão sendo trabalhadas pela Ocepar junto ao Mapa.

Clique aqui para conferir na íntegra a Nota Técnica da Getec

Clique aqui para conferir a Portaria nº 176

 

COAMO: Estado e cooperativa discutem logística reversa de medicamentos veterinários

 

coamo 29 08 2019A equipe da Divisão de Resíduos Sólidos da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo recebeu na terça-feira (27/08) representantes da cooperativa Coamo para discutir a logística reversa de medicamentos veterinários no Paraná. O objetivo de encontro foi alinhar ações para o recolhimento e destinação correta desses resíduos.

 

Defensivos agrícolas - A cooperativa já desenvolve trabalho de logística reversa de materiais de defensivos agrícolas desde 2003. Sua iniciativa mais recente é disponibilizar aos proprietários rurais cooperados pontos de coleta para que eles possam fazer o retorno das embalagens de produtos veterinários. Estão previstos cinco postos de coleta localizados nas farmácias veterinárias das unidades da Coamo em Campo Mourão, Toledo, Guarapuava, Ivaiporã e Mangueirinha.

 

Prioridade - “Uma das prioridades é a coleta de resíduos das propriedades rurais, tendo em vista o perigo que esses resíduos oferecem para a saúde e a produção”, explica a assessora técnica da Divisão de Resíduos Sólidos da secretaria, Girlene Pazini Jacob.

 

Responsabilidade - Segundo o chefe do Departamento de Direito Administrativo e Meio Ambiente da Coamo, Djalma Lucio de Oliveira, mesmo que não exista uma regulamentação para o recolhimento de embalagens de produtos veterinários, os pontos de coleta voluntária são importantes para que os fabricantes e distribuidores cumpram com sua responsabilidade quanto às embalagens pós-consumo.

 

Iniciativa - “A Coamo tomou a iniciativa, fez alguns contatos com fornecedores de produtos veterinários e conseguiu uma parceria para que eles nos ajudassem na destinação final dessas embalagens”, destaca Oliveira. Ele explica que a empresa Atitude Ambiental passará em cada uma das unidades para recolher as embalagens e posterior destinação correta.

 

Contaminação do solo - A destinação incorreta pode contaminar o solo e também gerar prejuízos financeiros para as propriedades. Em 30 dias, um projeto será estruturado pela Coamo e apresentado à secretaria estadual para ampliação da logística reversa desses resíduos em todo o Estado.

 

Obrigatoriedade - A logística reversa é obrigatória no Brasil e foi instituída pela Lei Federal nº 12.305, de 2010, que trata da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) e regulamentada pelo Decreto nº 7.404/10. O produto pós-consumo pode voltar para a cadeia produtiva e é responsabilidade dos fabricantes, importadores e distribuidores o recolhimento para destinação correta. (Agência de Notícias do Paraná)

C.VALE: Presente na 21ª Festa das Orquídeas e do Peixe

 

A C.Vale participou, de 23 a 25 de agosto, da 21ª Festa das Orquídeas e do Peixe de Maripá (PR). A cooperativa foi a patrocinadora oficial do evento e todo o cardápio foi à base de tilápias produzidas pela C.Vale. Centenas de pessoas visitaram o stand da cooperativa que comercializou filés de tilápia, rações, máquinas, e peças e acessórios.

 

Seminário - Durante a festa, o presidente da cooperativa, Alfredo Lang, participou do 18º Seminário Estadual da Piscicultura, que reuniu mais de quinhentas pessoas ligadas ao setor. No domingo, dia 25, Lang e o vice-presidente Ademar Pedron visitaram a exposição ao lado dos conselheiros de administração e fiscais, dos gerentes Herci Nava e Sandra Kelm, profissionais da cooperativa e do prefeito de Maripá, Anderson Bento Maria. (Imprensa C.Vale)

 

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SICREDI I: Instituição cooperativa conquista 2º lugar no ranking de Crédito Rural do anuário Melhores & Maiores 2019

 

O Sicredi – instituição financeira cooperativa com mais de 4 milhões de associados e atuação em 22 estados brasileiros e no Distrito Federal – está entre as empresas que mais se destacaram em 15 categorias do anuário Exame – Melhores & Maiores 2019, publicado pela revista Exame desde 1974. 

 

Mil maiores- O guia, que traz as mil maiores empresas do Brasil, com base na avaliação de balanços e indicadores financeiros das companhias no ano passado, foi divulgado em cerimônia realizada em São Paulo, pela Revista Exame em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras (FIPECAFI), ligada ao Departamento de Contabilidade da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA-USP).

 

Banco Cooperativo- O Banco Cooperativo Sicredi, instrumento de acesso das cooperativas de crédito ao mercado financeiro, se destacou nessa edição da premiação com o 2º lugar no ranking de Crédito Rural (tradicionalmente, o banco ocupava a 3ª posição neste indicador). O Banco Cooperativo também figurou em 6º lugar no indicador de Depósitos em Poupança e de Crédito para Médias Empresas; em 8º em Crédito Pessoa Jurídica Total e entre os Emissores de Cartões de Crédito; e 10º em Crédito Imobiliário e em Crédito Pessoal. 

 

Posições- A instituição financeira cooperativa ainda conquistou posições nos indicadores de Correntistas (12º), Total do Ativo Ajustado (14º), Empréstimos e Financiamentos e em Agências (15º), Riqueza Criada por Empregado e Receita de Intermediação Financeira e Serviços (19º).  O Banco Cooperativo Sicredi figurou a 42ª posição entre os 50 Maiores Bancos por Patrimônio. Além dessas classificações, a SicrediPar, holding que controla o Banco Cooperativo Sicredi e coordena as decisões estratégicas do Sistema, ocupou a 54ª posição na categoria dos 200 Maiores Grupos. 

