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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4644 | 20 de Agosto de 2019

FÓRUM DOS PRESIDENTES: Sistema Ocepar espera reunir cerca de 100 lideranças cooperativistas em Curitiba

Aproximadamente 100 lideranças do setor são esperadas no Fórum dos Presidentes das Cooperativas Paranaenses que o Sistema Ocepar promove, nos dias 5 e 6 de setembro, em Curitiba. O evento irá ocorreu paralelamente ao 7º Fórum de Agricultura da América do Sul, organizado pelo jornal Gazeta do Povo, que terá como tema “Da produção ao mercado – global e sustentável”.

Especialistas - Para discutir o tema foram convidados especialistas de diversas entidades com atuação mundial. A conferência de abertura, por exemplo, será ministrada por Edwini Kessie, da Organização Mundial do Comércio (OMC). Durante o evento haverá ainda a participação de representantes do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), CME Group, Ministério da Agricultura, Secretaria de Estado da Agricultura do Paraná, Solar Cluster, Senai, John Deere, entre outros.

Solenidade - Além de acompanhar os debates do Fórum de Agricultura, os participantes do Fórum dos Presidentes participam, no segundo dia, da solenidade que será realizada com a presença do governador do Paraná, Ratinho Junior, e a diretoria da Ocepar, para apresentar os investimentos do setor cooperativista paranaense. Também serão anunciados os vencedores do 13º Prêmio Ocepar de Jornalismo. O evento encerra com a Feijoada Cooperativa, elaborada com produtos das cooperativas do Paraná.

Inscrições e informações - As inscrições devem ser efetuadas por meio do link https://bit.ly/2ZBlE18. Mais informações com Neuza ou Luana, pelos fones (41) 32001104 / 3200 1105 ou pelo e-mail secretaria@sistemaocepar.coop.br.

forum presidentes folder 20 08 2019

 

VISITA: Deputado Luiz Nishimori defende atualização da lei que trata sobre defensivos agrícolas

visita 20 08 2019Em visita à sede do Sistema Ocepar, na tarde desta segunda-feira (19/08), em Curitiba, o deputado federal Luiz Nishimori defendeu a atualização da lei que trata sobre os defensivos agrícolas, para que os produtos sejam aprovados com mais rapidez e atendam à demanda por novos produtos, garantindo a segurança alimentar. Ele não concorda com as recentes críticas feitas ao Ministério da Agricultura devido à liberação de um grande um grande número de pesticidas. “Falaram que houve a liberação de vários produtos no mercado mas eu acho que foram poucos. É necessário liberar muito mais”, afirmou o parlamentar.

Projeto de Lei - Nishimori é relator do Projeto de Lei (PL) 6.299/02, que trata do registro, fiscalização e controle dos defensivos agrícola no país, em tramitação na Câmara dos Deputados. O parlamentar lembra que o objetivo é substituir a atual lei, criada em 1989. “É uma lei de 30 anos atrás. Então, ela precisa ser modernizada. Hoje, o maior problema é que a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) está demorando de três a oito anos para aprovar um produto. E atualmente existem mais de dois mil produtos na fila aguardando a liberação”, afirma.

Genéricos - “Analisando essa fila, nós detectamos que mais de 90% dos itens são produtos genéricos, ou seja, aqueles que já usamos há mais de 30, 40 anos. Assim, são produtos já consolidados que não representam risco nenhum para a população. Isso está comprovado. Então, sobraram apenas 5% de novos produtos, novas moléculas que a agricultura está precisando para termos uma segurança alimentar porque eles são, com certeza, mais eficientes, menos tóxicos e às vezes necessários para combater algum fungo ou vírus que pode ter sofrido alguma mutação. Lógico que nós queremos que a Anvisa analise bem esses 5% e, se houver qualquer dúvida relacionada à segurança alimentar, não aprove. Aprove apenas aqueles que realmente fazem bem para o consumidor final e ajudem os agricultores que estão tendo dificuldades em enfrentar fungos novos”, acrescentou.

Competitividade - Na avaliação de Nishimori, a atualização da legislação deve contribuir para proporcionar maior competitividade à agricultura brasileira. “Lógico que é um assunto polêmico mas temos que resolver este problema e tenho certeza absoluta de que estamos apresentando a melhor proposta para o momento, sempre pensando no lado do consumidor final, na segurança alimentar e no desenvolvimento da agricultura brasileira. O mundo está globalizado e, se continuar dessa maneira, a nossa agricultura, que exporta muitos produtos, representa ¼ do PIB nacional e contribui para manter o saldo da balança comercial, pode ter problemas com essa questão de defensivos agrícolas e perder mercados por causa da demora no registro de novas moléculas que vão trazer mais eficiência, são menos tóxicos e, consequentemente, vão trazer alimento mais seguro para o mercado brasileiro”, frisou.

Aquicultura - O deputado também falou sobre o trabalho que está desenvolvendo na Frente Parlamentar da Pesca e Aquicultura. “Assumi este ano a presidência desta frente. Eu acredito que a produção de pescados tem um grande potencial e pode atingir o mesmo patamar do frango brasileiro. Ainda temos que aumentar o consumo de pescados no país, que é muito pouco. Nós consumimos apenas 10 quilos per capita por ano, sendo que o padrão internacional é de 20 a 25 quilos. Então, temos que dobrar isso e também importamos mais de 60% dos peixes consumidos no Brasil. Dependemos de outros países. O Brasil tem oito mil quilômetros de extensão de costa muito rica e temos muita água no interior que, com certeza, podemos fazer uma criação de peixes e fazer com que o setor da pesca, da aquicultura, desenvolva no país, como ocorreu com outros produtos. Há 40, 50 anos atrás, o Brasil importava arroz e feijão e, depois de todo trabalho dos agricultores, Embrapa, entre outras instituições, conseguimos elevar nossa produção, trazendo inovação tecnológica, não aumentando muito a área de plantio. O que o agricultor brasileiro conseguiu fazer, nós queremos fazer no setor dos pescados também. A Copacol já está exportando tilápia para os Estados Unidos. Quem sabe daqui 10 a 20 anos nosso país estará exportando pescado, tanto tilápia como tambaqui, entre outras espécies, ao mundo. Esse é o trabalho que estamos começando a fazer”, complementou.