 

Sobre o Sicredi- O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.700 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

SICREDI II: Lançamento da Máquina Compacta de Cartões reforça atuação no mercado de meios de pagamento

 

sicredi II 29 08 2019Em um mundo cada vez mais dinâmico, todos procuram meios mais flexíveis, seguros, práticos e ágeis de realizar pagamentos, transações e outros serviços financeiros. Com o objetivo de oferecer cada vez mais conveniência, o Sicredi – instituição financeira cooperativa com mais de 4 milhões de associados e atuação em 22 estados e no Distrito Federal – lança a Máquina Compacta de Cartões.

 

Nova solução - A nova solução, voltada principalmente para microempreendedores individuais (MEIs), autônomos e profissionais liberais, oferece mais mobilidade e autonomia na hora de realizar vendas. A Máquina Compacta de Cartões opera sem bobina, aceita os principais cartões (débito, crédito e refeição), bem como pagamentos por aproximação (NFC) e realiza recarga de celular pré-pago. A novidade não tem aluguel ou taxa de adesão e já vem com WI-FI, chip e plano grátis, eliminando a necessidade de número de celular para funcionamento.

 

Aprimoramento - “Por meio do produto, conseguimos aprimorar ainda mais a oferta de serviços financeiros aos nossos associados. Com a Compacta, mais empreendedores poderão concentrar o recebimento de suas vendas no Sicredi, simplificando sua gestão, ao mesmo tempo que geram valor para a sua região”, explica Gisele Rodrigues, superintendente de Soluções de Pagamento do Sicredi.

 

Bandeiras - A Máquina Compacta de Cartões do Sicredi aceita as bandeiras Visa, Master, Elo, Hipercard, Amex, Sorocred, Banescard, Ticket, Sodexo, Alelo e Cabal Vale. Com ela, por meio do portal de serviços, os associados conseguem gerenciar suas vendas e controlar os rendimentos do seu negócio, por meio do portal de serviços da Compacta. Para adquirir a máquina compacta do Sicredi, o associado precisa ir até sua agência do Sicredi e realizar a contratação.

 

Reforço - “Esta nova oferta reforça a presença do Sicredi no mercado de adquirência, iniciada no final de 2017, ao mesmo tempo que possibilita mais comodidade aos associados, com um produto sob medida que cabe, literalmente, na palma da mão”, resume Gisele.

 

Entrada no mercado de meios de pagamento - Em novembro de 2017, o Sicredi deu o pontapé inicial para a entrada no segmento com o lançamento da própria Máquina de Cartões. A solução visava atender às necessidades das cooperativas filiadas por um equipamento próprio do Sicredi e trouxe ainda mais autonomia e flexibilidade aos negócios dos associados.

 

Crescimento - Segundo o ranking de credenciadoras publicado pelo Card Monitor, o Sicredi apresentou crescimento de 320,7% em credenciamentos na comparação entre o primeiro trimestre de 2018 e o mesmo período de 2019, sendo o maior percentual entre os participantes no ranking. Além disso, desde quando o projeto foi lançado, já foram instaladas mais de 150 mil máquinas de cartões do Sicredi nos 22 estados onde a instituição atua. No final de julho, a solução do Sicredi atingiu um total de 10 bilhões de faturamento, com uma média mensal de 850 milhões de volume transacionado.

 

Funcionalidades - A máquina de Cartões do Sicredi traz todas as funcionalidades de uma máquina de cartões - crédito, débito e voucher - com destaque para segurança nas operações, centralização dos recebíveis, taxas mais acessíveis, possibilidade de escolher o prazo de recebimento das vendas a crédito a partir de dois dias, além de uma plataforma de gerenciamento exclusiva.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.700 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

SICREDI UNIÃO PR/SP: Primeiro semestre registra indicadores positivos

sicredi uniao 29 08 2019Maior cooperativa de crédito do Brasil em número de agências e segunda maior em número de associados, a Sicredi União PR/SP apresentou os indicadores do segundo trimestre. A apresentação aconteceu na última segunda-feira (26/08), no Vivaro, em Maringá (PR), reunindo mais de 400 pessoas, incluindo os coordenadores de núcleos, que são os representantes dos associados nas apresentações de resultados.

 

Associados e agências - A cooperativa fechou o primeiro semestre com 215.928 associados, crescimento de 20% em relação a 2018, e a meta é fechar o ano com 236.681. O número de agências chegou a 97 no final do primeiro semestre, número que deverá saltar para 116 até o final do ano.

 

Patrimônio líquido - Já o patrimônio líquido alcançou R$ 426,3 milhões até 30 de junho. Os ativos totais aumentaram 23%, atingindo R$ 4,38 bilhões no segundo trimestre. Os recursos totais somaram R$ 3,19 bilhões. Com aumento de 30%, as operações de crédito totalizaram, até o final de junho, R$ 2,24 bilhões, número que se cumprida a meta, vai para R$ 3,62 bilhões até dezembro.

 

Compromisso - Ainda na prestação de contas, o presidente da Sicredi União PR/SP, Wellington Ferreira, destacou o compromisso com o desenvolvimento econômico e social, por meio de projetos sociais. Um dos exemplos é o programa A União Faz a Vida (PUFV), implantado em 56 municípios da área de atuação da cooperativa, totalizando 304 escolas, 3,5 mil educadores e mais de 31 mil crianças e adolescentes que adotam a metodologia, que incentiva o aluno a buscar o conhecimento. 

 

Centro de Inclusão Digital - Por meio do Centro de Inclusão Digital, implantado em 14 municípios, mais de 1,2 mil pessoas concluíram o curso de informática gratuito e outras 520 deverão concluir neste segundo semestre. Outro projeto é a União Solidária, que terá três edições neste ano: regionais Noroeste, Norte e regiões de São Paulo. Em cada uma das edições serão sorteados três motos e um carro. Entidades sociais que tiverem os projetos aprovados ganham cupons no valor de R$ 10 para comercializar. Foram cadastradas 382 entidades e 396 p rojetos e até o momento foram liberados pouco mais de 250 mil cupons. A expectativa é que a campanha arrecade R$ 6 milhões para essas entidades. Já a Sicredi União investirá cerca de R$ 1,3 milhão em prêmios e na realização da campanha.