 

SESCOOP: Somos Líderes está com inscrições abertas

 

sescoop 20 08 2019Quando o assunto é gerar trabalho, emprego e renda, sempre de forma colaborativa, o cooperativismo é um exemplo e, cada dia mais, chama a atenção de pessoas – sobretudo os jovens – engajadas com a economia compartilhada, consumo consciente e sustentabilidade. É por isso que o Sescoop acaba de abrir as inscrições para o projeto piloto do Somos Líderes, Programa de Desenvolvimento de Liderança.

 

Público - Voltado a pessoas com idades entre 21 e 35 anos, o programa tem por objetivo preparar o jovem para ser uma liderança do cooperativismo, com uma visão prática da realidade do dia a dia a partir de diversas perspectivas sobre o que é ser líder no contexto no qual vivemos e iremos viver. Toda a metodologia está sendo preparada pelo Sescoop em parceria com a empesa de consultoria HSM. Ao todo, são 35 vagas e a seleção será feita pela Eureca.

 

Aprendizado - Os jovens selecionados participarão de um workshop, além de cinco módulos de experiências presenciais imersivas em diversos conteúdos sobre liderança, cooperativismo e desafios da atualidade e do futuro. Ao mesmo tempo, os jovens terão acesso a conteúdo exclusivo em uma plataforma online na qual também poderá se comunicar constantemente com ou outros participantes.

 

Missão - Para o presidente do Conselho Nacional do Sescoop, Márcio Lopes de Freitas, os selecionados terão uma missão muito importante. “Esperamos que os jovens formados se tornem vozes atuantes e bem preparadas para estarem à frente não só de suas cooperativas, mas de qualquer outro ambiente seja ele político, institucional ou corporativo e com destacada atuação”, comenta Márcio Freitas.

 

Princípios - Para ele, dessa forma, os princípios do cooperativismo poderão ser disseminados em todos os lugares, fortalecendo assim o papel desse modelo de negócio em todo o país. “Há mais de 20 anos, o Sescoop acompanha de perto as cooperativas em todas as regiões do país com a missão de promover a cultura cooperativista e o aperfeiçoamento da gestão para o desenvolvimento do setor. A atuação da instituição tem o aperfeiçoamento humano como principal foco, a partir do qual busca contribuir para a autogestão das cooperativas, garantindo maior competitividade e atendimento aos interesses dos cooperados”, conclui a liderança.

 

Quem pode participar? - Por se tratar de um projeto-piloto, essa primeira edição é direcionada a jovens cooperados, filhos de cooperados ou filhos de empregados de cooperativas, com graduação em qualquer área, desde que o curso tenha sido concluído entre dezembro de 2005 e dezembro de 2019, em todas as regiões do país. Outro aspecto fundamental é que o jovem selecionado tenha disponibilidade para participar de todos os módulos do programa.

 

MARQUE NA AGENDA

- Inscrições: 16 de agosto a 6 de setembro;

- Entrevistas online: 10 a 18/9

- Divulgação dos aprovados: 20/9

Quer saber mais? Clique aqui.

(Informe OCB)

COCAMAR I: Brasil preserva 631 milhões de ha com florestas, 66% do território

A palestra “Brasil: preservar o meio ambiente e produzir alimentos, esse é o nosso negócio”, com o supervisor do Grupo de Gestão Estratégica Territorial da Embrapa Territorial, Gustavo Spadotti, foi promovida pela Cocamar Cooperativa Agroindustrial, na noite de segunda-feira (19/08), a um público formador de opinião na Associação Comercial e Empresarial de Maringá (Acim) e, na manhã de terça-feira (20/08), na Associação Comercial e Industrial de Londrina (Acil).

Esclarecer - Empresários de vários setores, industriais, comerciantes, profissionais liberais, lideranças, autoridades e profissionais de imprensa, participaram do evento voltado a esclarecer a sociedade sobre temas como desmatamento e preservação ambiental.

Sensacionalismo - Ao abrir os trabalhos em Maringá, o presidente da Acim, Michel Felippe Soares, destacou a importância de se abrir um espaço ao agronegócio, carro-chefe da economia brasileira, para abordar um assunto que vem sendo tratado com sensacionalismo e de forma negativa.

Entender - O presidente da Cocamar, Divanir Higino, enfatizou que “a preocupação da cooperativa é informar a sociedade civil organizada sobre a questão ambiental no país para que ela possa entender a realidade e filtrar o noticiário”.

Áreas protegidas - Em sua palestra, Gustavo Spadotti citou que dos 850 milhões de hectares que compõem o território nacional, nada menos que 30,2% são áreas de florestas protegidas por lei. Segundo ele, nenhum outro país de grande extensão territorial possui um percentual tão elevado de áreas protegidas. Na Austrália são 19,2%, China 17%, EUA 13%, Rússia 9,7%, Argentina 6,9% e Índia 9%. Ao mesmo tempo, conforme dados do Cadastro Ambiental Rural (CAR), metade do Brasil é ocupado por propriedades rurais, com duas realidades distintas: áreas que não podem ser desmatadas e as de uso agropecuário.

Valor da terra- Spadotti mencionou que 29% dos 4,6 milhões de propriedades rurais brasileiras são destinadas à preservação ambiental (percentual que chega a 23% no Paraná). Os 29%, considerando o valor médio da terra, equivalem a R$ 2,4 trilhões; na Região Sul, a R$ 360 bilhões; no Paraná a R$ 148 bilhões e, em Maringá e Londrina, a R$ 3 bilhões.

Faturamento - Ao projetar quanto o país poderia faturar com a cultura do milho, por exemplo, se explorasse comercialmente essas terras, o palestrante disse que isto daria R$ 190 bilhões e geraria ao menos 4,4 milhões de postos de trabalho. “Nenhuma categoria profissional destina mais recursos e dinheiro à preservação ambiental do que o agricultor”, pontuou.