 

Palestra - Por fim, o evento terminou com a palestra do consultor em sustentabilidade e ex-prefeito de Maringá, Silvio Barros. Ele destacou a importância da adoção de medidas sustentáveis para o planeta. (Imprensa Sicredi União PR/PR)

UNIPRIME NORTE DO PR: Disponibilizadas novas funcionalidades no aplicativo

 

uniprime norte pr 29 08 2019Inovação é assunto constante na pauta da Uniprime. Por isso, a cooperativa não mede esforços para inserir novas funcionalidades em suas plataformas digitais, que atende tanto os cooperados Pessoa Física, quanto Pessoa Jurídica.  

 

Corporativo - No âmbito corporativo, ficou mais fácil aprovar pagamentos em lote, pois o cooperado tem acesso ao Unipag. Ao importar os arquivos de contas a pagar no Internet Banking Uniprime, o operador consegue visualizar o procedimento pelo App Uniprime Mobile Banking e aprovar com apenas um clique. Fácil e rápido, para maior comodidade das empresas.

 

Cartão - A outra novidade do App beneficia os cooperados que possuem Cartão Uniprime Mastercard. Agora é possível aumentar o limite de compras pelo Uniprime Mobile Banking, a partir de um valor pré-aprovado disponível no aplicativo. Essa função visa facilitar a vida de quem utiliza o cartão, eliminando qualquer burocracia. (Imprensa Uniprime Norte do Paraná)

SICOOB METROPOLITANO: Colaboradoras participam do Conarh 2019

 

Colaboradoras do Sicoob Metropolitano participaram, entre os dias 13 e 15 de agosto, do 45º Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas (Conarh), em São Paulo. O evento, que sempre apresenta inovações para o mercado de Recursos Humanos, reuniu grandes especialistas do setor e recebeu 33 mil pessoas.

 

Palestras magnas - O congresso também contou com dezenas de palestras magnas e simultâneas, além da feira de negócios Expo ABRH, que contou com 170 expositores. O Conarh teve ainda palestras da Arena Gympass, Arena Nexialistas e Espaço ABRH, e dos espaços Open Jungle, Lab Digital e Squad Challange, que proporcionaram diferentes atividades sobre inovação aberta.

 

Oportunidade ímpar - Segundo a superintendente de Gestão Estratégica, Luciana Pizaia, por ser um dos maiores eventos nacionais de gestão de pessoas, participar é uma oportunidade ímpar de ficar conectado com o que existe de mais recente quanto ao tema. “É também um momento de conhecer novas ferramentas, técnicas e de fazer networking”, afirma.

 

Supervisora - Além de Luciana, o Sicoob Metropolitano também foi representado pela supervisora de Recursos Humanos, Bruna Etchebery. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

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MISSÃO: Empresários tchecos vêm ao Paraná para formalizar parcerias

 

missao 29 08 2019A passagem da comitiva paranaense, liderada pela vice-governador Darci Piana, na semana passada, pela República Tcheca já rende acordos para o Estado. Ficou estabelecido que um grupo de empresários daquele país europeu vem ao Paraná em setembro para uma nova rodada de negociações, que deve formalizar investimentos e parcerias comerciais.

 

Apresentação - Os resultados da missão foram apresentados pelo vice-governador na reunião do secretariado, na terça-feira (27/08), no Palácio Iguaçu. “Com a vinda dos empresários ao Paraná em retribuição, completa-se um importante ciclo de comércio exterior”, destacou Piana. “Pudemos conhecer novas tecnologias e estreitar laços com empresários. Foi um sucesso”, completa.

 

Visitas - A agenda na Europa incluiu visitas a montadoras de caminhões, cervejaria; a empresas de processamento de carnes de aves, suínos e bovinos; produtos lácteos; tratamento de resíduos para produção de energia, instalação de células voltaicas em estabelecimentos agrícolas e tratamento de água para reuso na produção ou liberação dos efluentes no meio ambiente.

 

Replicação - Presidente da Agência Paraná de Desenvolvimento (APD), Eduardo Bekin diz que muitas das técnicas utilizadas pelas empresas tchecas podem ser facilmente replicadas no Estado. Ele destaca as maneiras encontradas para aproveitar o soro do leite. “Não se perde nada. O soro é transformado em diversos subprodutos com importante valor de mercado”, afirmou.

 

Terceiro maior produtor - O Paraná é o terceiro maior produtor de leite do Brasil, com cerca de 13% do mercado nacional, em uma disputa acirrada com o Rio Grande do Sul pelo segundo posto. E precisa ampliar industrialização dos derivados do produto, diminuindo a possibilidade de sobras e, consequentemente, perdas para os produtores.

 

Biogás - Norberto Ortigara, secretário da Agricultura e Abastecimento, menciona ainda a visita a usinas de tratamento de água e de transformação de dejetos em gás como experiências que podem ser trazidas para o Estado. “Foi uma semana intensa, em que aprendemos muito. Tenho certeza que abrimos a porta do Paraná, mas também a porta do mercado local para um intercâmbio mais intenso”, afirma.

 

Tecnologia - Integrante da comitiva, o coronel Sérgio Malucelli, presidente da Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Estado do Paraná (Fetranspar) destaca também a passagem por uma empresa especializada em helicópteros não tripulados, que podem ser usados na agricultura e também na segurança pública. “A República Tcheca é um país desenvolvido, moderno, que pode nos ensinar muito. Essa experiência é muito produtiva”, diz.

 

Feira - A deputada federal Aline Sleutjes também participou da missão paranaense. Além da visita a grupos empresariais, o grupo participou da abertura do 46º Země živitelka, na cidade de České Budějovice, na República Tcheca. O evento reuniu a maior feira de agricultura e indústria alimentar do País e tinha como objetivo de debater os maiores desafios desta área.

 

Convite - A delegação paranaense viajou a convite do governo local. (Agência de Notícias do Paraná)

PISCICULTURA: IFC discute estratégias para tornar Brasil player mundial do pescado

 

piscicultura 29 08 2019Promissor na produção de peixes de cativeiro, o estado do Paraná será sede do Internacional Fish Congress, entre os dias 17 e 19 de setembro, no Cataratas Resort , em Foz do Iguaçu. “O IFC tem o desafio de discutir estratégias e apontar tendências para colocar o Brasil entre os maiores players mundiais na produção de pescados”, destaca a executiva do evento, Eliana Panty.

 

Elos da cadeia produtiva - O evento reunirá todos os elos da cadeia produtiva em um só tempo e lugar com Congresso Internacional, Feira de Negócios, Rodadas de Negócios e Congresso Internacional. A feira de negócios será realizada nos dias 18 e 19 de setembro, das 14h às 22h. com exposição de tecnologias e conhecimento por empresas e instituições públicas. Ainda nos dias 18 e 19 o evento apresenta o Espaço Áqua 4.0, para startups agro mostrarem seus trabalhos. "Preparamos um evento muito rico em conteúdo e conhecimento. E queremos provocar o debate das grandes questões que inquietam o setor. E que precisam de ações e medidas do setor público e privado", destaca o presidente do evento Altemir Gregolin. 

 

Inscrições - As inscrições estão abertas com os seguintes valores: até 05 de setembro, R$ 350,00 para profissionais e R$ 175,00 para estudantes; a partir de 06 de setembro e durante o evento, R$ 450,00 para profissionais e R$ 225,00 para estudantes. As inscrições devem ser realizadas pelo site: https://ifc.quemvai.com.br/. 

 

Congresso internacional - Na quarta-feira, 18 de setembro, o congresso discute temas de interesse do conjunto da cadeia produtiva do pescado. A programação inicia às 8h, com apresentação sobre o desenvolvimento e estratégias de mercado dos grandes produtores mundiais de pescados. Os conferencistas serão: Nils Martin Gunneng - embaixador da Noruega; Carlos Wurman - M. Sc. Economics, Hull University, do Reino Unido, o presidente-executivo do Programa Estratégico do Salmon, Chile, e um consultor sobre mercados mundiais futuros.

 

Tendências - Na sequência, os participantes acompanham apresentação sobre as tendências em relação ao consumo de pescados e as mudanças no processo produtivo: sustentabilidade, rastreabilidade e certificação, tendo como conferencista Lucio Vicente Silva, diretor de Sustentabilidade da Rede Carrefour e FAO. O tema “Das águas à mesa do consumidor:  Como tornar a cadeia competitiva e sustentável?” vai reunir os conferencistas Thiago de Luca, Diretor Comercial da Frescatto Company e um representante da Cooperativa Copacol – Paraná.

 

Tendências mundiais - Para explorar as tendências mundiais e foco no mercado externo a palestra “Exportar para ampliar o mercado - oportunidades e estratégias para o Brasil” será conduzida pela Apex Brasil e reunirá representantes de governo e indústria.

 

Painel - O hot spot do dia fica por conta do Painel Estratégias e Políticas para transformar o Brasil em um grande player mundial de pescados, com os debatedores Jorge Seif Júnior - secretário nacional de Aquicultura e Pesca do Mapa; Eduardo Lobo - presidente da Abipesca; Francisco Medeiros – presidente-executivo da PeixeBR; Jorge Neves - presidente do Sindipi, Eduardo Ono - presidente do Comitê de Aquicultura da CNA e representante da ABCC – Associação Brasileira de Criadores de Camarão.

 

Foco na Indústria - O evento prossegue com o tema focado na indústria do pescado “Tendências tecnológicas na indústria de processamento de pescados”, com os conferencistas Iago Torres - Regional Sales Manager e Eduardo Vanali Weschenfelder, Accout Manager da Empresa Marel. Na sequência, espaço para o tema “A competitividade da tilápia no mercado nacional e internacional” com os conferencistas Nícolas Landolt - sócio e CEO da Empresa Tilabrás e Roberto Haag - Sócio e CEO da empresa Geneseas.

 

Peixes amazônicos - A programação do IFC Brasil discute ainda o tema “Peixes Amazônicos - As oportunidades para o Brasil no mercado mundial” em um painel disputadíssimo com os conferencistas Isaac Gherson - empresário, piscicultor e líder na abertura do mercado americano para o pirarucu, Peru e Francisco Hidalgo Farina, da Associação de Criadores de Peixes do Estado de Rondônia - Acripar.

 

Público - O Internacional Fish Congress é voltado para empresários, aquicultores, pescadores, armadores de pesca, agentes do mercado, prestadores de serviços, fornecedores, dirigentes, profissionais do setor e formadores de opinião. A programação científica do evento foi construída com a colaboração das entidades do setor, Secretaria Nacional de Aquicultura e Pesca, empresas e profissionais do setor.

 

Sobre o International Fish Congress - Com o lema “Das águas ao consumo”  o evento tem o apoio das principais entidades do setor Aquabio - Sociedade Brasileira de Aquicultura e Biologia Aquática, Ocepar - Organização das Cooperativas do Paraná, Abipesca – Associação Brasileira da Indústria da Pesca, PeixeBR - Associação Brasileira da Piscicultura, Sindipi – Sindicado dos Armadores e Indústria da Pesca, Abrapes – Associação Brasileira de Fomento ao Pescado e ABPA – Associação Brasileira de Proteína Animal,CNA/Senar e Abras – Associação Brasileira de Supermercadistas.

 

Apoio - As discussões têm o apoio da FAO - Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação e Mapa, por meio da Secretaria da Aquicultura e Pesca. Entre os apoiadores estão ainda BRDE – Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul, Fundação Terra, Governo do Estado do Paraná, Adapar e Emater. O evento tem ainda o apoio científico da Unila, Unioeste, UFFS, Univali e Instituto Federal Paraná Campus Foz do Iguaçu e Copacol. (Assessoria de Imprensa do evento)

 

SERVIÇO:

International Fish Congress e Fish Expo Brasil

Quando: 17 a 19 de setembro

Onde: Centro de Eventos Maestra, Cataratas Resort, Foz do Iguaçu, Paraná

Saiba mais: http://www.internationalfishcongress.com.br/inicial

PIB: Economia brasileira cresce 0,4% no segundo trimestre, anuncia IBGE

pib 29 08 2019O Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, teve um crescimento de 0,4% no segundo trimestre deste ano, na comparação com o trimestre anterior. O PIB somou R$ 1,78 trilhão no período.