Preserva - Em resumo, somando as áreas protegidas, terras indígenas, parques nacionais, florestas plantadas, APPs e reservas legais, o Brasil preserva com vegetação florestal 66,3% do seu território, ou 631,7 milhões de hectares. “É uma área que equivale ao tamanho de 48 países europeus”, afirmou o palestrante. Nesse contexto, a fatia do território brasileiro destinado a agricultura é de apenas 7,8% (75 milhões de hectares) e as pastagens de 13% (160 milhões de hectares).  

Compare - Num comparativo, enquanto o Brasil cultiva 7,8% do seu território, a média dos outros países do mundo é de 46%. A Dinamarca cultiva 76,8%, a Ucrânia 74,8%, a Holanda 66,2%, o Reino Unido 63,9%, a Espanha 63,7%, a Índia 60,5%, a França 58%, a Alemanha 56,9%, os EUA 18,3%, o México 17,8%, a China 17,7% e a Argentina 14%.

Segurança alimentar - “Produzindo em apenas 7,8% do seu território, o Brasil alimenta sua população de 210 milhões de habitantes, e quinta maior do mundo, e outras 1,2 bilhão de pessoas ao redor do mundo”, destacou. Em síntese, neste ano de 2019 o Brasil deve produzir 245 milhões de toneladas de grãos (recorde), 35 milhões de toneladas de tubérculos, 40 milhões de toneladas de frutas, 10 milhões de toneladas de hortaliças, 1 milhão de toneladas de amêndoas e nozes e 34 milhões de toneladas de açúcar.

Produtividade - “Os ganhos de produtividade verificados entre 1976 e 2018 pouparam 128 milhões de hectares de desmatamento”, disse Spadotti.

Origem animal- Com relação a proteínas de origem animal, o Brasil produz 7,5 milhões de toneladas de carne bovina, 13 milhões de toneladas de frango, 3,5 milhões de toneladas de suínos, 35,2 bilhões de litros de leite/ano, 4,1 bilhões de dúzias de ovos/ano e 38,5 milhões de toneladas de mel/ano, além de ovinos, caprinos, colehos, outras aves, peixes e crustáceos.

Agroenergia - Na matriz energética do país, 30,9% advém da agroenergia, o que coloca o Brasil também em posição de liderança no mundo, com 43,5% de participação em energia renovável, enquanto a média global é de 13,7% e os países da OCDE ficam em 10,1%.

Desmatamento - O ano de 2004, segundo Spadotti, foi o de maior desmatamento na Amazônia (28 milhões de km2), havendo, nos anos seguintes, um forte declínio. Nos últimos anos, a média tem ficado ao redor de 8 mil km2, quantidade que seria grande para a região de Maringá, mas muito pequena para a Amazônia. “É preciso discernir se o desmatamento, em parte, está ocorrendo em locais onde ele é autorizado por lei”, lembrou Spadotti, enfatizando que na Amazônia os produtores devem preservar com florestas 80% de suas terras. (Imprensa Cocamar)

COCAMAR II: Programa Liderança Jovem prepara os participantes para o futuro

 

Realizado pela Cocamar, o programa Modular para o grupo Liderança Jovem Cooperativista, completou neste mês de agosto os cinco módulos de sua programação, iniciada em junho, reunindo 15 participantes na regional Londrina, jovens estes representantes dos vários municípios da região de atuação da cooperativa, que inclui o oeste paulista. No ano de 2018 foram formados 23 jovens na regional em Maringá.

 

Temas - No primeiro módulo, dia 6/6, eles debateram o Poder do autoconhecimento; no segundo, em 19/6, Comunicação assertiva e oratória; no terceiro, dia 3/7, o tema foi Finanças da propriedade; no quarto, em 12/7, os jovens analisaram Desafios da convivência familiar e, no último, dia 7/8, Liderança Jovem Familiar. 

 

Empreendedorismo - No último módulo, os jovens trabalharam em grupos as características do jovem cooperativista e, para eles, o resultado fui inspirador. Em resumo, na avaliação do grupo formado por Alvaro Baugartem (Cruzália), Cassiano Gomes (São Jorge do Ivaí) e Alessandra Flamia (Assaí), o jovem cooperativista possui foco no empreendedorismo e, sempre com os pés no chão, busca a máxima produtividade. 

 

Segurança - Já o grupo composto por Amanda Andrade e Maycon Totti (Palmital), Murilo Relki e Danilo Nicodemo (São Jorge do Ivaí), o jovem cooperativista conta com um cinto de segurança que é sustentado pelo cooperativismo e em suas mãos está o resultado, a força, a produtividade e a comunicação. Por fim, na visão do grupo formado por Tiago Espolador (Sertanópolis e Artur Martinez (Sertanópolis) e Maria Marçola (Serrinha), o jovem cooperativista deve ter influência e parceria com as partes interessadas e a tecnologia na palma de sua mão.

 

Interessados - A analista de Cooperativismo, Alessandra Lescano de Almeida, destacou “o quanto importante é o conteúdo trabalhado neste momento com os jovens para autoconhecimento e evolução pessoal, refletindo totalmente no protagonismo do jovem para o negócio familiar. Segundo ela, jovens interessados em participar podem acessar o grupo por meio do dispositivo QRCode, tirar dúvidas e até mesmo interagir com quem já faz parte do grupo.

 

Participação - O superintendente de Relação com o Cooperado, Leandro Cezar Teixeira, comenta que “o programa faz parte da capacitação dos jovens para uma participação cada vez maior no negócio familiar e também para que se tornem líderes bem preparados, tanto no setor rural quanto no próprio sistema cooperativista”. (Imprensa Cocamar)

 

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CASTROLANDA: Agroleite encerra com desfile de campeãs

 

Pista de julgamento lotada e uma sequência de palmas que acelerava a cada segundo. Assim foi o encerramento do Agroleite 2019, na noite de sábado (17/08), na Arena Agroleite. Os expositores de animais, produtores e visitantes permaneceram na pista até o fim para assistir ao desfile das campeãs e seleção dos melhores animais do evento: a Vaca do Futuro e a Campeã Suprema das Raças. O Agroleite é promovido pela Cooperativa Castrolanda, em Castro, na região paranaense dos Campos Gerais e,nesta edição, ocorreu de 13 a 17 de agosto.