IBGE - O dado foi divulgado nesta quinta-feira (29/08), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O PIB também apresentou altas de 1% na comparação com o segundo trimestre de 2018, de 0,7% no acumulado do ano e de 1% nos últimos 12 meses.

Comparação - Na comparação do segundo com o primeiro trimestre deste ano, a alta de 0,4% foi puxada, sob a ótica da produção, pelos crescimentos de 0,3% do setor de serviços e de 0,7% da indústria. A agropecuária recuou 0,4% no período.

Principais desempenhos - Na indústria, os principais desempenhos vieram da indústria da transformação (2%) e da construção (1,9%). As indústrias extrativas recuaram 3,8% e a atividade de eletricidade, gás, água, esgoto e gestão de resíduos caiu 0,7%.

Serviços - Nos serviços, houve resultados positivos nas atividades imobiliárias (0,7%), comércio (0,7%), informação e comunicação (0,5%) e outras atividades de serviços (0,4%).

Queda - Por outro lado, tiveram queda os segmentos de administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (-0,6%), transporte, armazenagem e correio (-0,3%) e atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (-0,1%).

Demanda - Sob a ótica da demanda, a alta do PIB do primeiro para o segundo trimestre foi puxada pela formação bruta de capital fixo, isto é, os investimentos (3,2%), e pelo consumo das famílias (0,3%). O consumo do governo teve queda de 1% e as exportações recuaram 1,6%. As importações cresceram 1%. (Agência Brasil)

 

ITR: Normas da declaração do imposto são publicadas no Diário Oficial

itr 29 08 2019A Receita Federal alterou as normas de apresentação da declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR). Segundo o Fisco, a principal alteração refere-se a dispensa de obrigatoriedade de apresentação do Cadastro Ambiental Rural (CAR) em certos casos. A decisão foi publicada por meio de instrução normativa na edição desta quarta-feira (28/08) no Diário Oficial da União (DOU).

Antes - Anteriormente, a norma previa a obrigatoriedade de informação do CAR e do Ato Declaratório Ambiental (ADA) emitidos Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para os contribuintes que estivessem pleiteando a exclusão de áreas não tributáveis do cálculo de seu imposto a pagar. As áreas não tributáveis são compostas pelas áreas de preservação ambiental e reserva legal, por exemplo, informou a Receita.

Lei - A obrigatoriedade da inclusão do CAR na declaração do ITR decorria da Lei nº 12.651, de 2012, que previa a inscrição obrigatória no CAR para todas as propriedades e posses rurais, a ser requerida pelo proprietário até 31 de dezembro de 2018. Porém, em junho deste ano foi editada a Medida Provisória nº 884, que manteve a obrigatoriedade da inscrição no Cadastro Ambiental Rural, porém retirou a data limite para que o proprietário realize essa inscrição.

Retificação - Desta maneira, foi necessária a retificação de instrução normativa da Receita (IN RFB nº 1.902), de 17 de julho de 2019, mantendo-se a obrigatoriedade da comprovação de inscrição no CAR para fins da declaração do ITR apenas para as propriedades que já estejam inscritas no cadastro. (Agência Brasil)

 

TRIBUTOS: Proposta de 'nova base fiscal' para IR preocupa empresas

tributos 29 08 2019Entre as mudanças tributárias em estudo pela equipe econômica do governo federal, uma relacionada ao Imposto de Renda (IR) das pessoas jurídicas causa polêmica comparável à promessa de reativar a contribuição sobre movimentação financeira. A proposta de criar uma base de cálculo do IR partindo de um novo conceito de "resultado fiscal" - e não partindo do lucro contábil, como é hoje - tem deixado apreensivos representantes de empresas e tributaristas.

 

IFRS - A ideia da Receita é cobrar o IRPJ sobre um lucro cujo cálculo deixa de lado as regras contábeis do IFRS - sigla em inglês de Normas Internacionais de Informação Financeira -, adotado no Brasil desde 2008. A Receita diz que a série de ajustes que as companhias precisam fazer no lucro contábil para se chegar à base sobre a qual é calculado o IR causa divergências entre Fisco e contribuinte, o que eleva o contencioso. Segundo a Receita, as adaptações decorrentes dos critérios do IFRS correspondem a 63% do total dos ajustes previstos na legislação do IRPJ.

 

Proposta - A proposta da Receita defende que o cálculo seja feito sobre um lucro real apurado com base em novo conceito de resultado fiscal, que viria da diferença entre receitas e deduções fiscais. Segundo a Receita, a mudança não traria aumento de carga tributária às empresas e reduziria litígios, custo Brasil, instabilidade de normas e volume de obrigações acessórias. Estados Unidos e Reino Unido, indica a Receita, adotam sistemática semelhante.

 

Menção - A mudança não foi apresentada formalmente em projeto de lei ou emenda, mas tem sido mencionada pelo secretário especial da Receita Federal, Marcos Cintra, em apresentações públicas sobre a proposta de reforma tributária do governo.

 

Apresentação - Paralelamente, a proposta tem sido apresentada a representantes do setor privado por técnicos da Receita. "O que vamos fazer na proposta é nos distanciar dos conceitos das regras contábeis internacionais e adotar princípios que tornarão mais simples e mais objetivos os critérios para apuração do lucro tributável das empresas", declarou Cintra há cerca de duas semanas em palestra na Associação Comercial de São Paulo.

 

Complicado - "Não é que a proposta se afasta para calcular o IR. Ela abandona o IFRS", avalia Alfried Plöger, presidente do conselho diretor da Associação Brasileira das Companhias Abertas (Abrasca). Para ele, a proposta da Receita tornará o cálculo do IR mais complicado. "E há o grande temor, justo, de que vamos pagar mais impostos", diz ele. "Claramente não há aprovação das empresas", declara, destacando que a Abrasca é contra a proposta.