 

Disputa - Os dois títulos foram disputados pelos três animais que ganharam o grande campeonato de suas raças, sendo uma Jersey, uma Holandesa Preta e Branca e uma Holandesa Vermelha e Branca.  A faixa de Vaca do Futuro é entregue a melhor fêmea jovem da exposição, e a de Campeã Suprema, para a melhor vaca adulta. 

 

Juízes oficiais - Nesse julgamento entraram em pista os dois juízes oficiais do Agroleite 2019, Luiz Felipe Grecco de Mello, responsável pela avaliação dos animais da raça Jersey, e o canadense,  Brian Carscadden, que julgou os animais da raça Holandesa nas variedades Preta e Branca e Vermelha e Branca. E deu raça Holandesa Preta e Branca nas duas premiações.

 

Campeã Suprema - Com relação a Campeã Suprema, os juízes mencionaram as qualidades da vaca escolhida, um animal que mostra mais feminilidade em sua cabeça e pescoço, é um pouco mais limpa na região da sua barbela e apresenta maior definição em seu ligamento central. “São três vacas excepcionais.  Parabéns aos expositores e criadores desses animais, essa disputa foi de altíssimo nível”, ressaltaram Mello e Carscadden após premiação.

 

Qualidade - Sobre os julgamentos da raça Jersey, Luiz Felipe comenta que a qualidade foi única e a quantidade de animais também, sendo o Agroleite a maior exposição da raça no Brasil em 2019, ultrapassando a feira de Braço do Norte que tradicionalmente é uma exposição muito grande de Jersey. 

 

Competitivas - Carscadden, que já julgou outras oito vezes no Brasil, sendo quatro no Agroleite, relata que essa é a mostra de mais qualidade que teve a oportunidade de julgar em solo brasileiro. “Tenho certeza que as campeãs fêmeas jovens, as campeãs vacas jovens e as grande campeãs, são animais que disputariam as maiores exposições do mundo. Não posso afirmar que ganhariam, mas seriam extremamente competitivas em todas essas exposições e teriam possibilidades de ganhar”, assegura o canadense.

 

Trabalho - Ronald Elgersma, filho de Pedro Elgersma, criador e expositor da Campeã Suprema 2019, revela que o trabalho com a vaca vencedora, Halley Ruivinha Doorman 538 TE, iniciou muito antes, desde o acasalamento até o dia em que ela criou pela primeira vez. “Trabalhamos com ela em baia separada para ela poder chegar no nível em que ela está hoje. A satisfação é indescritível, ainda mais quando se trata de fazer uma grande campeã, uma suprema no Agroleite, que é uma referência hoje no Brasil. Não tem palavras”, relata o produtor de Arapoti. 

 

Sempre campeã - Charles Salomons, criador e expositor da Vaca do Futuro, animal C.H. Salomons Estrela 1630 TE, conta que a bezerra participou de outras exposições esse ano e que sempre foi a campeã de sua categoria. No entanto, ela não se apresentava bem na grande roda e perdia. “Dessa vez ela chamou a responsabilidade para ela”, diz ao contar que a treinou de forma mais intensiva para o Agroleite. Salomons afirma que o amor dos filhos pelas exposições o faz continuar e dedica a vitória a toda equipe envolvida, funcionários que ajudaram no evento e os que trabalham na propriedade da família, veterinários e preparadores. (Imprensa Castrolanda)

 

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SICREDI: Lideranças compartilham visões para o futuro no Fórum Nacional de Presidentes e Diretores Executivos

sicredi 20 08 2019O Sicredi – instituição financeira cooperativa com mais de 4 milhões de associados e atuação em 22 estados brasileiros e Distrito Federal – realiza o Fórum Nacional de Presidentes e Diretores Executivos entre 21 a 23 de agosto, na Chapada dos Guimarães (MT). Nesta edição, o evento terá como mote o tema "Conexões para o futuro" e reunirá aproximadamente 225 representantes das cinco centrais e 113 cooperativas de crédito que integram o Sistema, para alinhamentos, debates e compartilhamentos de olhares e reflexões sobre o futuro da instituição e do Cooperativismo de Crédito no Brasil.

Ambições - Com a tônica “Ambições de Crescimento”, o presidente do SicrediPar, da Central Sicredi PR/SP/RJ e conselheiro do Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito (Woccu, na sigla em inglês), Manfred Alfonso Dasenbrock, fará a abertura do Fórum no dia 21 de agosto, seguido das boas-vindas do anfitrião do evento, o vice-presidente do Conselho da SicrediPar, presidente da Central Sicredi Centro Norte e presidente do Fundo Garantidor das Cooperativas de Crédito, João Carlos Spenthof. Em seguida, o diretor de Regulação do Banco Central do Brasil (BACEN), Otávio Ribeiro Damaso, realizará uma palestra sobre as aspirações do Bacen para o futuro do Cooperativismo de Crédito no País.

Forças e diferenciais - Ao longo do segundo dia do evento, 22 de agosto, as apresentações irão reforçar as forças e os diferencias da instituição e como eles são fatores importantes para os desafios futuros do mercado financeiro. O presidente executivo do Banco Cooperativo Sicredi, João Tavares, realizará uma palestra sobre o tema, abordando também os diferenciais do modelo de cooperativismo nesse contexto de transformações.

Diversidade e inclusão - Já o sócio fundador da consultoria Mais Diversidade, Ricardo Sales, fará uma apresentação sobre a ampliação do conceito de diversidade e inclusão, nos âmbitos da empresa, dos associados e da educação financeira. Na sequência, será realizado um painel sobre a importância dos programas sociais para o futuro, no qual cada uma das cinco centrais regionais do Sicredi realizará uma apresentação baseada nas inciativas sociais realizadas em suas localidades.