 

Em andamento - Ele diz, porém, que apesar das resistências já manifestadas, a Receita caminha com o projeto. O Fisco solicitou que algumas empresas participem de um piloto para testar o modelo. Segundo Plöger, 13 companhias se voluntariaram e a Abrasca já passou o nome de algumas. "Deverão ser três ou quatro para o piloto, no máximo cinco."

 

Fenômenos esdrúxulos - Durante palestra este mês em São Paulo, Cintra disse que as várias regras contábeis internacionais às quais o Brasil aderiu criam "fenômenos absolutamente esdrúxulos para qualquer economista". As empresas, alegou, são obrigadas a fazer ajustes entre o lucro contábil apurado e o lucro tributário que será a base do IR, em procedimento "extremamente complexo, difícil e interpretativo". Nas regras contábeis, declarou, há o conceito do valor justo, que os economistas discutem "há 500 anos". "Então quando se apresenta conceitos como esse evidentemente o fator interpretativo vem." A Receita e o contribuinte, disse, têm interpretações distintas, o que gera "contenciosos gigantescos".

 

Falta de objetividade das regras - "Hoje temos R$ 700 bilhões sendo discutidos no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais [Carf] e uma dívida ativa com outros R$ 3 trilhões em discussão", apontou o secretário. "Isso é gerado pela falta de objetividade de regras e a adoção das regras contábeis internacionais agrava sobremaneira esse problema", disse Cintra.

 

Concordância - Everardo Maciel, sócio da Logus Consultoria e ex-secretário da Receita Federal, diz que não conhece a atual proposta de mudança de cálculo do IR das empresas, mas concorda com a análise de que a adoção do IFRS tornou a apuração do imposto mais complexa, com elevação dos encargos para os contribuintes. Everardo diz que, em tese, é necessário afastar a legislação de cálculo do IR das complicações trazidas pelo IFRS.

 

Opinião diferente - O tributarista Edison Fernandes, sócio da FF Advogados, tem opinião diferente. Para ele, a complexidade não vem da adoção do IFRS. "É a economia que está se tornando mais complexa e a contabilidade somente reflete isso. Várias discussões tributárias existem independentemente da contabilidade. Não adianta culpar o mensageiro." Para Fernandes, a solução não é afastar a legislação do IR das regras contábeis, mas sim aproximá-las. O grupo de estudos de direito e contabilidade da Fundação Getulio Vargas (FGV), diz, deve apresentar em setembro uma proposta à Receita nesse sentido.

 

Apreensão - Há apreensão entre as empresas porque houve investimento para a adoção dos atuais padrões, diz Fernandes. Para ele, a proposta da Receita não simplifica, já que as empresas continuarão a ter um lucro apurado contabilmente e outro para fins tributários. As empresas precisam manter demonstrativos nos padrões adotados para atrair investidores e também ter acesso a crédito, salienta Fernandes.

 

Insegurança jurídica - Uma preocupação, diz Eduardo Fleury, sócio do FCR Law, é em relação à insegurança jurídica que a mudança pode trazer.  No momento em que se desvincula a legislação tributária do IFRS, argumenta Fleury, perde-se a referência das normas contábeis. "O grande problema é serem criados novos conceitos, porque na contabilidade temos uma ciência muito clara do que é receita e despesa."

 

Pulo - "E para a partir disso a legislação tributária cobrar o que quiser é um pulo", concorda Edison Fernandes. Idésio Coelho, vice-presidente do Conselho Federal de Contabilidade (CFC), tem receio semelhante. "Não faz sentido as empresas terem o resultado apurado de forma discricionária, determinada pela Receita. A contabilidade deve ser a única fonte de avaliação da renda de uma entidade, para todos os fins." Ele destaca que o CFC é "radicalmente contra" a proposta. (Valor Econômico)

COMÉRCIO INTERNACIONAL I: Agricultores querem rever acordo UE-Mercosul

 

comercio internacional I 29 08 2019Além de também a Alemanha agora ameaçar o acordo UE-Mercosul, a central de agricultores europeus Copa-Cogeca prefere abrir mão de ajuda de até € 1 bilhão (R$ 4,6 bilhões) em troca da reabertura do tratado com Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai.

 

Pressões - Enquanto a Amazônia continua queimando, as pressões não cessam na área comercial sobre o Brasil em meio à percepção externa de que o presidente Jair Bolsonaro tem pouco interesse em proteger a floresta e os povos indígenas.

 

Correção de postura - Na Alemanha, o governo fez uma correção na postura adotada até agora. Primeiro, a chanceler Angela Merkel se distanciou do presidente francês, Emmanuel Macron, sobre não ratificar o acordo UE-Mercosul como está hoje. Para Merkel, o acordo pode ajudar na pressão justamente para o Brasil respeitar os compromissos ambientais e de combate à mudança climática. Isso inclui reflorestar 12 milhões de hectares e fazer uma redução de 45% das emissões de carbono até 2030 comparado a 2005.

 

Proteção ambiental - A Alemanha é um país de forte identidade com a proteção ambiental. E a ministra da Agricultura, Julia Klöeckner, corrigiu a posição alemã, insistindo que o "o Brasil se comprometeu com o manejo florestal sustentável com a conclusão do acordo do Mercosul". Avisou que, se o governo Bolsonaro não cumprir o acertado, a Alemanha não ficará de braços cruzados, pois, conforme a ministra, é a credibilidade alemã que está em jogo.

 

Defensivos - Os ministros de Agricultura normalmente são defensivos e não querem muita importação em seus mercados. Mas na Alemanha um ministro para se manifestar assim tem certamente o aval de Merkel.

 

Luxemburgo - Até Luxemburgo, paraíso fiscal de 590 mil habitantes, ameaça não assinar o acordo com o Cone Sul se persistirem os problemas ambientais no Brasil. A Finlândia mantém pedido à UE para investigar a possibilidade de barrar a entrada da carne bovina brasileira.