Reflexões - Para encerar o Fórum Nacional de Presidentes e Diretores Executivos do Sicredi, no dia 23 de agosto, serão realizadas reflexões sobre como preparar as pessoas para o futuro. Para isso, os fundadores da No One Business Transformation Through Design, Marcelo Quinan e Mariana Gutheil, apresentarão aos participantes o conceito de novo papel da liderança em um mundo mais dinâmico e inclusivo. A apresentação será sucedida por uma dinâmica sobre o tema e, como última atividade do Fórum, será abordado o próximo ciclo estratégico do Sicredi, que se iniciará em 2021.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.700 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

SICREDI PLANALTO DAS ÁGUAS: Realizada prestação de contas aos associados

 

Dentre os muitos diferenciais competitivos que as cooperativas de crédito oferecem, a transparência na gestão é aquele que podemos exemplificar através das prestações de contas, onde a liderança, representada pelo presidente, vai ao encontro dos associados para apresentar os números e novidades do 1º semestre do ano.

 

Paraná - A Sicredi Planalto das Águas PR/SP promoveu 10 reuniões na região do Paraná, quando aproximadamente 3 mil pessoas, entre associados e convidados, puderam acompanhar o crescimento do quadro social, incremento nos depósitos e na concessão de crédito, tanto comercial quanto rural, entre outros indicadores, mostrando o crescimento sustentável do empreendimento coletivo. “Através dessas oportunidades, mostramos aos verdadeiros donos, como está o desempenho e quais as principais ações que a cooperativa está tomando para atingir o objetivo de agregar renda e contribuir com o desenvolvimento local”, comenta o diretor executivo da cooperativa, Valmir Dzivielevski.

 

Iniciativas - Além dos indicadores de desempenho, foram apresentadas as iniciativas do Dia C (Dia de Cooperar), celebrado no Dia Internacional do Cooperativismo de Crédito), comemorado sempre no 1º sábado de julho. Destaque também para as ações realizadas na Semana Enef (Estratégia Nacional de Educação Financeira), promovida pelo Banco Central. Importante lembrar da parceria com a Maurício de Souza Produções, em que a Turma da Mônica leva, através de gibis e filmes, o assunto para crianças. Assunto de interesse do quadro social é o processo de expansão na região noroeste de São Paulo, iniciado 2016 com a inauguração da agência na cidade de Votuporanga. Em 2018, foi a vez de Fernandópolis, que recebeu um espaço com mais de 1 mil metros quadrados. Em 2019 abertura da agência na cidade de Mira Estrela, onde somos a única instituição financeira local. Em meados desse ano, nova agência em Jales e até final do ano, programada a chegada em Santa Fé do Sul, somando 5 agências na região. 

 

Total - No total, são 49 municípios da área de atuação da cooperativa na região noroeste paulista. “Queremos ampliar a capilaridade e mostrar que somos uma alternativa para a vida financeira das pessoas, provando que é possível ter um relacionamento mais próximo e oferecer produtos e serviços financeiros com preços justos e de acordo com a necessidade dos associados”, afirma Adilson Primo Fiorentin, presidente da Sicredi Planalto das Águas PR/SP. 

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.700 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi Planalto das Águas PR/SP)

 

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SICOOB OURO VERDE: Comunidade de Jataizinho prestigia palestra sobre educação financeira

 

Na noite da última quinta-feira (15/08), cerca de 75 pessoas participaram de uma palestra sobre educação financeira e finanças pessoais promovida pelo Sicoob Ouro Verde na cidade Jataizinho (PR). Foram convidados estudantes universitários, professores de escolas públicas, microempresários e representantes da comunidade em geral. 

 

Apresentação - Na ocasião, o colaborador da área de crédito do Sicoob Ouro Verde e voluntário do Instituto Sicoob, Emerson Barbosa, apresentou o trabalho realizado nas comunidades da região e falou aos presentes sobre a importância de buscar soluções para as questões financeiras e ferramentas para realizar os planos e sonhos. 

 

Representantes - Representando a cooperativa, também estiveram presentes Maisa Hangai, Pessoa de Apoio Estratégico Instituto Sicoob no Sicoob Ouro Verde, e o gerente da agência de Jataizinho, Gabriel Jacinto Martins

 

Reflexão - O evento aconteceu na Igreja Presbiteriana do Brasil, a pedido do pastor Alexsandro Alves da Silva, que é cooperado da agência local e prestou suporte na organização e divulgação da ação. “O conteúdo da palestra nos faz pensar nas coisas do dia a dia e ajuda a refletir para não tomar as decisões erradas. Nossa cidade não tem muito acesso a esse tipo de evento, mas teve uma oportunidade ímpar e muito especial de aprendizado e capacitação”, comenta o pastor.

 

Esclarecedor - Para Maristela Mello Almagro, que é microempreendedora do ramo de decoração, o tema abordado foi muito interessante e esclarecedor. “Abre bem os olhos em relação às nossas expectativas e planos, coisas que muitas vezes temos necessidade de fazer, mas nem sempre é algo imediato. Existem outras formas de trabalhar os sonhos e os objetivos sem se endividar e colocar em risco a vida pessoal e profissional”. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

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SICOOB INTEGRADO: Iniciada atuação em SP com a inauguração de agências em Louveira e Itatiba

O Sicoob Integrado iniciou suas atividades no Estado de São Paulo com a inauguração de duas agências no último dia 12. As primeiras cidades atendidas são Louveira e Itatiba, que a partir de agora podem contar com o atendimento diferenciado e os produtos e serviços oferecidos pela cooperativa, que tem sede em Pato Branco (PR).

Perfil da cidade - Segundo a gerente da agência de Itatiba, Carla Oblasser, o Sicoob se encaixa perfeitamente no perfil da cidade, que preza pelo atendimento humanizado. “É um município que está recebendo investimentos por parte de indústrias multinacionais, tem comércio forte e qualidade de vida, o que atrai muitas pessoas da capital. Como consequência, os negócios surgem e aquecem a economia local”, destaca.

Orgulho - Ela também afirma sentir orgulho em trabalhar no Sicoob e poder levar o atendimento da cooperativa à outras comunidades. “Me identifico com o propósito, a missão e valores da nossa cooperativa e creio que poderemos contribuir muito para a sociedade Itatibense”, comenta.

Contribuição - Para a gerente da agência de Louveira, Raquel Vecchi Castagna, com o crescimento da cidade, o novo ponto de atendimento tem muito a contribuir com a comunidade local. “A chegada do Sicoob Integrado permitirá aos microsempresários e empreendedores que tirem seus projetos do papel e possam expandir seus negócios. Desta forma, estaremos atuando como agentes do desenvolvimento local”.