 

Ongs francesas - Organizações não governamentais (ONGs) francesas pedem para Macron solicitar à UE sanções contra carne bovina e soja brasileiras.

 

Ajuda financeira - No fim de junho, quando a UE e o Mercosul anunciaram a conclusão do acordo, o comissário de Agricultura europeu, Phil Hogan, acenou com ajuda financeira de até € 1 bilhão para os agricultores europeus fazerem ajustes em caso "de perturbação do mercado" com a concorrência do Mercosul.

 

Mesma linha - No entanto, a poderosa central agrícola Copa-Cogeca está na mesma linha de Macron, considerando que as garantias do acordo "não são suficientes" contra produção feita com desmatamento, por exemplo. "Esperamos propostas da Comissão Europeia [por mais garantias], mais do que uma ajuda suplementar como anunciada", afirmou um porta-voz da central agrícola ao Valor.

 

Incerteza - "No estado atual das coisas, não sabemos como a Comissão Europeia evitará os duplos padrões de produção entre agricultura dos dois lados do Atlântico ou como ela poderá assegurar os controles efetivos num país com uma agricultura tão diversa como o Brasil."

 

Questão - "Nós nos batemos sobre isso antes dos incêndios na Amazônia, mas a questão que se coloca hoje é, uma vez as chamas apagadas, com a pressão midiática diminuída, o que vai acontecer a esse acordo [com o Mercosul]?", indaga a central agrícola. (Valor Econômico)

COMÉRCIO INTERNACIONAL II: Indonésia anuncia abertura de mercado para importação de carnes brasileiras

 

comercio internacional II 29 08 2019A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) anunciou nesta quarta-feira (28/08) a abertura do mercado de carnes brasileiras para a Indonésia. Segundo a ministra, serão 10 plantas habilitadas para a exportação de pelo menos 25 mil toneladas de carne bovina.

 

Conquista - "Hoje recebemos a boa notícia dessa conquista. Dez plantas frigoríficas brasileiras estarão prontas para essa exportação. Isso é bom para o nosso PIB, é bom para o nosso produtor rural, que tenha mais gente comprando carne para exportar, é bom para os nossos frigoríficos que podem continuar gerando emprego", comemorou a ministra.  

 

Reunião - Em maio, a ministra esteve reunida com o ministro da Agricultura da Indonésia, Amran Sulaiman, para discutir a abertura do mercado de carnes brasileiras para o país asiático.

 

Condições - Durante o encontro, a ministra destacou que o Brasil tem condições de suprir a demanda por proteína animal dos indonésios, principalmente de carne bovina, sendo um fornecedor alternativo e com preços mais baratos em relação à carne da Austrália, de onde vem a maior parte da carne consumida no país. (Mapa)

SAÚDE I: Confirmadas 101 mortes por gripe no Paraná desde janeiro

 

saude I 29 08 2019A Secretaria da Saúde do Paraná confirma por meio do Informe Semanal da Influenza mais três mortes pela doença no Paraná, em Foz do Iguaçu, Teixeira Soares e Itaúna do Sul. De acordo com o boletim divulgado nesta quarta-feira (28/08) são 101 óbitos confirmados no Estado desde o início do ano.

 

Novos casos - O monitoramento da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) por Influenza aponta 518 casos confirmados, oito a mais desde o último informe, da semana passada. Os novos casos foram registrados nos municípios de Cambará, Foz do Iguaçu, Francisco Alves, Iporã, Itaúna do Sul, Londrina, Paranavaí e Rio Azul.

 

Acima dos 60 anos - Dos casos confirmados, 27% são de pessoas acima de 60 anos, enquanto os óbitos correspondem a 52,5% nesta faixa etária. Os municípios de Cambará, Francisco Alves, Iporã e Itaúna do Sul ainda não tinham casos da doença registrados, o que reforça a necessidade de prevenção em todo o Estado.

 

Medidas - Segundo o chefe da Divisão de Doenças Transmissíveis da secretaria, Renato Lopes, algumas medidas são indispensáveis para combater a gripe. “Entre elas estão a higienização das mãos, principalmente antes de consumir alimentos, cobrir o nariz e a boca ao espirrar ou tossir, não compartilhar objetos de uso pessoal, como copos e talheres, manter ambientes arejados e seguir hábitos saudáveis de alimentação balanceada”.

 

Sintomas - Os sintomas, em sua maioria, são o aparecimento súbito de febre, calafrios, mal-estar, cefaleia (dor de cabeça), mialgia (dores musculares), dor de garganta, prostração, tosse seca, diarreia, vômito, fadiga, rouquidão, hiperemia conjuntival, entre outros.

 

Alerta - A secretaria estadual da Saúde alerta que mediante qualquer sintoma deve-se procurar imediatamente uma unidade básica de saúde para o início do tratamento oportuno, não ultrapassando o prazo máximo de 48h para evitar agravamento da doença. (Agência de Notícias do Paraná)

 

Foto: Pixabay

SAÚDE II: Brasil registra 2,3 mil casos confirmados de sarampo

 

saude II 29 08 2019Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde divulgado nesta quinta-feira (28/08) contabiliza 2.331 casos confirmados de sarampo no país nos últimos três meses. O número representa um aumento de 38,75% em relação ao último boletim. Ainda conforme o balanço desta quarta-feira, foram descartados 1.294 casos suspeitos enquanto 10.855 seguem em investigação por equipes de secretarias de saúde.

 

Primeira morte - Esta semana, a primeira morte provocada pela doença foi confirmada em São Paulo. Diante da evolução do surto no país, a pasta anunciou em entrevista coletiva em Brasília a aquisição de mais 18,7 milhões de doses de vacina contra o sarampo, reiterou a intensificação da imunização com foco em crianças e adultos jovens e informou ações adotadas diante da disseminação do vírus.