Diferença - Segundo ela, a cooperativa já está fazendo a diferença na cidade. “Em parceria com o Serviço de Apoio ao Trabalhador (SAT) da prefeitura, já conseguimos gerar três novos postos de trabalho na cidade, utilizando mão de obra local. Tudo isso para mim se mostra como um diferencial. Aqui posso atender os cooperados com mais calma, entendendo a sua real necessidade e prestando um serviço de consultoria. Estou amando fazer parte dessa família.”

Localização - Em Louveira, a agência do Sicoob Integrado fica na Rua Armando Steck, 159 (Sala 04). Já em Itatiba, o endereço é Av. Vinte e Nove de Abril, 675. (Imprensa Sicoob Unicoob)

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TRIGO: Começa nesta quarta o seminário sobre produção do cereal no Paraná

 

trigo 20 08 2019A qualidade industrial do trigo, tema que será apresentado pela pesquisadora, Eliana Maria Guarienti, da Embrapa Trigo, abre, nesta quarta-feira (21/08), às 8h15, o 2º Seminário da Cultura do Trigo no Paraná, que será realizado, na Embrapa Soja, em Londrina (PR).  O evento é uma promoção da Embrapa Soja, do Instituto Agronômico do Paraná (Iapar) e da Fundação Meridional de Apoio à Pesquisa. 

 

Debate - Durante o evento serão debatidos os diferentes aspectos da produção de trigo no Paraná, assim como os desafios para a indústria e o mercado. A apresentação das perspectivas da cultura do trigo no Brasil será feita pelo pesquisador Gilberto Rocca da Cunha, da Embrapa Trigo. A programação contará ainda com palestra sobre germinação na pré-colheita no trigo a ser ministrada pelo Manoel Carlos Bassoi, da Embrapa Soja. Para abordar o manejo das pragas de trigo o convidado será o pesquisador Paulo Roberto Pereira, da Embrapa Florestas. A discussão técnica será finalizada com a palestra sobre as principais viroses que atacam a cultura, tema que será ministrado pelo pesquisador da Embrapa Trigo Douglas Lau. 

 

Relevância - O trigo é um dos produtos agrícolas com maior relevância para o Paraná. Em levantamento da Companhia Nacional do Abastecimento (Conab) o Estado figura como maior produtor de trigo do Brasil, com uma área superior a 1 milhão de hectares, em 2019. Além disso, a produção projetada para esta safra é de 2,7 milhões de toneladas, o que representa aproximadamente 50% da produção nacional de trigo. 

 

Gratuito - O seminário é gratuito e a inscrição pode ser feita aqui pelo site do evento. (Assessoria de Imprensa da Embrapa Soja)

 

Programação

8h - Credenciamento e entrega de material

8h15 - Qualidade Industrial do trigo - Eliana Maria Guarienti - Pesquisador da Embrapa Trigo

9h40 - Intervalo

10h - Perspectiva do trigo no Brasil - Gilberto Rocca da Cunha - Pesquisador da Embrapa Trigo

11h15 - Germinação pré-colheita no trigo - Manoel Carlos Bassoi - Pesquisador da Embrapa Soja

12h30 - Almoço

13h45 - Principais pragas em trigo - Paulo Roberto Pereira - Pesquisador da Embrapa Florestas

15h - Intervalo

15h15 - Viroses em trigo - Douglas Lau - Pesquisador da Embrapa Trigo

17h - Encerramento

 

2º Seminário da Cultura do Trigo no Paraná

Data: dia 21 de agosto, 

Horário: 8h às 17h 

Local: Embrapa Soja, em Londrina (PR) - rod Carlos João Strass s/n

Inscrição: site do evento

GESTÃO DE RISCOS: Produtores receberam R$ 925 milhões em indenizações de seguro rural em 2018

gestao risco 20 08 2019Os produtores rurais receberam no ano passado R$ 925 milhões em indenizações de seguro rural, contratado com o auxílio do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR). O principal evento que ocasionou as perdas nas lavouras foi a seca, com o pagamento de cerca de R$ 660 milhões para indenizar os produtores, seguida pela ocorrência de granizo, que causou perdas na produção com indenizações de R$ 201 milhões aos produtores.

 

Cálculo - O cálculo dessas indenizações abrange as contratações de apólices do PSR, equivalente a 45% de todas as operações de seguro rural contratadas em 2018 nas modalidades passíveis de subvenção.

 

Estados - Do total de recursos pagos pelas seguradoras, 36% foram para os produtores do Paraná, 21% do Rio Grande do Sul, 11% de Goiás, 11% de Mato Grosso do Sul, 8% de São Paulo e o restante para os produtores dos demais estados.

 

Importância - Para o diretor do Departamento de Gestão de Riscos do Mapa, Pedro Loyola, o valor total indenizado pelas seguradoras em 2018 demonstra a importância do seguro para o produtor e consolida o PSR como um dos pilares da política agrícola. "Na visão do governo, a transferência do risco da atividade agrícola para o mercado de seguros é o melhor caminho a ser seguido e o PSR tem ajudado os produtores na mitigação das perdas de produção, mantendo um fluxo de caixa estável e evitando renegociações de dívidas", avalia.

 

Subvenções - Em 2018, o governo federal desembolsou R$ 370 milhões para subvencionar a contratação de 63 mil apólices com um valor total segurado de R$ 12 bilhões. 

 

Redução dos prejuízos - “O seguro rural é um instrumento que reduz os prejuízos do produtor em caso de quebra de safra por adversidades climáticas e o governo continuará incentivando a sua contratação na visão de uma política agrícola integrada de gestão de riscos, que oferece no pacote o Zoneamento Agrícola de Risco Climático como um dos instrumentos de auxílio aos produtores no planejamento das safras”, diz Loyola.

 

Orçamento recorde - Para 2020, está previsto um orçamento recorde de R$ 1 bilhão para o PSR, possibilitando que o seguro rural com subvenção atinja mais de 200 mil apólices. O produtor que tiver interesse em contratar o seguro rural deve procurar um corretor ou uma instituição financeira que comercialize apólice de seguro rural. Atualmente, 14 seguradoras estão habilitadas para operar no PSR. (Mapa)

CAFEICULTURA: Funcafé libera contratos de R$ 2,3 bi com bancos para atual safra

 

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento firmou contrato com 11 agentes financeiros para operar com os recursos do Funcafé (Fundo de Defesa da Economia Cafeeira) da safra 2019/2020, totalizando uma disponibilidade imediata de R$ 2,33 bilhões para os cafeicultores.

 

Linhas - O valor foi repassado para as linhas de credito de custeio, comercialização, aquisição de café e capital de giro para as indústrias de solúvel, torrefadores e cooperativas, além de recuperação de cafezais danificados, para atender os produtores que tiveram as lavouras prejudicadas pela recente geada.

 

Total - Ao todo são 35 agentes financeiros que irão operar orçamento de R$ 5,071 bilhões para atual safra.

 

Relação - Segue abaixo o quadro com a relação dos agentes financeiros, linhas de crédito e recursos contratados: 

 

cafeicultura quadro 20 08 2019

 

Interessados - Os produtores interessados poderão procurar seus bancos ou cooperativas de crédito para fazerem as propostas de financiamento. (Mapa)

INSTRUÇÃO NORMATIVA: Regras para certificação sanitária internacional de produtos de origem vegetal são publicadas

 

intrucao normativa 20 08 2019O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) publicou os requisitos, critérios e procedimentos para certificação sanitária internacional de produtos de origem vegetal. As normas fazem parte da Instrução Normativa (IN) nº 19, publicada no dia 13 de agosto, que entra em vigor em 90 dias.

 

Requisitos - De acordo com as regras, podem ser certificados somente os produtos vegetais, subprodutos e resíduos de valor econômico e sistemas de autocontrole do exportador que cumprirem os requisitos sanitários específicos do país ou do bloco de países importadores.

 

Abertura de mercados - “A norma possibilita a abertura de mercados para o Brasil, uma vez que a certificação sanitária se adequa à dinâmica da comercialização e aos procedimentos adotados de conformidade da qualidade perante o mercado internacional”, ressalta o diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal da Secretaria de Defesa Agropecuária, Glauco Bertoldo.

 

Exigências acordadas - Na emissão do Certificado Sanitário Internacional Vegetal (CSI Vegetal), são observadas as exigências acordadas ou comunicadas oficialmente pelo país ou grupo de países importadores. Atualmente, destacam-se as exigências para a exportação de amendoim, açúcar e castanha do Brasil.

 

Amendoim - “Para exportar amendoim para a União Europeia, o Brasil precisa certificar todos os lotes destinados aos países membros do bloco quanto aos aspectos higiênico-sanitários. O mesmo procedimento se aplica ao açúcar exportado para o mercado colombiano”, exemplifica a coordenadora de Regulamentação da Qualidade Vegetal da Secretaria de Defesa Agropecuária, Karina Coelho. O próximo produto a ser certificado para exportação será a margarina.

 

Requerimento - No caso de necessidade de substituição do certificado por motivo de alteração, retificação, desdobramento, consolidação ou extravio, o interessado deverá requerer à unidade onde o mesmo foi emitido anexando o certificado original e demais documentos que justifiquem. Só é permitida uma solicitação de remissão para cada operação.

 

Digital - O Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal já trabalha para que a emissão do documento seja digital e o trâmite ocorra com a segurança e celeridade requerida no comércio internacional.

 

Demais documentos - A emissão do CSI Vegetal não substitui os demais documentos exigidos na exportação de produtos de origem vegetal. (Mapa)

ECONOMIA: Dólar volta a subir e fecha no maior valor em três meses

 

economia 20 08 2019Num dia de tensões no mercado financeiro, a moeda norte-americana voltou a subir e fechou no maior nível em três meses. O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (19/08) vendido a R$ 4,068, com alta de R$ 0,064 (1,6%). A divisa está no maior nível desde 20 de maio (R$ 4,10).

 

Bolsa - Na bolsa de valores, o dia foi marcado por perdas. O índice Ibovespa, da B3 (antiga Bolsa de Valores de São Paulo), fechou o dia aos 99.469 pontos, com queda de 0,34%. Pela terceira sessão seguida, o indicador está abaixo dos 100 mil pontos.

 

Instabilidade - Desde a última semana, temores de que uma nova recessão global se aproxima têm provocado instabilidade em mercados financeiros de todo o planeta. A Alemanha e a China divulgaram dados econômicos piores que o esperado, indicando desaceleração na maior economia da Europa e na segunda maior economia do mundo.

 

Juros - Também na semana passada, a curva de juros futuros dos títulos do Tesouro norte-americano inverteu-se. Os papéis de dez anos foram negociados com taxas inferiores às dos papéis de dois anos. Essa inversão tradicionalmente ocorre meses antes do início de recessões nos Estados Unidos.

 

Ameaça - A ameaça de recessão em economias avançadas pressiona o câmbio e a bolsa em mercados emergentes, como o Brasil. Em momentos de turbulência, os investidores estrangeiros tendem a retirar capital de países em desenvolvimento para cobrirem prejuízos nos mercados de países desenvolvidos, elevando para cima a cotação do dólar. (Agência Brasil)

COMÉRCIO EXTERIOR: Balança tem superávit de US$ 701 milhões na terceira semana de agosto

 

comercio exterior 20 08 2019A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 701 milhões na terceira semana de agosto, informou a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia, nesta segunda-feira (19/08). O valor resulta de exportações de US$ 3,988 bilhões e importações de US$ 3,288 bilhões. Em agosto, o saldo positivo da balança soma US$ 1,222 bilhão e, no ano, US$ 29,697 bilhões.

 

Média diária - A média diária das exportações até a terceira semana de agosto caiu 11,2%, se comparada com o mesmo mês de 2018, para US$ 797,7 milhões. As vendas de manufaturados (-24,9%) e básicos (-4,8%) puxaram o desempenho ruim. No primeiro grupo, os destaques foram as retrações em embarques de tubos flexíveis de ferro e aço, centrifugadores e aparelhos para filtrar ou depurar, laminados planos de ferro/aço, automóveis de passageiros e veículos de carga.