 

Epicentro - São Paulo é o epicentro do surto, onde foram confirmados uma morte e 2.299 casos – 98% do total. Em seguida vêm Rio de Janeiro (12), Pernambuco (5), Santa Catarina (4) e Distrito Federal (3), além de oito estados com um caso cada: Bahia, Paraná, Maranhão, Rio Grande do Norte, Espírito Santo, Sergipe, Goiás e Piauí. Os registros se distribuem em 87 municípios dessas unidades federativas.

 

Estabilização - Apesar da evolução do número, o secretário de Vigilância em Saúde, Wanderson Oliveira, avaliou que o quadro da doença no Brasil tende a uma estabilização. Ele ressaltou que o número ainda é menor do que no ano passado e comentou que as ações de imunização devem surtir efeito na mitigação da disseminação do vírus.

 

Bloqueios vacinais - “Secretarias de saúde fizeram muitos bloqueios vacinais, que foram fundamentais para poder dar tranquilidade. Baseado numa projeção dos casos, temos uma pequena tendência de redução. A Secretaria de Saúde de São Paulo também relatou essa tendência para nós”, declarou Oliveira. O gestor chamou a atenção para o fato de que o número de municípios paulistas com casos confirmados reduziu do boletim anterior para este.

 

Imunização - O secretário afirmou que a estratégia da pasta não envolve campanhas de vacinação, mas intensificação das ações de imunização. Isso porque, segundo ele, não haveria “economicidade” de campanhas em razão do estoque de doses do país. Anualmente, para vacinação de rotina, são disponibilizadas 30 milhões de doses. Além disso, em razão do surto atual de sarampo, já haviam sido adquiridas 10 milhões de doses adicionais.

 

Anúncio - Nesta quarta, o Ministério da Saúde anunciou mais 18,7 milhões de doses, totalizando 28,7 milhões complementares ao estoque de rotina. O volume será empregado este ano e também em 2020. Para conter o surto atual, o foco das ações de imunização serão adultos jovens e crianças de até 1 ano, públicos considerados mais vulneráveis e com maior incidência do vírus.

 

Objetivo - Dos cerca de 2,9 milhões de bebês nessa última faixa etária, a intenção é imunizar 1,4 milhão der crianças com idade entre 6 meses e 11 meses e 29 dias. Na semana passada, a pasta anunciou a destinação de 1,6 milhão de vacinas para uma dose adicional chamada “dose zero” voltada para esse público-alvo. O material começou a ser distribuído aos estados esta semana. De acordo com o ministério, São Paulo deve receber 990 mil doses.

 

Indicação - Oliveira lembrou que, além da dose zero, crianças devem tomar a vacina contra o sarampo aos 12 meses e aos 15 meses. No caso de adultos jovens, com idade entre 20 e 29 anos, é importante que as pessoas confiram se estão imunizadas adequadamente e procurem regularizar a situação. A orientação vale especialmente para a Região Metropolitana de São Paulo.

 

Rotina - De acordo com o ministério, pela rotina de imunização estabelecida, pessoas com até 29 anos devem já ter recebido duas doses contra a doença. Já quem tem entre 30 e 49 anos deve ter tomado pelo menos uma dose. O secretário ponderou, contudo, que não há necessidade de corrida aos postos de saúde e que a regularização pode ser feita tranquilamente. (Agência Brasil)

 

ARTIGO: Ações para se destacar no trabalho

 

artigo 29 08 2019* Dalmir Sant’Anna

 

Diante das inúmeras transformações e mudanças que ocorrem cotidianamente nos diversos setores e segmentos, o mundo profissional exige cada vez mais, o compromisso de pessoas com disposição de vestir, transpirar e defender propósitos.O sucesso pessoal está intimamente relacionado com a maneira como você pensa, age, interage, autodesenvolve e projeta seus resultados. E para contribuir com seu profissionalismo, preparei quatro dicas para ajudar você a se destacar no ambiente de trabalho.

 

Pratique diplomacia - Sempre é importante lembrar dos três sábios macaquinhos, que indicam a necessidade de tapar a boca, os olhos e os ouvidos para a fofoca, intrigas, boatos e inverdades. Procure manter um relacionamento saudável com as pessoas no ambiente de trabalho. Por favor, evite ser você o(a) locutor(a) da rádio “disse me disse”. Não desperdice seu tempo ao lado de pessoas que gostam de se preocupar com a vida alheia.

 

Estude sempre - Envelhecemos e enfraquecemos a mente quando paramos de estudar, ler e aprender. Sempre que a sua liderança oferecer um curso ou a oportunidade de participação em uma palestra, demonstre interesse em aprender. Mostre o quanto você é uma pessoa que acredita em conhecimento, sabedoria, aperfeiçoamento e autoconhecimento como diferenciais para garantir a ascensão da sua carreira profissional.

 

Promova a colaboração - Como é gratificante perceber que nos momentos de insegurança, medo e provações há uma pessoa companheira ao seu lado. Mas para contar com a colaboração de uma outra pessoa é necessário ser colaborativo. Valorize as pessoas que estão a sua volta, demonstrando gestos de carinho, cordialidade, empatia, reconhecimento e gratidão. A máxima popular ainda prevalece: equipe unida permanece unida.

 

Foco em resultados - Algumas pessoas dizem: “a empresa me demitiu”. Será mesmo? Em várias situações eu discordo destas pessoas, pois quando ouvimos a direção da empresa, os apontamentos são outros. Foram demitidas porque estavam mais preocupadas com a vaidade, em usar o tempo do serviço para ficar em redes sociais e queriam estar acima dos colegas de trabalho. Procure ficar concentrado(a) no seu trabalho e demonstre com seus resultados positivos, o quanto você é uma pessoa que faz toda a diferença no local que trabalha.

 

Acredite que a leitura deste texto não foi por um mero acaso! Utilize todos os quatro pontos para se destacar no mercado de trabalho. Também compartilhe as dicas com as pessoas que trabalham na sua equipe. Potencialize sua carreira e seja cada vez mais uma pessoa feliz com o que realiza. Desejo muita saúde, força e união para você hoje e sempre!

 

*Dalmir Sant’Anna é professor, palestrante e mágico (www.dalmir.com.br)


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