 

Básicos - Entre os básicos, a queda foi liderada por minério de cobre, soja em grãos, farelo de soja, petróleo em bruto, carnes bovina e de frango.

 

Semimanufaturados - Em contrapartida, a venda de semimanufaturados subiu 20,6% para US$ 110,8 milhões, por conta de semimanufaturados de ferro e aço, ferro-ligas, alumínio em bruto, açúcar de cana em bruto e ferro fundido bruto.

 

Importações - A média diária de importações, nas três primeiras semanas de agosto, de US$ 730,7 milhões, caiu 10,5% sobre agosto do ano passado. Nesse comparativo, reduziram-se os gastos, principalmente, com cobre e suas obras (-49,8%), combustíveis e lubrificantes (-35,5%), veículos automóveis e partes (-28,9%), adubos e fertilizantes (-16,7%) e cereais e produtos da indústria da moagem (-14,1%). (Valor Econômico)

COAF: Conselho passará a se chamar Unidade de Inteligência Financeira

 

coaf 20 08 2019O atual Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) mudará de nome ao ser transferido para o Banco Central e passará a se chamar Unidade de Inteligência Financeira (UIF). Vinculada ao BC, terá autonomia técnica e operacional. O Valor teve acesso ao texto da Medida Provisória que determina a alteração.

 

Diretoria Colegiada - Segundo a MP, a UIF responderá à Diretoria Colegiada do Banco Central, mas não será, exatamente, parte integrante da estrutura do BC.

 

Apoio - O Ministério da Economia e o Ministério da Justiça e Segurança Pública prestarão apoio administrativo à UIF, num período de transição, e continuará havendo Conselho Deliberativo para definir diretrizes estratégicas e para julgar processos administrativos sancionadores.

 

Conselho Deliberativo - O Conselho Deliberativo será composto por um presidente de Inteligência Financeira e terá entre 8 e 14 conselheiros designados pelo presidente do BC — o número de conselheiros será fixado pela diretoria do banco.

 

Responsabilidade - A UIF será responsável “por produzir e gerir informações de inteligência financeira para a prevenção e o combate à lavagem de dinheiro”. A unidade será responsável também por informações de inteligência contra o financiamento do terrorismo e ao financiamento da proliferação de armas de destruição em massa.

 

Interlocução institucional - De acordo com a MP, o novo ente será responsável por promover a interlocução institucional com órgãos e entidades nacionais, estrangeiros e internacionais que tenham conexão com a matéria.

 

Nota do BC - Na noite desta segunda-feira (19/08), o Banco Central informou que “trata-se de medida proposta pelo Ministério da Economia e pelo Banco Central dentro de projeto amplo para o aperfeiçoamento institucional do sistema regulatório brasileiro”.

 

Indicação - De acordo com o comunicado, caberá ao presidente do BC, Roberto Campos Neto, indicar o presidente e os conselheiros da UIF, que terá "autonomia técnica e operacional".

 

Governança - A autoridade monetária também "será responsável pela aprovação da estrutura de governança do novo órgão, observando-se o alinhamento às recomendações e melhores práticas internacionais". "A autonomia do Banco Central, que se encontra em discussão no Congresso Nacional, confere respaldo à autonomia técnica e operacional da UIF, assegurando o foco de sua atuação na capacidade para a produção de inteligência financeira, com base em critérios técnicos e objetivos", diz o BC.

 

Histórico - Esta é a segunda vez no governo do presidente Jair Bolsonaro que o antigo Coaf muda de endereço. No início do mandato, o órgão estava no Ministério da Justiça, mas em maio foi transferido para o Ministério da Economia. Nas últimas semanas, em meio à pressão vinda de setores do governo para que o presidente do Coaf, Roberto Leonel, fosse demitido, o ministro

da Economia, Paulo Guedes, passou a defender uma "solução institucional" para o órgão.

 

Solução - Essa solução, na visão de Guedes, era a transferência para o BC. Leonel fez críticas públicas à decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, que suspendeu o uso, sem autorização judicial prévia, de dados fornecidos pelo Coaf, entre outros órgãos, em investigações. A decisão beneficiou o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente da República. (Valor Econômico)

EXECUTIVO ESTADUAL: Começam as audiências públicas do Plano Plurianual 2020-2023

 

executivo estadual 20 08 2019A elaboração do Plano Plurianual 2020-2023 entra na terceira etapa, com a realização de audiências públicas para apresentação dos programas do Governo do Estado que estão em andamento e a coleta de sugestões da população para o aprimoramento do documento final. O governador Carlos Massa Ratinho Junior fará a abertura da primeira audiência, na manhã desta quinta-feira (22/08), no auditório do Museu Oscar Niemeyer (MON), em Curitiba. Outras cinco audiências serão realizadas no interior do Estado na próxima semana.

 

Planejamento - O Plano Plurianual (PPA) é o principal instrumento de planejamento de médio prazo da administração pública. Ele tem duração de quatro anos, com início no segundo ano do mandato do chefe do Poder Executivo e término no final do primeiro ano de seu sucessor, de modo a permitir a continuidade do processo de planejamento.

 

Coordenação - As audiências públicas serão coordenadas pelo Secretário do Planejamento e Projetos Estruturantes, Valdemar Bernardo Jorge. “No PPA anterior foram realizadas três audiências, mas dobramos esse número para tornar o processo ainda mais transparente e para permitir maior participação da população”, explica o secretário.

 

Locais - Além de Curitiba, as outras cinco audiências serão realizadas em Ponta Grossa (dia 26), Apucarana (27), Umuarama (28), Cascavel (29) e Guarapuava (30). Como já aconteceu na primeira etapa, de consulta pública, os paranaenses também poderão conferir a agenda, conhecer os programas e participar com sugestões por meio da plataforma digital www.planejaparana.pr.gov.br.

 

Próximas etapas - As próximas etapas do PPA consistem na consolidação dos programas no formato de Projeto de Lei e aprovação pela Assembleia Legislativa. (Agência de Notícias do Paraná)


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